He. [música] Olá pessoal, tudo bem com vocês? Boa noite, sejam muito bem-vindos à nossa primeira aula, né, de saúde coletiva. Estamos aí, pessoal. Boa noite, todo mundo tá aí falando no chat, né? E eu tô aqui com a professora Corina, mas ela já vai se apresentar. Eu sou professora mediadora na em saúde coletiva na parte de fisioterapia, tá bom? Eh, cada um tem a sua mediador de acordo com o seu curso, né? Quando vocês precisam falar lá no fale com o mediador, então já é direcionado pro seu curso, tá bom? E tô aqui à disposição
de vocês. Que vocês precisarem podem falar lá comigo, tá? Professora Corina está aqui conosco. >> Olá, uma boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos, bem-vindas a esse início de semestre. Sou a professora Corina. Vamos estar juntos nessa unidade curricular no Módulo 51 de saúde coletiva. Então, quero desejar um excelente semestre, que seja uma aula aí bastante produtiva para todos nós e vocês podem se comunicar comigo durante toda a aula, tá? Então, vou ficar aqui de olho no chat. Então, se vocês tiverem alguma dúvida, a gente vai tirando. Ao longo da da aula tem algumas atividades
para vocês fazerem, para vocês poderem interagirem comigo e aí vocês podem também contar aqui um pouquinho, né, de onde vocês estão. E eu Vou fazer a minha apresentação, né, Denise, para eles e vou me apresentar. >> Boa aula, tá? Todos os bastidores, o que você precisar pode me chamar, tá bom? Perfeito. Muito obrigada, Denise. >> Uma ótima noite. Então, pessoal, a gente vai dar início à nossa aula de hoje. Hoje a nossa aula ela é de saúde coletiva, né? Então, a nossa unidade curricular é de saúde coletiva. Então, nós vamos falar hoje sobre saúde e
doença, uma perspectiva atualizada. Então, quando a gente fala sobre saúde coletiva, nós vamos estudar, né, para todo mundo aqui que eu creio que é da área da saúde, né, sobre saúde coletiva, que é o estudo da saúde das populações, né? Então a gente sabe que a gente tem dentro da saúde coletiva a atenção integral à saúde que volve o cuidado, né, em saúde de qualquer fase do desenvolvimento. Então envolve o cuidado da saúde da criança, da gestante, do idoso, das mulheres, dos homens, das Crianças e dos adolescentes. E a gente dentro da saúde coletiva tem
um papel fundamental que é de agentes transformadores de realidades, né? Então hoje é a nossa primeira aula, né? A nossa primeira aula do nosso conteúdo de saúde coletiva. Nós iniciamos hoje e sou eu, a professora Corina, que vai, né, eh estar com vocês ao longo desse módulo, tá bom? Nessa unidade curricular. E aqui, pessoal, ao lado, eu coloquei para vocês, né, o percurso formativo que nós Vamos ter ao longo dessa unidade curricular. Então hoje, por exemplo, né, olha só para você ver aqui, tem o conceito de saúde e doença e também o modelo preventivo e
o modelo de promoção à saúde. Então vocês vem que aqui nessa figura ao lado vocês conseguem ver os assuntos que nós vamos abordar, tá? Então, quando a gente fala sobre o conceito de saúde e doença, a gente pensa, né, em uma coletividade, mas também numa individualidade. E a gente vai estudar um pouco sobre como que é o processo saúde doença, né, na aula de hoje. Quais medidas a gente pode utilizar como profissionais da área da saúde, cada um dentro da sua área de atuação. Então tem, eu vi aqui que tem too, fonudiologia, fisioterapia, nutrição, vocês
