então iniciando com as meninges as meninges são um conjunto de membranas que envolvem completamente o sistema nervoso central essas membranas elas são formadas por um tecido conjuntivo ou seja um tecido rico em colágeno em fibras elásticas e a as meninas têm como característica isolar e proteger o sistema nervoso central então quando eu falo sistema nervoso central quando a gente fala de meninge na verdade geralmente a gente vê uma imagem do cérebro né do crânio melhor dizendo mas as meninas elas protegem todo o sistema nervoso central incluindo a medula espinal tá então elas revestem tanto o
encéfalo quanto a medula espinal com obviamente algumas diferenças entre entre essas duas regiões do sistema nervoso central mas revestem tanto encéfalo tanto medo de final são três membranas são três subdivisões das menininhas a gente tem a mais externa delas em contato direto com a com a o crânio conhecido como dura-mater a mais interna em contato direto com o tecido nervoso é chamada de pia-mater e a camada Central é a conhecida como aracnoide tá que tá aqui representada por essa região então aqui a dura-mater aqui era aracnoide e essa mais internazinha aqui bem fininha em contatos
já direto com o tecido cerebral no caso da imagem é o que a gente chama de pia-mater essas regiões então aqui a mesma imagem que eu mostrei para vocês anteriormente só que um pouco mais maior aumento tá elas fazem a conexão entre o osso e o tecido nervoso entre o osso e o tecido cerebral E aí é importante que a gente tenha dura-mater em contato íntimo com osso justamente para absorver possíveis impactos que a caixa craniana recebo e não transmitir esse Impacto para o tecido tá acontecido nervoso então obviamente Elas têm essa uma das funções
essa função mecânica função física mas ela tem função também microbiológica por exemplo impede a entrada de microrganismos e uma função até mesmo de impedir aderência né do tecido nervoso com o osso porque você tem ali uma estrutura que desliza impedindo que essa estrutura de sofram aderência Então a gente tem aqui dura-mater novamente aqui era acnoide e essa mais interna a piemada esse espaço aqui é o espaço que a gente espaço sub-racnoide porque ele fica baixo da aracnoide e é onde a gente tem o famoso líquido céfalo raquidiano ou simplesmente licor que a gente vai falar
mais adiante que ele mostra que ele fala com uma peça de um inseto tá muito recente ali dá para ver as três camadas na verdade a pia mata é muito difícil de ver ela é muito é uma membranatas não é não é colada no crânio no osso ela fica no próprio então eu vou falar para vocês que na verdade é dura nata ela é subdividida em duas em dois folhetos um fica colado no crânio Então essas são as três divisões a duramata é a camada mais externa como eu já falei ela é bastante resistente porque
ela tem uma grande quantidade de tecido fibroso tá então ela tem essa característica mesmo de conferir resistência e ela é conhecida como Parque meninge que é a camada mais externa Já aracnoide que é intermediária e a Mata que é interna elas são camadas mais finas mais delicadas e essas duas em conjunto são conhecidas como leptos meningite [Música] Então essas duas em conjunto formam que a gente chama de leptomania vamos falar um pouquinho então especificamente de cada uma delas a dura-mater é a mais externa e é a que tem o tecido mais rígido Tá mas é
resistente melhor dizendo rígido não mais resistente Ela é formada por um tecido conjuntivo denso muito rico em fibra colágeno Lembrando que a fibra colágena é uma fibra que confere estrutura né confere resistência aos tecidos Então ela confere essa Resistência dura-mater é altamente uma estrutura altamente vascularizada em especial pela artéria menininha média eu vou mostrar uma imagem da artéria mais adiante e no encéfalo ou seja em todo o cérebro tronco encefálico em cerebelo a gente tem hidromar ter formada por dois folhetos diferentes o folheto mais externo que é esse folheto aqui que tá em contato íntimo
com o osso ele na verdade ele é até considerado parte do osso tá ele é uma parte do revestimento interno dos ossos que é chamado de periótipo interno então que a gente chama de camada externa da dura-mater ela faz uma ligação muito intensa né Muito forte com os ossos um osso crânio né E ela é inclusive considerada parte desse osso parte do revestimento interno do crânio e o folheto interno da dura-mater que é chamado de folheto meninge que é esse que fica aqui ele é mais interno e tá em contato também chamado de folheto interno
em contato com aracnoide como eu falei folhas externo ele é fortemente aderido a face interna dos ossos do crânio numa outra imagens esquemática a gente consegue ver que aqui ó é o osso então aqui é o crânio aqui a gente tem a dura mata ele nesse roxo né nesse lilás e essa parte que está em contato íntimo com os ossos do crânio é o que a gente chama de folheto externo e o folheto que tá em contato direto com aracnoide ou chamado folheto interno e aí que a gente tem aracnoide em verde havia Mata essa
aqui é artéria que tem a principal fonte de irrigação de vascularização para as meninges que a artéria meninge a média ela sai daqui ó e vai fazer nessa árvore de irrigação onde vai fornecendo oxigênio e nutrientes e recolhendo as discretas e o gás carbônico do tecido Mundial [Música] em termos de vascularização a dura-mater ela tem uma vascularização bastante intensa em especial é conferida pelo nervo trigêmeo então o nervo trigêmeo ele tem como função inervar a dura-mater E aí a gente tem uma característica interessante até a nível Clínico de se observar que é o seguinte o
encéfalo ele quase não possui terminação nervosa sensitiva ou seja toda a nossa inovação sensitiva ela passa via medula ela não vai direto para o cérebro tá ela passa via medula e da medula faz conexão com as vias superiores então direto da Periferia né do ambiente para o cérebro a gente não tem esse tipo de inervação a gente não tem fibra nervosa sensitiva indo direto para o encéfalo portanto praticamente toda a sensibilidade entra craniana se localiza na dura mata e é o que é organiza essa região pela maioria dos quadros de dores de cabeça como é
