Olá, uma boa noite a todos. Hoje é um dia muito especial. Chegamos no último dia. Chegamos no último dia da nossa formação. Quantas histórias, quantas desconstruções, quantos movimentos foram feitos. eh, internamente, profissionalmente, emocionalmente, Até amorosamente, né? Porque quando aprendemos a curar, começamos a nos curando. E conforme vamos nos curando, vamos entendendo como a mente, o cérebro, o corpo emocional, o inconsciente funcionam. E o grande terapeuta É o terapeuta que olha para dentro. Ninguém leva o outro para um lugar que ele nunca chegou. Então essa formação não é apenas, não foi apenas um aprendizado de intelectual.
Mas foi muito mais do que isso. Foi um aprendizado de alma, de vida, de caminhos internos que bloqueados Percebemos que não somos ninguém, não somos nada, mas que quando conseguimos e entendemos como funcionam esses bloqueios e essas programações, esses esses padrões, conseguimos rapidamente mudar a nossa realidade, mudar o nosso destino e retornamos, ficamos mais próximos da nossa essência. Então o retorno é paraa casa, é uma volta ao lar, é uma volta paraa nossa essência, é uma volta para aquilo que no mais intrínseco somos, o amor, a verdade, a doçura, a ternura, a sabedoria, a permissão,
o silêncio, a consciência. Quando somos tomados pelo nosso inconsciente, eh, cheio de sombras, o nosso cérebro traumatizado, o nosso Corpo de dor, ele controla a nossa mente consciente, a nossa razão, a nossa emoção. o nosso coração, as nossas escolhas, as nossas falas, os nossos comportamentos. Mas não somos o nosso cérebro, não somos as nossas células, Não somos o nosso DNA, não somos o nosso corpo de dor. Estamos além. Somos espírito, somos alma, somos mente. Então, hoje vocês se formam em terapeutas da alma. E por que é o terapeuta da alma? Porque literalmente curamos as dores
da alma. Mas vai muito mais do que isso. Somos aqueles que conduzem o paciente, a pessoa para o caminho de retorno a si mesmo, de retorno à própria alma. Somos aqueles que lembramos que por trás da dor existe uma força, uma presença, uma grandeza que está em nossas almas. Então, além de curar as dores da alma, nós também lembramos os nossos pacientes E a nós mesmos. todo momento que não somos nossas dores, somos a nossa alma e que na realidade as nossas dores elas só impedem com que nós sejamos a nossa alma, o nosso ser.
Elas apenas impedem que o ser se manifeste. Então, eh, quando falamos que somos terapeutas da alma e curamos as dores da alma, Estamos dizendo que curamos as dores que impedem da alma ser manifestada, do ser manifestado no mundo. Porque é no ser que encontramos todas as respostas, todas as verdades. E quando voltamos para o ser, parece que removemos montanhas milagrosamente. Parece que milagrosamente as montanhas se movem, as montanhas desaparecem, a tempestade parece que de repente tudo muda de lugar e na realidade nada mudou. Fomos nós que apenas nos lembramos quem somos. a alma, o ser,
a essência. É tão forte o retorno para casa que é tão forte o retorno pro ser, Pra ternura, pro amor, pro merecimento da alma, do ser, do espírito. É tão forte que milagres acontecem. é tão forte que naturalmente tudo ao nosso redor muda e muitas vezes muda sem esforço. E quando a gente começa a perceber isso acontecendo, porque desenvolvemos um olhar observador para nós mesmos, para a vida, Nós literalmente passamos a acreditar em milagres e entendemos que não precisamos fazer muita coisa para mudar uma realidade dolorida. O que nós precisamos fazer é curar o nosso
interior e voltar para o ser que no retorno da casa, a realidade dolorida, ela desaparece, assim como a tempestade vai embora e depois vem o porto sol. Isso é a cura, isso é a terapia. Isso é a neuropsicogeneologia, isso é o renascimento. Isso é o poder do ser, do amor. Então, sejam muito bem-vindos ao último dia da nossa formação em neuropsicogenealogia. Eh, vocês estão saindo daqui hoje como neuroterapeutas, mas ainda temos uma partezinha para estudarmos, que são as nossas maldições Ancestrais, nossas piores sombras. Vamos falar sobre elas. Condições ancestrais estão na Bíblia. É bíblico, tá?
Diversas partes da Bíblia fala que ah, os nossos ancestrais, as dores dos nossos ancestrais, enquanto não forem reparadas, irão estar influenciando Quem somos. O inconsciente do nosso ancestral está vivo no nosso inconsciente. Quando esse inconsciente ancestral ele vive um sofrimento muito grande e ele guarda esse sofrimento para toda uma vida. sem conseguir se expressar, falar, digerir. O inconsciente de nosso ancestral, Ele se mantém vivo em nosso inconsciente, quando a dor de essa ancestral foi tão grande que impactou a formação de todas as gerações seguintes. O inconsciente desse ancestral, ele se eterniza quando as injustiças que
ele sofreu foram tão grandes que essas injustiças ficam registradas No livro de contas familiares e os descendentes precisam reparar essas injustiças. As dores de nossos ancestrais, elas elas nos matam por dentro quando em uma árvore genealógica encontramos muitas mortes. prematuras que não foram processadas, Muitos lutos fazendo que o inconsciente do descendente fique englutado. Depressão, narcisismo, dependência emocional, traição, compulsões, vícios, alcoolismo, mentiras, Brigas, raiva, rancor, mortes, falências. golpes financeiros, problemas na justiça, bloqueios intelectuais, casamentos que terminam do nada, dificuldade de engravidar. infertilidade, Tudo isso e muito mais vem de maldições ancestrais. O que seriam maldições ancestrais?
É espiritual? Não é científico, está no nosso DNA. é psíquico uma maldição ancestral. Eu quero que vocês peguem a maldição eh não com o nome em si como se fosse um uma magia. Não é uma magia. Não é uma obra do diabo, uma maldição. Não é isso. É algo tão dolorido, tão marcado, tão sabe, tão forte que os descendentes ficam amaldiçoados. vivendo a mesma história que aquele ancestral. Está claro? Uma mulher que Não consegue casar. ter filhos com 46 anos, nunca casou. Os relacionamentos não param, passam de um ano. É algo normal. Foge. Essa mulher
está amaldiçoada. por uma avó que talvez foi espancada no casamento. E aí essa descendente Amaldiçoada pelas dores da avó, ela não casa para que ela não seja espancada. Uma avó que perdeu o marido com 34 anos de idade e sete filhos, amaldiçoou uma paciente em que quando ela tinha 34 anos de idade, um pouco menos 33 anos e 6 meses, Ela separa do marido. Viveram bem a vida inteira. De repente, tudo começa a dar problema e eles separam antes dela completar 34 anos. Porque o cérebro entende, o inconsciente, o DNA entende que é melhor separar
do que ser vior. E aí essa paciente me procura com 40 anos de idade E nunca mais conseguiu se relacionar com ninguém, porque ela está presa no luto da avó, amaldiçoada pelo luto da avó. Então, as questões que trazemos da nossa ancestralidade, os impedimentos, os dramas que trazemos da nossa ancestralidade, eles eh estão mais relacionados com situações Que são pesadas, fortes, que fogem, que que fogem da média que são trágicas, que são incompreensíveis, em que a gente fala: "Nossa, mas como pode uma avó, uma bisavó que casou por um casamento arranjado por questões financeiras, sendo
que ela não gostava desse homem e ela perdeu um grande amor que não Tinha dinheiro. E nesse casamento esse marido era extremamente agressivo. Ela amaldiçou os descendentes em que ou tem amor ou tem dinheiro. Se tem dinheiro, não tem amor. Se não tem dinheiro, tem amor. Mas o que não tem dinheiro e que ela ama também não fica. Só vai ficar quem tem dinheiro e que ela não ama e Que ela vive feliz. e ainda uma pessoa fria. Então ela fica amaldiçoada no ou amor ou dinheiro, não pode ter os dores. Eu já vi uma
árvore genealógica de uma paciente em que assim que a filha dela nasceu, ela separou do marido. Estavam juntos há mais de 10 anos. Na árvore genealógica dela, todas as Mulheres se criaram filhos sozinhas. Ou porque o marido foi pra guerra, ou o bisavô foi pra guerra, ou morreu cedo, ou traiu, mas todas criaram os filhos sozinhas. Ela estava na maldição da mãe solo. Tá? Então, como que a gente sabe? O avô que bebia, o pai também e o filho também é uma maldição. Sim, Eu estava vivendo um ciclo de três gerações de coração, corações partidos,
onde minha avó e minha mãe não puderam ser felizes no amor. Não ficaram com quem amavam. Estou quebrando isso, Rafaela. Que lindo, maravilha. Já vi muitos casos de dependência emocional em que a mulher estava em fidelidade com uma avó Que sofreu tanto no casamento, tanto no casamento, que se tornou extremamente grosseira. armar amarga, fria com todos. Narcisista com todos endureceu. Lembra o coração emocionalmente morto? por ter se machucado tanto no casamento. Todo mundo julgava essa bisavó como se fosse uma mejera. Mas ninguém olhou pra dor dela. Ninguém olhou para o que aquela mulher Sentia. E
de repente vem uma descendente que vive todas as dores daquela bisavó. para que alguém sinta na pele o que aquela bisavó sentia e começa a ter compaixão por ela ao invés de julgar. É forte. É muito forte quando a gente faz uma cura ancestral. Eh, é acolher a criança ferida. do Ancestral, é acolher as dores do ancestral, é fazer a mesma coisa que nós fazemos com a nossa criança, por mais que esse ancestral tenha sido a pior pessoa do mundo. E eu já fiz psicodrama com ancestrais que queriam me xingar na sessão, que ficavam bravos
comigo e que eu fui ali acolhendo, Mostrando a criança, trazendo compaixão, trazendo entendimento. e que esses ancestrais saíram da sessão totalmente leves. Quando eu falo esses ancestrais, não é que existe uma incorporação, nada disso espiritual, mas existe um acessar um campo inconsciente do ancestral. Alguém já fez constelação familiar? Presencial sem bonecos em que são humanos que se colocam. Já assistiram o filme eh uma grande mulher? Não, uma nova mulher. Assistam. Quando nós fazemos a constelação familiar presencial e o Bert Hering ele aprendeu a constelação familiar com o Moreno que junto com a Anne Anceline desenvolver
o psicodrama. E aí ele trouxe a técnica Para a constelação familiar. A constelação familiar nada mais é do que um psicodrama. Em que na constelação familiar presencial, que hoje se usam os bonecos, são colocados pessoas no lugar da mãe, do pai, do avô, da avó. E ali vai se desenvolvendo um drama, um teatro, uma dramatização do inconsciente familiar. Por isso que o nome da técnica é Psicodrama, que o Bert transformou em constelação familiar. Da onde vem o psicodrama? Ana Celine eh, desenvolveu a psicogenealogia, que é um estudo de como a psiquedo ancestral impacta o gene
dos descendentes. Psicogenealogia é um estudo de como a psiquê, o inconsciente, as sombras. Lembram da Psicologia? A psiqu suas sombras, com a sua criança ferida, com seus traumas e com as suas dores. psiquê do ancestral impacta no gen ela começou a fazer esse estudo com crianças com má formação congênita. O porquê algumas bebês, desculpa, o porquê alguns bebês Nascem com uma formação congênita. Da onde vem isso? O por acontece isso? E esse estudo ela foi fazendo em regiões em que existiram guerras. E nessas regiões, os bebês que nasciam tinham um maior índice de má formação
congênita, inclusive em regiões específicas. Então, ela começou a fazer um estudo coletivo de regiões em que sofreram coletivamente muita dor E o quanto isso fazia com que os bebês nasciam com má formação. E aí ela foi descobrindo todo esse estudo que vem da ancestralidade, de como as dores ancestrais se perpetuam nos descendentes. E aí, ah, o moreno, além de ser, De ter todo um trabalho de psicanálise, ele também era dramaturgo. É muito comum, quem estuda cinema sabe que para você desenvolver um filme, uma, quando a gente assiste filmes, a gente percebe nesses filmes que são
mais de dramas, questões ali inconscientes, né? Questões ali que mostram padrões inconscientes. Ah, o filme U fala de um narcisista. Para aquele eh dramaturgo, a série U, quem conhece a sériu, né, que fala daquele narcisista psicopata que mata todas as namoradas. Quem não assistiu, assista, porque essa série, assim, para quem quer entender de psicopatia, sociopatia, narcisismo, dependência emocional, essa série é perfeita. Perfeita. Então, por uma pessoa escrever uma série daquela, essa pessoa precisa entender de psicologia, De psiquiatria. Não é qualquer pessoa que que escreve uma série daquela. A série IU, Yu você é uma série
extraordinária. Ela é fantástica. Se eu puder assistir ela de novo, porque ah, o dramaturgo, quem escreveu essa série, ele foi impecável, impecável, impecável. aquela outra série adolescência Fantástica e diversas outras séries que trazem um drama psíquico. Eu sou apaixonada em séries que trazem dramas psíquicos, porque isso faz parte dos nossos estudos, né? E eu eu sou apaixonada por isso, mas para uma pessoa escrever uma série dessa, um filme desse, um roteiro desse, ela precisa entender de psicologia. Então, eh, O moreno ele fazia peças de teatro e nessas peças e junto com essas peças ele era
um estudioso, um psicólogo e e começou e ele começou com a Ania Celine a por acaso foi uma coisa assim, por acaso ele falou Então vamos fazer uma peça em que a gente te conta uma história dessa situações de guerra e quanto descendente vem ali Preso naquilo. Então eles queriam construir uma uma peça, só que quando ele constrói as eles começam a construir as peças com os personagens, esses personagens sentem. Esses personagens eles enxergam, eles sofrem, eles vivem as dores daqueles ancestrais. E aí começou a ser utilizado de forma terapêutica a encenação Para trabalhar o
inconsciente do ancestral do paciente da Ania Celine, dos psicólogos da época. E aí surgiu o psicodrama que o Bert Herling conheceu e transformou em constelação familiar. Eu não tô conseguindo pagar. Hoje é o último dia Tá claro para vocês? Tô contando aqui a história da origem do psicodrama, Tá? Quero mostrar a árvore genalógica para vocês de uma paciente. Ela está comigo a muito tempo e até um tempo atrás eu fazia as árvores genealógicas. Hoje eu não faço mais porque nós temos a mandala e essa paciente ela é italiana, então a geneógica dela foi Incrível, extraordinária.
