E até uma coisa que, nossa, vou falar uma coisa polêmica, >> eu admiro muito a Betina, eu acho que ela tem muitas qualidades incríveis, eu falo isso muito para ela, mas nós temos personalidades muito diferentes. Então, eu sou uma pessoa muito constante e ela, a constância dela é ser inconstante. Quando a gente fala da construção de comunidade, nunca é sobre mim, não é sobre a Duda, é sobre as pessoas que Estão ali. Então, esse foi um erro que inclusive eu cometi. O primeiro nome da minha comunidade era comunidade Duda Flix, tipo assim, assista, pague para
para me assistir. É extremamente egocêntrico. Você já chegou a ter alguém que foi capaz ou que já quis beijar os teus pés [risadas] de tão parte da tua comunidade? Essa pessoa? [limpando a garganta] >> Não, não acredito que você me fez essa pergunta. [risadas] >> Seja muito bem-vindo a mais um episódio de Por trás do Sucesso, o podcast que tem como objetivo te mostrar de forma totalmente sem cortes os bastidores do que tem embaixo da ponta do iceberg. E hoje, meus amigos, é um papo que eu tenho certeza absoluta que não só vocês, mas eu
também vou aprender demais, que é algo que cada vez mais eu tenho colocado energia no meu negócio. Vocês têm visto nos últimos episódios o quanto a gente tem falado sobre canal de axissão, sobre LTV, sobre fazer com que as pessoas fiquem dependentes do seu conteúdo, da tua tribo. E hoje eu trouxe, talvez, a melhor e maior especialista em geração de tribo, em comunidade do Brasil. Ela que tem um reconhecimento internacional, que ainda não recebeu, que está indo pra Califórnia daqui a pouco para receber, que já tem mais de 40.000 pessoas em suas comunidades e já
faturou mais de R milhões deais. Eu estou falando de ninguém mais, ninguém menos, de uma das Pessoas que eu mais admiro e acompanho o conteúdo e tenho como referência. Quero fazer aqui um agradecimento aos nossos patrocinadores, apoiadores, que você vai ver, ó, nessa tela aqui, ao longo deste episódio. Aí você vai ver, cara, quem tá com o Ferrari nessa empreitada que é o Portário sucesso, você vai saber quem são. Sem mais delongas, seja muito bem-vinda, Duda Vieira. Tô muito feliz de Que isso? Que introdução que foi essa? Tô nervosa até para participar Dessa conversa. [risadas]
Adorei. Vai ser um prazer falar um pouco sobre conteúdo, narrativas, comunidades, tudo que eu tenho para agregar aqui. >> Muito bom. Vamos lá. Quero colocar a bola no chão. Eu fiz uma palestra inclusive na tua comunidade tem, sei lá, umas três semanas. >> E eu fiz um comentário que eu senti muito dessa tribo, dessa energia que você já tem, que eu falei, foi uma das palestras que eu reconheci como maior Energéticas que eu já fiz na minha vida. Cara, sua mulherada é é coisa louca. >> Sim. Incrível. Colocando a bola no chão, queria que você
falasse quem que é a Duda antes da Duda Vieira. Quem foi essa profissional que acabou se tornando uma das maiores eh donas de tribo e comunidade desse Brasil? >> Legal. Na verdade, eu sempre falo que existem duas pessoas diferentes dentro de mim, que é a Maria Eduarda e a Duda Vieira, >> como se fossem realmente duas personas. E eu gosto de falar isso porque eu realmente sinto que são duas personas diferentes. E tem gente que acha errado falar isso, né? Tipo, ai você é um personagem. Então, mas na verdade é basicamente eu entender que eu
tive que desenvolver algumas facetas e habilidades que não são naturais para mim, não são da Maria Eduarda, mas que a Duda Vieira precisa disso para conseguir se destacar, para conseguir chegar onde Quer. >> Então, a Maria Eduarda é muito tímida, é muito introvertida, muito introvertida. Eu sempre tive muita dificuldade de me expressar. Eu sempre tive muita dificuade de apresentar trabalho na escola, de falar em público. Até o meu marido, ele sempre brinca, ele fala assim: "Gente, como pode? Se tiver que dar um discurso em casa, no aniversário dela, falar com a família, ela fica muito
mais nervosa do que se ela tiver Que fazer uma palestra para 2000 pessoas". É, >> então no meu íntimo, eu sou muito reservado, eu sou muito tímido, eu sou muito res. >> Só que eu reparei isso no momento que na sua casa, depois que rolou toda aquela confraternização, o Miguel chega para falar no microfone e parecia que ele tava mais à vontade do que você. Tipo, não era uma parada que tava no no momento Duda Vieira, você Tava mais Maria Eduarda ali no seu ambiente, né? Bom, >> ex no no meu momento íntimo, assim, o
Miguel é muito mais assim conversador, muito mais extrovertido do que eu. Sou muito fechada. Eu não sou a alma da festa, sabe? Eu não sou aquela pessoa que chega e fala com todo mundo e chama a atenção de todo mundo. Eu sou muito fechada. >> E quando eu tava ali na faculdade, fiz faculdade de direito, né? Tava me Formando em 2018. >> Tem o AB OAB? Não, não chegou a >> Tem, tem o AB. Cheguei a advogar por dois anos. Cheguei a divulgar por dois anos. E quando eu tava ali no final da faculdade, muito
tímida, eu percebi que eu não queria fazer concurso público, porque eu fiz um estágio num num órgão público que foi o inferno para mim. Foi um inferno para mim. Era horrível assim, as pessoas, eu sentia a energia das pessoas, uma passando o trabalho paraa Outra, porque ninguém queria fazer e tudo demorava muito, tudo era muito burocrático, eu era estagiária e tudo caía na minha mão, >> então eu odiava. >> E eu percebi que eu não queria aquele ambiente, aquela rotina para mim. Tá? >> Então eu falei: "Tá beleza, vou ter que advogar, quero advogar". Só
que o advogado precisa falar bem, o advogado precisa saber se comunicar. Ele precisa chegar numa audiência e saber eh Convencer o juiz, persuadir o juiz, tirar boas perguntas eh das pessoas, das testemunhas. >> E eu falei: "Cara, eu vou ter que conseguir desenvolver isso". E ao mesmo tempo, eh, as pessoas que faziam faculdade comigo, né, a maioria ali das pessoas que estavam comigo, não eram pessoas muito ambiciosas, eram pessoas que não tinham muita perspectiva. >> Então, eu nunca me esqueço de um amigo meu assim que chegou em mim no final da Faculdade, último período, e
ele virou e falou assim: "Duda, ele tinha um salário de estágio que era tipo R$ 2.000. Era muito bom o salário de estágio dele." >> E ele falou assim: "Duda, ah, eu tô achando que eu vou bombar seis meses em uma matéria para eu ficar mais seis meses nesse estágio, porque o salário é muito bom". Aham. >> E eu ficava, gente, pelo amor de Deus, que absurdo. Eu só quero sair daqui, tipo assim, eu quero sair daqui, eu Quero viver minha vida, eu quero dar o próximo passo. >> Então, eu sabia que eu precisava desenvolver
uma habilidade que eu não tinha >> e que eu nunca tinha sido eh estimulada a desenvolver. >> Uhum. E aí teve uma situação que aconteceu que foi muito legal para mim e foi assim no meio do olho do furacão, porque eu fazia estágio, eu estudava pra prova da OAB, eu na época era muito Fitness, eu ia muito na academia, eu era bem focada, tipo, tava >> um caos assim, né, estágio, faculdade, enfim. E aí uma tia minha, ela é organizadora de eventos lá em Goiânia e ela tava organizando um curso que ia ter em Goiânia
de PNL, programação neurolinguística e era um curso de dois finais de semana bem intensivo. Era um curso que custava uns R$ 5.000 na época. Aham. >> E aí ela falou: "Olha como eu vou, eu tô Organizando, eles me deram uma vaga, você não quer participar." >> E aí no início falei: "Nossa, minha rotina tá um caos, não tem como encaixar isso e tal". Mas assim, R$ 5.000 eu não tenho esse dinheiro para pagar, não tinha R$ 5.000. Eu falei: "Ah, não, não vou desperdiçar essa oportunidade, eu vou". >> E assim, foi muito importante para mim
esse ponto, assim, ter participado desse curso de programação neurolinguística. >> Você lembra quem era a pessoa que fez? >> Não lembro o nome. Era um, era um instituto, >> não era de uma pessoa específica, um exper não era um expert, era um instituto. >> E aí, eh, foi muito importante para mim. Não esqueço de um exercício que a gente fez lá, que era um exercício que você tinha que pegar uma pessoa que você não conhece, né, uma pessoa que tá lá. >> E aí você tinha que ficar 5 minutos Olhando no olho dessa pessoa sem
falar nada. E para mim era muito desconfortável olhar no olho de uma pessoa. E assim, para mim era uma intimidade muito grande. Então foi um destrave para mim e depois a questão da constância também, da consistência. Então era muito ruim para gravar vídeo, eu errava muito, não sabia falar, mas aí eu fui desenvolvendo, fui desenvolvendo até que durante a pandemia eu falo que eu era a pessoa certa no lugar certo, na Hora certa, >> porque eu tava já produzindo um conteúdo ali dentro do direito, já era advogada >> e o direito era muito formal, era
muito engessado. >> Uhum. >> Quando veio a pandemia, meio que foi assim, tá, agora todo mundo tem que aprender a produzir conteúdo, Duda, e aí como que a gente faz? que >> e aí eu criei meu primeiro infoproduto, primeiro curso mesmo na sala de casa Durante a pandemia sozinha. >> Qual que era o primeiro curso que você criou? >> Chama Insta Hax. Insta Hax. >> Insta Hax. E era um curso que eu entreguei num Instagram fechado, >> nem foi numa plataforma. >> Eu colocava as aulas ali, tipo, no reals. Na época nem era reals, né?
Mas blocado assim. É. E aí eu disponibilizei o curso tudo no Instagram. >> Muito bom, velho. Quanto custava? >> Custava R$ 107. >> R$ 107. [risadas] Muito bom, cara. Você comentou que você não tinha esses R$ 5.000 para pagar o primeiro curso. >> Você foi muito pobre? Não, >> não, não fui muito pobre. Mas é o seguinte, a família do meu pai, >> eh, a família, a minha mãe passou por bastante, por muito mais dificuldades do que o meu pai, assim, ela teve que, sei lá, desde os 15 trabalhar e morava sozinha e precisou se
virar muito na Vida. O meu pai, ele vem de uma família muito estruturada. Então, meu pai tem três irmãos. Uhum. >> Eh, os meus avós, eles são muito unidos, é uma família muito unida. Inclusive, eu posso depois falar sobre isso, porque >> quando eu comecei a fazer sucesso no digital, >> Aham. >> Eh, a família do meu pai sempre teve uma empresa familiar, então eles têm uma empresa de uniformes, não, eles não são Ricos. Classe média, classe média. Sim. >> Aí tinha muito, muitos altos e baixos. Então assim, tinha um momento que tava legal, aí
tinha outro momento que tinha que vender a casa porque tinha que pagar dívida, era meio que alto e baixo do empreendedor ali. >> Aham. E como era uma empresa familiar, o meu pai sempre teve uma mentalidade assim: "Tudo que é meu é de todo mund, >> entendeu? Tipo, o que eu ganho é de todo mundo." Ou seja, se a Duda tá fazendo Sucesso aqui, >> traz, >> vamos todo mundo trabalhar com a Duda, entendeu? A família inteira vamos todo mundo trabalhar com a Duda, porque esse é o caminho natural, a forma natural do meu pai
pensar. >> Uhum. >> Então foi até uma quebra que eu tive que fazer do tipo, não, não é todo mundo que tem que trabalhar comigo, calma. Eu tive que fazer uma quebra nesse sentido, >> cara. E o seu pai, ele tem a personalidade da Duda e não da Maria Eduarda. Clara assim, tipo, para mim, >> é quando ele pega o microfone e ele faz questão de falar e te honrar na frente de todo mundo, eu falo: "Mano, não é Maria Eduarda que você tá trazendo quando com uma pessoa mais >> eh quietinha? Tá legal, cara.
