Oi bom dia a todos bem-vindos mais uma vez a reunião clínica da medicina esportiva da Unifesp Escola Paulista de Medicina meu nome é William Professor William e nós estamos aqui hoje não é para falar um pouquinho sobre o Mauro é um pouquinho diferenciado em relação ao que nós estamos vendo mas com tudo a ver em relação à medicina esportiva quem vai dar essa aula vai ser Doutor André ar Chevette é e o título da aula medicina e ciência da dança Um Novo Olhar para o dançarino lembrando pessoal é gravada ela fica gravada no no canal
do YouTube da medicina esportiva da Unifesp que me sentir a o incomodado né de participar dessa aula aí eu peço para que não participa Então tá bom é André eu acho que você poderia se apresentar da e a gente já pode começar as aula e eu vou admitir das outras pessoas aqui Tá bom já encher eu estou muito feliz que tá falando sobre isso eu sou mestre e especialista em endocrinologia pela Unifesp especialista em medicina do exercício coordena o ambulatório de endocrinologia do exercício da Unifesp e são membro do apartamento da de atividade física da
Sociedade Brasileira de diabetes e da comissão de endocrinologia do exercício da Sociedade Brasileira de endocrinologia e metabologia eu tô muito feliz de estar tendo essa oportunidade de falar sobre medicina e ciência da dança exatamente para alertar a sobre a necessidade de um olhar diferenciado para o dançarino vocês vão ver que eu vou falar muitas vezes dançarino outras vezes bailarino porque a maioria dos trabalhos de e é feita com bailarina eu vou usar também alguns termos que são específicos da Medicina do esporte Mas como eu sei que algumas pessoas não são médicos do esporte eu vou
falar em poucas palavras o que é que ele significa e qual é a importância desses termos no trabalho com os dançarinos Então agora eu vou pedir que vocês entrem numa experiência comigo e fecham pouquinhos olhos por um segundo eu abro agora um tem comigo numa sala de dança Então esse é um ambiente que o dançarino é se defronta todos os dias Onde está diante de um espelho e Exige uma perfeição na técnica e no próprio corpo e ele é usa sempre uma barra essa/ou sustenta o ajuda-o a Cone e permite que ele desenvolva alguns exercícios
que são muito básicos depois essa barra esse dançarino aquele consiga executar exercícios que inicialmente são bem tranquilos bem básicos acho que permitem há momentos extraordinários e fazem com que toda a plateia fique completamente extasiada Eu Escolhi especialmente essa foto dessa bailarina é que foi a primeira bailarina Negra considerada como primeira bailarina do American ballet em 75 anos e o bailarino é um atleta performático Exatamente porque a dança é única no sentido de exigir que o corpo ou seja levado a extremos incomuns porque esse dançarino é um atleta e é um artista então ele é muito
diferente do atleta que nós médicos do esporte estamos acostumados a lidar a lida com posições extremamente diante anatômicas e vejam que quando uma bailarina ela tá é acima com uma sapatilha de ponta ela na verdade ela está usando praticamente o scarpin bem alto lá então ela tá com uma posição muito anti anatômica e isso exige nessa posição uma rotação externa intensa extrema do quadril esse essa rotação não é feita adequadamente ela gera problemas extremamente sérios no joelho Então esse é um atleta diferenciado é isso que eu quero que vocês começam a perceber a maioria dos
trabalhos fala exatamente as bailarinas lei a gente tem que se lembrar que quando a gente fala de dança a gente está falando de estilos completamente diferentes enquanto o balé ele é explora planos altos então ele usa um giro ele usa o salto a gente tem a dança contemporânea que vai trabalhar com planos mais baixos ela vai trabalhar com o toque entre os participantes e por outro lado a gente tem uma outra dança totalmente diferente que é o Hip Hop ou street dance que exige um outro tipo de porco no outro tipo de habilidade técnica com
muita explosão com muita flexibilidade com muita potência com muita agilidade Então a gente vai tentar aqui conversar um pouco sobre vários estilos é mas é muito importante a gente perceber que quando a gente vai avaliar um dançarino nós precisamos entrar no ambiente em que ele é habita exatamente para conseguir perceber as peculiaridades e as exigências a que ele é submetido o Itaú o dançarino de uma de uma maneira geral ele precisa ter um controle o motor um equilíbrio uma consciência corporal extrema para ele evitar lesões uma resistência física emocional gente vai falar um pouquinho sobre
essa resistência emocional a força de explosão e de resistência uma capacidade imensa de memorização então lembrem que enquanto a gente lida com a corredor que já sabe exatamente o que ele tem que tá fazendo esse atleta ele Tem que memorizar uma coreografia e muitas vezes várias coreografias quando ele tá participando de um grande espetáculo enquanto é um jogador de futebol participa de muitas corridas às vezes é muitas partidas muitas vezes 50 100 partidas não sei exata e não é muitas vezes esses bailarinos eles são submetidos em grandes companhias a cerca de 200 e 250 apresentações
