e os dez passos para atender uma vítima de politrauma numa PH isso que eu vou falar que você faz de forma bem objetiva esses dez passos que nada mais é do que a sequência completa de atendimento no próspitalar na vítima de politrauma com o início ali a equipe ainda na base sendo acionada até a transferência de cuidado lá no hospital vamos ver quais passo a passo 1 [Aplausos] e antes disso eu peço para você se inscrever em nosso canal aqui no YouTube deixar o seu joinha também vídeo se você gostar deste conteúdo passa o número
um tempo resposta esse tempo a resposta que é constituído do acionamento da saída da equipe da base do deslocamento até a cena toda hora que alguém pede ajuda ali Liga para o SAMU por exemplo a técnica chegar na CNC Kant considera de tempo resposta e aqui existem vários elementos importantes que uma prontidão na base e etc pra gente tem o melhor tempo a resposta possível segundo passo o elemento importante é a segurança a segurança passa pelos equipamentos de proteção individual pela forma de se deslocar de conduzir ambulância com cinto de segurança com toda a questão
que vai vir posteriormente durante a senda de gestão de riscos etc terceiro passo é a própria avaliação da cena que já começa ali através de uma variação de parabrisa uma avaliação em 360 graus a cena Se necessário pedir apoio As instituições outros órgãos que precisem ajudar ali no momento eventualmente se tiver mais de uma vítima Pode ser que seja necessário fazer uma triagem para priorizar os recursos iniciais e também já observar a vítima a distância para já criar uma impressão geral desta vítima que é justamente o nosso quarto passo antes mesmo de abordar a vítima
você tem ali uma impressão geral você sabe se aquela vítima é uma vítima crítica uma vítima parentimente Não critica Qual é o decúbito que ela está Qual é a posição sua vítima que tá agitada que está calma que eventualmente pode tá aparecendo está com rebaixamento do nível de consciência ou não consciente na avaliação da cena também é muito importante a questão da sinalização adequada posicionar ambulância da forma correta tudo isso faz parte dos componentes de atendimento a um paciente de trauma o quinto passo é a avaliação primária Agora sim estou abordando uma vídeo se essa
vítima foi crítica nesta avaliação primária a identificar e tratar as lesões potencialmente fatais Existem várias estratégias didáticas para isso por exemplo phtls fala de X a b c d f seja identificar para fazer hemorragia de sangue Nantes manejo de vias aéreas oxigenoterapia e ventilação Se necessário tratar as possíveis lesões ameaçadoras em tórax verificar o estado hemodinâmico desse paciente identificar as hemorragias internas e nível de consciência Victor a questão de prevenção de hipotermia exposição da vítima para buscar mais lesões sejam essa avaliação primária ela pode ser muito rápido se a vítima não tiver nenhuma alteração ameaçador
aí ou pode ser que a gente precisa parar e intervir reavaliar para tomar decisão somente uma crítica instável que a gente precisa de brevidade ou se é uma vítima que tá estável que a gente possa prosseguir para uma avaliação mais detalhada seria justamente o trabalho ação secundária avaliação secundária ela é composta de alguns elementos como por exemplo a aferição de sinais vitais alguns exames complementares que podem e o exame físico mais detalhados de forma cefalocaudal procurando de forma mais detalhada algum tipo de alteração que possa ter passado despercebida aqui na avaliação secundária nós podemos também
fazer uma anamnese rápida para colher algumas informações por exemplo através no mínimo únicos Ampla nós vamos e sinais e sintomas de alergia a medicamentos passado médico se o paciente se alimentou se utilizou o que aconteceu o contexto daquele acidente já que a gente tá falando aqui de uma situação Vitral para a gente poder fazer algum diagnóstico mais preciso ou estabelecer alguma conduta como por exemplo a imobilização de membros e fatura a técnica de RMC que será utilizada Lembrando que a restrição em nome da coluna é onipresente lá no exame primário já existem várias decisões voltadas
para ele ser desde uma simples estabilização cervical até uma decisão de retirada rápida por exemplo para transportar uma mente instável e lá na exame secundário a gente pode aplicar um critério para saber se eu estou assim que apesar de não ser completo ou não e na sequência tem a regulação que pode vir antes da avaliação secundária se o paciente estiver estável hemodinamicamente que nada mais é do que falar com a nossa Central sempre que o serviço de apegar tivesse acesso para poder passar o quadro para central aí Direcionar para o melhor local para recepcionar esse
