Como dizia o Roberto Bulemarx, o jardim ele tem que causar em algum momento alguma perplexidade dado a nota fiscal para provar que não foi por linguarudo que foi feito. Que planta você colocaria num vaso tão pequenininho como esse? E esse moço aqui, gente, já foi estagiário de Roberto Burlemarques.
Olha, vocês estão vendo a cor dessa planta, gente? Olha essa variagação. Ô, Nataline, que que é esse monstro aqui?
Essa é uma braçaia. E agora a gente tá diante dessa outra coisa maravilhosa, gente. Isso é uma samaúma.
Isso é uma gimelina filipenses. Dá para acreditar que isso aqui é um fico história réja, uma planta realmente espetacular. Isso aqui é um projeto de vida.
Quanto tempo já construindo, trazendo plantas, mudando isso? Pelo menos uns 40, 45 anos. É uma vida.
É uma vida, né? Conheceram dos estagiários de Burle Marx. e amigo próximo do saudoso Samuel Jorge de Melo, foi como mergulhar na história do paisagismo brasileiro.
Em sua casa, na ilha de Mosqueiro, Belém do Pará, ele cultiva uma coleção de plantas de tirar o fôlego, espécies raras, cores vibrantes e texturas que formam paisagens botânicas únicas no próprio quintal. Cada canto do jardim revela a sensibilidade de quem vive e respira a arte do verde com combinações ousadas e apaixonadas. Eu te convido a viajar comigo para esse literal paraíso verde do natalino.
Sabe quando a gente fala que a gente tá num paraíso? Eu acho que eu posso dizer isso, né, Natalino? Paraíso verde, né?
O que eu estou no Paraíso Verde aqui em Belém do Pará com Natalino, essa figura fantástica. que é um mega colecionador de planta, né, Natalindo? É verdade.
Há muito tempo a gente tá no sangue essa esse espírito de colecionador e a gente sempre tá atrás de uma planta nova. É isso aí. E aqui, gente, na realidade a gente tá na casa do Natalino.
Vocês vão ver só um pouquinho de planta espetacular e maravilhosa. E obviamente tem a loja também aqui da Paraíso Verde, né? É verdade.
Vamos dar uma volta para ver as plantas. Vamos lá, então, pessoas. Vamos começar com esse espaço maravilhoso, lotado de bromélias belíssimas aqui.
Cada planta tem uma história, né, Natalina? No final das contas. Sim, com certeza.
De onde que veio, quem deu, de foi uma troca. Me conta, por exemplo, dessa espetacular bananeira varia gata aqui. De onde veio essa música?
Essa daí foi o Samuel Melo, né? Nosso saudoso Samuel Melo que me deu essa uma muda dessa bananeira com medo que a o frio exterminasse com ela. Eu digo: "Olha, Samuel, deixa eu levar lá pra Amazônia que garante a sobrevivência e depois eu te devolvo.
" Depois de alguns anos ele se foi, mas deixou muita saudade. Gente, Samuel Jorge de Melo eu conheci não pessoalmente. Ô meu Deus, se tem uma tristeza da minha vida é essa, sabe?
Tive, eu tive essa felicidade. Olha só que coisa maravilhosa. Ah, conhecer o Samuel Jorge de com ele por alguns anos.
Conheci lá no note a note da Ana Maria Braga e fui me apaixonando cada vez mais. Ele foi colunista da natureza. Infelizmente o sítio dele agora não existe mais, né?
Foi abandonado. Uma tristeza. Mas ó, fica aí o nosso abraço saudoso a Samuel Jorge de Melo.
Natalino, que coisa mais linda essa. É uma é uma gente uma íris. É uma irid.
Olha isso aqui, gente. Coisa mais fantástica. Em cada cantinho, uma planta espetacular.
Isso aqui é zâmia, né? Zâia. Exatamente.
Olha lá, gente, uma zâmia. E aqui vocês vão dá uma observada, dá uma olhada nesse espaço, né? Só plantas belíssimas.
Ah, a rainha das árvores, né? Que ou essa daí? Não é à toa que, né?
