e decodificando o DNA com mayana zatz o Olá professora vamos ao tema da sua coluna de hoje desde que foi iniciada a pandemia temos coletadas amostras em nonagenários e centenárias que foram curados da cop-19 alguns tiveram formas muito leve só ficava até assintomáticos apesar de expostos a pessoas contaminadas Não há dúvida que esses indivíduos longevos tem variantes genéticas de resistência e que aguenta qualquer desafogo do ambiente até um cubano a Deus a questão é saber que Genes são esses e qual mecanismo que usam para manter a resistência EA longevidade e uma pesquisa recente coordenada pelo
cientista italiano Paolo gargani publicada na revista e Life mostrou resultados interessantes incêndio e supercentenários que tiveram seus genomas sequenciados como é que foi feita a pesquisa os cientistas sequenciaram e analisar os genomas de 81 Centenários italianos que o Google com mais de 65 anos que eles classificaram como Ceni supercentenários e um grupo de supercentenários com mais de 110 anos eles compararam o seu genomas com um grupo de 36 pessoas saudáveis e venda na mesma região e como idade média de 68 anos e o que eles descobriram eles identificaram uma aliança em dois genes chamados seu
a um estk 17 A que eram mais frequentes nos indivíduos com mais de 65 anos e depois ele se comparar os achados com estudo genético que já havia sido feito previamente de 333 italianos Centenários e 358 indivíduos cuidar de média de 60 anos e os resultados então foram comprovados nessa outra mostra e qual é a função desse genes no caso do GPS tk17 a o centenário de um aumento nem é desse Gene esse Gene atua nos mecanismos de reparo de DNA que são um conjunto de processos pelo qual a célula identifica e corrige os danos
das moléculas de DNA que codifica o seu Genoma a gente sabe que a taxa de reparo do DNA Depende de muitos fatores inclusive o tipo de célula a idade celular e o meio extra-celular o ambiente e uma célula que acumula uma grande quantidade de danos no DNA o que eu não repare efetivamente os danos incorridos nele tem um dos três possíveis destinos ou um estado Irreversível de dormência que é conhecido como senescência o as células se suicida que conhecido como apoptose ou Morte celular programada ou carcinogênicos que a formação de câncer o que sabemos é
que os mecanismos de reparo de DNA que deve um prêmio Nobel aos seus descobridores em 2015 tornam-se menos eficientes o crescimento e sabe-se que vários genes que inicialmente foram demonstrados como influentes na longevidade estão envolvidos em proteção e reparo aos danos do DNA então o grande pulo do gato é saber como é que esse genes atuam e é nisso que os pesquisadores estão investindo Além disso o grupo de cientistas estudou também mutações somáticas os Centenários Isto é aquelas que não são herdadas pela linhagem germinativa mas que se acumulam nas nossas células com envelhecimento novamente o
estudo mostrou que o super idosos que o menos mutações em vários desses genes e como a maioria dos casos de Câncer São resultados mutações somáticas isso explicaria também a menor incidência de câncer nessa população Além disso o estudo mostrou que esse supercentenários tinham menor risco de doenças cardiovasculares nosso grupo já tinha iniciado o estudo o cenário antes da pandemia e conseguimos a recrutar 14 Centenários incluindo vários com mais de 65 anos após o início da pandemia e o nosso próximo passo é gerar diferentes linhagens celulares de Centenários e aprofundar nossos conhecimentos acerca dos mecanismos que
nos protegem não só da comida 19 mas de outras doenças infecciosas ou doenças relacionadas com o avançar da idade Afinal todos nós queremos ser premiados com o envelhecimento saudável a professora mayana zatz conversou comigo Fabiana Mares II e decodificando o DNA com mayana zatz [Música]