Muito bem, bom dia a todos eh que estão participando do webinar também os que vão poder acompanhar eh depois no YouTube. Alegria que nos reunimos hoje para este momento de homenagem Papa Francisco. Eh, meu nome é Dante Aragon. Aqui a maioria já me conhece pelos cursos da reconciliacio. Eu sou consagrado, moro Na e sou membro fundador e atualmente da reconciliare. Sejam todos bem-vindos. Com certeza a providência preparou este momento inspirados pelos nossos amigos e referência de sempre nós nestes trabalhos de prevenção na igreja. nossos amigos de Seprome Latinoamérica, começamos a pensar como este aqui no
Brasil paraão e seguir acolhendo o que o Espírito quer de Nós e como apóstolos da prevenção. Certamente tínhamos a incerteza e nestes nestas últimas semanas quando lançamos o evento de que este momento seja no contexto do conclave ainda ou não, já tendo um sucessor de Pedro eleito e foi a providência que quis assim. Estamos alegres com a eleição e primeiros gestos e palavras, a homilia de ontem do nosso Querido agora Papa Leão X. É um tempo de alegria, um tempo de renovação em continuidade para a nossa igreja. E dentro deste desta renovação em continuidade, obviamente
para todos nós, eu conheço muitos de vocês também como apóstolos da prevenção. para seguir um pouco nestas palavras introdutorentar a José Augusto, que ele vai nos eh vai eh conduzir umas Palavras também introdutórias. José Augusto Gento está aqui conosco. Ele é psicólogo, professção em psicologia da Universidade Católica de Petrópolis. também ele atua como jurídico e clínico. Tem também um mestrado em história e filosofia da psicologia e atua junto à vara da infância, adolescência e idoso eh da comarca da cidade de Petrópolis. Ele também é um dos iniciadores fundadores da Reconciliácio, trabalhou Muitos anos na coordenação,
é professor também de alguns cursos que nós realizamos e bom, o mais importante é um é um grande amigo, né? E passo a palavra agora para você, José Augusto. Olá, bom dia. Talvez para alguns boa tarde, né? Não sei se temos alguns que estão em algum, mas bom dia e boa tarde, talvez. Eh, obrigado, Dante, pelas palavras aí, pela amizade também, por tantos anos aí De história são muito bons, muitas realizários aspectos e creio que uma das grandes realizações aí é todo esse trabalho que a reconciliácio vem desenvolvendo h pouco mais de 6 anos no
âmbito dos abusos sexuais no contexto eclesial e promoção também de uma cultura, né, que eu acho Acho que tem um pouco a ver com o que eu quero brevemente falar aqui, compartilhar com vocês, né? Bom, hoje nos reunimos, então, né, Para refletir, relembrar, avaliar, né, o quanto o ao longo de um pouco mais de 12 anos de pontificado aos abusos sexuais e também outros tipos dentro da igreja, né? E certamente o pontificado de Francisco concretizações práticas para o combate a esse espinho na carne do que a tanto gerou e infelizmente ainda gera dores, hum, dores
e sofrimentos Profundos que epou ao longo de toda uma vida. Tempo à frente da barca de Pedro, Francisco refletiu e mais do que somente, né, construiu uma cultura da prevenção e do cuidado. Essa cultura que particularmente avalia, demonstra ser um dos mais importantes eh feitos de seu ponte. Hoje a proteção de crianças vulneráveis no contexto Eclesial não é somente um tema discutido eventualmente, não é uma nota de uma diocese em resposta a uma acusação e deixou de ser aquele silêncio que às vezes eh ensurdecia a vítima que buscava denunciar um abuso. Hoje a igreja luta
com intervenções concretas contra os AB. Claro que durante esse webinário, né, os nossos eh palestrantes vão apresentar muitas eh dessas intervenções, vão Fal também. Eu poderia elencar algumas das diferentes concretizações levadas a cabo pelo Papa Francisco em, né, a criação da pontifícia, comissão para tutela de menores, as mudanças no direito canônico, o muto próprio voz estes Luxmund, discursos sobre o tema dos abusos sexuais, a coragem de abordar esse Tema de peito aberto, acolhimento e escuta das Vítimas, ressaltando o quanto elas têm a ensinar a igreja no caminho da luta contra os abusos sexuais. Como disse
anteriormente, todas essas atitudes concretas que vão falas e escritos contribuíram para que hoje estejamos aqui como primeiros frutos de uma igreja que cultiva o solo e proteção de crianças, jovens e adultos vulneráveis que tantas vezes entram pelas nossas portas em busca do amor de Cristo, mas Encontraram a insensibilidade daqueles que não vem à pessoa. somente um objeto. Ver a pessoa, ver a imagem e semelhança de Deus em cada um, principalmente naqueles mais vulneráveis. proteger, criarismos e estruturas em todos os níveis, na formação dos novos religiosos, religiosas e sacerdotes, nas comissões diocesanas voltadas para escuta supostas
vítimas, mas também para Uma atuação proativa, onde a questão dos abusos não é um tabu, mas uma realidade dolorosa, conhecida, destrinchada e combatida. O Papa Francisco nos convidou a ir às periferia, aqueles lugares que muitas vezes ficam esquecidos e não são bonitos de se olhar, de se visitar. Os abusos sexuais na igreja encarnam esse lugar, esses lugares. Mas hoje, graças aos nossos últimos papas, essa periferia vem sendo Explorada e modificada, sendo pouco a pouco transformada pelo compromisso daqueles que querem erradicar esse mal. Essa periferia, ainda que guarde marcas de dor e sofrimento, vem sendo pouco
a pouco cuidada para refletir o amor de Cristo e vai ao encontro do sofredor e o ampar em seus braços. Essa igreja que entenda que entendendo sua culpa busca o perdão. Meio da caridade, por meio do amor, vai além, transcende a dor para permitir que nasça o Amor. Hoje reunidos, podemos remorar as palavras de Francisco em voz Lux Mund. Os crimes de abuso sexual ofendem nosso Senhor, causam danos físicos, psicológicos e espirituais às vítimas e lesam a comunidade dos fiéis. Para que tais fenômenos em todas as suas formas não aconteçam mais, é necessária uma conversão
contínua corações, atestada por ações concretas e eficazes que envolvam a Todos, de modo que a santidade pessoal e o empenho moral possam concorrer para fomentar a plena credibilidade do anúncio evangélico e a eficácia da missão da Igreja. Isto só se torna possível com a graça do Espírito Santo corações, porque sempre nos devemos Jesus, sem mim nada podeis fazer. Embora já muito se tenha feito, devemos continuar a aprender das lições amargas do passado, a fim de olhar com Espera esperança, no jubileu da esperança, é a de que a igreja seja uma barca segura nas tempestades que
esse mundo apresenta. Nós hoje somos participantes dessa barca, somos os construtores dessa esperança, frutos dessa cultura cultivada por Francisco e que junto com o Papa Leão X queremos implementar em todas as paróquias, seminários, dioceses. Agradecemos a Deus pelos anos De pontificado de Francisco e rezamos para que ele no seu misericórdia tenha acolhido o Papa Francisco na eternidade. E tenhamos, pessoal, um bom webinário e muito obrigado aí por pela presença de todas todos vocês. Obrigado, José Augusto, eh, pelas tuas palavras. Agora eu vou apresentar eh aos três palestrantesação dos três e depois vamos já começar a
escutar a cada um deles que Terá aproximado de 20 minutos. Eh, primeiro vai falar Maria Teresa Rosa, que está aqui conosco. Ela é leiga ceratária, concluiu bacharelado em teologia no Brasil os anos acadêmicos eh 2016. frequentou a Universidade Salesiana de Poma, cursando formação de formadores e animadores vocacionais em estudos alesianos. Nos últimos anos, tem- se Dedicado ao aprofundamento sobre o fenômeno dos abusos na igreja através de cursos e congressos internacionais. atua nas áreas de formação vocacional, de espiritualidade celestiana e de prevenção ao combate aos abusos sexuais e não sexuais em ambiente eclesial. É professora no