paciente dentro da rede de urgência em seguida tem um próprio transporte o transporte desse paciente tem várias variáveis a depender do tipo de paciente que nós temos existem vários tipos de transportes inclusive transporte de básica transporte avançaram transporte de um era um médico por exemplo então para um de levar como levar quando levar durante o transporte como acomodar esse paciente dentro da ambulância como fazer com que a sua ambulância não apresente risco para esse paciente para acompanhante para própria equipe contém todo uma uma série de detalhes que a gente tem que prestar atenção também durante
o transporte durante a ser transporte e até mesmo na cena inicialmente até os pacientes e transportado o som da reavaliação continuar da monitorização desse paciente um paciente grave ele pode evoluir favoravelmente a dependendo nossas intervenções ou ele pode também e piorando e necessitar de novas intervenções ao longo do atendimento que os pacientes Mas temos que manter a vigilância o tempo todo nele e ao identificar é possíveis alterações intervir nesse paciente e por fim o décimo e último passo é a transferência de cuidados tem tanto a transferência de cuidado em relação a como passar o paciente
por exemplo para sua máquina da ambulância pro marca do hospital quanto como passar o quadro clínico desses pacientes a história do que você coletou no próspitalar pros colegas do intra-hospitalar eles estão os mnemônicos por exemplo Como assim este entre outros onde você pode passar de forma bem objetiva os principais elementos que o colega do INCRA vai precisar para poder continuar conduzindo esse atendimento inclusive aqui nessa parte de transporte eu gostaria até de ressaltar o tempo termo que eu tenho desenvolvido e utilizado que é a questão de transporte Clínico do condutor de ambulância que é um
profissional de fundamental importância no a pH Não só para conduzir a ambulância Mas também como intervenções no próprio paciente junto com a equipe a forma de conduzir a ambulância ela varia também a depender da apresentação Clínica desse paciente por exemplo um paciente que tá com um aumento de pressão intracraniana é evitar por exemplo frenagens bruscas que podem aumentar ainda mais essa pressão ou sangramento encaminhando o paciente que está com suspeita ou indicação de remissão completa evitar a força gravitacional a brusca em curvas onde lombadas ou em estradas que podem apresentar irregularidades que existe uma série
de conhecimentos necessários para o condutor junto com a equipe é tomar a decisão sobre Qual a melhor forma de conduzir um polícia portanto esses dez passos que aparecem aqui são os dez passos que nós buscamos é criar para sistematizar e facilitar além do atendimento a um paciente de politrauma no a PH obviamente que a depender do quadro do paciente a ordem pode mudar pode sofrer algumas variações mais aqui nós temos uma visão geral para poder treinar de forma sistematizado cada elemento e nós vamos inclusive fazer isso de forma bem mais aprofundada quem nosso treinamento que
vai ser um treinamento gratuito online ao vivo que vai acontecer entre os dias seis e Nove de Junho através de quatro Aires onde de forma teórica e prática nos vamos ministrar um curso completo de atendimento Inicial ao politraumatizado Dez passos para gente mostrar para vocês Quais elementos são importantes e tudo que a gente poder mostrar na prática a gente vai mostrar aqui como por exemplo controle de hemorragia uma própria avaliação com sinalização de cena vias aéreas oxigenoterapia a obtenção de acesso vascular por exemplo para uma reposição volêmica imobilização de membros técnicas voltadas para amanhã Anjo
da vítima na cena com restrição de e para tirar o paciente da cena para transportar o paciente uma ambulância para fazer uma transferência de cuidados tudo isso gente vai estar discutindo mostrando na prática nesse treinamento é muito gratuito que você pode se inscrever clicando no link que está aí na descrição desse vídeo caso você esteja vendo esse vídeo no YouTube ou se aparecer um botãozinho logo abaixo escrito saiba mais cadastros clique nesse botãozinho para você poder participar desse treinamento esse treinamento é gratuito e inclusive existe a possibilidade de você obter um certificado de participação da
carga horária de 10 horas através de um acesso ouro que tem o valor simbólico para você aderir esse acesso ouro e tem direito as gravações por um ano mais o certificado de participação na carga horária de 10 horas ao clicar no botãozinho aí saiba mais ou cadastre-se você vai ter por essas informações peço para você deixar o seu joinha no vídeo se inscreva no canal e o mais importante pega esse vídeo esse link tenta compartilhar com o máximo de colegas Convido os colegas para participar desse evento que eu tenho certeza que vai ser um evento
é muito bom agregado obrigado por ter acompanhado aqui Um grande abraço tchau tchau tchau