Olá pessoal tudo bem meu nome é Carolina quedas pós-doutora pela Unicamp Doutora e mestre em distúrbios do desenvolvimento pelo Mackenzie e sou o terapeuta Denver pelo Instituto Mind da Califórnia sejam todos bem-vindos a esta masterclass sobre autismo dentro da área motora bom gente durante este evento eu vou te mostrar o caminho para você ser AD como profissional na área motora atendendo pessoas com autismo e este evento ele é o que que a gente traz aí de importância né é para quem aí principalmente acabou de se formar ou ainda está em formação né e tá totalmente
aí perdido no mundo para quem quer evoluir E se tornar um terapeuta e de excelência no tratamento do autismo e eu quero te mostrar que iso é possível tudo é possível se a gente tem o quê foco objetivo então mesmo que o médico te encaminhe em pacientes que a equipe multidisciplinar não te respeite eh que as famílias da região ali não saibam a importância desta área motora E que você tenha aí começado a não tenha começado também a atender eu posso te mostrar que é possível sim ser um profissional de excelência ser um profissional super
qualificado e respeitado na sua área da área motora na sua região bom eu sei que você pode estar né achando tudo isso muito difícil e talvez até impossível como eu achei lá atrás quando eu comecei Carol eu me sinto sozinha e parece que ninguém me dá valor eu escuto isso ainda até hoje e Posso garantir para vocês e eu abri agora um novo empreendimento na região onde eu moro e ainda tem desvalorização da área motora na área então assim não é uma coisa nova para mim inédita isso acontece ainda mesmo com 20 anos de estrada
e mesmo como sendo o considerado aí por muitos uma referência na área aqui na minha região não valorizam Olha que interessante né e eu tô aqui então não se sintam sozinhos não se sintam olha Eh ninguém segura a minha mão ninguém tá nem aí pra minha área relaxa tá todo mundo no mesmo barco e a gente vai te ajudar tá então eu quero te mostrar que eu não só me tornei aí uma pessoa valorizada por muitos Tá mas também eu tenho as dificuldades e que a gente pode passar por isso juntos com a minha experiência
com a experiência de todos né que pode ajudar aí no seu crescimento profissional na sua região então presta atenção em alguns dos meus alunos que hoje são valorizados e estão atendendo crianças com autismo dentro da minha equipe já teve gente que não deixava nem eu ve avaliação assim tipo vi net porque falava que não era da minha área e tem a parte motora do vi net sabe então eu me sentia desvalorizada nessa questão conforme você vai tendo embasamento para falar a família também Vai acreditando eu vou usar a palavra acreditando porque às vezes eu me
sentia desacreditada acreditando mais no seu trabalho e eu tive um feedback muito bom da equipe que eu das equipes que eu trabalho né eles eh vem gostando do meu trabalho tanto os profissionais quanto os supervisores e os coordenadores porque eu terminei a faculdade na Faculdade a gente não sabe não fala nada não tem nenhum simples que que até nada para mim na minha vida foi um divisor de águas entendeu eu aprendi demais já vou te falar do meu primeiro paciente com c meses assim a evolução dele é visível com isso você pode cobrar porque você
consegue mostrar o resultado eu atendo da outra estado do Paraná aqui e eles me reembolsam no valor que é minha sessão Eles pagam o valor que eu cobro no particular da minha consulta a gente professor de educação física a gente consegue fazer os improvisos né porque a gente trabalha com 40 50 crianças mas é diferente no no no no setor da de terapia individual de clínica né ent você planejar a você tem que planejar B e C para poder ver ali com a criança então é isso Georgia antes não sabia como pensar muito na parte
motora das intervenções e Jorge agora depois ela já consegue visualizar muito mais essas intervenções dentro do Set terapêutico né bom vocês viram essa galera e eu vou te contar minha história eu sou aí um pouco como você eu queria fazer um trabalho bacana eu queria que os meus pacientes e tivessem evolução Óbvio a gente não pode ser hipócrita também quero queria sempre quer meu dinheirinho queria comprar meu carro minha casa né Queria ter minhas coisinhas minhas viagens então a gente não pode ser hipócrita para mim falar Ai meu Deus vamos trabalhar com deficiência a gente
tem que trabalhar na solidaridade não n a gente tem que comer também né a gente não é idiota então a gente precisa ter esse esse esse foco mas para ter isso e para ser realmente valorizado tanto pessoalmente né para alguém vir e falar pô seu trabalho é incrível tal mas como financeiramente é importante nós nos valorizarmos nós colocarmos um preço Porque a gente já vende a nossa imagem vende Então isso é muito importante né então H alguns anos atrás eu era assim que nem você né né só queria ser reconhecida aí muitas vezes só pela
