Amarrado com um saco de supermercado. O para-choque dele tava amarrado. E tem aquele outro vermelhinho ali que tá precisando dar uma olhada também. Mas é no fim, aparentemente eu gosto mesmo. Cara, que doideira. Se tu olhar marca por marca, tu teve muito mais Ford do que qualquer outra na tua vida. Dos quatro, três são Ford. Olha que doideira, né? Bom, já vocês gostam de uns troços mais legal, né? O Anderson, Por exemplo, foi pelo caminho da tecnologia, criou a FTEC. Fulltech, como é que chama isso daí? Ftech. Tem várias versões aí. Tem versão do Brasil.
mais conhecida é Futec. Futec, Furtech, Fueltec, Ftec. Tem inúmeras variações. Depende de onde você tá, né? Depende qual, qual com qual a língua, o idioma do cara que tá chamando a marca, que é, cara, para mim, já falei aqui antes da gente começar, impressionante como como se tornou a referência de verdade da [ __ ] toda, né, em questão de de tecnologia de E aí e aí tu vai ter que me vai ter que explicar pra galera aqui também, pra audiência, que eu suponho que tem uma galera aqui que é que nem eu e tem,
é claro, a galera que entende mais e tá mais por dentro do que da tecnologia e coisas que fazem um carro ser muito [ __ ] Vocês devem falar para [ __ ] também de como bombar o carro, deixar ele mais sinistro. Eh, mas cara, bom, primeiro de tudo, muito obrigado Por virem. Eh, e cara, vamos lá. Qual? Vamos começar aqui. Tu consegue dizer qual que é, qual que foi o carro que tu sonhou em ter primeiro de todos? consigo claramente foi. E aí eu tive a honra de realizar esse sonho e ele não se
tornar mais um sonho. Foi um Mitsubishi Eclipse 1995, especificamente 95. 95. Antes de ter Veloze Furiosos e tudo isso que veio, era um carro que eu tenho uma lembrança assim de infância, assim Mesmo, de ver na cidade onde eu morava. E acho que na verdade nunca foi um carro popular em lugar nenhum. Verdade. Ele era caro na época do Brasil, pelo menos. Nos Estados Unidos vendeu muito. Mas eu vi na rua e aí eu já eu era, eu era criança o suficiente para saber que era um carro esportivo, mas eu já tinha algum senso para
saber que não era uma Ferrari. Aham. E aí eu olhava assim, cara, não conheço isso, mas é muito louco essa lanterna interista e tal. E Aquilo me marcou muito, sei lá, devia ter uns 8 anos, 7 anos. e via aquele carro na rua, era, nossa, tu era molecote mesmo. É, talvez era a cor mais feia de eclipse que tinha, que era a verde musgo, assim, tipo, a cor nada a ver para um carro esportivo, sabe? Mas na época, anos 90, né? E e aí quando eu fiz 18 anos, ã, entrou uma grana que eu não
tava imaginando. Fui lá, eu falei, cara, olhava assim, tava na faculdade, fou um eclipse com 18 anos, cara. O cara Eraou era o rei da da faculdade. Não, eu tava assim e aí eu olhava, falava: "Cara, guarda o dinheiro pra faculdade, eu compro um carro. Guardo dinheiro pra faculdade, eu compro um carro". E no final, mal sabia eu que aquele carro virou a minha faculdade por outras razões, né? Mas assim, acabou virando a minha faculdade. E tu? E tu, Anderson? Cara, com 13 com 13 anos de idade, eu fui paraos Estados Unidos a primeira vez
na Disney e eu sentei dentro de um Corvete vermelho e tirei uma foto. Cara, aquilo me marcou tanto assim que aquela foto eu tenho até hoje no meu escritório, eu tenho na parede ela assim. Então, o meu sonho era um corvete. Cara, que loucura. Eu não é. E e ali depois disso eu demorei obviamente 20 anos para comprar um Corvette, eu mais consegui comprar um dos Estados Unidos, mas foi aquele carro que ficou muito marcado. E aí eh por isso que eu também muito fui ligado. Hoje tem vários Carros que são vermelhos e que são
que tem quase uma origem por causa disso também. É, mas eu jurava que o vermelho era por outra razão. Colorado, futebolística. Talvez seja, né? Talvez seja. Não, também. Também. Pô, sabe que o primeiro carro que eu o carro que eu queria ter, o primeiro carro que eu falei assim: "Putz, esse eu queria ter, eu nunca tive." É. E qual foi? Nunca te perguntei. Vai ser fácil De resolver, né? Normalmente, ah, é, talvez hoje seja, cara. Mas não sei se eu tenho ainda. É porque esse essa vontade mudou, tá? Então, assim, eu diria que hoje eu
tenho carro que eu, [ __ ] eu amo meu carro, tá ligado? assim, os cara fala: "Porra, porque tu não vai para um para um, sei lá, um carro mais [ __ ] ou para um carro importado" ou qualquer coisa assim? Primeiro que acho que a principal razão é que eu tô bastante satisfeito com o Meu, eu fico chateado que eu sei que eu vou ter que trocar aquele fusion que tá ali embaixo porque ele é híbrido e tem o lance da bateria, né? E eu sou meio cagão com sei lá, cara. Eu tenho medo
dele. Bom, aí a gente vai poder, vocês vão entender mais do que eu nesse sentido aqui. De repente vocês me adicionam medo ou tiram o medo, que é o lance da bateria dele. Eu tô segurando ali até enquanto dura a garantia. Será que a gente dá aquele conselho para ele Ou não? Então, eu tô ali, eu estou homeopaticamente convertendo ele pro lado da lasanhagem, entendeu? Então assim, ele ainda tá com aquela visão deturpada de uma pessoa normal, entende? Então ele ainda tá, ai tô preocupado com as baterias e tal. Daqui a pouco a gente começa
a introduzir aquelas ideias assim sorrateiras. Mas eu vou te dar um uma dica de vida muito importante. Hã? Tá com medo? Vai com medo mesmo. É isso daí tem sido, esse é o mote da minha vida, né? Não, não, não em relação a carro, mas é, mas se tu aplicar carro, quando tu vê, tu tem aí um meia dúia, 20 carro aí, é fácil. Mas, pô, por exemplo, o primeiro carro que eu queria ter muito mesmo foi um era um era um Vectra, cara. Qual deles, cara? O, eu não sei nem qual que é o
modelo. Eu lembro que vai por volta de 2000 e 9, 10. Ah, já era o finalzinho do Vectra. É, po de Vectra eu entendo, tá? Eu tive todos, tá? Todos. Eu tô falando de um que que é é é assim, para mim só existia esse. Eu nem sabia que que que quando depois que eu fui ver que tinha uns outros que não tinha bunda e tudo mais, mas eu tô falando do sedanzão e e o retrovisor dele, ele era um que vinha assim vinha assim à frente dele, que assim o retrovisor dela era 2009, era
2000 challeng, é, era 2000, era o o quando, por que que eu tô falando essa data? Porque foi quando um amigo, o pai de um amigo meu comprou um E eu vi ele chegando aqui assim, eu fiquei [ __ ] queria muito esse carro. Esse Vectra é o Vectra B, que saiu de 98 até 2007, 6 por aí e depois foi substituído para um outro que perdeu um pouco da essência, mas esse aí realmente é um é um que foi muito sucesso. Esse esse eu tenho fraco nesse carro. É, eu tive dois desse também. É,
mas por que que tu pirava no Vectra? Depois eu vou falar de um outro carro que acabou virando meu Sonho e depois mudou de novo. Bom, é que aí entra um pouquinho meu meu um Vectra. Meu pai teve um Vectra em 94, que eu fiquei muito marcado porque eu queria muito que ele comprasse um Vectra GSI, que era a versão top e ele foi lá comprou um CD. Meu pai sempre nunca, nunca foi de carro assim, o CD de velho bordou com roda chrom, pior que podia ser, né? Então pera aí, tu vai ter que
me ajudar aqui, Anderson. Qual a diferença do GSI pro CD? O GSI é o Esportiva, tipo era a versão esportiva do Vectra. Então ele tinha, ó, na época não era muita diferença, mas ele tinha uma diferença grosseira, muito, muito importante, que era o motor bem mais potente. Ah, tá. Então esse Vector, ele vem com um motor que se chama C20 XE, que era um motor 16 válvulas, que poucos carros tinham na época. Isso fazia dele o carro mais veloz do Brasil em 94. Eu lembro de um comercial, eu não sei se eu lembro de verdade
ou se é meu cérebro Que fica me dizendo isso, que tinha um comercial do Vector andando assim na estrada e Vector, o filho do vento. É. E o e esse Vector, o primeiro Vector que o que é o A, que é um o de 94 até 96, ele era mais quadrado, ele tinha esse motor muito especial alemão, um fabricado pela Cos, o cabeçote. Então tinha umas coisas muito Certos. E e aquele Vectra era assim, era o sonho de do Gearhead da época, porque era o Vectra, era um tempra turbo. Que que Mais era os carros
assim? Tempra era o ômega CD, né? Eh, esses eram os carros que se podia ter na época, que eram os carros mais potentes e velozes da época, né? Carros de cento e poucos cavalos, mas que davam 240 km/h é, mas aí, digamos que seriam importado, né? Aham. Então, e aí eu acabei que o quando eu fiz 18 anos, o meu meu primeiro carro não tinha nada a ver com essa história toda. Foi meu pai, eu eu fazia um estágio, não tinha grana para comprar um Carro. É, quando eu fiz 18 anos, eu esperei que meu
pai me desse um carro, mas bem naquela época ele tava assim meio apertado de de grana e meio que me deu uma enrolada assim, passou uns dois meses assim, um dia eu cheguei em casa, tava ele e minha mãe conversando e ele disse assim, tava contando pra minha mãe: "Ah, eu acho que eu recebi um carro num negócio, mas é bem ruinzinho esse carro. De repente eu vou dar esse carro pro Anderson". E aí eu entrei na hora Assim e abracei ele. Aí não celei o negócio, não tinha mais chance dele de ele desfazer. Fui
descobrir um Fiat tipo 1.6 do pior naipe, aqueles com placa no Rio Grande do Sul com placa H. Era terrível, né? Quilometragem baixada, monte de podre. Carro era um caco. Mas aí eu agradeço uma coisa por ele, porque é o seguinte, eu conheci todas as oficinas mecânicas da minha cidade. Ele me apresentou as oficinas mecânicas. Eu entendi o processo de levar o carro Na oficina. Eu entendi o processo de ficar empenhado, de arrumar custo. Rapidamente, menos de um ano, chegamos à conclusão que era melhor vender ele e comprar outro. Aí eu consegui meu plano original
que era conseguir comprar um Vectra, o GSI. E aí comprei um Vectra GSI sem também entender todo o teor do do que que era um Vectra GS, porque era 1999 o carro tinha. É que até aí tu já tinha o contato das oficinas, então facilitava, né? É, já facilitava, já Entendia. E mas aí só um parêntese curioso, né? Aí ao longo dos últimos anos, eu eu fui comprando mais carros assim e de vez em quando eu acordava, eu brinco de vez quando acordava de manhã assim, por exemplo, esse Vectra GSI eu vendi ele alguns anos
depois, mas eu eu tenho na minha parede, no meu escritório, eu tenho fotos de todos os carros que eu já tive praticamente. Nossa, deve ter um monte de foto. E E aí teve, cara, teve um dia que eu acordei Uns dois anos atrás, falei assim: "Cara, aquele eu eu sentado dentro do Vector GSI com 19, 18 19 anos de idade, eu falei: "Cara, eu vou comprar um Vector GSI de novo". E aí fui lá e catei um vermelho igual, mesma cor do que eu tinha no Brasil. Foi dificílimo porque achar um carro inteiro desses. E
aí comprei Spectra de novo, fiz um motorzão nele, agora tem esse carro. Aí outro dia dei uma bobeira, falei num vídeo assim que disse: "Cara, meu primeiro carro foi Um tipo, não tinha paixão nenhuma por ele, assim, aquele particularmente, mas a versão sed válvul que tinha na época, que era o 2.0 16 válvulas, aquele era um interessante. Fui lá e comprei um tipo setuble. Então agora eu tô meio que comprando todos os carros que eu já tive de novo. Não. Hum. Infelizmente eles já faleceram, os originais ali, mas eu tô achando carros iguais, digamos assim,
para meio que montar a coleção assim dos de todos. A gente já volta nisso, mas Quantos carros tu tem hoje, cara? Tem que olhar, acho que uns 23, tá? Bastante. Tu precisa de espaço inclusive para colocar todos esses carro aí. Mas o que que tu ia falar, Ricardinho? Não, não. Ia perguntar se tu chegou a puxar a capivara dos carros, que tu falou que já não existe mais, é porque tu puxou a capivara das placas. Toda vez que eu botei na cabeça, vou comprar aquele carro de volta, a primeira coisa eu procurava o meu propriamente.
E Casualmente o Vectro, tipo, tava PT, já não tinham, não existiram mais. Entendi. Pena. Entendi. É. E é que assim, depois eu ah, não, pera aí. Antes disso, quanto é que custa um carro desse daí lá nos Estados Unidos? É que esses carros eu tenho no Brasil, né? Os brasileiros, né? No caso não, por exemplo, Vectra não existe nos Estados Unidos, tipo não existe Fiat não existe nos Estados Unidos, né, praticamente. Mas a entendi. Eu os carros que eu tenho Nos Estados Unidos são mais o é, é o Delore, o Corvette, os carros mais os
carros assim que obviamente para lá é relativamente barato e aqui é impossível praticamente. É, aqui é proibitivo, né? É. Eh, beleza. Aí eu te falei do Vectra e mas depois eu fui eu fiquei mais velho e eu comecei a olhar com um tesão diferente pro Civic, tá? E aí lá em 2001 eu a foi quando eu assisti o o primeiro filme do Velozes e Furiosos e aí tem aquela, acho que na Primeira cena, aquilo lá não é um Civic que fica passando embaixo do caminhão aqui assim. Então quando eu vi aquilo ali, eu [ __
] esse carro é animal mesmo. Tu achou legal aquelas portas que abre para cima assim, né? Achava animal. Achava animal, mas eu ficava olhando. Existe uma semente de salvação dentro dele, Anderson. Eu achava animal. Só tá te testando só para entender o nível de Gearhead que tu é. Não, então será que eu vou virar? Será que eu vou ver? Mas é Que naquela época todo mundo achou isso animal. Naquela época todo mundo achou animal. Eu tinha 16 anos. Vai. Tá, tá desculpado. Tá válido. Tcha escroto. Piso de buzão. Daqui a pouco a gente vai testando,
a gente vai jogando, entendeu? Tapete com piso de buzão. Daqui a pouco a gente vai chegar no neon. É semana. É que o seguinte, semana passada eu fui no encontro de carro com nos Estados Unidos, tá? E cara, tinha um cara que pegou um Corvette C8, que é o corvete Novo, e ele botou essas portas de Lambodor assim, né? Que hoje em dia é brega isso aí pra caramba. que eu tava com meu filho de 8 anos do lado e aí eu falei para ele, filho, olha aqui, ó, não se faz isso, tá? Tô te
ensinando assim. E aí eu fiz um RS aí, esse R deu mais de 5 milhões assim, porque foi todo mundo assim mostrando pro pros filhos, eu ensinando assim, ó, o que que se faz, o que que não se faz. Mas tudo bem. 2001 era era legal. Neon era legal. Era Legal, era [ __ ] Ah, tá. O neon também é escruto. Que bom, porque eu acho meio É, cuidado. É bom perguntar antes assim, só para ter dúvida, tá? Tá bom. Eu eu tô entrando na vida desse rapaz aqui. As coisas vão melhorar. As coisas vão
melhorar. E aí eu comecei a prestar atenção nos Civics, né, nessa época aí. Então, eh, quando chegou 2007, eu acho que é 2007 que sai o New Civic, né? 2007, então aquele ali virou o meu carro que eu queria muito ter. Até hoje eu Acho ele muito maneiro. Não, tu pega o si ainda daquele carro ali, é fantástico. O SE é a versão esportiva dele também. Aí o motor é um icônico, né? Um É fodão. É. Tá. Tá. É esse aqui. Entendi. E aí eu eu, [ __ ] [ __ ] queria muito ter um
Civic, mas [ __ ] era pô era tava primeiro de tudo para para ali na na minha galera e no contexto que eu vivia, eu antes de pensar em ter um carro muito [ __ ] a métrica de sucesso era ter um Carro. É, ex lógico. Então, assim, o o o talvez eu tenha te falado isso, mas eu não lembro. Eh, para pegar o meu primeiro Ford, meu primeiro carro foi um Ford K azul bebê e que eu paguei um consórcio durante um tempão. No fim, a carta de crédito acho que era R$ 16.000. Eu
fui procurar um carro. Eu fui procurar um carro, tá? Alguém, alguma loja que aceitasse aquela carta de crédito ali. E aí eu encontrei uma loja que tinha esse carro. E assim, eu Não comprei ele porque eu queria muito ter aquele carro, era só porque eu precisava ter um carro, sabe como é? E aí, cara, eu fiquei com ele bastante tempo. Fiquei com ele um tempão, mas putz, cara, aquilo ali também me fez dar andar em oficina para [ __ ] Ele tinha um problema lá que era a válvula termostática, eu acho que é o nome.
Que cara de três em três meses tinha que parar o carro. Caramba. Uma merda. Uma merda. Mas, [ __ ] vou te falar que Assim, ele me serviu bastante. Eu fiquei com ele bastante tempo, cara. Sofri dois acidentes nele e o não foi culpa minha, nenhum dos dois. Um bateram tava na na Avenida Brasil lá no Rio, na época que tava em os caras tava reformando e aí um and para da [ __ ] A moça de trás tava num P weekend, deu tava no celular, não sei, deu uma porrada no meu carro faz um
tempão isso aí e afundou a mala. Aí é doido que esses car o carro carro popular Encostou ele desmancha porque da outra vez eu tava eu tava a 40 por hora, e essa foi sacanagem. Eh, eu tava 40 por hora na na rua Ana Neri, lá no lá no Rocha, onde eu morava, indo pro trabalho. E aí tinha uma rua aqui à minha frente que ela era ela era para sair e desaguar na rua que eu tava e um posto de gasolina desativado do outro lado da rua com um ônibus eh enguiçado parado aqui na
frente. Cara, eu tava vindo des sa [ __ ] vou sair da faixa Que tá o ônibus e vou continuar andando aqui. Quarentinha por hora. Saiu uma combi desse posto desativado para entrar na contramão. Sabe qual é? Nunca que você vai esperar um bagulho desse. E o cara apenas foi, sabe qual é? Ele não teve nenhuma indicação que ia sair um cara dali, inclusive entrar na contramão. [ __ ] eu bati devagarzinho, cara, porque quando eu vi dei um freadão não sei o que, mas mesmo assim bateu na parte de trás, olha que doideira, na
Parte de trás da roda direita da combi. É. E aí o meu carro desmanchou, cara. As rodas ficaram tortas assim. Caramba, o cara da Kombi, ele veio com um pedaço de pau, juro, o cara veio com um pedaço de pau, desamassou assim o que tava que a a porrada fez a lataria ficar pegando na roda, o cara veio, soltou ali e o carro dele tava pronto para ir embora, meu irmão, e o meu acabou. Nossa, esse dia eu fiquei muito triste, cara. O carro Ficou parado um tempão. Foi aí que eu tive que e comprar
um linha, porque eu fiquei sem carro. Felizmente eu tava com a graninha ali para dar de entrada e passar, mas deu reparo no K depois. Deu, deu, deu assim, demorou maior tempão. Porque assim, eu queria que os caras pagassem a franquia do seguro e aí ficou nessa briga com os caras da firma do cara e pô, acabou que não rolou e eu acabei segurando a onda e aí demorou um ano para eu pegar o Ford K de novo, sabe Qual é? E aí foi bastante triste. Mas assim, a galera inclusive fala bastante mal do do
Line, era um Lia 2009, Dual Logic. É isso que eu ia falar. É. Hã, me conta sobre o Dual Logic, porque eu vou te falar que eu dei sorte, tá? Eu nunca tive problema naquele câmbio ali, mas todo mundo fala: "Uma hora vai dar problema, vai dar merda nisso. Daí eu fiquei com carro um tempo também, alguns anos, eh, e não deu problema. Eu dei sorte nesse sentido." Aí é o o Dual Logic, ele tem algumas questões ali. Começa que o Dual Logic, ele não é um câmbio automático, ele é um câmbio automatizado. Então, imagina
que ele tem um robozinho que pisa no pedal da embreagem e o outro robozinho que faz literalmente o movimento que a tua mão faria ali trocando de marcha. Que ano era isso mesmo que saiu na no Line? Acho que era deve ter lançado transição ali 2010. Mais bom, o meu l era 2009. É porque tu Vê que isso aí, na verdade, a ideia é tipo da Ferrari, da desses carros de antes ali, do Pal City Matic, da minha 355 era assim. Aí eu converti para manual e aí que os caras fazem agora, né? Eles convertem
para manual. Sim, sim. Porque ele é um câmbio manual, se tu parar para para olhar, mas é um robozinho que faz isso aí. Então tu tem tem duas questões, uma, o robozinho pode dar pau, tanto que troca a alavanca quanto que pisa no pedal da embreagem Para ti. Só que isso acontece, mas vai acontecer com tempo e vai acontecer em todos, assim como também é na BMW, todos eles, né? Todos eles acontecem, só que eu não dei sorte mesmo. Sim. E não, porque isso aí demora para acontecer de fato, não é tipo do nada assim.
Só que o que acontece normalmente é que as pessoas não entendem como é que esse câmbio funciona e aí rola uma parada de um desgaste muito mais acentuado por um mau uso. Então como como é que é um mau Uso do do desse tipo de câmbio? Vou te dar um exemplo. Tu tem tu tem um costume de quando tu tá manobrando, por exemplo, tu vamos vamos devagarinho assim. Normalmente tu tira o pé da embreagem e deixa ele vir rolando no câmbio. Não, normalmente tu vai tirando o pé da embreagem ou tá, entendi. É porque tem
tanto tempo que eu não lá. É que quando tu tá num carro automático, tu só tira o pé do freio e ele anda. Ele anda. É. Nesse carro ele não faz isso. É verdade. É verdade. Tu tira o pé do freio e ele não anda. Então qual é o lance? Quem tem esse tipo de carro vai manjar na hora. E isso até hoje, tá? Tu tu vê os câmbios de dupla de dupla embreagem, normalmente eles funcionam assim. Tu tira o pé do câmbio, ele não vai andar. Daí tu dá só um toquinho no acelerador, que
aí é para tu falar pro robozinho falar assim, ó, eu quero andar. E aí ele vai fazer o processo de tirar o pé da embreagem até ele finalizar isso, tu não vai fazer Nada. E aí quando ele acoplou, aí beleza, daí tu anda, continua, faz o que tu quiser. Mas se tu pega e põe o pé e ele tá engatando, tu acelera no meio do caminho, daí ele fala: "Meu Deus, ele acelerou". Aí ele tem que ele tem que adiantar. Daí nesse ele adianta, dá um soquinho paraa frente, tu tira o pé, daí ele fala:
"Meu Deus, tira o pé". Aí ele pisa na embreagem de novo e aí tu fica ele meio confuso. Isso é um problema. O outro problema é tu tá numa ladeira. Hã. E aí tem a galera que até com carro manual faz isso, cara. Em vez de tu puxar o freio de mão, ficar com o carro pé no freio ali e tal e tá tudo certo, tu tira o pé do freio, tu fica vô v. Cara, isso é a morte para um câmbio desses assim, porque o robô não tem a mesma agilidade que a gente tem.
E mesmo num carro que não seja assim, que seja manual, não é uma boa prática você fazer isso, porque tu vai estar desgastando o disco da embreagem, que é um consumível, Ele desgasta mesmo. A função dele é essa. Eh, é tipo tu ficar pisando no freio e acelerando ao mesmo tempo, não faz sentido nenhum, entende? Aham. Então, esses câmbios automatizados sofriam muito por esse tipo de mau uso que as pessoas não tinham a ideia, porque na real o cara te vende isso numa concessionária, dificilmente ele te explica que aquilo é diferente de um automático. Até
porque ele quer que tu volte lá para trocar embreagem, né? É, Mas não na garantia, né, bonito? Não na garantia. Ah, não. Eu comprei esse carro 2009 usadaço, assim. Eu nunca, eu nunca tive, ó, para não falar que eu nunca comprei um carro zero, eu comprei um, eu comprei um Kix pra minha esposa. Uhum. Eu nunca tive meu um carro zero. Sabe qual é? É esse fusil. Esse fusion que eu ando hoje, ele é 2018. Eu comprei ele em 2020, alguma coisa assim. 21 talvez. Eh, então assim, eu não, por de onde eu vim, quando
eu era moleque lá, eh, aquele Lance, né, [ __ ] não tinha grana. Então ficava assim, [ __ ] é muito, quando o carro saiu da da concessionária, ele já tá mais barato. Então eu vou comprar um carro de segunda mão 100% das vezes que eu for comprar um carro, tá ligado? Justo. É. E aí eu fui nessa. Mas bom, já que a gente tá falando de embreagem, cara, eh, eu lembro quando eu tava na na autoescola, eh, um dos treinos que eu tinha que fazer era segurar o carro numa ladeirinha só na embreagem pra
gente Testar. É isso que ele acabou de explicar que não. Exatamente. Exatamente. Não foi a autoescola Brian OCer que ele frequentou. Tá vendo? É. E aí, [ __ ] eu ficava assim, pô, mas qual que é o sentido disso, cara? Não é muito melhor só pisar no freio, botar aqui no vamos lá, tô parado no sinal vermelho, numa ladeira, eu vou botar no ponto. Eles ensinaram isso para ti mesmo? Não, era tipo um treino. Eles não Tava me ensinando. Era uma prova. É, era tipo assim, se é daí é para saber se tu controla embreagem.
Porque se tu faz isso, seguramente que tu vai fazer todo o restante. É o mais difícil. É, mas ainda assim é o carro da autoescola segurou. O mecânico dessa autoescola devia gostar. Coitado dos caras, né, cara? Ainda bem que não era um problema meu. E aí o o o lance que eu tava falando aqui, eu gost queria muito ter um Civic 2007, era isso que eu queria, Cara. Esse carro é muito [ __ ] que não sei o que e tal. E aí eu fiquei nessa do Civic um tempão, mas aí e eu fui apresentado
pro Fusion, cara. E quando eu entrei no fusion, eh, que era o primeiro modelo, se eu não me engano, o ano do carro que eu que eu que eu entrei era um 2006, eh, fodeu. Ali foi amor à primeira vista ali, foi, cara, aquele interior com LED azul, cara. Isso aí foi um bagulho que me aquilo chamava muita atenção, né? Aquele painel diferente, Né? Era muito patrão, assim, muito patrão. E o carro tinha aquelas linhas ali, características daquela geração da Ford. Muito bonito. Eu também acho muito legal. Eu tive um Fusion também. É, teve, teve
fusion, teve todos os carros de velho. Fusion, Mazeira, não, Azira era o pic, era o mais ápice da do da velice. Só que todos os meus carros eu pegava, botava uma ápice da velice, nãoira daquele geração anterior ainda. Só que eu fui lá e botei umas roda 22, Botei soquei no chão, 20 e poucos anos. Ó lá, [ __ ] Entendi. É bom, quando eu que quando eu entrei na pira de ter de ter um fusion também, eu também não era exatamente velho não, cara. Mas, mas eu não sei, tinha alguma coisa naquele carro ali.
