As redes sociais elas estão evoluindo e o que você faz hoje pode não funcionar amanhã. É importante que você entenda todos os movimentos, as tendências da criação de conteúdo, porque não existe nada novo no mundo, né? as tendências elas se repetem, é como se fosse um pêndulo.
E nesse vídeo eu quero explicar esses seis pêndulos que você tá vendo aqui, que eu acredito que é onde a tendência tá hoje e para onde ela vai migrar no futuro. Isso aqui é de certa forma uma previsão. Bem datado esse vídeo.
Se você ach ele, pô, muito no futuro, quem sabe os pêndulos já se inverteram. Então é importante você fazer esse exercício e entender hoje a lógica do jogo. Vai ficar muito mais fácil para você criar e se adaptar a tempos modernos.
Eu vou até pegar meu canetão aqui. Então é o seguinte, desses seis pêndulos, a gente vai falar tanto de formatos de conteúdo, estilos de edição, velocidade do conteúdo, tipos de conteúdo que a gente tem que produzir aqui dentro e também falar de marcas, criadores e negócios e empreendedorismo. Então vamos começar com esse primeiro pêndulo aqui, que ele vai indicar se a gente tá num conteúdo mais artístico hoje em dia ou mais científico.
Eu uso isso muito de referência, principalmente o YouTube. Acompanho outras plataformas. Falo muito do substaque também.
Eu tenho uma newsletter no substac, vou deixar o link na descrição, caso você queira se inscrever. E eu acho que hoje o pêndulo tá muito mais no conteúdo artístico, tanto porque tem muita gente escrevendo no substec, eu acredito ser uma das grandes redes sociais do futuro. E também aqui no YouTube, se você vê, tem muita gente com essa linha mais artística que tá querendo se expressar e trazer o conteúdo como uma arte, uma forma de autoexpressão e tá fazendo um conteúdo bonito, cinematográfico, um conteúdo que é muito mais sobre a arte do que a o conteúdo em si, sobre a ciência por trás do conteúdo.
É claro que a gente tem muitos especialistas, cientistas que utilizam dessa plataforma. E o o Pêndulo, ele tava aqui no passado. Quando a gente vê o crescimento do Wesley Del Nogar, Cloves de Barros, que aconteceu anos atrás, o Pengulo tava na ciência, ele migrou pra parte artística.
Eu acredito que tem muita oportunidade aqui na no lado artístico, mas é natural que em breve esse pêndulo vai voltar pra ciência. Então isso aqui só mostra uma tendência de mercado, seja você um artista ou um cientista, como você quiser se designar aqui dentro, eu acho que eu tô muito mais para um cientista, para uma pessoa que olha mais as coisas de uma maneira mais nerd, vê tendências, antecipa, estuda estudos acadêmicos para entender a psicologia do consumidor. Eu acho que eu tô muito mais aqui.
Então eu não tô aproveitando esse hype dos artistas hoje em dia, dos vlogs mais cinematográficos, dos dos vídeos ensaios que estão fazendo aqui no YouTube. Então tem muita gente aproveitando desse lado. Caso você seja uma pessoa artista, seria um bom momento para você entrar e se expor agora, porque esse pêndulo naturalmente ele vai pra ciência, quando se esgota e novos cientistas aparecem, ele volta pra arte e busca novos influenciadores.
É assim que funciona. É sempre assim que sempre foi na internet. O segundo pêndulo, e aí acho que começa a ficar mais interessante agora, ele vai falar sobre o indivíduo, sobre a pessoa que criou o conteúdo ou sobre a ideia que a pessoa traz.
Aqui é uma mudança que eu já vejo que ela tá muito mais próxima de acontecer. Hoje o conteúdo tá muito mais no indivíduo. Então a gente vê a experiência pessoal das pessoas.
A gente quer saber, por exemplo, aquele menino que ganhou 42. 000 editando vídeos, a gente quer ouvir a história das pessoas. A gente quer ver um nível mais individual das pessoas.
Só que isso nos Estados Unidos já mudou. O pêndulo nos Estados Unidos já tá aqui na ideia de novo. Por quê?