família ou pela equipe ou só por aquele trabalhinho que eu tava fazendo ali com aquela criança e queria que as famílias valorizassem sim o meu trabalho né Não só financeiramente mas que dessem aí valor e seguissem as minhas orientações eu tinha poucos pacientes na época quando eu comecei lá em sei lá quando atender mesmo né e faz um pouquinho um pouquinho de tempo eh e eu zero valorizada né até pela equipe até pelo profissional lá da da que eu trabalho trabalhava nas profissionais eh a dona do espaço ela me valorizava muito ela acreditava muito no
meu trabalho e aí eu fui comendo pelas beiradas tendo ali aquela valorização mas mostrando o meu trabalho principalmente pra família né então quando eu entrei na faculdade e aí vamos voltar um pouquinho mais eu fiz primeira educação física né e eu já sabia que ia trabalhar com crianças com deficiência foi a minha paixão né eu não nunca tive na minha família antes né de todo contexto eh pessoas com deficiência na minha família Então foi uma questão realmente por amor por aquilo que eu queria fazer que aquil ia trabalhar Inclusive eu queria começar com esportes olímpicos
e paralímpicos trabalhar com com Esporte etc né mas foi quando eu me formei que e realmente eu vi que eu queria trabalhar com algo a mais né Eh no último ano de faculdade de educação física eu passei no concurso público da Secretaria de Estado de Educação do Estado de São Paulo e eu assumi o ano seguinte né Eu peguei o diploma assumi e fui trabalhar como professora de educação física nessa escola específica que acabei de de de me exonerar esse ano então foi quase 17 anos aí de professora de quadra eu até brinco tem gente
nas redes sociais que fala Ah quando ela fala de inclusão de profissional de educação física ela não sabe o que ela tá falando meu querido eu sei o que é 35 40 crianças dentro de uma de uma quadra com uma bola que mal rodava tá eu sei como que é então assim eh é uma experiência que eu tive que eu vou levar pra minha vida inteira e os percalços que eu tive ali também eh e as adaptações que eu tive que fazer vou levar ele paraa vida inteira bom eh nesse primeiro ano que eu fiz
que eu estava né no no no na escola eh eu tive um aluno né chamado Eric e e esse aluno foi meu divisor de águas o Eric ele tinha várias características várias e eu ã Achei o máximo né porque eu já tinha visto no na educação física algo sobre autismo né minha mãe me deu um livro sobre autismo na época eh e só que eu tinha fito assim uma pincelada na educação física sobre autismo porque minhas aulas de pessoas com deficiência era muito legal tal se não me Eng tive dois Eu tive dois semestres disso
ah e aí eu falar sobre autismo inclusive na educação física eu fiz um trabalho de autismo eu fui Isso foi em 20005 2005 eu fui numa instituição em São Bernardo do Campo não lembro o nome da instituição na época e lá tinha autistas e eu fiz um trabalho para apresentar né como nota na faculdade sobre esse tema Então já vinha com com com essa ideia gostei muito porque ninguém falava sobre eu sempre fui aquela menina que tudo que o povo falava ah ninguém sabe Ah não tem muito Ah é esse lado que eu vou né
então por exemplo todo mundo na minha faculdade fazia eh trabalhos sobre idoso Eu não queria fazer sobre idoso porque tu não fazia eu queria fazer sobre uma coisa que não tinha nada a ver que ninguém falava sei lá né sobre síndrome não sei das quantas coisas que ninguém sabia o que que era eu queria fazer sobre isso Enfim então esse aluno ali ele tinha tava no terceiro ano na verdade era a terceira série amente e eu ajudei toda no processo né inclusive se alguma professora da época dele né eram duas professoras a Silvana que pegou
ele que conversei com ela esses dias inclusive e a marluc e era muito interessante porque ninguém sabia o que era os comportamentos dele eu também não sabia nada hoje que eu sei de autismo na época eu falava meu deus o que que eu sabia nada zero foi tudo tipo no escuro e assim não tinha internet assim como a gente tem hoje né tipo ah bota no Google vamos ver um artigo ali né e tal não tinha isso então era muito né era mais demorado a gente pesquisar a gente fazer as coisas eh e eu tem
uma cena muito clássica tem duas cenas clássicas desse menino para mim né que foi que minha virada de chave realmente falei não é isso que eu quero pra minha vida H uma ele subi nas escadas da escola eu tava na quadra ele acho que foi no banheiro Sei lá onde ele foi e na hora que ele voltou ele subia então ele subia um degrau voltava três e Flap subia um degrau voltava três e Flap e eu achei aquilo máximo eu falei gente tem um autista aqui dentro da es porque flpp né eu tinha estudado tal