vão colocando aqui, tá? Para mim que eu estou vendo o tempo todo. Enfermagem, Então é muito bom estar com vocês e eu espero que vocês tenham um ótimo aproveitamento da da aula de hoje. Farmácia, biomedicina, muito bom. Eu vou fazer aqui a minha apresentação para vocês, né? Eu sou a professora Corina Fernandes. Eu sou formada em fisioterapia pela PUC de Minas Gerais. Eu realizei meu pós-doutorado pela Unicamp, pelo Instituto Brasileiro de Neurociências e Neurotecnologia. Realizei o meu doutorado em Ciências pelo Programa de Ciências da Reabilitação da Faculdade de Medicina da USP. Realizei o meu mestrado
em ciências pelo Departamento de Biodinâmica do Movimento Humano na USP. Realizei também duas outras eh formações que é de aperfeiçoamento de fisioterapia pediátrica em unidade de cuidados intensivos e semiintensivos da UNIFESP e também o aperfeiçoamento em neuromodulação não invasiva pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Então, é um prazer estar aqui com vocês hoje e eu desejo a todos uma excelente aula, que vocês participem e que a gente possa construir juntos esse conteúdo. Eh, as nossas metas de aprendizagem são discutir as mudanças e a evolução do conceito de saúde e doença e,
além disso, entender os modelos de saúde preventista e de promoção à saúde. Então esse é um conteúdo que em qualquer área da saúde Ele vai ser aplicável, né? ele não tem uma restrição. Todos nós vamos estar susceptíveis ou vamos ser aquelas pessoas, né, os profissionais que vamos estar na assistência, né, seja ali atuando no diagnóstico, né, com os exames clínicos ou então, né, pensando na promoção da saúde, na prevenção, na reabilitação. Então todos nós aqui, o nosso olhar, né, que a gente deve ter para essa unidade curricular é o de cuidado em saúde, né? O
cuidado do nosso paciente, o cuidado daquela pessoa que, por acaso, né, esteja passando por um processo de doença ou então é uma pessoa que nos procura muitas vezes para melhorar a sua qualidade de vida, né? pensando aí em ações que a gente pode desenvolver, eh, pensando de fato em querer melhorar, né? Então, quando a gente fala nos níveis, né, que a gente tem de prevenção de doenças, os nossos as nossas ações e saúde, cada um aqui vai atuar dentro de Um segmento, mas de uma maneira muitas vezes multidisciplinar, né? E aí, paraa gente começar esse
estudo, a gente vai falar sobre o conceito de saúde e doença, né? Então, saúde ele é o oposto da doença. E quando a gente pensa em saúde, o que que vocês imaginam como sendo saúde, né? O que que é saúde para vocês? Que que vocês consideram ter saúde? Que que vocês acham? Boa noite, pessoal. O que que vocês Acham que é ter saúde? Bem-estar. Todo mundo colocando bem-estar. Olha só, pessoal lá da minha terra de Muzambinho, Minas Gerais. Eu morei bem pertinho de vocês. Muito bom. Eu sou mineira também. Estou atualmente em São Paulo. Corpo
e mente, estar bem de vida, estar vivo, bemestar. disposição, bem-estar físico, mental, qualidade de vida. Então, quando a gente pensa em Saúde, a gente olha para vários aspectos, né? Pensando no estado físico, pensar pensando no estado mental, pensando na nossa interação social, né? Muitas vezes, quando uma pessoa, por exemplo, em depressão, uma das principais eh eh um dos principais sinais ali que a gente pode observar, de repente, é a reclusão, né? aquela pessoa que fica reclusa, que começa a ter uma perda da participação social, né, que começa a a Ter o afastamento das pessoas, que
