Boa tarde a todas todas e todas e todos né sejam todos muito bem-vindos aqui é o canal do clobo daj agora legal e vamos hoje discutir definir racismo a partir do do texto das reflexões de grada o livro dela esse livro aqui Memórias da plantação Espetacular Recomendo muito a leitura todo mundo que acompanha o canal todos os alunos que est assistindo vou tratar só do capítulo TR vou tratar do outos capítulos e depois a gente vai passar para a parte do ramonas beleza qual o primeiro ponto que é a grada k tá trazendo nesse livro
dela o negro Ela traz pra gente o negro não é tratado como sujeito histórico tudo bem citação dela a maioria das pesquisas sobre racismo centram suas análises no agressor que nas vítimas reais né daqu longo eh essa abordagem prua a invisibilidade e aurbanização das pessoas negras que não são reconhecidas como sujeitos histó históricos com suas próprias narrativas experiências exemplo prático disso o negro negro e a gente agrada que não fala muito do negro V inir aqui o indígena também tá negro indígen são tratados como sujeitos históricos por quê por vários motivos a gente pode pegar
isso ao longo da história assim como Pedro alvas Cabal chega aqui por exemplo o que aconteceu Eles chegaram aqui e tomaram as teras para eles e o resultado disso foi um descobrimento do Brasil se você descobre algo significa que não foi que ninguém nunca conhecia aquio né descobri descobri algo então quando tem uma existe uma descoberta essa descoberta sobre o Brasil ou sobre a África ou sobre as sobre qualquer outro país ela pressupõe simples uma simples questão aqueles que vivem naquelas terras não são considerados como sujeito histórico não são considerados como agentes agente histórico como
agentes sociais não são considerados inclusive como humanos então é disso que a grada também tá trazendo aqui que os negros na verdade quando são escravizados quando são tratados como propriedade privada dos seus senhores eles não são equivalentes são humanos muito menos equivalentes a sujeitos históricos Então esta é uma das principais marcas do eurocentrismo ou de uma visão colonialista que entende que negros e indígenas não são sujeitos históricos a gente trabalhou isso bastante aqui na primeira aula que eu dei para vocês lemb disso a gente falou dos mitos fundacionais então eu trouxe essa questão do sujeito
histórico e a grada filoma também tá trazendo Esse aspecto aqui na academia bom gente falando modo geral na academia o que que ela percebeu Há muitas críticas ao racismo algumas muitas não algumas críticas ao racismo todavia essas críticas centram não não centram na no naquele que sofre de racismo não vai não é não é aquele que sofre de racismo que vai escrever a sua própria história aquele que sofre racismo não é ele que vai ser entrevistar as críticas do racismo são centradas nos agressores racistas que aí el cita no livro por exemplo ela tá só
pra gente poder entender ela tá vivendo na Alemanha tá ela é uma negra de exelência africana que viveu em Portugal né toda sua vida em Portugal mas foi fazer seu doutorado na Alemanha Então essa pío dela aqui é na Alemanha onde ela tá tá trando E aí lá na Alemanha ela vai fazer faz-se uma crítica muito grande aos partidos políticos de direita que são partidos racistas Mas ela fala assim ó faz a crítica os partidos mas não vão lá nos próprios aqueles que sofrem de racismo para pesquisar como eles fazem etc depois o que que
ela vai trazer o problema central do racismo não é existência na diversidade e de pessoas diferentes mas sim a desigualdade né é a combinação do preconceito e do poder que forma o racismo só se torna diferente porque se difere de um grupo que tem o poder de se definir enquanto Norma a norma Branca eu quero fazer agora o inverso começando aquii pra gente ir para lá veja quando você e nessa ainda nessa perspectiva de não entender o outro como sujeito histórico ela parte do princípio do qu de que existe uma Norma normal o padrão é
como se fosse as cores a norma o padrão é o branco não à toa essas pessoas que tem variações de pele de cor da variações da cor da pele pede elas se aut denominam com brancas que isso é um padrão a norma esse padrão a norma vai ver quem é diferente dela como o outro acho que eu não coloquei isso no curso de extensão mas sobre as bulas papai eu vou vou prar isso quando sobre o o nego Bispo as bulas papais fala de do século X N antes mesmo da Conquista das Américas ela autorizava
os reinos europeus a conquistar e a escravizar todos os povos diferentes dos europeus o que eles chamava naquele perodo de sarracenos se referindo muito aquilo que hoje chamado de árabes tá mas se contrar árabes ou equivalentes de qualquer parte do mundo são autorizado a escravizá-los Em Nome de Deus e da religião do cristianismo porque é o outro e o outro que não é sujeito histórico então isso deu a base fundamental para o próprio modelo colonialista de de dominação tá bom Por quê Porque tem a norma tá eh essa Norma ela é baseada sim veja aqui