alguém já tinha me falado tinha lido né quea aquela coisa todos os autistas eram meio que parecidos nas características antigamente se falava isso o que a gente estudava hoje a gente sabe que não então ã a gente tinha Nessas questões e aí uma um quando eu comecei a ter mais contato com ele e a gente começou a fazer um trabalho com ele a minha sala de educação física ela ficava do lado da cantina ficava bem à porta assim do ladinho e a minha sala e ele ia comprar todo dia antes gente por incrível que pareça
você que é dessa novo millennial sei lá da que depois o pessoal fala né Eh ele todo dia ele ia e comprava um salgado antigamente galera o salgado custava R 1 R 1 hoje em dia com R 1 você não compra nem bala nem Babalu né é R 1 E aí ele ia lá todo dia com uma nota de r$ 2 ele pegava ele dava nota pra tia e eu sempre tava ali olhando ele né ele dava nota pra tia voltava Aí ela dava R 1 para ele de moeda ele pegava o lanche ele ia
no lixo pá jogava R 1 no lixo falei Eita Tá esquisito aí foi indo foi não sabia o diagnóstico dele eu né tinha visto com alguns comportamentos ele não tinha diagnóstico eu vi alguns comportamentos e aquilo foi me Vamos né Pera aí pera aí pera aí até que a gente conseguiu sem eu saber né Eh eh que era né uma uma um que poderia ser ali um um um um uma uma né um um um um tipo de intervenção né não me faz ideia que aquilo seria intervenção hoje eu sei né que eu de rede
direcionei Então antes dele jogar ele fazia isso todo o dia tá gente se as crianças soubessem que aquele R 1 tivesse ali Aquele lixo misericórdia era o inferno naquela escola lixo para tudo quanto lá que aquelas crianças ficar tudo se enfiando para pegar r$ 1 real e aí aconteceu Ele chegou um dia eu chamei ele tava indo jogando Lich Eric vem vem vem vem e eu fiz uma caixinha de sapato como se fosse um cofrinho e ele viha aí falei agora você vai botar aqui você não vai jogar no lixo você vai botar esse r$
1 real aqui e eu deixei lá caixinha do Eric e todo dia ele ia lá e botava R 1 realzinho né Depois eu dei isso pro pai no no final do ano então eh olha que interessante né a gente não sabia eu não sabia nada e a gente conseguiu fazer um trabalho bacana a gente sabia que ele era Alfabetizado e a gente descobriu que ele era Alfabetizado porque ele gostava de palavras cruzadas e a professora viu Nossa ele gosta de palavras cruzadas mete palavras cruzadas no menino O menino fazia várias plas cruzadas aquela eh nível
básico médio o avançado com qualquer nível para ele ele fazia então eu ajudei nesse processo dele né na adaptação de sala de aula isso realmente foi um divisor para mim né foi realmente um divisor de águas para mim a partir daí eu quis estudar mais fui fazer a pós--graduação que eu tive um módulo sobre autismo bem pouco eh e eu falei será quer saber né então Eh no começo tudo foi para ajudar o Eric todos os meus estudos né fui ajudando o Eric na pós--graduação quando eu fui né estudando mais mas depois eu quis ir
além além de tudo isso né Eu queria transformar vidas e dessas crianças desses adolescentes e que tinham aí tantas dificuldades e principalmente na minha área que ela era motora que ninguém falava ninguém eu ia pesquisar coisas quando entrei no mestrado sobre o motor de autismo e não achava nada aí eu comecei a a aprender no uma quens como pesquisar em inglês né Como pesquisar fazer nas bases de dados porque isso a gente não aprende na faculdade também é uma porcaria vamos para trás lá na faculdade eu comecei atrás comecei a pesquisar mais comecei a aprender
mais né Então realmente o Eric ali foi um divisor para mim né E é claro aí a gente não pode de ser hipócritas e quando a gente estuda mais e quando a gente corre atrás do nosso conhecimento a gente quer ser valorizado né a gente quer ser valorizado por isso e também queria ter dinheiro para sustentar minha casa porque eu morava sozinha pagar Minas vi meus cursos minhas blusinhas da ch isso aqui é da ch vocês acham que que é tudo chiquetoso Lógico que não né pelo amor de Deus né do valor meu dinheiro né
então eu senti essa dificuldade né da valorização do do realmente do estudar de ter mais conhecimento mas aí vinham vários problemas para mim né mais de 80% das crianças autistas possuem a atrasos motores mas ninguém sabia disso ou melhor as pessoas sabiam mas ninguém queria colocar lá né porque não vinha no lado do médico nenhum pai ou mãe ia me procurar por conta própria eu sempre tinha que ser o quê indicada indicada indicada por alguém e aí precisava ó suar muito pra pessoa ainda acreditar neuropediatras não encaminhavam e outros terapeutas desdenhavam do meu trabalho e
eu sei que isso acontece com você até hoje porque aqui às vezes acontece então não aqui na minha clínica óbvio né porque senão vocês já sabem mas e houve muito isso tá houve muito eh inclusive aqui na nossa Clínica a gente tá começando agora tem 4 meses então nós estamos fazendo credenciamentos e etc e alguns ainda convênios não não consideram a fisioterapia por exemplo a área motora como uma intervenção ali qualificada pro autismo então tô vendo que eu vou ter aqui uma nova batalha não vou parar né Vamos bater aqui de frente sempre sempre me