Eu vou pegar exemplos do Ryan Tran, do Mr Beish, são criadores de conteúdo que eles têm uma personalidade muito forte, são indivíduos muito magnéticos, mas eles embalam a personalidade deles numa grande ideia. Existe uma tendência na gringa que chama High Effort Videos, que são vídeos que dependem de muito investimento, depende de muito, não é um foco tanto na quantidade de vídeos, mas na qualidade do vídeo, na qualidade da ideia que você tem no vídeo. O Ryan Tren, esse criador que eu falei, ele teve uma ideia magnífica de visitar 50 estados dos Estados Unidos em 50 dias e arrecadou 11 milhões de dólares por uma instituição que combate o câncer com uma ideia maravilhosa que envolve muito uma personalidade dele, mas está muito mais pautado na ideia.
Eu vejo esse pêndulo muito mais próximo de vir aqui pro lado. Então, criadores que não focam apenas na experiência própria, mas desenvolvem uma baita ideia, porque o problema da gente criar conteúdo e é normal, tá? Pêndulo vai voltar um dia pro indivíduo.
É natural que isso aconteça. Quando todo mundo foca muito no indivíduo, em fazer vídeos de autoexperiência, autorreflexão, você tem muita gente, hoje em dia, você pega aqueles vídeos sem thumneil que a pessoa fala de alguma experiência de vida dela, tá flodado desses vídeos na internet, desses vídeos mais simples de serem produzidos. E tá tudo bem, acontece.
Eu aproveitei muito disso também, só que hoje a ideia tá voltando a ser mais importante, porque tem tanto conteúdo pra gente assistir dessas pessoas que a gente falou: "Legal, agora eu quero voltar e ver os vídeos com melhores ideias". É natural que isso aconteça. E depois quando a gente tiver muitas ideias incríveis serem faladas, muitos criadores novos com boas ideias e as pessoas estiverem saturada de pessoas com tanta ideias repetidas, o pêndulo voltaria a falar sobre o indivíduo.
A gente vai conectar mais com o ser humano novamente. Então são tendências que vão e que voltam. Aqui esse aqui é um dos mais interessantes, tá?
pelo menos para mim é o que as pessoas deveriam mais se importar hoje em dia, que é o pêndulo do formato de conteúdo. Num canal de YouTube ou no Instagram, enfim, quando você encontra um formato que funciona, idealmente você teria que replicar esse formato o máximo de vezes possível. A gente estava muito numa vertente de formatos mistos, um canal com vários formatos de conteúdo.
Eu pego o exemplo do Podpá, do Flow Podcast. O Podp é um bom exemplo. Ele tem dentro da linha editorial dele o formato podcast, tem o rango brabo, eles têm aquelas batalhas de rap, ele tem vários formatos de conteúdo dentro de um canal.
Hoje esse tipo de conteúdo, ele tá mudando para um formato único novamente, pra gente ter um canal com formato específico, pra gente ter o conteúdo de familiaridade. Para mim é a principal tendência do futuro é a familiaridade na criação de conteúdo. Eu quero entrar naquele canal e saber exatamente o que eu espero, porque tem tanta opção de conteúdo na internet que eu não quero ser surpreendido várias vezes por um assunto diferente.
Eu quero ter aquele sentimento de, cara, eu já assisti um vídeo assim antes, eu sei que eu vou gostar, eu não quero ter que escolher. Existe um catálogo imenso de conteúdo na internet, as pessoas não querem ficar vendo coisa nova o tempo todo, elas querem coisas que são familiar para elas. Isso vem muito do conteúdo pautado na TV, que é uma das grandes tendências do conteúdo pros próximos anos.
Hoje mais americanos assistem o YouTube na TV do que no celular. Por um conteúdo na TV é aquele conteúdo que você tinha programação fixa, você sabia o que podia esperar, você sabia que toda tarde tinha Globo Esport, que tinha um Jornal Nacional, você tinha uma frequência específica, uma frequência alta, um formato de conteúdo único. E eu vejo que esse pêndulo já tá muito mais próximo para trocar se já não trocou, tá?
