Quais são os filmes que eu mais estou aguardando ver em 2026? Será que eu falo palavrão? Com quais personagens femininas eu me identifico?
E, afinal de contas, por que foi que eu dei uma sumida da internet durante alguns meses no ano passado? Essas são algumas das várias dúvidas que vocês me enviaram e que eu vou responder hoje neste novo vídeo de perguntas e respostas. Então, vamos lá.
Cris X pergunta: "De que estado você é? " Eu não sou de estado nenhum porque eu nasci em Brasília, Distrito Federal, que tecnicamente não é um estado, mas enfim, eu sou do DF e é aqui que eu nasci, aqui que eu cresci e gosto pra caramba daqui. Letícia Andrea pergunta: "Max, lembro de um vídeo seu mais antigo falando sobre a bruxinha Kiki e como era difícil você se identificar com personagens mulheres.
Desde então, quais personagens mulheres conseguiram te causar essa sensação de identificação? Para quem não sabe do que ela tá falando, lá em 2018, eu lancei um vídeo aqui no Entreplanos sobre o serviço de entregas da Kiki de Rel Measak e sobre como esse filme despertou uma série de reflexões em mim sobre como nós, homens sis e héteros, somos condicionados a não nos identificarmos com personagens femininas na ficção ou nos identificarmos com mulheres na vida real como um todo. Isso tudo porque quando eu vi o serviço de entregas da Kiki pela primeira vez mais de 13 anos atrás, eu me identifiquei muito fortemente com essa personagem.
E aí isso me surpreendeu e depois eu fiquei estranhando o fato de eu ter me surpreendido por ter me identificado com uma personagem feminina. E eu adorei essa pergunta porque de fato desde que eu lancei aquele vídeo em 2018, eu não sei se eu parei para pensar muito sobre quais foram as novas personagens femininas que eu conheci nesses últimos anos e com as quais eu me identifiquei. E aí refletindo agora, eu cheguei a dois nomes, duas personagens que estão relacionadas pela mesma temática, porque de 2018 para cá teve uma grande transição simbólica na minha vida, que foi o fato de eu entrar na casa dos 30 anos de idade.
E eu tive sim algumas crises existenciais com isso. E eu vi essas crises refletidas em duas personagens femininas que eu conheci pela primeira vez ao longo desses últimos anos. A primeira é a Taeco de Memórias de ontem, filme que o outro fundador do estúdio Gible, o Isaac Carrata, lançou em 1991.
Essa é uma jovem mulher que tira férias do seu emprego corporativo para passar um tempo no campo. E isso desperta nela uma série de reflexões sobre o que significa ter uma vida de sucesso e sobre o que é você honrar e proteger a sua criança interior. Duas reflexões que ocuparam muito a minha cabeça quando eu trintei lá em 2021 e que francamente ainda ocupam bastante espaço na minha cabeça.
E a outra personagem é a Julie de A pior pessoa do mundo de Joaquim Trier. Eu gosto muito desse filme. Defendo que ele é um daqueles que vem uma vez a cada geração para captar a essência que define grande parte dessa geração.
No caso, os jovens adultos na casa dos 30 anos que estão tentando entender quais são seus próprios desejos de vida e como lidar com pressões sociais que foram herdadas das gerações anteriores, que são temas que me pegaram muito forte quando eu tava indo dos 29 para os 30 anos. Então, com certeza Taco e J vão morar para sempre na minha memória por terem representado com tanta força e com tanta sensibilidade uma fase tão marcante do meu desenvolvimento. Danilo Vanderley.
Max, tu fala palavrão? Pode parecer que não julgando pelos meus vídeos, mas sim, eu falo palavrão todos os dias, o tempo inteiro. Eu só evito trazer eles pros vídeos que eu faço.
Primeiro por conta da minha formação de jornalista que me condicionou a achar incongruente a ideia de trazer palavrões no texto que você está escrevendo, na comunicação que você faz como jornalista. E em segundo lugar tem a minha criação. Desde pequeno, uma das regras que os meus pais impuseram foi nada de palavrão em casa.
