Segundo Neville Goddard, os ensinamentos de Jesus e suas possíveis interpretações são essenciais para uma compreensão mais profunda e prática da Lei da Atração. Em suas concepções, a figura de Jesus representa a nossa própria consciência, a realidade fundamental do ser humano. Nesse sentido, o "Jesus místico" é um símbolo poderoso para a ideia de que o Divino reside dentro de nós e que, através do uso consciente da Imaginação, podemos manifestar nossos desejos na realidade física.
A capacidade de acreditar no desejo como já realizado, conforme ensinado por Jesus nos Evangelhos nórdicos, é a chave para ativar a Lei da Atração. A compreensão e a aplicação desses ensinamentos, portanto, são extremamente valiosas para que a Lei da Atração funcione em sua vida. É a nossa fé em nossa imaginação que nos permite transcender as limitações do mundo físico e manifestar a realidade que desejamos.
Para entendermos como esse conhecimento se perdeu, precisamos voltar ao ano de 325 d. C. , quando o Imperador Romano Constantino proibiu os ensinamentos de Jesus Cristo.
A decisão de Constantino, movida por sua própria compreensão e por interesses políticos, foi queimar todos os livros contendo ensinamentos gnósticos, aqueles que pregavam conhecimento direto da divindade e a importância do autoconhecimento. Esta medida não se limitou à destruição de livros; uma sentença de morte pairava sobre qualquer pessoa que se atrevesse a esconder tais obras. A história de como o conhecimento valioso dos ensinamentos de Jesus foi perdido tem suas raízes neste edital do Imperador Constantino.
Uma era de perseguição e repressão teve início, moldando a forma como a mensagem de Cristo foi interpretada e transmitida pelas gerações seguintes. A Igreja Ortodoxa, ao se solidificar como a única voz autorizada a falar sobre os ensinamentos de Jesus, aniquilou a aceitação gnóstica, uma comunidade que compreendia uma visão mais mística e direta da mensagem de Cristo. Seus seguidores foram queimados e os escritos que continham seu entendimento do cristianismo foram totalmente destruídos.
No entanto, é importante ressaltar que, apesar de tal perseguição, o espírito dos ensinamentos sobrevive. Ele se manifesta nas entrelinhas dos textos canônicos, na busca individual por uma compreensão mais profunda da divindade, na exploração do poder do pensamento e na fé na capacidade humana de manifestar a realidade desejada. Este tópico é caro ao pensamento de Neville Goddard.
Assim, ainda que a história tenha sido marcada pela perda de muitos textos e pelo silenciamento de vozes dissonantes, a chama do conhecimento nunca foi totalmente apagada. Ela sobreviveu em parte graças a pessoas como Neville Goddard, que sempre continuaram a buscar e transmitir a verdade oculta por trás das palavras de Jesus. No início da Igreja Cristã, Constantino decidiu quais informações seriam incluídas na Bíblia e quais seriam excluídas.
Durante este período, pelo menos 45 livros foram totalmente removidos ou editados. Quando essas edições ocorreram, os ensinamentos secretos de Jesus Cristo sobre a presença de Deus dentro do ventre Divino, a fonte, a linguagem que fala da fonte, a unidade, a conexão e como desencadear o poder da matriz divina para manifestar desejos foram completamente perdidos e permaneceram secretos por toda a história. Agora, vamos explorar a melhor parte do vídeo e aprender as possíveis interpretações de alguns dos versos do Evangelho de Tomé.
Mas lembre-se: os versos em si não são o segredo. O segredo reside em sua interpretação. Jesus declarou: "Se os seus guias lhe disserem: 'O reino está nos céus', então as aves dos céus precederão; se eles afirmarem que está no mar, então os peixes vos precederão.
Na verdade, o reino está dentro e fora de vocês. Quando vocês se descobrirem, serão conhecidos e entenderão que são filhos do Pai vivo. Mas se não se conhecerem, estarão em pobreza e vocês serão a pobreza.