que funciona a dor de cabeça então por exemplo uma pessoa que sofre de enxaqueca com sensibilidade a luz tá então a fotofobia quando a luz entra pela pelo pelos olhos a gente tem a sensibilidade Então as fibras nervosas sensitivas são ativadas e por algum motivo que ainda não se sabe exatamente qual é para algumas pessoas o nervo trigêmeo ele sofre hiperativação nessas pessoas que têm quadros de enxaqueca E aí esse nervo trigénio hiperativado vai levar uma resposta de vaso dilatação para os vasos que irrigam a dura-mater E aí quando o vaso dilata ele comprime o
tecido nervoso ele cumprime as estruturas nervosas dando a sensação de dor e aí a dor de cabeça em especial a isso que eu tô falando da enxaqueca tanto que a enxaqueca Ela é conhecida por uma dor que é Sátiro se você encosta a pessoa que tem enxaqueca se você encosta sente a pressão ali do sangue né sente a pulsação do sangue é bastante Evidente porque a gente está tendo uma vaso dilatação das artérias que irrigam a dura-mater Então essa dor ela é essa sensibilidade ela é praticamente toda responsável pelos quadros de dores de cabeça que
a gente observa aí nos pacientes Isso é o que a gente fala em relação ao encéfalo tá em relação a medula espinal a dura mata na medula espinal ela não apresenta dois folhetos como a gente tem lá no encéfalo que tem folheto mais externo que tá em contato com periós e o folheto mais interno em contato com aracnoide isso não acontece no medidor de final a gente tem um único folheto que seria o correspondente a continuação do folheto meníngio tal folheto mais interno o folheto externo ele desaparece E aí aqui esse folheto mais interno se
continua do encéfalo para medula espinal e vai Abraçando a medula espinal E aí aqui logo embaixo a gente já vieram aqui e mais interno Onde se localiza a piamater então no canal vertebral a gente só tem um folheto que é o correspondente ao folheto menininho ajuda dura mata craniana [Música] Alguns alguns pacientes desenvolvem o quadro de um hematoma que a gente chama de hematoma subdural e aí só para já antecipar o que eu vou falar um pouquinho mais adiante essa região subdural como o nome já sugere é a região fica abaixo da dura-mater por isso
subre Durão em paciente saudáveis essa região esse espaço subdural né é um espaço que a gente diz ser virtual ou seja ele praticamente não existe porque percebam que a assim que dura madeira acaba já logo começa aracnoide então esse espaço subdural Ele ficaria aqui ó entre a dura-mater e aracnoide só que ele é um espaço que de fato não existe tá ele tem essa nomenclatura mas em pacientes saudáveis esse espaço ele não deve existir quando acontece uma hemorragia por exemplo pode ser por um avè né um acidente vascular encefálico ou um traumatismo craniano é muito
comum pessoa que sofre Impacto físico e faz um traumatismo craniano e os vasos lembre-se que a dura Master é uma estrutura altamente vascularizada pela artéria menininha média quando esses vasos se rompem eles fazem uma hemorragia um quadro de hemorragia e esse sangue ao coagular né ao ficar ali sem ser absorvido adequadamente faz um hematoma e esse hematoma subdural é o que causa muitas das vezes comprometimentos de consequências né as os quadros clínicos consequentes de um ave de uma de um traumatismo porque você está tendo compressão de ter sido nervoso e aí esse hematoma se não
for drenado ou se não for solucionado ele causa ele vai comprimir tecido nervoso e vai por exemplo se eu tiver comprimindo a região ali responsável pela fala ele vai provocar alguma efeito colateral a nível de fala e assim por diante numa imagem de ressonância nuclear magnética essa região que está apontada aqui pela seta é justamente a região de hematoma subdural então é onde o sangue se acumulou E aí percebam inclusive que nesse lado onde não teve prejuízo a estrutura nervosa os giros eles estão bem definidos bem delimitados bem demarcados nesse lado de cá onde o
hematoma se estabeleceu a gente tem quem chama de pagamento do giros ao pagamento do tecido nervoso porque a gente quase não vê mais esse giros por conta dessa compressão do tecido do tecido nervoso causado pelo hematoma alguma dúvida aí por enquanto em relação a gramática professora e nesse igual no nesse slide anterior de [Música] nos outros não isso pode causar essas coisas assim se não for você diz o hematoma é se ele não for resolvido sim você pode ter várias consequências na verdade a perda de memória é o menos grave né porque você vai ter
compressão tipo assim porque tem a ver com o sucos estarem quase assim Então o texto nervoso ele é bastante plástico tá sendo que ele tem bastante é difícil explicar a palavra plasticidade mas ele tem bastante ele consegue se modificar bastante tá e se esse hematoma for resolvido a tempo solucionado a tempo isso eu tô falando gente questão de algumas horas a poucos dias né você conseguir solucionar esse hematoma o tecido ele retorna ao confirmação original e aí a pessoa provavelmente não vai ter nenhuma nenhuma alteração agora alguma alguns quadros você leva a necrose até por
uma questão de compressão ali de falta de irrigação vai levar hipótese E aí você pode levar necrose de algumas regiões incluindo a região por exemplo responsável pela memória Aí sim se essa região que foi comprometida por necrose aí não tem jeito aí essa região foi perdida porque não tem como recuperar o tecido perdido na necrose tipo assim como é que a pessoa sabe que ela tá com isso que Dá tipo uns sintomas ela sentiu que uma pressão exatamente você tem uma pressão intracraniana muito grande uma forte dor de cabeça porque eu estou tendo compressão de