Que leva esse título de A rainha das árvores. Uma planta indiana. É indiana, né?
Vem cá. Olha isso aqui, gente. Já fiz um res pra vocês falando da Amércia Nóbiles, que é essa flor belíssima e dá esse fruto.
Gente, olha isso aqui. Natalino fez questão de me mostrar quando eu tava aqui. Que coisa mais fantástica, né?
Olha só isso, né? Nossa, Natalina, tem coisa demais aqui bonita, né? Ali tem um jardim de bromélia sendo regado, por exemplo.
Agora, olha, gente, imagina esse lugar, né? E está, você falou que a sua esposa, vocês vêm para cá todo final de semana, aí sua esposa senta lá à mesa e fica apreciando esse jardim. É verdade.
É verdade. Vamos lá, Natalino, mostra mais coisa pra gente aí, por favor. Que que nós temos aqui?
Aqui esse crino asiático aqui. Ah, chega aqui, pessoas. Olha que coisa mais fantástica.
É um crino variegata. Olha isso, gente. Meu Deus do céu.
Para quem gosta de plantas com variegação, ó, temos aí essa beleza, né? Olha aqui que variagação espetacular dessa dessa planta. Que coisa fantástica.
E da flor super perfumada, né? Flor. É, semana passada tava com flor.
É mesmo. É. Agora tá sem flor nesse momento.
Que coisa fantástica. Isso aqui é uma anonácia belíssima, né? É monodora amerística.
Gente, já fiz um vídeo também no Re isso. Espetacular. A planta, aquela morto ali é diferente também.
Folí muito pequeno. Bem pequeno mesmo. É.
Ah, sim. Olha que legal os folíolos dela. Bem pequenininho, gente.
Já viram murta. Aliás, curiosidade, né? Não sei se vocês lembram, a murta é uma planta proibida em São Paulo, né?
Ah, é isso é muito doido. Porque ela é uma hospedeira do de um psilídium que afeta a plantação de citrus. Hum.
É proibida, murta em São Paulo, no estado de São Paulo. Nossa, essa g aqui, esse a gave aí dá não sei nem gente, olha isso aqui. Que dureza do espinho da ponta.
E essa daqui quem é, Natalino? Esse é um é um pândanos. Ele tem a a não cresce.
Veio daqui ou da ou o seu veio da atmosfera ou vocês não sabem? Não, esse daqui não sei. Já tem um bom tempo no mercado.
Agora tá bom. Então deixa eu contar pr vocês. Eu lembro do Paulo da atmosfera me contando.
Veio de você o dele. Sim, sim. E aqui esse aí, essa raridade aqui.
Ficos. Ah, gente, vem ver isso. Pessoas, dá pr acreditar que isso aqui é um ficos.
Uma figueira, gente. Rasqueira pr formação excelente. Olha os figozinos.
Que coisa soltou um. Ó, veio do Roberto Burlemax. Sabe o que que é isso aqui, pessoas?
Isso aqui é uma infrutescência agora, né? É um conjunto de frutinhos, tá? Isso não é a flor do figo, como vocês já ouviram gente falando por aí.
Ah, e aqui é um crino. Que coisa, olha a cor de Ele fica muito. Ah, lá atrás ele tá um pouco mais largo.
Mais é, mas não cresce muito a lentíssimo, gente. Coisa fantástica. Não, mas eu tô encantado com esse ficos aqui, hein?
Você sabe a espécie por acaso nessa linha? Não, não. Mas a gente tenta descobrir tem, mas eu não tô me recordando agora não.
Tudo bem, a gente coloca depois aí na descrição para vocês. Essa lindeza, essa colocásia, né? É, esqueci o nome dela.
É, esqueci. Não sei que é o Você lembra qual é o nome dela? Conta pra gente nos comentários, tá?
É, ó. E e esse vasinho é tem aí o cotonete, né? A o cleroden do que veio lá do do Roberto Bulemarx.
E como e como dizia o Roberto Bulemarx, o jardim ele tem que causar em algum momento alguma perplexidade, o impacto perdade. Então justamente é o caso aqui, olha o vasinho. Aí me pergunto, vem cá aí a cerâmica onde foi?
