[Música] olá no nbr entrevista de hoje vamos falar de um tema que é sinônimo de música poesia pintura escultura dança e tem tudo a ver com a identidade do povo brasileiro nosso tema inclui questões de conhecimento e os hábitos adquiridos não só no meio familiar ou não também na sociedade da qual fazemos parte quer saber do que eu estou falando confira no assunto do dia [Música] ela é fundamental para a formação do indivíduo e para transformação de uma sociedade e está inserida em um ciclo de trocas o artista no palco sente prazer em mostrar sua
criação e aqueles que apreciam no programa de hoje vamos falar da relação do brasileiro com a cultura e como o poder público incentiva as atividades culturais no país teremos também a participação de artistas renomados acesso à cultura agora no nbr entrevista não saia daí que este assunto vai dar o que falar e para nossa conversa convidamos o artista plástico out there obrigada pela presença real seja muito bem vindo ao nbr entrevista muito obrigado pelo visual off vamos começar defendendo o que é cultura não é só entretenimento diversão é muito mais que isso é muito mais
difícil ser definido porque é é tudo tudo a cultura é o alimento na mesa as tradições o risco na parede tudo é toda a cultura toda a nossa expressão se dá na forma de cultura então a gente tem que compreender essa que a arte é uma parte inserida em um processo de expressão agora o brasil tem identidade cultural qual é a identidade cultural do brasil em nós sem dúvida tenho acho que o se há um problema nesse nessa área é exatamente a imensidão a vastidão da da cultura brasileira que se esperasse de tantas formas de
um território muito grande uma cultura muito grande é muito vasta muito variada e na sua opinião qual seria essa identidade teria uma coisa definida acho que ela tem por definição 11 uma eterna carência de se encontrar né acho que ela também se define pela pela contínua a inserção a urgência por inserir seus componentes nós ainda temos uma dívida grande de com relação à cultura indígena por exemplo que é parte nossa intrínseca e e para a qual nós tantas vezes viramos as costas né da mesma forma há a cultura negra cultura afro ela também ainda é
muito pouco é assumida inserida reconhecida e ou a cultura de gênero ou o às tantas variadas porque são sempre muitas não têm uma cultura brasileira uma cultura da variedade uma cultura extremamente rica expressiva que eu adoro acompanhar e avistar porque a vista em todos os cantos né havia extintor do gosto especialmente naquilo que ela expressa de mais singelo de mais simples da da dona de casa do lavrador do doe engraxate do do menino que gravam faz um grafite esquisito na parede essa expressão mais mais revela agora o brasileiro de uma forma geral ele tem acesso
a estímulos sumi cultura têm acesso estímulo a consumir a própria cultura na na sofreguidão da vida não aquela cultura formal das galerias dos museus das instituições das bibliotecas a cultura do livro por exemplo que é fundamental é muito pouco difundida e e assimila da e cultuada e vivenciada no brasil né se você pegar o número de brasileiros que ler um livro por ano na vida um livro na vida é muito pouco é muito pequeno então essa cultura que é fundamental porque é é a cultura que atravessa o tempo é a cultura for mal né essa
que se formaliza de tantas maneiras né então essa cultura o acesso ainda é muito restrito e lenda é muito do privilégio a arte é uma expressão do privilégio no isso não tem como escapar de todas as suas formas mas a cultura é uma expressão maior mais amplo mas mais diversa mas contínua diluída no no cotidiano mas essa cultura pode começar desde cedo ainda na infância nossa equipe foi conhecer de perto o espaço cultural do tribunal de contas da união que recebe em média 2 mil visitantes por mês a maioria de crianças e jovens estudantes podem
uma aula prática de arte cultura quem não gosta eu gosto está cheio porque aprendo mais e nada melhor para ensinar essa turma do que a obra do ícone da arquitetura brasileira oscar niemayer exposição em cartaz no centro cultural do tribunal de contas da união em brasília que mais gostei foi a arquitetura as telas e desenhos e ele delegado quem varejo existe aqui que eu nunca tinha visto ele também curiosa por viagem acho que é meu novo o centro cultural do tcu é um espaço arrojado na capital do país as obras são escolhidas a dedo por
um conselho curador formado por cinco especialistas espaço cultural eu diria que na verdade essa é a nossa vocação é de conseguir contribuir para a formação de cidadão nesse novo cidadão principalmente que a gente atende os pequeninos não é a gestora conta que muitos se surpreendem ao encontrar a arte num tribunal de contas acho que todas as redes sociais começam com z a evolução para uns espaço cultural depois por centro cultural ela veio de mano no entendimento de que a gente precisa abrir as portas a gente precisa de se comunicar com as pessoas este é um
