Muito bem, muito bem, muito bem meus amores, segunda aula da TELAN. Então, quem tá chegando aqui agora, eu sou psicoterapeuta, instrutora de Magnes, Neusinha, Neusam Maio, do Jardim Consciente. E a gente fez uma aula introdutória ontem sobre traumas. Que que é trauma? Conceito de trauma, tipos de trauma. E hoje nós vamos aprofundar em três grupos principais de sintomas Traumáticos que todos nós, com toda certeza, já experimentamos os três. Vai ter uma prática de encontro com a criança e depois vai ter também uma prática, tá? Uma tabelinha para você. Eh, eu vou colocar no grupo depois
o resuminho, mas vai ter um teste para saber em qual desses três grupos você esteve. eh, no último ano, tá bom? Então, uma palavrinha, aproveitar que o chat tá aberto. Uma palavrinha, como é que você Tá chegando na aula dois? Como é que você tá chegando aqui? Uma palavrinha só para eu saber como é que você tá chegando. Irritada, bem, tranquila, estranha, com esperança, confortável, expectativa, tranquila, ansiosa, esperançosa, bem animada, expectativa, rápida, curiosa, animada. Tá melhor que ontem. As palavras estão, ó, mais positivas, empolgadas, são palavras mais abertas, né? Muito bem. Aí já estão percebendo
alguma Diferença em você da aula um paraa aula dois? Eu vi muitos comentários lá, mais de 300 comentários no post que eu pedi ontem para vocês. Muitos depoimentos lindos, não consegui nem ler todos, tá? Respondi muita gente também do direct, mas não consegui responder todo mundo. Amanhã eu coloco um questionário para responder as principais perguntas de vocês, tá bom? Certo? Tá igual igual ontem aí. Então vamos lá. Então vamos começar. Vamos fazer um pequeno gancho, Né, que é importante com a aula um. Eh, vamos retomar um pouquinho da aula um antes da gente fazer a
nossa preparação. Então, na aula de ontem, na aula anterior, nós vimos que dificilmente uma pessoa fica imune a uma exposição traumática, ou seja, algum sintoma ela vai ter. Nós vimos também que existem experiências, menos traumas menos visíveis, traumas silenciosos, digamos assim. relacionais, ou seja, que Estão relacionados, né, com os nossos relacionamentos, principalmente com família, principalmente tratando-se de criança, né? São os nossos cuidadores, é pai e mãe. Tá muito bem. E aí, ã, por conta disso, esses esses essas experiências mais invisíveis também podem traumatizar profundamente, tanto quanto um trauma, que a gente já sabe que é
trauma, né? Uma coisa muito avacaladora. E nós falamos também que o trauma psicológico ele é como se fosse uma aflição dos impotentes. E trabalhamos muito com essa palavra, né, impotência, aflição, desespero dos impotentes. Porque no momento do trauma, a vítima ela se sente incapacitada, ela se sente impotente para se defender de uma força. E essa força ela é terrível, um horror, ela é muito avacaladora. Então vocês tiveram contato com traumas ocultos. Eu fiz um post também que tá com mais de 100.000 visualizações. Hoje é de manhã um carrossel com alguns exemplos de traumas ocultos. E
se você olhar os comentários lá, você vai ver a quantidade de comentários de traumas ah ocultos. Desde minha mãe me obrigava a ter o cabelo curtinho, tá? Eu era sempre a última a me alimentar. São diversos tipos de traumas ocultos que a maioria, a gente vê nos Comentários lá, nem desconfia ou desconsiderava que isso tinha um peso tão grande na sua personalidade. E falar em personalidade, a grande busca, né, na nosso autoconhecimento é saber o que que é meu e o que que é do trauma. E isso é difícil e isso leva tempo. Então, os
eventos traumáticos, ele podem eles podem sobrecarregar o nosso sistema nervoso, sobrecarregar sobrecarrega o nosso sistema de cuidado, certo? Então, o eu não tenho alguém eh Alguma falha tá acontecendo no cuidado. Eu perco o controle, eu perco a conexão, eu perco o sentido da vida. Então é muita coisa para quebrar, para romper com uma criança. Veja, ela perde o controle, ela perde a conexão e perde o sentido da vida. Isso é muito é muito desastroso. Isso é muito impactante. Então nós falamos também de algo muito central, que isso aqui é central da tecilão. O corpo aprende
antes da mente. O trauma mora no corpo e provavelmente Ainda mora dentro do seu corpinho. Porque muito cedo nós aprendemos o que é perigoso e o que não é perigoso. Mesmo antes das palavras, a gente já vai aprendendo o que é perigoso, a gente já vai compreendendo o que tá acontecendo. Então a mente, na verdade, o cérebro nem tá desenvolvido para narrar, para contar a si o que tá acontecendo, mas o corpo precisa lembrar por uma medida de segurança mesmo. O corpo tem que dar os sinais em algum momento ali que a Criança tá em
perigo. Então, é a partir disso que nós vimos ontem na aula um, que a gente vai fazer a nossa preparação. E por conta disso eu vou fechar aqui o nosso chat, tá bom? Deixa eu ver aqui. Tudo bem com vocês? Aproveita que tá aberto. É, ficou bom aí o resuminho que eu fiz aula um? Vai dando um joinha aí para mim. Vai dando joinha aí para mim. Então, a gente vai fazer a nossa preparação e já vamos no conteúdo, né? No conteúdo de hoje, tá? Acho que hoje vem umas 500 pessoas, né? Maravilha. Então, vamos
lá. Deixa eu ver aqui. Reunião do Zoom. Pronto, fechou. Vamos fazer a nossa preparação. Eu sempre peço para você colocar os pés no chão, a coluna ereta, tá? As mãos ficam sobre as coxas. Ah, e você pode ficar com os olhos abertos, com os olhos fechados. você vai escolher. Vou pedir para você levar atenção paraa Sua respiração, para você inspirar e para você expirar. Inspirando eu me acalmo. Expirando eu convido a paz. Inspirando, eu me acalmo. Expirando, eu convido a paz. Inspirando, eu me acalmo. Expirando, eu estou em paz. E agora veja o que acontece
quando você me escuta dizer. Todas as suas emoções são bem-vindas aqui. Todas as suas emoções são bem-vindas aqui. Muito bem. Retornando, retornando. Pronta, pronto. Temos meninos também, né? Vamos ver aqui. Compartilha comigo aqui como que foi escutar que as suas emoções, todas as suas emoções são bem-vindas aqui. Como é que foi escutar isso? É diferente, é Estranho? É esquisito? Me arrepiei. Vontade de chorar, me sentir vista, alívio. Não senti nada, não me deu nada. Tá arrepio, chorei. Tô me sentindo melhor. Acelerou o coração. Uma boa notícia. Acolhida. Um pouco estranho. Alívio, acolhimento. Eu sorri. A
gente vai ver hoje o que não significa nada. Hoje a gente vai entender um pouquinho, tá? No que não significa nada, tá bom? Ah, pertencimento, nó na garganta diferente. Muito bem. Então, vamos começar. Preparou o caderninho? Eu sei que tem muito conteúdo que você gosta de anotar, né? Temos aqui as meninas anotadeira, já anota um monte de coisa. Gente que me mandou lá um monte de conteúdo já lá, né? Já anotado, né? Nem sabia que eu falei tanto. Misericórdia. É muita coisa que vocês anotaram e tem gente que já gosta mais de prestar atenção, né?
Muito bem, vou fechar aqui E a gente já vai começar, tá? Pera aí, deixa eu fechar. Fechando, fechando, fechando. Opa, ele não tá aberto. Ã, Gabriel, alguém da minha equipe? Vê se vocês conseguem eh fechar o chat, que eu não tô conseguindo fechar, tá? Deixa eu ver aqui. Consegui, apareceu. Então, vamos lá. Hoje vamos falar sobre sistema nervoso. E calma, porque não é difícil, tá? Eu deixei assim. É bem digerido, bem simplesinho, mas a Gente vai, de repente, se você fez o sexto ano primário, vamos visitar a sexta série hoje, tá? Hoje a gente visita
sexta, sétima. Sétima série que era fisiologia e corpo humano, não era na sétima série, tem professora de ciências aqui, sétima série. Então, a gente vai visitar um pouquinho a sétima série. Então, falar um pouquinho sobre sobre a o sistema nervoso, tá? Olha só que interessante. Quando uma criança cresce em num ambiente imprevisível, Tenso, eh, confuso ou com abandono, né, negligência, o sistema nervoso, ele vai para um lugar que ele precisa ir. Ele precisa ir para um lugar aonde o sistema nervoso foi desenhado. Para que que nós temos sistema nervoso? para manter a criança viva, tá?