Não, pelo tamanho, ele tem 3 m de altura, tá? Foi feito aqui. É, foi feito no local porque isso é concretado.
Gente, olha isso aqui, pessoal. Aí veio o artesão de Coraci, que é um local aqui que as unidades de Belém que fazem muito. Que genial vasilha cerâmica.
Ele veio só para fazer o traço marajoara. Que coisa linda, espetacular, né? Já pensou isso aqui no seu jardim, que planta você colocaria num vaso tão pequenininho como esse?
Conta para mim aí nos comentários, Natalino. Aqui a gente tem então um jardim cheio de bromélias, agaves, pedra, pedras, né? Que mais que a gente tem aqui?
Talvez até com a inspiração ao Bulmark. Gostava muito de pedras. Fantástico.
Ah, vamos lá. Mangio do Rômulo, tá? A gente tem essa mangave aqui que é a caleidoscope e temos esta mangave.
Você sabe a variedade dela? Não, não. Esse daí o o Rômulo deu, mas não.
Então essa veio do Rômulo. Depois nós vamos perguntar pro Rômulo também. Um detalhe curioso, pessoas, é que Mangave era um cruzamento de Manfreda com a GAVE, só que toda Manfreda agora virou a GAVE, então é tudo a gave agora.
Mas não tem como, né, Natalino? A gente que coleciona chama do nome anterior, né? Isso aqui esses totem com essas mini bromélias aqui tem uma estátua ali.
Olha, e me conta uma coisa, você que chega aqui e fala: "Quero tantas plantas aqui, faz isso, faz aquilo, aqui é um lugar pra gente caminhar também ou não? Como é que funciona? Desde queira tem espaço para isso, tá?
Os toque feito de acapu é uma madeira dura bastante, tem que isso. Que coisa maravilhosa, hein? E esses aqui as bromélias pequenas.
Uhum. As epífta, né? E a gente não.
E elas amaram aqui, né? Com certeza. Afinal de contas, bromélias são plantas só das Américas.
Sabiam disso, pessoas? Uma olhada nesse espaço, pessoas, que o Natalino fez também. Conta para mim, você roubou isso aqui de uma praça?
Não, não faça isso. Eu tenho guardado a nota fiscal para provar que não foi por linguarudo que foi feito, tá, pelo uma engenheira que desenvolveu. Vamos chegar lá então nesse coreto maravilhoso.
Olha isso aqui, gente. Ah, não, pessoas, vem, vem cá. Para vocês terem noção da vista que a gente vai ter ao se sentar aqui, ó.
Só para vocês terem uma ideia de como que é gostoso. Vem cá, vem cá. Câmera do ladinho de cá.
E aí o cameraman vai sentar aqui exatamente na posição que eu tava para vocês verem o que eu tava enxergando. Olha isso, pessoas, que paz, né? Fala para mim se isso aqui não é, né, Natalino?
Um paraíso. Eu não mim é, eu sou suspeito de de falar, mas é um local que a gente adora. A minha mulher, a Graça adora esse espaço.
Então, para nós é isso aqui é um projeto de vida. Quanto tempo já construindo, trazendo plantas, mudando isso? Pelo menos 40, 40, 45 anos.
É uma vida. É uma vida, né? É uma vida dedicada às plantas, a família.
Que coisa mais maravilhosa. E saindo do Coreto, a gente se depara com esse lago maravilhoso. Você gosta disso aqui também, né?
Agora o Rômulo, nosso amigo, tá até viciado nisso, né? É verdade. Isso.
Isso. E vai ter lá muitas plantas aquáticas que a gente também vai ajudar. Que fantástico, gente.
Olha que coisa linda. Um papiro, né? Exato.
Belíssimo. Ali tem uma orelha de gato gigantesca. Orelha de Mickey, não sei qual que é o nome que vocês chamam, né?
Aquela Santos somatro ali também. Olha, vargata. As giberácia variegata.
Tem ali a eh colocásia morrito. Essa é a morrito? Tô na dúvida se é morrito.
