Os senhores Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas apresentam o Caldeirão Furado. Oi! [vinheta] Fala aí, bruxões.
Beleza? Quando se fala de bruxos e bruxas, feitiço, magia. .
. A primeira coisa que vem à mente são varinhas. Instrumentos poderosos e singulares que permite que o seu portador um feitiço com maestria.
Com mais força, com mais destreza, com mais agilidade, com mais potência. E principalmente, com mais controle. Mas de onde surgiram as varinhas?
Quem foram os primeiros bruxos que entenderam que a combinação de um tipo de madeira com um núcleo mágico, seja ele qual for, ajudava na execução de um feitiço? E é claro que pra responder isso hoje, eu não poderia estar com outra varinha a não ser a minha própria varinha. Essa varinha é minha, feita exclusivamente pra mim.
Ela foi feita pra mim, através de um teste que eu respondi. Não foi do Pottermore, foi aqui no Brasil. E ela é muito especial, porque ela é de madeira de Pau Brasil de verdade.
E o núcleo mágico, que tem todo o lúdico, é cabelo de Curupira. Quem leu A Arma Escarlate sabe que esses são a madeira e núcleo da varinha do Hugo. E eu tenho a felicidade de ter uma varinha tão incrível assim.
E por que eu tô falando dessa varinha? Enquanto eu tava fazendo a pesquisa pra falar sobre a criação das varinhas, a invenção das varinhas, isso tudo se tornou muito especial. Porque a J.
K. Rowling tava lá no Twitter, ela acabou voltando a usar o Twitter, né? Ela ficou um tempo afastada.
E ela comentou uma parada lá. E eu coloquei a foto da minha varinha e falei: "Olha, J. K.
Rowling, a minha varinha, feita no Brasil. Tem madeira de Pau Brasil e o núcleo dela é de cabelo de Curupira". E pra minha felicidade, a J.
K. Rowling viu. Retweetou isso lá na conta dela no Twitter.
E falou que cabelo de Curupira é notoriamente instável. Mas que se essa varinha me escolheu, eu devo ser um bruxo muito talentoso. Mesmo imprevisível.
Vocês têm noção disso que aconteceu? A criadora do mundo bruxo falou que eu devo ser um bruxo muito talentoso. Mano.
. . Eu chorei muito na hora, eu fiquei muito feliz, muito emocionado.
Isso é minha vida, tá ligado? Tipo, eu sou fã desde muito criança. E foi um momento muito único.
Então, o roteiro desse vídeo ficou mais especial do que já era. Porque é um tema que eu adoro, falar sobre varinhas. E eu não podia deixar de trazer essa varinha, reconhecida pela J.
K. Rowling. E ela falou sobre o núcleo do cabelo de Curupira da varinha.
Mano, eu fiquei muito feliz! Enfim, vamos voltar pro raciocínio. Quem foram os primeiros bruxos a criar a varinha?
E como eles conseguiram fazer isso? Como eles entenderam que essa combinação funcionava? E relaxa, assiste o vídeo até o final que eu vou falar quem fez essa varinha.
E como você também pode ter a sua. Como vocês sabem, ou eu espero que saibam, a magia é tão antiga quanto os primeiros seres humanos da Terra. Há milhões de anos, já existiam bruxos e não bruxos, primitivos.
No início dos tempos, os bruxos praticavam uma magia bastante rudimentar, usando somente as mãos. E essa magia foi se aprimorando, conforme eles evoluíam. Ah, e uma coisa que é muito importante ressaltar.
Os bruxos, os povos mágicos, eles são uma minoria entre os povos não mágicos, tá? Então, não era todo grupo de seres humanos que tinha algum bruxo ou bruxa. Milhões de anos se passaram, os bruxos e não bruxos foram evoluindo.
Até a gente chegar num período conhecido como Segundo Milênio a. C. Nessa época, um grupo de múltiplas tribos foi se espalhando e conquistando a maior parte do Oeste da Europa.
Esses carinhas ficaram conhecidos como Celtas. E entre os Celtas, existiam os Dridas. Os Dridas eram tidos como sacerdotes.
Eles eram encarregados de ensinar, às vezes encarregados de aplicar leis. Dar conselhos. E não só isso, os Dridas eram os bruxos das tribos, na maioria das vezes.