" Neville Goddard interpreta o texto da seguinte maneira: a declaração de Jesus ressalta que o reino não se encontra em um lugar físico externo, como o céu ou o mar, mas sim dentro e ao redor de nós. Aqui, o reino pode ser interpretado como o estado de consciência divina ou o poder da imaginação, a capacidade de manifestar a realidade desejada por meio de pensamentos e sentimentos. "Quando vocês se descobrirem, serão conhecidos e entenderão que são filhos do Pai vivo" implica que, quando reconhecemos nossa verdadeira natureza divina e o poder que temos para criar nossa própria realidade, nos tornamos conscientes de que somos filhos do Pai vivo.
Em outras palavras, somos expressões do Divino e temos a capacidade de manifestar nossos desejos, assim como o Pai ou poder divino universal. Por outro lado, "mas se não se conhecerem, estarão em pobreza e vocês serão a pobreza" sugere que, se não reconhecermos essa verdade e não nos apropriarmos de nosso poder divino inato de manifestar nossa realidade, viveremos em um estado de pobreza. Aqui, pobreza não se refere apenas à falta de recursos materiais, mas também à falta de plenitude, alegria e à incapacidade de manifestar a vida que desejamos.
Então, segundo Neville Goddard, esse texto nos incentiva a despertar para nossa verdadeira natureza divina, a entender o poder da nossa consciência e imaginação e a usar esse poder para manifestar o reino: uma vida de plenitude, alegria e abundância em nossa própria realidade. Jesus disse: "Se não se abstiverem do mundo, não encontrarão o reino de Deus. Se não observarem o sábado como um sábado, não verão o Pai.
" Isso pode significar que, se você não se afastar das coisas que o perturbam e acreditar no poder interior que se manifesta de dentro para fora, continuará a experimentar a mesma realidade. Conhecido por suas interpretações metafísicas dos textos bíblicos, pode-se interpretar esta citação de Jesus da seguinte maneira: Jesus disse: "Se vocês não se afastarem do mundo, não encontrarão o reino de Deus. Se não observarem o sábado como um sábado, não verão o Pai.
" Isso pode ser interpretado como uma convocação para nos afastarmos dos anseios mundanos e focarmos na realidade que existe dentro de nós. Significa renunciar fisicamente à vida mundana, mas sim transcender mentalmente as limitações percebidas da realidade externa. De acordo com Bodar, o reino de Deus é, na verdade, nossa própria consciência, a fonte de nossa realidade, onde todos os desejos são realizados.
Em nosso poder interno, podemos manifestar a realidade que desejamos. Com relação à segunda parte da citação, a observação do sábado pode ser interpretada como um estado de repouso ou quietude mental. Isso significa desapegar-se dos resultados, entrar em um estado de confiança e permitir que nossos desejos se manifestem.
Ver o Pai pode ser entendido como perceber a causa de nossa realidade, que somos nós mesmos como operadores de nossa própria força criativa. Portanto, a frase pode ser interpretada como um lembrete de que, para experienciar a vida que realmente desejamos, precisamos desapegar das limitações do mundo externo e entrar em um estado de quietude e confiança, permitindo que nosso poder criativo interno se manifeste na realidade que desejamos. Para experimentar o Divino, é preciso olhar para dentro e se desvincular do mundo material exterior.
No versículo 28, Jesus disse: "Tomem o meu lugar no meio do mundo", e apareceram-lhe na carne. "Encontrei-os todos embriagados e nenhum deles sentiu sede. Sinto pena dos filhos dos homens, porque estão cegos em seus corações e não veem que vieram ao mundo vazios e procuram deixar o mundo igualmente vazios, mas por enquanto estão embriagados.
Quando se livrarem do seu vinho, então mudarão seu comportamento". Neville Goddard, um místico cristão do século 20, era conhecido por sua interpretação espiritual e simbólica das Escrituras. Ele promovia a ideia de que todos nós somos divinos e que podemos manifestar a realidade desejada por meio da imaginação.