tem uma ausência fundamental que é o outro conceito quear fazer que é o conceito de alteridade O que que significa isso autoridade significa entender o outro como ele é mas não entender o outro pela minha lente cultural né porque se eu coloco uma lente cultural uma lente que é discriminatória que é autoritária que não é é democrática para entender e respeitar o outro como ele é aí você impõe uma perspectiva que é hierárquica e estabelece portanto Toda A Hierarquia estabelece desigualdade Então veja da ausência de alteridade ou de reconhecimento do outro como ele é você
tem um pensamento hierárquico desigual discriminador que vai olhar o outro e vai equivaler esse outro a um animal a um bicho ou a um instrumento para o seu maor prazer isso tudo tem uma palavra que vai reir tudo isso seu conjunto Qual é a palavra racismo Tudo bem então isso esse conjunto que eu tô aqui representando para vocês de Norma branca de hierarquia desigualdade discriminação de entender o outro como um animal como não sujeito ela tem resume ela é resumida no contexto num único conceito que éos racismo tudo bem tá bom avançando aqui grada kilomba
vai entender vai definir que existe a quer Di vai apresentar aqui três características para ela cículo grada da quilomba que eu quero descobrir o seguinte a grada quilomba tem uma forma de interpretar racismo que é que tô prestando para vocês existem outras que eu vou prisar na próxima aula que é do rão gras fogo que não são excludentes elas são inclusive confluentes mas o que eu vou precisar agora é da própria GR quilom CL tem outros autoras também V trabalhar nesse sentido Tudo bem então Quais são as três formas dela construção da diferença né então
a diferença racial é criada e imposta com uma branquitude estabelecendo-se como a norma e os demais grupos sendo definidos como diferentes isso aqui racismo dois né três dois dois aqui três tá beleza três ou dois o preconceito e hierarquia são sustentados pelo poder histórico político social econômico da bran itude perpetuando desigualdades em todas esferas da vida então Veja aqui a gente pudesse definir a gente marcaria aqui desigualdade E ali a gente marcaria o conceito de diferentes né coloquei uma ftin para fazer isso e no TS aqui a gente vem da própria ideia da hierarquização essa
diferença é associada a valores negativos criando uma hierarquia onde a branqu ocupo topo e os demais grupos são inferiorizados Então veja a gente já pegou outros conceitos para entender justificar aqui um eh hierarquização dois poder três diferença que vai est em seu esses Pilares sustentam forma de racismo por quê que que significa o que que eu tô negando quando eu estabeleço aqu vocês respondam até quando estabeleço hierarquia diferença entre poder e e conção da diferença o que que eu tô negando fundamentalmente tô negando a igualdade para além de negar a igualdade Eu nego outro o
estatus de humano o humano nesse caso são só os bejes ela usa branco branquitude o conceito dela é o eu Obviamente você sabe que eu trabalho com outro conceito mas dá pra gente vamos usar aqui o conceito dela de branquitude E aí a quilomba traz uma outra diferença entre racismo institucional e estrutural eu quero que vocês compreenda o seguinte eu vou prar aqui o dela mas eh por exemplo Silvio Almeida que vocês devem ter é ministro hoje né Tem um livrinho sobre racismo estrutural o racismo o conceito de racismo estrutural do Silvio de Almeida é
diferente desse racismo da G kil longo tudo bem só para depois no final da aula eu na outra aula eu vou apresentar o cvio conceito cvio Meo Mas hoje vou precisar do grada aqui L Tá ok bom então vamos lá RCI estrutural eu Aliade eu quero quero fazer um exercício com vocês aqui agora eu vou ler mas eu não vou dar resposta eu queria que vocês participassem eu vou ler eu quero que vocês identifiquem se semelhanças diferenças aqui nesses dois conceitos dela eu tirei isso aqui tá em aspas tá tá entre aspas é exatamente do
livro dela até a página a página 57 para quem quiser quem tiver obra e quiser ler Tá bom Vamos ler Vamos ler aqui junto rass estrutural de acordo com grada quilomba estruturas oficiais opera de uma maneira que privilegia manifestadamente seus sujeitos brancos colocando membros de outros grupos racionalizados não acho aqui deve Tero errado racializados é uma em uma desvantagem visível fora das estruturas dominantes fora estrutura promin isso é chamado de racismo estrutural então isso aqui é o racismo estrutural vamos entender agora o racismo institucional para quilomba um racismo institucional não é apenas um fenômeno ideológico
mas também institucionalizado o termo se refere a um padrão de tratamento desigual n operações cotidianas tais como em Sistemas de agendas educativas mercado de trabalho Justiça Criminal e etc o a institucional opera de tal forma que coloca os sujeitos brancos em Clara vantagem em relação a outros grupos racializados também errou corrije ali depois tá tranquilo eu quero debater mesmo quero aprender com vocês aqui tá Esso aqui o que eu quero agora por falou yú não se fute Maria Clara S fez de falar e todos os demais vocês já T essa concepção de ris estrutural você