doeu essas questões né sempre me doeu e eu sei que você também já passou ainda tá passando por isso como eu ainda tô Pass Em algumas situações eu sabia o quanto a criança precisava de ajuda e a gente sabe que a base motora é base para tudo tudo é base motor é base né e quantas habilidades motoras fazem a diferença na independência e autonomia de todos eles e na aprendizagem porque vamos falar lá de imitação para você imitar Qual que é a primeira para você e e a primeira passo para aprender é imitar todo mundo
aprende imitando quando é bebezinho quando é criancinha é pequenininho primeira infância ali a gente aprende imitando imendo quem os adultos então e a 90% e9 das imitações são imitações motoras Face gesto andar jogar né o pai joga alguma coisa aqui nessa joga também então tudo imitação motora E como que ela vai aprender se ela não imita se ela não não tem condição de entender os seus movimentos ou fazer os seus movimentos porque tem alguma coisa por trás né então isso fica bem bem confuso né ã nunca assim as pessoas deram valor desde quando eu comecei
assim e para você ter uma ideia quando eu me formei na fisioterapia porque depois eu fiz né educação física pós fisioterapia eh e fiz as contas eu ganhava mais eh quando eu fui fazer a físio né e eu já tava no Estado então eu fiz as contas Ah agora vou trabalhar só com fisioterapia eh eu fiz as contas eu ganhava mais como professor de rede pública do que fisioterapeuta e tipo a faculdade da Fisio é três vezes quatro vezes mais cara do que uma faculdade de educação física eu não fazia sentido isso para mim né
bom E aí eu tive uma grande ideia assim né Uma acho que eu me expus muito né acho que não é que eu ureca mas eu tive uma coragem falar isso coragem né de atrás e eu só que eu percebi uma coisa muito interessante Então como eu comecei a atender em clínica eu comecei a atender como psicomotricista e na hora de aplicar eu misturava tudo a psicomotricidade educação física e a fisioterapia eu nos meus atendimentos táa pode est escrito psicomotor cdade mas eu faço tudo com a criança eu vejo tudo eu vejo todo porque eu
sou uma área motora eu sou a área motora então eu não posso só trabalhar pelo movimento a ição se a criança não tem movimento se ela não tem movimento ela precisa de estrutura Então ela precisa de físio então sabe vai vai moldando tudo então Eh Afinal né essas três coisas né essas esses três formações né a mesmo tempo eu não não conseguia separar e eu não consigo separar isso até hoje não dava só para pegar o que eu aprendi na fisioterapia e aplicar e eu precisava combinar com as outras aprendizagens e criar algo novo né
E à medida que eu fiz após mestrado doutorado certificação em denv meu pós-doc né E que eu terminei agora ã e outras faculdades né Inclusive eu desisti Dea Faculdade de Medicina esse ano eu tô fazendo uma outra graduação agora que ninguém sabe mas eu eu tô fazendo e eh tudo isso me motiva né aprender mais a saber mais né então eu ampliava e combinava todos esses conhecimentos na minha PR Clínica cada vez mais e aí tendo resultados garantindo resultados aos meus pacientes Então hoje quando eu vou atender fisioterapia psicom F tudo junto meu motor e
eu atendo eu trago princípios do Denver no jogo na troca no jeito de falar né e no jeito de abordar a criança no jeito de manejar o comportamento de incentivar eu não tô aplicando estou Us os princípios estou usando as técnicas que me me ensinaram né tanto na análise do comportamento eu sou Analista mas e eu vou aplicar eu vou ser terapeuta aba dentro da área motora não eu sou da área motora só que eu preciso entender a análise do comportamento para entender o comportamento desse indivíduo dentro do meu ambiente porque o menino começa a
gritar chorar bater a cabeça no chão o que que eu faço eu me desespero sa correndo ah né ch chama ambulância faz alguma coisa não eu preciso saber manejar eu preciso saber entender o antecedente de porque que tá acontecendo aqui aquilo né e eu eu tenho isso né eu tenho essa essa essa formação para isso então é muito importante né então eu ampliava eu amplio até hoje e combinava todos os meus conhecimentos na minha prática Clínica né para cada vez mais ter resultados nos meus pacientes e com esses resultados eu consegui aí que as famílias
e os meus pacientes me valorizassem além também de outros médicos etc ontem mesmo um um médico aí renomado me indicou uma família ontem não ontem eh foi domingo sexta-feira né chegou para mim então Ó eu quero que você faça avaliação da Carolina quedas com a Carolina quedas Porque eu gosto da Visão dela Ela traz uma visão mais Ampla da Criança e eu quero que você pegue supervisão dela né pro pro seu fisioterapeuta pro seu fisioterapeuta psicomotricista poder ser orientado por ela então Eh isso é muito importante a gente mostrar se mostrar mas aí vem com