Para manter a criança viva. Então, qual é o papel do nosso sistema nervoso? me manter viva. Eh, não importa o que acontecer, o Perigo que eu estou passando, não interessa o quanto avaçalador é, a minha mente quer que eu respire, que eu viva. Então, a mente não vai para um lugar assim, tá acontecendo tipo algum abuso, alguma atrocidade, uma violência. Ah, isso não deveria estar acontecendo, não. A mente vai pro seguinte lugar. Opa, fogo. Alerta. Estou em perigo. Estou em perigo. Tá. Mesmo que não seja um perigo real. Ou preciso me calar ou preciso correr,
preciso me defender, Preciso ficar quietinha. Eu preciso perceber os sinais desse perigo antes que piore, antes que aconteça algo pior. Então, essas respostas não são escolhas conscientes nem da criança e nem nossa, são respostas biológicas de sobrevivência, tá? Então, são respostas inconscientes. É para pura sobrevivência. Precisamos sobreviver. E aí, como eu tô diante de um perigo, o meu sistema nervoso vai ter Alguns caminhos e são esses caminhos que fazem parte da aula dois, certo? Então aqui tá um ponto muito muito importante da tercelão. Aquilo que salvou a criança pode adoecer o adulto. Aquilo que ajudou
a criança a sobreviver, não preciso mais. Mas eu continuo repetindo, né? tem aquela compulsão, a repetição, mas aquilo que foi bom para mim no passado, aquela defesa que foi boa para mim no passado, aquele perigo Já não existe mais. Aquele perigo é da minha infância, aquele perigo está no passado, mas o meu corpo acha que ainda está acontecendo. Se o meu corpo acha que tá acontecendo, se ele sente o perigo agora no meu tecido, na minha pele, ele arrepia, eu passo mal, nó na garganta, eh, enjoo, meu corpo tá falando eu estou em perigo. A
minha mente acredita. e ela vai tomar algumas providências, certo? Então, ou eu vou entrar em Hipervigilância. A hipervigilância pode ter sido ã um fator de proteção na sua infância, só que hoje vai te dar um cansaço se você continua hipervigilante. A, a gente vai trabalhar bastante com a hipervigilância hoje e amanhã. Essa pessoa agitada, estressada, vai te levar a exaustão, né? Ou burnout. doenças mentais, ansiedade generalizada, pânico, etc e tal. Outra maneira, nós temos dois blocos, né, duas saídas. Ou Você fez hipervigilância ou você dissociou. Olha só, ou você foi paraa hipervigilância ou você dissociou.
Se um dia essa dissociação foi seu refúgio, ela te ajudou, que é a criança exilada, que a gente fala, eu tenho uma criança interior exilada, ela dissociou para sobreviver. Pode ser que essa dissociação hoje, mesmo que seja num grau menor, ela faz com que você se ausente da sua própria vida. Percebe? Aí você procrastina, dissocia, não consegue Fazer suas coisas e e pronto. Então aquilo que me ajudou a sobreviver pode não ser mais útil hoje. Então, na verdade, o trauma psicológico, ele tem alguns denominadores comuns, que é que a gente viu ontem, medo intenso, impotência,
perda de controle e ameaça de aniquilação. Então, para entender como tudo isso se organiza, esse medo, essa impotência, essa perda de controle, essa ameaça de Aniquilação, a gente vai começar a estudar sistema nervoso. Mas antes disso, que eu sei que tem gente aí que já engatilhou, que já tá ativada, vamos pra nossa medida aqui de segurança, tá bom? Mãozinha no coração, a outra mão no umbigo, os pés no chão, olhos abertos, não precisa fechar. A não ser que você esteja super bem, você pode fechar, mas se você tiver ativada, você fica com os olhos abertos,
tá? Mão no coração, mão no umbigo, levando a atenção paraa Respiração. Inspirando e expirando, soltando pela boca. E veja o que acontece quando você relaxa, quando você cuida dessas regiões. Que que tá no seu coração? Que que o seu abdômen fala para você? Que que tá morando aí? Se for muito difícil, presta atenção nos seus pés. Continue com as mãos, mas leve Atenção para os pés. E vamos pendular. Volta pras mãos. Perceba o espéco. Volte para as mãos. Perceba os pés. Voltando para as mãos. Respire profundamente e vamos pro balancinho. Muito bem. Como que você
está? Como é que você está? Como é que você está? Tá muito bem. Está bem, meu amor. Tô com dificuldade de abrir e e abrir e fechar o chat toda hora. Pera aí. Eh, não consigo. Toda hora ele some de mim. Não tô conseguindo. Deixa eu ver. Cadê você? Cadê você? É, gente, vou ficar devendo agora. Ele some de mim. Achei. Misericórdia. Pronto. Conta para mim como você está. E vamos começar a falar Sistema nervoso. Deu sono relaxamento. Muito bem. Muito bem. Muito bem. Muito bem. Então vamos lá. Sistema nervoso. Vamos falar um pouquinho sobre
sistema nervoso com bastante calma, tá? Sistema nervoso, ele vai perceber segurança ou ameaça. São dois polos. ou eu estou segura ou estou em perigo, certo? E isso em todas as situações, em todos os relacionamentos. Então, na verdade, o nosso sistema nervoso, ele é um sistema de percepção, De detecção, de segurança e é contínuo. Ele tá o tempo todo no radar, ele tá buscando, tô segura ou tô insegura. Tô, tô com ameaça, não tô com ameaça. Ele avalia o ambiente, tá? As relações para orientar. se você vai se conectar ou se você vai proteger. Para quem
é altamente sensível, isso é muito fino, as paz. Para quem é altas habilidades, isso também é muito fino. E superdotação, HSD. Para quem é TDH também, isso é muito fino. Para quem é Tem borderline, isso também é muito fino. Você consegue perceber, né? Autista também, mais ainda que todos eles, tá? Isso vai tá o tempo todo. E qualquer gatilho, principalmente pro autista, diz que ele está em perigo. É uma luz, é um som, é uma roupa, é a comida que não é a comida que ele prefere. Qualquer coisa é a gatilho e vai desorganizar o
sistema nervoso do autista, tá? Ele é o mais sensível de todos. Todos nós Temos essa percepção de estou em segurança ou estou em ameaça, mas eh tem algumas algumas a alguns estados mentais ou algumas doenças ou algumas neurodivergência também vai trazer essa percepção, principalmente os neurodivergentes, né? Tem neurodivergente aqui, fala assim: "Tô aqui, tô aqui". Neodivergente. Aí vocês vão perceber. Tô aqui, já começou os bonitinho. Vocês percebem com muito, é, eu tô tô mentindo. Vocês percebem mais, Tá? Sistema nervoso bipolar também. Bipolar também. Sistema nervoso ele vai detectar, tá? Só que o problema é que
muitas vezes o sistema nervoso do neurodivergente, hum, tá bagunçadinho. Ele vê perigo onde não tem e ele vê segurança onde não tem. Ai, misericórdia. Esse é o problema. É quando o treco vira o oposto, tá? E aí o bicho pega, vira uma bagunça. Exatamente. Não sei quem eu sou, não sei em quem eu confio, porque meu sistema Nervoso está bagunçadinho, tá? Então, quando eu falo de sistema nervoso, anote aí, eu estou falando de relacionamentos. Quando eu falo de relacionamentos, eu estou falando de sistema nervoso. O sistema nervoso, ele reage ao que acontece dentro de mim
e fora de mim. Então, o que acontece dentro de nós e fora de nós. E esse sistema nervoso, ele vai participar de pensamentos, memórias, do processo de aprendizagem, percepções, movimentos, ele vai perceber tudo. É Lindo, eu amo, adoro, tá? A minha primeira formação é em biologia, eu adoro neurobiologia, gosto demais de neurociência, é uma das minhas áreas preferidas de estudo, né, a neurobiologia. E é muito legal estudar, né, o cérebro, né, estudar a neurobiologia, estudar esse sistema de segurança ou de relaxamento, tá? Então, o sistema nervoso, ele vai participar de tudo da sua vida. E
a gente poderia ficar 10 Horas estudando a anatomia do sistema nervoso, mas a gente não tem tempo. Então a gente vai direto pro sistema nervoso autônomo. O sistema nervoso autônomo tem duas grandes ramificações, o sistema simpático e o sistema parassimpático, tá? O simpático ele vai mobilizar a energia. Só que você tem que saber isso, tá? sistema nervoso simpático, ele vai mobilizar energia e o parassimpático, ele vai desacelerar, ele vai descarregar Essa energia, tá? Então, simpático, energia, parassimpático, descanso. Simpático movimento, parassimpático, descanso. Então, é importante que você saiba, não precisa decorar esse nome, mas para você
saber que temos uma parte aqui do nosso sistema nervoso responsável pelo movimento e uma outra parte responsável pelo descanso. Então, quando há segurança, vai existir um ritmo saudável entre eles. Movimenta, descansa. Movimento, descanso, descanso E movimento. A saúde, ela tem um ritmo, a gente não fica preso, fixo. Quando eu estou preso num lugar, é sintoma de trauma. Quando eu sou uma pessoa muito rígida, eh, é sintoma de trauma. Então, a saúde mental me dá esse ritmo. Ai, agora eu tô congelada. Agora eu estou em movimento. Existe um ritmo. Não é para você nem tá lá
no simpático agitadona e nem tá lá morimunda sem fazer nada, procrastinadora, Sono excessível, que nem a Paula escreveu aí, etc e tal. Certo? Então, perceba, é uma dança. Todo ser vivo tem movimento. Todo ser vivo tem movimento. A célula tem movimento. Os organismos unicelulares t movimento. As plantas t movimento. Tudo movimenta no micro ou no macro. Então, a vida também tem esse ritmo, tem esse movimento. O problema é que se tiver uma ameaça, esse equilíbrio vai cortar, vai se romper. E é a partir Dessa ruptura que nós vamos que vai ter uma organização das respostas
traumáticas na criança ou no adulto. Então, tava lá, criança bonitinho, pai, mãe, tudo alegre, tudo bonitinho e de repente tem um trauma. Isso vai romper essa organização, essa dança. E aí o corpinho da criança, né, vai ter que tomar algumas decisões, tá? Vai ter que tomar algumas, fazer alguns caminhos. Então, independente da forma como o trauma assume o tipo de Trauma, vai existir ah um núcleo comum, tá? que é medo, impotência, perda de controle e ameaça de aniquilação. Eu já falei n vezes, vou continuar falando porque vocês vão sair daqui sabendo esse treco. Eu não
me chamo neosatamaio, vocês vão saber. Medo intenso, impotência, perda de controle e ameaça de aniquilação, certo? E isso que o corpo da criança vai ter que organizar, tá? Então, a criança não tem Recursos neurológicos, emocionais, relacionais para compreender o que tá acontecendo. Nem a gente tem. Então, como ela não tem isso aqui pronto, imagina uma criança com menos de 2 anos, gente, não tá pronto. A o hipotálamo, o cótex préfrontal, a amídala que tá ali, o detector de medo é o que tá mais à frente, mas ela não tem ainda. Pronto. Vocês sabiam que a
adolescência vai até aos 24 anos? É só fica pronto às 24 e nem pronto Total, que agora saí alguns estudos mostrando que o nosso cérebro tá sempre modificando. Antes a gente achava que parava nos 24, agora nem a adolescência vai daqui a pouco parar nos 30, não vai viver a fase do adolescente interior, porque vai continuar. Então, a criança não tem a cabecinha dela, a mente dela, o cérebro dela não tem a menor condição de lidar com medo intenso, com impotência, com perda de controle e ela Chora, não é atendida, aquilo é terrível para ela.
