E aí [Música] o Olá pessoal hoje nós vamos continuar falando sobre os aspectos da linguagem hoje nessa aula nós vamos discutir de quatro conceitos importantíssimos ligados a linguagem EA outras linguagens também sem o signo significante e significado hoje eu trouxe aqui uma citação um pouco extensa do piercing que é um grande linguiça norte-americano no que depois das 11 mil sar nas demais transparências o preço distingue três espécies de símbolo já vai discutir o que é símbolo o símbolos e de alguma maneira os outros signos podem ser termos proposições ou argumentos E aí o piercing vai
fazer uma distinção entre essas três palavras chaves um termo é um signo que deixa seu objeto e por extensão seu interpretante ser aquilo que ele pode ser já vai discutir isso uma proposição é um signo que indica distintamente objeto que denota denominado de seu sujeito tão um se referem objeto ou sujeito mas que deixa seu interpretante ser aquilo que pode ser Oi e um argumento é um signo que representa distintamente o interpretante denominado de sua conclusão que ele deve determinar nas demais passagens nós vamos tentar esmiuçar essas essas conceituações um pouco difíceis é para nossa
princípio que o preço explica vou ver aqui e vamos começar aos pouquinhos um pouco depois do piercing alguns anos depois o Charles Morris que eles mais espécie de uma síntese da teoria persiana e o Morris então começa a esmiuçar a esses conceitos de modo mais simples veja Olá por exemplo ele vai explicar o que é signo que essa palavra aparecer várias vezes né o processo pelo qual algo funciona como um signo vejo o signo envolve um processo um procedimento processo pelo qual algum funciona como um signo pode ser chamados semiose essa palavra simbiose vem dos
gregos antiga da é muito antes de Cristo e ela e envolve um meio onde a comunicação e este processo numa tradição que remonta aos Gregos têm sido comumente considerado como envolvendo três ou quatro fatores é aquilo que funciona como signo aquilo que o signo se refere e o efeito sobre o interpretar parte o interpretante às vezes em virtude do qual a coisa em questão é um signo para este ou seja para o intérprete o interpretante o signo é ou deixa de ser importante então isso tem a ver com esses três fatores às vezes quatro conforme
a teoria e que o signo assumir nós vamos ficar melhor isso o Umberto Eco também vai abordar essa questão bem mais tarde décadas depois sugerindo uma volta acessível ele abandona um pouco a teoria do persu e também do Morris e faz outra leitura sobre a semiose Vejam a um signo sempre essa palavra que a mais decisiva é sempre constituído por um ou mais elementos de um plano de expressão convencionalmente correlatos a um ou mais elementos de um plano do conteúdo imagina nesse caso que haveria uma espécie de um gráfico 2 eixos vertical e horizontal um
é o seria o plano de conteúdo e um plano de expressão esses eixos se cruzariam e dessa desse encontro entre os eixos esses planos que se encontram é que resultaria essa idade signo de linguagem etc então vejam lá é somente nesse sentido quando eles se encontram se pode aceitar a definir e nós sabemos isso segundo a qual um signo é a correspondência entre um significado significante lembra que significado aos já vimos é aquilo que a coisa referente O que significa o qual o sentido que ele tem para nós e significante a sua forma verbal forma
material portanto uma coisa recebe um nome que o significante e esse nome dado a coisa tem que ter um significado aí se forma de grãos esse triângulo que é o signo e isso vai ficar calado na próximas imagens né Opa vejam aqui nesse caso que é justamente esse triângulo famoso de todos os idos de semiótica geral trazem esse triângulo ordem Richard e que eles de fato de vida e o signo os seus três elementos constitutivos o referente o objeto que está aqui embaixo depois o significante e o símbolo e esse significante símbolo recebe um sentido
de adquirir um significado portanto seguir seria a conjunção esse processo que envolve a descoberta de uma coisa ainda sem nome o nome que essa coisa eu esse referente recebe e o que isso passa a significar em relação a outras coisas Bom vamos lá próximo em 69 a uma outra linguística muito conhecida júri que a gente levar ampliou esses limites da semiótica dessa ciência dos signos é herdada do piercing lembra que o piercing início século 20 a Cris teve já está quatro cinco décadas à frente e ela vai abordar agora a área mesmas a conhecimento chamado
semiótica ela vai dizer a semiótica utiliza-se dos modelos linguísticos matemáticos e lógicos Ou seja a semiótica não é só linguagem no sentido verbal Que nós conhecemos a linguística ela também relaciona a linguística com lógica matemática e outras áreas o e os liga as práticas significantes que aborda esta junção é um fato tanto teórico quanto científico então a semiótica não é só apenas descrever uma língua uma linguagem ela também pressupõe os processos relacionados aos signos e portanto profundamente ideológico ou seja o que que é semiótica introduz que a linguística até então evitava tratar é que a
semiótica permite abordar com mais solidez as ideologias ou seja os pensamentos que nascem numa no campo restrito e servem em tese a um campo maior então vejam ela pode ser pela demonstra que o discurso e os outros elementos podem conter elementos ideológicos e que desmistifica portanto a exactidão não é uma palavra difícil EA pureza do discurso né ou seja ideia que nasce com a conservar é que não a de os cursos neutros a gente sempre ter uma intenção né colada o discurso portanto é importante essa essa discussão que ela faz porque ela desloca semiótica da
doença os o teórico e relaciona com as relações sociais também portanto exatidão impurezas nós estamos em questão e dessa forma não só o discurso é digamos sujeito a revisão mas a própria ideia de ciência humana porque as ciências humanas sempre envolvem discurso a história um discurso a língua portuguesa um discurso a linguística tem o seu discurso e como a história e outras áreas nascem do discurso é importante justamente discutir como discurso tem os seus limites ideológicos a suposta neutralidade a intenção do falante Luiza questionado pela semiótica e finalmente o digo aqui evoca o lambari que
um francês muito conhecido que nos anos 80 também discutiu semiotic através de semiologia conforme ele chama o outro ponto de vista é o signo semiológico ou seja o elemento semiológico o signo vocês lembram aquele elemento que nasce da conjunção entre referente significante e significado e se lembra do Triângulo esse signo esse triângulo conceitual que ele chama de semiológico tal como seu modelo ou seja o signo linguístico o elemento ligado à linguagem verbal por exemplo é composto por um significante Ainda não sabemos isso e por um significado E aí vai dar um exemplo e parênteses o
flambar a cor de uma luz por exemplo é uma ordem de circulação no Código da Estrada concordam quando você mar uma luz pode significar isso pode ser um monte de coisas e afasta-se dele ou seja do signo linguístico ao nível das substâncias ou seja para o rolo ambar o que diferiria a princípio o signo linguístico do signo de gamos semiológico semiótico é que no linguístico há uma preocupação maior com a linguagem verbal a fala a escrita etc e na semiótica o próprio meio entre questão por isso que é muito importante nós temos muito claro essa
diferença entre o que cobre a linguística o que cobre a semiótica isso nos ajuda a entender o que nós fizemos antes sobre a ideia de aspectos da linguagem como a linguagem se relaciona com a fala e também ao mesmo tempo se complementa com a escrita etc e no final eu coloquei essa relação de obras que aparecem em ordem alfabética não respeita a ordem dos slides anteriores porque aqui eu preocupei em colocar nessa sequência dos nomes né então basta Carvalho Umberto Eco kristeva móveis e o piercing é isso pessoal obrigado e até a próxima [Música] E
aí [Música] E aí [Música] E aí E aí E aí [Música]