começa a ter, né, ali uma mudança muitas vezes da postura, que começa a ficar, né, ali com um uma anteriorização, uma introspecção. Não que uma pessoa introspectiva seja uma pessoa deprimida, né, mas no conceito de que ela perde um pouco, né, a interação social, né? Então, quando a gente pensa no aspecto mental, no aspecto psicológico, né, quando a gente pensa no aspecto social, no aspecto físico, a Gente entende então a saúde como esse conjunto de fatores que fazem a gente estar bem, né, como vocês colocaram. Então, por exemplo, será que se eu não me alimento
bem, quem aqui não almoçou hoje? Quem aqui dormiu menos do que 8 horas, né? Quem aqui que eh não faz exercício físico? Quem é aqui que ã comeu hambúrguer hoje? Quem aqui que ã sentou de maneira errada? Quem aqui que tá na sua casa assistindo a minha aula? Deitado no sofá ou na cama que não pode, né? Então, neste momento, é aquele momento da gente criar uma conscientização de que você é profissional de saúde e você é um educador também, né? a gente atua como um agente de transformação da realidade social, da realidade da população
e começa com a nossa modificação, as nossas mudanças na nossa casa com os nossos parentes, avós, família, para depois a gente ter um impacto social, Né, de falar que realmente a educação, que a saúde tem capacidade de mudar a realidade onde a gente vive, né? Então assim, ah, eu tô aqui, professora, além de est deitada assistindo a sua aula, você não sabe, eu tô comendo um, sei lá, um doritos, né? Então, além disso, a questão da postura, né? a questão da nossa alimentação, da atividade de lazer. Lazer não é exercício físico, é a gente ter
atividades mesmo, né, que façam com Que a gente tenha um, né, um tempo ali de de entretenimento, né? A educação é importante. Será que uma pessoa mais esclarecida, uma pessoa que estuda, ela consegue, né, ali auxiliar melhor o outro, né? Então, todos esses fatores eles são relevantes pra gente ter saúde. Então, por exemplo, ah, um ônibus super lotado. Quem hoje estava no ônibus super lotado, né? No ônibus superlotado na na pandemia de Covid, né? O que que Aconteceu na pandemia de Covid? Tinha pessoas depois que estavam com Covid e eram assintomáticas. E aí tinha um
ônibus com 40 pessoas, pessoas com máscaras e pessoas sem máscaras. Pessoas com COVID, pessoas sem COVID. Pessoas com COVID com máscara, pessoas com COVID sem máscara, né? Então, quando a gente pensa até na superlotação de um ambiente, a gente entende que aquele ambiente ele pode ser favorável pra gente ficar doente. Então, a doença ela Muitas vezes ela é instalada em nós. Por quê? Porque falhou algum desses fatores. Falhou o que numa obesidade muitas vezes, né? Falhou o quê? Uma alimentação errada, né? uma alimentação boa que não aconteceu, falhou muitas vezes, né, um exercício físico que
não teve. Então, muitas vezes a questão da gente ter esse esse olhar paraa saúde é entender que saúde é a gente fazer todas as nossas atividades do nosso dia a dia de maneira saudável, de maneira peguei um ônibus Lotado, né? Então assim, é fazer essas atividades nossas do dia a dia de uma maneira que elas sejam eh eh eficazes, né, para que a gente seja eh eh pensando ao longo do nosso desenvolvimento, ao longo do nosso desenvolvimento, sejamos pessoas que envelheçamos de uma maneira saudável e não patológica, né? Então esse é o primeiro ponto, tá?
