Namast Seja bem-vinda, seja bem-vindo ao nosso segundo dia do nosso evento Yoga como propósito de vida. Que legal chegar aqui e já encontrar vocês na sala. Tô vendo aqui um monte de mensagem legal aqui. Pessoal desejando boa noite, contando de que cidade é. Que legal ver isso. Mas antes da gente começar, eu vou pedir vocês para parar um pouquinho de tecl a nossa segunda noiteando juntos o Mantra on e o mantra chante pedindo paz pro nosso corpo, pra nossa mente, pra nossa vida. Vocês topam? Então, para de teclar um pouquinho, para de escrever um pouquinho,
senta com a coluna bem alinhada nesse momento. Traz as suas orelhas na direção dos ombros, a pontinha do nariz na mesma linha do seu umbigo. Feche um pouquinho seus olhos. Se conecte com sua respiração. Lembra que quando nós entoamos o mantra on, nós atraímos para perto de nós as Boas energias, os bons auspícios, os olhares das divindades para nossa vida. Vem então trazendo as suas mãos unidas diante do peito, palma com palma. Sinta o contato da palma da mão direita com a palma da mão esquerda. Perceba como esse movimento tão simples, esse mudrar que é
chamado de andan mudrar é algo tão simples, mas que ele mostra, né, as nossas mãos aqui diante do peito, Unindo as nossas polaridades, masculina e feminina e o sol e a lua e trazendo equilíbrio. Respire bem profundo. Om Que o universo proteja você e eu, que ele nutra você e eu, que todos sejamos protegidos, que todos tenhamos paz, que todos tenhamos prosperidade, que ninguém sofra, que exista paz na minha mente, no meu corpo, Que exista paz entre nós e que exista paz no mundo. que possamos construirmos juntos hoje uma aula linda, linda, linda, que traga
muito aprendizados e que modifique a nossa vida e que nos revele o nosso dma. Namastê. Agora sim, sejam todos bem-vindos. Como que é gostoso, né? Só da gentear o mantra, vocês percebem que já muda um pouquinho da nossa própria energia. ter essas percepções é tão bom, né? Então, seja muito bem-vinda, seja bem-vindo ao nosso segundo encontro do evento do evento yoga como propósito de vida. É uma alegria enorme estar aqui nessa segunda aula com vocês. Fiquei muito feliz do nosso encontro de ontem que foi tão especial. E agora sim eu vou pedir vocês para voltar
a teclar no chat, para eu não ficar aqui falando sozinho, para eu saber que vocês estão me acompanhando. Conta aí no chat para mim duas coisas. Quem tava presente Comigo ontem, se de repente você não tava presente ao vivo, mas de repente você viu a aula, conta aí para mim qual foi o maior aprendizado da nossa primeira aula. Eu quero saber isso e quero que vocês me contem também quem é que ouviu o mantra gaiatrire que nós enviamos para vocês pelo WhatsApp. E aí me conta se você gostou e como que você sentiu durante o
dia após também ouvir esse mantra. Então eu quero saber essas duas coisas. Quem tava aqui ontem me Contar qual foi o maior aprendizado que a gente teve na aula um e também quem ouviu o mantra, né, fez aí o para casa, atividade que eu pedi para vocês fazerem hoje para acordar com o mantra. Aproveita e me conta aí como é que você sentiu que eu já vou dar uma olhada nas respostas de vocês. Para quem não conseguiu participar da aula ontem, fica tranquila, fica tranquilo. A aula ficou gravada, ela vai ficar alguns dias ainda no
YouTube gravada para vocês. E eu Recomendo muito que você assista. Quem quiser reassistir também, né, ou no mesmo link que a gente já enviou, é só clicar para assistir. Ontem nós falamos sobre yoga. Eu tentei definir um pouquinho o que que é yoga. Eu expliquei que o yoga é um caminho de espiritualidade, né? Muitas pessoas falam que yoga uma filosofia de vida. Durante muitos anos eu também falei dessa maneira, mas ontem a gente construiu uma resposta, né, que yoga é Um caminho de espiritualidade porque é um caminho de oito passos, né? E se a gente
tem passos, a gente pensa num caminho e o último passo é o Samade, né? Que é a união com Deus. E esse é o grande objetivo da prática do yoga. Então, se você não assistiu, não deixa de assistir. E para você que que já assistiu, aproveita para reassistir, porque essa aula vai estar disponível por alguns dias. É, é curioso a gente perceber, né, Assim, do primeiro dia que a sabedoria do yoga ela é grandiosa e que pra gente integrar os aprendizados no dia a dia, é preciso constância, é preciso estudo, é preciso prática, é preciso
método e é preciso direção. E se você tá chegando aqui hoje e ainda não me conhece, o meu nome é Afonso. Na internet todo mundo me chama de professor Afonso, porque eu sou professor na formação em yoga. Eu sou Instrutor de yoga e, acima de tudo, eu sou praticante de yoga. Eu também sou sócio fundador da Casa Chant, que é a nossa escola de yoga online, onde a gente tem uma família espalhada pelo mundo de pessoas que estudam com a gente, que praticam o yoga com a gente, né? O yoga ele já faz parte do
meu dia a dia há muito tempo, tanto na prática, quanto nos estudos, quanto no ensino. Eu primeiro fiz uma formação em terapia ocupacional. Nessa formação, eu fiz uma Pós-graduação em neurologia. E aí, nessa pós-graduação neurologia, todos os módulos, os professores falavam muito sobre como a meditação conseguia alterar o nosso cérebro de forma eh sem medicamentos, né? E aquilo me interessou muito. Eh, não existe coincidência, existe sincronicidade. Eu acabei encontrando um monge indiano no meu caminho quando eu fazia essa pós-graduação. Eu morava em Minas, né? A pósgraduação era no Rio, mas eu morava Em Minas e
em no interior de Minas e o monge morava em Belo Horizonte. E eu comecei a estudar com ele para ele poder me ensinar a meditação. E a partir daquele momento eu entendi que o yoga e a meditação, claro, são as melhores ferramentas, né, para para poder melhorar a nossa saúde, assim. Então eu me dedico praticamente exclusivamente ao ensino do yoga, seja através de guiar práticas quanto a formação. Ao longo desses anos, né, que Que tem muitos anos isso, mas ao longo desses anos eu fui reunindo aprendizados, vivências, experiências que me ajudaram a desenvolver o que
a gente tem hoje na Casa Chante, que é a nossa formação yoga. Então eu desenvolvi uma metodologia própria para que eu possa ensinar yoga da maneira como eu gostaria de ter aprendido, né, de forma muito organizada e de uma maneira que eu ajudasse as pessoas a aprofundar o estudo do yoga de forma séria, de forma Estruturada, de forma transformadora. Isso fez com que eu fosse pra Índia estudar, fez com que eu buscasse professores, que são referências, fez com que eu construísse uma biblioteca de yoga aqui. Um dia eu posso virar a câmera para mostrar para
vocês, mas é muita coisa, sabe, de leitura, de estudo. Hoje na Casa Chant orgulho de dizer que a gente já tem mais de 250 alunos formados que também são instrutores de yoga espalhados pelo Mundo inteiro e e é muito gratificante acompanhar a transformação de cada um deles, sabe? Isso faz todo esse caminho que eu tive com yoga e que eu tenho ainda com yoga, porque eu sou praticante, faz tudo isso valer a pena. E sabe por que eu tô compartilhando um pouquinho dessa minha história com vocês? contando que eu comecei na terapia ocupacional e a
neurologia e aí cheguei na meditação, porque hoje o nosso tema ele vai falar sobre isso, ele Vai falar sobre o que a gente faz na vida, né? Então eu tô compartilhando com vocês um pouquinho do meu caminho, porque tem tudo a ver com o tema de hoje. Você já devem ter visto no título da live, também no convite para essa live. Hoje a gente vai falar sobre dharma, né? Como identificar e como seguir o seu dharma. Agora deixa eu ver o que que vocês tão respondendo aqui no bate-papo, né? Sobre qual foi o maior aprendizado
de ontem e também se vocês Ouviram o mantra e como que vocês se se sentiram, né? Então a Jaqueline tá falando assim: "Eu prestei mais atenção nos passos do yoga, fez mais sentido. Eu ouvi o mantra logo ao acordar e me senti muito bem". A Isabel tá falando, eu estava tava presente, né? Para mim tudo foi aprendizado, pois foi a minha primeira vez sobre o que realmente é o yoga. Que legal, Isabel. Luluzinha tá falando: "Boa noite, adorei a aula de ontem e o mantra também. A Teresa, eu Amo esse mantra. Foi o primeiro que
eu aprendi com você na casa". Que legal. Alessandra, eu ouvi o mantra, o aprendizado que yoga é um caminho de espiritualidade. Foi o maior aprendizado de ontem, né, Venúcia? Amei a aula de ontem. reforcei meu aprendizado sobre yoga, que é o caminho pra espiritualidade. Gente, eu fico tão feliz lendo essas mensagens, vocês não têm ideia assim da gente voltar a essa questão do yoga Tradicional, que o foco é realmente a espiritualidade, não é religião, a gente conversou sobre isso ontem, né? Mas é espiritualidade. Não existe yoga separado de espiritualidade. Fico muito feliz de todo mundo
ter essa consciência, né? Liliana tá falando, meu maior aprendizado foi que não falar mal das pessoas é mais difícil do que uma invertida. Eu adorei esse princípio do yoga e é verdade, né, Liliana? Luciano tá falando, eu senti um leve incômodo Por achar alguns anas desafiadores demais para iniciantes e descobrir que tá tudo bem, que yoga vai muito além de posições incríveis. Luciene, essa é a grande chave do yoga. Yoga não é para levar a gente pro circo de Solei, não é isso, tá? E aí tem algumas posturas que são incômodas mesmo. A gente vai
conversar amanhã sobre posturas, mas fique tranquila porque yoga não tem nada a ver com isso. Ficar fazendo eh acrobacias, Isso não tem a ver com yoga, tá? Não tem mesmo, viu? Eu tava presente na aula ontem, yoga é um caminho de oito passos pra espiritualidade. Lindo. A Júnior tá falando assim: "Eu estava, o maior aprendizado foi entender que a prática de yoga está em nossa vida. Conseguimos uma paz que só o universo nos dá. Eu dormi ouvindo mantra. Hoje nós vamos entender mais, Júnior. Agora esse mantra tudo bem você ter dormido ouvindo ele, mas ele
é para acentuado de manhã. A Gente escuta ele de manhã. A gente tem os mantras pra noite, mas esse é de manhã porque ele tá saudando a luz daquele dia que tá chegando. Não tem nenhum problema você ouvir ele à noite, mas lembra que ele é de manhã. Tá bom. Mayara, eu aprendi que Diana e Samadia e Samadia não se pratica. são estágios atingidos pela prática dos outros seis passos. E eu amei ouvir o mantra de manhã. E a Conceição tá falando, eu ouvi o mantra, eu senti uma paz e uma leveza. Gente, eu tô
