o olá pessoal no vídeo de hoje eu quero conversar com você sobre relações abusivas e auto-vitimização mas antes de começar o vídeo que eu pedi para você se inscrever aqui no meu canal do youtube me seguir nas redes sociais tanto no instagram quanto no facebook arroba lucas napoli psicanalista peço para você também já curti esse vídeo que eu tenho certeza que você vai gostar e também quero dar o recado a respeito do meu e-book o que o psicanalista faz o e-book já foi lançado ele está a venda lá na plataforma da hotmart então você não
pode perder esse material riquíssimo para você que quer conhecer o que que acontece numa terapia psicanalítica o psicanalista efetivamente faz qual que é a posição que o paciente ocupa no tratamento tô se você tem interesse em saber sobre isso você não pode perder o meu e-book o link para comprar vai estar aqui na descrição desse vídeo então não p ah beleza então vamos para o nosso vídeo de hoje o tema de hoje é relações abusivas e auto-vitimização a minha mãe ela ela costuma proferido diversos ditados de dentro ditados populares eu até acho que vai chegar
um dia que eu vou escrever um livro só comentando o ditados populares que a minha mãe costumava repetir durante toda minha infância e adolescência um desses ditados eu acho que vem muito bem a calhar quando a gente fala sobre esse assunto de relações abusivas excitado talvez você já tenha ouvido é o seguinte enquanto tiver cavalo são jorge não anda a pé o quanto tiver cavalo são jorge não anda a pé a minha mãe costumava proferir esse ditado sempre quando ela tentava me mostrar a minha responsabilidade naqueles problemas dos quais eu me queixava que ela tá
10 segundos a alguns problemas só existiam e só permaneciam porque eu de alguma forma concedia que eles existiam então de repente eu estava numa determinada a relação com o amigo ou com uma namorada né e me deixava dessas relações e a minha mãe costumava dizer olha enquanto tiver cavalo são jorge não anda pelo vocês enquanto você permitir que isso aconteça esses problemas vão permanecer é é muito difícil falar isso hoje em dia sobre esse assunto dessa forma hoje em dia porque a gente vive na cultura da vitimização é todo mundo adora hoje em dia se
colocar nessa posição de vítima e dizer que é oprimido né pela sociedade pelo governo a pelas pessoas pela cultura né todo mundo adora se colocar nessa posição de vítima e essa posição é extremamente desfavorável para a saúde mental os profissionais que estimulam as pessoas é percebido como vítimas estão contribuindo significativamente para que as pessoas se mantenham adormecidas quando a gente fala por exemplo desse tema relações abusivas se tornou aí recentemente nos últimos anos muito prevalente na internet né em geral o tom que se fala sobre isso é sempre num tom de vitimização é sempre pedindo
para que a pessoa identifique se ela tá numa relação abusiva e para que ela olhe para si mesma com o olhar de autopiedade não é com esse olhar assim de coitadinho né e nesse contexto é que esse ditado que a minha mãe costumava proferir ele faz muito sentido né eu não tô me referindo aqui a relações abusivas que o adulto estabelece com a criança é esse adulto ele tem que ser punido e essa criança não tem responsabilidade alguma sobre essa relação eu também não estou me referindo aqui a relações abusivas em que a é o
é uma ameaça à integridade física daquela pessoa em que abre por exemplo é uma ameaça de morte se a pessoa por exemplo tentar sair do relacionamento eu não tô me referindo a esses casos de extrema tô me referindo aqueles casos mais comuns é tem que a pessoa se queixa de que o outro é abusivo né se queixa de que tem um namorado abusivo uma namorada abusivo né e aquela pessoa está naquela relação consensualmente ou seja ela aceita permanecer naquela relação então trata-se portanto de uma escolha a pessoa aceita permanecer naquela gravação ea inevitável concluir que
uma relação abusiva nesse nesses nesses limites que eu estou me referindo a relação abusiva entre dois adultos que estão uma relação consensual ela só se mantém esse tipo de relação só se mantém se a pessoa abusada com 100 o mc deixar abusar o que deixar abusar ou seja ela permite que o outro estabeleça sobre ela uma relação de opressão uma relação de abuso uma relação de coerção né a pessoa permite que isso aconteça é claro evidente né eu sou um profissional de psicologia é porque um profissional de saúde mental evidente que o que eu sei
que muitas vezes não é fácil sair aliás na maioria das vezes não é fácil sair de né até porque a pessoa pode não entender é o que acontece no mas na maioria dos casos a pessoa abusada ela não entendi porque que ela se deixa abusar porque que ela aceita permanecer naquela posição de de oprimida e abusada de quase dela não ela não consegue entender muito bem isso né então nesses casos se a pessoa efetivamente ela não consegue entender e ela não consegue sair ela precisa a ajuda terapêutica só que ela precisa buscar essa ajuda terapêutica