conhecimento sem conhecimento a gente não faz nada né então e eu tô dividindo isso com vocês sabe por quê eh eu não quero fazer isso sozinha né eu tô cansada por is eu ter meus supervisionados meus pilinhas meus filhos que estão por aí que eu tô mandando eles fazerem congresso dando aula porque eu tô vendo que se a gente não tiver profissionais capacitados e com renome dentro da nossa área sendo referência nas suas regiões área motora Acaba Porque o que o pessoal ó tá todo mundo querendo botar a mão na área motora gente que nem
tem nada a ver com área motora que nem estou para isso não sabe nem onde é no cérebro o negócio então assim a gente precisa vestir né o manto vestir aí o a nossa a nossa armadura e realmente mostrar para que que a gente veio né mas sempre uma razão ficava na minha cabeça aí no tratamento de todas as deficiências da área motora a área motora da da área a área motora é sempre a primeira né é a primeira que os pais vão procurar asos primeiros que os médicos vão indicar e como pode no tratamento
do autismo na área Esta área não ser indicada e nem ser cogitada muitas vezes parece que todo mundo fica Ah se anda tá bom tá tudo certo ele joga as coisas tá bom também né tá bom tá tudo certo né E todas as dificuldades motoras aí vão cada vez mais se limitando na vida adulta então a gente mas quando é pequenininho fica lá tá tudo bem ai que bonitinho ele corre esquisitinho ai que fofinho né os pais fazem muito pela crianças os professores né as pessoas estão em volta dá na mão Põe na boca faz
tudo só que quando fica adolescente pré-adolescente adolescente adulto eles não ficam Eles não têm uma funcionalidade motora né eles ficam muito dependentes motores fui a que eu percebi que ninguém falava da área motora no autismo quase em nenhum lugar né na internet YouTube eu pesquisava não encontrava Pratic mamente nada e nem fora dela então estava praticamente sozinha não tinha ninguém na minha área para me ajudar muitas vezes e eu fui atrás de pessoas de renome por exemplo na área da fisioterapia neurológica né da neuropediatria e me fecharam as portas por isso que hoje eu não
fecho portas para quase ninguém eu fecho as portas paraas pessoas que não andam na prática baseada de evidência e que são realmente pessoas que trabalham aí no lero mas que eu sei que trabalha no lero lero eh mas quem realmente estuda realmente que tá ali que faz eu trago pra minha equipe eu dou essa valorização profissional eu indico esse profissional isso é muito importante eh a valorizar Também quem tá do teu lado então faço muito isso e eu não senti isso da área da físio né E aí eh na faculdade de fisioterapia mesmo meus professores
com doutorado não sabiam nem que que era autismo né nem sequer aí passar uma leitura em aula sobre autismo E aí vem aqui a pergunta né Carol mas os profissionais deveriam saber da nossa importância no tratamento de autismo né todo mundo Devia saber mesmo Mas as o povo não sabe por isso que sim ainda continuo dando palestra congresso eu vou para congresso gente que eu pergunto quem me conhece levanta duas pessoas a mão e eu vou para falar da importância eu vou para meter na cabeça do povo a importância porque a psicóloga tem que saber
importância a f tem que saber importância né o músico terapeuta professora de escola tem que saber importância todo mundo tem que saber importância nos indicar para falar Opa será que não tá avançando é por conta disso que é por conta de um tonus que é por conta de uma uma imitação que não foi feita muito bem porque ele não aprende porque o movimento dele não tá adequado Pode ser né então eu gosto de fazer isso né Eh a gente não pode esperar que as pessoas nos descubram a gente tem que bater de frente a gente
tem que realmente mostrar que a gente é necessário né já que ninguém falava dessa importância ninguém me deu aber cura eu fui atrás de pessoas renomadas né Eh mostrei os estudos mostrei as evidências né e eu tive muit essas portas Batidas na minha cara eu tenho os prints até hoje eu não sou uma pessoa Vingativa mas eu tenho os prints até hoje da Porta Fechada pá tenho e curiosamente não foi pessoas da área do autismo foram outras pessoas né então eu mostrei estudos eu mostrei evidência científica de muitas parcerias importantes né muitos profissionais renomados aí
como lucelmo como o Dr Paulo Dra Débora Keser Rafael Rangel esses quatro assim esses três primeiros assim e lucelmo Dr Paulo e Dra Débora ker assim foram os meus realmente que abriram a porta para mim foram os três que realmente me chamaram que eu mostrei as evidências falar vamos fazer uma live vamos conversar e Realmente foi um divisor porque as pessoas começaram a conhecer porque veio da boca deles veio da boca deles né Essa importância então foi muito significativo para mim tem outros também profissionais assim que Dr Marcelo Maura que hoje assim tá super importante