tão feliz de ler essas mensagens de vocês, sabe? Tem gente que às vezes acha que pela internet não dá para aprender as coisas, né? Não dá se você não tá presente, se você não presta atenção, né? A Jaqueline, eu percebi que os meus pais praticavam o yoga maravilhosamente bem, sem nunca ter ouvido falar dele e conseguiram me passar muita coisa. Já que isso é muito legal da gente entender também. Quando a gente entende esse caminho da Espiritualidade de oito passos, a gente se dá conta que muitas pessoas já praticam yoga sem nunca ouvir falar de
yoga. Eu que sou lá do interior de Minas, quanta gente simples que eu já vi que leva uma vida simples, que às vezes não tem nem estudo, não tinha uma televisão dentro de casa, às vezes só um radinho, mas aquela pessoa totalmente conectada com a natureza, que só faz o bem, que enxerga Deus na plantação, na sementinha que Planta, cara, é um grande praticante de yoga, né? Sem nunca nem ter escutado, nunca ter feito nenhuma postura, por exemplo, né? A Vanessa, eu sou de Portugal. Tô aprendendo muito. Yoga é vida, eu coloquei no despertador e
foi maravilhoso. Então, a partir de hoje, Vanessa, a gente sempre vai acordar com gaiatra e mantra, tá? Para trazer os bons auspícios e a luz divina, a luz sagrada paraa nossa vida. A Cleusa, yoga é minha vida. Eu tava numa depressão, Morrendo, não sei comer nem beber nada. Yoga salvou minha vida. Eu fico muito, muito, muito feliz. tá cheio de mensagens no bate-papo. Eu agradeço muito as mensagens de vocês, mas eu vou começar aqui encaminhar agora pra gente ir entrando devagarzinho no nosso conteúdo de hoje, né? Hoje, gente, a gente vai dar um passo muito,
muito, muito importante. O primeiro passo é você deixar o like, tá? colabora com o professor aqui, deixa um like, porque Quanto mais vocês dão like, mais o YouTube entende que esse conteúdo é um conteúdo relevante, é um conteúdo importante e a gente consegue levar mais yoga, meditação, espiritualidade para as pessoas. Às vezes a gente entra no YouTube e as pessoas ficam deixando like pra fofoca de artista, pro Big Brother, pro não sei o que do de violência, de não sei o quê. Tudo bem, a gente precisa se atualizar, a gente precisa ler coisas interessantes de
vez em quando. Pode ir Lá ver o que que tá acontecendo com o artista que você gosta, né? Isso não tem nenhum problema. Nós vamos valorizar também as coisas boas. A gente precisa espalhar yoga pelo mundo. Então, quando você dá o like, você tá ajudando disso, tá? E hoje, turminha, a gente vai falar de uma coisa muito importante, que é um passo importante. Nós vamos conversar então sobre os quatro objetivos da vida. segundo a tradição indiana, a tradição védica. E aí na aula de hoje eu vou Tentar trazer para vocês um foco especial nessa palavra
dma. E aí eu já quero aprender quando eu falo aqui, perguntar para vocês, quando eu falo aqui sobre dharma, que que vocês acham que é dharma? O que que vem na mente de vocês? Pode escrever aí no bate-papo, mesmo que, ah, professor, eu nunca ouvi falar nisso, eu não sei o que é. Escrevam aí no bate-papo para eu poder saber se vocês sabem o que é dar. E se você souber a resposta, escreva também. Se tiver errado, não tem problema. A gente tá aqui para aprender mesmo, tá? Então a gente vai dar um um um
uma atenção especial pro pro Dharma, né? Porque mais do que entender esses conceitos que eu vou apresentar para vocês hoje, a intenção é que você comece mesmo a refletir sobre a sua vida, sobre o seu próprio caminho. Quando eu falo que o autoconhecimento leva embora o sofrimento, eu falo isso em todas as minhas aulas, né? É porque quando a Gente reflete sobre a nossa vida, sobre a maneira como a gente tá e quando a gente faz as mudanças que são necessárias, a gente consegue construir a nossa felicidade, né? E quando a gente reconhece o nosso
dharma, a vida inteira começa se alinhar. Então, conta para mim aí o que que você acha que é dma, o que que você entende que é dharma, porque a partir daqui a gente já vai começar com o nosso conteúdo de hoje. Ó, o pessoal Já tá respondendo. A Tatiana tá falando a natureza do ser. Boa, Tatiana já conhece, né, Elelise? Penso que dma é a nossa missão de vida, o nosso propósito. Exato. Isabel tá falando, seria a vida? Que ela tá fazendo uma pergunta, né? Dharma é o que a nossa energia veio fazer na terra.
A Ana Paula tá falando, né? A Luciene. Eu enxergo dharma como fluxo da vida. É o contrário do karma. A Mirian tá falando, né? Alessandra, a missão de Vida, a Cláudia tá falando, seria a nossa missão de vida? tá perguntando: "Que bom que vocês estão por dentro do assunto e que bom que vocês estão presentes aqui hoje. Tá com caderninho aí? Tá com caneta para poder escrever? Lembrando que no final da aula vai ter presente para vocês também, tá? Eu preparei uma pequena apostila com um pequeno resumo da aula de hoje. Eh, ontem eu mandei
uma imagem, né, que também tinha um resumo dos oito passos, Mas hoje eu preparei na forma de uma apostila e no final da aula eu vou enviar isso. Eh, amanhã, na verdade, a gente vai enviar isso para vocês, porque hoje tem outro presente, são dois presentes lá no final da live. Quem ficar presente, quem estiver com a gente até o final, vai ganhar esses presentes aí, tá? Então, vamos começar nesse assunto, né, Dharma? como identificar e como seguir o seu. E aí, para começar já esse nosso bate-papo falando sobre o Dharma, eu separei aqui, vou
até colocar maior para vocês verem que são momentos muito importantes da minha jornada. Deixa eu tirar a câmera da Laura aqui. Quase que eu jogo ela aqui na live com a gente, ó. São momentos muito importantes da minha jornada, que são fotos que a gente fez na Índia há pouco tempo agora, né? Essa primeira imagem, eu tô num templo eh de Cajuralu, que é um templo tântrico. Depois eu tô Recebendo uma bênção, né, de um sadu e depois num num outro templo que eu adorei conhecer, que é bem no interior da Índia chamadoa. E aí,
por que que eu tô mostrando isso para vocês, né? Porque ontem eu apresentei umas fotos para vocês também, né? É umas fotos que eu tô bem mais novinho, magrinho, encolhidinho ali do lado do monge. Lembra dessas fotos quando eu tava iniciando o meu caminho no yoga, né? E hoje aqui já trazendo Essas fotos, né, um pouquinho diferentes, quando eu resolvi resolvi dar, né, os meus passos e realmente dedicar ao que eu gosto de fazer, ao que eu sei fazer, ao que faz o meu coração vibrar. E aí, esse assunto de hoje a gente chama ele
de puro chartas. E é muito curioso a gente parar para pensar e não fica preocupada, preocupado se você não entende muito essas palavras em sânscrito. Fica tranquila, fica tranquilo que eu vou vou tentando trazer Uma linguagem mais simples para vocês. Mas dentro da filosofia indiana, dentro da filosofia da espiritualidade indiana, a gente aprende esse termo puro chartas. E a palavra puroartas significa os quatro objetivos da vida humana. Então, segundo a filosofia indiana, se você nasceu um ser humano, é porque você tem objetivos para cumprir aqui na Terra. Ontem até brinquei, né? Você podia ter nascido
um cachorrinho, você podia ter nascido uma plantinha, uma Florzinha, você podia ter nascido como um mosquitinho, como uma baratinha, mas você não nasceu, né? você nasceu como um ser humano e aí você tem quatro objetivos para cumprir. E esses quatro objetivos eles chamam puro chaas. E aí, eh, junto com essa foto aqui, eu trouxe um poema para compartilhar com vocês que eu gosto muito e para e me toca muito esse poema, sabe? Eh, e eu vou ler esse poema para vocês, porque ele vai falar sobre isso e e eu sempre gosto de olhar Pro meu
caminho, da minha vida, né, olhando essas fotos aí de momentos tão especiais, poder compartilhar esse poema com vocês. Vou pedir para que vocês prestem muita atenção. Eu tô lendo aqui, tá? Tá aqui na tela. Eu tô lendo no meio de tantas formas de vida, tantas asas cortando o céu, tantas patinhas tocando a terra, tantas raízes mergulhadas no silêncio profundo do solo, porque eu nasci um ser humano? Eu poderia ter sido um voo de um pássaro, a Força de um rio que corre pro mar, a quietude de uma montanha ou a paciência de uma árvore esperando
as estações. Mas eu nasci humano, uma forma de vida frágil, que chora, que ama, que se perde, que se pergunta no meio da noite qual é o sentido de estar aqui. Talvez porque entre todas as criaturas o ser humano recebeu um raro e misterioso presente, a possibilidade de despertar, de olhar pra vida e perguntar: "Quem sou eu? Para onde eu estou indo? E o que realmente importa? Nascer humano é caminhar entre mundos com os pés na terra, o coração pulsando desejos e sonhos, as mãos construindo a própria vida e a alma lembrando em silêncio que
existe algo infinito chamando por dentro. No meio de tantas formas de vida. Talvez eu tenha nascido humano porque a existência me ofereceu uma chance sagrada. Viver com propósito, amar com profundidade e um dia lembrar o caminho de volta ao infinito. Sério, eu fico arrepiado e eu me emociono toda vez que eu leio esse poema. E a aula de hoje vai falar sobre isso, né? Se você nasceu ser humano, você tem um objetivo aqui. Ou será que a gente tá aqui ao acaso? Ah, é, tô aqui na terra vivendo uma casa, deixar a vida me levar,
né? Vou deixar a vida me levar para onde ela Quiser. Será que é isso mesmo? Será que a gente deve pegar esse dom que a gente tem, que é a vida, esse presente que a gente tem, que é a vida, e entregar, deixa a vida me levar, a vida leva eu? Quando você tá lá numa roda de samba, num carnaval, vai cantar essa música, se divertir. Mas será que é assim mesmo? Tô vendo as mensagens aqui de vocês falando, né? agradecendo o poema é muito forte, muito forte. E aí a gente tá só começando a
aula de hoje, tá Só começando. Então, quais são os quatro pilares da vida, né? Quais são esses objetivos da vida? Se você nasceu um ser humano, quais são esses quatro objetivos que você precisa alcançar? Lembrando que eu vou liberar uma apostila para todo mundo que ficar até o final com um resuminho disso aqui, tá? Então, são quatro objetivos. a gente vai falar um pouquinho sobre cada um deles na aula de hoje. Eu quero que você vá anotando aí na sua casa, tá? Vai anotando tudo para Você aprender, para você mentalizar. Porque estudar é isso, né?