Esqueci se é morrito. Vocês contam para mim nos comentários. Tem uma pontezinha.
Olha aqui. Que legal, gente, pra gente passar pro lado de lá. Isso aqui ficou até meio oriental, né?
Sim, sim. Você gosta também de coisa oriental, Natalia? Go.
Col. Foi justamente. Nossa Senhora, que peixe preto é esse aqui?
Jesus, que coisa gigante. Isso é uma carpa também? Não, não, não, não, né?
Nossa, que fantástico. E aí, vocês também gostam de lagos no paisagismo? Conta para mim nos comentários.
Essa sália trazido do lado do Lorenzo aqui, ó. Ah, essa asterácia aí é então essa Vitália. San Vitália.
San Vitália que veio lá do Hero Lorenz. Nossa, que interessante a parte, né? É que coisa fantástica.
Olha só. Ô, Nataline, que que é esse monstro aqui? Essa é uma braçaia.
Braça que é parente da Cheflera. Sim, sim, sim. Eu já vi o pessoal usando isso, até o pessoal da Charles Jardins lá de BH usando ases de flores para decorar.
É muito fantástico, né? Aqui também. Aqui também, só que temos só esse pé, então.
Entendi. Fantástico. Às vezes a gente é consegue é fornecer pros decoradores.
Entendi. E aqui a gente tem uma trepadeira muito genial que veio de quem? do Lorenzo.
Gente do céu, olha isso aqui, pessoas. Sensacional. Já pensou vocês aí que gostam dessa, que tem um pergolado como esse, por exemplo, né?
Para colocar a jade, né? Jade vermelha, jade azul, jade preta, tem essa opção amarela. Olha lá, que legal, a florzinha tá aqui.
E essa parte amarela, então, são as bracas. Olha que planta. Qual que é essa planta mesmo?
Chama aí de brinco de ouro. Acho que é o gênero Petrovis que é brinco de ouro. Mas a gente confere depois também, não tem problema.
Belíssima, né? Você já tinha visto dessa planta? Eu achei assim fenomenal.
Outra planta que eu já mostrei para vocês lá na atmosfera, que também tem um monte de troca com você, né, Natalino? O mini ilang. Ilang.
Dessa flor se tira a essência do Chanel número cinco, né? Exato. Aquele perfume famoso da Merlin Morrow, não é isso?
Deixa eu sentir o cheirinho aí, Natalino. Nó, gente, é muito chocante, tá? O cheiro dessa flor é uma coisa realmente impressionante.
É uma flor belíssima, inclusive, né? Maravilhosa. Vamos lá.
Ah, Lecite Dace. É Gustavia. Gustavia, vem ver essa flor.
Olha lá, pode tirar flor. Vem ver essa flor, pessoas. E olha o fruto aqui, ó.
Só para vocês terem uma ideia, da mesma família lecitácia, que o fruto é bem semelhante, inclusive, obviamente, a flor, é a sapucaia. Olha que legal. Vê se não parece uma mini sapucaia esse frutinho, né?
É da mesma família, família lecitácia. Eu amo essa família de plantas. Ela é realmente espetacular.
Ah, vem cá, vem cá. Jatrofa, né? ou Iatrofa, que é essa planta que todo mundo conhece, é que tem o Caldex bem gordinho, mas essa, olha que legal, ela não tem, ela é um pouco mais fina, né?
Ela dá esse caule um pouco mais fino. Ah, Natalino, isso aqui conta para nós qual a diferença desse pândanos. E esse não cresce muito, tá?
Ele já tá na altura de adulto. Exato. Chocado.
Sério mesmo. Ele não vai virar aquela árvorezona gigantesca. É.
E o outra coisa é como outro os outros pândonos também ele serve pra arranjo floral. É uma folha de não tem espin na folha não, não, não tem. E serve como que coisa mais lindar em arranjo floral.
E olha, vocês estão vendo a cor dessa planta, gente? Olha essa variegação. A parte central bem amarela e em volta bem verde.