Acho que era o lance do [ __ ] primeiro que ele era extremamente confortável, né? Ele é extremamente confortável. Eh, por exemplo, eu tenho você, quando vocês chegaram ali, vocês viram o carro que tu vai pegar em breve, Que tá lá embaixo também, que é agora ele tá prateado, mas ele tava envelopado preto, né? Que é aquela SLK2. Eh, putz, aquele carro ali é muito [ __ ] mas ele não é confortável que nem o Fusion, cara. não é, não é tão maneiro de andar nele quanto é pelo menos e dentro da cidade tudo mais
que o que o fusel, sabe? Eh, e aí eu meio que uso ele mais quando eu vou, ó, gosto de andar com ele quando eu vou fazer, eu vou pegar uma viagem, vou pegar uma Estrada e eu tô sozinho, que é raro inclusive, porque com duas filhas e uma esposa é muito difícil uma esposa, né? Parece que pô, ele o arém do do Igor 3K, não é? tá maluco. Inclusive, salve aí pra minha mulher incrível, mulher linda, maravilhosa, que eu amo demais nesse dia dos namorados aí. Um beijo para você sempre. Eh, então é muito
raro eu usar e aí eu acabo preferindo o outro e para mim tá tudo bem porque ele de fato acaba sendo bem mais confortável mesmo, né? Como é que vocês escolhem os carros que você tu com 20 caralhadas carro, tu tem quantos carros, Ricardinho? 13. É, não se salva muito. 13. [ __ ] moleque. É que é que eu não tenho ainda uma empresa nos Estados Unidos para justificar as compras lá, tá? Inclusive, acabei de fazer a maior idiotice da minha vida, foi comprar um carro lá. Hã, e aí mandar o carro para passear aqui.
E é que é o que é o Mazda, né, que eu comprei. Falei, o Anderson, talvez foi Um dos primeiros caras que soube dessa desse meu desejo e rustido assim, sabe? Que que que era, eu comentei com ele na viagem que eu fiz. Que carro que é esse aí? É um Mazda RX8. Deixa eu ver, já um Mazda RX8. Põe aí, põe aí. Talvez você conheça e e a galera conheça pelo carro da Nila, do Velozes e Furiosos do Tokio Drift, mas é esse aí, ó. Eh, maneiro. E é um carro terrível. Por quê? Qual
que é o ano? O o meu ele é o último ano dessa. Esse o azul é um facelift e o Vermelho é o modelo do meu, tá? Então ele muda um pouquinho à frente ali. Então o meu ele é 2006, tá? E ele não tem ali ele. Bom, vamos lá. Só puxando ali. A Mazda ela é muito conhecida e provavelmente quem curte carro sabe que é porque ela detém ali, ou pelo menos foi a única que comercialmente lançou pro pro público convencional uns motores Vankel, que são motores rotativos, eles não tm pistão, ele não tem
um negócio Subindo e descendo ou de um lado pro outro, tipo, não tem. Ele é um rotor triangular que fica girando dentro de uma câmara de combustão elíptica. Assim, não é nem elíptica, é paraboloide, sei lá como é que chama aquele troço. Enfim, é um troço que é é diferente de qualquer outro motor que você possa conhecer. Isso isso daí é porque você achou maneiro ou ele tem uma vantagem específica? tem algumas vantagens em cima disso. Tipo assim, ele É um motor dito 1.13 e isso é questionável o fato dele ser 1.3, né? Porque é
porque como ele vai, ele faz o ele ele completa um ciclo numa volta do verbaquing, enquanto que os outros motores completem duas voltas. Então ele comparável com o motor a pistão, ele é como se fosse um 2.6 na verdade cilindrada. Entendi. Mas ainda assim ele é um 2.6. Vamos lá. Quantos cavalos tem o teu fusion 2.5, digamos assim? Faço ideia. Tem acho que uns 170, não é? O Fusion 4 cilindros, se eu não tô enganado. O meu tem 240 cavalos aspirado igual teu fusion. É, eu sei que eu sei que aquela Mercedes ali é vai
estoque sem mexer em nada, ela tem 199, não é isso? Isso é num motor 1.8 compressa. É alguma coisa assim. É, provavelmente com, ou seja, ou tô falando merda. Eu posso estar falando merda. Não é, tu tem um superchger e o o Mazda, o RX8 consegue dar mais potência ainda com um motor menor. Aham. Então assim, eh, pelo Ponto de vista da engenharia, é muito intrigante o funcionamento daquele motor. Ele é um motor muito pequeno, assim, se tu pegar o motor de um rotativo, ele é basicamente um como se fosse um balde assim, desse tamanho,
de circular desse comprimento e ele consegue gerar potência absurdas. Aí eu tive um desses também. Me arrependo. Não, não, não, desculpa, eu não vou falar isso. Não vou falar me arrependo. Eu precisei me desfazer dele. Ah, tá. A Gente te perdoa se você quiser recomprar ele, Anderson. Eu, eu realmente te dou essa licença poética. É. E eu eu e aí esse motor tu consegue tirar 1000 cavalos dele assim com uma preparação e ele tem uma um som característico. Se eu imitar aqui vai virar um corte. Então, acho que é melhor eu não imitar. Ah, não.
Tá, vou falar assim, ó. É um faz assim, ó. Foc foca. Faz de conta que eu vou botar um MP3 aqui, ó. Foca em mim aqui. Vai, pode ir and brap brap. a Lenta desses carros, quando tu modifica eles e ele é muito característico, o barulho assim é de rotativo, é completamente diferente. Então, só que aí o problema é o seguinte, o ele não passa emissões desde a década para sustentar ele com modelo novo, que porque é o RX7, que é o o o puro mesmo, que tem o motor certo, rotativo, depois eles fizeram o
RX8 para tentar passar emissões, fizeram umas modificações que afetaram muito a performance para tentar Passar emissões e depois não deu e e descontinuaram. Então, nunca mais vai existir um motor rotativo desse. Entendi. E aí ficou toda uma lenda em cima disso. Então, os carros que t esses motor, por um lado, eles têm uma aura especial. Eu entendo, cara. assim, interessante, porque assim, que legal que esse programa tá acontecendo, porque um de pouquinho em pouquinho eu vou entendendo porque vocês têm tanto tesão nas coisas e e até na no lance de ter 13 Carros, não é
porque tu, sei lá, hoje eu quero sair com esse carro aqui, não. É porque, cara, esse carro aqui tem um monte de particular, é tipo um tipo um colecionar mesmo, né? Não, assim o é que nem a gente, pelo menos o que a gente fala pra mulher, nem sempre é verdade, mas todos os carros que eu tenho, eu acredito que eu comprei por um valor menor do que que eles valem. Não, ô pessoal, vamos ajudar aí, ó. É, é, é isso aí. A gente comprou porque a Gente faz bons negócios. Bons negócios. Isso aí uma
pichincha. O motor tava desmontado no porta-malas, então foi assim, espetacular. Faltavam só poucas peças. Mas todos eles têm uma e todos eles têm uma razão que é a desculpa suficiente pro para o cara se atirar nele, né? E pô, os caras e e assim, se a gente traz um, tô trazendo esse esse RX8 aqui pro Brasil, eh, vamos dizer que você esteja viajando, tu tá em outro estado e aí dá algum tipo de problema Ali, tu para numa oficina, os caras sabem mexer nisso, não sabe. É, é, é que ele tá indo muito além do
problema. O problema começa que ele eu nem na rua vou poder andar. Você entende o tamanho da idiotice dentro da cabeça do [ __ ] Por quê que tu não vai poder andar? Porque o carro não tem 30 anos e eu tenho e eu só vou trazer como importação temporária e eu só posso andar com ele, por exemplo, de plataforma para levar em eventos. Entendi. Entendi. Nem andar na rua eu vou poder. Você entende a o nível? Ou seja, só tava a fim de gastar um dinheiro. É tipo, não é isso. Tipo, tu tu conheceu
o meu galpão, certo? Aham. O Anderson também tem lá o dentro da fábrica nova animal um espaço que é um um museu ali, uma oficina e tal pros projetos de desenvolvimento da Fueltec. Justificado, tá? É exato. Para e e é assim, eu tenho carros ali, por exemplo, que tem um significado para Mim que, cara, por exemplo, tenho um Kia Picanto, que é um carro que eu comprei e talvez é o carro que eu tenho há mais tempo na minha garagem. Ah, é que como é que aquele esse carro aí não vendo ninguém compra, né? Não,
esse esse é a Tuareg, esse esse a Tuareg assim, tipo, pode me dar o troféu assim, cara, agora esse esse aí é pilantra. É o dia que eu vender a Toreg para alguém. Eu vou te falar, eu botei esses dias um, uma vez uma publicação Que eu tava procurando uma SUV premium para comprar e Tuareg e botei na lista, cara, eu dev ter recebido umas 5.000 ofertas de tentando me vender uma Tueg, inclusive a tua, acho. Olha, não, eu olhei, não, todo mundo falou assim: "Aproveita, aproveita". Eu falei: "Cara, o Anderson é meu amigo, cara.
Eu não vou fazer isso, cara". Então assim, todos os carros, mesmo os que não andam, eu vejo eles ali e tem esse significado, tem um porquê. aquele Carro em algum momento da minha vida significou alguma coisa e sabe, é isso que eu a gente de certa maneira e e aí é onde algo que eu falo e o Anderson também e acredito que muitos das pessoas que estão nos ouvindo em casa é que nunca foram só carros e nem nunca serão, porque é o que às vezes significa naquele momento, sei lá, eh, pro Anderson tem alguns
carros que para ele tem esse significado de, tipo assim, H, no caso do Vectra assim de de tipo, Cara, que que a gente tinha na cabeça aquela época que a gente tinha aquele carro e volta, sabe? Tipo, quem a gente era quando eu entro no carro assim, por exemplo, cada carro que eu que eu tenho, eu sinto o cheiro da época assim, para mim assim, eu sinto é como se eu tivesse aí se eu boto aí na música da época, cara, é como se der, é uma sensação muito especial assim e é legal poder trazer
essas memórias para mim. É exatamente por isso que a gente não, Essa semana eu tava em Porto Alegre, ontem tava em Porto Alegre, nossa e daí teve uma época da minha vida que eu fui com Eclipse para Porto Alegre, né? Minha mãe voltou lá, eu cresci em João Pessoa, meu pai faleceu e daí a minha mãe acabou indo pr para Porto Alegre. Eu fui passar um tempo com ela lá e daí eu comecei a passar nas mesmas ruas que eu passava com eclipse assim, sabe? Tipo, não tava mais com eclipse, né? Mas tava andando assim
e aí sabe tudo volta, tipo eu com Aquele eclipse, tipo, eu falei: "Cara, isso aqui eu já dei uma uma chamada na embreagem de dois aqui, fumaceei aqui à frente do Beirar Rio inteiro, sabe? Tipo, então assim, são coisas que nos conectam ou às vezes são carros que eu tenho ã lembranças assim de pessoas, né, ou de situações em que eu passei na minha vida que foram conectadas a carro, né? Então, talvez tem pessoas que tenham isso com outras coisas, sei lá, com cidades, com viagens. Cer eh, vocês com No meu caso é carro e
acredito que o Anderson também, né? É um pouco, um pouquinho, né? Só um pouquinho. E Anderson, cara, assim, e a Fueltech, ela é [ __ ] um fenômeno. Assim, o jeito que é louco, porque assim, eu falo com eu falo com um cara que gosta de carro, ele comenta. Eu falo com um cara, um gearhead, ele comenta. Eu falo com piloto, o piloto comenta. Cara, como é que tu, como é que tu viu que tinha um negócio aí? Me explica como é como é que Tu foi parar nisso daí, cara. Não, nunca vi isso. Na
verdade, eu sempre brinco assim que quem diz que prevê daqui a 10 anos, tipo assim, tu prevê, tu previu que tu chegaria onde é que tu tá hoje quando tu começou? Ó, sinceramente, nesse caso específico, sim, eu sabia que eh eu era meu plano A, B, C e D e eu tinha e tinha muita razão para acreditar que ia dar certo, inclusive eh alcançar alguns objetivos. Eu eu nesse caso, Sim, eu acreditava pr [ __ ] Mas tu já tava Na internet? Eu já tava na internet. Exato. Tá, mas vamos dizer, mas se a gente
voltar um pouquinho, se você falar assim, quando tava dando aula de inglês, tu sabia que tá aqui? Aí não. Aí eu nem sabia que essa profissão existia. Eu acho que é esse que é o ponto, porque quando eu fui, quando eu tinha 18 anos de idade, eu nem sabia se eu queria arquitetura ou engenharia elétrica, porque meu pai tem tinha negócio imobiliário, estava tentando me Convencer a ser arquiteto e ter tocar os negócios dele. E eu e eu não tinha noção. Eu gostava de carro, mas nunca achei que podia, entre aspas, associar a minha paixão
por carros. Com um trabalho de forma clara, acabei, por sorte, fiz vestibular pros dois e o universo me levou para passar na engenharia elétrica e não na arquitetura. Comecei a faculdade, ficou puto. Não, não. Ele, ele, ele respeitou. Ele tentava até parecia que ele não tava Tentando me, não digo forçar, mas meu assim. Eu sei agora melhor, porque eu também sou pai, então eu tenho tento ter esse cuidado, né? Mas foi muito legal porque aí acab, bom, comecei a engenharia elétrica. Ã, e aí nesse ramo, nesse, nesse círculo de amigos com carros, mas eu não
tinha não tinha carro praticamente, eu tinha o tipo ali, no caso, que não era considerado nada apreciado naquela época. Que ano? Que ano? 99. Tá. Tá. E e aí eu comecei a Faculdade, um dos meus amigos tinha um carro preparado lá, um Vector, que ele botou um carburador na minha cidade de Natal, interior do Rio Grande do Sul, Santa Cruz do Sul, e ele disse: "Anderson, agora que tu tá fazendo engenheia elétrica, tu tem que fazer uma injeção eletrônica, porque no Brasil a gente não tem uma injeção eletrônica para performance, porque esses carros sempre quando
tu vai turbinar ou ou modificar o carro, tu precisa botar mais Combustível. E na época ali, na final da Deck de 90, era mais fácil botar um carburador num carro que já era injeção eletrônica para poder ajustar ele, digamos assim. E aí eu tomei aquilo como cara, eu vou fazer, vou tentar fazer. Comecei no primeiro semestre, segundo semestre, enchi o saco de um professor, perguntava como é que eu podia construir um sistema que pulsasse um injetor, controlasse o combustível. Ele me tinha um professor chamado Tiara Gil Wagner Que foi muito atencioso e cara por muita
influência dele, ele me ensinou, cara, procura um esse componente aqui, LM55, para quem é engenheiro eletrônico aí vai saber o que é um LM55. É um chipzinho tradicional que controla um pulso para acionar um negócio. E aí eu fui entender que que era aquilo, comprei um na como se fosse na Santa Efigênia lá de Porto Alegre, Alberto Beans. Montei uma plaquinha, corroí ela, montei, aí fui botar na carro do meu amigo. Cara, Funcionou assim. uma beleza. E eu f logo de cara não teste pai é brab cara sem mentira funcionou de primeira não precisou nem
ajustar e o cara e já era com map e al pressostato não era pressostato de geladeira era uma caixinha com resina a ver era só um potenciômetro para um tempo de gestão. Ele abria e fechava só não milissegundos assim quando eu abri o pressostato ia para 4 msundos, por exemplo, só off, cara. Mas pra época já pulsava no Interior do Rio Grande do Sul eu virei o rei assim. E maneiro que teu amigo é maluco, deixou tu estar e tudo mais. Vai vendo, vai, vai vendo. Aí eu pensei, cara, já sou aí um outro amigo
me pediu, eu quero comprar um dis já sou empresário. Aí falei R$ 300. Na época eu ganhava R$ 200 por mês de de salário na universidade lá que eu trabalhava. E eu pensei: "Cara, vou tirar um mês aqui de salário nesse negócio." Vendi pro cara, Montei, eu mesmo instalei, fomos dar a primeira volta na quadra, quebrou o motor do cara. Eu fiz um erro lá, tinha botado um uma um transitor no virado e quebrou o motor do cara. Foi R$ 1600 que eu tive que pagar para ele. Parcelado. R 300, perdeu R 1600. Paguei para
ele e eu disse: "Cara, eu não vou não, não sou empresário, desisto isso." Continuei, desisti de ser empresário rapidinho. Aí continuei na na faculdade. Assim, uns anos depois, um ano depois acabei Contando umas histórias para um para um colega, um e aí um conheci um outro amigo, um colega, um outro colega da faculdade, começamos a fazer um trabalho de final de curso junto, mas aí nesse meio tempo eu já tinha uma proposta de fazer um estágio de final de curso na Alemanha. Então, botei no Orcut que eu ia pra Alemanha, toda a família, tia, avó,
sabe, falava, meu sobrinho vai para morar na Alemanha, né? E aí no nesse meio tempo fizemos o projeto de final de Curso, que era na verdade uma de certa maneira uma injeção eletrônica, mas eu nunca pensei que ela seria um produto comercial. Eu achei que ela era um produto que eu tava apresentando na faculdade. Aham. E aí rodei em duas cadeiras no na última. Nunca tinha rodado na minha vida. Eu sempre fui aquele aquele aluno que fazia o mínimo necessário para passar. Aham. Nunca me esforcei para tirar 10, me esforçava para tirar sete e aí
rodei em duas Cadeiras, errei o pulo ali. Aí até sempre eu agradeço a professora Glades aí que me rodou numa cadeira porque naquela época não, eu brinco, uma vez eu encontrei ela num num lugar e ela ficou, sabe, mas tu tá braba comigo mesmo? Não ficou tranquilo. É só uma uma forma de de agradecer o universo, porque naquele naquele momento foi o fim do fim da minha carreira. Pensei que eu tinha não tinha não pude mais pra Alemanha. Perdi o estádio na Alemanha e tive que pensar Num plano B. Aí peguei aquele produto que eu
tinha feito para apresentar, apresentar o final de curso que eu que eu montei no meu quarto, fui para Curitiba numa prova de arrancada, botei embaixo do braço com uma bateria 9 V, uma caixa de sapato e comecei a mostrar pras equipes lá. Mas eu tinha 20 anos de idade, então os cara devia tá de sacanagem. É, aí das 50 dos 50 equipes que eu mostrei assim, umas três assim me deram credibilidade e disseram: "Não, Pode vir". Peguei um ônibus, fui para São Paulo, dormi no na casa de um deles que era o Sandro Bruno, instalei
nos três carros lá e aí começou a empresa devagarinho. Aí começou, aí eu produzia no meu quarto de casa, tinha minha cama, minha escrivaninha e montava numa outra escrivaninha. Quando tu instalou no carro dos caras lá, eh, tu mudou ali mesmo, assim, a coisa funcionou para valer, suponho. Depois já não tinha mais o transistor invertido. Sim. Não, aí já É. Não, aí eu apr aquela lição foi aprendi com erro, digamos assim. Mas eh depois disso foi, cara, foi assim uma fase muito legal, porque eu peguei uma janela de oportunidade hã que o mercado brasileiro, por
por ter imposto de importação muito alto e esse mercado ser um nicho muito pequeno, não existia essa indústria de de injeção eletrônica, digamos assim, de performance no Brasil, praticamente existiam duas marcas que já estavam meio Que num produto bem antiquado e acabaram meio que tirando o pé naquela época e eu praticamente o meu produto mesmo artesanal, ele era ficou sozinho no mercado assim. E aí eu comecei produzindo quarto de casa e daqui a pouco eu aluguei uma salinha de 40 m². Aí peguei um um cara que morava comigo, perguntei quanto é que ele ganhava para
ele me ajudar e aí um botei uma daqui a pouco um outro cara para ajudar a montar. Já tinha esse nome Ftec. É o Nome e o nome foi muito inspirado em produtos americanos, australianos. E eu sempre tinha na cabeça assim que, cara, é muito difícil tu provar no Brasil que um produto nacional dá certo. E aí um nome americano, digamos assim, talvez fosse uma boa estratégia. E aí foi por isso que eu, digamos, usei um nome bem bem americano, sabe? E e aí teve a e aí do produto assim de começar a produzir em
casa, começar a aumentar a empresa, foi indo, foi indo, foi indo. E aí de 20003 que eu abri, literalmente abri empresa oficialmente registrando e produzindo até 2004, 5, 6, a gente em 2006 a gente ficou sozinho no mercado, assim, literalmente não existia mais nenhum outro produto nacional e os importados não não tinham interesse o distribuição. E aí daqui a pouco começou a a entrar algum outro produto, começou a surgir umas outras empresas no Brasil. Ah, e aí eu comecei a viajar paraos Estados Unidos, fui a primeira vez paraos Estados Unidos, 2008. E aí quando eu
cheguei a primeira vez nos Estados Unidos, fui numa prova de arrancada. Tu foi lá, tu foi lá de orelhada, ninguém te chamou, tu foi lá. Na verdade, tinha um um grande amigo meu ã chama Kakada, que é um piloto de arrancada. Até brinco, quando eu comecei ele já tava 20 anos na arrancada, mas ele sempre, ele é um cara muito inteligente, que que foi um dos três Caras que me disse: "Não, pode vi". H naquela época. E aí eu e esse cara assim, apesar de não ser engenheiro de formação, ele era um cara muito ligado
nisso, advogado, mas nunca praticou, digamos assim, e virou meu melhor amigo assim, praticamente. E aí e ele tinha muito hábito de viajar paraos Estados Unidos, pras corridas. Me convidou para ir para uma corrida, só que eu tinha, era a segunda vez que eu tava indo paraos Estados Unidos. A primeira foi Com 13 anos porque eu sentei naquele Corvete. Aquela era a segunda vez. E aí quando a gente foi numa prova de arrancada em New Jersey, tava 0 graus, quinta-feira, portão fechado, todos os caminhões esperando na para entrar na pista e a sentado no cordão da
calçada, literalmente eu, ele e um outro amigo, Rodrigo Faquini, e a e a gente um um dos caminões abriu a janela assim, disse: "Cara, que que você perguntou pra gente em inglês o que que a gente tava fazendo Ali?" A gente a gente veio para assistir a corrida. "De onde é que vocês são?" "Do Brasil. Não, tá louco, tá muito frio, vem aqui dentro." E aí aquela era a equipe da Red Bull de arrancada. Isso é 2008, né? Tipo assim, hoje a gente conhece Red Bull do Fórmula 1, por exemplo, mas ele já tinha uma
equipe de arrancada naquela época. E aí, cara, ele foi uma oportunidade assim, uma daqueles momentos na vida assim que tudo conjunturou assim e os caras nos Mostraram tudo como eles faziam. Eram os carros mais avançados do mundo, tração dianteira na época. E eles mostraram tudo como é que eles faziam os controles de tração, a forma de o carro não distracionar. E a cara, aquilo abriu a mente assim, quando eu voltei, tu foi perguntando para eles e eles foram mostrando assim, sem qualquer eh porque não era concorrente deles, né? Literalmente uns guri ali que não sabiam
nem falar inglês direito e eles estavam E e a gente estava interessado, eles foram nos mostrando como é que fazer. Quando a gente voltou pro Brasil, eu parei tudo lá, nós tinha uns oito funcionários na época, seis funcionários, uma coisa assim. E a gente fez um controle de tração que era era só uma assim que não deixav o motor disparar o giro, que a gente chama de controle de rotação por tempo. E aquilo diminuiu, melhorou um segundo tempo de arrancada de todos os carros na época. Foi um salto assim enorme pro mercado nacional. Os carros
que viraram 10 segundos baixaram para nove, os carros que viraram 14 baixaram para 13, por exemplo. E isso foi um salto enorme pra época. E aquilo me clicou assim. Eu disse: "Cara, eu tenho que ir paraos Estados Unidos mais, eu tenho que entrar nos Estados Unidos". E aí eu comecei a tentar ir paraos Estados Unidos. Aí 2009 abri a empresa na Califórnia. Pensei que a Califórnia seria o melhor lugar dos Estados Unidos para ter um carro preparado. Mesmo para quem não entende carro já sabe que hoje obviamente não é. Se for comprar um carro em
qualquer lugar de São Evite a Califórnia. E aí na Califórnia eu fui em 2009, bati umas 300 oficinas, uma abriu a porta. Ha. E aí aquela oficina o cara permitiu que a gente instalasse o produto, botamos o produto, fomos pro dinamômetro e o cara nunca nunca foi nem Pra pista. Gastamos uma grana assim naquele ano, foi difícil, não deu. Aí a gente começou a fazer feira lá, mas assim uma enquanto que o Brasil a gente tava crescendo, daqui a pouco 20 funcionários, 30 talvez. E a gente foi várias tentativas. Eu eu digo que eu falhei,
eu falhei três vezes nos Estados Unidos de eu abri uma empresa na Califórnia, depois eu tentei em New Jersey com um outro parceiro lá também não deu certo e Depois a gente tentou uma uma estrutura na na Flórida que também não deu certo. Essas não estavam dando certo porque a galera não consumia esse produto, cara. Depois fica mais claro, né? Mas na época assim, o produto não tava, eu não tinha um produto certo pro mercado americano. Eu tinha um produto, o Brasil naquela época tava 20 anos atrás dos Estados Unidos. Então eu tinha um produto
como se fosse assim em 1988 tentando vender em 2000 e 2010 10 pros Estados Unidos. Tava muito atrasado o produto, mas eu era teimoso. E também a gente também tinha uma uma coisa que a correr atrás assim e insistir e tentar aprender é uma coisa que a gente sempre fez muito bem. E e aí acabei insistindo, insistindo, só que a terceira vez que a gente, digamos, quebrou lá, eu achei que não ia que não que tinha acabado a chance, que não ia ter mais chance. E aí, e aí o mercado brasileiro também tinha dado uma
retraída e, e a, e a, tudo dinheiro que A gente ganhava aqui, a gente tava tentando investir para entrar lá. E aí começou a não ter sobr dinheiro sobrando. E aí uma conjuntura de fatores, um grande amigo nosso na época que era um piloto aqui, chama Roder Jan, comprou um carro de corrida lá em 2012 e me ligou: "Ah, eu tô comprando um carro, dois carros de corrida que chama Pro Modes, que são os carros mais potentes do mundo. Tem 3.000 cavalos. Para ter uma ideia, na época tinha 3.000, hoje, Hoje chega a ter 4
5.000. Pro mode. Pro mode, que é um promodified assim, é um é um um chassi todo de corrida com uma bolha em cima de como se fosse um carro com portas, tá? Fazem, por exemplo, 0 a 400 km/h em em 5 segundos e pouco numa arrancada. E só que esses motores são muito complexos de controlar. E aí quando ele me ligou, disse: "Ó, tô comprando esses carros Estados Unidos, eu quero usar Fueltec nesses carros para Trazer pro Brasil". Tá aqui o telefone do americano que eu tô comprando os carros, liga pro cara. Quando eu liguei
pro cara, eu me preparei e olhei assim o produto que eles usavam e era e era muito mais avançado que o nosso. E aí quando eu liguei pro cara, eu falei: "Olha, a gente não faz isso, não faz isso, não faz aquilo" e na terceira não faz. O cara encerrou a conversa: "Ah, não sinto muito, não tem como fazer. Esses motores são, precisam desses Recursos". Eu liguei pro, pro meu amigo, disse: "Ó, não vou conseguir, nós não vão conseguir, mas me dá dois anos que a gente vai desenvolver um produto para fazer isso". E aí
levou o carro pro Brasil, demorou seis meses para entregar o carro. Quando foram entregar o carro, os americanos vieram, foram numa pista de arrancada, no caso do Speed aqui em São Paulo, em Itatiba, e foram no Velopark, no Rio Grande do Sul. Aham. E viram que 95% dos carros de arrancada do Brasil estava usando o nosso produto. E aquilo meio que abriu os olhos americanos. Eu conversei com um cara, beleza, aí encerrou, o cara voltou para Estados Unidos, seis meses depois ele me liga. E aí quando ele me ligou, seis meses depois ele disse: "Olha,
eu tô, quero conversar contigo, vem aqui nos Estados Unidos ou vou pro Brasil disse: "Ó, é sério". Só que em 2012, quando eu não tinha Google Meet, não tinha nada, né? Tinha que pegar o avião e conversar Com alguém. Fui paraos Estados Unidos e o cara me propôs pra gente fazer um produto que fosse com a marca deles. Como a gente já tinha falhado três vezes, já tinha dado errado e nosso não tinha mais recurso para tipo investir, a gente aceitou a ideia e começamos a desenvol aquele produto que a gente já tava desenvolvendo desde
aquela conversa inicial, acabou provavelmente iria virar um produto para eles. Só que ao longo dos próximos anos ali 2012, 13, eu fui Indo paraos Estados Unidos para testar o produto com eles, para validar. E a gente começou a criar uma relação muito forte até de, não digo de de amizade, mas assim de parceria. E a gente decidiu ser sócios. E aí, na verdade, esse americano virou meu sócio nos Estados Unidos. E a gente de em vez de usar a marca dele, a gente levou a marca Fotec para pro produto lá, que foi a decisão mais
