Não falem voz alta essa história aconteceu comigo ano passado eu costumava acordar às 6 da manhã para assistir filmes de terror sempre fui viciada nesse dia Netflix tinha colocado Invocação do Mal do no catálogo eu resolvi assistir quando acabou o filme fiquei com muitos mistérios inacabados em minha cabeça Esse dia era um feriado então não tive aula por volta das 16 horas eu lembro de Estar muito tediada então fui assistir TV Liguei a TV abri YouTube e o primeiro vídeo que o YouTube me recomendou foi a história da bisavó de uma mulher que falava sobre
um demônio chamado vak que conversava com a amiga da bisavó dela no internato lembro que no final do vídeo ela falava claramente que não devemos invocar o tal demônio para invocar ele era preciso falar em voz alta três palavras que seriam os nomes desse demônio eu tenho espectro autista e uma Das coisas que acontecem comigo é quando alguém fala qualquer ou cois que palavras essas palavras ficam na minha cabeça se repetindo até que vai ficando mais difícil suportar e eu acabo falando em voz alta foi o que aconteceu acabei falando os três nomes de início
eu fiquei com muito medo do que poderia acontecer mas eu sabia que nada aconteceria de verdade já que aquilo era só uma história no dia seguinte acordei com uma sensação estranha dor de cabeça Indisposta como se não tivesse dormido não lembrava do que tinha sonhado isso me pareceu estranho já que sempre tenho sonhos lúcidos e Lembro deles ao acordar não liguei senti uma energia muito estranha em minha casa isso não era comum eu estudava pela tarde então quando estava na escola durante o intervalo lembro de estar sentada sozinha na lanchonete do colégio de repente olho
pro lado e me deparo com uma figura desconhecida pensei que Poderia ser coisa da minha cabeça já que eu assistira um filme de terror sobre freiras um dia antes mas aquela figura não parecia nem um pouco com uma freira tinha olhos grandes e esbugalhados era pálida e não tinha cabelos nem sobrancelhas Mas tinha uma Barb da cor vermelha era desnutrida e estava com roupas vermelhas eu estava apavorada então fechei meus olhos bem forte e segurei por uns cinco segundos quando abri não estava mais lá comecei a chorar Desesperadamente comecei a chorar ainda mais e não
conseguia falar como se minha voz estivesse presa comecei a sentir falta de ar depois disso não lembro mais de absolutamente nada só sei que acordei no quarto da minha mãe ela estava deitada ao meu lado assistindo o jornal perguntei o que tinha acontecido e ela diz que a coordenadora da minha escola havia l obgado pois que eu tinha desmaiado de tanto chorar na escola arrepiei lembrei daquela figura que me Havia Aparecido e tentei explicar pra minha mãe que eu tinha visto algo mas foi como se minha voz tivesse sumido novamente fiquei sem entender fui pro
meu quarto e tentei escrever em meu caderno não conseguia era como se eu estivesse desaprendido a escrever entrei em Pânico comecei a chorar chorar e chorar minha mãe ouviu e foi ver o que estava acontecendo começou a me acalmar e foi aí que aconteceu vi minha bisavó me observando mas não era possível já Que ela havia morrido há anos apaguei só lembro que apareci na igreja com o pastor apontando para mim e falando outro idioma acho que era hebraico e cada palavra que ele falava o som ia se intensificando não conseguia me mexer a mesma
figura que vi em minha escola começou a andar em minha volta se transformando em muitas pessoas pessoas que eu conheço comecei a chorar a chorar muito só lembro que o pastor me levantou e perguntou-me como deixei aquilo Acontecer eu estava tonta não conseguia pensar nem falar então Os Missionários da igreja me levaram para um quarto me deitaram na cama desse quarto não faço a mínima ideia de onde era acordei no outro dia com o pastor orando em minha cabeça sentia que estava livre que aquela figura havia ido embora levantei com tudo foi então que vi
muitos hematomas em meu corpo o pastor Então disse ele que fez isso não permita que faça novamente eu perguntei quem E ele Disse você sabe quem depois me lembro de estar na escola vivendo minha vida normalmente estava todo normal não sentia nenhuma presença exceto na sala da minha casa onde tudo começou a sombra de aiko moro em uma casa com dois andares no primeiro andar tendo sala quarto cozinha e um banheiro e o segundo andar sendo apenas o meu quarto dos meus pais e um de visita tudo muito bem decorado com Tons Mais focados em
cinza e amarelo No primeiro andar sendo o maior destaque da decoração da sala um jarro de flores era algumas rosas amarelas e um jarro totalmente negro e opaco e uma terça-feira eu cheguei em casa com a minha namorada depois de termos saído juntas seu nome era aiko ambos tínhamos 15 anos já era tarde da noite umas 2:30 da manhã todas as luzes estavam ligadas eu logo estranhei meus pais estavam uma viagem em Barcelona e eu não me lembrava de ter deixado as luzes ligadas apenas Deixei para lá minha memória não era das melhores mesmo era
possível que eu apenas estivesse esquecido ligadas eu e aik rmos da situação desligamos quase todas as luzes só não a luz logo atrás do sofá que ilumina horizontalmente aquele lugar nos sentamos lá e começamos a assistir um filme romântico o clima aos poucos começou a esquentar Ela me colocou contra a parede enquanto me despia porém durante esse breve momento eu me toquei de um detalhe ao mínimo Estranho a sombra de aiko estava atrás dela coisa que seria impossível tendo em vista que a iluminação estava bem atrás de suas costas eu logo me afastei e comecei
a olhar a parede onde sua sombra deveria estar Mari o que aconteceu minha namorada perguntou confusa eu expliquei o que via ela que começou a rir um pouco e alisar meus cabelos para me acalmar você só deve estar cansada disse ela enquanto afagava meus cabelos Eu apenas concordei com a cabeça e concordamos em Até o meu quarto dormir ela disse que iria pegar algo para comer e foi rumo à cozinha já eu enquanto colocava novamente minha roupa senti um golpe bem no pescoço logo caí no chão não tive tempo nem de gritar para aiko apenas
caí passei alguns poucos segundos encarando uma forma à minha frente ela tinha a minha altura a forma do meu corpo e até mesmo a forma da roupa que eu usava em torno do corpo porém era totalmente Negra tirando seus olhos seus olhos eram De um vermelho vermelho vivo pareciam até brilhar enquanto Me encaravam eu apaguei Depois desses segundos não tenho certeza do que aconteceu enquanto eu estive desmaiada acordei um tempo depois não sei quanto tempo exatamente apenas sei que acordei com muita dor no corpo porém ainda assim me levantei e olhei em volta em busca
daquela forma porém não achei nada e andava rumo à escada quando eu ia saindo do ambiente dei uma última olhada e o que vi me apavorou o vaso de Flores que sempre foi mais negro que a noite com rosas amarelas agora era feito de Cristal e suas rosas eram vermelhas todas novas ao invés de água preenchendo o vaso era um líquido vermelho eu decidi me aproximar e tocar o líquido levei o dedo molhado ao meu nariz e cheirei aquilo com certeza era sangue eu toquei no meu pescoço para conferir se o sangue não era meu