nervo então uma dor de cabeça muito forte muito intensa eu digo isso até por [Música] experiência própria minha mãe há dois anos teve um acidente vascular encefálico e ela mandou de cabeça muito forte aí quando chegou no hospital viu que realmente tinha um hematoma e ele precisa drenar Então a primeira coisa que precisa fazer com urgência é drenar esse hematoma para tirar esse excesso de líquido porque isso gera uma pressão intracraniana muito grande a forma a sintomatologia é essa são eventos na verdade neurológicos então dor de cabeça você começa a ter comprometimento de fala a
pessoa começa até aquela aquela M paraisia que a gente vê tipo de um paciente que tem um AVC por exemplo né de um lado que é mais importado você precisa falar embolado a pessoa começa a não ter muito falar coisas sem sentido Então são todos sintomas neurológicos e que podem ser decorrentes eu tô dando exemplo do AVC Tá mas o AVC não é o único quadro que leva a um hematoma uma pancada também leva então qualquer ruptura de vaso leva a uma um hematoma é claro que quando a gente fala de acidente vascular cerebral hemorrágico
é porque teve uma um sangramento existe um acidente vascular você fala isquêmico que não é por sangramento que é só por uma obstrução do vaso é mais no caso de um sangra mento ele provoca um hematoma e pode ser tipo que a pessoa só uma dor de cabeça e tal ela tem a dor de cabeça mas sintoma junto aí vai depender da extensão dependendo de dor de cabeça a pessoa só vai tomar um remédio e vai ficar em casa exatamente Então depende muito da extensão alguns hematomas inclusive ele se absorvem sozinhos e a pessoa Às
vezes sente uma dor de cabeça e de tão pequeno que ele foi Não teve consequência nenhuma e a pessoa nem sabe às vezes só se acontecer alguma coisa dela fazer uma ressonância mais para frente aí vai descobrir ali que teve um hematoma mas muitas vezes o grau de sangramento for pequeno ela vai sentir uma leve dor de cabeça e pronto vida que segue ela não vai nem saber agora se for um grau de extensão sangramento grande aí ela vai quanto maior a extensão do sangramento maiores os sintomas neurológicos que ela vai desenvolver Bom falando a
gente vai voltar a falar um pouquinho dessa questão ainda mais à frente é a aracnoide que é a membrana que fica na região intermediária então aqui ó de novo a gente mostrando numa visão bem ampliada a gente tem a dura-mater a camada externa que essa que está em contato íntimo com os ossos a gente tem a porção interna da duramata que tá em contato com aracnoide e percebam que eu não entrei nesse muito aprofundado nesses aspectos porque são aspectos muito muito são muito pontuais eu acho que não são não vem ao caso mas até pelo
próprio confirmação do tecido nervoso a gente sabe que o texto nervoso ele tem estruturas em giros esse giros quando eles fazem essa esse Contorno muitas vezes a gente tem a separação da folheto externo do folheto interno da dura-mater então percebam que aqui os dois folhetos estão juntinhos mas num determinado momento de um giro por exemplo aqui ó tá então quando a gente tem um giro cerebral a gente forma um sino uma região que a gente chama de sino que é justamente a separação entre os dois folhetos da dura-mater esse sino que fica bem próximo lá
da região do crânio dos ossos do crânio a gente chama de sino sagital superior tá então ele tem várias ele aparece em vários momentos né esse sim sagital superior que é a região onde a gente tem a separação do folheto externo da piamater e do folheto interno pode falar no caso de uma intervenção cirúrgica que tiver retirar a parte da estrutura óssea foi o externo vai sair junto não tem como separar essas estruturas eles estão conectados intimamente conectados tanto percebam que os folhetos se separam mas o folheto externo não se separa do osso ele teve
que substituir uma parte por uma placa titânio por exemplo naquela região ela não tem efeito não porque Qual é a função do crânio e enfim a medula a meningite colabora com isso é uma proteção externa de até física a placa de titânio sobre sobrepõe essa função muito bem né Então não vai ter nenhum problema significativo por conta disso bom então a gente tem aracnoide que essa região aqui ó essa membrana que vocês estão vendo aqui mais em vermelhinho certo essa membrana que a gente chama de membrana arquióide e essa essa camada da meninge ela tem
um aspecto de teia de aranha por isso que ele é chamado de aracnoide porque percebam que ele é altamente vascularizada então tudo que vocês veem vermelhinho são vasos sanguíneos ela é altamente vascularizada o que confere essa essa característica de uma teia mesmo ela lembra bastante uma rede uma teia e é por conta disso extremamente delicada essa essa traves na verdade além de muito vascularizada ela tem também um tecido ali de conjuntivo tá que faz a sustentação para que ela não colapse né Para que ela não colab aqui grude na piamater Então ela tem ali uma
certa estrutura que tecidual que vai manter essa essa região abertinha e essa região a gente chama justamente espaço super equinoide que é o espaço que fica logo abaixo da membrana aracnóide tá então da meninge era acnoide e essa região aqui então a gente é muito espaço a gente vai falar bastante ainda desse espaço percebam que não é tanto na imagem anterior quanto nessa imagem a gente observa que em alguns pontos aracnoide ela se projeta na direção da dura-mater ela forma esses pequenostufos que a gente chama de granulações era acnoides aqui a gente tem o exemplo
tá aqui Aqui estão todos esses que estão circuladinhos em vermelho aqui lembrem-se o folheto meningal da dura-mater aracnoide e a piamater que essa mais em contato com tecido nervoso e aqui a gente tem o folheto externo da dura-mater Ok e lembre E como eu falei para vocês em algumas regiões por conta da anatomia do desse nervoso essas duas esses dois folhetos se separam E aí formam esses sucos que é justamente para onde essas granulações se projetam então elas ultrapassam esse folheto meningite é alta dura-mater e se projeta dentro desses sucos e essas essas estruturas Essas