acertada. Só que aí a gente fez uma estratégia em vez de entrar de baixo Para cima, nas outras anteriores eu tava dando produto de graça, era um produto barato, era um produto mais simples. A gente fez um produto top assim e botou nos carros mais rápidos do mundo assim que esse cara tinha acesso. E aí a gente fez uma uma conversão assim de vários carros para uma corrida e chegou numa corrida assim com a foi a notícia mais bombástica daquela daquele nicho assim, porque vários carros chegaram de Felotec numa corrida, eles nem sabiam o que
que Era e ganhamos a corrida assim naquele primeiro ano foi um campeão. E aí a e aí o E aí a gente começou a entrar no mercado americano. E aí foi nesse momento aí que tu sentiu que deu certo? Cara, esse isso aí é um sentimento difícil de como é que eu vou dizer de acknowledge, é como é que é de reconhecer de reconhecer. Eu raramente consigo reconhecer um momento assim. Vocês me entendem? É mais Fácil olhar pro passado e diz: "Cara, naquele momento deu certo, mas eu na hora eu não". É difícil tu tu
cantar a vitória, entendeu? É difícil tu celebrar. Para mim é muito difícil. Mas agora olhando depois foram alguns desses momentos somados que deram com certeza foram quando é que deu certo. Mas aí depois em 2015 a empresa começou a crescer. Eh, um um cara que era estagiário meu no Brasil, Luiz de Leon, acabou foram foi uns caras que foi para Lá para para trabalhar logo na tentativa de New Jersey. Eh, eu ofereci para ele virar sócio, porque eu pensei que eu nunca poderia me mudar. por exemplo, Estados Unidos, que imagina empresa, eu sou fundador, a
gente tinha 30, 40 funcionários já no Brasil, já era uma empresa um porte razoável, eh, tinha uma posição boa na América do Sul. E aí esse meu esse esse o o Luiz foi para lá para me representar e operar a empresa 2014, 2015. Só que 2015 a gente começou a dar Muito andar muito bem lá. E aí eu comecei a ir seis vezes por ano, oito vezes por ano, 2016 também. E aí foi que surgiu a um a percepção que eu eu tenho que me mudar paraos Estados Unidos, porque na verdade eu tava indo muito
mais para lá do que aqui. Aí em 2016 eu fiz o o processo de visto e em janeiro 17 me mudei com a minha família para lá, minha esposa e dois filhos. Entendi. E aí e aí na na época a empresa aqui já tinha uns 50, 60 funcionários. H, o meu Sócio aqui no Brasil assumiu a como CEO da empresa, gestor, e foi a melhor coisa que tem, porque aí a gente, ele é um cara, um administrador fantástico, uma capacidade de gestão inacreditável, 1 vezes melhor que a minha, e a gente começou a se distribuir
e ter, obviamente, o meu foco sempre foi muito desenvolvimento de produto, expansão de mercado. É isso que tu faz até hoje? É isso que eu faço de maneiras, desculpas diferentes ou formas diferentes, mas eh Tem que tá na no meio onde tem empresa que funcione sem o dono ou alguém muito motivado, assim, o cara que não, o cara tem que acordar de manhã ou ir dormir de noite pensando que ele tem que fazer um negócio no dia seguinte e que aquilo move ele. Então, de certa maneira, é a é a forma que tem que ter
uma liderança nas empresas, né? Então, quando eu fui paraos Estados Unidos em 2017, aí a gente conseguiu crescer muito assim até 2019, 20. Em 2020, antes da pandemia, a Gente chegou a ter, chegamos a 100 funcionários aqui no Brasil. Ã, a estrutura boa, assim, o produto avançado, produto já lançamos vários outros produtos e nos Estados Unidos nós tinha tipo 15 funcionários, 20 funcionários. Só que aí a pandemia foi um efeito muito interessante, porque a pandemia a gente chama do COVID boost, porque ele simplesmente acelerou vários negócios e freiou outros, mas particularmente o mercado de de
Performance, o cara que gostava de carro, ele acabou ficando em casa, ele recebia o salário, ele podia mexer no carro, ele gastava no carro e ele deixava de gastar em viagem. Interessante. Então ele gastou muito mais carro. Toda a indústria de performance automotiva cresceu 50, 100% nos anos de 2020, 21. Isso é generalizado no mundo inteiro praticamente, porque acabaram gastando muito. E a gente teve uma estratégia Muito assertiva de como gerenciar estoque durante a pandemia. Eu diria que é uma, a gente fala, pode falar sorte ou tu pode falar visão, mas a gente percebeu que
poderia faltar componentes. Se a gente é uma indústria eletrônica, a gente se precaveu e sobresto tudo que podia e a gente foi a das top 10 mundial, a gente foi a única empresa do mundo que não faltou produto praticamente. E isso aí ferrou, aí tu domina. É, a gente ganhou muito mercado. Então, de 2020, antes de pandemia para pós pandemia, a gente passou de 100 a 200 funcionários aqui no Brasil. A gente cresceu assim exponencialmente naquele naquele momento. Reinvestimo profundamente em desenvolvimento para passar eh digamos assim, ter um produto cada vez mais avançado. Nesse momento
aí existiam outros produtos no mercado que eram mais avançados que Sim. É, e e é uma questão eh como é que vou dizer assim, tu tem Produtos que são antigos, porque, por exemplo, a Fuotec hoje ela tem 22 anos, tá? Mas eh existem empresas assim que são líderes e que e que são mais reconhecidos que tem 40 anos. Então, se tu for pensar, a gente nasceu quase 20 anos depois dessas empresas. Uhum. E e uma e a e tu não nasce com produto avançado, ele vai avançando com o longo dos anos. Ah, então para para
nós assim sempre foi uma corrida de correr, correr, correr atrás. Só o que aconteceu Nos últimos anos? Nos últimos anos, a maioria dessas outras empresas acabaram sendo vendidas 2021 com custo de capital muito reduzido. Os grupos de investimento abocanharam todas as empresas. Acho que das top seis, oito mundiais, eu eu sou a única empresa privada nesse mercado. Todas as outras sete, por exemplo, das top oito são grupo de investimento ou capital aberto em bolsa. Entendi. Só que isso também muda a forma como tu toca uma empresa, Né? uma empresa com investidor, grupo de investimento, tem
que ter uma outros objetivos e no final das contas tu alguns propósitos da da empresa acabam sendo, não digo distorcidos, mas eh tu mudam algumas dos objetivos assim. E aí isso nos deu uma vantagem competitiva fantástica, porque a gente era a única empresa praticamente privada que tava realmente investindo em desenvolvimento de tecnologia. E se tu for pensar, olha O teu o iPhone foi lançado 2009, por exemplo, tá? Em 2009, a tecnologia eletrônica era o o iPhone era o APS, né? Se pegar um iPhone 16 hoje, comparar com o iPhone 2009, a capacidade de processamento é
absurda, é outra coisa. Só que se tu for entender hoje a maioria, não vou dizer todos, mas a maioria dos dos produtos que existem no nosso mercado hoje ainda usam tecnologia de 2010 e a gente é o único que tá usando tecnologia tipo de 2025, Entendeu? Entendi. Então a gente deu uma passadona por fora em tecnologia, em hardware, em capacidade nessa última virada agora. essa última virada, mas mesmo na anterior a gente já tava com uma capacidade hardware, era um hardware poderoso assim, sim. Mas agora a gente trouxe um nível que o mercado praticamente nem
reconhece ainda o quão avançado o produto é, porque assim, até incorporação de inteligência artificial, uma série de coisas assim que que o Mercado nem entende por que que eu vou precisar inteligência artificial no carro. Se for pensar, hoje é ridículo, não, hoje é questionável isso. Daqui a 2, tr anos, tu como é que um carro não vai usar a inteligência artificial? Então assim, tem muita coisa de tecnologia que a gente tá investindo e investiu e ao longo dos anos que hoje tá se pagando. Então, nos últimos anos a gente deu uma passada por fora em
tecnologia praticamente do mercado Inteiro e e solidificou realmente uma poção muito forte no mundo. Tanto que os Estados Unidos hoje passou o Brasil para nós de faturamento, mas a gente fabrica todos os produtos aqui, exporta pro mundo inteiro. Entendi. Esse é um resumo aí do [ __ ] uma [ __ ] história sinistra. E você como como é o cara que gosta de carro e o cara que quer col que vai, seria maneiro ter um produto desse no teu carro aí, como é que tu como é que tu tu enxerga essa essa assim, vai, Tu
deve ter feito parte em algum momento disso daí, não de estar lá ou qualquer coisa, mas de usar o produto ou ver o produto funcionando como consumidor inicialmente, porque, né, eu comecei na parte da engenharia mesmo, que é o que eu acabei indo estudar lá trabalhei do anos na Volks mesmo. Ã, daí depois fui ser piloto de teste por um breve período e aí depois eu já tinha o meu carro, eu aprendi a mexer no meu carro e aí eu fazia para amigos e tudo Mais, mas nada ainda tão profissional até o momento que realmente
eu sofri acidente lá quando eu era piloto de teste. E aí eu falei: "Cara, então como é que foi esse acidente aí?" Ah, cara, eu tava ã performando um teste e daí teve uma Esse teste é o quê? É tipo, ver se o carro tá estável. É, mais ou menos. Tem diversos testes. Na verdade, eu performava testes para era era um pr pra própria faculdade em que eu estudei. Então eu a tu podia chegar lá na Faculdade, tinha o setor de do centro educacional ali na Mauá, que é a faculdade propriamente, e tem o centro
de pesquisas que aí eles prestam serviços pra indústria ou para terceiros. Então, se tu quiser pegar e fazer um teste depois que o teu fusel ficar pronto para descobrir 0 a 100, 100 a zero, consumo homologado, tu pode chegar lá na Mauá, no centro de pesquisas e pedir para eles fazerem. Então, algumas montadoras pediam pra Gente realizar alguns testes e também, por exemplo, a Folha de São Paulo, o caderno de carros da Folha de São Paulo, testa lá, o jornalista fala: "O banco é confortável, o carro é azul, as cores são fantásticas e tal, mas
quem atesta o a a performance do carro, não performance de correr assim, mas tipo os números mesmo ali, ã, é um instituto maior de tecnologia. Não sei se é até hoje, mas era na época, né? Então era isso que eu fazia. E aí na época era uma Montadora que tinha contratado um teste de um carro que ainda não ia ser não tinha sido lançado, mas precisava fazer alguns testes, eles contrataram e a gente foi fazer esse teste e aí acabei sofrendo um acidente durante o teste, né? E aí beleza. Foi um acidente que não aconteceu
nada comigo, nada, nada mesmo. Eh, mas que foi muito grave assim, tu olha o carro, tu fala assim: "Morreu". Hum. Tipo, [ __ ] para tu ter ideia, eu capotei, o teto caiu virado pro chão, O teto amassou e quebrou os dois encostos de cabeça. E a única janela que sobrou era do vidro traseiro, do E eu saí por ali, tipo, olhei, eu falei: "Nossa, não, eu saí do carro assim, eu falei: "Nossa, se pá deu merda". Aí eu olhava assim, falei: "Meu Deus, cara". E aí quando tu para de virar de cabeça para baixo
assim, tipo assim, a única coisa que me veio na na foi aquela cena tipo do Velozes Furiosos, lembra? Do Ran que do do Tokio Drift que para virar de cabeça para baixo na RX7 assim, você aí ele vê a gasolina pingando assim e fala: "Fogo!" E aí o carro explode. Então tipo [ __ ] parece que não, mas cara, soltar o cinto de cabeça para baixo porque o cinto tá travado, né? Sim. Soltar o cinto ali, maior trabalheira. Maió trabalheira. Essa foi a única vez que tu capotou com o carro? Cara, eu nunca sofri grandes
acidentes assim na minha vida. Foi o único Acidente mesmo, assim, nunca bati carro, tipo, encostadinha e tal, tudo mais, mas tipo, nunca me acidentei assim, sabe? E foi a única vez e ali foi onde eu falei, cara, era muito legal com 20 e poucos anos trabalhar como piloto de teste, tinha uns testes meio merda, tipo assim, cara, tu vai ter que ir daqui paraa Brasília sem abastecer com o carro, porque é esse o objetivo, tá? Parece meio merda mesmo num carro 1.0 com tudo controlado, 70 por hora, tu não Pode acelerar. Vidrinho sem ar condicionado,
dois dedinhos, é uma merda. E tinham testes muito legais que, pô, tu pegava para fazer teste de performance no R8 V10 zero, sem placa, tipo vel, tipo assim, gostoso, o gostoso é legal para caramba, tá ligado? E mas enfim, eh, era um emprego que para mim, eu eu queria muito, eu desejava aquilo e para quem gosta de carro, acredito que deva ser uma bela de uma realização, porque, cara, na real, hoje, né, alguns Anos trabalhando e tudo, a minha condição financeira realmente melhorou, a modo de que eu consigo ter muitos dos carros que inclusive lá
atrás eu achava ser inalcançáveis. Aham. H, mas na época, cara, pô, imagina você. E assim, não me importava que o carro não era meu, entendeu? Mas era uma experiência que, tipo assim, eu olho, cara, o meu pai, ele não era um cara fanático por carros, mas eu tenho uma imagem muito clara na minha cabeça, um Dia que ele, ã, meio que a cama do meu quarto quebrou e tal, [ __ ] Então, eu dormia na mesma cama que ele, assim, sabe, durante alguns anos. Eh, e aí eu lembro de de uma noite que ele meio
que acordou e daí ele eu falei: "Tá p tá tudo bem aí e tal". Ele: "Não, tá, tá tudo bem." É que eu acabei de ter um sonho assim que pareceu muito real. E aí eu lembro que ele comentou comigo, tá? Mas que foi pesadelo? Ele: "Não, não Era um sonho." Eu falei: "Tá, que que foi?" Ele: "Ah, sonhei que eu tinha comprado uma Ferrari e aí tua mãe tava brigando para caramba comigo. Como assim que tu comprou um carro que só cabe dois lugares onde é que a gente vai enfiar as crianças e tal?"
E ele tava tipo assim, maior felizão que ele tipo sonhou dirigindo uma Ferrari e na vida inteira dele ele não conseguiu dirigir uma Ferrari, sabe? Hum. E daí assim, óbvio, daí me vem, sabe? Lembra aquilo que eu Falei do link, das lembranças, das coisas? Tipo assim, cara, eu consegui dirigir muitos carros que na real eu nunca achei que eu ia conseguir dirigir na minha vida e que para o meio, pro meio em que eu vivi e da onde eu vim, assim, tipo, familiar mesmo, assim, não geograficamente falando, mas familiar mesmo, tipo, era uma coisa muito
inalcançável, entendo. E aí, pô, com 20 e poucos anos ainda, então não me importava que o carro não era meu, até Porque eu, sinceramente, na época nunca imaginei que eu ia ter, tipo, sei lá, tu trabalha como um engenheiro ali, sei lá, numa montadora, tipo, tu nunca tu vai chegar gerente, sei lá, talvez tu for um diretor de uma montadora, quando tu te quando tu se aposentar, tu vai comprar um carro legal. Mas, tipo, tu não vê um diretor assim de uma montadora com com 13 carros. É exato. Exato. Então, tudo pau velho, mas tá
pago. E que é importante, né? Daí tu botou, tu botou a FTEC nos teus carros e aí é daí entrou a FiTEC porque daí eu comecei a mexer nos carros dos amigos, né, depois que eu tive esse acidente e tal e aí eu decidi que eu ia viver daquilo, porque eu já fazia para um ou outro e já meio que eu tava, sabe, essa tua sensação de que falei: "Cara, eu ganhava na época já tinha melhorado um pouco o salário, mas eu ganhava tipo uns R$ 2000, R$ 2000 assim, sabe? Mais benefícios. E e aí
eu falava, cara, era dois mapas que eu Fazia assim e eu ganhava o salário do mês. Falar assim, cara. Falei, pô, será que dá para viver desse negócio? E assim, era coisa que eu fazia em um dia, dois dias assim, trabalhando no carro, sabe? Aí tu começou a gostar sujar de sujar a mão de graxa. É, mas e tipo assim, era algo que eu falava assim, cara, se ele me pagasse o o do buzão e a comida, eu faria já, tá ligado? Tipo, [ __ ] é, é, é o, era sempre, eu foi algo que
eu gostei muito de mexer com Carro, né? E, e aí, bom, enfim, naturalmente que aí eu decidi que eu ia abrir a minha empresa e, ã, tinham pouquíssimas, foi nessa época mais ou menos em que o Anderson mencionou, que muitos dos principais players do mercado que existiam na época, que eram ainda modelos muito rudimentares, semelhantes àqueles que o Anderson começou a fazer, tá? eh, já tavam tirando o pé, tipo assim, meio que a empresa não não não continuou na evolução tecnológica. Eles Se acomodaram com aquele produto que paraa época no Brasil servia e funcionava muito
bem, mas eles não continuaram, sabe? Tipo, parece que o cara acomodou com aquilo ali, ele não pegou a grana e reinvestiu em qual será o próximo pulo, manjô? E aí ele já tava com um produto melhor. E na época, e eu já até falei no meu podcast assim abertamente, pedi pedi desculpa pro Anderson publicamente, eh, porque na época era meio que uma Chacota, tipo a a a Fiotec assim no mercado não era bem uma chacota, que assim, eu já mexia em injeções originais. Injeções originais são feitas por empresas que tão ali, sabe? é um troço
que já vem evoluindo de 40, 50 anos para para hoje. Então, é um nível de tecnologia de engenharia muito mais avançado do que era até o próprio produto dele que já era consagrado na na arrancada, que era uma uma Race Pro, né? Ã, e aí quando ele lançou a FT400, Eu tive a chance de ver um dos primeiros carros que fez testes com essa injeção. E aí ele tinha acabado de incorporar nessa ECU. Uma parada que todo mundo zoava, que mexia com injeção original, que não fazia, que era malha fechada. Vou falar pros Gearhead mais
de plantão, ele tinha incorporado esse negócio, tipo, que era algo inconcebível pras injeções nacionais da época, sabe? E aí eu olhei aquilo ali, eu falei: "Cara, e aí não tira isso aqui, põe no teu carro Que vai ficar bom e que isso, que aquilo". Eu falei: "Cara, me chama de louco que eu vou arrancar a injeção original do meu carro, vou botar essa [ __ ] no meu carro assim, sabe?" E aí, cara, passou, passaram anos isso aí, FT400, protótipo era 2010, 2010. E aí passaram assim, mas não foi muito que eu que eu mordi
minha língua assim, tipo, passou assim, tipo, quando veio a 500 já. Sim. Aí foi um grande salto. Foram quantos anos? 4 anos depois. 500 Foi 2014. É, 4 anos depois veio a 500. E aí, tipo assim, a FT500 foi a a que a gente desenvolveu americada que falou na história dele. Aí o troço já era tipo assim, eu falava: "Hum, acho que azedou pro meu lado assim, porque começou a fazer umas coisas muito mais avançadas e começou a incorporar muito desses conceitos de injeção original mesmo dos carros, sabe? E ele começou a pegar esses conceitos
de engenharia que, lógico, naquele momento não era Exatamente o foco do produto, porque ele desenvolveu para carros de pista, que era isso que já tinha feito a Fiotec ficar consagrada." Aham. Mas era um mercado que eu não mexia, que era o mercado dos carros de rua. Só que da 500 começou a fazer controles muito mais avançados, tecnologia, tecnologias incorporadas de ECUS de fábrica e que daí chegou num ponto em que também as tecnologias de fábrica começaram a evoluir, num ponto em que dependendo do Que tu quisesse fazer no teu carro, ou tu era um nerd
[ __ ] tipo meio que eu gostava desses desafios na época para pegar e fazer a injeção original, entender aquele nível de modificação mecânica que tu tinha feito. Tipo assim, cara, troquei o motor do carro, tipo, imagina o teu fusion. Aham. Eu tirei o motor do teu fusion e coloquei o V6. Tá. Como é que tu faz funcionar essa [ __ ] com a com a central original do fusion quatro cilindros? É bom, deve ser um [ __ ] desafio. Tu não faz. Daí, ou tu é um ner desgraçado para pegar do V6, adaptar chicote,
fazer, ou tu vai lá e coloca um produto do Anderson. Uhum. E aí o produto dele começou a fazer isso com muito mais facilidade. E aí é onde ele conseguiu sair, eu acho que nesse momento saiu assim do mercado realmente dos carros voltados mais para o cara que não se importava com consumo, que não se importava com uma série de outras coisas e fez frente a, tipo, as injeções Originais em nível de usabilidade do carro, de tudo. Tu liga o ar condicionado, hoje tu nem sente que o ar condicionado ligou, tu vira direção hidráulica, ou
seja, tu tem um controle muito preciso do motor, tanto quanto tu queira trabalhar naquilo ali. Entendi. E aí eu virei usuário do produto dele, porque eu usava nos meus produtos. Eh, e aí hoje a gente chega num ponto, eu tenho até hoje a minha empresa que faz, né, calibrações de motores, que faz Remaps e tal, que é o que o pessoal me conhece. Ã, e hoje a gente só faz calibração, embora que eu domine todas as injeções hoje do mercado. Trabalhei em todas, basicamente, sei lá. Eh, mas a gente só faz calibração com as injeções
da Fiotec. Eu não sou patrocinado, não tem nada com AFT, mas porque virou algo tão prático e como eu faço muitos carros todos os dias nas oficinas, eu não tenho como gastar muito tempo com aquilo ali. E aí chegou num nível que, cara, Pouquíssima coisa vai dar errado ali. E se der errado não foi por culpa da injeção. Ou tem algum algum BO de chicote, ou tem algum BO de sensor ou tem algum BO mecânico no carro. Mas até o diagnóstico assim hoje é bem facilitado, né? Hoje entender o que que tem de problema no
carro, assim, ficou muito simples, sabe? Tu pega e e o que a gente conseguiu, acho que desbravar melhor foi o seguinte. Tu pode pegar o motor que tu quiser, que nem o exemplo, Ele pega o motor de uma Ferrari, bota num carro antigo e faz funcionar. Ah, pega um qualquer combinação, um câmbio moderno de 10 marchas com um motor diferente de outra marca, junto os dois e faz funcionar. Hoje o nível é do tipo assim, tu pega um Delorean, bota um motor de Ferrari e um câmbio de Porsche e o troço anda. Que é esse
tipo de flexibilidade, na verdade abrir um universo pros pros gearheads, assim, ó, para as pessoas que Querem customizar os carros, porque até falando assim, tem um tipo de cara que gosta de carro, que ele gosta assim, o colecionador assim, é o preciosista, aquele cara que tem um carro antigo, que ele que ele não quer mudar nada mesmo. para esse cara. A gente tem um produto, porque esse cara até o Brasil quer pegar o carro e final de semana ir com a esposa no mercado. Aí a gente, ele bota uma injeção eletrônica em vez de um
carburador escondido lá, mas bota pelo Menos o carro bate chave, pega, sai andando perfeito. E tem o cara que quer fazer uma imbecilidade assim de botar um motor super potente num carro que não precisaria, mas porque a sensação às vezes não é nem porque o cara vai correr, é às vezes pela sensação de da potência que tem ali no embaixo do capô, né? Tem muito maluco assim, cara, que faz esses Franksteins aí, tipo Deloran com motor de Ferrari. Isso, tipo essas porras assim. Tem. Tu acha muita viagem Um Delor com motor de Ferrari? Cara, olha,
eu fico, ó, eu que não sou desse mundo, eu fico pensando assim, [ __ ] não era mar legal, porque eu sou, eu acho que que eu seria mais o cara que gosta dele, [ __ ] mais próximo do original, sabe qual é? Então, assim, eu se eu fosse ter um Delore, eu acho que eu ia querer ter um Delorean. É que ninguém ia ser idiota botar um motor de Ferrari e não delóia jamais. Acho que não existe esse tipo de idiota no Planeta Terrá. Não, não tem. É, mas o, por exemplo, se o Delorean,
o grande, um das razões, fracasso dele é o motor justamente V6 que ele veio na época que era muito ruim. Então assim, hoje praticamente se tu tivesse um Deloren com motor original da época, ele não funciona direito. Aí tu não consegue andar e aí não resolve. Aí tu pega o motor moderno, tu até pode manter uma aparência original. Tem muita gente que pega o motor moderno, bota as capas do Motor antigo e tu quase traveste ele ali de com motor antigo, sabe? Então tem alternativas para modernizar os carros, porque mesma coisa, suspensão, câmbio, embreagem. Hoje
tu pode pegar um carro ali da década de 80, 70 e deixar esse carro com funcionamento super moderno. E aí praticamente é isso que a gente permite hoje. Aham. Mas uma parte acho que é muito importante falar é legal da história da no caso da Fotec e uma das razões, Maiores razões de sucesso, eu acho que a gente atingiu, é que a gente começou a entender que o mercado ele não, especialmente o cara que mexe no carro, ele não tá comprando uma por obrigação, ele tá comprando um hobby, ele tá comprando um prazer, é o
presente para ele. Então a gente começou a se preocupar com a imagem, com a com a marca, com a embalagem, com a com a com a forma de expor aquilo ali, sabe? E e hoje assim, a gente foi uma das Primeiras empresas do mundo nesse mercado a ter uma embalagem que não era uma caixa branca ou parda. A gente foi uma das primeiras empresas do mundo para fazer assim uma coisa vistosa, sabe? E e teve uma época ali que na década de 2000 todos os produtos desse nicho do mercado no mundo, no mundo, eles eram
uma caixa preta escondida embaixo do painel. Aham. Então, tu não tinha visibilidade, tu não enxergava o produto, tu podia ver um carro, por exemplo, se tu viesse um Carro no encontro assim e e aquele carro tinha uma injeção programável, ela tava escondida, então tu não sabia nem o que que era. Se o cara não tinha botado um adesivo da marca do produto, não ia conseguir ver. Não, hoje a FTEC é meio grife, não é? É, a gente aí nós entramos até nessa parte de, digamos assim, de roupa para gear head, digamos assim, né? Porque o
cara que tem cara que gosta de futebol, beleza. Tu dá uma camisa de futebol, uma roupa de futebol, tem só Que quem quem gosta de carro, né? Ou tu dá uma roupa de carro, ou uma peça, né? Ou uma Fotec. Até dia dos namorados aí. Dá os parabéns para todas as mulheres hoje que deram uma fotec pro seu namorado aí. Parabéns. Foi grande acerto. Essa é para casar, viu? Mas tem, a gente brinca, mas é até até tem uma história legal. Se ela tá apoiando você ser um guhe, meu irmão, é para casar mesmo. 2013,
eu me lembro direitinho assim, cara. Natal de 2003, Primeiro ano da empresa. Ah, a eu vendia por R$ 1610 era o preço da injeção naquela época. Me lembro direitinho. Eu nunca tinha vendido uma pelo preço cheio, porque sempre tinha um negociação, um pedido de patrocínio, um desconto, uma coisa assim. Um dia toca o telefone lá, 22 de dezembro, toca o telefone, eu atento com uma mão, aí ela perde assim: "Ah, eu gostaria de falar com departamento de venda, assim, só um momento, troca de mão. Olá, tudo bom?" E aí ela dis, ó, eu queria comprar
uma injeção pro meu namorado, ã, só que eu não sei direito qual que é. Ah, que carro ele tem, tal, ele tem uma parati, tá? Então, deve ser uma uma Race Pro FI, que na verdade era a única que a gente tinha. Aí passei para ela, perguntou quanto é que era. Eu disse: "Não, é 1610" e ela: "Tá bom, como é que eu posso pegar aí? Tu é de Porto Alegre?" Ela: "Ah, sou de Porto Alegre mesmo." Ela foi Lá buscar, me deu dinheiro contadinho assim, levou. Aí ela, pessoal, ela diz: "Ah, deixa eu te
pedir um favor, tu pode escrever uma mensagem para ele na tela inicial, porque podia customizar a tela inicial ali na no display, né?" Posso aí liguei ela na tua liguei ela na fonte, escrevi lá uma mensagem lá, te amo, Eduardo, acho que era. E e o nome dela, alguma coisa assim, entreguei para ela. E aí ela levou aquilo pro namorado. 15 anos depois, 15 anos depois, um dia o Pessoal, a empresa já já era outro patamar, tudo me liga, me chamam da manutenção assim, olha só, chegou uma injeção aqui que tá, a gente ligou lá
na tomada e tá com uma mensagem aqui, tu te lembra disso? E eu disse, caramba. E a agua, a injeção de presente, ele nunca usou e ela tava na caixa na embalagem pronta. E aí quando eu vi aquilo, cara, me lembrei da dela da primeira venda, de tudo aquilo. Aí a gente ligou pro pro cara Di, olha só, essa injeção aqui é bem antiga, a gente tá vendo que ela nunca foi usada, tá? Os lacre original. É, não, nunca usei. Tu vai botar onde? Ah, vou botar no aparati. Ainda tem aparati. Aí 15 anos depois.