a partir de uma outra posição não vou a posição de coitadinha de vítima mas ela precisa se colocar numa posição ativa uma posição de sujeito ela precisa sair dessa posição de objeto apenas esse perceber como objeto do gozo do outro ela precisa ser colocado na posição do sujeito para tentar entender qual que é a minha responsabilidade nisso o que forma eu posso estar obtendo aqui uma satisfação um consciente ao me manter nessa posição de abusada que ganhos eu tenho com isso é muitas pessoas por exemplo que são muito seguras muito dependentes ela se colocam nessas
relações para abrir mão do da responsabilidade tomar atitude de fazer escolhas na sua vida é ela se coloca na relação abusiva porque o outro vai controlar o rumo das coisas aí ela não precisa assumir a responsabilidade pela sua vir a sua vida outra dessa pessoa não e eu preciso assumir isso ela precisa ir para o processo terapêutico é desejando crescer desejando sair desse processo desejando assumir a responsabilidade o risco que complica é preciso sair dessa posição de vítima que veja só essa posição de vítima não te ajuda por isso que eu disse que eu ia
adoecer dura e os profissionais que estimulam isso eles estão contribuindo para que as pessoas que mantém o doente veja só que você se mantém na posição de vítima e passa esse percebe exclusivamente como objeto do gozo do outro você não consegue reconhecer a sua capacidade de sair dessa relação porque o objeto ele em patente sou sujeito age então só não percebo o tempo todo com o objeto seu nome percebo como sujeito eu não consigo enxergar os meus recursos as minhas forças as minhas potencialidades e sair dessa situação é isso que nós buscamos um tratamento psicanalítico
por exemplo ajudar o sujeito a perceber que ele a contabilidade não é um coitadinho que tá ali sendo apenas oprimido pelo outro ele tá se deixando abusar eu preciso entender porque frequentemente na maioria das vezes é se esse entendimento passa pela compreensão do que aconteceu atrás na infância óbvio é uma pessoa que se deixa abusar ela tá trazendo para a vida adulta um padrão do adoecido doentio de relacionamento que muitas vezes é o padrão que ela entendeu tem um padrão que deve acontecer a partir do que ela vivenciou na infância eu não precisa assumir essa
responsabilidade ela precisa sair da condição de vítima não contrário se ela não sai dessa condição de vítima ela permanece sendo o cavalo de são jorge enquanto tiver cavalo são jorge não vai andar a pé ou seja enquanto você se deixar usar por essa pessoa essa pessoa vai continuar usando o problema é que a pessoa se coloca apenas a posição de vítima ela começa a até a esperança o que o outro mude que o outro saia da relação é ela fica só nesse processo ai meu deus tadinho de mim olha como é que eu sofro olha
como é que ela me faz sofrer olha com ele me faz sofrer e ela não sai dessa relação que ela fica esperando que a decisão de sair a decisão de abrir esse carter esteja do outro e essa decisão tem que ser da pessoa muitas vezes gente não precisa de terapia para isso não muitas vezes conscientemente a pessoa consegue perceber olha eu tô me deixando abusar aqui eu não quero crescer eu não quero me desenvolver eu tô eu tô fugindo da responsabilidade pela minha vida e é por isso que eu também colocando nessa relação a pessoa
consegue sair é mas é preciso dizer isso porque nessa cultura que nós estamos vivenciando atualmente de de vitimização fica complicado fica todo mundo olhando com peninha mas ninguém estimula essa pessoa a saída relação então muitas vezes não preciso de terapia para isso não agora em muitos outros casos é necessário terapia mas é preciso ter um movimento da pessoa de querer olha eu vou procurar terapia para poder sair dessa relação para entender por que que eu tomei mantendo nela fica poder portanto a partir dessa compreensão sair dessa relação à beleza esse é o recado de hoje
é seu vídeo de hoje se você gostou desse vídeo clica aqui no gostei clica em curtir inscreva-se nesse canal no youtube siga-me nas redes sociais é arroba lucas napoli psicanalista tanto no facebook quanto no instagram e não deixe de adquirir o meu e-book o que é um psicanalista faz lá eu falo bastante sobre isso o seu processo do psicanalista francesa jack la cancha lava de retificação subjetiva é um processo que a gente faz os primeiros momentos da análise mas permanece ao longo de todo o processo terapêutico é é colocar o sujeito é ajudar o sujeito
a se colocar como sujeito efetivamente assumir a responsabilidade por aquilo de que ele se queixa isso é muito importante no processo terapêutico não existe tratamento não existe cura para isso que não passe por essa assunção do lugar de sujeito então não deixe de adquirir o meu e-book o link vai estar aqui na descrição eu desejo para você um excelente domingo excelente semana e um grande abraço até o próximo vídeo