[música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] Deus tem sido muito bom para com a nossa comunidade, né? Estávamos com essa série e hoje a gente encerra essa série e assim tava ali agradecendo a Deus, não podia receber um presente maior, né, como discípulo de Jesus e como discípulo de Jesus que pastoreia essa comunidade de discípulos de Jesus para o tema discípulos maduros. ouvir o pastor Paulo Borges Júnior que tá aqui para falar pra gente nessa manhã. Vem cá, acredite, você tá diante de um grande privilégio. Nós estamos diante de um grande privilégio. >> Muito bom.
Vamos orar. >> Estenda suas mãos para cá. Jesus, obrigado por essa manhã. Obrigado pela tua presença. Obrigado pelas provas claras de que o Senhor tá vivo. Obrigado pela vida do pastor Paulo Borges. Senhor, obrigado por tudo que o Senhor tem dado a este homem, não é de hoje, para carregar nessa nação e a partir dessa nação. Obrigado pelo privilégio que temos nessa manhã de estarmos à mesa com ele e que o Senhor fale através dele, aos nossos corações, a nossa comunidade, pro nosso bem, pro bem da grande vitória, pro bem do mundo, Senhor, em nome
de Jesus. Amém. Amém. >> Amém. >> Obrigado. >> Gratidão, viu? >> Obrigado. >> Amém. Uma honra estar aqui, um privilégio, né? Trago um abraço assim de toda a família e estar aqui em Vitória, Vila Velha. Eu sei que aqui sentado aqui deve ter um punhado de gente com quem a gente já se relaciona há muitos anos. Então, Vitória, Vila Velha, esse endereço aqui é um endereço que faz parte da minha formação, da minha história, da essência do que eu sou. E para culminar tudo isso, a história que eu tenho com esse lugar num ano extremamente
profético da minha vida, um ano assim de de uma transição, de um de uma transgressão, de um cruzamento, de uma linha, né, divisória da minha caminhada, seguramente entrando assim aquilo que eu entendo ser a última etapa da minha jornada e sem nenhum tipo de melancolia, só entendendo isso como uma as estações a serem vividas. Esse lugar, esse endereço ocupa um uma posição muito relevante na construção da minha espiritualidade, da minha história, do meu testemunho, da minha vida. E isso culminou porque Deus me deu também o privilégio de ter CEP, ter endereço, ter consanguinidade com Vilha
Velha, coisa que muita gente não sabe, né? Eu frequentava aqui várias vezes, vinha retiros, encontro, tenho família espiritual aqui, irmãos muito queridos, mas para selar este maneira patente, né, o meu genro e minha filha vieram morar em Vila Velha e aqui ela ficou grávida. E e aqui nasceu o Henrique e um menino muito precioso. E eu vim morar em Vila Velha por alguns meses para poder ajudar a receber o Henrique e depois assistir a família eh até terminar ali aqueles primeiros meses de resguardo. Então eu já tive CEP aqui em Vila Velha, eu tô falando
aqui como morador, tá bom? Então, você não tá recebendo aqui um visitante turista? Não, eu tô reencontrando origens aqui e dentro da minha representação familiar tem uma certidão de nascimento em Vila Velha. Então vocês prestem atenção que eu não tô falando como visitante não. Eu tô aqui sendo voz do Henrique. Ele tem mais autoridade que eu. Então ele me pediu, eu encontrei com ele semana passada, ele tá na minha casa. Então eu no olhar dele, ele me pediu, falou assim: "Vou, vai lá e entrega uma palavra pro meu povo." Amém. >> Amém. Então, como ele
tem autoridade profética, eu vim entregar aqui uma encarnação profética daquilo que o Henrique representa. Eu não vim pregar, não vim fazer um estudo bíblico, eu vim entregar uma palavra profética dentro desse contexto do que que é a minha fé sobre um discípulo maduro. O que que representa isso numa trajetória de construção da pessoa humana? Amém. Glória a Deus. Então, eu vim aqui entregar uma palavra profética para esse ministério, para essa congregação que cometeu a imprudência, a insanidade de se autodenominar ser amor. Vocês têm certeza mesmo que é isso? Dá tempo ainda. Eu quero te avisar.
Dá tempo de você ir embora. Eu vou contar até cinco. E se você não quiser ter sua vida extremamente complicada, transtornada, é melhor você ir embora. 1 2 3 4 5. Depois você não fala que eu não te dizer. E você deve est achando que eu tô brincando. Eu não tô. A palavra de Deus não implica um direito. Palavra de Deus implica uma responsabilidade. Tudo que o diabo quer é que você coloque Deus no contexto da sua necessidade, do seu interesse ou do seu direito. Então, a gente pensa que a palavra de Deus é para
satisfazer uma necessidade, contemplar um interesse ou garantir um direito. Deixa o Espírito de Deus ministrar o seu coração. Isso é uma conclusão. Isso é um entendimento humano a respeito da palavra de Deus. A sabedoria humana, quando ela ouve a palavra, ela conclui, ela deduz. Então, o diabo sem o Espírito Santo, ele tem uma teológica, existe uma lógica da divindade a partir daquilo que se conclui do que Deus falou e que não é necessariamente o que ele disse. Então, o diabo ele é um enganador porque ele não mente. Contudo, ele não revela a verdade. Então, o
maior engano é aquilo que não é mentira, porque é uma conclusão a partir do que Deus falou, mas não é uma revelação a respeito do que ele disse. Então, eu posso escutar Deus, chegar a um entendimento e me tornar um prosélito daquilo que eu entendi. passa a desenvolver uma teológica daquilo que eu entendi, passa a ser defensor de uma doutrina e faço uma reunião de prosélitos que confessam o mesmo entendimento. Então, isso forma uma crença. O diabo é o maior formador de crentes a respeito de Deus. Ele é o maior líder da maior assembleia dos
crentes da divindade. Então, o diabo não quer que você creia em outra coisa. Ele quer que você acredite no Deus que você concluiu, que você seja um crente das suas conclusões. Amém, amados. Porque o quando você se torna um crente da sua conclusão, você é um acreditador. Então o diabo é um acreditador da divindade. Ele ele investiu crédito. Então às vezes eu olho paraa divindade e empresto para ele os meus créditos, tornando Deus devedor do que eu acredito. E isso tem nada a ver com fé. Fé não tem nada a ver com acreditar. O diabo