Eh, o que você entende por saúde? Tá. Vocês estão me ouvindo bem, gente? Vocês estão me ouvindo bem? Podemos dizer então que doenças são falhas. Exatamente. As doenças ocorrem muitas vezes, né, por uma por um conjunto de fatores. Nós temos, por exemplo, doenças que acontecem por conta de um mal um mau eh um um desenvolvimento eh embriológico que acontece de uma maneira errada, né? como várias síndromes, várias doenças que acontecem durante o desenvolvimento. A criança pode nascer com uma malformação, pode nascer com pé torto congênito, pode Nascer com uma microcefalia, pode nascer com uma displasia
de quadril, com uma alteração no quadril, né, que não se fecha, que não, que não desenvolve de maneira correta, né, pode nascer desde bebezinho com uma escoliose, a pessoa com, né, pode ter uma doença adquirida. Por exemplo, a pessoa, ela adquiriu hipertensão arterial sistêmica. Por quê? Porque ela se alimentou de maneira Errada. A família dela, a toda a família dela tinha hipertensão, todos, avós, tios, pais, né? E aí, por que que quando você controla os fatores, essas falhas, né, que podem ser controladas por conta desses fatores, a gente que muitas vezes tem histórico, né, de
algumas doenças na família, o que que acontece? Muitas vezes nós não obrigatoriamente vamos ter a doença se você atuar de uma maneira preventiva. Se você já sabe que 99% dos seus Familiares t diabetes, méritos, né? eh ou ele tem hipertensão arterial sistêmica, qual que seria uma postura ou um posicionamento adequado que você deveria ter de se alimentar de maneira correta, fazer exercício físico, praticar algum tipo de esporte, né? Se alimentar eh de maneira saudável, né? Melhorar a sua postura. Então, tudo isso são fatores que vão influenciar na sua qualidade de vida. Várias pessoas colocaram qualidade
de Vida. Então eu tenho várias doenças que podem ser desencadeadas, por exemplo, a genética, né? Então se a gente tem também um forte aí componente da genética, a gente sabe que se a gente entende como que as doenças genéticas elas acontecem, como que é, né, o mecanismo, né, por exemplo, a síndrome de D, né, então a gente tem ali uma síndrome, né? Então o que que vai levar uma síndrome de D? Então, o que que pode eh fazer com que uma pessoa tenha um Filho com síndrome de DA? Então, uma pessoa muitas vezes uma mulher
que já está numa uma numa idade mais avançada, as mutações genéticas, né? Então existem vários fatores que podem fazer com que inclusive a, né, esse bebê, ele se desenvolva de uma maneira, né, ali com algum tipo de alteração. Então, quando a gente pensa eh, né, sobre a saúde, o primeiro conceito que a gente teve de saúde foi proposto pela Organização Mundial de Saúde em 48, gente, faz muito Tempo, muito tempo. E quem tá comendo o McDonald's, amanhã não vai comer mais. Você vai comer McDonald's uma vez por semana, uma vez por mês, tá? Porque daqui
a pouco é você que vai estar sentadinho aqui dando aula e a gente vai ter o orgulho de você, é você que vai est trabalhando e é você que vai passar essas orientações e a gente precisa ser aquilo que a gente fala, né? Então, a primeira Eh a primeira o primeiro conceito, né, que a gente teve de saúde, eh, foi proposto em 1948 pela OMS, né, a Organização Mundial de Saúde, que definiu que a saúde é um estado completo de bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença, né? né? Bom, então
ter saúde significa eu estar bem fisicamente, mentalmente e socialmente. OK? Será que isso era suficiente? Será que não importa eu estar no ônibus Lotado? Será que não importa não ter saneamento básico? Será que não importa a minha alimentação? Será que não importa eh você eh estar de repente num ambiente com 30 pessoas que não se protegeram e estão com COVID e você não está e as pessoas estão sem máscara? Será que não importa, né? Então, esses fatores levaram a uma mudança no nosso conceito de saúde. Então, quando a gente hoje fala sobre Saúde, a gente
vai falar sobre um conceito mais ampliado, uma atualização, né? E isso é muito importante para você que tá na sua formação e você é da área da saúde, né? Então, muitas vezes quando a gente pensa na saúde, no né, dentro desses contextos todos, a gente vê que tá em alguma coisa que tá tá tá incompleto, né, que que tudo importa. Mas se tudo importa, esse conceito aqui tá meio tá meio, né, é restrito porque não tá eh englobando tudo que eu tô Falando, né, tudo que a gente tá estudando agora juntos. Então o que que
aconteceu é que no passado o foco da saúde na verdade era o seguinte: se não tem doença, tem saúde. [risadas] Então se a pessoa não tá doente, ela tem saúde. Só que aí gente pensa só, mas então e o resto, né? E o resto será que então não importa? E aí, pessoal, o foco do passado da da gente, né, de diferentes áreas aí do conhecimento, né, da área da saúde, era principalmente o Foco na doença. Na doença, né, as questões sociais não importavam tanto, eh, as questões emocionais não importavam tanto, né? Então, de repente, a
