da rebrats né Por esse essa iniciativa né de colocar em Pauta né a política de práticas integrativas né e as políticas informadas por evidência né Eh eu vou compartilhar aqui minha minha apresentação Então hoje né a política nacional de práticas integrativas complementares no SUS eh está sobre coordenação né do departamento de gestão do Cuidado integral na Secretaria de atenção primária né E existe um grupo técnico um núcleo técnico que faz a gestão dessa política pra gente começar a entender um pouco sobre o contexto dessa política é importante a gente também entender o contexto internacional né
porque a valorização desses conhecimentos e a eh né Essa diretriz de incorporação desses saberes dessas práticas nos sistemas universais de saúde nos sistemas ofici saúde ele não é uma iniciativa apenas do Brasil né então isso é uma iniciativa né da Organização Mundial de Saúde que desde a década de 70 ele valoriza as medicinas tradicionais então desde a conferência de almaata é uma conferência que a gente fala tanto na área da saúde né pela importância que ela traz né inclusive de valorização da atenção primária né como espaço fundamental para garantir a saúde da população nessa mesma
conferência eles eles reconheceram eram que 80% da população dependia quase que exclusivamente desses saberes tradicionais para garantir a sua seus cuidados básicos né então eles falaram que era importante valorizar esses conhecimentos entender que eles faziam que eles tinham uma importância no Cuidado da população mas naquele primeiro momento eles tinham uma visão de que conforme as pessoas tivessem um acesso a medicina tecnológica moderna menos você dependeria né daqueles conhecimentos tradicionais e o que foi acontecendo ao longo do tempo foi o contrário né os países que mais tinham acesso né a uma medicina tecnológica moderna eram os
países que estavam mais investindo em pesquisa né Eh em conhecimento incorporando esses saberes no seu dia a dia regulamentando esses produtos né Eh nas suas vigilâncias sanitárias como uma forma né de de né atingir um nível de saúde melhor a partir desses estudos e dessa avaliação eles entenderam que essas práticas tinham um valor para além né da do que eles esperavam no início e aí eles estabeleceram o estratégia global de valorização desses conhecimentos desde 2002 A 2005 a primeira estratégia a segunda estratégia 2014 2023 e nesse momento a MS está revisando e vai publicar no
ano que vem na Assembleia Mundial de Saúde a nova estratégia por mais 10 anos né então esse debate né E essa eh diretriz da UMS né fala que é importante incorporar esses saberes né Aos sistemas oficiais de saúde buscando reconhecer os produtos os praticantes e as práticas né e a partir daí também buscando eh a melhor qualidade né Eh eficácia e segurança dessas práticas né então tem todo um passo a passo que a OMS fala eh de como né a gente deve valorizar esse Bees né E esse movimento como eu falei ele vem acontecer no
mundo todo esse são dados do eh eh relatório Global das medicinas tradicionais complementares né E eles mostram que em 1999 só 25 países tinham leis ou políticas nacionais de valorização das medicinas tradicionais complementares né E integrativas já em 2018 quando foi lançado esse relatório já 98 países já possuíam políticas nacionais ão mostrando esse grande crescimento né essa grande valorização Por que que a gente não fica sabendo tanto né disso né porque se a gente for olhar o mapa desse relatório que tá aqui no slide né justamente né os Estados Unidos e a Europa da onde
a gente né tem né Um um grande reflexo né Da Da Da onde a gente busca Nossa formação são justamente os países que hoje não t uma política nacional a maior parte dos países da Ásia das Américas né da da da Ásia e da África né já possuem normas valorizando isso né nesse relatório Global eles traz também ó que os países já tem 75 eh países tinham institutos nacionais de pesquisa né pesquisando essas práticas Então a gente vai ver também um crescimento desses eh dos registros de pesquisa desses conhecimentos eh e aí né nesse contexto
né o o próprio Estados Unidos ele tem hoje um centro né Nacional de de de né Eh de saúde eh complementar integrativa Aonde eles fazem eh eles eles financiam as as pesquisas né Eh e a gente tem universidades né Americanas né pesquisando E aí eles têm principalmente dois grandes interesses de pesquisa né um são as práticas mente e corpo né Para justamente a gente ter alternativas não farmacológicas para questões importantes como a dor né o estess ansiedade outos sintomas e também para comportamentos saudáveis e um outro grupo de pesquisa para os produtos naturais buscando né