foi o primeiro frustrado com aquilo que ele acreditou a respeito de Deus. Então tudo que ele quer é formar uma assembleia de crentes a respeito da sua conclusão da divindade para ele produzir uma um contingente de pessoas frustradas com aquilo que elas acreditaram. e que não era mentira. Contudo, não era expressão da verdade. Por isso, não se espante que o Brasil hoje é o maior contingente de gente ansiosa da humanidade. É o maior contingente de jovens com barnout. Sabe o que que é burnout? É um fósforo que já foi riscado. É o maior contingente de
barnout no meio corporativo jovem. é o país que mais tá produzindo uma juventude até 30 anos com colapso emocional, porque não tem nenhum outro país com contingente de ansiedade como nós temos. e é o país com maior concentração de velho demente do planeta e, no entanto, é o país com maior contingente de crente do mundo. Então, a nossa crendice teológica tá produzindo uma insanidade, uma crise de identidade, porque não é mentira. Contudo, não há expressão da verdade. E como é que uma coisa pode não ser mentira e não ser expressão da verdade? Porque de fato
a palavra de Deus vai resolver a questão da necessidade, vai contemplar alguns interesses e vai garantir uma condição de direito. Mas isso não é a essência, esse não é o propósito da palavra. O propósito da palavra não é aplicar a palavra de Deus a contingência circunstancial a a circunstância eh relativa da minha necessidade. Então, quando eu pego a palavra de Deus para satisfazer uma necessidade, contemplar um interesse ou garantir um direito, eu tô pegando a eternidade e tô contingenciando a eternidade à circunstâncias do futuro. Então, o que que o diabo fez? Ele pegou um ser
eterno e fez esse ser se preocupar com o futuro. Então, quando o diabo inventou amanhã, ele relativizou a minha eternidade e colocou a minha eternidade na contingência do tempo. Então, agora eu tô usando a palavra de Deus para garantir o futuro que eu preciso, que eu mereço ou que eu tenho direito e não para representar a eternidade que eu encarno. Então, o povo de Deus deixou de ser a representação do Eterno para ser o pior estereótipo de garantia do futuro. Por isso que quase todo profeta entrou em depressão. Porque quando Deus dava para ele uma
revelação profética, ele deixava de pensar a revelação profética como uma expressão da eternidade e passava a pensar a profecia como expectativa de futuro. Então, quando o profeta deixa de ser a encarnação do Eterno para ser expectativa do futuro, ele vai entrar em depressão, porque ele vai ter a presunção de que o acerto é que vai garantir o futuro e ele vai ter o medo de que o erro possa comprometê-lo. Então, a partir do momento que você presume que o futuro está garantido a partir do seu comportamento correto de devoção, que a sua devoção à divindade
vai fazer com que a divindade se obrigue a te dar o futuro que você merece e garantir o seu direito pretendido. Isso vai gerar uma frustração. Então você vai terminar frustrado com a sua própria expectativa, com a expectativa que você tem dos outros. E o que é pior, no fim você vai est frustrado com a expectativa, porque Deus não tá aqui para garantir o seu futuro. Entendeu ou não? Então, tudo que o diabo quer que você a acredite no Deus do seu futuro que não é o pai da sua eternidade. Por isso o diabo para
nos confundir, ele não precisa fazer outra coisa. Ele só tirou Deus da origem e deixou Deus no fim. Agora eu tenho expectativa de divindade, mas não tenho representação de paternidade. Eu acho que o céu é o lugar para onde eu vou e não a casa para onde eu volto. Por isso que Jesus não é caminho para Deus. Jesus não é o caminho que leva a Deus. Jesus é o caminho que vem ao Pai. Então, Jesus é a reconciliação com a origem e não a garantia do futuro. Glória a Deus, amados. Porque a partir do momento
que você presume que o seu futuro está garantido, a partir do certo que você faz, você tem medo de um errado que pode comprometer. Então, na, deixa Deus ministrar no nosso coração. Na verdade, o contrário de amor não é ódio. O contrário de amor é medo. Então, eu tenho medo de tudo aquilo que pode comprometer a minha expectativa de futuro. Então, quanto mais o meu direito de futuro pode ser comprometido, mais o meu amor se esfriará. Por isso que faz o amor esfriar não é a impiedade, é a iniquidade. Então, quanto mais direito eu tenho,
menos eu amo. Então, quanto mais direito eu tenho a um céu garantido, menos eu amo as pessoas que eu posso influenciar. Porque cada vez mais eu sou como igreja merecedor de gente que me agrada. Por isso que a igreja tá sempre procurando um culto que funciona. Então, só crente ruim precisa de culto bom. Porque se o crente fosse bom mesmo, ele aguentava um culto ruim por amor dos irmãos. Entendeu ou não? Amém. Glória a Deus. Então, nós estamos escravizando a liturgia a garantia de um espiritualismo caricato de futuro. Nós estamos fazendo uma caricatura futura do
céu que a gente pretende e não da casa que a gente representa. O diabo só precisou de uma coisa para confundir a gente, falar de amanhã. Então, quando ele projetou a sua consciência profética para uma ideia de futuro, ele tornou a revelação profética num quem sabe será, talvez seja, que bom que fosse. E aí eu uso a espiritualidade para ter a mulher que eu mereço, o filho que eu quero, o marido que eu desejo, a igreja que eu pago, o líder que funciona, a cidade que me atende. E essa presunção de que o meu certo
vai garantir o futuro vai fazer com que eu fique totalmente deprimido, amargurado e ressentido quando eu percebo que um errado pode comprometer tudo isso. Amém. Então, eu quero dar um testemunho profético. Eu tô aqui representando o meu neto profético. Dentro da minha casa nasceu um profeta em Vila Velha. Eu vim aqui abraçar uma porção da eternidade. Eu abracei a eternidade nesse lugar. E só quem conhece a história do Henrique vai saber que ele é a própria frustração de todas as expectativas para ser a surpreendente revelação da eternidade. em nome da eternidade que eu hospedo na