Eles sempre estiveram envolvidos com o estudo da natureza. Fabricavam poções, elixires, criavam feitiços. E foram eles, os Celtas, que criaram as primeiras varinhas.
As árvores mágicas sempre foram muito importantes para os Celtas. Inclusive, eles tinham não só um calendário baseado em árvores. Como também um alfabeto baseado nessas árvores.
Esse alfabeto se chamava Ogham. Usando o Ogham, os Celtas davam os nomes dos seus filhos, criavam encantamentos. Você poderia até, inclusive, reconhecer um clã por conta do Ogham.
No Ogham existem os fios, que basicamente representa cada letra do alfabeto. E cada fio estava ligado à uma árvore mágica, a um animal e à uma cor. Então, deu pra ver que as árvores, as madeiras eram bastante importantes, né, na cultura deles.
Então, eles começaram a combinar uma madeira. . .
Um tipo de madeira, com um tipo de pena de criatura. Ou raspa de chifre de alguma criatura. E eles foram obtendo resultados.
Nem todos os bruxos tinham uma varinha. Porque quando elas começaram a ser feitas, elas eram feitas pra tipos de bruxos específicos. Quem era curandeiro tinha um tipo de varinha.
Quem era guerreiro tinha outro tipo de varinha. Os Dridas estudavam as madeiras, combinando com cala elemento da natureza também. Não só com núcleos de criaturas.
Como terra, fogo, ar e água. E assim, eles consagravam uma varinha. Foi dessa forma que os bruxos passaram a usar esse instrumento.
Ao longo dos anos, o artefato foi se popularizando. Porque era muito mais fácil utilizar uma varinha pra canalizar sua magia, do que fazer ela com as próprias mãos. Era muito mais difícil de se controlar a magia sem esse instrumento.
A confecção de varinhas passou a ser uma arte. E um ramo de estudo bastante misterioso no mundo da magia. Obviamente, outros povos, além dos Celtas, também desenvolveram e criaram varinhas.
Como os gregos, por exemplo. A Circe foi uma feiticeira que viveu na Antiga Grécia. E ela foi a primeira grega a ter uma varinha.
A Circe ficou muito conhecida por transformar os seus inimigos em animais. Mais comumente em porcos. Existiam também bruxos que fabricavam a sua própria varinha.
Como Salazar Slytherin. O Salazar Slytherin usou, na sua varinha, um fragmento de chifre de basilisco. E a varinha dele tinha uma característica totalmente incomum, nunca vista em nenhuma outra.
A varinha podia adormecer. Usando ofidioglossia, o Salazar desligava a varinha dele. E aí ninguém, nenhuma pessoa conseguiria usar.
A não ser se essa pessoa fosse seu descendente e fosse ofidioglota também. Mesmo sendo um artefato comum entre os bruxos modernos, a varinha demorou pra se popularizar em alguns lugares do mundo. No continente africano, por exemplo, ela só foi introduzida no início do século XX.
E existem, sim, bruxos do continente africano que usam varinha. Mas eles são uma minoria. A maioria deles preferem fazer magia com as mãos.
E acreditem, pra fazer magia com as mãos tem que ser muito, muito, muito poderoso. Porque é difícil! Então é preciso muito estudo.
No Brasil, assim como nos Estados Unidos, as varinhas foram introduzidas depois da chegada dos europeus. Chegada que ninguém convidou, né? Eles "chegaram".
No território mágico brasileiro era muito comum os nativos fazerem magia com as mãos. Mas também usar alguns artefatos pra canalizar a magia. Como miçangas, por exemplo.
Ou então poções e elixíres. É isso mesmo que você ouviu. Alguns bruxos do território brasileiro alcançavam certo efeito de uma magia que era feita por um.
. . por uma varinha, com uma poção.
Tipo, um feitiço pra levitar, por exemplo, com uma poção. Era um pouquinho mais demorado? Era um pouquinho mais demorado.
Porque tinha o preparo e tudo. Mas também era um tipo de feitiço. Além disso, algumas outras tribos também utilizavam totens pra canalizar sua magia.