Para mim é uma obra prima. Vocês vão ver a obra prima. tá rasgada, tá porque foi muito trabalhada, mas essa é a árvore genealógica, a obra prima da minha paciente italiana. Aqui tem história. Aqui tem muita história. A gente chegou Até o trisavô. cinco gerações, muita história. Então, antigamente era assim, a gente montava a árvore genealógica do paciente. E aqui na árvore genealógica a gente precisava descobrir as repetições, os pactos, os impedimentos, as maldições. repetiam. Mas isso daqui era difícil demais, gente. Todo paciente eu pegava, montava a árvore genealógica nessa folha. Isso daqui era difícil
demais, identificar, achar, saber o que que era, ficar lendo, ficar tentando interpretar. Você tinha que analisar a data. as simetrias de datas para saber qual era o descendente que a pessoa tava presa, a simetria de nomes. Então, por exemplo, o nome dela é Milena na. E aí eu fui identificar uma maldição porque todas as mulheres terminam com Nina cozina e a bisavó. Não é Milena, Lina, Rosina e Nina. A bisavó. Mas as primeiras letras são diferentes. Era o na que era aparecido. Aí a gente tinha que pegar datas dos ancestrais para casar com as datas.
E tudo era muito difícil, dava muito trabalho, nem todos os pacientes queriam fazer. Eh, acabava sendo trabalhoso demais. Certo. E aí? Eu fiz isso daqui em que com a mesma técnica que a gente aprende para leitura ura biológica com a microfisioterapia, a gente consegue utilizar para mapear o ancestral que a pessoa está presa de uma forma muito rápida e identificar As maldições, os pactos que a pessoa está trazendo desse ancestral. Então, eh, essa mandala ela facilitou muito o trabalho ancestral, facilitou muito, porque a gente consegue consegue identificar se vem do avô, da avó. Então eu
passo o Dedo, cai na mãe, eu eu faço a pergunta, vem do pai, vem da mãe, passa o dedo, cai da mãe. Aí eu pergunto, é a avó? É o avô? Parou no avô. Aí eu vou lá, parou na avó. Aí eu vou lá, tem mais para trás. É o bisavô. É a bisavó. Aí se não passar o dedo é a avó. Se for mais para trás, eu sei que é mais Para trás. Eu posso perguntar, tem mais para trás? Pode ser que tenha. Bisavô, três avô. Mas quando a gente sabe que existe há três
gerações, a gente já sabe que isso tá vindo mais de trás. A gente já sabe que tem um padrão que tá vindo ali a 5, 6, 7, 10, 20 gerações. Às vezes há 300 gerações. Quantas gerações nós temos? Já pensaram quantas pessoas têm registradas no nosso DNA? Se o meu DNA é um código de linguagem escreto que tem o registro de todos os meus ancestrais, quantos ancestrais eu carrego no meu DNA? Quantas gerações estão registradas no meu DNA? E o DNA ele é um código de linguagem escrito em que tem todas as gerações E que
quando a gente acessa o nosso DNA é como se fosse uma um vídeo de filme e a gente abre uma caixinha e se eu parar e me concentrar e falar o que que aconteceu com o meu tatarvou [risadas] no ano tal, quem ele era o que que aconteceu? Eu consigo acessar o meu a minha o meu DNA. Eu fiz um trabalho assim, inclusive com a Dra. Ele Em que eu aprendi uma técnica em que a gente conseguia mapear qual a ancestralidade que começou a repetição. E às vezes a gente ia para 50 gerações atrás. Mas
a gente não precisa. A gente sabe que se começou no meu avô e na minha avó, sabemos que é algo recente. Mas se vem do bisavô e da bisavó, sabemos que é algo que é antigo, tá? Aquilo que acontece com os nossos pais, fazem parte da nossa criança ferida. A gente trabalha com renascimento. Só tem pai e mãe aqui pra gente saber com qual linhagem a gente vai ter que trabalhar, se a linhagem paterna ou linhagem materna. Então, quando a gente faz a análise ancestral, nunca vai parar no pai e na mãe. O pai e
na mãe é só para saber qual linhagem nós vamos trabalhar, se é a paterna ou a materna, Tá? Porque pai e mãe a gente trabalha aqui. Pai e mãe a gente trabalha aqui. São traumas que a gente carrega reais que aconteceram no nosso psiquê. Tá claro? Quando a gente trabalha o psiqui ancestral, não é aquilo que aconteceu na nossa infância, é aquilo que aconteceu com o ancestral que está afetando o meu inconsciente E a realidade que eu vivo. Então, a gente precisa descobrir qual o ancestral está bloqueando o meu inconsciente. está amaldiçoando minha vida. E
aí a gente precisa perguntar se é da linhagem paterna ou da linhagem materna. Quando a gente descobre materna, a gente vai ver se é o avô materno, se é o avô e a avó materna, se é o bisavô ou se é o bisavó. Se cai No bisavô e bisavó, sabemos que isso tá vindo a muitas gerações. Se cai só no avô e na avó, sabemos que começou ali há duas gerações e já é algo mais recente, tá? Roberta, eu não sei nada da minha ancestralidade. Eu não sei nem o nome do meu ancestral. Eu acabei
de responder para vocês. A gente consegue acessar a 50 gerações Atrás só se conectando com o nosso DNA. Então, a gente não precisa saber. Lógico que quanto mais a gente souber, melhor. Mas quando a gente faz o psicodrama, vem, a gente sente. Quando vocês assistirem, quem já assistiu, ou quando vocês assistirem o filme Uma nova Mulher, e eu indico vocês a assistir a série uma Nova Mulher, eu indico vocês a assistirem. Quando a pessoa se coloca no lugar do ancestral ali na dramatização, no psicodrama que eles fazem, a pessoa ela fecha os olhos e ela
vê cenas do que o ancestral vivia, que não é o ancestral dela, é um ancestral do paciente que ela só está ali de coadivante, ela só tá ali para interpretar. Então, para quem não conhece, a constelação familiar presencial funciona da seguinte forma. Eu tenho o meu paciente aqui e aí eu pego pessoas que estão na sala X e eu vou colocar em volta do paciente. E essas pessoas elas vão acessar o inconsciente familiar do paciente. Então vou estar aqui um avô, uma avó. Quando a pessoa acessa o inconsciente, ela começa a sentir as dores daquele
ancestral. Mas aquele ancestral não é ancestral da pessoa, é um ancestral do paciente. Vocês entenderam? Então eu tenho um paciente e eu pego uma pessoa X que nunca viu paciente na vida e coloca essa pessoa para estar no lugar do ancestral do paciente. E essa pessoa que nunca viu o paciente na vida, ela vai ver cenas, ela vai sentir dores, ela vai ter emoções do ancestral, Do paciente que ela nunca viu na vida. Então, sentimos tudo do ancestral quando entramos no campo da ancestral, nós só precisamos saber qual é o ancestral e colocar um lugar
para acessarmos o campo do ancestral. Está claro? E aí a gente não precisa colocar 10 pessoas para saber qual é o ancestral e para saber o que precisa ser trabalhado. A gente mapeia aqui, a gente sabe e aí a gente consegue mapear todas as maldições que ancestral viveu que estão no meu paciente. Essas maldições estão aqui nesse livro, nessa apostila. Eu cataloguei 120 maldições, tá? 120 pactos e maldições que impactam o financeiro, o intelectual, o amor próprio, a realização de vida, o merecimento, os vícios, as doenças, o familiar e o amoroso, Tá? Na apostila financeira
intelectual, eles estão juntos, o amoroso e o familiar estão juntos, os vícios e a saúde estão juntos e o amor próprio e a realização estão juntos. Então, a gente vai mapear, identificar o ancestral. Depois que a gente indica o identifica o ancestral seguindo as linhas, é mãe, é pai, é avó, É bisavô. A gente vai seguindo as linhas, a gente vai perguntar quais são as maldições e a gente vai vir de dentro para fora e vai passar o dedo financeiro, amoroso, familiar. E aí a gente vai passar o dedo nas bolinhas. Parou em uma maldição.
Aí a gente olha lá, amor. Amor 27. Maldição do amor idealizado. A pessoa busca um amor, um ideal de amor perfeito, mas inatingível, inspirado por histórias românticas ou tragédios familiares, que impede a apreciação de relacionamentos reais e perfeitos. Ela tem culpa em sentir prazer, não permissão de amar, não pode ter o amor ideal e felicidade idealizada, um merecimento. Tem até um decreto aqui. Ela se sabota em infidelidade ao sofrimento do outro. Ela sente que não pode ser feliz. É pecado ser feliz, pacto de sofrimento ancestral, fracasso. Ela critica quando gosta, ela maltrata quem ama. É
como se ela se sabotasse todo o tempo, porque ela está presa em uma maldição do amor idealizado. Então, ela fica idealizando um príncipe que nunca veio. E aí, nessa maldição do príncipe que nunca veio, quando ela tem alguém, esse alguém nunca é aquilo que ela espera, porque ela está idealizando algo que não é palpável, é a idealização do ancestral. Ela se sente frustrada, ela se sabota criticando a pessoa ou ela vive em relacionamentos não correspondidos, amores platônicos, em que ela fica idealizando aquela pessoa e aquela pessoa não quer ela. Tá bom? Geralmente é um ancestral,
uma ancestral que idealizou um casamento e quando se casou era um carrasco, tá? Então aqui vocês vão encontrar uma opção do abandono. Eh, conforme vocês vão fazendo, vocês vão entendendo todas as maldições, tá? São 1 2 3 4 5 6 1 2 3 4 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12. São 12 ancestrais. 12 ancestrais que carregamos. Esses 12 ancestrais, os 12, pode estar impactando a sua vida amorosa e a sua vida financeira. Os 12. Logo, você vai precisar fazer 24 psicodramas. Se os 12 estiverem bloqueando a sua vida amorosa
e a sua vida financeira, porque a gente só vai trabalhar um conflito amoroso ou financeiro ou de saúde ou de vícios, tá? Então, cada área da vida, a gente vai trabalhar por áreas da vida. Cada área da vida que a gente quer trabalhar, eu quero trabalhar a minha vida amorosa. Talvez você vai ter que trabalhar os 12 ancestrais. E aí, se você for trabalhar a sua vida financeira, vai cair de novo naquele ancestral que você já trabalhou. Ô céus, é às vezes não, mas eu já estou te trazendo que caso vocês sentirem que tem mais
coisas serem trabalhadas, continua trabalhando, Tá? continua trabalhando porque vai desbloqueando, vai soltando, as coisas vão mudando porque a gente tá trabalhando no ancestral. Outra coisa, quando a gente trabalha a mandala das emoções, quando a gente trabalha a mandala das emoções, é só uma, é só uma emoção, não é que a gente chama Pia? É só uma. Quando a gente trabalha a mandala das maldições, dos pactos com um ancestral, pode ser que venham 20. Eu já atendi um paciente que tinham 27 maldições com um ancestral só. Então o que você vai fazer? Você vai ter uma
área da sua vida que você quer trabalhar. Você tem um relacionamento em que o parceiro é narcisista. Vamos trabalhar financeiro. Nada que eu faço dá certo na minha vida. O dinheiro não entram, os clientes não entram. Eu vou mapear. Eu vou mapear. Mãe, não, pai. Avô paterno. Bisavô paterno. Bisavó não, avô paterno. Aí eu vou começar a mapear todas as maldições que vêm do Psiquê desse bisavô que estão impactando o meu financeiro do psiquê, desse avô que estão impactando o meu financeiro. Então nós vamos mapeando até não ter mais o que mapear. A gente passa
o dedo e não tem nada ou a gente passa o dedo e se repete. Se repete é que a gente já mapeou tudo e que está voltando naquilo que já foi, que já veio, tá? Mas pode vir várias. Então, um ancestral, mapeamos várias emoções e conflitos que estão vindo do ancestral. Tá claro sobre isso? Depois eu respondo as dúvidas. veio. Eu vou fazer o psicodrama com o avô. A gente pode perguntar, tem mais ancestrais bloqueando o meu financeiro? Aí você vai passar o dedo, aí passa para na mãe, aí você vê avô, avô, avô materno.
