E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] e [Música] eu te iluminar E aí E aí [Música] em São Paulo E aí [Música] a [Música] pessoa [Música] não é [Música] [Música] o [Música] iniciais e [Música] [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí o vinho não é E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] ah ah ah E aí E aí E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí [Música] E
aí E aí E aí [Música] [Música] E aí E aí [Aplausos] [Música] E aí [Música] E aí [Música] [Música] E aí [Música] [Música] E aí E aí E aí E aí E aí [Música] Oi boa noite pessoal seja pedir Só Mais Uma Lágrima hoje nós vamos falar isso você meu amor e E como está a sair as coisas interativa Pensei em fazer aquilo esquema isso bem fazer a importância da relação Terapêutica Então seja feliz com sua chegada lembrança todas as quadras vamos lembrar superior-geral [Música] da próxima larga não sejam bem-vindos para você ver nem todos
conseguem ouvir ver bem vindo todos os três gente não consegue ouvir tudo certo Bom então vamos lá da início gente Quem iniciou aí essa teoria né do apego quem foi que desenvolveu primeiramente né quem é o pai da teoria do apego se chama Bob nome é da linha psicanalítica você fala você só fala de terapia do esquema e agora traz uma outra abordagem então deixando bem claro né uma coisa bem clara para vocês e bem tranquila também para servir para se observar o primeiro. Gente a gente tem que ficar atento ao seguinte a terapia do
esquema é uma Abordagem integrativa o que eu quero dizer com isso a terapia do esquema gente ela vem ali de uma junção de concepções e de conceitos de outras abordagens EA psicanálise a uma das abordagens que onde pegou ali alguns recordes alguns conhecimentos e adaptou ali na aplicação da Terapia do esquema ok o carro Obrigada Marcos pelo pelo retorno obrigado Valdir ok a gente está ajustando aqui para ficar melhor ainda Para vocês ok E aí o que que acontece sobre essa teoria do apego né primeiro a gente tem ali no senso comum no geral o
senso de que a palavra pego vem com que é muito negativo né então a gente ouve muito assim desapega desapega vamos lá a teoria do Desapego né mas uma Pego quando a gente fala que psicologicamente a gente tá falando da necessidade de proximidade onde essa proximidade esse meu contato com outro me traz segurança e é claro que Bobbi teve ali uma ênfase Maior nas questão da infância principalmente na primeira infância assim também como a terapia do esquema E aí a gente falando ali né do Zei diz né os esquemas iniciais desadaptativos pessoal a gente vê
o seguinte que tem a correlação não sei se vocês lembram mas nas largas anteriores eu cheguei a falar para vocês né o quanto que a não não atendimento à não atenção às necessidades iniciais básicas da criança desencadeiam ali e diz que são os Esquemas iniciais desadaptativos que fazem com que o sujeito tem ali alguns prejuízos no seu meio social nas suas relações interpessoais ok uma outra forma também da gente observar e entender de uma forma bem interessante é ver que a terapia do do apego ela não vem separado terá pelo esquema o yang ele pegou
a terapia do apego né Ele lembra terapia do apego e ele viu faz sentido né o que eu fui ver constatei na minhas pesquisas só que vai mudando os Nossos né mas estão ali entrelaçadas Ok e é uma das bases fundamentais a terapia do esquema Olá boa noite já estou de vocês que todos vocês estão chegando boa noite as dúvidas que forem surgindo vão andando por aqui e a medida do possível vou respondendo todos vocês ok para quem tá chegando hoje a gente está falando da Terapia do teoria do apego e da relação terapêutica e
da importância dessa relação terapêutica e aí o que que Aconteceu Bob foi desenvolvendo toda essa teoria ele foi vendo que os bebês eles tinham uma necessidade inata de processo de proximidade com a sua mãe até mesmo por uma questão de sobrevivência né A questão O que é uma criança Quando Nasce Ela depende 100% ali no cuidador EA mãe é Olhe o principal ali o principal sujeito presente nesse momento a mãe ou alguém que represente essa função materna um outro aspecto é que ele foi vendo que Essa criança é uma proximidade tanto comportamental e psicológica porque
muitas as vezes as pessoas confundem e do apego comportamental que é adotada por melhorista com a terapia do apego teoria do apego de bowlby E aí o que que acontece ele foi vendo que essa proximidade essa necessidade aproxima próxima proximidade de estar junto todo com pai ou com essa mãe ou com esse sujeito ali que dá esses cuidados primários Alimentação higiene Amparo né que sacia esse bebê faz com que desenvolva ali a forma de personalidade do sujeito e clico é como se essas primeiras relações essas primeiras representações afetiva desenvolvidas aí com as relações que essa
criança tem com seus familiares essa família núcleo fosse a letra z Digamos que padrões comportamentais e psicológicos e emocionais futuros EA irmã está frente depois que bug foi liberando toda essa teoria e até hoje Gente é fruto de muitas inúmeras pesquisas o que que é mais interessante nisso que a gente vê né que a teoria do apego nasceu ali já tem tempo né nenhuma 179 ali foi criada e até hoje ela continua com enfoque muito interessante e pescoço pesquisas realizadas no mundo inteiro a respeito dessa teoria constatando a influência né que tem a respeito do
desenvolvimento do sujeito EA relação que tem como desenvolvimento da personalidade desse sujeito e aí é Legal né porque depois de tantas décadas ainda assim Continue em evidência e sendo utilizada como por exemplo como base ali né fundamentação da Terapia do esquema que é uma abordagem bem nova se comparada com as outras Ok no outro posto também bem interessante que a gente tem que ver at não foi uma uma teoria criada simplesmente escrita ela foi e Experimental mente comprovada trazida ele com dados Consistentes E aí mim l978 1980 uma teórica chamada Mary ela fez uma pesquisa
com crianças e aí o que que ela que que ela constatou nessa pesquisa ela publicou um artigo com os resultados né que até hoje esse artigo é bastante pesquisado e o que que ela constatou com esse artigo pessoal com essa pesquisa né que crianças ela colocou as crianças ali no certo ambiente e as mães e eu embora e aí ela percebia Qual é o padrão de Reação daquela criança e o padrão que essa mãe não tinha um com esses filhos e aí ela conseguiu categorizar três estilos de apego o primeiro apego seguro um segundo apego
