Então tem um passageiro que viaja para comprar, para vender, é apreendido, foi a perdimento. Esse bem fica em posse da receita, mas a receita não usa esse bem. Existem três caminhos.
É a incorporação para instituições públicas. Então a gente faz muita incorporação para hospital de equipamento médico, universidade, muita coisa. A gente faz incorporação e destinação, a gente faz a doação para ONGs.
Então assim, tem muita vestuário, muita coisa que a gente faz. Não sabia disso. Isso é muito legal também.
muito. Inclusive dentro dessa questão específica, a gente tem um projeto chamado destruição zero, que é a tentativa de destruir o menos possível, porque assim, produtos contrafeitos a rigor são destruídos, só que existe uma necessidade e isso, só que assim depende, a gente trabalha hoje muito no que oferece risco à saúde, esse obviamente é inegociável, mas existe hoje só questão de marca. Então vamos dizer que a sua camisa ela tem um símbolo aqui de uma de uma marca.
não pode trazer esse tipo sem porque seria uma uma ou é falsificado ou é sem licença da marca, enfim, é aprendido. Mas num país como o Brasil você vai e destrói porque tem um símbolo da marca, um país onde tem tanta gente que passa, precisando, né, passa frio, que não tem roupa, que não tem renda. Então que a gente tem a receita tem projetos junto com universidades, ONGs de você, a gente chama de descaracterizar a marca.
Então você retira o símbolo, você costura alguma coisa por cima, você faz algo que porque a marca tem o direito dela de não ter aquela aquela coisa exposta numa num produto que não é de qualidade, não é daquela mesma qualidade. Exatamente. Só que num país onde tantas pessoas têm necessidade, talvez a camisa não tenha as características de dry fit necessário, mas é melhor do que a pessoa lá que não tem nada.
mais alguém vítima de uma enchente, de uma examente. Então esse é vai olhar isso. Esse é o é o projeto.
A gente caracteriza e aí faz para pra doação. Então seria a a segunda parte que seria a doação. E a terceira é o leilão.
Uhum. Então o leilão você vende os bens. O leilão tem dois tem duas funções.
A principal é você trazer renda pro estado. Então aquele bem aprendido, aquele bem é uma é uma renda. Você vai destruir todo ele você tá perdendo renda.
Então você vende, devolve ele pra sociedade de um jeito regular e aquela renda entra pro pro estado. De uma maneira geral, tem uma questão que uma vez eu eu falei isso, me chamaram atenção, não, Demarco, mas ele não vai pro estado, vai pro FUNDAF, que é o fundo da parte de fiscalização, mas enfim, é um fundo que compõe a União, vamos ele retorna, ele retorna, exatamente, ele ele retorna a grosso modo, vai, se vai para pra União, ele retorna pra sociedade. Essa é uma função.
E a segunda função é essa comunicação com a sociedade. Então a gente faz lotes também de pessoa física. É mais simples pra gente fazer lote.
Lote é a quantidade de produtos. Então, por exemplo, se eu vou vender pra pessoa física, me dá mais trabalho do que pra pessoa jurídica. Pessoa jurídica, eu posso pegar um volume grande e vender.
Exatamente. É um processo para vender 100 itens. Pra pessoa física eu não consigo fazer isso.
Então eu vendo dois, três. Então eu tenho que fazer 50 processos. me dá muito mais trabalho.
Só que eu me comunico muito mais com a sociedade. Gera a pergunta que você falou, gera as pessoas entrando no site da receita e se interessando a ver aquilo que tá aprendido. Então, se tá aprendido, vendendo, eu vou pesquisar, mas como é que é aprendido?
Aí eu vou ler, vou entender. Ah, então a receita faz isso. Então assim, essa comunicação com a sociedade é bastante importante.
Então ele também tem essa função e tá sempre disponibilizado no site da receita. Tem no site da receita, tem a a relação de quando vai ter, aonde vai ter, que tipos de produtos, pessoa física, pessoa jurídica, jurídica, aí é lote por lote. Eu fiz alguns eh vídeos no no na minha página da internet falando sobre isso.
Então tem explicadinho lá, basicamente entra no site da receita e tem. Próximo leilão, ele é regionalizado. Então, o próximo leilão vai ser em São Paulo.
Uhum. Na data tal. Aí você vai entrar em cada lote, aí vai ver qual tipo de produto tem.