Tem esse também. Vamos lá, vamos trabalhar. Vamos trabalhar tudo, tirar todos. Ah, Roberta, então eu tenho que curar minha vida e dos meus ancestrais também. Que saco. Já não bastava os meus traumas. Tem os meus ancestrais também. tem, mas são aqueles casos, são situações que São pesadas, que são difíceis, que não resolve, que sabe, eh, é, é, é, a sensação é impedimento. Impedimento essa sensação, sabe? Diferente do trauma em que é um gatilho que em que você se desequilibra, aquilo que vem do ancestral, a gente sente como um impedimento. A gente sente o impedimento. Impedimento
de casar, o impedimento de ter alguém, o impedimento de ter filho, o impedimento de crescer na minha carreira, o Impedimento de conseguir estudar. Eu não consigo, eu sinto na frente do livro e não estudo porque um ancestral fez um voto de abdicar de tudo que ele tinha, dos estudos. Ele fez um voto de burriça, ele fez um voto de negação intelectual. é bem comum. Então, a gente sente exato. A gente eh não é nem um peso, é um é um peso, mas é um impedimento. Seria mais essa palavra impedimento. Eu me sinto impedido de crescer
na minha carreira. Eu me sinto impedido de sair na rua, de aparecer nas redes sociais, de tô falando de carreira, tá? de estudar, de divulgar o meu trabalho, de ter dinheiro. Todos os meus clientes somem, parece que não chegam na minha clínica. É um impedimento, sabe? O impedimento mesmo. Aqui a usuário um, não tenho nome, eu sinto dificuldade de estudar, começa e não termina. é um pouco diferente. A pessoa que tem um impedimento intelectual, ela nem começa. Ela parece que não, não consegue, não começa. É como se fosse assim, sabe, uma carga Energética. Aí vem
o peso, tá? É como se fosse uma carga energética aqui. Quando você vai fazer aquilo, parece que você tá movendo montanhas, entenderam? Jer perfeito. Depois que mapeia, faz a quebra da maldição através do psicodrama. Perfeito. Já vou ensinar o psicodrama para vocês, mas antes vou responder algumas perguntas. Como saber Quando vamos trabalhar a ancestralidade? Quantas vezes trabalhando trabalhamos ancestralidade em um programa de 10 consultas? Como eh que a gente identifica ã o que vai ser trabalhado ou não, se vai ser a infância ou se vai ser a ancestralidade? Lembra das perguntas que a gente faz
quando o paciente começa a falar do problema? Não no mapeamento biográfico, depois quando a pessoa pessoa fecha as 10 consultas, tá? Então a pessoa fez um mapeamento biográfico e ela fecha as 10 consultas, a pessoa ela começa a falar do problema. Antes de começar a mapear aqui os mapas, antes de perguntar se é pai ou mãe ou idade, antes disso, eu faço a seguinte pergunta em que eu faço com a minha mão mesmo ou Na minha mesa de trabalho? Na mão, no braço, na perna. E eu pergunto, o conflito vem da infância ou da ancestralidade?
Pergunta em silêncio. O paciente nem sabe. E passa o dedo. É da infância, o dedo passa reto. É da ancestralidade, o dedo para. Quando o dedo para, eu desconsidero tudo isso daqui, tudo. Eu não mexo nos mapas, Eu não mexo nas mandalas, das emoções, eu nem toco nisso. Eu vou pegar única e exclusivamente a mandala e a apostila. Tá, tem um porém, o paciente vai estar falando do problema. Conforme o paciente está falando do problema, você já pode pegar a mandala. Quem atende presencial, eu sugiro você Ter um um Ai, gente, minha nossa senhora, essa
palavra fugiu da minha cabeça. E agora? Sabe aquele, aquela base que é uma prancheta que tem o granto aqui, né? Então, como se você usasse uma prancheta nessa prancheta. Exato, Gorete. Perfeito. Gorete mostrou aqui pra gente nessa prancheta você podear tudo E você tá usando a prancheta. Não fica desconfortável. pro paciente. E conforme o paciente está falando, você já começa a perguntar: "É da infância ou é da ancestralidade?" Se para da ancestralidade, você tá com a sua pranchetinha ali, ó, você só pega aqui, ó, e coloca em cima. Quando eu atendi a presencial, do lado
da minha mesa tinha da minha cadeira. Então eu tô aqui, o paciente Está ali, né? Do lado da minha cadeira tinha um um gaveteiro pequenininho, um gaveteirinhozinho de duas gavetas que tinha uma florzinha em cima. Em uma das gavetas, eu deixava ali isso daqui, né? Entendeu? Porque geralmente a gente trabalha mais com isso. Então você não precisa ficar todo o tempo com todos. Você pode deixar ali. Se você é map sente que é ancestralidade, você abre a sua gaveta, coloca aquilo lá, pega a mandala e já segura ela. E aí o paciente está falando o
problema. Conforme o paciente está falando o problema, você já vem e começa quietinho. Ele tá falando problema, você tá escutando e aí você já começa. É da mãe ou é do pai? Ah, é da mãe. Ah, é avó. É da avó da linhagem da avó materna ou do avô materno? Ah, é do avô. Tem mais para trás. Tem os bisavós. Ah, seu Deus não tem nada. Ah, é o avô. Tá bom. Segura a informação. Por quê? Por que segura a informação? Porque você não pode dar continuidade mapeando, porque é muito sutil mapear Ancestralidade, diferente do
trauma da infância, em que a gente mapeia muito fácil em qualquer lugar, porque é mais denso, é biológico, tá no físico da pessoa, a pessoa viveu o trauma, tá físico. Diferente do trauma da criança ferida, o trauma ancestral ele é sutil e para eu pegar o campo é mais difícil. Entenderam? Eu não posso ter interferências no campo. E quando eu for mapear o ancestral, o paciente ou ele precisa estar falando do ancestral ou ele precisa estar em silêncio, quieto, de olhos fechados. E eu não posso pensar em mais nada. a não ser no ancestral que
eu preciso mapear as maldições. Teve uma vez que eu fui trabalhar com a ancestralidade e eu tava atendendo e eu recebi a informação que o meu sogro ele estava internado no hospital e ele faleceu. Então foi bem grave a notícia. Então eu imagina eu tô atendendo e recebo uma notícia bem pesada. E eu ainda não tinha começado a mapear a ancestralidade, mas eu recebi a notícia pesada. Naquele momento que eu recebo a notícia Pesada, eu fiquei recebendo ligações, parei um pouco paciente, alguma coisa grave tá acontecendo, todo mundo sabe que eu atendo, ninguém me liga,
mas eram muitas ligações. Eu fui ver o que tinha acontecido, dei um tempo com o paciente, falei: "Ó, tá acontecendo alguma emergência, eu já sabia que tava acontecendo alguma coisa X". atendi o telefone e aí me falaram para eu correr para lá que que estava grave a situação, Só que eu estava com o paciente na minha frente, eu tinha que terminar para ir até lá, né? Só que aquilo me abalou profundamente. Quando me abalou, eu comecei a mapear e vinha a questões que não tinha nada a ver com que o paciente tinha me falado. É
como se eu tivesse mapeando o inconsciente ancestral do meu sogro, porque eu entrei no campo dele, eu entrei na dor dele. E aí vinha umas coisas assim que não tinha nada a ver com que a o meu paciente tava vendo coisas assim amorosas, uma mulher com problema de separação e aquilo que eu tava bapeando eram outras coisas. E eu falei assim: "Gente, calma. E agora? Ferrou. Parei, respirei. Me Por que que eu tô dando esse exemplo Para vocês? para vocês entenderem que se você tiver pensando em algo sobre a sua vida, se você tiver emocionalmente
abalada por algo que está acontecendo na sua vida, se esse paciente tiver falando de outros problemas, você não vai conseguir acessar com com firmeza o que precisa ser trabalhado com o ancestral, tá? É muito sutil. Então, eh, geralmente eu atendendo Online, eu começo a pedir pro paciente contar a história do ancestral enquanto eu vou mapirando. Isso pode ser feito presencial também. Você fala assim, ó, a gente precisa trabalhar o seu ancestral, né? Você mapeou, você viu lá que tem coisas ancestrais, você mapeia, você chega lá no avô materno e você diz pra pessoa, você vai
conduzindo a pessoa a isso. Você fala assim: "Olha, segundo o que eu mapei, por isso que é Importante sempre no início da consulta falar como funciona o atendimento. Você tem que explicar pra pessoa. Toda pessoa que chega no meu consultório, toda pessoa explico, ó, antes da pessoa falar o problema da vida dela, eu explico, ó, o meu trabalho funciona assim. Você vai me falar o seu problema, eu vou fazer uma análise rápida, comportamental, mas depois eu vou mapear regiões do seu cérebro, do seu DNA. Eu mostro os mapas, eu falo, esses mapas vieram da Alemanha.
da nova medicina germânica. É uma tecnologia super atualizada em que eu consigo mapear regiões do seu cérebro e consigo ser específica naquilo que precisa ser trabalhado da sua infância ou da sua ancestralidade. Tudo bem? Tudo bem. pessoa gosta disso. Aí conforme a pessoa começa a falar do problema e eu identifico é da infância, é do ancestralidade, eu falo para ela e viro e falo para ela assim: "Olha, o que você está vivendo é um impedimento ancestral, é algo que não começou com você, que está vindo há gerações. Por isso que é tão difícil, por isso
que é tão dolorido, por isso que é tão pesado." E segundo o que eu mapei, isso começou com seu avô materno. O que que você sabe dele? Ah, eu não sei muita coisa. Eu sei que isso, aquilo, outro, tal. Ah, ah, isso começou com seu bisavô mater paterno. O que que você sabe dele? Eu não faço ideia. Eu nem conheci meus avós. Aí você vai perguntando, sabe? você vai tentando fazer a pessoa, ah, eh, como que era a sua mãe, como você lembra da sua infância, o que você sabe seus avós? O que, eh, esses
avós vieram de que eh região do mundo? Vieram de são imigrantes. O que você sabe um pouquinho sobre a sua história? Eu peço pra pessoa dizer um pouquinho sobre a história dela e ela vai falando. Aí, por exemplo, se ela, a pessoa sabe da história, o avô, ela sabe da história do avô e ela começa a falar: "Meu avô foi isso, eu vi isso, isso só que a minha avó sofreu muito com ele, viu? A Minha avó foi isso, isso, isso." Aí ela começa a falar da avó. Se ela falar da avó, eu entro no
campo da avó e começo a mapear a avó. Entenderam? Então eu não posso deixar ela falar muito da avó. Eu preciso ela voltar pro vô, senão não consigo mapear o vô. Se ela começa a falar do problema dela, eu perco o mapeamento daquilo que eu preciso fazer. Ou eu deixo ela quieta em silêncio para Eu conseguir mapear, ou eu faço ela ficar falando daquele ancestral específico que precisa ser trabalhado. Se ela começa a falar da mãe, eu peço para ela voltar a falar do vô. E eu sou bem específica. que eu falo assim: "Olha, eu
preciso que você se concentre no seu avô e me fale dele, porque eh se você falar de outros ancestrais, da sua avó, da sua mãe, eu não vou conseguir ser específica no que nós precisamos trabalhar. Tá bom? Tá bom. Me fala mais Dele, por favor. Ela vai começar a falar dele, tá? mas precisa direcionar para ele. E conforme ela está falando ou ela está de olhinho fechado, você fala assim: "Ó, eh, eu preciso mapear aqui eh a sua ancestralidade, é um mapeamento muito cuidadoso. Ã, você pode fechar os olhos em que eu vou fazer esse
mapeamento e se você quiser fazer isso, você atender presencial, porque quando a gente atende Online, fica aqui, ó, fica aqui embaixo, a pessoa não vê o que eu tô mapeando, o que eu tô fazendo, o que eu tô abrindo, porque aqui a gente vai mapear às vezes 20 maldições e a gente vai ter que escrever em algum lugar pra gente saber o que que precisa ser trabalhado. Então eu vou lá e escrevo, Escrevo na ficha do paciente. Escrevo ali. Eu escrevo só assim, ó. Amor 23. Eu primeiro mapeio todas. Amor 23. Família 13, ã, amor
próprio 20. Eu coloco tudo, eu deixo o espacinho na frente. Depois eu abro a apostila lá no família 13. Auto sacrifício e só coloca aqui na frente. Só coloca aqui na frente. Idealizado, autoscrifício, abandono. Conforme eu vou colocando, eu sei que esse ancestral viveu uma situação familiar em que ele se sentiu abandonado, em que ele se sacrificava e que ele idealizava um casamento que foi outro. A história vem, a narrativa do que o ancestral viveu no Casamento vem. Tá? vem através de todas as maldições que forem surgindo. E quando você colocar a pessoa no psicodrama,
você vai fazer a pessoa acessar aquilo da vida dela que tá vindo aqui e acessar o ancestral do que ele vive na vida dele. Quando o paciente não souber nada do Ancestral, é melhor ficar em silêncio de olhos fechados para conseguir mapear. Se você quiser em tudo deixar o paciente em silêncio, quem atende presencial e para mapear os mapas, você preferir deixar o paciente em silêncio, você pode fazer isso sempre. Você tem a sua pranchetinha, você pede pro paciente, você fala assim: "Olha, perfeito, agora eu vou te mapear, Tá bom? Você pode fechar os olhos
alguns minutinhos. A pessoa fecha os olhos, você manda ela se concentrar e aí você começa a mapear e aí você escreve na ficha da pessoa. Você tá aqui, ó. Você vai passar a mão, né, no eh tronco cerebral, cerebelo, substância branca, córtex. Você não precisa pegar os mapas e ficar fazendo isso. Você não precisa. Você pode passar na mão. Tá aqui, ó. É Tronco. É, é uma infância. É infância. Você identifica a emoção? Você tem a tabelinha da emoção. Aí você coloca a pessoa para ficar de olhos fechados. Aí você começa, é tronco cerebral, é
cerebelo, é substância branca, é córtex. Parou no córtex, você só pega o mapa do córtex. Isso vai se tornando prático conforme Vocês vão fazendo, tá? Tô te falando a praticidade aqui que eu vou trabalhando. E aí quando você pega ali o mapa do córtex com a pessoa na sua frente, você só mapeia ali a região e escreve ali no papel, tal. Tá? Então, se for infância, você vai mandar usar a mandala das emoções e os mapas. Se for ancestralidade, você vai usar a mandala da quebra, tá? E aí, ou você vai conversando com a pessoa
ou você deixa a pessoa de olhos fechados para você mapear. Se for da infância, você precisa descobrir a idade, se vem do pai e da mãe, e mapear quatro pontos no cérebro quatro vezes. Se for ancestralidade, Você precisa descobrir qual ancestral que é mandar mapear quantas maldições vierem. Pode ser que venham duas, pode ser que venham cinco, pode ser que venham 10, pode ser que venham 20. Tá, tá claro? Entenderam? Não é sempre que a gente utiliza a mandala da quebra, não é sempre. Por exemplo, de 10 Atendimentos que eu faço com o paciente, eu
vou fazer dois. Tem paciente que já com o renascimento ele já acessa ancestralidade. São pacientes que já são mais trabalhados, que t uma abertura muito grande e esse paciente já acessa a ancestralidade com o renascimento. Agora, tem pacientes que a questão ancestral é tão pesada que a gente precisa fazer o psicodrama. E isso vem quando a gente mapeia é infância ou é Ancestralidade, tá? Eu não recomendo a carta para ninguém, Rafa. A carta eu só utilizo nos programas terapêuticos ou quando a pessoa ela tá em crise e a nossa consulta vai demorar um tempo para
acontecer e aí eu mando a pessoa escrever uma carta pro pai, pra mãe para aliviar um pouco aquilo que a pessoa está sentindo, tá? Então, por exemplo, Eu atendi a pessoa na segunda-feira, ã, eu atendi a pessoa na quarta-feira, no sábado essa pessoa foi almoçar com a mãe, ativou um monte de gatilhos, essa pessoa tá sentindo tudo aquilo porque é o que a gente tá trabalhando na terapia. A consulta dela só vai ser na próxima quarta-feira. Ela me manda mensagem e aí eu falo assim, ó, escreve uma carta paraa sua mãe dizendo toda a raiva
que você tá sentindo E queima essa carta. Mas é mais porque ela entra num processo terapêutico ali da infância dela. Agora, em questões ancestrais, eu só utilizo o psicodrama com os meus pacientes, com atendimento, tá? Eu não faço a carta. A carta ela é mais demorado para acessar tudo que precisa ser acessado. O que eu percebi com a carta, tá? Pela Minha experiência, eu trabalhando o meu ancestral com a carta e eu fazendo psicodrama. A carta pra gente acessar tudo que precisa ser acessado é como se a gente tivesse escrever umas 10 folhas de papel.
