A constelação familiar ainda é incompreendida por muitos. Talvez porque ela toque camadas que escapam à lógica. Talvez porque ela revele o que está excluído, escondido, esquecido há muitas gerações.
Ou talvez porque ela nos convida a algo raro hoje em dia, o não saber, o não controlar. Sim, existem críticas. Algumas são justas, outras reativas, mas todas carregam algo que precisa ser olhado.
Constelar não é sobre adivinhar, interpretar ou apenas entender o seu problema. Não é dramatizar, não é incorporar espíritos. Constelação é abrir espaço, se recolhendo de tudo que você já sabe.
É sustentar a presença e o centramento. É confiar que o campo sabe mais do que a nossa mente pode compreender. Quem facilita esse trabalho precisa de mais do que técnica, precisa de preparo interno, precisa de humildade, de ética, de presença.
Aqui a gente se aprofunda. se estuda, se conhece, se trabalha, se prepara por dentro e por fora. Se você quer se tornar um terapeuta sistêmico de verdade, esse é o lugar, o lugar do aprofundamento, da autorresponsabilidade, dos movimentos da alma e de aceitar a guiança do espírito maior.
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