Essa é uma apostinácia, né? Nossa, gente. Será que é lamanda?
O gênero não sei, mas é um parente, né? Parece muito uma lamanda, né? É.
Essa aqui você falou que veio de quem? Lorenço. Meu amigo Lourenço.
Ô gente, é espetacular, né? Ver como que as pessoas que gostam de plantas vão trocando plantas, dando planta um pro outro. É assim, presentei com plantas.
Sabia que eu aprendi isso com Samuel Jorge Melo? Agora um detalhe, olha o tamanho da vagem. Cadê?
Cadê a vag? Olha lá. Vamos achar a vagem.
Eu não vi até agora. Tá zoando. Não, não, pessoas.
Meu Deus do céu. Não, você tá brincando comigo? É, é.
Tem que ser tem que ser recorde. Deve ser o maior fruto de aposinácia que existe. Gente, vocês já viram isso aqui?
Olha, o detalhe é isso, ó. São duas partes. Exposição do A disposição dos frutos parece quando a do flor do deserto, né?
É exatamente a mesma história, né? É tradicional da família. Aliás, a ceropéja também dá isso.
Flor de cera, né? Isso. Gente, eu tô chocado.
Vocês já viram uma coisa tão gigante como esse fruto aqui dessa pocinácia? Natalo. Isso aqui é um parente do cotonete, né?
Só que é um cotonete de um morelho de gigante, né? Exatamente. É verdade.
Um clerodeno que eu trouxe de de Santarém. Que fantástico. E gente, olha isso, ó.
A flor aberta, certo? Né? Antes de polinizar e depois da polinização.
Observem aqui, ó. Isso aqui são as cépalas da flor. Então, quando as pétalas caírem, olha o que que sobra na região que vai virar o fruto dessa planta.
Que coisa mais fantástica são as cépalas. O ovário tá aqui, ó, formando essas bolatinhas verdes que são o fruto então desse clerodendron. Mas olha que coisa mais genial.
Isso aqui é o resultado da polinização disso aqui, ó. Então essa estrutura verde é o que fica com esse vermelho e verde depois na estrutura do fruto. Genial, né, Natalinha?
É, inclusive é usado essa infrutência é usado no em arranjo floral para decorar. É para decorar. Olha isso, gente.
Já pensou fazer um arranjo floral com essa infrutescência aqui belíssima desse clerodendro? Genial, né? Natalin conta pra gente uma das outras paixões do Samuel Jorge de Melo.
É verdade. Carnívoras as carnívoras. Eu acho que ele, essa paixão me contaminou que olha lá quantas espécies, tá?
E muita variedade, né? Aqui o seguinte, essa parte aqui, né? Isso aqui é na verdade é a folha e aqui esse jarro, né?
O assídio se modificou. Que fantástico. Tá?
Então isso aqui é uma folha modificada. Não tem movimento essa parte. Ah, essa é passiva, né?
É. E aí que que acontece? O o inseto entra, tá?
Cai lá dentro, aí morre, se dissolve, aí vai servir digerido no líquido. Olha lá. Aqui tem um pouquinho de foliar.
Isso. Olha que genial. Eu adoro planta carniva também.
Fantástico. Dá pr ver. Nossa, gente, olha que lindeza.
Olha a lindeza. E agora você vai ver, ó. Ó.
Ah, olha. Pera aí. A consistência de pera aí.
Esse aí não tava tanto não, mas dá pra gente ver os bichos, ó. Bem, ó, algumas formiguinhas. Observem isso.
Que coisa mais genial, gente. Já. Ah, viscoso.
Bem viscoso. Gente, eu tô chocado. Olha, olha a viscosidade.
Parece uma baba de quiabo. Exato. Que choque.
Nossa, genial. Essa eu nunca tinha visto. Claro que a gente acabou tirando um pouco da comida da planta agora, né?
Que que é isso aqui? Meu Deus, parece um passarinho. Que que é isso, Bilão?
Parece uma lesma. Que coisa bonita. Olha isso aqui.
Nunca vi, Natalino. Nunca vi na vida. Esse do meu amigo Luizinho.