Agora, quando a gente faz o psicodrama, é mais dinâmico, porque você pode eh começar o que que é a carta, tá? Por que que a Rafaela perguntou a carta? Porque eh no curso que eu desenvolvi no PAT e no Quebra das Noções, eu indico fazer a carta. Só que, gente, é um curso coletivo que não é a mesma coisa que um trabalho terapêutico em que você tá ali vendo o paciente, você tá ajudando o paciente, é um curso, né, em que é grupo, não é a mesma coisa do que no consultório, tá? Não manda, não
manda esperar 20 dias, Não manda nem a pessoa fazer a carta, só se for pro pai e pra mãe, porque a pessoa entrou no conflito e ela queima na hora. Se for para ancestral, a gente não vai mandar o paciente fazer carta, tá? Você vai fazer o psicodrama com o paciente. A carta é o quê? Você fechar os olhos, se conectar com ancestral e começar a escrever tudo que você sente, tudo que vem. É demorado, é difícil, é dolorido, demora, demora. T vez fez que eu fiquei uns dois, três dias escrevendo carta. Agora o psicodrama
já vem tudo, é mais dinâmico, inclusive porque a gente usa a respiração para fazer o psicodrama. Eu deixo 1 hora e meia entre uma sessão e outra em que eu deixo aproximadamente o Paciente falando em torno de 30 minutos e aproximadamente 1 hora para fazer o psicodrama ou renascimento. Mas a gente não pode deixar o paciente falando muito, tá? Tem que calcular um tempo ali de 20 minutos, porque a ideia é a gente, a ideia não é o paciente falar muita coisa, a ideia é você fazer o paciente acessar o conflito que ele tá vivendo.
Se a gente deixa a pessoa falar, A gente não cura na raiz. Aí é uma terapia convencional que a pessoa fica falando e não essa a nossa finalidade. A gente precisa curar na raiz. Mais alguma dúvida? Qual a diferença do psicodrama e da constelação familiar? Vamos lá. Ah, eu vou falar não a diferença do psicodrama, eu vou falar a diferença da psicogenealogia para a constelação familiar, tá? Porque a constelação familiar, aquilo Que a gente, o movimento da constelação, não é só a constelação, tem toda uma visão em cima da constelação. Então, eh, qual a diferença
da constelação familiar e da psicogenealogia? A constelação familiar, ela vai mostrar um campo inconsciente do ancestral. Quer dizer, ela vai mostrar o campo inconsciente do paciente, certo? o campo inconsciente Familiar do paciente, OK? em cima dos conceitos do Bert Herling, que são conceitos eh católicos baseados muito forte na Igreja Católica. Ele era católico. E eu sinto que esse é um dos pontos que a constelação familiar acaba pecando. Tô falando católico pecando. Ah, meu Deus. Mas eh porque acabam vindo conceitos religiosos e se perde um pouco da parte mais científica de como funciona o DNA e
o inconsciente, o cérebro que é mais animal. Entendem essa diferença? A mesma coisa em se tratando de terapias que trazem às vezes uma visão muito espiritual, muito holística E se perdem um pouco de uma linha mais científica, acabam ficando muito no achismo, no religioso, no espiritual. e se perde da parte mais biológica do ser humano, que é um animal. A gente não pode se esquecer que tirando a nossa alma, nós somos animais, carnívoros, inclusive. mamíferos. É o bebê tomando leite, é a gente brigando para sobreviver, é a gente comendo carne de animal. Eu não tô
falando que tem nada de errado nisso, eu tô falando que é o que nós somos. E quando a gente fala de traumas e de DNA, a gente precisa ter uma visão um pouco mais animal de como funciona o cérebro, as células, o gene. Para vocês terem ideia, a equipe do Dr. Hammer, a equipe que estudava os pontos do cérebro do Dr. Hammer, eles ficaram em torno de 2 anos na selva, analisando os animais para entender melhor o funcionamento do cérebro humano. Quantas coisas eu trouxe aqui para vocês que são coisas animais que a gente faz.
Então, é mais ou menos dessa forma que funciona. Quando nós estamos presos nos Traumas, nós nos aproximamos de comportamentos, instintivos e animais. Vamos lá. Se eu sou uma criança, se eu sou uma criança e eu tenho um pai bêbado, me batendo e me agredindo, e eu tenho medo de morrer para o meu cérebro. Tem alguma diferença de Um cachorro sendo atacado por um leão?ኤኤeram? Não tem diferença para o cérebro. Instintivo é o medo de morrer de qualquer jeito. Independente se é pai, independente de ser leão, independente dos conceitos fisiológicos e familiares que nós temos. Entenderam?
Então, a constelação familiar, ela traz muitos conceitos. religiosos, espirituais e familiares que São bonitos da alma e são importantes para a alma, mas não é assim que o cérebro e o DNA funcionam, entende? O que uma criança diante de um pai bêbado, ela precisa fazer, ela precisa sentir para sair daquele trauma, daquela programação de estar em Defesa, de estar com medo. precisa ver alguém mais forte que o pai e tirar o pai da frente dela e proteger ela. E aí vem o seu eu adulto na cena com policiais, se precisar, empurra esse pai, tira o
pai da frente e acolhe a criança. E o cérebro se sente protegido e seguro. E diante de um outro homem, um outro, uma outra simbologia arquetípica que representa o pai, Essa pessoa, ela não vai mais cair nos gatilhos e ela vai se sentir segura. Entenderam? É, é, é animal, é biológico, é como um animal na selva o momento do trauma. Nós estamos em perigo. E quando entra a constelação familiar, a constelação familiar vai falar o quê? Ah, você precisa honrar esse pai e ver que esse pai é maior que você. Quando a constelação familiar faz
isso, A pessoa ela se sente menor ainda e ela vai dar mais espaço para aquela figura arquetípica que é um chefe, que é um marido, que é um concorrente, ter poder sobre ela, porque ela vai se sentir menor. Ela vai se colocar no lugar de menor, tá claro para vocês? Ela se vai viver menor ainda. E ela não é pequena, ela é adulta, Ela é maior. Ela pode tomar a frente. Entenderam? mais ou menos os conceitos que são bonitos, mas que não funcionam de forma prática para o inconsciente, principalmente quando existem traumas pesados de abusos.
E a maioria dos traumas da infância são traumas relacionados a abusos, senão seria trauma. Para eu ter um trauma, eu preciso ter vivido alguma coisa que me colocou num Medo muito grande, numa insegurança muito grande, de forma que eu traumatizei. O que faz eu traumatizar? É um grito? É um xingamento? é um eh então se lá na infância eu escutei a minha vida inteira que eu sou burra e eu faço uma constelação familiar e eu preciso me colocar naquele lugar da criança respeitando o que o pai fala, tudo aquilo que o pai falava sobre mim
vai ter mais poder ainda, Mesmo se não foi especificamente aquilo que foi falado. Tá claro? Então, a constelação familiar, ela é muito boa quando, eh, se trabalha questões mais ã mais ancestrais, questões mais relacionadas a dinâmicas familiares, ã, a pactos da infância. Por exemplo, se a minha mãe sofreu no amor, eu vou sofrer também. quando se relaciona mais A pactos, a constelação familiar é ótima para quebrar pactos, mas para essa dinâmica familiar pode ser um perigo, pode fazer a pessoa se sentir pior ainda. Então, por que que tem pessoas que a constelação familiar, uma sessão
muda a vida da pessoa? E tem pessoas que fizeram 10 sessões, constelações familiares e elas sentiram que as coisas Só pioraram, porque aquela que fez a constelação familiar familiar era mais uma questão de pacto e de repente soltou esse pacto. E aquela era xingamento, era agressão, era briga, eram traumas mais pesados que ela precisava sair do lugar de criança e entender que era ela adulta através de uma dinâmica de cura da criança ferida. Então, nesses casos, a dinâmica de cura da criança ferida é mais efetiva, Porque vem o adulto, tira a criança de lá, protege
a criança e o cérebro ente. Eu não sou mais criança, eu sou adulto. Chega. Resolumidamente, o que a gente faz na cura da criança ferida é fazer a pessoa entender o cérebro, entender que ela não é mais criança, que ela não é mais indefesa diante daquele pai bêbado, que ela é adulta e que o pai tá tão bêbado que se ela empurrar o pai, esse pai já vai cair. É a gente mostrar pra pessoa, falar: "Acorda, você não é mais criança, você cresceu, você não tá mais diante daqueles perigos. É como se a gente acordasse
o cérebro, tá? A gente tira a pessoa da casa, a gente tira a pessoa do ambiente, a gente fala com o pai que você não pode falar assim comigo, você precisa me respeitar. É feio que você tá falando comigo. Se o seu pai falou assim com Você, eu entendo, eu te perdoo, tá tudo bem, mas eu não tô te dando direito mais de você falar assim comigo. O adulto vai lá e fala pro pai. Quando a pessoa faz isso, na vida real dela, a próxima pessoa que falar com ela um pouquinho mais agressiva, essa pessoa
ela vai conseguir colocar limite, porque ela colocou limite no primeiro agressor que humilhava ela. Uma vez que ela coloca limite, duas Vezes que ela coloca limite, ela sai da repetição de padrão. Porque a repetição de padrão não era o agressor, era ela se fragilizar diante do agressor. A partir do momento que eu ensino o cérebro dela a nunca mais se fragilizar diante do agressor, que era o pai, a próxima vez que vem um agressor, ela não se fragiliza mais, ela se coloca na postura adulta e ela para de repetir o padrão. Entenderam? é uma mudança
psíquica, é uma mudança cerebral e e aí o renascimento é tão perfeito por isso. Então, se eu vivir um trauma, eu fico ali, ó, assim, isso tá no meu corpo físico, eu preciso respirar isso e soltar. Se eu solto, quando eu tiver diante de uma situação parecida, eu não vou ficar assim de novo. Eu sou mulher, eu sou adulta, vamos lá, vamos encarar de frente, vamos Ver o que tá acontecendo, porque eu liberei informação do meu corpo, tá? Então, está clara a diferença da constelação familiar e do renascimento e do efeito da constelação familiar. Eu
não desmereço a constelação familiar. Eu não acho que a constelação familiar não serve. Eu acho que a constelação familiar é muito bonita, mas ela serve para certas coisas. O renascimento, ele serve para certas coisas. A terapia comportamental, ela serve para certas coisas, tá bom? E o e a mandala vai servir para outras coisas, a mandala da quebra. Então, a constelação familiar, ela vai trazer a dinâmica coletiva ali de pactos ancestrais, Mas essa dinâmica, agente de pactos, a gente consegue ser mais específico ainda com isso daqui que já revela da onde tá vindo o pacto, impedimento.