E você tem pessoas hoje da tua família que trabalha no seu time? >> Tem. A minha mãe e minha irmã trabalham Comigo. >> A minha mãe às duas no comercial. Ah, >> as duas trabalham dentro do comercial e as duas é muito tranquilo de trabalhar porque a gente lida muito bem. Agora o meu pai ele é >> o perfil muito parecido com o meu, >> então ele é muito dominante, eu também sou dominante e aí eu falo para ele: "Pai, ou a gente trabalha junto ou a gente é pai e filha, >> porque vai dar
problema, >> vai dar confusão." >> E aí assim, ele ele acha que eu sou meio que ele acha que eu sou tipo a Anita. >> Aham. Então ele fala: "Não, porque a Anita, o pai dela é empresário dela, [risadas] não, porque o Neymar, o pai dele é empresário, então ele acha que ele tem que ser meu empresário. Eu falo: "Pai, eu sou empresário. Eu não preciso de um empresário". Entendeu? Ele aí eu vira e mexe a gente tem essa conversa de novo. >> Muito bom. [risadas] Você falou sobre as duas personalidades aqui e eu já
vou entrar num tema que tem sido bastante falado e a gente falou da Maria Eduarda e da Duda Vieira. >> Uhum. Eu nitidamente vejo que a Duda Vieira, ela tem uma energia masculina muito maior do que a Maria Eduarda. >> Sim. >> Eu queria que você falasse sobre isso. O que que você pensa em relação a uma mulher com essas duas formalidades de Energia que existem? >> Na verdade, eu nem diria que a que a Duda Veira tem uma energia masculina maior que a da Maria Eduarda. Eu tenho uma energia masculina alta mesmo, assim, é
muito meu assim. Eu sou uma pessoa muito prática, >> muito racional. Eh, e eu não, eu não sou uma pessoa, na verdade, eu vou até usar termos diferentes até para trazer pro lado do expert, >> tá? >> Quando eu olho para os para experts, eu vejo dois tipos de experts. Eu vejo a pessoa que é muito artista, >> sabe? A pessoa que tem alma de artista, que é muito emotiva, muito emocional, se envolve muito emocionalmente com o que faz. E eu vejo a pessoa que é mais prática, mais racional, tipo, faç o que tem que
fazer. Ai, tem que gravar 10 criativos, cara, eu tô morta, tô muito cansada, não quero. Mas eu vou gravar. Uhum. >> Eu sou essa pessoa muito prática, racional e faz o que tem que ser feito. E isso ficou muito claro para mim no início do meu trabalho, né? Depois que eu fiz o primeiro lançamento sozinha, teve uma época que eu fiz um processo de coprodução, tinha uma agência, >> tá? >> E dentro dessa agência nós tínhamos nós éramos duas principais expertes. >> Uhum. E eu tinha esse perfil muito Prático e a outra expert era o
oposto. Ela era muito emocional, muito envolvida emocionalmente e a forma como ela estava se sentindo eh refletia diretamente nos resultados dos lançamentos, por exemplo. >> Então eu fui percebendo essa minha característica, principalmente nessa comparação >> com a outra pessoa que era muito próxima comigo ali dentro da agência. >> Então assim, para mim é natural ser assim, na verdade, entendeu? eu ser Muito prática, eu ser muito racional, eu fazer o que tem que ser feito, para mim não tem conversa. Tipo assim, para mim não existe essa do tipo, ah, mas eu não tô tão afim de
fazer. Ah, mas será que eu vou fazer isso? Ai, mas eu tô muito cansada. >> Uhum. >> Eu sou muito prático. Eu olho, cara, eu tenho uma empresa que tem mais de 30 pessoas trabalhando para mim, eu preciso fazer esse lançamento e eu vou fazer, >> sim. >> Entende? Então, >> eh, e eu acho que esse é um traço, na verdade, >> Uhum. >> muito comum entre muitas empresárias que são bem-sucedidas. >> Total, total. Eu acho que não vou nem falar do do feminino e masculino, entende? Mas essa praticidade, essa racionalidade, essa certeza na hora
de você tomar uma decisão sem levar tanto Em consideração só o emocional. >> Não que você tenha que deixar de lado a intuição, né? Mas você tem que ser prática às vezes. >> Você é mais prática. Eu sou. >> O que que é ser uma mulher com energia masculina para você? Para mim é uma questão de ser uma pessoa que não, nossa, é até difícil explicar, porque eu eu vejo isso até na minha relação, por exemplo, com meu marido, eu preciso me policiar muito >> total >> para que eu não deixe essa energia sobressair. Então,
vou dar um exemplo. quando o meu marido também formou em direito, né, e ele começou a advogar >> e depois de um determinado tempo que eu já tava no na no digital, ele veio trabalhar junto comigo e no início eu era muito assim, tipo, a gente tava numa reunião, passava por cima dele. >> Uhum. >> Eh, eu não deixava ele falar, >> eu tirava a autoridade dele, >> entende? Eu tirava a autoridade dele. E aí, com o tempo >> eu entendi que isso fazia muito mal para ele e pra nossa relação. Então, para mim, o
natural era passar por cima. >> Aham. E aí eu tive que começar, tipo assim, segurar para ficar calada. Não deixa ele terminar de falar, deixa ele assumir a posição, deixa ele tomar a decisão. E aí eu tive que começar a fazer de forma intencional de alguém vir Falar comigo e eu falo: "Olha, não, isso é com Miguel, isso não é comigo, [limpando a garganta] >> porque o natural seria eu resolver, >> mas eu pego e eu falo: "Não, passo a bola para ele e ele resolve". Hum. >> Então, eu me considero uma mulher de energia
masculina, porque, por exemplo, para mim não é natural querer cuidar da minha casa, não é natural eu querer cozinhar, >> tá? >> Entende? Não é, eu não sou essa pessoa. Para mim é muito mais natural, >> tipo assim, ir para cima e olhar pra narrativa do lançamento e tal. Quando eu casei, a primeira coisa que eu falei para ele, eu falei assim: "Amor, >> tem uma coisa que eu não abro questão. Eu não não abro mão de ter uma funcionária em casa. Tipo assim, eu abro um monte, mas funcionária, eu não abro monte porque eu
não vou ficar lavando a casa, >> entende? Então entendo, isso é o meu perfil e isso para mim é uma energia masculina forte assim. >> Total, total. E você tem esse perfil que é mais provedora? Isso não pode ser um problema para vocês assim, tipo, cara, será que o Miguel te vê como uma provedora pelo excesso de energia masculina e fala: "Não, pera aí, >> tal. Hoje eu acho que é bem balanceado entre nós. Acho que é bem >> porque ele é meu sócio. Exatamente. Então assim, eh, como e até uma coisa que, nossa, vou
falar uma coisa polêmica, >> tá? Vai, >> tá? Um pouco polêmica, >> mas assim, tem uma coisa que eu vejo, é que eu vejo muitas pessoas que defendem quando a gente fala sobre empreender e tudo mais, uma coisa tipo leve, ai você não precisa se cobrar tanto ou você não precisa faturar tanto e tal. Só que assim, eu Acho que é um discurso que é um pouco conveniente para uma pessoa que vem de um lugar onde a família dá um respaldo financeiro. Eu nunca tive isso. >> Eu nunca tive. Então, desde que eu comecei a
trabalhar, sou eu por mim mesma. Eh, todos os meus gastos, investimentos, meu casamento, tudo se eu que paguei, tudo eu que pago. Então, eh, eu não tenho esse respaldo financeiro familiar, esse lastro familiar que me dá essa segurança financeira. Não sou Herdeira. >> E ao mesmo tempo eu não tenho um marido que é rico. >> Aham. Então assim, eu e ele, a gente se conheceu na faculdade, ganhando R$ 600 por mês, a gente tá construindo junto os dois do zero. >> Se compraram na baixa, ambos. >> A gente se comprou na baixa, os dois. Exatamente.