Quer falar palavrão? vai falar na escola, na rua, com seus amigos, mas em casa e com a família nada de palavrão. Então isso me condicionou a ficar tentando entender quais são os lugares e os momentos corretos para xingar e quais não são.
E para mim, eu não sinto que os meus vídeos são o lugar e o momento correto para esse tipo de coisa. Agora, sabe onde vocês vão me ouvir falando palavrão? Nas minhas participações no Nerdcast.
Porque como o Nerdcash é um papo mais solto e mais descontraído, é como se o meu cérebro registrasse que eu estivesse conversando com amigos. Logo vem os palavrões e muitas vezes sem eu nem perceber. E no restante da minha vida, no dia a dia, no cotidiano, sim, eu falo palavrão todos os dias o tempo inteiro.
Como prova disso, eu deixo vocês com esse clipe de um erro de gravação de um vídeo que eu gravei muitos anos atrás, que foi um erro que deu por conta de uma falha no meu gravador. Bom, então como vocês Meu Deus do céu, que dificuldade, Anderson Martins, quais são as cenas ou diálogos finais mais memoráveis na sua opinião? Beleza, minha lista de finais mais memoráveis.
E calma, eu não vou dar spoiler de nada nessa lista aqui. O primeiro que eu penso, com certeza é o final de O sexto sentido, por ter sido o primeiro filme da minha vida a ter uma reviravolta no desfecho. Eu era muito pequeno quando eu vi esse filme e eu não sabia que filmes podiam fazer isso.
Então, foi algo que expandiu a minha compreensão do que essa arte pode fazer. Tem também o final de ladrões de bicicleta, que eu considero um dos mais tristes da história do cinema. Eu penso muito também no final de O Sétimo Selo, que tem o que eu considero uma das imagens de encerramento mais assombrosas já feitas.
Tem o final de rastros de ódio, que é não só plasticamente deslumbrante, mas carregado de um simbolismo imenso a ponto de ter mudado o Far oeste para sempre. E é claro, o final de A vida de Brian do Monte Python, que é um dos finais mais engraçados de todos os tempos, justamente pelo quão chocante ele é por ser esperançoso. Se quiserem ver análises mais completas e aprofundadas minhas sobre cada um desses desfechos, tá fácil, porque eu já lancei vídeos dedicados para cada um desses finais.
Eu tô deixando os links desses vídeos aqui embaixo na descrição do vídeo para você ver mais tarde. O Mateus Crespe diz: "Quero muito fazer faculdade, trabalhar com cinema, ser cineasta, mas sou cadeirante e tenho medo. " Mateus, eu não te conheço, então eu só posso imaginar como é a sua vida e quais foram as experiências que você teve que te fazem acreditar que talvez ser cadeirante possa ser um impedimento para você trabalhar com o cinema.
Mas eu quero que você saiba que uma coisa não exclui a outra. Sim, ser cineasta cadeirante vai ter vários desafios e não sou eu que tô dizendo. Isso é o relato de um cineasta brasileiro cadeirante, o George Pereira, que fez o filme Organismo.
Numa entrevista, ele comentou que a organização do set de filmagem precisa ser adaptada para acomodar um diretor cadeirante, por exemplo. E ele adiciona nessa entrevista que fazer o filme, isso é criação e criar arte não é algo que é impedido pelo fato de se ser cadeirante. Eu tô colocando o link dessa entrevista para você assistir na íntegra mais tarde, beleza?
E sim, casos de cineastas cadeirantes podem ser raros, mas isso não quer dizer que eles não existam. Aqui no Brasil, além do já citado Jorge Pereira, tem também o Mateus Rocha, que fez o curta escadas. Já lá na gringa tem mais casos.
Por exemplo, sabe quem foi cadeirante e cineasta? Ninguém menos do que o Superman. Christopher Reave, queernizou esse personagem nas telonas, sofreu um acidente em 1995, que o deixou numa cadeira de rodas pelo resto da vida.
Só que isso não fez ele desistir do cinema, não. Depois de ficar tetraplégico, ele decidiu que queria ser também diretor. E foi assim que ele comandou filmes como Armadilha Selvagem de 1997, A história de Brook Ellison de 2004 e O Pequeno Herói, animação de 2006.