Então, é como se tivesse o mesmo poder. O que eu sinto da constelação familiar é que ela foi se perdendo um pouco da origem dela que veio da psicogenealogia e foi entrando mais na parte da psic da psicologia. Ela foi saindo um pouco da questão do Gene, da genética ancestral, de pactos e impedimentos e foi e e ela começou a ser usada para o trabalho psicoterapêutico e não psicogenético. Entende a diferença da psicoterapia e da psicogenética? A psicoterapia é o olhar da psicologia paraa infância e a psicogenética é o olhar para pactos e impedimentos ancestrais,
Que é a origem da constelação familiar, só que foi se perdendo e foi indo paraa psicoterapia. E se o o psicoterapeuta ele não entende de campo, ele não vai fazer uma leitura específica. do que precisa ser trabalhado. E aí toda aquela sessão de constelação familiar não vai ter servido para nada, porque a pessoa vai entrar no achismo e não vai ter algo específico a ser trabalhado. Então, a constelação familiar ela precisa, a pessoa ela precisa, eh, ter muitos anos, ó, muitos anos de atendimento para aprender a fazer leitura de campo, para aprender a identificar o
que precisa ser trabalhado. E isso não é tão fácil. Eu fui numa constelação familiar de cavalos que eu falava assim: "Meu Deus, não é possível". O cavalo tava mostrando, não era, não. Colocou o cavalo para ver o campo. Colocou o cavalo para ver o campo. O que que fazia? Tinham as pessoas ali. Aqui, ó, as pessoas em volta do paciente e os cavalos, os cavalos ficavam em volta. Tinha um barril de água pro cavalo. O cavalo ia lá e começava a dar coice no barril de água. O cavalo tava dizendo, Que que ele tava dizendo?
injustiças ancestrais relacionados ao líquido, golpes ancestrais relacionados ao líquido. Era isso que tinha que ser trabalhado. Aí começou aquela dinâmica de pai e mãe, eu lá eu falava assim: "Ah, meu Deus, não acredito que eu tô aqui". Tá nítido. O cavalo tá mostrando, é um chute no barril de água, um coice para trás. O cavalo ele começava a dar coice, era nítido que tava acontecendo. Era questões assim de golpes, de injustiças, de traições. Um coiso para trás são traições. E não era isso que tava sendo trabalhado. começar a trabalhar, pai, mãe, sentar no banquinho, olha
pro seu pai, fala assim: "Não é possível, não acredito que eu tô vendo isso, porque fica muito naqueles conceitos ali familiares que vem ali da parte mais bíblica cristã que misturou tudo." Então, foi uma misturada total. Entenderam? Mas tem muitos profissionais de constelação familiar que são muito bons, não dá para generalizar. Tem muitos profissionais que são fantásticos. Já fiz constelação familiar, já me formei em constelação familiar. Tem profissionais que são muito bons, mas são profissionais que, ó, trabalham com constelação familiar há 15, 16, 17 anos que foram pegando na prática. Que foram indo além do
conceito e que foram pegando ali na prática, que foram se trabalhando, se conhecendo, se entendendo, que fizeram outras terapias junto e que foram entendendo de uma forma assim mais na prática, tá? Respondi a dúvida. Renascimento é a mesma coisa que BFWK. Hilário Trigo, um dos melhores, um charlatão. Vocês não fazem ideia. Um charlatão. Vocês não fazem ideia. Também acha, Morgân um charlatão. Conheci ele de perto, entendi o trabalho dele. Eu tenho 34 anos, tenho dois filhos. Eu me curando hoje dos meus ancestrais, eles são curados também. Sim. Você libera o padrão de repetição. Então vamos
lá. Isso tá se repetindo há três, quatro gerações. Você se curando daquilo que você está Recebendo, você vai liberar eles. Os seus pais, os seus ancestrais estão é liberado. A gente não cura de baixo para cima. A gente não cura o que vem atrás. A gente só cura o que vem paraa frente. O passado a gente não cura, a gente só cura o futuro. Porém, nada impede que os seus filhos vivam dores dos seus pais porque pula uma geração, ou que os seus netos vivam dores que você viveu ou que os seus pais viveram. Por
isso que quando a gente cura a nossa criança ferida, nós estamos liberando os nossos netos de viverem as nossas dores. E quando a gente cura os nossos avós, a gente libera nós e os nossos descendentes de viverem as nossas dores, tá? Mais alguma dúvida? Podemos ir por psicodrama? Gente, eu quero que faç vocês façam, se tiver mais alguma dúvida, pode Perguntar, não só da parte de atendimento. Eu vou ensinar o psicodrama para vocês, tá? Vocês vão mapear as emoções, depois vocês a as maldições, depois vocês vão pro psicodrama. Mas se você tiver alguma dúvida no
em todo o processo de atendimento, pode perguntar agora. Aí eu trabalho todas as noções daquele ancestral, daquela área da vida No psicodrama que eu vou ensinar para vocês. As 10 sessões, posso mapear um relé por vez? Não, não é assim que funciona. Em cada sessão, em cada sessão, você vai perguntar se é para trabalhar a infância ou a ancestralidade em cada sessão. Pode ser que em 10 sessões você não trabalhe a ancestralidade e é o campo do paciente que nos diz. Pode ser que em 10 sessões você vai fazer seis psicodramas. Então a gente não,
a gente só mapeia e trabalha aquilo que vier. 10 sessões, nós vamos trabalhar o psiquê do paciente, um conjunto de traumas e crenças que essa pessoa carrega da infância E ou ancestralidade, que esse conjunto de traumas e informações e programações fazem com que a pessoa fique presa em uma realidade. Tá? Cada sessão que a pessoa chegar, ela vai me trazer o conflito que ela viveu naquela semana. Então, na primeira sessão, ela vai trazer o conflito que ela quer trabalhar na vida dela. A gente começa a trabalhar o conflito. Na próxima sessão, quando a pessoa chega
no consultório, a gente pergunta o como que foi a semana dela, como ela ficou depois daquele atendimento. Ela vai nos atualizar como está a vida dela e a gente vai mapear o que precisa ser trabalhado. Eu faço um atendimento por semana com o paciente, tá? Pacientes que têm uma situação mais grave, Um quadro bem grave. Eu atendo duas vezes por semana, tá, Rafa? Mas eu faço um atendimento da seguinte forma. Eu dou um espaço de 4 dias para atender o paciente de novo. Porque quando a gente trabalha com o inconsciente do paciente ou da infância
ou ancestral, demora uns três dias para tudo aquilo ser processado, sabe? para tudo aquilo ser liberado, pra gente, né, comer, beber, o campo fica fraco. Quando eu comecei, quando eu fiz um terapia do renascimento, a terapia ela era realizada quatro dias seguidos de renascimento. Então, era bem comum depois a pessoa ficar doente. Ela fica bem doente, porque foi tanta coisa ser trabalhada. que o corpo não dá conta daquilo tudo e aí entra numa catarse e aí adoece até recuperar tudo aquilo. Então eu gosto de dar um espaço de pelo Menos 4 dias. Se tem um
paciente que está com um quadro muito grave, eu vou agendar esse paciente numa segunda-feira e numa quinta-feira, tá? e depois vou espaçando ou mantenho ele duas vezes por semana. na segunda sessão volta para o conflito da primeira que ela trouxe para ser trabalhado. Às vezes não, às vezes a pessoa ela vai trazer outro conflito. Na primeira sessão ela vai falar: "Ai, Meu marido só grita comigo". Aí a gente trabalha naquele ponto. Aí na segunda sessão ela vai falar assim: "Então, aconteceu uma situação essa semana que foi muito complicada. Eu descobri que o meu marido está
me roubando financeiramente. Entenderam? O que que a gente vai trabalhar? Injustiças financeiras, roubos, mentiras no campo inconsciente dela. Aí na primeira sessão nós trabalhamos O marido xingando. A gente vai mapear a criança ferida dela, vai identificar que o marido trata ela igual o pai tratava. Na segunda sessão, ela, o marido não grita mais com ela porque ela assumiu o poder dela. Ela começou a se posicionar, só que o fato dela se posicionar abriu os olhos dela e ele descobriu que o marido tava roubando ela há um ano, coisa que ela não via porque ela era
submissa. Eu tirei ela da submissão. Quando eu tiro ela da submissão, ela Começa a assumir o poder dela e ela começa a ver coisas que ela não via antes, porque ela baixava a cabeça pro marido. Ela não baixava a cabeça pro marido, ela baixava a cabeça pro pai. Quando eu fiz ela bater de frente com o pai e tomar a adulta dela, ela começa a ter uma postura diferente diante do marido. Ela se sente mais empoderada. Um marido para de humilhar ela porque sai daquela programação e ela já está mais forte Emocionalmente. O marido sente
no campo, a postura dela já coloca limites, só que ela começa a descobrir várias coisas que o marido fazia e ela estava cega. Aí a gente vai ter que trabalhar outro ponto. Aí eu mapei e falo: "Nossa, é ancestral". Aí eu vou trabalhar fogos ancestrais, golpes ancestrais, injustiças ancestrais. Aí eu trabalhei isso aí na outra sessão ela vem e fala assim: "Ai, Roberto, você Não sabe o que eu descobri agora. Meu marido tá me traindo. Aí eu vou trabalhar o quê? traição. Aí ela vai para uma, vem para uma outra sessão, na quarta sessão. Aí
ela chega na sessão e fala que ela decidiu que ela quer se separar do marido e que tá tudo certo e que ela tá bem resolvida, mas ela conheceu o novo amor, gente. E é muito rápido que as coisas Acontecem quando a gente vai desprogramando. Às vezes é muito rápido. Aí ela descobriu um novo amor, conheceu alguém e essa pessoa mexer com ela. Só que agora ela tá ansiosa, ela não sabe o que ela faz. Aí a gente tem que trabalhar pego ansioso. Tão entendendo? Ou ela percebe que ela se largou no casamento e que
ela tá 20 kg acima do peso e que ela não quer mais fazer isso com ela. Chega que ela tá cansada e que Agora ela quer trabalhar obesidade. Aí a gente nem mais fala do marido. a gente começa a trabalhar a obesidade porque agora ela vai resgatar o amor próprio dela que o marido destruiu, tá? É como se a gente um uma coisa que a gente trabalhasse liberasse uma vontade da pessoa de mexer na vida dela. Eh, a gente traz um movimento paraa pessoa que naquele movimento ela vai trazer mais conflitos que precisam ser trabalhados.