seminário propedéutico diocesano, ministra cursos nas áreas de espiritualidade, formação vocacional e prevenção e combate aos abusos em Ambiente eclesial e assessora a congregações religiosas nos temas de ambientes seguros. Bem-vinda, Maria Teresa também é uma grande amiga. É uma alegria que você esteja aqui conosco. Depois vamos ter a presença do padre Daniel Porto, sacerdote mexicano, estudou licenciatura em teologia espiritual e ação sacerdotal na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. Mais tarde, obteve o grau de mestre e Doutor em psicanálise pela Universidade Intercontinental e doutor em teologia pela Universidade Pontifícia de México. É membro fundador do Conselho Latino-Americano
de Seprome. membro da Comissão Internacional para proteção de Menores da Ordem dos Agostinianos Recoletos, nomeado perito regional da América na Pontifícia Comissão para a proteção de menores e diretor da faculdade de Universidade Católica Lumen autor de vários livros e Publicações. Padre Daniel é uma honra. você é também um amigo, uma pessoa que uma honra também a sua presença conosco e também teremos a participação do Nelson Giovanellador nas comunidades de reabilitação da fazenda de esperança, juntamente com Freans, especialista em reabilitação de jovens. Ele acompanha vítimas de várias formas de abuso físico, abuso de substâncias e adultos
vulneráveis num caminho de recuperação e Cura. A abordagem e reabilitação da fazenda está enraiçada na espiritualidade como uma descoberta do significado de vida, como uma forma de autosustento e na vida comunitária como uma forma de reintegração social. Em 2007, o Papa Bento 16 visitou esta comunidade num sinal de apoio ao trabalho das fazendas e reuniu se reuniu com dois 2.000 pessoas jovens, a maioria Delas das fazendas. Hoje este trabalho se espalhou por todos os estados do Brasil e para outros 28 países, acolhendo mais de 4.000 jovens e adultos em quase 170 comunidades. Em 2018, Nelson
eh o Papa Francisco nomeou Nelson como membro da Pontifícia Comissão para proteção de menores e renovou sua nomeação em 2022 estar aqui nesse momento conosco. Palavra para com a Maria Teresa, por favor. Bom dia, meus irmãos, minhas irmãs. Me ouvem bem? Primeiro teste de áudio. Quero pedir para reconciliar se liberar aqui de eu apresentar a tela. já foi. E quero começar agradecendo a Deus por essa oportunidade de nós estarmos aqui e fazermos parte da história da igreja num momento tão ímpar que vocês vão entender melhor ao longo do que eu disser, mas que eu entendo
que é um momento histórico que Deus nos dá uma grande graça. Então, quero em primeiro Lugar bendizer a ele por essa nossa oportunidade e agradecer também aos meus irmãos da Reconciliácio, que sempre tão aqui, incansáveis, apóstolos da prevenção. Então, que bom é a gente poder mais uma vez estar aqui junto, eh, afiar as nossas nossa grande luta paraa nossa grande guerra em de tudo aquilo que o Papa Francisco nos disse. Então, ousadamente, quero já pedir a intercessão dele, creio que ele Está na glória de Deus, para que ele do céu rogue por nós nesse momento,
para que nós possamos com sabedoria e profetismo, dar sequência ao legado que ele nos deixou. Então eu coloquei aqui o título, que é aquilo que a reconcilhas nos pediu, né, o Papa Francisco e a prevenção de abusos, mas eu queria e eu dei uma mudancinha aqui no meu script. Vamos ver se a minha isso, a conversão de um papa e uma nova proposta de vida para a igreja, né? Uma proposta de vida nova para a igreja. E alguns podem estranhar, eu já começar citando a conversão de um papa e eu ainda coloquei o Papa Francisco
aí, né, com o dedo em rich dando pito na gente. Ele também de paramento roxo. E não é inteligência artificial, viu gente? Isso aí é ele mesmo. E porque o rosto nos remete a esse tempo penitencial de necessidade de conversão. Então providencial é a gente ter esseisco que nos exorta a uma conversão Mais profunda. E eu usei esse termo conversão porque foi um termo que ele próprio disse que ele experimentou. Ele falou: "Eu me converti com relação à questão dos abusos". Então, eu não tô sendo ousada, herética, desrespeitosa ao dizer que um papa se converteu.
E eu queria começar assim com vocês, refletindo o quanto mudanças de mentalidade fazem parte e da vida da igreja. Então, embora a revelação de Deus, né, esteja Completa Cristo, a nossa compreensão de igreja sobre essa revelação vai se desenvolvendo e se aprofundando ao longo da história. Então, por exemplo, alguns anos, décadas, séculos, era normalíssimo que se tivesse escravidão. pessoas eram escravizadas, tratadas não na sua dignidade de filhos de Deus, mas como animais, muitas vezes como um objeto. E era tudo normal, enquanto as casas eclesiásticas tinha essa realidade Também da escravidão e tava tudo bem, ninguém
se escandalizava. No entanto, hoje se eu chegar e falar para você, ah, aqui na casa paroquial, né, onde eu frequento, aquele ali é o escravo. Você fala: "Escravo? Como assim escravo? Tá maluco? Como escravo?" Não, não tem como. Eh, a nossa mentalidade então foi aprofundada, evoluiu com relação a essa situação. Da mesma forma, há algumas décadas, uma Pessoa que cometia suicídio não podia ter uma missa celebrada na intenção de sua alma. era tido como al suicido, uma alma perdida, porque ele morreu pecando, né, se matando. E hoje, no entanto, a gente sabe que o a
compreensão é de que a misericórdia de Deus é muito maior, que não cabe a nós o julgamento, que no último momento pode ter havido um arrependimento, a gente não sabe o grau de Então, sim, podemos rezar as missas e Nossas orações privadas pela alma dos suicidas. Então isso para dizer que há uma progressão naquilo que é o nosso entendimento da nossa vida cristã, daquilo que Deus nos deixou revelado em Jesus. E eu entendo que a gente tá vivendo mais um de coisas que antes eram tidas como normais, como a escravidão, como não rezar pelos suicidas,
mas que hoje não é possível, não é possível que até 10 anos atrás a gente achava que isso era Normal. Não é possível que isso fosse tolerado como parte da nossa vida, da nossa dinâmica. E isso eu me refiro exatamente essa questão dos abusos. Então eu quis trazer essa mudança de mentalidade necessária já historicamente que a gente vê acontecendo de início, pra gente entender o contexto. O Papa Francisco é um fruto do nosso tempo. Então ele também viveu todas as dificuldades que nós vivemos com relação À percepção da realidade dos abusos. Mas a graça de
Deus vindo ao nosso encontro através dele em 2018 deu a ele a graça de fazer uma experi e foi justamente todo o contexto da viagem dele ao Chile ao Peru. E eu digo contexto porque não foi algo que se deu unicamente enquanto ele, mas toda a consequência daquela visita, os fatos que aconteceram na sequência, que fizeram, segundo as palavras do Papa Francisco, com que uma Bomba caísse no colo dele e ele disse: "Aí eu me converti". Então, o próprio Papa disse que ao se deparar com essa realidade, ele precisou fazer essa experiência de conversão. Então,
é interessante que a gente perceba que a conversão que ele fez foi em primeira pessoa, foi do Francisco Bergolho se convertendo a uma realidade. E ele mesmo diz em vários lugares que antes ele não via, ele não tinha Percebido. Então, como tantos de nós como Saulo vivia uma cegueira diante da verdade, ele fez essa experiência e a partir de então iniciou um novo caminho. o ele já tivesse acenado para realidades de combate aos abusos, é innegável que a partir do ano de 2018, que foi essa experiência de conversão para ele, é como se Francisco começasse