[risadas] Então, se eu não tenho um marido rico >> que me dá essa segurança financeira do tipo, ah, não preciso ganhar meu dinheiro porque porque a gente trabalha junto >> e eu não tenho uma família que me proporciona isso, cara, eu vou igual uma maluca, >> porque se eu quero isso, sou eu que tenho que conquistar eu e ele juntos, né, dentro da nossa empresa. >> Não tem essa essa oposidade para mim do tipo, ah, você não precisa ganhar tanto Dinheiro assim, ah, vai com calma, cara. Eu não tô indo com calma, entendeu? Eu tô
indo com tudo. >> Você quer ganhar dinheiro mesmo? É isso. >> Onde você quer chegar com tanto que você trabalha? >> Hoje eu eu tô num lugar assim, eu eu falo que a meu pensamento com 25 era muito diferente do que hoje com 30. Assim, com 25 eu tinha >> incluente, graças a Deus. >> É, com 25 eu tinha mais energia, assim, Eu tinha mais energia, eu era tipo pau para toda obra. Hoje eu já tô muito no pensamento de escolher minhas batalhas. >> Eu quero engravidar, eu quero ser mãe, >> mas ao mesmo tempo
eu não quero parar de trabalhar, entendeu? Eu não quero isso para mim. Não é uma Ah, nossa vou ter que ficar em casa para você. >> É, não, eu não quero. Eu até tenho esse pensamento, gente, eu não me vejo fazendo isso. >> Então, Eu quero ser mãe, eu quero engravidar, mas ao mesmo tempo eu quero que o meu negócio continue, eu quero continuar trabalhando. >> Então eu entendo que eu preciso tomar algumas decisões, né? E aí hoje, por exemplo, eu tenho muito mais um pensamento de diversificar as fontes que a gente tem de receita,
de ter outros canais de aquisição, de ter outros funis rodando, porque até 2 tr anos atrás era 100% lançamento. >> E aí eu ia com tudo, ia com tudo, mas era extremamente estressante, né? Quando a gente tá num lançamento e tudo depende disso, >> é complexo. Então hoje eu já tenho esse pensamento de diversificar para que não dependa tudo de mim o tempo todo. >> Muito bom. Vamos para um lado mais técnico agora. E eu quero falar sobre comunidade, que é o teu principal skill, o que eu mais admiro, inclusive no teu trabalho. Acho muito
bonito. Eu quero te Perguntar, antes de mais nada, quais são os maiores erros de quem geralmente tenta construir uma comunidade? >> Os maiores erros, eh, o primeiro erro que eu vejo muita gente cometendo é focar muito em si. >> Uhum. >> Então, quando a gente fala da construção de comunidade, nunca é sobre mim, não é sobre a Duda, é sobre as pessoas que estão ali. >> Uhum. Então, esse foi um erro que Inclusive eu cometi. O primeiro nome da minha comunidade era comunidade Duda Flix, >> tipo assim, assista, pague para para me assistir. É extremamente
egocêntrico. Então, a pessoa que quer construir comunidade, ela tem que descer desse desse salto, desse lugar e ela tem que olhar mais pro outro do que para ela mesma. E a comunidade tá acima do expert. >> A comunidade tá acima do expert. E eu Tenho que ter muita consciência de que tudo que eu faço e falo representa a minha comunidade. >> Então, se eu começo a falar coisas que contradizem a minha comunidade ou que ferem a minha comunidade, elas vão soltar minha mão. >> Porque a partir de agora, pera aí, nossa Duda falou alguma coisa
aqui que não me representa. E se eu falo que eu faço parte da comunidade dela, será que as pessoas vão achar que eu também penso Igual a ela? Aham. >> Então eu tenho que entender que a minha comunicação reflete o pensamento de muitas pessoas. >> Entendi. >> E aí é por isso que você tem que ter muito cuidado em relação ao que você fala, ao que você expressa, suas opiniões. Isso é muito importante. Então o primeiro ponto é esse, assim, você olhar mais pro coletivo do que para si. >> E um segundo erro que eu
vejo muitas Pessoas cometendo é acabar eh crescendo >> Uhum. e se descolando muito da realidade dessa galera, de quem faz parte da sua comunidade. >> Então, tem pessoas que, ah, eu cresci, ai, agora eu não quero mais falar com o iniciante, >> ah, eu não tenho mais saco para isso, ai porque agora eu já tô em outro momento. Só que a sua comunidade >> Uhum. >> ela tá sempre se renovando, a base vai Sempre se renovando e vão sempre entrar pessoas que estão nesse momento. >> Aham. >> Lá do início. Se você se descola muito
dessa realidade, por exemplo, símbolos, né? Quando a gente cria símbolos, e até eu já passei por esse dilema, >> tem hora que a gente cria símbolos que, sei lá, três, qu anos faziam muito sentido. >> Uhum. >> E agora eu já falo: "Ai, bobo, sabe? Ai, Parece que tá meio bobo, mas para quem tá te conhecendo agora não é bobo. Para quem tá te conhecendo agora é muito legal. Isso acontecendo. >> Exato. >> Animal. Muito bom. E você tem essa característica das pessoas ficarem na tua comunidade por muito tempo. >> E eu vejo muito as
pessoas apaixonadas por você, que eu tenho certeza absoluta que o teu LTV ele é infinito por conta disso, de tudo que você tá construindo Acima de você. >> E aí a pergunta é a seguinte: você já chegou até alguém que foi capaz ou que já quis beijar os teus pés [risadas] de tão parte da tua comunidade que essa pessoa? Não, não acredito que você me fez [risadas] essa pergunta. Ai, socorro. Então, é, meu [risadas] Deus, como que eu vou responder? [suspirando] Então, eu não gosto dessa semiótica. >> Não gosto dessa visão de semiótica, justamente pelo
que eu acabei de falar, que eu acho que é mais sobre o coletivo do que sobre si. >> Aham. Mas assim, essa situação que aconteceu, eu entendo que foi uma, o fato de ter acontecido não é o problema, é a forma como foi comunicado. >> Entendi. >> Porque daí quem não estava vivendo, Talvez quem estava no momento >> e viu a situação, >> talvez tenha feito sentido naquele contexto, sabe? Mas de fora, a semiótica >> é tipo, não é legal. >> Não é legal >> isso. Então é, é o que eu falei, a o cuidado
sobre como você comunica o que acontece na sua vida. Não, na hora que você tava falando [risadas] isso, eu falei, mano, essa a pergunta que vai trazer exatamente [risadas] >> o que eu quero para esse corte, não? Muito bom. E aí, eu queria que a gente fizesse aqui um trabalho até de você olhando de fora para a minha comunidade e eu me esforço muito para ter cada vez mais esse engajamento e ter as pessoas próximas, assim como você faz muito bem. >> Que que você olha de característica que talvez olhando pro meu ecosistema você fala
assim: "Cara, eu acho que você tem que melhorar isso". Nossa, para mim é muito claro. >> Vamos lá. >> Para você não. >> Nada. Zero. [risadas] Zero. >> Legal. Então, >> e aqui assim, a gente tá sem viés e eu quero como você fosse me dar uma mentoria, porque às vezes as pessoas que estão em casa entendem qual que é o meu momento e com base no que você vai falar vai servir muito pra pessoa tomar cuidado pra comunidade, porque para mim >> eu vejo que, cara, eu tenho uma Comunidade legal, mas para você que
é muito [ __ ] e você tá fora da ilha, você vai enxergar a ilha, vai falar: "Não, eu acho que você tem que melhorar nisso. Que que você faria?" Não, eu acho, eu realmente eu eu até ia falar isso. Acho que você tem uma comunidade muito forte e principalmente dentro dos seus produtos, né? Os os nomes dos seus produtos, eles são muito consolidados e eles têm um desejo em torno, assim. Então as pessoas sabem o que que é, por Exemplo, e é um objeto de desejo. >> O que eu sinto que falta, e tava
conversando sobre isso ontem com a CAM, sobre você, o que eu sinto que falta mais de você trazer para dentro da sua comunicação para fortalecer esse senso de comunidade >> eh são as frases, os símbolos, os mantras um pouco mais estabelecidos. Então, vamos supor, tá? Quando eu tenho o encontro nacional de seus, a gente faz a lojinha da SEOs. >> E lá na lojinha da SOS a gente tem várias coisas, vários produtos que estão dentro do nosso universo. >> Então eu tenho lá a caneca, por exemplo, do eu sou CO da própria vida. >> E
aí a gente fez um copo que era eh para elas comprarem para levar pro marido delas, que era a CEO da minha vida é minha mulher. Então eu tenho, [risadas] >> [ __ ] que pariu. >> Então a gente tem várias frases e itens que elas compram >> que são itens de autoexpressão. Ou seja, ela não está comprando uma caneca que tá escrito Duda Vieira, ela está comprando a caneca eu sou o CEO da própria vida. Ou seja, é sobre ela, não sobre mim e não sobre o produto. Não é uma caneca escrito comunidade se
digital. Uhum. >> Por exemplo, quando eu imagino um evento da Scale ou um evento da do Nexum, >> eu não consigo imaginar qual frase estaria nessa caneca. Saquei, >> entendeu? Tipo, qual frase seria a que Estaria estampada na caneca, que não é o nome do seu produto, não é Leandro Ferrari. >> Total. Uma coisa que eu sempre coloco em backdrop, tá? Custa muito caro ficar fora do do Nex. [ __ ] bosta. >> Tipo, para um movimento, é um argumento de venda, >> tipo, e é muito mais eu talvez falar sobre mim nessa frase ou
sobre meu produto, que é muito egocêntrico, do que cara se da minha própria vida, sou eu Mesma, tal. Sim, >> tem uma frase que eu gosto muito de assim, uma provocação, uma pergunta que eu gosto de fazer que é o seguinte: o que o seu cliente diz sobre ele quando ele compra de você? >> Muito bom. >> Tipo, o que ele está dizendo sobre ele, não sobre você, não sobre o seu produto, mas o que ele diz sobre ele? O que que aquilo ali? O que o fato dele fazer Parte do Nexon ou da Sale
diz sobre ele, >> sabe? Assim, o que que ele vai ter orgulho de contar? >> Uhum. porque ele faz parte do seu produto, do seu ecossistema, da sua comunidade. Então não é a pessoa falar assim, eu eu sempre falo, né, quando as minhas alunas chegam para falar comigo ou quando eu vou fazer um pit de vendas, quando as pessoas passam um cartão para mim, eu não quero que ela fale assim: "Ai, Duda, comprei de você". Eu quero Que ela fale: "Duda, eu sou CEO, >> agora eu sou CEO". Então não é porque ela passou o
cartão para mim, ela passou o cartão para ela. Uhum. >> Entende? E o que is >> é? E o que isso representa na vida dela? O que que ela está dizendo sobre ela mesmo na hora que ela compra? Animal. Muito bom. Vamos fazer um framework de como que você constrói uma comunidade. Só para eu entender, você falou sobre esses mantras, sobre frases que você Tem, mas vamos construir uma comunidade, talvez de alguém do zero que queira ter o mesmo impacto que você tem, principalmente com LTV. Turma, para quem não tá entendendo o grande impacto que
uma comunidade tem hoje para um negócio digital, a gente fala muito de custo de axissão. Hoje tá muito caro tráfego para você ter um cliente. E o que a Duda faz é fidelizar, gerando um resultado brutal para essas mulheres, a ponto delas ficarem com a Duda há muito tempo. Isso Significa LTV, lifetime value, que é o tempo e dinheiro que ela vai deixar dentro do negócio da Duda. Então o custo de exissão que lá atrás era muito caro quando essa pessoa entrou hoje pela segunda, terceira, quarta renovação, vai trazer muito mais dinheiro para ela. Então