inseguro evitativo o seu apego inseguro resistente ou ambivalente E aí Esses foram os três primeiros tipos de a pele E aí você já fala de cada um deles para vocês terem noção do que ocorre ali no psicológico do sujeito como que esse apego seguro né O quê que foi observado Nesse apego seguro era criança que mantinha uma relação obviamente segura com essa mãe principalmente alguém que representasse essa mãe ok onde fosse atendida né onde a criança saía esses pais saíram mas era explicada para ele era explicado para ela porque que estava saindo né acalmar você
essa criança então ela se sentisse atendida em suas necessidades e mais né O que mais foi observado nesse padrão de apego seguro que devido ela demonstrar suas Necessidades seja chorando né o reclamando como agitação e será tem e ela via psicologicamente o que trazia para ela um padrão minhas necessidades o que eu preciso minhas emoções tem importância isso trazia também por ela ser correspondido uma segurança ela tinha ali uma segurança coisa aqui segundo os teóricos prevalece ao longo da vida e do padrão de personalidade do sujeito Ok ut-100 o tipo de apego ao apego inseguro
Pessoal que tá chegando boa noite sejam todos bem-vindos tá reforçando qualquer dúvida vocês podem escrever aqui que a medida do possível vou responder tá bom o segundo tipo de apego né os dois outros tipos de apego que nessa pesquisa foi constatar é o seguinte Apegos inseguros o primeiro era o apego inseguro evitativo isso ocorre quando os pais têm um padrão de ausência de ausência né e tu mudar a devida importância às Necessidades da criança que sai ali não avisa sabe aquela coisa a deixa ele ali e eu vou sair escondido né E aí depois a
criança tem aquele Impacto gente a criança quanto Menorzinha menor a noção de temporada de tempo para ela né de noção de tempo então aquele abandono que às vezes a gente dez minutos que você vai no mercado e não foi explicado não que foi conversado É pode ser o tempo para desencadear o nível de insegurança e Se isso for repetido gerasse um padrão De insegurança de sensação de abandono que inclusive levam-nos lembra aí um dos domínios a terapia do esquema E aí o que quase comportamentos que a gente pode esperar desse apego inseguro evitativo gente primeiro
essa criança vai tentar evitar a mãe não pede socorro vai suprimir as emoções o disfarce Sabe aquela criança que dá que cai ali e Disfarça aqui não tá doendo né Ela finge que não sofre Ela reprime ali aquelas aflições porque ela não sabe quando vai Poder contar com esses pais que sempre estão ausentes e que nunca fornecem a lei a devida atenção um outro ponto também que é interessante a gente vê e tem um terceiro tipo de apego ao apego inseguro resistente o wap Valente como que é o padrão familiar geralmente dessa criança que apresenta
esse tipo ali de apego dessa criança porque a gente tá falando início da formação né mas a gente vai reproduzir reproduzir indo esse padrão Esse tipo é a figura assim de apego tem uma dificuldade de regular emocionalmente a criança hora a mãe o pai apresenta uma assistência estão ali super amorosos outras são ao zens tem uma a sustentabilidade no padrão de acolher a necessidade dessa criança né então apresenta ali uma uma coisa assim caramba né Eu não tenho não tenho uma previsibilidade do que vai acontecer isso gera ali na criança uma insegurança Umas insegurança E
aí o que que a gente vê Quais são os padrões essa criança o crianças que choram muito com a separação sabe se vai deixar na escola né claro que a frequência né gente não é toda vez que a criança vai ser deixado ela chora que significa que ela tem esse padrão esse tipo de apego né a gente vai avaliando de acordo com o contexto da criança mas ela chora muito né Faz birra Quando a mãe não volta né ama e ao mesmo tempo odeia essa mãe né ela só um pouco Desse reguladas né você vê
que tem um padrão mas desse regulado tanto comportamental quanto emocional e são ansiosa Oi e a sociedade é interessante a gente ver porque essa criança sofre constantemente angústia da separação que foi conversado aqui não foi explicado que não foi a corrida né que não foi ali observada naquele momento Então ela nunca sabe quando vai se acolhido quando vai levar um grito por exemplo e esse padrão vai-se estendendo aí ao longo da Vida desse sujeito e aí depois ali gente em 1986 tivemos uma outra pesquisa né onde os sujeitos que fizeram essa pesquisa constataram um outro
tipo de apego que é o apego inseguro desorganizado o que que é isso são várias informações que essa criança vai recebendo né ela vai recebendo vários tipos de informação e ela não sabe lidar isso gera uma instabilidade conforme a gente vai falando né então Resumidamente a gente tem aí 4 é de apego nos livros iniciais a terapia do esquema vocês vão encontrar bibliograficamente falando três tipos de apego né três tipos de alguém Cadê o terceiro quarto né que eles acham primeiro e o terceiro muito parecido com esse quarto que surgiu ou então eles vão tá
explicando ali né o porquê que eles não inseriram mas tentando separar mas parece muito o padrão ali de resposta comportamental ok boa noite gente todo Mundo tá chegando Seja bem vindo até aqui tá dando para pegar então a gente falou sobre os quatro tipos de apego na teoria de bobi e percebo esse tipo de apego né que vai ser no desenvolvido está interligado com as necessidades tanto efetivas quanto afetivas básicas desse sujeitos E aí você fala Wesley Sara que que interessante né porque porque a terapia do esquema a gente também fala sobre e necessidades iniciais
básicas do sujeito e não é por Acaso yong aí teve como inspiração como base também dá o seu desenvolvimento teórico uob Beleza então ele tá conversando né ele pegou ele ele bebeu nessa água água e utilizou na construção dessa teoria e aí o que que a gente mais vê assim também relacionada essa teoria do apego de novo né eu apego não no sentido pejorativo que a gente ouve por aí mas o que que Bobbi também a terapia do esquema também trás e outras teorias aí relacionadas a personalidade trás e Afirma-se naturalmente nós estamos voltados para
relação a isso é o que nos traz saúde mental essa necessidade me conectar com outro né para o sentir claro que a medida que a gente vai crescendo a gente vai desenvolvendo as nossas necessidades básicas eu vou deixando ele de serem atendidas pelo outro e a gente começa a atender essas necessidades daí o quê que acontece gente essas necessidades Básicas elas precisam também ter um espaço porque o acesso a Ele o excesso de atendimento essa criança também o priva e tira-lhe o que a gente denomina de autonomia um outro aspecto também muito interessante é que
quando a criança os pais é interessante que eles observam né que às vezes o pai ele não muda o padrão a criança vai desenvolver e não começa a andar falar e no banheiro sozinha e o pai e os pais continuam com o mesmo Padrão de cuidado e isso pode sufocar né aquelas possibilidades que o sujeito tem de segurar de errado e caí de levantar de elaborar estratégias para lidar com as dificuldades então interessante e também os pais vão deixando ali já atender algumas coisas que já não são tão necessárias faz sentido com isso o que