querendo combater e prevenir os abusos. Ele não se restringiu a falar sobre o tema quando este tema era pauta Em algum, mas ele começou a inserir esse tema em todas as pautas que ele tinha, em todas as falas, documentos, em tudo que ele podia tá agindo, falando e testemunhando, ele começou a fazer a respeito dessa. E aqui com vocês agora eu quero me deter, não dá para trazer muitoificado de Francisco, são tantos documentos, são tantos testemunhos que ele apresentou Para da vivência dele, mas eu quero me deter naquilo que eu considero talvez uma das suas
principais contribuições, aquela que eu acho mais paradigmática, porque foi das primeiras após a conversão no processo de e Porque nesse texto dele a gente encontra, eu acredito que todos os elementos ele foi desenvolvendo em outras ocasiões. E eu quero falar aqui com vocês hoje a partir, sobretudo da carta que Francisco escreveu ao povo de Deus que peregrina no Chile. Vaticano, a gente tem acesso ao texto integral. Aqueles que traduzido pro português, podem baixar o e-book que eu e o Murilo, que tá aqui, a gente fez eh o papa a cultura de abusos disponível em português
e espanhol. Al jabá aí, Murilo. E então nessa carta, que a gente encontra de importantíssimo é o Papa Francisco se dirigindo ao povo do Chile, que tava vivendo uma situação eclesial e social de escândalo devido a tantos Abusos que aconteciam. E o Papa Francisco diz que não eram só abusos sexuais, mas também abusos de poder. E ele desmascara, por assim dizer, que havia um sistema de encobrimento desses abusos. Não é só escandaloso que acontecesse igualmente escandaloso que esses abusos fossem acobertados de modo sistemático. Então aqui nessa carta tem uma coisa que eu considero importantíssima, que
o Papa Francisco cunhou a expressão cultura de abusos. Antes não era algo corrente. A gente fala: "Ah, existe uma cultura de abusos, cultura de abusos, a cultura do cuidado e da proteção." Não. Mas a partir dessa, o próprio Papa Francisco nos deu essa expressão para revelar, né, para descrever aquilo que é a realidade que ele enxergou na igreja no Chile e que, infelizmente, nós hoje percebemos estar preso, que é essa cultura de abusos. Então, ao longo da carta, que não é tão longa e é profundíssima, várias vezes o Papa Francisco vai falar sobre a cultura
de abusos como a chave desse problema, a raiz do problema que a igreja no Chile enfrentava e que hoje a gente sabe que nós todos enfrentamos. essa. E ele não vai apenas fazer o diagnóstico desse problema, ele vai também apresentar o que ele considera o remédio, a solução. E ele mesmo cunhou ali a expressão uma cultura do cuidado e da proteção. Então, Francisco, de modo Inicial, com esse grande documento do magistério dele, eu assim considero a carta de ao povo de Deus que peregrina no Chile, ele começa a nos dar as pistas do que ele
enxergou do nosso problema, precisa fazer como mudança de vida. Então, é da cultura do abuso paraa cultura do cuidado e da proteção que a gente precisa fazer agora esse caminho de conversão. Como Saulo, né, caídos por terra, descobrindo ali como a gente tá Errado e não vivendo o que deve ser vivido. A gente é convidado então a se levantar e seguir por um novo caminho. E dentre as coisas que o Francisco fala na carta, eu gostaria de destacar alguns pontos com vocês que a gente poderia ir abrindo mais e mais janelas, falando, ah, em tal
discurso ele aprofundo, ele falou mais sobre isso, porque eu considero que aqui nessa carta estão as sementes daquilo que foi Frutificando e crescendo ao longo do pontificado dele com relação a essa questão toda. Então, a primeira coisa é que ele definiu como sendo uma cultura. Francisco percebeu e denunciou não alguns atos isolados que foram abusivos, mas ele definiu o que ele viu como sendo uma cultura de abusos. E é preciso então que a gente se pergunte o que que é uma cultura? Quais são os elementos que compõem uma cultura? E Aqui eu quero citar o
tripé que o padre Amedeu Tintini quando fala de cultura vocacional fala que é uma cultura. E eu quero transpor aqui para essa nossa reflexão. Ele diz que uma cultura tem como componente uma sensibilidade e uma prática. Então mental que na nossa mente, no nosso modo de pensar e julgar as coisas, a gente entende sendo bom. Então eu tenho uma mentalidade, um modo de pensar a Respeito dessa realidade, mas também existe uma sensibilidade, que é algo menos racional, mas é como uma predisposição interior que eu tenho para acar aquela realidade. E também então é botar em
prática aquilo que eu percebo e que eu sinto. E para dar um exemplo para deixar mais fácil de entender, eu me lembrei de quando eu fui estudar na Itália e um dia, uma tarde de outono, nublada e fria, ia ter aula depois do almoço e eu Fui perto da universidade, vou comprar um de bombom, né? Chocolatinho italiano, delícia. E voltei pra aula com bastante os chocolates ali nas mãos. Quem tava perto? Falei: "Eu quer um chocolate?" Ah, para doçar à tarde, ajudar a despertar um pouco de açúcar. Pessoas começaram a me olhar assim, estranhando e
daí já tavam fazendo assim: "Pernário hoje?" Falei: "Não, por quê?" "Ué, você tá dando doce?" Falei, "Que Que tem a ver eu dar doce com o meu aniversário?" Eles falaram: "Não, aqui na Itália quando alguém oferece doce pros outros é porque é aniversário dela." Eu falei: "Não, no Brasil não tem nada disso. A gente oferece doce quando a gente tem, né?" Então eu tinha ali, eu quisim, eu quis oferecer. Então, vejam, uma mental do entendimento de que se eu tô chamando o outro ali alguma coisa, é porque eu tenho motivo de festa, né? Eu Tô
dando doce, eu tenho aniversário. O modo deles perceberem o meu ato não era percebendo como um gesto de partilha, como um gesto de, ah, eu tenho, eu vou comer, eu quero partilhar. Eles perceberam isso de uma outra forma e a partir disso ele já tava ali, ó, com a palma para mim e soubemos então, né, que era uma diferença cultural que a gente tava vivendo. Então, a gente precisa trazer isso pra realidade dos abusos. Nós temos uma mentalidade, uma sensibilidade e uma prática eclesial que permitem que abusos aconteçam. A gente tem uma mentalidade onde a
autoridade, o superior, mestre de noviços, coordenador, pode tudo, independente do respeito à outra pessoa, a liberdade e a consciência do outro. Ah, mas ah, mas ele é o provincial. é o mestre de noviços. Então, ele pode exigir essas coisas, ele pode falar essas coisas. E não é bem assim, meus Irmãos. A gente tem que ter respeito à dignidade, a consciência, a vida dos outros. A gente tem também essa sensibilidade que enquanto estamos aqui todos sem patentes e cargos, a gente tem um respeito maior uns pelos outros. Mas na hora que eu recebo uma nomeação, alguma
autoridade, eu já naturalmente me sinto ali inclinada a mudar o meu ato de agir, porque agora eu posso, agora eu já me revisto de Áries para poder fazer valer a autoridade que Eu tenho. E eu coloco isso em prática. o meu modo de agir muda. Então, vejam como nas pequenas coisas a gente vai se deparando com essa cultura de uma sensibilidade, uma prática que alimentam, que fomentam a realidade dos abusos na igreja. E dentre todas as coisas que o Papa fala na carta e depois desenvolve no magistério dele, eu quis trazer aqui três pontos onde
ele diz mais ou menos em que consiste essa cultura de abusos. Ele fala sobre Comunidades onde não é permitido o questionamento e a crítica. Depois, em outras falas, o Papa Francisco várias vezes vai dizer sobre o quanto a gente tem que estar aberto a ouvir o que o outro diz, inclusive as críticas. E ele diz que aqueles que nos criticam ou nos denunciam não são Judas, traidores. Então, a gente tem sim que ter essa abertura para ouvir também as críticas. Ele também falaamentos Clericalistas. Ele fala sobre tentar controlar e impedir a unção de Deus povo.
