Passo da vida. >> Maravilhosos, mano. Eu a gente achou muito engraçado que a gente descobriu por conta que vocês se juntaram de novamente agora no rancho que vocês são amigos de infância. >> De infância. E tipo, isso é verdade mesmo. Verdade. Verdade. Só que nós não se conhecia, ó. Nós não lembrava disso. Mas foi amigo quando eu morei lá em redenção. >> Piralho. Mas era pirralho. >> Pirralho. Aí 10, 12 anos no máximo. Teve um tempo que eu tava roubando lá na minha cidade negócio de extreme boné, né? Roubava boné. >> Você roubava boné, Marcelinho?
>> Marcelin >> eu passava e pegava para fazer poder fazer campeonato de futebol, essas coisas que você gosta de futebol. >> Mas que boné para fazer campeonato, pô. >> Calma aí, >> calma aí. Roua boné para fazer campeonato. >> Eu era uma espécie de Robenud, roubava os boné. >> E aí o que, tipo, tinha boné pro goleiro menos vazado, boné pro artilheiro, tá ligado? >> Ah, você motivava ele. Os cara, você foi bom, toma boné. Isso, isso. Acho, >> mas eles não sabiam que esse boné era roubado. >> Muitos me ajudavam. Muitos me ajudavam. E
aí eu conheci o o Natã nessa época. Eu sou eu sou mais velho do que o Natã se anos. Só que aí o tipo assim, o pai dele era muito conhecido na cidade e aí nós conversamos lá no Rancho tal, até da onde tal. Não, meu pai é fulano e a galera do Pará já tinha falado para mim, ó, tem um cara aí daqui de de redenção, eu nem ah, deve ser um pau no cu fodido, caralho, vai se arrombar, tá ligado? Quando eu cheguei lá, que eu conversei e na hora que quando eu conversei
com ele, eu tava muito alterado no primeiro dia, né? >> Ele tava louco, >> lo. Eu fiquei muito bêb dia de ranch, que eu sabia que eu ia ser expulso no primeiro dia, então tipo, foda-se, >> foda-se, foda-se, tá ligado? E aí ele veio me dar conselho, olha, você tá muito alterado, fica de boa, tal, não sei o que. >> O carinho não gosta de jeito pra frente, fica mais de boa. Não vamos puxar muito a frente, não. >> É, mas como que ele agora na sua visão, como que esse homem tava? >> E ele
falando igual uma arara baleada. Quando eu descobri que ele ia pra chepa comigo, eu me identifiquei muito com ele, que ele é um fenômeno. Falei: "Marcelinho, tenha calma". Eu fui dar conselho, passei meia hora dando conselho para ele, aí ele: "Buchou, termina, vai que eu tô ruim." >> Não, beleza. >> Quando nós chegou lá na Shepa, eu falei: "Caralho, agora que aí as meninas já começaram a ficar com medo, né? Ah, diabo desse velho bêbo, doido, né?" Aí meio que a galera ficou com medo. Aí meio que já fizeram a uma um motinho. E você
percebeu isso? que a galera tá um motinho já para tirar, tipo assim, nós sabia que ia sair alguém, né? Então vamos fazer um motinho aqui, vai ser esse velho bêb, porque a galera lá é mais jovem, mais velho era eu, Natã. Aí apareceu uma velha, mas era muito velha, muito velha. >> A velha quase infarta. É aí beleza, eu cheguei fiquei de boa, o pessoal pegou e focou foi no Natã, veio uma vela lá, chegou o Natã de tudo quant seu moleque vagabundo. >> E ele que tinha me dado o conselho. >> A verdade que
o God da Xa inventou uma mentira para ela. >> Não pode, não pode nomes. Pode ser, pode ser. >> Ah, todo mundo gravou e viu isso aí. >> O gordão disse que eu tinha mandado ela ir. >> Tá, >> entendeu, rapaz? >> Ficou brava. Vi o cab. Ela vem cavalo do cão. Doido. >> Moça, essa vela ficou amarela. Botou uns olhos assim, a casa toda se rebotou comigo. >> Oi. >> Aí, aí tiraram a revolta de culpa. >> Eu não tinha nem sabia o que tinha acontecido, irmão. >> Tiraram, tirar. Eles tiraram eu do foco.
Deixa o velho bêbo, doido. Vamos focar nesse vaqueiro aqui. Aí ele foi dormir lá fora. >> Não, mas antes, depois disso, nós perdeu 20.000 pelo bordado de mortandela. >> Foi. >> Não quer. Calma aí. Que que é? >> R$ 20.000. Eu nunca comi uma mortandela tão cara, mas tava gostosa também. O Nathan pediu um pedaço de motã dela para comer com cachaça e não podia pedir nada. Aí o caba a motã dela perdeu 20.000 por causa do pedaço de motandela para qui. >> Aí a galera ficou puta com você, mano. >> Puta, todo mundo queria
matar ele. >> Matar >> só quando ele foi expulso para dormir lá fora, ó. Como é teu nome? Cabeça de moto 12. >> Igor [Risadas] quando a galera expulsou ele. >> Motor 12. >> Cabeça de motor 12. Um apelido assim. Lá no paro não ia ter um apelido desse jeito. >> Tem cara chamar no começo cabeça de fito de barro >> cabeça grávida. >> É. Aí a galera jogou ele para dormir lá fora. Aí ele pegou o quãozinho para dormir lá fora. Eu fui atrás. Falei: "Não vai dormir sozinho não, parceiro. Eu vou dormir aí
três noites nós dormia do lado de fora lá do rancho e cachaça". >> E no outro dia só tinha ovo na casa os dois primeiros dia. No outro dia todo mundo comeu a mortandela de R$ 20.000 >> porque já já tinha pegado. Ah, >> tinha e tava gostosa, mano. Mostando cara da porra. Não, não, não. Então, mas antes de saber da história de vocês, então vocês chegaram no primeiro dia, o primeiro dia já foi cagado. O segundo dia >> no primeiro dia a Velia foi para ambulância passando mal >> por causa da raiva que o
Natan fez na Velia, >> porque você comeu a mortal dela, mandou ela pr casa do caralho e >> mas eu não mandei. Inventaram. A velha passou mal, pô. >> Foi parar no hospital, pô. Você ficou que ela podia morrer, né? >> Claro, cara. >> Imagina morreu no rancho. Eu ia lá ver esse pés na consciência pro resto da minha vida. Pô, tu é doida. >> Imagina que não era fã. E e a Velia é maió de boa, velho. Mas ela vai xingar nós porque ela xingou tu. Porque tu chama ela de imagina vendo aqui no
pote, mas tô falando só velha. Mas ela é vel. >> Mas agora ela tá suave, tá tudo bem. Não tá no hospital, tá no hospital agora. >> Tá no hospital. >> Ei, o diabo daquela, eu acho que aquela vel era sem vergonha. Iso que ela tá vindo na marca, na marca. O Carlinho Maia veio, falou com ela. Ela na marca assim, morre, não morre. E a morte do lado dela, vim buscar ela. E a morte ela, ela morte, morte ela. Aí o Carlinho falou: "Olha, vou te dar 100.000". Nó que falou que vou te dar