e não era Me senti aliviada por alguns instantes porém logo me veio outro pensamento à cabeça aiko corri até A cozinha e assim que cheguei lá me deparei com a cena daquela linda e sorridente garota que eu conhecia deitada no chão com uma faca no peito e um olhar vazio toquei no seu pescoço seu corpo estava gelado ela estava morta e a criatura negra de meu formato bem à frente dela porém ela logo se dissipou e sumiu não estava por nenhum canto da casa assim como a sombra que o corpo de aiko deveria fazer isso
faz um ano agora estou na missa de um ano de mode de aiko Estou sentada bem na frente a iluminação bem as minhas costas eu não tenho sombra olho para trás e vejo bem ao fundo da Capela aquelas duas criaturas negras com o meu formato hidic mesmo ela estando morta ainda estou apaixonada por ela e sua sombra silêncio estive deitado no sofá assistindo TV por horas posso ouvir meu cachorro latindo no andar de baixo olho de relance pro relógio na parede já eram 9 horas eu ainda não jantei meus pais passariam a noite fora então
estava sozinha com a empregada meu estômago Ronca e decido que já é hora de jantar desligo a TV e enquanto vou levantando lentamente todas as luzes se apagam aciono o interruptor várias vezes nada deve ter sido uma queda de energia são muito comuns em nossa área terei que descer pra cozinha e religar a energia pela caixa de força na escuridão não posso achar meus chinelos então descide Sem eles usando a parede para me guiar tatei um pouco procurando corrimão enquanto desço percebo quão silenciosa a casa está não ouço rádio da empregada nem meu cachorro latindo
nada tudo que que posso ouvir é o som dos meus passos na escada nenhum som ou luz minha casa de repente parece tão estranha eu me sinto perdido sem enxergar ou ouvir nada meus dedos apertam corremão para me prevenir de uma queda o silêncio começa a invadir Maia Maia chamo por minha empregada apenas esperando quebrar o silêncio sem respostas o silêncio era irritante e as creepy pastas que estive lendo me deixaram mais paranoico minha cabeça vira de um lado para outro procurando por um sinal de de um monstro o ser o killan uso a parede
para me guiar e lentamente caminho pra cozinha sento o coração apertar enquanto começo a sentir o cheiro de carne crua o cheiro se torna Forte a cada passo o medo cresce em meu peito a cada vez que respiro e meu coração começa a bater mais e mais forte é natural uma cozinha cheirar carne eu penso Para me acalmar deixando escapar uma risada nervosa tateio até encontrar a superfície metálica e Lisa da caixa de força na parede da cozinha abro a caixa e põe os dedos na alavanca principal eu hesito sinto meu coração martelando no peito
eu realmente quero ligar as luzes coisas terríveis que eu poderia ver Passam por minha mente respiro bem fundo e aciono alavanca as luzes acendem pisco por alguns segundos meus olhos rapidamente se ajustam à claridade e eu paraliso com horror da cena que vejo meu coração pesa como chumb em meu peito o corpo do meu cachorro estava em um canto da cozinha seu corpo estava completamente mutilado e Parecia ter sido atacado por um grupo de lobos estava sobre uma poa do próprio sangue olhos arregalados e a boca aberta suas Entranhas se espalhavam pela Poa de sangue
junto com sua fina pele o cheiro era terrível uma série de pegadas de sangue saía do corpo levando direto pro quarto da empregada as pegadas não tinham nada de humano eram largas muito largas para pertencer a um suas formas eram contorcidas quase irreconhecíveis a porta do quarto de Maio estava fechada havia várias marcas de sangue e arranhões na porta combinando perfeitamente com os passos a cena era Demais para mim e o pouco que eu tinha no estômago rapidamente saiu eu meu vômito e sangue logo se misturaram sobre o chão brilhante da cozinha corri para fora
da cozinha Passei pela sala de estar e subi as escadas a casa continuava tão silenciosa quanto quando desci mas posso ouvir as batidas do meu coração acompanhando o som dos meus passos Lágrimas de medo surgiram dos meus olhos embaçando a minha visão corri pro meu quarto fechei a porta e Mergulhei para debaixo do meu cobertor minha respiração forte e pesada gotas de suores corriam pelo meu rosto encarei a porta minha mente estava tão dominada pelo medo que tudo que eu poderia ia fazer era ficar parado esperando pelo meu destino esperando a porta ser derrubada a
qualquer momento segundos passam nada minutos passam nada depois de um tempo parece estranho que nada tenha acontecido mas resolvo aguardar não demora muito para que eu comece a Sentir sono minhas pálpebras começam a fechar a cada minuto que passa sinto mais e mais sono eu tento lutar sabendo que ficar acordado é questão de vida ou morte mas meus esforços são em vão eu cochilo sou est subitamente acordado pelo som do carro dos meus pais Entrando na garagem continuo escuro então ainda deve ser madrugada meu coração se Acende de repente e eu pulo da cama foi
tudo apenas um sonho ruim eu correria para andar debaixo e abraçaria meus pais e Todos poderemos rir do sonho ridículo que tive aciona o interruptor e meu coração congela uma série de pegadas de sangue vindas da porta circulam minha cama e desaparecem por debaixo dela a maternidade nem sempre é fácil meu filho não parava de chorar eu sentei na sala da cozinha a casa parecia tremer a cada grito que ele berrava de seu quarto tentei fechar meus olhos e me centrar chorar era normal eu sabia que isso poderia acontecer quando me Tornasse mãe as pessoas
avisam sobre os tempos difíceis mas você nunca saberá realmente até que aconteça com você consegui respirar fundo duas vezes antes que o choro começasse novamente o som foi como um ralador de queijo contra o meu tímpano e tinha algo sobre o tom Agudo daquele choro tão desesperado tão eu não era mais uma pessoa individual eu era o hospedeiro desse parasita de merda essa confusão nojenta de células que quase me rasgou quando dê lus a ele eu o Amei uma vez eu realmente amei eu tentei tanto fazer o certo por ele eu deixei dormir na minha
cama eu balancei pra frente para trás seu crânio pesado pressionando contra o meu pescoço como um laço ele vomitou em todos os lugares suas entranhas estavam sempre em minhas roupas no chão nada parecia limpo a gritaria continuou e liguei a TV como distração Não assistia ao DVD novamente em vez disso encontrei alguns desenhos animados aumentei o volume totalmente Talvez as vozes tridentes dos animais animados abafasse seus Malditos berros mas isso só piorou a senhora rato da TV sorriu e dançou enquanto os meninos animais assistiam e batiam palmas eu desliguei de repente houve uma batida na