Não é só ficar sentado assistindo, não. É anotar para você ser um bom aluno também, né? E fazer valer o seu tempo. O nosso tempo aqui na Terra ele é muito curto. Então faça valer, esteja presente aqui comigo. Então os quatro objetivos tá aqui na tela, né? O primeiro é chamado de arta, que é a prosperidade. O segundo é chamado de cama, que é a felicidade. O terceiro é chamado de dharma, que é o Propósito, e também é o dever. E o quatro, é, o quarto é chamado de moker, que seria a libertação ou autoconhecimento.
Então, o convite de hoje é para que a gente possa estudar cada um, cada um desses passos e a gente entender na minha vida, né, onde que eu tô de acordo com esses objetivos da vida. Será que eu tô fazendo a minha vida valer realmente a pena ou eu tô por aqui passando e dando uma enrolada qualquer, né? Eu espero de coração que Se você chegar a essa conclusão, ah, eu tô só passando pela vida, eu não sei meu objetivo, eu não sei o que que eu vim fazer aqui. Eu espero que você reencontre o
seu caminho e que você faça realmente a vida valer a pena, né? Porque a vida é bonita. A Fernanda Torres estava falando, falou essa frase, né? Ficou muito gravada quando ela foi lá pro Oscar. A vida vale a pena, né? E ela realmente vale, principalmente quando se tem um propósito. E hoje aqui O nosso bate-papo é pra gente descobrir juntos. Então, esse propósito, coloquei uma imagem aqui bem interessante que mostra, né, uma pessoa com os quatro objetivos da vida em equilíbrio. Então, a gente ali tem ela em arta, a gente tem ela ali representando cama,
representando e representando dma. E lá no final da aula, talvez você olha para essa imagem agora e aí você pensa assim: "Nossa, eu não entendo nada disso". No final dessa aula, você vai olhar essa Imagem de novo. Eu vou voltar essa imagem e aí eu quero que você se visualize naquele círculo ali e nesses quatro pontos. Então, por isso que eu quero que você tenha aí na sua casa papel e caneta para você ir anotando e você percebendo se você tá realizando esses passos ou não. Vamos começar a estudar cada um desses passos. E aí
lembra, né, o que fala a filosofia. Se você não veio como um cachorrinho, se você não veio como uma plantinha, se Você não veio como um bichinho, se você veio como um ser humano, você precisa realizar esses quatro objetivos para que a sua vida realmente faça sentido, tá? E talvez você nem sabia, né? Então, lembra que na Bíblia fala assim: "A quem muito dei, muito será cobrado". Então, a partir de agora, você vai saber e aí você vai assumir a responsabilidade aí por criar esses quatro objetivos da vida. E o primeiro objetivo, então, ele chama
arta. Arta é a busca consciente pela sustentação. Ou a gente pode falar é a busca pela nossa prosperidade. Às vezes as pessoas costumam separar, né, deixar separado assim, eh, ah, isso aqui é espiritualidade, isso aqui é dinheiro, isso aqui é a parte financeira. Sabe o que que a gente estuda nesse nesse caminho, nessa filosofia indiana? que a nossa alma ela deseja prosperidade. Olha que interessante, isso não tá separado da espiritualidade. É interessante a gente pensar isso, né? Eh, a gente vai buscando a a abundância mesmo, né? Abundância nas coisas que a gente sabe que precisa,
que a nossa alma gosta. Não é que você precisa ter o carro do ano, eh, não é que você precisa ter todos os novos telefones que são lançados todo ano aí, aquele que tá super funcionando, você já troca. Bom, Você pode ter isso se você quiser, mas harta a busca por pela prosperidade não é bem isso. Na tradição do yoga e da filosofia indiana, a gente fala sobre a dimensão material da vida. A nossa alma deseja isso. A nossa alma deseja ter uma roupa para que você possa vestir, ter um local que você vai dormir
em segurança, ter uma comidinha para comer, né? Isso são as dimensões materiais da vida. Então, Arta vai falar sobre os recursos que vão sustentar a Nossa existência. E a gente precisa pensar no nosso trabalho, no dinheiro, na organização da nossa vida, na estabilidade que nos permite viver com dignidade. Se a gente parar para pensar bem, estabilidade mesmo não existe, né? Viver é viver na instabilidade, mas a gente precisa saber, por exemplo, ah, quando eu tirar essa camisa aqui, eu tenho outra camisa para vestir. Quando eu falo que a nossa alma ela deseja a Prosperidade, vai
muito além disso. Imagina, eu tô aqui entre Búzios e Cabo Frio, dentro de uma área de preservação ambiental, sentado na sala da minha casa, conversando com vocês que estão espalhados. Tem gente de Portugal, tem gente de outros lugares, tem gente do Brasil aqui, de vários lugares do Brasil participando. Isso não é prosperidade? A nossa alma deseja esse tipo de prosperidade. Só que a gente precisa entender que harta não é só acumular Coisas. Arta é quando eu tenho a sustentação, é quando eu vou criando uma estrutura para que a minha vida possa florescer. E aí eu
quero perguntar para você, como é que você tá? Nesse momento você tá tranquila, você tá tranquilo. Talvez a gente não ganhe o suficiente que a gente acha que tem que ganhar financeiramente. Eu sei a realidade, né? Imagina, eu trabalho por conta própria, eu sei como que as coisas Estão caras, como que são as coisas. A gente quer fazer tanta coisa, quer viajar, quer não sei o quê, cara. Mas eu ponho a minha cabeça no travesseiro e eu compro a minha comida, eu compro a minha roupa, eu consigo fazer os meus cursos, né? Existe uma sustentação.
Eu sinto que a minha vida pode florescer nesse momento. Quando a gente olha paraa arta com muita consciência, a gente começa a perceber a maneira como a gente lida, por exemplo, com o dinheiro, A maneira como a gente lida com o nosso trabalho, a maneira como a gente lida com os nossos recursos que a gente sabe que são limitados. Isso tudo acaba se tornando um caminho de autoconhecimento, porque a forma como a gente ganha, como a gente gasta, como a gente guarda ou como a gente deseja, por exemplo, o dinheiro, revela muito sobre a gente.
Quando a gente tá falando desse primeiro passo, harta, a gente não precisa pensar em Dinheiro. Ser próspero não é ter dinheiro. Não sei quanto a vocês. Eu conheço muita gente que tem muita grana e não é próspera em Búzios e eu conheço muita gente assim que vive assim e conheço pessoas que às vezes não tem tanta grana, mas tem uma estabilidade no sentido de ter uma tranquilidade, tem um local para dormir, o que é digno da vida e tem uma prosperidade na vida muito grande. Então, a maneira como a gente guarda, Como a gente gasta,
como a gente relaciona com esse dinheiro e com essa palavra prosperidade revela muito sobre a gente. E talvez a gente possa pensar em algumas perguntinhas e eu coloquei várias perguntas para vocês nas apostilas, na apostila que eu vou liberar para vocês amanhã para fazer você pensar um pouquinho mais sobre ar, mas eu quero que você vá me respondendo aqui no bate-papo. Agora Eu tô cuidando da minha vida material com presença ou eu tô com descuido? os recursos que entram na minha vida, a prosperidade que entra na minha vida, como que eu lido com eles? Eles
estão alinhados com os meus valores. A forma como eu trabalho sustenta só a minha sobrevivência ou também sustenta a minha verdade? Porque essa palavra harta, que é o primeiro objetivo da vida, né, vai nos Lembrar que a espiritualidade não tá separada da prática. A forma como nós construímos a nossa vida no mundo também faz parte do nosso caminho e do caminho espiritual. O tantra, que é a filosofia que eu sigo, que outro momento a gente pode até conversar sobre ele, porque não tem nada a ver com sexo, é outra, isso aí é outra história, né?