Pelo amor de Deus, só corre uma criança que tá chorando. Não deixa no beço, não deixa dormir sozinha, não deixa essa criança sozinha. É muito colo, sim, é aconchego, sim. é dar conforto emocional para essa criança, porque senão ela vai sentir uma ameaça de aniquilação, ela pode morrer e o cérebro dela não dá conta disso. Como o cérebro dela não dá conta disso, ela vai responder com o corpo. E aí é que os Traumas vão se organizar em três grandes blocos. E agora a gente vai ver quais são esses blocos. Misericórdia. Tá tudo bem aí?
Tá tudo bem aí? Tem certeza? Vamos ver os blocos. Tudo bem. Bota o dedão aí. Tá tudo bem. É um tema difícil. É um tema difícil sim. Tá, gatilho. Vai lá, levanta polinelo, chupa limão. Tá chorando também. Anda para, respira. Sua segurança em primeiro lugar, tá bom? Sua segurança em primeiro Lugar, tá? Não tem que tirar filho do quarto com 2 anos, não tem que tirar nada. A criança tem que ter conforto e ir pro quarto dela quando ela esver preparada. quando o sistema nervoso dela não é acionado, tá bom? Tá? Isso já isso aí
já caiu por terra. Então nós vamos ver agora os três blocos de organização do trauma na criança e também no adulto. Primeiro, a hiperecitação. É o simpático que fica ativado, tá? Quando o simpático é ativado e Amanhã a gente vai aprofundar nisso, ou vai lutar ou vai fugir. Ele me bota para correr, tá? Ou ele me bota para lotar, lutar. Então o coração veio acelerar, tá? O fluxo sanguíneo vai para aumentar o fluxo sanguíneo para que esse fluxo sanguíneo vá mais para os meus pés, paraas minhas mãos, para eu correr ou para eu lutar, certo?
E depois dá aquele frio, né? A gente fica com as com as mãos geladas, tá? Então eu preciso, o Coração precisa acelerar e eu preciso alimentar a musculatura para eu correr. Preciso correr. E aquela sudorese começa a suar também porque ele é uma condição de refrescar o corpo. Precisa refrescar o corpo. Ou seja, eu preciso correr. Existe uma necessidade de correr. E essa escolha não é sua, ela é inconsciente. Não tem como explicar. Ah, mas por que que eu fiz isso? Por que que eu não reagi? Por que que eu corri? Não é você que
escolhe, é seu sistema nervoso que Toma decisão. Uma vez eu fui assaltada, eu fui dar aula num domingo, era retiro de mindfulness, quando eu dava os cursos presenciais antes da pandemia, tava passando pela minha rua, uma rua aqui perto, não moro mais ali perto, e eu vi um motoqueiro no Rio de Janeiro, um motoqueiro na contramão, na calçada. Você já sabe o que é, né? já sabe o que é assalto. Imediatamente o meu sistema nervoso acionou o alarme e Me botou para correr. Eu comecei a correr. Eu corri, eu corri, eu corri, né? E eu
sou corredora mesmo, né? Já fiz várias meias maratonas, tal. Eu corri, saí correndo com a mochila e tal. O cara meteu a moto na minha frente e falou: "Eu quero o celular", né? E aí meu corpo começou a tremer todo. Eu tinha dois, porque aqui no Rio de Janeiro você tem que ter dois, né, meu amor? Você tem o o celular do ladrão e o seu celular. É, Normalmente você tem dois. Eu dei o celular do ladrão, morrendo de medo dele perceber que era o celular do ladrão. Ninguém me socorreu, tava perto do metrô e
eu comecei a correr que nem é uma louca, porque eu tava com medo dele dar a volta e perceber que o celular era velho. Misericórdia. E aí eu peguei o metrô. Imagina tudo isso é seu sistema nervoso falando para você corre. Você está num grande perigo. Quem foi que escolheu correr Quando o motoqueiro veio? Quem foi? Não fui eu, foi meu organismo que escolheu. Por isso que as pessoas reagem a assalto e fala: "Ah, não reage, mas não é você, não é você. Você simplesmente vai escolher aquela reação." Essa é uma excitação fisiológica, tá? Só
que passou, não é? Acabou, não sinto mais. OK? E nem traumatizou a ponto de eu não querer mais passar na rua. Eu passava na rua normalmente. Eu sei exatamente o ponto que eu fui Assaltada. vinha a lembrança, tal, mas não me dava mais aqueles, né, sintomas traumáticos. Para outras pessoas, a pessoa evitaria passar na rua ou sentiria tudo de novo, mas como eu faço muito trabalho de mfones, eu acredito que eu consegui soltar aquela energia, mesmo porque eu tava indo pro retiro o dia inteiro, meditei junto com os alunos, então já deixei tudo lá. Essa
condição de hipercita hipericitação, ela é importantíssima. Quando simpática Aciona, perna para correr, lutar, ela é importantíssima, ela pode salvar a tua vida, só que não dá para sustentar muito tempo, porque é uma excitação fisiológica que vai se tornar insustentável durante muito tempo, certo? E se eu ficar muito tempo nessa condição, se eu continuasse com os mesmos sintomas que eu tive lá na hora do assalto, né, eh, eu poderia entrar no TEPT, que é o estress póst-traumático. Ou seja, eu tive um Trauma e o estress continuou. Muitos de vocês tpt, eu tive um trauma, continuo sentindo
o que eu senti naquela época. Então, configura um estress que acompanha o trauma que eu tive. Então essa pessoa traumatizada, né, por por lutou ou fugiu, ela pode ser uma pessoa que se assusta facilmente, você se assusta facilmente, leva um susto. É uma pessoa que reage com muita irritabilidade a pequenas provocações, é uma pessoa que não dorme direito, eh é Um corpo que funciona como se tivesse em guerra o tempo todo. A postura dela é em guerra, a postura dela é uma coisa mais altiva. A atenção fica muito estreita, você acaba procrastinando porque você tá
hiper atenção, você tá prestando atenção em tudo, você que controlar tudo porque você tá focada em ameaça. Você vê ameaça em todos os lugares. O descanso deixa de ser algo restaurador, tá? E você não consegue descansar, você não relaxa. É, é, é terrível, porque você viaja, por Exemplo, lá pro Caribe, sei lá, pro México, inventa aí para não sei qu chega lá, toma um relaxa. Por quê? Porque você ainda tá nessas condições. Mesmo quando o perigo passa, o sistema nervoso não recebe essa informação. A pessoa tem uma combinação então de ansiedade generalizada e medo. Medo
de alguma coisa. Ó, ansiedade generalizada. Quem tem tag, provavelmente passou por esse modo muito forte. Talvez você não tenha percebido que você não teve traumas com T maiúsculo, mas com traumas ocultos que configuraram também. Você tá sempre em modo de alerta. Daqui a pouquinho vou falar as características na criança, tá? Então, por estar o tempo todo em alerta, você pode desenvolver, tá? Esse você pode desenvolver uma ansiedade generalizada ou medos específicos, tipo fobia. A fobia é um disfarce de algum momento que eu estive, um algum momento que de perigo que eu tive na minha vida.