Aí é aberta a visitação. Geralmente são três dias. Você pode ir lá três dias para ver os produtos.
Não são três antes do leilão. São três dias específicos. Não, não é tr são são três dias disponíveis para visualizar.
Isso. Não, são três dias antes do leilão. Entendi.
Ficou meio confusa essa frase. Não, mas três dias você vai ter para ver uma semana antes você tem três dias para ver o ver a mercadoria. Aí você espera o leilão e faz lá o Isso faz o seu lance.
Exatamente. E aí o lance é tão comum. Como assim?
É mais comum fazer isso paraas empresas, aquilo que você falou, porque operacionalmente não, todo leilão tem pessoa física, lote pessoa física. Exatamente. Para pessoa física e jurídica.
menor quantidade, até porque menor quantidade é de produtos, não de lotes de de produtos por causa, porque o lote é mais pra empresa. Exatamente. O lote maior é pra empresa, mas todo tem, todo o leilão tem em relação a a isso.
E aí o leilão já é sempre online. Uhum. E ele tem duas fases, que é a proposta fechada e depois a proposta aberta.
Então é tipo licitação, tem quanto que vale esse aqui? Aí todo mundo manda ai eu vou me enganar agora. Eu acho que são as três primeiras, mas eu posso estar enganado se são as três ou as cinco primeiras, mas eu acho que são as três primeiras maiores fechadas.
Então eu ponho lá no no meu lance dizendo que eu dou R$ 10 por isso aqui. Você põe lá dizendo que dá 15, outra pessoa põe aí você pega tudo, as três primeiras, aí vai a proposta aberta, aí abre no site. Aí esses mesmos três provavelmente vão três aí.
Exatamente. Aí pode dar a proposta aberta. Aí você fala: "Ah, dou 25".
Aí eu falo: "Ah, dou 26". Aí eu falo: "É bem bem leilão". Exatamente.
Até pegar um um fechamento. Tem, é, tem o prazo lá até pegar o o fechamento. É, é igual o leilão de normal.
Isso é uma parte melhor, mas tem uma parte muito pesada, né, assim, de da fiscalização da Duana, né, que tráfico de animais, de drogas, de gente, eu imagino como é que isso funciona e como é que vocês lidam com isso, porque é um pouco lidar um pouco com a miséria humana, né? Miséria que eu digo de valores assim, porque é tão ruim e não para de ter, né? Não, parece que aumenta quase como secar gelo no sol.
É, aí aí é uma questão e aí é de sociedade. Aí piora, porque não é sociedade Brasil, é sociedade mundo. Mundial.
É isso que eu tô falando. É uma quebra de valores mundiais. O Brasil faz parte disso também.
Faz. Não sei se mais ou menos, mas tem gente que fala: "Ah, porque tem isso? " Falei: "Caramba, mas você já viu na Rússia se tem?
Você já viu na Índia se tem? Tem em todos os lugares. Eu digo que são as misérias humanas.
Não, não tem nacionalidade, né? Você traficar, por exemplo, crianças, você traficar eh mulheres, você a gente sabe o que tem no mundo inteiro tráfico de mulheres eh da Rússia ali da Europa Oriental. O Brasil faz parte desse mundo, infelizmente, assim, nesses valores.
E eu acho que deve ser muito ruim ver isso como uma realidade diária, que vocês devem ver isso eh de drogas, de é isso que tô falando, de gente, de animais, tráfico de animais. Como é que é isso? Quando você começou a trabalhar com isso, que assim, ah, trouxe um negócio a mais, eh, produtos falsificados, que ali você tá mexendo assim, são produtos, né?
Foi o que você falou, a a camiseta não entrega aquilo, você fala: "Ah, não, não, não, não, não, não é simples assim, não, porque não, porque o crime organizado hoje funciona como uma empresa. Entendi. Então, assim, o produto falsificado ele não é alimentando, ele não é de menor risco não, ele é uma parte da engrenagem.
Então assim, a o crime organizado, ele trabalha com tudo junto. Então a organização também trabalha com falsificação de produto, também trabalha com tráfico de drogas, também trabalha com tráfico de pessoas, com cigarro, com vap cigarro muito com com vape. A gente tem aqui no com armas.