Caraca. Aí a gente, Se tu não quer, podemos te dar uma mais nova e a gente ficar com essa? Ah, ótimo. Beleza. Aí deemos aquela é que ela tá no nosso museu lá agora. Que [ __ ] meu irmão. Tu mudou uma mensagem lá no museu ou não? Nem sei porque ela nem sei se a gente ligou ela depois disso. Se é aquela que tá na parede lá, tá ligada? Eu passei lá. Não, não. É a que tá na embalagem junto com a redoma de vidro. É, é verdade. Eu não sei se não tá com
a mensagem ainda. Caraca, meu irmão. Tá. Eh, isso daí dá para Quem é que Quem é que você falou do remap, né? Eh, quem faz isso no próprio Quem faz isso no carro? é o cara que tá buscando o quê, cara? Eh, tem vários, eh, perfis, assim, Digamos, tá? Então, isso nessa época, e até é legal falar porque é um mercado que expandiu muito, porque estamos falando que ali começo dos anos 2000, anos 90, sempre teve modificação de carro, assim, lá era os turbo lá atrás turbinar carro. Eh, e mesmo antes disso, quer dizer, tinha
corrida de charrete, então certeza que davam bomba para cavalo para dar pau nos outros. Isso assim naturalmente eu acho que deve ter tido na época. Então, Ã, quando começou a virar assim os carros com injeção eletrônica, que aí saíram dos carburados, os carros originais, tá? Eh, nossa, eu lembro do, rapidinho, eu lembro do Del Rei. Meu pai teve um um Del Rei, teve dois, teve um 85 e um 88 que putz, vira e mexe, ele dava uns caô no carro, que ele ia lá mexia no carburador, fazendo não sei o quê. É. É. E aí,
por restrição de emissão de poluentes, as meio que as montadoras foram forçadas a tirar o Carburador e colocar as injeções eletrônicas. Eh, e isso aí na época eram carros que quando você mexia no acerto do carro ou quando tu fazia um remap mesmo, que naquela época até até dava para fazer, tu não tinha grandes ganhos efetivos, tá? Então é algo que começou a ser mais popular no Brasil, tá? quando começou a chegar, talvez Golf GTI. Eh, esse eu manjo. Esse daí foi son de consumo de muita gente, pô. GTI 1.8, tinha o I vermelho, I
prateado, Audi A3, Turbo, eh, mareia. E porque eram carros mareia. Maré é meme, né? É, é, é. É. Ou não é, Anderson? É, mas é um baita carro. Ten um, eu tenho um assemelhado, o o tipo ele é tipo tá ali, mas enfim. Eh, então eram carros que tinham turbo de fábrica e isso permitia com que, tipo assim, vamos vamos botar, tu tem um, vamos botar um Honda Civic S, que é um [ __ ] carro com baita motor, mas ele não tem turbina, tá? Eu vou fazer um remap Nesse Civic Si, ele vai ganhar
10 cavalos. E olha que a gente tá falando de um [ __ ] de um motor. Lógico, com mais modificações você faz mais coisa. Vamos botar um remap. Daí tu pega um carro que tem turbo de fábrica, tipo, daí tu ganha 50 cavalos, tipo, tu muda o motor do carro, tu muda o patamar do carro em algumas vezes. O que que o cara, Quais são, qual é a parte ruim de fazer isso daí? Vamos lá. Eh, isso aí é uma pergunta legal porque ele puxa para Outra coisa que é se dá para fazer isso, por
que que não vem de fábrica assim, né? Que é o que naturalmente quem tá um pouco menos acostumado nesse mundo acaba falando. E aí às vezes as pessoas até falam algumas eh informações equivocadas, porque vamos lá, o carro sai de fábrica com, vamos dar um exemplo, um 200 cavalos, tá? Turbo, OK? Eh, naturalmente que quando você faz um carro de fábrica, você tem que validar e passar por alguns testes. O que Realmente segura mais a performance do carro é a emissão de poluentes, tá? Tá? Então, de uma maneira muito simplificada Uhum. Para gerar aqueles 200
cavalos, a fábrica tem que testar exaustivamente como gerar aqueles 200 cavalos, consumindo o mínimo de combustível. Por quê? Porque quando tu coloca mais combustível, se naturalmente tu tá colocando mais carbono dentro daquele motor, aquele carbono vai sair do motor também. Então tu gera mais emissão de Poluente. Estamos falando de CO2, O2, tal, aquela coisa toda. Mas ã, então ele gera aqueles 200 cavalos da maneira mais limpa possível e imaginável. Se tu tirar mais combustível daquilo ali, tu vai gerar problemas no motor. E se tu colocar um pouquinho a mais, tu tá desperdiçando o combustível. Então
essa é a premissa. inicial de uma calibração de fábrica, tá? Ah, mas a gente, sei lá, o pessoal do marketing fala que precisa de um motor mais forte, então esse aqui Já não atende. A gente vai ter que projetar um outro motor para chegar naquele patamar. Mas ok, emissão de poluentes número um. Hoje os motores evoluíram tanto na qualidade de fabricação que os limites mecânicos do motor, pistão, biela, bronzina, lubrificação, cabeçote, estão muito além do que aquele número de potência, tá? Mas obviamente que alguns componentes e aí quando a engenharia determina, ó, eu preciso rodar
com tanto de pressão nesse Motor para atingir os 200 cavalos naquela mistura, eles jogam isso para alguma fabricante de turbo fabricar aquela turbina. Às vezes eles têm alguma coisa de linha que serve e atende. Ótimo. Às vezes eles têm que projetar algum componente para aquele motor. E aí tem aqueles limites de folga. Quando eles às vezes pegam uma turbina que já tá mais ou menos ali meio que em linha, que eles não vão poder aproveitar alguns componentes, às vezes vem umas turbinas Que dá mais cavalo do que o motor inicialmente foi projetado. Então isso pra
gente, ó, entendi. Já vem ali o gostinho de Ai, ai, ai. Eh, então, ã, daí vamos lá. O olho do bicho chega a brilhar. É porque aí é onde entra muito o pulo do gato do negócio, porque tu consegue ter uma margem escondida que a fábrica deixa em alguns carros e às vezes até a própria fábrica aproveita. Às vezes tem versões de carros que eles precificam por torque, por potência, né? Então tu tem um carro com 180 cavalos, com 200, outro com 220, com 250. Tudo o mesmo motor, mesma turbina, só que podado assim. Entendi.
E o e é o mesmo motor, mesmo pistão, mesmo biela, mesma turbina, mesmo tudo, só muda a calibração, porque daí é só comprar o menor e levar lá na oficina. Isso. Ah. Ah, ô Igor, aí agora você me deixa até emocionado, mas a a real é essa. Então, a fábrica para conseguir vender um produto um pouco mais acessível e um Produto topo de linha, ele pega aquele motor e aproxima lá. Só na calibração você faz isso, entendeu? Tipo, você não muda nenhum outro componente. Isso naturalmente acontece. H, e aí quando começou a ter estes carros
no mercado nacional, e isso demorou muito tempo, assim, tipo, o Brasil ficou muito atrasado nisso também. Tipo assim, a gente tá falando que o Eclipse era turbo de fábrica e é um carro 95. Uhum. Né? Na na Alemanha a Gente já tem carro turbo. Os Audi começaram com isso também na década de 90. É, mas se for pensar 2000, 2000 tinha muito pouco ainda, né? aqui tinha pouquíssimo. Então, quando esses carros turbo de fábrica começaram a chegar, o remap virou muito efetivo. Entendi. Tá. E aí, vamos lá, além dele virar muito efetivo, mudou, porque antes
era um cara que tava pouco preocupado com consumo, ele só queria andar mais e a ao custo que fosse, ele não se preocupava que a Durabilidade ia ser baixa e aí ele turbinava um motor que não era turbo de fábrica e sabe, fundo de quintal, assim, o próprio mercado dos profissionais mesmo, dos prestadores de serviço foi evoluindo muito. Hoje a gente tem profissionais no Brasil que são assim com resultados fantásticos. a nível mundial. Então, todo o mercado veio evoluindo com isso e o remap começou a ser um a popularizar, né, mexer no carro, porque hoje,
quer dizer, tu não Precisa querer correr no meio da rua para querer ter um carro mais prazeroso de guiar. Às vezes tu pega um carro que, por exemplo, tu vai, vou dar um exemplo prático aqui, tu tem, por exemplo, o Fusca TSI, vamos falar de carros mais antigos, tu tem o Jetta TSI e tu tem o Passat TSI. São três carros que foram vendidos ao mesmo tempo pela Volkswagen e os três tinham exatamente o mesmo motor. Só que tu anda nos três e o comportamento deles é totalmente Diferente, porque o Fusca ele é feito para
uma galera mais jovem. Aham. O Jetta já é para um cara um pouco, né? É um é um carro mais um range mais amplo ali de clientes e o Passat já é realmente para um cara que já tá numa pegada assim mais mais idade, já é outro uso, estrada, o cara tem que viajar muito. É, o cara viaja muito, não é um carro que o cara vai ficar acelerando em semáforo. Então tu anda nos três carros e eles se comportam totalmente Diferentes, mesmo tendo a mesma potência. Então, por exemplo, eu posso transformar um pedal de
um Passat, a sensibilidade do pedal igual a do Fusca. E aí tu acelera o carro, ele já vem tipo meio que já te entrega tudo com pouco pedal, tu fala: "Nossa, e eu não aumentei um cavalo do motor". Entendi. Então a manipulação que a gente consegue fazer dos parâmetros acaba mudando muito a experiência de guiar. Então às vezes o cara nem quer aquilo ali, tipo, para Correr, ele não vai, sabe? É literalmente porque o carro fica mais prazeroso para quem gosta de guiar, de ter ali aquela sensação legal do volante de que aquele E aí,
lógico, tem esse cara, tem o cara que gosta de ter um troço que ninguém mais tem, que aquele é o dele. Então aí vai desde a customização eletrônica até o jogo de roda que só tem a cor do carro que só vai ter no teu ou o motor da Ferrari no Delore, esse tipo de coisa. Então aí Quando fala isso aí o olho dele, cara. Mas é você vê que assim a Então isso acabou popularizando porque tu pode fazer isso, tu vai conviver com o carro normalmente assim, resguardadas as proporções, se tu fizer ali algo
dentro dos parâmetros de segurança, dentro daquelas gorduras que a fábrica deixou e também apoiando com outras peças que tu vai melhorando ali ao redor, né? H, tu consegue conviver com aquele carro como se fosse um carro original, com uma Manutenção de carro original, com todos os sistemas de segurança daquele carro originais, tipo, ah, algo saiu do parâmetro, ele acende, entra em modo de proteção, tu leva na oficina, olha, tinha uma vela ruim, tinha um bico ruim, tinha uma sonda ruim. Eh, e aí tu troca lá no teu mecânico convencional que tu chega em qualquer cidade
e o cara vai fazer a manutenção como se fosse o carro original e segue a vida. Tu vai vender o carro, muitas vezes o cara vende e quem Compra nem sabe que tem remap. Aí o cara leva lá na minha oficina, eu falo: "Ih, rapaz, ó, vou te dar duas opções. Tu tem remap aqui, então posso te devolver teu dinheiro e tal, tudo mais". E aí no nosso caso ali, a gente oferece pro cara, ó, se quiser, a gente carrega uma calibração nossa e tu testa. Às vezes pode vir mais cavalos do que tu tem.
Normalmente quando eu vejo que o carro tá bom assim, eu já falo: "Olha, provavelmente tu vai sentir pouca Diferença, mas testa às vezes se tu quiser ficar ali e tal". E aí a gente libera para faz um teste drive com o cara lá e aí ele ele mesmo escolhe lá se ele quer ficar ou não. Mas hoje tu consegue só quem entende mais assim. E aí na verdade dependendo do carro é mais sensível do que outros, mas normalmente quem entende vai andar e vai falar: "Hum, tem coisa aqui". Mas tu convive com o carro e
tu nem sabe que aquele carro às vezes foi reprogramado, né? Entendi. E pô, vocês vocês têm o Anderson, você tem d algum desses teus carros aí e que é absolutamente de fábrica? Tu mexeu na subúbo. Ah, carro da minha esposa não, não mexi ainda. Carro dela não é. Pior que acho que não. Ela deixa. Acho que todos eu tenho alguma coisa assim. É bom. Ia ser esquisito se tivesse. E tu? Tem algum que tá absolutamente de fábrica? Hum. Não. Não, né? Então, ó, o o único que eu fiz Alguma coisinha foi na Mercedes. É, o
lance da Mercedes é que eu queria ter um eu queria ter um carro pretão, eh, fosco, pô, conversível e que fosse gostoso de andar também, né? E aí, cara, é, tem uma parada ali que, putz, como vocês já perceberam, eu não entendo muito, mas ele tem um tem um botãozinho nele assim que eu vou que eu que eu aperto e ele vai diminuindo o o delay do pedal, tá ligado? Então foi o máximo que eu fiz no carro, sabe? E assim, isso Para mim já, [ __ ] de novo, sou noob, para mim já foi,
já foi muito legal, porque tem a ver com o lance da experiência de guiar que você tava falando mais cedo experiência de guiar, pô. É que aí que assim, eu tinha que vai para para ele, eu nunca uso no vermelho, mas quando quando chega no vermelho ali, meu irmão, que tu pisa, ele dá um pinote, fica: "Nossa, não, pera aí, foi muito, aí eu coloco ali no máximo no laranja, eu costumo ficar mais no verde, Sabe?" É, eu nem lemb nem sei o nome do troço que tá ali. Depois eu até te mostro. Mas, pô,
de fato, muda a experiência de guiar. Eh, e é isso que em geral os caras tão procurando, né, quando eles vão fazer esse tipo de brincadeira no próprio carro, né? É, tem níveis assim, tipo esse booster de pedal, digamos assim, é tipo, é realmente um nível muito inicial que o cara às vezes só quer uma resposta mesmo. E aí às vezes daí tu olha o Custo, tipo, de um remap, às vezes desse equipamento, eles são equiparáveis. Então tem vantagens, por exemplo, quando tu bota um um um algo assim, porque tu não modifica nada no carro,
então tu consegue manter garantia, uma série de outras coisas e ele já muda ali a experiência. Para algumas pessoas isso já é o suficiente. Daí tem a galera que já olha e fala: "Pô, pelo mesmo preço eu consigo fazer um remap que tira limitador de velocidade, que faz mais Car, vem mais cavalo, sai fogo e e vem mais coisas". E tem a galera que mesmo no remap ele fala assim: "Cara, é, tá, mas quantos cavalos tira? Ah, vai ganhar 100 cavalos." Tá, mas e se trocar a turbina? E e aí vai indo e aí começa
a chegar no no no patamar assim, cada vez mais tu tá assim, essa mesa tem os três os três pontos assim, sabe? Os tu tá meio assim e é tá meio garoto, eu sou meio um purgatório e aqui tu já tá assim tipo Tomando uma com capiroto, assim, tu já tá tipo: "Meão vamos botar essa por arranca aí. Vamos botar do dobro de cilindro disso aqui, meu irmão. Purgatório e capiruto, né? Entendi. Bom, o cara tá trocando, a botando motor de Ferrari em Deló, como já falou, porque aqui tu ainda tem a expectativa de que
um dia tu vai vender o carro para alguém, tá ligado? Quando tu chega no nível assim, tipo, é o último dono. A gente costuma brincar, né? Esse carro Quando chega no nível de botar Ftec, forjar motor, mexer, é o último dono, velho. Porque tu não vai mais vender aquilo ali, tu vai ficar com aquele carro e porque é realmente assim uma preparação que todo mundo sonha em fazer, né? E um carro todo [ __ ] é um é um é um Vai, vamos lá. Tu foi procurar lá o o Vectra que ser parecido com o
que você tinha, né? Eh, se tu ele tava legal quando tu pegou, então eu procurei o melhor carro que eu pude encontrar no Brasil, assim, mais inteiro, até porque um Vectra na década de 2000, um Vectra 95 na década de 2000, ele não, ele foi um carro que foi judiado assim, um carro que não tinha, não tem muito colecionador e às vezes de colecionador eu eu não consegui comprar porque eu ainda tinha um outro critério, tinha que ser um vermelho BAC, que é o vermelho sangue, aquele que era a cor que eu tinha. Aí já
diminui mais a disponibilidade de carros desse aí. Aí Eu comprei um que era muito bom. Acredito que era o melhor carro que tinha naquele momento para vender no Brasil. Negociei, mas ainda assim eu fiz um monte de coisa nele. Pintei um monte de coisas, tirei motor, fiz o motorzinho maior lá, tipo, fiz um projeto motor aspirado. Até ontem ele passou no dinamômetro junto comigo lá o carro. E aí eu, o que que eu faço assim? Eu eu dou o meu toque no meus nos carros. Então, cada carro eu procuro assim Trazer ou uma memória da
época que eu tinha ou uma roda similar ou uma coisa que eu faria naquele carro que eu eu sonhava em fazer, eu não consegui fazer. Ou nos carros modernos assim, por exemplo, eu tenho um Audi tipo é um Audi S2 com P que eu botei um motor de Bentley W12, que é um 12 cilindros biturbo. Então, não sei o que que isso quer dizer, mas é um de um Bentley, parece. um motor de Bentley bem grande assim que é 12 cilindros, por exemplo. Então, eh, eu gosto muito de fazer assim uma coisa que ou ela
é impensada ou é uma coisa assim que difícil de alguém conseguir montar esse projeto, sabe? Nós agradecemos. Onde é que tu E onde é que tu arruma essa esse esse vai esse motor de Bentley? Tu tirou de onde, cara? É que tem umas particulares, por, por exemplo, Bentley nos Estados Unidos é um carro que desvaloriza muito assim, porque ele é a brincadeira é o resto de rico, né? Hum. Então, tu pega um Bentley Da década de 2000, 2000, 2010, ele tem motores excelentes, só que quase ninguém vai adaptar esse motor em nada. Então, quando o
carro vai se depreciando, ele desvaloriza muito. Um betley desse valia 200.000 zero. Ele vale hoje 15.000 usado, 20.000 o carro inteiro. O carro inteiro. Quando tu vai desmontar, tu vai vender o motor por 2, 3.000, porque quem é que vai comprar? E aí tu vende o resto das peças pelo resto do dinheiro. Então alguns motores, Particularmente eles são muito baratos porque não tem busca por eles, até porque os carros não não não tem reposição para isso. Então dá tem motores muito legais que tu consegue comprar e botar em carros diferentes. E é isso é uma
coisa que me atrai assim, tanto que esse da Ferrari mesmo, inicialmente eu usava um motor de macerat, que é um motor feito pela pela Ferrari. E aí eu acabei achando, normalmente esse motor de Ferrari eles Cobram 30.000, acabei achando um por 9.000 H que para o motor de Ferrari era uma peixincha assim recusável, né? Então tive que comprar e aí acabei usando ele no Delor. Eu tenho um motor de eu tenho um motor de McLaren, por exemplo, também que eu tenho que achar um carro para botar ele. Eu tenho um motor de Supra, que é
um 2JZ sobrando lá também. Então às vezes os motores aparecem, eu e aí quando vê aparece um carro para ele e Assim vai. Entendi. Cara, tem um motor lá, ele fica, tá? E vou dar uma olhada aqui, qual o carro que dá para eu comer esse motor. Não, a gente compra primeiro o motor porque aparece assim em condições e assim piorou muito depois que você montou o canal, a essa essas ofertas assim, sim, porque de aparecer, porque Sim, porque na verdade piorou no sentido de tem muita oferta, né? Todo mundo acha. Até teve aquela coleção
lá de de Carros e tem uma história legal que é em Estrela, no interior do Rio Grande do Sul, tinha uma É estrela, agora fiquei na dúvida. É, é estrela, né? É uma concessionária que em 2001 fechou e ficou, eu não digo abandonada, mas ela ficou fechada por por até 20 por 20 e poucos anos com com vários carros internamente lá. Aham. E aí agora no início do ano eles foram vendidos para um para um amigo meu de de Miami, um brasileiro. E aí esses carros estão Comigo lá, a gente tá guardando eles até que
ele decida o o destino deles. E aí só que esses carros é assim, eles tm o pó de fábrica ainda de década de 90, 80, são Fuscas, são um Santana Quanto, um um SP2. E depois que a gente que ele comprou esses carros e eu participei, digamos, do processo de buscar os carros e guardar os carros, cara, toda semana tem 20 oferta de gente de oferecendo carro pra gente, para mim assim, eu dizendo, Ó, quer comprar um carro aqui? Tem esse carro, tem um negócio bom para você. E aí a gente olha e fala assim:
"Ah, até a minha resposta meio padrão o seguinte, a minha mulher disse que eu não quero". Bom, é uma boa desculpa, né? Essa é das melhores desculpas. Vamos, por exemplo, o Ricardinho, cara, ele pegou lá para mexer no meu no meu Fusion 2010, né? Como é que chegou esse carro lá para tu, Ricardinho? E aí, o Jean? Já já prepara aí pra gente mostrar o que se se a assim Visualmente, né, cara, tinha coisa amarrada com sacola de supermercado. É assim, que que tu sentiu quando tu viu o carro, tu falou: "Ih, meu irmão, olha,