Então, se eu tivesse um canal hoje, eu focaria em encontrar um formato que o meu público gosta, tentaria fazer isso com uma duração específica e alta também, porque para um conteúdo formado pra TV, um conteúdo formatado pra TV, seria um conteúdo acima de 20 minutos, com uma alta qualidade de produção, né, com você exportar o vídeo em 4K, ter uma boa qualidade de vídeo, em áudio, pensar no enquadramento pra TV também. Então, pensaria em fazer isso, um conteúdo bem familiar. Por exemplo, eu tenho o meu canal de vlogs, que é um canal aqui apartado desse canal, que eu só posto vlogs, e eu decidi fazer uma uma readaptação da minha estratégia nesse canal.
Eu vou postar cada 15 dias vlogs bem longos, de 15 a 20 minutos, até 30, 40 minutos. Assim, eu parti, eu comecei a postar 15 minutos, agora já tô indo pr os 40 minutos. E todo vlog vai ter quadros fixos nesse vlog.
Então, vai ter um um quadro fixo de eu experimentando cafés por São Paulo. Isso vai ser uma partezinha do vlog. Eu vou ter um quadro indicando músicas.
Então vai ter quadros fixos dentro do vlog. A pessoa sabe, clica no vlog, elas ela sabe o que pode esperar, que tem um quadro fixo. Isso aqui vem muito da TV.
Eu acho que quem estudar formatos de TV nos próximos anos pode ganhar muito com essa tendência do formato único. YouTube na TV é uma das grandes tendências pros próximos anos. Próximo pêndulo.
Esse aqui é do Esse aqui é do estilo de edição. Então para quem é editor de vídeo, pô, já tá ligado, né? Bom, uma curiosidade, a maioria das pessoas que são clientes mes no clube de criadores, uma grande maioria, né?
São editores de vídeos que compraram o clube de criadores e querem ter um canal. Então fica aí a dúvida. O clube de criadores é uma comunidade de criadores de conteúdo, pessoas que criam e não querem se sentir tão solitárias e querem ajuda para ajudar elas a transformar a criação em um negócio.
Tem mentura em grupo, aulas gravadas e um grupo no WhatsApp pra gente discutir entre nós e ter um acesso mais próximo comigo. Lá eu antecipo todas as tendências que eu tô falando para vocês. Edição de vídeo.
A gente tinha hoje, né, uma edição muito mais simples da pessoa ligar a câmera, gravar sem editar muito. Eu já tô vendo que isso aqui vai mudar. Por quê?
Tava todo mundo falando: "Ah, eu quero um vídeo que com menos edição, mais devagar, com ritmo mais lento. " Hoje em dia, conforme as pessoas vão fazendo isso e tem uma barreira de entrada muito baixo, qualquer um pode fazer um vídeo sem edição, é muito mais fácil, porque a gente ficou cansado, aquela edição super dinâmica do Daniel Peninha, aquela coisa muito cansativa. E a gente começou a produzir vídeos mais devagar e sem muita edição.
Conforme isso vai acontecendo, a gente vai se saturar também disso. É natural. E aí a tendência do pêndulo é voltar para uma edição mais dinâmica, mais corrida, com mais velocidade, com mais inserção de letrem, cortes, transições, um vídeo um pouquinho melhor, bem produzido.
Então eu imagino essa tendência também muito mais próximo. Um vídeo dinâmico, bem editado. Pega o exemplo do Ryan Tran de novo.
Ele consegue produzir um conteúdo pautado na ideia, com muita personalidade, com formato único e uma edição bem dinâmica. Isso também vem uma tendência da gringa, que é as pessoas não estão fazendo mais um único vídeo, elas pegam quatro ideias e essas quatro ideias formam um único vídeo. E essa tendência é muito interessante, eu sugiro que vocês vejam o último vídeo do Mr Beast, que ele, se eu não me engano, ele bota um carro de Fórmula 1 contra o animal mais rápido do mundo.
Ele poderia fazer um vídeo de 20 minutos só com esse tema e ficar mostrando como que ele conseguiu o animal, como que ele conseguiu o carro e segurar as pessoas por 20 minutos até o evento final. Mas ele tá fazendo um pouco diferente nesse vídeo. Apesar dele ter embalado um carro de Fórmula 1 contra o animal mais rápido do mundo, são sete vídeos dentro de um único vídeo.