100.000. Não pode ficar em pé aqui. Não pode. >> Pode. >> Nó que falou: "Vai dar essa minha" lá falou: "Ô, seu Carlinho, eu te amo, nós estamos junto. Eu te amo." Eu falei: "Rapa, mas quem é aqu?" >> Minha avó era assim. Minha avó ela ped juro, minha avó, eu nunca vou esquecer. Minha avó uma vez fez um deficiente meio levantar do banco. Ela não viu que o cara era deficiente. Aí ela levanta, quer ir o meu lugar. Na hora que ele levantou, viado, não tinha uma perna, eu fiquei cego já, eu novinho. E
passava a madrugada toda no bingo e sem reclamar. Velia desgraçada, minha. >> Mas tem umas velas que é foda. >> É, tem minha minha minha mãe é assim, eu morei nos Estados Unidos, minha mãe é meia surda. Eu ligava: "Mãe, como é que tá as coisas aí?" Não sei o quê. Ah, o quê? Vamos mandar R$ 1.000 em qual conta? [Risadas] >> Qual conta, meu filho? Você vai mandar? Já passou. Tá ouvindo? Vai, que é sem vergonha também, doido. >> Você conversou com o gordão depois que ele veio essa? >> Conversei, pô, no outro dia
que eles foram me falar, >> mas em compensação tu jogou uma praga nele que ele levou chif. Aquela praga que tu jogou, tu falou assim, ó, tu vai pagar, pagou mesmo. M dele foi lá, deu pro cara do que v >> mas não era mulher que já tava separado. Foi beijando. >> É, também acho que não teve chifre. >> Teve chifre, caralho. Não tava >> não. Eu prefiro que tem chifre. Na minha mente teve chifre. para me achar que ele foi desmoralizado. Eu >> te amo. >> Ah, não, mas >> todo homem tem que tomar
um chifre. >> Tem >> um homem sem chivel indefeso. Tu sabe muito bem. Eu tomei par >> Tu já levou chif já, Marcelinho? >> Meu nego, eu tomei um lá nos Estados Unidos, um chifre dos Estados Unidos vale por 100 chifres no Brasil. >> Por quê? >> Porque eu ainda paguei a mulher para ir pra América. Eu paguei para levar um chifre. Eu paguei 15.000 dólar no chifre doido. Chegou lá, ela ela deu para um policial para pegar grincar e ela deu pro cara e eu fui brigar com um cara. Otaca, quem levou foi eu
também. Não, calma aí, calma aí. Você, calma, calma aí. Você tava tipo pique namorando. Ô gatinha, vem para cá. >> É, vem pra América. Tenta visto. O capeta não deu visto. Ah, vai pelo México com coyote. O coyote levou, já comeu na estrada, deixou lá. Chegou lá, eu falei, moço, na minha mente, primeira vez na minha mente, falei que eu nunca transei sem pagar, sabe? Eu acho que eu até brocharia se eu tivesse transado sem pagar. Eu nunca fiz. Eu vou fazer agora, né? E beleza. Quando chegou lá, eu falei, já tava imaginando na minha
mente. Eu acho que eu tinha uns 27 anos, não, 28, que eu tinha tido minha primeira overdose, era 28 anos de idade. Eu eu marco as coisas assim pelas coisas que aconteceu, tá ligado? >> Olha como que ele lembra do tempo da vida, né? Não, bicho. Aí chegou lá, ela pegou e começou a dar pro diabo no Porto Riquen. Só que o cara era policial e eu corno maribundo, né? Valente vontade de tomar satisfação. Taca de cão. Menino que eu levei. >> Marcou que você chegou lá falando o que policial. >> Irmão, tu tá mexendo
com minha mulher? What the fuck you doing? Fucking asshole. You think better than me? Crap. Come on, let's do this right now. Bora brigar aqui. Bora virar cavalo do cão. F No traduzindo para vocês. Falou: "Moço, tu conhece tu da onde? Eu voce que eu vou ele". pegou na minha garganta, ficou batendo e eu fic, ele era grandão, ficava de longe sozinho. >> Puta, perdeu a mã ainda levou um cacete >> e mudei de estado para não morrer n ser preso, cara. Policial, vocês acham que você foi corno gordão? Seis inspira em mim para tu
ver o que que é que é chifre. Ainda paguei. Aí >> e eu tinha colocado silicone nela, mano. E eu querendo meu silicone de volta com a faca. Vou pegar meu silicone de nova volta rapariga. Se eu coloquei é meu. Eu não paguei a desgraça. Entrei no consórcio, peguei dinheiro emprestado para pôr o silicone e nem usei. Puta que par >> desgraça. Eu ficava imaginando só a mão do pinho amassando meus peitos. O peito era >> Como que é? Como é que faz para ir pros Estados Unidos dessa forma? >> E por que você decidiu
ir? >> Como é que faz? Não, como é que você foi? >> Brefo. Brefo. A gente só sai, o caba só sai do Brasil. Ele é rico demais. Ele tá brefado demais, não tem dinheiro para nada. E aí quando eu ia na época eu trabalhava num num hotel, aí eu tava roubando lá no hotel, aí já rolou um clima de querer me matar, tá ligado? Falei: "Cara, eu vou >> caralho, onde você chega, você faz merda". >> Eu sempre fiz merda, velho, a vida toda, mas agora eu tô parando, vocês estão vendo aí, né? Deu
para ver pelo anjo, né? >> Deu. >> E aí eu pedi o dinheiro pro meu vô emprestado que tinha condição. Aí ele não me deu o dinheiro. >> Quanto você pediu pro teu vô? >> Eu pedi 30.000. Aí ele deu. Que isso? Mas escuta. Aí eu peguei roubei 50. Ele não me deu. >> Mas como que tu roubou 50? foi pra cidade vizinha, velho, tão desgraçado, rico, foi inventar de tirar tirar aposentadoria, nem precisava ser aposentado. Eu falei: "Ah, então tá certo." Fui na cidade vizinha e falei pra galera: "Mo tem um gado ali para
vender". O cara falou: "Quanto?" Eu falei: "Que tanto vocês quiser, né? Meu mesmo tanto você quiser. Qual o preço?" Eu falei: "O que vocês pagar? Bota a carreta lá na hora que der 50.000". Aí eu roubei o gado do meu vô e fui para Governador Valadaras, arrumei um coyote. Aí chega, resumindo, chegando nos Estados Unidos, eu tinha que pagar o coyote. >> Não, não, não. Mas como que foi esse processo da viagem? Ah, você vai para Guatemala, né? De Guatemala você atravessa pro México. Do México você leva umas pizas já para aprender a falar espanhol.