Espetacular. Ah, você falou do Luizinho. Gente, só raridade, hein?
E coisa chique. E essa aqui, essa palmeira variegata, é o curcúligo, gente. Curcúligo varegato.
Olha essa linha de variegação. Que coisa mais espetacular. Você falou que é difícil ela manter a variegação.
Não, não. Como que Olha aqui, tá até albina, ó. É, é.
As albinas ficam mais difícil de crescer. É, a albina é mais difícil mesmo. Mas que coisa bonita, hein?
Aí, ó. É uma palmeira, né? É gente fantástico.
Já viu uma palmeira? variação assim fantástica, hein? Muito chique.
Agora vamos lá naquela que é zengiberácia também, né? É que tá, como é que você chamou ela? Flor de É o cristal.
Cristal. Gente, vem ver isso aqui. Eu tô tão impressionado, impactado, porque parece de plástico.
Eu sei, não tô dizendo que o que parece plástico é que é bonito, não. Mas parece mesmo. Olha, no final das contas, a textura é assim.
da família do gengibre, né? Uma gengiberácia belíssima. Cada coisa lilás dessas é uma bracta.
E as flores são essas coisinhas pequenininhas, branquinhas. Olha que coisa mais linda. Uma das maneiras de propagá-la é através da flor.
A flor. Ah, tá. Porque dá brotos igual a alpha, né?
É. Não, cortou aqui abaixo desse nó. Hã?
Me conta. E aqui mudando a terra. Pronto.
E muda aqui, ó. Tá bem raíz aqui cano comigo chocado. Ô Natalino, já a terceira bauí diferente que eu vejo aqui.
Essa é qual? Bentata. Bidentata.
Provavelmente por causa disso, né? Os dois dentes da folha. A a botânica, gente, nome científico é a coisa mais linda do mundo.
Para de falar que nome científico é difícil, né? Não, eu concordo plenamente com você. Aliás, falar nisso.
Pois é. Conta pra gente qual que é a sua formação, Natalina. agrônomo, fiz mestrado em genética, gente, mestrado em genética, ó, que coisa mais genial.
graduado em paisagismo. Tive a felicidade de estragar por por um período curto, mas com Roberto Bulemarques, amigo do fui amigo do nosso querido Samuel Jorge de Melo, amigo do Rômulo da outra Paraíso Verde, do Marcos Lacerda do Luizinho. É bom que como é que você chama Luizinho da É, eu sei que ele saiu de lá, né?
Mas ele ele conhece como lá Luizinho da Deberg. Luizinho da Deberg. O Pierre lá de Roraima.
Boa Vista. Do nosso amigo Paulo que é nosso amig Paulo lá da atmosfera. Ô gente, é assim, né?
Quem gosta de planta vai trocando planta, ganhando planta e ficando com esse pouquinho de planta que você tem aqui, né, Natalino? Sim, com certeza. É, tem um, já tem uma boa.
Olha, quer conhecer a loja da Paraíso Verde? Vou deixar o endereço aí para vocês, mas eu vou lá mostrar agora um pouquinho dessa loja para vocês encantarem. E aqui pessoas até o muro da Paraíso Verde é diferenciado.
Olha isso. Me conta. Você também que colocou essas plantas aqui e decidiu o que que ia ser.
É um um é uns blocos de cimento, né? Tem espaço, ó. Ol que fantástico.
Dá espaço para fazer. É um jardim vertical, mas de cimento. Exatamente.
Que espetacular. Tem um sistema de irrigação lá em cima. Ah, eu tô vendo o sistema de irrigação.
Consegui enxergar que mas tá escondido, ó. Custei a ver. E isso é o filodendo, Stenolóbum, aliás, estmatofilo, né?
Stenolóbum. Esse é o outro, esqueci quem é esse azulado. Belíssimo, hein?
Petra. Acho que é o Filodo. Petra, né?
Acho que é ele, sim. Que coisa bonita. Olha só.
E o também fazendo aqui justo a esse Paraíso Verde. E aqui, né, pessoas, nós temos a loja da Paraíso Verde. Natalino, quem quiser vir aqui, qual que é o endereço, conta pro pessoal.