granulações heracnóides são as estruturas onde o lipor que está circulando aqui vai ser novamente absorvido para o sangue tá a gente vai falar de quando a gente falar do licor eu vou voltar a falar dessa região mas só para adiantar que então essa região essa estrutura darcnoide ela tem como função reabsorver o Lipo de volta para o sangue é só para não ficar completamente desconexo o Lipo conforme vai sendo produzido ele é constantemente produzido Então imagina que ele não pode ficar toda essa produção restrita ao sistema nervoso central ele precisa ser drenado dali porque senão
só vai enchendo certo só Vai acumulando líquido Então essa essa saída do líquido que vai cair na circulação sanguínea e que vai fazer parte ali do plasma depois vai ser inclusive filtrado nos rins ele sai justamente por essa região de granulações aracnóides e o último folheto da meninge que é piamater é a membrana mais interna e é mais delicada das meninges que se adere intimamente a superfície do encéfalo e no caso da medula da medula espinal então aqui a gente viu aqui a marca perdão percebam que aquele espaço subiráquinoide tá com aquela característica de teia
de aranha aqui era acnoide e é dura-mater tá então seria o folheto externo e o interno da dura Mater apesar de delicada a pia marca ela tem como característica funcional auxiliar na forma e resistência do tecido nervoso Então ela que meio que sustenta o texto nervoso extremamente friável então muito molinho né muito delicado E aí ela dá uma sustentação para ele se manter para os sucos se manterem de forma adequada essa piamater Então tá aqui ó aqui é Mater ela acompanha os vasos em especial as artérias que vem do espaço suberacnoide então esses vasos que
vem aqui do espaço superquinoide e que entram no tecido nervoso que entram no na massa cerebral elas são revestidas pela pelata aqui então revestir nessa piamater E aí esse espaço onde a gente tem lembre percebam que quando isso aqui esse vaso sanguíneo entra ele leva junto com ele um pouquinho de do espaço super aracnoide E lembra que no espaço suberacnoide a gente tem circulação de licor E aí essa região formada pelo pela piamater pelo espaço zuberacnoide onde a gente tem lipo e pela pelos vasos sanguíneos é o espaço que um time de espaço pele vascular
também conhecido como espaço de Vixe ou Robin que é formado por tanto pelo pouquinho da Super espaço super aracnoide que se projetou para dentro do tecido mas a piamater e os vasos sanguíneos que vieram da aracnoide que era um espaço veracnoide para direção do tecido nervoso nessa imagem aqui em menor aumenta a gente vê isso esse é o espaço suberacnóide então o espaço onde a gente tem ali uma grande vascularização e onde o líquido circula o Lipo circula e esses vasos que saem daqui que vão penetrar no tecido nervoso quando eles penetram no tecido nervoso
eles fazem como se fosse uma pequena trabécula de soberá que não é de confiar Mater E aí um pouco desse Lipo vai se projetar para lá também [Música] como eu falei a gente tem espaços que são alguns virtuais e alguns reais e esses espaços são chamados espaços meninges a gente já falou do espaço subdural tá que é esse que fica logo abaixo aqui da duramata Então seria entre a dura-mater e heracnoide que na verdade é um espaço muito muito muito muito pequeno a gente não consegue visualizar que é de fato o espaço mais real porque
é onde o lipor circula Então esse espaço ele realmente existe ele não é um espaço virtual e o espaço que a gente chama de epidural que é aquele que seria entre o osso e a dura mata Esse sim é totalmente virtual tá porque lembra-se que o folheto externo da dura mata ele tá em contato íntimo com o osso então não existe espaço ele entre osso e dura-mater mas a nível de classificação a nível didático a gente dá esse nome de espaço epidural até porque se houver um sangramento ali um acúmulo de líquido Aí sim ele
pode Se se evidenciar isso no encéfalo na medula espinal a gente tem os mesmos espaços Então a gente tem espaço os passos superacnóide que é o espaço onde o licor circula o espaço subdural que fica logo abaixo da dura-mater e o espaço epidural que no caso da do tecido espinal da medula espinal esse espaço ele existe realmente tá então o osso lembra que a gente não tem folheto externo da duramata aqui na mesma final então a gente só tem folheto interno que é o folheto que tá em contato com já acinoide da dura mata então
esse espaço entre osso e dura-máter ele de fato existe na medula espinal que esse espaço para representado aqui essas bolinhas azulzinhas seriam os vasos sanguíneos e os vermelhinhos seriam as artérias tá então é uma região altamente vascularizada que inclusive é alvo das anestesias a epidural que vai ser injetada nessa região tá para levar a uma uma de sensibilização dos membros inferiores porque esse espaço na medula espinal ele é um espaço real ele não é um espaço virtual como a gente tem no tecido craniano devido à ausência do folheto externo certo o espaço subdural e o
espaço suberacnóide como eu já falei também o super aracnoide ele sempre é um espaço real um espaço que existe de verdade e que tem uma grande importância devido a circulação do Lipo que acontece nessa região aqui só uma tabela para resumir essa questão dos espaços meninges o espaço epidural perdão também chamado de espaço extradulural é aquele que se localiza entre a parte óssea e a duramata ou seja entre a coluna e duramata ou entre o crânio e a dura-mater lembrando que na espaço epidurar o cranial ele não é um espaço real tá ele é um
espaço virtual considerando que a gente tem uma uma um folheto externo que tá em contato íntimo com o osso entra dura-mater e hierarquinóide espaço subdural e entra aracnoideapia os passos falando agora sobre o Lipo e os ventrículos vou começar falando dos ventrículos Na verdade eu botei aqui como um tópico único porque eles não tem como associar muito né o licor ele é produzido me gentrículos então eu botei de como o mesmo tópico Mas você parar a nível didático para a gente entender melhor a organização a gente já falou um pouquinho dos ventrículos ao longo das
