Será que ela gosta amplamente conhecido um Historiador da idade média que conta com inúmeros livros e artigos muitos deles Clássicos sobre o período textos escritos a partir de novos olhares novas fontes novos problemas novas perspectivas e objetos tudo isso fazendo parte de um movimento de renovação que vem lá da década de 60 70 que é a chamada Nova História e por sua vez também faz parte da chamada escola dos análises já que o negócio se dedicou a idade média fez isso ao longo da vida toda trazendo novos Olhares Sobre o período novas formas de interpretar
a idade média que antes era vista como Idade das Trevas E aí ele escreve sobre aspectos religiosos sobre aspectos culturais econômicos sociais sobre as mentalidades daquele período e nesse sentido é que se destaca esse livro que é um livro pequeno chamado a bolsa e a vida um livro que trata sobre a economia e sobre a religião na idade média e outros livros ele já havia tratado sobre o dinheiro e a relação do dinheiro com a religião a maneira como a religião via o dinheiro a maneira como a religião também era preponderante já no fim da
realidade média e aí ele se dedicou também ao surgimento do purgatório que vai se relacionar tudo isso como a gente vai ver daqui para frente esse livro apesar de curtinho ele é importante ele tem uma importância muito grande prolegócio para os estudos do Lego off principalmente por aprofundar um processo que ele chama de parto do capitalismo é nele que o Jack legoffice dedica especificamente sobre a prática da usura assim que ele procura definir o que é a usura assim como ele também procura definir as mudanças ou estudar as mudanças que aconteciam naquela época mudanças na
conceitualização de usura na forma de vê-la e também sobre as implicações dessas mudanças nas vidas das pessoas ou ainda sobre o que se pensava sobre o destino das pessoas após a morte e aí com o negócio Nós aprendemos com os horário é um especialista em emprestar a juros que se torna um homem ao mesmo tempo necessário e odiado ao mesmo tempo que ele é poderoso ele também é frágil não há no livro uma tentativa de mostrar uma evolução factual uma história factual da usura claro que isso existe também no livro mas a preocupação vai fazer
uma análise de contexto uma análise da mentalidade uma análise das permanências e rupturas E aí é uma discussão sobre benefício lícito e também sobre a usura ilícita entre o que poderia se esperar dos Comerciantes e banqueiros a Igreja Católica se perguntava como é que é uma religião que tradicionalmente opõe em Deus ao Dinheiro poderia lidar com essa situação como é que ela poderia justificar riqueza ou ainda uma riqueza mal adquirida o certo é que a usura é um pecado e é o autor se pergunta porque que maldição que alcançaria a bolsa que usuário enche que
ele em tesoura da qual ele não pode se separar para se salvar ele teria que soltar a bolsa ou ele conseguiria encontrar um meio termo entre a bolsa e a vida uma forma de preservar a bolsa e também ter um acesso à vida eterna ao paraíso o pessoal uma pequena pausa aqui no vídeo só pra gente falar sobre a campanha que eu tô fazendo para arrecadar fundos para comprar equipamentos novos para complementar o que eu já tenho como placa de vídeo e HD externo e já aproveitar também para convidar se você não colaborou para você
participar dessa nossa campanha eu vou deixar o link na descrição e também já agradecendo aqueles que estão fazendo parte do nosso movimento da nossa campanha para melhorar o canal para tornar ele mais eficiente mais rápido para nós produzirmos cada vez mais conteúdo de qualidade o capítulo 2 O Livro dos Jack tem o título da bolsa e da usura E aí ele vai falar sobre o significado da usura mostrando que ela não é sinônimo de juros e ele vai dizer o seguinte é usura é a imposição de um juros por um emprestador em operações que não
cabe juros não se trata pois da eliminação de todos os juros ele vai mostrar então que uma longa tradição Cristã condena a usura os pais da igreja expressavam o seu desprezo pelos usuários canônios dos primeiros concílios proibiam o exercício da usura entre os clérigos que depois vai se estendendo aos leigos em uma Economia contraída em que o uso e a circulação do dinheiro ela diminuta ou seja o uso de moeda deve como a gente tem na Alta Idade Média o problema da usura ele acaba sendo secundário mas isso passou a mudar quando a gente tem
