63 milhões de dólares. Esse é o valor de um processo que acaba de explodir na imprensa internacional e que foi revelado pelo portal econômico Bloomberg de muita credibilidade e que revela a como funciona a engenharia financeira por trás de uma das maiores transferências do futebol brasileiro, no caso a do Igor Jesus paraa Premier League. primeiro pra França, depois pra Premier League.
Enquanto isso, John Texor costura um acordo para salvar o seu império. E esse acordo com o Lyon, com a Ares, com a Iagra em torno de 100 milhões de dólares e os próprios sócios do clube estão estariam tentando sabotar esse plano do John Texor com a Áries. Segundo informações trazidas pelo jornalista Bernardo Gentile.
Rapaz, inclusive o Gentile chegou a dizer que o presidente do Botafogo foi expulso do camarote do John Texor, quando mesmo teria dito a ele que está negociando diretamente com a Áries. Será? O técnico tá virtualmente demitido.
A crise dentro de campo é enorme. O Botafogo não vence, ó, há um tempão. E aí, Martin Anselme?
Vai ser demitido, não vai ser demitido, meu amigo, é muita coisa pra gente tratar. O Botafogo não para. O Botafogo tá pegando fogo.
E é claro que a gente vai descascar todos esses abacaxis a partir de agora para vocês. Se você não me conhece, meu nome é Manuel Thiago. Eu tô aqui todos os dias trazendo para vocês dois conteúdos para você ficar por dentro de absolutamente tudo sobre o Botafogo de futebol de regatas.
Aqui você não perde absolutamente nada. Então já me segue aqui para você não perder nada. Todo dia tem dois conteúdos, um às 8:45 da manhã e outro às 18 horas.
Pessoal, tô com uma remite aqui, então qualquer coisa já sabe, né? É isso. Olha só, bomba internacional, né?
Vamos começar por esse assunto que é o escândalo que estourou sobre o Igor Jesus, um jogador que chegou de graça no Botafogo e vai terminar com uma venda pro Lyon para depois ser vendido pro pra Inglaterra. E no final das contas, os franceses estão devendo 63 milhões de dólares. Ninguém tá entendendo nada, mas o Lon está no banco dos réuss.
Aliás, conforme o próprio Gentile trouxe aí na live lá do Arena Alvin Negra, o Leon tá passando por maus bucados lá na França, Michele Kang, Conê, todo mundo tá passando um certo perrengue com ações judiciais que cada vez se avolunam mais, contestando uma série de questões relativas aos sócios do Texor. E isso pode ser o fiel da balança de muitas negociações que acontecem por aqui. Eu vou te contar agora o que não saiu ainda em nenhum programa, hein?
Porque o da forma como eu vou te contar, pelo menos detalhadamente, eu ainda não vi em nenhum lugar. Fica comigo que você vai entender. Fica comigo até o final.
Saiu na Bloomberg, um dos maiores portais, veículos de jornalismo econômico do planeta, de maior credibilidade, né? que o Lyon, clube francês que faz parte do multiclubes do John Texor, está sendo processado por 63 milhões de dólares. E no centro dessa história tá o nome que todo brasileiro conhece, Igor Jesus, convocado pra seleção brasileira, campeão da Libertadores e brasileiro pelo Botafogo em 2024 e hoje jogando no Notham Forest da Inglaterra.
Esse processo é um verdadeiro raio X perfeito de como funcionam as transferências bilionárias da era das safs e dos multiclubes. E não importa se você é botafoguense, flamenguista ou palmeirense. O que aconteceu aqui pode acontecer com qualquer clube que virá safe amanhã.
Presta bem atenção, porque essa aula vale ouro. Presta atenção nessa engenharia que ninguém te explicou. Eu vou destrinchar essa operação passo a passo para você.
Em outubro de 2024, o Lon e Botafogo firmaram um contrato de transferências pelo Igor Jesus no valor de 35 milhões de euros. Então o Lon compra o Igor Jesus, centroavante do Botafogo, que chegou absolutamente de graça no Botafogo por 35 milhões de euros, dividido em duas parcelas, tá? Duas parcelas.