Ele fala que o povo de Deus não são cristãos de segunda, terceira, quarta categoria. A gente tem uma igual dignidade diante de Deus. E na natureza própria da igreja existe um lugar que é o lugar também do povo de Deus leigo que tem que colaborar com a vida da igreja. Então nós, digo aqui como leiga, não somos de segunda categoria, não somos apenas coajuvantes, mas somos parte Desse corpo. que tantas vezes a mentalidade, o comportamento clericalista quer colocar o Lego como massa de manobra, como objeto, como aquele que vai sofrer os abusos de autoridade, de
poder e eventualmente também os sexuais por causa dessa mentalidade de que o clero é o escolhido, é quem detém o poder, é aquele que faz em nome de Deus. E como Deus é onipotente, ele também pode tudo, porque age em nome desse Deus. Um outro elemento que eu queria trazer para vocês, e o Papa Francisco bate demais nessa tecla, é da falta de escuta das vítimas ou daqueles que falam em seu nome. Há um sistema de acobertamento diante do que foi ouvido. Então o Papa Francisco aqui ele fala isso e depois repete tantas vezes que
é preciso que nós escutemos as vítimas. E eu acho bonito em um outro pronunciamento dele, ele diz: "Na ira justificada desses nossos irmãos e Irmãs, nós somos convidados a ver a ira do próprio Deus com essa realidade." Então, às vezes a gente, mas é que a vítima tá revoltada. Ah, a pessoa tá, nossa, perdeu, ah, é sem noção, meus irmãos, somos convidados de Deus na ira dessas pessoas. E aqui o Papa também fala na carta, né? ou daqueles que falam em seu nome, que deram voz a eles em outros pron vai dizer claramente: "Eu quero
agradecer a mídia, Aos meios de comunicação, porque quando nós dar voz e ouvir as vítimas, foram os meios de comunicação que deram voz a eles para que então também tantas vezes a gente fala: "Ah, a mídia secularista quer destruir a igreja, fica falando sobre os abusos Meus irmãos, se a mídia vai ser instrumento de Deus paraa nossa conscientização, paraa nossa proposta de conversão, para que a gente consiga Viver uma mudança, bendita a mídia que nos alerta sobre aquilo que são os nossos erros. Então, o Papa Francisco também várias vezes disse isso. A gente não tem
que temer o que a mídia fala. A gente tem que usar disso para viver nas palavras dele a graça da vergonha, de uma vergonha que quando é sentida provoca uma mudança e uma conversão. Não é uma vergonha que é sentida e gera revolta em mim para querer me defender diante de quem me acusa. Se é verdade Aquilo que a mídia fala, eu preciso rever o meu comportamento, eu preciso pedir perdão, eu preciso mudar de vida. Então, o Papa Francisco também várias vezes falou sobre isso, sobre o não silenciar, sobre o ouvir o que é dito,
ainda que pareça que é contra nós, mas entendendo que aí pode estar um chamado à nossa conversão e a nossa mudança de vida. E o Papa também fala sobre esse sistema de acobertamento de que tantas vezes as Vítimas vão à igreja, falam, são ouvidas, mas seus processos são arquivados, não são levados adiante, as situações são acobertadas. carta aqui em tantos outros momentos o Papa Francisco fala sobre isso e ele diz que essa cultura dos abusos é uma cultura anti, ou seja, é totalmente contrário ao evangelho. E na carta ao povo de Deus que peregrina no
Chile, ele usa essa figura bíblica de Jesus lavando os pés. E ele diz que quando Jesus ali lavou os pés dos discípulos, a face de Deus. Então, a face de Deus que Jesus veio nos de um Deus que está sempre servindo aos outros e não ser dos outros. E infelizmente a cultura de abusos faz com que tanta nós nos deparemos com as autoridades servindo-se dos irmãos e não servindo aos irmãos. E o Papa diz que a cultura antievangélica é essa cultura que coage e obriga. E a gente não pode viver essa cultura. E ele diz
agora aqui, entre aspas, né, todos os meios que atacam a liberdade e a integridade das pessoas são antevangélicos. E ele propõe como igreja que seja profética e sinodal, onde o povo de Deus é não é tido como segunda categoria, onde as vítimas são ouvidas, onde há Reconhecimento dos próprios erros e o pedido de perdão, onde há transparência diante dos processos, onde há a aplicação das leis canônicas e civis e onde a autoridade é vivida como serviço e não como privilégio. E eu queria lendo praticamente aquilo que é próprio papa nessa carta, porque eu acho que
as palavras dele t muito mais peso e autoridade para nos convidar a essa conversão eclesial que nós precisamos. Aceitar os acertos, bem como os limites Pessoais e comunitários, longe de ser apenas mais uma notícia, torna-se ponto de partida de todo autêntico processo de conversão e transformação. Nunca esqueçamos que Jesus Cristo ressuscitado se apresenta ao seu povo com suas chagas. Além disso, é precisamente a partir das suas feridas que Tomé pode confessar a sua fé. Somos convidados a não dissimular, esconder ou encobrir nossas feridas. Uma igreja chagada é capaz de compreender e de se Comover com
as feridas do mundo de hoje, fazê-las suas, sofrê-las, acompanhá-las e mover-se para procurar curá-las. Uma igreja ferida não se coloca no centro, não se considera perfeita, não procura encobrir e esconder o seu mal, mas coloca ali o único que pode curar as feridas e que tem nome, Jesus Cristo. Esta é a esta certeza é o que nos moverá a buscar oportuna e inoportunamente o compromisso de gerar uma cultura onde cada pessoa tenha Direito de respirar o ar livre de todos os tipos de abuso. Uma cultura livre de encobrimentos que acabam viciando todos os nossos relacionamentos.