anuais Além disso ele tem que aprender a ter economia energética e a gente vai falar um pouquinho sobre isso e esse aqui é o meio registro de frequência cardíaca e de caracterização de dança como um exercício é intenso e intermitente na então é nesse trabalho foi avaliada a frequência cardíaca durante de uma só lista de grandes espetáculos que é o Gisele e vocês vejam que há uma grande mudança e uma grande variabilidade variação na frequência cardíaca e isso a gente sabe que faz com que o corpo utilize sistemas energéticos diferentes então tanto os sistemas energéticos
aeróbios como sistemas anaeróbios e vão conseguir permitir a execução do exercício E aí a gente tem que se lembrar que não é meninas durante a realização do espetáculo mais durante a realização da do treino na sala existe uma variação importante em termos de frequência cardíaca e consequentemente do sistema energético que é utilizado para a produção de energia então vejam só esse trabalho foi de 1984 ele mostra uma pequena diferença aqui é quando a bailarina Executa os exercícios na Barra no centro da sala no chão na hora que ela vai fazer a coreografia e todos esses
grupos inferiores Ao que se encontra no momento em que é feito um teste de esteira então é importante a gente entender que para avaliar o bailarino os testes precisam ser feitos é com o ambiente e no momento que esse dançarino bailarino está fazendo seu movimento as manchas sentiment agora em 2015 uma grande pesquisadora Gaúcha que a Josiane Gláucia ela mostra e reafirma esses dados que foram obtidos anteriormente Então ela mostra exatamente e é a na classe durante a aula de balé esse trabalha abaixo do primeiro Limiar Ou seja você tem um exercício numa zona aeróbia
EA partir da do aumento do movimento esse bailarino passa a trabalhar No Limiar mais alto e até ultrapassa o segundo Limiar então ele percorre uma zona aeróbia e ele com o aumento da frequência ele chega a atingir uma zona anaeróbia a execução do exercício para execução das assim é mas por outro lado quando a gente compara é esse consumo de oxigênio que é a capacidade do indivíduo em extrair do ar o oxigênio que é necessário para fazer o exercício quando a gente compara os bailarinos com outros atletas a gente ver uma diferença muito importa então
para quem não é da Medicina do exercício é esse consumo de oxigênio que é chamado de vo2 máximo é uma parâmetro de avaliação do condicionamento cardio-pulmonar desse atleta então é um parâmetro extremamente importante para você entender o quanto esse indivíduo tem um um aparato cardiopulmonar e cardiovascular pra executar a sua atividade vocês então vejam só na hora que você vê se consumo em dançarino Oi Bia e 35 a 50 quando a gente vê um corredor esse vo2 ele chega atingir níveis bem altos em torno de cinquenta a sessenta e uma uma pessoa normal não atleta
tem o vo2 em torno de 35 E aí a gente usa assim nossa como é que um bailarino vai ter um consumo de oxigênio tão semelhante a de um indivíduo normal vamos dizer assim né É porque exatamente esse ritmo interno valado dos ensaios e das aulas não permite uma elevação do condicionamento era então vejam só e é que falha acontece aí durante esse treinamento você tem um indivíduo que precisa ter aqueles atributos aos quais eu falei as coisas me referir e ao mesmo tempo ele não é bem ar condicionado para obter o oxigênio necessário para
executar aquelas atividades e Isso muda um pouquinho né então vocês vejam que eu coloquei aqui que o consumo varia de 35 a 50 esse consumo varia depender de que sexo estilo de dança o nível de habilidade técnica e o Biotipo Então vamos ver o que que acontece quando você tem um bailarino esse nível em torno de 42 quando você tem um profissional de dança 40 Temporada ele já aumenta para Quarenta e nove mas olha só ele cai para 39 se não é um profissional você é um estudante de dança contemporânea tá então tem a diferença
do consumo a depender do estilo da dança EA depender da habilidade do nível de performance técnica desse indivíduo E além disso quando a gente vai ver o sexo As dançarinas de jazz por exemplo tem um nível de 41 O que é significantemente inferior ao nível dos homens dançarinos de dieta então de novo vamos prestar atenção quem a gente está avaliando para que a gente use as ferramentas adequadas para avaliação desses indivíduos esse consumo de oxigênio ainda aumenta quando se faz hip hop então vejam só aquele dançarino de hip hop tem que ter um consumo de
O2 alto e além disso ainda tem que ter capacidade e força tem que ter potência e tem que ter agilidade bom e quando a gente vai ver as danças de salão o que que acontece na até é é porque essas danças de salão agora elas são mais popularizados e existem as grandes competições entre entre duplas de dança de salão e Vejam Só quando a gente vê a dança de salão eles têm um consumo de oxigênio maior do que o das bailarinas olha só os homens atingir até 61 61,3 de consumo de O2 e as danças