A primeira deveria ter sido paga dois dias depois da assinatura. O Leon até hoje não pagou. Simples assim.
Enquanto o Botafogo precisava do dinheiro em caixa, ele e fez algo que é fora da rotina, né? Aliás, fez algo que é muito da rotina do mundo corporativo, mas inédito nessa escala de volume de dinheiro do futebol brasileiro. O Botafogo procurou um fundo de crédito chamado PRPF para fazer uma factoring, ou seja, fazer uma antecipação de recebíveis.
Uma vez que o Botafogo tinha 35 milhões para receber lá do Lon, o Botafogo antecipou esse crédito junto a esse fundo. O acordo foi reestruturado em dezembro de 2024. O Lon se comprometeu a pagar não mais os 35, agora 43 milhões de dólares em três parcelas anuais até 2027.
O Leon se comprometeu a pagar esse dinheiro. O Botafogo transferiu o direito do jogador, o direito de receber esses pagamentos para esse fundo. E o Lyon reconheceu formalmente que pagaria direto ao credor.
Ou seja, torcedor do Botafogo, presta bem atenção, o Botafogo converteu uma promessa de pagamento em dinheiro real. Isso é engenharia financeira de altíssimo nível. Não tô te dizendo que deu certo, mas a malandragem aqui foi muito grande, tá?
O tipo de operação que grupos como Manchester City, Red Bull fazem o tempo todo, mas aqui no Brasil isso ainda causa muito espanto, principalmente feito aí por clubes brasileiros, né? A porta fechada na França e a saída paraa Inglaterra. Como assim?
O desfecho dessa história do Igor Jesus parece roteiro de cinema. O Igor Jesus estava originalmente destinado a jogar no Lon, né? jogaria na França dentro do ecossistema do multiclubes do John Tex, mas o regulador francês bloqueou a transferência porque o Lon estava sob proibição de contratações.
A porta se fechou na França e se abriu na Inglaterra. O Igor acabou vendido ao Notham Forest e agora o fundo MC Credit Partners que comprou a dívida tá cobrando não 43, mas 63 milhões ao Leon. Quer dizer, o fato do Leon não ter pago 35 ao Botafogo foi terminar em 63 milhões de dívida.
É impressionante, né? Na minha análise, esse processo revela duas verdades fundamentais. Da primeira que o Botafogo gerou um valor real e histórico com Igor Jesus.
Eu não me recordo de nenhum clube brasileiro que tenha trazido um jogador de graça do mundo árabe ou de qualquer outro canto do planeta e que tenha conseguido vendê-lo por 35 milhões de euros. Muito menos que esse valor vai terminar em 63 milhões de euros. Eh, o ativo existia, a transferência aconteceu, o dinheiro era legítimo.
O problema não foi o Botafogo, foi a incapacidade do Lyon de honrar os seus compromissos, seja por falta de caixa, seja por vontade dos seus donos, ou ainda pelo bloqueio judicial, ou melhor, administrativo feito pelo fairplay financeiro francês. E a segunda verdade é que esse dinheiro não desapareceu, ele tá em uma disputa judicial e alguém vai ter que pagar. É exatamente esse tipo de valor que o John Texor pretende ir buscar no plano que eu vou te revelar a partir de agora.
Legal. Então vamos lá. Por que que o ele pretende buscar?
Porque se nunca foi pago, meu amigo, ele quer receber, você tá entendendo? Ainda que o crédito seja de terceiro e tudo mais. Eh, tudo que eu vou te dizer aqui são informações trazidas aí pelo Bernardo Gentille, tá?
Só para dar o crédito ao nosso amigo aí. o plano de 100 milhões de dólares, como Texor quer salvar o império dele, lógico, trazendo esses novos investidores e fazendo a conversão de dívida em equity, em ações da SAF Botafogo. Agora que você entender um pouquinho mais do tamanho desse buraco que vai muito além dos 63 milhões de euros do Igor Jesus, eu vou te mostrar o mapa da saída.