Tem uma coisa que não é que tem Comprovação científica. Eu já conversei com algumas mães, é uma coisa minha. Pelo amor de Deus, não fala que é isso. Isso é uma experiência minha. Vou trazer uma experiência minha que pode não ser a sua experiência. Então eu já ouvi falar que furar a orelha da menina bebê pode ser traumatizante. Uhum. E eu ah tive a minha filha Nina e eu não quis furar, que eu sempre fui contra furar a orelha de uma bebezinha Na na no hospital. Isso eu sempre fui contra. Acabou de nascer, bota para
cá aqui, bota para aqui, bota lá aqui. Não, não tinha nada disso, né? Eu sustentei essa ideia até os dois anos. Nos dois anos eu fui para São Paulo, que ela nasceu no Rio, achei uma mulher que trabalhava com a computura, uma médica que sabia o ponto certo de fazer o furo. Lá fui eu fazer o furo da Nina com 2 anos. Furou o primeiro, OK. No segundo ela gritou. Quando ela grita, chora, a gente tava com o Yuri e o Yuri na porta começou a dar risada, achou graça daquilo. Então a menina, além de
estar sofrendo, não teve o suporte do irmão. Com certeza traumatizou. Ah, mas ela só tinha do anos, mas traumatizou porque ficou doendo. Que que a minha filha hoje com 18 anos tem? Não tem como tirar sangue dela nessa região. Não tem como. Não tem nada. Ah, não tem nada para ver a orelha. Alguma coisa passou daqui para Cá, provavelmente. Sangue nela só aqui. Sangue é só em casa. Eu tenho que pagar particular porque eu convendo não cobre. Vem em casa e tira o sangue dela nessa região, porque aqui ela tem fobia, ela descompensa, né? Ela
dissocia se você for tirar sangue nessa região. Tem caroço nesse angu e provavelmente tem trauma. Então vocês me perguntaram ontem, como é que eu faço paraos meus filhos não terem trauma? Tem, não tem jeito. A gente falha, a gente erra, acha Que tá tomando as melhores decisões e nós não estamos tomando as melhores decisões. Ainda tive escutar ela até recentemente que ela falou: "Mas por que que você furou minha orelha? Isso era uma escolha minha. Ela tem 18 anos. Isso é uma opção minha. Ela é uma escolha minha, pois eu deixei a só fazer tatuagem
quando ela fizesse 18 anos. Ah, é? Então vai fazer tatuagem só quando tiver 18 anos. No dia que fez 18 anos, dois dias depois lá fui eu, a Pateta, a filha fez três tatuagens. Ela já tem três, tem uma aqui, tem outra aqui, tem outra lá cheia de tatuagem. Quando ela fez 18 anos, eu fui acompanhá-la, mas ela me cobrou por que eu fui furar a orelha dela. Percebeu como não é tão simples você não traumatizar os filhos? Então, às vezes você tem uma fobia que você não sabe da onde veio. Eu tratei uma menina
uma vez que tinha fobia de tomate. Ela não podia comer tomate, Ver tomate, molho de tomate. Ela fechava a garganta, ela morria. É, morria mesmo. Não é a coisinha da cabeça dela, não. Se ela provasse um tomate, fechava glot e ela e era to totalmente emocional. Então, foram mais de um ano trabalhando. Compra o tomate, olha pro tomate, vê foto do tomate, agora pega o molho, compra e bota no carrinho, a passa no conseguiu pegar, conseguiu lavar o tomate, conseguiu cortar o tomate, mas não comeu. Agora vai comer um pouquinho Do tomate cozido. Foi todo
um processo para tirar essa sensibilidade. Da onde que veio o treco do tomate? Não tem a menor ideia. Alguma hipercitação aconteceu na infância, alguma coisa foi e ela de repente colocou o medo que ela tinha no tomate e você coloca na barata. Você coloca na barata, na aranha, na lagartixa, no sapo. Então a gente coloca esse medo, tá bom? Em algum lugar. Percebe como acontece com o nosso? É muito legal, não é? Por quê? Porque a é Muito sábio. O nosso corpo é muito sábio. Ele vai dar um jeitinho. Se o corpo tá em alerta
de perigo, ele vai dar um jeitinho aonde você vai depositar aquele perigo. Percebe? Muito bem. Com relação à criança, tá? criança, como que eu vou falar algumas coisinhas e com calma, devagar para você ver se você sentiu isso. Não interessa o que aconteceu. Nós não estamos buscando a história. Eu quero saber se o teu corpo conta para você que você sentiu. Então Vou falar devagar e você fecha os olhos para sentir, tá? Tem criança que tem o pai muito bravo. Aquelas famílias que a mãe fala: "Você vai ver quando o teu pai chegar. Quando o
teu pai chegar, eu vou contar para ele. A criança desenvolve um medo da hora do pai chegar. Quando o pai chega, tem que estar tudo arrumado, a lição que tem que tá pronta, tem que ter tomado banho, porque o pai vai chegar. Tem que tá tudo arrumado. O cérebro e a cabecinha da criança entra no simpático, na luta ou na fuga, na excitação. Sobe porque o pai vai chegar. Percebe? Já experimentou lá fazer provas na escola. Eu tenho que ir muito bem, eu tenho que tirar 10, senão eu não posso repetir de ano. Então meus
pais vão brigar, eles cobram muito de mim. Eu sou filha de professora, eu tenho que dar o exemplo. Entrou na hiper excitação, a mesma coisa Foi para o simpático. Hora das refeições, brigas. Você sabe que vai ter conversa na hora da refeição, na hora do jantar. O pai vai reclamar, o pai vai brigar. Aquele momento que a família usa a ao invés de fazer uma refeição em silêncio, só falar coisas boas, a família usa aquele momento principalmente da adolescência, do adolescente para brigar, para falar. Ainda obriga o adolescente que tem que sentar na mesa para
comer com todo mundo. Hipercitação. Instabilidade emocional dos pais. Você não sabe como a sua mãe vai acordar, não sabe. E outra, ela pode estar em TPM, menopausa, ela pode ter algum problema, algum problema com o seu pai. Tem dia que ela tá bem, tem dia que ela não tá bem. O teu corpinho não sabe o que vai acontecer. Então ele entra no simpático, na luta ou na fuga. Você aprende também a perceber o humor das pessoas, o jeito que eles andam pela casa. O jeito que eles fecham as portas, o volume da voz. O meu
organismo tá sempre antenado para perceber qualquer mudança de humor. Eu já tô esperando a bronca. Todo dia tem bronca. Que horas que vai vir a bronca? Será que eu vou apanhar agora? Será que eu vou ter bronca agora? Nada tá bom, nada tá feito. Que momento que Minha mãe vai brigar comigo? Você viveu a hiper excitação? Certo? Antecipando, você pode ter assim uma atitude de antecipar eh os problemas dos adultos. Você começa a resolver os problemas dos adultos. Então, eu atendi uma menina, uma mentorada que a mãe era empregada doméstica, o pai era extremamente abusivo,
não fazia nada, machista. E a mãe chegava muito tarde, trabalhava Muito. Então ela, a mãe não pedia, mas ela limpava a casa inteira, passava roupa, entrava de madrugada passando roupa, fazendo comida, limpando a casa toda, porque ela tinha dó da mãe que sofria violência doméstica. A outra irmã não tava nem aí, mas ela fazia tudo porque era extremamente empática e ela era paz. Então, antecipar as necessidades do adulto, a criança diplomata, ah, também entrou em hipercitação. A criança que acorda assustada, a criança que não consegue dormir, a criança que faz xixi na cama, a criança
que qualquer barulhinho acorda, ela tá em alerta. Ela tá em alerta. A criança que na escola quer sentar sempre na frente, perto da porta. Até hoje você procura saída, você tá no cinema, onde que tá a saída eh de emergência? Se eu estou no restaurante, eu vou escolher a mesa mais próxima da porta. Você tá sempre na rota de fuga. Uhum. Vai contando para mim se tá fazendo sentido aí para você, tá? Isso é hipercitação também. Outra coisa muito importante que as paz fazem muito bem, os neurodivergentes fazem muito bem, perceber microexpressões, expressões faciais. A
criança percebe quando a mãe não tá bem. O Yuri, meu filho, ele tem uma conexão muito forte comigo, né? Hoje ele tem 21 anos, quase 22. Quando ele percebia que eu tinha alguma coisa no meu rosto, ele falava assim: "Tá feliz, Mãe? Você tá feliz, mãe?" E eu falava: "Tô, meu filho". Então, faz assim, ó, gente, era direto que ele fazia. E e eu não fui boazinha não. Eu me cansei tanto dele me exigir sorriso que eu desenhei um sorriso grande. Gente, eu fui muito sacana. Fiz um desenhão de papel, colei num palito de churrasco
e quando ele falava, faz assim, ó, eu fazia assim, tadinho, traumatizei mais ainda o menino, né? Achando graça. Hoje a gente se Arrepende. A gente olha as coisas que a gente faz com os filhos, a gente se arrepende. Mas eu cansei dele falar: "Tá feliz, mãe? Ah, tem que sorrir". Até hoje ele olha para mim, eu olho para ele, eu sei quando ele não tá bem e ele percebe muita coisa em mim também. Então existe uma conexão muito forte pelas expressões faciais. Hiper vigilância, a criança precisa saber o que é que tá acontecendo com a
mãe, principalmente. Dificuldade de brincar livremente. A Criança tá tensa para brincar. Ela não consegue brincar, ela não consegue pular, ela não consegue interagir com os coleguinhas. Brincar é difícil para ela tá em hipervigilância. Você apresentou algum desses sinais? Conta aqui para mim. Apresentou algum desses sinais? Gabaritou? Misericórdia. Se você apresentou algum desses, são só alguns, tá? Não são todos não. Que não tem como aprofundar em todos aí por conta do Tempo. E agora, será que você ainda tá nisso? Essa agitação, ansiedade, estress, irritabilidade. Será que você tá nisso? Será bruxismo, toque? Tudo tem a ver
com isso. A necessidade de controle, tá? Esse é o simpático. Daqui a pouquinho a gente vai pro parassimpático, certo? Tá. Ah, bateu aí. Você ainda tá? Porque eu vou te perguntar no finalzinho. O exercício é a qual foi o estado? Ainda tem mais dois. Qual foi dos três estados o que mais você vivenciou durante o último ano, o ano de 2025? Tá? Então já vai vendo aí e tem o resuminho, a tabelinha, vou colocar para vocês, tá? O resuminho também no grupo, no grupinho lá de vocês, para você estudar um pouquinho mais amanhã, que eu
sei que você vai querer estudar. Muito bem. Se o primeiro bloco era da hipercitação, o segundo bloco é da intrusão. Vamos para o bloco da intrusão. Que Decho é isso, misericórdia. Então, o bloco da intrusão eh acontece quando passou o perigo. Depois de muito tempo que o perigo passou, a criança ou o adulto revive esse evento como se ele estivesse acontecendo no momento presente. É como se ele não tivesse acabado. Você lembra dos detalhes? E quando você lembra, você sente no corpo tudo novamente. E esses são terríveis, porque a maior parte não consegue retornar o
