"Oi gente, vamos falar de uma deusa aborígene australiana. Hoje a pronúncia do nome dela eu já vim lugares diferentes, como i ou II. Tá bem, então eu escolhi uma das duas.
Se você tiver certeza de como é a pronúncia, deixa aqui nos comentários porque eu fiquei na dúvida. Ok, bom. Para quem não sabe, eu sou a Flávia Esper e esse vídeo faz parte do Oráculo da semana.
Vou deixar o link aqui na descrição. Todo domingo, eu posto três cartinhas lá no nosso grupo do WhatsApp. Você escolhe sua cartinha e, na segunda-feira, eu venho com a foto da carta que você escolheu e o link pro vídeo com a explicação, a história, o simbolismo e uma mensagem da deusa escolhida para você.
Bom, pedi também para vocês se inscreverem no canal, compartilharem, isso tudo que vocês já sabem porque isso me ajuda. Então, vamos falar dela. É uma deusa aborígene australiana, é uma deusa dos indígenas da Austrália e é a representação do Sol.
Então, ela tem uma história muito, muito bonita. Ela dormia no escuro na época do tempo dos sonhos e, de repente, ela foi despertada por um Açu viio. Ela acordou e ela começa a ver.
Começa a caminhar pela Terra e começa a ver que por onde ela anda vão nascendo plantas. Só que, aí, ela queria vida, ela queria que as plantas dançassem, ela queria que tudo dançasse. Ela é a luz do sol, né?
Ela é a representação do Sol, que dá vida, que faz tudo se mover. E aí, ela começa a fazer com que as plantas dancem, com que as coisas se movam, e ela segue andando. Aí, debaixo da terra, ela ouve um zumbido de espíritos malignos que não gostavam dela, enfim, e ela passa e eles se transformam nos insetos em tudo que voa, assim, pequenininho.
E ela segue a sua caminhada, mas ela quer mais vida. Ela quer mais claridade, mais dança, mais movimento. E aí, ela entra nas cavernas e, ali, das cavernas saem os mamíferos, os répteis, os pássaros, enfim, tudo por onde ela anda vai ganhando vida e movimento e energia e claridade.
Então, ela criou todos os bichos já estavam ali, né? E ela diz que eles agora vão ganhar de presente as estações do ano, que não vai mais ser noite, escuridão, todo o tempo, mas que também não vai ser essa claridade toda, todo o tempo, e que ela vai se embora, mas que volta, só que a escuridão acaba se abatendo sobre a terra. E os seres começam a ficar tristes, achando que ela não vai mais voltar.
Mas, com os primeiros raios do Sol, ela volta e a vida continua ali. E passa-se muito tempo, muito, muito tempo. Até que um dia ela volta e vê que os seres estão muito tristes.
E ela começa a perguntar por. E aí, cada bicho queria uma coisa, o canguru queria lá, o lagarto queria pernas, o morcego queria ganhar asas, o ornitorrinco queria um pouco de cada coisa. E aí, ela vai conceder os desejos e traz essas experiências todas e traz esses dons todos para eles.
Escuta o que eles pedem, né? E todos os bichos estão ali felizes. Nessa altura, ela já havia também criado o Homem a partir do pensamento, mas o homem andava ali vagando muito só e, aí, um dia o caule de uma flor começou a dançar, a se mexer.
Quando ela passou por ele, vai nascendo a forma e o corpo de uma mulher a partir do caule dessa flor. E aí, faz com que a mulher nasça e ela e o homem dão as mãos e seguem seu caminho. Então, essa é uma das histórias da criação do mundo a partir das mãos dessa deusa.
E essa deusa é uma deusa solar. Ela é o próprio sol, né? Uma deusa da claridade que não nega as trevas porque ela vai se deitar quando é hora das trevas e ela volta quando é o tempo dela.
A gente acabou de falar dos ciclos, né, com a outra deusa, mas ela tem esse dom, esse talento de trazer vida, de trazer dança, de trazer energia pras coisas. Ela traz a claridade para onde está escuro. Ela traz vida pro que tá adormecido.