a interação a segurança os efeitos biológicos e estudar os mecanismos de funcionamento dessas substâncias naturais eh dentro desse contexto né americano eles têm um consórcio de saúde integrativa com mais de 70 instituições de Pesquisas entre elas né Eh nomes conhecidos como Harvard MD anson Albert i John Hopkins e até o departamento de saúde dos veteranos hoje né pesquisando essas práticas então muuitas das informações que a gente tem hoje guidelines né fazem parte desse esforço de pesquisa né Global na Europa também tem grandes grupos de pesquisa né também na Ásia né e a partir dessas evidências
desse cenário de investimento em pesquisa a gente passa a ter vários guidelines né então linhas guias né Eh síntese de evidência no campo dessas práticas né então esses aqui são alguns exemplos mas que a gente não vai se aprofundar E aí é importante dentro dessa das práticas integrativas a gente falar do modelo de cuidado né esse é um um um diagrama do departamento de saúde dos veteranos né de guerra dos Estados Unidos que ele vai falar justamente desse modelo de cuidado né então não só pensando nos efeitos Nas questões individuais mas no autocuidado no Cuidado
profissional na no Cuidado comunitário e no ambiente né nunca foi tão importante a gente falar da né do ambiente né como fator de saúde né e juntando todos esses aspectos eu teria uma saúde global e dentro disso diversas dimensões né que as práticas integrativas Vão buscar né Eh cuidar da pessoa né desde a questão da atividade física a ambiente o desenvolvimento pessoal nutrição descanso né esse ambiente familiar né E de de trabalho né A questão do sentido da vida para as pessoas e mentes e emoção por exemplo Então dentro né de um modelo ampliado de
cuidado eu preciso também ter práticas que vão lidar com essas diversas questões Então nem todas as práticas integrativas buscam ter um efeito né Clínico fisiológico né orgânico né a o conjunto de práticas vão lidar com outras dimensões do sujeito que a gente vai falar lá um pouco mais pra frente esse diagrama daqui é um exemplo né também de que quando a gente fala da incorporação das práticas integrativas né Eh a gente não tá comparando uma tecnologia com a outra buscando uma substituição Como eu faço com medicamento que eu vejo por exemplo medicamento comparado ao outro
eu vou saber qual é o que tem mais melhor efeito Qual é que tem eh o menor custo ou ou a melhor segurança ou a satisfação do usuário e eu comparo esses produtos para saber qual deles vai estar incorporado ao sistema de saúde né nesse diagrama a gente pode ver quando a gente fala de um cuidado integral por exemplo da dor eu vou ter os o possível uso de opioides de procedimentos invasivos de cirurgia mas eu tenho outros tratamentos que vão entrar de uma forma complementar integral de acordo com a necessidade do usuário então ele
não compete ele não é Ou um ou outro né mas muitas vezes ele eh são utilizados forma conjunta então práticas de autocuidado atividades né em grupo terapias não farmacológicas e medicamentos eh não opioides por exemplo compõe junto com os opioides e as outras questões né um um cuidado eh mais integral e que ele vai sendo utilizado de acordo com a necessidade do indivíduo naquele momento inclusive o indivíduo em diferentes momentos ele pode ter necessidades de diferentes questões né então eu tenho um um conjunto de possibilidades de tratamento né pensando nas necessidades individuais e coletivas E
aí no contexto Nacional né era importante Trazer isso para falar um pouco da nossa história aqui no Brasil então né do mesmo jeito que lá em almaata né Foi um né uma conferência fundamental né um evento né fundamental na saúde global no Brasil também né desde a oitava conferência né que foi a conferência cidadã Aonde se traçou os princípios né da nossa Constituição Federal do nosso sistema único de saúde né lá já tinha no relatório final né a a deliberação né pela introdução de práticas alternativas de assistência à saúde no âmbito do serviço de saúde
possibilitando ao usuário o acesso democrático de escolher a terapêutica preferida né a gente traz isso como algo importante né do próprio usuário também ter a possibilidade de escolha terapêutica né quando ele discute o seu plano terapêutico singular né então a gente levou 20 anos né da oitava conferência até 2006 para ter uma política nacional que trouxesse essas opções né como uma realidade no Sistema Único de Saúde e nas demais conferências subsequente a gente também tem reforço né Eh de gestores trabalhadores e usuários solicitando fortalecimento dessa política inclusive na 17ª conferência tiveram mais de 100 né
recomendações de ampliação da política de práticas integrativas e ela ficou consolidada nesse eixo né da do acesso às práticas integrativas complementares ligado principalmente né à defesa da Estratégia né de saúde da família e como uma forma de aumenta a sua resolutividade né Então essa política né quando ela eh implementada em 2006 a partir desse processo de discussão e dessa demanda social el ela vem implementar um conjunto de saberes né um conjunto uma abordagem de cuidado no Sistema Único de Saúde isso é importante porque em outros países o acesso a essas práticas por mais que seja