minha casa, que eu estou aqui. Amém, irmãos. >> Porque é o seguinte, como revelação profética, a palavra de Deus [roncando] diz que todo filho nascido na nossa casa é profeta. Todos os nossos filhos profetizarão. Então, a partir do momento que eu fui reconciliado com o propósito de Deus, agora tudo que é gerado na nossa relação é a encarnação profética da virtude. Então, o ministério da igreja não é salvar os nossos filhos. Amém. O ministério da igreja é oferecer um ambiente espiritual apropriado para que todo filho nascido entre nós possa estar verdadeiramente reconciliado com a sua
vocação profética de representar o eterno. Então você é um hospedeiro da eternidade, porque não existiria salvação pro seu filho se ele fosse seu, porque ele seria filho da sua carne. Então, a salvação dele já foi garantida por Jesus. Então, não há nada que eu possa fazer para salvar alguém. Porque qualquer coisa que eu tentar fazer para salvar alguém, é o espírito do anticristo dizendo em mim que o que Cristo fez não foi suficiente. Então, o ministério da igreja não é a salvação. O ministério da igreja é o ambiente da comunhão espiritual para que possa ser
o lugar espiritual da formação do quem profético. Então, todo filho e filho de Deus é um quem profético para que qualquer coisa que ele faça. Então, não é o que ele faz paraa própria salvação, nem paraa salvação de ninguém. qualquer filho e filho de Deus, qualquer coisa que ele tiver fazendo dentro daquilo que é a atribuição dele ou não, se ele tiver como escravo, até como escravo, até fora da sua atividade, impedido de fazer aquilo que ele mais sabe fazer, se ele tiver obrigado a fazer uma coisa que não é a especialidade dele, mesmo fazendo
uma coisa contrária à sua competência, ele é a própria encarnação profética que trará redenção sobre aquilo que o escraviza, porque ele é o profético. Amém. Deixa Deus ministrar o seu coração. Seguinte, então, o que que representa uma palavra profética? Isso significa que a palavra profética ela é a tradução verbal do que a pessoa encarna. Então, cada filho e filho nosso, ele traz dentro dele uma palavra vibrante. Vibra dentro dele uma palavra que vai encontrar no ambiente da comunhão as condições favoráveis para que ela aquela determinada virtude de Deus se revele na sua plenitude. Então, o
tempo de um profeta não é determinante do seu futuro. O tempo do profeta não é a rotina que se estabelece na sua na sua disciplina de comportamento para que ele realize uma tarefa. Então o profeta não é um escravo de uma tarefa estabelecida. Ele não é um prestador de serviço. Então, o tempo é ritmo da atividade pro prestador de serviço. Então, o prestador de serviço está obrigado a a uma atividade para cumprir em tempo a sua obrigação. Isso não diz respeito ao profeta, porque o profeta não é um prestador de serviço, ele é um filho.
E ele como filho, o tempo é só o ritmo, é a melodia dinâmica. que dá para ele as estações próprias para que em cada momento da sua vida ele revele uma expressão da virtude que ele encarna. Então esse menino, como é que chama? Hã, pronto. Tá vendo? O profeta Daniel, nascido entre nós, ele vai encontrar na nossa comunidade uma condição dinâmica, melódica, rítmica. para que nas estações da sua vida ele vai encarnando expressões distintas da virtude que ele representa para que ele alcance a condição madura do cumprimento profético da sua vocação. Agora, você quer matar
o profeta, faz ele pensar no futuro. Ensina o profeta de que o futuro dele depende da atividade que ele vai escolher para que na sua expertise ele garanta o futuro. Então, toda vez que você faz um profeta pensar no futuro, você matou o profeta. Por isso que Babilônia escraviza o profeta, o Egito escraviza o profeta, mas só Jerusalém mata o profeta. Então, quem tá matando os profetas são aqueles que falam em nome de Deus e não em nome do diabo. Então, a igreja na sua liturgia religiosa tem a capacidade de matar o profeta. O mundo,
se qualquer filho nosso tivesse frequentando qualquer outra religião, ele seria um profeta preso. Mas quando Jerusalém aprisiona o profeta, ela tem o poder de matá-lo. Porque qualquer outra pessoa falando em nome de Deus tem o poder de aprisionar, mas não tem autoridade de matar. Só pode matar o profeta aquele que além de falar em nome de Deus é irmão. Por isso que um estrangeiro não poderia matar Abel. Só Caim. Você entendeu? Irmão, a gravidade não estão conversando aqui. Você entendeu que se o Daniel frequentasse qualquer outro tipo de religião, ele poderia sofrer um constrangimento. Mas
dependendo do tipo de liturgia que nós entregamos pro Daniel, a vocação dele pode estar comprometida, porque lá ele vai ter uma crise de comportamento, que ele pode ter uma crise de identidade. Você tá entendendo a gravidade do que tá acontecendo no meio da igreja? Quando a gente pega um filho de Deus na congregação e faz ele se preocupar com o futuro e acha que o ambiente da igreja é para satisfazer a necessidade dele, contemplar o seu interesse ou garantir o seu direito. Então, quem levou o profeta pro deserto? o Espírito Santo, porque o profeta fosse
submetido a uma situação de total esvaziamento das suas competências para que o profeta, o filho de Deus, o filho de Deus fosse colocado num ambiente onde aquilo que ele é capaz de fazer não representaria nada no seu cumprimento profético, onde ele dependeria exclusivamente da essência, da convicção da pessoa que ele é e não da capacidade que ele tem. Então, a igreja seria o ambiente mais seguro para todo filho de Deus em segurança, se desprover de toda a sua capacidade e entender no ambiente da nossa espiritualidade que ele vale pelo que ele é e não pelo