Então, se você escolheu hoje essa deusa, essa carta número três, quais são os lugares ali da sua vida que estão precisando de uma injeção de ânimo, de luz, de vida, de movimento, de dança, de música, de arte, de afeto, de troca, de sexo, de tudo que é vida? Quais são as áreas da sua vida hoje que tão ali adormecidas precisando de uma ir aí para despertar, para trazer luz? De outro lado também, quais são as áreas, os sonhos que você deixou no escuro, deixou quietos, lá dormindo, hibernando?
Tá na hora de trazê-los de volta, tá na hora de dar a vida a eles, de colocá-los para dançar no mundo. E ainda de um outro lado, quais são as coisas que tão aí dentro da caverna da mente, dentro da caverna do coração que precisam ganhar mais um olhar mais claro, que precisam ser iluminadas, precisam ser enxergadas, olhadas, acolhidas? Tem dores, tem lutos, tem traumas, tem coisas que estão ali escondidas dentro da caverna ou no vulo debaixo do tapete, né?
E aí, traz essa possibilidade de olhar para essas coisas com alegria, não que seja fácil, mas com disposição, com gente junto, com vida. Olhar para as dores como também movimentos de vida e como trazer vida a partir do que tá nas sombras, a partir do que é doloroso. Tem um curso que eu faço que a professora fala sempre das feridas que tem o.
" A dor e o dom, né? Então, ninguém quer ser ferido, a gente não precisa. Né, não precisa, não cresce só pelas feridas.
Eu não acredito nisso, mas se a gente é ferido de alguma forma, e todo mundo é, né? Ou se a gente passa por um trauma ou algo do gênero. .
. Isso vai trazer dor inevitavelmente, mas se a gente vai lá, olha para isso, acolhe, vê o que faltou, traz luz para aquilo, traz vida, traz afeto para aquilo, a gente pode, a partir daquilo que não era para ter acontecido, ou não precisava acontecer, não importa, a partir daquela dor, a gente pode também desenvolver um dom, um talento, né? A gente vê muito isso.
Lembrei agora da mãe do Casusa, né, que perdeu o filho prematuro e depois fez todo um movimento institucional, enfim, para ajudar outras pessoas, para levar consciência para isso. É um dom que veio ali de uma grande ferida, da perda do filho, né? Então, assim.
. . E aí, traz essa possibilidade de entrar nas cavernas e trazer vida, trazer coisas que venham para fora, que gerem mais vida, que se movimentem, que não fiquem congeladas, adormecidas ali para sempre.
E traz também, como eu já falei antes, a possibilidade de colocarem seus sonhos, de vocês colocarem seus sonhos para a vida, né, para o mundo, seus talentos, né? Então, se você escolheu essa carta. .
. Pensa aí, né? Quais são as áreas que você precisa, ou que merecem, que querendo ali um pouco mais de atenção, de olhar, de energia, de espaço, para dançar, para vir para o mundo, né, para florescer?
E pensa também em algum sonho, alguma coisa. . .
Não precisa ser um sonho grandioso, maior sonho da sua vida, não. Mas alguma coisa que você gosta de fazer, que não faz há muito tempo, sei lá, pintar, desenhar, jogar bola, qualquer coisa. Um prato que você gostava de cozinhar, qualquer coisa.
Alguma coisa que te dê alegria, mas que tá lá adormecida dentro da caverna, muito tempo. Faça isso, esse sol, né? Traz essa luz, traz o seu olhar para as partes que estão ali adormecidas, porque isso traz energia para gente, isso traz mais potência de vida, né, quando a gente vai despertando as nossas partes e convidando todas elas para dançar, isso é de uma energia, isso é de uma potência de vida enorme, e essa deusa é uma deusa que faz isso muito bem.
Então, se você escolheu essa carta, é esse movimento de vir para a vida, de se conectar com a luz, de iluminar as partes mais escuras, de acender a luz do quartinho onde estão guardadas aquelas coisas que você comprou para fazer há anos e não fez, os hobbies, as coisas que queria, os livros que queria ler, né, ou qualquer outra coisa. . .
Tá, tá na hora de acender essa luz ali dentro e botar as coisas para J, trazer para vida. Tá bom? Então, é isso, mais uma vez, deixem seus comentários aqui no Instagram, onde for, porque eu gosto de saber se a deusa que vocês escolheram realmente fez sentido para vocês.
Qualquer dúvida, pergunta, comentário, também podem mandar, e por favor, lembrem-se de se inscrever no canal, que isso também me ajuda. Tá bom, um beijo, até semana que vem.