intenso eles acontecem fora do sistema de saúde né então out of Pocket né as pessoas têm que tirar dinheiro do próprio bolso para eh ter acesso a essas práticas e aí né do Brasil a gente vai discutir que ter essas práticas no sistema de saúde é uma forma de garantir Equidade né porque se depender das pessoas né de grande parte da população né Eh ter recursos né próprios para receber um conjunto de práticas né Eh eles não vão ter esse recurso né então muitas dessas práticas estavam restritas a eh um público privado um público de
alto né poder aquisitivo né a maior parte da população sem a possibilidade de acesso mas não é só a questão de Equidade né Essas práticas vêm como uma forma de aumento a resolutividade do sistema então uma unidade básica de saúde que tenha né Por exemplo uma prática de aurículo terapia ele vai lidar com questões né que são comuns da atenção básica como dores ansiedade insônia náuseas né Eh com a ferramenta né aumentando a sua possibilidade de resolutividade evitando que a pessoa tenha que buscar outros serviços dentro né do sistema de saúde então eu aumento a
resolutividade do tema né outros exemplos né as pessoas no hospital né depois cirurgia né várias dessas práticas já tem uma evidência um uso importante paraa dor então se eu consigo utilizar essas práticas não farmacológicas eu tenho uma diminuição de uso de opioides por exemplo né e eu consigo inclusive né fazer com que essas pessoas com a resolução melhora da dor elas né tenham uma alta eh mais rápida né o que eu f tem uma economia pro hospital né do custo né Eu tenho um menor risco de eh de uma infecção hospitalar ou de outros né
acidentes dentro do hospital né Eh e pra pessoa né ela também vai ter um efeito melhor né Então essas práticas entram Nesse contexto do aumento da resolutividade e uma um ponto importante também que no Sistema Único de Saúde elas são realizados pelos Profissionais de Saúde então eu não tô trazendo um outro profissional um profissional com conhecimento alternativo para dentro do sistema né e sim são os mesmos profissionais que tem o seu olhar ampliado a partir dessas abordagens e ele tem um leque de terapia maior para fazer eh opção junto com o usuário né de uma
forma a aumentar essa resolutividade E aí a gente tem um histórico crescente da oferta dessas práticas tanto na média quanto na na na média e alta complexidade quanto na atenção primária né esse primeiro linha em cima né são os números de par Anes ao longo do tempo né então de 2017 a 2023 a gente ter 26 milhões de participantes né de atividades práticas integrativas né e embaixo o número de procedimentos né então por que essa diferença porque numa atividade de hga por exemplo eu posso ter vários participantes para um único procedimento né então a gente
tem feito essa análise em 2023 a gente teve um crescimento expressivo né chegando a mais de 7 milhões eh de participantes né em atividades de práticas integrativas em um ano né e eh mais de 5 milhões né quase 6 milhões de procedimentos de práticas integrativas pelo monitoramento 2024 a gente tá tendo um crescimento de quase 30% ou quase 40% em relação ao ano anterior então a gente tá vendo né um um um aumento importante passar eh e aí como eu tava falando né é importante eu entender que né Nem todas as práticas integrativas Elas têm
um objetivo Clínico né então eu tenho sim práticas que vão buscar melhorar quant necessidades de saúde específicas né como uma pressão alta Uma glicemia elevada né uma dor né mas eu tenho práticas né que elas não têm esse objetivo elas são de promoção da Saúde então um taix xuão um yoga um meditação elas não foram desenvolvidas para curar né ou mitigar né um sinal um sintoma de saúde elas foram práticas que TM outros objetivos mas hoje né as eh evidências demonstram que essas práticas têm sim efeitos né importantes paraa questão por exemplo da pressão arterial
então é é um um efeito positivo Mas elas têm outros né objetivos então a gente fala que são práticas coletivas de promoção de saúde né Eh nesse campo então eu não vou buscar por exemplo E aí isso é importante dentro dessa discussão de avaliação tecnologia em saúde eu não vou buscar eh evidência Clínica né de de efeito Clínico para uma dança circular por exemplo porque o objetivo terapêutico dela não é ter um efeito Clínico o objetivo de uma dança circular é ter uma socialização do no território é valorizar a cultura né é ter uma ação
né de de movimento né com aquelas pessoas né e criação de vínculo tanto do do entre as pessoas quanto do próprio serviço de saúde né com a a com as pessoas né da comunidade e eu tenho outras práticas que a gente vai chamar de abordagens sociais e familiares né então que elas têm um objetivo da da pessoa né melhorar suas relações consigo mesmo e com os outros então por exemplo uma biodança ela tem esse objetivo da pessoa conhecer suas próprias emoções e conhecer as suas emoções na relação com o outro né então é um exemplo