Eh, o tantra fala muito sobre isso. Você precisa ser capaz de encontrar Deus num Templo. Você vai lá no templo, coloca o joelho no chão, faz as suas orações, encontra Deus, mas você também precisa encontrar Deus no seu caminho de vida. Quando você tá com um amigo, quando você se diverte, quando você sai para dançar, quando você celebra. Então, arta é esse tipo de prosperidade, sabe? E aí eu quero quero ler que que vocês estão escrevendo aqui no bate-papo, né? A Jaquarine falou: "Eu tô tranquila no momento, eu sinto que eu tô florescendo, Né?" A
Renata tá falando, tem várias pessoas com dinheiro e mesmo assim pobres, tudo acha caro, pede desconto até para uma flanelinha. É verdade, né? É tudo sempre fluindo. Ó, Júlia, eu tô criando, olha, isso é muito importante, Júlior. Eu tô criando uma nova estrutura para viver com sustentação. Isso é muito legal, sabe, Júnior, que você falou pra gente pensar? A Elane tá falando, ó, hoje eu tô vivendo nesse contexto. Isso é muito legal a gente Pensar nessa questão de arta até pela questão da nossa prática de meditação. É muito difícil falar uma coisa aqui. Parece é
um meme, mas não é um meme não. Uma verdade. É muito difícil você ter a mente tranquila, você conseguir relaxar, conseguir você conseguir tranquilizar, você conseguir meditar quando você tá cheio de boleto para pagar. Quando você sabe que não tem comida na sua casa, quando você, eu, eu não desejo ninguém Passar por isso, né? Mas imagina, por exemplo, uma pessoa que tá em situação de vulnerabilidade social. Para essa pessoa, adianta eu querer ensinar meditação? Não, primeiro ela tem que ter as questões básicas da vida de qualquer ser humano. Às vezes a gente acha que a
fome tá muito distante, que é das coisas que a gente vê na televisão. Dá uma rodadinha dentro do seu bairro, infelizmente a gente vai Encontrar. Às vezes a gente acha que a guerra tá acontecendo lá longe. Eu espero que não seja na sua casa, mas tem muita casa em guerra aí. Então, arta é você construir essa prosperidade. E aí eu tô muito feliz que vocês entenderam que eu não tô falando de dinheiro, eu tô falando de você ter as condições básicas de vida para que aí sim você consiga sentar, tranquilizar, meditar, buscar o caminho. Tá
dando para entender Isso? Tá claro para vocês? Maria, ó, apesar de tudo, eu sou a pessoa realizada. Somente gostaria de ajudar mais a minha família. Hoje em dia, eu sinto que eu tenho necessário e um pouquinho mais. A Renata tá falando: "Eu agradeço cada vez que eu pago as minhas contas, pois eu sei que eu tenho o suficiente para viver. Essa fala é crucial. Já gostei ainda mais de você." A Suer tá falando. Obrigado, viu, Sué? Mas é essa Consciência que a gente tem que ter. A gente tem que construir esse tipo de prosperidade, não
é ser rico para poder trocar, comprar um iPhone todo ano, não. Isso é futilidade. Não é isso que a alma da gente deseja. Aliás, isso não preenche, né? Você compra o iPhone, daqui a pouquinho lança outro, você vai querer o outro. Isso não preenche. Não preenche. Vocês estão entendendo que tipo de prosperidade, né? Só que aí a gente tem Um grande pequeno problema. A gente não veio na vida para ser rico, entende? A gente veio na vida para ter uma vida próspera. Quantas pessoas que se a gente olhar, se se a sociedade que a gente
vive olhar, vai falar: "Essa pessoa é pobre". Eu vou falar da minha realidade lá do interior de Minas Gerais. Ah, essa aí é pobre. Pessoa é riquíssima. Ela planta a comidinha dela. Ela não tem o iPhone, ela não tem o carro Zé. Mas Era uma é uma riqueza de vida. Acho que ficou claro. Só que qual que é o grande problema que a gente passa por hoje em dia? Se você nasceu o ser humano, são quatro objetivos de vida. E o que que as pessoas acham? Quando você abre o Instagram, que que a galera acha
que é um objetivo? Muitas pessoas vêm na vida para tentar ser próspero, achar que, ah, se eu for rico, se eu tiver dinheiro, né, não é Rico, né? Se eu tiver dinheiro, vou resolver todos os meus problemas. Já entende. A partir daqui você já tá entendendo que não é bem isso, né? Agora eu quero que você me responda no bate-papo. Você é uma pessoa próspera diante do que a gente tá conversando aqui. E olha que a gente hoje vai se aprofundar em dharma, hein? Então eu vou passar pro próximo objetivo. Mas só guarda isso. São
quatro objetivos. Se você conhece pessoas ou se você é uma Pessoa que acha que ter prosperidade eh vai resolver as coisas na sua vida, são quatro objetivos. Responde aí para mim se você é uma pessoa próspera. Conta aí para mim. O canal do Rangel tá falando prosperidade das coisas que não tem preço, as que tem um grande valor. Boa. E aí tem alguém falando: "Eu sou próspero, sou muito próspero". É isso que eu fico feliz. a gente tá construindo, né, a nossa prosperidade. Então esse é o primeiro objetivo e o Grande erro da humanidade é
acreditar que se você tiver dinheiro, for uma pessoa próspera, você vai encontrar tudo. E a gente sabe que não é assim que funciona. Então esse é o primeiro objetivo. Lembra que na apostila vai ter várias perguntinhas para ajudar você a entender um pouquinho mais sobre isso e responder, né, para você mesma, para você mesmo sobre esse primeiro objetivo da vida. O segundo objetivo da vida. Então eu vou passar pro próximo, é cama. E cama é o prazer, é você ser feliz, é você construir a sua felicidade. E aí eu já te pergunto de cara, você
é uma pessoa feliz? Então, cama, esse é um outro objetivo, né? Eu lembro muito, eu lembro, eu lembro demais quando eu comecei minha primeira formação em yoga. Tem um momento que a gente estuda um pouquinho sobre isso, né? E aí o monge dando a primeira aula e ele falando assim, ó, cada um que veio aqui veio para ser Feliz. Esse isso é cama, né? Aí ele aí eu lembro de passar um mosquitinho, ele falou: "Esse mosquitinho que tá passando aqui tá procurando a felicidade dele". A gente tem um outro grande problema, né? Que muita gente
acha que uma coisa vem ligado com a outra. A maioria das pessoas acham que se encontra a prosperidade, naturalmente encontra a felicidade. Se encontra harta, naturalmente encontra Cama, que as coisas se unem. É assim que funciona, gente? Será que é assim que funciona? A gente sabe que não. A gente sabe que tem gente que se mata para tentar encontrar a prosperidade no sentido de dinheiro, achando que ela vem carregada de felicidade. E a gente sabe que não é bem assim. Cama, então, na tradição do yoga, da filosofia indiana, fala sobre o prazer, a felicidade, O
prazer de estar vivo. A felicidade só por estar vivo. Fala sobre aquilo que na verdade desperta a alegria no nosso coração, que toca os nossos sentidos, que que faz com que a gente celebre essa experiência de ser um ser humano. E aí a gente vai reconhecendo esses prazeres e essa felicidade que é um caminho que você constrói nas pequenas coisas e nas grandes delícias da vida. No sabor de uma comidinha gostosa, na Beleza de uma paisagem, num sorriso que é compartilhado na arte, na música, no amor, numa aula como essa que a gente tá tendo,
né? é você descobrir a felicidade por você estar viva, por você estar vivo. Tem um tarô do Oxo. E aí eu já te pergunto, você é feliz de verdade? Responde isso aí para mim. Se você não quiser responder, eu sei que isso é uma pergunta muito Individual e forte, né? Tem um tarô do Oxo que chama o tarô Zen. Eu tenho ele aqui, mas eu não separei para trazer. Tem uma carta que chama celebração e a imagem são duas mulheres e um homem eh sem nenhuma joia, sem nenhuma maquiagem, com uma roupa tranquila, dançando feliz
da vida no meio da chuva, celebrando a vida, né? Você sendo feliz mesmo quando as condições ao redor não estão suficientemente felizes, né? E a gente precisa entender então que cama é Uma construção. Eu para tentar ser feliz, eu medito, eu vou na academia, eu saio com os meus amigos, eu namoro, eu pratico yoga, eu jogo videogame, eu gosto de assistir séries inteligentes na internet, gosto de ver um bom filme. Sabe esses pequenos prazeres assim? Mas e eu me considero de verdade uma pessoa feliz, mas não significa que coisas não muito boas não aconteçam comigo.
Eu sempre gosto de citar esse exemplo, né, da morte do meu avô, que foi alguns anos atrás. Eu me vi ali junto com a minha família chorando, sofrendo muito, que meu avô morreu no dia 24 de dezembro. Eu fui para Minas, minha família mora no interior, a gente tinha uma mega festa programada, minha família muito animada no Natal, né? Quem me acompanha no Instagram, eu sempre posto Natal da minha família, é muito animado, tem música ao vivo, a gente faz troca de Presentes e tal e tava tudo pronto, as comidas tudo organizadinho. Eu sou chato,
né? Porque tem que ter a comida vegetariana lá para mim. Eh, e no dia 24 de manhã, eu lembro de ter sido acordado pela moça que tava ajudando lá em casa, falando assim: "Olha, levanta bem cedinho e vai lá na casa do seu avô, que seu acabou, seu avô acabou de falecer junto com a sua mãe. A minha mãe foi lá visitar ele muito cedo e ele faleceu assim, dando a dando a bênção pra minha Mãe. E e eu me lembro de depois chorar pra caramba ali, né, com aquela perda que como a Maria Betânia
canta, né? Ali onde eu chorei, qualquer um chorava. Mas mesmo eu chorando essa perda, como eu tenho uma visão diferente sobre a vida e a morte, até por causa da espiritualidade que eu acredito, eu tava chorando, mas isso não significa que eu sou uma pessoa triste. Eu passo por às vezes grandes questões na minha vida, problemas com a minha vida também, mas Isso não significa que eu sou infeliz. Ao contrário, eu sou feliz e tem momentos que eu choro e é natural que isso aconteça, né? Uma pessoa que ri o tempo todo tá em desequilíbrio.