na minha vida Dr Thiago Gusmão também super parceiro E aí outras personalidades do autismo né como a autismo make a Kenia maravilhosa mãe né empresária e da área Fátima de quent que é um nome gigantesco na área do autismo também me abriu minhas abriu as portas para mim para falar sobre a área e desta importância né Ah então vários pessoas renomadas aí que realmente tiveram a Como que eu posso dizer h a simplicidade falar poxa essa menina tá falando umas coisas que que faz sentido né olha tá me mostrando um negócio que eu não sabia
não Então realmente fe fizera acontecer na minha vida todos alguns no começo outros agora né dando mais visibilidade pra área mas todos com a sua grande importância isso eu faço questão de salientar para eles então mostrando evidências e meus resultados as pessoas começaram a valorizar tanto o meu trabalho como a área em si motor em si e depois de tanto trabalho aí hoje eu atendo famílias de todo o país tá eh dou supervisão sou reconhecida por médicos né e terapeutas da área do autismo E então eu fico muito feliz que eu cheguei nesse ponto e
fico muito feliz que eu tô trazendo vocês para isso todos vocês para isso né E principalmente sou valorizada e vivo hoje do meu trabalho da área motora do autismo estou compartilhando aí e estou Nesta aula aí com todos vocês porque eu vou conseguir mudar não vou conseguir essa mudar essa realidade sozinha eu preciso de vocês né Já estou há 5 anos com mais de 5 anos consecutivos fazendo palestras lives cursos pós oficinas abrindo p para a nossa área mas eu não consigo atender todo mundo então hoje vem pessoas atrás de mim e eu indico profissionais
né Existem milhares e milhares de crianças e adolescentes autistas que precisam de atendimento e e eu não vou conseguir atender esse público sozinho e eu preciso de todos vocês e também não quero que vocês aí cometam os mesmos erros que eu cometi ao longo dessa jornada né e Quais são esses erros né que a gente comete que eu cometi principalmente né uma delas eh que é uma da raiz dos erros né que é a fisioterapia tradicional né Eh muitas vezes a fisioterapia tradicional a nossa base do entendimento da fisioterapia da biomecânica da fisiologia da Sinésio
excelente mas muito aquilo que a gente aprende na un cidade ou em cursos de fisioterapia neuro tradicional não cabe no autismo porque a gente precisa se reciclar pro autismo a gente precisa se reorganizar se adaptar para trabalhar com pessoas autistas então a gente precisa de outros H domínios da área do conhecimento para entender aquela criança né Eh e a gente não teve isso agora me responde você Quantas aulas de autismo você teve na sua graduação eu tenho 99% de certeza que quase nenhuma só os novinhos aí que se formaram agora ou se formaram comigo nas
universidades que eu passei mas muitos se vocês não t gente eu recebo no Direct muitos alunos de ligas acadêmicas querendo que eu fale da importância porque o professor não quer que se faça uma liga de autismo ou que não estão deixando fazer Nec de autismo nas faculdades porque eu não tem Professor qualificado para orientar eu já tive um monte disso eu tive uma menina gente ai eu priso até achar essa menina ela é da Paraíba ela é da Paraíba ela veio me falar que foi por conta minha que aceitaram o TCC de autismo dela porque
eles não queriam aceitar eles queriam e e né e reprovar ela né para ela fazer depois enfim eu fiquei tão feliz que eu mudei a vida dessa mina que falei não você vai E se ele não deixar a gente vai para cima desse desse coordenador porque tem que falar sobre Então olha que importante né se essa pessoa tiver por aí dá um oi para nós ali no no Direct a gente quer um uma fala sua eh é muito importante né Muito muito muito importante se você estudou na faculdade sobre autismo é uma exceção exceção deceção
ou teve aula comigo certeza eu mesma quando comecei a ajudar o Eric na escola eu pensei né e vou entrar na fisio vou aprender porque depois n estava na educação física vou aprender tudo sobre autismo porque é coisa neurológica né então vamos arrasar Me iludi Me lasquei não aprendi nada de autismo aprendi de outras coisas que eu uso hoje no autismo isso é muito importante né Eh quando perguntavam aí quando eu perguntava pros professores sobre autismo e porque que eles dizem que a fisioterap a fisioterapia não tratava autismo que era doença mental que eles não
se metiam nisso eu tinha que explicar sobre autismo para alguns professores inclusive tá inclusive no estágio e aí você chega sem conhecimento nenhum e vai atender crianças autistas e fica perdido Porque hoje o mercado pede profissionais da área motora principalmente fisioterapeutas para trabalhar com autismo e cadê vocês Cadê a formação não tem né O povo tá perdido tá perdido não sabe por onde começar e tenta aplicar né o que aprendeu na faculdade e nada funciona exemplo usar GM FM autista que não tem paralisia cerebral para quê né olha o negócio que louco né então Enfim