Uma cultura que diante do pecado gera uma dinâmica de arrependimento, misericórdia e perdão e diante do crime de denúncia, de julgamento e de punição. Então eu queria encerrar com essas palavras do Papa tão claras e que são um chamado tão incisivo à nossa conversão. Aqueles que quiserem continuar a conversa comigo, podem me Mandar mensagem no Instagram ou por e-mail e a gente pode continuar aprofundando esse nosso desejo, a nossa busca de conversão, de sermos realmente uma igreja profética e sinodal, apóstolos de prevenção. Muito obrigado a todos. Muito obrigado, Maria Teresa, pelas palavras. Muito, muito boas.
eh o nosso webinário. Eh, também você pode ficar aqui conosco para o final, Para também ter um momento de partilha. Eh, vai ser muito, muito bom. Eu também lembro a todos os que queiram eh já algum comentário, pergunta, podem ir mandando pelo pelo chat ou compartilhando conosco para no final termos um momento eh também de partilha que acredito que vai ser muito bom. Eh, e eu compartilhei agora no chat também estou compartilhando um PDF com eh a tradução das palavras a do padre Daniel Porto, né, que ele vai falar em portunhol, não pode falar em
espanhol devagar que vai ser ótimo, padre. A saludo cono la Patagonia Argentina momento estamos impartiendo un curso la diison diis continente americano. Eh, les agrico la invitación y esta inicia de reconcilia que es siempre un impulso, una fuerza de Preveno todo el continente brasileo que no es poco, es decir, para nosotros brasilente por la cantidad de personas, de católicos y obviamente apóstoles de la prevención que trabajan sobre compartir con algunas ideas que me parecen fundamentales reflexionar intento leer despacio español pueda ser lo posible claro para edes quisiera iniciar recordando Liderazgo de los últimos papas refiero
Juan Pablo Bened y el Papa Francisco se ha definido por la exigencia de establecer una gestión institucional necesaria al tratamiento de los abusos sexuales de tal manera no se podcast del papa actual de le 14 sin la consideración de esta crisis que debe ser una de las principales prioridades de su agenda También no se puede comprender las decisivas acciones que fueron Realizadas por Francisco si no se identifica la iceminentemente gestual si a me preguntar qué tipo de prevención podríamos definir en Francisco podríamos hablar de una prevención gestual una prevención gestual más allá de una mera
normativa, de una mera estructura que no tiene como centro ra cosa que no se las víctimas víctimas al centro permite que una Prevención sea gestual de tal manera que les invito a que hagamos un recuento histórico como reconocimiento a esta labor que hizo el papa Francisco. Recordamos la votación de la elección de Francisco en 115 cardenales electores. A las 195 horas aquel 13 de marzo anunciaron a Francisco número 266 de Pedro. Con su llegada del Pontificado, Francisco dio seguimiento con determinación a las inicitivas comenzadas por sus antecesores. Desde la nueva residencia papal de Santa Marta
pidió perdón y este gesto se convirtió en una experiencia de cercan para las víctimas lo mencionul del 2014 con sus palabras que quiero citar aquí la presencia dees deciso víctimas haa del milagro de La esperanza que prevalece contra la profunda oscurid Sin duda es un signo de la misericordia de Dios que hoy tengamos esta oportunidad de encontrarnos, adorar a Dios, mirarnos a los ojos y buscar la gracia, la reconciliación ante Dios y su pueblo. Expreso mi dolor por los pecados y crímenes graves y abusos sexuales cometidos por el clero contra ustedes y humildemente pido perdón.
Pido perdón también por los pecados y omisión por parte de líderes de la iglesia que no han respondido adecuadamente las denuncias y abuso presentadas por familiares y por aquellos que fueron víctimas. Una línea entonces clara del pontificado de Bergol fue la necesidad de protección a las víctimas por encima del escándalo lesia tema 12 febrero del 2015 Francisco claramente lo Discursos familias deben saber la lesia No escatima esfuerzo alguno para proteger a sus hijos y tienen el derecho de dirigirse a ella con plena seguridad porque es una casa segura. Por tanto, no se podr prior a
ninguno tipo de consideración de la naturaleza que sea, como ejemplo deseo evitar escándalo porque no hay absolutamente lugar en el ministerio para los que abusan de menores ao 2013 consejo de cardenales que asesor a Francisco a proponer la creación de una comisión de expertos asesor Papa materia el papa aprobó la propuesta del colegio y fue que en marzo del 2014 publicó un quirógrafo en el que esaba la tarea de la pontificia comisión para la protección de menores de asesorar al sucesor de Pedro eficaces para la protección de menores ademlegar a proponer procedimientos promover la formación
y la prevención en La Santa Sede y en las conferencias episcopal del mundo. Sin embargo, quisiera poner una atención importante en el inicio del pontificado de Bergolio, me refiero a la fecha de febrero del 2014 cuando reciben un informe del comité de los derechos del niño de las naciones sobre algunas observaciones de la Santa que volvi a evidenciar el profundo horror de los abusos sexuales de menores en seno de la Iglesia organismo encargado de supervisar cumplimiento de la convención sobre los derechos del niño, informó que el estado del Vaticano no respetaba los derechos de las
infanci incluso informe la institución eclesial, la iglesia misma había preferido preservar su reputación y proteger a los autores del abuso antes que interés y el bienestar de los menores. En este documento se afirmaba que la Santa Sede no había reconocido el Alcance de los delitos cometidos medidas necesarias para abordar los casos de abusos y protegerlos, permitiendo así la continuación de abusos. Según este mismo organismo, la confidencialidad con el que la iglesia manejaba estos casos habían permitido a la gran mayor de los abusadores y a las personas que las evadir la justicia en los estados en
los que Cometieron frente a esta desoladora realidad las Naciones Unidas recomendó a la Santa Sede garantizar que se investigara con independencia todos los casos de abuso sexual de niños, así como la forma en que la jerarquía los abordó. También encargó separar inmediatamente de su cargo a todas las personas de las que se sospechaba que habían cometido abusos sexuales de menores, así como remitir la cuestión a las autoridades pertinentes. Asegurar el intercambio Transparente garantizar que los religiosos culpables y sus encubridores rindiesen cuentas por estos crímenes. ogar todas las disposiciones que podrían imponer la obligación de guardar
silencio a las víctimas y a las personas que tuviesen conocimiento de estos delitos, programas y políticas de proven de abuso y de recuperación y reintegración social de sus víctimas. Francisco entonces se convirtió adem disposiciones contra uno de los Mayores males relacionados con el abuso de menores dentro de la iglesia. Me refiero al encubrimiento en el moto, como una madre amorosa del 4 de junio del 2016 hizo explícita la posibilidad de destituir a los obispos que hubiesen actuado con negligencia en relación con los casos de abuso sexual infligido en menores y adultos vulnerables. En esta carta