que ele faz. Mas toda vez que eu construo uma comunidade espiritual falando em nome de Deus, onde as pessoas são valorizadas pela competência e pelo que elas produzem ou pela forma como elas atendem as expectativas de todo mundo, eu tô matando o profeta porque eu tô fazendo um filho pensar como escravo e não ajudar o filho a saber que é filho. Então você quer matar um profeta, na dificuldade dele oferece ajuda. Você quer ajudar um profeta? Na dificuldade dele oferece uma orientação. Então quando um profeta tá numa dificuldade, se ele pedir ajuda, quem aparece é
o capeta. Mas se ele pedir orientação, quem aparece é o Espírito Santo. Então, todo filho de Deus não tá precisando de ajuda. O Daniel nunca vai precisar de ajuda. Ninguém aqui precisa ajudar o Daniel a ter um futuro. Nós só estamos precisando oferecer para ele um ambiente relacional onde sem nenhuma ansiedade futura ele possa ser livre para ser orientado no Espírito Santo, inclusive para cometer os erros dele com segurança e não para ficar aqui satisfazendo a expectativa de quem quer que ele acerte, como se o futuro da igreja dependesse dele. Então, toda vez que eu
me preocupo com o futuro da igreja, ela não é a igreja de Cristo. Amém, amados? Então, qualquer tipo de ansiedade a respeito do futuro da igreja é anticristo, porque a igreja tá pronta lá na eternidade, ela tá pronta. Creio na igreja. Eu creio em Deus Pai, creio em Deus Filho, creio no Espírito Santo e creio na igreja. Igreja não é a expectativa do que ela pode se tornar, é a certeza do que ela já é. Então, a igreja é um ambiente onde a comunidade, família e igreja, ela é tão convicta da pessoa que ela é
que a única coisa que ela não faz é ficar tentando salvar uns aos outros. Amém. >> Como se a gente tivesse aqui para resolver problema e não para ser um ambiente seguro para orientar. Glória a Deus, amados. Então, quando Deus leva o profeta para um ambiente de absoluta expressão da essência e não da dependência da sua competência, o capeta aparece para ele para quê? Para dizer para ele que o poder que ele tem é para resolver uma necessidade. A criatividade que ele tem é para contemplar um interesse e a espiritualidade que ele tem é para
garantir um direito. E é isso que nós estamos fazendo com nossos filhos. Por que que você não pega o poder que você tem para trabalhar a sua necessidade? Por que que você não pega sua arte, sua criatividade, sua condição litúrgica e inventa um culto para contemplar seu interesse? E por que que você não gasta seu tempo de espiritualidade para pedir que Deus garanta o seu direito? Isso é anticristo. Porque pro profeta é: qual é o propósito? Eu vim aqui para fazer a tua vontade. Eu vim aqui para encarnar as suas virtudes. Amém. Então, qual é
a revelação profética pra igreja, pra vida do Daniel e do Henrique? Amém. Daniel tem um irmãozinho lá chamado Henrique. Eu quero ter o privilégio de apresentar o Henrique um dia pro Daniel. Então diz assim, ó, você deve estar preocupado que ele falou com base numa introdução dessa. Agora que o homem foi ler a Bíblia, que que hora que vai acabar essa mensagem? Calma. A gente já tava compartilhando, né? Ele já tá dentro do Pode ficar tranquilo, tá bom? [risadas] Quando já tava tudo pronto, diga comigo que tava tudo pronto. Amém. Amados, quando o homem apareceu
na criação, o que era de fazer já tava feito. Glória a Deus. Glória a Deus. O homem não veio para fazer, amados, ele veio para dar sentido ao que tava feito. Aleluia, irmão. >> Nós não viemos aqui como prestador de serviço. Prestador de serviço Deus já tinha e Deus não tá preocupado com o tipo de prestador de serviço que ele tem, que ele perdeu 30% lá numa rebelião e tá tudo certo. Ele continua tocando a missa. Amém. >> Então, o seguinte. Então, em, fala comigo, em >> em >> tão >> tão >> agora fala assim,
tão >> tão >> em >> em >> tão >> tão >> em >> então em >> tão glória a Deus, amado. Aleluia. Você pode te dar paz. Se você sair daqui só com em, então você já entendeu 90% da sua vocação profética, porque você nunca vai pedir para Deus emprego. Porque quando você pede emprego é por isso. Quando você sai para trabalhar é então. Amém. Glória a Deus. Você entendeu o negócio? Não. Eu tenho uma necessidade, preciso de um emprego. Então é um por isso. Mas você não é um por isso, você é um Então,
glória a Deus. Fala pro seu irmão aí, meu irmão, você não é um prestador de serviço por isso. Então, o seu filho não é por isso. Não é porque Deus tinha um jardim para cuidar que ele arrumou um jardineiro por isso. Glória a Deus, >> não é porque Deus teve um problema lá com o chefe da mão de obra que ele arrumou alguém para substituir o Lúcifer. Então você não é um por isso substituído, substitutivo do seou Lúcifer que virou Satanás. Você é um, hein? >> Então, então todo filho de Deus é um profeta. Todo
profeta é um em tão é um tão em. Glória a Deus. >> Você entendeu isso mesmo? Então, quando você chega lá no seu trabalho, o que que você chegou lá? Então, a paz seja convosco. É chegada a vós, o reino de Deus. Pronto. Que que você vai fazer? Não sei, mas qualquer coisa que eu fizer será em tão. Então, você não chegou com a mão. Glória a Deus. O profeta não chega com a mão. Quem chega com a mão é por isso. Glória a Deus, não manda. Quem chega com os pés é tão então o
poder das mãos é por isso. A autoridade dos pés é então. Glória a Deus. Então esse menino não é por isso, ele é tão. Glória a Deus. Amém. >> Amém. >> Amém. >> Amém. Na vida de Jesus teve duas bacias, uma que lavava a mão, outra que lavava os pés. Quem tem poder de fazer as coisas, lava as mãos porque não quer se envolver, porque as mãos representam o poder. Então, para tirar do Egito, foi por isso as mãos, mas para ocupar a terra prometida foi com os pés. Então, glória a Deus. Então, então disse