aulas mas a gente nunca falou especificamente deles eu só fui ele só foram sendo introduzidos meio que como coadjuvantes agora A ideia é mostrar estrutura característica de cada um desses ventrículos aqui que ele se associam que estruturas do tecido nervoso ele se associa então isso ventrículos laterais que são conhecidos como primeiro e segundo ventrículos são os ventrículos que ficam lateralmente se posicionam lateralmente ao tálamo tá eles estão Associados diretamente ao telecéfalo a massa do tecido nervoso propriamente dito né o cérebro propriamente dito e se localizam bilateralmente Então a gente tem dois ventrículos laterais precisa ser
chamado de primeiro e segundo e ele tem essa forma de curvada nessa forma é que confere uma característica de uma foicezinha né então são os dois ventrículos laterais conectando os dois ventrículos laterais a gente tem uma estrutura que a gente chama de forame de muro tá ou simplesmente por Arame interventricular ele vai aparecer em alguma imagem mais à frente e eu mostro melhor para vocês mas esse ventrículo que conecta Esse perdão esse arame que conecta nesse buraquinho que conecta os ventrículos laterais ao terceiro vem triplo chama forame de muro esse terceiro ventrículo ele tá intimamente
associado com o tálamo porque lembra que o Talon tem aquele formato meio de coração e o terceiro ventrículo passa bem no meio dele então ele está associado diretamente com essa região do cérebro que é o de encéfalo que é o talo E aí a partir daqui a gente tem um Aqueduto de silvios que é esse esse duplo aqui que conduz esse essa outra estrutura que conduz o espaço ventricular para o quarto ventrículo e o quarto ventrículo por sua vez está associado ao cerebelo e eu troco encefálico então é a estrutura que fica entre cerebelo e
tronco encefálico a gente tem ali o quarto ventrículo em outra em outra visão a gente vê melhor aqui os dois ventrículos laterais o terceiro ventrículo Aqueduto cerebral tá que também é chamado de silvios o forame interventricular que tá representado aqui que seria aqui tá essa regiãozinha aqui ó que é o forame de Mouro que conecta os laterais ao terceiro e O Aqueduto cerebral O Aqueduto de silvios que conecta ao terceiro ao quarto e aí o quarto se conecta ao canal Central que vai penetrar na medula espinal então a gente vê que esses ventrículos eles estão
principalmente Associados com o tecido encefálico tá com encéfalo e aí a medula espinal é continua leva né a continuação desses ventrículos através do que a gente canal Central para não ficar completamente desconectado da função esses ventrículos são as regiões por onde o Lipo circula então por isso que é importante a gente ter essa comunicação com o amido de final tá porque eu li por circo ele é produzido e circula por entre esses ventrículos e se conecta lá com a medula espinal por onde ele vai se onde ele vai circular não sei se vocês lembram quando
a gente viu a estrutura da medula espinal ela tem aquele formato de Borboleta né o h medular central e bem no centro tem um canal que é justamente esse canal Central então é o canal Depende de Mário o canal Central que é por onde o Lipo está circulando ele circula bem pela região central da medula espinal numa imagem anatômica real aqui a gente vê os ventrículos laterais na verdade um corte lateral Medial tá vendo bem no meio entre os laterais o terceiro ventrículo aqui numa visão sagital entre os laterais e o terceiro ventrículo e aqui
ó o quarto ventrículo localizado entre o tronco encefálico e o cerebelo numa outra imagem é agora um exame de imagem né tanto uma tomografia quanto ressonância nuclear magnética a gente consegue visualizar também essa as estruturas na verdade aqui a gente só tá conseguindo ver os três primeiros ventrículos tá o quarto não tá sendo possível de se visualizar até pela pelo plano de corte percebam que ele fez um plano de corte que não pega o cerebelo então a gente não consegue ver o quarto ventrículo a gente tem hoje entre os laterais que isso aqui também faz
parte do ventrículo lateral porque lembra que ele é arqueado né então quando a gente faz um corte assim tá você tem um pedaço aqui e um pedaço aqui tu ventrículo lateral tá porque ele tá fazendo isso aqui nossa tá vendo ele em dois planos ventrículo lateral ventrículo lateral terceiro ventrículo Ok então terceiro ventrículo ressonância tomografia a eu sei que ela não é sobre isso mas a diferença de ressonância tomografia principalmente na nitidez das estruturas tá na resolução das estruturas percebam que na ressonância a gente consegue visualizar essa aqui inclusive é uma ressonância com contraste a
gente consegue visualizar bem o suco do giros o tecido bem bem bastante característica né bastante nítido e na tomografia não a gente só vê uma massa cerebral e as cavidade né os ventrículos nessa outra imagem a gente já consegue ver o quarto ventrículo tá então aqui ó dá para ver o cerebelo tá vendo que essa massa aqui ó Isso aqui é o cerebelo e aqui a gente tem um pedacinho do quarto ventrículo terceiro ventrículo e os ventrículos laterais que estão aqui e aqui lembrando como ele faz isso aqui ó aquele corte ele é um corte
mais ou menos que pega isso aqui assim ó tá nesse plano porque a gente consegue pegar os quatro ventrículos então tanto os ventrículos laterais nesses dois planos o terceiro e o quarto pedacinho do quarto ventrículo terceiro e os laterais falando agora sobre o Lipo o Lipo ele também é conhecido como líquido cérebro espinhal ou líquido cefalo raquidiano certo líquido cefalo raquidiano Esse é lcr que é líquido espinal é um fluido aquoso incolor que apresenta uma constituição muito similar ao que a gente observa no plasma afinal de contas ele é produzido a partir do plasma a