Nos Estados Unidos, a primeira fabricante de varinhas foi a Isolt Sayre. A fundadora da escola de Ilvermorny foi a primeira bruxa a confeccionar uma varinha. Ela fez varinhas pros seus filhos.
Ela fez varinhas pros seus alunos ali, que chegavam pra aprender. Quando Ilvermorny era só uma tendazinha. Embora hoje em dia a varinha seja muito popular, ainda existem bruxos que preferem estudar e aprender como fazer os feitiços sem varinha.
Porque pode ser bastante útil. É bastante claro que um bruxo que realiza esses feitiços sem varinha, é extremamente superior em conhecimento mágico do que qualquer outro. Mas isso não torna os bruxos usuários de varinhas menos dignos.
Só que é um fato que alguns bruxos, sem varinha, eles são equivalentes a um trouxa. Eles não conseguem fazer nada sem a varinha. Não conseguem se defender, não conseguem fazer absolutamente nada.
Por isso, muitos bruxos e bruxas não conseguiam escapar e acabavam morrendo durante a caça às bruxas ao redor do mundo. A confecção de varinhas, assim como o ramo que estuda esse artefato, não é pra qualquer um. Existiram muitos artesãos que não passavam de charlatões.
Que pintavam certos tipos de madeira pra enganar os bruxos que não. . .
Que eram ignorantes quanto à confecção de varinhas, à madeira. E aí, eles se sustentavam através de lendas sobre núcleos, e madeiras, e combinações que seriam extremamente poderosos, e acabavam vendendo. Então, tipo, isso era muito comum!
Em contrapartida, existiram os grandes artesãos que ficaram famosos no mundo inteiro. Com certeza, o mais famoso artesão de varinhas do mundo é Garrick Olivaras. Ele vem de uma família que está nesse ramo há séculos.
Há muitos séculos! Bruxos de todo lugar do mundo preferem, muitas vezes, ir até Londres comprar uma varinha com o Olivaras. Antes do Olivaras se tornar o proprietário, né, do negócio da família, ele observava e estudava o seu pai fazendo a confecção de varinhas.
E o Olivaras é muito famoso por combinar apenas três núcleos mágicos de varinhas. Ele usa apenas três núcleos, com uma variação de 58 tipos de madeiras. E isso é o diferencial do Olivaras.
Porque ele estudou muito pra poder fazer essas combinações. E fazer com que elas sejam perfeitas nas varinhas. Era muito comum os ancestrais dele, assim como o próprio pai dele, fabricar varinhas com vários núcleos mágicos.
Com núcleo que a pessoa chegava e falava: "Ah, eu quero esse núcleo aqui na minha varinha. Porque é uma crina de cavalo do lago, e é extremamente especial pra mim". Ou então, tipo: "Ah, eu quero colocar aqui esse casco de.
. . sei lá, de uma criatura que salvou minha vida certa vez".
Tem até casos de pessoas que usam núcleos mágicos vindo da própria família. No caso da Fleur Delacour, a varinha dela tem o núcleo de cabelo de veela. E é o cabelo da própria avó dela.
Veelas são seres mágicos, né? Que são mulheres muito belas. Que têm a capacidade de se transformar num bicho muito feroz quando é provocado.
Que cospe fogo pela boca, inclusive. E é um tipo de núcleo, pra se usar em varinha, muito temperamental. Então, o Garrick Olivaras estudou aí, durante a vida inteira, enquanto o pai dele fazia lá os negócios.
E quando foi a vez dele de assumir o negócio da família, ele acabou com todas essas coisas aí, e fazia simplesmente com esses três núcleos. E com os 58 tipos de madeira, que pra ele era a combinação perfeita. E realmente, dava resultado, porque suas varinhas são de ótima qualidade.
E o mundo inteiro procura ele pra comprar varinhas. Mas no Beco Diagonal não tem só a loja do Olivaras, não. Também tem uma loja de varinhas chamada Varinhas Maravilhosas de Jimmy Kiddel.
Só que não faz muito sucesso, porque são varinhas de baixa qualidade. E não é um Olivaras da vida, né? Mikew Gregorovitch também foi um famoso artesão de varinhas da Europa.