>> É. >> O primeiro dia eu levei uma taca desgraçada que eu saí lá fora para fumar. >> Do próprio cara que você contratou. >> Não, o cara que a gente contrata no Brasil e ele contrata os cara lá no México, tá ligado? >> Tem todo esse processo. >> E aí quando eu cheguei lá, nós ficou todo mundo dentro de um beam. Você sabe o que é beam, né? O porão da casa, né? Ó, vocês não saem daqui você sair aí imigração pega e eu enfadigado com aquilo. Sai o diabo no paulista e o mineiro
falou: "Raz, eu vou fumar também com esses cara. Eu nem fumava." Falei: "Nossa, esse carro aí, fiquei só jogando fumaça." Boo, parece que a imigração nasceu do nada. Imigração mexicana que passou muito chat. Eu falei: "Desgraça, rodou paulista acostumado com pisa e sugesta, policial desceu a mão pro riv da cara dele. Cadê os mutiate? Onde estão os muti?" "Abra para minha hora." Ele calado ficava e apanhando ele calado. Tava falei para esse peste dentro da pisa. Ó, moça, muitinho olhou para mim, o pequenininho falou: "Mui chatito, onde estão os mutatinos?" Falei ali: "A barro aí,
abarro aí. Tão tudo aí, abarro aí, ó. Abarro aí". E tinha um cara lá que eu tinha feito amizade com ele >> tinha um cara lá que eu tinha feito amizade com ele, o nome dele é Rodrigo. Lá era impossível ver, tinha cerâmica e tudo. Falei: "Rodrigo, os caras já viram, Rodrigo, posso sair?" Já rodou. >> E o Rodrigo, >> fomos deportado, todo mundo voltou pro Brasil deportado. >> Os cara não quis te matar. >> Oot daqu. Hã, moço, vou te matar. Tu chegar no Brasil, tu morre. Cheguei em São Paulo, comprei um passaporte falso
e voltei. Aí dessa vez eu entrei. Dessa vez eu não fui lá fora fumar não. Eu fiz do jeitinho >> certinho. Mas assim, uma curiosidade. Quantos dias demora até sair do Brasil até chegar lá e falar: "Cheguei". >> Eu demorei três meses. Três meses na estrada. É. É. Porque que acontece? Tem vezes que você não pode passar, tá ligado? Tem a galera lá na imigração, cara, não, hoje não pode passar porque a polícia de imigração tá em tal lugar ou tá em tal lugar e a gente fica esperando. >> Mas espera onde tem um local
que você fica >> uma casa. A gente fica na casa, você vai andando de cidade em cidade, entendeu? >> Geralmente eu quando eu atravessei, eu atravessei ali em Houston, né, >> no Texas. >> E como foi o dia que você atravessou? Que que como que foi o plano? Tipo, atravessei e agora que que eu faço a partir daqui? Cara, eu sabia uma cidade que tinha, sabe aquela parada de conhecer um amigo de um amigo de um amigo? Aí eu fui pra cidade de no estado de Canedon em Bridg. Aí eu cheguei lá, falei pr os
caras: "Pô, eu sou para mano, pensa numa raça unida nos Estados Unidos." Se algum imigrante tiver vendo isso, chegar nos Estados Unidos, quiser ser bem tratado, fala que é paraense. >> Moço, os car mesmo. Ó, todo paraense quando chega tem lugar para ficar, 60 dias para morar de graça, comida e trabalho, mano. Depois eu me tornei esse cara que fazia essa parada, tá ligado? Galera chegava, eu acolhi a galera, tá ligado? É muito. Inclusive a galera mais unida que tem lá é paraense, mano. >> Por quê? >> Eu não sei, cara. Não sei por não.
Acho que é coisa de paraense mesmo, de um querer cuidar do outro, da vida do outro, comer a mulher do outro. [Risadas] Próximo. Duas coisas. Uma eu vou contar, outra eu não posso não. >> Uma é tentar conquistar o Carlinho Maia. >> Você tá nessa missão, né, >> moço? O negócio é que eu perdi o foco lá com a Valência. Se eu tivesse só um foco lá. >> Tu não largou a mulher, mano. >> Não. Eu tivesse focado só no Carlinho, talvez eu teria conseguido, mas não dava tempo. O povo é a desgraça. >> O
Nef veio aqui e falou a mesma coisa. O foco dele é o carnisma. É, >> é todo mundo quer o carne. O Nef tá doido. >> O neve é aquele cantor. >> Não, quando ele entrava na casa, eu falava pra galera encosta o cor na parede para ele não comer nó. Ele >> todo mundo que ele ia vend ele comendo encosta na parede. Ele o gordão ficou. Falei: "Deita no chão que ele não te come não gordão. Deita de barriga que ele não consegue te virar para te comer, porra". Deita, caralho. >> O nef ele
é esse cara, né? Esconde o cu. Esconde cu. Água de bateria. O nef, filho. O de cair come. >> Ele é forte. Ele é forte. Forte. >> Vocês ficaram quantos dias de ranch do Maia? >> 12 dias. Foi >> 11. >> 11. >> Caralho. Foi 11 dias. Foi 11 dias de loucura. >> Pancada. Pancada. >> Esses dois últimos dias eu queria sair correndo no meio do mundo. Eu não aguentava mais. >> Por de tanta loucura >> eu me acidentei demais, pô. Estouri uma bomba na mão. >> Meu medo era dele morrer, velho. Mas por quê?