pessoa, ela podia ter uma insatisfação no trabalho e naquela época nem tinha a síndrome de bornout, nem tinha, nem se falava sobre exaustão, isso não era algo que era relevante. Mas quando a gente então entende que a ocupação importa, né, que todos esses contextos eles importam, a gente precisava ampliar o Conceito de saúde e aí a gente precisava reestruturá-lo. Então significa que saúde não é mais só não ter doença, né? E aí a gente precisava passar por uma reforma, né? Uma reforma no conceito de saúde, porque de repente saúde significa eu evitar que alguma coisa
aconteça, né? A prevenção, NRs, normas regulamentadoras. E isso vem de encontro, né, principalmente pensando de que então o foco nosso, né, eh, do passado, de quem Trabalhava na área da saúde era voltado para tratar doença. Tratar doença. A pessoa adoecia, ela ia pro hospital, ela ia para um pronto socorro, para um atendimento ou a gente ia num postinho de saúde. Mas era necessário uma transformação do conceito de saúde, não só do conceito, mas da experiência em saúde. E aí a gente teve a reforma sanitária no Brasil e ela foi baseada na reforma sanitária da Itália
e que aconteceu na Década de 70, tá? na ali em 1970 até por volta de 1975, 77. E o que que essa reforma, essa reestruturação no conceito de saúde e ele focava, né? Qual que era o objetivo principal? Olha lá, tem gente que já até colocou o SUS, né? O SUS, o SUS, o Sistema Único de Saúde. Então, antes de criar o SUS, tiveram várias mudanças ao longo do tempo, né? Então teve a privatização, né? Então teve várias outras, né? Teve o Agente de saúde comunitária, passou por várias mudanças, várias transformações. E aí um dos
objetivos era universalizar o direito à saúde. Que que significa isso? Todas as pessoas, independente de você ter um plano de saúde ou de você ir num sistema público de saúde, você, pessoa e indivíduo, tem direito a à saúde, independente de onde você esteja, independente de onde você mora, tá? Integralizar as ações. O quais são as ações? Ações de promoção, De prevenção, ações de diagnóstico precoce. a importância de diagnóstico quando teve COVID. Não era importante o teste rápido, gente, o teste rápido, né, a as questões ambientais, as questões de saneamento, a reabilitação de quem já teve
algum problema, né? E aí a ideia era inverter a entrada no sistema de saúde. Como era a entrada do sistema de saúde? Tô doente, eu vou procurar o sistema. Então hoje a ideia é procurar O sistema de que jeito para prevenir. Faz um checkup periódico, né? Faça o checkup periódico. Você que tá estudando aqui, você vai chegar lá depois pros seus pais, paraas pessoas, né, da sua família, os seus colegas. E aí alguém foi no médico esse ano? é a orientação do profissional de saúde. Você não vai ser profissional de saúde quando você finalizar o
seu curso. Lá você vai aplicar eh o seu o seu conceito, né, o seu conteúdo, as suas Vivências, as suas experiências. A descentralização da gestão. O que que significa isso, gente? Eu tem gente do Brasil inteiro aqui, provavelmente eu já vi que tem gente de Minas Gerais, Tocantins, é gente de muito lugar. A minha realidade não vai ser a mesma da sua, do seu lugar, da sua região. Daí a importância de quem é da do município, de quem é ali daquele território, passar as necessidades pro governo estadual, para passar pro governo federal, São Paulo, olha
quem de São Paulo, eu também tô aqui. Poços de Caldas, a cidade da minha família. Olha aí, minha família mora em Posto de Caldas, Santa Catarina. Florianópolis, Campinas. Já morei em Campinas, já estive no sul também. Santa Catarina, Rio de Janeiro, Espírito Santo. Gente, é impossível. Tem tem lugar que tem praia, tem lugar que é terra, que é completamente diferente. É impossível a gente dizer que todos os lugares são iguais. Da mesma forma que é Impossível dizer que eu sou igual a todo mundo que tá aqui. As minhas necessidades não são as mesmas que as
outras pessoas têm. E isso a importância da individualidade, do cuidado. Embora a gente tá falando de um conceito que é de uma saúde coletiva, mas a gente tá falando que todo mundo tem direito à saúde. Então a ideia da descentralização da gestão é o seguinte: quem é da sua, do seu município, é que vai identificar O que é que tá precisando. Piauí, Belo Horizonte, Manaus, Amazonas. Depois eu quero conhecer todos esses lugares, né? Baixada Santista. Então, as doenças, as incidências, elas vão ser diferentes. Por quê? Por causa da da do clima, né? Por causa da
do do território. Então, a gente precisa ter esse olhar voltado para a regionalização, que é um dos princípios do SUS, não apenas na tua cidade, mas a ideia de que esse cuidado precisa ser de acordo com as Necessidades de cada população, de cada território, tá? Vocês estão comigo? Vocês estão me entendendo, gente? E além disso, né, promover a participação e o controle social. Então, o que que é promover a participação, gente? Nós precisamos eh relatar, né, de uma maneira eh bem assertiva as nossas necessidades. Olha, aqui não tem planejamento disso, aqui tá faltando isso, né?