eu sabia que você tinha esse fusion mais antigo. Aham. Nunca tinha visto ele. Tá. O vermelhinho a gente até já se encontrou na rua algumas vezes assim, mas ok. Eu imaginei que ia ser um carro semelhante ao vermelho, que é um carro que tu olha assim, tipo, cara, da hora, Legal. Aí quando eu quando chegou o negócio lá e eu abri, é isso aí, ó lá, ó. Ó, ô Anderson. Daí tu acha que a silver tape ali é o máximo que tá, é o máximo que vai ter, tipo assim, meu irmão, tá? Só que daí
dá um dá um dá um pause no frame aí, ó. Pera aí. Dá um pause aí no frame. Eu vou Olha a cara do Ricardinho ali, ó. Eu vou falar mais alto aqui. Vou até tentar virar para ver se pega ali, ó. Vai, vai, vai, vai. Isso aqui, ó, é um pedaço da sacola saindo por baixo do para-choque. E quando tu acha que a fita, que é o que tá prendendo esse para-choque para ele não cair, é porque os cara, ó, ó a sacola vazando aqui, ó. É que os cara tiveram a pachorra de amarrar
um saco de supermercado, a sacolinha, pro para-choque não cair e sair arrastando no chão. Triste. Olha lá, ó. Daí dá para ver Melhor, ó. Olha lá. Meu Deus. Não, essa cola de lixo não é nem sa supermercado. Não, não. O troço é medonho. E aí assim eu falei: "Meu irmão". Aí eu inclusive sei quem foi o culpado, mas não posso dizer porque, né, eu digo, eu e eu né, eu conheço milagre, mas não digo o nome do santo. Mas cara, é isso. E aí quando eu olhei e aí eu falei: "Tá, o o gente foi
lá, o Igor falou: "Porra, quero quero ter alguém que tipo me ajude a manter os carros e tal, porque eu não Tenho muita facilidade, não conheço tanto disso, né?" É, não muito, não mesmo, na verdade não é daí eu falei: "Claro, te ajudo aí". Aí, pra ele falou: "Não, pega o fusion primeiro e tal". Porque a hora que eu olhei assim, eu falei, falei: "Vixe, agora eu sentei no que para tentar fazer isso, mas por incrível que tu compraria um carro desse aí, Anderson? Já comprei piores. Bem piores, depende. Tudo pode fazer Sentido pelo preço
certo. Mas por incrível que pareça, assim, eh, o carro tava visualmente muito muito crítico. Aham. Para ser educado com você. Olha essa daí. Olha isso, meu Deus. Mas ó lá, os caras deram nozinho ali, Anderson, foi tipo, perderam um tempo fazendo isso aí, tá ligado? Não foi tipo assim, cara, tô no meio da estrada, preciso prender. Não. O cara teve tempo para pensar e executar. Então, o carro, eu, eu me assustei Porque eu falei: "Cara, se o que dá para enxergar tá desse jeito, imagina o que tá por baixo e a gente não consegue". Só
que daí a gente levantou o carro e o carro tava mecanicamente íntegro e me surpreendeu positivamente. Eh, inclusive pontos para Ford porque o carro é robusto, mecanicamente falando, né? Eh, e aí, OK, são mais danos cosméticos mesmo, que aí a gente o carro nesse momento, inclusive, todas as peças já estão lá. Ah, é. Já tão em Olha que Alegria, olha que felicidade. E é aí, isso daí é uma outra história, né? É isso aí. Tivemos alguém um pouco sem paciência. um um acidente premeditado. É, sabe, sabe quando a FT tá com a com a com
o TFT ali meio meio viciado e já chegou umas FT assim nesse estado? É, não sei exatamente a causa, mas exato. Aí, tipo assim, ele pegava e botava o endereço no e a hora que clicava, clicava no dois endereços para baixo assim, o cara p, Mas não foi ele, não foi ele, não foi ele, não foi ele. Isso aí foi outro santo. É, foi outro cara e mas enfim. comigo assim, mas não bem parecido, um pouco mais baixinho assim, eu diria. Mas enfim, e aí a gente vai zerar o carro, vamos deixar e aí agora
vai ser da frota particular do Igor. Ele ele ele repatriou o carro, porque daí ele falou: "Ah, vou vender o carro e tal". Daí ele pegou e falou assim: "Cara, eu vou repatriar esse carro e é um carro que Daí que daí ele começou a entender um pouco da memória da é das coisas que a gente fala, porque daí foi a hora que ele contou a história que ele falou: "Cara, a história do do Fusion na tua vida foi legal?" Como ele entrou? É, é assim, o jeito que eu comecei a gostar do fusion tem
a ver com, pô, um amigo meu, minha minha filha tinha nascido e eu não tinha carro para ir buscá-la na maternidade. E um amigo meu que tinha um fusion, ele foi me ele foi buscar, eu Fui com ele buscar minha esposa e minha, e a minha filha. E aí foi quando eu, foi aquela vez que eu tava te falando aqui, que eu não falei dessa parte, mas foi quando eu entrei no carro pela primeira vez eu, meu irmão, isso aqui é um é um quarto de motel. Na iluminação certa isso aqui funciona. E tem também
a história de como eu comprei esse fusion aí. Eu tinha saído para vender o Ford Car. Eu saí para vender o Ford K. Cheguei na loja lá, não Sei o que, o cara, [ __ ] Aí eu vi o fusil. [ __ ] meu irmão, esse carro é maneiro. Forcicar com dois acidentes aquele. É. É. E aí eu, pô, deixa eu dar um rolé nesse fusion aí. Tu trocou um pelo outro, cara. Voltei pra casa com os dois. Ah, voltou com os dois. Melhor ainda, porque eu ia dizer, se tivesse trocado, eu era aquela aperto
de mão com vendedor assim, um um achando que tá enganando o outro, chumbo trocado. Mas [ __ ] eh eh me apaixonei pelo Carro. E assim, uma parada que eu escuto para [ __ ] depois que depois que você fez o vídeo lá e a galera curtiu para caraca, que os caras começam a me parar na rua para perguntar o que que eu vou fazer no carro. E aí eu falo: "Meu irmão, a princípio, eu quero que o carro, eu quero usar o carro, quero que ele ande e tudo mais". E aí, deixa eu perguntar
para vocês assim, o que que vocês fariam? O Anderson vai um pouco mais longe. Ele vou trocar o motor, vou Fazer os diabo quatro, não sei quê. O turbinho ali no mínimo, né? Vai me [ __ ] Não, assim não tô dizendo que é um bagulho que brincando, tô brincando. Não é, é que daí não, eu acho que ficaria legal. E aí ele, ele só queria arrumar o carro. Daqui a pouco tá o Anderson na orelha dele assim, tipo, coloco o do V6 ali, eu mando a fiotec. Tô zoando. Mas assim, ã, bom, tu faria
turbo ou ele ele é o quatro. Ele é o qu 2.5. Turbo. Tu faria turbo? Até para dar O espirro ali, para dar uma sensação. Sorrisão dele. Ó lá. É, eu acho esse um plano muito bom pr para ser bem sincero, para mexer pra performance. Tá, entendi. Eh, obviamente que a gente tá à disposição para fazer literalmente o que você quiser. Segura onda. Segura a onda. Calma aí. literalmente a gente vai fazer ali o que sair da cachola e o que der ideia. Mas o, eu acho que a parte mais legal de você customizar um
carro, hã, é você ir curtindo as etapas, porque tu Pode pegar e, por exemplo, sair agora, vai, teu carro tá lá fazendo, vai voltar bonitão e tal. E aí, digamos que tu vai lá e fala: "Cara, eh, tá, já vamos pegar e vamos fazer tudão de motor. Já vamos passar para câmbio manual, já vamos botar um 4x4, já vamos, sabe, fazer tudo que vem na cabeça. Cara, tu vai ficar sem andar nesse carro por algum tempo." Ah, sim. E aí isso por vezes é um erro que muita gente um carro num 4x4. [ __ ]
que doideira. Não sabia não. Mas vai lá. Dá, dá. Não, mas não quero não. Calma. Dá. E ainda é meio fácil porque n no fus tem um modelo 4x4. Tem um carro que eu tô fazendo é uma Saveiro quadrada daquelas 94 que eu botei um motor de Audi RS2 5 cilindros, aquele que é um da época assim do rally, manja aquela Audi quadrada do rally antiga. E botei tração 4x4 também, mas isso aí tem que cortar o carro inteiro assim, fazer quase um subchassi novo assim no carro. E aí fiz ela com uma como diz
assim uma Uma recreação da como se fosse uma Saveiro RS2 eu chamei ela. Entendi. Um bom nome. É. Eu tenho um ditado, Igor, que diz assim: "Se dinheiro ou surra não resolveu o seu problema, é porque ainda foi pouco". Então assim, o que tu imaginar para carro, lembre-se dessa máxima, tá? Tá, mas voltando lá no Fusion, então eh eu acho que daí imagina que tu vai ficar um tempo sem andar no carro às vezes. E isso é um erro que muita gente comete quando, sei lá, de Repente não tinha grana para fazer e tal, trabalhou,
trabalhou, trabalhou, chegou num ponto, fala: "Agora eu quero fazer o carro do meu jeito". E aí, às vezes o projeto vai, começa, o cara tá super empolgado com aquilo, no meio do caminho muda a data da entrega porque atrasa um pouco, porque a peça demorou, porque a peça veio errado, é importado, quando chegou tem que pedir de novo. E aí tu vai perdendo o tesão naquilo ali. E aí, Às vezes, se tu fosse fazendo, lógico, não é fazer a mesma coisa duas vezes, mas se tu organizar direito, tu consegue fazer em pedaços e toda vez
que tu fizer, por exemplo, fizemos o fusion agora, o carro vai ficar lindão, cara. Tu já vai andar no carro e tu já vai ter uma outra sensação de tipo assim, cara, agora o carro tá tá legal assim, tá minha cara, sabe? E aí, beleza. Daí daqui a pouco tu pega e fala: "Tá, agora eu vou querer fazer um turbinho agora. Eu quero fazer um turbinho com 05 de pressão, que é pouca pressão, tu não precisa mudar nada no motor. Tu consegue manter o motor totalmente original e o carro, cara, câmbio original, tu não vai
mexer em nada mecanicamente falando assim, tu só vai ter que, lógico, fazer as adaptações para poder turbinar aquele motor. Aham. E aí tu vai andar nesse carro a primeira vez, falar: "Cara, é outro carro". Tipo assim, como assim? Tipo, o o teu Fusion híbrido, ele é mais Rápido do que o Fusion, esse 2.5 aspirado, mas tipo esse 25 aspirado mais antigo, tipo assim, ele some da tua SLK com 05 de pressão. Entendi. Tipo assim, vira outro patamar de carro, manjou? Então, mas aí eu fico pensando de verdade. E aí, tu pode fazer isso gradativo, manjô?
Entendi. Mas eu fico pensando assim, cara, eh, o motivo pelo qual eu comprei esse carro não tem muito a ver com isso daí que você que você tá falando. É, é, tem que entender Isso, isso é importante. É, para mim tem a ver com o conforto da minha família, tem a ver com, [ __ ] com com eu conseguir com com porque o Fusion, esses carros aí, eles me deram inclusive pouca dor de cabeça ao longo da vida. Então, assim, o lance de eu poder confiar no carro e e eu não sei se eu dei
sorte, tá? Uhum. Mas assim, é, é um carro que, cara, é espaçoso. Eu e eu e assim, eu sou meio velio fisicamente e aqui dentro, sabe? Então assim, [ __ ] é o Carro que os caras usavam na era era o carro executivo do presidente, meu irmão, a [ __ ] do fuson, sabe qual é? Então, a minha vibe com ele é mais essa. Agora, se tu fala assim, cara, ou vamos brincar na Mercedes? Mas é isso que quando tu chegou e tu me disse isso. Então, por isso que nesse momento eu inclusive nem falei
de turbinar esse fusion, porque a ideia ali é deixar o carro bonito. Obviamente que dentro disso eu quero fazer uma série de Mudanças no teu carro que eu propus ali. Aham. para melhorar essa questão de, tipo, é um carro que tu curte, é um carro que tu vai olhar pro teu fusion mais novo e tu vai olhar para ele, tu vai falar: "Cara, é mais confortável e é mais legal ir no mais antigo, porque ele vai ter um som melhor, porque ele vai ter um conforto interno, um aspecto literalmente dá para você deixar o interior
do carro com aspecto muito mais moderno, com poucas modificações e mais A tua cara, então tu vai andar nele. E agora com tudo novo, mecanicamente falando e também esteticamente, tu vai olhar, tu vai falar: "Cara, tesão de carro". Inclusive, se tu fosse me perguntar, né? Literalmente, se eu fosse turbinar algum carro de potência na tua garagem, seria SLK, porque é um carro dois lugares. Aham. Tu não vai sair com ela para dar um rolê com a tua família, então tu vai sair com ela para você se divertir com aquele carro. E óbvio que a Diversão
não é simplesmente a potência, é lógico, é ter um som maneiro, tem gente que se diverte com carro com rodão, rebaixado, ou de repente tem a galera que se diverte com carro alto, off road e tal, tem todas essas tribos. Mas se eu fosse escolher um carro da tua garagem que eu falaria assim: "Igor, esse aqui vale a pena tu colocar mais cavalos". E nem é pelo custob benefício, sabe? seria SLK justamente, mas pela vibe, pela razão da qual, pela qual eu Comprei o carro, porque eu comprei essa para eu eu brincar de leve, entendeu?
Isso. E tu tem vários carros na tua garagem, então faz sentido tu ter carros diferentes para aplicações diferentes. Agora, quando tu tem apenas um carro na garagem, daí normalmente é até algo que a gente fala, cara, de repente não é o carro para você fazer um montão de coisas. Se é um carro de remap, é fazer um remap e um escape, beleza, até um certo ponto. Tipo assim, eu fui idiota De pegar o meu único carro na época, o Eclipse, e virado o avesso e ia trabalhar com aquela manicaca e tinha que ficar no meio
da rua e aprender a arremendar fio e e pendurar, enrolar sacola plástica para pendurar filtro de ar e diversas outras soluções não tão ortodoxas assim para voltar para casa, mas era o que eu gostava. E hoje, por exemplo, não é algo que eu quero fazer, por exemplo, com a minha família no carro. Entendi. Embora que é raro, mas Acontece com frequência. Se liga. Eh, aquele, eu tenho esse fusion que eu tenho aí, o que eu tô usando agora, que é o 2018. Ele é o, se eu não me engano, é a última versão do Fusion.
Os caras pararam de fazer e agora sei lá, só tem SUV, né? Então eu não consigo nem trocar por um mais novo. É. E aí tô com aquele cagaço lá da bateria. e tudo mais tem a ver com o lance da da garantia. E aí eu vou são dois pontos, mas vamos no no nesse no Primeiro que é o seguinte, cara. Esse carro ele tem um ele tem uma um nível de tecnologia, de conforto, de controle mesmo e de frescura. Uhum. Que é difícil de achar no carro da mesma faixa de preço, né? Eh, essa
é uma das razões de eu gostar tanto dele. Por exemplo, eh, quando eu chego aqui e tem tem uma vaga ali certinha para eu parar ele, eu aperto um botão e ele para sozinho, os caras f, [ __ ] meu irmão, um carro 2018, sabe qual é que para sozinho, ele Faz a baliza lá bonitinho e dificilmente ele é, [ __ ] a única vez que eu fui, a primeira vez que eu fui mostrar ele pro meu, pro meu irmão e ele errou a [ __ ] da baliza, eu fiquei com uma cara de cu,
meu irmão, mas ele sempre acerta. Naquela vez ali, ele errou, parou todo torto, assim, quase no meio da rua. É, mas em geral ele acerta. E assim, cara, tem o lance tem um monte de coisinha que é de que eu não que para mim é [ __ ] por exemplo, ele esfria o banco, ele Esquenta o banco, ele tem um monte de frescurinha, ele tem o piloto automático lá que acelera e freia, porque o do o o Fusão 2010 ele apenas mantém a velocidade, ele não para o carro, né? O o esse que o esse
que eu tenho aí, o híbrido ele ele para ele. Se eu tô você tá andando aqui assim, tá na tem um parou um carro na minha frente, ele para, freia, não sei quê. Depois eu faço ele andar igual videogame, eu faço se ele andar de novo, aperto um botão e ele Tá andando de novo e tal. Eu acho isso assim, é um é um nível de ir para São Paulo parece uma é uma [ __ ] é uma [ __ ] frescura, mas aqui em São Paulo anda e para de São Paulo, pô, eu consigo
dar uma relaxada na perna aqui agora. Vou andar apertando o botão. E é isso que putz, cara, eu fico pensando, se eu for trocar por um outro carro que tenha esse nível de facilidade, putz, eu vou gastar muito mais aquele car, esse carro tá o quê? Tá uns 130 conto, mais ou menos por Aí. Eu não sei exatamente quanto tá hoje, porque por ser um híbrido, inclusive o Anderson pode falar muito bem sobre essa parte, mas por ser um híbrido, normalmente é um carro muito depreciado, mais do que o combustão, porque muita gente tem medo
dessa manutenção, que é uma manutenção cara no Brasil, por causa da baixa disponibilidade das baterias, né? Ã, e tem poucos profissionais capacitados para conseguir fazer eh os reparos nisso Aí, né? Mas até um só um parêntese, a bateria que tem no Fusion, se eu não me engano, é aquela LG LG Cam. É que ela é bem disponível no Estados Unidos assim e ela é bem simples de trocar ela. Não é um produto, mas assusta, tipo um mecânico convencional assim. Nós pegamos, eu tenho um carro nos Estados Unidos, um Mustang 92, hã, que tinha 18.000 milhas.
A gente comprou ele com um V8, tiramos o motor a combustão e botamos um motor elétrico de De 500 cavalos de fórmula IND. É ind, né? Não, de ful tipo de de um tipo de fórmula E, né? E e a e colocamos essa mesma bateria do fusil, a gente botou 48 delas nele, porque ele é 100% elétrico, ele não é híbrido. 48 baterias, módulos assim da do fusion. É, então pega a tua, multiplica por Eu não sei se a tua é uma, talvez é 48 módulos. Eu não sei quantos módulos tem no fúil. Eu também
não sei, mas é, mas é, a gente encheu tanto o porta-mala quanto na frente do Motor assim e substituiu todo o motor elétrico e motor é combustão e substituétrico. Que viagem, cara. A única vez que eu tinha escutado um cara que queria transformar um carro a combustão num carro elétrico foi o rato borrachudo que ele quer pegar uma comba e transformar ela num elétrica. É, é, mas tá usando nosso produto, inclusive. Mas a gente tem um, eu tenho aqui, tá aqui no, no Interlagos agora um, eu tenho um Gol que A gente pegou um Gol
92, 94 quadradinho, um quadradinho e fez um Gol GTE. Então ele é um gol que ele é como se fosse a Volkswagen tivesse feito na décad 90 um carro elétrico, um gol elétrico. A gente fez ele agora, botou um motor elétrico, tirou motor a combustão e ele e e aí restaurou ele. Inclusive o próprio Veiga, que é o designer chefe da da Volkswagen, na época ele deu várias ajudas e e desenhou uma ideia do projeto. Denny aqui, o By De de do interior de São Paulo fez todo o projeto do carro e a gente fez
uma releitura dele. Eu tenho também um Fusca elétrico que a gente também pegou um Fusca 73, acho que é. E converteu para elétrico. Esse com motorzinho menorzinho lá tem o câmbio ainda manual, mas é elétrico. Aí não pinga óleo, não faz nada. Maneiro, mané. E assim, vocês têm, vocês gostam da ideia de carro elétrico ou vocês são os caras que gosta mesmo? É do barulho de motor? Então, aliás, é Controverso, mas eu tive por 7 anos o meu carro de dia a dia foi um Tesla nos Estados Unidos, porque eu gosto de tecnologia, eu gosto
de coisas diferentes, eu gosto, por exemplo, quando eu tava ouvindo tu falar toda essa comodidade do fusil, se tu andar num Tesla, eu tô ligado, é outra vibe. É aí, aí é outro nível, porque aí é o seguinte, aí tu bota o endereço e ele dobra esquina para na leira. Mas lá nos Estados Unidos, aqui no Brasil Provavelmente não. É, ele faz a hoje ele faz a mesma coisa. É, se tu tem um Tesla aqui, ele consegue, ele tá liberado os mapas, ele faz autopilot, mas é, cara, é inacreditável o nível de de conforto nesse
aspecto do de um Tesla, por exemplo. Mas aí, voltando o carro elétrico, teve um hype nos últimos anos que meio que flopou um pouco assim, ã, especialmente da expectativa que migraria tudo para elétrico muito rápido, né? Tanto que vários fabricantes Acabaram fazendo muito rápido essa transição e tiveram que voltar. Mas em compensação, a a tendência é os carros serem elétricos no futuro. É muito mais cômodo, muito mais prático, muito mais econômico, é muito mais simples. Então, ah, vai acabar migrando para isso. Só que o tempo de migração, ele depende de aceitação, depende de tecnologia, de
infraestrutura e outras questões assim. Minha esposa tem um um carro elétrico Jean também, inclusive o mesmo carro que é o Chevrolet Bolt, sabe? Cara, eu andei já no carro várias vezes, claro, e curti, cara. Achei bem maneiro. Sim, ele é um carro bem maneiro mesmo, sabe? É porque se for pensar mesmo um carro desse elétrico de certa maneira de entrada, ele já tem um torque que superior a muito carro. A combustão. Sim. Provavelmente anda mais que teus fusers, cara. Sim, facilmente, na verdade. Então é isso, tu pega ainda Mais, vai num Tesla mesmo assim, cara.
