Olá alunos vamos a nossa segunda aula de métodos e técnicas de avaliação na terapia ocupacional vamos falar um pouquinho sobre plano de tratamento e plano terapêutico gente é muito importante tá isso aí para basicamente é o que a gente vai fazer com o nosso paciente né então o plano terapêutico ocupacional é uma ferramenta muito importante para nossa profissão e a nossa intervenção é a partir dele que vamos nortear o nosso atendimento Clínico com o paciente sendo assim é importante que o compreendamos Então os planos terapêuticos são estratégias elaboradas pelo terapeuta ocupacional em um processo de
tratamento quais devem ser respeitadas à risca para que o paciente alcance os objetivos propostos pelo terapeuta ocupacional priorizando estabelecendo metas a longo e curto prazo Então avaliamos esse paciente conforme vimos lá na aula 1 né fizemos anamnese fizemos ali a avaliação E aí hora estarmos no nosso plano terapêutico né o nosso plano de atendimento então a gente pega todos aqueles dados da avaliação e da anamnese e a gente vai traçar os nossos objetivos quanto profissionais então aí eu preciso trabalhar amplitude de movimento eu preciso trabalhar coordenação motora fina força muscular né então eu preciso trabalhar
com essa criança né Entrar com intervenção precoce mudança de decúbito Então essa criança não rola lateral né não rola de barriguinha para cima não engatinha e aí eu preciso tratar um plano de desenvolvimento infantil para essa criança tá meu paciente precisa ou não usar uma adaptação né ou uma adaptação de talher uma adaptação é de copo uma adaptação de colher né meu paciente precisa de adaptações precisa de órtese a mão dele tá toda inflexão uma mão em garra eu preciso colocar no meu plano terapêutico ele precisa de órtese ou não Tá então precisamos traçar um
plano terapêutico ideal para o nosso paciente são básico da nossa profissão Então dentro do plano precisa contar constar os nossos objetivos que é aquilo que nós queremos de resultado né O que a gente pretende alcançar com os nossos pacientes as técnicas são as ações desenvolvidas para conseguir chegar no objetivo então técnicas temos muitas por exemplo a integração sensorial é uma técnica o bobat é uma técnica né o cabot é uma técnica o que eu vou utilizar né com meu paciente né as instrumentações de vida diária é uma é uma prática da terapia ocupacional também né
as adaptações às ordens então nós temos muitas técnicas para utilizar e aqui eu quero abrir uma aspas bem grande que não existe só integração sensorial para que a gente reabilite nosso paciente Essa é uma das uma das técnicas que podemos usar nós temos uma abrangência muito grande né Nós temos inclusive bandagem neuromuscular né É E aí os métodos que eu falei o bobat que é aquele método da bola né do feijão né a integração que ela é maravilhosa também então só que a to não se define só na integração sensorial nós temos vários métodos para
trabalhar tá os recursos Então são os métodos as técnicas as avaliações para a gente alcançar aquele resultado esperado as atividades que nós vamos aplicar nesse paciente né as demandas que estão interligadas com as reclamações que o paciente apresenta as quais a to determina os alvos para serem alcançados então com o sujeito elaborando então o plano de tratamento ou plano terapêutico então a demanda é tudo que a gente dá e o que a gente espera daquilo tá o plano de tratamento o plano terapêutico então ele deve sempre estabelecer a relação do paciente da sua família em
todo o tratamento é importante que a família traga algo para gente né olha eu gostaria muito que ele voltasse a comer com a mão direita né olha ele tá tremendo muito né ele tá tendo muito o espasmo também né Tem muito tremor nessa mão tem alguma coisa que a gente possa fazer tem a pulseirinha de peso que pode auxiliar Então são adaptações que a gente consegue utilizar para diminuir esse tremor né então geralmente a pessoa que tem Parkinson né Tem muito tremor E aí a gente precisa utilizar de recursos como adaptações muitas vezes de peso
para diminuir esse tremor tá e entre outras coisas que a gente consegue fazer então é importante que além daquilo que nós vamos traçar de atendimento para os nossos pacientes a gente também coloca um objetivo que é da família tá um objetivo que é do paciente então dentro das possibilidades daquele paciente a gente vai inferir também algo que a família traga ali como objetivo né para esse tratamento a atividade é compreendida como ação menores que fazem parte e compõem a ocupação então não existe atividade sem ação e não existe atividades sem ocupação não existe ocupação sem
atividades já falei isso para você vir em outras disciplinas nossas né então a atividade análise atividade e ocupação humana gente análise da atividade possibilitoterapeuta a gente saber tudo que vamos fazer com aquele paciente então eu tenho lá uma atividade lá de jogar a bola no sexto com aquela criança então eu tenho que colocar lá todo o material que eu vou utilizar para eu fazer aquela atividade o que eu pretendo com aquela atividade e o que eu vou trabalhar com aquela atividade tá E aí qual é o espaço né Qual o espaço eu vou utilizar eu
vou utilizar com aquela aquela criança Ah é um espaço mais lúdico é um espaço iluminado é no chão é na mesa onde eu vou fazer essa atividade e ali eu destrincho todos os meus objetivos com aquela atividade então jogar a bola lá simplesmente eu vou trabalhar a amplitude de movimento noção de espaço né a coordenação motora Global a coordenação visomotora e dentre outras situações aí então A análise de atividade nada mais é do que eu quero e preciso trabalhar com meu paciente a ocupação humana como vocês já sabem é tudo que o indivíduo faz no
seu dia a dia tá e é isso pessoal então até a próxima aula