Deus, façamos o homem a nossa imagem segundo a nossa semelhança. Então, a conclusão profética, o resumo profético, o que vai dar sentido a toda a criação é o ser humano, então, e não o ente humano. Por isso, por isso toda a criação ainda geme à espera de que os filhos de Deus se revelem. Então, não é a igreja que tá sofrendo um mundo ruim, é o mundo que está sofrendo a falta de orientação da igreja, enquanto a igreja tá trabalhando a sua própria salvação, em vez de assumir a orientação profética da humanidade. Então, enquanto a
igreja faz um culto bom para salvar ela mesma, o culto ou a ou a cidade tá inteira tá desorganizada, porque nós tiramos o profeta da cidade para ser prestador de serviço da igreja. Aí o cara que podia ser então na cidade virou por isso na igreja. Amém, irmãos. >> E aí então ele vai dizer assim, ó. O homem é a nossa imagem conforme segundo. Então o que que vem primeiro? A imagem ou semelhança? Que que vem primeiro, irmãos? É imagem ou semelhança? Não, mano. Se a imagem é segunda, não pode ser primeiro. Então, a imagem
é segunda semelhante. Então, é a semelhança que vai produzir a imagem. Tá vendo? Então, nós estamos com dificuldade porque eu tenho que entender agora que esse menino aí, o Daniel, [roncando] ele vai expressar de maneira visível a virtude que ele já carrega, que é invisível. Então, ele já é tudo aquilo que ele foi feito para ser. E ele tem que encontrar no nosso ambiente as condições de se desenvolver segundo aquilo que ele é, mas não se capacitar para se tornar aquilo que eu espero que ele seja. Então, eu mato um profeta quando eu abafo a
expressão de quem ele é para que ele se torne a realização da expectativa do que eu precisava, o que eu gostaria que ele fosse. Então, onde é que tá o discípulo maduro? O ser humano completo. Então, a obra de Cristo é para formar um ser humano e não um ente celestial. Então, quem fez o homem parar de pensar em ser humano para ir pro céu foi o capeta. Então, é o capeta que veio colocar na nossa cabeça que aquilo que a gente faz é para ser parecido com Deus, sendo que a gente já era a
semelhança do Pai. Então, nós deixamos de ser a semelhança do Pai para ser parecido com Deus. Então, eu quero ter imagem visível do que Deus pode, mas não quero ser a expressão encarnada de quem o Pai é. Por isso, a nossa teologia, a nossa lógica da divindade fez a gente desenvolver uma teologia que tá toda fundamentada nos atributos de Deus e não nas virtudes do Pai. Se eu perguntar para qualquer teólogo quais são os atributos de Deus, ele vai falar assim, pá, sem precisar pensar quais são os atributos de Deus. Onipotência, onisciência e onipresença. Quem
precisa do Espírito Santo para saber que Deus só pode ser Deus se ele for onipotente, onipresente e onisciente? Nenhum devoto vai fazer uma estalta e ajoelhar lá, rezarm, entregar um sacrifício, se ele não tiver a plena convicção de que o Deus dele é o onipotente, é o onipresente, o onisciente. Você entendeu ou não? Então, para evocar os atributos até um ameba, um cachorro. Então você tem cachorro em casa. Quem é o Deus onipotente, onipresente e onisente seu cachorro? É você. Ué, ele sente a sua presença de longe. Ele vai percebendo seu cheiro e ele já
começa a fazer liturgia. Ele vai fazendo a dança, cantando as músicas para ver se o Deus já chega com a bênção na mão. Então ele sabe que falou: "Ó, não, se eu latir direitinho, se eu dançar, ele vai trazer aquela salsicha que ele sabe que eu gosto. E aí ele vem, ele reza a missa. Você quer ter um cachorro crente?" Você ensina para ele, ó. Você fica sentadinho aí enquanto não fala em nome de Jesus amém, você não come. Pronto, ele virou crente porque agora ele espera você orar, dar graça para poder comer, porque ele
aprendeu qual é a liturgia para ter necessidade satisfeita, o interesse contemplado e o direito garantido. Entendeu ou não, amados? Mas entendeu mesmo que tem crente, tem cachorro tradicional, pentecostal, ultra pentecostal. Cachorro tradicional é mais ou menos igual nós. Aqui a gente tem a mesma raiz presbiteriana, batista, presbiteriano, cachorro batista, presbiteriano. É au, no máximo, au, entendeu? Aí ele vai ter uma experiência mais pentecostal, ele vai evoluindo assim, pum, au au auau. Mas aí ele é arrebatado a tele dele mesmo. Ele fala assim, entendeu? Aí a aí ele nem ele entende. Isso não é uma ironia,
é a ideia. é voto de que Deus é responsivo à minha liturgia e que os atributos dele estão a serviço da minha devoção, na certeza de que ele vai satisfazer a necessidade, contemplar o interesse ou garantir o futuro, o direito. Por isso que toda sabedoria humana, ela é animal, terrena e demoníaca. Ela é animal porque a necessidade, ela é instintiva, ela é terrena porque ela é cognitiva, ela é intuitiva. E se você não interromper um processo animal, instintivo, necessidade, terreno, intuitivo, interesse, ela vai se tornar demoníaca. Porque eu vou passar ter direito sobre uma vida
e ter direito sobre o futuro que eu quero, em vez de representar a eternidade que eu encarno. Aí virou diabo. Por isso que no metaverso, no metaverso das ovelhas tem quatro personagens. Os quatro personagens no metaverso da ovelha é o lobo, o mercenário e o ladrão. E qual é o quarto personagem? O pastor. O lobo representa o quê? A mentalidade instintiva animal. O lobo é crente. Ele saiu de casa orando para levar comida pra casa dele. Quem falou que o lobo é endemoniado? Ele orou. Aí ele encontrou um pastor lá meio desavisado, um mercenário. Ele
pegou a ovelha, falou: "Deus, obrigado". Respondeu umas orações e vai levar comida pr os filhos. Porque ele é o quê? instintivo. Aí você tem um mercenário cognitivo, que é um lobo evoluído. Ele não só quer satisfazer a necessidade, como ele quer satisfazer a necessidade assim com com molho bolonhesa, um pouquinho de manjericão, entendeu? E um queijinho ralado parmesão. Ele não é só comer, tem que ter uma certa sofisticação. Mas ele é crente também. Ele tá orando só para Deus arrumar um salário melhor pro trabalho que ele faz. Aí só porque alguém oferece um pouco mais