Então tem sete mini desafios até chegar no desafio final, que é o desafio do animal mais rápido do mundo contra a Fórmula 1. Então é uma edição muito mais dinâmica. As pessoas estão colocando mais poder financeiro nos vídeos, tá botando mais edição nos vídeos para deixar eles mais dinâmicos.
Então isso aqui é uma tendência, tá? Hoje a gente tá no simples. Você fazer uma edição simples ainda funciona hoje, só que ela vai caminhar novamente, porque isso vai saturar pra gente voltar pra edição mais dinâmica.
Então vai e volta, tá? Não é porque foi pro simples que nunca mais eu vou voltar pro dinâmico. Todo aquele aquela galera dos editores de vídeos dinâmicos sabe como tá sofrendo, porque ninguém mais quer fazer vídeo dinâmico.
Isso vai voltar. Um dia você vai conseguir o seu dinheiro novamente. Vamos agora pro penúltimo pêndulo.
Esse pêndulo aqui, ele não tem ainda, né, uma, eu não fiz o pêndulo nele. O pêndulo, ele tá bem no centro, cara. Olha que louco isso aqui.
Esse aqui é um dos mais importantes desse pêndulo, que é o pêndulo da duração do vídeo. Normalmente a gente tinha essa ideia de ou produz um vídeo mais longo ou um vídeo mais curto. Então a gente vê hoje um crescimento muito grande ainda em formatos de vídeo curto, TikTok, shorts, res, qualquer coisa é muito forte ainda.
Só que quando eu fui pra Los Angeles, eu fui lá na palestra do YouTube, eles mostraram um dado que teve um crescimento em visualização, tanto de vídeos acima de 30 minutos e teve um crescimento de visualização em vídeos abaixo de 1 minuto e meio, onde teve a maior queda de visualização foi em conteúdos medianos, como esse aqui, né? Conteúdos de 15 a 20 minutos. Na verdade, eles falam que foram de 8 a 15 minutos.
acima de 15 minutos já é considerado um conteúdo um pouco mais longo. Então, por isso que eu botei esse pêndulo aqui bem no meio, porque entre tá curto ou longo, a realidade que tanto o conteúdo curto tá numa alta muito grande e o conteúdo longo muito grande. Eu espero que no futuro esse conteúdo meia bomba, né, o conteúdo de 8 a 15 minutos, ele volte a ser bem produzido pro YouTube.
Mas hoje a gente vê uma queda drástica nesses vídeos. As pessoas, por assistirem o conteúdo mais na TV, quando elas estão no YouTube, elas preferem ver um conteúdo bem mais longo, um conteúdo de 30 minutos, que ela não quer ficar trocando de vídeo a cada 8 minutos, é que ela botar alguma coisa e assistir essa coisa por bastante tempo. Quando ela tá escrollando no celular, ela quer algo curto, quer algo rápido.
Ela não quer também ficar 8, 10 minutos segurando o celular na cara dela. Então, idealmente, você pode hoje focar no conteúdo curto ou no conteúdo longo, mas eu imagino com a competição aumentando muito conteúdo curto e muito conteúdo longo, vai ter espaço que a galera não tá aproveitando no conteúdo intermediário, que é o conteúdo do meio aqui do pêndulo, é o conteúdo médio de 8, 15 minutos. Então eu imagino também essa tendência, mas essa aqui vai demorar mais para acontecer.
Eu imagino que hoje se eu fosse investir em algum lugar seria ou no conteúdo ultra curto ou no ultra longo. Eu vi até um cara, acho que o nome dele é Jon, um conteúdo da gringa lá, um cara bem bem hypado no Instagram, ele começou a entrar no YouTube e ele tá dando eh, se eu não me engano, aulas de negócios, de empreendedorismo e ele tá fazendo uns vídeos de 2 horas, cara, umas aulonas de 2 horas e tá pegando meio milhão de visualizações. É assustador o que esse cara tá fazendo.