espaço público as pessoas têm que se sentir integradas é extremamente importante não só para as crianças com como para o professor também e 5 é esse contato e se é esse o empoderamento essa participação tanto no professor quanto das crianças da escola esse envolvimento então a gente a gente sai de espectador pra o anti né ao fim esse espaço aí no tribunal de contas ele faz parte de um projeto nem que você conhece bem eu acompanhei um pouco porque hoje muito honrado e faço parte da comissão curatorial do da galeria marcantônio vilaça que é que
pertence faz parte do da estrutura do instituto serzedello corrêa e o espaço é novo a galeria novo edifício é novo acho que precisa ser urgentemente incorporado na agenda é cultural da cidade funcionou durante muito tempo na sede do tcu na esplanada e agora tem espaço próprio nesse sentido é um ganho muito significativo o espaço é lindo ea galeria é excelente tem um tem um espaço do museu também que é muito bonito e felizmente tem as atividades já regularizados e e acolhe já recebe na prática tanto exposições bonitas boas importante quanto como você disse a essa
visitação nos colégios é vão são levados e isso implica uma estrutura cuidada uma estrutura difícil de ser mantida e que é muito muito importante e o espaço tem feito isso a galeria marcantônio vilaça recebe já regularmente nas suas novas dependências um bom fluxo de de estudantes agora os museus também são bons programas para crianças e jovens aprenderem nem isso é maravilhoso é que nós temos um museu da república na esplanada que é tão lindo né que tem 1 a 1 um acervo próprio muito bonito e tem uma seqüência de eventos exposições imperdíveis por sorte graças
à localização a assinatura do prédio é um edifício daniel maia e tudo mais isso estabelece assim fatores de atração de tal maneira que que o museu é bastante bem visitado eu sempre quero mais tá sempre quero mais desejo mais desejo mais inserção dessa expressão no cotidiano das pessoas especialmente dos alunos porque é de profunda importância a esses lugares fazem criar hábitos nerd de maneira a educação influencia nessa criação do hábito cultural a educação é alguma coisa senão um hábito a construção de hábitos né acho que é exatamente essa é nossa onde uma noção mais ampla
do que seja uma educação eu eu pertenço a uma geração que teve o privilégio de ver uma outra experiência eu cheguei em brasília e 62 e fui experimentar o modelo proposto por anísio teixeira fará uma nova escola para uma nova educação brasileiro então eu fui viver a escola classe a escola parque o esquema da educação integral eu nós tínhamos aula de manhã e de tarde era uma perspectiva que infelizmente o a prática política não conseguiu é reconhecer o sentido e universalizar mas então eu fico sempre com esse esse pano de fundo nessa referência de uma
prática que eu tive muito criança eu tinha nove anos de idade quando fui ver isso e o agora o que eu sei é que aquilo a educação integral ali me privilegiava com uma com um encontro muito bonito com tantas diferentes expressões ter dentro da da prática da escola não só o currículo formal mais a noção de que é na escola que eu aprendo a conviver que eu aprendi a me expressar problema a ter uma noção crítica sobre o mundo e é lá também que eu vou encontrar e e conviver com livros com filmes com histórias
com outras expressões com inclusive com meios de trabalho a escola é essencialmente o início de uma relação de trabalho para quem está começando no meio artístico nada melhor do que ter comportar pé inicial de quem já tem experiência olha você vai conhecer agora o ciclo curar e o projeto aqui de brasília que forma curadores renomados com artistas iniciantes e ajuda a promover a obra deles dá só uma olhada [Música] esse projeto é um desafio outro artista é um desafio porque são aqueles que nunca trabalhar compradores e você pegar o noni porque o curador de bonito
né na cabeça desenhos então você começa a trabalhar em um espaço de dois meses um projeto que vai ter essa visibilidade e ter esse tipo de exposição é um desafio grande e laboratório de experiência tanto procurador quanto trocar o artista e para a comunidade é um espaço de formação de público se incorporaria e pra mim foi num tacho que é um lugar assim muito especial é nessa trajetória também conseguiu então acho que é um ponto no marco da onu uma oportunidade imensa e uma experiência que hoje ainda estou tentando entender o a dimensão de suicídio