latinas com maçã o samba e a Zumba ainda pronto se eu não consumo de uma dois ainda mais alto do que as danças mais clássicas como a valsa Além disso dentro de uma mesma de um mesmo estilo de dança esse consumo de oxigênio varia dependendo do papel e esse essa bailarina já está exercendo Então se ela é uma só lista e executa exercícios é em menor tempo da realização do da da performance e da coreografia Então são exercícios que são mais curtos eles são mais intensos eles exigem sistemas glicoliticos Mas eles promovem o consumo de
oxigênio treinamento de consumo para consumir condicionamento aeróbio Minor do que das bailarinas do corpo de baile que são bailarinas que ficam mais tempo na apresentação muitas vezes elas ficam todo o tempo da apresentação ao contrário da sua lista que chega dá um show e muitas vezes sai dessa coreografia então todas essas peculiaridades precisam ser bem abordadas quando a gente faz a ação desse atleta performático O que significa então a demanda energética quanto que eles Gastão de energia durante a realização do exercício muito pouco se a gente for comparar um corredor a gente fica extasiado quando
vê esses dados né então uma bailarina tem um desgaste imenso mas ela gasta em torno de 200 calorias EA depender da do momento ou seja se ela tá numa aula uma dançarina de contemporâneo gasta em torno de 280 calorias no ensaio bem menos do que existem todos os Breaker para que você aprenda e memorize a a coreografia e na apresentação Olha só o com o gasto há a necessidade de energia é muito maior na hora que a gente compara uma um bailarino um corredor ou com o o que a gente vê que é uma grande
diferença entre demanda técnica Ou seja a necessidade de muita energia ou de é muita habilidade técnica mas com pouco consumo de energia de gasto de energia Enquanto você se der para com um atleta um corredor por exemplo que é é claro que tem que ter uma habilidade técnica Mas a demanda energética dele é muito maior do que é adu dançarino eu vejo então o que que acontece a gente está diante então de um atleta aqui é sofre uma demanda técnica muito grande ele gasta pouca caloria durante a realização do exercício Mas ele tem que ter
um corpo longilíneo na maior parte das veias um corpo muito magro um corpo muito perfeito e é exatamente por isso que grande parte das dançarinas se submete a dieta muito então a gente vê uma bailarina e diz assim ela não tem nada de gordura ela tem só músculo e muitas vezes não é o que acontece muitas vezes essas bailarinas não tem a massa muscular adequada para suportar a demanda técnica de uma agora o grafia E é exatamente por isso que esse atleta é muito propenso e muitas lesões e além das lesões físicas existem felizmente as
lesões emocionais então eu trouxe esse quadro de negar que foi um grande pintor das bailarinas que retrata aqui gente o professor com uma varinha tá vendo essa varinha aqui era realmente utilizada e se a gente for conversar com algumas pessoas que fizeram balé a um passado não muito distante elas descrevem que as professoras tinham uma varinha e batia no corpo dela se elas não fizessem o exercício da maneira correta ainda quando não se tem essa varinha física existe muito uma vaguinha emocional que é pressiona esses bailarinos a uma perfeição técnica e uma perfeição corporal' então
diante de tudo isso surgiu a medicina EA ciência da dança que é um campo de estudo o Inter e multidisciplinar Exatamente porque ele ele junta não só médicos mas fisioterapeutas educadores físicos professores de dança ex-bailarinos atuais bailarinos psicólogos com o objetivo de prevenir enviar as doenças que afetam os dançarinos desenvolver estratégias para otimizar O condicionamento EA performance conscientiza dançarino sobre a necessidade de prevenir e tratar essas lesões também usar a dança como recurso terapêutico de diversas doenças a medicina EA ciência da dança na verdade foi assim levemente rio se abre 1940 quando existiam algumas organizações
de caridade que davam suporte para alguns bailarinos mas ela começa a realmente 1960 em 79 é um grande Simpósio Internacional em 80 Unesco passa a fazer algumas recomendações e 85 primeiro curso de medicina da dança na Espanha em 90 aparece Associação internacional para medicina e ciência da dança e começa a surgir um simpósio que é um simpósio do bailarino saudável do Dançarino saudável que no Brasil a medicina e ciência da dança aparece como estudo na Universidade Brasileira em dois mil ao mestrado em 2001 e nem Londres é entre 2011/2018 essa conferência é do Dançarino saudável
passa a ser uma conferência anual e em 2016 aparece um grande Marco aqui no Brasil né É É um Simpósio Internacional sobre média sobre mc.de desse simpósio surge uma rede que Brasil é Reino Unido de medicina da dança e agora em 2020 por conta da cor verde é aquela grande pesquisador e a Josiane clausa ela começa a montar é junto com outras bailarinas e outras dançarinas que também é tem esses foco um quadro de um trabalho específico para ensinar a a dança em ca a ensinar professores a ensinar a dança em casa bom então essa