É Avenida 16 de novembro, 1271. Mosqueiro Belém Pará. Mosqueiro é uma fica na ilha de Mosqueiro, pessoas.
Que coisa fantástica. É, atravessa uma ponte belíssima, vê do dos dois lados. Muito lindo, tá?
Vale a pena. Tem plantas geniais aqui e num precó encantado, né, Natalina? Fantástico.
Agora me conta por que que chama paraíso verde, Natalina. É, essa planta eu trouxe, veio do do de Roraima, através do meu amigo Pierre. Olha, pessoas, veio um indonésio aqui, se encantou, ele levou e depois colocou nas redes sociais como para homenageou o Paraíso Verde.
Gente, vocês prestaram atenção nessa história? Vem cá, olha para mim. Olha para mim.
Vem cá, presta atenção nessa história. Essa planta foi nomeada paraíso verde em homenagem a esse lugar que a gente está. Sabia disso?
Esse é um fato. E agora tem gente chamando ela de Marina Rui Barbosa. Não, isso aqui é o Filadento, Paraíso Verde.
Paraíso Verde. Paraíso Verde. E ponto final.
E aqui um outro tipo de mutação, né, Natalina? Exato. Alfinete vargado.
É um alfinete variegado, gente. Olha isso. A variegação também é uma mutação em que algumas regiões da planta perdem a capacidade de produzir clorofila, que geraria coloração verde.
Então fica branquinho, rosado, alaranjado, né? Muito genial. Ô pessoas, e tem essa planta aqui disponível na Paraíso Verde também.
Você consegue as mudas, mas eu tô mostrando ela aqui do lado de fora. Como é que é o nome popular disso, Natalina? Serpente chinesa.
Serpente chinesa. Olha que genial, porque ela tem, ó, até uma formiga querendo vir em mim, ó, articulada. Olha que fantástico.
Isso aqui são as bracas e aqui as flores. Isso é uma gimelina Filipenses, uma planta nativa lá do sudeste asiático. Gente, que coisa fantástica.
E ela é trepadeira, parece, né? Ela é uma planta que fica meio prostrada, meio trepadeira. Lembra um pouco da Buganville, né?
o aspecto de crescimento dela. Perfeitamente, gente, que coisa mais fantástica. Olha lá, tem a beleza dessa estrutura das bracas e a beleza das flores amarelas contrastando com essa ponta aqui meio amarronzada, rocheada.
Genial. E agora, pessoas, a gente tá aqui com o Natalino indo lá pro jardim do Museu do Guilde, né, que é muito espetacular também. Natalino queria muito levar a gente lá.
Daqui a pouquinho vocês vão ver tudo. Saímos. lá da ilha de Mosqueiros, onde nós mostramos a casa desse moço aqui, essa coisa maravilhosa.
E agora a gente tá diante dessa outra coisa maravilhosa, gente. Isso é uma samaúma ou samaira, uma árvore imensa, gigantesca da Amazônia, que eu era louco para conhecer de perto e eu estou vendo aqui no Museu Guild e nós vamos ver mais um monte de coisa, vamos conversar com vocês. E aí, Natalino conta para nós que planta é essa que tá subindo na sala uma aqui.
A Monsteia Dúbia. Que que ela tem de curioso que você cont curioso é na fase jovem nasce com as folhas coladas ao c da das áas e sem fenestra, né? Perfeito.
Aí quando cresce aí fica lá, olha. Olha isso, pessoal. Mostra a mesma característica de uma monstera.
Que coisa genial. Bemada. Sensacional.
Parece assim até que é outra planta. E isso aqui, essas raízes, né, laterais daalmeira são raízes chamadas de tabulares que ajudam na sustentação da planta. Olha que coisa mais fantástica.
Estamos aqui num espaço chodó do museu Guilde. Não é isso, Rogério? Exatamente.
Conta pra gente quem é você aqui no museu. Eu sou o Edyson Rogério, né? Sou engenheiro agrônomo de formação.