beleza, você estando na mesma página aqui, o que que eu quero fazer com a Duda agora? Como que você vai construir um negócio, Duda, para ele conseguir ter essa renovação e ascensão Igual a Duda faz? Perfeito. A grande diferença, começando aqui, né, falando de produto mesmo agora, produto comunidade, qual que é a grande diferença de um produto que é uma comunidade e um produto que é um curso, por exemplo, online? >> O curso online ele é um produto que tem início e meio e fim. >> Então, eh, eu vou dar um exemplo da Betina. Betina
com ZD. >> Aham. >> Faça 100.000 em se meses com a minha mentoria aqui, com a minha metodologia. >> Ou seja, se a promessa é faça 100.000 se meses, >> faz sentido a pessoa renovar? Não, porque ela tem que atingir esse resultado, ela tem que bater e não faz sentido ter renovação, porque a promessa precisa ser cumprida dentro desse tempo e a metodologia fixa, >> tá? Quando eu falo de uma comunidade, eh, eu tenho um direcionamento. Então, Por exemplo, na comunidade se eu digital hoje, eu tenho quatro pilares principais que sustentam a comunidade, que são
conteúdo, posicionamento, narrativas de vendas e construção de comunidade. Então, eu tenho esses quatro pilares principais, só que é um organismo vivo, é um ecossistema vivo. Então, todos os meses a gente tem happy hour da comunidade, a gente tem desafios acontecendo, a gente tem atualizações acontecendo. Agora, por exemplo, eu Adicionei um curso de TikTok, porque é um tema que tá em alta dentro do universo. Eu preciso fazer um curso agora de TikTok Shop para explicar um pouco mais sobre isso. Então, é um produto que se renova, >> ele precisa se renovar >> e o grande valor
da entrega tá principalmente na interação com os membros, >> tá? >> Então você vai criando uma inteligência. Eu conversei muito com o Sobral sobre isso já, porque a comunidade dele é muito incrível também. E eu eu perguntei para ele, por que que a sua comunidade até hoje é no Facebook, >> tá? Tipo assim, tem tem várias ferramentas hoje. Por que que a sua comunidade até hoje no Facebook? >> E ele >> A sua é no Circle. >> A minha é Circle. >> Circle. >> É. E aí, >> e uma das únicas pessoas que eu vi
fazendo isso da pivotagem, tipo, de WhatsApp ou Facebook para circ foi você. >> É, mas hoje muita gente usa o Circle porque ele tem muitas ferramentas. >> Só que, por exemplo, Sobral, por que que ele faz no Facebook? E faz muito sentido ele fazer no Facebook. >> Primeiro lugar, ele tem uma inteligência de 10 anos de comunidade lá dentro. Então, qualquer palavra, qualquer Palavra que você pesquisar lá dentro da comunidade dele, vai ter lastro. >> Uhum. >> Você é pamonharia. >> Aham. >> Tráfego para pamonharia. Tem, porque tem 10 anos de inteligência ali que alguém
já fez essa pergunta antes. E um outro fator é que todo o o cliente dele, que é o gestor de tráfego, entra no Facebook dia >> total. Então, já faz muito sentido, já tá dentro da rotina dele. >> Então, a inteligência que vai sendo criada, essa interação, a colaboração do grupo, os desafios que acontecem, isso tem até mais valor do que a metodologia, sabe? Do que o curso em si. Então isso é muito maravilhoso, inclusive pro momento de mercado que a gente tá vivendo, >> tá? Total, >> onde as pessoas têm dado menos valor pro
curso, né, pra aula gravada. >> Uhum. No final das contas, então a gente tá falando de uma comunidade ser algo com um impacto de longo prazo, sem talvez uma previsibilidade do que a pessoa vai aprender. Tipo, você não tem tanta clareza que é isso que você vai entregar, porque dentro da comunidade podem acontecer outras coisas. Ela tem uma previsibilidade de base. Então, ela falou, tem a metodologia lá, ela entra, ela vai acessar a minha metodologia >> que tem os quatro pilares. >> Só que eu vou entregar para ela, além disso, eu preciso criar um ecossistema,
um ambiente que tem engajamento. O engajamento na comunidade é muito importante. Se a minha, se a minha comunidade é morta, se as pessoas não interagem, se elas não entram, >> se não tem uma comunidade, >> não tem valor, não tem valor. Tem que fazer parte do da vida da pessoa, da rotina da pessoa. Então, uma das métricas mais importantes, por exemplo, Pra gente quando a gente fala de comunidade é quantas vezes por mês a pessoa entrou na comunidade. >> [ __ ] você olha isso, >> porque se ela não tá entrando no circle, >> então
isso significa que isso não faz parte da vida dela, da rotina dela, eu preciso estimular ela a entrar mais. Então, por isso que os desafios são tão importantes, por isso que a gente tem insígnias na comunidade também que são muito valiosas. >> Muito bom que você faz, cara. Muito bom. As insígnias são assim, eu recomendo muito, todo mundo que quer construir comunidade, que quer desenvolver esse processo de ascensão dentro do produto, >> desenvolver emblemas, insígnias, que as pessoas vão colecionando, elas vão ganhando ao longo do tempo. >> Então, lá na comunidade a gente tem a
insígnia, tem insígnias que são >> por algum resultado específico >> e tem insígnias que são, >> por exemplo, ah, 10.000 por mês, ela ganhou a insígnia e ela ganha a pulseira CEO. Ela recebe em casa a pulseira SEO, é um grande símbolo. >> Então, o primeiro símbolo que ela recebe que ela desbloqueia. Aí 100.000 por mês, ela vai e ganha a segunda insígnia. E ela tem o direito de participar de um quadro que a gente tem na comunidade que chama CEO Talks, >> que é como se fosse um TED Talks da CEOs. Então, ela dá
uma aula de 15 Minutos e a gente sobe na comunidade. É uma forma de dar visibilidade para ela. >> Que genial isso, cara. 1 milhão. Aí ela tem um hot >> e assim, no final das contas, a pessoa fica muito feliz em contribuir com você ainda. Tipo, você tá ganhando uma aula de alguém que tá fazendo R$ 100.000 >> e ela tá super feliz porque você tá dando palco para ela. >> Sim. E aí, olha só, tem uma insígnia, por exemplo, >> é o quanto as insígnias estimulam o LTV. Só para dar um exemplo, >>
tem uma insígnia que a pessoa ganha quando ela vai em um evento presencial, >> tá? >> Ou seja, para ela ganhar, ela tem que ir no evento. >> Então, ela já é mais uma forma de aumentar o LTV. Tem outra insgnia que ela ganha quando ela renova, ela se torna veterana, então ela renova e ela ganha insígnia. Então eu gero até Benefícios para ela por ela estar no meu LTV, entende? Já é algo que ela faria naturalmente, mas eu estimulo. >> E aí, de acordo com o número de insígnias que ela ganha, são sete no
total, quando ela atinge sete insígnias, ela se torna CEO premium. >> E aí ela tem alguns benefícios. Ela tem um jantar anual comigo. A gente fez no mês passado o jantar. Então elas vão sendo reconhecidas mesmo dentro desse mesmo ecossistema. >> Cara, adorei isso. Minha cabeça tá explodindo. Eh, quais são as insígnias? Você falou que são sete, então tem a de 10k. >> Sete. Ela tem que atingir para ela se tornar seu prêmio. >> Ah, mas existem várias outras. >> São nove no 9, 10 no total. >> Tá beleza. Vamos falar de algumas aqui. 10K.
>> 10K >> que é o primeiro marco de faturamento. >> 100K. 1 milhão. >> 1 milhão. >> Realização de um sonho. Então essa aqui é mais subjetiva. Então compra um carro. Ah, reformar a casa, realização de um sonho. >> Eh, renovação. >> Renovação. >> Eh, evento presencial. >> Ganhou um desafio do mês, porque a gente faz todo mês um desafio. Ela ganha o desafio. >> Eh, tirou o certificado, que a gente tem o certificado do MEC. Então, ela tirou o certificado, ela ganha o ganha. >> Ah, >> e tem mais um que eu não vou
lembrar agora. >> Não, impressionante, cara. Incrível isso. Se você olha de fora para construir então uma comunidade, você trouxe aqui essa parada dos gritos de guerra que representam as frases que impactam no dia a dia delas. Essas Insígnias que deixam a comunidade mais engajada, que elas têm resultado ali. O que mais você tem de características que traz essa parada da TV? Eu adorei essas insígnias, tá? Adorei. >> É muito legal. Realmente assim, fez muita diferença quando a gente implementou as insígnias. E eu aí, por exemplo, dentro do clube seu Business, que é o meu produto
mais high ticket, a gente tem as insígnias do clube, >> tá? >> Então tem insígnias diferentes e aí no clube, por exemplo, conforme elas vão ganhando moedas, elas vão acumulando insígnias, elas têm benefícios como um desbloqueia uma nova sessão com estrategista, ela desbloqueia até que chega num ponto que se ela tiver x000 insígnias, ela pode me levar para um evento dela para palestrar >> sem precisar pagar por isso. Então existem vários benefícios. Então tem as insignias, que isso é muito relevante, Os gritos de guerra. E uma coisa que eu acredito que também é muito relevante
é a sensação >> Uhum. >> de Não é exclusividade, mas a sensação de saber das coisas primeiro. >> Aham. >> Então, por exemplo, quando eu vou fazer as narrativas dos lançamentos, >> tá? >> Antes de eu anunciar o lançamento, eu Compartilho muito com elas bastidores. >> Aham. >> O que que a gente tá fazendo, >> elas adoram isso, né? A comentou que, tipo, quando você fala da concepção e trazem ela para acompanhar, elas adoram isso. >> Elas adoram. Elas ficam ficam muito felizes em saber primeiro das coisas. Então eu envolvo elas na conversa, eu peço
opinião, eu ai, que que vocês acharam e tal, e aí eu envolvo elas Mesmo dentro do processo. Então isso gera até muita antecipação para quem tá de fora, porque aí eu começo a compartilhar os comentários delas, o que que elas estão achando e quem tá de fora tá tipo assim: "Meu Deus, eu quero saber o que que é isso, como assim? O que que tá acontecendo ali que eu não tô sabendo?" Gera um fomo, né? Quem tá de fora do eu preciso saber o que que tá acontecendo ali dentro. Então, envolver essas pessoas numa conversa
e não ter Mais uma relação que é tão vertical, que é uma relação de mentor, aluno, mas uma relação de somos todass. >> Tô aqui compartilhando com vocês porque somos todas coss. Vocês fazem parte disso. Eu quero saber a sua opinião >> e eu sou vulnerável também. Eu posso errar, eu tô aqui. Não como absurdo, deu ruim aqui no lançamento, ó, tal coisa, eu vou lá e compartilho. Então, a gente tem uma relação muito mais horizontal. Uhum. >> É claro, eu tô num, eu, eu falo que a, o meu papel na comunidade >> é ser
espelho, espelho e filtro. Ou seja, >> o meu papel é atrair as pessoas certas para dentro da comunidade. Porque se eu mudo a minha comunicação, o que que eu vou fazer? Eu vou atrair pessoas que não estão aliadas com quem já tá lá dentro. >> E aí eu vou contaminar o ambiente. >> Então o meu papel é ser filtro. >> Uhum. >> Mas a partir do momento que tá todo mundo lá dentro, é todo mundo seou. >> Aham. >> Entendeu? É o meu principal papel ali. A ser >> maravilhoso. Inclusive eu queria muito que você
desse uma palestra dessa no Nexon. Dou, já tô, já, já tô sabendo. Vou dar, >> cara, sobre, sobre a construção do seu LTV com base na comunidade. Fica aqui o desafio, tá, ó? Se você ver Duda Vieira No palco do Nexon, é que ela aceitou esse convite. Se ela não se interessar por esse movimento, você vai saber também que ela vai recusei >> recusou o convite. [risadas] Vamos falar de narrativa agora, que é uma coisa que eu admiro demais, gosto de ver você contando história. Eu tenho olhado muito para esse canal de axissão que é