acontece essa explicação a fala vai ficando ali mais Evidente mais necessária o explicar essa coisa que a gente vê muito né do dure eu vou Trabalhar ou então vamos deixar a criança numa escola ou então eu vou dar uma saída eu tenho que ir no salão ou algo do tipo quando não é conversado quando é feito de forma muito abrupta isso pode instalar ali problemas que vão serviços de forma ali mais Evidente para adolescência e vida adulta uma outra coisa é que as separações segundo Bob é o pode ocasionar traumas e imensamente significativos e Danos
irreparáveis E aí o que que a terapia do esquema trás ali Como uma diferença básica na minha opinião e são a teoria do apego de bowlby quis seguinte gente o Palio yong essa questão da do apego né esse trauma essa forma de vivência que o sujeito tem é reparável e é uma das formas de reparar essa forma de se relacionar com o mundo e com outro é através do vínculo terapêutico para bobo não aquilo ali é irreparável e assim que Permanece é assim que vai ficar Ok um outro padrão padrão também que a gente vê
ali muito interessante a equipe os Apegos inseguros os tipos de Apegos inseguros apresentam-se o que nas pesquisas são mais preditores as pessoas que tem ali um tipo de apego inseguro são grandes preditores de doenças físicas e transtornos psiquiátricos E aí o que que acontece a gente linka também essa teoria do apego como sintomas ansiosas com transtornos de Ansiedade e e com relacionado isso gente pensa só uma criança que tá ali constantemente não sabendo que vai acontecer se aquele pai vai acolher se aquele pai vai atender se aquela mãe ali vai corresponder se vai gritar ou
se vai dar uma se tem uma relação mais estável isso gera o tal do stress né acarretando também um padrão ansioso então sujeito ele já cresce com esse padrão que tende a se repetir ali o resto da vida no resto da vida dele ok Então às vezes são minúcias Jussara então o que que a gente vai fazer Jussara O que que a gente como que a gente pode mudar essa realidade primeiro não tem um manual né de como ser ótimos pais né olha faça aí se vai dar certo né os seus filhos não terão nenhum
problema não tem um manual mas a atenção o atendimento afetivo e cont as necessidades dessa criança é um básico quando eu falo afetivo é amável também com amabilidade urina E continuo não Adianta assim a finais de semana estou totalmente atenta e dias de semana eu tenho um dia a gente pula isso aí dá uma diz continuidade isso gera uma instabilidade acarretando danos emocionais comportamentais e cognitivos quem outra coisa também que a gente vê né o sujeito como uma forma de defesa que ele tem é de suspendeu Safety não entrar em contato com essa emoção e
fingir que nada está acontecendo até porque o meio Ali atendeu bem se ele chora a mãe briga né se ele demonstra ele que não tá não tá satisfeito ele ele brigou então ele é ignorado também para aquela mãe então eles se é desse afeto como se nada tivesse acontecido e faz com que esses pais ali não sintam não Perceba o quanto que ele está sofrendo às vezes não dá não tenho filho em para pegar esse comportamento da criança né mas por dentro ali tem algumas emoções que a criança não vai entrar em contato Claro Que
isso não é consciente né a criança não tem essa percepção tão elaborada descidas dos mecanismos que estão ocorrendo comer um outro problema também Gente uma outra questão envolvida aí é que a gente vê que e nos dois primeiros anos ali né do primeiro mês ali né os 18 meses um pouco mais a gente ver que tem forte influência e tá ligado com os esquemas iniciais desadaptativos que são acionados de forma mais forte no Sujeito Sabe aqueles roupa diz que o sujeito apresenta aquelas coisas encontram Lagos que que as pesquisas apontam geralmente tiveram raiz ali nos
primeiros meses de idade o impacto mais forte ali está nos primeiros anos ali meses de idade da criança Ok alguma pergunta até aqui gente se estão dando boa noite Que bom que vocês estão chegando tô feliz aí para a presença de vocês mas eu também gostaria de saber aí como que está Nextel alguma pergunta Alguma contribuição também será bem-vinda tá E aí o que que acontece né a gente vê aí é claro que os textos mais antigos tanto de boa quanto de outros teóricos a gente vai ver sempre uma representação muito forte da mãe hoje
o cérebro que os mais atuais eles trocam ali né eles não coloca eles colocam entre parênteses mãe né/ou parentes e cuidados primários alguém que a responsável por esses cuidados primários né estão ali de forma Mais assertivo até porque a gente sabe que estruturalmente a família mudou muito então tem outras pessoas que podem assumir ali aquela função Ok E aí gente a gente vê aqui novamente lembrando vocês alguém não estavam presente que não estava presente nas outras lá ele sobre o que que são os esquemas iniciais desadaptativos né não sei se vocês lembram mas na terapia
do esquema que é o foco do trabalho aí os esquemas emocionais eles adaptativos é um padrão Comportamental e emocional são padrões né perdão comportamental e emocional é Ecológico cognitivo ali né que são desenvolvidos né e acarreta um certo prejuízo na sua forma de relacionamento interpessoal na sua forma de lidar com as circunstâncias da vida cê situações em gerais como que isso surge desses padrões essas necessidades básicas que não foram atendidas que está conectado aí com tudo que essa teoria do apego trás ok que vai Fazer desencadear alguns padrões comportamentais que estão relacionados com esses novamente
esquemas iniciais desadaptativos e aí o que que acontece né eles são formados de sensações emoções e memórias só que quanto mais novinhos quanto mais primitivas mais os anos iniciais mais difíceis de verbalizar esse conteúdo por isso que não atendimento ali né da Terapia do esquema a gente trabalha Muito com conteúdo ele e do sujeito que vai servir ali também como uma forma de comunicação né digamos assim a nós que estamos atendendo sujeito compreender ali o que tá acontecendo com aquele paciente que está buscando ali alguma melhora alguma satisfação qualidade de vida a gente também vê
que gente é essa relação que a criança vai desenvolver com essa Mãe eu conheci sujeito que ocupa essa esse papel primordial Inicial que sacia o que se espera que está Ciências necessidades desse sujeito a forma com que esse sujeito ali se relacionam com a sua mãe a forma com que ele se ver ali atendido diante né das circunstâncias como essa mãe lida com ele vai refletir na forma com que esse sujeito vai lidar com o Mundo Interessante né porque não é nada que a gente tem insegurança o que a gente sente menor ou melhor mais