Já trouxeram antes de vocês lerem tá no quadro é m impressão por qu porque no Quad não tá dizendo isso vocês falaram a não que vocês me mostrem é isso que eu quero agora fazer exercíci vocês agora vamos fazer isso tá vamos para cá então começar pelo institucional institucional Tá bom vamos palavra palavra beleza institucional não é apenas um fenômeno ideológico não é apenas um fenômeno ideológico de ideias não é então se não é apenas um fenômeno ideológico o qu aí ela vai dizer mas também institucionalizar o que que é institucionalizar é porque vem de
instituições é imposto por instituições e al vai até adiantar agora falando isso aqui vou adiantar um pouco a aul do do próximo Tex nor racis institucional ela é impost por instituições e isso tanto no grossel quanto agora na grada pelo que a gente tá lendo aqui tudo bem Beleza o termo se refere a um padrão de tratamento desigual tratamento desigual nas operações cotidianas tais como sistemas de agendas educativas no sistema educacional uma instituição no mercado de trabalho instituição do mercado de trabalho na Justiça Criminal outra instituição que Instituição da justiça e etc o racismo institucional
opera de tal forma que qu coloca os sujeitos brancos em Clara vantagem em relação a outros grupos racializados tá quem tá vendo no canal aí desculpa que tá errado escreva racializar Tranquilo isso então o racismo institucional é um racismo que tanto pra grada quanto pro Gross fogo racismo praticado imposto por instituições simples assim tema aliás é próprio tema já ajuda muito racismo institucional tranquilo até aqui agora qu exo quero fazer com vocês qual a diferença daqui para lá tá bom É na grada a gente vai ver agora é claro que o o cmea tem diferença
agrada não depois eu vou apresentar do c não verdade que nós já estamos fazendo aqui vocês estão compreendendo o qu existem diferentes concepções de ideia de racismo isso é legal tá e cada um de vocês pode escolher uma que Ach que mais pertinente não significa que uma tá certa outra tá errada se compreenda tá bom beleza vamos cá racismo para cá racismo estrutural de acordo com grada aspas estruturas oficiais que são estruturas oficiais primeira coisa estrutura oficial é reconhecida pelo socidade beleza mas o que que é me dê exemplos leis o quê leis leis ótimo
governos polí governos ótimo mas o quê Pode falar que que são jut oficiais polícia J judiciário tudo bem estado tudo bem Até agora não difere de institucional ou difere institucional polícia judiciário estado também são instituições na verdade instituições são estruturas oficiais concordem comigo ou não se alguém tiver se não concordar com ISO aí então estruturas oficiais são instituições Beleza então T aqui tá igual tá bom próximo passo opero de uma maneira que privilegia manifestadamente sujeitos brancos tem diferença para agora até agora mesma coisa se a gente substituir estruturas oficiais por instituições fica a mesma coisa
que ela disar também isso não foi beleza colocando membros de outros grupos racializados desculpa aqui o erro a é uma desvantagem visível fora das estruturas dominantes estruturas dominantes sãoos oficiais são instituições tá certo aqui esse ponto é esse ponto isso é chamado de racismo estrutural qual a diferença então do racismo estrutural pro institucional segunda grada quil longo nenhum ela s outros temos é a mesma coisa essa é a grande pergunta que só ela pode responder O que eu o que que eu tô fazendo aqui com vocês esse exercício se vocês discordarem por favor me ajudem
porque essa foi a minha impressão a ler o texto e eu não estou E aí eu quero eu quero garantir isso para vocês sempre sempre ten Independência intelectual seja para concordar com o autor com a autora seja para discordar e apontar equívocos da autora do autor do autores qualquer coisa então aqui não tem diferença entre os isso me saltou os olhos aí eu falei bom já para quem quiser vamos compartilhei o livro no grupo peguem o livro Leiam e depois se vocês acharem diferença me fal porque eu quero aprender eu não percebi pode ter sido
erro meu não percebi então aqui há uma há um uma confluência entre dois conceitos estrutural e institucional que caminham para o mesmo lugar com palavras diferentes essa foi minha interpretação da G fo por isso que eu falei com vocês porque na verdade quando vocês falar do Riso estrutural vocês claramente est prando rismo estrutural do termo do eh Siel medo então voltamos aqui então então Gente o que que eu fechando um pouco aqui esse raciocínio né então o que eu quero que a gente pense sempre essa Independência intelectual é inegociável inegociável assim como a gente entendeu