porta eu congelo embora eu desprezasse seu choro não queria ver meu filho e eu não queria que ninguém mais também eu só queria queria que ele apodrecesse em seu quarto e chorasse até que suas cordas vocais simplesmente se destruíssem Mas Podem ser os policiais não consegui me esconder por muito tempo ao negligenciar seus gritos eu poderia ter piorado a situação esse bastardo de merda aquele desperdício inútil de óvulo esperma levantei-me lentamente alisando meu vestido Enquanto caminhava eu fui até a porta com uma respiração profunda verifiquei o olho mágico não eram os policiais era Ariana voltando
da escola devo ter perdido a noção do tempo eu entusiasticamente abri a porta e a Peguei em meus braços ela se sentia tão bem tão viva e saudável ela deu um passo para trás e largou a mochila do ombro Por que a porta estava trancada apenas por segurança eu disse a ela docemente agora algo que preciso lhe dizer o quê ela parecia preocupada pobre garota vamos lá para cima eu peguei sua mão na minha os gritos do meu filho estavam mais baixos agora mas ainda eram muito audíveis Ariana parece assustada seus dedinhos seguraram minha mão
com força Subimos as escadas e caminhamos em direção ao quarto do meu filho Arana parou eu não quero entrar aí ela murmurou não se preocupe eu disse suavemente acariciando os seus cachos negros você não precisará entra aqui depois de hoje acho que tudo bem respondeu ela apertando minha mão novamente entramos na sala almofada garrafas de cerveja espalhadas pelo chão como baratas na cama estava o meu filho coberto com seu próprio sangue o tiro de Espingarda no estômago tirou todo o seu intestino mas não matou Ele olhou para nós com olhos quase mortos seus braços seguravam
seus órgãos dentos de seu corpo seus dedos foram cortados alinhados ordenadamente na mesa de cabeceira sua voz estava perto da Morte sinto muito ele sussurrou um sorriso se espalhou pelo meu rosto Ariana não parecia mais assustada ela olhou para mim e Sorriu você fez isso vovó eu beijei sua testa eu vi o vídeo que seu Pai fez o que ele fez com você não foi culpa sua Eu sabia que ele tinha que pagar pelo que fez o choro cessou quase completamente agora eram apenas pequenos gemidos ele nunca vai te machucar novamente aidade Nem sempre é
fácils vezes você tem que fazer as coisas que machucam seu filho por outro lado se avó é simples Ariana é a única cois boa que aquela massa de carne nojenta e sem valor fez pro mundo e pretendo mantê-la segura os segredos foram revelados Antes de começar essa história preciso contar algumas coisas minha família sempre foi uma família bem normal morava na minha casa eu meha irmã mais nova meus pais e meus avós Além disso ela era bem grande pois o meu avô tinha 10 irmãos mais novos e ele tinha sete filhos todos do mesmo casamento
com a minha avó por nós sermos descendentes de japoneses é meio que tradição o filho mais velho tomar conta da casa e dos pais quando forem ficando mais idosos Como o meu avô era o mais velho e o meu pai também é eu passei a vida inteira na mesma casa casa que os meus antepassados a casa é bem grande antiga tinha dois andares seis quartos e um quintal bem grande tínhamos até um porão que era basicamente o nosso quartinho da bagunça mas tinha um quarto em específico que dava medo quando nós éramos menores costumávamos chamar
de quarto mais Assombrado mas na verdade era só o quarto em que meus avós dormiam a minha Casa estava sempre cheia meus primos quando eram menores passavam praticamente o dia todo comigo e com minha irmã Nós vivíamos Brincando certo dia nós estávamos brincando de esconde onde e minha priminha mais nova que na época tinha uns quatro ou 5 anos foi se escondendo no quarto dos meus avós esse era sempre mais frio que os outros cômodos da casa e toda vez que alguma criança dormia nele sempre acordava suando frio e sempre tinha um sonho Estranho com
pessoas que pareciam que tinha acabado de sair de um filme de terror falando pra gente sair o mais rápido possível da casa ou acabariam que nem eles eu sempre fui meio cética essas coisas até que um dia minha irmã me desafiou a dormir lá por uma noite quando meus avós foram viajar e eu tive exatamente o mesmo sonho que todo mundo bom comecei a contar para que todos pudessem se esconder um dois 3 4 5 do nada eu escutei minha priminha gritando Em desespero O Grito vinha do quarto MA Assombrado quando cheguei lá ela estava
chorando perto do guarda-roupa e apontando pra cama com os olhos arregalados perguntei o que tinha acontecido ela me falou que tinha um homem sentado na cama olhando para ela com um saco na cabeça dizendo para não entrar no guarda-roupa e nesse meio tempo os meus outros primos chegaram e tentamos fazê-la se acalmar já era noite quando os meus pais chegaram do trabalho E meus primos já tinham ido embora eu perguntei a eles por as crianças não conseguem dormir no quarto dos meus avós e por ele era tão frio meu pai disse que deveria ser porque
o meu bisavô morreu naquele quarto e que criancinhas por terem alma mais pura conseguiam ver ou sentir a presença daqueles que já morreram perguntei para ele então quando eu era menor eu conseguia ver coisas também sim CONSEG segia quando você era pequena você sempre dizia que tinha um Homem com alguma coisa na cabeça falando para você sair de casa ele falou como se fosse uma coisa sem importância naquela mesma noite fui dormir pensando no que ele me contou Afinal parecia ser o mesmo homem que a minha priminha viu no dia seguinte quando a gente voltou
da escola contei aos meus primos o que meu pai tinha falado e todos pareciam assustados disseram que também já viram esse homem antes e que já tinham sonhado com ele quando eram menores depois disso a gente Evitava entrar no quarto com medo daquele homem aparecer de novo os anos se passaram no dia 4 de julho de 2009 de forma Inesperada meu avô veio a falecer os médicos contaram que ele teve uma parada cardíaca que provavelmente morreu dormindo foi um dia bem triste para todos nós Afinal meu avô parecia perfeitamente saudável no dia anterior como ele
poderia ter morrido assim do nada meu pai ficou arrasado o velório todo e eu meus primos todos que Estávamos presentes também o que mais me chamou atenção foi que a minha vó estava muito tranquila e não demonstrou muita tristeza durante o velório ela foi a única que não parecia afetada achei estranho no começo Afinal Eles foram casados por mais de 50 anos mas depois me ocorreu que talvez a ficha dela ainda não tivesse caído E que provavelmente só depois de um tempo ela entenderia que meu avô havia falecido os dias que se sucederam foram bem
tristes ninguém Falava muito do meu avô no dia 7 Quando a nossa família estava jantando a televisão que ficava no quarto do meu avô o maldito quarto MA Assombrado ligou do nada ficava mudando de de canal e aumentando e diminuindo o volume Eu e meu irmã Ficamos muito assustados então meu pai levantou da mesa foi até o quarto ver o que estava acontecendo ele chegou no quarto e a televisão desligou isso ocorreu por sete dias e acontecia sempre na mesma hora às 20:27 toda vez que isso acontecia meu pai desligava a televisão da tomada mas