é mais inseguro o mundo das relações não é simplesmente do nada é porque ontem eu Levei um toco não isso ali tem uma explicação lá na primeira relação interpessoal que você teve né A primeira geralmente são as primeiras ele claro que essa formação de tipos de apego ou esquemas vai ali da infância até mais ou menos é adolescência mas novamente falando as mais impactantes são dos primeiros anos de idade do sujeito Ok então o que que eu quero dizer com isso esse sujeito teve uma mãe né essa família Não criar nuclear que atendeu Que Deus
segurança que mostrou que as necessidades dele são importantes né que foi dando ali suporte para ele andar para ele é saciar essas curiosidades com as coisas que teve explicação que foi respondido que teve apoio provavelmente será um sujeito mais seguro o disposto a tentar e arriscar diante das circunstâncias da vida diferente do sujeito que sofreu constantemente a sensação de abandono de descuido de privação emocional onde o Que ele pedia onde as necessidades deles não foram atendidos e ele pode interpretar que aquilo ali não é importante ele pode crescer ali com o sentimento de menor valia
de segurança que as relações são ruins que não podem esperar muito do outro entende então começa as relações primárias iniciais influenciam ali na relação do sujeito em suas futuras relações interpessoais na relação como Mundo entre um todo porque isso liga também com fator chamado de Representação cognitiva ou seja forma com que eu me vejo a forma com que eu vejo outra forma com que eu vejo o mundo não nasceu hoje no aqui agora uma seu agora né É herança ali de um histórico também do PA o ok galera qualquer outra dúvida vai mandando aí viu
estou à disposição E aí uma outra questão que a interessante a gente vê né Essas mães que a gente pode denominar aí cuidadoras das necessidades desses Filhos né além de efetivamente consistentemente a gente vê que a criança Ela tem um respaldo ela vai parar então sim Jussara ela vai sempre precisar de uma mãe ou alguém que represente essa mãe né constantemente para ela se sentir segura tá aí gente não como eu falei tem necessidades que vão mudando né tem necessidade que elas vão sendo saciados ali naquela idade é mais necessário que aquilo ali seja atendido
e depois não vai ser no tão Necessário Claro não constantemente nós queremos né ser ali aprovados II afirmados elogiados é bom é agradável né isso é útil em E no entanto tem uma questão envolvendo isso aí né é o excesso disso pode ser algo totalmente insatisfatório e prejudicial é isso jeito que eu tô querendo dizer com isso assim como a criança no início precisa ali da mãe para dar comida ou para andar essa questão né de atender constantemente as necessidades da Criança também vai se distanciando no sentido de necessidade do básico para o efetivo Ok
percebe então inicialmente esse atendimento é essencial é fantástico e o que que bobo trás né que essas crianças que não são atendidos né que são tratadas friamente Elas têm maior possibilidades encajar por exemplo transtorno de personalidade antissocial devido a frieza não ter ali uma questão a concepção de ter empatia com o outro já que elas não tiveram na infância e o Outro novo outra pesquisa também envolvida terapia do esquema borderline né botar lá na ele tem necessidade se fundir com o outro tem medo do abandono constante né faz de tudo ali para não se sentir
ali abandonado a separação é como se partisse ele no meio até porque a personalidade dele é a identidade dele é confundida com outro né tem o emaranhamento isso não surgiu do nada né os teóricos Explicam isso aí a partir dessas relações iniciais do sujeito um outro ponto também muito interessante gente envolvendo aí é aqui esse afeto e afeta o instável gente traz o que também para o sujeito a sensação de que de que nada que ele faz né de que nada que ele tá lhe fornecendo tem uma importância né aquilo o aprender andar o falar
o escrever o desenhar nada é nada é visto nada é reforsado então esse sujeito pode ter uma tendência a só reproduzir e Imitar puramente o que o outro está fazendo não é isso na vida adulta porque a criança faz isso naturalmente na infância né o de metal de reproduzir isso é um preparo ali né para os anos ali posteriores e aí o que que acontece né Gente eu amo também né até a hora que da Terapia do esquema ele vai trazer ele também considera esse impacto na infância fundamental né para o desenvolvimento da personalidade para
ser transtornos principalmente os Transtornos de personalidade e ele vai trazer essa teoria do apego como construto bem sólido ele tratamento clicar nesse desenvolvimento né teórico e de aplicação nos no consultório na clínica como geral Oi e aí o que que ele pegou também ladybug essa representação cognitiva Porque a gente já trabalha né com essas questões lá da TCC distorções cognitivas a forma com que eu me vejo a forma com que eu vejo o mundo a forma com que eu Vejo futuro implica em sintomas por exemplo depressivos ou ansiosos estão correlacionados certo e mais né a
gente vê aqui é essa influência ela pode ser reparada e o como que a gente repara e essas representações cognitivas que vão representar e dizer muito da qualidade das relações interpessoais e sujeitos da relação que sujeito tem que o mundo através de um terninho que a gente chama de reparentalização limitada ou reparação Parietal limitada porque esses temos vai depender da tradução de co-editores Oi vocês estão Lemos Quem é o autor do artigo que a tradução dos vai mudar alguns seus mais tá querendo dizer a mesma coisa hoje eu vou tratar mais com reparentalização limitada né
E que é uma das técnicas principais utilizadas ali na terapia do esquema Mas antes a gente vai trocar voltando aqui representações cognitivas essas representações cognitivas novamente ela Vai me levar né a traseiro qualificar o desqualificar as minhas relações interpessoais né E aí vai vai ditar também como eu vou me relacionar com os outros né como eu e inseguro né em Alerta eu posso contar com essa pessoa não que enfim as determinadas as inúmeras formas de representações cognitivas que tanto eu quanto você temos aí ela é influenciada pelas primeiras relações que eu tive as as vivências
e as primeiras figuras de Apego Ok E aí o que que vem né Jussara mas aí as vezes a gente vê que tem que desenvolver uma representação cognitiva mais alta água mais leve menos ansiosa né que onde eu me vejo a melhor mais segura e aí psicologicamente falando no setting terapêutico quem vai fazer isso né quem vai tentar suprir essas necessidades de forma limitada que esse sujeito não teve desde a infância e ele está repetindo esse padrão o terapeuta por isso que o nosso tema de hoje além Da ter a teoria do apego também tem