aqui e compreendeu que a gradao trouxe perfeitamente a ideia de crítica a a ideia de que segundo na qual os negros não são tratados como sujeito histórico e nós compramos essa ideia tudo bem m de comprar referendar e tudo mais agora aqui todavia nesse espaço entre essas duas estruturas de racismo que ela coloca eu não identifiquei diferenças A tá falando exatamente isso no Silvio Almeida existem diferenças ele apresenta o conselho rmo estrutural que é outra coisa que eu vou prar PR vocês na segunda parte da aula que é outra coisa Tranquilo então beleza Tá então
o que que eu quero aí agora para você para todos aqui inclusive agradecendo aqui a Maria Clara y e a Sofia né que contribuíram PR A então eles trouxeram uma perspectiva de racismo que tá em outro livro mas aí que tá você tem que ter sempre muito cuidado tenam sempre muito cuidado para vocês não serem ados por uma vocês já trazem e apresentar outra Para um autor que não disse exatamente aquilo tá é só com exercício mesmo que é importante isso como vocês forem né mestrado doutorado e tudo mais essas coisas vão fazer muito di
saber diferenciar um autor de outro etc Tá bom agora Aqui mi olias para ela eu quero tratar com é go ela trouxe o conceito de racismo cotidiano ano cara muito uma sacada bem bacana que talvez aí que tá Ah não sei se já posso falar isso agora ou se gente po falar depois quero ver se vocês vão perceber isso que eu quero falar Tá bom vamos entender então o conceito dela de racismo cotidiano beleza vamos lá então Eh racismo cotidiano Ela traz com conceito da outridade né e a projeção da sombra outridade é um conceito
trabalha muito bem trabalhado pela Tomy eh Tommy Morrison não sei se vocês já ouviram falar né ho por dia um dia eu vou dar aula sobre ela né Então aproveita se inscreva no canal então racismo cotidiano segunda grada manifeste-se em microagressões palavras gestos olhares que reforçam a outridade do sujeito Neo veja o que que tá posto aqui mais uma vez a eu não queria eu falar para você quero que você responda para mim quando ela tá dizendo aqui que o racismo cotigo significa mic progressões com palavras gestos olhares né para o outro Então significa que
o outro não está sendo tratado como como igual ou mesmo daqu a pouco eu vou explicar na outra parte da aula que vai ter um conceito do fanon que é eles vai fazer uma linha que é a linha do não ser a linha do ser e lha do não ser tá verdade embora ela não tenha dialogado aqui com Fran fanon Tá mas ela tá falando da relação do do outro que não é tratado como igual e portanto não é tratado Aí segundo farão não é tratado como humano estaria numa numa outra linha abaixo da linha
da humanidade que é do não humano é por isso que ele é o outro é o não ser o negro se torna o espelho distorcido da branquitude o depositário de seus medos preconceitos e desejos reprimidos Aqua já usando psicanálise ah psicologia Que bom vocês podem me ajudar quando quiserem Então veja distor veja o que que Ness livro todos os os males tudo aquilo de ruim que o próprio bege tá faz ele vê e joga tudo para o outroa tudo no negro e atribui todos os seus medos preconceitos né depositar distorcidos no outro seus desejos reprimidos
no outro no caso no negro que ela tá falando aqui é isso resumo é isso né E aí essa ult tridade não é apenas uma diferença neutra mas carrega uma carga negativa projetando no negro os aspectos reprimidos em desejados da sociedade Branca PR vai dizer isso o outro o o negro é o o violento o negro é o estuprador o negro é perce ali vou ficar falando deixa eu botar lá o outro slide pra gente ver né o racismo cotidiano refere-se a todo vocabulário discurso e imagens gestos ações e olhares que colocam o sujeito negro
e as pessoas de cor não só como outro a diferença contra a qual o sujeito branco é medido Mas também como alteridade ou seja não entender o outro como ele é o negro é visto como a personificação dos aspectos reprimidos da sociedade Branca aí vem os exemplos que eu táa citando agora né Eh a outra né A negação de cência negro grada Que expõe a violência de constante rotulação do sujeito negro como outro aprisionando em estereótipos negativos desumanizante essa outridade imposta nega ao degro o direito simplesmente de existir como igual reduzindo a projeção dos medos
e preconceitos da branquitude a falon também descreve isso muito bem lá no P Negra Máscaras bran E aí ela vai trazer aqui sujeito negro percebido como outro através das seguintes formas um infantilização sendo visto como a personificação do dependente O Menino a Menina a criança ou o servo que não pode sobreviver sem um senhor é o dependente é aquele servo que precisa o tempo todo é do senhor a gente pode ver uma prática dessa aqui comda tranquilidade quando você tá naa própria Universidade mas tem professores bejes né que dominam são diretores são todos espaços e