curso Normal das vidas. É muito comum nos traumas com T maiúsculo, gente que vem veteranos de guerra, tem muitos estudos com veteranos de guerra. Você já viram filmes com algum veterano de guerra, né? Então ele vem com estress pós-traumático e ele eh aquilo é intrusão. É como se ele ele tem os mesmos sintomas de quando ele tava lá na guerra, tá? É, os mesmos sintomas, gente. Guerra, todas essas guerras que estão acontecendo no mundo, isso aí é um repositório de trauma Terrível. É um dos piores. É cativeiro, tá com sequestro, guerra, qualquer coisa de guerra
que a pessoa a eh ela ela vê horrores e estupro são os piores traumas que a gente trabalha, tá? E aí a pessoa fica na intrusão, tem que ter um trabalho muito bem feito, né, para que alivie o sofrimento dessa pessoa, para que ela possa, a vida dela possa correr normalmente, porque o trauma interrompe a vida da pessoa. É como se o tempo Parasse quando teve o trauma. Tem uma cisão, teve um corte. Então o trauma ele não se organiza como uma história que tem começo, meio e fim. Essa intrusão ele continua. E muitas vezes
aconteceu o trauma antes dos 2 anos, antes dos 3 anos. Você não sabe o que aconteceu, você não sabe narrar, mas o teu corpo registrou imagens, sensações corporais, emoções intensas. Às vezes você tem algum pensamento intrusivo que você não sabe da onde veio, Né? Porque você não sabe, não registrou por palavras, mas o corpinho registrou. Então, esse momento traumático, ele fica assim, ele bagunça a memória, ele interrompe a consciência e aí eh vai trazer insônia, pesadelo, flashbacks, né? Tudo isso pode acontecer. E às vezes pequenos gatilhos, pequenos estímulos aparentemente insignificantes pode reativar essas memórias com
a mesma intensidade, né? Como se fosse, se estivesse acontecendo Tudo de novo. Então é como se o tempo tivesse parado no momento do trauma. Isso não é só com traumas, com T maiúsculo, não. É aquele momento que a sua mãe te obrigou a tomar a Coca-Cola inteira porque você tomou a Coca-Cola no gargalo. Isso é tudo real que eu tô contando, tá? É aquele momento que você cortou a batatinha, jogou, cortou muita batata, a mãe não gostou que você cortou a batata. Você tinha 12 anos, ela foi lá, tirou a batata do lixo, fez um
Sopado, fez você comer no dia do seu aniversário. É esse tipo de coisa. OK? É aquela mãe que ameaçando a criança e acha bonito, botou até na internet, fez a mochilinha da criança, falou que ia entregar ela no orfanato. Ah, chegou no apartamento, tocou a campainha, combinou com a amiga. Aí ela vem trazer a minha filha aqui pro orfanato. Menina tinha 5 anos. Ah, não tem vaga não. Ah, tá bom, então volto depois. Ela retorna pra Criança obedecer. Esse tipo de situação, ela é muito muito traumatizante e ela vai para esse buraco aqui, ela vai
pra intrusão. Ela vai pra intrusão. Então, muitos traumas ocultos que vocês relataram lá que nasce uma crença e a crença é terrível porque ela é uma profecia autorrealizável. Você que realiza a crença. É como se você tivesse um código de barro na tua testa e o universo fica lendo. É só fracassada. O universo lê. Hum. Crença é isso. Não é terrível? É ou não é? Imagine todo mundo lada um tem uma crença aqui estampada na cara. Sou fracassada. Eu não sou boa pessoa. Eu não faço nada direito. Eu não sirvo para nada. Eu sou uma
incompetente, eu sou uma pessoa ruim. Nada dá certo para mim. Hum. O universo vai olhando e as coisas vão acontecendo. Crenças são terríveis, elas nascem desses momentos. Então, A a e eu falei para vocês que eu ia contar um pouquinho o o arquivos, né, eh da perversidade, que é um documentário sobre abuso sexual de meninos, mais de 100.000 meninos, 100.000 meninos foram abusados sexualmente no grupo, o maior grupo de escoteiro dos Estados Unidos. Eh, um deles fala que o abusador falava para ele que eh ele não tinha valor nenhum, não servia para nada, ele acerado
na vida e sempre hoje ele tem 40, 50 anos, todas as vezes que algo dá Ruim, dá errado na vida dele, que o que acontece? Ele acessa essa crença. Isso é terrível. Isso é terrível. Então, o que é que te falaram? que é que te falaram no momento do trauma? Isso você tem que prestar atenção, porque essa voz pode ter ficado internalizada, tá? Por quê? Porque tem a intrusão, eu fico presa, o tempo para naquele momento. Aí ambientes seguros, eles ficam inseguros, eles ficam Perigosos para mim. Ficam perigosos, sabe? Sábado eu ia cortar o cabelo.
Meu cabelo tá enorme, né? Sábado, sexta. E aí quando eu fui marcar com o meu cabeleireiro no shopping, tinha o horário das 5, das seis, das 7. Eu falei: "Ah, vou marcar seis". Aí eu falei: "Não, eu vou marcar sete, que aí eu não sei se vai aparecer alguém para eu atender, né? Vou marcar sete. E aí encontrar meu marido lá, porque eu perdi minha aliança tem alguns anos e a gente Ia fazer uma aliança nova para mim." E aí ele tava na casa da mãe dele, a gente se encontra lá as falei: "Ah, chega
lá às 7, você já vai vendo lá quais as lojas de aliança, que eu não tenho paciência para andar em shopping e aí você já vai vendo qual é. Aí você me pega lá que eu vou cortar o cabelo e fazer a unha, né? E aí você me leva e aí já na loja que você acha boa. Eu chego lá 10 para 7, o shopping tá pegando fogo. Pegou fogo até hoje. Tá, tá fechado. Tá pegando fogo. Acabou com o subsolo Shop Tijuca. Quem é do Rio tá sabendo, só sai ele na imprensa. Ainda tá
pegando fogo, destruiu tudo lá embaixo, aonde ficava o meu cabeleireiro. Então isso me faz lembrar do seguinte, né? Eu não podia entrar, claro, só tá pegando fogo, misericórdia. E as pessoas que passaram, morreram duas pessoas. E as pessoas que estavam lá não foram avisadas, Serene não tocou. Quem tava no Cinema deixar o cinema correr. Isso traumatiza mesmo que a pessoa saiu. Tem gente que o carro tá lá até agora, não conseguiu pegar o carro. Isso traumatiza. Os funcionários que estão sem trabalho, quem tava lá dentro que não foi avisado, que sabe o perigo que correu,
tudo isso traumatiza. Percebe? Então, essas coisas a gente tem que dar atenção, tem que dar atenção ao que você sente. As suas emoções são importantes. O que que você sente? Que história quando você esteve perto de um desastre, isso pode sim. Você foi lá para ir pra vigilância ou não, ou você entrou aqui, mobiliza e para. Tem certeza que algumas pessoas que estiveram lá no momento na correria traumatizou e vai paraa intrusão, vai ficar muito tempo, vai precisar de tratamento. Assim como o Museu Nacional que pegou fogo também. Grande parte dos seus funcionários tiveram que
fazer Tratamento psicológico porque traumatizou. Percebeu? Então não pode ignorar. São são traumas gerais, né? São traumas eh que pega bastante gente, não pega só você, mas tudo pode ter reflexo no seu sistema nervoso, tá? O corpo, na verdade, nunca tem certeza. Essas pessoas que estavam lá no shopping, não sei se elas vão conseguir frequentar o mesmo shopping e todas as vezes que elas tiverem no mesmo em algum shopping, lugar fechado, elas vão Lembrar do perigo que elas passaram, porque essas memórias vão aparecer, tá? E na criança, como você não tem como narrar, eh, vem como
imagem, vem como um som. Por isso que os psicólogos que trabalham com criança pede para elas desenharem, porque elas não sabem mesmo falar. A gente vê essa criança teve abuso porque ela vai narrar, ela vai fazer aqueles desenhos. Tem um trabalho de uma psiquiatra muito interessante, acho que O nome dela é Lenor, se eu não me engano, ela trabalhou com 20 crianças traumatizadas, tá? E crianças queeram traumas com T maiúsculo até os 3 anos de idade, tá? Até os 3 anos de idade, mais ou menos. Tá bom? Deixa eu fechar um pouquinho aqui o os
comentários de vocês. Pera aí, pera aí. Até mais ou menos os três, três aninhos, tá? Nenhuma delas lembrava, não Tinha como narrar. Elas não lembravam dos episódios. Nenhuma delas conseguia descrever verbalmente os eventos ocorridos antes dos 2 anos e meio, 3 anos, tá? Mas as experiências ficaram gravadas na memória. 18 das 20 crianças, ela percebeu isso, a memória traumática no comportamento da criança e na brincadeira da criança. Por isso que uma criança abusada sexualmente antes dos 2 3 anos, bebê, Sim, pasme acontece bastard, ela pode repetir esse padrão abusando de outras crianças, percebe? Ela nem
sabe o que que ela tá fazendo, mas foi algo que ela aprendeu antes. Então ela conta o caso, por exemplo, de um menino que foi molestado pela babá antes dos anos. E ele não relatou, ele não contou nada, ele não fez nada, ele nem sabia, tinha 5 anos, ele nem sabia o nome da babá, ele não sabia nada, não tinha como. Mas o a A o registro ficou, porque nas brincadeiras ele simulava cenas. Porque a Babá fez um filme pornográfico com ele. Ele sabia cenas com detalhes. Como se ele não lembrava do nome da babá,
se ele falava que não lembrava de absolutamente nada, mas nas brincadeiras apareceram. Vocês estão entendendo como é importante professoras primárias terem treino informado para trauma, sensível ao trauma? Enfermeiros, médicos, professores, recriadores, quem trabalha com criança, deveria ser obrigatório ter um treino sensível a trauma para perceber nessas crianças, porque as crianças internadas também têm traumas, muitos os familiares também têm traumas, percebem? Então esse exemplo da Leonor, dessa psiquiatra, ele é muito emblemático no na na nossa área de trauma, porque ele é um grande exemplo de que apesar de você não ter, você não narrar, você não
conseguir Contar o que aconteceu, o teu corpo lembra e vai repetir. Ah, neuzinha, como é que eu coro isso? Fica comigo, pelo amor de Deus. Mas ainda aula três, na aula quatro, na aula cinco. Quer saber tudo agora? Nada para saber tudo agora. Continua comigo que você vai saber. Eu preciso mostrar para você o tamanho do problema. Você tinha ideia que trauma era assim? Você tinha ideia isso, gente? É só um falhinha, tá? Isso é só um gostinho sobre trauma. O Assunto é, eu amo esse assunto. Esse assunto é muito legal, né? Muito interessante, muito