rede Brasil Reino Unido A Sofia é várias universidades brasileiras e inglesas para o estudo MCD aquela Associação internacional sobre a qual eu comentei vai apresentar inclusive numa conferência internacional em outubro desse ano então se sintam convidados todos aqueles que se interessam por Mc de bom como é que nós médicos vamos ligar o dançarino e como é que a dança pode ser usada na medicina Então vamos conversar um pouquinho sobre a medicina na dança e aí apesar de saber que tem alguns médicos do esporte eu vou me deter um pouquinho para explicar o que é que
é esse espectro de triângulo Zinho que estão aparecendo e para quem não está familiarizado com essa trilha então vejam só para execução de um esporte adequadamente o indivíduo precisa ter uma boa disponibilidade energética ou seja ele precisa comer o suficiente para conseguir gastar durante a realização de exercícios e isso é necessário é nas mulheres para que elas desenvolvam uma saúde menstrual ela é seu João então eu me no reino e essa saúde menstrual e gera e propicia uma boa saúde óssea o que acontece muitas vezes é que exatamente para que se consiga ter aquele corpo
longilíneo magro perfeito é se começa não comer adequadamente e essa inadequação e energética gera o som se distúrbios menstruais subclínicos em baixa massa óssea a continuação desse processo a termina ocorrendo uma amenorréia ou seja uma suspensão é prolongada da menstruação e um decide o seu muito Severo que gera osteoporose a partir de 2014 se começou a ver que os homens também podiam sofrer essa síndrome é lógico que eles não iriam ter é distúrbios menstruais mas eles tinham é redução na produção de testosterona e que na verdade esse triângulo Zinho não mostrava todo o impacto que
essa deficiência energética gera no organismo então uma das coisas que ela pode gerar é exatamente uma deficiência imunológica então sem comer adequadamente esse indivíduo não consegue ter e a capacidade de defesa contra algumas doenças então alimentação é extremamente importante para a realização do esporte mais além disso para a sobrevivência EA saúde de uma maneira geral E isso acontece porque nessa e nessa síndrome que é chamada de deficiência energética relativa ocorre uma série de alterações hormonais entre elas e o ressalto aqui a alteração na tireoide Então existe uma redução da produção de hormônio tireoidiano existe uma
alteração na produção de leptina existe o aumento de uma substância que se chama grelina que é promove um aumento de apetite mas muitas vezes até Esse aumento da grelina não é suficiente porque muitas dessas bailarina é mas tem uma resistência à ação da grelina então elas não se alimentam até porque elas não tem aquele estímulo do hormônio que faz com que elas cobram Então por conta de tudo isso essas essas profissionais terminam sofrendo de distúrbios menstruais sérios e consequentemente distúrbios é ócio para se calcular essa energia disponível se avalia quantos indivíduos com meu se diminui
de quanto ele gastou esse dividir pela massa magra né se vocês quiserem depois assista uma aula da doutora Marita que a ginecologista do da Unifesp que Fala especificamente sobre essa cena a e na dança o que que acontece nesse trabalho com 247 dançarinos na maioria bailarinos se avaliou a través de un cuestionario e específico para avaliação de adequação energética é 225 mulheres e 22 homens e o que é que se viu e noventa e oito por cento dele haviam sido aconselhados Em algum momento a excluir alimentos especialmente carboidratos para manter o roupa dela só que
apenas 17 por cento tinham uma orientação nutricional adequada é fornecida pela companhia de dança 44 por cento das mulheres e trinta e dois por cento dos homens haviam relatado é que eles tinham sendo orientados a perder peso 1 o centro das mulheres e quarenta e três por cento dos homens concordavam disse quando ele baixasse o peso eles obteriam melhores papéis na nas coreografias então eles eram mesmo pressionados a perder peso e eles sabiam que você valorizados por dentro 225 bailarinas profissionais oito por cento de homem não Reia dezenove por cento uma menarca tardia entre 184
não usuárias de anticoncepcional um terço de amenorreia dois terços tinham óleo comer o Reia e Vejam Só quarenta e três por cento haviam avisado falado com a companhia sobre isso e elas não eram ouvidas né 23 por cento achavam que era normal não menstruar e ela até melhor não menstruar né porque não tinha tô o conforto de dançar menstruada Seis por cento achava que não iam ter nenhum problema com isso e 16 por cento não sabiam se a ter problema exemplo o centro dessas mulheres e 14 por cento dos homens apresentavam alteração no hábito alimentar