Meu cavalo toou a do pé. >> Tá sem voz. >> Deu uma capotada num carro. >> Carro virou de cabeça para baixo. Que isso >> foi, mano? Ele quase se mata literalmente. >> Por que você capotou? Como >> eu errei a dosagem do freio, o bicho passou. >> Mas que carro que era esse? >> É um cortado no meio. >> Ah, então tá. >> Uhum. >> Legal. Mas não foi legal no fundo >> não me estourou. Foço, olha, quando eu entrei lá, eu nunca fui assim negócio assim, viado. É diabo de viado. Rando com esse
diabo de viado. Não, mas deixa eu terminar o assunto. >> Homsexual. >> Homossexual não. Lá inclusive eu e as meninas lá e me cancelaram o primeiro dia porque eu realmente eu não sei. Eu sou velho. Eu sou velho. Eu não sabia. Eu não sabia. Hoje eu sei. Eu tô tratando o trem. Tô tentando aprender. Caralho. >> Transexual. >> Não é que eu falei assim, eu falei na cava aqui, ó. Tá. Vou falar a palavra correta. Eu vou falar a palavra correta. >> Falei, ó. Tá eu, o vaqueiro doido, quatro gostosa, um gordo e e e
dois travest três mais gostoso do mundo. Só que não pode falar travesti. Eu tô falando aqui agora pro povo saber que não pode. >> Travesti, pode. >> Traveco. >> Traveco que não pode. É traveco. Eu ainda falei traveco gostoso, que eu sempre gostei de comer traveco. Acho uma delícia. >> Transexual. E as meninas me cancelaram, tipo assim, ah, não sei o quê, queria dar parte, mas eu só tem que entender o que que tem essa galera nova, entende? Chegou agora no mundo, tem que entender que a porra de nós que é velho, eu sou um
cara de 40 anos. Tem coisa que eu simplesmente eu não sei, tá ligado? Não é que eu sou, >> mas você tá aberto a conhecer, >> ah, não sei o que esse homfob, eu falei, o cara que mais com meu viado no mundo que eu conheço é eu, tá ligado? Então, que eu posso ser homofóbico o tanto que eu vej, o tanto que eu >> é só forma como você fala. >> É, tá ligado? Mas, mas o Brasil apoiou isso. Parece que tá precisando da hora de alguém chegar e ser realista. Porque eu acho que
no Brasil eu tô notando que todo mundo tem um pouquinho de Marcelinho doce. >> Ei, cuidado com Felca. Não, viu? >> É, >> é que eu falei lá que ia comer ele. >> Gente, mas eu conheço. >> Eu apoio, >> gente. Se aquilo ali se aquilo ali não der o curió. >> Vou aproveitar minha última fama que saindo daqui. Já cancelou mesmo. Já acabou comudo. >> Tem ganhar dinheiro, pô. Tem ganhar dinheiro. Se eu ganhar dinheiro eu me mato. Eu com R$ 300 eu me humilho. Eu boto R$ 300 no bolso. Eu vou pro ficar
me humilhando. Tu lá presta. Eu te compro no voltando. Jogo dinheiro na minha cara. Imagina pegar dinheiro. >> Cara é muito bom mano. O currículo do já ouvi algumas histórias. >> Eles não pensaram em te mandar de volta pro Brasil? >> Line lá na época não era assim não. Não tá cortando assim não. Isso parada é muito de estado, tá ligado? >> Geralmente a maioria dos estados não é cada estado é sua lei, né? A amiga minha falou: "Pagou a fiança massinha, te amo." Aí eu saí da cadeia. >> Nossa, senão você ia ficar mais.
Você já trabalhou de que lá na gringa? >> Ah, já dirigi pra puta. >> Mentira. >> Dirigiu pra puta. >> É, tinha morava com quatro puta. Aí, aí ela e aí eu trabalhava na construção civil colocando esse isso aqui, esse piso de madeira. Aí ela falou: "Marcelinho, bora dirigir para nós?" Eu falei: "Cara, mas prostituição é ilegal, mas ser motorista não é, né? O que é legal é prostituição, né? Não vão se prostituir fora do país, né? Ou vão, sei lá, vida de vocês. Aí, beleza. Ela falou: "Não, vamos, você vai dirigir para nós. Nós
estamos sem motorista hoje, você vai dirigir." Aí aquela coisa, nós é parceiro, morava com e morar com puta é muito ruim, velho. Por que que é ruim? Porque, pô, eu tava na América 22 anos de idade, um tesão de comer parede, tá ligado? E aí as mulheres tipo que era tudo mulher de 30 e meio que elas me via como um irmãozinho caçula e eu logo para largar a rola nela. A pi a pi, né? >> A pi >> e as mulher ficavam andando pelada dentro de casa. Veio bebendo cachaça ali. Aí não, não vamos
não. Para com isso. Tu é nosso irmãozinho. Ai calçar irmão no inferno. P no tesão da desgraça. Meia chamando ele de irmãozinho. >> Tu é nosso irmãozinho. E aí como que foi o >> Aí? Ela me chamou. Não, você pode dirigir para nós hoje tem que ir lá em Nova York. Falei: "Rapaz, tu vai dar um pregui Nova Yorca?" Falei: "Tá bom, eu te levo". Aí eu fui, levei ela uma vez, outra, aí depois não fica dirigindo aí para nós. Aí falei: "Ah, se cair é só uma cadeinha re boba também dá nada não." Também