Fora o Christopher Riv, que já faleceu infelizmente, tem outros exemplos em Hollywood que estão em atividade até hoje. Por exemplo, a Jenny Gold, que é diretora e produtora. Olha ela aqui com algumas celebridades.
Em Hollywood tem também o Reed Devenport trabalhando como cineasta. Já na Inglaterra tem o Chris Lynch. Tem também o Owen Tooth que faz de tudo praticamente da direção à montagem, passando por direção de fotografia e outros departamentos.
Outro britânico é o David Proud, que além de diretor e produtor é também roteirista e ator. E se a gente for para Irlanda, tem o caso também do cineesta Pad Sltery. Então, Mateus, o que eu quero que você tire desses exemplos é não só o fato de que tem sim diferentes cadeirantes que são cineastas, mas também que você lembre que o cinema oferece trabalho em diferentes departamentos e nem todos vão exigir muito da mobilidade na cadeira de rodas.
Dá para ser roteirista, dá para ser animador, dá para ser editor, quem sabe produtor, dependendo da natureza do trabalho. Então, eu sei que você tem medo, mas eu te imploro que você não deixe esse medo tomar conta de você e te impeça de seguir o sonho de trabalhar com o cinema se você sente no fundo do seu coração que é isso que você quer e precisa. Dá sim para você trabalhar com o cinema sendo cadeirante.
Qualquer pessoa que tente te convencer do contrário não sabe do que tá falando. Então, Mateus, muito obrigado por se abrir com essa sua pergunta e eu te desejo muito sucesso e sorte na sua jornada cinematográfica, caso seja esse o caminho que você escolha seguir. Leonardo Clots, você acha que a Sony deveria colocar o F Lord e o Chris Miller no comando de todos os filmes da Marvel da Sony?
Porque eles parecem ser os únicos que sabem o que fazem. Para quem não sabe de quem ele está falando, Phord e Christopher Miller é uma dupla de cineastas que tem crescido cada vez mais em Hollywood em termos de prestígio e que tá muito em alta agora graças ao novo filme deles, Devoradores de Estrelas, que tá sendo um enorme sucesso. E os caras são respeitados porque o currículo deles realmente tem filmes muito bons.
Eu gosto bastante de vários deles, como Os Anjos da Lei 1, Os Anjos da Lei 2, Uma Aventura Lego e também tem o fato deles terem sido roteiristas nos dois filmes de Aranha Verso. Então, se eles são bons, se já trabalham bem com a Sony, se já mandaram bem com a Aranha Verso, por que não colocar essa dupla para dirigir os filmes de Marvel que estão na Sony, que são sempre execrados? Bom, eu particularmente não ia gostar de ver eles sendo alocados nesses projetos.
de superherói já tá bom eles trabalhando com aranha verso. De resto, eu quero ver eles empregando esse talento cômico, dinâmico deles e também emocional em outros tipos de histórias, outros gêneros, outras narrativas, até mesmo com histórias que não são tão famosas assim, como foi o caso de Devoradores de Estrelas, que beleza, é adaptação de um livro, mas não é um livro que todo mundo conhece. Então, o filme que eles acabaram de lançar tem um ar de novidade e de frescor enorme para uma enorme parte do público.
Então, acho que o talento dessa dupla é melhor empregado nessa ideia de trazer coisas que pareçam grandes surpresas. Eu prefiro ver eles trazendo um sucesso inesperado do que fazendo um bom filme de superherói, que é algo que já tá tão saturado e cansativo. Sorry, fellas pergunta no Instagram: "Por que você ficou tanto tempo sumido?
" Eu imaginei que essa pergunta chegaria e eu quero responder porque eu acho que é legal a gente ter essa troca e porque muitos de vocês devem ter se perguntado sobre isso do ano passado para cá. Para quem é novo por aqui ou para quem não tava tão ligado, que acontece? No ano passado eu dei uma sumida da internet durante dois meses.
Eu anunciei que ia fazer essa pausa. Eu anunciei no meu Instagram, aqui no YouTube também e fiquei dois meses, então, sem publicar vídeos aqui no YouTube e no Instagram. A pausa foi ainda maior.