E assim tem pacientes que estão comigo há 3, 4 anos, porque vai indo a vida da pessoa, a pessoa quer indo. E hoje mesmo atendi uma paciente que ela chegou no começo da sessão e tava tudo maravilhoso na vida dela, que eu destravei uma coisa na dela na ela vem a cada 15 dias. Há 15 dias atrás, eu destravei uma coisa na vida dela e ela chega na sessão. Ela ficou 10 minutos contando tudo de Maravilhoso na vida dela. Eu já tô ali mapeando, ela falando, eu mapeando e eu mapeando abusos. E eu viro para
ela e falo assim: "Então, eu acho que quando os meus pacientes antigos, eh, ele sabe que eu falo, então ele já devem se assustar, porque é bem esse jeito que eu falo, ela tá super feliz contando as coisas, eu falo: "Então, mas o que eu tô mapeando aqui é que não tá tudo tão porque eu tô identificandoos Da onde tá vindo o abuso. Aí a pessoa desmonta, aí ela fala: "Então, tá acontecendo uma situação que eu tô que eu fico até sem graça de falar, porque depois de ter feito tanto tempo de terapia com você,
isso daí da daí já não era mais para tá acontecendo, mas eu tenho até vergonha de falar por estar passando por isso, mas está acontecendo isso, isso, isso, isso." Tá. Nas 10 sessões não seriam relacionadas a um tema específico, 10 sessões do financeiro. Eh, às vezes o problema financeiro dela não é o dinheiro em si, é o marido que é narcisista e que bloqueia a vida financeira dela e que bloqueia o potencial dela, porque ele tá toda hora xingando e diminuindo ela. E aí eu não tenho que trabalhar financeiro, eu tenho que trabalhar o casamento,
Porque se eu trabalhar o casamento e tirar aquele traste da vida dela, o financeiro dela vai andar. Entendeu? Mais ou menos, Rafa? É aquilo que o mapa tá dizendo e que a gente vai sentindo ali da pessoa. É muito assim, eh, é muito de sentir, sabe? cair o primeiro reler do tronco cerebral aos 34 anos. O trauma foi aos 34 anos. Aí ela precisa acessar o trauma que ela viveu aos 34 anos, tá? E aí ela não vai trabalhar a criança. Pode acontecer de traumas acontecerem mais próximo, que nem eu tive um aborto com 40
anos de idade. Esse aborto gerou um trauma. Mais alguma dúvida? Isso trabalha com renascimento? Eu não sei. Pode ser que aos 34 anos ela caiu numa idade de maldição ancestral. Pode ser que o avô dela aos 34 anos morreu. Aborto pode estar relacionado à ancestral deidade, pode, mas pode estar relacionado ao que a pessoa viveu no útero, ao que a pessoa viveu no casamento. Aborto provocado é uma escolha. O aborto provocado para biologia e o aborto espontâneo é a rejeição do mesmo jeito. As questões morais são são outras coisas. Agora, por que a mãe rejeitou
esse bebê? Seja espontâneo provocado? Aí a gente precisa ver se a questão introterina dela ou introterino ancestral. Ou é só porque ela é casada com um marido narcisista, um traste. E o problema não é o aborto, o problema é o padrão de homem que ela trai. Mas isso quem vai dizer não somos nós, são os mapas. Se uma pessoa faz um aborto provocado E eu vou mapear e eu vejo que são coisas que ela viveu no útero, eu sei que são traumas de útero, femininos, maternos. Agora, se eu mapeio e cai pai e na mandala
das emoções são caem abusos, fragilidade emocional diante de abusos e eu vou mapear o cérebro e vai cair tudo aqui, essa região da energia masculina traumatizada, Não é problema do feminino, não é problema entreouterino, não é dificuldade engravidar, é problema com marido. E eu vou perguntar quem é o seu parceiro? E eu sei que esse parceiro é a cópia do pai, porque eu apei que foi pai. É simples, gente, simplifica. Vivi um aborto espontando semana passada. Uma peia. Eu não sei o que é. Se eu falar o que eu Acho que é, vai ser um
achismo. Eu tenho possibilidades do que pode ser diante dos nossos atendimentos e estudos. Mas quando a gente acessa, quando a gente mapeia, é uma caixinha de surpresas. Tá dolorido, Sheila. Meus sentimentos está, querida. Não é fácil. Não é fácil, gente, perder um bebezinho. O que ajuda nessa hora É você se conectar com a alma do seu bebê, sentir se é menina ou menina, dar o nome, orar. por ele ou por ela. A gente sente se era menino ou menino, ora por ele ou por ela e começa a se perguntar qual o propósito, qual o propósito
da perda dessa alma ter vindo? Toda alma que vem tem um propósito, mesmo por por curto período de tempo, mesmo que seja por dois meses. E almas que vêm por curto período de tempo, elas trazem um aprendizado muito grande, como se elas viessem já com essa missão. O que que o seu bebê ele, qual a mensagem que o seu bebê está te trazendo paraa sua vida? Eu Não estaria aqui hoje se não fosse o meu bebezinho. Você não vai ter essa resposta agora. Você vai ter essa resposta se conectando, sentindo, entendendo, tá? Mas independente de
se curar, eu sinto que é muito mais você entender o propósito desse bebê. E você pode sim Mapear se existe algum impedimento de você ter filho. E aí mapeando isso, você consegue diagnosticar se esse impedimento vem de algum trauma entre introterino, algum trauma com a sua mãe, com o seu pai ou se há alguma questão ancestral. Tá? Mas independente do impedimento ou da situação, existe um ensinamento. E aqui eu tô falando em uma questão mais espiritual mesmo, e nem uma questão científica e terapeuta, mas sim espiritual. Tem um ensinamento, tem um propósito que veio da
aula. Se conecta com a alma do seu bebê e busque entender esse propósito. Esse propósito, ele vai te dar uma força absurda para você entender o seu propósito na Humanidade. Tá? Busca o conforto de Jesus também. Ele traz o conforto. Tá bom? As dúvidas podem sim ser tiradas lá no grupo do WhatsApp. Inclusive o grupo da primeira turma ainda que aconteceu há dois anos atrás, eu ainda tiro dúvidas. Mais alguma dúvida? A plataforma continua também O certificado após o término de hoje, eh, a gente, conforme vocês tiverem, né, a assistido os 70% lá das aulas
da plataforma, a gente vai mandar o nome e o CPF de vocês para a Universidade Aanguera. E como toda universidade, a emissão de certificado demora um prazo em torno. A gente a gente pressiona, tá? A gente pressiona muito. O Luan fica mandando Mensagem toda hora para ir rápido, mas em torno de 60 dias. Eles dão 30 dias, mas mesmo pressionando, a primeira turma demorou 90 dias e pra gente não e a gente fica pressionando para chegar em 45 dias, 60 dias, tá? Mas vocês já podem atender mesmo sem o certificado. O certificado assim que for
emitido, nós vamos mandar uma mensagem para vocês lá no grupo do WhatsApp E vocês entram em contato com a gente que a gente manda, entra em contato com o Luan, que o Luan vai mandar o certificado individual para cada um através de um link em que vocês vão vão baixar o certificado. Aí o certificado vem com o nome de vocês, com o CPF de vocês e com toda lá o, né, o o selo do MEC pela universidade Anguera, tudo certinho. Se você ainda não viu todas as aulas, Não se preocupa. Quando você assistir, você entra
em contato com a gente e a gente emite. Não tem problema. Faça no seu tempo. Os o curso de nome eh tá lá tudo que tem que tá ali. Vocês já vão aprender tudo. A gente vai agendar mais um encontro, que é o encontro que o Luan vai dar sobre a parte de marketing digital e posicionamento. Vamos pro psicodrama. Vamos. Aquele encontro de São Paulo, nós vamos ter um imprevisto com a data e a gente vai passar uma nova data para vocês, tá? Mas a gente passa com antecedência, provavelmente vai acontecer no início do ano
que vem, eh, entre janeiro e fevereiro, mas a gente teve um problema com a data agora de final de ano, mas a gente já está organizando e a gente passa para vocês. Vamos pro psicodrama. Essa aula de psicodrama, geralmente eu faço uma um sorteio e atendo uma pessoa. Mas sinceramente, como a gente trabalha o campo e a gente deixa o campo vir, e eu quero que vocês sintam isso, eu tô pensando em fazer coletivo para que todos façam o processo e todos sintam o psicodrama. Que que Vocês acham? Sorteio uma pessoa, vou deixar para vocês,
tá? Sorteio para pessoa, uma pessoa ou a gente faz coletivamente. Coletivo, coletivo, coletivo. coletivo. O efeito é o mesmo. E vocês vão sentir na pele fazendo. Eu tenho alguns hábitos, tá gente? Toda sessão que eu faço antes, eu passo um uma olinha essencial na mão para dar uma Conexão assim, mas é meu hábito. Como que é feito o psicodrama? Não sei se vocês já viram na plataforma. Eh, o psicodrama, nós precisamos dar um lugar pro ancestral. Então, você vai precisar de mais uma cadeira ou o no chão colocar uma almofada para você, uma almofada para
ancestral. Você precisa marcar o seu lugar e marcar o lugar. Olha só, gente, não tem cadeira Na minha sala, tá? Um pouco antes de eu entrar aqui, o Luan veio, pegou a cadeira da cozinha e trouxe aqui, parece que já pensando que a gente ia fazer coletivamente. >> Então você vai precisar de um outro lugar que vai ser o lugar do ancestral. Uma hora você vai estar no seu lugar e outra hora você vai levantar e vai sentar no lugar do seu ancestral. Quando você eu tiver no seu lugar, você É você. Quando você tiver
no lugar do seu ancestral, você não é mais você, você é o seu ancestral. Quando você sentar no lugar do seu ancestral, o seu corpo vai mudar, o peso vai aumentar. Pode ser a mesma cadeira, daí mudo ela de posição. O ideal seria se tivesse duas, tá? Para marcar o lugar do ancestral. Precisa marcar. Você precisa falar assim, ó. Você vai est sentado, você precisa sentar aqui. Você precisa dar um lugar para ele. Se você pegar sua cadeira e virar, quando você tiver no seu lugar, não vai ter nada na sua frente. Então, é importante
ter o lugar do ancestral. Quando você sentar lá no lugar do ancestral, você vai sentir o seu corpo pesado, A cabeça, você vai ficar angustiada, você vai sentir as dores do ancestral, você vai ficar mal e aí você vai deixar vir os sentimentos do ancestral. E o ancestral vai falar com você porque você conversou com ele e quando você tiver no seu lugar, você vai estar lá falando com ancestral. É como se você fosse terapeuta do do seu ancestral. Então aqui quando você tiver no seu lugar ou você colocar o paciente no lugar dele, você
vai fechar os olhos e vai falar pro paciente falar o seguinte: "Eu sinto as suas dores." Quais dores que você mapeou? Sim. Dárepios. Não precisa ter medo. Você vai falar: "Eu sinto as suas dores". Quando você sentar lá no ancestral, você Vai sentir o peso do ancestral. A gente vai mapear antes, tá? Eu só tô explicando como que é o psicodrama. Você vai fazer essa dinâmica umas três, quatro vezes. Vai sentar no seu lugar, vai sentar no lugar do ancestral, vai sentar no seu lugar, vai sentar no lugar do ancestral. Uma hora você conversa com
o ancestral, outra hora o ancestral conversa com você até você sentir que a alma do ancestral ficou leve. Enquanto a alma do ancestral não ficar leve, a gente não termina o psicodrama porque tem alguma coisa para ser sentido e trabalhado. Quando você senta aqui e tem um desconforto ainda, você deixa vir o desconforto e aí você fecha os olhos, vai sentir dores, vai vir pensamentos, vai vir angústia. Gente, eu vi a minha avó pequenininha. se rastejando, Engatinhando assim no meio de porcos com esterco, sabe? Tipo sujo assim, sujo. Imagina, ela nunca me contou essa história,
sabe? Cresceu no meio de porcos, de esterco. Horrível. Horrível. É um teatro, por isso que é psicodrama da vida real nossa e do ancestral. E você vai pegar um peso, Um objeto, não é um peso, um objeto. Isso daqui vai representar o peso do ancestral. Pode ser uma caixinha, pode ser qualquer coisa. uma garrafinha de água. Você vai ficar com ele no seu colo e você vai toda hora tá com ele, tá? Até aliviar do outro. No final, você vai ficar de pé e você vai estender a mão e você vai e você vai dizendo:
"Eu devolvo para você e para cinco gerações anteriores o abandono, a injustiça, a raiva, tudo que veio da sessão, você vai estendendo a mão e vai soltando. vai soltando e aí você vai dizendo: "Fica com você o que é seu, eu fico com que é meu. Eu revogo e renuncio pactos, fidelidades em maldições de tal na minha vida amorosa, na minha vida Financeira." E aí você vai soltando, solta. Quando você solta, você vai dar três passos se distanciando desse ambiente, como se você tivesse indo paraa vida. Se tiver uma porta perto de você, melhor ainda.