para ele, ele acha que isso foi resposta de oração, porque se fosse para ganhar menos ele não ia que é o capeta, mas para ganhar mais deve ser Deus, né? Ou não. E aí se eu não interromper uma mentalidade lobo que pode evoluir para uma mentalidade mercenário e tudo crente fazendo em nome de quem? de Deus, eu vou me tornar um ladrão, achando que agora não é mais uma necessidade, nem é um interesse, é um direito. Aí aparece o pastor que vai arrumar uma marmita pro lobo, ele não tem que matar a ovelha. Glória a
Deus, amado. E que vai começar direito com mercenário para não ser surpreendido pelo fato dele embora só porque ele arrumou um emprego melhor. Mas ele vai enfrentar o ladrão para garantir não a salvação da ovelha, mas para garantir que ela não morra fora do seu propósito. Porque o pastor não tá aqui para garantir a salvação da ovelha. O pastor tá aqui para que toda ovelha se torne cordeiro quando ela tá madura. Então, toda ovelha quando ela alcança o tempo da sua maturidade, ela vence o medo da sua morte, abdica da sua ideia demoníaca de direito
e entrega a sua vida no cumprimento do seu propósito, porque ele é um discípulo pronto. Então, o pastor é para garantir que você não morra fora do seu propósito e não para proteger você na satisfação da sua necessidade, na contemplação do seu interesse ou na garantia do seu direito. Glória a Deus, irmão. A mulher tava com uma moeda perdida. Achou a moeda, o que que ela fez? Que que a mulher fez quando ela achou a moeda? Você não sabe da história? A mulher tinha uma draácma perdida. Ela achou a moeda, que que ela fez? Não,
ela procurou um banco e aplicou. Comprou um t de Bitcoin, comprou umas ação, apostou na bet. Que que a mulher fez com aquela moeda que ela achou? Você não sabe uma festa. Com que ela pagou a festa, amado? Com o dinheiro que ela achou. Porque agora o dinheiro não pode ser mais perdido, porque agora ele vai ser gasto no seu propósito. Glória a Deus, irmão. Então, a oferta só foi perdida porque tava guardada, mas agora que ela foi gasta, ela não perde mais. Glória a Deus. O pastor foi atrás da ovelha que tava perdida. As
outras não tava, só uma que tava perdida. Aí ele voltou e fez o quê? Quando a hora que ele achou a ovelha? Hã? Outra festa. Quem que você acha que foi o jantar da festa que o pastor fez que a ovelha é perdida? Posso ouvir um amém, irmão? >> Amém. >> Aleluia. Então, é o cumprimento do propósito, não a satisfação dos interesses. Por isso, é o ser humano que ele é a encarnação, ele é a materialização. >> Se eu terminar uns 10 minutinhos, tá bom? Pode ser. vocês aguentam a barra aí, tá bom? Então, o
propósito de Deus é fazer o homem para que o homem seja a imagem, segundo a semelhança. Então, o processo do discipulado é para formar uma pessoa madura. E a pessoa madura não é a contemplação dos atributos. Isso é devoção. E paraa devoção não precisa do Espírito Santo, mas pro discipulado é a transformação da pessoa numa expressão plena da pessoa que ele foi feita para ser. Porque quando Deus disse, "Façamos o homem", tendo dito que ele faria, ele já criou. Então Deus disse: "Façamos". E aí, assim que ele disse: "Façamos", Deus o criou. Então, o Deus
que diz que faria o Daniel já criou. Então, existe um Daniel criado, existe um Daniel alfa e ômega, existe um Daniel princípio e fim. Quem é o princípio e o fim do Daniel? É Cristo. Então o discipulado é para oferecer condições para que Cristo seja formado em nós. Glória a Deus, amados. Então, o ambiente da igreja é para que o terceiro verbo usado na criação. Então, na criação foram usados três verbos, tendo dito Deus que faria, ele já criou. Agora ele foi lá e pegou o barro para formar. Então, nós estamos no processo de formação
daquilo que Deus, tendo dito que faria, ele já criou. Então, Cristo é o alfa e o ômega. não queira interferir no filho que já foi feito, criado, para que eu possa cooperar no processo de transformação. Então, o meu processo não é criar meus filhos, é ensiná-los para que eles possam ser transformados numa expressão plena e peculiar da parte de Cristo que eles foram feitos para revelar. Então, os filhos de Deus não estão aqui para satisfazer as necessidades, o interesse ou direito de quem quer que seja, mas a igreja oferece para eles um ambiente discipular formador
para que aquele que começou discípulo de Jesus termine discípulo de Cristo. Então eu comecei sendo iluminado pela luz de Jesus para agora ser inspirado pelo espírito de Cristo até que eu chegue à estatura de pessoa plena. Quem é a pessoa plena? Cristo formado em nós. Então a comunhão do corpo é o ambiente favorável na formação da pessoa Cristo que eu vim para ser. Então, todos nós temos uma vocação de ser uma expressão peculiar das virtudes de Cristo e não um devoto das expressões óbvias dos atributos de Deus. Então, nós não estamos aqui para louvar os
atributos de Deus na expectativa de uma necessidade satisfeita, de um interesse contemplado ou de um direito garantido. Isso é demoníaco. Isso é anticristo. É uma devoção de Jesus Salvador sem nenhum compromisso com Cristo Senhor. Quem é o meu salvador? Jesus, Salvador, é o meu Senhor. Não, amados, Cristo, Senhor, é o meu Salvador. Não tente fazer Jesus Salvador, o seu Senhor, porque será uma relação de interesse, mas submeta-se a Cristo, Senhor, porque esse é o propósito da sua salvação. Eu não quero declarar Cristo, Senhor, para que ele me salve. Sabendo que ele é meu salvador, eu
me submeto ao senhorio dele para ser transformado na pessoa que eu fui feito para ser e que o pecado me impedia. Mas agora eu tô reconciliado ao meu propósito, porque eu estou reconciliado na comunhão. Então, onde é que o discípulo Cristo é formado? Na comunhão dos irmãos. Então, quais são as virtudes do pai? Nós falamos dos atributos. Então, quais são então as virtudes do Pai? Lá em segunda Coríntios, para concluir, as virtudes do Pai são o amor do Pai, a graça do Filho e a comunhão do Espírito Santo. Então, o que que o Daniel é?