falei, vamos. Tinha uns 22 anos. E aí eu trabalhava de dia na construção, colocando cerâmica, piso de madeira e a ganhava 150 na construção. 200 dirigindo pra puta. Eu calculei, caralho, R50, porra, dá R$ 1.000 no mais de R$ 1000 no Brasil. Já dá para humilhar meus parentes. Tá tudo por dia, né? Tudo calculado. >> Só que aí eu dirigi para elas, não para essas quatro, para as outras. Puta amiga dela, >> quando elas ia pagar, eu perguntava: "Quanto é que é teu programa, hein?" >> Ela falava: "Não é 300". Ela tinha que me dar
200, eu tinha 150. No que ela vinha me dar os 200, eu já parava ela com 100. Poois, vamos foder. Quase que eu passo fome que ficava só 50 por dia. Falei: "Vou voltar pra construção, vou parar de puta." >> Foi um trabalho que te dificultou ali na matemática do dinheiro era não vinha todo dia? >> Não vinha. Não vingava não. >> Então você não conseguiu juntar a graninha nos Estados Unidos? >> Cara, não, eu juntei mais lembrança. Eu falou que mais lembranças mesmo, né? >> Qual? Muita lembrança. >> Muita lembrança. >> Mas deve ter
muita coisa que você esqueceu também, né? Ou não? >> Não, ainda não. Mas se eu der amnesia, eu perco minha fortuna toda. >> Não pode, mano. Tem que fazer um livro. Tem, tem. >> Se eu der amnésia perde tudo. >> Meu Deus. Se der amnésia eu perco toda a minha fortuna. >> Foi. Acaba toda. Foi. >> Tu tá no Pará ainda? Ou é lá ou é a fome que eu não tenho outro lugar para comer. É lá. São Félix do Xigu minha cidade. >> E tu tá em Natal? >> Tô em Natal hoje. >> Ô,
o Natal para mim é uma das melhores cidades que existe no Brasil e nem tô de brincadeira, viado. >> Moro desde 2016 em Natal. Vi embora de retenção. Aí minha mulher me largou. Passei 2 anos e meio largado, aí vim embora para Natal. Aí depois que a gente voltou. >> Graças a Deus moro bem hoje. >> Tá suave. >> Muito bem. >> Onde é Natal ali, cara? Nossa, eu amo Natal demais. Um beijo Natal, mano. Sério, >> Natal é top. Cidade linda. Linda. >> Eu eh onde que é aquela aquele morro lá que tem esse
>> morro do careca. Ponta Negra. >> Isso aí. Ponta Negra. Porra. Nossa, maravilhoso. Esse rolê >> Natal é top. >> Muito top. >> Você sempre fala quando você vai, toda vez que você fala de viagem por Nordeste, você fala: "Mano, eu fiz uma para Natal." >> Não. E aí agora, final do ano passado, eu fiz outra para Natal. >> Fo conheceu o Bombril? Foi Natal? >> Foi. Foi em 2017. Mano, eu amo Natal, de verdade. Muito bom mesmo. Lá lá tem vaquejada, >> tem, pô. Lá que é a vaquejada, >> lá tem um celeiro da
vaquejada, o Nordeste todo. >> Mas o qual que >> o Rio Grande do Norte todo. >> Mas o Rio Grande do Norte é o estado mais forte, você acha? >> O mais forte hoje é o Pernambuco. Hoje é o estado mais forte. >> O que que é mais forte na vaquejada? Tipo que enche mais as paradas, é que o valor é maior da premiação. É isso. >> A o campeonato hoje que é o tipo Brasileirão da vaquejada, ele tem todo lugar do Brasil, mas tem mais etapas no Pernambuco. O Pernambuco é o foco do cavalo
de vaquejada. >> Hum, entendi, >> mano. É porque é uma doideira, tipo, você virar um influenciador. Eh, não do nada, mas eu quero dizer tipo, você nunca pensou nisso de ser >> Não, não, eu não sei nem fazer vídeo ainda, pô. >> Tá ligado? Naturalidade. >> Quando eu conheci ele no rancho, é porque ele mente um pouquinho também, >> mas é bom, hein? >> Mas ele já tava começando a ganhar um trocadozinho, >> tá? >> Mas não, ele não entendia ainda. Não entende. É muito novo para ele as coisas, pô. Muito novo mesmo. >> E
tipo, eu fui dando muitas ideias para ele. Ele foi aprendendo, >> ele tem uma assessoria por trás que tá ajudando ele. >> É bom. >> Ele tá indo bem. Ele tá indo bem. >> Mas se me roubar, eu sou paraense. Eu só tô Não, sabe o que que nós faz lá, né? Nós chama para tomar açí, pô. >> Com Shark. >> Com Shark, tá ligado? De peixe frito. >> Pisica. >> É muito louco. Você, você, mas você nasceu aonde? No Pará. >> Eu nasci em Marabá. >> Marabá. Sei. >> Tomador de taca todo dia. >>
E açaí com farinha >> também. >> Você come açaí com >> farinha de puba, tapioca, tudo. Você >> só não como com camarão. >> E você conseguiu manter isso onde? No Rio Grande do Norte. >> Tem lá um um negocinho que chama Belém açaí. Vende tudo. Vou lá. >> Fica a propaganda aí, ó. Belém sair lá em Natal. >> Natal pode ir. >> E tu? Ah, tu mora lá, né? Porra, fing tu tá tomando cerveja, né? >> Ah, eu falei, vou pegar só uma só. >> Da hora, man. Enjoy the life, brothers. Insista. >> Enjoy
the life, man. >> Á, me sentiu. Me sentiu. >> Cadê, pô? Tu não bebe cerveja não? Teve um tempo que eu parei de beber, velho. Falei: "Car, >> eu tomei, tô assim, mas vou tomar de beber". Mas aí não compensou, mano. Eu quase me mato >> não. Na hora que eu levantei para ir no banheiro, eu dei um sorrisinho, eu falei assim: "Cara, umazinha não vai dar nada, né? a eu vou parar de beber, mas o homem tem que ter um vício. Aí eu viciei em droga. Falei: "Eu vou voltar pra cachaça". É foda, né?