então vejam só gente 64 por cento de uma anorexia 22 por cento premia oito por cento de tinha ortorexia e 57 por cento delas e 29 deles apresentavam um risco aumentado de velho e esse risco aumentado era proporcional ao índice de massa muscular logicamente né e a capacidade que eles tinham de controlar a alimentação e só Vinte e Nove porcento haviam ouvido falar sobre velho então aí está uma grande um grande papel do médico na abordagem vezes paciência Oi gente usar da necessidade de entender o que é head bom e quando se viu é a
massa óssea Então a partir do momento que se viu que esses indivíduos time polaridade menstrual tinha uma inadequação alimentar pois se vê massa óssea e aqui a gente encontra uma outra peculiaridade do bailarino ele muitas vezes tem uma massa óssea até adequada em Polo de fêmur e coluna questão de vídeos que a gente avalia mas não tem uma massa óssea adequada nível de rádio Então esse é o sítio que a gente tem que pesquisar nesse espaço e como é que a gente vai tratar o é em um grande que o osso é um um órgão
em nutricionalmente modificável por quê Porque ele exigem um consumo de calorias e isso significa o correto aporte de carboidrato de proteína de eletrólitos então de cálcio e de Ferro Rio é exatamente pa é alertar o atleta de uma maneira geral sobre a necessidade desta adequação energética Existe uma grande campanha é que é exatamente essa que vocês vejam que é é um combustível para a função né então você não vai ser capaz de deter o pico da sua performance Se você não for é saudável o suficiente para treinar então começar a falar a linguagem desse atleta
E aí eu transfiro para o dançarino mostrando o quanto é importante ele focar em si mesmo ele utilizar a alimentação ele se educar para prevenir ele ler ele procurar aprender acerca desse tipo de síndrome aqui eu ressalto além do eu fiz na verdade da quantidade de carboidrato e dê o valor calórico total que esses indivíduos devem consumir a deficiência de ferro que é extremamente importante inclusive para função tireoidiana Então na hora que você tem uma deficiência de Ferro se impede uma função tireoidiana adequada e consequentemente se impede uma disponibilidade energética adequada você altera toda a
questão cardio é cárdio pulmonar e cardiovascular e consequentemente você piora a disponibilidade energética Além disso essa deficiência de Ferro ela termina gerando uma alteração óssea ela reduz o GH o hormônio do crescimento e o igf-1 e ela aumenta o quadro a reabsorção óssea além de comprometer a função reprodutiva Agora vamos lembrar um pouquinho né Então você já tem aí o indivíduo e não come a quantidade que ele deve ele não consome a quantidade de Ferro o que ele deve ele não consome a quantidade de carro se o que ele deve E com isso especialmente do
cálcio ele vai ter aquela deficiência na saúde óssea além de tudo isso a gente tem muitas vezes bailarinas que são pressionados eu não tomar sol Porque elas precisam manter uma cor igual e para permitir uma uniformização do corpo de baile então muitas vezes essas mulheres não podem estar tomando sol e consequentemente eles não tem o aporte de vitamina D adequado e consequentemente não absorve o cine foto foi da maneira correta E adequada para o o Então nesse trabalho com suplementação de vitamina D é um trabalho com poucos dançarinos mas o que se vê é que
na hora que se suplementa vitamina B E eu aqui lembro que a vitamina D é importante também para a saúde muscular esses indivíduos apresentam uma melhora na força e uma melhora na capacidade de salto então é tanto importantes hiper eletrólitos a quantidade ideal de de energia e uma porte adequado de vitaminas para que você tem uma saúde desse bailarina eu me lembrar esse bailarino o pico de massa óssea ocorre quando ele é jovem é exatamente quando ele tá no pico e no auge da carreira da dança Não vai adiantar ele pronto folgar esse tratamento porque
depois dos 35 40 anos é Ladeira abaixo a gente começa uma perda de massa óssea Então esse tratamento não pode ser adiado é lindo tratamento médico que se fala atualmente para reduzir risco de lesões é um treinamento suplementar Então o que é que os outros é profissionais ligados a dança procuram fazer desenvolver ferramentas para prevenir lesões e melhorar perfumes e aqui a gente tem que se lembrar que muitas vezes esse dançarino bailarino ele tem medo de fazer algumas atividades como musculação por exemplo que ele tem medo de hipertrofiar e de perder a flexibilidade mas existem
agora algumas é modalidade como Power balé que foi desenvolvido pela Mariana Marques do Rio de Janeiro o pilates a musculação o método chamado Alexander que aumenta do extremamente interessante sobre consciência corporal exatamente a que o indivíduo não tenha mais tanto o que realize algum exercício mas é importante frisar essas ferramentas Elas têm que ser custo-efetiva porque muitas vezes esses dançarinos eles não tem nenhum suporte e nasceram e tem que ser tempo efetivo então é todo esse trabalho que tem sido feito na receber é exatamente para concientizar os formadores de novos dançarinos da necessidade de se