Uma pessoa que chora o tempo todo tá em desequilíbrio. Então a gente precisa ser natural e equilibrado, né? entender que a felicidade é uma construção. Então, esse é o segundo objetivo. O primeiro é a prosperidade, o segundo é construir a sua felicidade. E aí, deixa Eu ver que que vocês estão escrevendo aqui. A Valesca, ó, tudo tá dentro da gente. Basta silenciar a mente e buscar. Edlan. A felicidade está nos pequenos momentos. Tá com a família, os meus netos, meus filhos, os meus amigos. A Júnior tá falando: "Eu sou feliz porque eu sinto prazer em
construir o meu dia." A Jaqueline: "Feliz demais, eu nem acredito. Foi difícil, mas fui vencendo dia a dia, porque é um caminho que a gente constrói. E não significa que você É uma pessoa feliz, que você nunca vai chorar, que você não vai sentir raiva. Gente, a gente faz yoga, a gente sente raiva, só que a gente reconhece a raiva. A gente sabe quando ela tá chegando. A gente sente tristeza, a gente sente melancolia, tudo a mesma coisa. Mas a gente tem ferramentas para lidar com isso. E a gente que é professor tem ferramenta para
passar paraas pessoas lidar com isso, né? A felicidade habita na simplicidade, em equilíbrio das Coisas da vida. A Helena tá falando, né? E a Alessandra tá falando: "Eu sou feliz". A Mara tá falando, "Eu também faço várias coisas para ser feliz. Eu vou vivendo os momentos". E é assim mesmo, né? É assim mesmo que a gente vai construindo a felicidade. Então, ó, se vocês estão felizes, que bom, a gente já tá realizando o segundo objetivo da vida. Que bom, né? Que bom que você não vem um cachorrinho, um gatinho. Que bom Que você não vem
uma baratinha, um coqueiro, né? Você poderia ser tantas coisas. Teve um dia que eu estava com um grupo, na minha primeira viagem da Índia, a gente estava no rio Ganges de manhã, bem cedinho em Varanziasi. Varinasi é aquela cidade mais antiga do mundo e a gente levanta tipo 4 horas da manhã e vai caminhando em direção ao rio Ganges e você sobe num barquinho e entra dentro do rio e lá é onde tem as cremações. Eles, ontem eu contei um Pouquinho, né, sobre isso, mas eles queimam os corpos das pessoas e você vê o sol
nascendo e algumas pessoas sendo queimad, cremadas, né? Outras nadando, comemorando a vida. Ali a gente fala que é a cidade de Chiva, né? É a vida e a morte, assim, ó, presentes o tempo todo ali no seu dia. Então, geralmente é uma parte muito impactante da viagem da Índia, muito bonita, mas muito impactante também. E eu lembro de uma amiga minha que é uma aluna de yoga, Fabrícia, fazer uma brincadeira assim, porque eles acreditam que quem morre em Varanasi não precisa retomar como a vida de ser humano, como ser humano, né, que você já alcança
o Samad, né? Então, a Fabrícia fez uma brincadeira assim: "Ah, eu é a minha última encarnação como humana, eu depois quero vir um eh eu já vou vir um ser muito mais evoluído." E aí o rapaz que tava remando, né? Ele foi, falou assim: "Nossa, que legal. Quem sabe na próxima vida você volta uma Plantinha". Olha que interessante, né? Às vezes a gente vê uma planta e a gente acha que a planta é menos evoluída, ele já acha que a planta é mais evoluída, porque ela não precisa construir a felicidade, ela não precisa correr atrás
da prosperidade, ela já cria suas próprias flores, ela já tem as suas raízes. Olha que interessante a gente pensar assim, a gente como ser humano, não, a gente tem que construir. E a gente tem esses quatro objetivos. A Flor, ela é, o cachorro ela é. Nós seres humanos que estamos seres humanos, olha que engraçado, a gente não nasce e um ser humano. O cachorro nasce cachorro, a gente nasce e a gente se torna humano, né? A gente vai sendo educado pela escola, pelos nossos pais, pela sociedade. A gente se torna humano para depois você encontrar
um professor que tira você desse estado humano e faz você se tornar divino. Olha que legal a gente Pensar dessa forma, né? Bom, tá cheio de mensagem ali. Depois eu vou ler com calma. Eu sei que tem perguntinhas também. E vou pedir minha equipe para anotando as perguntinhas. Eu espero que vocês estejam gostando e que essa aula esteja tendo uma profundidade, porque agora a gente entra no tema mais importante que eu separei, porque esses são três grandes objetivos na vida. E o primeiro a gente já entendeu que é a prosperidade, o segundo é a construção
Da felicidade. A gente já viu um grande problema que existe na sociedade de hoje. As pessoas acham que quando elas tiver prosperidade, automaticamente elas vão ter a felicidade. Eu estou aqui para te falar que não é bem assim. E esses livros, esses ensinamentos que a gente tá aprendendo aqui nesse slides, nessa aula agora, isso é vem antes da Bíblia Sagrada, sabe? É um ensinamento muito antigo e muito atual. Adivinha qual é o terceiro grande objetivo da vida? É o título da nossa live, né? É você encontrar o seu dharma, que é o chamado da sua
alma. Você escutar o chamado da alma. Dharma é aquilo que você nasceu para ser, é aquilo que você nasceu para fazer. Pensa junto comigo. O nosso corpo tem várias células, né? São todas células, né? Mas você tem uma célula chamada neurônio e você tem uma célula muscular. Cada uma é especializada em uma coisa Diferente. Se você tira o neurônio e coloca em ele ele em outro lugar ou tira aquela célula e coloca em outro lugar, já parou para pensar que o corpo inteiro vai entrar num pane geral? Sabe por que a nossa sociedade ela é
do jeito que ela é? Ela está do jeito que está? Porque tem muita gente que não sabe o seu dharma. O seu dharma, na verdade, é o seu presente, é os seus dons, as suas qualidades. O presente que Deus te deu é aquilo que Você sabe fazer e você precisa fazer. O meu dharma, por exemplo, eu já entendi que é ser professor de yoga, é ser professor, é da aula de yoga, né? Esse é o meu dharma. E aí, qual é o seu dharma? A gente precisa entender qual é o nosso dharma, tá? E aí,
para entender o dharma, você pode pensar em buscar num mapa astrológico, você pode fazer meditações específicas, você pode fazer registros sarcásticos, Você pode fazer retiro de yoga, você pode ir pra Índia tomar um banho no rio Ganges. Mas o grande segredo para você encontrar o que você nasceu para ser e para fazer, para você descobrir qual é o grande presente que você tem na sua vida, é você olhar para dentro de você. é você descobrir de verdade quais são os seus talentos e quais são as suas fraquezas. Eu, por exemplo, conheço muito a respeito disso
em mim, de tanto Meditar, pesquisar, buscar, me autoestudar, eu sei as minhas fraquezas. Vou te dar um exemplo de uma fraqueza que eu tenho, matemática. Se você me perguntar 8 x 6, eu não sei, eu tenho que pegar a calculadora para fazer. Isso sempre foi um grande problema para mim. Física, matemática, isso sempre foi um grande problema para mim. Na escola eu era meu pavor, eu tinha que estudar para passar notas e se eu passasse com 60 tava maravilhoso. Porque é a minha fraqueza, sabe? Não é o que eu gosto de fazer, mas quais são
os meus talentos? E é isso que a gente precisa entender. O seu talento é o seu dharma. E você sabe qual que é o grande problema da sociedade? que as pessoas acham que elas vão encontrar harta, elas vão encontrar a prosperidade, que automaticamente a prosperidade vem acompanhada de cama da felicidade sem expressar o dharma. E isso, segundo a tradição indiana, e também pelo que eu vejo, isso não existe. Você você deve conhecer a história, por exemplo, tá? Sei lá, talvez de algum médico que é médico, né? Eu tô pensando em alguém que tem um salário
muito muito alto. É um médico, ele tem um salário muito alto e vive reclamando da vida, vive na Prindaíba, devendo todo mundo e todo bagunçado. Talvez esse não é o dama dele. Ao mesmo tempo, talvez você conheça alguém que tenha um trabalho simples, que tem talvez uma pessoa que cuida de jardim. Tô falando de de um trabalho que talvez não precisa tanto de estudo, mas que precisa muito de um dom. Desculpa se precisa muito de estudo, tá? É porque eu realmente não sei. Mas de repente uma pessoa que planta plantinhas, né? Ela tem o dom
para plantar plantinhas e ela é muito próspera. Não existe a construção da prosperidade E o encontro da felicidade, segundo a tradição, segundo os livros antigos, se você não expressar o seu talento. É, é uma é uma condição para você encontrar a prosperidade e encontrar a felicidade, você precisa expressar o seu talento. Se você trabalha com alguém que vive reclamando do trabalho, talvez aquela pessoa tá ocupando o espaço de alguém que é teu talento para aquela função e aquela pessoa atrapalha A equipe inteira, né? O senhor deve ter passado por essa experiência de repente no shopping,
numa loja lá no interior de Minas, a gente fala: "Você vai lá na venda e talvez a pessoa te, cara, te trata mal. Contar uma experiência de poucos dias para vocês. Eu quis comprar uma motinha elétrica porque fica mais fácil para eu me movimentar. Às vezes eu sou chamado para dar aula de jogo num lugar, no outro e bus trânsito é muito ruim. Então eu fui comprar uma motinha Elétrica, juntei meu dinheirinho e fui comprar a vista. Eu gosto de comprar coisas à vista, eu não tenho cartão de crédito. Aí eu cheguei na loja, o
vendedor tava sentado, eu tava com dinheiro no bolso, o vendedor sentado e eu falei com ele assim: "Eh, ah, oi, tudo bem? Eu queria ver essas motinhas elétricas". Ele sentado continuou e foi, falou assim: "Estão aí?" Aí eu falei assim: "Não, eu sei, mas é porque eu não conheço. Eu sei que tem uma que precisa De carteira, outra que não precisa. Eu não entendo muito bem". Aí ele falou assim: "Eh, em cada uma tá anotado no papel, qual no papelzinho lá, qual que precisa ou não precisa". Aí eu falei assim: "Ah, tá bom." Mas tem
umas tem umas velocidades diferentes, é só a cor que muda ou o modelo muda? Aí ele falou assim: "Tá tudo escrito nelas e o preço também tá escrito nelas". Aí eu falei assim: "Muito obrigado, obrigado". E fui embora da loja. Fui na outra loja e Comprei a moto com o vendedor que me atendeu, que me ofereceu café. E aí eu expliquei para ele que eu não tomo café, porque café atrapalha a meditação minha, eu não tomo. Enfim, vocês entendem como que uma pessoa que não está realizando o dharma dela nessa vida, ela não tá desenvolvendo
os talentos que Deus deu para ela, ela não tem como encontrar a felicidade e a prosperidade, não tem jeito. Antes de subir aqui pra live, para poder Relaxar, que eu fico um pouquinho tenso aqui antes de entrar com vocês, dar um friozinho na barriga, eu liguei o YouTube para assistir vídeos aleatórios, uma coisa que pudesse me distrair. Depois eu entrei nos mantras, mas aí eu tava assistindo um vídeo que tava contrando a trajetória do Herbert Richer, não sei se vocês já ouviram falar nisso, que é um um cara que virou um grande dublador, colocou a
mochilinha nas costas, foi para São Paulo, fez amizade com Walt Disney e virou um grande dublador. E aí me lembrou de uma história muito interessante que tem muito a ver com o Darma. Vocês já ouviram falar na Greta Garbo, atriz Greta Garbo. Eu até separei, já que a gente tá falando de dharma, eu separei e esse históri, eu separei aqui por ó, ela nasceu em Estocolmo em 1905, ela faleceu em 1990, foi uma atriz sueca, a Greta Garbo foi uma atriz Sueca, naturalizada, norte-americana, tal, que ela foi pro cinema, ela trabalhou 10 anos no cinema
por três vezes ela foi indicada ao Oscar, na categoria de melhor atriz e recebeu um prêmio honorado. ário de uma academia por suas atuações e contribuições pro cinema. Em 1999, ela foi eleita para uma das 100 maiores estrelas do cinema norte-americano. Por que que eu tô falando da Greta Garbo? Olha um pouquinho da história Dela. A Greta Garbo trabalhava em uma barbearia. Ela não cortava o cabelo e a barba, não. Ela só lavava o cabelo das pessoas que depois iam cortar a barba e o cabelo. E um dia chegou na cidade que ela vivia um
diretor de um cinema que eles iam rodar um filme na cidade que ela vivia. E ela, o o diretor do cinema resolveu eh cortar o cabelo e fazer a barba, que no outro dia ia começar as gravações. E aí conta-se na história que ele deitou Lá para lavar o cabelo e sabe quando deita para lavar e ficou olhando a greta, né, que tava lá lavando o cabelo dele. E sabe quando você não tem o que falar com a pessoa? Aí eles, ele só falou com ela assim: "Ah, muito obrigado por lavar meu cabelo, você é
uma mulher muito bonita". E aí ele saiu lá com o cabelo molhadinho e foi cortar o cabelo e a barba dele. E a Greta Garbo ficou com isso na cabeça dela. Sou uma mulher muito bonita. Sou Uma mulher muito bonita. Quando a barbearia fechou, sabe o que ela fez? Ela foi lá no hotel que ele tava hospedado, pediu para falar com ele, bateu na porta e falou com ele assim: "Você me disse que eu sou uma mulher muito bonita". Aí ele foi falou assim: "Sim, você é uma mulher muito bonita". Aí ele foi falou assim.