interessante como é que nós funcionamos, mas é muito complexo, tá? E é importante que você tenha o mínimo de informação, tá? Tá? É importante que você saiba um pouquinho de informação sobre isso. Então, as pessoas podem não lembrar, você pode não lembrar, mas você revive o trauma nas suas ações. E isso é muito perigoso. Por Isso que você repete, mesmo tipo de relacionamento, não consegue guardar dinheiro, compulsão alimentar, compulsão por compras, porque você tem essa intrusão, você para naquele momento e você repete, repete, repete. Então, uma pessoa que sofreu violência numa rua, por exemplo, ela
pode ter duas duas três características, né? Uma não traumatizar tanto, que foi aquela coisa da moto que eu passei, a outra não passar nunca mais na rua. Ou eu poderia, se eu tivesse Tido intrusão na época do assalto, eu passaria lá nos mesmos horários, várias vezes, 7 horas da manhã, 10, 11, na busca do mesmo evento. Hum. Sabia? Sabia? Tem essas três opções. Ou eu integrei o trauma, ou eu evito passar lá, ou eu passo lá. Misericórdia, isso é muito forte, muito forte, muito forte. Então, quem aqui vou ter que abrir, quem aqui assistiu a
série magnífica, maravilhosa, Bebê Rena? Deixa eu abrir aqui para vocês. Bebê Rena, pera aí. Parará. Abrir. Quem assistiu a série Bebê Rena Netflix? Nem sei se ainda tá disponível. Lindíssimo, belíssima, maravilhosa, mas muito gatilho, porque ele sofre abuso sexual adulto, tá? Por um homem. E o que que ele faz? Ele depois ele conta pra namorada dele, né? que é psicanalista, Ele se coloca em risco. Depois do estupro, ele vai para bares, começa transar com um monte de gente, ele se coloca em risco também. Por que que ele repete, se coloca em risco? E é uma
das cenas mais belas do bebê Rena, que ele fala pra namorada dele, que é um psicanalista, que ele volta, ele se coloca em risco para entender o que aconteceu no estupro, porque ele tomou lá o Boa noite, Cinderela. Ele foi dopado. Ele queria entender o que Aconteceu, por que eu volto a mesma cena. Isso é muito interessante. Então, essa coisa de eu voltar a a a eu tenho esse fascínio, né, pelo meu trauma, às vezes pode ser bom, pode ser adaptável. Então, tem casos, por exemplo, de ã o soldado voltou do Vietnã e se tornou
paramédico, ou seja, ele continua vendo gente morta, gente acidentada, percebeu? Então é uma coisa boa, ele volta pro mesmo problema traumático, só que ele volta para Ajudar, percebe? De uma certa forma, nós psicoterapeutas fazemos a mesma coisa. Quando eu trabalho com trauma, que que eu tô fazendo? Hum. Várias vezes, gente, eu pego a paciente pela primeira vez conversando comigo exatamente com os mesmos traumas que eu. Eu tô revivendo. Então, a gente também tá revivendo, terapeutas também revivem. Então, é uma maneira de você retornar a cena, percebeu, né? Você tá retornando. Por Que que a gente
volta? É complicado. Não dá para aprofundar aqui. Freud fala da compulsão à repetição, né? E tem vários autores, cada um fala uma coisa, tá certo? Ele fala que é algo estranho nessa repetição. Mesmo quando você escolhe de forma consciente, dá uma sensação de que é involuntário. Mesmo você escolhendo conscientemente, parece que não é conscientemente. Ah, eu vou escolher comprar roupa. Não parece que você tá escolhendo. Eu mereço. Mas você Não tá escolhendo. Eu vou comer feijoada. Vou comer. E e fiz burrger agora e sorvete eu tô escolhendo. Não tá. Isso é involuntário. Olha que interessante.
O Freud chama essa compulsão a repetição, que eu acho perfeito, magnífico e certeiro. Natureza demoníaca da reconstituição. Natureza demoníaca da reconstituição. Percebeu? É demoníaco, porque eu volto pra mesma situação. E talvez a tua vida não mudou ainda, você não teve prosperidade ainda, porque você ainda não curou sua criança interior. Você volta, você repete porque você não integrou, porque você ainda não trabalhou de forma suficiente seus traumas e vai ficar repetindo. Então, parece que essa repetição, quando eu falei para vocês, a ciência não é fechada nisso, cada autor fala uma coisa, parece que a pessoa tem
a Necessidade de assimilar, de zerar. de fazer diferente, de ter um resultado diferente daquela experiência traumática, porque se ela der um fim diferente, ela se apodera. Percebeu? Lembra da impotência? Eu preciso me tornar potente. Eu vou passar pela mesma situação e vou vencer. Porque o desamparo é a ferida essencial do trauma. E quando eu quero reconstituir, eu tenho um um senso de eficácia e de poder. Por isso que eu sou terapeuta, Porque eu tenho esse senso de eficácia e poder. Eu consigo ajudar as outras mulheres a passar pelo mesmo trauma que eu passei, a integrar
esses traumas. Isso para mim é nossa, é projeto de vida, é tudo, é a profissão mais linda do planeta é você ajudar as pessoas, na minha opinião, como terapeuta. Então são forços de são esforços de adaptação, mas no caso dos terapeutas de uma forma diferente. Percebe? O trauma só é resolvido quando o sobrevivente Desenvolve um novo esquema mental para entender o que aconteceu, que é o que nós estamos fazendo aqui. Nós estamos entendendo, tentando entender, criando um novo esquema mental para entender o que aconteceu. Você tá ou não tá? Tá ou não tá, né? Você
tá desenvolvendo, você tá entendendo, você tá aprofundando para você reavaliar o que aconteceu. Percebe? Ah, não é lindo isso? Então, quando a gente revive, a gente parece que tá oferecendo a nós mesmos Uma nova oportunidade de controlar a situação. Por isso que a gente revive. Percebeu? Intrusão nas crianças. Como que a gente pode perceber quando a criança não consegue se acalmar de jeito nenhum com pequenos gatilhos? Eh, o a criança autista e não é intrusão, mas é muito parecido com a intrusão. Pequeno gatilho, ela não consegue se acalmar, tá? Então, essa criança não é autista,
ela consegue ter isso. Pesadelo, o Urinar na cama é muito comum da hipercitação, mas é mais comum ainda, comum ainda da intrusão, porque ela tá sonhando, ela tá passando o mesmo perigo, tá? Porque eh as memórias traumáticas elas ficam vivas durante o sono. Ela não consegue lembrar, ela não consegue falar pra mãe o que aconteceu e aí ela fica sempre ativada, porque o corpo vai reagir durante o sono, como se tivesse acontecendo tudo novamente. Medo de brincar, medo de brincadeiras Difíceis, choro súbito por nada que você acha que não tem nada. Aquela criança que chora
demais, ela chora, de repente você não consegue acalmar, tá? Essa criança, tudo isso. Misericórdia. Vamos lá, meu. Vamos alto abraço. Vamos começar aqui por cima. Ah, é muita coisa, né? fazendo por cima primeiro. Agora vamos trocar mais um pouquinho. Trocando Os dois embaixo agora. Pronto. Então, retornando paraa sua vida adulta agora, por enquanto, no último ano, você tá mais no bloco da hiperecitação, tá? Do simpático ou do parassimpático, no caso da intrusão, porque ainda tem mais um, hein? Ainda tem mais um, tem o último. Qual você tá? hipercitação ou mais na intrusão e dá você
pode sempre um principal, tá? Às vezes você Tá nos dois, mas tem sempre um principal. Depois eu vou dar o resuminho. E o terceiro bloco da constrição, que que é constrição? Terrível. É a fixação traumática. É quando nenhuma forma de resistência é possível. Eu não posso fugir, eu não posso lutar. É quando eu entro num estado de rendição, o meu sistema de autodefesa, ele é desligado por completo. Sabe quando o animalzinho congela, não tem animal que Congela para fugir do predador? Lagartixa, passarinho. Então é é isso que acontece. A gente vai fingir de morto. É
uma calma indiferente, aonde o medo e a raiva dissolvem. Acontece muito em vítimas de estupro. Ah, por que não reagiu? Porque não tinha como, porque ela congelam, certo? Existe esse congelamento. A pessoa não consegue gritar, não consegue se mexer, às vezes desmaiam, dissociam por completo, não consegue Dizer não. O tempo fica alterado, tem uma sensação de câmera lenta e algumas consegu fora do corpo. de uma certa forma menos tensa, menos intensa, uma mãe muito passiva, uma mãe indiferente, uma mãe que tem distanciamento emocional, ela tá com intrusão, ela tá congelada. E amanhã a aula é
só sobre dissociação. Só sobre dissociação. Tem outras coisinhas, mas o principal é dissociação. Então é uma proteção para uma dor insuportável, é Uma misericórdia da natureza. Dizem que os leões na hora na os primeiros eh cristões, né, que falam cristãos, cristãos, plural de cristão, os primeiros cristãos que foram mortos lá com os leões entrava nesse nesse nesse congelamento, na constrição, para sentir menos dor. Quando o leão atacava, mal sentia ou nem sentia dor. Interessante, né? Eu desligo, eu congelo. Existe um Congelamento. Isso. Primeiro os cristãos. Obrigada, professora. Tá. Então, eh, é um transpótico. É, olha,
me arrepia. É como se eu entrasse em hipnose. É uma dissociação hipnótica. É como se tomasse morfina, eu fico congelada paraa dor passar, eu desligo. Isso é fantástico, gente. A questão aqui é se você continua assim o tempo todo. Como você continua assim, tá dissociada Por completo, provavelmente você vai para um vício, álcool, comida, compras, sexo, joguinhos, internet para você se sentir viva em algum momento. Eu fui paraa compulsão por compras, foi meu vi isso durante décadas. Os os sintomas constritivos, a gente chama assim, né? Sintomas constritivos, ele interferem no seu planejamento do futuro. Você
não consegue planejar o futuro, você não consegue ter iniciativas, Você tem baixa confiança em você. E é uma coisa interessante, agora eu vou pegar vocês, tenho certeza que vou pegar vocês. Pens, eu tive muito pensamentos mágicos, superstição, muito comum nesse grupo, tarô, búzios, horóscopo. Esse grupo vai muito para isso. Ah, eu vou fazer um rios com isso. Vou fazer um rios com isso amanhã. Vou chocar. Eu vou chocar todo mundo. Exótica, Espiritualizada, gosta de todas as religiões. Tem muito para você se sentir viva. Misericórdia. Eu, eu também tenho isso. Eu adoro búcios. Eu adoro tarô.