os negros que limpam os nossos banheiros então o be normalmente trata esse negro como dependente né como uma criança infantilizada às vezes vai est o falão fala disso muito acho que se ag embora não tenha cado falão mas parece não sei se ela leu talvez certamente deve ter lido mas parece estar com o farão na cabeça neg mais ch bran quando você infantiliza o outro o fão traz exemplos por exemplo lá no livro dele embora não seja fando aqui animalização segundo visto S aliás desculpa sendo visto como a personificação do animal O Selvagem o primata
o macaco outra forma de humanidade é desumanização mesmo ou animalização quer dizer Fan usa desumanização ela tá usando animalização significa a mesma coisa tá potic camin mesma coisa eh primitivação sendo visto como uma personificação do incivilizado O Selvagem o atrasado ou natural aquele que está próximo da natureza embora ela não tenha citado aqui mas isso diz muito respeito sobretudo aos indígenas também indí S tratado assim como que ah é o primitivo é aquele que tá próximo da natureza etc e a natureza que para os indígenas e africanos é algo é para grande força da é
a é a mãe natureza né para esses desenvolvimentistas bejes significa a o impedimento do Progresso ou melhor significa que a natureza deve ser transformada em instrumento e ou mercadoria para o avanço do Progresso então por isso que você D destrói árvores destrói as selvas destrói Rios destrói Mares matas tudo em prol Teoricamente de um certo Progresso é isso que caracteriza o que é Civilização só concluir aqui a gente vai po ser só ver essas a gente fal ah tá eh então isso aqui falta erotização né sendo visto como personificação sexualizado com apetito sexual violento a
prostituto o cafetão estuprador o erótico o exótico né Esses são estereótipos do assando para os deos e in civilização né com personificação do outro violento ameaçador criminoso suspeito acando aqui sempre né O perigoso aquele que está fora da lei Então veja esse aqui são são questões que grada ats e que vocês acabaram de corroborar com o exemplo de vocês né assim há uma desigualdade fundamental entre a princípio o negro é o suspeito quando eles não tem a certeza absoluta mesmo que não tenha visto não tenha prova nenhuma o neg suspeito é por isso que esse
forma de racismo aqui cotidiano reverbera nas instituições por isso que mais negros são presos do que brancos pelos mesmos delitos ou negros T mais ter penas maiores do que bejes quando comete os mesmos delitos por aí vai né Então esse é um cenário que é ou quando negros são parados em blitos policiais e b não são por aí vai Então esse é você trouxe ao olha vocês três foram ótimas acho que vai ficar tratar que eu tenho falado há muito tempo isso Veja por que que não matam todos os negros o alas então né é
isso há um racismo institucional há um racismo cotidiano H um racismo per Por que não mata todos os memos porque esses membros na verdade os aqueles que são eh matá veis né quase que agora eu utizar o neolítica do do vender né mas os negos que são o mais principais aulas são justamente aqueles que não aceitam a sua condição de subordinada ou de Neo escravizado n sociedade is ISS estão me fazendo entender né se você se rebelar que é o que você acabou de dizer se você se rebelar diante do cenário que tá posto para
você de ampla desigualdade de Humilhação ou de trabal lavando o banheiro trabalhar aceitar G um salário menor do que o bge se você ou se você vai se rebelar na Zona Sul como você disse também e por aí vai então você é o Rebelde portanto você é alvo e você aí tem três caminhos para você prisão cemitério só dois para fechar esse esse slide aqui esse coisa grada aqui log ú dela né então o tema ao fato de que aspas para ela essas diferencias não são pontuais o racismo cotidiano não é um ataque único ou
um evento discreto mas uma constelação de experiência debida uma exposição constante Ao perigo um padrão contínuo de abuso que se repete incessantemente ao longo da biografia de alguém no ônibus no mercado em uma festa num jantar na família naj em outras Universidades em todos os lugares é isso que significa essa expressão do racismo cotidiano que ela tá trazendo então assim isso faz com que corpos negros e corpos de cor para inclui os indígenas sintam-se sempre é como pegar o terma do do Juninho a margem sempre com medo de se expressar naturalmente como o colega acabou
de colocar ali agora sempre você tem sempre que representar alguma coisa seja palatável para essa eh branquitude se você se rebelar se você quiser tratar o outro de igual para igual já tá errado já tá errado você já tá errado o negro já está errado você não pode tratar o branco de igual para igual logo vai dizer assim ponha-se no seu lugar que é uma coisa bem típica do colonialismo uma frase bem típica do colonismo é essa tá bom gente então eu queria tratar um pouco disso foi só o Capítulo três da grada da quilomba
três agora falei certo né da grv da quilomba quer tratar assim com vocês entendemos aqui eh resgatar um pouquinho negros não são tratados como sujeitos históricos tudo bem na sociedade pesquisas sobre racismo não focam nos nas vítimas do racismo focam muito mais no na crítica A determinados setores de Elite que são racistas mas não quer ouvir não estão prontas para ouvir os próprios as próprias vítimas e depois ela fez uma discussão apresentou ali uma diferença entre racismo estrutural institucional que a gente viu aqui juntos que era muito parecido n é muito parecido a estrutural institucional