o mais assustador é que ela ligava de novo mesmo assim minha família brincava que era o meu avô que estava fazendo isso porque ele queria assistir a novela mas no fundo todo mundo est estava com medo e achava aquilo super esquisito eu que dormia no quarto ao lado do quarto MA Assombrado comecei a escutar um grito abafado todas as noites nunca cheguei a comentar nada com ninguém com medo de me Acharem doida isso também aconteceu durante sete dias quando fez 15 dias que o meu avô faleceu as luzes começaram a queimar do nada o micro-ondas
ligava direto sem que ninguém o ligasse e a porta do guarda-roupa da minha avó abria e fechava com força fazendo com que todo mundo ficasse assustado a minha avó por sua vez falava que era o meu avô tentando se comunicar com a gente e que não tinha com o que se preocupar mas no fundo dava para ver que ela estava Morrendo de medo até mais que a gente quando as coisas começaram a ficar pior como as luzes que ficavam ligando e apagando com resti arrio frio que entravam pela casa mesmo que todas as portas e
janelas estivesse fechadas ou a água do chuveiro que um minuto estava quente segundos depois estava fria como gelo os meus pais decidiram chamar um padre para benzar a casa assim que ele entrou ficou pálido contou que tinham vários espíritos mas que dois deles Estavam muito fortes e muito presentes ele começou a benzer a casa toda e deixou o quarto da minha avó por último quando ele entrou no quarto ele ficou branco feito um papel falou que lá aconteceram coisas muito ruins e que provavelmente era o centro das coisas negativas e estranhas que venam acontecendo pela
casa toda mas estava nítido que ele estava ocultando alguma coisa pois o quarto M Assombrado foi o que ele terminou de benzer mais rápido Tão rápido que parecia que ele estava com medo e que queria sair o mais rápido possível de lá bom as coisas deram amenizada depois que o padre veio mas não pararam completamente depois de uns três dias tudo ficou pior era praticamente impossível dormir sem escutar os gritos abafados que ficavam cada vez mais altos e sonhar com um homem assustador ficou mais frequente nem precisava mais dormir no quarto mais Assombrado para sonhar
com ele bastava Dormir dentro da casa e ele aparecia a energia foi ficando cada vez mais pesada a casa toda chava mal não importava quanto a gente limpasse ela e a porta do armário da minha avó ficava abrindo e fechando com mais frequência chegou o fim de semana e meus primos foram em casa eu e minha irmã os convenceram a tentar entender o que estava acontecendo Então quando a minha avó saiu para fazer compras Nós entramos no quarto dela todos estavam obviamente morrendo de Medo mas tínhamos bolado um plano antes de entrar todos deveríamos ficar
no mesmo quarto juntos e ninguém poderia sair sem que os outros também saíssem não era um plano muito bom mas assistindo filmes de terror era claro que era melhor ninguém ficar sozinho eu e meu primo decid amos ficar na frente e abrir a porta ao entrarmos no quarto sentimos um frio na espinha de arrepiar depois de todos entrarem eu fechei a porta e parecia que todo o barulho que Tinha na rua Foi silenciado era como se só existíssemos nós cinco no mundo e tudo que estava fora do quarto deixasse de existir o medo era tanto
que essa era a sensação Eu e meu primo Fomos até o guarda-roupa da minha avó pois ele vivia abrindo e fechando sem parar e foi lá que tá o espírito do homem falou paraa minha priminha não entrar Anos Antes nós ficamos encarregados de abrir a porta minha irmã e outra prima ficaram encarregados de ficar com a lanterna e a Minha priminha que viu o homem ficou encarregada de ficar atrás da gente observando ao redor do quarto para ver se acontecia alguma coisa estranha todos nós estávamos morrendo de medo então eu contei 1 do três já
abrimos o guarda-roupa mas não havia nada de estranho nele só tinha várias roupas guardadas umas caixas de sapato e um monte de vestidos pendurados de qualquer jeito íamos fechar guarda-roupa mas minha irmã falou Para darmos uma olhada Melhor para ver se realmente não tinha nada de estranho e foi o que fizemos depois de olhar o guarda-roupa todo não encontramos nada decidimos fechá-lo e procurar em outras partes do quarto quando fechamos a porta começamos a escutar um barulho vindo dele nesse momento nós cinco encaramos e decidimos abrir a porta mais uma vez ao abrir a porta
o barulho ficou cada vez mais alto como se estivesse nos guiando encontramos um fundo falso no Guarda-roupa e decidimos abri-lo só que quando abrimos o barulho parou fez-se um silêncio ficamos no máximo 5 segundos em Silêncio nos encarando mas parecia que estávamos parados a uma eternidade pedi paraa minha irmã se aproximar e iluminar direto o fundo falso que achamos assim que ela se aproximou encontramos várias caixas Eu e meu primo começamos a tirar todas que tinham lá dentro ao retirar a última fechamos o guarda-roupa e sentamos na cama para poder ver o que Tinha dentro
das Caixas eu abri a primeira cxa encontramos várias cartas ao lê-las percebemos que eram da nossa bisavó paraa nossa avó no caso da mãe da minha avó escrevendo para minha avó enquanto eu e meu primo líamos algumas das cartas a minha priminha abriu uma outra caixa e deu um grito ao ver o que ela estava segurando todos nós demos um grito silencioso tipo aquele grito que fica entalado na garganta ela estava segurando uma foto do meu avô morto em Sua cama com um saco plástico na cabeça dentro da caixa havia várias fotos dele em vários
ângulos diferentes ele Estava azul com um olho bem arregalado com braços e pernas abertas era uma foto bem perturbadora ao abrir outra caixa encontramos fotos bem mais antigas de um senhor no mesmo estado que o meu avô ao analisá-las melhor percebemos que era o meu bisavô e ele era igual ao homem que minha priminha tinha visto anos atrás no mesmo lugar em que nós estávamos Sentados ao continuar a abrir as caixas achamos várias fotos de pessoas mortas algumas com sacos na cabeça outras com facadas no peito e outras com cordas em seu pescoço todos nós
nós estávamos pálidos enjoados e quase vomitando lá mesmo então minha irmã abriu a última caixa a maior e mais pesada de todas ao ver o que tinha lá dentro todos nós gritamos e ficamos paralisados sem saber o que fazer dentro da caixa havia umas quatro câmeras antigas facas de todos os Tamanhos algumas com sangue e outras tão limpas que pareciam novas havia também uma corda e vários objetos estranhos broches óculos botões cintos carteiras relógios e várias outras coisas que pareciam ter pertencido a aquelas pessoas das fotos estavam guardados de uma forma que pareciam ser um
tipo de objeto de colecionadores todos bem limpinhos e guardados em fileiras apavorados nós saímos do quarto o mais rápido possível sem saber o que fazer Minha irmã e minhas primas estavam chorando apavoradas eu estava estática sem reação nenhuma e o primo apavorado depois de um tempo tornou a falar temos que ligar pra polícia todos nós com acendo de cabeça concordamos Ele retirou o celular do bolso e ligou que veio em 10 minutos depois pois tentamos explicar tudo a um policial enquanto os outros três recolhendo as fotos os objetos e as cartas o policial ligou para