a rede social como um todo. Hoje eu tava contando com a Carol, a gente tem oito canais, né, Carol? São oito Canais de aquisição, tem entre Instagram, TikTok, são dois YouTubes. E eu sei que isso é o que mais equilibra o meu custo, que mais joga lá embaixo, live semanais. Então o meu tempo de tela hoje tem assim um investimento pleno >> do Leandro. Eu falei ano passado que ano retrasado que eu queria me tornar o especialista que eu sempre sonhei em ter. Eu falei: "Cara, eu quero ser essa pessoa que gera muito conteúdo para
ir ter um orgânico forte. E você é uma das Pessoas que eu me espelho porque eu tento entender o por que eu gosto de te ver falar nos stories, por exemplo. Porque a grande maioria você vê um grande catálogo da Avon. É uma parada que é chato. E aí eu tenho vontade de ver o seu próximo stories. Eu queria entender que a forma com que você cria essas narrativas, eu não tô falando ainda de lançamento, a tua vida é uma grande narrativa. E às vezes eu falo: "Cara, por que que eu não criei isso e
Já passou? Como é que funciona o seu modo operante assim de você narrativar tudo que você faz? >> É, acho que é uma forma de pensar que é meio sistematizada. Então, até eu fiz uma palestra um tempo atrás no Mastermind que eu falava assim: "Por o seu conteúdo é uma merda?" >> Aham. E aí, então e eu defendi a ideia de que é porque o conteúdo que funciona hoje é o conteúdo que a gente chama de community Lad growth, ou seja, o conteúdo sendo liderado e >> conduzido pela comunidade >> e não founder led growth
igual. >> É exato. Não é uma condução de narrativa, de conteúdo, que é simplesmente algo que eu quero falar hoje. Não. Eu insiro as pessoas dentro dessa conversa. O meu Instagram se torna uma grande conversa. >> Uhum. >> E eu pego o que as pessoas, os insumos Que as pessoas estão me fornecendo para eu dar continuidade nessa conversa e nessa narrativa. >> Aham. >> Então, toda vez, por exemplo, que eu vou fazer uma ação de vendas, eh, eu não penso assim: "Ah, tá, vou simplesmente ir lá colocar o link e pronto, começou a ação." Eu
penso: "Qual a história que eu preciso contar para que as pessoas queiram clicar nesse link na hora que eu colocar o link?" >> Muito bom. >> Porque senão o meu orgânico não vai adiantar nada. Tem muitas pessoas que vão começar o lançamento, elas simplesmente vão lá, ai gente, dá da daqui dia talento gratuito, clique aqui no link e aí depois a pessoa fala: "Nossa, meu meu orgânico abosta". Mas qual foi o desejo que você gerou das pessoas clicarem nesse link? Por que que elas vão participar desse evento? >> Então, eu crio realmente toda uma História,
isso é importante até para mim, tá? Eu mesmo, isso é importante para mim. Qual é a história que eu preciso contar para na hora que eu colocar o linkum >> fazer sentido? esse link, esse link fazer sentido. Por que que a Duda tá fazendo isso? >> Então, tudo que acontece, e aí é é um um pensamento que talvez venha da minha racionalidade. >> Aham. >> Eu não exponho muito a minha vida. Tem muitas coisas na minha vida que eu não exponho. Eu não sou essa pessoa, não sou blogueira. Para mim não é natural pegar o
celular e gravar o tempo inteiro. >> Mas eu >> E pior que parece, sabia? >> Parece que você faz isso com muita. >> Eu tenho muita dificuldade de gravar stories na frente das pessoas, por exemplo. Eu não, eu gravo muito sozinha. Mas eu escolho, eu sei quais são as Coisas que eu preciso mostrar que fazem parte da minha do meu posicionamento, da minha narrativa. Então, por exemplo, a minha cachorra tomando banho de piscina >> Uhum. >> Que é uma coisa que é banho corrente, ela ama. Ah, não. A Duda posta de forma aleatória. Esse story
aqui da cachorra tomando banho de piscina. Não é aleatório, entende? Eu sei que isso é essa semiótica, esse visual da minha cachorra terça-feira de manhã tomando Banho de piscina e eu chegando da academia e tal. E isso representa liberdade, ser da própria vida, isso comunica algo. Então não é aleatório, >> tá? >> Então eu tenho muito claro assim do que que eu quero mostrar, o que que eu não quero mostrar. Eu eu sou bem racional em relação a isso e eu uso muito os comentários das pessoas, o que está acontecendo para direcionar a conversa que
eu vou ter ali nos stories, no feed E tudo mais. >> Tá muito bom. Então, no final das contas, é um estrategicamente espontâneo. >> Sim. Porque para mim parece espontâneo, mas ele é ainda estratégico. O que para você eh não vai pra rede social? O que que você não gosta de mostrar na rede social? >> Eu não gosto de mostrar eh eu não gosto de mostrar, por exemplo, Para no meu caso, eu falo muito do sublime e tal, >> então até eu brinco com a minha equipe porque eu tenho tanto essa coisa do sublime, eu
eu me preocupo mesmo com a imagem pessoal, tá? >> Então a minha equipe tem hora que eu tô lá tipo 8 horas da manhã. Duda, tem como você gravar esse vídeo para mim? Aí eu, gente, eu não acordo sublime, tipo, porque as pessoas acham que eu já acordo assim, entendeu? Então eu não posso Estor quando eu tô com a cara amassada que eu acabei de acordar. Eu eu me preocupo mesmo com a estética, com que eu tô comunicando. Não que eu tenho que estar sempre perfeita, mas eu me preocupo com isso. Eu não posso, por
exemplo, >> você não acha que a galera quer te ver tipo meio Virgínia assim, acabei de acordar, tô com a cara amassada? Talvez, talvez gostariam, mas aí, mas não faz, não faz sentido para mim. Eu não me Sinto confortável. >> Deixa eu te contar um parênteses aqui, uma coisa que aconteceu ontem comigo. Eu não sabia, mas a Taidantas ela tá no TikTok também e eu achei que ela só tava no Instagram com aqueles vídeos, é, meio que na fazenda, com cavalo, tal, super bem produzidos. >> E ontem eu vi ela no TikTok, a cara lavada,
assim, ela falando sobre aquela polêmica da Boca Rosa que eh foi ela que criou, não é? Mas enfim, não é nem sobre Isso que eu quero falar. Tipo, mano, ela com a cara lavada, eu olhei, falei: "Nossa, que tai da hora". Tipo, ela não falando daquele jeito. Mas aí eu vou fazer uma provocação. >> Você não acha que foi proposital ela tá assim naquele vídeo? >> Pode ser, pode ser, pode ser. >> Entende? >> Mas eu fiquei com vontade dela trazer mais esse lado e aí agora, tipo, me veio, será que a galera quer ver
a D? >> Eu gosto dessas quebras assim também. Não é que você tem que estar sempre perfeita e tal, então >> sempre sublime, mas eu é uma coisa que me incomoda, por exemplo, não quero >> eh como é que eu posso falar, varziar, entendeu? Isso não, eu posso do jeito que é e tal, não sei o, porque eu não me sinto confortável, entende? er. >> E aí até um ponto que eu falo, eu eu trago muito isso paraas minhas alunas, Porque teve uma vez que aconteceu uma situação na comunidade que eu eu fiz questão de
comunicar isso. A gente tava numa aula tira dúvidas e uma aluna virou para mim e falou assim: "Duda, eu tô com muita dificuldade de gravar stories >> por você fala que é muito bom. a gente tem que estar sempre arrumada e sublime e tal, e você se maquia sempre para gravar stories. E eu tenho alergia à maquiagem, então tem poucas maquiagens que eu consigo usar, eu não me sinto Muito confortável e aí eu sempre fico nesse dilema porque tem alguma coisa que eu quero falar, mas eu não tô maquiada, então eu não posto e eu
não me sinto bonita, eu me sinto mais bonita sem maquiagem do que maquiada, então ela estravou ela. >> Aham. >> O que que eu faço? Porque a Duda fala que tem que maquiar. E eu falei para ela: "Olha, você não precisa concordar comigo". Uhum. >> Tipo assim, você, se você tem esse ponto de que você não quer se maquiar para produzir conteúdo, use isso não como uma fraqueza. Porque se você assume isso como uma fraqueza, o que que vai acontecer? Toda hora que você for postar um story, você vai pegar e falar assim: "Gente, desculpa,
eu tô sem maquiagem, mas eu queria falar uma coisa com vocês. Ai, gente, eu sei que eu tô sem maquiagem, mas ah, não sei o quê". Então você vai começar a se justificar pelo Fato de não estar maquiada, porque você acha que isso é errado. >> Aham. Agora, se eu entendo que eu não quero maquiar, me maquiar, e eu levanto a hashcaralimpa e eu falo: "Ai, você não precisa se maquiar para ser bem vista, para ser bem posicionada", isso se torna uma fortaleza, >> uma força. Então, tudo que você vê como fraqueza, porque é diferente
do que as pessoas falam, transforma uma força, numa bandeira sua. Você não precisa Levantar as mesmas bandeiras que eu. Então é uma bandeira minha, é algo que é da Duda, eu valorizo isso >> e eu também não mostro muito minha família assim no sentido de eu não, meu pai até, você conheceu meu pai, a ele fica mostrar muito, muito, você tem que mostrar muito se seu pai é muito mais legal, velho. Caraca, >> posta um story nosso aí e tal. E é uma coisa que eu tento preservar muito assim, não gosto muito de mostrar, ã,
Sabe? Minha vó, não tem um motivo assim, >> não é mais uma questão assim. >> Mas você acha que isso talvez conectaria mais a galera, tipo, talvez se conectaria mais com você de saber que você tem uma família, que seu pai meio doidão mesmo, ele num dia normal dele? Talvez, talvez sim, mas eu não acho que é o 8020, não. Acho que faria uma diferença tão grande, porque assim, por exemplo, eu mostro eu com meu marido, >> ele eu mostro eu na minha casa com as Minhas cachorras, as minhas sobrinhas, >> ele cozinhando agora. >>
Cozinhando. Então eu mostro algumas coisas da minha vida, mas por exemplo quando eu tô, sei lá, numa festa de família, eu não gosto muito de expor meus tios, sabe assim, porque eles não, eles não são influenciadores, eles não são expertos, >> nem sabe se eles querem também, né? >> Exato. Então eu eu tento preservar um pouco. >> Tá muito bom. Ainda na linha narrativa, quero entender como é que funciona a concepção a partir do momento que o seu time, seu time chega e fala: "Ó, nós vamos fazer um lançamento". Sim. >> Como é que você
tem toda essa ideia narrativa? Eu sei que isso vem muito da tua cabeça, que eu já conversei com pessoas do seu time. Cami, principalmente já falou: "Cara, eu para vender uma ideia, eu tava conversando com a Duda nos bastidores antes da gente Começar e eu contei uma história que uma vez a Cam, a Camou sua isso, tá? Ela falou o seguinte: "Cara, eu vendo uma ideia de um lançamento pra Duda e ela não compra enquanto ela não sabe qual a história que ela vai contar para chegar onde eu apresentei a ideia. Como é que funciona
a tua cabeça? >> A minha cabeça para construir a narrativa sempre funciona de trás para frente. Então a primeira coisa, eu tenho que saber qual que é o objetivo, >> tá? >> Então bom, vou fazer um lançamento, beleza? Eu parto sempre disso. >> E quando eu vou construir a narrativa, eh, eu falo que eu sempre uso cinco atos. São cinco fases de uma construção de narrativa. Primeira fase é eu entender e me colocar muito no lugar onde meu cliente está hoje. >> Então, a primeira fase é entender como a minha cliente se sente hoje, qual