sem grande diferença mas ela trouxe uma excelente contribuição agora para caracterizando aquilo que a gente vê cotidianamente na nossa sociedade que ela chamou de racismo cotidiano né E que tem tem algumas expressões qu voltar para elas que é da infantilização da animalização da primitivação erotização e in civilização dos corpos deos são fixos por essa belgitude Posso chamar assim a gente já viu aqui até pra gente continuar vimos aqui grada kilom que apresentou grada kilon que apresentou o racismo institucional estrutural e o racismo cotidiano e sobre aquela ideia que a gente já viu de sujeito históri
etc né bom o Ramon grf traz uma outra perspectiva sobre racismo Aliás a pesquisa dele é a mesma da de racismo institucional da grada P como da grada é o mesmo do estrutural então o mesmo que os dois tá eh o gros fog de maneira geral sem semi que a gente aprofunde ele assim ó todo o racismo ele é institucional todo racismo e eu quero já debater isso aqui com vocês se tdo racismo é institucional significa que toda forma de racismo ela é praticada por instituições E aí tem algumas vantagens des vantagem desse processo Qual
é a grande vantagem de interpretar dessa maneira tdo racismo institucional a grande vantagem é que não existe portanto a ideia que parte da brude pessoa fala de um tempo para cá como racismo reverso Então é isso que eu quero é isso que eu acho importante a gente debater aqui agora voltant se tudo racismo é institucional praticado por instituições ess instituições hoje no Brasil e no mundo ocidental elas são dominadas por gente de uma mesma etnia ou de mesma raça ou não o Gross tá dizend assim o que existe riso institucional então ele não trabalha com
conceito estrutural tranquilo institucional e não é só o Gross fogo toda a teoria decolonial trabalha dessa maneira toda teoria Colonial o éo Maria todos eles vão trabalhar com a ideia de que existe racismo institucional porque praticar prostituições então assim toda essa teoria decolonial entende que o o racismo ele tem início com a conquista das Américas e da á antes o que ooss aqui para vocês existiu existia escravidão sim o império romano Exu escravidão tinha escravidão na Grécia antiga tinha escravidão na África tinha escravidão em vários lugares do mundo todo só que essa escravização de outros
corpos não era baseada na corra pele não era baseada em raça era a partir do conquista de de povos distintos e também não era uma escravização voltada para produção de mercadorias o que vai financiar no caso vai funcionar o regime capitalist de produção tranquilo is ponto de vista histórico Então os dec a escravização por conta da pele ela começa com Conquista das Américas e a Patrocinar agora voltando ao tema é patrocinada por instituições ess instituições que são dominadas por europeus pelos reinados europeus nem todo europeu se beneficiou dessa escravização os servos europeus é importante Entender
no período da escravização dos corpos negros aqui nas Américas e na África existia Servidão na Europa trabalho por Servidão tudo bem esse trabalho por Servidão vai começar a a terminar só com a Revolução Francesa em 1789 lá no século XVI final do século XVI até então aí tem um livro muito bacana do kotk DI o seguinte os servos europeus podiam ser chicoteados podiam ser e eram enforcados em praça pública pela por essa Elite BG Elite europeia tá o sentido de igualdade o até ideia da criação do conceito de cidadania aconteceu só a partir da Revolução
Francesa 1780 lá bom então existia enfim mas o que existia nas Américas desde 1492 ou desde 1500 caso brasileiro sobre o século X vai acontecer uma uma forma de racismo que é pautada pela cor da P por ele vai o ris inclusive no mundo árabe também tinha escravização mas um escravo um escravizado poderia no mundo árabe até sear em Sultão dependendo do que aconteça acontecesse e no Império Romano també liberdade e vários outros a partir da escravização moderna que a escravização dos africanos e indígenas isso era impossível por quê Porque o negro jamais poderia ser
rei no Brasil ou jamais poderia ser o grande proprietário grande poderoso econômico e politicamente nesse durante o colonialismo por mesmo que ele fugisse do cativeiro fugisse da cala em qualquer lugar que ele estivesse ele era pego porque ele era preto tinha cor diferente da cor dos verdes então era facilmente identificado tudo bem isso como que é imposto o racismo Então essa ideia de que por exemplo no Império Romano existiam Generais negros tudo bem Império Romano que é antes desse período da dação eo S Generais negros quando que isso muda a partir da Conquista P amé