A Nina joga tarô. Tem tudo a ver com esse grupo aqui. Tudo a ver com esse grupo aqui. Tudo a ver com esse grupo aqui. Pensamentos mágicos e superviciosos. Isso aqui são vários estudos, nãoentando da minha minha cabeça, não. Isso aqui Tem autor que fala isso, tá? Outra coisa que eu tive, vamos ver se você tem o senso de vida encurtado. Gente, eu achava que eu ia morrer aos eu não ia fazer 57 anos. 47 anos. Achava que eu não ia fazer 47 anos, porque eu ia morrer aos 46. Sempre achei que ia morrer os
46. Tô aqui com 57. Futuro encurtado. Você não se imagina. Você acha que você vai morrer antes. É desse grupo aqui, ó. Ó. Congelamento, Morte. Fingindo de morte. O tempo vai passar. Misericórdia. Esse aqui é muito interessante. Muito interessante. Não é ou não é? Esse aqui te pegou, hein? Quem acha que tá nesse grupo aqui? Pode ser que você esteja mais intenso, pode ser que esteja menos intenso, tá? Interessante, né? E aí que acontece? Quem tá nesse grupo aqui acaba se privando de novas experiências, percebeu? De novas oportunidades. Você deixa a vida passar. E a
criança, como é Que eu sei que ela tá nessa fase? Muito quieta, criança muito parada, muito boazinha, muito quietinha, tímida demais, não consegue dizer o que sente, muito calma em situações graves, não consegue responder a bullying, dificuldade de reagir, dificuldade de pedir ajuda, pouca expressão emocional, criança muito cansada, muito sem energia. Ai meu Deus, misericórdia. Não é defeito, é adaptação. Você não tá quebrada, você tá Traumatizada. Como vocês escutem isso? Não é defeito, é adaptação. O problema não é entrar na defesa. A sua defesa é linda. Essa defesa é maravilhosa. A defesa ela salva vidas.
Não é para você ter raiva do que o teu corpo fez para sobreviver. Você tá aqui, deu certo. Você tá aqui. O problema é você não conseguir sair mais. É por isso que tá na Tcelã. Por isso tem que continuar. É por isso que tu tem que continuar. É por isso que você tem que botar como meta em 2026 a cura da sua criança interior. Você tem que colocar como meta 2026 trabalhar os seus traumas de uma forma profunda. É isso que você tem que fazer. Você percebeu que se tu não fizer isso, tu vai
rodar, rodar, rodar, não vai sair do lugar? Porque o trauma ele repete, ele é profundo, essa defesa fica fixa, o teu corpo vive como se você sempre tivesse em perigo. Hipervigilância constante, entorpecimento constante, precisa agradar para sobreviver, acaba explodindo de raiva, dá vontade de sumir, morar no mato, morar com a cuca, procrastina, autossabotagem, não é? Você não tem morada no meio do mato? Isso aí é sintoma de trauma, amor de vontade. Eu quero ir embora. Nada disso é defeito. Nada disso é falha de caráter. Nada disso é fraqueza. São Adaptações inteligentes para contextos difíceis. Não
é que é tem de errado com você. É o que aconteceu de errado com você. E é aqui que é muito importante reconhecer essas respostas para fazer sentido pra tua vida. compreender o que que aconteceu, quais foram as suas escolhas para sobrevivência quando você não tinha escolha e que é que você tá fazendo agora, porque agora você pode escolher. Se quando criança você não podia, agora Você pode escolher. Então essa integração começa conhecendo o que é que aconteceu com você, compreendendo com respeito ao seu processo e com autocompaixão, certo? Então, em qual bloco você acha
que você está no último ano? Na hipercitação ou você tava na intrusão ou você tava na constrição? Hipercitação, estado de alerta, dificuldade para Descansar, mente acelerada, irritação com facilidade, corpo tenso, preciso estar no controle, antecipa problemas, se culpa por descansar porque acha que não tem que descansar. Qual é a frase típica? Aí vocês vão receber lá o PDF, tá no grupinho. Meu corpo funciona como se algo de ruim fosse acontecer a qualquer momento. Essa é a frase chave. Como você escuta isso? Meu corpo funciona como se algo ruim pudesse acontecer a qualquer momento. Hipervigilância. Sinais
da intrusão. Você revive situações emocionalmente, rumina conversas, não consegue perdoar, não esquece o que aconteceu, tem imagens, tem lembranças, tem pensamentos, tem crenças do que aconteceu. Suas emoções são do nada, acontece do nada. Você tem dificuldade de desligar do passado. Você age hoje no passado como se no presente como se fosse o passado. Sua frase chave é: "Meu corpo reage como se o passado Ainda estivesse acontecendo". Esse é a intrusão e a constrição. Se desliga quando tudo fica intenso. Você não consegue resolver as coisas, você não consegue planejar. Você procrastina, você não sabe o que
você sente, você vive no automático, tem um cansaço mental, não dorme direito, evita conflitos, muito adaptada, não consegue fazer nada, não tem solução, nada dá certo para mim, não tenho prazer, não tenho entusiasmo. Frase para você: "Meu Corpo aprendeu a sobreviver se rendendo. Meu corpo aprendeu a sobreviver se rendendo." Qual é o mais comum em você? Amanhã vou fazer uma enquete no grupinho. Você responda, por favor, por gentileza. Tá bom? Muito bem. Muito bem. Muito bem. Então agora que que a gente vai fazer? Parece que a maioria deu deu hipercitação. Vamos fazer pergunta. Vou botar
o quadrinho amanhã. Faça a enquete Para ver, tá bom? No último ano que eu quero saber. Me diz uma coisa, essa aula esclareceu um pouco mais a sua infância, os seus traumas, complementou a aula de ontem. Eu sei que vocês têm muitas perguntas, eu sei que o assunto é novo, mas me conta como que foi assistir essa aula, tá? Eu vou revelar a ganhadora da mentoria rematenar. A mentoria rematernári a gente vai abrir vagas, são vagas limitadas. Na quinta-feira a gente vai abrir vagas, tá bom? Tá. Para quem Vai continuar, tem alguém aqui interessado em
continuar? Tem alguém aqui que quer trabalhar seus traumas comigo? Manda aí para mim que eu quero ver aí a sua empolgação. Deixa eu ver que a ganhadora que eu dei print. Ela tem que tá aqui. Será que ela tá aqui? Darlenequino. Deixa eu ver se ela tá. Eu quero rematenáriar. Ih, que legal. Minhas mentoradas. Dalene Aquino, você tá aqui, Dalene? Se a Dalene não tiver, eu vou sortear. >> Ela tá assim, amiga. >> Tá. Aê. Fala aí, Daliana. Quero saber aí como é que foi você ser sorteada. A Daliane escreveu assim: "Aula um, essa aula
foi impactante de verdade. Me senti acolhida, vista e bem-vinda. Aprendi que traumas é você ter ficado sozinha com a sua dor, que está no corpo, que está muito relacionado com impotência. H, PS. Isso foi um divisor de águas para mim, porque me vi passando hoje por esse sentimento quase aos 40 anos, sendo que relembrei que são as mesmas sensações de criança antes, depois do sete e muitos outros aprendizados. E para fechar, custa caro você não conhecer e curar os seus traumas. Custa caro, Darlene, você tem razão. Custa muito, muito caro. O preço é muito alto
por você. não conhecer e não curar os seus traumas. Acertou. Adorei a definição. É Isso mesmo. Pegou e mereceu aí a mentoria. Como é que vocês estão? Vamos fazer um encontro com a criança. Vamos lá fazer o encontro para falar para ela que ela não tá quebrada, ela não tá errada. Ela não fez escolhas difíceis. O que faltou foi direção, foi um adulto saudável para ela, que agora você entende o que aconteceu com ela, que a culpa não é dela e que você vai cuidar dela, tá certo? Tá bom? Mesmo você não vindo pra mentoria
rematenária, espero Que você possa vir, você vai sair com protocolo de cuidados da sua criança na última aula. Então venha, meu amor, tá? Faça todas as aulas desse presente para você. Certo? Aene, pronta, podemos. Eu vou fechar aqui e a gente vai fazer a prática de uns 2, 3 minutos, tá bom? Eh, e que eu vou criar na hora, na minha intuição aqui, eu vou criar na hora, tá? Toque pode vir de trauma, né? Mas o toque é uma ansiedade mais refinada, mais profunda. Tá bom? Certo, meus Amores. Eu vou fechar aqui e depois medo
de dirigir. Pode ter um monte de coisa medo de dirigir aí, tá? E aí eu vou pode ter trauma também, eh, e aí depois no finalzinho a gente responde umas perguntinhas aqui, tá? Então vamos lá. Deixa eu fechar aqui. Vou pedir para você ficar em postura de meditação. Ficando em postura de meditação, pode, pode ter IP e pode ter intrusão, pode ter o dois. Você vai pulando do pros polos, né? Pode. Tá. Os pezinhos no chão, levando a atenção pro teu corpo, percebendo teus pés, percebendo suas pernas, percebendo o seu quadril, fechando os olhos. se
for confortável para você. E respirando, inspirando e expirando, ficando no momento presente. Agora imagine que você está numa sala sozinha ou sozinho no centro dessa sala. É uma sala redonda e tem uma luz, você tá em pé no centro e tem uma luz que te banha, vem lá do teto e cai em cima de você. Qual é a cor dessa luz? Imagine e sinta. E o que você ganha, o que você recebe desse presente, que te dá saúde, te dá força, te dá esperança e que ressalta o melhor de você. Você está calma? Você está
calmo? Você abre os olhos e vê uma porta. Vai em direção a essa porta. Abre essa porta e tem cinco degraus para você descer. Você conta. 1 2 3 4 5. Você chega num corredor Bem iluminado, você passa por esse corredor e tem uma porta no final desse corredor. Você atravessa, abre a porta e que surpresa você tá na rua da sua infância. Como que é essa rua? Se não teve boas lembranças, crie e invente uma rua. É uma rua segura, com outras crianças brincando, não passa carro. Tem vários adultos saudáveis nas Varandas olhando as
crianças e elas brincam em harmonia. E você vê a sua criança interior, vai se aproximando, quantos anos ela tem, que que ela tá fazendo? Como ela tá vestida? Você se aproxima, como é o cabelo dela, que que ela calça, você chega bem perto, você se abaixa e fala: "Oi, eu sou você do futuro". E eu vim te visitar. Eu tenho umas coisas para falar para você. Você quer ouvir? E ela fala que é para ser rápido porque ela quer brincar, mas ela quer te ouvir. E aí você fala: "O que você quer falar para ela?