Aí ela foi, falou assim: "Se eu sou uma mulher muito bonita, por que que você não me coloca no seu filme?" E aí ele colocou ela como um papel secundário. Foi o primeiro primeiro filme que ela participou, né? Nessa ousadia que ela teve de ficar com isso na cabeça. No fundo, ela sabia qual era o dharma dela, né? Eu sei que no segundo filme que ela fez, ainda foi um filme mudo, ela recebeu muitos prêmios. Ela foi no talento dela. Você que tá aqui comigo agora nessa live, esse horário da noite, você sabe qual é
o seu dharma? Talvez você não saiba, mas se você tá aqui sentadinha, sentadinho, assistindo uma live que a gente fala sobre filosofia indiana, que a gente fala sobre yoga, que a gente fala sobre meditação, sobre autodesenvolvimento, sobre espiritualidade, eu imagino que o seu dharma de alguma maneira tá ligado a esses assuntos. Você tá aqui porque essa live de alguma maneira te traz felicidade, te faz feliz por algum motivo, não é? Vocês já sabem Qual é o dharma de vocês? conta para mim aí no comentário qual que é o seu dharma. E aí uma coisa muito
importante que a gente precisa saber que a gente não precisa largar o trabalho que a gente tem para realizar o nosso dharma, tá? Você pode e deve expressar os seus talentos já dentro do trabalho que você realiza. E sabe o que que as escrituras falam? que quem está realizando o dharma está protegido. Se você está realizando seus talentos na vida, você tá protegido. Nunca vai te faltar nada. Não vai te faltar a prosperidade, não vai te faltar a felicidade. Mas quem está no adarma, ou seja, tá fazendo uma coisa que não é o seu talento,
mas de repente tá fazendo ali porque foi esse emprego que eu achei, porque isso aqui dá mais dinheiro. Quem vive no Adarma carrega o mundo nos ombros e a tendência é ir adoecendo, né? que você vai ficando cada Vez mais pesado, mais pesado, mais pesado, distante da prosperidade, distante da felicidade. Até não encontrar a prosperidade e a felicidade é uma maneira que o que a consciência cósmica e o universo tem de tentar te ajudar a reorganizar o seu caminho de vida. Tô vendo aqui as as mensagens que vocês estão falando, né? A Mara tá falando:
"Sinto vontade de me reinventar, sinto vontade de ajudar os outros. Eu procuro Como Mara, eu também. E por isso que eu vim pro yoga, sabe? Porque eu senti que era isso. Cácia tá falando: "Eu tô buscando". A Júli também tá falando: "Eu não sei, mas eu tô em busca". Acho que eu não sei qual é o meu dharma. A Luciana tá falando, meu dharma a minha cultura. Eu sou feliz porque eu encontrei na saúde. Eu amo. Como você descobriu? Como descobrir o dharma? Então, gente, a gente tem que olhar, pra gente tentar descobrir o nosso
dharma, a Gente tem que olhar fundo no que a gente gosta de fazer. Sabe aquilo que a gente pode fazer que a gente passa horas fazendo e que você nem vê o tempo passar? Por exemplo, você tá aqui numa live, né? Tem uma hora que a gente tá falando aqui, né? É muito importante, é muito importante a gente pensar nisso. E eu tô te dando uma dica, né? Se você tá aqui falando sobre espiritualidade, sobre yoga, n, Provavelmente seu dharma tá muito nisso. As pessoas que o dharma não tão nisso já passaram pela live e
já saíram. Ah, não, isso não, isso não é para mim não. Eu quero é ficar de cabeça para baixo, quero não sei o quê, eu quero é sei lá, fazer outras coisas da vida. Eu não tenho paciência com esse negócio de yoga, não tem, né? Depois elas vêm pro yoga, né? Infelizmente, porque o médico indica ou no yoga a gente chega por dor ou chega por amor, não é assim? Mas só Pra gente poder ter uma ideia, né? A gente vai conversar um pouquinho mais sobre isso, né, de como encontrar o dharma. Tem uma pergunta
importante aqui, ó, da Mara. Isso só aparece na profissão ou não? Pois eu parei de trabalhar fora. Eu tô só em casa agora. E daí? Bom, e daí que qual o seu talento? O que que você pode fazer de dentro de casa? É aquele exemplo também que eu citei. Você não precisa largar o que você tá fazendo ou que você já faz Com a sua vida. Imagina, por exemplo, uma pessoa que tá aqui nos assistindo, que ela é dentista, ou uma pessoa que tá aqui assistindo, que ela é professora. da aula na faculdade ou pro
ensino fundamental. Ou uma pessoa que tá aqui assistindo, ela é doméstica, é do lar, ou uma pessoa que tá aqui assistindo, que trabalha num banco e que descobre a partir desse olhar, cara, o meu caminho tá ligado a isso, tá ligado a yoga, meditação, você não Precisa largar as coisas que você faz, você não precisa deixar de ser doular, você não precisa deixar de ser dentista, você não precisa deixar, você pode expressar de outras maneiras, né? o seu dharma. Agora você tem que pensar nisso. O que que você poderia fazer durante horas e que você
fique, que você gosta, que faz seu coração vibrar? Eh, o caminho do dharma tá por aí, tá? Então, isso que a gente precisa fazer, né? Olha que interessante, né? A gente Falou muito, a Júia tá falando aqui, ó, você é o que você faz e ama ser o que você é. Exato. A gente precisa pensar nesse tampo. Aí a gente falou sobre prosperidade, tava tudo tranquilo. A gente falou sobre felicidade, tava tudo tranquilo. A gente fala sobre os nossos talentos. A gente não sabe quais são os nossos talentos. Você não sabe as coisas que você
gosta. Eu tô te dando dica, né? Se você tá aqui numa live de yoga, você talento deve ter Ligado a isso de alguma maneira. Pode ser que não, né? Mas só pra gente poder entender, né, que é diferente o propósito e a persistência, né? Tem gente que leva a vida dando parece que murro na ponta da faca, né? Não é lutar. Quando você tá num trabalho, numa coisa que você tem que viver numa luta, numa confusão, cara, não é isso. É fluir. A vida pode ser mais simples, pode ser mais leve. Então, a gente tem
que tomar decisões, decidir com muito clareza, observar qual é o meu grande objetivo da vida e persistir naquilo de forma fluida, de forma leve. Eu, por exemplo, com yoga, não é que eu sempre trabalhei com yoga e sempre deu bom no yoga, mas nunca me faltou. Eu lembro que quando eu mudei para Buses, eu cheguei aqui em Bus com uma Mochila. De cara eu já conheci a Laura, que hoje é aqui da Casa Chante. Nós somos os sócios fundadores da escola. De cara eu já conheci a Laura, depois já conheci uma outra pessoa que foi
Adriana, que montou um estúdio de yoga, me colocou a trabalhar com ela. Eu não ganhava muita grana ainda. Peguei um trabalho numa loja, entendia que aquilo era por um tempo, porque o yoga ia. Eu sei que ia, eu sei que ia, porque é a Minha função, eu gosto disso. E a gente precisa pensar nisso, sabe? Lembra de cama, o prazer, a construção da felicidade? Eu te dou essa dica, né? Se você tá numa live, essa hora da noite, você poderia estar assistindo Big Brother, novela, Jornal, você poderia estar vendo coisa no YouTube, poderia estar no
Mercado Livre fazendo compra. Cara, você tá numa live falando sobre espiritualidade, sobre yoga, sobre autoconhecimento. Eu acho que o seu caminho vai por aí, muito parecido com o meu, sabe? Eu acho que é mais ou menos por aí que vai que a gente vai passando, né? Mas lembrar que é fluir, não é lutar. Quando a gente faz a postura do guerreiro na aula de yoga, né? Eu gosto muito de pensar sobre isso. É, transformes num guerreiro, peito aberto, queixo erguido. Você sente que você tá pronta, pronto para enfrentar qualquer desafio que apareça, fluindo na vida.