Meu Instagram ficou praticamente morto durante uns 5 meses, eu diria. Mas eu voltei, como vocês podem ver, né? Aqui com o YouTube, eu voltei em outubro do ano passado e no Instagram eu voltei a ser mais ativo, sei lá, tem dois meses.
Mas aqui no canal do YouTube, talvez vocês tenham notado que, apesar de eu ter voltado ativa, eu ainda não estou publicando naquele mesmo ritmo de antes de um vídeo por semana. E por que isso tudo? Por que esse sumiço?
Por que essa mudança na frequência de vídeos? A verdade é uma que, infelizmente, é extremamente comum para não só criadores de conteúdo, mas para tantos profissionais dos dias de hoje. No ano passado, eu tive um tremendo e um pesadíssimo burnout.
Eu deixei a minha relação com o trabalho meio que saí de controle, trabalhei demais e isso acabou me adoecendo. No começo eu fui meio que ignorando os sinais, porque esse também não foi meu primeiro burnout, eu já tinha tido um antes, durante a pandemia. Então eu fui percebendo alguns sinais e decidi ignorar, o que obviamente só deixou as coisas piores, porque chegou um momento em que eu simplesmente colapsei, eu não consegui fazer mais nada.
Foi aí que eu decidi que era hora de parar por um tempo e cuidar melhor de mim. Então eu vim para cá, fui no Instagram e anunciei que eu ia fazer uma pausa longa, muito maior do que de costume, porque eu sempre tirei pausas e férias aqui no canal, mas essa eu já avisei, essa aqui vai ser mais longa. Então eu anunciei a pausa, parei completamente de produzir conteúdo e fiquei os próximos meses só focando no meu bem-estar.
Eu foquei não só no meu descanso, mas também repensei muito toda a minha relação com esse trabalho aqui. E não foi fácil porque é um risco que você toma quando você decide ficar dois meses sem postar conteúdo na internet quando isso é o seu trabalho. Mas eu decidi assumir esse risco e cuidar muito melhor de mim.
Então eu passei a me exercitar todos os dias, voltei a fazer meus hobbies. Eu priorizei mais a minha vida social, cuidei muito, muito da minha saúde mental e não foi fácil. Eu precisei realmente de muito tempo para começar a me sentir melhor, mesmo trabalhando todos esses quesitos todos os dias.
Mas eu acabei voltando, só que agora com não só uma rotina um pouco mais leve, mas também com uma mentalidade nova em relação ao meu trabalho. Eu percebi que eu posso sim continuar produzindo conteúdo pra internet sem necessariamente seguir aquele ritmo tão intenso. Eu posso sim desacelerar.
Eu percebi que eu não preciso ser aquele pau mandado do ritmo ditado pelo algoritmo e pelas redes sociais. Eu percebi que eu não preciso ter medo do YouTube enterrar o meu canal se eu passar tempo demais sem postar. Não, eu posso ter um equilíbrio maior para continuar produzindo conteúdo com qualidade e também não deixar de viver a minha vida.
E eu sei que para vocês o resultado disso pode ser frustrante, porque agora que eu tô priorizando mais meu tempo livre, meus exercícios, minha vida social, minha família, isso significa que eu não tô conseguindo produzir na mesma quantidade de antes. E por isso que já faz muito tempo que eu não consigo voltar para aquele ritmo de um vídeo por semana. E eu fico muito, muito lisongeado de saber que vocês gostam tanto do meu trabalho, que vocês querem muito ver um vídeo novo toda semana.
Isso é incrível de saber e eu sinto muito que o fato de não ter por enquanto retornado pro ritmo de um vídeo por semana seja frustrante para vocês. Mas eu preciso admitir que por enquanto eu realmente não dou conta de voltar para aquele mesmo ritmo tão intenso que me levou pro burnout. E não sei quando eu vou conseguir voltar para aquele ritmo ou se eu até devo.