O Tesla, o Pled ali, eles têm 1000 cavalos. Brincadeira. É rojão. É muito rojão. Tu gosta, cara? Fala verdade, não, não. Eh, eh, assim, assim como o Anderson, obviamente, pô, eu comprei um motor rotativo porque me encanta a engenharia das coisas e obviamente que os carros elétricos são muito fortes. Eu cheguei a morar nos Estados Unidos um tempo e eu tive o Tesla lá também. É, então assim, Por que que tu foi morar lá? Ah, na época eu tava, eu saí uma época do Brasil e abri as lojas ao em alguns países, né? Então eu
tive na Colômbia, em Chicago, Taiwã, e eu ficava meio que viajando, fazendo mapas, né, visitando esses locais e e atendendo assim, atendia. Que época é isso aí que tu tava nos Estados Unidos com esse Tesla aí, cara? Is foi logo que lançou o Tesla. Tinha tinha acho que era um, do anos do Model S que ainda não tinha o PCND, ele Era 90, 95. Lembra que ele só tinha o Insane Mode e não tinha? E aí eu eu lembro que eu paguei uma atualização para liberar o Lud Cross Mode. Aham. Na na Não, mas isso
foi não. Esse o PCND foi só em 2017, eu acho. Eu acho que era. É, mas aí não tinha o PCD, ele era uma atualização do do 90, o 95. É, o meu primeiro P, o meu primeiro Tesla foi um P90D em 2016. É. E aí tu, tu podia pegar com Lud Cross mode? Já é, o meu não tinha. Exato. Então era era Não, não, não, o meu tinha. É, verdade. Tinha o teu. O teu já tinha, mas quando eu peguei não tinha ainda. Esse L CRS mode aí tem a ver. Ele baixava 0.2 no
Z0 a 100. Ele fazia 2. É, tem a ver com Spaceballs. É o filme. Aham. Tô ligado. Pouca. Os caras mais novos não vão saber que filme é esse. No Brasil é o nome dele é Espaçobos. Tem um louco no espaço. Aí os caras usam o poder da salsicha. Isso no dublado, né? E aí, mas enfim. É, na época já era um Carro. Eu tava durante algum momento, digamos assim, eu descobri alguns algumas oportunidades de ganhar performance numa plataforma específica da da BMW. Na verdade, em todas as e em todos os motores, quando a BMW
atualizou a arquitetura eletrônica dos carros, tá? que era por falta de alimentação e na época ninguém se tocava nisso assim, que baixava a pressão de rail e aí ele desligava a bobina para proteger motor e todo mundo trocava a bobina, trocava Vela, trocava tudo e ninguém sacou que na real ele faltava combustível. Uhum. Eu casualmente, casualmente não, né, eu fiz umas experimentos. Uhum. Então eu eu comecei a ver que quanto mais álcool eu misturava no combustível, mais cedo ele falhava. falar, cara, essa porcaria aqui não tem nada a ver com ignição, tem a ver com
combustível. E aí eu comecei a botar tipo uns umas alimentação suplementar ali na pressurização e o troço voou. E aí na Época eu fui detentor de recordes mundiais, tanto de potência quanto de arrancada em diversos motores da BMW. Eh, e aí isso me fez ser chamado para diversos lugares do mundo para preparar os carros, porque os caras queriam correr e competir com aqueles carros, né? Entendi. E aí em alguns lugares eu abri alguns pontos aonde literalmente a ACF, que é a minha empresa de de performance tinha as lojas. E lá na de Chicago e eu
acabei Tendo a chance de ter o Tesla e foi fantástico. Primeiro assim, o carro é animal, qualquer um que ande no carro não pode dizer qualquer coisa diferente mesmo. O Model 13 que é o de entrada ali, já é um carro fantástico assim, com com pra época era revolucionário e mas na época só tinha o S. H, e aí nos Estados Unidos tem algo que isso é onde eu realmente bato e algumas e apanho por falar isso, porque os carros Elétricos aqui no Brasil estão em igual nível de desenvolvimento e de tecnologia do que eles
mantiveram assim aumentando a barra cada vez mais. Então são carros muito bons, tá? Mas infelizmente o nosso país não tem uma infraestrutura nem próxima, ah, tá, desses países, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos. E suporte para para abastecer o carro, por exemplo, suporte para fazer, na minha opinião, ainda ser algo sensato você ter para grandes massas carros Elétricos, a menos que esteja numa numa em São Paulo, em São Paulo é um tanto mais fácil, né? Não, mas olha só, tem um ponto aí que é que é importante. Hã, qual que é a qual que
é o quantos quilômetros tu anda por dia de carro? Bom, eu ando, depende, mas assim, em geral, sei lá, dá para se 20, vai. Tá. Quantos anos, quantos quilômetros tu anda por dia de carro? Ah, eu ando um pouco mais, vai. Ando uns 60, 70. Tá. Você, a infraestrutura de carro elétrico Para vocês é o carregador em casa. É. Tá aí. Aí, aí é o ponto onde eu vou chegar. É, é proibido instalar carregadores no meu edifício. E agora, inclusive acabou de sair eh, corrige se eu tiver errado, mas acabou de sair ali uma regulamentação,
ã, parece que num nível, numa esfera superior, que proibiram eh alguém do CRÉ, alguma coisa assim, proibiu de que fosse realmente instalado carregadores. É, aí atrapalha porque muita gente, porque você tem noção, eu Não posso botar ar condicionado no meu apartamento. E assim, quem tá aí no chat pode até falar, mas eu achei que era algo meio que do meu e do meu condomínio, assim, eu moro em prédio, né, em em edifício, e eu achei que era algo meio que do meu, que embora não é nem tão antigo assim, sabe? Mas uma galera pode dizer
que que pode compartilhar da mesma coisa. Então, por essa única razão, eh, hoje eu não tenho um carro elétrico na minha garagem, Porque eu queria muito ter um, porque faz sentido pela quilometragem e tudo mais. Daí talvez eu poderia colocar agora que eu tenho um estúdio de gravação lá, um galpão, tudo mais, até com trifásico, então daria para botar tipo uns carregadores rápidos ali. Faria sentido ter, mas para para se eu morasse, se eu não tivesse o galpão, não faria sentido ter, porque eu ia ter que usar um carro elétrico da mesma maneira que a
gente usa um carro a combustão, Que é parando num posto de recarga rápida e e abastecendo. Aí não faz muito sentido ainda que nos Estados Unidos hoje a infraestrutura da Tesla em específico é fantástica para você usar um carro elétrico como se fosse um carro a combustão. Então se um dia a gente chegar nesse nível com certeza a gente vai ter uma popularização dos carros elétricos efetiva. Não adianta vender carro barato. Entendi. É porque no meu caso tem uma tem um tem um ou melhor não Adianta só vender carro barato, né? É importante vender barato
também, viu? Eh, eu entendi, cara, porque assim, no meu caso lá, eu tenho uma eu tenho uma vantagem, como eu moro em casa, eh, a minha esposa usa o carro e põe ele para carregar como se pusesse um celular, né? Chega em casa, liga na tomada, não tem nem carregador diferente. Ela pega o carregador que vem com o carro, liga ele na tomada ali todo dia. E se tu vai deixar o carro parado por 5 horas, tu Consegue repor aqueles 70 km do teu com certeza. O Jean dá sorte que no prédio dele tem carregador
e aí ele consegue e resolver o problema dele lá. Mas entendi qual que é a dor e ela faz sentido, na verdade. O lance é tipo assim e pelo ponto de performance e de conforto, de tecnologias, o carro elétrico já é tão bom se não em alguns pontos melhor do que muito do que a maioria dos carros da combustão. Tem tem uma coisa que muita gente tem dúvida e sempre se falou que o Durabilidade da bateria sempre é o maior medo, né? Aham. É, só que olha uma analogia que eu vou pegar talvez o cenário
dos Estados Unidos, eu não sei o quanto se aplica no Brasil, tá? Mas, por exemplo, nos Estados Unidos, se hoje tu tiver uma Mercedes muito cara assim, tá, no Brasil, e esse carro tem 10 anos de uso, né, estragar o motor assim de uma maneira que tu precisa trocar o motor inteiro, né, tu vai na concessionária e troca o motor ou tu compra o motor usado E coloca? Ah, eu acho que eu vou comprar o motor usado e colocar. 99% das pessoas vão vão num carro desse, porque pega um carro desse que valia R milhãoais,
quando era zero, hoje vale 200. Estragou o motor, a concessionária pediria 400, tu vai fazer o que? Tu vai comprar o motor usado por 50 e vai botar no carro. Aham. Uhum. Só que o que que aconteceu? Hoje tu compra uma bateria usada, hoje tu tu substitui parte da bateria. Então, por exemplo, assim, quando você fala: "Ah, porque o preço da bateria equivale a 80% do carro". Se tu for comprar, claro, se tu for comprar na concessionária, mas ninguém precisa comprar na concessionária. E aí nos Estados Unidos tem o direito a reparo, né? É, mas
isso aí é muito importante também, tá? Porque isso é verdade. Eh, inclusive hoje o mercado da Tesla para reposição e refurbish de baterias, assim, tem empresas especializadas nisso, mas no Brasil a gente não tem Essa facilidade porque aqui ainda não é lei. Isso. Tipo, explica um pouco do que que é essa. É, nos Estados Unidos tem uma lei que obriga os fabricantes a abrir as ferramentas de de reparo para pros clientes. Então, tu pode comprar um acesso diário, tu pode comprar um acesso mensal, semanal ou anual para ter uma ferramenta para te reparar. Então, tu
pode pegar um Tesla, compra uma bateria usada, desmonta por conta, com devido cuidado, troca a bateria, entra com o Sistema no com o laptop ali e programa aquela nova bateria e o carro sai andando. E isso serve para todos os carros, não só paraa Tesla, né? É uma lei americana que eles obrigam que tem que dar o direito pro cliente poder reparar. E aqui no Brasil as fábricas não têm essa obrigação. Eu acho que ninguém oferece praticamente isso, né? Não, pouquíssimos. Na verdade, a gente tem que entrar com VPN. Aham. Para comprar um acesso como
se a gente Tivesse nos Estados Unidos para quem sabe conseguir fazer isso, sabe? Então, a aonde entra esse gancho que o Anderson falou dessa lei e lá nos Estados Unidos? Porque daí, beleza, digamos, eu vou dar um exemplo genérico, tá? Mas não não vou nem citar marca, vai. Digamos que eu chegue numa marca, eu tô com um carro elétrico e eu tô com problema na minha bateria, tá? Aham. Beleza. Daí, por quanto um desmanche vai vender uma bateria usada? Vai vender Por preço de lixo, porque ninguém vai conseguir fazer aquela bateria usada funcionar no meu
carro. Porque eu preciso de um scanner a nível fábrica ou concessionário, né, oficial para pegar e falar pro carro, carro, eu vou botar uma bateria que é de outro carro aqui nesse veículo e tá tudo certo. Pode aceitar ela e pode liberar o carro para andar, porque se tu só pega uma outra bateria hoje e coloca ali, tu tem que programar ela inteira para aquele carro. Nossa, Nunca imaginar isso. E aí tu não consegue usar. Então isso é um drama que a gente vive. E isso não é só para carros elétricos, tá? Isso aí é
para diversos componentes, inclusive de carros a combustão. Uhum. Tá? Então isso é de fato algo que deveria ser observado ali com bons olhos. Eh, entendi. Porque vai popularizar demais assim o o o fato, tipo, tu tá morrendo de medo em teoria, porque tu é uma pessoa normal. Pra gente é meio galho fraco o problema do do teu Fusion assim, dar problema na bateria, sabe? Porque até é um sistema tão antiquado que provavelmente tu vai entrar com uma outra bateria ali de cara e ele já vai, ô, beleza que bom, já fic quando é merda, eu
já vou ligar para tu direto. Qualquer escor hoje de hoje, scanner bom assim, tu entra lá, mas não precisa ser da concessionária e tu consegue reprogramar aquilo ali e fazer aquilo ali funcionar. Mas tipo, nos carros de última geração Agora, tu não vai conseguir fazer isso. Entendi. E aí tu tem que pegar e levar o carro pra concessionária. Aí tu chega na concessionária com uma bateria usada, aí ele vai virar e falar assim: "No, no eu não vou reprogramar, porque para reprogramar tu tem que comprar a bateria aqui. E aí, como é que tu escapa
disso?" É, tá na merda, entendeu? E assim, tem algum eh tem algum cuidado específico que os caras que tem carro elétrico devia tomar E em geral eles não sabiam que eles tinham que tomar? Se é um carro totalmente elétrico, ele em geral a bateria dele é muito protegida assim em termos de descarga, carga assim, tu não hã até aquela questão, ah, não pode carregar 100%. A o próprio Elon Musk uma vez fez uma publicação dizendo que isso não é verdade, sabe? Porque na verdade conta tu pode carregar. Então na prática, num carro 100% elétrico não
tem muito. Os híbridos tem alguns carros que Tu precisa se tu não usar a bateria eles parece que descarregam. Até as Ferraris as 296, tipo, você tá tendo bastante, tem alguns, tem alguns carros mais modernos que parece que tu tem que manter carregando a bateria, então tu não pode deixar descarregar ou tu tem que usar. Eu não não tenho certeza, mas eu acho que os híbridos talvez tenha a possibilidade de não usar a bateria e descarregar. E aí quando a bateria descarrega totalmente, ela ela pode não Ela pode danificar alguma coisa assim. Entendi. Mas é
basicamente isso. O meu o meu ele ele é desse que tu não liga na tomada, sabe qual é? É, então ele já é automaticamente usa ela, né? Ele nunca inclusive ele nunca. Tá, pera. Então tem um híbrido. É. Ah, não, o fusion. Fusion. Fus. Achei que tá falando do carro elétrico. É, não. O carro elétrico dela lá. Tem que ligar na tomada. Igualzinho o celular. Ini e o o fuso, inclusive a bateria dele, pelo menos no Painel, ali, nunca nunca fica zerada, sabe? Quando se eu tiver usando demais e tal, eh, ele já liga o
motor, a combustão e resolve o problema de outra forma. Mas é isso, é que no teu caso, assim, falando em Mas tu tem que usar. Uhum. No caso de um híbrido é isso. Se tu E aí, por que que às vezes, tipo, vai dar BO numa Ferrari? Porque o cara não vai usar no dia a dia um Ferrari. É, entendeu? É verdade. Então, no teu fusion é bom que tu faça essa gestão de Bateria e consuma, baixa e carrega de novo, sabe? Depende muito da tecnologia da bateria. Para as mais antigas ali, nel cadmi, ion
de lítio e tal, cada um, cada química de bateria tem assim um cuidado diferente. Hoje a gente tem Bioid com as Blade, tem cara n tecnologias, a gente tá tendo agora as de de sal ali, né? de ah, cada semana tem uma notícia nova e é difícil até saber. Man bom isso no fim da semana tem baterias, tem tem novas tecnologias Porque hoje dá para você fazer grandes baterias que dão bons alcances assim pros carros, só que baterias maiores levam mais tempo para carregar. Aham. Então, talvez hoje, se a gente pudesse falar onde eles devem
estar gastando muito dinheiro, é para conseguir carregar mais rápido, porque daí realmente vai melhorar, principalmente pra galera que não tem uma infra eh, tipo, de ter painéis solares e fazer sentido o custo e tal, que para muita Gente não é a maioria. Hoje tem energia solar em casa, tem o Wallbox, é, né, as baterias na casa mesmo, tipo lá tem, como é que chama aquela bateria da Tesla lá? É um power bank mesmo assim, mas power wall, tá? E a parede é cheia de de baterias ali para armazenar. Então isso aí faz muito sentido. Mas
o só um detalhe, o condomínio nos Estados Unidos não é muito diferente daqui. Eu tentei, eu eu contratei a Tesla para botar um sistema de solar e e baterias na minha Casa, o meu condomínio não permitiu. É mesmo? É. [ __ ] merda, cara. É, mas lá tu tem tipo estação da Tesla para abastecer rapidão assim, tipo meia hora, 40 minutos. Eu já tive uma experiência a vai uma vez que assim eu fui sair do saí de Miami, não foi de Orlando para ir para uma outra cidadezinha lá. A gente tava eu, Jean e o
Fênix que é que ele tinha alugado um um Tesla e a gente teve a experiência de parar lá no posto lá, bota para carregar rapidinho, enquanto a Gente come uma parada, quando volta já era. Tá bom. Mas mas e no estamos falando aqui de de bateria e tudo mais. No motor não tem que não esquenta a cabeça com o motor de um carro elétrico. Muito pouco, porque se for pensar esses de alta qualidade eles têm um motor elétrico, ele tem tipo 20 peças, 20 componentes. Ele é relativamente simples se tu for pensar. E ele não
tem praticamente nada de desgaste porque é rolamento, porque não tem nem Praticamente lubrificação, ele tem mais refrigeração. Então hoje, por exemplo, já a Tesla tendo 12, 14 anos assim com carros aí tem carros com meio milhão de quilômetros assim que nunca trocou motor, não trocou bateria. Eh, apesar de que comigo aconteceu um fato do meu meu primeiro Tesla, que eu tinha ali do tr anos, um dia eu recebi uma de uma mensagem na tela dele assim, ó, eh, eh, verifique, eh, ou vá na Concessionária, basicamente assim, nem dizia, mas o carro andava normal, não tinha
perda de performance, não tinha nada. Aí, casualmente, meu parabrisa tava trincado, fi, ah, vou vou resolver os dois juntos já, né? O parabrisa era o mesmo preço fazendo na concessionária, não disse: "Ah, vou trocar os dois". Larguei lá às 8:30 da manhã, me emprestaram um carro para eu ir para para trabalhar. Aí era umas 11 da manhã, me ligaram: "Ó, tá pronto já o seu Carro, tá bom". Aí cheguei lá, tinha umas 60 folhas para eu assinar assim. Aí comecei a a ver as folhas assim, disse: "Ah, o que que vocês fizeram?" Não, trocou o
parabrisas e trocou todo o power trem, todo o motor. Disse: "Mas como trocou todo o motor." Aí eu perguntei pro cara, o cara disse: "Olha, é raro, mas às vezes acontece. Não, não sabe se tem a ver com o uso ou não, mas é aconteceu, mas tô brincando assim ali eles aí substituíram o motor, mas assim, Trocaram todo o motor na garantia em 2 horas. Entendi, entendi. Se ele chupetou uma foioteca, tentou botar um, tentou meter umas duas baterias em paralelo ali. Que tipo de doideira dá para fazer num carro elétrico? Não dá para mexer
muito. Dá tudo alterar? Não, alterar assim não. Muito desses modernos. Ah, Anderson, o que que tu vai fazer no Tesla? Tesla. É, vamos lá. Tu hoje Hoje já eles incorporaram grande Parte das funções, mas por exemplo no model 3 dava para você p, por exemplo, que ele tem motor na frente e atrás, dava para você desligar o motor da frente e fazer drift só com modo traseiro. Ah, tá. Sim. Isso é algumas das coisas. Carinha desse sorrisinho lá. Não, mas é que isso aí teve uma época, por exemplo, que a Tesla foi escapou um eles
botaram, eles tiveram uma bela ideia de liberar esse modo drift assim. Eu tenho um vídeo no Meu YouTube ali que eu fazendo dan assim com Tesla de 1000 cavalos assim que é uma loucura, mas aí passou uns meses eles desabilitaram aquilo no software. Entendi. E assim tinha muita coisa, cara. A Tesla, na época que eu que eu que eu tive esse carro, era meio comecinho, tinha uma porta atrás do painel que tu conseguia comunicar e mudar tudo do carro, tipo hackear a parada e tipo tinha uma galera que fazia tipo assim, cara, mas não de
Performance, de performance daí já é outra parada, porque daí, por exemplo, é mais customização, né? É, tu, mas tu pode, por exemplo, transformar um long range, que não é performance num long range performance. Uhum. Sim. Mas aí eles logo pegaram isso também, né? Eles eles dá, Anderson, mas dá, ué, dá que dá, dá. Tá vendo? Mas porque eles vendiam, na verdade tinha uma época que o eles eram o mesmo carro, a mesma bateria, o mesmo motor e tu pagava lá. Para uma liberação de software. Tu ia comprando uns DLC que os caras do videogame descobre,
né? Entendi aí. Entendi. E [ __ ] e vamos lá. E bom, o Mustang é um carro icônico, né, cara? O barulho dele é um barulho icônico. E aí agora tem o Mustang E, não tem, que é o Mustang elétrico. Esse tipo de coisa vocês acham maneiro também? Hum. Cara, é que assim, eu eu eu minha percepção, nunca nem discuti muito isso. Teve todas as parece que todos os Fabricantes grandes que tinham nomes valiosos guardados assim, entenderam que podiam resgatar esse nome e trazer alguma memória, uma memória afetiva de alguns clientes trazendo esse nome para
um carro moderno. Aham. Alguns usaram isso aí um pouco mais sabiamente, outros menos sabiamente, mas se for pegar Mavic Mustang, ã, você foi muito gentil. É. Não, vários carros assim, eles simplesmente tentaram trazer um nome com memória emocional, uma uma pr Melhorar a venda desse veículo, digamos assim. Então eles não têm muitas vezes a origem daquele nome assim, mas eles tentam relembrar. Entendi. Então o que você tá dizendo basicamente com outras palavras é aquilo ali não é um Mustang. Não, tá não, mas de novo assim não é que é um não é um mau produto,
né? podia chamar de outro nome. É tipo a Hyundai fazer o Veloster. Tá, na verdade eles usaram e e eu acho que é, eu até vou dizer assim, eu quando eles começaram a Perceber o poder disso, porque por exemplo assim, se tu tem, vou falar uma bobagem, mas se daqui a 10 anos lançarem um fusil novo Uhum. provavelmente tu vai te tentar comprar pela memória que tu tem do fújil, entendeu? Provavelmente. Nem sem saber como é o carro, mas só por causa da memória do nome. Então, ou seja, o nome é muito importante. É verdade.
E daí daqui a pouco é um SUV. É tipo assim, o que fizeram com Eclipse na Mitsubishi? Tipo, pô, o Eclipse sempre Teve assim, sabe? Primeira geração pra segunda geração, pra terceira, a quarta, que é aquela mais redondinha, que foi a última geração, na minha opinião, de eclipse, e aí relança o eclipse agora depois de anos sem ter o o produto. E é um SUV. É, mas se for pensar, pode ser um ótimo SUV, não é nada contra o SUV, o valor da marca e o valor da marca, por exemplo, a marca Mustang a marca
Eclipse, a marca, ele tem um valor muito grande. Então, só que e aí as empresas, Se for pensar, os fabricantes deixar, às vezes eles deixam de usar ele e jogam fora um nome que tem um valor enorme. Então, de certa maneira, eu acho que foi uma retomada de usar nomes valor valorizados. Aham. e de certa maneira estrategicamente inteligentes. Entendi. Entendi. Mas na prática, pro cara que, especialmente pro cara que manja, talvez não tenha esse esse esse apego afetivo aquela aquele nome ali, tu entende que aquilo ali não Ou até por causa do apego afetivo, tu
entende que aquilo ali não é um m. Mas vamos dizer assim, eu acho que eles até foram relativamente coerentes, assim, no sentido de ter uma uma semelhança, uma lembrança. Por exemplo, pegar o Mustang e a Silvi, ele tem uma origem de traços do Mustang. Não dá para dizer que não, entendeu? Ele tem, então assim, eh, ele ele, ou seja, ele ele resgata muito mais a memória e alguns traços para trazer essa memória. Mas aquele, vamos dar um Exemplo, aquele, talvez aquele mesmo cliente de 18 anos que que tinha um Mustang ou que era um sonho
de ter Mustang, agora ele tem 40 e 50 e ele quer um carro de família. Então, talvez eu eu a Silvia até mais adequada pro pro caso dele, entendeu? É, o produto faz total sentido. Aham. Né? Eu só acho que é é arriscar. É arriscado, tipo, pode ser que dê c, pode ser que dê certo. Tipo, no caso do Mac, eu nem acho assim que foi um case errado, porque realmente Tem, mas o único, for pensar assim, pro carro que recebeu o nome é um benefício, porque ele ele ele vai vender mais por causa daquele
nome. O único ruim é que ele queima aquele nome e não pode voltar a ter esse nome no provavelmente no produto original assim, né? Mais similar ao original. Sim. Tipo, como é que agora vai voltar um eclipse CCP? Duas portas baixinho não volta depois de ter o eclipse? Será? Será? Não volta. Não volta. É, nunca diga nunca, né? Nunca diga nunca, mas provavelmente, tipo, ok, talvez até recupere parte daquele mercado que inicialmente era o que foi voltado, mas eu não vejo hoje. É que eu não sei números, mas imagina que vamos usar aqui o Mustang
como exemplo de novo, já que eu sou fordista, né? Eh, fordeiro ou fordeiro. Fordeiro, verdade. Eh, o o cara que gosta do Mustang. [ __ ] vai, por exemplo, não tem mais Fusion. Vamos no fusion. Não tem mais fusion. Não tem mais fusion. Aí vamos dizer que aí agora os caras faz um fusion e SUV. É que não precisa porque meio que já tem só com outro nome, né? Tem. Qual que é? É o Explor alguma coisa. Você tem a Bronco? É, não, eu tô falando, tô falando que assim, dessa vez que eu fui lá
para Orlando, eu, eu tava com um carro alugado que assim, ele era o Fusion dentro, igualzinho, tudo igualzinho, não sei que, mas só que era Um SUV enorme, eu não lembro o nome, enorme, Expedition, acho que é Expedition gigante o carro assim, eu ficar, [ __ ] isso aqui é o fusion, só que muito maior. É, beleza. Se os caras lançassem aquele carro ali com o nome de fusion, eu ia entender. Inclusive o carro, o meu carro, o fusion que tem aqui bem na porta ali na Europa, lá na Polônia, por exemplo, que eu tive
lá, ele tem outro nome, se eu não me engano, é Mondeu. É. Uhum. Então assim, é outro Nome. Eh, se os cara se, se eles decidissem lançar o o um fusion aqui de novo, cara, é mesmo passando por por uma transformação, eh, isso considerando que ele tivesse virado uma SUV, tá bom? Eh, eu acho que para mim ia ser, [ __ ] eu ia, eu ia ficar balançado do mesmo jeito, do mesmo jeito. Vai o Mustang. Mustang lá, originalzão. Aí os caras lançaram depois um Mustang eh moderno e agora tem um Mustang elétrico. Eu não
duvido que se voltar para um Mustang lá Barulhento, os caras vão chamar Mas ele tem o Mustang barulhento. Ele não deixou de fazer o Mustang barulhento, que chama só Mustang. É verdade. Tá bom. E aí eles fizeram o Mustang Mac. Aham. que daí depois você o Mac ainda é uma, o Mac era, existia um Mustang Mac, o Mac Mac 1, né, que era da época de 70, década 70, uma edição especial assim que volto meio eles até reproduzem alguns Mac One. Uhum. Ahã. Mas se os caras lançam um eclipse lá do jeito que você achava
Maneiro lá de novo, só que agora mais moderno, até com umas linhas diferentes para se encaixar em 2025 mais um cupê, duas portas. Mas é que o mercado não consome mais muito isso. É hoje, hoje na verdade o carro, eu acredito que isso que isso vá é cíclico, minha visão, tá? Tomara que seja. Minha minha visão é que é cíclico, mas a gente tá passando por um período em que eh muita muita gente acaba Não, tu falou algo no começo desse podcast Que era assim ahã o o objetivo quando a gente tava na meio que
na nossa geração assim um pouco mais para trás também era do tipo assim cara é uma realização tu comprar um carro tu ter um carro porque várias cois uma medida de sucesso, né? Era era uma medida de sucesso assim, cara, vou conseguir trabalhar e tal para comprar um carro. Aham. E aí a gente tá ã passando assim, onde na verdade a medida de sucesso já não é mais o carro, já viraram outras coisas. Eh, e aí a Ponto que não sei, depende onde você tá, mas tá bom, vai. Mas, pô, beleza, vamos lá. Mas você
tem razão. Eh, tu vai olhar e muita gente aqui do Flow mesmo que a gente conheceu, Brunão e tal, tudo mais, ele não, ele não vê sentido em ter um carro. É verdade, é verdade. Porque daí daí tu pergunta para ele, tu fala assim, talvez ele até já tenha uma grana para comprar um carro. Mas ele fala: "Porra, mas é que eu ando de Uber, velho. Daí eu fico fico respondendo, fico vendo WhatsApp, fico vendo qualquer coisa, não pago o estacionamento, né? Manja. Aham. E aí muita gente tem hoje a cabeça dele e era algo
que na nossa geração meio que não tinha isso. Verdade. Verdade. Tipo, a galera andava de buzão, andava de, sei lá, de metrô ou de táxi, mas se tu perguntasse o que ele queria, ele queria ter um carro. É verdade. Hoje em dia já não é mais assim um um desejo, porque tu consegue atender a locomoção de uma maneira particular, Por exemplo, com os aplicativos. É, ou alugando um carro. Hoje tem serviço de alugar, alugel de carro, que inclusive faz é mais barato economicamente do que tu ter um carro. Se em alguns, né, em em, né,
em às vezes fazendo a conta mesmo faz mais sentido. Tem casos que não, mas tem casos que sim. alguns usos assim acaba fazendo sentido. Então eu acho, tá, que que isso é cíclico e porque eu tenho visto assim, não sei Se tu tem a impressão, Anderson, mas meio que a a galera e o a criança hoje eu tenho visto muita criança, muito mesmo, assim, tipo, e adolescente, tipo, quando tá, sabe, roupa de colégio assim, tudo mais, tipo, o me para para tirar uma foto assim. E que a coisa de 10 anos atrás, talvez a grande
maioria tava focado em Igor 3K na época de gameplay. Aham. Manja. Uhum. Tipo, hoje eu tô olhando que nós, particularmente, a gente tá voltando um Pouco essa o carro a virar algo mainstream por diversas razões, talvez não mais como uma solução de meio de transporte. Mas como um lifestyle, é, tem umas coisas assim que eu acho que a década, o covid ali, eh, deu uma inflacionada enorme no preço dos carros, né? Isso, isso realmente é ter. Então, assim, todo carros antigos, carros de coleção, se tu pegar qualquer carro em 2020, ele valia menos do que
hoje. Foi Isso que aconteceu. Então, tá aí, só que o que que aconteceu e aí tem um, eu acho que um fator adicional disso aí e isso isso meio que incentivou o carro a virar um colecionável, assim como, por exemplo, tem tem gente que gosta de colecionar relógios. Aham. Tem gente que usa um relógio de R$ 100.000, tem gente que usa um relógio mais de que isso e para ele isso é o é um é uma demonstração de de poder ou de bens, assim como um carro. Então o carro ele virou assim um ele eu
acho que ficou muito mais no mundo inteiro assim, muita gente começou a entender o carro como quase uma obra de arte e e isso inclusive explica porque que às vezes tu pode ter um carro que tu nunca tira da garagem, tem gente tem um carro no meio da sala que não nem tem como tirar de casa e ele é uma obra de arte. Então, a valorização ajudou a dar uma desculpa para incluir os carros numa num quesito de investimento ou de Valorização, como se fosse obra de arte. Aham. E e a e eu acho que
se popularizou muito isso de de e e tirou estigma de que isso é uma coisa errada. Eu não digo errada, mas assim, muita mais gente tem. Parece que parece que mais gente, olha a quantidade de porte que vendeu no Brasil nos últimos anos. Verdade, cara. Então assim, eu vou pegar assim a cidade cidades no interior, na minha cidade no interior lá Rio Grande do Sul, Santa Cruz do Sul, tem muito mais carro Especial assim ou absurdamente a mais hoje do que tinha ano passado. Sim. Estão falando desses carros de de luxo de cer, é carros
assim esportivos ou clássicos ou ou até antigos assim de tudo assim, porque tem gente que vai comprar um, eu digo assim, muito mais gente tá tendo mais carros, parece. Hum. E e então assim, com esses fatores de valorização, porque antes tu sempre tinha uma ideia de que carro tu vai perder dinheiro. Ah, sim, sim. Mas isso Isso não é verdade. Tem realmente muita gente que consegue e não é não é agora eu tô falando sério mesmo, não é não é brincadeira. Não é a história para tua mulher de verdade. Não, verdade. Tem tem muitos carros
que se tu comprar bem é um carro e aí tem alguns critérios assim, um carro, por exemplo, em torno de 20 anos é o pico de desvalorização dele, tá? Se tu pegar, né, em torno de 15 a 20 e poucos anos, dificilmente se esse carro tiver algum poder de valorização, Se ele for por alguma razão um pouco especial e aí inclui assim, ou é um carro que que não vai existir mais, ou é um carro que era a versão especial, ou é um carro que é raro, que foi feito pouco, ou é uma combinação muito
específica, se ele tiver um poder de colecionar, de virar colecionável, esse carro provavelmente depois de 20 anos ele vai subir de valor, entendeu? Então, se e aí se tu associar isso com uma boa compra, o que que significa uma boa Compra? Pegar um carro num bom preço de um estado que aparentemente tu resolve e deixa ele bem, tu ganha dinheiro ou tu tem, mesmo que tu não seja para vender esse carro, aquele bem ele vai valorizar. Pô, eu vou dar um exemplo assim, ó. A Ferrari que eu comprei, essa Ferrari que é uma Ferrari F355,
eu comprei ela em 2020 por $1.000 nos Estados Unidos. Hoje um carro que se fosse naquele estado que eu tinha comprado naquela época, ele valeria 70.000, 80.000 nos Estados Unidos. Então, na teoria, eu mais que dobrei o meu investimento naquele carro. Só que além disso, eu fui lá e fiz o arrumei algumas das coisas que tinham errado naquele carro, que era um carro batido, que tinha recuperado mesmo, mesmo batido, recuperado, ele valeria 70.000 hoje. Não entendi. Só que com a com o aperfeiçoamento que eu fiz, ele vale mais de 100. Então, só que se tu
pegar isso aí, multiplicar por 20, tu Teoricamente tu tem vários investimentos assim fazendo. Só que aí vão dizer que alguns tu erra, mas às vezes tá errado. Mas um exemplo simples assim, o Tesla, tá? Um Tesla nos Estados Unidos, um leasing de um Tesla, o Pled que é o top de linha, o carro é 150.000 o preço base. Ah, era 150.000, baixou para 100.000 agora. 100.000. Esse carro custava tipo $000 por mês de leasing, sem entrada. O leasing, basicamente, tu paga o leasing por 3 Anos. 2000 por mês te custou 72.000, tá? Então assim, tu
teve um carro que tu usou por 3 anos por 72.000, só que se eu tivesse comprado o carro por 150, pagado o valor do carro e vendido ele, eu ia ter vendido ele por 60. Então eu tinha eu ia ter perdido o 90, na verdade. Então o leen ainda assim foi um menos pior negócio do que o o a compra. Entendi. Só que agora, por exemplo, assim, quando eu devolvi o Tesla na metade do ano passado, eu fiquei Pensando, cara, se eu for viajar longe, eu tenho a Suburban da minha esposa porque cabe oito, levo
meus filhos. O meu trajeto todo dia, leva teus filhos amigos deles, né? É, é todo dia o meu trajeto é tipo assim, é 10, é 10 km e volta e e eu tenho um monte de carro encrenca, mas eu tenho um monte, então assim, a chance de nenhum deles estar andando, é pequena, tá? Aí eu pensei assim, cara, em vez de eu comprar um, gastar 70.000 por 3 anos num outro Carro, eu vou pegar um carro. E aí eu escolhi uma, por exemplo, uma BMW M5 V10. Você vê como a gente se autossabota com convicção.