palavra ela usa para descrever como ela Se sente, quais são as situações muito específicas que ela vive na vida dela, >> que eu posso trazer pra minha comunicação, que ela vai falar: "Caraca, parece que a Duda botou uma câmera aqui e ela me filmou enquanto eu estava vivendo." Tá? >> Então é um ponto que eu vejo muitas pessoas errando quando vão produzir conteúdo. Falam muito de forma muito genérica sobre as dores. Então todo mundo sabe que tem que falar das dores, Mas fala de forma muito genérica. Então, exemplo, um >> e uma pessoa que fala
de emagrecimento, >> ela fala: "Ah, eu sei que você quer emagrecer. Ah, eu sei que você sobe na balança e você se sente mal". Todo mundo fala isso. Agora, se eu viro e falo assim, tem uma aluna minha que trabalha com pessoas obesas mesmo, >> e aí ela vira e fala: "Olha, eu sei que você não consegue amarrar o seu sapato sozinho". >> Uhum. >> Porque a sua barriga não deixa você chegar e amarrar o sapato. Então você usa crocs, >> você usa sapatinho de enfiar o pé, que é horrível, só porque você não consegue
amarrar o tênis. >> Nossa, isso é muito mais profundo do que só uma dor geral, né? Isso é profundo. >> Aham. >> Isso é a pessoa falar: "Não, não é possível. Como que ela sabe disso? >> Aham. como que ela entendeu isso sobre mim. Então, é muito é muito legal você, não >> assim, você não não cabe mais roupas que antes cabia, você ficava feliz. É genérico, mas tipo a o ato de estar comprando croc sem pensar no por que tá comprando croc que no final >> simplesmente porque você não consegue amarrar o sapato. Então
isso é muito profundo. Então eu gosto muito de visualizar essa situação específica. Ah, Ela tá eh frustrada, tá? Mas o que que acontece no dia a dia dela que >> deixa frustrada? tancara a frustração que faz ela, putz, minha vida tá uma bosta. Então, eu preciso pensar nessas situações muito específicas e no sentimento que é gerado. Então, sempre parto disso no ponto da narrativa. E aqui a pesquisa é muito importante. Eu sempre faço muita pesquisa com a audiência, tanto as pesquisas que a gente faz internamente no produto. Uhum. >> Quanto caixinha de perguntas, >> como
em uma palavra, como você descreveria a sua vida hoje? Em uma palavra, como você se sente hoje? Então, e a gente faz mapeamento disso, joga na inteligência artificial, vê qual foi a palavra que mais apareceu pra gente usar a palavra certa, >> não usar a palavra errada. Então, o primeiro ponto é esse, como é a vida do meu cliente hoje. >> Segundo ponto, eu preciso mostrar para Essa pessoa que existe um conflito que ela está vivendo, um problema que ela tá enfrentando e que esse conflito eh vai gerar nela sensação de chega. >> Uhum. que
é o terceiro ato. Então, o terceiro ato é como se fosse o pico da narrativa. É aquele momento que a pessoa fala assim: "Basta, chega, não dá mais para eu viver assim, eu preciso mudar". Então, eu faço uma provocação, eu mostro como é a vida dela hoje, eu gero uma uma sensação de estresse ali mesmo, de cara, Tá assim, tá assim, tá assim, repetição, repetição, repetição, até que ela chegue num ponto de >> não dá mais, chega, não dá mais, basta. Depois que ela chega nesse ponto, nesse pico de chega, não dá mais, ela tem
que tomar uma decisão. >> Qual que é a decisão que ela tem que tomar? Ou ela se inscrever no meu evento gratuito. >> Uhum. >> Ou ela comprar meu produto, >> tá? >> Então o meu produto, ele vem como uma solução >> para esse conflito, para esse problema e para mudar a vida que ela tem hoje, >> tá? >> E no final, que é o quinto ato, eu preciso mostrar como vai ser a vida dela depois, >> tá? Então eu preciso fazer um paralelo, um contraste entre como era a vida dela antes de comprar o
produto e como vai Ser a vida dela depois. >> Muito bom. Muito bom. >> E aí existem várias formas diferentes de eu exemplificar isso. Então, >> antes de entrar no exemplo, vamos resumir os cinco atos. Primeiro atos. Primeiro ato, vida do cliente atual, >> tá? Segundo, >> segundo ato, problema conflito, >> tá? >> Terceiro ato, chega, decisão. [limpando a garganta] >> Tá. Quarto ato, ela passar pelo processo ali do produto ou do evento gratuito. >> Quinto ato, como se tornar a vida dela depois. >> Animal. Muito [ __ ] >> Exemplo. >> Exemplo. Eu posso
fazer isso através de eh um vídeo onde eu gero um contraste entre duas pessoas diferentes. >> Uhum. >> Então, por exemplo, tem tem um vídeo que a gente fez uma vez que foi bem Emblemático assim, que era como se fossem duas amigas conversando. >> Então, uma amiga vê o anúncio do meu evento. >> Aham. E nossa, isso aqui é a cara de fulana, deixa eu mandar para ela. Aí ela manda pra amiga, oi amiga, tudo bem? Olha isso aqui. >> Uma delas se inscreve e a outra não se inscreve. E aí a gente mostra o
tempo passando, o tempo passando, como a vida vai mudando. >> Uhum. >> Porque uma tomou decisão e a outra não tomou, >> tá? >> E daí chega no final do vídeo, elas se encontram. >> E daí na hora que elas se encontram, el uma tá muito bem, >> uma tá com a vida dos sonhos e a outra tá na vida atual. >> Aham. >> E aí elas se encontram e aí, a amiga, e Aí, como tá a sua vida e tal. Nossa amiga, obrigada por ter me mandado aquele anúncio, cara. Foi incrível. Nossa, o meu
escritório tá bombando, tô cheia de clientes, tal, tal, tal. E a outra cliente, ai, pois é, eu acabei deixando para depois. A narrativa desse lançamento era deixar para depois, era procrastinação. O >> o ponto principal do problema, >> tá? >> Ai, amiga, acabei deixando para depois. E aí, eh, depois a gente voltava assim pro momento que ela recebe a mensagem da amiga, >> eh, como se fosse tudo um sonho, sabe? Tipo assim, volta >> e ela, meu Deus, não posso deixar para depois. E aí ela se inscreve. na hora, tá? >> Então, esse contraste é
entre duas pessoas diferentes. >> Aham. >> E eu posso também gerar um contraste Trazendo história de aluna, como era a vida dela antes e como se torna a vida depois. Então, um depoimento, ele pode seguir a si mesmo arco narrativo. >> A forma como eu trago as minhas histórias, os meus conteúdos, as minhas narrativas também segue esse mesmo arco. >> Eh, eu posso mostrar a trajetória da própria pessoa num vídeo único e de como pode se tornar a vida dela depois. várias formas diferentes, mas sempre comunicando esses cinco passos. >> Ah, muito bom, cara. Maravilhoso.
Você falou sobre produto e eu vou puxar um outro tópico aqui também de produto que eu vou entrar no fim do era agora >> e eu vejo que várias mulheres ficaram órfãs. [risadas] >> Tipo, a gente tem hoje um mundarel de mulheres [ __ ] no Brasil que antigamente estavam no era com vocês e depois da decisão elas ficaram órfãs. A minha pergunta é: você tem vontade de fazer um novo Era da Duda Vira? >> Eu tenho vontade de ter um próximo, porque hoje o meu produto que eu tenho assim de comunidade maior é o
Clube Seu Business, né? Eu tenho produtos de ticket mais alto, mas aí são individuais, de entrega individual. >> Eh, eu tenho vontade de ter sim mastermind, só que eu queria hoje a minha intenção é de fazer um mastermind mais focado no ecossistema CEO, >> tá? do que num ecossistema do >> digital como um todo. >> É, é que eu na verdade vejo um dilema no universo dos masterminds, >> tá? >> Qual que eu que eu acho é o grande dilema? É até uma coisa que não sei se você já parou para pensar sobre isso, >>
mas qual que é o grande dilema que eu vejo? Por exemplo, o Era ele era um ambiente, era um mastermind com os maiores nomes femininos do digital. Então pessoas que faturam 20, 30, 40, 50 milhões por ano estavam lá. Era um Ambiente muito exclusivo e muito seleto. Inclusive >> tinham em torno de 35 pessoas. >> Só mulheres. >> Só mulheres. >> E por exemplo, para você entrar no era não era assim: "Ah, eu eu vendi e você entra". A gente mandava o perfil da pessoa lá no grupo do Era: "Gente, alguém tem algo contra essa
pessoa entrar?" >> Se alguém tivesse, não entrava. >> Não entrava. Então era realmente assim, bem exclusivo e bem seleto. Ah, aí tinha pessoa, ah, fulana de tal já, já copiou um produto meu. Ah, não, então ela não vai entrar, tudo bem. Então a gente barrava mesmo. >> Nossa, >> era bem fechado e bem exclusivo. >> E até difícil de crescer, né, quando você tá barrando e tá colocando essa >> Ex. é um modelo que não é escalável, é um modelo que tem muito mais foco em >> status >> e uma conversa bem fechada ali, >>
do que, por exemplo, eu ter um grupo de 100 pessoas, 200 pessoas, 300 pessoas, onde eu consigo até acender as minhas alunas. >> Uhum. >> Então o que que começou a acontecer? Virou um objeto de desejo muito grande pras minhas alunas. era assim, cara, eu quero chegar nesse faturamento aqui porque eu quero entrar pro era. >> Só que ao mesmo tempo, >> e eu entendo também, vamos supor, eu tenho uma aluna que também é mentorada da fulana ali que faz parte do era, >> tá? >> E daí na hora que ela atingiu o resultado, ela
queria entrar, a fulana fala: "Cara, eu não me sinto confortável de ter uma mentorada minha dentro do grupo". >> Entendi. Entendi. >> Então, gera um conflito porque eu gero Desejo, >> tipo, a aluna dessa mentorada do Ela está no mesmo patamar que ela >> cresceu a ponto de ela tá no mesmo patamar. Mas será que ela cresceu? mesmo, né? Eu acho que essa era >> ela atingiu, ela atingiu a faixa de faturamento que ela precisava para poder entrar, >> tá? >> Só que a ali a que tá aqui, que é tem 10 vezes mais faturamento
que ela e que é Mentora dela também, porque também tá num produto dela, >> ela pensa: "Poxa, não acho legal essa pessoa tá aqui, eu não vou me sentir confortável em abrir os meus números com essa pessoa aqui". >> Tá? Então isso gera um conflito por eu quero gerar desejo nas minhas alunas delas acenderem, >> só que ao mesmo tempo >> gera um conflito interno no grupo de eu não quero que isso se torne com pessoas Que eh estão abaixo de mim, [limpando a garganta] >> entre aspas, entendeu? Então hoje o modelo de masterm que
eu gostaria de ter seria um modelo focado na seoss. >> Entendi. >> Para se realmente acenderem, a gente tem um grupo da COS. >> Uhum. >> Então eu diria que são quase como dois modelos diferentes de mastermind assim. >> Uhum. Eh, não tem uma pegada do digital Em si, é um negócio do próprio eistema SEO subir. Tipo, não é a galera do digital em si, né? Pelo que eu tô entendendo. >> É, po, até po poderia ser, mas tem que ser um ambiente que assim, cara, as cos estão lá, >> entendeu? A SEO que chegou
no milhão de faturamento, no 2 milhões de faturamento, ela vai est lá >> e ela quer tá lá, tá? >> Não pode ser algo do tipo, ah, ela quer Tá lá, ela conquista para chegar e aí alguém barra ela de entrar. Ah, e o Era ele chegou ao fim por uma decisão de vocês duas. >> Sim. >> E a gente tinha duas cabeças muito dominantes em cima de um produto. Cara, é um negócio que naturalmente você já olha e fala: "Isso aí tem muita chance de dar merda". Não foi o que aconteceu, né? nãoaram nada
disso. >> Mas o que eu quero saber é, tipo, nessa União e até com tudo que você aprendeu com o fim do era, o que que você vê de errado que foi feito ali? Eu >> eu não diria que foi alguma coisa de errado que foi feito, mas é porque assim, eh, e não é uma crítica, tá? Eu admiro muito a Betina. Eu acho que ela tem muitas qualidades incríveis. Eu falo isso muito para ela. >> Mas nós temos personalidades muito diferentes. Então eu sou uma pessoa muito constante e ela, a constância dela É ser