Eu ainda tô descobrindo muita coisa, eu ainda tô experimentando e vendo como eu tô me sentindo, até porque, beleza, eu superior o burnout, mas eu não considero que eu tô 100% ainda. Mas eu tô sim empolgado para criar novos conteúdos e continuar voltando para conversar com vocês aqui. Eu ainda amo demais esse trabalho e por mais que tenha sido difícil passar por isso, eu também tirei uma grande lição.
Porque que acontece? Quando eu fiz aquela pausa, lógico que eu fiquei com medo assim de, putz, vou passar o quê? Um mês, dois meses sem postar no YouTube.
E aí veio aquele medo do YouTube, do algoritmo simplesmente me enterrar por aqui e quando eu voltasse a lançar vídeos, que eles iam ter números péssimos. Mas o que aconteceu foi o oposto. Mesmo depois de dois meses sem postar, quando eu voltei a lançar vídeos aqui, eles começaram a ter números melhores do que os números que estavam vindo com os vídeos antes da minha pausa do burnout.
E isso me mostrou de uma vez por todas que eu não preciso ter medo de pausar. Eu não preciso achar que o YouTube vai acabar com a minha carreira se eu não postar toda semana. Inclusive, se tiver colegas youtubers assistindo isso aqui, guardem isso na cabeça de vocês.
Não tenham esse medo de que, ah, meu Deus, se eu ficar uma semana sem postar, meu canal vai sumir. Não. Se vocês sentirem que precisam desse tempo para descansar, descansem, cuidem de vocês.
Sua saúde mental, seu bem-estar, sua felicidade são muito mais importantes do que um ritmo ditado por um algoritmo. E é só tendo esse discernimento que você consegue viver a sua vida para ter energias e continuar fazendo o que você ama. E se os números depois da minha volta continuaram sendo muito bons, seão melhores, foi graças a vocês, o público do entreplanos, que não me abandonou.
Vocês não tm noção do alívio que foi quando eu voltei a lançar vídeos e perceber que vocês continuam aqui, vocês não esqueceram de mim, que vocês na verdade estavam comemorando que tinha vídeo novo e cada vídeo novo que sai vocês continuam comemorando. E é essa apreciação, é essa torcida que me motiva a continuar e não uma exigência que eu criei, que a sociedade criou ou que o YouTube criou de que eu preciso manter aquele ritmo impecável de produção de conteúdo. Então, tenho muita, muita sorte de ter uma comunidade como vocês aqui no YouTube.
Vocês sempre estão me apoiando e sempre tendo muita compreensão quando eu preciso dessa compreensão. Obrigado mesmo e vamos em frente. Eu tô aqui, continuo trabalhando e continuo apaixonado pela ideia de conversar com vocês e pra gente continuar se apaixonando cada vez mais pelos filmes.
Gustavo Nog Carvo está curioso para ver algum lançamento de 2026? Tem vários lançamentos de 2026 que eu tô muito curioso para conferir. Alguns deles vocês provavelmente já sabem que estão chegando, mas outros talvez não.
Então anota aí, eu vou passar por eles meio rapidinho. Star Wars, o mandaloriano e Grogo, Natal Amargo, que é o novo filme de Pedro Almodova. Dia de Disclosure Day, o novo do Steven Spielberg, que promete trazer ele de volta para um cinema mais assustador, que é um estilo que ele abandonou há duas décadas.
A Odissaia de Christopher Nolan. Apesar de não ser o maior fã do Nolan, eu sempre fico curioso para ver o que que ele vai fazer com o novo filme dele. E é o primeiro épico histórico do Nolan.
Então eu com certeza quero ver como ele vai se sair com essa mudança de estilo. Teenage Sex and Death at Camp Miasma da Jane Shombrun, que é uma das grandes vozes do cinema trans lá nos Estados Unidos hoje em dia e que faz uma mescla muito única de terror, suspense e drama. Basta olhar os filmes dela como We All Going to the World's Fair ou então Eu vi o brilho da TV.
Tem também All of a Suden, que é o novo filme do Riasuki Hamaguti, o diretor de Drve My Car, que foi um filmaço que eu adorei alguns anos atrás. Vai ter também The Adventures of Cliff Booth, que é a continuação de Era uma vez em Hollywood, focando só no personagem do Brad Pitt. Filme roteirizado pelo Tarantino e dirigido pelo David Fincher, que me parece uma combinação muito doida.