O que que você precisa falar para ela? que ela é linda, que ela é inteligente, que ela não tem culpa, que ela merece ser amada simplesmente por existir. E o que faltou para ela foram adultos saudáveis, maduros? O que que essa Criança precisa ouvir de você? diga a ela e veja como que ela escuta, como ela reage ao que você fala. Fale o que está no seu coração. Conte para ela que que ela precisa ouvir, que que faltou ela ouvir lá na infância. Veja o que que ela sente, que que ela faz e pergunte a
ela se você pode dar um abraço, colocar no colo, um carinho. Veja se você pode ter algum contato Corporal com ela, com respeito, e aproveite para se despedir, porque ela quer brincar. E se foi verdadeiro para você, diga a ela que agora você está aprendendo a cuidar dela e que você vai dar a ela o que faltou na infância, que você vai aprender a dar o que faltou, que você tem esse compromisso de cuidar de você. adulta cuidando dela. Despece-se. Dê tchau. Veja como é que ela fica. Perceba os sentimentos dela, seus sentimentos. Vá retornando,
dando tchau. Dá um tchauzinho com a mão. Vai retornando de ré até ficar bem longe. E ela volta a brincar toda feliz. E você vira, volta em direção à porta, abre a porta, chega no corredor, atravessa esse corredor iluminado, sobe Os 5 degraus. 5 4 3 2 e um. Você retorna pra sala redonda, vá para o centro da sala e novamente cai uma luz de cima que vem lá do teto banhando você. Qual é a cor dessa luz? E o que que você sente agora? Respire profundamente e no seu tempo abrindo seus olhos e mexendo
os pés, mexendo as mãos e compartilhando aqui com o grupo. Como é que foi? Posso responder algumas Perguntas? Quem não pode ficar pode sair cuidando da sua criança e claro retornando amanhã. Amanhã eu vou entrar com bastante conteúdo maravilhoso, tá? E para a outra aula, traga aí umas três cores, alguns lápis, tá? A cor que você quiser. Eu vamos trabalhar com três cores, eu acredito, tá? A cor que você quiser. Se não tiver, pode ser vermelho, azul, tá bom? Pra gente fazer a tecelagem da criança, tá? E aí, como é Que foi? E aí? A
criança gostou? disse muitas coisas lindas para ela. Me vi com dois aninhos. Como viver com uma pessoa narcisista, aceitando. Olha, você tem que curar sua criança interior, tá? E dando limites. Esses limites eu vou falar na última aula. Como que eu dou limite? Tá bom. Na última aula eu vou falar. Deixa eu ver. Foi bom dizer que eu te amo. Na rua da minha infância foi maravilhosa. Como perdoar os nossos pais? Tem uma, Tem um item que eu não sei se amanhã ou depois. sobre perdão, tá? É tão importante essa questão do perdão. E eu
vou falar uma um, eu vou te falar a forma que eu vou falar para você. Eu sei que você vai ficar muito impactada, tá? Pouca gente fala. Eh, o perdão tá na aula da tecelagem, na penúltima aula eu falo sobre perdão, tá? Que é bem diferente do que a maioria acha por aí, tá bom? Parará, chorei. Ih, que lindo. Ficou lilás. Foi mágico. Chorei. Maravilha. Vivi com 5 anos. Você é extremamente necessária. Que fofa. Preciso cuidar da criança que batei no mundo. É a Magda. É isso aí, Magda. Precisa cuidar dessa criança que você acabou
de parir aqui com a Tecilã comigo. Agora tu vai ter que cuidar. Agora se vira nos 30 aí. Gostei, Magda. Preciso cuidar da criança. Isso aí. Como ter energia para escolher mudar Estando na constrição? Aula final, como é que eu curo? Vou te passar todos os passos. Vou dar práticas para vocês, vou dar um roteirinho. Queria ficar mais tempo com a criança. É que aqui tem muita gente, mais de 500 pessoas, né? Então eu tenho que fazer mais rapidamente. Mas na na no rematernário a gente tem várias dessas práticas, a gente tem vários encontros ao
vivo, além das aulas gravadas. Aí você vindo pro Renatá, a Gente consegue fazer várias que tem mais tempo para fazer, que aqui ó, já deu tempo, viu? 1 hora e meia que eu já tô aqui com vocês. Passa muito rápido, né? Ih, que lindo. Ai, que gracinha. Nossa, a experiência foi muito positiva. Ah, não vejo nada, Neusinha. Tudo escura, imagem distorcidas, não tem problema, tá? Porque tem gente que precisa de mais tempo, precisa trabalhar mais vezes. Alguma coisa tá acontecendo Com a imaginação, tá? Deixa eu ver. Falei para ela não acreditar na mãe dela e
confiasse em mim. Uau, gostei. Confirme. Perfeito. Porque aí você já tá trabalhando aquelas crenças, né, que veio da mãe, a voz crítica que veio da mãe, da sua mãe interna. Perfeito. Gostei. Chorei. Ela chorou, ficou feliz. Agora eu vou cuidar dela. Aê. Missão cumprida. Ah, ela já a Maira, Maara, né? Já já se viu com 12 anos, tá brincando de rouba Bandeira. Ol, eu com cabelinho curto. Ah, nezinha, coração com amor agora de tão feliz que eu fiquei. Que gracinha, muito lindo. Não consegui me ver criança. A gente precisa continuar, tá, meu amor? Maravilha. Então,
ah, eu vi branco e depois azul. você que vai me responder porque branco e depois azul. Por que que mudou, né? Então, a o branco ali talvez seja passe realmente que você precisou, né? Ah, uma coisa mais neutra De repente, né? E o azul, eu acho que o azul é a cor mais comum que tem, né? O azul ele traz uma paz também muito grande, tá? Mas uma coisa mais presente do que o branco, né? É a luz dourada. Adoro sempre que eu faço bem violeta ou luz dourada. sempre os dois que traz cura, né?
A o o violeta traz muita cura e o dourado também traz muita cura, tá? Dourado é muito legal, bacana. Como ser perdoada? Vem pra aula do perdão que vai ter um item. Não é só perdão, mas vou Falar do perdão também. Meus amores, amanhã o que que vai acontecer? Vou colocar o bloquinho desses três, tá? Os três blocos. Vou colocar a a enquete para mim falar no último ano qual o principal. Só pode escolher um que eu quero ver qual que tem mais, porque aí eu vou preparando práticas para amanhã. Então é importante que você
responda a enquete, tá bom? Fechado. E vou botar também um formulário de perguntas e aí eu vou respondendo algumas perguntas Principais que são da aula, porque as que são das outras aulas que eu vou responder na nas próximas na própria teoria, eu não não vou responder. Vou responder as da aula um e da aula dois e mando o áudio lá. Então fica atento ao grupo que amanhã tem bastante coisa. E claro que eu espero você é com amanhã, porque amanhã a gente vai falar da dissociação e já vou trazer elementos do como é que eu
faço agora, Nilzinha, para que caminho eu vou para não dissociar, Tá? E depois a gente faz a tecelagem, depois vou falar sobre os caminhos da cura. Aula, a última é espetacular. A gente vai fechar com chave de ouro, certo? Eh, espero vocês aqui amanhã, tá bom? Fica. Vocês podem assistir, vocês vão querer assistir a aula de novo, né? Tenho certeza. Então agora, eh, o as frases estão no PDF que eu vou colocar lá para vocês, tá bom? Tá, vamos fechar com uma frase, tá? Vamos fechar com uma nutrição. Vou pedir Para você fechar os olhos.
Fechando os olhos. Ficando no momento presente. Ah, respirando e veja o que acontece quando você me escuta dizer. Eu vejo você. Eu vejo a sua criança interior. Eu sei que você pode tecer a vida que sonha e merece. Eu vejo você. Eu vejo a sua criança interior. Eu sei que você pode ter a vida que Sonha e merece. Aê. E como foi escutar isso? Conta para mim. Ah, até amanhã. Eu vou abrir o microfone de vocês e vou gravar e botar lá no hisor de vocês, tá bom? Ah, uma palavrinha de como é que foi
a aula dois. Uma palavrinha, tá? Uma palavrinha só. Como é que foi? >> Intenso. Intenso. >> Intenso. >> Libertadora. >> Libertadora. Maravilhosa, maravilhosa, >> maravilhosa. >> Excelente. >> Intensa fica pensando que aconteceu narrável. >> Narrável. Gostei doento. >> Foi lindo. >> Lindo. Maravilhosa. >> Até amanhã meus amorinhos. Três. Amanhã chega na metade. Tchauzinho. Qualquer coisa me chama lá no Instagram. >> Tchau pessoal. Tchau, queridas e queridos.