de forma pessoal sabe trabalhar polivalente foi super bacana pra mim é um artista uma potência superbrand está começando agora trabalhar e eu já vem trabalhando partes já tem uma trajetória tão pra mim foi uma experiência é refrescantes e permitiram é tentar fazer essa experimentação tem invés de entregar um texto escrito que é o que fica normalmente para as pessoas que elas comprador mas fazer um vídeo cheio de memórias operador [Música] o espaço foi todo pensado em torno da idéia da vitrine que era uma ideia que já pensava muito tempo o trabalho principal que entre os
céus que eu queria na vitrine ele é uma experimentação que a gente teve com relação ao vídeo na projeção ea fumaça então basicamente ele funciona como a fumaça ela ela cumpre um papel ele e talvez um alcance imaginário do que do que a gente quer propor através do vídeo né é um projeto que tem que pensar no público que está passando na própria arquitetura mínima de espaço uma terrine de 11 e 21 por 2 60 eu entendo que o público ele é essencial porque na verdade eh eh eh eh pra acho que em última instância
o artista nós atores de sidney trabalhamos com o público sempre desfilo meus alunos que sempre perguntar na universidade s como é que se faz para viver quants lá acho que antes de tudo tem que haver uma paixão pela história não há solução sem paixão ou então é isso aí ralf para viver a arte é preciso paixão mas também vai ter oportunidade na incentivos para isso a oportunidade de trabalho não é o que todos nós queremos é essa pergunta se pode fazer na porta de carro na porta de um supermercado na rodoviária a resposta mas ao
que o que nós queremos a oportunidade de trabalho e o artista da mesma forma que é desejo é uma oportunidade de trabalho você não nos mostrou as imagens da sic procurar e que acontece na the creators e é uma é uma situação incrível porque é uma raríssima galeria dedicada a experiência da curadoria e isso é muito oportuno isso é muito importante é é claro naturalmente é uma galeria de arte o que você vai encontrar lá são obras de arte são expressões experiências instalações vídeos pinturas ou expressões de de artistas locais mas isso sob uma uma
noção de curadoria o ciclo é muito importante acontece ao longo do ano são 89 eventos programados eu tiver a chance de inaugurar o substituto deste ano fazendo a curadoria do gustavo silva amaral foi um super experiência para mim e é uma linda pequeníssimo a galeria e na no comércio local da norte eu recomendo sempre a visita nós vamos para o intervalo agora e na volta nós vamos mostrar como as instituições públicas investe a cultura no país até já [Música] já estamos de volta o assunto hoje no nbr entrevista é acesso à cultura eo nosso convidado
e raul figueira e artista plástico porque muitas vezes ralf a cultura aparece com algo super true eu não consigo imaginar nada mais importante do que um do que a cultura do que o incentivo a expressão de todo sua expressão nacional a expressão de uma identidade é porque ela nos dá um chão sólido para toda a construção então eu fico meio tonto com a perspectiva mais mas eu reconheço você você tá certo na sua colocação há há há uma dificuldade de entendimento do que possa ser a prioridade à cultura o fator monetário ele pode ser considerada
empecilho tanto para o acesso à cultura quanto para a promoção da arte porque não não creio que possa nós que recursos de todas as formas nós temos é isso nunca é eu não vejo isso como um problema que acho que o se há um problema aí é será sempre uma questão de gestão a dificuldade de compreender como gerir esses recursos e as questões tratadas de desvio de dificuldade de controle dessas destinações né não dá pra simplesmente priorizar e colocar a cultura em alguma espécie de patamar a segurança pública à educação à saúde a alguma coisa
mais ou menos importante é tudo isso tem uma importância bastante equilibrada é o conjunto dessa é desse investimento é junto com cultura e que tem que ser sempre estimulado para que nós possamos ter uma uma sensação a moça é é social mesmo em termos de uma uma expressão nacional em termos de de um acesso á a a uma identidade nossa é são todos esses elementos juntos cento sendo geridos simultaneamente né muitas instituições públicas especialmente os bancos investem na cultura do país você vai conhecer agora projetos que contam com financiamento ou parcerias públicas olha só o
transbordo brasília é um projeto que veio foi escrita em 2013 teve a primeira edição realizada em 2015 com recursos do fundo de apoio à cultura do distrito federal a segunda edição de 2016 contou com patrocínio da caixa cultural e essa edição agora deste ano novamente com fundo de apoio à cultura do df o transborda é um prémio de arte contemporânea dirigido a artistas do distrito federal e região do entorno um espaço para pesquisa desses artistas premiados a gente trabalha com o gestão financeira com a assessoria de comunicação com designers arquitetos iluminadores é um grupo grande