colocar na própria Maia de treinamento é algum momento de Treinamento suplementar para que ser Viti lesões a dança na medicina a gente precisa se lembrar que quando a gente faz atividade física libera uma série de substâncias chamadas me oficinas que agem difusamente em vários órgãos Então a gente tem por exemplo a irisina que vai transformar o tecido adiposo branco em tecido adiposo marrom gerar energia a reduzir risco de doenças cardiovasculares essas me oficinas na verdade bloqueiam a ação das adipocinas liberadas pelo tecido adiposo então no final das contas durante o exercício essas meninas vão reduzir
o risco de várias doenças cardiometabólicas nesse trabalho é que é uma revisão de 51 outros trabalhos se mostra o efeito da dança em diversas doenças crônicas eu vou ressaltar aqui é o trabalho o sendo desenvolvido por essa dançarina do ela é uma professora de dança do ventre ela tem diabetes tipo 1 é a Carla Cavalcante eu tive o prazer de entrevistar lá na em uma live na SBT o ano passado e a Carla ela vai modulando os movimentos que ela faz o ritmo da dança do ventre para conseguir onde tem uma justifying no da da
glicemia durante e após a atividade física então a dança também pode ser utilizada para reduzir e Minimizar os problemas de várias doenças crônicas e não apenas no sentido de melhorar a parte de autoestima de melhorar a questão psicológica a nossa também pode aumentar a produção desse fator que se chama fator neurotrófico derivado do cérebro que é importante para mim ir o génese e para plasticidade sináptica Então esse fator explica porque a dança vem sendo utilizada no tratamento de várias doenças neurológicas sugiro a vocês Leiam essa revisão sobre a dança e o cérebro e que vejo
alguns trabalhos que vão ser vêm sendo feitos é para o tratamento de envelhecimento não é um tratamento melhor dizendo não é atenuação de alguns efeitos ruins na dor do envelhecimento e o tango especificamente vem sendo utilizado para doença de Passo agora eu vou passar um videozinho para vocês da primeira bailarina e ela foi a primeira bailarina em 1967 e agora ela com Alzheimer ouvir a música da sua coreografia e é só um minutinho E aí [Música] [Música] [Música] E aí [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] E aí [Música] bom então a dança tem
essa capacidade de Despertar os neurônios né de fazer com que a gente sinta as emoções mude completamente o estado da gente e realmente mude a capacidade de encarar as coisas de uma maneira geral eu faço um agradecimento muito especial a duas pessoas que para mim são extremamente importantes e isso é Soninha YouTube pessoas que me mostraram eu conta mensagem importante ainda que você não tenha todas as habilidades técnicas pra isso então eu sugiro para vocês e dancem dança em de qualquer maneira e que também usem qualquer capacidade seja médica ou não para ajudar esses dançarinos
a prevenir lesões e obter o máximo de performance É Seu grupo é eu pertenço é da endocrinologia do esporte como eu falei antes a gente conta com a com a grande contribuição de professores de a ligar de nutricionistas e de um ciclo então um beijo para todo mundo e dancem é isso que eu queria dizer e aqui são os meus contatos desculpem pelo chorou Mas eu sou assim mesmo o André Parabéns pela aula para dormir pela pela didática da aula tem muitos elogios aqui mas foi fantástica esqueci de falar que no início Andreia uma dançarina
também né então por isso esse interesse todo pela frente esportiva e pela dança eu acho que nada mais a gente consegue absorver melhor né tudo isso quando a gente faz parte de todo esse núcleo né então não adianta crescer um ótimo cirurgião se você não opera né não adianta querer falar sobre a retina a dança se você não dança né então eu acho que é fantástica lá com um braço novo talvez aumente desportiva né uma é uma visão que ainda ninguém teve eu acho né e eu acho que é uma coisa que a gente tá
se pensar futuramente e a gente conseguir abraçar esses esses grandes atletas não é só atletas concepção grandes atletas mas é perfeito eu vou só dar uma lida rapidinho aqui na no chat a doutora Maria Rita e parabéns Obrigada na dança eles usam a nota de corte para disponibilidade energética de 45 nós usamos em outros esportes menor que 30 será que usamos 45 não estão super diagnosticado é isso né O resto na dance Óbvio que não podemos excluir a grande prevalência de estudo alimentar na população se os comentários sobre a então na dança Infelizmente mas a
gente ainda não tem um corte então preciso tá então eu coloquei ali como o valor normal mas eu concordo com você plenamente tá então eu acho que a gente exatamente está precisando trabalhar com esse público para gente conseguir definir qual é o ponto de corte mais melhor para definir head nesta população a e acima de muitas pessoas aqui aula linda nas imagens frente conteúdo de drástica parabéns Que honra Andreia Obrigado pela indicação Parabéns Doutor André pela clareza e sua exposição e parabéns para Andreia estou muito feliz com sua palestra palestras eu trabalho mas essa cor