E ele trabalhava com uma grande quantidade de núcleos mágicos. O Olivaras discordava de vários pontos de estudo do Gregorovitch. O Gregorovitch também.
E tinha até uma certa concorrência aí, entre um e o outro. O Gregorovitch chegou a possuir a varinha das varinhas e tentou replicá-la! E ele, ao invés de ficar na dele, quietinho, ele pensou: "Ah, não.
Eu tenho a varinha das varinhas, e eu tenho uma loja de varinhas. O que eu vou fazer? Eu vou explanar aqui, pra aumentar as vendas, né?
" Ele realmente aumentou as vendas. Mas depois disso, ele acabou sendo roubado pelo Grindelwald. E anos mais tarde, acabou sendo morto pelo Voldemort.
Às vezes a nossa boca grande vale um preço muito alto. A varinha do Vítor Krum foi feita pelo Gregorovitch. Já nos Estados Unidos, existiram quatro grandes artesãos de varinhas.
Os mais famosos! E existia uma diferença enorme em como eles confeccionavam suas varinhas da Europa. Tipo, era muito diferente!
Esses artesãos norte-americanos usavam apenas um núcleo mágico. E apenas uma madeira, um tipo de madeira. A varinha deles era aquilo ali.
Era aquele núcleo com aquela madeira. E comprava quem achava que queria, quem achava melhor. Não tinha esse lance de "a varinha escolhe o bruxo" lá, não.
A "Violetta Beuvais". . .
ou Violetta Beauvais, não sei como que se pronuncia o nome dela. Era uma artesã muito famosa de Louisiana, em Nova Orleans. E as varinhas dela eram muito procuradas.
Ela usava a madeira do pântano. E por muito tempo, o núcleo mágico que ela usava foi um segredo. Mas isso acabou sendo revelado.
E ela usava pelo de rougarou. O rougarou é uma criatura mágica oriunda lá dos Estados Unidos. Que tem a cabeça de um cão e o corpo parecido com o de um humano.
Muitas vezes as pessoas até chamam de lobisomem francês, o rougarou. Mas não chega a ser um lobisomem, não. Ele é uma criatura mesmo.
As varinhas da Violetta Beauvais tinha fama de ter uma certa inclinação pras artes das trevas. Mas isso não impediu muitos bruxos e bruxas famosos e poderosos de usarem uma varinha de Violetta. A própria presidente do MACUSA, Seraphina Picquery, tinha uma varinha feita pela Violetta Beauvais.
Johannes Jonker também foi um famoso artesão de varinhas dos Estados Unidos. E ele era nascido trouxa. O que é muito legal!
E uma coisa mais legal ainda é que o seu pai, que era um trouxa, era um marceneiro. Então, a habilidade que ele tinha com madeira veio aí da infância dele. Que ele ficava assistindo o pai trabalhar.
O Johannes testou vários núcleos mágicos. Ele vendeu varinhas com núcleos mágicos diferentes. Mas ele chegou em um ponto que a combinação perfeita pra ele era o tipo de madeira que ele usava com o pelo de pumaruna.
As varinhas do Johannes eram muito características. Porque elas tinham um detalhezinho em madrepérola. Todas elas tinham esse detalhe em madrepérola.
Thiago Quintana também foi um famoso artesão de varinhas norte-americano. Esse cara, pra mim, ele é máximo respeito. Assim, máximo respeito por ele!
As varinhas dele ganharam fama muito rápido, porque elas eram muito mais longas do que as varinhas comuns. E tinham a fama de produzir feitiços com mais força e mais elegância. O Quintana também era muito famoso por usar apenas um núcleo mágico.
Ele utilizava a coluna dorsal de um peixe mágico nativo do Arkansas, chamado Monstro do Rio Branco. Em certo período, a população ficou preocupada desse tipo de núcleo ser utilizado. Com a extinção do peixe, se ele poderia correr risco de extinção.
Mas o Thiago era o único que sabia como atrair essa criatura. Então, a pesca dele era totalmente controlada. E ele respeitava muito ali, pra que não afetasse a vida do animal, não afetasse o desenvolvimento da espécie.
E ele levou esse segredo com ele até o caixão, ele nunca revelou. Depois que ele morreu, as últimas varinhas que ele fez aí foram vendidas. E esse tipo de varinha parou de ser fabricado.