apostólica Sostuvo que la negligencia en los casos de abuso entre las causas más graves que justifican la destitución de cargos eclesios incluido el de los obispos y superiores. En este mismo aooo publicó la actualización que llamam ratio fundamentalis documento de la formación sacerdotal dentro de este documento, no 202iz la protec de los menores como parte de la forma informamiento que los Candidatos conocer sobre materia por primera vez un documento sobre formación sacerdotal subrayaba el papel de la prevención. Para finales del año 2017, Francisco intervino en el congreso sobre la dignidad del menor en el mundo
digital celebrado en Roma y en su discurso llamó la atención sobre incremento de la explotación sexual infantil y todas las dinámicas digitales que ponían en riesgo a los niños y a los adolescentes. De Igual manera, motivó a todas las instituciones que trabajan en bien de la infancia a unir esfuerzos para exigir políticas de prevención que aseguraran que los más de 800 millones de niños que navegan en la red estén en un ambiente protegido. Con la llegada entonces del 2018 pontificado de Francisco adquiri un tono diverso. Por eso en este sentido ubicamos dos Franciscos de frente
al tema de la prevención. É mismo narraba su conversión dentro de esta dinámica Que é mismo vivido. Tenemos a una versión, una perspectiva del Papa Francisco de frente a la prevención en los suontificad mientras que del 2018 al 25 tenemos una segunda versión con una segunda postura del desde su pontificado de frente al tema de la prevención. unas características ejemplo involucraba una actitud má personal decisiva ecutiva. Incluso esta segunda versión de Francisco tuvo como detonante la polémica desatada en su Visita a Chile debido a sus desafortunadas declaraciones sobre Juan Barros, el obispo de Osorno y
colaborador durante mucho tiempo del sacerdote Fernando Caradima, el má notorio agresor seual del país chileno. Desde ese tropiezo supo enendar su error. Primero accedió a reunirse con las víctimas tarde se llevó a cabo una investigación sobre los delitos de Caradima una vez terminada la Misión convoc la conferencia episcopal chilena en Roma donde esta reunión concluyo con la disposición de los cargos pastorales de todos los obispos chilenos a cargo del Santo Padre y la publicación de la carta al pueblo de Dios que peregrina en Chile. 19 fue clave, particularmente por la cumbre vaticana, donde todos los
presidentes de las conferencias episcopales del mundo se reunieron para abordar tema de la transparencia, la Responsabilidad de la rend de cuentas. A un mes de esa reunión internacional, el Papa dispuso una ley 269, una legislación protectora de menores para estado ciudad vaticano. Quisiera entre paréntesis señalar que el pontificado de Francisco fue ha sido el pontificado donde más leyes implementer de prevención de abuso sexual. A un mes entonces de esta reunión internacional el papa dispuso que la ley 269 hubiera una legislación protectora de menores y tardar entonces promulg la primera versi propio bosmundo de los má
importantes documentos sobre la protección de los niños y personas vulnerables que exige la implementación de estructuras estables y de fácil acceso para la recepción de las denuncias sobre los delitos sexuales de cada una de las Diócesis que contempla la obligación de cuidar a las 2019 proceso de reforma jurídica ha sido uno de los caminos de mayor claridad en los últimos delitos además de los documentos ya señalados se puede agregar por ejemplo lo del 2019 un punto importante que quisiera señalar de este documento es que facilitaba el acceso a los procesos y eliminaba el secreto pontificiorgar
una mayor transparencia Dentro de los procesos. Posteriormente se publicadem como un aporte pedagógico no normativo sobre la jurídico diis con falta de canonistas etera, tuviera un proceso jurídico claro en lo que deb realizar algunas otras reformas como la del código de derecho canónico del libro sexto y de las normas sobre los delitos más graves fueron documentos Para enfrentar los abusos sexuales al interno de la iglesia. Sin duda, en la época de Francisco, la visibilidad del problema fue mayor que nunca y la iglesia comenzó a alcanzar un punto de sensibilización suficiente como para actuar decididamente contra
este delito. demostró su voluntad de luchar contra esta lepra, abriendo procesos más humanos, más justos, luchando contra todo tipo de estructura, incluido Encubrimiento que hacen inalcanzable la justicia para las víctimas. El papa consciente que aú quedaba mucho por hacer estuvo siempre dispuesto a poner los recursos necesarios para enfrentar crimen. En este corto tiempo he intentado como hacer una brevísima semblanza de la prevención gestual se tradujo en horas estructuras que son herencia de su pontificado. Sin embargo, ninguna de ellas hubiera podido ser efectiva sin su cercan con las víctimas. Dentro de todos los mensajes que dirigi
nos anim a no dejarnos bajonear decir estado se viniera estado deo cayera cuando pensamos que no hay esperanza y también nos insisti en cuidarnos para seguir promoviendo una cultura del cuidado en nuestra iglesia papa a momentos críticos de enfermedad sieme estuvo abierto a recibirnos darnos palabras de aliento para continuar con nuestra labor creo que dentro de nuestra misión Sie siempre permanecer nosotros recuerdo de su vozes son apóstoles la preven iniciado y después de esta fumata blanca que recibimos recientemente es evidente que laa contra los abusos y la implementación de una cultura eclesial para el buen
trato. No ha terminado a faltao por hacer que Francisco desde cielo interceda para que las víctimas obtengan justicia que los agresores se Conviertan, que los líderes eclesiales, obispos y superiores se sensibilen y actúen y que nuestra misión no pierda la esperanza de seguir avanzandoas gracien y su Muito, muito obrigado, padre Daniel, graci, que que bonito é começar a a integrar a história, né, como foi falado desde o começo deste webinário, para melhorar, né? E acho que e e acho que é o uma apresentação muito boa, que com certeza contribui muito para que nosso Ânimo também
eh se mantenha neste apostolado da prevenção. Muito obrigado. Eh, e agora eu passo a palavra para o Nelson, né, que vai ser nosso último palestrante. Obrigado, Dante. Eh, quero agradecer a você, Daniel. Eh, seu espanhol foi compreensível. Espero que você me entenda, porque me ajudou muito. Eh, já quando foi compartilhado por parte do Daniel, o seu texto me Ajudou muito a descobrir novas coisas. Eh, inclusive quando você falou dessa questão da prevenção gestual, eh, para nós brasileiros, o fato do G ser H é às vezes difícil de compreender, mas assim, eu já traduzo em português
o que você quis dizer, prevenção gestual e pedido de perdão. Então, eh, quero agradecer também a você, eh, Maria Teresa. Você me fez e me confirmou aquilo que eu falei pro Dante, Pra Natália, José Augusto, não sei se estava junto quando me fizeram o convite. Eu não me sinto preparado, mesmo já estando quase 8 anos na comissão pontifícia, para fazer qualquer tipo de abordagem nesse sentido, porque ainda me sinto num processo de conversão, viu, Maria Teresa? Eh, esse tema, desde que eu recebi o convite para ser membro da comissão eh pontifícia, ou melhor, tive que