os nossos pais e outro ligava pra Central dando Características da minha avó pois ela era a principal suspeita todos nós fomos levados à Delegacia para contar o que tinha acontecido enquanto os policiais contavam o que ocorreu para os nossos pais já passava da 1 da manhã quando nós finalmente Voltamos para casa Foi uma noite doida minha avó foi presa nossa casa Foi revistada Todos nós fomos interrogados finalmente pude dormir sem escutar os gritos abafados o tempo se passou e no final descobrimos que a Minha bisavó era uma seral Killer que matou o marido Enquanto Dormia
matou mais sete homens de forma semelhante e passou a ensinar sua filha a fazer o mesmo minha avó foi presa por assassinar e torturar 13 homens incluindo o meu avô as pessoas que a gente via enquanto éramos pequenos eram as pessoas que elas assassinaram os gretos abafados eram do meu avô que morreu sufocado no maldito quarto as coisas estranhas que aconteciam em nossa casa eram os Espíritos tentando nos avisar do perigo e o barulho vindo do armário era o meu avô que tentava nos mostrar quem a minha avó era de verdade acreditamos que o nosso
bisavó não queria que minha priminha entrasse no guarda-roupa no dia em que estávamos brincando de esconde-esconde pois ele não queria que ela achasse e visse aquelas fotos sozinha e porque ela era muito novinha O que poderia traumatizar depois que encontramos as caixas a minha avó foi Presa nunca mais ouvimos ou presenciamos Nada sobrenatural na nossa casa mas desde aquele dia nunca mais ninguém entrou no quarto dela mas o que muitos não sabem é que eu sigo os mesmos passos da minha bisavó e da minha avó só que diferente delas não deixo rastros dos meus crimes
e estou prestes a cometer o meu terceiro assassinato pois sinto que meu primo anda desconfiando de mim pelo menos agora eu sei o por eu faço isso acho que está no sangue é de Família corredor infinito era de madrugada quando acordei minha cabeça doía a cada novo relâmpago sempre fui sensível a barulhos muito altos e est naquela tempestade deixava enxaqueca ainda maior pior ainda era a ressaca em que eu mesmo me prendi após a noite de bebedeira do dia anterior com tropeços saí do meu quarto indo pro Corredor da grande mansão em que eu morava
tropeçando em meus próprios pés e arrastando meu corpo pelas paredes Procurava pelos comprimidos de dor de cabeça quando finalmente achei os comprimidos estava ao lado do meu pequeno rádio que estranhamente estava ligado ao aproximar minhas mãos para pegar o remédio o rádio fez um barulho alto e então uma voz masculina começou a falar e temos novamente um assassinato no bairro na grande mansão da rua do um homem atira em seus próprios filhos e esposa e antes da polícia chegar atira em sua própria cabeça sem nenhuma pista Da motivação do crime a polícia espera respostas dos
outros familiares embora até agora tudo continue apenas um mistério caso tenha um relato envolvendo a família Pedimos que envie ao nosso e-mail e será encaminhado paraa polícia franzi a testa ao ouvir o rádio não era comum aquela Estação transmitir esse tipo de relatos sendo normalmente apenas músicas ou conversas de apresentadores Dispensei como um simples erro meu talvez minha mente Me pregasse peças Como uma Vingança pela qualidade de álcool que bebi ao pegar os comprimidos em minha mão saí em direção à cozinha para poder pegar a minha garrafa d'água mas quando abri a porta me assustei
ao invés de ter a visão da minha cozinha tive novamente a visão do Corredor olhei PR as paredes iguais as que passei quando olhei para trás ainda tive a visão do meu corredor e do rádio na mesa apesar da confusão entrei no mesmo corredor e Antes de conseguir reagir Ouvi a porta batendo atrás de mim com medo continuei andando e ao passar pelo banheiro de canto de olho consegui ver uma silhueta negra que apesar da escuridão do banheiro de alguma maneira ainda conseguia se destacar passei rapidamente por lá e tive a mesma visão o corredor
quando fiz o mesmo percurso anteriormente a porta do banheiro estava dessa vez fechada por não ter visto nada andei até a mesa do rádio e então ouvi a voz masculina novamente fugitivo o homem Acusado de ter matado a família e depois tirado a própria vida é encontrado vivo na mansão da família sem nenhuma resposta de como o homem está vivo a polícia Segue o homem para prendê-lo Ah o homem que tirou a própria vida encontrado vivo estora para boi dormir Provavelmente o apresentador esteja apenas falando histórias que os ouvintes escrevem quando fui andar pra porta
da cozinha novamente ouvi um choro no andar de B não apenas um mas três vozes Chorando todas femininas e atrás de mim senti a respiração de alguém me virei rapidamente mas ao fazer isso o choro cessou e atrás de mim não havia nada meu Coração batia forte e tentei pensar em quem teria entrado na minha casa mas nada não havia nada ou sequer conseguia lembrar o que havia acontecido nos dias anteriores nada além das bebidas que eu supostamente tomei ao entrar pela porta da cozinha novamente o mesmo corredor já estava virando comum quando passei pelo
Banheiro tentei não olhar pra porta mas dessa vez vi uma silhueta feminina olhando diretamente para mim todos os pelos do meu corpo se arrepiaram e me recusei a olhar pra criatura e continuei meu caminho quando cheguei na mesa do rádio ouvi novamente os choros do andar de baixo mas dessa vez consegui ouvir Passos subindo as escadas lentamente como se estivesse se arrastando e ouvia também barulhos de algum líquido caindo como água da chuva caindo no solo Tentei Passar pela porta da cozinha novamente Mas me senti paralisado os passos se aproximaram e nos últimos degrau vi
uma silueta feminina tão parecida com a que vi no banheiro antes que a criatura se aproximasse mais eu consegui me mover novamente e saí correndo pela porta batendo atrás de mim não que eu esperava algo além mas tem a mesma visão do Corredor me desanimou eu fiz o mesmo percurso e felizmente a porta do banheiro estava fechada dessa vez mas Agora eu não fui direto pra cozinha mas parei no topo da escada fixei meu olhar no andar de baixo esperando qualquer co coisa mas ao mesmo tempo medrou demais para descer novamente ouvi os mesmos choros
então a mulher começou a andar na minha direção cabelos negros como a noite caiu em Cascata em seu corpo no vestido branco cheio de sangue seus pés estavam banhados em um líquido vermelho provavelmente sangue e de seus dedos caíam gotas do mesmo líquido me senti Paralisado novamente como se o meu corpo Esperasse pela mulher apesar da minha mente gritar para que eu fugisse eu não conseguia mover nem mesmo os olhos então a mulher se aproximou ainda mais cara a cara comigo pude olhar em seus olhos azuis cheios de raiva e o buraco em sua cabeça