O Texor não tá parado, segundo informações divulgadas aí. Nessa quinta-feira lá no canal Arena Alvinegra, o americano tá executando um plano de três etapas para manter o controle do Botafogo e recapitalizar a SAF de verdade. O primeiro passo já tá em movimento.
O Texor levantou um empréstimo com fundos internacionais, colocou o dinheiro dentro do clube e agora quer converter essa dívida em participação acionária. linguagem de mercado financeiro, isso se chama adept to equity swap, ou seja, você transformar a dívida fazendo um swap em equity, em ações. Beleza?
é uma das ferramentas mais clássicas de reestruturação no mundo corporativo. Empresas em recuperação fazem isso o tempo inteiro. Você troca dívida por participação societária, fortalece o balanço patrimonial, traz investidores comprometidos com projeto de longo prazo.
Se funcionar, o Botafogo ganha fôlego imediato e novos sócios com skin the game, ou seja, com a pele deles em jogo. Porque se vier varada, vem, ó, no lombo deles, tá legal? Eh, como dizem os americanos, né?
Skin the game, não é promessa de PowerPoint, não é dinheiro na conta. O segundo passo desse plano do John Tex é fechar um acordo definitivo com a Aries. O fundo americano é credor do John Texon, ele tem como principal adversário dele na disputa pelo e é o principal adversário dele na disputa pelo controle da Eagle Fball.
E é aqui que a informação é pesada. Nos bastidores já se fala, segundo Bernardo Antigo, que existe um acordo verbal entre o Textor e a Áries. Verbal, ou seja, ainda não assinado.
Ainda naquele terreno onde você decide se acredita ou não, é a definição do próprio Bernardo Gentile. E é legal falar isso por no caso do Tairo Arruda, o acordo entre o Tairo e a Áries existia também era verbal. E olha como que terminou.
Então, entre um acordo verbal existir. E eu não tô dizendo que eu tenho informação de que ele exista, mas partindo do pressuposto que esse acordo Tex Horári existe nos bastidores, entre ele se concretizar e de e entre ele existir e ele se concretizar, de fato, vai uma galáxia de distância e muitas coisas podem acontecer. Mas a lógica de mercado até que faz sentido.
A Áries tá sob pressão lá na França, pelo menos segundo as informações trazidas aí pelo Gentile, né? São múltiplas ações judiciais, incluindo uma do próprio Texor, acusando o fundo de irregularidades para afastá-lo do Leon. Se o regulador francês apertar o cerco, a Áries pode se ver encorralada.
E quando um fundo de investimento institucional se vê encorralado, ele não briga até o final. Ele negocia uma saída inteligente, uma saída onde ele corte os prejuízos, porque é isso que grandes fundos internacionais, financeiros fazem. Eles não quer, eles não jogam para perder dinheiro, eles não vão até o final.
Porque o litígio pro fundo de investimento, na prática, se traduz em custo operacional pros seus acionistas. E os acionistas não investem em fundos de investimento para terem custos operacionais, muito pelo contrário, eles investem para ter lucro. Legal?
Então você tem aí também um risco reputacional para Áries muito grande. Duas coisas que gestoras de dinheiro detestam, mais do que prejuízo. Quanto pior para Áries na Europa, mais poder de barganha o Texor tem para negociar termos favoráveis.
Legal. E o terceiro e último passo desse plano ambicioso do John Textor é buscar o dinheiro do Botafogo lá no Leon. As contas do Caixa Único entre Botafogo e Lon estão sendo auditadas e o saldo preliminar mostra um crédito para o Botafogo na ordem de 35 milhões de dólares.
O Botafogo, na realidade tem 100 milhões para poder entrar. Só que o Botafogo tem também um dinheiro a pagar e o saldos seriam de 13 de 35 milhões de dólares. Se você pegar aí a cotação do dólar hoje, né?