Então essa chave da mudança e passar para você um racismo de cor da pele aconteceu nesse momento Outro exemplo é que ali o Gross trá os irlandeses por exemplo dessa região que chama grã-bretanha né da da Inglaterra ali então os ingleses avisar os irlandeses ou discriminar os os irlandeses eí era um racismo religioso os protestantes e outros católicos por exemplo isso também é forma de racismo religioso por contra da religião pode serem vários lugares seja com os judeus seja com os árabes com os muçulmanos etc Então o que eu tô trazendo aqui para vocês é
uma forma de racismo que é baseado no fenótipo que é acontece com a modernidade por isso você é importante nós estudarmos as cartas de Pedro V cavinha e a carta de crist Colombo nesse curso que eu vou dar para vocês mas é importante pra gente saber como que eles perceberam os indígenas exatamente daquele momento o primeiro momento do contato como que descrever os indíos como como Tais né depois vai ter toda uma consequência posterior bom e o que que falando exatamente sobre o Far oon diz que o colonialismo ele patrocinado pelas realezas europeias mas ele
é ele é posto em prática pela ponta do sáb que que é isso a ponta do sáb para quem não sabe num mosquetão no fusin arma era arma longa o sa é é uma é como se fosse uma quase que uma faca que a poost Sera ponra do cano do do armamento e às vees quando não tinha não tinha a bala né enfiava aquela faca no no outro e matava o outro então assim aí o que que fal disso a ponta do sábio ou seja o militarismo é o que vai garantir o a escravização do
diferente do outro no caso do livro e do indígena então é outra instituição criada para garantir os interesses das coroas europeias Depois disso você cria outras instituições como no Brasil e nas Américas todo lugar toda cidade se conquistava as primeiras constituições que tinha igreja e prisão igreja era o domínio ideológico e a prisão era para quem não subordinasse tinha um destino da prisão para servir como exemplo como outros ou a FCA ou o chicote ou enfim né o tronco E por aí vai essas várias funções foram criadas para garantir os interesses de poucos igreja prisão
e todos esses aspectos resultantes do militarismo também são instituições depois no segundo momento vai criar uma forma de prender essas pessoas por meio do Judiciário Então você tem um cúmulo de instituições criadas para garantir os interesses dessa branquitude que vai aceitar o negro deixar o negro viver desde que ele é Safe assente o seu lugar de subordinação o seu lugar de exploração o seu lugar de discriminação de ser entendido como outro aí ele pode ficar tudo bem é aquilo que eu falo assim é todo branco agora tem um de estimação ah inclusive ele usa aquele
para dizer que ele não é racista mas aquele se ele tratar o branco igual ele já não presta ele tem que se manter soá e ador e adora Preto adora vai ele se tentar ser igual tá fora Então veja tudo isso é garantido por instituições Então isso é o racismo institucional é por isso que não existe como falei no início é por isso que não existe racismo reverso por quê Porque os pretos e negros indígenas Eles não dominam As instituições Se Eles não dominam As instituições não tem como impor um racismo contra brancos se poder
entender não domina a instituição institução est noos brancos sempre foi continua sendo existe Ah já teve Barack Obama foi presidente do Estados Unido beleza existem aqueles que eu tô chamando livro de negros colonizados completamente colonizados que só chegam no lugar de poder porque foram colonizados e muito das vezes reproduzem melhor do que o próprio Branco as ideologias colonialistas é isso vocês vão poder citar vários exemplos aqui você buscar na história vai pegar vários exemplos excepcionais ou ou melhor de exceções de negros que conseguiram alcançar eh um determinado lugar na sociedade agora esse lugar na sociedade
como ele chegou lá mas chegou de que maneira reproduzindo normalmente é reproduzindo todos os princípios do colonialismo muitas vezes reproduz melhor do que o próprio branco então a gente precisa fazer essas distinções para entender esse processo bom então já dito que não existe racismo reverso dito o que que significa racismo eh institucional E aí eu vou agora explicar para vocês o que como que isso acontece por exemplo no E aí é muito bom quero até ouvir a diferência de vocês de quem aqui mora no subúrbio de quem mora em comunidade de quem não mora mas
onde as elites estão porque o seguinte eu fui criado como eu já falei para vocês né fui criado em Irajá em Irajá se chegar um branco qualquer e for chamar um negro de macaco o que que vai acontecer se o negro foi chamado de macaco se sentir ali discriminado sabe o que que vai acontecer o branco vai tomar um socão na cara na hora e se não tomar uma paulada na cabeça isso se não for encoberto pela porrada Como di lá por que isso porque ali é iraj coisas equivalentes deve acontecer em favelas e periferias