Sim, a gente tem aqui no caso do aqui do Rio, como é que funciona essa questão? Hoje em dia não é mais separado. Então a pessoa é obrigada a pagar pelo botijão de gás, obrigada a pagar pela instalação telefônica.
É, é uma eh são organizações eh bidirecionais, bião, multidirecionais, infelizmente pegam o aprendizado das empresas regularmente construídas e funcionam dessa forma. Tem uma parte que faz a lavagem do dinheiro, a inserção e e o grave. A gente teve a operação do do ano passado, a carbono oculto, que revelou o quão inserido no mercado formal esse dinheiro já tá.
Então assim, é um dinheiro que vem daí, ele lava esse dinheiro insério no mercado formal. E aí você comentou da da miséria humana. Eh, isso também me me causa bastante espécie, porque assim, não estou falando de todos, mas assim, bastante gente que trabalha com isso sabe que aquele dinheiro não tá vindo de, e eu já escutei isso várias vezes, sabe que aquele volume de dinheiro não tá vindo de uma fonte regular, chama atenção.
E a pessoa não tá nem aí. É o investimento, eu vou ganhar meu bônus, não sei de quanto, se foi esse investimento, botar para dentro, não me interessa. Não fui eu que fiz o dinheiro, tá vindo a minha parte daqui para você tá ajudando a lavar esse dinheiro.
É como se as pessoas, tipo assim, não tem sangue nas minhas mãos. Visível, mas se botar o luminol par. Não é visível.
O cara não matou. Tá, tá, tá. Mas foi o que você tá falando.
E eu tô lembrando aqui quando eu tinha lá meus 20 anos, eu me lembro que aparecia os secretários de segurança do Rio ou de outro eh estado e quando se falava a expressão repórter ia falava assim: "Não, porque o crime é organizado". Pare com isso. O crime não é organizado falava: "Gente, mas é óbvio que é organizado.
" Eu naquela época eu já tinha uma coisa assim: "Não, eles são organizados, né? tem uma distribuição lá de quem cuida daquilo, quem cuida daquilo outro, mas hoje a gente tá vendo que é organizadíssimo, não é organizado, é organizado e transnacional. ele vai vários tentáculos eh tanto dentro do país quanto para fora do país.
E tá inserido na sociedade. Então aquela empresa regular que pode ter aqui do lado, que trabalha com A, B ou C, eu não vou não vou falar um tipo específico para não para não parar que eu tô direcionando algum mercado, mas qualquer tipo de mercado tem muitas que trabalham com uma parte regular e a outra parte irregular. Então você negocia às vezes compra de de produtos que tá inserido eh dinheiro do crime organizado e você não faz ideia, você é o terceiro de boa fé, mas a pessoa que tá lá mexendo, ela faz ideia, ela sabe exatamente e não se importa.
Eu acho que assim e eu eu não acho que a questão da da miséria humana, vamos dizer assim, seja uma coisa nova. Eu acho que ampliou com a globalização. Então, se eu pegar a questão do tráfico de droga, o Brasil não produz, por exemplo, a cocaína, mas a gente faz fronteira com os três produtores, os três maiores produtores disparados do mundo.
Exportador hoje. Sim, porque passa por aqui. Europa.
Sim, do mundo. Do mundo. Brasil é o maior exportador de coortador de cocainha do mundo.
E a gente não produz porque a gente faz a fronteira e a gente tem uma malha muito maior. Então isso tem a ver com a globalização. Mas você pega a questão do ópio na na Índia, mais de 100 anos pra dominação da questão colonial, já era, porque isso é uma uma miséria humana.
Escravidão. Exatamente. O que eu acho que mudou para cá e aí falando essa questão do do dinheiro sujo, das mãos, é a questão do capitalismo.
Hoje em dia, e com rede social, só acentuou é o vencer a qualquer custo. E o vencer é você ter mais bem material possível. Esse é o é o retrato de você ter vencido na vida.
E aí para você ter o mais, porque assim, os recursos são finitos. Para você concentrar o maior número possível, outras pessoas vão ter menos. E isso aí nem é o o principal falando de gesto individual.
socialmente. É, mas gesto do é o que você faz para isso. Então, o que você faz, as pequenas eh os pequenos atalhos que você pega, o que não é crime ali, mas você sabe que tá errado, aquele pequeno desvio a todo custo para ganhar mais, empurra um monte de coisa que a pessoa e tá momento de desespero e não precisa.