Ô, e eu também vi que, pô, você não tava com patrocínio de bebida, caralho. Mansão marca. Eu fiquei maior feliz com você. >> Tô ainda, pô. Tô. >> Falei, caralho. Melhor divulgador de cachaça aí, cara. >> Ô, o primeiro cara famoso a me chamar assim, me dar oportunidade foi o Toguro. Pô, >> mas você lembra que você lembra que nós se falou um tempinho? >> Falou, falou, falou. Até falei pr >> foi porque eu tinha seguido você, eu tinha visto sua parada, eu falei: "Cara, esse esse cara aqui é muito bom. Em algum momento esse
mano vai >> vai é tu falou isso mesmo, cara. >> Falei a minha cara de um standup, pô. O cara é um fenômeno. >> Não, na hora que eu vida dele é um standup. >> Eu acho que foi que eu vi, Marcel, foi eu via seus vídeos você falando as doid, mas era uns vídeos misturando doidice, mas também falando pra galera que os Estados Unidos a galera ia se foder lá mostrando a real. A minha primeira coisa em espanhol que eu vi também, eu morei na Tabatinga, lá era a cidade fronteira com Letícia. Eu fui
numa feira >> Colômbia, né? >> Na Colômbia. E aí tinha uma criança assim na na aqui assim. Aí eu fui falar com a criança, não sei o que, não sei o quê. E o meu pai brincando com a criança e a criança meio assim. Aí ela tipo me olhou para mim assim, falou assim: "Maricom, tipo ponta de lá me lá pint aí, >> filho da puta do >> Aí o meu pai assim: "Que moleque filho da puta, mano? Caralho, nós estava brincando com a criancinha aí do nada ele tiá maricar na ponta pinta. Aí eu
falei que isso? Ele chegou nós. Ele falou para chupar pinto dele. Pai, que isso? Calma aí. >> É moleque desgraçado. >> O primeiro primeira contato espanhol que eu tive, mano. >> Eu dava um murro na boca desse i não pode. >> E você, Maqueiro, você já era, você já era o o >> nunca foi preso. >> É, então >> você é um cara de boa assim. Não, >> não era. >> Eu sou doido, mas não sou doido, doido, doido. Não, >> doido. Tá. Em que nível de doido é você assim >> de botar um cavalo
no palco, >> de capotar com carro. >> Que história é essa que você botava, dormia com cavalo dentro de casa? >> Saudade da família. E eu tinha que trazer o cavalo para perto de mim. O Marcelin tava no meio do mundo. Quando ele bateu 2 milhão de seguidor com cinco dias na casa, ele já me esqueceu. Ele ficou >> não, que ele ficou naquela coisa assim. Ah, você perdeu a humildade. Falei: "Não, eu nunca te falei que eu fui humilde. Eu só não tinha era dinheiro, mas humilde eu nunca fui não, cara". >> Mano, vocês
estão dando asa ao diabo, meu irmão. Asa cobra. Finalmente tem aquela Não dei asa cobra. >> Aqui é um anjo. >> Algumas, algumas conseguem voar. >> Algumas conseguem voar. Mas você você falou que chamou atenção na internet por causa da sua doidice. >> É, >> mas é um car. Eu sou um cara meio pra frente. Eu pego um Marcelinho desse aqui. Aí pronto. Aí nós toca fogo no rancho. >> Mas querendo ou não, para ser vaqueiro tem que ter um cara tem que ser muito doido. É caral ter coragem. >> Tem que ter coragem. É
um esporte perigoso. Qual, >> quais são os perigos da vaquejada? >> Natã >> já morreu várias pessoas, mano. É, o cavalo capota cima. >> O cavalo vai caindo, chega no muro, bate numa cerca. >> Ó, >> ele quase me mata lá. Vocês não viram não? Não, >> ele me colocou a ripa do diabo numa vaca, doido, e meteu, passou a mão debaixo da barriga da vaca. Vai, você não vira o vídeo não? Que eu cai, caí da vaca morre, pô. >> Eu caí da vaca, eu quase morri, pô. >> Deixa eu ver. >> Bonzinho, tinha
acabado de acordar. >> Ele levantou da cor dessa garrafa. Branquinho, >> branco, sem um pingo de sangue, >> soltando fôlego. Fui pegar sal para botar na língua dele que ele tava para morrer. >> É, falei: "Meu nego a morte vem me buscar. Se acabou por ver aqui. Se acabei nada. >> A isso aí achou. >> Ele me derrubou de uma vaca. Aí, alguém procura aí. >> Olha que vídeo louco >> para >> ele bateu sem ar. Presta atenção do jeito que ele levanta. Ó lá, >> mano. Você voou caralho. >> Bateu as costas. Bateu sem
ar mesmo. >> Moça, tá louco, mano. >> Ô, tá. Vocês foram os protagonistas da parada. Em algum momento vocês perceberam? Você falou, mano, a gente é estão causando para caralho em cima de nós. Vamos continuar. Tava só curtindo a vipe. Hora não percebeu, tipo assim, >> no segundo dia, para de ser ladrão. >> Não percebeu o que que não. Mas nós não sabia que ia ser protagonista. >> Para de ser safado. Você sabia que tava tava. Ele chegou para mim e falou: "O tá dando mor para nós tu que me falou. Boca de burro. Esse
boca de burro aí que me falou. Caralho, bicho, esse bicho é sem vergonha. >> Ele disse quieta com esse mole de paulista, de povo do Rio de Janeiro, tudo metido. Aí dois para esse. Esse Marcelinho é sem vergonha. Ele é sem vergonha. Você, você, você sentiu aí, >> mas paulista e carioca se acha mesmo. >> É, né? >> É, >> você é louco, viado. >> Não, mas tinha uns cara gente boa, >> mas tem muita gente boa também. Tem muita gente boa. >> A gente fez umas amizades boa. >> É láceu padrão, né? E tipo,
nós é a porra toda, nós lá liga para nada >> não. Paraense não liga para nada. Pessoal do norte, nordeste é >> toalha do meio pro fim. Não tinha mais dono. >> Não, lá lá é era comunitária lá. Cada um pegava. Vocês podem ficar com o celular lá ou é só o Carlinhos que fica? >> Não, só o Carlinho que pode. >> Você ficou esses dias sem celular? >> Aham. >> No terceiro dia eu peguei o meu. >> Tava >> porque eu e o Carlinhos. >> Só ele que pegou que ele é mais miro. >>
Não >> é? Então eu queria saber essa parada do porque além de eu ser casado, eu tenho um bebezinho novo. >> O Carlinhos, eu e ele a gente trocava muito um batebola para executar as coisas também, entendeu? Lógico. >> Aí a gente foi se entendendo. Eu avisava ele se podia, o que não podia, porque eu também não queria chegar para tá fazendo coisa que ele não ia gostar, né? >> Não. Tá certo. >> Então 85% das coisas que eu fiz lá tinha autorização dele, >> entendeu? Ele comio ser cancelado primeira vez. O carinho não sabia
de cavalo não. Ele fazia o cavalo era sozinho. O carinho ficou faço >> Deus o livro um cavalo daquele passa por cima do antele que ele entende, ele entende, né? de cavalo agora, mas lá as coisas também não é combinada não. Pelo menos para >> cavalo passar por cima de um anão mata >> literalmente orgânico. >> O que que que que o que que tinha de legal? >> Agora falou agora tu falou anão. >> Cuidado. >> Não, você falou só anão. Só né? >> Viu eles? No é o tesão do cão. Se tu vacila, eles
te comem. >> Tesão do satanás. De hoje em dia quando eu vou foderão eu vou falar rapaz. Aí tem tesão de anão >> não. Ele sai comendo tudo o que vê >> rapaz. Pessoal lá, pessoal lá fez amor. >> Quer usar não >> não parceira é vacilando e rola comendo. Ele é o diabo. Tinha uma uma morena bonita lá perto. Pode falar morena. >> Mas se eu vi a hora deles matar ela de rola também, doido. >> Ah não, Zin gosta. >> Esse é o cal para foder. Eles não é aquele de gente não, doido.