uma economia monetária que vai ser generalizando top especialmente a partir do século 12 e aí meio a isso entre nobres e Cavaleiros a gente vai ter a figura do burguês surgindo se afirmando se multiplicando na cidades burguês que vai se emancipando que vai ganhando importância que vai participando cada vez mais no sentido da economia da cidades E aí que a usura vai se tornando um grande personagem fazendo então com que a igreja reaja que ela tente de alguma forma coibir a usura condenando e perseguindo-os os horários isso porque segundo os cristãosura é uma forma de
avareza ela é uma forma de cobiça ela é um roubo e portanto ela é um pecado que é condenado O Roubo usurário ele é um pecado contra a justiça que Nesse caso tem a ver com o que é falado no capítulo 3 que é o roubo do tempo e para entender os horários e como é que a sociedade via essa figura como é que a igreja via essa figura a gente tem que procurar nas imagens no seu irmãos nos textos artísticos e literários da época e aí que a gente encontraria a figura dos horários aí
que a gente encontraria a mentalidade sobre a usura que a gente entenderia como é que ela era vista como os homens e as mulheres da idade média viam a usura e os horário e somado a isso com o crescente e antissemitismo a gente vai ter uma ligação também com os judeus a usura vai passando a ser cada vez mais associada com os judeus judeus que segundo os cristãos teriam sido ocupados da morte de Jesus os judeus que teriam sido culpados de vários outros fatores que aconteciam na Europa que passaram a ser bodes expiatórios judeus que
eu já tratei em outro vídeo que vocês podem assistir também aqui no canal então a usura como ela é um pecado um pecado relacionado à venda do tempo a venda do dinheiro ela vai ser relacionada com consequentemente é uma figura indesejada Ou pelo menos indesejada por uma parte da sociedade que são judeus mas é também percebido naquele momento dos cristãos os horários o que vai se multiplicando com as transformações econômicas especialmente a partir do século 12 os horários cristãos que por sua vez também eram igualmente os X os judeus justamente porque eles viam os judeus
Como concorrentes como temíveis competidores a gente tem que voltar nesse sentido à venda do tempo a venda do que é a lei ou que não pertencia os horários e aí Justamente que estaria O pecado é justamente que estaria o entendimento da igreja sobre o pecador Tomás de chobana dizia que os horários não vende ao devedor algo que lhe pertença é o que ele vende é o tempo que pertence a Deus E como ele vende algo ali ele não deve perceber nesse caso lucro e nesse sentido é estranho a situação do usuário na Idade Média já
que numa perspectiva Ampla os historiadores incluiriam ele na formação do capitalismo ele seria uma peça chave um precursor da formação de um novo sistema que segundo já que legóvia apesar de suas mazelas seria um progresso ele se inseriria então numa grande transformação no que viria ser o capitalismo uma transformação na cultura e na economia na política no Social do ocidente outro autor Jorge do dia ele reproduz uma visão clássica da idade média que dividiria ela em três partes onde os Camponeses os trabalhadores seriam aqueles que produzissem os cavaleiros aqueles que defendessem e a igreja é
aquela que governasse a vida e a alma das pessoas e aí já que ela gosta divisão tripartite ele acrescentaria uma quarta divisão que seria Justamente a divisão dos usuários aqueles que não trabalhavam que ganhavam com o ósseo e a venda do tempo os horários que não poderia ser confundido por exemplo com os Comerciantes justamente porque nem todo o comerciante é um usuário assim como muitos usuários também não eram Comerciantes ao menos não no sentido de vender uma mercadoria de receber alguma coisa por seu trabalho no sentido físico da coisa e claro que nesse sentido a
usura seria uma prática vergonhosa enquanto a prática do comércio não seria daí os horários viverem as sombras e por isso muitos usuários preferirem serem chamados de banqueiros de Comerciantes e não de usuários isso porque na visão religiosa para piorar a situação o amigo dos horários seria o diabo o diabo que ele favoreceria durante a vida mas que depois procuraria de todas as formas garantir que a alma dos horário fosse para o inferno que procuraria de todas as formas impedir que ele se arrependesse ou que ele não tivesse tempo de se confessar no leito de morte
assim que seria terrível para uma morte súbita mas não é só isso a gente tem também que o diabo procuraria de todas as formas tornar o usuário um louco essa seria uma outra possibilidade que se usuário se tornasse um louco ele jamais conseguiria se redimir jamais conseguiria fazer a sua confissão em muito menos a sua Penitência final em sua época o usuário foi denegrido de todos os pontos de vista ainda que figuras importantes dependessem dele naquele momento com o rei nobres Além disso os horários seria odiado por ele ser um Ocioso daí o diabólico o