Eu tô muito curioso para ver o que que vai sair daí. Vai ter também um novo filme de Resident Evil, dessa vez dirigido pelo Zach Craiger, que fez A Hora do Mal, que é um filme que eu gostei muito e que também fez Noites Brutais, que também é um bom filme de terror. Então, quero ver como é que ele vai fazer essa franquia renascer no cinema.
Trazendo pro Brasil, a Ana Mert vai lançar Geni e o Zepelin, a adaptação dela da famosa canção de Chico Boark. Eu tô muito curioso para ver como isso vai ser levado pras telonas. Também teremos Vicentina Pede desculpas, o novo filme do Gabriel Martins, o diretor do excelente Marte 1.
Com certeza fico empolgado para ver o que que esse diretor vai trazer com o seu filme novo. Voltando pro exterior, teremos também look back, a versão live action do mangá e do anime que foram criados pelo Tatsuki Fujimoto, o mesmo autor de Chaman. E vale destacar, por que que eu tô empolgado para esse live action de lookback?
Porque ele vai ser dirigido por Hirokaso Coreeda, um dos melhores cineastas em atividade hoje em dia, autor de filmes que eu adoro, como Assunto de Família e Monster. E também queria citar WWolf, o próximo filme do Robert Eggers, o diretor de Nosferato, de A Bruxa, de O Farol, de O Homem do Norte. Próximo filme dele vai ser justamente uma história de terror gótica, mais uma vez depois de Nosferato, só que agora focando nas lendas de lobisomen.
Esses são só alguns títulos, com certeza ainda vai sair muita coisa esse ano que a gente nem sabe que tá chegando e que provavelmente vão entrar na nossa lista de favoritos de 2026. Eu tô muito empolgado para ver o que que vai sair. Olhar e usar.
Quais jogos de videogame baseados em filmes você já jogou e quais você recomenda? Os que mais me marcaram são os da geração Super Nintendo, PlayStation 1 e PlayStation 2, com títulos bem específicos. Os primeiros eram jogos adaptando filmes da Disney que eu cresci assistindo e que eu adorava.
No Super Nintendo, o que mais marcou foi o jogo do Aladin. Eu amava, apesar de eu nunca ter zerado. Aí depois, no PS1, eu joguei muito o jogo do Hércules, o jogo de Toy Story 2, o jogo de 102 Dalmatas e também o jogo de A nova onda do imperador.
E depois na geração do PS2 veio um dos jogos que mudou a minha vida, que é o jogo do Homem- Aranha 2, baseado no filme de mesmo nome, dirigido pelo S Rame, que a propósito eu considero como o melhor filme de superherói já feito na história. Esse jogo do Homem-Aranha 2 no PlayStation 2 foi o meu primeiro jogo de mundo aberto e ele executou isso de um jeito tão bom e tão viciante que eu sinto que esse jogo mudou a química do meu cérebro. Agora, se eu recomendo esses jogos, não sei exatamente.
Faz tanto tempo que eu não jogo eles, com exceção do Hércules do PS1, que eu joguei recentemente, acho que foi no ano passado, eu joguei ele de novo e me diverti, então eu recomendaria. Mas agora os outros. Toy Story 2, quem sabe eu recomendaria sim.
O Aladin de Super Nintendo, recomendaria com certeza. Agora 102 damas e a nova onda do imperador. Aí eu já não tenho certeza se esses jogos são tão bons assim de jogar hoje em dia.
E também ficou em dúvida sobre o jogo do Homem-Aranha 2, porque apesar de achar ele excelente e muito especial para mim, a verdade é que os jogos de mundo aberto mudaram muito desde então. Então quem sabe hoje ele pareceu um jogo de mundo aberto muito datado, talvez muito repetitivo, até mesmo limitado, mas todos eles com certeza marcaram demais a minha vida. Danilo Durval pergunta: "Quais livros você gosta de ler?