>> Ô, reforçaram aquela casa da árvore lá para receber o gordão da XJ. Eu fiquei me perguntando isso aí porque fala que >> ele subiu na casa do >> Você não viu? Foi tudo na casa. >> Tu viu que tem um pé de manga nela? >> Não vi. E não presta atenção. >> É um pé de manga. É plantaram dois, duas castanheiras do Pará, >> mas eu não sabia que tinha. Como que é essa casa da? >> Eu só vi que ele tava tipo de árvore, tipo de palet assim de madeira. Não sei. >> Mas
rola coisas lá, né? >> Oxe, ele e a Nicole lá foi discussão, foi lá, irmão, na casa da árvore. >> Mas é o quê? A casa da árvore é tipo assim, fez merda, vai pra casa da árvore. >> Não, na verdade são são tem a casa da árvore, tem a casa de vidro, >> tem os quartos de todos os os >> se >> participantes. >> É, tem a chepa, certo? Então são vários cantos que aí o povo vai para lá. A casa da árvore não pode descer, a chepa os dois primeiros dia não pode sair,
entendeu? >> Foi três dias, não? >> Foi três dias. >> Vocês não foram presos lá, >> não? Eu fui preso, >> mas não foi >> não, mas eu fui preso pra minha povo foi. Ah, vou pra cadeia. Peguei e fui preso também. >> Disse que ia uma uma trans. >> Tá vendo? Eu falei certinho. Tô aprendendo. Tá vendo? Não me cancele uma trans lá. Falei: "Rapaz, eu vou entrar lá para pegar esse diabo dessa dessa ol já ia falar essa viada, ó. Dessa trans." Aí eu entrei lá, moço. Mas aí ela sentou assim de perna
aberta. Parceiro, quem tinha era ela também. Falei: "Moço". Aí ela foi mostrou a rola. >> E tu gosta, >> rapaz? Nunca. Nunca coi. Tinha assim: "Ah, hoje eu vou pegar a rola. Você quer? Ah, trisquei. Não, nunca fui. Tipo, tá ali com a mão na maçaneta, girou, nós abre a porta, tá ligado? Eu falei, moço, falei para ela, falei: "Moço, se eu tivesse, se eu tivesse um pau desse também, eu passava o dia todo ilustrando ele com aqueles olhos de cinja de máquina de costurar". Falei, eu peguei, abracei ela assim todo carinhoso, a barba me
arran, eu falei: "Não, aí já é demais também, você é louco, não compensa." >> Foda na cadeia. Isso lá no C. >> Isso na cadeia. Na cadeia, >> tá? Então, para como vocês foram protagonistas, qual que foi a maior lição do rancho do Ma 2025 para vocês? Vai. >> Para mim foi convivência, porque eu sou um cara muito muito correto, muito, muito verdadeiro. E eu pensava que eu não ia dar conta de conviver lá e do meio pro fim a gente que tava pedindo a paz da parada. Então, convivência lá para mim foi. >> Você
aprendeu a conviver com gente desconhecida? Foda. E tipo, cada um com seus bagulhos, cada um que tem os seus dinheiros, suas personalidades, suas culturas. Então não é fácil. Você tá ali convivendo, isolado dentro de uma parada onde você tem que aceitar opiniões. Isso para mim foi uma das maiores lição. Você viu muito pra minha pra minha vida toda. >> E você, >> moço? Lá no começo eu ficava me sentindo, sabe? Sabe já viu aquelas televisãozinha de cachorro que aí o cachorro fica olhando franga assando, se e ele só olha e baba. Moço, no começo para
mim foi aquele ali, aquele tanto de meia gostosa, sem poder triscar e nem comer. Eu me senti um cachorro naquela instalaçãozinha, sabe? >> Mas isso foi sua maior lição? >> Não, não. A lição de vida. Ah, não. Foi conhecer as pessoas, né? Tentar entender ela. Eu tô tentando falar bonito, eu não sei falar bonito. Para com isso. Não, não, não. Não, lição, não lição. Tipo, nossa, que eu aprendi que o bagulho que foi mais da hora lá. Mas amizade, saber sabe fazer amizade, velho, uma coisa parada da hora mesmo, porque tipo igual o Juninho, mano,
ele não parece um molequezinho babaquinha, seria o cara que na rua batia nele, tá ligado? E fazia amizade, tá ligado? Igual o Cowbubói. Não, o Cowubói já sei que nós seria amigo mesmo na rua de vocês já eram nem lembrava, né? >> Conhecer as pessoas de verdade. >> Isso não ficar julgando, tá ligado? Não ficar julgando. Tipo, o cara é playboy, nessa menina não sei o quê. Esse viado tem um pau grande, tá ligado? >> O Carlinhos também é muito foda, mano. >> Ele é sangue bom. Ele fica lá, ele fica lá às 24 horas,
>> ele vive. >> Oi. Que que acontece ali? Que ele tá vai entrar, fica aquela galera lá. É >> loucura, irmão. Todo mundo tem vontade. Por isso que eu te falo, >> quem tem a oportunidade de ir pro rancho do Maia, eu tenho quase certeza >> que vai >> que não vai pensar duas vezes. >> Carlinhos, me chama para ver se eu não vou. >> E se você for, você vai ver que experiência. Duvido que tu vai. >> Você duvida que eu vou pô mais. Juro que os dias que você ficar lá, eu seguro a
parada aqui sozinho >> no peito. >> No peito aqui só para tu se divertir. >> Dá três dias de rancho do mar. Três dias >> não, eu quero uma semana. >> Nossa, uma semana. >> Três dias é férias, irmão. >> Uma semana eu vou ficar com saudade do meu trabalho aqui. Eu acho que eu acho que eu ia morrer lá, >> meu amigo. Lá você lá você não dorme também não tem. >> Sou solteiro. >> Lá é o lugar, irmão. >> Ah, tu é solteiro? Não. Lá para casado não vira não. Lá não vira não.