a ver com o relacionamento terapêutico aí né Como que essa relação terapêutica está envolvida com esse processo no apego porque às vezes no sétimo terapêutica vai ser a primeira chance que esse sujeito tende a sentir as suas o sons os seus conflitos validadas validadas não quer dizer se tá certo ou errado mas acolhidos com empatia com acolhimento um ambiente seguro então Jussara de cara já vou acolhesse Paciente a gente já vai tratar ele já vai apresentar melhoras não diferente da TCC que tem de ser um pouco mais rápido a terapia do esquema é um pouco
mais longa justamente porque se trabalha com transtorno de personalidade que é um pouco mais trabalhoso ali e com pacientes refratários né que tem conteúdos ali voltados para o passado de forma bem mais sobrecarregado e até cena da daí que a terapia do esquema surgiu né novamente é possível essa informação Que eu falei lá as primeiras lápis o outro ponto também bem interessante que a gente vê é que essa reparação nessa reparentalização limitada por que que eu falo limitada você não vai virar O pai desse sujeito né gente não é isso mas a gente vai ocupar
um lugar ali onde essa relação ou a forma com que ele se relaciona com outro pode ser re-significados como assim Jussara como que isso pode acontecer né isso é sério é sério Sujeito vai ser que chegar no setting terapêutico desconfiado tá E vai chegar aqui essa pessoa né que eu nunca vi na vida já tá perguntando da minha vida por isso que o filho e o conteúdo teórico que tem que estar bem afiado sentir esse paciente o comportamento eu atendo online as expressões faciais a tonalidade da voz a mudança dessa tonalidade da voz né as
expressões faciais tudo isso vai me dar dados sobre esse sujeito e com isso Houve observar as alterações né ter cuidado por exemplo né Tem pacientes que têm um sentimento um padrão de abandono um forte e aí você atrasa a sessão ou desmarca a sessão né ou então assim o contato visual é extremamente limitado né tem psicólogo que às vezes fica assim no relógio eu fico olhando para a parede sujeito que é sentir acolhido essa falar de sai Vocês são coisas básicas né pelo amor mas acontece né às vezes na correria sei lá você tem um
acidente e Aí não esquece de dar o devido acolhimento avisando esse paciente Cristal mente os pacientes que estão há pouco tempo informando nós não que você vai ter que falar toda a sua vida pessoal mas dá um feedback ali um retorno uma informação minimamente precisa né um pedido de desculpa com respeito é respeito e responsabilidade com o trabalho né Para que sujeito não ali ative aquele esquema ali de abandono de vulnerabilidade Ok Nossa Jussara mas Você tá exagerando gente eu estou às vezes sujeito vai com a terapia com uma enorme expectativa e ali um comportamento
que você não observou pode ser para ele algo grandioso Ok para você passa ser para muitos ele dos seus pacientes um grande referencial então assim você espirrou já tem um significado que vai para além daquilo ali que você consegue pegar naquele momento por isso que a relação terapêutica é muito importante ter ética Uma postura ética saber as nossas limitações diante da nossa atuação ter transparência é humano para humano mas você numa posição de profissional não é cuidado né para me bancar aquele papel do psicólogo sério né todo polido né Não sei se isso vai dar
também um espaço de troca interessante preço jeito né é seu você dentro da sua autencidade e Engraçado que falam disso eu lembro muito de cal Rogers né não sei se vocês já tiveram contato um aspecto aí da Empatia qual Rogers da o show então por exemplo tem um livro tornar as pessoas né Eu acho que contribui muito para nossa formação no sentido de relação terapêutica né interessante a gente observar e isso tem alguns teóricos muito bacana que a gente pode ver assim que pode contribuir bastante para esse fila em né para o desenvolvimento desse filho
ainda relação e da qualidade né dessa relação terapêutica sempre lembrando né porque às vezes Quando a gente fala de reparentalização né a gente esquece do termo limitado então assim não vou ficar toda hora ligando para o meu paciente toda hora mandando mensagem né mandando figurinha né Toda essa troca essa intimidade não é bem-vinda né até porque a gente quebra o vínculo terapêutico né a gente não está ali para você amiguinha ou coleguinha né do paciente está ali para ser profissional mas tem um contato ano com esse sujeito O que pode ser o que ele que
ele é ele vai falar das questões dele isso vai ser validado isso vai ser reconhecido Isso vai ser a polia isso é importante Poxa Às vezes o sujeito vai falar assim a primeira vez que o que eu falei pareceu fazer sentido porque os outros uma fora não viu não olhavam e não é passar a mão na cabeça né não é assim puxar o saco né falando de uma forma bem pejorativa aqui né bicho não é isso mas assistir de a Qualy porque se ele tá trazendo aquilo Tem um valor para ele e aí é através
desse momento ele sente validado que conhecido é que a gente vai fazer valer e ele vai ver eu posso sentir todas as aquelas vezes em que o que ele sentia não foi validado o cala a boca para de chorar que menino birrento que menina que só chora que menina que só resmunga que menina que ele triste pelos cantos que menina está com você todas aquelas vezes onde o a saúde emocional não foi validado ali através de uma intervenção Passa a ser validado e o sujeito pode aprender através de uma interrupção gente eu posso sentir e
isso é extremamente importante o que o que que a gente tem visto Ultimamente eu não posso sentir Qual é o status de estar sorrindo né status do Instagram tô feliz tô feliz tô contente vida perfeita e aí Para onde vai a minha angústia a minha tristeza a minha insatisfação para onde vais onde vai ficando acumulado toda minha ânsia né Toda Minha insatisfação Toda minha tristeza para longe vai vai sendo ali jogada para o canto né vai virando uma bola de neve não sei o que vai virando mas então é interessante a gente vai lidar também
essas inseguranças que o sujeito tem mas eu não vou estar reforçando Jussara né quando a gente válida validar é a colher é o Bia e é fazer investigar e fazer com que ele traga mais sobre aquilo ali Lembrando que a gente também faz hoje técnicas da TCC tradicional né questionamento pré-socrático né lembrando também como a gente trabalha com mais conteúdos voltados para o passado a gente fica um tempo mais voltado ali para o passado às vezes não vai vir conteúdos que sejam possíveis de serem transformados em linguagem no primeiro momento Então a gente vai trabalhar