Vai, vai. Não, mas ó, olha o meu cálculo, ó. Eu peguei um carro que eu acho que é um carro que é raro porque é um é uma M5, é um dos últimos motores V10 do mercado. É um sedan que a BMW cometeu uma uma insanidade de botar um motor de 500 cavalos aspirado num num sedan na época que ela estava brigando com a Mercedes Lá para ser o mais rápido da autoban e que parou de ser fabricado 2008 ou 9 e e e tá no no pico de desvalorização. É um carro que tu comprava
ali nos Estados Unidos por 10 a 20.000 obviamente um pouco mais. Eu comprei uma muito boa por 20.000 esse carro aí. Um, eu fiquei um ano com ele já, ele já subiu 5.000 de preço. Então, tipo assim, cargou dinheiro, car no Tesla eu estaria gastando 72 em 3 anos. Ali eu ganhei cinco em um ano já. Uhum. E de certa Maneira eu fiz um uso semelhar. Isso sem contar o que você fez no carro, tipo se você não tivesse feito nada, né? Mas óbvio que o idiota foi lá e colocou 12.000 000 em escapamento na
[ __ ] do carro de que não. Botei três. Botei três. Óbvia. Desculpa, foi mal. Desculpa, desculpa. Talvez eu tenha estragado a sua desculpa em casa, que inclusive esse carro não era nem dele, é pro filho. Mas tudo bem. É. Aí a desculpa que eu botei, falei, aí eu Peguei meu, isso é uma outra coisa, meus filhos, o deles, os três assim, nunca, nunca foram muito ligado em carro. Eu tenho um de 14 agora, um de 10 e um de sete. Eles nunca foram muito ligado em carro, mas eu acho que é pela super exposição,
parecia muito comum assim. Aí daqui a pouco um deles começou assim: "Pera aí, por que que meus amiguinhos acham tão legal os carros do meu pai? Será que é legal mesmo?" E aí um começou a se conectar mais aí, mas o meu mais Velho, eu queria dar um um incentivo nele. Aí quando falta um ano para ele tirar a carteira agora. Aí disse: "Ah, vamos procurar um carro para ti, tá tá chegando tempo até, eu posso cuidar para ti." A gente comprou esse carro supostamente para ele, mas eu tô eu tô usando para ele. [
__ ] cara, é meio exagerado, né? Qual foi o carro que tu teve mesmo? Era um tipo pro teu primeiro. É. [ __ ] aí tu arrumou um carro bem mais [ __ ] pro teu filho, né, Cara? Inclusive, bem antes também. Se for considerar a idade, foi até pior do que o tipo, porque o tipo era 90 e alguma coisa. É, o tipo tinha 6 anos de idade. Ah, sim. Pô, mas esse carro aí é, [ __ ] a BM é 2006, tem quase 20, quase 20 anos. Quando ele tirar a carta, vai ter
20 anos. É. E aí, você faria esse acordo? Olha, eu acho que eu faria. Tu não faria, não? Ah, eu é que bom, eu tenho até traz o Miguel aí rapidinho, só só para te mostrar um negócio, porque eh eu tive um eclipse, que é um carro esportivo e tal, e eu tinha 18 para 19 anos, né? Eh, e obviamente não é uma decisão sensata por inúmeros fatores diferentes, mas é que na dificuldade que tu aprende, né? te lembra que exato. Casualmente, na minha opinião, eu não teria mudado a minha vida em absolutamente nada, tá?
Até porque eu nunca me arrependo de algo que eu fiz, eu me arrependo de algo que eu Deixei de fazer. Tanto que hoje eu não passo mais vontade. Eu tô com vontade, vou e às vezes assim, muitas coisas na minha vida, se eu tivesse parado para pensar, não eram opiniões sensatas assim. E aí, e aí, pô, eu perdi meu pai relativamente cedo, assim. Então, muitas das coisas eu paro, aí eu olho assim, aí eu falo: "Puta, ele tá certeza que se ele tivesse aqui, ele falaria tipo: "Não, mas sabe, tipo, eu tô com vontade, eu
gosto e Vou e tá." E aí com o passar do tempo e experiência, tu aprende a dar passos questionáveis, mas tu aprende a a te safar assim, sabe? tipo, ó, se acontecer alguma coisa e tal, eh, a gente tem da onde conseguir e se articula ali para aquilo. Então, não é uma loucura, insanidade total, mas assim, eu não deixo de fazer as coisas, eu tento construir formas daquilo ali entrar, sabe, fazer sentido, né? E mas cara, eu obviamente no caso do Anderson, concordo com ele e até o que ele falou, realmente faz total sentido de
ter esses carros. E hoje no Brasil, por exemplo, esses carros valiam muito pouco porque era do tipo assim, cara, onde é que eu vou conseguir peça para isso? Tipo, lembra? E passou um período que foi drama, eu tive uma BMW M5 V10 aqui nos Estados Unidos em 2014, 15 ali, nos Estados Unidos, Brasil. No Brasil. É, no Brasil. E a E ela, eu vendi ela por, eu comprei ela por 110.000 e vendi Ela por 145. Achei que eu tava abafando. Hoje vale 250, 300. Eu tive um outro carro, uma Audi RS2, que essa eu não
tive percepção que ela valorizaria tanto, porque foi feito só 15.000 unidades. Ela tinha todos sinais aí, esses de valorização. Eu vendi por R$ 77.000. Hoje é um carro que tem anunciados por R$ 700.000. Meu Deus do céu. 10%. O cara deve, o cara não, 10 vezes. Entendi, entendi. É sim. Não, mas tu vendeu por 10% do preço. É o o cara Que comprou, que falou pra mulher, fez um [ __ ] negócio né? Não, não, mas é nem ele tinha entendido assim. Éa, realmente não valia. Hoje tu pega carros ali, sei lá, até não precisa
ser tipo um carro tão específico assim, mas tu pega um Opala. Uhum. Que foi um carro que durante muito tempo não valeu muita coisa. Mas a regra dos 20 anos é importante, tá? Se tu pegar um carro 20 anos, é estatisticamente é o pico de desvalorização dele, porque aí ele é um Resto de rico, ele e ele não é tão antigo para ser clássico e ele também não é não é novo o suficiente para ser um carro de rico, digamos assim, ou de novo. Então tem, se tu conseguir selecionar desses carros com 20 anos, um
carro que tem um potencial de coleciona, de virar colecionável, provavelmente vai ser um carro que vai apreciar. Entendi. Eh, cara, aí deixa eu perguntar um troço para você especificamente. Se bem que tu morou no Sul também, não é? É, eu nasci Em Porto Alegre, na verdade. É. Tá. Mas cresci em João Pessoa, na Paraíba. Tá. Então, tá. Então, então tem pouco vínculo ali, tá? Eu morei em Curitiba há 4 anos, né? E lá e aqu esse Fusion, o 2010 que eu comprei, eu comprei lá. A placa dele, só pela placa dele não ser não começar
com A ou B, é, é N, foi mais barato. É normal. Qualquer lugar é assim, mais ou menos. Ah, em São Paulo não é assim, não. Não, não. No Rio Grande do Sul, inclusive tá um rebosteio Lá no Rio Grande do Sul porque porque não sei se tu viu a notícia, mas já não tem mais placa aí. Ah, agora é tudo, Agora mudou obrigatoriamente porque chegou não não cabe mais os números da placa a I. Aham. E aí no Rio Grande do Sul tem um carro e a placa dele não é i, nossa, já perdeu
de cara assim muito valor, cara. Qual a explicação lógica de Tem uma explicação disso aí, eu acho. Qual que não fala tua primeira? Então eu eu consigo supor, eu consigo supor. É, Por exemplo, eu sabia que as placas L eh as placas do Rio eram meio zoada lá em Curitiba. Os cara não queria comprar, os caras vendia mais barato, não sei o quê. E aí a explicação que eles me davam é, cara, porque o Rio tem praia e aí os carros t ficam expostos à marezia e tudo mais e aí tem mais chance de dar
merda, não sei o quê. Aqui a gente com placa A e B sabe que aqui não vai ter esse tipo de problema. Essa era foi uma explicação que eu ouvi, mas eu queria ouvir vocês Que no Rio Grande do Sul também tem praia. É, mas eu acho que eu acho que assim, a minha percepção é como se os carros com placa de fora assim eles foram buscados por logistas e foram trazidos assim meio que só para repasse e meio que dado uma maquiada assim. Essa é a sensação que eu tenho assim. E aí quando e
e o que tu quer comprar um carro único dono daquela senhora que tu conhece, que tá ali na da tua cidade. Então eu acho que é mais uma sensação de Que o carro local ele não tem um Por que que esse carro veio de longe? Porque que ele e e acho que no norte assim os carros tm um valor menor do que no sul, não sei. Valorização, existe existe uma diferença assim de preço dos carros eh em certa parte justificada, em outras nem tanto. Mas vou te dar um exemplo bem prático assim, tá? Eh, Manaus
manja lá no Amazonas. É uma cidade que tu não tem eh rodovias que te interligam assim grandes distâncias, porque para tu sair De Manaus na real ou ou tu vai para cima ou tu vai paraa Venezuela, que agora não é mais tanto uma opção. Eh, mas tu não tem muitas vias assim de estrada para tu pegar e viajar a 1000 km de carro. Aham. Já para nós aqui, pô, tu tá em Curitiba, daqui a pouco tu tá aqui em São Paulo, daqui a pouco tu tá lá no Rio. Então assim, a quilometragem dos carros aqui
para nós, ela anda muito mais rápido. Aham. E para um carro, por exemplo, de Manaus, ele é um carro que tem usos Muito mais curtos, então carros lá tem uma quilometragem muito mais baixa, tá? E aí, obviamente, não é uma regra, tá? Mas obviamente faz muito mais sentido quando tu vai comprar um carro e aí tu, por exemplo, olha a quilometragem, às vezes tu pode cair do cavalo. Entendi. Porque um carro que foi usado somente em período de cidade, queimando embreagem, sabe, trânsito, ele teve um uso muito mais severou do que, por exemplo, um carro
que rodou na estrada. Entendi. Porque na verdade o desgaste do motor não é por quilometragem, é por hora. E se tu anda num carro a 100 km/h, tu anda uma distância muito maior naquela mesma hora de quem tá parado no trânsito e ficou 1 hora para andar 15 km. Isso quer dizer que a quilometragem registrada no carro é uma métrica, mas é só isso que ela é. Ela não é não pode ser, mas não é uma métrica mandatória, porque às vezes tu pode pegar, por Exemplo, vamos supor, um carro de uma manutenção cara. As embreagens
da M5 são caras de você fazer a manutenção delas. E aí tu pega um carro que rodou só em cidade, ele vai ter um desgaste muito mais acentuado do que um carro que, por exemplo, rodou na estrada, aonde a embreagem não desacopla ou não desgasta tanto. Então tu vai comprar um carro desses. A a quilometragem não é mandatória, mas o uso que esse carro teve. Então, tu pega, por exemplo, Carros de regiões em que tem muito trânsito de grandes distâncias, eh, tu realmente, eh, acaba fazendo um bom negócio. É uma coisa que eu acho que
assim, essa, pelo menos a minha percepção, talvez seja antiga, mas no passado essa impressão que eu tinha que o logista ia no no norte, pegava um carro, baixava a quilometragem para 70.000 km e botava para vender. É, rola isso aí também, né? Então assim, aí quase que era um preconceia e Provavelmente acontecia e e a e a na verdade o preconceito só era grande e aí tu preferia um carro que fosse local porque supostamente tu confiaria nele. E na minha opinião aí entra a o o a minha ideia é o seguinte, o que eu vejo,
tá? Inclusive, eu tava recentemente com o Artur, foi a primeira vez que ele foi lá para para Porto Alegre, que é o meu produtor. Ã, e aí eu falei: "Arthur, olha aqui, tu vê lá em Porto Alegre, por exemplo, e meio que é o gaúcho, Ele pelo menos dentro dos que eu conheço, não exatamente amigos que gostam de carro, mas eles curtem muito cuidar do carro, tá? Sabe? Mesmo que tu não seja assim um aficcionado, tu não quer, mas tu cuida muito daquele carro. Então eu tenho minhas tias, sabe, tipo família assim, tu não vê
um pessoal que deixa o carro se acabar com o tempo. É, eu acho que eles lavam mais os carros e reparam mais, tipo assim, ah, tem um raladinho aqui, tu não vai deixar aquele Ralado, tu vai lá e leva pr É, tem certas regiões que aparentemente isso fica mais, não é tão aqui em São Paulo meio que a gente não arruma o carro porque daqui a pouco vai vir ralar de novo. E assim, lógico, não é regra, né? Mas os carros lá são mais bem cuidados. Então tu pega, por exemplo, um carro que Mas é
um carro do Rio Grande do Sul é mais valorizado aqui do que um de São Paulo. É. Ah, é? Eu não sabia disso. Quando tu pega, por exemplo, [ __ ] Quando quando a gente pega aqui, quando a gente vai comprar carro para ser aquele pelo, normalmente a gente vai, tu pega um carro placa A, Sim, é muito mais fácil. Não que o carro não tenha batido, não tenha sinistro, não tenha nada disso, não é garantia de um bom histórico, mas tu vê que normalmente eles estão muito mais íntegros de carroceria, por exemplo, do que
carros de outros lugares que tu vê que [ __ ] já foi muito feito, muito retocado, muito Isso, muito aquilo, e que às vezes o cara, em vez de reparar, deixou lá e virou ferrugem, onde repente o cara poderia ter pintado ali por cima e não deixa, porque verdade seja dita. Não posso estar falando besteira, me corrige, porque você morou lá muito mais tempo. Mas é algo que incomoda para alguém de lá quando o teu carro tá tipo feio e como nós podemos ver aqui pelo seu fusion não era exatamente algo que te Incomodava, tu
continuava usando ele. NWT. NWT é da onde? Putz, sabe que eu não sei, cara. Não consegue descobrir para nós aí não, gente? De onde que é a placa N? Começo de placa N. Mas enfim, eu ia eu ia fazer um desafio aqui que aí eu falei: "Ó, talvez seja cíclico". E assim, eu gosto obviamente de carros, eh, mas assim, escolhe, sei lá, escolhe alguns objetos ali em cima. Hã? E aí tá o Miguel tá aqui. Não tem, tem problema ele aparecer, não. Você que sabe. O Miguel tá aqui. Escolhe alguns objetos ali de cima e
eu vou e aí eu escolho um e eu vou te dizer qual ele vai pegar. Pode escolher qualquer um. Ah. Ah, eu acho que ele vai gostar do tigre ali, ó, do tigrinho. Tá, po, pode pegar, pega, pega lá, Anders. Tá, tem um tigre. Escolhe outro. Ah, o ET. O ET o ETIN ali. Bora gostar então. Vai. Hã? Tá, tem o ETho. O ET tá com a tá inclusive com a gravata do Jacan. Tá Beleza. O ET com a gravata do Jacan. Sei lá. E pr e para ficar diferente, o camelo. Vai um camelo, tá?
Tá bem ali atrás ali, ó. Isso. Tá. Os três são pelúcias. Aham. Tá. São pelúcias aqui. Beleza. Pega o Cybertck. Sério? Tudo bem. Relaxa, relaxa, relaxa, relaxa. Não quebrou não. Não quebrou não. Só desencaixe. É um Cyber Truck. Aham. Eh, Jean, me fala mais ou menos o local onde eu posso Pôr aqui. Aí tá aparecendo tudo aqui. É, a mesa tá aparecendo tudo, tá? Beleza. Então eu vou colocar aqui, ó. Tem um, dois. Deixa eu ver qual, qual que qual câmera que tá aqui então tá. Vou tentar deixar mais ou menos aqui no alcance dele,
tá? Tem aqui, ó, a carinha dele, ó. Quem sabe faz ao vivo. E, ó, presta atenção. OK. Beleza. Então eu vou até deixar o carro mais Longe, OK? Oi, filho. Vem, vem cá, carinha dele. E aí, cara? Opa. Oi. E aí, Miguel? Tudo bom, cara? E aí? Tá gostoso esse dedo? Nossa, meu irmão, sem pensar duas vezes. Foi combinado isso aí. Não era dele. Ele nunca viu isso aí. Olha o que ele tá na outra mão. Entendi. Ih, meu irmão, aí já sabe, né? É, então assim, dá para você combinar, até porque é uma criancinha,
né? Até pegou, mas primeiro foi no Tesla E na chave. Caraca. E aí, gostou, Miguel? Então, carro, talvez tu possa considerar ele como um meio de transporte. Tem gente que gosta por ser um meio de transporte efetivo. Talvez tu pode considerar por ser ali um hobby. Aham. E tem gente que nasce com isso, tem gente que ama e pronto, né? É. E tem uma coisa que é ela é uma ferramenta às vezes de de introdução, de de entrada assim, né? por exemplo, para todos os Meios, assim, quantas eu vou dizer quantos negócios para mim, no
caso, eu abri ou ou me conectei com pessoas ou ou expus assim, de repente a gente conseguiu entrar em alguma um nicho por causa de algum carro, de algum projeto, sabe? Por exemplo, até um negócio legal, eu tenho 2020 quando lançou o Corvette a versão o C8, né? A oitava geração do Corvette, eu fiquei louco aquele carro. Em 2019, na verdade, eu entrei na lista e fiquei esperando por um ano assim para Para receber um carro. Recebi o meu corvete em vermelho, exatamente por causa daquela memória de quando tinha 13 anos de idade. Em 20
de março de 2020. [ __ ] quem se lembra daquela semana foi a semana fatídica do COVID, né? Aham. E me deu uma super dúvida assim de, ah, caramba, comprei um carro zero aqui, um corvete desses, que loucura. E entrando no COVID, não sabia o que fazer. Mas eh em seguida eu, mas uma das razões que eu comprei foi porque tinha uma, aquela Plataforma, ela era totalmente bloqueada assim para para remapear, porque justamente entrou numa uma geração nova de carros onde é que as fábricas não queriam bloquear esse tipo de coisa para proteger exatamente os
caras, modificar os carros e e também eh também questões assim de de regulamentação do governo americano. Tem vi tem muita coisa relacionada à direção autônoma que envolve uma garantia dos fabricantes que ninguém vai poder hackear o carro, tá? Então, um pouco tem relação com isso. Mas mas em outras palavras, o que eu entendi foi o seguinte: duvido que tu consiga modificar esse carro. E aí quando a gente quando eu entendi essa mensagem, a gente ouvi uma oportunidade de de a gente já tinha um entendimento muito avançado de como é que fazer uma modificação e de
tentar uma tentativa de conseguir botar uma Fotec e fazer o carro eh poder, entre aspas contornar aquela aquele bloqueio de carro. E o Corvette é um carro muito icônico, né? Um dos carros esportivos mais históricos do mundo, né? E e ter uma geração de corvete que não se pudesse modificar era um era uma coisa muito importante uma ofensa. E aí eu peguei aquele corvete em seis meses a gente um a gente ficou foi muito louco. A gente tentou primeiro, primeiro eu vou te confessar que primeiro eu tentei botar o motor elétrico na frente. Cheguei. Você
ia fazer o Erray antes? Comprei. Eu ia fazer o Erray antes. Eu comprei o motor elétrico. Elé fez isso. É. E aí eu eu travei porque os amorcedores não tinham espaço para passar os eixos na frente. E aí eu pensei: "Cara, então vou fazer o contrário, então vou botar uns dois turbos atrás, que o carro já tinha 500 cavalos originais". Eu fui lá e fiz ele com 1000 e poucos cavalos. Só que para fazer isso, e cara, nós penamos assim, eu fiquei quase uns se meses assim Trabalhando na eletrônica até que eu consegui achar. E
eu fui literalmente um o primeiro a conseguir entrar no na barreira dos 8 segundos no nos 400 m. empinei o carro, quebrei o motor, fiz um monte de coisa, mas eu eu peguei aquele carro e entrei na nos 8 segundos antes de que todo mundo nesse mundo. Então, eu fui o eu fui o primeiro Corvette C8 nos 8 segundos. E uma coisa que foi legal assim, isso aí demorou um ano assim, essa busca eh de fazer, eu fiz isso em Orlando, na frente de 30.000 1 pessoas assim, só que eu fiz uma semana antes deles
lançar a versão superior, que era o Z Six, e eles tinham toda uma apresentação feita em cima de uma uma youtuber cham Emília, que ela tinha virado um recorde anterior, só que eu fui lá e bati o recorde e ainda entrei nos oito. Então eles tiveram que cancelar ou mudar um monte da parte da da apresentação. Fiquei sabendo por umas funcionários da GM lá que teve cara que Me mandou mensagem: "Bah, eu tenho que te contar isso aqui". Tudo e os caras te odeiam? Então eu nunca descobri exatamente essa meu palpite é que Só que
não te chamaram pros R1, tá? Não, eu tô na fila. Não. Sim, mas a Emília já recebeu o dela. Mas aí mas assim, aí voltando a aquele carro para abriu muito o mercado para nós Estados Unidos. Eu me tornei e eu e a empresa se tornamos conhecidos assim mundialmente por causa daquele record. Entendi. Até hoje mesmo, por exemplo, assim, ó, até um fato muito legal daquele recorde que eu tava tentando tão quase desesperadamente bater o recorde que quando eu fui no na pista para bater o recorde, eu tive um problema que eu esquecemos de botar
óleo suficiente dentro do motor. Em vez de botar 10 L de óleo, eu botei só seis, tá? Faltou 4 L de óleos. Cara, o motor praticamente fundiu, ã, e falhou. Só que eu não queria desistir, eu tinha e eu fui lá e Troquei o óleo e botei um aditivo. No caso, honestamente eu nem procurei. Era única única única banquinha de óleo que tava vendendo lá. Tava vendendo um óleo lá que mole. Nem conheci os caras. Comprei o aditivo dos caras, botei no no C8 e fui com o motor supostamente batendo ou ou danificado e virei
o recorde. Achei que aquilo e aquilo ali criou uma relação inclusive assim tão forte que hoje virou um produto para nós aqui. Nós Temos uma relação com eles. Inclusive eu tô nesse evento lançando um produto com a nossa marca por causa disso. Só que o que que eu quero dizer assim, às vezes um uma oportunidade, no meu caso, os carros, cada carro que eu tenho, eu eu acredito que ele abriu um nicho ou uma oportunidade ou ou ele gerou uma um desenvolvimento de um produto ou a gente se incomodou de fazer alguma coisa melhor. Então
assim, eu foi uma das maneiras que a gente percebeu que para Despontar assim como empresa, a gente precisa ter alguma coisa que a gente se envolva de fazer, sabe? tem que ser diferente. Então, muito das da dos carros assim foram todos para fazer alguma desenvolvimento de alguma coisa diferente, um mercado, um marketing e a forma do marketing até eu, eu mesmo, por exemplo, até 2020 eu não tinha quase exposição social, eu não eu tinha todos, eu tinha os carros, eu gostava, mas eu não, não, não mostrava. Ah, e ali foi um Momento que eu percebi,
que a gente percebeu que, na verdade, tinha interesse para esse tipo de coisa, né? E até eu brinco, né? que fim de carreira eu fui virar youtuber agora. Mas, mas na verdade eu comecei a mostrar um pouco da realidade e um pouco, não digo um pouco, eu comecei a mostrar o essa paixão. E eu sempre digo uma coisa para quem às vezes trabalha com mídias sociais, com seja genuíno, né, contigo mesmo, né? Porque se tu for uma pessoa Que tu tá fingindo ser um personagem diferente, a não ser que é um caso humorístico, outras coisas
assim, mas o se tu fingir um comportamento que não é condizente com a tua realidade, com a tua eh a tua pessoa, isso não, as pessoas não compram isso. E tu não precisa se fingir ser inteligente ou fingir entender do assunto. Pelo contrário, tu tem que ser genuíno com aquilo ali. Então eu percebi mesmo de que daqui a pouco expondo essas lutas, Essas brigas assim de de tentar conquistar alguma coisa e mostrando justamente os fracassos que tinha muita gente que se que sentia isso e e se relacionava com isso e aí queria justamente ã isso
ajudava elas de alguma maneira a também superar alguns superar os os desafios, né? Então, meio que misturei uma os assuntos assim, mas é as formas como eu acabei entendendo uma maneira de de usar os carros, os projetos, os desafios e e ter um Objetivo, um propósito para cada projeto, para cada carro e, digamos assim, desenvolver esses produtos. Entendi. Pô, maneiro. É bom, a gente tava falando aqui de como a gente, o que os carros significam para cada um e como eles entram na vida, né? Tu mostrou aqui o teu filho e para você teve várias
mudanças de vida mesmo, né? Mas empinar um carro, maluco, [ __ ] que pariu. Não, e não foi. Empinou, deu-lhe no chão a hora que desceu e sentou-lhe o fumo de novo. Bambu para dentro. Bá. Não. E e assim e bom, podemos já dar alguns spoilers isso aí assim. Qual deles? Do do Corvete. Sim, sim. Aham. O C8 que é o Corvete. A gente tava até conversando agora e eu tava em Porto Alegre, né? a gente acabou se encontrando lá também. E aí, casualmente é uma saga do Anderson. Cada carro, ele cria sagas assim nos
carros. E é uma que me impacta muito, porque resguardadas as proporções, aquilo que eu consegui Desenvolver nas BMW de despontar, de ter um recorde, eh, e, e assim, dá para interpretar de diversas maneiras e, e isso talvez seja o que conecta muita gente no canal do Anderson, porque o desafio deles são os carros. Aham. Mas cara, o afinco que você bota para vencer aqueles desafios conecta com muita com muitas outras coisas, sabe? E ali eu via muito quando eu tava tipo nas BMW, lembra? E que eu que eu falei que eu Comecei a ir pro
exterior e casualmente eu viajei, fiz e eu não gravava muito naquela época, sabe? Então eu casualmente tenho registros para mim de fotos, de alguns vídeos, de algumas coisas que eu fiz naquela época. Mas cara, eh até comentei com o TK, que para mim tem o o Thiago Furi, né? Eh, um outro colega assim que produz conteúdos, inclusive um cara assim, não, um recomendo trazer ele aqui. É, é um cara legal, muito legal de E que ele fez uma vez a cobertura do Kaká da UD, o mesmo Kaká, lembra lá atrás. E esse kak ele foi
durante um período detentor do recorde mundial do quatro cilindros mais rápido do mundo. É uma parada [ __ ] Tipo, é muito [ __ ] fazer o que o cara fez na frente de toda a gringaiada animal no campeonato, tipo assim, onde todo mundo vai para bater o recorde porque é uma pista rápida, numa condição de tempo favorável. Então os recordes são batidos naquele evento. E Ele chegou meio assim, pegou o carro, montou o carro, mandou para lá. de contêiner, chegou lá vários pepinos e foi lá, desceu o carro na pista e toma os gringos.
