150 Trabalhadores de uma empresa do ramo da indústria extrativa no distrito de moati entet exigem Justiça suas indemnizações apôs despedimento sempre aviso os trabalhadores queixam-se também de tratamento diferenciado entre moçambicanos e estrangeiros são Trabalhadores de uma empresa subcontratada pela multinacional indiana Vulcan que explora o carvão mineral de moati nesta semana os trabalhadores teriam sido surpreendidos pela direção que sem alguma antecipação os despediu sendo que também se recusa a pagar as devidas indemnizações tal como contaram a nossa reportagem o primeiro ponto é despendimento sempre é aviso precisamos de explicação por é isso porque quando eles quiseram
nos contratar nos ligaram nos mimaram nos namoraram isso e nos conseguiram certeza pagamento de pré aviso eles dizem que não pode pagar pré-avisos mas de acordo com o estatuto Geral do Trabalhador disse que quem trabalha a menos de 6 meses tem direito de 7 dias de pagamento de pré-aviso quem trabalha acima de 6 meses tem direito de 15 dias de pagamento de pré-aviso quem trabalha 1 ano tem direito de 30 dias acima de 1 ano 60 dias o que aconteceu é que não tivemos o pré-aviso segunda-feira tivemos as mensagens no WhatsApp terça-feira quarta-feira né fomos
chamados ao escritório chegados aos escritórios fomos dito que nós não tínhamos nenhum direito não tínhamos nenhum direito que a empresa não ia pagar nenhum direito para nós não há problema nós só queremos os nossos direito e que nós acreditamos que a lei está do nosso lado então se o patrão não quer responder ninguém vai entrar na mina as atividades serão paralisar Nem que a gente esteja aqui todos os dias até o mês terminar estaremos aqui são mais de 100 Trabalhadores despedidos S um pré-aviso por uma empresa subcontratada por uma outra que atua no ramo da
indústria extrativa aqui em moatize uma das questões mais reclamadas pelos trabalhadores é o tratamento diferenciado entre moçambicanos e estrangeiros já basta estamos cansados de Humilhação exatamente se não há trabalho não há trabalho para todo mundo não pode não haver trabalho para mim mas há trabalho para filipinos como eles entram todos os dias eles têm privilégio vem aqui de avião só de eu sair de Maputo nem sequer dinheiro de passagem me mandaram eu tive que fazer minhas dívidas até chegar aqui de toda vez que foi feito um trabalho que não teve um bom sucesso o próprio
moçambicano que fez teve que responder mas de toda vez que fez esse trabalho com Bom Sucesso dia seguinte não é você que termina o trabalho vem pinta o Filipino ele é que entrega o trabalho será que servimos para isso na manhã desta sexta-feira posicionaram-se em capanga logo na entrada que dá acesso à empresa barrando a entrada de outros funcionários assim como da direção da empresa nós queremos saber por o tratamento diferenciado dentro da nossa entidade dentro do nosso país nós é que temos ser escravos nós é que temos que sofrer nós é que temos ser
maltratados dentro do nosso país come on não pode ser assim esse país é nosso esse país é a direção ateve local mas sem solucionar o problema tendo-se retirado logo que a equipa de reportagem da Miramar chegou ao local enquanto isso os trabalhadores dizem que irão inviabilizar as atividades até que haja algum consenso