a própria encarnação do amor do Pai, a graça do Filho na comunhão do Espírito. Então, a salvação operada pela graça não era um fim. A salvação é um dos atributos da graça para promover a reconciliação, a comunhão. Então, a graça em mim salvando, me reconciliou na comunhão do espírito, que é na comunhão do espírito que Cristo é formado em nós. [música] Então, quando eu uso a reunião para satisfazer um interesse, contemplar [música] o interesse, satisfazer uma necessidade ou garantir um direito, eu estou dessignificando, eu estou pecando contra o Espírito Santo, porque eu estou interrompendo a
vocação na salvação pela graça e não na comunhão do espírito. [música] Então, os os as virtudes de Deus são o amor do Pai. Diga, o amor do Pai, a minha referência. Então, amor não é o que você sente. Amor é a substância da qual você é feita. [música] Amor não é o que você sente por alguém. O que você sente por alguém ou é raiva ou é interesse, mas não é amor. O sentimento é uma forma de responder a uma expectativa satisfeita ou frustrada. Por isso, o amor que eu sinto não é amor. Amor é
o amor que eu creio como substância essencial da qual eu fui feito, [música] independendo do que eu sinta. Então, quando alguém me aborrece, ele acha que tá produzindo uma crise. Então, tem gente que passa umas raivas em mim achando que ele vai me produzir [música] uma crise. Mal sabe ele que antes dele passar a raiva, eu já tava com a crise maior do que que ele pode provocar, porque eu já tinha tentado ficar com raiva dele e não consigo porque tem um negócio dentro de mim que me obriga a amar ele mesmo que se eu
querer. Então, quando ele vem tentar provocar uma crise, eu já tô com uma crise dentro de mim muito maior do que que ele pode me provocar dele é nada, porque eu tô com crise comigo mesmo, porque tem um trem da qual eu sou feito que eu quero ter raiva dos outros e não consigo. Você entendeu o que eu tô falando? Não, [música] já tentei. Então, o Daniel ele é substancialmente feito de quê? amor. E como é que ele vai saber que ele é feio de amor? Porque nós vamos ensinar a ele que todo sacrifício que
ele faz [música] é espontâneo. Porque qualquer coisa que ele fizer por necessidade, por interesse ou por direito já não é amor. Meu pai me ama e a vida está em mim, porque eu espontaneamente adoro. Então, quando eu ensino um filho a ser prestador de serviço para ele merecer a recompensa que ele pretende, ele deixou de ser a expressão da virtude [música] e passou a devoto do atributo. Então, nós estamos ensinando nossos filhos a serem devotos do atributo [música] para ter aquilo que merecem, em vez de ser representante da virtude para entregar o que eles representam.
[música] Então, se a oferta não for espontânea, não é amor. Então, eu tenho uma evidência. [música] Diga evidência o amor. Aliás, eu tenho uma essência, o amor, e eu tenho uma evidência, a graça, para produzir uma consciência, a comunhão do Espírito Santo. Então, tudo que um filho de Deus, profeta faz é para poder dar evidência à essência que ele representa, para que o fruto daquilo que ele entrega possa produzir a comunhão dos irmãos e não o mérito dos prestadores de serviço. Acabou. É isso aí. Amém. Então, [música] por isso que vocês têm um desafio brabo
aqui, porque vocês resolveram se autoprofetizar, ser amor. Isso quer dizer que tudo que vocês vão fazer aqui é um sacrifício espontâneo. [música] Vocês não vão ter nada aqui que corresponda à sua expectativa. [música] Tudo que vocês estão dispostos a fazer aqui não é para satisfazer uma necessidade, contemplar o interesse ou garantir um direito. Eu te avisei porque amor não é o que vocês sentem, é a substância da qual vocês são feitos. Isso quer dizer que tudo que for feito aqui tem que ser uma oferta. Você tá entendendo isso, meu irmão? que aqui é o lugar
para todas as expectativas serem frustradas com segurança. Amém. para que isso seja uma comunhão de família e não uma reunião de devotes. Que aqui não seja o lugar de receber o merecido, [música] mas o lugar de Cristo ser formado em nós, no amor do Pai, na graça do filho e na comunhão do Espírito Santo. O privilégio estar aqui com vocês, a paciência e a honra que vocês dedicaram à minha casa, especialmente ao Henrique que eu vim representar aqui hoje de manhã. Obrigado. [música] Vocês entenderam? [roncando] Vamos orar. >> [música] >> Se você quiser orar comigo,
entregando a sua vida, [música] não paraa salvação, mas pro senhorio. [música] Se você quer ser parte de uma comunidade, [música] às vezes algumas perguntas, algumas pessoas me perguntam: "De onde veio essa expressão, [música] esse nome?" Eu falo, eu não, eu não tenho um dia, eu não tenho um dia específico assim, mas gradativamente [música] Deus tem revelado o que é que estava no coração dele. Eu acredito de todo meu coração, a gente tem dito isso, que a gente tá como igreja [música] local numa curva, não tem todas as imagens à frente, mas eu tenho a convicção
de que nós estamos numa curva como igreja local para aquilo que Deus quer fazer em nós, para que ele faça através de nós. Não é fácil. fazer curvas muitas vezes, mas hoje [música] eu entendi que nós não estamos aqui para satisfazer a nossa necessidade. Quero falar uma coisa para você. A liberdade que ele me deu, tirar seu sapato >> aqui, ó. Tira seu sapato. Seguinte, [roncando] a sensação dele tá funcionando aqui? Não, já foi aqui. Pronto. A sensação dele é de uma curva, mas pela boca de duas ou três testemunhas, a verdade é estabelecida. Não
