ele é o pequeno leão da mata atlântica famoso no mundo inteiro o mico leão dourado só existe na natureza um único lugar o norte do rio de janeiro a espécie quase desapareceu mas retorno firme e forte ainda assim ele enfrenta um desafio para escapar do risco de extinção é o que você vai ver no capítulo de hoje a nossa série especial foram muito mil quilômetros desde os estados unidos pra fotografar um bicho brasileiro que só existe nesta região do rio de janeiro ainda bem que ela não perdeu a viagem [Música] fiquei tão entusiasmada e as
fotos saíram tremidas diz a americana o esforço de 30 anos para salvar o mico-leão-dourado mobilizou o mundo zoológicos de todos os cantos faltaram animais que estavam em cativeiro para ajudar no projeto seu joão e dona graça também participam eles cuidam de um dos viveiros que produzem mudas nativas da mata atlântica para replantio na região um dos alimentos preferidos do mico é o ingá o seu joão subir se não tiver comida alimentação dele próprio que o flamengo gosta pra comer como é que o senhor se sente alimentando o mico na bacana isso me sinto religião entre
eles que eu gosto muito da natureza eu nasci na roça brava lá em minas milan tinha muito macaco eu brincava muito com ele quando era criança a mata atlântica é tão importante para o mico leão quanto um mico leão para a mata e come mais de 60 espécies de plantas e ajuda a espalhar as sementes pelas florestas tona graças sabe se a gente ajudar o macaco ele nos ajuda é que preservando uma carga preservando a nós mesmos porque a gente planta para o macaco a gente pronta pra água e água também é o nosso extenso
o mico sobrevive em oito municípios do interior do rio de janeiro é onde fica a lagoa de juturnaíba responsável pelo abastecimento de 700 mil pessoas 90% de toda a região dos lagos [Música] uma coisa é tentar outro ele na oração e as pessoas não vão ver muito esse lar num mas vê mas sim o lado assim macatuba x 100 m peito de matar com de água nisso um recenseamento mais recente mostra que a população do mico-leão-dourado atingiu três mil e duzentos animais em 2014 na década de 70 eram apenas 200 mas eles continuam ameaçados de
extinção porque vivem um fragmento de floresta separados por áreas desmatadas onde hoje há pastos você se pergunta porque é que o mico não atravessa esse pasto entre outros motivos porque ele tem medo dos predadores dos gaviões das boias nos cães domésticos e aí é preciso fazer um reimplante um corredor florestal as fotos de satélite mostram que é um trabalho de paciência e longo prazo que conta com o apoio de proprietários rurais da região por exemplo o corredor pequeno como e se conecta ao redor de 20 e 30 hectares conecta mais de 5 mil hectares uma
pequena ferramenta para conexão de um tubo de um grande mas isso quando dá certo o trabalho de nelson é convencer pequenos agricultores adotar a chamada agrofloresta foi o que fez eu ataliba sem derrubar as árvores ele produz alimentos que garantem o sustento da família e domingo e olha que tudo isso aqui já foi um passo dos micos passam por aqui por ter abundância de conduta tac a que eles acham as frutas as bananas do seu calibre me sinto aqui comigo é minha é a goiaba eles acham comida que tanto esforço e enfrenta agora o seu
maior desafio é a duplicação da rodovia br-101 que corta os municípios onde o mico-leão-dourado vivi até agora a obra foi feita sem o cumprimento da exigência ambiental que para este trecho previa uma passagem para a fauna ambientalistas sugerem um viaduto vegetadas construções como esta são comuns na europa e nos estados unidos desde os anos 50 aqui a passarela dos bichos cumpriria um papel decisivo juntaria à população original de micros da reserva do poço das antas que tem 450 indivíduos nativos com descendentes dos animais que foram trazidos de fora de volta para o brasil hoje os
bichos que tentam cruzar a rodovia muitas vezes acabam afim atropelados pra eles atravessar é garantir o futuro da espécie através de cruzamentos entre grupos diferentes o que é importante juntar os nicks dali os beats de cá justamente por isso porque há uma diversidade genética que a gente precisa manter sem isso não adianta a gente ter pequenas ilhas de floresta com muitos animais eles não são sustentáveis eles não vão sobreviver a longo prazo porque as famílias vão começar a ter filho entre elas vamos começar a ter o mesmo problema genético que os humanos também têm ana
tem esperança na sobrevivência da espécie ela começou a investir no turismo ambiental quando a extinção do mico leão dourado ainda era uma ameaça iminente o river está temos atividade que tem condições está recebendo pessoas então a gente recebe estrangeiros que vêm veiculando uma associação uma relação direta com a atividade enquanto isso a notícia de que o brasil conseguiu salvar o bicho da ameaça extrema já se espalhou o grupo que veio de vermont nos estados unidos quer ver um mico bem de perto é a equipe usa antena que deve nos levar até um grupo de animais
monitorados caminhamos por um fragmento de floresta vencemos obstáculos para avançar na mata a notícia não é muito boa para os norte americanos [Música] quem achou que ia te fácil uma aventura e tanto né até a recompensa no fim ele desperta vencendo a lama e os esquilos a gente se aproxima logo uma família de bicos aparece olha só a graça eles chegam perto da gente as marcas escuras do peru não são naturais é a forma que os pesquisadores encontraram de reconhecer cada um deles acompanhando o comportamento dos micos e de suas famílias as marcas são a
identificação do luso de bebidas no grupo a marca que ele tem um rabo mas a peça o dividido em quatro parcelas com a parte né e é esse identifico me com o grupo e as marcas no corpo é do grupo todo por cada grupo tem uma passo a marca no corpo os turistas induzia vão a dois filhotes no grupo obs a mãe deixou cair um deles a existência dos bebês é um bom sinal eles são indicadores da saúde da floresta também né mas atualmente eles não estão tendo muita escolha não estão tendo que viver no
que ainda tem mas a presença do mico leão na área a gente pode indicar se a maré uma mata que tem condições para outras espécies também sobreviveram [Música] antes da gente embora a turma da associação mico-leão-dourado repete uma rotina neste fragmento da floresta isso acontece duas vezes por semana pendurar padanas pra complementar a dieta dos bichos a sobrevivência de longo prazo só estará garantida quando ele estiver em uma área contínua de pelo menos 25 mil hectares espero que quando a gente chega na nossa meta é que seria em 2005 a gente tenha conseguido tirar um
mícron é dada no da lista vermelha de que a gente tem o que ele precisa de floresta pra sobreviver e conectadas do jeito que tem que ser pra que a gente consegue salvar a espécie [Música]