inconstante. >> Uhum. >> Então ela, para ela é muito natural >> mudar de opinião, mudar de ideia e seguir o flow das novas ideias dela. Já eu sou muito mais assim, cara, eu tenho uma ideia e é muito difícil mudar completamente de ideia. >> Aham. Então, quando a gente, por exemplo, a gente começou o Era, no segundo encontro do Era, a gente foi pra Itália. >> Uhum. >> E aí eu lembro que quando a gente tomou essa decisão de ir pra Itália, eu falei, eu lembro de eu comentar com ela, amiga, será que ainda é
melhor a gente fazer um, sei lá, vamos pra Menda, vamos um lugar mais de boa? Porque esse cara, se a gente vai pra Itália, para onde a gente vai depois? >> Qual que é o próximo passo? É, para onde eu vou depois da de pra Itália que précia depois do >> E a gente levou 30 mulheres pra Itália. e tal. Então, eh, e para ela, não, amiga, a gente tem que ir embora e tal. Então, eh, e aí quando o maior ponto da gente ter chegado de desfazer o era, na verdade não foi nenhum conflito
específico entre mim, ela foi um conflito mais de agenda e negócio. Aham. >> Então, assim, tá, vamos organizar o calendário de 2025 do Era. >> Cara, ela tem um monte de lançamento, eu tenho um monte de lançamento, ela tinha Sócio também que tinha opiniões, enfim. Então, realmente não bateu, não foi assim uma ideia específica da gente discutir, foi, gente, isso aqui não vai encaixar, tipo assim, isso aqui vai prejudicar ou o meu negócio ou o seu. >> E aí, por isso que a gente decidiu encerrar. >> Muito bom. Qual que foi o maior aprendizado que
você tirou com tudo que você viveu no Era? >> Maior aprendizado que eu tenho é que as pessoas têm muito a, eu conversei muito sobre isso com a Cam também, que ela fala: "Nossa, Duda, eu olhando de fora". E eu já eu já até dei bronca com ela assim por isso, porque ela [roncando] falava: "Nossa, olhando de fora parecia um monte de mulher falando de roupa e tal". Eu: "Cara, é uma percepção muito errada que o mercado digital tem das mulheres, entendi. Foi uma mulher falando para mim." >> Aham. Total. Então assim, era um ambiente
de muita confiança, de muita troca, de alto nível, onde as mulheres abriam e assim é um uma falta que eu sinto hoje muito assim em masterminds como um todo de você ter real a real coragem de você abrir a verdade do que tá acontecendo. Porque muitas vezes o que acontece é que as pessoas vão para grupos maiores para >> se promover, >> para se promoverem e para contarem Vantagem. Então, tipo, eu sou muito incrível, olha que legal isso aqui, o meu resultado >> e lá a gente tinha assim, cara, tô na merda, aconteceu um problema,
que que eu faço? >> Tá, >> entendeu? E as pessoas realmente se ajudavam. >> É o extremo posto. >> E um outra planeado também que eu acho que é muito legal de ver, porque às Vezes a gente pensa assim: "Ah, não, quem já tá num nível muito alto não tem senso de comunidade". E tinha muito. >> Então, assim, a gente ia lá e tinha o dia do vermelho e todo mundo de roupa vermelha. Aí a Cam, ah, todo mundo lá de vermelho, Cama. Elas adoravam, a gente adorava, era, era o nosso símbolo, era o nosso
momento. >> Outra, talvez a pessoa que esteja vendo de fora, que não goste desse movimento, ela vai achar tipo, ah, não é Interessante, mas, mano, quem tava lá tava adorando, né? >> Exato. Então, assim, mesmo quem fatura muito alto precisa de uma comunidade, >> precisa de um grupo, precisa estar num ambiente que fortalece. >> Uhum. Muito bom. Vamos pro último bloco agora e eu quero falar sobre conteúdo. E a primeira pergunta, talvez polêmica, talvez não, e até ofensiva, é o que que você pensa sobre inteligência artificial e conteúdo? Vai substituir ou não? >> Acho que
nunca. Nunca. Eu e assim, na verdade, eu acho que a inteligência artificial ajuda em muitos pontos, tá? Então, eh, igual eu falei agora da pesquisa que a gente faz faz nos stories com o pessoal. Uhum. >> Antigamente eu tirava print por print de todas as caixinhas, ia lá para mapear, pra gente ver qual resposta. Hoje a gente joga no chattra todas as os padrões. Então o chat, o cloud agora também que tá tá muito em alta, eles Ajudam em muitos processos, mas tem coisas assim, o conteúdo que de fato vai ser o diferente que vai
chamar a atenção é aquele que tem a personalidade da pessoa, é aquele que tem uma opinião que um chat não é capaz de de formular. >> Uhum. Então é muito pessoal. Eu acredito que cada vez mais o conteúdo que vai sobressair é o conteúdo muito pessoal e é o conteúdo que tem uma autoralidade muito forte. >> Muito bom. Como é que funciona hoje a Tua produção de conteúdo? Você tem uma social mídia, uma estrategista de conteúdo? Eh, você a cabeça por trás, que eu sei que você posta muito, você tá o tempo todo nos stories.
>> Uhum. >> Talvez não espontaneamente, mas sim estrategicamente para o que você quer passar ali. Cara, o fato é, você aparece muito. >> Sim. Como é que funciona? Porque você é empresária, você ia falar dona de casa, Não, você não é, [risadas] você é empresária, você é esposa. >> Sim, >> enfim. Eh, eu stories assim é muito eu. >> Então assim, stories sou eu que boto a mão, não tem ninguém que cuida dos meus stories, sou eu mesmo. Até determinado ponto, eu tinha muita trava, muita dificuldade em contratar uma pessoa para me ajudar com conteúdo
>> por uma crença minha em primeiro lugar, porque eu pensava, se eu ensino isso, eu Não posso ter ajuda de ninguém, eu tenho que fazer sozinho. >> Isso é muito crença, velho. >> Crença total. Eu pensava: "Não, não posso ter ajuda. Sou eu que eu ensino fazer isso." Então eu não, eu tinha uma trava em relação a isso e também porque eu não conseguia contratar pessoas que conseguiam pensar como eu. >> Uhum. >> Porque o o grande ponto do conteúdo e de contratar um bom social mídia, um bom Conteudista, é que ele tem que aprender
a pensar como você pensaria. >> Ele não pode criar um conteúdo genérico, um conteúdo que qualquer outro especialista criaria. Ele tem que criar o conteúdo que o Leandro criaria. Ah, >> então esse é um esse é um refinamento de voz, um refinamento de de visão assim que vai acontecendo com o tempo. >> Uhum. >> Eh, hoje eu tenho uma pessoa que me ajuda e essa pessoa que me ajuda, ela Foi sendo treinada por mim e hoje eu falo: "Cara, ela pensa igual eu pensaria". >> Então é muito difícil hoje ela criar um conteúdo que eu
faço voltar. >> Mas assim, foi um processo de feedback. te ajuda e o tempo todo você ainda dá feedback, principalmente nos carrossis, ali tem muita ideia do seu time. >> Muito, muito, muito. >> Ah, é, mas assim, principalmente os de análise, vamos supor, ontem teve um Conteúdo que a gente soltou lá da Ana Paula, do BBB, >> tá? >> Esse conteúdo quem fez foi a Luía, que é minha, que é a minha social mídia. >> Não pode falar o nome que senão você perde, entendeu? Toma cuidado. >> É. Ah, Michele, [risadas] então ela ela foi,
ela construiu, ela me mandou assim: "Duda, acha legal fazermos um conteúdo sobre Ana Paula BBB?" "Sim, Bora faz". Ó, eu acho que tem que levar para esse lado. Aí ela formulou. >> Aham. Tipo da camiseta do Brasil. >> É, o da camiseta do Brasil. Foi aquele conteúdo. Pegou muito, viu? Tem muitos conteúdos que hoje eu vejo, por exemplo, tem um tema legal, aí eu pego, >> eu pesquiso, exemplo, dois artigos, duas coisas assim, mando, Lu, seguinte, temos que criar um conteúdo sobre isso aqui. >> Olha, lê isso aqui, vê esse parágrafo. Acho que a gente
tem que chegar nessa Conclusão. Formula >> aí, ela vai fazer formular. Muito bom. Eu não sei se você viu, mas sempre quando eu vejo um conteúdo muito desapontado, igual o que aconteceu com a camisa do Brasil seu, >> eu vou ver o que que aconteceu com o perfil. Aí eu fui no dia no Social Blade e eu peguei o histórico de crescimento do seu perfil, tipo o dia da camiseta e o dia seguinte seu perfil cresceu tipo 15 vezes mais do que os dias comuns. >> Aham. com um post, velho. E a gente fala que
às vezes a gente gasta um [ __ ] dinheiro com tráfego >> para atrair seguidores, mas aqui se acerta e você pode trazer muita gente que vai virar compradora por causa de um post acertado. >> Por isso que eu acho que é um jogo muito de equilíbrio entre quantidade e qualidade. Até novembro do ano passado, isso até uma coisa para te falar da sua metodologia. >> Eh, até novembro do ano passado eu tava, eu passei assim uns seis meses do ano passado muito frustrada com o conteúdo, porque a gente tava tentando formular. >> Ah, não
parecia porque sempre parece que você tá no flow. Eu tava tentando formular um bom processo de conteúdo. A gente tinha mais uma pessoa envolvida, além da Lu, mais uma pessoa envolvida, mas não estava fluindo. Então eu tinha muito pensamento assim, tipo, vou postar isso aqui porque eu tenho que postar, Mas eu sei que não vai engajar. E eu sei se não vai engajar. Eu eu olho esse aqui não vai engajar. >> Então eh eu olhava e falava assim: "Putz, eu vou postar porque eu tenho que postar, mas eu não gostaria de postar e eu sei
que não vai dar bom". Então eu fiquei muito tempo ali batendo cabeça, por que não tá fluindo? Por que que não tá fluindo? chegou e a gente tava rodando o corredor polonês. >> Aham. >> Quando chegou novembro do ano passado, a gente fechou a Black Friday, eu virei pro time e falei assim: "Gente, seguinte, não temos nenhuma outra grande ação agora no no final do ano, dezembro, eu vou pedir para vocês pararem todas as campanhas de tráfego e a gente vai ficar um mês no orgânico. Deixa eu fazer teste aqui, deixa eu ver o que
que vai rodar e tal. Eu preciso entender o que que funciona, o que que não funciona. >> E aí o mês de dezembro foi tipo surreal. A gente ganhou 50.000 seguidores em dezembro. que animal >> com essa estratégia que a gente formulou de orgânico. >> E aí foi muito legal porque assim, é o que você falou, às vezes a gente investe muito dinheiro, a gente passa muito tempo, ai tem que criar três posts por dia. Só que eu fui muito com a mentalidade do eu falei com o meu time, né, gente, eu preciso de um
conteúdo por dia muito bom. >> Aham. >> Porque um conteúdo por dia muito bom vai trazer mais gente do que se eu fizer três que estão ruins. >> Uhum. >> Então eu preciso de um muito bom e a gente precisa que seja um conteúdo de opinião, >> tá? conteúdo de opinião e aí cresceu muito, muito rápido. Então foi nesse mês que eu postei o vídeo lá da energia masculina, foi nesse mês que eu fiz o Conteúdo, os principais primeiros conteúdos de análise que fluíram muito bem. >> E tem muito encaminhamento, velho. Essas coisas é impressionante,
é bizarro. Muito e aí a gente validou muito. Então hoje o meu processo de conteúdo, eu tenho cinco principais formatos que são muito replicados e tem poucos conteúdos que eu crio fora desse formato. Então isso me gera muita previsibilidade na hora de criar. >> Aham. Beleza? Então você tem cinco formatos que são validados e frequência para você não importa tanto igual qualidade, pelo que eu tô entendendo. >> Importa se você, eu posso todo dia, >> tá? Se você conseguir mais de um por dia animal, mais quando eu tenho lançamento, dois por dia >> pelo menos.