E outro bruxo artesão de varinha aí dos Estados Unidos era o Shikoba Wolfe. ELe era descendente dos nativos indígenas da tribo Choctaw. E, cara, ele fazia as varinhas incrivelmente esculpidas.
O que era uma grande herança da sua cultura. Já que, né, os nativos indígenas ali, norte-americanos, principalmente os dessa tribo, os Choctaw, eles faziam muitos totens, os totens super bem esculpidos. Então, isso aí foi herdado na confecção de varinhas dele.
E como núcleo mágico, ele usava também apenas um elemento. Que era a pena da cauda de thunderbird, ou pássaro trovão. O que é muito legal é que em Animais Fantásticos e Onde Habitam, em um jornal lá do New York Ghost, o jornal bruxo norte-americano, aparece um anúncio das varinhas do Shikoba.
Um detalhe aí que talvez você tenha deixado passar. Já na França, existe a loja de varinhas Cosme Acajor. É uma loja que foi fundada em 1614.
E as madeiras que eles trabalham é sempre olmo, sabugueiro, videira e madeira de era. E uma grande variedade de núcleos mágicos. Essa loja aparece rapidinho ali no filme Animais Fantásticos e os Crimes de Grindelwald.
Quem teve o olho mais atento aí conseguiu pegar. Um detalhe legal é que as caixinhas dessas varinhas são todas triangulares, em forma de prisma. Elas sempre são laranjas, azuis escuras e roxas.
E por último, mas não menos importante, um dos melhores artesãos de varinhas do mundo é brasileiro. O nome desse cara é Hyago Viana. E pensa num bruxo talentoso!
O cara tem muito conhecimento. E inclusive, foi ele quem produziu esta varinha maravilhosa. Reconhecida pela J.
K. Rowling! Brincadeiras à parte, o Hyago não é um bruxo aí do universo de Harry Potter.
Mas é o dono da loja Hocus Pocus, que produz varinhas exclusivas e personalizadas. Eles nunca repetem uma varinha. Existe um teste que você responde.
E através dessas respostas, ele produz a sua varinha, ele confecciona a sua varina. Elas são lindas. É uma mais linda que a outra!
Mano, olha os detalhes da minha. Olha, ela é muito linda. A minha tem até uma pedra aqui, ó.
Ela é muito bonita! Se eu fosse você, eu correria lá no Instagram deles que tá aqui na minha descrição, né? E faria o seu teste aí, pra.
. . ter a sua varinha própria, né?
Afinal, um bruxo precisa ter a sua varinha. E relaxa, que vocês vão ver lá: "Esgotado". Mas é porque eles abrem toda segunda-feira os pedidos.
E os pedidos esgotam assim, ó, rapidinho. Porque a demanda é muito grande. Tem muito bruxo sem varinha no Brasil, querendo sua varinha.
Então aproveita e vai lá. O serviço é de qualidade. O trabalho lúdico que eles fazem.
. . Se vocês se sentem imersos no mundo de Harry Potter aqui no Caldeirão Furado, que é o que eu amo fazer, produzir os vídeos da forma mais imersível que eu posso.
Falando como se fosse real. Eles também fazem isso. Então, você vai se sentir parte do mundo mágico, e é muito legal!
Hyago, Luana, um beijão pra vocês. Eu amo muito vocês, do fundo do meu coração. Eu espero que vocês fiquei lotados de pedidos de varinha aí, tá bom?
Tá bom. Beijo. Se você gostou desse vídeo, gostou de saber da origem das varinhas, dá o like aqui, mano.
Esse vídeo merece o like só pela J. K. Rowling ter falado que eu sou um bruxo talentoso.
E falado da minha varinha, hein? Se você não é inscrito no Caldeirão, se inscreve, que a gente vai chegar a 900 mil inscritos já, já! Então sua ajuda é muito importante, beleza?
O código secreto desse vídeo é: #CadêMinhaVarinha? A gente se vê num próximo episódio do Caldeirão Furado. E até lá, malfeito feito!
O bruxo talentoso vai embora. Vou até aparatando, né? Porque bruxo talentoso é isso aí.
Tchau!