Aqui tá com carência de vacina, aqui tá com carência de Medicações, aqui não tem programa para saúde da mulher, aqui não tem olhar voltado pra saúde do idoso, tem um número muito grande de idosos. Nossa, aqui tem muitas crianças. Então, a ideia dessa participação popular é que a gente deve atuar de maneira ativa no controle. Vocês sabiam que a gente pode? Então existem reuniões periódicas que acontece que pode participar toda a população para saber em relação a gastos financeiros, para saber em relação Eh eh da das medidas que estão sendo implantadas, das políticas, dos programas
de saúde. Uma vez eu tava atuando em saúde coletiva numa unidade básica de saúde. E aí o que que eu fiz lá? Eu vi que tinha uma necessidade em um dia específico da semana que o eh e era um atendimento voltado para bebês. Sabe o que eu fiz? Elaborei um projeto, né, para atuar junto com os meus estagiários, né, eh, do curso aonde eu atuava. E a gente propôs um um projeto De diagnóstico precoce e intervenção. E aí o que que a gente fazia? a gente acompanhava junto com fono, a gente acompanhava junto da equipe
multidisciplinar e nós propunha e propusemos, né, ali instrumentos de avaliação que diagnosticava rapidamente crianças que pudessem ter algum tipo de desenvolvimento atípico. Olha isso. E a gente fazia o acompanhamento dessas crianças nos dias que eles iam na unidade básica de saúde. Então você aí Na sua região, você pode ser uma pessoa que no futuro esteja precisando e você pode atuar propondo algumas medidas, algum programa que possa atender, né, ali aquela população. Então nós fizemos esse trabalho, era maravilhoso ver as crianças acompanhar, né, o desenvolvimento delas, diagnosticar precocemente. Para quê? pra gente poder atuar rápido, promover
uma melhora do desenvolvimento dela, todas as equipes atuarem de maneira conjunta. Olha aí que Bacana que foi atuação da fisioterapia, da nutrição, né, da fono, a, né, neurologistas, pediatras, né, a equipe dos agentes comunitários fazendo um mapeamento. Foi um trabalho muito significativo, né, para eu poder hoje poder compartilhar, né, dessas vivências, dessas experiências. Então, eh, a gente então atua de uma maneira muito importante, né, que eh, eh, existe realmente, né, ali uma mudança que a Gente consegue, né, implementar muitas vezes com pequenas ações, né, aí ali, por exemplo, ah, eh, tem muitos idosos na minha
cidade, então de repente propor, né, ali uma roda, né, para quem é de repente da psicologia, eh, uma vez o, né, alunos meus propuseram é um cineminha com os idosos, eh fazer atividades ao ao ar livre, atividades de recreação, atividades de ginástica laboral para as empresas. Então, tem tantas coisas que a gente Pode, né, atuar que, enfim, né, são muitas e muitas experiências e a gente precisa batalhar. É uma luta, né, que a gente precisa realmente se posicionar e buscar eh por todas essas, né, ações. Aqui a gente tem a oitava Conferência Nacional de Saúde.