>> Beleza. >> Mas assim, eu prefiro ter um por dia muito bom. >> Aham. >> Do que ter um monte de conteúdo que é irrelevante, >> tá? Beleza. Quais são as suas redes sociais hoje? Canais de exissão, >> principal hoje é Instagram e TikTok. TikTok também. Eu tenho usado com mais frequência >> YouTube que eu tô te cobrando. >> Ah, YouTube eu tô eu sou é uma falha minha, eu preciso. Ela tô falando, gente, eu tô trabalhando demais. >> Eu não sei onde que eu vou arrumar tempo para criar conteúdo pro YouTube. >> Eu, a
gente tava falando sobre [risadas] esteira estratégica da Duda, daí eu falei, mano, ela tem que botar que ela vai entrar no lançamento pago. Quero inclusive antecipação sobre isso. Mas aí eu falei: "Cara, faz uma live por semana, talvez para vender ingresso, se for acontecer, tal". Falou: "Não, ô louco, muita coisa para mim". Eu falo, eu [risadas] fui coloquei um monte de Funil para eu trabalhar menos. Eu tô trabalhando três vezes mais, gente, para botar esses funis para rodar. Pelo amor de Deus, que hora que vem a as glórias >> que que a gente começa fazendo
um monte de coisa para depois >> ficar [risadas] mais fluido, né? Mas eu preciso arrumar tempo pro YouTube. Realmente é é uma falha minha. Pra gente encerrar, duas perguntas, uma mais polêmica e uma de antecipação. >> E aí aqui talvez saia um corte, eu quero Que você reaja >> à fala do Thalis Gomes sobre Deus me livre ter uma mulher se dentro de casa. Eu quis te fazer essa pergunta porque você tem dezenas, centenas de se dentro da tua comunidade. >> Sim. >> Que que você acha sobre essa fala? Eu acho eh essa essa frase
do Deus me livre ter mulher se, né? Eu acho que realmente uma mulher se não seria casada com ele. [risadas] >> Aham. >> É basicamente isso. Acho que uma mulher que tem essa essa energia e esse desejo de ser, talvez não seria casado com ele, porque casado com ele, porque realmente não teria fit, >> não tem fit. >> Eu entendo hoje o que ele quis dizer do tipo, ah, eu não posso ser, não quero ser casado com a mulher que trabalha. >> Aham. Que tem a mesma frequência que ele, talvez. Exato. Mas assim, a forma
Como ele falou, é tudo que da questão da narrativa, né? A forma como ele falou >> e principalmente as clientes que ele tinha dentro do negócio dele, mulheres. >> Uhum. >> Isso não foi legal, assim, não foi legal. Então, inclusive, várias CEOs gigantes do Brasil se posicionaram contra, saíram do ecossistema dele por conta dessa fala, por conta dessa fala. >> Então, assim, hoje eu eu falo que a mulher ter o próprio dinheiro, ela ter Essa liberdade financeira, o dinheiro do não é o dinheiro do não, sabe? >> Uhum. É assim, você não ter que se
colocar num determinado lugar simplesmente por porque você não tem dinheiro. Você não ter que aceitar determinadas situações porque você não tem dinheiro. Para mim, eu ter o meu próprio dinheiro assim é a melhor coisa do mundo. Não abro mão disso. >> Então >> fico muito feliz de ver cada vez mais Mulheres. Da mesma forma que a gente tem uma tendência muito conservadora vindo de mulheres que querem ser esposas troféu. >> Uhum. >> Eu vejo muitas mulheres também tomando a decisão de cuidar da própria vida e de ter o próprio >> ter marido troféu daqui a
pouco [risadas] ao contrário. >> Não, marido troféu também. Aí já demais, >> mas mulheres sendo cos mesmo assim, não Só de de trabalho, mas da própria vida, de você poder tomar suas decisões, fazer suas escolhas, se você tá num lugar que não faz mais sentido para você, você poder sair >> sem estar presa por conta do financeiro. >> Muito bom. Antecipação. Agora eu quero entender quais são seus próximos passos. Você tem um lançamento pago, mas eu acho que eu quero saber sobre suas apostas. Uhum. >> Que que você vê para esse final de 2026? A
gente tá chegando quase no final do primeiro semestre. Me diz aí quais são suas apostas, onde você vai colocar energia. >> Eu tenho apostado muito em funis de low ticket. Funis low ticket. Então foi uma prioridade para mim nesse primeiro trimestre >> colocar para rodar. A gente fez um primeiro produto que é o carrois que vendem que >> maravilhoso. >> Escalou muito bem. Tem escalado muito bem. Eh, tá engraçado porque grandes nomes do mercado chegam, cara, que conteúdo bom, que material bom, eu tô usando e tal. >> Aí é legal. Nossa, mano, é low ticket
isso e eu tô ajudando os cara maior grande. >> É um produto de R$ 37, R$ 47. Então, a gente colocou esse primeiro para rodar. A gente tem um funil bem estruturado com ele. Hoje mesmo eu vou dar uma aula para Quem comprou o CQV esse mês para fazer ascensão. Então, todo mês a gente faz uma aula para acender o pessoal pro próximo nível dentro desse low ticket de 47, 37, 47. A gente tá colocando agora para rodar o funil de VSL, que eu não tinha ainda, de um produto de 297. Então esse primeiro quarter
para mim foi assim, vamos focar em colocar isso para rodar >> e dá trabalho. Igual eu falei, tô trabalhando mais do que eu trabalhava Antes, mas porque eu tô tendo uma visão de assim, tá, quando isso aqui tiver rodando bem, isso vai me dar uma paz muito grande. >> Uhum. Porque você vai paz para criar o próximo funil para você se ferrar de novo e continuar trabalhando >> até cair. Exatamente. Eh, no universo dos lançamentos, o lançamento pago é um modelo que eu tenho acreditado muito. Eu tenho uma, eu tenho uma trava em relação ao
lançamento pago no meu mercado, da Minha forma, do meu público, que é o meu público é um público muito consciente. >> Então, não é um público que eu consigo fazer um lançamento pago e simplesmente a pessoa não sabe que é um lançamento. Como tem mercados que você faz isso, faz isso num nicho de emagrecimento, nicho de relacionamento, você vai vender ali, a pessoa nem sabe que isso é que isso é um lançamento. O meu público sabe. Então eu não tenho nenhuma intenção de fazer um lançamento pago fingindo que não é um Lançamento. Eu preciso colocar
isso dentro da minha narrativa para justificar porque que a pessoa precisa comprar isso agora, ainda que seja um lançamento. >> Então é o meu desafio, >> mas eu acredito muito nesse formato também. >> Muito bom, maravilhoso, cara. Quero te agradecer. Eu adorei, assim, foi melhor do que eu esperava, principalmente em relação a coisas que você abriu. E eu Não conhecia essa versão da Duda que, tipo, tem essa esse lado mais tato, sabe, de olhar pro negócio. Cara, >> adorei. Quero te agradecer. Obrigado por ter aceitado. Fica inclusive meu próximo convite que eu quero te ver
no palco do Nexon falando sobre essas insígnias. E eu vou [limpando a garganta][risadas] te dar uma insignia aqui, que você foi uma das poucas pessoas que em pleno 2026 conseguiu fazer boas narrativas sem Ficar dependendo de inteligência artificial. Você é tipo a empíricos de 2018. Você tem narrativas [ __ ] e nunca perca essa parada. Obrigado por ter aceitado. Essa câmera é sua. Fala o que você quiser pra galera. Enfim, qual o conselho que você dá para quem tá te assistindo até agora? O conselho que eu dou é que assim, em primeiro lugar, o digital
é a única opção. Eu sei que tem pessoas e principalmente no nosso mercado agora, Porque não é um mercado que é tão fácil. Em 2018 era muito fácil. Eu falo que eu brincava de ganhar dinheiro, assim, quando eu comecei era assim, qualquer coisinha que você fazia ali voltava muito, voltava muito dinheiro, então era muito mais fácil. Hoje a gente tá num mercado que é muito mais competitivo, tem muito mais concorrência e não só entre nós, mas por exemplo, quando eu falo do Instagram, eu tô disputando energia com a Virgínia, >> porque o tempo que a
pessoa passa assistindo o story da Virgínia é o tempo que ela poderia passar assistindo os meus stories. Então hoje o conteúdo pelo conteúdo, só produzir conteúdo já não é um diferencial. Em 2020 era só você produzir conteúdo, mesmo que fosse ruim, isso já era um diferencial. Hoje não é mais. Então o conteúdo pelo conteúdo já não é um diferencial. Coloque aquilo que você não tem como, não tem como outra pessoa replicar dentro do seu conteúdo. Então, as suas histórias, a sua personalidade, as suas opiniões, eh, o que pode parecer polêmico, mas eu falo que não
é nem polêmico, tá? Mas é polarizador. Não tenha medo de polarizar opiniões, desde que a opinião contrária se seja do seu antipúblico e tá tudo bem, o antipúblico te taca rate. Quando eu gravo o vídeo lá, igual da energia masculina e feminina, eu nem li os comentários. Aham. >> Nem li porque eu sabia que ia vir, >> vai vir >> a história, entendeu? Ia vir pesado. Então tem lá o homem, ai coitado do marido que casou com ela, do homem que casou com ela. Então assim, eu nem leio. Por quê? Porque esse cara não é
meu público. Então se não é meu público, tá tudo bem. Então não tenha medo de polarizar opiniões, desde que você tenha muita certeza da opinião que você está defendendo. Esse para mim é o ponto principal do conteúdo, assim 2026, 2027. E é isso que bate a inteligência artificial. >> Muito bom. Essa foi Duda Vieira. por trás. Sucesso. Mais uma vez quero deixar o meu agradecimento aos meus patrocinadores. Vamos ver se eu lembro de todos. TMB, Cursed Duca, Sand Flow, Rubla e Usina. [risadas] Beijo para vocês. Até a próxima. Estamos juntos. Fiquem com Deus. Fui. >>
Obrigada. Até a próxima.