Lá eu tinha uma noiva aqui fora. O capeta já levou também. Você acabou? >> Sério? Ela >> é por causa da da >> Você acha que eu vou me dar bem lá se eu for? Não. >> Ah, esquece. >> Não, porque o povo sabe quem tu é. Aí é diferente, né? Agora tu fosse anônimo, tu não comia ninguém também, não. >> É mesmo? >> Mas eu tô indo, eu iria na intenção de me divertir. >> Beleza. Tá bom. >> Top. >> Ganhou. >> Ganhou. >> Has >> hashag. >> Tá ligado, >> mano? Mas mas é
agora. Tá, vocês saíram de lá. Quais são os planos? Você agora tá com seguidor para caralho. Você com certeza também muito mais do que tava. Como que é sair de um reality show desse, já vem para uma entrevista e tipo assim, beleza, agora eu sou doidinho, mas eu tenho muita gente me assistindo. Como é que agora? >> É verdade. Eu sou um cara que eu me cobro muito, entendeu? Porque o meu público, querendo ou não, é uma faixa etária muito criança. Mas eu já venho acostumando, já tocando isso aí de letra. Para mim mudou só
a questão de que a gente tá ganhando um pouquinho mais, né? Isso é bom. >> Mas eu toco o barco tranquilo pro Marcelinho. Eu tenho quase certeza que já é uma experiência nova, que vai ter muitas coisas que ele vai aprender ainda, vai ter muitas coisas com tempo que ele vai ter que se privar. Experiência do caralho, irmão. Não tem explicação. >> Tá um momento foda. >> Quem vive um anjo do Maia que tem uma inteligênciazinha agrega para caralho. Agrega. >> Vocês foram ligeiros. Vocês foram cara um influenciador que tá fazendo muito sucesso lá nos
Estados Unidos. Você é um cara que manja muito. Tem algumas, por exemplo, falar para essa câmera aqui, a rapaziada quer ir para Estados Unidos, você fala algumas frases, algumas coisas para assim que o momento que a pessoa pisou nos Estados Unidos, ela pode falar, porque os americanos vão falar: "Eê, vem para cá". Entendeu? Você tem algumas frases, >> frases você fala em inglês, falam, mano, tu vê o americano lá, a primeira coisa pode falar para ele é: "Go to the hell as hooll". >> É muito importante também você falar pro americano, ele vai te abraçar.
S my dick. se che >> essa aí é boa. Essa é boa. >> Ele vai se amarrar nessa >> agora se tipo assim para finalizar mesmo, para ele te amar falar para ele assim, ó. No matter you doing for rest of your life always gna be a fucking trash. Tá ligado? Vai ser muito da hora que seu inglês ele é ele é bem das ruas, né? >> Também deixei bro. >> Tem mais coisas aí para você poder falar? É porque tem muita, muito brasileiro que sonha ir para lá, né? Mano, agora uma coisa importante que
eu falo que a galera fala muito essa parada assim: "Ah, brasileiro lá é só para foder brasileiro, não é mentira", tá ligado? Tem uma galera de boa lá que vai te ajudar. Então é importante, você chegou na América, você não é humilde, finge ser humilde faz igual eu, tenta ser, tá ligado? Até tu pegar um poder. Porque às vezes a galera chega lá, já chega nojento. Você fala assim: "Velho, isso aqui é assim, assim?" Não, não é. Caralho, mano, tô aqui há 20 anos, eu sei que é, tá ligado? Então é importante você escutar a
galera que tá lá, mas não seja boca aberta também, não. Aí o cara falar: "Tu vai dar, tu tem que dar." Não, não sei se tu gosta, tá ligado? Então, tenha consciência, mas eh escuta a galera que já tá lá mais tempo, porque tem muita galera lá de boa, mano. Eu sempre achei errado desse negócio. Ah, brasileiro na América é só para foder brasileiro, não é, mano. Tem uns filhos da puta, mas tem em todo lugar do mundo. Eles estão em todo lugar do mundo. Os filhos da puta estão todo lugar do mundo, tá ligado?
Mas lá tem muita gente de boa. Então é importante o cara chegar no lugar. >> Mas alguém te enganou lá? Tipo um golpe, alguma coisa desse tipo? Não, eu já enganei gente lá, mas me enganaram não. Eu era um filha da puta. >> Não tem como enganar um filha da puta, né? >> Não tem como. >> Aham. Sfobite, filha da puta. >> Você tem você tem outra outra outra vivência de lá? Porque eu lembro, mano, que eu me eu me rachava muito ouvindo as suas vivências de lá. Você tem outra, outra história, outra outra vivência
lá dos Estados Unidos. Você pode compartilhar com a nossa audiência. Tem muita gente assistindo aí. uma vivência legal dos Estados Unidos, um outra cicatriz, outra cadeia. Cadeia foi só duas >> em dois países diferentes. É importante falar >> nos Estados Unidos foi >> conte do relacionamento do Greencardion. >> Não, as pessoas às vezes fazem coisas. Ele falou uma coisa feliz. Não é feliz, mas vou falar. Eu não. A muita gente chega lá e casa para pegar grincar, né, velho? Isso é de verdade, >> é de verdade, mano. A a a grande maioria das vezes mulheres,
até porque homem não tem tanta facilidade para seduzir uma americana e casar, né? >> Brasileiro, ah, eu sou gostoso, me tal, pego cá, né? Então, a maioria das vezes as mulheres, mas acontece também de homem também, tá ligado? Então, não vou colocar eu já aconteceu de um amigo meu paraense por nome de Marcelo, mesmo nome que eu, ficar com um homossexual dois anos para pegar, grincar depois >> do anos? É, depois eu descobri que aquele pet não tinha grical dei de graça. >> Sério? >> Pelo menos eu que roubei umas camisetas da Hol? >> Mas
ele ficava te enganando. O grincar vai vir Marcelinho, só me dá mais um pouco. Eu tenho que grincar. >> E eu pensando, caralho, vou ver minha mãe, vou chegar lá americano, vou humilhar meus parentes, humilhar meus amigos. Na minha mente não tinha negócio de vencer, era chegar ó aí, ó. Chupa meu gricar aqui, caralho. >> E aí >> quando quando que a ficha caiu que você descobriu? F não vai dar. >> Depois que eu vi que ele era mais de imigrante do que ele era da onde? Ele era de Recife. Na onde ele er? Ó,
eu sabe como é que eu descobri? Uma vez a polícia parou nós. Eu descobri que ele não tinha a a drive, que é carteira americana. E eu tive que ir lá tirar. E aí o cara falou: "Não, ele não tem carteira". O de puta madre, Marica.