vou dar alguns exemplos aqui ponta de pé chega uma criança aí no seu consultório com marquina E aí né Eh o famoso andar na ponta dos pés e de cara você vê que tem um encurtamento você diz aí tem encurtamento né monta um planejamento terapêutico lindo Para ser aplicado tal P pá pá mostra toda orgulhosa pra família tudo lindo passa um mês dois meses 3 meses 4 mes se meses nada de resultado a Pagan ou um convênio e não tem resultado complicado passa aí aí você descobre que no caso de autismo existe outras causas né
para esse andar na ponta do pé Lógico ele tá encurtado mas essa outras Você pode até diminuir esse encurtamento e as outras causas né que pode ter aí diversas causas então pode ser alteração sensorial misturado com alteração visual com alteração em eixo gravitacional com comportamento pode ser um comportamento pode ser uma estereotipia dessa criança então tem um monte de coisa que pode ser essa ponta de pé ou realmente pode ser um caso cirúrgico que o ortopedista tem que estar junto então assim são tantas coisas que a gente tem que pensar que a gente tem que
sair da caixinha da fisioterapia infelizmente a fisioterapia é ótima para muita coisa mas infelizmente eles te davam um papel lá no estgio segue isso aqui Segue o baile Ah para tal coisa você bota o choquinho bota o o ultrassom bota não sei o quê todo mundo fazer a mesma coisa no autismo Isso não funciona no autismo não existe receita de bolo para de botar autista em receita de bolo em protocolo receitado não existe tem que adaptar tem que entender de autismo tem que entender das suas alterações tem que respeitar o não da criança o comportamento
ruim que a criança tá fazendo ali o ela pode estar gostando daquilo que você tá fazendo aquilo pode est sendo muito desafiador para ela você tem que entender sobre ele né então a gente precisa pensar nisso né se você não entrega resultado essa família ela não vai te indicar essa família não vai colocar você como um bom profissional mas não é que você não é um bom profissional você só fez escolhas erradas porque não sabe de tá como eu falei outro erro grave que muitas fisoterapeutas cometem né na área neurológica é usar aí protocolos que
não servem para autistas como o gmfm por exemplo né se o cara não tem par celebral associada para que você vai aplicar um gmfm um gmfcs no cara que foi feito para par cerebral isso é base né temos protocolos que são aplicáveis em autistas que se foram lá fizeram meta-análise estudaram Olha isso aqui dá para aplicar dá pra gente observar né a alguns eh protocolos avaliações de desenvolvimento que a gente consegue ter tirar como base ali as bases motoras de pré-requisitos é muito importante a gente ter esse conhecimento né e avaliar é o pontapé inicial
avaliar é a nossa base se a gente não sabe avaliar o nosso paciente a gente não sabe intervir no nosso paciente me desculpa tá Ahã não basta saber só de área motora tem que saber de autismo né aquela questão clássica que a mãe entrega a criança e A Terapeuta fecha a porta e começa o sofrimento ali né de tudo né a fí não sabe o que qu a não sabe o que faz a criança chora né Eh você é normalmente a criança você tenta tocar porque a fia toque né você pega e a criança não
deixa pede para fazer um exercício ela não atende a criança não Olha Nos Olhos depois de muitas tentativas a criança aí tem crise e fica perdida chama a mãe de volta entrega a criança sem terminar o protoco né a sua a sua o teu todo o teu planejamento olha tá muito difícil Caraca se você trabalha com autismo você tem que saber manejar um comportamento você não tem que entregar pra família Você tem que chamar essa família para dentro e trabalhar com a família lá dentro do teu do teu do teu ambiente tem que saber manejar
aquilo Tem que ajudar a família também ou usar a família como instrumento para auxiliar no seu atendimento não é fechar a porta ou só entregar e falar não tudo bem só fez 20 minutos hoje pô vamos parar com isso tem que ter uma mente mais ampliada tem que saber mais e e e de como usar essa família dentro do teu do do da tua área do teu consultório do teu atendimento parar de jogar um problema ali que tá acontecendo PR os outros ah hoje não tá impossível essa criança se não for uma doença ali que
ele tá né que precisa realmente precisa trazer essa família junto com você precisa usar essa família como um intermédio com essa criança né muitas vezes esses comportamentos do terapeuta que é mais terapeuta do que da criança né de entregar de falar que é difícil ai não atendo essa criança porque é muito difícil quant C já ouvir falar eu não atendo essa criança porque ela é difícil meu filho Então não atenda ninguém vá fazer outra coisa Vai virar Blogueiro vai fazer canalzinho do YouTube vai sei lá qualquer coisa não vai atender criança quem atende um atende