com aquele conteúdo emocional né aquele conteúdo emocional que está ali presente né aquela carga emocional que vai estar ali presente do Paciente aí eu tô tendo dificuldade com isso Jussara e nossa para me dar disso é tão bobo né ele já vão se justificando com as dificuldades que eles apresentam né com as dificuldades que ele ia ter porque eles têm ali de modo geral e aí a gente vai falou mas que que isso é tão né isso real porque que você é tão difícil de lidar né porque porque que você não aceita isso Oi gente
vai fazer com que o sujeito ao invés de retrair suas emoções a sua Crítica Geralmente as pessoas carregam muito crítica apontar dedos sobre esse mesmo a gente vai fazer com que o sujeito lide consigo com as suas dificuldades e mazelas com mais amorosidade né com mais amorosidade com mais acolhimento de forma geral né porque se eu não acolho isso como é que eu vou trabalhar isso né Eu tenho uma mesa desorganizada ali se eu tiver distante como é que eu vou trabalhar com aquelas Questões não se trabalha eu tenho que me aproximar então criticar a
contagem dedos contra mim mesmo contra a minha satisfação não vai levar a lugar algum eu só posso aumentar ali um padrão de rigidez e de insatisfação com a minha própria pessoa e vergonha diante ali as minhas relações interpessoais Ok então gente mais uma vez a gente já comi o que mais o resultado pressa relação terapêutica gente o respeito o olhar né a continuidade do processo vocês lembram Que eu falei lá no passado desses pais da do atendimento afetivo e continua em relação a esses pais na relação terapêutica a gente também faz um trabalho não necessariamente
afetivo mais efetivo e continuar gente sempre tá com esse paciente na busca por melhora dele a hoje eu gostei desse paciente eu já vou dar uma melhor amanhã não não é com Shino não é um investimento ali continuar em relação a necessidade de se paciente a reparei reparentalização Limitada ficou Ok deu para pegar a gente e aí o que que acontece que ontem também traz que essa reparentalização limitada ela é uma forma de desativar os esquemas iniciais o desadaptativos aí você vai falar caramba né uma básica não que novamente a relação terapêutica consistente de confiança
de segurança não é uma coisa que a gente faz uma sessão para outra claro que inicia desde o primeiro da primeira sessão mas é uma Construção ao longo do processo onde a forma com que o sujeito se sente visto ali naquela sessão vai mudar também pode fazer com que mude padrões de representações cognitivas que ele tem dele mesmo e mais aquelas relação terapêutica que ele está desenvolvendo ele pode também desenvolver com outras pessoas porque ele sentiu aqui eu posso falar de mim aqui eu posso ser eu mesmo e o mundo não caiu o mundo não
se acabou e ela continua me atender ela continua Me respeitando isso pode se refletir lá e quando ele sai do Set terapêutico claro que com estilo com atividades também né com todo uma manobra que a gente faz com os estratégias aí com as estratégias que também são desenvolvidas aí ao longo do processo terapêutico ok pessoal como é que tá aí tá chegando a informação tá dando para pegar tá dando para observar como que tá aí alguma pergunta hoje vocês não estão nem um pouco curiosos eu tô até estranhando tá Tudo certo espero que seja tá
E aí outra coisa que a gente vê como eu já falei né o sujeito que tem dificuldade que tem ali o relacionamento interpessoal um tanto dificultoso com muitas inseguranças com o padrão evitativo Ou um padrão ali de emaranhamento isso aí vai dizer também a respeito da Adesão desse o cliente a terapia a proposta ao contrato terapêutico E mais uma vez a terapia do esquema também como Diferencial serve também para aqueles pacientes que não fazem o dever de casa mas você tenta de tudo você trás de um tudo um pouco reforça mas o paciente não faz
a terapia o dever de casa que é muito utilizada na TCC E aí a gente vai vendo tem uma condição maior de virar um paciente refratário E aí a gente vai partir para terapia do esquema né a gente vai trabalhar ver também essa dificuldade então pessoa equitativa Às vezes ela não Vai deixar a terapia porque o seu trabalho não foi bom porque não foi consistente ela não está sabendo lidar com aqueles conteúdos ou então aquele contato ali que é a um estranhamento de afeto é algo estranho para ela porque ela nunca se sentiu acolhida pode
criar um desconforto né um um padrão assim regular a Esse é um ficar sem jeito de lidar com aquele afeto fazendo com que ele saia da terapia por isso que a gente não usa até a terapia do esquema perdão Não é uma abordagem meramente técnica mais objetivo com a TCC mas também é uma abordagem voltada para o conteúdo emocional nela voltada ali para história porque o sujeito tem a se apresentar né então assim o paciente assim como a criança lá para trás que precisou de necessidades das suas necessidades a serem atendidas que precisou ali ser
ouvida amparada de respeito e etc o paciente no sétimo terapêutico também tem as necessidades Dele é a ser atendida de respeito da atualidade eu cuidado né é um olhar né uma validação naquele momento ah ah então meu paciente uma criança não mas aquele paciente traz marcas de uma infância e isso é extremamente importante que a gente não esqueça eu sei que muitos de vocês aí que só ouviram falar sobre a tal da TCC tradicional que eu também amo Acho super válido às vezes pode estar estranhando né Que louco né até CC a terapia do Esquema
que uma terapia cognitiva tá falando tanto do passado ainda colocando Bob Pois é né através LG outros pacientes a gente foi observando o seguinte né Young a gente aí ontem foi do observando o seguinte que tinha like se voltar mais para o passado para aqueles pacientes que não estavam respondendo ao tratamento da terapia cognitivo-comportamental e aí eu trouxe também alguns exemplos de Pesquisas né que a gente vê que são Extremamente importantes né Tem uma publicação de dois mil e é de uma pesquisa de um estudo longitudinal de 15 anos onde utilizou-se várias crianças de 6
anos separaram elas nos quatro tipos de apego né que a gente se torna início da Live E aí o que constatou-se depois de 15 anos foram observando viram ali aquele o tipo de apego picada criança tinha e depois de 15 anos foi ver o histórico desse Sujeito como que tava o padrão comportamental de vida Interpessoal e etc e o que constatou que aqueles sujeitos que tinha um padrão um tipo de apego inseguros eram aqueles sujeitos através do questionário né a gente tem um questionário a terá pelo esquema tem a versão reduzida com 90 perguntas e