bem no meio da testa a mulher estendeu a mão para meu rosto seus dedos fazendo uma carícia suave em minha bochecha vamos marido siga-me sua voz aveludada sussurrou e antes de eu cair Na inconsciência ouvi um barulho de arma e então escuridão profunda casa alugada sexta-feira 20:4 5 minutos eu estava voltando a trabalho as ruas estavam desertas e frias havia apenas cachorros de rua revirando as latas de lixo eu andava nos meus pensamentos quando me sinto observada tento esquecer e continuar andando quando Realmente sinto que tinha alguém atrás de mim comecei a andar rápido quando
escuto Passos atrás de mim tinha alguém me perseguindo com impulso eu me viro para trás e não vejo ninguém eu respirava ofegante estava com medo aquilo foi assustador entrei rápido em casa tentando esquecer aquilo fingi coisa da minha cabeça e fui descansar 5:24 da manhã eu sentia frio arrepios por todo o corpo sentia dor nos músculos minha respiração estava fraca abre os olhos devagar e vejo a porta do banheiro aberta o que era estranho porque eu Tinha fechado a dor no corpo estava insuportável então tentei me mover na cama mas era impossível tentei falar ou
gritar mas só consegui abrir e fechar os olhos era real eu não conseguia me mexer a porta abriu ainda mais e eu me assustei abri meu os olhos e vi uma sombra negra no banheiro estava tudo escuro então não conseguia ver direito mas ela não se movia apenas ficava parada aquela sensação de estar sendo observada ficou mais forte era ele que Me observava eu estava soando de medo queria gritar mas nada adiantava foi quando a sombra se moveu devagar e sumiu eu só queria sair de lá chamar a polícia Meus movimentos não voltavam e aquilo
me preocupava mais ainda a porta fechou devagar fazendo um barulho horrível então escutei uma voz lá no fundo dizer eu estou te vendo era apavorante queria chorar mas eu não conseguia tentava gritar a todo o custo mas não conseguia Eu apenas mexi os olhos fechei eles com Força e comecei a rezar eu nunca tinha rezado na minha vida e aquela foi a primeira vez eu estava com tanto medo nunca tinha passado por aquilo então confiei no homem que todos diziam ser bom eu estava chorando e repetindo diversas vezes ajuda mentalmente foi quando eu consegui gritar
e Meus movimentos voltaram levantei rápido e corri desesperada até o quarto da minha amiga Ema que já estava sent na cama assustada eu chorava e pedia ajuda Então Ela ligou pra polícia eu contei tudo que tinha acontecido desde mais cedo no outro dia fui até a imobiliária para saber quem já tinha morado naquela casa pois os poliis não encontraram nada a pessoa que trabalhava lá me contou que a oito anos tinha acontecido um assassinato um homem teria matado sua própria irmã torturando e assistindo a sua morte por isso há muito tempo ninguém alugava aquela casa
na mesma semana eu e Ema nos mudamos de lá Meu pai era um pintor desde o momento que conseguiu pegar um pincel meu pai era um artista vermelhos e azuis eram estampados nas pontas de seus dedos amarelos marcavam sua bochecha e sua camisa estava manchada por tons de verde pastel não era segredo que o homem tinha um talento sem igual desde moné ou daav abrigava sobre se uma chama que só conseguia liberar arrastando tinta sobre uma tela ele estava atormentado ele estava perturbado foi bonito meu pai era Uma colagem sentimentos e cores que minha mãe
nunca conseguia domar mas ela perseguiu mesmo assim ele gostava das Telas ela gostava de projetos desde o momento que minha mãe pôs os olhos naquele homem louco e pervertido ela sabia que queria torná-lo mais bonito do que qualquer uma de suas pinturas jamais poderia ser mas é difícil perseguir o vento você não pode capturar algo que está sempre fora do alcance você não pode parar um homem que é retido apenas Por seus próprios desejos interiores meu pai era um pintor os pintores nunca são normais quando constantemente ele lutava entre a realidade e algo que está
além do que podemos ver nesse plano seus olhos castanhos viram algo que minha mãe nunca saberia e eu nunca poderia tocar Talvez as pinturas que ele criou fossem reflexos do que viu quando sua mente estava nublada eu nunca saberia eu não sou o meu pai foi só depois que eu nasci que ele voltou a se estabilizar ele era Capaz de ser normal quando necessário as marcas de tinta desapareceram do tecido de suas roupas e foram substituídos por camisas de inho e calças com cintos colecionados por minha mãe o fogo em seus olhos se foi e
foi substituído Por Um Novo Desejo o desejo de ser um bom pai disseram-me que foi o projeto em que ele mais trabalhou com base nas fotos sobre a lareira você nunca teria imaginado que o homem com um sorriso deslumbrante no rosto era outra coisa Senão um pai normal ele se escondeu atrás de óculos finos e não viu mais o mundo com olhos Mágicos mas o fogo dentro dele não se dissipou eu vi quando ele me segurou acima de seus ombros me empurrando para fora da cama Como se pudesse estender a mão e envolver os dedos
só ao redor do Canto de uma estrela abaixando pra terra para presenteá-lo por tudo que ele me deu teria brilhado quanto amba de seus olhos a chama em seu coração nunca se Extinguiu eu estava esperando mas isso foi durante o dia depois que o sol se escondia atrás os penhascos e a Lua brilhava com um ol fote que Deus havia acendido no céu meu pai voltou a pintar afinal ele nunca desistiu do hábito um artista não consegue ter tanta paixão dentro de si ele tinha que liberar o fogo de alguma forma então Ele criava suas
obras Ele pintou com palavras Ele pintou com o punho Ele pintou com as telas que possuía eu pressionava minha Cabeça sobre o travesseiro e cobria meus ouvidos com as mãos disse a mim mesma que tudo acabaria logo que um artista Só precisava ser ele mesmo minha mãe nunca me falou sobre aquelas noites quando eu perguntava por que meu pai manchava sua pele com tinta vermelha sempre havia um medo escondido atrás da Íris porque o roxo era tão vívido e porque ele tentou esconder as pinceladas com maquiagem barata que não podia ser aplicada tão bem quanto
ele ela me disse que meu pai Estava muito quebrado para ser consertado ele afirmou que não pode obter alegria de volta sempre que ouve as vozes sombrias de sua mente minhas perguntas ficaram sem respostas de qualquer forma minha mãe sempre parava de falar quando ele entrava na cozinha às vezes meu pai me ajudava a tocar as estrelas novamente e voar alto no céu como uma astronauta mas ele sempre se esquecia de amortecer a minha descida eu achava que meu pai era mágico por poder Pintar meus braços sem tocar minha pele foi um truque especial que
ele fez só para mim ocasionalmente eu também era uma pintura a dedo mas as pinceladas da minha pele eram mais visíveis abaixo da cintura não importa o quanto eu esfregasse minhas coxas parecia que as manchas não podiam ser removidas havia um preço a pagar pela beleza mas eu estava contente contribuí pro gênio de meu pai numa terça-feira acordei e descobri que meu pai queria que eu o Ajudasse eu tinha uma nova tela e novas tintas que minha própria mãe comprou para mim meu pai segurava Pincéis encharcados e prontos para pegar em minhas mãozinhas e pintar