eh tive Não aceitei a a nomeação, foi algo que eu confesso muito novo. Honestamente não sabia da existência da comissão pontiícia. Então, portanto, eh, como já foi anunciado pelo pelo Dante, né? Eh, foi explicado pelo Dante, ela nasceu logo no início do pontific do pontificado de Papa Francisco e vim a saber de tudo isso que nós estamos escutando aqui agora, como tudo aquilo que eu estou escutando em todos os Encontros que se realizam duas vezes por ano em Roma. eh entre nós, os membros que são 20. E e eu estou vivendo esse processo de conversão
eh até agora e sinto que o que está acontecendo na igreja, o que está acontecendo aqui no Brasil e o que está acontecendo nas nossas comunidades e na minha comunidade passa por esse processo que o próprio próprio Papa Francisco eh [Música] Vivenciou. E por que que eu digo isso? Porque no primeiro encontro que nós, novos membros nomeados em 2019, 2018 pelo Papa Francisco, eh tivemos tivemos com ele, ele me ele me surpreendeu quando, num encontro quase, diria, paternal, ele não quis ler o seu discurso, guardou o seu papel no bolso e disse assim: "Eu quero
agradecer a todos vocês porque estão colocando as suas vidas A sua privacidade à disposição deste ministério que não é tão fácil. Ele queria dizer isso porque ele sabia que nós, como membros da comissão pontifícia, de todos os lugares por on de onde fomos chamados, eh iríamos ser ou fomos bombardeados pela mídia que queria saber eh entender e e não só, mas pela visibilidade que também era a intenção dessa nomeação que o Papa Francisco fez, desse, digamos, conselho que pudesse Ajudá-lo a enfrentar essa crise dos abusos sexuais no âmbito eclesial, eh nós eh, digamos assim, iríamos
entrar numa fase da nossa vida pessoal, eh, no sentido de onde nós estávamos, no meu caso aqui como membro da comissão eh único brasileiro, eh íamos ser abordados, procurados por vítimas de de abuso, pelos bispos que também querem entender como como enfrentar essa realidade, pelos superiores de comunidades de congregações, enfim, e Não foi diferente para mim. Então, eu tive que fazer um processo de aprendizado, né? E quero agradecer aqui a reconciliácio, que de certa forma nesses anos todos estamos caminhando juntos, né? E e para entrar assim eh dentro do do desse desse tema, eu queria
assim lembrar eh o e ler o artigo 2 da Vós Sois a Luz do Mundo, em que, como Daniel já nos explicou, o Papa pediu que eh todas as dioceses, todas as Comunidades, eh congregações todos os ambientes eclesiais criassem esses serviços de escuta. E o texto tá assim: as dioceses e as e individualmente ou em conjunto devem estabelecer dentro de um ano, a partir da entrada em vigor destas normas, um ou mais sistemas estáveis e facilmente acessíveis ao público para apresentar as assinalações, ou a gente pode traduzir por denúncias, inclusive Através da instituição de uma
peculiar repartição eclesiásticas e então, com essa esse moto próprio que o Papa escreveu, eh ele já deu assim, no meu modo de ver, uma indicação de um caminho para que as vítimas pudessem ter, como está escrito aqui, eh acesso à possibilidade de poderem se abrir. E durante esses anos, não sei como vocês estão vivendo isso nas vossas Comunidades, se fez um pouco de confusão em relação ao fato de que esse serviço diocesano ou da sua comunidade fosse também um serviço de investigação, quando não é, deve ser um outro grupo que faz a investigação. O serviço
de escuta é justamente aquele grupo de pessoas que eh criam um ambiente favorável para que as vítimas possam se sentir acolhidas e acreditadas, né? E nós estamos nesse processo, né, de aprendizado. E aqui eu Quero dar um testemunho pessoal em relação à minha comunidade eh nesse processo de conversão. Eh, eh, quando participei da primeira plenária da Comissão Pontifícia e logo da segunda, foi pedido que, eh, nós fizéssemos um projeto piloto aqui no Brasil de uma experiência, uma prática que já estava sendo usada em outros países, cujo enfrentamento dessa crise já estava mais avançada, que se
chama SAP, Survivor Adversary Panel. Foi até difícil de traduzir para o português, mas significa conselho consultivo de vítimas, uma experiência que foi de grande sucesso em vários países, mas queriam ver se em outros contextos assim culturais poderia dar certo. Então eu voltei com essa tarefa de casa aqui pro Brasil, não é, junto com várias comunidades, inclusive reconciliá estava junto e a gente criou eh eh aquele seminário sanando as próprias feridas, né, que muitos de Vocês participaram, me lembro a Maria Teresa estava, né, e também vocês do reconciliados. E foi se delineando assim a ideia da
gente criar aqui aqui no Brasil, não é, um escritório que desse assistência e atendesse ao pedido que num dos discursos que o Papa fez, os pedidos eh em que ele colocou o pedido que se ajudassem as dioceses, eh um dos pedidos que o Papa Fez à comissão Pontifí se ajudasse a as dioceses a criar esse sistema Escuta, né? Então, a partir do primeiro e do segundo seminário que nós fizemos sanando as próprias feridas, nasceu a ideia do núcleo Luxmund. Muitos de vocês conhecem, quem escuta pela primeira vez saiba que eh em um trabalho em parceria
entre CNBB e CRB, eh foi criado esse escritório sobre a coordenação da Dra. Eliana Decarne, né? que eh tem a a função, assim, o Objetivo específico de ajudar as as dioceses a criar suas diretrizes eh de proteção, a criar os seus sistemas de escuta, né, e a fazer esse trabalho de [Música] formação. Inclusive, Dra. Eliana até pediu para que eh avisasse a vocês que vou pedir a reconciliasse, né, que pudesse depois a gente divulgar um novo seminário que vai acontecer no dia 25 e 26 de eh junho. Eh, com a participação do nosso irmão, querido
padre Hansoner, Que já esteve aqui no Brasil naquela época no no seminário, né? Depois a gente vai compartilhar com vocês. Então, esse escritório que já completou seus 5 anos de vida, tá fazendo esse trabalho eh para para esse Brasil que é um continente, como disse o Daniel, né, e que eh tá sempre servindo de assessoria para todos aqueles que querem, como apóstolos da prevenção, eh seguir seguir o seu caminho, né, eh no sentido de eh fazer aquilo que o Papa Francisco Nos pediu. Eu penso que o Papa Francisco ele eh já trabalhou pensando na sua
morte, porque eh preocupado que a Comissão Pontifícia pudesse dar continuidade para depois da da sua passagem aqui nesta terra. E no momento em que estava sendo trabalhada, né, a reforma da cúria romana, muitos de vocês sabem que saiu aquele documento predicato evangelho. E Na sessão que falava do dicastério da doutrina da fé, o Papa Francisco e fez com que a Comissão Pontifícia pudesse estar eh como órgão independente, porém dentro de um dicastério, que é o que tem esses essa sessão disciplinar e que trabalha com essa questão diretamente dos casos específicos de abuso a nível a
nível mundial. Então, eu vou ler aqui só uma parte do enunciado do artigo 78, eh, que do predicato evangelho. Depois vocês podem, eh, mais aprofundar como o tema se tratava de legislação, ou seja, dos atos legislativos de Papa Francisco. Então, eu pensei que era interessante a gente colocar aqui, né? Então, no artigo tá dizendo assim: "Nicastério está instituída a pontifícia comissão para a tutela de menores, cuja missão é aconselhar e dar pareceres ao romano pontífice, bem como propor as Iniciativas mais oportunas para a salvaguarda dos menores e das pessoas vulneráveis. E depois nos próximos artigos,