todo mundo pode ser o mais difícil que for não tem essa todo mundo fez um juramento isso é muito importante né muitas vezes esse seu comportamento na cabeça da mãe você tá enrolando ela vai ficar ch ada vai se sentir enganada vai procurar outro profissional porque você não tá dando conta e por mais que você tenha uma boa intenção de ajudar outros terapeutas já fizeram isso com ela e ela vai sair magoada calejada porque um monte de gente porque criança niveu três suporte super difícil já sofreu já recebeu essa família já recebeu vários nãos mais
um não chega né seja corajoso né E para isso para atuar com autistas não basta atender só na área motora como eu falei para vocês não adianta ter aquele pensamento tradicional né de colocar a fiso dentro da caixinha tem que sair da Caixa não funciona o autismo não vem em caixinhas tudo você tem que ter entendimento ter entendimento da área sensorial da comunicação se o cara tiver um comunicador como você vai trabalhar com ele tem que saber né tem que saber de tudo tudo vem tudo junto e mistur né então como lidar aí você precisa
saber né como lidar com comportamentos inadequados como faz como para trir essa criança retenção dessa criança e como criar vínculo né como fazer ela seguir aí comandos O que fazer quando a criança entra em crise como dar orientações para essa família né como você direcionar essa família como trazer essa família pro teu contexto tudo isso você não vê na faculdade provavelmente também eh no seu dia a dia aí também você não vê né ninguém te ajuda no máximo deve ter tido uma aula aí ou uma palestra ou visto um vídeo do YouTube ou só se
for meu aluno já viu Então esses são vários pontos importantes um outro ponto que a fisioterapia tradicional não considera aceitar migalhas se você é um um profissional valorizado você não pode aceitar receber pouquinho você sabe aí eh que outras áreas de altismo eh outras áreas da físio profissionais recebem pouco né E você não pode aceitar isso se especializar não é barato ã demanda tempo dinheiro família né Eu mesma só com certificação sdm gastei mais de R 35.000 não é barato é um rim deixei o outro lá ainda em aver né Eh então assim você manda
vídeo pra supervisora canadense você paga supervisão você faz não sei o quê eu tive supervisora nesse meu processo todo eu paguei supervisão de uma brasileira para me ajudar então assim não é barato não é barato então você não pode aceitar qualquer coisa né tem que ser valorizado e muitos profissionais não sabem mas até plano de saúde pagam mais para profissionais especializados em autismo então tem planos em São Paulo que pagam bastante né chegam a pagar aí eh 90 80 né de repasse Aí dependendo da clínica em São Paulo interior é um pouquinho menos mas tem
repasse positivos você não vai ganhar r$ 7 r$ 1 10 por repasse né ou seja muitos profissionais dependendo da região chegam a receber por mês aí de TR a r$ 7000 ou até mais né então tem que ter valorização você tem que mas para você se valorizar Você precisa estudar Você precisa ter conhecimento então não dá para ficar parado tem que buscar tem que buscar eu cheguei aqui até hoje hoje eu vou falar uma coisa para vocês antes eu comprava uma palestra R 200 hoje eu não eu posso falar que é quatro vezes mais cinco
não se fazer conta eu sou pésimo matemática mas hoje para sair da minha casa para m falar o que eu sei eu tenho que receber bastante eu não posso ficar cobrando R 200 eu preciso me valorizar você tem que se valorizar como profissional bom se você gostou dessa aula eu vou te confiar duas missões a primeira Compartilhe o seu resumo desta aula na nossa Comunidade da masterc a fisioterapia no autismo a gente tem uma comunidade entra na comunidade e faz um resumo dessa aula seja criativo seja criativo se você quiser ter acesso ao certificado do
evento poste seu resumo na comunidade só assim você vai ter ali o certificado também compartilhe na comunidade qual desses erros que a gente falou hoje que você já cometeu eu sei Aí que às vezes né É difícil assumir que você errou mas todo mundo errou hoje Errei para caramba errou até hoje mas reconhecer os erros é o primeiro passo para você parar de cometê-los e começar a se tornar um profissional valorizado no tratamento do autismo Eu e minha equipe vamos fazer o possível para ler o maior quantidade aí de postagens dos participantes na comunidade e
printem põe lá no @ no Instagram D Carolina quedas Vamos ó divulgar isso para todo mundo bota lá nos seus grupos é muito importante todo mundo saber e a segunda se essa aula te ajudou e se você gostou do que aprendeu aqui convide um amigo aí bota bota lá os arrobas etc né tenho certeza que essa pessoa vai te agradecer muito obrigada por atenção de hoje muito obrigado mesmo vocês estarem aqui comigo e até a próxima aula que vai ser quarta-feira não esç masterclass fisioterapia no autismo valorização da área motora se Valorize tenha conhecimento dê
o melhor pro seu paciente e lembre-se vida é movimento Todo mundo precisa da gente fica a dica tchau tchau até quarta