Maravilha. E técnico aqui do setor flora. Museu Parenho Guant.
Aham. Por que que aqui é o xodó? Conta pra gente, a beleza já fala, né?
Só que coisa linda, né? Gente, essa daqui é a vitória amazônica, né? Que é a nossa vitória régia, uma planta realmente espetacular, que a gente ainda vai insistir que é a maior do mundo, né?
Eu sei que a boliviana é a maior, mas a gente ainda quer dizer que é a nossa. E o que é mais genial que ela tem um ciclo, né, do desenvolvimento da flor. Ela abre a flor num dia, aí atrai besouros, não é isso?
No outro dia, que que acontece? Fecha a noite, né? Ela fecha, fecha, no outro dia abre novamente.
Aquela ali, por exemplo, então já é de ontem, né? Por exemplo, examente. Ali ela já vai submergir.
Que fantástico, hein? Para gerar o fruto. Aham.
Ear sementes. E vocês fazem aqui um sistema de manutenção, de retirar também? Nós temos todo um cuidado aqui do manejo do lago, né?
Elas entram em dormência também ou não? Olha que eu sei que o Lorenzo, por exemplo, ele tem que tirar toda e aí depois ele replanta, né? Todo ano ele replanta.
Não, nós não temos esse problema aqui. Não precisa. Afinal de contas, a gente tá na Amazônia, né, gente?
Victória amazônica, que é uma planta mais símbolo da Amazônia, que essa aquática. Claro, tem várias, né? Mas essa aqui como planta aquática é a mais genial.
Natalino, me conta, você não gosta dessa planta, né, Natalino? Amo as aquáticas. Natalino tá meio que viciado agora nas linfácias, né?
É, com certeza. É a nova mania, porque a gente que gosta de planta, tem período que a gente tá dando atenção mais para uma e nesse momento são as aquáticas, as de fé. Nós estamos aqui eh somos colaboradores do museu e o museu colaborador do Paraíso Ver também.
É uma troca, né? Sempre tem essa troca. Nós estamos enriquecendo aqui com novas espécies deant.
Tá fant muito bom. Tô vendo ali, por exemplo, uma que será que veio de você? Não sei.
Quem sabe? Sim, com certeza. Aquela loc, aquela colocáia lá, belíssima, né?
Maravilhosa. E aí, gente, vamos ver mais coisas então agora do Museu Guilde. Vem com a gente.
Só aproveitando para te perguntar aqui, Natalino, essa história de você com Burley Marcos. Conta pra gente qual que é a sua relação, o que que você já fez, já foi estagiário dele? Como assim?
Eu fiz um estágio, não foi longo, tá? Com o Bulemarx e a gente ao longo dos ano que a gente se conheceu, houve muita troca também de que fantástic de plantas também. De plantas, tá?
Levava eu trazer de lá, trouxe muitas novidades. Que chique, hein? E o o meu estágio lá com ele foi no sítio e também lá no próprio sítio dele, certo?
Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro e também no escritório lá de arquitetura dele lá. Que chique. Tinha os paisagis.
Chique. Que chique. E aqui, pessoas, a gente tá diante de uma planta que é uma raridade, né?
Como é que vocês conhecem ela aqui? Pinheiro Amazônia. Pinheiro Amazônia.
O Pinheiro da Amazônia. Gente, olha isso aqui. Dá para acreditar que isso aqui é parente das giminospermas, parente dos pinheiros.
Tem uma cara de angiosperma, né? Mas é da família Podocarpace. Podocarpace é do Podocarpos, muito usado no paisagismo.
Só tem essa árvore aqui. Dois indivíduos agora. Dois indivíduos, ó.
Mas já tem dois indivíduos. Você já tinha visto o pinheiro da Amazônia? Interessantíssimo, hein?
É, pessoas, eu fiquei tão doido gravando esse vídeo na casa do Natalino que eu quase perdi o meu voo. Inclusive, esqueci de gravar o final do vídeo, gente. Ou seja, lembrem-se daquilo que eu sempre digo, presentei com plantas, elas são o melhor presente.
Um grande abraço para vocês.