Não é lutando. A vida não precisa Ser uma luta. Ai, conseguir dinheiro é muito difícil, é só conta que chega, parou. Você tá fazendo a coisa errada, a vida tá te mostrando, você não tá dando conta nem de pagar suas contas ou tá pagando as contas, mas tá cheio de problema de saúde, aí gasta um dinheirão com umas outras coisas para tentar compensar. Gente, a vida é muito curta, Dá para ir por aí? Não. Eu escolhi a minha rotina, sabe? Montei mesmo a minha rotina. Eu dou aulas de yoga. Meu trabalho é dar aulas de
yoga. Eu dou aulas de yoga. terças, quintas e sextas de 8 às 9 da manhã. E quartas, eu dou aula de yoga de 6 às 7 da manhã. Depois eu converso com os alunos na câmera. Aí eu tenho o curso de formação de instrutores que é quinta-feira à noite. Professor, o que você faz com os outros dias, com as outras horas do seu dia? Eu vou viver. Eu encontrei o meu dharma, encontrou o dharma, encontrou o caminho de prosperidade. Encontrou o caminho de prosperidade com eu vou viver, eu vou na praia, eu cuido do meu
cachorro, eu cuido da minha casa, eu vou fazer as coisas que eu gosto, as coisas que me faz feliz por aí, sabe? O dar é por aí. A gente precisa entender um pouquinho sobre Isso, tá? Não é lutar não, gente, é fluir, né? Agora, pra gente reconhecer o dharma, a gente precisa do autoconhecimento, né? Por isso que eu sempre falo, o autoconhecimento, ele leva embora o sofrimento. E leva mesmo, porque você constrói o seu dardo, porque você tem um talento. Talvez você não saiba, mas você tem um talento. Quando você nasceu, você trouxe um talento,
Deus te deu, Deus não te colocou aqui do nada. Tem um talento. Isso é muito importante, tá? A Karim tá perguntando assim: "Será que a gente pode ter mais de um dharma? Por que não, Karim? Tudo é possível. Tudo é possível. Eu gosto de fazer um monte de coisa. Por exemplo, além do yoga, eu gosto de de falar sobre comida, de falar sobre alimentação. Eu fiz um curso de nutrição, fiz um curso de aurveda, não é o meu objetivo principal, mas eu atendo uma pessoa ou outra nesses horários Válgos quando eu consigo encaixar. É isso,
né? Eu sou do Lar e artesanato. Eu conheci o yoga há dois anos. A Cai tá falando. Fiquei apaixonada com as aulas e aí eu comecei a fazer alguns cursos. Isso é tudo para mim. Exato. C. Tenho sentido que o meu d tá relacionado a essa direção de autoconhecimento. A Elisa tá falando agora. É muito importante, gente. Até coloquei ali. Lembra de ontem? Ontem a gente falou sobre os oito passos do yoga e um dos passos era tapas, né? É disciplina. a gente desenvolver essa disciplina quando a gente descobre o nosso talento, quando você descobre
o seu talento, que é o seu dharma, que é o o que que é correto, é o que você nasceu para fazer, colocar em prática, ter a disciplina para colocar em prática, sabe? E aí a gente, eu vou passar agora pro quarto passo, porque a gente falou do Primeiro, né? Então vamos lá, vamos relembrar. O primeiro passo é construir a nossa prosperidade. O segundo é a construir a felicidade. O terceiro é encontrar o dharma. E o quarto é moka. Moka é igual samadi do yoga. É o mesmo caminho, tá? Essa união com Deus. Só pra
gente poder entender, nas escrituras está escrito que se você não expressa o seu dharma, você não vai encontrar a prosperidade e, óbvio, muito menos a felicidade, Porque a vida vira uma luta mesmo, né? E aí, só para falar sobre esse esse último passo, então, de forma bem resumida, porque eu vou voltar a falar um pouquinho do dharma, porque eu senti aí que mexeu em alguma coisinha aí dentro, eu sabia que isso ia acontecer, porque esse é um assunto muito importante que a gente fala da nossa vida, das nossas escolhas. Mas só pra gente poder falar
sobre o quarto passo, que a gente já tá Quase chegando no final da nossa aula, o que que seria moka. Moka é igual samadi, é a liberdade da nossa alma. Na tradição espiritual da Índia, é o estado que a pessoa desperta paraa verdadeira natureza e se liberta das grandes ilusões, dos apegos, dos ciclos de sofrimento. Sabe o que eu gosto de falar que é m? É aquele momento onde você, eu falei isso aqui na live hoje, você descobre que você não é um ser humano. Você descobre que você é um ser Espiritual. Você não é
um ser humano tentando buscar coisas espirituais. Você é um ser espiritual, vivenciando uma experiência como humano. E eu gostaria muito que essa experiência fosse uma boa experiência. Eh, morcha não é um lugar para onde você vai, é um estado da consciência que você desenvolve. é quando por um pequeno instante ou então pela vida inteira a gente começa a perceber que por trás dos nossos pensamentos, dos nossos papéis, Das historinhas que a gente encontra, nossa, nós somos mestres para contar história, mas não deu porque não sei o quê, mas Mokaxa nos lembra que no meio de
todas essas buscas da vida ainda existe um chamado que é mais profundo, que é o chamado para reconhecer quem realmente nós somos. Reconhecer que nós não somos um ser físico, Nós estamos. Ser e estar coisas diferentes. A gente conversou um pouquinho sobre ontem isso, né? Isso é muito importante. Agora, gente, quando a gente fala em dma, eu vou voltar nesse assunto pra gente pro final da aula e eu dar os liberar os presentes para vocês também. Eu espero que tenha mexido muito com você essa essa aula de hoje. É preciso a gente pensar que ninguém
sustenta um propósito grandioso sozinho. A gente precisa de um sistema, de um apoio, de uma comunidade que nos ajuda, sabe? A gente tem que mesmo encontrar a nossa tribo, encontrar mesmo, sabe? Juntar com aquelas pessoas que gostam da mesma coisa que a gente gosta, para que a gente possa ter um direcionamento e para que a gente possa fluir com as outras pessoas. Nas escrituras está escrito que quem vive no dharma tá protegido. Se você vive no dharma, não vai acontecer coisas ruins com você. Se você tá expressando o seu talento, não vai te faltar a
prosperidade, não vai te faltar a felicidade. Mas quem vive no Adarma, talvez você tá lá numa função que não tem nada a ver com você, fazendo uma coisa que não tem nada a ver com você na sua vida, aquilo é um peso para você. Eu vou voltar a a relembrar a história da Greta Garrapo. Vocês gostaram da história dela? Vocês já tinham escutado essa história? Cara, que maravilha, sabe? Confiar no que você sabe. Eu vou me dedicar a isso. Eu vou encontrar o grupo que eu gosto, eu vou encontrar qual é a minha tribo, eu
vou fazer o meu dharma. Cara, a mulher foi indicada quantas vezes pro Oscar, considerada uma das 100 melhores atrizes do mundo. É isso, sabe? Encontrar o dama é isso, é encontrar e praticar. a gente precisa entender. E aí quem ainda tá cheio de dúvida, amanhã a gente pode conversar um pouquinho mais sobre isso. E lembra que esse ainda vai ter uma apostila que vai ter um monte de perguntinha para responder que vai ajudar você a encontrar o seu dharma. Mas o fato é que as escrituras falam que quem vive no a dharma, né, o a
é negação, fora do seu dharma tá Carregando um peso muito grande nos ombros. A vida tá pesada. Ah, eu lembro quando eu tinha aula de matemática e física na segunda-feira de manhã, domingo à noite era uma depressão. Sério, eu era adolescente, pensava: "Não acredito que eu tenho essa aula amanhã, porque não é meu, não tem nada a ver comigo, mas eu entendi que era uma fase que eu precisava passar. Hoje os meus domingos à noite são maravilhosos, porque eu sei que vai Começar uma nova semana, que eu vou poder dar aula de yoga, que eu
vou encontrar com os meus alunos. Quantas vezes às vezes eu tô doente, tô com dor de garganta, tô com febre, tô com não sei o quê, eu começo dar aula de yoga, some tudo. Eu esqueço porque é é meu dharma, sabe? É tão prazeroso isso para mim. Eu quando eu vou numa uma cidade diferente, fazer uma viagem, né? Aí, por exemplo, primeira coisa que eu olho na Cidade é assim: "Onde que tem um estudo de yoga?" É isso, é o que eu gosto de fazer, meu dma e a prosperidade sempre acompanha. Isso é muito importante,
muito importante a gente entender, né? Então a gente precisa mesmo encontrar a nossa tribo, né? A gente pensar que o ambiente ele molda muito quem a gente é. Lembra que você não precisa abandonar o seu trabalho, você não precisa deixar de Lado o que você já faz, mas você pode expressar os seus talentos de uma outra maneira. Vamos supor que você fala: "Ah, não é yoga mesmo, eu entendo que é isso aqui que eu gosto mesmo, também quero dar aula de yoga". Aí eu vou falar: "Você vai fazer o seu curso comigo, né? Aí você
vai ter que fazer seu curso comigo, mas aí você vai estudar e você trabalha no banco e você convida as pessoas que trabalham no banco para fazer". Eu tô citando esse exemplo Porque eu tenho uma aluna Fernanda, que tá fazendo a formação comigo. Ela trabalha no banco e ela convida as pessoas que trabalham com ela para vir praticar yoga. Olha que maravilha. Ela não largou o trabalho até. Ela até acho que depois de um tempo ela vai largar para viver assim como eu vivo do yoga, né? De uma rotina um pouco mais leve, mais tranquila,
né? Enfim. Mas só pra gente poder pensar, né? É muito importante. Você não precisa Largar o trabalho que você tem, você não precisa deixar de fazer o que você já faz, mas você tem que saber. E aí é você que tem que saber qual é o seu dharma. Vai escrevendo aí para mim, eu quero saber qual é o seu dharma, tá? Daqui a pouquinho eu vou passar ali no bate-papo pra gente conversar. encontrar a sua tríbula das mãos, sabe? Caminhar junto com quem também tem ali, tá expressando seus talentos. E aí quando você descobre qual
que é o seu dharma, seguir firme Nesse dharma. Pode ser que você vai ser testado. Eu lembro que quando eu me mudei para Búziusos, eu te falei que eu cheguei aqui com uma mochila e eu fui convidado para dar aula no estúdio, chamava Onsúria no estúdio da Adriana. Eu morava longe, né? Morava de aluguel. e colocava a mochilinha nas costas, tomava um banho, ia pedalando, pedalando, pedalando até o estúdio de Diogo. Aí chegava lá, chegava 40 minutos antes dos alunos. Eu sou assim, eu chego antes para dar aula 6 da manhã, gosto de levantar 5:
da manhã. Eu gosto de chegar antes porque eu tenho prazer nisso. É meu, é meu dom. Hoje é 8 horas aqui, 7:15 eu tava sentadinho aqui já, ó, escutando um mantra e esperando dar o horário de conversar com vocês. Eu tenho prazer disso, disso que eu tô meio da, né? Aí eu chegava no estúdio, aí eu abria o estúdio, colocava o incenso, Perfumava a sala, não aparecia um aluno, as primeiras aulas aparecia ninguém. Eu pensava: "Nossa, vai chegar o final do mês, eu não tenho dinheiro para pagar as minhas contas. Aí tem uma vez que
eu quase pensei em desistir." E aí eu escutei uma palestra da Monja Coen e ela tava citando um exemplo de uma pessoa que tenta fazer fogo esfregando dois gravetinhos. Aí ela tá lá esfregando os gravet, fica um tempão esfregando os gravetinhos. Aí Ela fala assim: "Ai, agora eu tô muito cansado, vou parar um pouquinho". Perdeu tudo que ela fez para ter começado zero. Aí eu pensei, eu já tô no caminho, eu já tô dentro do estúdio, eu não vou desistir. Eu sei que é isso que eu gosto de fazer e é isso que eu vou
fazer. Eu não vim em bus, eu vim em bus yoga e é isso que eu vou fazer. Tô aqui, né? Então é a gente ter esse entendimento, sabe? Isso é muito, muito, Muito importante, a gente descobrir qual é o nosso dharma e seguir firme no nosso dma. Isso é muito importante. E confiar que o universo te protege para que nada te falte, para que as prosperidade não te falte, para que você encontre a sua felicidade. É muito difícil você construir uma felicidade fazendo uma coisa que você não gosta, né? Lembra que eu falei com vocês
que no final da aula vocês iam, a gente ia Fazer um pequeno resumo eh e voltar aqui. Esse é o último slide de hoje porque depois eu vou liberar os presentes para vocês. Lembra que eu falei assim: "No final da aula eu vou trazer essa imagem de novo e eu quero que você se imagine aqui dentro e você vai entender cada coisa?" Ó, aqui tá mostrando, ó, essa essa moça, né? Arta, ó, ela tá aqui fazendo trabalho, construindo a prosperidade dela. Cama, ela tá ali com os amigos ou Com a família, não sei muito bem,
fazendo fazendo construindo a felicidade. Dharma me parece que ela tá fazendo um trabalho voluntário de reflorestamento, alguma coisa nesse sentido, de reciclagem. Ou seja, já não largou o trabalho daqui para fazer outro trabalho. Sentada com a coluna alinhada em silêncio. Muito importante isso, né? Interessante. Eu falei com você que você ia entender essa imagem, ia conseguir olhar essa imagem de forma diferente. Eu quero que você se visualize aí esse rostinho dessa mulher aí, dando esse sorrisão. Eu quero que seja você para você fazer sentido na sua vida, para que a sua vida realmente tenha sentido.