tem um completo que são 200 Agora não vou lembrar mas são 200 e poucas perguntas e aí o que que constataram que essas pessoas que tinha outro tipo de padrão de apego inseguro E as que tinham mais antes ou seja esquemas iniciais desadaptativos ativados então isso já dão história 15 anos né Gente tudo longitudinal é legal por isso né que a gente vê agora eu vejo isso esse comportamento mas passaram-se 15 anos e aí viu caramba né olha só como conhecido essa pessoa ainda permanece ou até foi observado o maior o maior número ali de
esquemas iniciais desadaptativos ativar E aí é muito legal porque a gente veio aqui primeiro nos dá esperança né Porque o nosso trabalho abordagem também nos proporcionar técnicas e caminhos para que o sujeito revejam né Desative ali esses esquemas e tem uma melhor o maior chance de se relacionar de uma forma mais saudável não só com outro né mas consigo mesmo né como ele se ver a ver as coisas do tentado ter outros padrões comportamentais né de aumentar o repertório ali de tentativas e de experiências e mais né Diminuir reduzir a sintomatologia daqueles que são diagnosticados
com transtornos por exemplo borderline né que a gente vê que o manejo é um tanto delicado né transtornos além de uma hoje ansiedade depressão que às vezes na terapia ali na terapia na terapia cognitiva comportamental não foi possível né trabalhar devido a várias questões ali do passado né então é interessante a gente vê isso aí E deixa eu ler aqui cair boa noite como é a relação interpessoal de pessoas com apego inseguro e esquiva seja em amizade o relacionamento como cada um se comporta diante a uma situação Clay o repertório comportamental Embora tenha tipos aí
é de Apegos é amplo mas por exemplo uma pessoa que tem um shippo de apego inseguro evitativo geralmente São pessoas que nas suas relações Interpessoais Elas costumam falar que não dão a devida importância nem eu não tô falando de viver bem sozinho não estou falando isso porque tem um padrão saudável né mas ela geralmente não dão tanta importância elas inscrevam-se ali de relações amorosas elas não têm relações amigos né por perto não tô falando de quantidade + qualidade e a relação para ela parece ser quase que a vez Iva mas a gente vê aí é
uma Pessoa que se dá muito bem sozinha né uma pessoa Ultra mega independente não necessariamente Por isso as ela tá evitando uma dor que nem ela percebe até porque tá ali memorizado mas é um conteúdo em formato emocional né que ela sentiu lá infância Quando a mãe Sei lá faleceu Quando a mãe saiu para trabalhar começou a trabalhar e ela isso não foi explicado para ela então ela começa a evitar essas essas relações com medo do abandono E aí Trazendo esse termo que você trouxe aí de Esquiva né a esquiva se a gente trazer o
birreveurismo para cá à esquerda é quando eu nem entro em contato com a situação né eu nem entro contato eu faço de tudo então não tenho relações amorosas eu não tenho amigos eu me viro eu me Basto show se isso não trouxesse sofrimento para o sujeito nenhum Oi coração beleza mas geralmente o paciente que vem para o consultório que tem esse padrão a gente vê que tem Um sofrimento tá o outro tipo né já pego insegura evitativo o resistente né ela ela fala assim que não tem necessidade de contato mas ao mesmo tempo chora muito
com a separação não lida bem com abandono com a sensação de abandono porque não é porque sei lá ter teve um término ou foi demitido que esse sujeito foi abandonado né que esse sujeito ali não teve uma relação satisfatória e tudo que ele não vale nada algo desse tipo mas a separação qualquer Sentimento de separação da sensação de que o sujeito ele tá tendo entrando em colapso ele não me dá bem com essas mudanças né e assim como a criança Faz birra chora o luto essa criança esse sujeito esse adulto né que a criança interna
ali atrás ali um padrão totalmente desregulado a resiliência bem menor a tendência a frustração é bem maior qualquer sinalização de abandono de separação a E o passou a ser um negócio aqui para mim eu tô tentando disfarçar naturalizar-se refrige naturalidade mas não ok beleza gente Pessoal Tá incentivando aqui para ver se vocês estão estudando mesmo né para vocês marcarem lá né Faz um Stories marca ela o curso me marca Jussara neuropsicologia né demonstra aí que vocês estão pegando tiver lendo terapia do esquema mostra médio pública lá para gente Para ver que se vocês Estão gostando
da temática se vocês estão achando interessante Ok beleza depois Tira uma fotinha que eu tiver um tempo faz um Stories terapia do esquema terapia do apego joinha Voltando à pergunta do clipe foi muito boa né Cai cai um outro tipo ali do do a pega lá pega o desorganizado que também é de vem ali do apego do apego inseguro esse é organizado o sujeito ele tende a entrar em colapso qualquer informação Aparentemente ambígua o que que eu quero Dizer com isso né o sujeito por exemplo tem um chefe hora chefe tá legal hora o chefe
tá sério isso tende a desregular o sujeito como a facilidade é Norma enorme sabe ele fica desorganizado muito facilmente com a desorganização ou com a instabilidade do outro ok cada um comportamento diante da situação Clínica deu para sintetizar bem aí para você beleza Paloma A Paloma ela disse assim não entende a diferença entre teoria do Esquema e a TCC Posso explicar posso explicar Paloma para vocês sim gente a terapia do esquema ela surgiu um a terapia Ah desculpa até ser terapia cognitivo-comportamental ela surgiu antes da Terapia do esquema tá tanto que homem a pia o
criador da Terapia do esquema ele foi ali orientado no seu phd pro era um beck o criador ali da TCC a terapia umas das tem várias diferenças mais uma das principais primeira fundamentação teórica a terapia do Esquema tem uma base ali na TCC só que no entanto até CC ela tende a ter um padrão mais rápido mas com respostas mais rápidas ele relacionada aquelas queixas objetivas Ok até seu as Pesquisas mostram que até ser não é indicada para pessoas com transtornos de personalidade já terapia do esquema é na justamente essa foi uma das necessidades que
o teórico da Terapia do esquema foi vendo cara tem coisas que a TC não tá dando conta Tem paciência refratários tem paciência com transtorno de personalidade que não tá atendendo aqui a TCC Oi e aí foi desenvolver a terapia do esquema Outro ponto a terapia do esquema volta-se muito mais ao passado Outro ponto nem tá se ali no passado do sujeito né tem todo investigação do passado desse sujeito Outro ponto a terapia do esquema apresenta o resultados mas eficaz com paciência Tratados por exemplo aqueles que não gostam não fazem o dever de casa Outro ponto