de de profissionais trabalhando curadores artistas enfim é uma uma rede não é que se forma para que o projeto saia do papel a gente compõe o júri de uma maneira diversa nessa jurisdição jurados que vêm de diversas partes do brasil são gerados com renome nacional e internacional que vão se dispor a ver todos os portfólios que chegam às mãos deles então assim acho que na verdade um impulso o impulsionamento mais importante é isso a exposição a seleção é uma conseqüência um recorde mas o financiamento público é fundamental é fundamental para a gente chegar num para
ter acesso ao recurso privado a gente tem que chegar com um número com um com realizações anteriores não se começa nada em cultura sem um subsídio que os bancos têm uma uma participação fundamental nesse cenário especialmente os que têm centros culturais na cidade o caixão ccbb são espaços que ainda que não conta com financiamento do banco a gente trabalha com cessão de espaço por exemplo o transbordo um exemplo ótimo disso a gente trabalha com financiamento do fundo de apoio à cultura mas executa a exposição dentro da caixa cultural que conta com toda a infraestrutura com
toda a visibilidade e coque se funciona o projeto campanha [Música] ralf os editais investimentos públicos são imprescindíveis para que projetos como esses se concretizem são imprescindíveis é fundamental que tem um aporte direto que de apoio o subsídio no caso aqui nós temos o fac que é fundamental é um fundo de apoio à cultura a partir de lei distrital que destinará parte do orçamento do gdf a área específica da cultura e sem ele não consigo imaginar a transformação que nós conseguimos é impor a a ao circuito cultural em brasília no distrito federal é impossível imaginar sem
o suporte do fato é ele vem direto desse esse aporte do do g10 e ea partir do gerenciamento de programas e projetos de propostas de produtoras independentes de artistas de de tanta gente não é isso é importantíssimo e através da música da literatura das artes visuais é também do teatro às pessoas comuns sentimentos trocam em noções né é importante o partido eu vou lá a vida né porque a vida é isso na vida não é não é uma experiência fechada em mim na vida não sou eu frank dinho no meu canto na vida é exatamente
o compartilhamento de uma experiência de um ponto de vista de uma expressão a lei federal de incentivo à cultura mais conhecida como lei rouanet é um dos principais meios de promover a cultura no país nós conversamos com algumas pessoas sobre a importância desta lei dá só uma olhada a gente acha que tem razão tem certeza não acha e certeza que a agricultura é o fator de desenvolvimento econômico e humano nela é o fator de de upgrade diz desvio subir as pessoas ao nível de atividade é o nível de não violência além de entendimento como se
o ano tem muita gente que tem talento e essas pessoas nem elas mesmas se reconhecem que esse talento então quando você tem a a fotografia publicada na rede social por uma entidade oficial que é o caso do brasília fotoshow e as pessoas que estão assistindo essas fotografias na rede estão comentando elas estão curtindo compartilhando elas começam dar um feedback para esse autor que ele nunca teve né depois se você classificado entre os 400 melhores você vai para o livro de arte do festival com as fotografias publicadas eu criei uma companhia de teatro aqui em brasília
em 2005 e observando outros artistas de teatro no mercado eu vi que uma das possibilidades pra gente alavancar a carreira levando então em 2006 eu escrevi meu primeiro projeto sai distribuindo projeto para várias empresas ea primeira empresa que fechou com a gente fechou em dezembro de 2006 a partir daí começou a captar e renovar com essas empresas por mais ou menos oito anos então a companhia de comédia de 4 é melhor viabilizou grande parte da carreira do grupo por meio da lei rouanet é um tempo atrás a gente não tinha essas ferramentas hoje a gente
tem e gente muito boa trabalhando é pra pra dentro dos projetos nos editais eu acho interessante a empresa princípio elaborar projetos para os artistas agora a gente já faz prestação de contas todo o acompanhamento da execução junto ao ministério da cultura e também é e já consegue atuar junto aos patrocinadores para entender qual o perfil do projeto que elas querem patrocinar e oferecer projetos sobre dia do projeto da nossa cartela de clientes a gente tem uma demanda grande de clientes no brasil inteiro atendemos virtualmente tem muita gente que vem a brasília só para reunir com