" E Thaísa Cor pergunta: "Você tá lendo algum livro ultimamente? Tem algo bom para recomendar? " Eu já comentei em outros vídeos de perguntas e respostas sobre o meu gosto literário e sempre destaco que o que eu mais gosto de ler é ficção científica e fantasia.
Mas eu tô trazendo esse tema de volta aqui, porque recentemente eu comecei a explorar mais nos livros um gênero que eu já sou muito versado no cinema, que é o terror. Pois é, apesar de ser um enorme fã de filmes de terror, a verdade é que eu li poucos livros de terror ao longo da minha vida e eu decidi corrigir isso com um projeto muito ambicioso, que é ler todos os livros de Stephen King, que são mais de 80, e ler todos eles em ordem de publicação. Sim, eu sei que é um projeto gigantesco e que vai demorar anos para eu terminar essa maratona, mas eu tô conseguindo manter um ritmo mais ou menos de um livro do Stephen King por mês e eu tô adorando a experiência.
A essa altura, eu já li os primeiros três livros dele, ou seja, Carry, a Estranha, A Hora do Vampiro e O Iluminado. E eu gostei muito de todos eles, em especial por enquanto de O Iluminado. Apesar de ser bem diferente do filme do Kubrick, eu adorei o livro.
São duas obras bem diferentes, mas que são muito boas por motivos muito diferentes. E agora na minha maratona, eu continuo com o quarto livro que ele publicou, que foi o primeiro livro que ele publicou com o pseudônimo de Richard Bachman, que se chama Rage. E além disso, eu continuo lendo meus livros de fantasia, de ficção científica e também tento não ficar restrito a esses gêneros mais especulativos.
Então, também tento colocar ali no meio uns clássicos da literatura. Por exemplo, esse ano eu li pela primeira vez Capitães da Areia do Jorge Amado e eu adorei o livro, me fez chorar. E também esse ano eu li meu primeiro Dostoyevski com memórias do subsolo, que eu achei incrível, apesar de curto, é muito diferente de qualquer coisa que eu já li mostra de onde muitos filmes que eu admiro beberam, de qual foi a fonte.
Muitos desses filmes beberam da fonte de Memórias do Subsolo, só para citar um desses filmes, Taxi Drver. E é assim que eu vou mantendo o meu interesse e minha paixão literária viva, tentando variar as coisas, trocando de gêneros, trocando de autores, trocando de nacionalidades. É um dos meus hobbies favoritos da vida e eu sei que tem muito mais coisa para eu expandir meu gosto, expandir meus horizontes literários e eu quero sempre continuar nessa jornada pelo resto da vida.
Tá aí, pessoal, mais um vídeo de perguntas e respostas. O primeiro em muito tempo, o último foi em julho de 2025. Então, foi muito bom poder trazer esse quadro de volta e eu quero agradecer demais a todo mundo que me mandou perguntas.
Se eu não respondi a essa pergunta, não desanime. Continue de olho nas minhas redes sociais, na aba de comunidade aqui do YouTube, porque eu tô sempre trazendo esse quadro, ok? Eu passei um tempo sem trazer, mas de uns três em três meses eu tento fazer um novo vídeo de perguntas e respostas.
Então não desista e fique de olho. E se vocês querem continuar trocando uma ideia comigo para além dos vídeos de perguntas e respostas, vocês podem considerar entrar na nossa comunidade de apoiadores entreplanos no Apoia-se. Essa galera ajuda a financiar o nosso trabalho todos os meses e para agradecer eu produzo conteúdos e eventos exclusivos para esse pessoal e aí a gente consegue trocar ainda mais ideia.
Tem recomendação de filme toda semana no inbox do seu e-mail, tem grupo fechado, tem lives exclusivas pra gente conversar ao vivo uma vez por mês e tem também o nosso cine clube entreplanos pra gente debater uma vez por mês um filme juntos via videoconferência. Para ter acesso a isso tudo e fazer parte dessa comunidade, é só clicar no link que tá aqui embaixo na descrição. Lembrando também que se quiserem me acompanhar nas redes sociais é muito fácil, basta vocês me procurarem usando os nomes que estão aparecendo aqui embaixo de mim.
Mais uma vez, muito obrigado pela audiência, um abraço e até a próxima sessão.