E esse último pêndulo aqui é sobre o negócio da Creator economy, se o pêndulo tá mais focado pra marca ou pro criador de conteúdo. Isso aqui é interessante por a gente começou, quando começou a entrar os influencers, o pendngulo tava muito aqui no creator, as marcas queriam contratar criadores, fazer propaganda, etc. Depois o pêndulo mudou pra marca.
A gente viu as marcas sendo as próprias criadoras de conteúdo. Então, por exemplo, Duolingo, ele tinha o duo, que é aquele bichinho, aquela corujinha, que virou influenciador da marca. Eles não precisavam contratar o influencer.
A própria galera da marca fazia isso. A gente tem também marcas como G4 Educação, que elas têm os influenciadores dentro da própria marca. O dono da empresa é um cara que faz o marketing da própria marca.
Então, por muitas vezes o marketing tava dentro da marca e eu vi essa tendência acontecendo, que é ela migrou da Creator Economy pra marca. Hoje o mercado de publicidades tá muito difícil ainda pra gente conseguir publicidade como criador de conteúdo. As marcas estão reduzindo drasticamente quanto elas estão pagando os creators e quanto elas estão investindo.
Pelo menos é uma pequena tendência. Elas estavam tentando fazer todo esse poder em house, só que agora essa tendência já tá voltando. Como com os conteúdos GCs, que é um conteúdo muito mais barato pra marca produzir, ela consegue fazer em alto volume.
Conteúdo GC, para quem não sabe o que é o conteúdo GC, é basicamente a marca contratar um influenciador muito pequeno ou uma pessoa que é especializada em fazer review de produto, que é um criador que ele é focado em vendas. Então é como se ele fosse um cliente da marca. a marca dá o produto para ele e a pessoa faz um conteúdo falando do produto.
E não é um influenciador, por muitas vezes um influenciador profissional como eu que sou um cara que cria conteúdo mais educacional. É uma pessoa que é focada em vender produto. Ela cria conteúdo pro TikTok em alto volume sobre o produto da marca e ela se comporta como uma consumidora.
Então isso de certa forma a definição do GC, mas as pessoas gostam hoje de compartilhar, né, microinfluenciadores, é uma grande tendência pro futuro também. Então isso tá voltando pro creator. Esse poder tá voltando pro creator.
Tava muito com a marca hoje em dia tentando fazer isso e tá voltando a vir dinheiro para creator economy. Isso na gringa já é mais normal isso acontecer. Todas essas tendências já acontecem antes, tá?
Então hoje eu tô mostrando todo esse vermelho aqui para vocês. É onde tá hoje no Brasil. O azul aqui é onde já tá na gringa.
Lá nos Estados Unidos. Eu tava lá recentemente, vou de novo agora para Dallas para mais um evento do YouTube e vou mostrar tudo para vocês aqui nesse canal. Tudo isso no YouTube americano já aconteceu, já tá um foco mais científico, focado na ideia, com formatos únicos, vídeos dinâmicos, vídeos mais longos aqui.
Esse aqui é o único que ainda não aconteceu ainda. A galera tá publicando muito vídeo longo e o poder tá ainda no creor. No Brasil, a gente pode aproveitar essa tendência acontecendo e antecipar antes do prazo.
Quem souber fazer isso com maestria, com certeza vai ser os próximas gerações de influenciadores aqui na plataforma. Se por acaso esse conteúdo fez algum tipo de valor para você, eu convido você a entrar no clube de criadores, porque tem um conteúdo cada vez mais aprofundado sobre cada um desses temas. Eu falei que uma das grandes tendências que eu acredito pra criação de conteúdo é a plataforma do Substeck, que muita gente não olha, que é uma newsletter que tá criando uma rede social, um ecossistema além da newsletter.
Caso você queira conhecer mais sobre o Substec e como se comportar lá, eu vou deixar um vídeo aqui explicando a minha teoria do porque eu acho que essa é a grande próxima onda das redes sociais. E aí você pode decidir começar lá aproveitar a oportunidade ou não. Então clica nesse vídeo, você já vai ir para lá direto.
Tamo junto, um forte abraço, até mais. M.