a gente e se não me engano a gente tem mais ou menos com o ultrapassou a barreira de 400 projetos já inscritos na lei rouanet tem que ter um raul tem que estar sempre se atualizando instrução normativa decreto é a própria lei crua a gente tem que saber de estudo a gente tem uma equipe de elaboradores revisores supervisores só para entender a lei eu entendia que eu ia precisar de dois anos anos para sedimentar o festival com recurso próprio o meu recurso acabou no primeiro ano e eu tive que buscar a sociedade o recurso da
sociedade acabou no segundo ano aí no terceiro ano que nós vamos fazer a gente ainda precisa de tempo para se alimentar ea lei volume foi a única forma que a gente encontrou para que a gente pudesse dar continuidade ao festival e ele ganhar corpo para a auto-sustentabilidade que deve acontecer daqui a dois três anos né então eu acho que nesse ponto a lei roney foi o que salvou o festival mesmo que você não se torna um profissional da música mas isso faz muito bem ao ser humano é enriquece todo toda a parte criativa a partir
motiva sensível e depois de convivência vence na interação mais tolerância menos preconceito pelé [Música] é dizer quem quiser ver lá quero meu guarda contigo cima e quiser voar o meu planeta seu [Música] ralf a lei rouanet permite aí muitas atividades de graça para o público principalmente o público de baixa renda é também a lei é alemã um elenco excelente projeto com uma longa história é bastante criticada é isso é necessário também é importante você não pode imaginar uma implementação de uma lei que destina recursos oriundos de uma renúncia fiscal não é porque basicamente é isso
ai coneei essa destinação essas são sempre recursos que deixam de ser pagos na forma de tributos são destinados pelas empresas como investimento direto à cultura você não pode imaginar que isso ser fique estacionado em um modelo único constantemente tem que ser revisto é conversado nem imaginado redirecionado é como como a lei de incentivo à cultura ela é genérica ela atende aos mais diferentes campos e áreas de atuação não é eu sou artista plástico então eu sempre quero puxar a brasa para minha sardinha não é é reconhecendo que é importante a a importância das promoções na
área de artes plásticas mas haley rooney tem esse mérito nome de que subsidiará tantas tantas atividades independente da das críticas que sejam feitas há de se reconhecer que é à toa foi através da lei de maneira que se organizou se formalizou o mercado de trabalho nas artes plásticas no brasil e da mesma forma em outros tantos segmentos é porque é através da lei que que sim né normatizaram a tantas funções se regularizaram essas relações inclusive se definiram limites e tetos para as remunerações então hoje nós temos uma um fato concreto você não vai mais pra
universidade se formar apenas artista plástico você vai encontrar uma área de trabalho que é bastante ampla para que eu faça minha exposição de artes plásticas porque mostra a minha pintura eu preciso de um curador alguém escreva um texto alguém que faça a montagem da exposição alguém que faça a fotografia que o que tem um faz um projeto gráfico que pensa em um plano de divulgação que organize um projecto educativo olha quanto as atividades estão aí é gente trabalhando quais são os benefícios para um país que investe em cultura nossa é o é o benefício de
existir tal benefício de descer de poder ser identificado é o benefício de identificar se como uma nação como expressão como idioma como de todas as formas de todas as formas é é a cultura é é o que nós somos a gente terminar o que você deixasse uma mensagem a minha mensagem é de é de primeira uma recomendação veja arte compartilhe a arte é encontrar a sua forma de expressão e e visite os espaços culturais mais do que tudo visite os espaços culturais é venha vem a ver há muito de graça há muito que é ofertado
é importa saber taxas em termos de de shows de mostras e exposições é nós temos bibliotecas nós temos é galerias nós temos cinema nós temos muita atividade para ser vista é parte disso é gratuito parte disso é subsidiado parte disso custa caro mas vale muito a pena é muito importante alfie gay agradeço sua participação aquino nbr entrevista meu deus o jeito de ver e ouvir ea gente fica por aqui se você gostou do programa quiser rever é só acessar nossa playlist lá no youtube e para terminar esse programa que foi recheado de arte cultura você
vai ficar com uma extra o reino quintas ea cantora célia é mais 12 senhora dos lábios de juros na terra eu preciso encontrar o que anda i que é a doce senhora dos navegantes de pec preciso levantar o piano reuben nessa terra já faz tempo que bolzan com meu disco uhuuu lá é serra mas confesso me mandam muito difícil de se olhar na eu não tinha mais ninguém