e nesta actividade experimental vamos a terminar a capacidade térmica mássica de alumínio a partir do gráfico da variação de temperatura em função da energia fornecida e o material equipamento da que necessitamos é este o e os blocos calorimetricos tem dois orifícios um para onde entra uma resistência de aquecimento que os aquece em outro homem sincero o termopar que indica a sua temperatura e vamos a correr um bloco de alumínio medimos a sua massa 1015g ou seja 1,0 15 kg a incerteza associada a esta medição é um drama e deitamos algumas gotas de glicerina nos orifícios
de modo a facilitar a transferência de energia introduzimos a resistência e o termopar no bloco calorimetrico que fará parte de um circuito e o circuito para além do bloco calorimetrico com a resistência de aquecimento do sensor da temperatura de um amperímetro e de uma fonte de alimentação em série tem um voltímetro em paralelo com a resistência de aquecimento repara que o bloco está sobre uma placa de cortiça para minimizar as perdas de energia para o exterior a google cumpriu empreendimento deve ser convenientemente ligados e nos podemos esquecer de escolher a escala mais adequado em cada
um ligamos a fonte de alimentação ajustada para cerca de 6,5 vales e depois do sensor de temperatura a temperatura inicial do bloco é 15,7 graus celsius e efetuamos as leituras de tensão da corrente elétrica e da temperatura de 30 em 30 segundos na primeira leitura um emprego registrado 2,81 amperes e voltímetro 6,65 volts e os resultados obtidos ao longo de toda a experiência estão nesta tabela e agora vamos tratar estes resultados elaborar o gráfico de variação da temperatura em função da energia fornecida para obter a variação da temperatura do bloco subtraímos o valor da temperatura
inicial a cada valor da temperatura lido é experimentalmente a corda que a variação da temperatura em graus celsius é igual à variação de temperatura em kelvin e para calcularmos a energia fornecida ao circuito partimos das questão da potência fornecida ao circuito elétrico associando a atenção do potencial que temos energia igual a atenção vezes corrente elétrica vezes intervalo de tempo calculando os valores energia fornecida em julho são os seguintes nós estamos agora em condições de traçar o gráfico da variação da temperatura do bloco de alumínio em função da energia fornecida a equação da reta que definir
é delta t = 7,45 vezes 10 elevado a menos 4 vezes é menos 0,550 e nove o valor de correlação linear confirma que a curva obtida é uma reta a veiculação do gráfico podemos retirar o valor da capacidade térmica mássica do alumínio para isso que acorda a expressão que relaciona a energia fornecida a um objeto em sua variação de temperatura e a variação da temperatura é a nossa variável dependente então resolvendo em ordem a delta t verificamos que o declive da reta obtida = 1 sobre mxt resolveste igualdade em ordem se ficamos com c =
1 sobre ano vezes 15 ou seja um sobre 1,05 x 7,4 vezes 10 elevado a menos 4 dc = 1,33 x 10 ao cubo ju quilograma menos um kelvin menos um comparando este valor com o valor tabelado da capacidade térmica mássica do alumínio podemos calcular o erro relativo então sabendo que o erro absoluto é igual ao módulo da diferença entre o valor o que tinha e valor tabelado ouvir temos 430 juros por quilograma menos um que alguém menos um dividindo este valor por 900 e multiplicando por sem ouvir temos o erro relativo de 47,8 por
cento assim a capacidade térmica mássica do alumínio obtido nesta experiência foi 1,33 x 10 ao cubo junos quilograma menos um kelvin menos um mais ou menos 47,8 por cento como verificamos um é relativo elevado durante a experiência a sempre energia dissipada para o exterior além disso os valores tabelados referem-se a materiais por e na realidade o bloco calorimetrico não era do meio por o que justifica o valor do erro e desta forma determinante a experimentalmente a capacidade térmica mássica do alumínio a partir do gráfico da variação da temperatura em função da energia fornecida