partir do sangue que esse líquido é transportado para o ventrículo e ocupa o espaço suberacnóide e todo o sistema ventricular então todo aquele sistema de ventrículos que a gente viu anteriormente é o local onde o líquido circula além do espaço soberacnoideo que fica naquela região abaixo da aracnoide E essas estruturas elas se conectam obviamente tá porque a gente está falando de circulação de uma de um líquido circulação do líquido então ele sai dos ventrículos dos ventrículos eles se conecta com os espaços os espaços superacnóide por onde ele vai irrigar todo o sistema de meninggens e
depois ele vai ser absorvido lá naquela região que eu falei com vocês das granulações aracnóides tá então ele é uma circulação meio que de mão única tá ele vai para pelo menos no encéfalo ele sabe de ventrículos vai para o espaço veracnóide onde ele vai ser reproduzido a função do lipor é conferir uma proteção mecânica ao sistema nervoso central porque é um amortecedor eu sempre dou esse exemplo se você pegar uma bexiga de gás encher ela de ar ou enchendo de água e dá um soco o impacto na bexiga que tá com água com água
vai ser muito menos percebido pela sua mão do outro lado do que se você tiver dando um soco numa bexiga com ar tá então o líquido água de uma maneira geral ela funciona como um amortecedor de impactos mesmo e uma proteção biológica a medida que ele também tem função de impedir a entrada de micro-organismos é produzido por estruturas conhecidas complexos coroides que eu vou mostrar no próximo slide tem uma circulação extremamente lenta então ele não circula como sangue a circulação do líquido ela segue um outro padrão ela é muito é uma circulação muito mais lenta
e diariamente esse Lipo ele é todo renovado entre três quatro vezes ao dia ou seja mais ou menos a cada seis a oito horas todo o licor é renovado então todo líquido que foi produzido ele vai ser absorvido lá pelas granulações e um novo líquido vai ser produzido a cada 8 horas isso acontece com a totalidade do líquido e o volume que se concentra no mesmo momento no sistema nervoso central varia de 100 a 150 centímetros cúbicos diariamente a gente produz mais ou menos 500 cm³ de licor Lembrando que tem essa reabsorção tá então a
gente produz 150 e 150 são reproduzidos lembra que eu falei de três a quatro vezes então uma vez mais 150 300 duas vezes mais 150 450 é absorvido três vezes e aí dá em média aí uns 500 centímetros cúbicos de lipo produzidos diariamente a estrutura que produz o líquido é chamada de plexocoroide esse plexo coroide ele está localizado nos ventrículos então aqui tá mostrando plexo poróide dos ventrículos laterais Mas ele também existe um plexo coroide dos ventrículo do terceiro e do quarto ventrículos mas que são bem menos um exemplo importante mas bem menos significativos em
termos de volume produzido de lipo diariamente e a função desse líquido como eu falei anteriormente como eu já antecipei anteriormente tá relacionada com essa questão do impacto mecânico mas também tem como função drenar substâncias para fora do cérebro como por exemplo drogas toxinas com essa característica então de dreno do tecido nervoso aqui mostrando esse plexo poroide está numa peça anatômica aqui a gente tem os ventrículos laterais e a gente vê essa massa essa estrutura né que vocês estão vendo aqui isso é justamente o plexo poroide que são que é um conjunto de células formados por
células vasos sanguíneos que vão fornecer a matéria-prima para produção do líquido onde ele vai ser despejado dentro das cavidades Então esse líquido ele vai circular ali dentro das cavidades e pelo espaço subir a quinoide aqui na imagem seria esse espacinho aqui a gente não dá para ver direito as meninges nessa nessa peça Mas seria essa região aqui [Música] numa outra esquematização mostrando que claro que o principal plexo coroide é o plexo poróide do ventrículos laterais mas a gente também tem plexo de coroides no terceiro ventrículo que é esse que tá aqui vermelhinho e no quarto
ventrículo que é isso que tá aqui também em vermelho tá então ó ventrículos laterais onde a gente tem o plexo do coroide que é esse muito maior terceiro ventrículo quarto ventrículo como é que esse Lipo circula ao longo do tecido nervoso ao longo do sistema nervoso central primeiro então ele é produzido nos ventrículos tá em especial nos primeiros no primeiro e segundo ventrículos que são as ventrículos laterais a partir da duplexo poroide Então esse líquido que vai ser produzido nas laterais ele vai sendo drenado pelo forame interventricular que é aquele forame de Mouro eu vou
sempre e voltar no na tabela e na imagem então aqui tá o Furão de muro que é o forno que conecta o ventrículo lateral ao terceiro ventrículo E aí ele cai no terceiro emprego no terceiro ventrículo esse líquido que foi produzido nas laterais se so ma o líquido que vai ser produzido no terceiro ventrículo pelo plexo poroide do terceiro ventrículo E aí ele sai do terceiro ventrículo pelo Aqueduto cerebral que esse aqui éduto aqui que é chamar também de Aqueduto de silvios onde ele vai Se somar ao lipoproduzido no quarto ventrículo então o quarto ventrículo
produz ainda uma quantidade de líquido no plexo poróide do quarto ventrículo E aí a partir desse quarto ventrículo o licor vai ser dividido vai ser enviado para as regiões do sistema nervoso central ou para medula espinal ou para o cérebro na medula espinal para medula espinal ele vai a partir de uma estrutura que a gente chama de abertura mediana que tá muito bem representada aqui nessa imagem Mas seria por aqui tá então a abertura mediana e para o tecido acho que nessa imagem vai mostrar tá aqui ó essa abertura mediana aqui para o cérebro pelas
aberturas laterais que vão levar esse licor tanto para o lado direito para os dois hemisférios do cérebro né lado direito lado esquerdo por aqui a gente tem em relação a circulação desse líquido ele começa a ser produzido aqui no ventrículo lateral noivo ventrículos laterais passa pelo forame interventricular que é chamado porão de muro cai no terceiro do ventrículo onde se soma ao volume produzido no terceiro ventrículo do terceiro ventrículo aqui ó tá vendo aqui tá representando o plexo poroide em Rosinha produzindo líquido do terceiro ventrículo ele cai no acredito de silvios ou reduto cerebral para