Interpretando esse trecho das Escrituras à luz de Neville Goddard, poderíamos entender que, quando Jesus diz: "Tomem o meu lugar no meio do mundo e apareceram na carne", ele está referindo-se à nossa realidade física e à presença de Deus dentro de nós, o Eu Sou interior. Ao dizer que encontrou todos embriagados e sem sede, Jesus pode estar se referindo à condição humana de estar inconscientemente adormecida para a verdadeira identidade divina. A embriaguez pode ser interpretada como um estado de dormência espiritual em que as pessoas estão presas a realidades físicas limitadas e são incapazes de ver a verdade de que são realmente divinas e criadoras de sua própria realidade.
A sede é um anseio pela verdadeira identidade divina que é esquecida em seu estado embriagado. A compaixão de Jesus, ou pena, é devido à cegueira espiritual que impede as pessoas de verem sua verdadeira natureza. Jesus indica que as pessoas vieram ao mundo vazias e procuram deixar o mundo da mesma forma, sugerindo que muitas pessoas passam pela vida sem nunca perceber ou entender seu verdadeiro potencial divino.
O vinho aqui pode representar a ilusão de uma realidade física, o esquecimento de nossa verdadeira natureza divina. A afirmação final, "quando se livrarem do seu vinho, então mudarão seu comportamento", é um chamado para despertar do sonambulismo espiritual. Quando as pessoas se livram de suas ilusões e percebem sua verdadeira identidade divina, o Deus interior, o Eu Sou, elas irão transformar sua realidade e, assim, experimentar o verdadeiro Paraíso na Terra.
A maioria das pessoas vive com a consciência adormecida ou na escuridão, questionando sua existência ou buscando um propósito maior para a vida. As pessoas geralmente reagem apenas a obstáculos, desgraças ou desastres que sacodem a consciência para acordar. O universo abala aqueles que não conseguem elevar o nível de consciência; os obstáculos, infortúnios ou desastres são o resultado da falta de harmonia entre nosso verdadeiro propósito, que é espiritual.
Essa desarmonia pode impedir a evolução da alma. Jesus proclamou que, se houver reconciliação entre dois na mesma morada, poderão ordenar que a montanha se mova. Isso ocorrerá!
Neste verso, Jesus está falando sobre a importância da unidade entre nossa imaginação e nossas crenças ou estados emocionais. Os dois mencionados no verso são simbólicos, de sua imaginação, que cria a realidade que você deseja experimentar, essa realidade como verdadeira. Quando estes dois estão em concordância, ou seja, quando você acredita verdadeiramente na realidade que imaginou para si mesmo, você está em reconciliação ou em unidade.
Essa unidade permite que você mova montanhas, uma metáfora para superar grandes obstáculos ao fazer mudanças significativas em sua vida. A mesma morada refere-se à sua consciência ou mente subconsciente, onde essas duas forças, imaginação e crença, coexistem e trabalham juntas para manifestar sua realidade. Quando elas estão alinhadas, você tem o poder de alterar sua realidade conforme desejado.
Então, se você pode realmente acreditar e imaginar que a montanha em sua vida pode ser movida, então isso acontecerá. Jesus se autodefinia como a luz presente acima de todos, a totalidade da qual tudo provém e para a qual tudo se estende. Ao dividir um pedaço de madeira ou ao levantar uma pedra, lá estará Ele.
Neville Goddard, com sua interpretação mística da Bíblia, vê a divindade não como algo fora de nós, mas como algo que reside dentro de cada indivíduo. Assim, ele poderia interpretar o versículo 77 como uma metáfora para o poder divino que habita em nós, o poder criativo de nossa imaginação. Jesus, ao se autodefinir como a luz presente em todos, da qual tudo provém e para a qual tudo se estende, pode ser interpretado como a força criativa e divina que reside em cada um de nós.
Quando Jesus disse que está em cada pedaço de madeira que se divide ou em cada pedra que se levanta, está falando do divino manifestado em todas as coisas, em todos os atos de criação. Para Neville, dividir um pedaço de madeira ou levantar uma pedra pode ser visto como ações que tomamos em nossa vida diária. Cada ação que realizamos, cada pensamento que temos, é uma manifestação do divino em nós.