É Isso Aí sim galera emocionar a todos para te dar uma lá situacional muito obrigado é alguém quer falar alguma coisa que é fazer uma pergunta pode abrir o micro microfone Se quiser Oi amiga Andreia Doutora Maísa tudo bom oi oi oi Maísa Que bom aula brilhante eu acho que emocionante É Medicina quando se junta com Esporte um com dança realmente não tem como não chorar né eu fico muito preocupada com essas pacientes a gente não tem muitas bailarinas nosso ambulatório de ginecologia do esporte eu não sei porque elas não chegam a gente né Isso
é algo que me chama muito atenção né quando você falar da Medicina da dança Será que realmente elas estão procurando ajuda essa é uma pergunta que eu ia te fazer quer dizer existe é de apoio para essas essas dançarinas não existe ou a gente ignorante no assunto eu confesso que eu não conhecia medicina da dança né como com algo tão bem estruturado né como você montou Aonde que tá o erro nosso se é que existe aqui no Brasil e Mais especificamente aqui em São Paulo na Unifesp né porque a gente não tem um serviço como
esse é difícil elas não chegam o que que você acha muito obrigado olha eu acho que infelizmente elas não conhecem né Elas não tem nem noção do que é head de tudo de tudo que elas estão sofrendo eu conversei para elaborar essa aula com algumas pessoas do rio do Rio Grande do Sul tem muita gente trabalhando bonito com relação a isso em uma médica né eu conversei na verdade com professoras grandes professoras de educação física mas não cheguei a conversar com nenhuma médica que trate especificamente se se alguém que seja médica que trabalha especificamente assistindo
Por favor fale mais é eu não cheguei a conversar com homem um médico e os trabalhos de pesquisa mas está são muito escassos mas é são os que a gente encontra são muito interessante Então eu acho que o que a gente vai precisar fazer é realmente divulgar muito sobre isso sobre a necessidade do trabalho e o que eu percebo também é que alguns grandes coreógrafos eles têm medo da interferência A então o coreógrafo de grandes companhias muitas vezes eles não querem que alguém diga para eles que presentão olhar você tem que fazer um treinamento de
musculação para uma bailarina clássica né Então existe um fechamento para você ter ideia eu gostei desse um trabalho a avaliação de uma abordagem com o coreógrafo e não aceitou por mais que eu te explicar se tudo isso eu ia sem 2019/2020 a gente teve aqui em parar tudo mas eu tive que conversar muito com ele para ainda tentar ver se eu consigo convencê-lo a ir lá para Universidade a gente conseguir trabalhar com as pessoas né e respondendo sua pergunta eu acho que a questão é ignorância tanta ignorância do bailarino com a ignorância do coreógrafo e
a nossa ignorância a gente precisa começar a falar sobre isso para que as pessoas comecem a procurar gente eu posso falar muito é Parabéns excelente aula lindas lindas imagens vendas figuras eu oportunidade com essa página do que uma loja feminina pergunta amenorreia né E aí a bailarina é um grupo de risco que que tem bastante então o que eu vejo não sei se é ignorância acho que a resistência mesmo sabe Andreia eu tive umas paciência que eu tô lembrando aqui que por sinal ela foi para Inglaterra eu consegui uma bolsa aí e foi para um
lugar mais estruturado uma companhia de balé mais estruturada quando ela volta alguém me disse que tinha uma pessoa no corpo de balé que orientava a alimentação das Meninas Só que a orientava a dizendo para comer nós tá disso taxa daquilo que quer dizer totalmente para preservar aquela que ele bate o peso né então falta uma pessoa técnica mesmo né para o som da Saúde nos pouco de baile tava lá a pessoa envolvida no objetivo comum do coreógrafo como você falou aí e no sentido de manter o baixo peso e treinar exaustão 800 Mas a questão
da Saúde da menstruação da massa óssea e não estava sendo abordado de forma alguma acho que falta sim ter mais são mesmo más corpos de baile né tiver interessado vai ter um festival que se chama dança com saúde é que tá sendo organizado uma empresa que chama bastidores é uma empresa de educação para professores de dança e da MCD de uma maneira geral na quem está aberta tudo isso é a Bárbara e vários temas você discutir isso então eu E nós como médicos precisamos assim nos integrar com essas pessoas aquela Associação internacional é uma outra
é um outro meio da gente também conseguir se integrar naquele trabalho você que eu falei sobre redes na dança você vê que só 17 por cento a tinha alguma orientação específica da nutricionista na companhia né E a gente tem que se lembrar que o bailarino dançarino ele não tem suporte financeiro com outro atleta tem eles são é é muito é raro um bailarino tem grana na maior parte das vezes eles são mal pagos né então eles não têm bancar o atendimento com a nutricionista infelizmente bom então a gente vai ter que fazer serviço de algumas