Pega aí 35, pegar aqui, ó, 35 e multiplicar por 5,22, você tá falando em R$ 182 milhõesais. Eu tenho informação, e aí é informação minha, que o Botafogo para nesse momento, na posição do Botafogo agora, depois dos 25 milhões de dólares que entraram, pro Botafogo poder fechar o ano, o Botafogo precisa de R$ 600 milhõesais. Veja bem, ainda que o Texor conseguisse esses 35 milhões de de dólares, que nem é muito dinheiro, é um jogador que o Leon compra, não é muito dinheiro.
Se ele consegue isso, entram 200, ainda faltam 400. Significa dizer que os sócios novos, além dos 25 milhões de dólares que já colocaram, teriam que colocar, aportar pelo menos mais R$ 400 milhões deais. Foi o valor que o Texon pagou lá atrás, né?
Aqui naqueles 400 milhões de entrada pelo Botafogo, né? Que era o mínimo de investimento no Botafogo. Pelo menos R$ 400 milhões deais para fechar a conta do ano, tá?
Não se engane. Não é para fazer janela, investir em CT, investir em jogador, não é para não cair em transfer Band de Luís Henrique, de Almada, de Artur, né, de Cuiabano, dessa galera aí. Beleza?
Então, na minha análise, se os três passos se concretizarem, os novos investidores entrando, o acordo com a Áries assinado e dinheiro do Leon recuperado, o Botafogo pode sair dessa crise não apenas viva, mas uma saf até relativamente bem eh capitalizada. Mas aqui, cara, essa é a história bonita, beleza? Essa é a história bonita.
É que é a que aquela famosa forma de contar a história onde tudo dá certo, né? Tudo deu certo. Ar topou um excelente acordo nos termos que o John Textor quis.
As ações judiciais e administrativas na França, todas foram contrárias aos sócios do Texor, pressionando os sócios do Texor a buscar o melhor acordo mais rápido possível, né? os sócios do Textor aceitando aportar a quantidade de dinheiro que for para salvar o Botafogo. Gente, na boa, vocês acreditam mesmo que tudo vai acontecer dentro do melhor cenário possível?
A gente sabe que a realidade não é assim. A gente sabe que na dinâmica do dia a dia problemas acontecem, acordos não são cumpridos, né? Uma série de problemas vê acontecendo no dia a dia aí que afastam a realidade do mundo ideal.
Primeiro, a gente não sabe se esse acordo entre Texor e Áries existe. Segundo, eu consultei depois de ver as informações do Bernardo Gentil, o social. O social me garantiu que não existe acordo nenhum com a Áries.
Beleza? Eh, então, então assim, eu não, cada um com a sua apuração e tá tudo bem, tá? O social, ele unilateralmente social.
Áries, não existe acordo. O que teve de acordo entre Áries e Social, talvez possa ter sido lá na época do Tyo, porque quando Tairo negocia com a Ares essa situação para derrubar o Texor, o social apoiou o Tyro durante um tempo até descobrir que tinham mais elementos nessa história que o social desconhecia. E aí quando ele tomou conhecimento, ele preferiu não seguir em frente.
Aí a gente pode julgar aqui se fez certo de não ter seguido em frente, se tinha motivos suficientes para não seguir em frente, se não teria sido melhor seguir em frente mesmo assim. Aí é uma outra discussão. Então o que tá posto na mesa hoje do Botafogo é essa situação.
O John Texon tem um plano. Muita gente diz que esse plano tá amadurecendo. Os ventos parecem até eh ventar a favor do John Texor lá na França até, mas assim, a gente ainda tem poucos elementos para poder dizer que isso é real, tá?
Eh, por mais que o Bernardo Antío tenha trazido as informações e a gente quer acreditar nelas no sentido de que lá na França as coisas estejam realmente apertadas pros sócios deles, no final do dia, eu não tenho uma uma sentença, eu não tenho uma decisão administrativa, eu não tenho um fato concreto que me mostre que, de fato, os sócios dele lá estão pressionados. Perfeito. A gente também não tem o fato concreto de que o John Texel tem esse acordo com a Áries.