Só você sabe que é errado, mas é vendido esse negócio porque você tem um sucesso, porque você acumulou o máximo, o máximo possível. Só que é uma vida em sociedade e tudo retorna. Não, você você não vai conseguir ficar numa sociedade pleno enquanto em volta as coisas não estão funcionando bem.
Eu acho que falta um pouco essa reflexão e infelizmente assim, óbvio que eu dou valor às coisas boas, tem uma vida confortável, muito boa, mas eu acho que a todo custo ele tem um um preço social muito muito grande. Vale todo custo vale, né? ele tem um preço social muito grande.
E eu acho que com as redes sociais isso se popularizou, se criou um padrão mais rígido do que é ser bem-succedido, né? Então tem que ter isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso. Antes eu acho que o bem-sucedido, por exemplo, você pequeno, você pegava carona com seu Alberto, seu Alberto, que era fiscal, né?
E aquilo para você ele era bem sucedido, era um cara bacana que te dava carona, trabalhava, tinha uma qualidade de vida, né? E aquilo ficou marcado para você. Provavelmente e a gente vê crianças hoje que tem um padrão do tipo.
Outro dia eu tava no shopping, fiquei um pouquinho horrorizada porque estacionei o carro. Aí no estacionamento do shopping tinha uma Lamborghini, né? Aí dois menininhos saltaram de um carro com a mãe e aí pararam.
Eu nem sabia que aquilo era Lamborghini, te juro. Aí os dois, um te até oito, oito, oito, outro no máximo ve ou 10. Fala assim: "Cara, é a Lamborghini, não sei o que, não sei que, não sei que lá".
Olhei assim, falei: "Gente, é isso que é tal da Lamborghini". Ainda olhei assim, aí disse: "Não, porque isso aqui eu vou querer tentão, eu vou querer a outra que é não sei quê, o modelo não sei que lá que custa 2 milhões e não sei quê". Isso chama atenção.
Eu fiquei assim, como é que o O fato do carro em si, não, porque antigamente tinha questão de você gostar do carro, entender, mas a questão é é o quanto custa o carro, é o status, é o que o carro passa, não é o carro em si. Exatamente. Mas como o chama atenção atenção, já custa 2 milhões, não sei o quê.
Não, eu vou querer o modelo tal, não sei que, não sei o que. Ela falei: "Meu Deus, tem alguma coisa errada, né? " Com crianças de 8 a 10 anos parando numa, sei lá, acho que 8 ou 10 anos eu ia parar para ver um cachorro que tivesse saindo do carro, sabe?
Ia falar: "Ai, que bonitinho, posso mexer? Morde, não morde". Isso era o auge da minha curiosidade com a vida dos outros, entendeu?
Mas eu fiquei assim, eu falei: "O que você tá falando que o capitalismo mudou é que ele ganhou mais marketing, é isso? Com as redes sociais, com as transações. Eu acho que ficou a régua ficou muito alto para você ter sucesso, porque você entra lá e e antes você morava o quê?
Nas cidades e aí você conhecia uma outra pessoa que tinha um padrão de vida mais elevado e fora isso as pessoas viviam, n era feliz. Hoje você entra lá e você vê milhares de pessoas que teoricamente tem aquele padrão de vida elevado, mas o que importa é que elas vendem que aquilo é o sucesso. E isso marca muito falando de ostentação.
Exato. O cérebro não é uma máquina de alta performance, ele é um órgão sensível que faz o melhor que pode combe. E é exatamente por isso que bons nutrientes fazem toda a diferença.
Axon trabalha com componentes estudados que apoiam o foco e a energia, como por exemplo cafeína, de forma moderada, que aumenta o estado de alerta, aanina que melhora o foco, mantendo a calma, vitamina B12 e vitamina B9 que são essenciais pra energia e pra saúde do sistema nervoso, com enzima Q10 e vitamina E, que são antioxidantes maravilhosos e protegem as nossas células. E além disso, fibras que ajudam no bem-estar digestivo e no equilíbrio do humor. Tudo dentro das normas da Anvisa, do jeitinho que eu gosto.
E agora eles lançaram uma garrafa exclusiva. Na compra do kit com três unidades, ela vai junto para você de graça, sem custo adicional. E o melhor de tudo, com o cupom de People, você tem 15% de desconto.
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