Bandeira lá não coloquei a nutricionista da companhia de um viés né ainda tinha o que é essa sua ainda é mais complicado ainda né o clima outra observação aqui da Carla Williams você tá vendo em sou da dança educação física tradição é a resistência atrapalhando demais pelas tem aproximados os dançarinos da ciência para instalar ou pelo tema tá bom Carla entre em contato com a gente e redirecionar sua câmera pode falar com ela lá ó eu quero agradecer a igreja palestra agora das ações muito bem explicado gosta muito a realizado e nesse mas o que
acontece eu sou professora de dança né e passei pelo comecei com balé clássico E essas vão falar se né torturas corporais é o precisa chamar assim porque realmente acontece né é isso é muito verdade trabalhar ela tem toda uma regra raça assim tipo ela realmente toma medicamente da não não menstruar você não faz menstruar no dia do espetáculo nos ensaios e tem alimentação muito baixa mesmo em carboidratos e isso acaba fazendo muitas mulheres têm muitos distúrbios psicológicos também né e muitos acabam desistindo faltando não querendo seguir assim essa torta torta de muitos acaba dental mas
eu tenho várias amigas que tiver quem é desce sistema bem o para-sol que acontece centro da das maiores academias e e balé clássico do Brasil e do mundo né e pronto lado se você souber corretamente utilizar a dança ela realmente ela melhora achar dessa vendo usar ela com o equilíbrio é com Alimentação adequada com preparo realmente médico nutricional é realmente vai ajudar a tratar várias noites é um tratamento que eu chamo comprimenta né eu tenho diabéticos a prova disso né que é com trabalho com a dança e equilibrada ele ajuda no controle da melhora da
para estende por quê Porque o exercício aeróbico todo um preparo corporal que tem a dança é ajuda o empregado mais insulina então faltou sensibilidade acaba aumentando e as doses de insulina reduzindo então e a dança ela tem que ter também essa leque livraria mas como a doutora nos mostrou a importância Quero Agradecer mais uma vez obrigada cara ai só só comprar um pouco realmente falta tem mesmo Mas eu negligência vai escolher Opus dos diretores a maioria são são homens né e a maioria é não consegue mesmo é se abrir compreender e ficar com medo de
te perder a bailarina o espetáculo que ele também não tem como substituir não tem não é como meio que o esporte não é que tem banco de reserva no balé não não tem estuda muito aquele personagem tudo muito aqueles exercícios eu quero falar comigo o substituir e acaba ter esse receio né e acabando não entendendo ciclo feminino né menstrual também que você que quer importante também para o nosso lá nossa saúde bom obrigada Carla o André a muito prazer meu nome é Carlo também eu e você perguntou é só vou me apresentar rapidamente Eu Sou
coordenadora do curso de pós-graduação da dança arte Esporte e educação dentro da F1000 em São Paulo então com certeza estou à disposição acho que a gente tem muito assunto Tá adorei dado a gente fica muito contente saber que tem toda essa movimentação é necessária e depois nós vamos ter bastante tempo para conversar e de pagar mais estudo mas muito obrigado e em breve a gente vai poder falar a Amanda manda mensagem para mim Carla nos meus contatos aí tá bom vai assim eu vou deixar o contrato já na aí no texto já desço para a
gente não perder tá bom bom muito obrigada viu Parabéns obrigada obrigada Rute está perguntando se a bailarina É pode ser considerado como tendo menor condicionamento cardiovascular é do que um corredor Com certeza último na maior parte das vezes elas têm um condicionamento cardiovascular pior mesmo e é isso que o treinamento suplementar tenta suprir né melhorar esse condicionamento cardiovascular para que ela consiga fazer ter uma performance melhor durante a coreografia Então existe alguns trabalhos mostrando que na verdade quando você tem uma aula de dança em termos de trabalho efetivo esse trabalho só corre em metade da
duração da aula porque não aula de dança Você para em determinados momentos para mostrar a coreografia né para corrigir a técnica então exatamente com a intervalado o processo a O condicionamento cardiovascular não se faz adequadamente quando você tem uma aula importância do salão e tudo que é mais continuar se consegue condicionamento melhor né o efeito Andreia mais uma vez aí tem muitos Parabéns aqui na no chat mas acho que não só pelo pelo decorrer do horário é nós vamos ter que finalizar Lembrando que essa aula Instagram você vai ficar gravada né no canal da medicina
esportiva da Unifesp no YouTube Então quem quiser depois pode assistir talvez demore um pouquinho para subir porque quem é responsável por isso é o do Paulo zélis ele está em viagem com a Seleção Brasileira de Basquete por isso que eu estou aqui substituída mas o queria agradecer a todos pela presença pela participação e terça-feira temos mais tá bom obrigado Andreia um abraço a todos Até mais feliz é um gente para todo mundo viu um beijo Andreia a última aula brigada brigada Mauro é muito obrigada bom obrigada Eliane Monte