E isso tudo foi documentado e antes inclusive do Anderson fazer a saga do do do C8, tá? Então, quando eu vejo, por exemplo, que o o tudo aquilo que aconteceu com Kaká, tudo que aconteceu com Anderson, me vem assim, tipo, todas as minhas frustrações De tentativas que deram errado e a pressão, porque não é que eu tava fazendo no meu carro que eu tinha tranquilidade de, tipo, era alguém que tava me pagando por diárias e muitas vezes pega, já que ele tá te pagando por dia, tu senta em cima e Mas não, na verdade, eu
me botava uma pressão de que, tipo, pô, Pô, meu irmão, o cara tá me pagando por dia, eu eu eu vou fazer o quê? Dormindo? Então, eu virava a noite, eu trabalhava, eu Quebrava a cabeça para resolver. Porque quando tu tá nesse patamar que o Anderson tá com o C8, de ser o primeiro a fazer alguma coisa, tu não sabe quantos cavalos o motor aguenta até ele quebrar. Então tu não sabe se o próximo ponto que tu vai colocar pode ser que seja um motor, pode ser que seja um semieixo, pode ser que seja embreagem.
Uns quatro motor, uns oito câmbios. E assim, naturalmente que quem tá nesse, quem tá nessa chuva é para se molhar. Mas, cara, isso atrasa aquele objetivo que é o recorde em muito tempo, porque tu tem que desenvolver, tu tem que fazer as coisas e e é um prejuízo para todo mundo. E eu queria o record, então toda aquela vez que eu tentava, tentava, tentava e aí cara ficava de noite assim e chorava, sabe? às vezes, tipo, no hotel, tipo, cara, cara, não é possível, eu cheguei até aqui, eu sei que é isso, eu sei que
é por aquilo, às vezes limitava numa peça que não tinha, eu Tinha que desenvolver uma solução. Eh, e aí quando finalmente veio o resultado, tipo, eu lembro que todo mundo comemorou para caramba e tal, tipo, cara, tô muito feliz, tô muito isso, tô muito aquilo. E aí eu cumprimentei todo mundo da equipe e aí eu peguei e fui lá no canto da pista, lá no mato assim, sabe? Me agai assim, tipo, cara, eu eu eu lembro que eu só chorava, tipo, cara, [ __ ] E não tinha ninguém lá para ver, Ninguém. Isso não foi
no Brasil. Esses recordes aconteceram um na Polônia, a primeira BMW chassif entrar 10 segundos no quar de milha, daí depois virou nove na Colômbia. Eh, e só eu sabia o que que o que que era ali, sabe? e o quanto aquilo ali significou. Desde quando eu tava no colégio, que eu não era o cara mais popular, que eu não era um cara assim, que eu olhava às vezes Para outras pessoas assim e e tipo falava: "Tá, todo mundo você olha, ah, o cara, aquele ali é bonitão, aquele ali é filho de não sei quem, aquele
aliará, esse aqui nasceu rico." E tipo, eu não, tipo, na corrida dos cavalos eu era o pé de pano, tá ligado? E aí volta lá pro Ricardo adolescente, tipo que passou por um monte de desafios de coisas, que teve que escolher num dado momento da vida, largar a engenharia num Cargo de uma montadora, que para muitos é uma loucura, e apostar em largar tudo para seguir uma outra carreira. E ali eu olhei, eu falei assim: "Cara, e eu chorava sozinho, eh, vendo assim, sabe? Tipo, entendo, dá certo e quando dá assim é muito louco. O
problema é que vicia, né? E aí tu quer fazer de novo e de novo e de novo e aí tu passa a vida perseguindo aquilo. E eu fiquei alguns anos vivendo esse roteiro. E aí depois chegou no momento da vida Que eu queria outras coisas. Eu fiz aquilo, aquilo me realizou porque sabe, era algo que eu falava, cara, parece que eu não ia me sentir um bom profissional enquanto não conseguisse assim, sabe, vencer um desafio que eu achava, tipo, isso é é [ __ ] E aí depois, putz, sempre tive sonho de ser pai, adoro
ser pai. Você já viu aqui? Agora o cara falou, mas aí eu vou dizer assim, essa fase de de pai também, por exemplo, que nem de Os meus filhos ali, eu falei, nenhum deles tinha muito, a percebi uma interesse por carro assim, mas agora, cara, nesse último ano, meu de 10 anos, virou de uma chave assim que quer ir sempre comigo, quer participar junto, quer ir gravar os vídeos, quer mexer nos carrosão e aí aí entra uma outra fase de pai que é legal assim, tu vira o pai do Gearhead, talvez assim, que é um
sonho de todo pai, né, que vai entender todas as vontadezinhas, as piras, não sei que Vai participar, né? O sorte do V. Imagina um, imagina um Gearhead que cujo cujo pai é Anderson Dick. Cara, parece bom, né? Parece legal. Não, e é legal pr pro eu, para mim também, né? Ah, com certeza. Não tem, eu queria eu, tipo, eu queria ter um pai igual eu assim, sabe? Tipo, teu filho deu sorte. Então vamos ver o que que mandaram pra gente aqui. Ó, o André Weber mandou: "Sinto falta de um marcad aqui. Vamos lá galera, que
tá Mandando. Sinto falta de um marcador de pressão de óleo e turbina, alarme de temperatura, entre outros no meu caminhão. Consigo resolver isso com uma FTEC? Sim, muita gente bota uma, a gente tem uma, uma, uma de entrada que chama FT450, que ela serve como painel, ela dá para botar uns sensores como esses ali e indicar RPM e mostra tudo assim e serve para como se fosse um indicador e pro caminhão. Bastante gente usa para caminão mesmo. É. Uhum. Ó, então já ficou aí com a tua resposta. O Best kill mandou aqui, ó. Mas isso
aqui é para tu. Eh, queria saber a CF qual a opinião del Não, queria saber do ACF qual a opinião deles em relação ao motor THP. Vale a pena preparação nesse motor ou é realmente bomba no quesito durabilidade e preço? A sigla THP vem do latim toda hora dá problemas. Não, brincadeira. Eu eu falo, mas eu tenho um, eu tenho, na verdade, a Flávia, minha esposa, ela tem um Mini Cooper JCW com o motor THP, né, N14. Você tá vendo? Inclusive, não. Na verdade eu tentei colocar num negócio ali e não foi aceito. Entendi. Mas
e é um carro que para ela tem muito valor, mas talvez a gente tenha comprado um carro que tem muito valor para nós dois. Então, valeu assim e valeu a proposta, mas não colou, mas rolou o negócio de qualquer maneira. Eh, talvez em breve eu anuncio para vocês isso, mas eh é um motor que muito bom, mas que envelheceu Mal. porque ele parte de uma geração de motores da PSA que eh vem do motor Tritec, que era um motor ã francês e aí depois meio que foi juntado com com o conglomerado BMW, então começou a
fazer meio que uma transição de tecnologias ali e não era muito bem desenvolvida a questão da injeção direta, tá? ainda. E não só esse motor como o N54 da BMW, como algumas questões do EA13 da Audi, então muita coisa melhorou de lá para cá. Esse motor ele tem a versão flex, Tá? eh, que é um motor, inclusive, que tem muita mão da engenharia nacional da APSA no desenvolvimento desse motor e que ele é muito superior ao THP, que é o THP puro que veio importado direto lá de fora. São componentes mais aclimatados ao combustível brasileiro,
a nossa realidade. Então, se você for escolher ter um carro com motor THP, eu te recomendo pegar com THP Flex. Apesar de não ser o melhor motor para preparação, ele é um motor que faz mais sentido, é Mais sensato de você conseguir manter e conviver com ele e tal. Infelizmente eu sou muito fã de câmbio manual e não tem nenhuma, na verdade tem opção do 2008 e eu acho que tem o 206, 207, 208 GT, alguma coisa assim que tem câmbio manual, mas a grande maioria desses THP do dos THP Flex não tem opção de
câmbio manual. Pô, câmbio manual no anda e para de São Paulo, cara. Não me importo nada, velho. Nada, nada, nada, nada. Assim, eh, e olha que assim, os Carros que eu tenho, as embreagens são normalmente mais pesadinhas do que o habitual, mas assim, para quem gosta de guiar é diferente. Ele não é mais rápido, ele é mais lento em termos de 0 a 100, 2011, 402 m. Eh, mas a sensação de guiar um carro com três pedais é bem diferente. Compartilha dessa opinião aí, Anderson. Eu gosto de todos, tá? Eu tenho Eu gosto de todos
também, mas mas concordo assim pro trânsito. É, é burrice, tipo assim, É verdade. É, se for pr não é que uma coisa é prazer, né? Outra coisa é é se deslocar, né? O câmbio automático. Verdade. Mas se for pensar, dê uma volta nos câmbios automáticos, na parte de performance enorme, né? pega BMW, tem câmbio manual agora, desculpe, eu quis falar câmbio manual, tá? Porsche, vários carros estão vendendo, tão voltando a vender câm manual por saudosismo. Interessante que as fábricas começaram a perceber que os caras querem, eles Querem eh produzem o que eles querem comprar. Mas
então tem, mas é normalmente não é um carro de de deslocamento, é um carro de hobby, digamos assim, né? Mas os câmbios menos pro Ricardinho e para quem que no Brasil não é que aqui no Brasil você comprar um carro automático, não sei como tá agora. Uhum. É, mas é, vai lá tu os car quando eu fui comprar o meu Ford Car lá, carro automático era um sonho, sabe? Era tipo era outra faixa de preço. É que aqui era Uma questão de prestígio, tipo assim, tu tu tinha um carro automático, cara, era era parece que
era um opcional que tornava o carro mais completo. Quando nos Estados Unidos, na verdade é o contrário. O câmbio manual é um opcional. Contrá. né? Porque ficou, eu acho que na prática já quase mais caro um carro manual do que automático assim de produzir, porque os automáticas eles simplificam muito, assim, ele não tem embreagem, ele tem um sistema de massa. Hoje, por exemplo, assim, a linha Ford eles usam o mesmo câmbio de 10 marchas assim, desde o do Mustang até a até a van e um caminhão até quase na Então tem os câmbios oito marcha
que é o ZF. Esse câmbio ele usa em tudo que é carro praticamente assim, é um câmbio mais de todas as marcas diferentes. E esses câmbios ficaram tão eficientes, tão rápidos, eles se comportam como se fosse um câmbio sequencial. Ao mesmo tempo tu pode a manutenção é baixíssima. Então Assim, câmbios automáticos modernos melhoraram muito mesmo, muito, muito, muito. E quer que eu te diga uma coisa? Agora eu vou contar e não é tu que tá falando, tá? Sou eu, então eu quiser me demitir, me demite. Tu não pode mesmo, então beleza. Mas diz que alguma
fabricante de ECUs nacionais hã vai lançar uma tecnologia que você pode pegar um câmbio hum automático, colocar um pedal de embreagem digital e transformar ele no câmbio Manual e automático ao mesmo tempo. Se tu quiser andar num manual, tu pisa no pedal ou tu aperta um botão e aí tu usa ele com embreagem e aí o a alavanca vira uma alavanca. Tu pode botar uma tipo da Logitec. Entendi. É literalmente tu pode usar uma alavanca da Logitec para botar 1 2 3 4 5 6. Tava faltando coisa para fazer para inventar isso daí, Anderson. Então
eu ouvi falar também disso aí. Ouviu, né? Ah, é um cara, não é? Anderson é um cara. Bom, tá Bom. E aí se tu tiver cansado no trânsito e tal, ai tô cansadão, aí tu aperta um botão assim, ó, e ele volta para dirija-me e aí ele vai trocando de marcha e tu só usa o acelerador e o freio ao mesmo tempo. Dizem: "Ei boa". O cadê o Rubinho Raro mandou: "Moro em Massachusetts e quero aprender a fazer remap. Sei trocar óleo e pastil pastilha de freio. Vocês acham que posso fazer os cursos do Ricardinho
ou da Ftec e ter sucesso no aprendizado para trabalhar Com injeções eletrônicas? Pô, temos boas notícias para nosso amigo de Cama Shussets. Brincadeira lá. Um abraço lá. É, é o raro. É o Rubinho. Rubinho raro. Rubinho raro. Isso aí, Rubinho. Bom, tem uma boa notícia para você porque estreou agora pouquíssimo tempo lá na sede da Fiotecch USA a FT Education lá, né? É, na verdade já tem uns 4 anos. Não, mas oficialmente tá, a gente botou um segunda unidade assim. Aham. É, para você que é dono já Faz tempo, né? Você já tá que Sim.
A gente tem treinamento nos Estados Unidos, então os cara, se ele quiser vir pra Jorgia fazer lá, ou a gente também tem treinamento online, até em português aqui, que pode fazer de qualquer lugar do mundo. E óbvio que para toda a linha de produtos da FT, e inclusive tava conversando com o Cristian lá, tem agora um curso novo que vai sair dia 3 de julho, não é? Acho que é alguma dia 3 de julho, se eu não engan não não não. Eu Acho que é 3 de julho, ele vai lançar numa live lá um curso
junto com a faculdade de Santa Maria. com GPMot lá, ã, um curso avançado de calibração mesmo a nível engenharia, só que numa roupagem muito mais acessível para quem é gearhead ou um profissional da área, onde os professores de pós-graduação lá de mestrado vão est falando de performance assim numa numa linguagem muito mais simples. Uma coisa que é legal assim desses cursos, a gente vê, a Gente já tem essa divisão de treinamentos acho que há 14 anos, se eu não me engano. E tem gente que às vezes é um médico que tá fazendo curso, porque não
é porque ele quer profissionalmente ele ele quer pelo tesão, é que ele quer aprender porque ele quer final de semana mexer, porque ele tem um carrinho que ele comprou e alguém fez, mas agora ele quer botar a mão. Então assim, o hobby virou o hobby do automobilismo e virou muito a parte eletrônica, porque se for Pensar no passado era muito de sujar a mão com graxa, hoje é muito na eletrônica, então se pregar uma geração mais nova, eles não estão interessados às vezes naquela parte mecânica, eles querem na parte eletrônica. Uhum. Então, acabou, eu acho
que é é interessante porque muita gente não é necessariamente para trabalhar com isso. Às vezes o cara vai porque ele quer aprender para mexer. É, é hoje. E aí, voltando aqui eh pra parte dos meus cursos, porque eu também Tenho a parte educacional, a gente tem dois módulos. O módulo um, ele é voltado paraa calibração de motores, então é é bem amplo, o cara vai usar o conhecimento, porque se você tem uma injeção eletrônica ou tem um carburador, ele vai precisar de combustível da mesma maneira. Só muda a maneira como você vai jogar o combustível
lá dentro daquele motor e avanço de ignição, mesma coisa. Então esse módulo um é voltado para isso, para ensinar os fenômenos de Combustão. E aí o módulo dois é realmente como fazer isso numa injeção original de fábrica, que aí vira o remap, né? Então, a gente, nós já tivemos alunos, o módulo um dá para você fazer tanto presencial quanto online. O módulo dois ele não tem, apesar de uma parte dele ser feito online, eh, eu acho que é muito importante você ter a vivência com o com o carro, tá? com carro no dinamômetro amarrado e
e os alunos irem lá mexer para fixar aquilo Que ele aprendeu. Então eu acho que é uma grande perda você não conseguir fazer essa parte presencial apenas a parte online no módulo de remap, até porque é um nível de complexidade muito maior, porque você tem que entender a lógica de programação que uma injeção é feita. Tipo assim, como ela pensa para você saber quais tabelas alterar para simplesmente jogar mais pressão de turbo. Não é tipo pressão de turbo, subir, subir, subir. Não é assim que Funciona. Entendi. Não, foi até que é assim. É por isso
que por isso que para projetos complexos é muito faz muito mais sentido tu arrancar a eletrônica original e colocar uma Fiottec. Lembra que que eu tinha falado isso? Então, mas nós já tivemos alunos que não tem como fisicamente vir aqui pro Brasil e já fizeram essa parte e ficaram extremamente contentes com isso. Então, assim, dá para fazer, mas eu já dou o disclaimer que, tipo, seria muito bom Numa oportunidade futura que seja, e a gente oferece essa oportunidade de que, ó, você já fez o módulo do mas não veio presencial, então chega aí, chega numa
outra turma lá e aí você já tá ligado qual é a teoria, então vem só para vem só para brincar de estragar meus carros aqui. E aí eles ficam tentando bravamente. Ainda não conseguiram, mas mas todo o curso eles tentam. Esse último chegou muito perto. O cara o cara errou o MBT por 20 grau de ponto assim, [ __ ] Bom, não sei o que que isso quer dizer, mas do jeito que tu falou parece a Biela falou, a Biela falou: "Tira que eu vou cagar". É isso aí. É [ __ ] T [ __
] meu irmão. Qual é? Ó, o Eduardo Fernandes mandou aqui, ó. Vocês três mudaram a minha vida. O Igor mudou minha maneira de se comunicar. O Anderson criou o produto que hoje eu me realizo trabalhando e o ACF me inspira a ser um bom profissional. Obrigado. Esse aqui foi o melhor melhor de todos. Salve, cara. Muito obrigado pela moral aí, Eduardo. E o Auto KDM mandou a CF, gente boa demais. Pergunta para ele qual carro mais difícil que ele já fez remap e qual foi o mais fácil. Pô, qual carro? Essa história é legal, cara.
Essa história é legal. Carro mais fácil. Ah, deve ter sido algum que tava usando Ftech. Carro com Fiotec sempre é muito mais fácil, inclusive é muito mais rápido e por isso a gente não faz outras ECU, Porque me agiliza muito a maneira como o software da Fiotec é disposto. Eh, então acertar um carro com Fiotec é extremamente fácil. Inclusive, isso é o DNA do produto dele. E grande parte do desenvolvimento, por exemplo, da 700, que é um produto extremamente avançado, tá sendo em transformar sistemas e coisas extremamente complexas numa linguagem tão fácil quanto sempre foi
a linha de produtos da Fiottec, né? Eh, e o carro mais difícil, por incrível que Pareça, é um carro que eu já fiz eh alguns, mas naquele caso eu não tava com equipamento que dava para fazer a reprogramação porta de diagnóstico, tá? Tem até um vídeo no, no canal sobre isso. Eu fui para São Francisco lá na na Califórnia fazer alguns carros assim e aí esse foi o primeiro carro e era de um cara que, cara, queria muito fazer assim, sabe? Tipo, ele chegou, foi o primeiro cara que chegou antes de eu chegar, o cara
já tava lá esperando. E Aí quando eu espetei o meu equipamento, por alguma razão, alguma atualização, ele não deu comunicação pela porta de diagnóstico, pela OBD2. E aí, meu irmão, para tu tirar um módulo de uma C63 AMG 4.0 biturbo, tu tem que desmontar metade da frente do carro. E eu tinha, tipo assim dois dias lá em São Francisco. Entendi. E tinham tipo, sei lá, oito carros para fazer. E aí, e aí foi justo o primeiro carro e Aí o cara ficou tipo assim muito chateado, sabe? Tipo assim, ele queria muito, tava esperando aquilo ali.
E daí eu falei assim: "Tá, vamos fazer o seguinte". E eu já pensei na hora, eu falei: "Cara, eu vou me arrepender muito disso." Mas tá, é. É, aí eu falei, vamos deixar esse carro aqui, tem algum mecânico na região? Aí ele chamou lá, sei lá, um brodinho. E aí ele foi lá, eu falei: "Deixa esse cara trabalhando, desmanchando a frente do carro aqui que aí eu eu venho e aí porque eu tinha que tirar os conectores da central e conectar uns fiozinhos nos pinos eletrônicos da da central e um rolé mais manualzão mesmo. É,
é, é, é. Não precisava abrir a tampa da central e vir direto no chip, mas eu precisava ter contato com os pinos ali de rede cam, positivo, negativo, enfim. E aí O mecânico foi lá e ele falou: "Tá, cara, depois de um dia assim, sabe? Tipo, não vai dar". Aí, [ __ ] foi assim, eu eu vi no rosto do cara assim, tipo assim, tipo a decepção dele assim, sabe? Aí eu olhei, eu falei: "Tá, velho, pera aí". Aí eu fui numa loja de de ferramentas lá e aí tem uma ferramenta que chama boreoscópio, que
ele é para tu tirar a vela. Já viu a vela do carro? Já. Beleza. E aí fica um buraquinho Pequenininho. Então é para tu olhar dentro do motor por aquele buraquinho. Então tipo, manja, é uma câmera, sabe? Sabe aquelas câmeras que tu faz aquele endoscopia? Isso. Só que virado para carro. Então o que que eu fiz? Ele tinha um espaço suficiente para que eu entrava com a minha mão entre o conector, entre o conector do módulo e o radiador do carro, só a minha mão e nada mais. Eu por cima eu coloquei a câmera e
eu tava enxergando os pinos e aí eu vinha Com fiozinho na minha mão, olhando pela câmera e aí eu olhava, beleza, pino 1 2 3 e eu ia contando ali, olhando a câmera aqui embaixo, eu falava e espetava, pegava outro e assim são uns oito fios que tu tem que conectar assim. Então dali eu falei, aquele dia eu vi que o cirurgião que faz cirurgia por robô, o cara é [ __ ] meu irmão, porque é um drama para acertar esse negócio. E aí subi o mapa naquele carro, baixei o arquivo original Da central, daí
modifiquei, daí subi. E aí para variar, deu bosta. E porque eu aí chamaram lá o sei lá, Matusalém, sei lá quem que era o mecânico lá. E aí o cara pegou e plugou, mas ele plugou meio errado e aí ele tentou dar partida eh no carro com a tomada no módulo desligada. E é rolling code esses carros assim, tem algumas coisas, tipo a chave, o módulo, o painel, tudo se comunica e aí meio que descasou E o carro não ligava. E aí eu falei assim: "Cara, possível". Aí, resumindo, eu tive que desmontar um monte de
coisa, encontrar o erro do cara, arrumei o troço, voltei o backup de tudo e aí fiz de novo o remap. E aí, só que foi eu mesmo, isso aí de madrugada, o Artur tava comigo lá em São Francisco, cara. E aí funcionou, funcionou e deu e a gente saiu correndo pro aeroporto que eu tinha voo para pegar e tinha outros compromissos que não podia perder. Pelo Menos o cara ficou feliz. Espero que tenha pagado bem, cara. O preço eu não mudei nada. Eh, foi literalmente pelo, eu não sei se esse carro está funcionando, porque pouco
tempo depois o cara foi fazer uma merda e [ __ ] aí é sacanagem. Dá um trabalho da [ __ ] Depois o cara vai lá, estraga o carro. [ __ ] cara. E aí deu um chabo, ele fez uma cagada assim e também não é um problema teu, né? Tava arrumando o carro. Tava arrumando, tava arrumando o Carro. Entendi. Entendi. Entendi. Bom, Anderson, Ricardinho, muito obrigado pela moral. Obrigado pelo tempo de vocês. Foi maneiro demais. Achei muito rico, cara, de verdade. Eh, é só essa parte da mesa que é muito rica, tá? de conteúdo,
cara. De conteúdo. Mas de fato, só aquela parte ali. Eh, cara, vocês querem falar mais alguma coisa? Sei lá, quer mandar um salve para alguém? Cara, eu tenho uns, eu olhei os WhatsApp de de lado aqui, o Denis me Pediu, mandar é o meu mecânico é o By só manda um abraço aí para mim, S, Denis. Ó, um abraço aí. Então tem o Sasa ali, o Alexandre que é o cara que fez o meu delório. Só olhei os dois ali que me mandaram FS, outro amigo Farley. Mas é, tem bastante gente assistindo mesmo. Tô curioso
para ver a audiência aí do desse Então, manda um beijo para todo mundo e é isso. Leão, um beijo, um abraço para todo mundo. Boa. E tu, Ricardinho, cara? Eh, primeiro agradecer aqui, obviamente É um sonho para qualquer um que faz parte da esfera da internet tá aqui. Obrigado, cara. É, pô, é realmente é um é um é uma marca assim que vai ficar, sabe, para sempre comigo. Eu vou levar com muito carinho. Eh, sou espectador aqui do do Flow desde sempre e antes até do Igor 3K mesmo. Gamep esse maluco é meio assustador, meu
irmão. Quando eu fui lá encontrar ele pela primeira vez lá, que o cara falou, contou a, quase que contou a minha História que tinha pelo menos a ver com o carro, fiquei, o cara reparava que ficava a chave do da Ford em cima da mesa. Caramba, que legal. Então assim, tenho a certeza que é um dia muito especial para mim e para todo mundo que tá acompanhando e assistindo e segue o meu trabalho, segue o trabalho do Anderson. Eh, acho que essa mensagem é importante mesmo, que a gente demonstra o nosso universo que tá voltada
para carros. Uhum. Mas ã, às vezes tem gente Que nos assiste pela boa energia que a gente passa, por essa mensagem dos desafios. Eh, cara, estudem. Às vezes não é num livro, às vezes é buscando conhecimento internet, pesquisem, sejam curiosos, eh, trabalhem sempre com muito afinco. Isso eu falo para todo mundo. Tipo assim, cara, eu não era um cara, meu pai era gerente de banco, minha mãe dona de casa, sabe? E assim, não desistam dos sonhos. O Anderson também é um cara que Veio assim de baixo, eh, cara, com o tipinho dele ali no quarto
de universidade. Então, mais do que os carros ou mais do que se um dia eu tiver um carro muito caro ou valor de carro, porque não é nisso que a gente se apega. O Anderson chegou lá na Fiotec de Vectra Vermelho da década de 90 e com sorrisão assim na entrando na empresa dele, assim como eu entro, eu venho de caravã trabalhar. E porque não é isso, é você fazer aquilo Que você ama, você se esforçar para aquilo ali e obviamente trabalhar para um dia ter condições de sustentar uma família, de fazer tudo, mas não
faz pela grana, faz realmente porque tu quer ser o melhor naquilo ali. E eu acho que essa é isso serve para qualquer coisa que você for fazer na vida assim, carrega isso mesmo, estuda, se dedica e aí depois você me conta depois de uns anos. Eu até hoje eu não consegui, não conheci ninguém que Fez isso e e não se deu bem. Acordar cedo, dormir tarde, virar umas noites, às vezes tem que virar, mas assim, faz parte. Acontece. Obrigado pela moral. Vocês que assistiram aí, ó, segue os caras. A gente vai deixar tudo facinho para
vocês aqui no comentário fixado para você chegar com um clique só no nos conteúdos dele aí deles na internet, tá? Eh, se inscreve aqui no canal, muito importante você se inscrever aqui no canal, dá o like nesse vídeo aqui, Comenta: "Adoro carros". Tá bom? Que é pra gente ter ali uma vibe maneira nos comentários. Lembrando, ó, agora o Jean vai gancar vocês aí para um para um vídeo que a gente fez especial. É, não é bem isso, mas é um é quase que um especial de Dia dos Namorados que é eu, a minha esposa Mariana,
a Abri e o Pedro. E a gente tava conversando sobre sobre casais, no nosso caso aqui, uns casais assim mais maduros e no caso deles ali uns um casal assim de jovens, Né? Então ficou bem maneiro esse vídeo. Aí o vai mandar vocês para lá, então fica aí para assistir. Demorou. No mais gente de novo, muito obrigado pela moral, foi animal, foi, gostei pr caramba. Tenho certeza que você também aí gostou, né? Então não esquece, dá o like, se inscreve e fica aí que o Jan vai mandar vocês pro vídeo.