trabalho do dinheiro que põe em movimento não era assim não uma manifestação dessa odiosa a ociosidade Mas então como é que os horário poderia se redimir haveria afinal de contas uma salvação para ele e aí sobre isso o negócio vai falar sobre a restituição que seria feita ou Prometida pelos horário no leito de morte E aí entendido nesse caso a restituição como a devolução do que havia sido auferido através da usura Então deveria ser encontradas as pessoas que sofreram com essa usura e devolver o que foi a ferido uma restituição que é mal documentada naquele
período mas uma coisa muito dura porque mexe com os horários com o Imaginário dele sobre a vida que ele levava sobre a questão da riqueza do conforto e tudo mais que não é um processo simples mentalmente e nem mesmo é um processo simples na prática isso porque algumas coisas poderiam acontecer que impedissem essa restituição como por exemplo a morte da pessoa que deveria ser restituída ou ainda pelo fato dos usuário ter se tornado uma pessoa pobre mesmo depois de ter sido rico e aí a partir disso ele não teria mais como restituir a outra pessoa
ou ainda por ele nem lembrava não ter nenhum registro da quantia exata a ser restituído mesmo assim a restituição era uma coisa recomendável para que a pessoa tivesse uma chance de ir para o céu ou de pelo menos ir para o purgatório será visto como uma última possibilidade de salvação do fogo do inferno o que não era a única coisa em si ela deveria Se somar também uma manifestação genuína de arrependimento e essa restituição Ela poderia ser feita pela própria pessoa em vida ou ela poderia ser feita pela mulher ou pelo filho e aí se
deixava em Testamento a intenção de restituir claro que nesse caso poderia acontecer o contrário a pessoa ao invés de restituir depois que o familiar o pai morre ela usasse o dinheiro ela vivesse com aquele dinheiro e não restituísse e nesse sentido a pessoa se tornaria Um Condenado para sempre não haveria salvação da alma dessa pessoa por isso ela dependia também dos que ficavam vivos o legal foi recorre a outros temas que ele já estudou em outros livros em outros momentos para compreender as mudanças que ocorrem nesse período dentre os quais a gente vai ter a
questão do purgatório que estaria por sua vez conectado ao destino dos usuários isso porque os horários não queria abrir mão nem da bolsa e nem da vida ou seja da vida eterna é assim que ele com o tempo vai ter acesso ele vai passar até acesso a um novo espaço intermediário que seria o purgatório um lugar entre o céu e o inferno onde ele pudesse temporariamente pagar os seus pecados fazer as suas penitências com a possibilidade evidentemente da Redenção eterna um purgatório que nasceu justamente Nesse contexto de transformações europeias que é um resultado também do
processo do que a gente chama de reforma gregoriana assim como resultado os horários teriam a possibilidade de se salvar Mas é claro que não depende só da questão da existência do purgatório isso precisa de outros fatores que vão ser somando outros caminhos que vão sendo encontrados e que se somam a questão do purgatório o que vão mostrando uma maior aceitação por parte da igreja e aí é que a gente teria por exemplo a moderação da prática da usura ou ainda o aparecimento de Novos Valores seja na Esfera Econômica seja na social seja na questão das
mentalidades Novos Valores que vão se somando a transformações nas próprias visões da Igreja Católica o que o legoff faz nesse ponto é procurar mostrar que não se depende apenas do aspecto econômico mas também do Social do político do cultural evidentemente enfim ao concluir o livro que ele faz é procurar conectar o leitor ao contexto da época as transformações o que incluiria a maneira de entender o dinheiro de entender o comércio o papel dos bancos assim como também o papel dos banqueiros mudanças tanto na sociedade liga como no meio Eclesiástico num contexto que via crescer a
figura do cidadão da cidades um renascimento do Comércio onde a Igreja Católica teve que encontrar novas respostas e abandonar velhas condenações ou menos abrandar velhas condenações assim como abrandar também as penitências a serem pagas o que inclui evidentemente uma mudança no entendimento sobre a vida terrena sobre as consequências das ações humanas e por isso é interessante que quem ler esse livro também Leia outros livros dos jatos Lego exemplo do surgimento do purgatório exemplo da idade média e o dinheiro e para ajudar vocês eu vou deixar o link desses livros na descrição e claro que também
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