Então, só para vocês eh se localizarem no tempo, a gente tem em 48, 1948, lá naquele primeiro slide, o conceito inicial proposto de saúde pela Organização Mundial de Saúde, que era o Estado completo de bem-estar Físico, mental e social. Vocês se lembram? E aí a gente então entende agora, eu espero que eu tenha convencido você de que esse conceito ele era muito pouco, porque tem muito problema acontecendo que não a incorporava, né? Só saúde, bem-estar, físico, mental, social, não. Tem um montão de outras coisas de todas as áreas aqui que tem problema, né? E aí,
então, a gente entende que o oitava, a oitava Conferência Nacional de Saúde foi uma Medida, foi um encontro que foi realizado para ampliar esse conceito. E aí a gente tem o reconhecimento da saúde como um direito de de cidadania e um dever do Estado. Ele precisa garantir isso. Um uma a defesa de um sistema único que foi o surgimento do SUS, que não é o nosso tema de aula hoje, né? Mas a gente sabe que o SUS ele foi implantado a partir daí, em 1988, que aí a gente teve essa, né, essas medidas todas, essas
reuniões para poder criar, Né, o SUS, que foi, né, ali o sistema que eh foi implantado, né, a partir dessas medidas de acesso universal, todo mundo pode de maneira igualitária, né, que todas as pessoas têm direitos iguais e descentralizado de saúde, que significa isso? tira o poder somente do governo federal e a a compartilha ele com os estados, com o município, para que eles consigam identificar o que que tá precisando lá na tua região, tá bom? E aí a oitava conferência de saúde, ela Então muda o conceito de saúde. E se você é um aluno
que pretende continuar seus estudos, a gente estimula muito a educação continuada, né, de você se formar, depois você vai eh fazer uma especialização, uma pós-graduação, uma residência. E eu posso lhe garantir que se você for prestar um concurso público, se você for fazer uma especialização, não importa a sua área, olha, você vai se lembrar de mim um dia e dessa aula, porque ela vai cair na sua prova. Eu lhe Garanto que ela vai cair em qualquer concurso que você pretenda aí no futuro você prestar. Então, aproveitem muito esse conteúdo, tá? que eu tenho certeza que
em algum momento lá no futuro você vai vai fazer uso dele, tá? Eh, então o que que essa oitava conferência de nacional de saúde ela implanta? Bom, então quer dizer que a OMS é verdadeiro? Sim, é uma verdade. Então, a Organização Mundial de Saúde propõe Estado completo de bem-estar físico, Mental e social. Ótimo. Mas vamos ampliar esse conceito. Então, o que é saúde hoje? Saúde é o estado completo de bem-estar físico, mental e social. e também o resultado das condições de alimentação, habitação, educação, renda, meio ambiente, trabalho, transporte, emprego, lazer, liberdade de expressão, acesso e
posse de terras, acesso a serviços de saúde e assim, antes de tudo, né, ela é o resultado das formas de organização Social da produção, as quais podem gerar grandes desigualdades nos níveis da vida. Então, pessoal, hoje a gente entende que a saúde é também o resultado do que a gente chama de determinantes sociais de saúde, que é a sigla DSS. Se depois você dá um Google, né, e você pesquisar, você vai ver os determinantes sociais de saúde. Quais são, professora, os determinantes sociais de saúde? Alimentação, Habitação, educação. O que é um determinante social de saúde?