Pode ser que não tenha. Quantas vezes foram verbalizadas por diversas fontes que haviam acordos entre Botafogo e Áries, Textor e Áis, que o Texou a vir do Brasil dizer que na segunda-feira as ações judiciais iam todas cair e no final das contas todas as vezes que surgiu esse papo de que tinha um acordo eh feito nos bastidores, esses acordos na prática nunca se deram por concretos, nunca aconteceram de forma concreta. Então, é claro que a gente tem todo o motivo do mundo para dar uma desconfiada, né?
Para dar uma desconfiada. Será que existe mesmo esse acordo? Outra coisa, ah, por que que o social tá tentando um acordo com a área, se é que tá tentando, né?
Mas tô trabalhando com a informação que o Gentile trouxe, tentando aproveitar aqui a apuração dele paraa gente poder refletir sobre esse assunto juntos, porque como eu sempre te digo, a gente aqui com muita responsabilidade, precisa ouvir todos os lados, beleza? Todos os lados sempre. Mas vamos lá.
O que que o social, tá negociando então com a as O quer tirar o John Tex. Tá muito claro, mas isso aí eu já falo para vocês, ó. Quem acompanha o canal do Manel sabe desde mínimo, para não falar que eu falo já desde novembro, desde outubro.
Por quê? Porque o houve uma quebra de confiança no final do ano passado. Eu já expliquei isso para vocês, né?
O social começou a descobrir que o John Texon tava escondendo uma série de documentações, dívidas e uma série de coisas. Texon foi excluindo o social sobre fatos que são muito relevantes. Você não pode esconder dívida dos seus sócios, não.
Não é assim que funciona, tá? Ah, mas é sócio minoritário. Sócio minoritário tem direitos dentro do direito societário.
Sócios minoritários têm direitos. E o direito dele não é apanhar e ficar calado, é abrir as contas, é ter acesso aos aos documentos, é opinar em assembleia, é votar, é apontar soluções, é teu sócio. Beleza?
Então a palavra final pode ser até sua, mas você não pode simplesmente esconder informações, só negar as informações, né? Então tem toda essa situação que o que o social busca uma alternativa ao John Texor, isso tá muito claro há muito tempo. E aí a provocação que o Bernardo Gentil faz e que eu acho que é muito legítima é cadê esse comprador que o social tá buscando?
Eu acho que o social peca aqui. Não adianta só ficar embarrerando a vida do John Texor e não apresentar o comprador. Tem que apresentar o comprador.
Eu tenho informação, eu já trouxe aqui em outros vídeos, de que o Botafogo negocia com compradores, com investidores interessados. E a maior prova de que isso está em curso é que o próprio T Arruda tinha conseguido esses financiamentos para tirar o John Textor. Tava tudo certo há 40 dias atrás.
Já era pra gente estar 40 dias sem John Texor no Botafogo. Tudo isso já tava pronto. Prestes a aconteceram, mas teve um linguar que abriu a boca e aí melou todo o negócio.
Essa que é a grande realidade. A fofoca destruiu o plano. Doa quem doer.
Essa é a realidade. Beleza? Então assim, é por isso que tem que ter muito cuidado no controle da informação.
Agora o Botafogo tá negociando. Aqueles investidores que estavam interessados lá atrás e que o negócio melou, será que eles não teriam interesse agora de novo? Tem muita coisa aí no meio do caminho, cara.
Tem muita coisa acontecendo. Então também não é que o social tá viajando sem terem conversas com ninguém. Só que as coisas precisam amadurecer, entendeu?
Ah, mas e o Botafogo dentro de campo, cara? Aí, desculpa, mas não foi o social que botou o Botafogo nesse perrangue, é o John Textor. Aí o John Texton cria uma confusão danada e a gente é obrigado a aceitar qualquer coisa enquanto torcida do Botafogo para ele poder ficar se livrando das besteiras que ele faz.
Ele que apareça com dinheiro saudável, não dinheiro lesivo ao Botafogo. É mais ou menos por aí, pessoal. Me conta aqui nos comentários o que que vocês estão achando dessa fofoca toda aí.
Um grande abraço para vocês que ficam e fui.