o mundo com elas não demorou muito para me convencer a sair da cama ele é um herói eu só queria agradá-lo como ele havia sonhado que eu faria um dia na verdade parei de precisar de pincéis depois de um tempo era mais fácil fazer espirais como a noite estralada usando os meus dedos Além disso eu já tinha sujado minhas mãos suficiente por ser uma garotinha não era tão C nada quanto gostaria não compartilhava da elegância que meu pai tinha suas mãos poderiam moldar a terra se ele quisesse então emite os movimentos que eu tinha visto
em suas telas me esforcei no trabalho observando os traços vibrantes sendo definidos pelas Pontas de seus dedos e as bordas molhadas pingando delicadamente não tinha o talento de meu pai mas a imagem Era linda Era um novo tipo de arte que ainda não havia sido inventado eu apenas sabia meu pai havia dito que ia sair um pouco ele especificou que voltar em alguns minutos Demorou séculos Até que a polícia me encontrasse ali uma garotinha de olhos arregalados e mãos vermelhas perguntando onde seu pai havia ido meu cabelo estava em tranças sujas meu nariz tinha um
toque de Escarlate na ponta contusões roxas e pretas enrolavam minhas costas e braços como mangas os Homens começaram a vir lentamente Até minha mãe eles não perguntaram o que havia acontecido Eles apenas me pediram para me afastar do corpo e ir com eles que estava tudo bem Aquele homem lindo e retorcido havia havia deixado suas duas esculturas uma foi chamada de assassinato e outra de suicídio eu ajudei com o primeiro mas ele criou o segundo foi como uma pequena surpresa que eu havia guardado para mim foi levada para um lugar cheio de crianças Órfã algo
que eu não era e deixado em um mundo sem o último presente de meu pai para mim foi uma corda no pescoço meu pai era um louco meu pai era um assassino meu pai era um artista e minha mãe ela era sua obra prima o grito da meia-noite mudei-me recentemente eu morava na Carolina do Norte e agora estou no Canadá não sou muito fã de mudanças mas essa foi necessária já que estou desempregada e surgi uma vaga para Mim aqui aquela ideia de que enfermeiras cirurgiã médicas e outras profissões nessa área nunca ficam desempregadas é
um mito se os hospitais já têm médicos suficientes eles não contratam iniciantes e foi isso que aconteceu enquanto eu arrumava as mudanças percebi um movimento na janela a casa da vizinha estava quase grudada na minha e as janelas ficavam de frente uma paraa outra ela estava lá parada me observando a cada passo acenei mas a garotinha Apenas fechou as persianas antissocial pensei mas eu era nova aqui talvez ela se sentisse insegura não sei continuei a organizar as coisas movendo caixas de um lado pro outro empilhando as em cima e embaixo dos móveis isso me deixava
cansada eu nem tinha começado a Arrumar tudo ainda quando finalmente terminei de organizar as cois coisas já era noite muito tarde jantei rapidamente uma massa instantânea para economizar tempo e fui para quarto no entanto ao passar pela Mesma janela de antes um arrepio percorreu pela minha espinha eu poderia jurar que vi alguém na minha janela pensei mas provavelmente era apenas minha imaginação subi pro quarto e tentei dormir sou uma pessoa muito medrosa então aquele susto já foi o suficiente para me impedir de pegar no sono a manhã chegou e minha insônia persistia Hoje seria o
meu primeiro dia como estagiária e eu estava prestes a passá-lo sem dormir Que ótimo tomei café Percebendo que a mesma garotinha estava me observando pela janela ela tinha um olhar vazio sem expressão Depois de alguns minutos me encarando ela se afastou e uma mulher apareceu ela não piscava de forma alguma a mulher fechou a persiana e levou a garotinha consigo estranhas pensei não dei muita importância a isso e terminei meu café em seguida fui pro meu trabalho no hospital fui bem recebida e logo comecei minhas tarefas durante o meu horário de Almoço andei pelos corredores
até chegar à porta do necrotério uma funcionária do hospital me pediu para pegar uma foto que ela tinha deixado em cima de uma maca vazia já que estava ocupada naquele momento entrei no necrotério e peguei a foto embora minha curiosidade fosse enorme hesitei em olhá-la algo me diz para não fazê-lo saí do necrotério e a mulher que estava lá estava parada na porta me olhando ela não estava ocupada peguei a foto e entreguei a ela só então Percebi que era mulher da casa ao lado Parecia que ela também trabalhava no hospital talvez isso fosse algo
bom pensei poderíamos nos conhecer melhor e eu não me sentiria tão sozinha aqui meu horário de almoço terminou atendi alguns pacientes e depois fui paraa casa Recebi uma proposta para fazer um turno da noite mas apesar de ser medrosa aceitaria se não tivesse tão Exausta chegando em casa a mesma garotinha estava na frente da minha casa mas ela Saiu correndo a me ver chegando sem fazer contato visual comigo ri E imaginei que ela devia ser tímida entrei em casa e me joguei na cama não tomei banho não comi não troquei de roupa apenas adormeci um
erro pois agora estava acordada no meio da madrugada sem sono desci as escadas até a cozinha estava com fome peguei uma fruta na geladeira pois não costumava comer coisas pesadas à noite devido a minha insônia Fechei os olhos por um momento e Acordei assustada tinha adormecido em pé estranho normalmente não sinto o sono recusei a ideia de ir pra cama já eram 4 horas e eu perderia horário de trabalho algo que mais tarde desejaria não ter feito pois o hospício é um lugar terrível para dormir escutei um grito infantil na rua e corri pra porta
agindo por instinto após abrir a porta os gritos cessaram não havia nada lá Tarde Demais pensei fechando a porta peguei o celular para ligar pra Polícia mas os gritos voltaram quando abri a porta parando novamente estou enlouquecendo pensei tentando ignorá-los na esperança de que desaparecessem às 5:00 da manhã os gretos continuavam a cidade ainda estava escura o sol não havia surgido bebi um café o sono estava me esmagando e o pescar de olhos os gritos pararam olhei pela janela e o sol estava nascendo aproveitando o momento de tranquilidade decidi até a casa do lado para
perguntar a vizinha se ela Também tinha ouvido os gritos um homem atendeu a porta alto de olhos azuis e cabelos negros Olá Você ouviu os gritos ontem à noite perguntei ele hesitou e disse não quero falar sobre isso tentando fechar a porta segurei-a expliquei que queria falar com a mulher loira minha colega de trabalho no hospital Ele pareceu furioso e disse você está brincando com certo ele continua explicando que aquela mulher era sua esposa e a garotinha sua filhada E ambas tinham morrido um dia antes de eu me mudar para lá fiquei estática e ele