de ser conduzido até o quarto ventrículo E aí se soma ao volume produzido no quarto ventrículo do quarto ventrículo ele sai pelas aberturas laterais que também são chamadas de aberturas de lúdica e pela de abertura de imagem de Então essas aberturas vão conduzir esse líquido agora ou para o cérebro para ir para o espaço subdural para o espaço subir aracnóide ou para medula espinal para cair naquele canal medular que a gente viu naquele canal Central que eu falei para vocês mais no início da aula que fica bem bem no meio da medo de final né
que é o canal iPad e aí percebam que quando ele vai para massa cerebral ele sobe por aqui ó e é ele vai ser distribuído pelo encéfalo e vai ser absorvido naquelas regiões de granulação que eu mostrei para vocês quando a gente falou da aracnoide então ele fica circulando aqui no espaço superacnoide E aí daqui ele vai absorvido pelas granulações superar que nós de volta para o sangue por isso que a gente produz continuamente para que a gente possa ter essa reabsorção contínua e a produção continua tá então a gente produz absorve mostrando justamente essa
região de granulações aracnóides onde a gente vê a reabsorção para a circulação sanguínea do Lipo naquela não sei para você de seio sagitar superior tá que essa região superior é para onde essas granulações se projetam E aí vai reabsorver daqui para a circulação esse líquido que foi drenado por essa circulação ele vai cair na veia jugular interna de onde ele vai ser distribuído para essa situação e vai se misturar o plasma afinal de contas como eu falei com vocês ele tem uma desculpa crianças então ele vai cair na veia jugular interna onde ele vai ser
conduzido aí pela circulação sistêmica e se misturar o restante do plasma Lembrando que o li por basicamente é formado pela mesma composição do Pai então tem ali os sais minerais e Mas claro que com muito menos conteúdo proteico a gente faz e não tem proteína então aqui tá o caminho que esse licor faz certinho ao longo de todo o sistema nervoso central tá eu botei essa imagem até para ajudar eles lá na hora de observar né as estruturas para estudar então ele é produzido inicialmente aqui no plexo poroide dos ventrículos laterais passa número 2 aqui
pelo forame interventricular que é o filme de muro cai no terceiro ventrículo no terceiro ventrículo ele vai ser produzido também vai para o quarto ventrículo a partir do Aqueduto cerebral onde vai Se somar esse líquido produzido pelo flexporoid do quarto ventrículo e daqui do quarto ventrículo ele sai pelas aberturas Medial para ir na direção do canal medular Então vai cair naquele espaço super acnoide da medula espinal e cai e sai pela abertura lateral para ser conduzido para massa cerebral né para o restante do tecido encefálico onde ele vai se localizar em especial aqui no espaço
superaquinoide também agora do cérebro o que que acontece quando a gente tem um desequilíbrio entre produção e absorção desse líquido o quadro que a gente chama de hidrocefalia esse quadro ele é muito mais comum em crianças em especial crianças logo após o nascimento então ou no Nascimento mesmo já se apresenta esse quadro logo nos primeiros dias e Semanas de Vida que é um desequilíbrio um desbalança entre o que se é produzido e o que se é absorvido Lembra que eu falei que a gente produz mais ou menos 500 centímetros cúbicos de li por diariamente mas
que esse lipor ele circula sempre um volume máximo de 150 centímetros cúbicos porque ele é produzido e reabsorvido lá nas granulações aracnóides mas numa condição onde a gente produz mais do que absorva por exemplo a gente vai ter o quadro que a gente chama de hidrocefalia a clínica vai diferenciar vai ser diferente entre crianças e adultos Porque nas crianças principalmente crianças pequenas onde os ossos do crânio ainda não estão fundidos tá a gente ainda tem aqueles espaços entre os ossos do crânio Justamente que foram importantes no momento do parto né lembra que a criança nasce
com moleira Então é por conta da infusão dos Ossos ainda do crânio por essa característica quando a gente tem um aumento do volume né do líquido você falou raquidiano aumento do Lipo nessas nesses pacientes o crânio tem de a crescer tem já se desfender Porque os ossos ainda não estão fundidos então ele acaba gerando um aumento na massa encefálica que é perceptível a olho nu e Inclusive a gente visualiza muito bem deixa eu botar aqui por conta da Hiper visualização das dos vasos sanguíneos tá porque é o tecido cerebral realmente que está se projetando é
a clínica desses pacientes obviamente é macrocrania que é o talento do tamanho do crânio então geralmente meio pontudo nessa parte mais posterior tá ele cresce mais aqui e o que a gente chama de olhar de Sol Poente que aquele olhar a criança fica olhando o tempo inteiro para baixo por conta da pressão que tem ali comprimindo algumas estruturas Então ela tem essa característica clínica de olhar de Sol Poente nessa imagem não tá dando para ver direito em adultos a principal Clínica do paciente que tem hidrocefalia é a hipertensão intracraniana então é a dor de cabeça
é a pressão elevada que na maioria das vezes só vai ser diagnosticada a partir de um exame de imagem tá não tem como Ah eu vou fazer aqui não dá nas crianças a gente vê isso é visível nos adultos como os ossos estão já fundidos você não tem essa expansão do então não dá para visualizar essa essa esse comprometimento mas por uma imagem de crânio obviamente é uma responsa tem gente que esteja com um quadro neurológicos aí vai se identificar a hidrocefalia Então esse aqui é o quadro de uma criança com hidrocefalia percebam que as