Cada passo você vai trazer uma afirmação para a sua vida nova. São três passos. Você vai trazer uma afirmação como se você tivesse indo pro mundo. Como se você tivesse indo pro Mundo e se distanciando do ancestral. E aí depois você volta, tira, guarda volta e nada aconteceu. Não é pitolagem que naceu. Você só acessou o campo do ancestral, não tem nada energético, nada disso. O objeto tá tranquilo, tá lindo, maravilhoso, Não tem nada disso. Se você acreditar que tem, vai ter, porque a nossa mente, ela cria a nossa realidade. Agora, se você for mais
prática, não tem nada. E na realidade não tem nada. Você tá trabalhando o seu DNA. dúvidas. Nós sentiremos a leveza quando o castral estiver leve. com os pacientes também assim, Tanto se for atendimento presencial quanto atendimento online. Nós vamos trabalhar o financeiro, o avô paterno, porque o pai e a linhagem paterna traz as questões do trabalho, da ação, do movimento, da prosperidade. da abundância, traz as questões relacionadas à energia Masculina, que são importantes paraa nossa vida profissional. Então, quando nós temos a nossa linhagem paterna, em que tivemos um avô com problemas financeiros, com problemas com
bebida, um masculino fraco, um masculino com vícios, um masculino que não cumpriu com o lado Provedor familiar. Vamos ter bloqueios na provisão financeira, tá? Se na ancestralidade nós tivemos um avô que morreu cedo, um avô que não cumpriu com papel do provedor, que deixou os filhos passarem fomes, que foram muito agressivo, a gente vai ter problemas relacionados Ao trabalho. Se a gente teve um avô que sofreu injustiças, um avô que intelectualmente ele era bloqueado, a gente vai ter problemas relacionados à injustiças ou ao intelectual. E agora eu vou mapear aquilo que a gente vai trabalhar
coletivamente do avô paterno. Se vocês não tiverem, não souberem nada Do avô, não tem problema. Se vocês souberem do avô, vão lembrando dele, vão pensando nele. Eh, e vou mapeando as maldições, ola, as fidelidades e coletivamente nós iremos trabalhar. Vão pensando no avô, tá? Estou passando o dedo. Estou identificando todas as as maldições. A gente não pode pensar em outra coisa. A gente tem que se concentrar nesse momento, tá? Se eu desviar meu pensamento, eu não consigo mapear. oito. Muitas questões relacionadas à intelectual, bloqueios intelectuais. Eu anotei todas elas aqui, ó. Tá? E agora eu
vou ver na apostila o que que É cada uma. Gente, tá incrível. Eu já vou falar para vocês, tá? Aguardem, aguardem. Ah, eu vou te fazer também. Eu não sei se vocês viram, conforme eu fui passando o dedo aqui, ó, eu até fiz assim, ó, com o meu dedo. Eu faço passo um dedo no outro, que é como se eu deixasse mais assim a o dedo mais sensível, sabe? O campo, a energia, a sensibilidade do dedo. E aí depois eu passo e me concentro bem para passar, tá? para sair bem direta aquilo que precisa ser
trabalhado, senão eu tenho as interferências. Bom, olha que interessante, a gente vem com toda a historinha e a gente trabalha sempre de trás para frente, tá? Mas o que que veio? Um pacto de escassez como se nunca terá dinheiro suficiente. Nunca tem o suficiente. Por quê? Existe um interesse, uma apatia intelectual, como se todas as vezes que você fosse estudar e aprender coisas novas, eh, vem uma apatia, vem uma, sabe, uma tristeza, vem um desânimo, porque existe internamente uma autensura crítica em que você se repeme por se comparar intelectualmente todo tempo com outras pessoas, como
se você não fosse capaz como se outros fossem melhor que você. é uma comparação constante. E aí vem uma autossabotagem financeira em que você não cobra o suficiente pelos seus serviços porque você se compara, você se reprime, você se critica, você sente a apatia intelectual, aí você não se sente bom o suficiente. E aí você vive uma vida de escravidão, trabalha e nunca tem dinheiro e sente que o seu destino é trágico, como se você estivesse fadado a um destino de infortúnios, De que você não vai conseguir, de que você não vai dar certo, de
que como se tivesse um negativismo nos seus pensamentos. Ah, sempre sentindo que um infortúnio mesmo, um destino trágico, fez sentido para vocês? Vocês sentem isso? Fez, né? Muito, muito Fez sentido até para mim. Meu vô era muito inteligente, Mais o dinheiro nunca ficava para ele. Ele sempre se autossabotava. e doava, dava, ajudava em excesso os outros. Ele mesmo nunca viu dinheiro, mesmo sendo muito inteligente. Tá, Vamos. Então você vai colocar, você vai fechar os olhos e você vai começar a fazer eh iniciar fazendo as respirações. Começa fazendo quatro respirações curtas e uma louca. Mais uma
vez. Mais uma vez e agora somente as respirações longas. E você vai começar A visualizar você no seu dia a dia, com dificuldade de aprendizado, sentindo que o dinheiro nunca é suficiente, com apatia, toda vez que você vai estudar, Um certo desinteresse, se reprimindo, muitas vezes se autensurando, se criticando, se sentindo insuficiente, se comparando. Percebe? Percebe você Em que ponto você se compara? Talvez você se compare até comigo dizendo que você nunca vai ser como eu. Deixa eu ver essa comparação. A sensação de que o outro é melhor que você. Vai percebendo como essa comparação
faz com que você se sinta sempre menos, com que você sinta que parece que o esforço vai ser inválido. Vai percebendo como essa comparação faz com que você acabe não se sentindo Confiante por para cobrar pelos seus serviços. Como se você se autossabotasse financeiramente, não se sentisse merecedor, digno, uma síndrome do impostor mesmo. vai percebendo a sua síndrome do impostor, que você estuda, talvez faz diversos cursos e sente que nunca está pronto, que nunca está capaz e vai deixando vir a sensação de Trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar. parece que trabalha igual escravo e nunca vê
dinheiro. Continua respirando. E parece que a sua vida é afada a isso. Vou conseguir dar um passo. Parece que você vai trabalhar igual um camelo no deserto, carregando peso nas costas, sem água, sem nada. Aquele deserto do Saara tem nada. E você se matando de trabalhar e no final do mês não sobra nada. Aí você se sabota quando sobra, compra coisas que não deveria, sente em dívidas. Ah, você dá sempre desconto. Tem dificuldade de cobrar. nesses pontos que eu falei, vai sentindo que é pior para você. Você justifica seu valor? Você tem medo da pessoa
não querer o seu Trabalho? Você tem medo de colocar um valor? Como você vai cobrar R$ 300 por consulta? Você tem medo de falar quanto que é? Quando você seita para estudar mais, você sente aquela dificuldade, aquela confusão mental e aí isso também impacta na sua autoestima. Aí você sente que você não é bom suficiente. Aí tem Pessoas que são melhores que você. Aí quando você vai cobrar pra pessoa, você fala assim: "Ah, eu não sou tudo isso, vem a síndrome do impostor. Você tem medo de cobrar, você se sente inseguro, você gagueja, você dá
desconto, você parcela em mais vezes do que deveria. Continua respirando e aí você continua preso nessa sensação de escravidão. Aí agora você vai olhar pro seu avô. Pode ficar de olhos fechados. Não esqueçam o peso, tá? Peguem o peso. vai olhar pro seu avô e vai falar as seguintes frases: "Eu sinto a sua dor, vou Pode falar o nome dele se você souber e vai falar: "Eu sinto a sua dor, eu me sinto insegura. Eu tenho medo de cobrar. Eu Justifico meus valores, eu explico demais. Eu acho que eu nunca estou a altura o suficiente.
O dinheiro nunca é suficiente. É sempre uma sensação de insuficiência, insuficiência financeira, intelectual, profissional. de clientes, de acreditar em mim. Eu nem acredito. Eu sinto a sua dor. E aí agora você vai sentar no lugar do seu avô. Abaixa a cabeça, vai respirando e vai sentindo o seu amor. Deixa ver o que tiver que ver. Deixa virar lá de dentro. Que vier para mim vai ser diferente para você. Ele pode estar emburrado. Ele pode falar que o que você tá dizendo é desnecessário. Talvez ele tenha crenças limitantes. Ele pode falar para você que não é
pra gente, não é pro tipo de gente que como nós somos. Ele pode ter crenças religiosas e dizer que você não pode querer muito e dizer que se você desejar muito, você não vai passar pelo buraco do céu. E ele pode dizer que se você desejar dinheiro também eh você vai se tornar arrogante. Pode vir coisas Relacionadas a crenças, pode ver coisas relacionadas a se sentir burro. E agora quando você vai sentar no seu lugar e você vai questionar o seu avô daquilo que ele falou. Aquilo que ele falou para você, você vai devolver para
ele e você vai falar o seguinte: "Eu te entendo, sim. Eu acredito que você passou muitas dificuldades, foi muito difícil para você e que você aprendeu dessa forma. Mas isso te limitou muito. Isso limitou você, nossa família, meu pai, minha avó. Você vivia igual um escravo trabalhando. Deixa eu ver o que tiver que vir do que Você viu lá. Você não conseguiu. Você se achava burro. Você não quis estudar. Você quis a vida fácil. Você achava que escola era desnecessário. Você tinha crenças religiosas. Isso são crenças religiosas. Você gastava tudo com vícios por não se
sentir capaz, por não se sentir à altura. Você era narcisista. Eu tô trazendo coisas aqui que talvez vai servir para você e talvez não, tá? Você era narcisista e você queria ganhar dinheiro fácil, sem se esforçar, se aproveitando das pessoas. Ao invés de você tá trabalhando, você tava na mesa do bar jogando, bebendo, você não queria se desenvolver intelectualmente e agora estou bloqueada intelectualmente. Deixa ver os seus sentimentos e sentir menos. E você diz para ele: "Eu não me sinto merecedora de cobrar pelo meu valor, de estudar, de crescer por causa de você. joga a
culpa na sua vida nele. Eu me sacrifio, me mato de trabalhar, não consigo estudar, não consigo acreditar em mim, não Consigo me desenvolver, não consigo ter um financeiro saudável. Por que você foi assim? Porque você fazia isso? Porque você via o mundo dessa forma? E as suas atitudes, vou geraram consequências enormes. Agora você diz a consequência. você vai jogar na cara dele. Por mais que ele foi uma boa pessoa, você tá carregando algo dele que tá Bloqueando, bloqueando seu financeiro. Pessoas se aproveitavam, minha avó sofria, meu pai, até hoje as pessoas se aproveitam, ninguém cresceu
intelectualmente, todo mundo tem vícios. vai dizendo que ele deixou de rastro devido aos comportamentos, as crenças e a postura dele. Não foi legal o que você fez, eu sei que você não teve culpa. Eu sei Que foi o que você aprendeu. Eu sei que você repetiu o que você viveu na infância. Eu sei que você não tinha escolhas naquela época, mas eu tô aqui para quebrar isso e para fazer diferente. E eu não quero ficar presa em você. Eu quero me libertar dessas prisões, dessas crenças, dessas dificuldades, desses medos, Dessa falta de confiança, dessa síndrome
da impostora que vem de você. Eu não sou uma impostora. Meu trabalho é digno. Eu me esforço, eu tô me dando ao máximo e eu mereço ter o meu valor. O que eu faço é diferente. Eu trabalho com a alma, com verdade, com a essência, com a ciência. Eu mereço ter o meu Valor. Eu não preciso ser boazinha, porque eu sou uma boa pessoa e eu posso ser boa em tudo que eu faço. Agora você vai sentar no lugar dele e vai ver como ele absorveu isso, como ele recebeu isso tudo que você falou. Seita,
deixa vir. Talvez ele vai estar arrependido, talvez ele vai estar irritado, talvez ele vai estar furioso, talvez ele vai estar eh triste, Se sentindo culpado. Deixa ver. Vai respirando e vai deixando ver. Aí o que ele disse, você senta no seu lugar e você vai continuar mostrando para ele. E aí você vai mostrar para ele o quanto ela era escrava de si mesmo ou escravo no trabalho ou escravo das crenças dele. ou escravo da religião. Deixa ver a sensação de escravidão que você sente no seu dia a dia. Se ele só tá chorando, se ele
sofreu muito, deixa vir o sentimento de escravidão dele. M. E aí você diz para ele, a gente não precisa mais viver essa escravidão. da vida. A gente não precisa mais sentir que o trabalho é a escravidão, Que o dinheiro é escravidão, que a vida é escravidão. Eu tô aqui para quebrar isso. Vou viveu como um escravo da vida, dos vícios, da religião, das crenças. Não é para ser assim. Não precisa ser uma luta diária, não precisa ser uma batalha todo tempo. Nesse momento, pode ser que até você Veja coisas mais ancestrais, sabe? Que formaram quem
o seu avô era. Como se você pudesse ver as cenas da infância dele. Ahã. dos seus bisavós, como se você pudesse ver uma herança genética que formou quem ele era. Você vai perceber que foi muito sofrimento. E aí você diz para ele: "Eva, foi muito sofrido desde sempre." Desde sempre foi viver como um escravo da vida, com infortúnios, com tragédias. com mortes, com agressões, com vícios, com falências, com tragédias. E eu tô aqui e vou por você, por mim, por todos. Pelos meus descendentes para quebrar agora todo esse padrão, toda essa maldição de ter que
trabalhar, de ter que viver igual um escravo da vida. de si mesmo, de crenças, de vícios, de dores e não conseguir ver o dinheiro, A felicidade, a segurança, a paz, a alegria, a leveza. Eu não quero mais viver assim. Eu não quero mais sentir que a vida é dura, que tudo é difícil, que tudo é pesado. Eu não quero mais sentir que é errado cobrar pelo meu valor. Eu posso cobrar pelo meu valor com leveza. Eu não preciso sentir que é pesado estudar. Eu posso estudar com leveza. Eu não preciso mais viver na escassez, me
comparando que o outro tem mais do que eu, me autoabotando, me reprimindo, me diminuindo. Eu não preciso mais. Eu posso fazer tudo isso com leveza. Eu posso acreditar em mim. Eu posso lidar com leveza, com o trabalho, com a vida, com dinheiro, com estudos, Com os meus pacientes, com os meus clientes, cobrando pelo meu valor. Eu não preciso mais viver como escrava da vida e do trabalho. Posso ter momentos de repouso, de prazer, de viagens, de alegria. Eu não preciso mais sentir que a vida é um destino trágico, que eu vou perder tudo a qualquer