fechou a porta olhei pra janela ao lado da porta dele e vi as duas lá sorrindo para mim será que eu realmente estava enlouquecendo horas depois estava de volta em casa era meia-noite em ponto e os gritos começaram novamente dessa vez eu abri a porta as duas estavam no meio da rua gritando um carro as atingiu em alta velocidade corri até elas mas não havia nada apenas os gritos que Agora eram udcd hores comecei a gritar Também meus tímpanos estavam prestes a explodir eu não conseguia mais ouvir meu coração doeu era algo diferente dessa vez
sempre assim elas vem gritam e depois morrem Megan eu já disse você não pode ajudá-las uma voz sussurrou minha visão ficou turva meu corpo enfraqueceu e meu coração parou aos poucos antes de morrer completamente vi a garotinha de sempre diante de mim está tudo bem ninguém nunca conseguiu nos salvar mesmo Desculpe ela disse diferente do homem eu pudia ouvir suas palavras a mãe pegou no colo ela estendeu a mão para mim me levantando do chão várias mulheres de diferentes etnias tamanhos e idades estavam ao redor você não está sozinha disseram em uníssono a janela estou
novamente largado na cama que parece mais uma cama de Prisioneiro cheia de grades e toda feita de Ferro nela faço o que mais gosto e o que menos Me beneficia quase 6 da madrugada maratonando filmes e séries hoje pia assistir um filme alguns desenhos e um episódio de uma série logo termino com a cena tão esperada oito episódios para finalmente perceber que estou maltratando minha saúde o que faço há muito tempo todas as noites frias ou quentes o vício se mantém levanto da minha cama meus dedos formigam por causa da posição que mantive para segurar
o celular coloco ele na tomada com o Carregador desligo a luz que havia ligado e simplesmente deito em minha humilde cama de casal me cubro com uma coberta King que logo vem atormentar meus pés aumentando a ansiedade que presentei a momento ao momento esperando pelo sono que nada diz Digo mesmo a curiosidade que me corrói após dar uma olhada na janela que estava com uma cortina escancarada minha imaginação flui em algumas ideias não paro de pensar em possibilidades e histórias que Já ouvi muitas com o nome janela penso em levantar e fechar a brecha mas
angústia pela curiosidade e a imaginação não ajuda eu poderia simples simplesmente levantar ligar a luz e fechar é o que quase cumpro ao me manter de pé e até os objetivos Estou com o meu celular novamente rapidamente entro debaixo da coberta meus pés pegando um ar encobertos devido à transpiração da ansiedade que sinto o primeiro nome A Primeira ideia era simples e esperado Mas minha esperança pelo resultado era o mais forte nome que cortaria cada fio de minha vida por causa do sono que deixei atrasado mesmo que me impedia de digitar causando lentidão e cansaço
nos olhos mesmo assim arrisco continuar e tem as primeiras frases o garoto loiro sabia o que devia fazer mas sua obsessão era maior que qualquer dever naquele momento ria chorava refletia vidrada em seu aparelho móvel um único motivo ou acontecimento o obrigou a finalmente Ceder ao sono mais de 12 horas para finalmente o aparelho notificar a falta de energia seu corpo rapidamente Levanta a vontade de dormir mostra presença é como se a luz que vem antes do celular o impedisse de sentir a sua noção básica o telefone não mais em sua mão já está conectado
a seus pés em busca do chinelo que mal viu antes de ligar a luz do quarto são as poucas palavras até me levantar novamente em busca de água o ambiente é Escuro a luz é pouca vindo do lado de fora os únicos que vivem aqui são eu e meus pais que viajam constantemente aproveitando sua aposentadoria após assear minha sede decido matar fome com algum lanche Puxo a cadeira da mesa e me sento posiciono meu celular horizontalmente com uma caneta como apoio a voz que ouço todas as noites em carência de imaginação enche o ambiente somente
eu e a moça chamada Carol capstick que conta histórias de terror De seus inscritos em um seriado chamado terror make Depois de meses sem qualquer ideia finalmente tenho uma que Possivelmente será contada pela garota famosa ouço um pequeno ruído vindo da sala parece ser a televisão nenhum dos meus pais me avisou que voltaram chamo por alguém em resposta recebo silêncio o barulho não se desfaz do ambiente está tudo normal parece que nada aconteceu hesito em levantar meus olhos não se fecham novamente depois de ouvir as Histórias não consigo parar de pensar nelas e associá-las ao
ambiente a provável mochila pendurada em um gancho parece mais um objeto de preguiça o casaco na cadeira dá impressão de algum ser estranho de quatro patas com asas por último a janela que encaro com muita atenção em busca de alguma prova que possa acalmar minha mente respiro fundo pego meu celular novamente dou uma relida antes de continuar a digitar o conto que comecei ele caminha em direção Ao banheiro a Luz está acesa mas o ambiente que passa não o menino seguia entre os feixes de luz que entra tentando minimizar o desconforto serrando os olhos levemente
ao sair em direção ao quarto ele se refresca com gole de água gelada seus ouvidos captam um zumbido vindo da sala do lado que aumenta à medida que se aproxima chegando lá tudo acabou não há nada que possa fazer um barulho assim A televisão está desligada e não há sinal de nada Seu coração palpita de curiosidade e medo Será que algum bandido desistiu de roubar algo o menino se pergunta em questão de segundos a porta que estava aberta agora está fechada após é fechada pelas mãos do garoto ele corre amedrontado pro quarto o barulho de
um objeto de vidro se espalha a luz que antes estava acesa se transforma em escuridão ele levanta e vê que a lâmpada do banheiro explodiu Talvez seja devido ao tempo de uso pensa ele o garoto ouve Barulhos no chão de madeira um som oco e pesado como Passos ele não sabe de onde vem mas corre pra cozinha em busca de uma faca afiada rapidamente Liga a lanterna do seu celular tentando se acalmar com respirações lentas mas à medida que o som fica mais alto o desespero aumenta será o fim Pergunta ele há algo se movendo
em sua direção algo com quatro pernas e um corpo estranho com algo pendurado um barulho estranho vem de trás de onde está Escorado mas não pode haver ninguém ali a estante da pia já ocupa o espaço Ele olha para trás mas é tarde demais a faca que empunhava cai junto com seu corpo o chão de madeira mancha-alvo envio rapidamente pelo site de Carol ligo a luz novamente e coloco meu celular para carregar Guardo meu fone bluetooth que peguei para ouvir algumas músicas enquanto escrevia antes de apagar a luz percebo que o meu quarto parece diferente
ou seria luz as paredes Parecem ter mudado de tonalidade de azul celeste para um verde Marinho claro isso não me impede de voltar pra cama e finalmente dormir alguns minutos se passam meus olhos fechados pensando em possíveis histórias minha mente corre tão rapidamente que poderia facilmente ficar de cabeça para para baixo meus pensamentos e palavras se confundem às vezes mas dessa vez não é por causa dos pensamentos e sim por causa de um objeto cilíndrico que vem de trás e se crava Rapidamente em meu pescoço