É a luz de Jesus que está em todos, em tudo. Portanto, de acordo com a interpretação de Neville Goddard, Jesus não está se referindo a si mesmo. Como uma entidade separada e distante de nós, mas está apontando para a divindade que reside em cada um de nós, para o poder criativo de nossa imaginação, que está em cada ação que realizamos e em cada pensamento que temos.
Estamos sempre em contato com o Divino, porque ele está em nós; é a nossa verdadeira identidade. Nesse sentido, eu e o Pai somos um. Jesus afirmou que aquele que procura encontrará, e para quem chama, os mistérios do mundo serão desvendados.
Esses mistérios estão aguardando a descoberta, mas apenas serão encontrados quando procurados. A informação chegará até você quando estiver preparado e te encontrará quando a buscar. Estes são apenas alguns trechos do Evangelho de Tomé e suas possíveis interpretações.
Como humanidade, a maior parte desses ensinamentos nos foi negada por terem sido editados; fomos privados dessa verdadeira sabedoria desde o início. Se tivessem sido mantidos intactos, incorporados à Bíblia contemporânea, a mensagem transmitida seria mais precisa, concentrada na força interna que cada um de nós possui. Este conhecimento poderia ter modificado a história.
Contudo, apesar disso, somos todos parte da mesma consciência, da mesma origem, apenas expressa de maneiras distintas. É absolutamente fascinante entender como essa fonte se comunica conosco através de sinais ocultos, nos orientando no percurso correto. Aprender a reconhecer esses ensinamentos é fundamental para elevar nosso nível de consciência.
Segundo a visão de Neville Goddard, nossa realidade somos todos expressões do Divino; portanto, temos dentro de nós a habilidade de moldar nossa realidade através de nossos pensamentos, emoções e crenças. Os pensamentos ocultos mencionados podem ser entendidos como símbolos ou eventos em nossas vidas que refletem nosso estado interno. A fonte é a consciência divina da qual todos nós fazemos parte e que se manifesta em cada um de nós de maneiras únicas.
O conhecimento oculto mencionado se refere à compreensão de nossa verdadeira natureza divina e ao poder criativo que temos quando alinhamos nossos pensamentos e emoções com a consciência da fonte. Depois de assistir a este vídeo que aborda textos ocultos nas escrituras sagradas e o conhecimento descoberto por meio do pensamento, é possível tirar várias conclusões importantes. Primeiramente, as escrituras podem ser interpretadas em vários níveis, não apenas no literal, mas também em uma profundidade espiritual e metafórica.
Essa interpretação ampla ressoa com as ideias de Goddard, que via a Bíblia como um texto psicológico simbólico, em vez de um relato histórico literal. Em segundo lugar, esse conhecimento oculto é acessível a qualquer pessoa que esteja disposta a explorar além do significado dos textos. É uma ideia poderosa, que se alinha à crença de Goddard na lei da Assunção, de que cada indivíduo tem a capacidade de manifestar sua realidade por meio de suas suposições e crenças.
Nunca se esqueça desta verdade: você é um ser poderoso e tem dentro de si tudo o que precisa para criar a vida que deseja. Siga em frente com confiança, pois o universo está sempre conspirando a seu favor. Com esses ensinamentos, cada passo que você der estará mais próximo da realização de todos os seus desejos.
E lembre-se, não importa se são negativos ou positivos os seus pensamentos no dia a dia; o universo sempre lhe dará aquilo que você está transmitindo para ele. Espero que saia daqui com o pensamento positivo; o universo diz "sim" para você o tempo todo. Deus está movendo o mundo e tudo mais para fazer acontecer, para que você tenha uma vida em abundância.
Se você crê, aceita isso em sua vida, diga nos comentários: "Eu creio, eu tenho uma mente milionária". Inscreva-se para receber novos vídeos e continue tendo toda sorte e prosperidade do mundo. Um forte abraço.