momento e viver presa no medo da perda. Não, eu posso sentir segurança financeira e Eu vou te honrar dessa forma, vivendo com leveza, com felicidade, com alegria, sem me sentir escrava da vida, sem sentir que a vida é pesada. Eu vou conquistar o meu dinheiro com orgulho, o meu nome com orgulho. Eu não preciso mais viver as suas dores. E ao me libertar das suas dores, eu liberto você das suas dores. Vou agora sente no lugar do seu avô e sente como ele ficou. Acredito que ele vai estar muito mais leve, mas pode ser que
venha alguma coisa ainda, algum restinho. Escuta, geralmente nesse momento é mais difícil escutar o que fica ainda, mas tem mais coisas. Eu tô sentindo muita confusão mental, sabe? como se ã dúvida, incerteza, confusão mental mesmo, como se o cérebro tivesse confuso em escolhas, direções, vida, como se tivesse meio perdido, sabe? Incertezas, confusões mentais. como se os ancestrais tiveram sentido muitas decisões erradas, os antepassados dele tivessem tido Muitas decisões erradas e ele fosse frutos de decisões erradas e ele mesmo se sentisse inseguro em tomar decisões, tivesse medo, tivesse segur segurança, se sentisse menos, tivesse medo de
errar, medo de arriscar, duvidasse de si mesmo, uma confusão mental mesmo de incertezas, de decisões, de medo, de não poder fazer escolhas, De estar fadado aquilo que herdou. fadado aquilo que coletivamente existia, fadado aquele visto, aquela situação e não conseguir fazer escolhas e não conseguir tomar decisões corretas, decisões pensadas, decisões positivas, decisões assertivas diante da vida, como se ele viesse de escolhas erradas, fosse fruto de escolhas erradas e ele mesmo não conseguisse tomar decisões. assertivas. E aí nisso ele vai Deixando a vida levar, sabe? Uma postura assim meio planante, de uma falta de personalidade assim
firme, sabe? de uma falta de um pensamento concreto, firme e seguro, e que ele mesmo se duvidava todo momento, tivesse dúvida da vida, dúvida do destino. Vocês estão sentindo isso também, né? Não é só uma dúvida interna sobre si Mesmo, mas é como se fosse a mente todo momento se sabotando em dúvidas de não saber o que tem que fazer, não saber como fazer. Talvez é isso que você sinta quando você vai atender um paciente. Ah, eu não sei o que tenho que fazer, não sei o que eu vou trabalhar, não sei o que eu
vou fazer, sabe? E aí eu quero que você se perceba no seu dia a dia, em tudo que você faz, essa confusão mental e volta paraa sua cadeira E começa a perceber a confusão mental no seu dia a dia. confusão mental, confusão intelectual, confusão de como pedir, como fazer, como agir, o que falar, que hora falar, sabe? Como se tudo fosse meio confuso mentalmente, em decisões pequenas e grandes e você ficasse caindo nessa confusão mental e não conseguisse ser assertivo e prático e falar a coisa certa. E e ser pontual, sabe, na vida Sempre uma
confusão mental. Eu quero que você vaiá respirando e vai sentindo essa maldição da confusão mental, da falta de assertividade, do medo de escolhas erradas, de gastar com coisas erradas por falta de foco e assertividade, uma falta de foco, uma falta de confiança. Vai percebendo como você se desvia daquilo que você sabe que você tem que Fazer muito fácil. Como você perde o foco estudando, atendendo, como se sua mente ficasse bagunçada assim, sabe? Em todas as escolhas que você precisa fazer. vai dizendo que você não quer mais sentir isso, que você revoca e renuncia sentir essa
confusão, que você entende que essa confusão vem dele por ele ter vindo de uma De pais e avós que se perderam muito na vida, com escolhas erradas, com perdas financeiras e que isso vai se repetir agora, porque a partir de agora você vai honrar ele focando naquilo que vai ser de positivo, naquilo que vai trazer resultado. Você vai honrar ele sendo uma pessoa focada. assertiva, direta, Está cancelado fazer escolhas erradas, está cancelado o medo do que falar, está cancelado o medo de errar, o medo de como cobrar pelo seu valor. O medo de como atender
uma pessoa está cancelado as dúvidas sobre como fazer e como levar a sua vida. Agora você vai se tornar uma pessoa assertiva, focada, produtiva em nome do seu amor, Em nome de todos que vieram antes e fizeram escolhas erradas e perderam o foco da vida. que você não tá aqui para julgar ele, mas que você tá aqui para fazer diferente. diz para ele, abraça ele, pega na mão dele e diz que você não vai perder o foco, que você não vai se sabotar mais e que você vai honrar ele sendo confiante E assertivo em suas
escolhas, decisões, palavras, atitudes, posicionamento, estudo, compras, consumo, gastos, resultados, conquistas. Que terminou aqui com você uma história de incertezas, dúvidas, medos, confusão mental e escolhas erradas. que você é o acerto, que ele não foi. Senta no lugar dele agora e sente ele. Sente o peso nas costas, se aliviou, se tem ainda. Sente como ele tá. Ele vai dizer para você que não precisa Mais carregar o mo das costas, que não precisa mais ter medo. E agora eu vou fazer uma pergunta para ele. Qual conselho você dá pro seu neto ou paraa sua neta? Sente como
ele tá diferente. Ele te mandou uma mensagem. E aí você vai sentar do seu lado. Você vai dizer pro seu avô agradecer a mensagem E vai dizer para ele que ele está certo e que a partir de agora tudo será diferente. que a partir de agora você vai honrar ele confiando em você, tomando decisões conscientes, assertivas, presentes. se posicionando de forma mais firma, Com mais firmeza. A partir de hoje, você vai cobrar pelo seu valor com mais firmeza. Você vai atender os pacientes com mais firmeza. Você vai lidar com o dinheiro com mais firmeza. Você
vai lidar com aquilo que você gasta com mais firmeza. Você vai lidar com seu estudos com mais firmeza. E você vai lidar com as suas distrações com mais firmeza, diminuindo suas distrações e focando com mais firmeza nos seus resultados. E agora você vai levantar, vai estender a mão com objeto, vai sentir o peso que ele carregava, o peso nas costas, o peso de uma virgua. O peso de escolhas erradas, o peso da cabeça voada, confusa, perdida, o peso da escravidão E vai dizer: "Vou, fica com você o que é seu, eu fico com o que
é meu. Eu devolvo para você e para cinco gerações anteriores. Eu revolo e renuncio." E aí vai dizendo: "Tudo que você revolve não renuncia. Vai v sentindo que vai ficando mais pesado. Vai, vai envergando e vai entregando para ele até Você soltar. Conforme eu te entrego, eu me liberto e te liberto também. E aí você vai dar três passos em direção à vida. E cada passo você vai falar uma afirmação pra sua nova vida. Deixa ver você com você, tá? Eu sou inteligente. Eu confio no meu trabalho. É seguro cobrar pelo meu valor. Eu mereço.
O dinheiro entra na minha vida com leveza. Eu posso repousar, descansar. me sentir realizada. Gostaram? Foi legal, né? Eu ainda imaginei que viria assim tão pontual para terminarmos a nossa formação com esse empurrão Que foi empurrão, não foi? para ir pro mundo, para acreditar, para cobrar. Meu avô muito planante, muitoado. Meu Deus do céu. Dá dinheiro pras pessoas. Um homem incrível, mas totalmente minha nossa. Ah, então nós encerramos a nossa formação. Ele me mandou viver extraordinária. Olha Que lindo, Morgana. Meu avô atirou no administrador da fazenda. Olha que pesado. Uma morte, né? Tá bom, tá
claro. O meu não teve escolha, teve que sustentar para trabalhar a sustentar a família. Então aquela sensação muito de sacrifício, né? e não vê o dinheiro. Quando a gente faz individualmente a mesma coisa, tá? Mesmo roteirinho. Identifica ancestralidade, mapeia. Chegou no ancestral, mapeia as modções, escreve, conta a historinha quando sentar na cadeira. Se vocês perceberem, quando eu sentei aqui na cadeira, eu fui falando exatamente isso. Vou, eu vivo uma vida de escassez. Tá aqui, ó. Eu vivo uma vida de escassez. Toda vez que eu vou estudar, eu me sinto Apática. Eu me reprimo, me autocensuro,
me critico, eu me compara intelectualmente, eu fico me comparando constantemente e ah, eu me saboto financeiramente, eu não consigo cobrar pelo meu valor direito e parece que eu me sinto escrava, trabalho, trabalho e não vejo o resultado. E eu acho que a vida vai ser sempre assim. Esse é meu destino. Eu falei exatamente isso. E aí depois o que foi vindo foi ali a questão do psicodrama de sentindo a dor dor dele e conversando com ele. Eh, e é sempre nesse ponto, tá? Primeiro a gente mostra a dor. Eu sinto a sua dor, tudo que
veio. Depois a gente vai se colocar no lugar dele e ele vai dizer o que ele pensa. E às vezes é uma coisa que vem assim como se ele estivesse preso naquilo, ele não enxergasse, sabe? E aí você vai sentar no seu lugar de novo e aí você vai mostrar para ele que a postura dele teve consequências. E aí você vai sentar no lugar dele e vai ver como ele reage. Ele vai chorar, ele vai se sentir mal, ele vai ficar surpreso, ele vai ficar na defensiva. E aí depois você vai sentar no seu lugar
de novo e aí você vai olhar a criança ferida dele, O por que ele se tornou essa pessoa com essa história. E aí você às vezes vai ver cenas da infância dele ou de situações que vieram na ancestralidade. Eu vi, foi bem legal. Eu vi assim, eh, canaviais, sabe? Canaviais, porque os meus descendentes vieram eh da Itália e trabalharam, eu acredito que deve ser em Canaviais, no interior de São Paulo, porque era Muito assim, era muito, eu vi escravos, a Rafaela, e aí a gente entende onde vem. Aí vem a empatia, tá vô? Eu entendi.
Você se tornou essa pessoa com essas crenças, com essas dores, com esses comportamentos ou com essa tristeza, porque você não teve escolhas, porque você veio disso, disso, disso, disso, disso. Mas eu estou aqui para fazer diferente, Para quebrar isso por mim, por você, por todos e pros meus pelos meus descendentes. Então, ó, situação atual, você fala para ele que sente as dores dele, senta no lugar dele, deixa ver ele como ele se sente, se coloca no seu lugar de novo e aí você vai falar para ele as consequências que os atos dele tiveram, Como se
você tivesse se julgando ele, mostrando, olha, olha só a corda, como se você tivesse apontando dele. Então, primeiro ponto, eu sinto as suas dores. Segundo ponto, quem você foi teve consequências. E as consequências é o que eu sinto hoje. Olha, vô, vó, bisavô, as minhas dores de hoje são consequências dos seus pensamentos, daquilo que você fez. É como se você Tivesse entregando para ele. Primeiro você fala: "Eu sinto suas dores". Depois você vai falar: "Essas dores que eu sinto é por sua culpa". Aí você vai se colocar no lugar dele. Aí depois você vai vir
pro seu lugar e vai falar: "Mas eu te entendo porque você veio disso, disso e disso". Mas eu vou fazer diferente. Vou quebrar isso por todos nós. Então, primeira vez, eu sinto as suas Dores. Segunda vez as minhas dores é por sua culpa. A terceira vez essa culpa vem de uma dor que você viveu mais para trás. Eu entendo o que você fez e o por você fez isso. E aí a quarta vez é aquilo que você vai fazer de diferente. E aí, nessa quarta vez que você senta no lugar dele, ele vai deixar uma
mensagem para você. geralmente é uma é um insight assim muito forte. Então essa dinâmica em quatro vezes na maioria das vezes é suficiente. Às vezes vai precisar um pouco mais, às vezes três vezes já é suficiente, mas geralmente quatro vezes, tá? Eu sinto as suas dores, a consequência de quem você foi, O porqu você foi quem foi. E a e isso termina agora. Aí você entrega para ele o que é dele. Tá bom. dúvidas. Sim. Então agora eu quero parabenizar cada um de vocês porque nesse momento vocês são neuropsicogenealogistas e podem se entitular como neuroterapeutas
especializados em psicologia e unuiana Em neurociência em nova medicina. germânica, em psiquiatria pela Nova Medicina germânica, em epigenética, em essência do início da vida e em renascimento e psicogenealogistas. A partir de agora vocês já podem atender, vocês já podem ganhar dinheiro, vocês já podem se promover nas redes sociais, vocês já podem falar pros Quatro cantos do mundo que vocês são cientistas, neuroterapeutas, é que vocês de fato fazem a diferença no mundo com missão e propósito. E o melhor de tudo, sem medo de cobrar, que agora a gente destravou isso daí também. Então eu quero que
a gente faça o seguinte, que a gente ligue a câmera e todo mundo desative o som. pra gente falar em grande viva. Deixa ver se vocês conseguem agora. Então nós vamos gritar viva, tá? Viva. Eu vou falar 3 2 1. Quando eu terminar o um, a gente grita viva com a mão fechada, símbolo de trabalho, de poder, de confiança, de vitória. Tá? 3 2 1 Viva! >> A todos vocês estão formados, que vocês estejam tenham uma carreira realizados, felizes, de muito sucesso, de muita cura, de muita transformação. >> Amém. >> Contem comigo, >> tá? Hum.
>> Vocês no grupo do WhatsApp, eh, vão, se entreguem, curem e vamos continuar juntos. >> Gratidão, Roberta, por tudo. >> Obrigado. Gratidão. >> Obrigado. >> Um beijo enorme no coração de vocês. >> Obrigado por todos esses dias lindos que nós compartilhamos e contem comigo desde sempre. >> E que venha a mentoria. Não ficamos sem ser tua aluna. [risadas] Eu eu sou assim mentoria de uma forma que seja bem >> Ah, não queremos perder a plataforma, Não queremos perder a Roberta. >> Eu tô dois anos pensando na mentoria, mas acho que ainda tem uma síndrome do
impostor que eu preciso trabalhar, não sei. >> Ai, Roberta. >> Ou uma série de um certo perfeccionismo, >> né? >> Ah, pensa. >> Sim, sim. Tô tô pensando >> ver o que que tu podes fazer para essas tuas alunas. >> Uhum. Uhum. Acho perfeccionismo. Acho que é per >> serão eternas. Serão eternas. >> Ferida da rejeição, da injustiça, sabe? >> Ah. Ah. Perfeito. >> Muita luz, Roberta, >> para vocês também. Tá bom. Muita luz para vocês. >> Um beijo no coração de todos. e uma linda jornada a todos. >> Amém. >> Amém.