então eu não vou buscar uma efetividade clínica de uma prática da biodança hoje tem estudos né que já mostram algumas coisas né para melhor de né de quadros de saúde mental né para para outras questões Mas esse não é o objetivo não quer dizer que ela não possa ter efeitos né E aí essa não é uma divisão fechada né mas é só uma demonstração de que algumas práticas Elas têm um objetivo Clínico então eu faço né uma uma acupuntura né eu tomo né um um medicamento fitoterápico eu faço né uma uma manipulação né de osteopatia
por exemplo com um objetivo clínico e essas práticas precisam mostrar que elas vão ter esse efeito né para eu saber se eu vou utilizar no paciente que tá com lobal Gia o que que é mais adequado Qual é que vai ter um efeito melhor né Apesar delas também ter outros efeitos né de bem-estar né e eu vou ter um conjunto de práticas né Eh que vão ter né não tem esse objetivo em si né ar terapia biodança bioenergética entre outras práticas também que elas podem né sim ser utilizados né e ter alguns efeitos determinados e
eu tenho outras práticas né que tem uma abordagem mas né ela já envolvem um conjunto de insumos né como a terapia né uso de própolis de mel entre outras coisas aromoterapia geoterapia entre outras tá E aí dentro desse esforço né da da política de práticas integrativas né a gente vai dizer que a gente tem três grandes fases né Que isso tem acontecido internacionalmente mas também no Brasil né A primeira fase foi de reconhecimento que essas práticas existem no território que a população já utiliza o conjunto dessas práticas né então esse primeiro momento foi de reconhecimento
né dessas eh desses eh desses saberes né uma segunda fase a gente começou Justamente a dizer o que que existe de evidência né nesse esse campo é segura a utilização não é seguro Qual a qualidade Qual a efetividade então começou um trabalho né de eh reunir as evidências existentes então foram produzidos né diversos materiais né de de síntese de evidência para entender qual era o nível de evidência que já existia no no no diversos cantos dessas práticas que eu não vou aprofundar nisso que a a fala do do professor Jorge né e uma terceira fase
agora aonde a gente tá pegando essas evidências né Eh essa síntese de evidências né e trazendo isso para documentos né Eh como Os guias clínicos né os pcdt né da própria conitec né e Gu e outros guidelines internacionais então a gente já tá trazendo essas evidências né que já existe que já são robustos para várias condições né eh e e transformando isso em orientação pros gestores e também né para os profissionais de saúde e aí dentro desses estudos a a gente começou a ver né condições importantes né dentro da saúde pública né Esse estudo né
que a gente fez por exemplo né da dor né entendendo que as eh doenças ostos eh musculares do tecido conjuntivo são as principais causas por exemplo de afastamento de trabalho né E aí as dentro disso as dorsalgias né são as mais prevalentes né das eh dessas condições dolorosas né E que isso tem Impacto não só para pesso pessoa pro indivíduo Mas ele tem um impacto social né Então esse é um dado do INSS que mostra por exemplo que o auxílio doença né ele teve né Um maior número né o maior impacto né Eh financeiro do
que as aposentadorias né Então essas doenças elas tão um impacto pro indivíduo mas também um impacto social um impacto econômico né E aí a gente também tem uma outra questão que é o uso né Eh da automedicação né Então uso né eh eh ordenado né e e não orientado muitas vezes de medicamentos e os analgésicos por exemplo né são a classe de medicamentos né que tem maior eh índice de eh automedicação né dentro dessas questões né de dor dentro desse cenário né a gente já vê por exemplo o Colégio Americano de médicos né Eh Néa
instituição americana já com um guideline né com recomendação eh e reconhecendo né as práticas integrativas né como uma abordagem não farmacológica a dor algumas para dor aguda e subaguda né E algunas para dor né lombar crônica né e a partir daí eles fizeram avaliação né e grade né recomendando algumas dessas práticas né então considerando que a gente vai falar um pouquinho mais paraa frente né o efeito né o risco e a a o custo né eles têm uma forte recomendação para utilização das práticas integrativas Porque apesar de não ter o mesmo nível de evidência né
de um conjunto de medicamentos né o risco dessas práticas né Eh e a e o custo dela são muito menores O que justifica dentro da metodologia grade de ter uma forte recomendação de implementação né E então né tá aqui um pouco um exemplo né E aí uma outra questão que a gente tem estudado ess são as questões saúde mental que a gente tem uma alta prevalência né mais de um eh 970 milhões de pessoas no mundo com desordens de ansiedade com desordens de depressão com déficit de atenção e conjunto de questões e a gente também