desse país Mas isso não pode acontecer na zona sul porque a zona sul é cercada de polícia a também é mas a da polícia tá o tempo todo ostensivamente para garantir os interesses do dos ves não que ela não seja Irajá também para garantir mas Irajá é outra Irajá é T falando iraj só como exemplo você pode citar vários outros exemplos aqui de comunidade os lugares do subur ETC veja então é ali pode ter discriminação pode tem discriminação tem mas ela não é institucionalizada é uma discriminação que a gente pode agora agora que a gente
já viu no texo da grada lombo é poderia ser um racismo cotidiano Mas dependendo do lugar que esse racismo ocorre a o agressor corre risco de também tomar porrado veja eu isso aqui não li livro nenhum tá eu tô falando a partir da minha experiência tô querendo que vocês pensem refit sobre a respeito disso tudo bem esse é o conceito por isso que é sempre institucional aliás pode acontecer até o inverso um preto ou uma negra pode chamar um outro de branquelo branquelo azedo branquelo sei lá leite tem outros termos aí que pode pode ser
isso não é isso não significa uma um aprisionamento uma Matança uma exclusão essa pessoa não vai perder deixar de ganhar um emprego porque o negro chamou que não vai deixar ocupar um carro no emprego o deixa ocupar o carg no emprego ser institucional perceba isso é um racismo cotidiano que pode acontecer n forma de discriminação mas não reverbera em tô quero pensar com vocês Tá então em termos em linhas Gerais essa linha da perspectiva decolonial entende que o racismo que existe É racismo institucional sempre praticado por instituições então o que que o Juan tá falando
aqui o Juan tá falando do outro texto do clo que ele vai apresentar na aula B já então riquíssimo que vai tratar sobre racismo epistêmico dentro das Universidades quatro genocídios e quatro racismos né que V acontecer é ser legal assim geloc contra mulheres contra negros contra judeus e contra muçulmanos e eh enfim S respectivo de racismo bom eh essa pergunta é fundamental assim porque o que que eh acho que dá para ser interpretar assim por quê porque primeiro ocorre antes da da você convina aí ele vai explicar isso na próxima antes da Conquista das Américas
o o os estados né os reinados Portugal e Espanha expulsaram os Árabes e os judeus da península ibea tá tá por qu a península ibérica eraa habitada no sul sotudo no sul tinham vários sultanatos é no termo né de Árabes e judeus que não tinham estado viam ali também então havia todo mundo ali desde o século vi sem discriminação religiosa S etc né então eles com os com os espanhóis e com os portugueses o o que o reinado espanhol fez foi nós vamos criar agora um estado único para faz criar esse estado nós vamos expulsar
Então esse estado foi fizeram dois movimentos ou discursava ou de eh cristianização desses popos dos judeus e dos árabes então daí surgiu os mouros e os eh os místicos e os marones né são judeus e árabes eh convertidos ao catolicismo tudo bem esse foi o processo anterior exatamente anterior assim 140 em 88 n começou isso isso ali antes de 492 antes da expansão então aí esse estado espanhol esse estado Ele criou aí ao expulsar criou um único território chamou tudo de Espanha que não era não existia Espanha até então um único território impôs uma única
língua porque os árabes falavam outra língua uma única língua uma única lei e uma única cultura e uma única religião Ou seja a ideia é imposição do Uno que eu chamo lá posição do único tudo único não não tem nenhum eh nenhuma permissão para a diversidade para o diferente o diferente tudo tem que ser rechaçado isso foi baseado na bula papau isso baseado naquilo que eu chamo de gregis tudo bem a igreja dando todo apoio para isso bom eh depois disso eles vão fazer o Cristão das Américas vamos fazer expansão então o tá perguntando se
esse eh essa expulsão ou obrigação da conversão dos judeus e dos árabes não ao cristianismo caso não se convertesse er um expulso se foi uma um eurocentrismo para dentro da Europa pode ser lido assim pode ser lido assim As Américas interação sim bacana Você tá lendo bacana o BR fogo não faz essa leitura exatamente mas pode ser dessa maneira acho que foi bom trazer esse exemplo que eu quero que vocês compreendam isso que eu sempre sugiro aos meus alunos que vocês tenham Total Liberdade e criatividade para que vocês criem sejam criando conceitos sejam criando interpretações
a partir daquilo que vocês vão ler sabe é isso que é autonomia intelectual é isso que essa Universidade aqui deveria eh prezar mas ela na verdade fazer o oposto ela impõe as pessoas a reproduzir aquilo que os outros já falaram e sobretudo aquilo que os os europeus já falaram é essa que eu quero que a gente en caso como diferena tá podemos pera aí como vai no canal tem que falar alguma coisa aqui elas gost fal Boa tarde Boa tarde v v não só no canal tá mas esqueça que para vocês like compartilha tá gravando
mana pode começar você tá muito nab mas problem a porta pesso vai atrás aí melhorar para lá professor é melhorar para lá e aí mais ali mais mais aí qu que aquio não você não aparece não aqui aí aí tá bomda