não vai dar tempo da gente ler, ele eh detalha como que nós deveríamos continuar como um órgão eh independente para salvaguardar essa essa característica desse que a comissão deveria ter para poder justamente continuar em liberdade, oferecer, né, ao Papa, né, os o seu o seu a as suas Sugestões. né? E eh e depois dá outras outras determinações. Eu vou eu vou eu vou jogar entre eh aquilo que acontece com o que o Papa Francisco legislou, aquilo que acontece no Brasil e aquilo que eh a estou experimentando até como comunidade eh própria, né? Eh, queria aqui
colocar eh parte de outros dois discursos que o Papa Francisco fez para nós membros da comissão Pontifícia e um deles em abril de 2022, fazendo referência e explicando a decisão que ele tomou para que a comissão pontifícia pudesse continuar o seu trabalho para depois eh da sua morte. Então, nessa nesse discurso que ele fez no nosso penúltimo encontro com ele em abril de 2022, ele disse assim: "Agora eu gostaria de dizer uma palavra sobre o vosso futuro com a Constituição Apostólica Predicado Evangelho, estabeleci formalmente a comissão como parte da cura romana no âmbito do de
castério para a doutrina da fé. A comissão para a tutela dos menores foi instituída no de castério, que se ocupa dos abusos sexuais por parte dos por parte dos membros do clero. Ao mesmo tempo, fiz distinção entre a vossa direção e os vossos funcionários, e continuareis a Relacionar-vos diretamente comigo através do vosso presidente delegado, que é no caso atualmente o o cardeal Omale, né? está colocada ali porque não se poderia ter uma comissão satélite, ele até colocar coloca em aspas que se deslocasse sem estar ligada ao organograma. Está lá, mas com um presidente próprio nomeado
pelo Papa. Desejo que proponhais os melhores métodos para a Igreja, proteger os Menores e as pessoas vulneráveis, e que ajudeis os sobreviventes a sarar, tendo em conta que a justiça e a prevenção são complementares. De fato, o vosso serviço proporciona uma visão proativa e prospectiva das melhores práticas e procedimentos que podem ser implementadas em toda a igreja. E ainda nesse discurso ele lançou uma proposta que eu queria também eh diria assim anunciar para vocês verem como que Como efeito cascata isso está a aos poucos tomando eh atingindo assim toda a igreja. Ele diz assim: "As
sementes que foram lançadas estão a começar a dar bons frutos. A incidência de abusos contra menores por parte do clero tem mostrado um declínio durante vários anos nas partes do mundo onde existem dados e recursos fiáveis. Analmente, gostaria que me preparasses um relatório sobre as iniciativas da igreja para proteger os Menores e os adultos vulneráveis. Isto pode ser difícil no início, mas peço-vos que comeceis por onde é necessário para podermos fornecer um relatório fiável sobre o que acontece e o que precisa mudar para que as autoridades competentes possam agir. Então, o que que aconteceu no
ano passado? Já obedecendo a essa indicação e pedido do Papa Francisco, a Comissão Pontifícia lançou o primeiro relatório anual, eh, atingindo assim e várias Vários aspectos da igreja e envolvendo várias conferências episcopais, eh, organismos da cúria romana, eh a questão do setor das congregações, enfim. E agora nós estamos preparando o segundo relatório, que justamente ajuda a igreja como um todo a se avaliar, né, e fazer esse processo, como a Teresa falou, eh, de conversão. Meu tempo tá acabando, eu tinha preparado outras coisas, mas assim, eu gostaria de finalizar com Outro testemunho, eh, que tá ligado
a ao que o Papa falou no último discurso que ele teve conosco em maio de 2023, onde ele lançou três indicações. Não vou ler aqui agora porque não vai dar tempo. Peço só que vocês eh acessem, que é é algo assim extraordinário. É quase que um testamento em que ele propõe uma espiritualidade de reparação. Uma espiritualidade de Reparação. Você vai lá no site do Vaticano, clica lá no discursos e vai lá discurso em maio do Papa Francisco, a comissão Pontifícia, tá bom? E lá ele ele ele fala de todas essas coisas que a gente escutou
do Daniel, a gente escutou da Teresa, mas e assim e foca justamente nesse trabalho de nós conru construirmos laços e assumirmos a responsabilidade que é nossa, né? E nesses anos eu pude fazer essa experiência agora Recentemente, porque quando a gente colocou na nossa comunidade esse eh e-mail, porque quando ele fala de sistema acessível, significa que para cada uma das nossas comunidades, das dioceses, tem que tá claro lá pra comunidade depois de um ambiente de formação, que as pessoas podem fazer as suas assinalações. Então, claro, eu não posso dizer para os outros aquilo que eu não
faço. Então, nós fizemos na nossa Comunidade e eu não podia esperar que de imediato já acontecesse as primeiras assinalações. Vocês não imaginam qual foi a surpresa e a grande dor que nós passamos, eu pessoalmente, e, e, em geral, foi como uma bomba que explodiu, né? E e a gente precisou aprender e fazer esse processo de conversão, né? E eu eu me lembro que mesmo que não estando na gestão mais da obra, porque a gente já passou paraa segunda geração, mas eu senti-me impelido aí ao encontro Da vítima e simplesmente não procurar nenhuma justificativa e pedir
perdão. Perdão por esse meu irmão que fez isso com você. Eh, recentemente fiz essa experiência, ela me falou: "Você não imagina como isso tá servindo de consolo para mim, né? Porque eu achava que eu não ia ser acreditada". Eu achava que eu não ia, que não iam acreditar em mim, iam acreditar mais naquele outro irmão que tem uma autoridade, como a Teresa falou, que é superior e porque tem essa Autoridade, então pode tudo, né? E e eu percebi que já isso se eh se realizou, aquele processo que o Papa falou quando vocês forem acessar esse
documento, esse discurso último que ele fez paraa Comissão Pontifícia em maio de 2023. eh que só esse ato sem ainda todo processo de justiça e de só esse ato já acalma os corações, já alivia e já inicia um processo eh eu não diria de cura, mas de cicatrização, né? Bom, eu quero finalizar agora essa minha essa Minha fala dando o último testemunho que não será meu, né? Eh, anunciando aqui que no seminário que nós fizemos, quando tive a oportunidade de criar esse projeto piloto desse desse Conselho Consultivo de Vítimas, eh nós registramos o Test Vítimas,
né, e ele permitiu que fosse publicizado, né, então não tem nenhuma restrição, né, tem a permissão dele, né, e que eu queria terminar a minha fala eh com esse esse esse essa Atitude, esse procedimento, esse, como disse o Daniel, esse eh essa prevenção gestual, essa essa conversão, é dar voz às vítimas, fazer com que elas se sintam acolhidas, acreditadas, né, para que se inicie esse processo de reparação, né? Mas aí eu deixo aí para o Daniel para ele dizer quando que pode ser colocado aí como último momento da fala. Obrigado, viu? Muito obrigado, Nelson. Eh,
e vamos passar daqui a pouquinho esse vídeo e que também depois eh os que Vão assistir e no YouTube vão poder também acessar, vão colocar o link, mas agora só comentar que eu fiquei muito tocado com como coordenação, mas parece que tudo se encaixou, né? as falas de de todos, né, desde o José Augusto, eh, também vocês três. E me pareceu assim muito rico ir fazendo as as conexões das coisas valiosas que cada um tem no coração sobre este tema do do Papa Francisco e e o tema da prevenção, né? E como Nelson falou, eh,
vamos agora então passar para a segunda etapa. Para isso, agora a gravação