a terapia do esquema tem uma influência muito mais forte sobre o impacto que a relação terapêutica tem ali naquela naquele desenvolvimento terapêutica Inclusive a relação terapêutica Paloma e os demais são assistindo é um dos principais as principais vias de tratamento do sujeito como a gente falou da reparentalização limitada né através dessa relação dessa Qualidade ele é do relacionamento terapêutico E aí só um adendo ali uma a impressão de que depois que a terapia do esquema foi lançando vários estudos as as bibliografias os textos dos artigos posteriores a esses lançamentos da TCC começaram a sofrer influências
essa importância da terapia É no sentido da relação terapêutica que antes não eram viés tão pote e aí a TCC também começou ali Digamos que expandir um pouco olhar sobre isso então assim até CC de falamos Bem basicamente influenciou né Funda pintou ele a criação da Terapia do esquema mas a TCC também sofreu influência sobre a terra sobre a respeito da Terapia do esquema principalmente na relação terapêutica a terapia do esquema também utiliza muitas técnicas voltadas aí que são fundamentadas pela TCC e outro ponto também aqui Você às vezes começa você tem as duas formações
TCC terapia do esquema E essa atender um paciente soluciona algumas coisas legais muda algumas distorções cognitivas a gente vê que tem ali uma uma uma mudança lhe geral mas tem algumas coisas que ficam ali meio que não sentido refratário não muda a gente pode aplicar a terapia do esquema né partir para terapia do esquema OK ela se de aula dia logo Só não vai fazer bagunça no início aplicar de tudo né mas fazem assim tem uma participação muito efetiva tá eita agora começou hoje Pergunta Espera aí meu Deus Eis que dizer a pega habitantes Ok
tranquilo Olha esse tipo de apego se adquire devido à falta de atenção a resposta esperando pelos pais e seguras encarregada de cuidar do sujeito exatamente que vai por isso por conta disso crescem não conseguem expressar sentimentos e evita um relacionamento e isso aí você fez lotes por um show de bola estrelinha para você é uma criança de 1 ano e 3 meses filhos De a frase que cada dia está em uma casa em casa de um de um dos Pais Adriano eu tenho medo de responder esse tipo de pergunta e ser totalmente uma resposta generalizada
tá porque é interessante a gente ver o seguinte que tem sim né a gente vê que a separação dependendo do impacto que tem né tem pais que se separam esquece tá separando hoje não dos filhos acarreta assim né segundo bobo e segundo Yang outros elas acarretam prejuízos Emocionais extremamente significativo sem sombra de duvidas Mas dependendo do manejo e a mesa né ir a gente não pode jogar deixar de levar em consideração que tem essa separação os pais totalmente juntos mas leva um tempo para essa criança processar aquele ambiente que passa ser modificado não mas ficou
na mesma casa Jussara sua casa do pai que é outra mas aquela presença do pai sei lá todo dia à noite não está mais isso pode gerar se Angústia mas o que que é o bom da história né é que com a terapia os sintomas os efeitos podem ser trabalhados e amenizar o impacto Ok mas eu vou te falar faz mal hálito totalmente errado às vezes é muito mais prejudicial esses pais estarem juntos todos os dias brigando né gritos descuidando dessa criança às vezes é mais saudável a separação mas vai depender de contextos né a
gente precisaria de mais dados ali para sei lá Fazer um estudo de caso mas eu não sei se eu te respondi mais ou menos Espero que que tenha respondido e eu acho que é isso gente por hoje é isso aí eu tenho informação eu trouxe um livro que eu Jussara já de duas vezes Li Na época que eu tava na faculdade ele depois para relembrar é de um teórico que eu gosto muito chamado contardo calligaris perdemos esse ele esse ano Mas ele deixou um grande legado né Cartas a um jovem terapeuta Aí vocês vão falar
Jussara Por que que você tá indicando esse livro primeiro porque ele fala muito da relação terapêutica é o livro bem curtinho tá gente não estou ganhando um real para ser garota-propaganda Tá mas eu gosto de ficar os livros que me fizeram bem e aí o que acontece ele vai respondendo cartas né de estudantes E aí ele vai trazendo ele fala assim da importância da gente tá aberta as experiências da Gente se cuidar né então assim também é importante então assim para quem quiser né aprimorar um pouco mais pensar sobre esse nós o psicológico de terapeutas
né que atende pessoas eu indico esse livro para vocês tá é E aí uma coisa muito legal eu gostaria que vocês participassem par vai tá uma postagem semana que vem a gente vai sortear esse livro aqui é um livro muito bacana do Jeff Lang né Ele é o teórico da abordagem né ele foi criou fundamentou a Terapia de cima a gente vai sortear esse livro mais essa caneca e aí todas as normas as regras não está lá no Instagram já já quando a gente finalizar essa Live né Você sabe um curtir compartilhar participa em gente
é um livro muito bacana tá tem um valorzinho' bem salgado ou quem ganhar vai ter uma mega sorte então assim gente participa ainda esse sorteio fiquei atentos lá o Instagram é ela o curso zero com dois elles né fiquem atentos lá para vocês Estarem participando E aí o resultado sai na e no final da Live da semana que vem na última Live Ok gente então assim é um livro maravilhoso isso mesmo osney é muito bom esse livro exatamente Deixa eu só ver se tem mais alguma pergunta para não deixar você sair os filhos que os
pais nunca estiveram juntos Letícia são adaptações né é interessante a gente vê Principalmente nos dois primeiros anos quem exerceu essa função materna né de alimentar de cuidar de idade e Assistência higiene né e etc quem exerceu essa função hoje claro que a gente leva esses textos mais antigos naquela época gente não que creche escola integral as mães em sua maioria fica casa o pai a trabalhar hoje a gente tem outros padrões que as Pesquisas mostram que essa representação dos papéis tão bem o que vão dizer tanto que a gente tem ali né aqueles cuidados ali
primário É dar-se Ares né gente vê que professores colegas de escola tá ali no Terciário né tá no terceiro plano que também influencia demais na Constituição do sujeito da personalidade mas Lembrando que nos dois primeiros anos que influencia mesmo os pais né a criança com anos de idade tem amiguinhos não tem coleguinhas não tem professores né hoje em dia aquela cuidadora da creche né então isso também tem que ser cuidado e observado gente por hoje é isso gratidão pela participação de vocês e eu espero vocês aqui na nossa última Live semana que vem ok dando
continuidade essa temática que a terapia do esquema ótima semana para você já até próxima quarta às 20horas quem não assistiu lembro de acessar você que tá a ideia hum joaninha Não esquece de dar o like qualquer outra pergunta questionamento que ficar vai lá nos comentários e deixa que a gente vê responde na próxima Live até mais pessoal boa noite E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí E aí E aí [Música]