extremidades que se projetam né são aqui na frente e na parte mais posterior são justamente locais onde os ossos não se conectaram numa imagem de tomografia aqui um paciente normal a gente vê os ventrículos laterais aqui também o terceiro ventrículo quase não tá dando para ver imagem tá meio ruim mas o importante é comparar que numa imagem de hidrocefalia a gente vê Justamente esse quadro de dilatação muito significativa né uma dilatação muito eminente dos ventrículos em especial que os ventrículos la terais e aqui o terceiro ventrículo Qual é a solução para esses quadros a gente
tem dois tipos de solução uma solução temporária que é na verdade emergencial e uma solução definitiva quando se constata identifica essa hidrocefalia numa criança e se constata que ela tem de fato algum comprometimento ali na absorção e que por mais que você faça essa drenagem uma vez ela vai voltar a desenvolver o quadro de hidrocefalia porque ela tem um desequilíbrio isso é dela né dali da biologia dela por alguma alteração injustral não interessa mas ela vai voltar a desenvolver o quadro de hidrocefalia e ela vai ter que de novo fazer a drenagem fazer para solucionar
o problema é uma solução definitiva implanta um mecanismo que a gente chama de derivação ventricular essa derivação ventricular é uma cânula tá é uma é um cateter que é introduzido lá na nos ventrículos principalmente no ventrículo lateral que Drena o líquido sempre que a pressão ultrapassa os níveis normais Então sempre que a pressão eu não sei de cabeça valor numérico da pressão mas vamos dizer que seja dois tá sempre que aquela pressão ultrapassa dois esse dreno esse cateter vai se abrir e o líquido vai ser drenado por ali tá por aquela região vai ser drenado
para onde ou para o coração e aí vai despejar esse líquido direto no coração ou para o peritônio despejar esse líquido dentro da cavidade abdominal né dentro da cavidade peritoneal do paciente E aí a gente chama de derivação ventrículo latrial ou derivação ventrículo peritoneal tá o DVA ou dvp essa solução uma solução digamos definitiva que vai possibilitar o constante da Constante drenagem desse líquido conforme a pressão for subindo né conforme o organismo não foi dando conta Claro que isso organismo conseguisse restabelecer e der conta e esse equilíbrio vontade produção e drenagem o dreno não vai
ser ativado E aí OK esse cateter Ele tem ele passa por uma eu não sei o nome mas é uma estrutura que fica bem aqui atrás da orelha que pode ser manipulada tá então você regula ali a pressão por aqui e aí essa parte do dreno passa pela pele por baixo da pele não é muito ela não é muito profunda tá bem aqui superficial mesmo pela pele até chegar na capital de abdominal aí onde entra o coração o dvp muito mais utilizado do que o DPA tá Por uma questão óbvia trabalhar com o coração é
muito mais complexo então é muito mais fácil você derivais líquido por Petrônio que vai vai ser drenado ali muito muito obrigada Qual é o problema da derivações é um cateter externo então com todo o cateter você tem ali a possibilidade de inflamação de infecção de formação de biofilme né acumular de bactéria que vai infeccionar e aí se infeccionar tem que tirar porque a gente está falando de uma infecção que pode de um de uma estrutura que pode levar essa infecção para dentro do sistema nervoso central e aí o problema é muito mais grave o que
se recomenda é uma criança que tem uma derivação qualquer febre vai para o hospital para essa essa febre é de uma infecção de garganta ou se pode ser algum comprometimento infeccioso já do dreno tá Então essa é a recomendação para uma criança que tem uma derivação agora no caso de um quadro pontual então a não é por um desequilíbrio da produção e da e da da absorção do Lipo foi porque a criança sofreu um traumatismo E aí sangrou E aí um pouco de líquido caiu ali e ficou um excesso de líquido que não foi drenado
de forma satisfatória porque superou né Essa balança de produção e absorção então nesses casos a gente falou que a gente chama de DVR que é uma derivação ventricular externa que é temporária Então você vai colocar o cateter no ventrículo lateral aonde quer que necessite drenar e esse é e esse cateter vai se conectar com uma máquina que vai fazer o papel do dreno Então sempre que a pressão ali dentro superar a pressão normal esse essa máquina vai é uma bomba que vai puxar vai drenar líquido dali para o saquinho E aí quando é que a
gente sabe que quando parar quando esse volume do saco não se alterar tá dessa bolsa não ser alterar Então por alguns dias ele aquele volume não se altera significa que a pressão se estabilizou porque não precisou ser drenado mais então esse paciente ele pode ser retirado do DVR aí só acompanhar o quadro dele é claro que isso aqui é um é uma intervenção cirúrgica que precisa de internação em CTI né UTI bastante tem que ficar numa posição específica até pelo formando um ângulo específico para o dreno conseguir alcançar essa pressão e detectar essas diferenças de
pressão tá mas é isso aqui é muito utilizado em pacientes que tiveram por exemplo AVC hemorrágico então paciente que teve um AVC hemorrágico que teve sangue que extravasou para os ventrículos por exemplo que pode acontecer o sangue extravasaki para o ventrículos aumentou muito a pressão entre aumenta muita pressão entre craniana e ele precisa colocar uma DVR ali para drenar E aí vai observando se esse paciente continuar com a pressão intracraniano oscilando muito aí o recomendado inclusive que se Coloque uma dvp no próprio indivíduo adulto tá então observem diferença que Criança adulto que na verdade é
só a origem da Mas provavelmente você primeiro faz uma se não resolver aí a gente vai para derreter que é um que é um procedimento definitivo quer dizer definitivo caso ele não infeccione Claro que é definitivo se observar ao longo do tempo ali que a criança não tá tendo desequilíbrio Que o dreno não tá sendo acionado e aí você vai lá e tira esse treino Porque quanto menos intervenção obviamente sempre melhor né Ok gente