é uma curva, é uma curva. é um vale. Essa comunidade está sendo convocada a vencer os limites dos seus [música] medos. É o limite do medo que impede a ovelha de ser aquilo que ela foi criada para ser. Nós não somos ovelhas que talvez se tornem cordeiros. Nós somos cordeiros que nasceram ovelhas. E eu só vou cumprir o meu propósito, não quando eu for servido à mesa, mas eu vou cumprir meu propósito quando eu for servido na mesa. Eu sou o jantar e aí eu tenho que vencer o limite do meu medo. E foi num
jantar [música] que Jesus fez a transposição do poder que vocês tinham até agora. vocês atravessarem o vale de qualquer medo, porque vocês são muito diligentes. A liderança dessa igreja é muito excelente. E a excelência muitas vezes faz com que a responsabilidade tenha o peso da culpa, porque eu não quero ter a culpa da coisa errada. E às vezes atravessar um vale da sombra da morte implica vencer o meu próprio medo do erro que eu posso comprometer e cometer e comprometer tudo. Então ficar livre. Deus está quebrando aqui esse ano os limites do seu medo. O
medo de fazer alguma coisa errada, de desapontar ou de comprometer [música] alguma coisa, porque esse é o último ano do poder que vocês têm na mão para ser o primeiro tempo da autoridade que vocês têm no pé. [música] Não é o que vocês vão fazer, é o lugar que vocês vão pisar, [música] >> muito mais do que a sua competência, agora a sua atitude. Essa comunidade através desse homem foi instalada num lugar de autoridade, [música] mas ele é muito resignado, ele é muito diligente entregar o melhor e libera o excesso dos da excelência. Então ele
precisa ser encorajado, não a continuar fazendo bem feito que já foi feito, mas assumir o risco de talvez fazer mal feito o que ainda não foi feito. [música] [roncando] É o último ano em que vocês estão fazendo o seu feito, bem feito para assumir todos os riscos de fazer o que ainda não foi feito, pisar o que ainda não foi pisado, alcançar o que ainda não foi alcançado. E vocês vão ter que perder o medo de frustrar de desapontar. Não me dá aquele trenzinho lá que eu bebi água. Eu quero lavar seu pé. Vou [música]
ficar em pé. >> [roncando] >> É um tempo de autoridade, >> de refrigério, de renovo, de ousadia. >> Não é mais a capacidade da sua mão, mas é o lugar onde você pisar o pé. [música] É a autoridade. Não é a sua competência, é a sua voz. Não é a forma como você pode ajudar as pessoas. Mas é a orientação que Deus quer dar a elas através da vida dessa casa. Essa casa foi levantada para ser um lugar de orientação e não de solução. Que venha sobre a sua vida tempos de refrigério, de renovo, mas
principalmente de ousadia. >> Amém. [música] >> Ousadia. O tempo de transgredir suas próprias expectativas. [música] Não é mais tempo de prestar o melhor serviço, mas é tempo de ocupar os lugares que ainda não foram ocupados. Deus te deu voz em lugares onde muitas vezes você vai se sentir o menor, [música] mas está sobre a sua vida a representatividade da autoridade que você carrega a partir da relação que vocês representam. Esse lugar aqui representa uma relação e não uma atividade. Em nome de Cristo Jesus, o Senhor. >> Amém. Amém. [roncando] >> [música] [aplausos] [roncando] >> Se
você quiser embarcar nessa comigo, [roncando] eu quero orar e eu quero fazer isso de joelhos e quero que se você puder e quiser possa orar comigo também assim de joelhos. >> [música] >> Senhor, o Senhor conhece o meu coração. Obrigado por essa manhã. O senhor sabe o quanto de fato o os meus medos de falhar, de os meus medos de de te desagradar, >> de não honrar ao Senhor [música] de não morrer fiel nessa manhã. Obrigado porque o Senhor falou comigo que eu preguei e venho pregado há algum tempo. Eu não [música] preciso ter medo.
Nós queremos ser uma igreja fiel ao Senhor, [música] mas no ambiente do amor do Senhor, não dos nossos medos. Eu [música] digo sim mais uma vez pro Senhor, [música] me capacita, Deus. >> [música] >> E obrigado pelos meus irmãos e irmãs aqui que não tem a ver comigo, não tem a ver com o meu nome, mas obrigado. O Senhor sabe da minha oração mais silenciosa e secreta. Eu não quero perder nada do que o Senhor tem. Eu não quero ficar de fora da festa. E nós queremos consagrar [música] essa casa, nossa comunidade, ao Senhor e
juntos para vivermos juntos, ombro a ombro. Não tem ninguém [música] maior do que ninguém. Ombro a ombro. Nós queremos ser uma comunidade madura, de gente que acolhe bem a salvação, mas que responde [música] com reverência ao senhorio do Senhor. >> Queremos ser a expressão [música] mais simples e profunda do amor do Senhor. É em movimento, Pai. Em nome de Jesus. [música] Amém. >> Amém. Amém. Amém. Amém. [roncando] Você pode sentar mais um pouquinho. A gente tem só alguns avisos. [roncando] Quero de antemão. Você vai ter acesso ali fora, né? >> [música] >> ao Mateus, a
toda a equipe do Paulo. Como já anunciamos isso aqui alguns domingos, hoje à tarde, né, de 2 às 8 horas, nós estamos tendo privilégio hoje de como igreja recebermos, né, esse movimento, mesa preparada do Paulo. Ontem eles estavam no Rio, hoje aqui em Vila Velha e e o Mateus falou assim: "Ó, tem vaga para quem quiser se inscrever hoje ainda, OK? E aí você vai poder procurar o Mateus ali, a equipe, se você quiser, tiver essa disponibilidade, eu te encorajo muito a fazer [música] isso, a participar daquilo que tem para acontecer hoje à tarde aqui,
tá bom? Mas você vai precisar procurar ali fora maiores informações. Um minutinho da sua atenção. A gente já vai se despedir. E aí, amigo