vendo já guidelines internacionais também falando né da da de algumas práticas integrativas importantes né para esse para essa utilização então considerando que já existia um nível de evidência né eh internacional aqui no Brasil enquanto a política pública a gente começou a trabalhar Justamente que grau de evidência é isso essas práticas T evidência para quê E a partir daí ela começou a gente começou a produzir junto né com alguns parceiros entre eles a fio Cruz o consórcio acadêmico brasileiro de saúde integrativa e a e a birem da opas né os mapas de evidência né então hoje
a gente tem mais de 29 mapas de evidência de efetividade clínica né Eh de um conjunto de práticas integrativas e também né documentos de revisão rápida né fazendo pergunta né a partir de uma pergunta pico né então por exemplo mindfulness né para tratamento de doenças cardiovasculares e adultos e idosos né então o que que tem disso né e a partir daí esses produtos de evidências foram fundamentais pra gente né Eh discutir um conjunto de coisas dentro da da política né esse é um exemplo né que eh foram coletados mais de 1000 revisões sistemáticas né de
18 mapas de evidência né para poder montar essa esse mapa eh de algumas condições específicas por exemplo das doenças cardiovasculares né então hoje a gente tem né um campo robusto né de de S de de de estudos e dentro desses mapas de evidência a gente também fez uma análise a partir do amstar né para saber também o grau de confiabilidade desses estudos para também né a gente saber qual é o grau de peso que a gente daria na na tomada de decisão a partir daí a gente produziu também alguns informes de evidência que não são
recomendações mas o resumo desses achados para orientar gestores e trabalhadores esses documentos têm sido importantes nas discussões da conitec por exemplo né aonde algumas né pcdt já tem a a a as práticas integrativas né como orientação inclusive o último pcdt foi o de idor crônica que foi lançada agora em agosto de 2024 né E aí Dizendo que essa ção ela é importante né de a gente trazer né Eh o que tem de evidência né Eh mas também trazer essas questões do risco né Eh a a gente entende que o baixo custo o baixo risco no
conjunto dessas práticas e o grau de de efeito que ela tem ela ela justifica né a a gente né passar recomendar e implementar em um conjunto de atividades né Mas claro que uma recomendação ela é um processo que não é somente de uma área né E aí são né isso a gente sempre fez essa discussão A partir né da das recomendações grade né então pensando né na na nos determinantes da força de recomendação Então qual é a qualidade da evidência Quais são os balanços entre os benefícios os os danos né Eh qual é a a
as preferências dos usuários E aí também considerando né que que a a a utilização dessas práticas no território depende inclusive do interesse do usuário e da pactuação do do seu plano terapêutico individual né E também os custos envolvidos nessa recomendação tá então esse aqui vocês conhecem mais do que eu né são né Essas eh eh questões importantes de a gente Avaliar na recomendação né Certeza Geral de evidência o balanço entre riscos e benefícios a certeza das evidências eh e dos custos né pensando também né em equidade aceitabilidade a viabilidade da implementação dessas práticas tá E
aí uma última questão né que eu já Estorei o meu tempo mas eh que é importante para vocês a avaliação tecnologia em saúde a gente tem uma avaliação linear né que ela né ela é importante né mas eu penso numa intervenção numa condição e população e no resultado né mas essas práticas né muitas vezes ela não é uma tecnologia igual ao medicamento né eu não posso comparar da Exata mesma forma um taiuan né com o medicamento Até mesmo porque dentro do território né quando eu faço uma sessão de taiuan por exemplo eu tenho várias pessoas
Então eu tenho populações diferentes com condições diferentes que estão recebendo uma única prática e essa única prática hoje tem mostrado benefícios para dif resultados para diferentes condições diferentes grupos populacionais né então foi isso que eu chamei de uma avaliação de múltiplos benefícios né uma única intervenção para condições e populações diferentes buscando resultados diferentes né Esse é o último Exemplo né então a prática de meditação no território Esse é de uma unidade lá do interior de São Paulo né Eh então eu posso eu já tenho efetividade Clínica né nos estudos da meditação mostrando benefícios paraa insônia
pra ansiedade paraa adição né paraa compulsão alimentar pro controle glicêmico né E para pressão arterial Mas além dessas coisas ela ainda é uma prática de socialização do território e que traz bem-estar então como né ter um avaliar uma prática dessa né e dentro do território né considerando que eles têm essa essas múltiplos benefícios né então eram essas questões que eu queria trazer e eu fico né à disposição pro paraas perguntas e paraa continuidade do do debate