Jaqueline tá falando assim: "Eu quero agregar o yoga nas minhas terapias aqui no meu espaço. Você vai ser a professora de yoga, Jaquelina, você vai ser. Escuta o que eu tô te falando. Se esse é o seu desejo e é o seu dharma, isso vai acontecer. Muito bem, a gente vai continuar falando de dharma, tá? Eh, eu fiz ali um pequeno resumo, né, dos quatro, mostrando aquela imagem para vocês do que a gente aprendeu aqui hoje. Eu quero só que antes da gente terminar essa live, um assunto muito sério. Eu quero que vocês pensem comigo
que reconhecer o dharma Muito bonito. Talvez em algum momento você fica um pouco perdido. Eu vou te mandar uma apostila para você responder as perguntinhas, para você tentar encontrar o seu. É, é muito bonito quando você reconhece o seu dharma, quando algo faz sentido por dentro de você. Mas eu quero que você saiba que existe uma diferença entre reconhecer o dharma e viver o dharma. Reconhecer o dharma vai trazer clareza para você e viver, né, eh, vai exigir movimento, movimento que eu fiz e muitas pessoas já fizeram também. Muitas vezes a gente sente o chamado,
fica esperando o momento perfeito, fica esperando ter mais segurança para fazer para dar o passo, fica esperando ter mais tempo e a vida vai passando. Esse conhecimento quando a gente tem, ele serve exatamente pra gente entender que não dá para adiar. A gente não sabe o amanhã. Eu falo com vocês isso porque eu já passei por isso também de fazer uma coisa que eu não gostava. Ah, mas é o que eu tô ganhando, eu vou continuar fazendo isso. Ah, mas uma hora vai melhorar, mas uma hora essa hora não chega. Então essa hora a gente
constrói. E eu quero que vocês saibam que eu tô aqui para apoiar vocês também no que eu Puder, no que for possível. Eu quero que tenha virada essa chave aí, que você pense um pouquinho no seu dharma para que a sua vida realmente faça sentido. Mas eu quero muito que daqui a um tempo você me mande uma mensagem ou comente no YouTube ou fale comigo de alguma maneira: "Professor, eu mudei, eu tomei um novo passo, eu reconheci qual é o meu dharma, eu sei o que eu Gosto de fazer, eu comecei a fazer e tô
aqui. Quero muito que isso aconteça, muito, muito, muito, muito, tá? Continue escrevendo aí sobre dama que eu vou ler as mensagens de vocês. Agora vamos falar sobre os presentinhos que eu vou trazer para vocês, que eu vou oferecer para vocês. Mas antes dos presentinhos, eu quero que a gente só pense na aula de amanhã. Amanhã a gente vai sair um pouquinho porque a gente tá falando yoga com propósito de vida, né? Então, eh, amanhã a gente vai fazer uma prática de yoga. Hoje eu pedi, ontem e hoje eu pedi para você trazer um caderno, trazer
uma caneta para você anotar as coisas. Amanhã eu vou pedir para você vir com uma roupa confortável. Quem tem tapetinho de yoga, traz o tapetinho de yoga para amanhã. Professor, eu não tenho tapetinho de yoga. Eu nunca pratiquei yoga. Fica tranquila, fica tranquila, tô aqui para te guiar. Arruma um colxonetezinho na Sua casa ou um edredon macio para você colocar no chão pra gente poder sentar, tá? Porque amanhã a gente vai começar a experimentar esses ensinamentos do nosso corpo. A nosso encontro de amanhã vai ser sobre os passos mais conhecidos no yoga, que é os
anas. Mas eu vou ensinar para vocês como a gente olhar os anas, não como uma ginástica, igual a gente falou ontem, não só como uma atividade física. Nós vamos estudar uma postura que eu vou escolher. Tô conversando com A Laura pra gente escolher uma postura bem legal. A gente vai estudar essa postura especialmente para essa aula amanhã. exatamente como eu faço dentro do meu curso de formação de instrutores de yoga. Você vai praticar e você vai descobrir os benefícios da postura, as variações, a mitologia, a historinha daquela postura. Vai ser muito especial praticar a postura,
tendo esse conhecimento. Então, para amanhã, roupas confortáveis, um tapetinho de yoga. Se Você não tem um tapetinho, não tem problema. Pode ser um tapete da sua casa, pode ser também no num edredon, num cobertorzinho dobrado, tá? Eh, isso é bem bem vai ser muito legal. Amanhã vai ser um pouquinho mais prático. Quando a nossa live terminar aqui agora, nosso encontro terminar, a minha equipe vai enviar no grupo um áudio de um yoga nidrá. Yoganidrá é um momento de relaxamento e de autoconhecimento. E eu gravei um Yoganidrá, que é uma prática de relaxamento profundo que vai
ajudar você a descansar e fortalecer essa conexão com o seu propósito. É o Yoganidra guiado que a gente vai mandar RMP3 lá no grupo. Se você não tá no grupo, a Laura me conta, Laura, se tá na descrição. É importante que você esteja no grupo para você receber. E aí na hora que você for dormir hoje, você dá o play, coloca o celularzinho lá do lado, amanhã vai tocar o gaiat manta para você acordar, Né? Você vai deitar, ó, e vai só ouvindo o relaxamento, porque eu vou falar sobre o Dharma, eu vou falar sobre
o Rio Ganje e sobre o Dharma, tá? Então, na descrição da live, se você ainda não tá no grupo, na descrição, tá? Eh, tá o link para você entrar no grupo. Você entra no grupo para você receber essa prática de relaxamento guiado para você fazer hoje, antes, na hora que você for dormir, tá? Aí já vai dar um play, você vai continuar me ouvir falando e você Vai relaxando, visualizando, imaginando. Esse é um passo do yoga, o Yoga nidrá, que é muito legal. Tenho certeza que vocês vão gostar. Gostaram da aula de hoje? Lembra de
amanhã o que a gente precisa, hein? Eu quero agradecer muito a presença de cada um de vocês. Mais uma vez uma alegria enorme estar com vocês. Nós vamos nos ver amanhã. Falei que ia ver as mensagens de vocês, né? Tô agora. Eu tô vendo aqui o gratidão. A galera agradecendo. Valde Camargo. Estou Querendo encontrar, mas eu acho que eu recebi o chamado. O yoga. Eu amo de paixão. Conte comigo para te ajudar nesse caminho do yoga, tá? Conta comigo. Eu não posso sentar no chão por motivo que eu fiz uma cirurgia. Eu posso sentar no
sofá amanhã? Pode, não tem problema. Aí você vai adaptando as posturas, tá? Nunca parei estudar saúde. Eu continuo construindo e ampliando tudo que eu vivo. Amo. A Júni tá falando. Que legal, gente. Tô muito feliz. Fernanda, existe Um curso gratuito. Se elev autoconhecimento, curto, prático, super indico. A Luciana tá falando boa. A gente tem muita coisa, né, menino? Você nasceu para isso mesmo. Que delícia suas aulas. Gratidão. Obrigado. Nossa, nessa conclusão me sinto essa moça saindo daqui hoje em paz. Deve ser alguém que comentou alguma coisa aí, né? Muito bem, gente. Vamos finalizar por aqui.
Amanhã então a gente vai tirar da teoria, não, a gente vai ter teoria também porque a Gente vai estudar. Vou pegar as apostilas do curso de formação para uma postura. A gente vai estudar, mas amanhã a gente vai vivenciar o nosso corpo, fazer algo que eu amo, que é praticar yoga antes de dormir com vocês. Vai ser muito legal. Posso contar com a presença de vocês amanhã? Eu tô contando com o like de vocês também, hein? Tô contando com o like. Deixa o like aí, tá? Gostei muito da novidade. Comecei fazendo algumas aulas na academia.
A Carla tá Falando muito bom, gente. Se deixar, eu vou ficar conversando com vocês aqui até à noite. Vamos finalizar porque agora a minha equipe vai mandar para vocês o yoga nidrá. Então entra lá no grupo. Tô fazendo essa horinha aqui para dar tempo de você entrar no grupo, tá? E amanhã durante o dia a gente manda a apostila também que eu prometi, que eu montei sobre os oito, sobre os oito passos, não, sobre os quatro puro chatas objetivos da vida. Nos vemos amanhã, Pode ser? Amanhã com uma roupa bem confortável pra gente praticar juntos.
Com chante. Namastê. Que haja paz. Sempre, sempre, sempre. Que haja paz. O Deus que habita em mim sauda o Deus que habita em você. Namastê. Até amanhã.