É aquilo que pode modificar a saúde da pessoa, que pode expô-la a uma situação de vulnerabilidade. Tudo bem até aqui? Vocês estão comigo? Tudo bem? Eh, e aí então em 88 a gente tem a Constituição Federal. Aqui tem até uma pessoa que que colocou o INAMPS. Exatamente. O INAMPS é uma criação anterior, é uma eh o instituto, Né, foi criado antes da instalação do SUS. Então, o SUS foi como se fossem várias reformulações do INAMPS. Muito bem. Aí alguém colocou aqui no no chat, tá? Então, a partir de 88 é instituído pela Constituição Federal, né,
que eh me pediram para voltar aqui o slide. Isso, voltei. Eh, vou pedir aqui paraa Denise só colocar aqui o horário do término da aula, tá bom, Denise? que o pessoal tá tá perguntando E aí só para de repente fixar ou deixar aqui, tá bom? Por favor. Eh, voltei, tá? Então, vou passar agora o slide. Eh, então, retomando, eh, a saúde é um direito de todos e um dever do Estado, garantido por políticas sociais e econômicas. Então, quando a gente vê aqui, né, que toda ação, todo o serviço público de saúde, ele vai integrar uma
rede regionalizada, hierarquizada, que vai constituir um sistema único. Então, A gente tem aqui, né, o SUS. Então, o SUS é o resultado de todas essas transformações que foram feitas ao longo de décadas para ele existir. E a gente sabe das dificuldades que nós ainda atuamos, né, aí para viver o SUS, né, mas ele é o nosso sistema atual que existe hoje e que foi, né, reformulado pensando na rede, né, regionalizada, nessa hierarquização também, né, de eh compartilhamento, né? Então, hoje a gente tem as unidades básicas, a gente Tem os centros de eh especializados de reabilitação,
a gente tem vários serviços, né, vinculados ao sistema público, a gente tem outras instituições que são privadas, que atuam também eh pensando na cooperação. Então, hoje a gente entende que ainda existe uma, né, necessidades que que vão provavelmente, né, serem aí eh desafios, mas a gente sabe também que não existia nada. Então são os ganhos, né, que a gente vai tentando ter ao longo do Tempo. Então aqui, pessoal, não era para aparecer isso, mas eh já colocou aqui, era para no slide quando eu clicasse, eu não sei se não tem a interação, mas aqui eh
é pra gente analisar, tá? Já tá com a resposta. Eu achei que tivesse eh como fala, animação, sabe, na aula. Então, me desculpem porque era para ser surpresa. [risadas] Mas vamos analisar as as perguntas Juntas. Então, aqui é um momento de interação comigo. Eu quero que vocês eh entendam, né, que a resposta que já tá, né, eh aqui para vocês, mas é pra gente interagir, tá? Então, eh, a gente, eh, vai ler. Eu vou ler junto com vocês, tá? Volta um pouquinho no outro. Volta um pouquinho no outro. Isso. Tudo bem? Então, quando a gente
analisa eh essas alternativas, então vamos pensar Aqui no que que tá sendo questionado para nós, né? Segundo as conclusões da Conferência Nacional de Saúde, né, propostas propostas, perdão, lá em Brasília em 86, a saúde está. Então, vamos analisar. Letra A, diretamente relacionada à assistência médica de qualidade. Bom, por que que não é a letra A? Por que que não é a letra A, gente? Não é a letra A, porque a gente tá falando Sobre prevenção. A gente não quer falar que a saúde é assistência médica. A gente quer atuar na saúde pensando em tudo que
pode não levar a procurar uma assistência médica, né? É só para checap. Então não é uma assistência médica de qualidade, né? Que a saúde pode ser relacionada. A gente quer ter qualidade, mas a gente entende que a saúde ela envolve outros fatores, né? Então a letra B, cont relacionada ao controle alimentar, Baixo consumo de açúcar e tratamento da obesidade. Vocês acham que somente o estado nutricional é saúde? É ter saúde. Então a saúde tá relacionada com o quê? Essa é a pergunta. Ela tá relacionada com o quê? Ela é diretamente relacionada com alimentação. Somente a
alimentação é ter saúde. Todo mundo colocando aqui. Não, não. Eh, letra C. A saúde está diretamente Relacionada às condições de alimentação, moradia, trabalho, renda. meio meio ambiente e acesso a serviço de saúde. E aí, quem acha que é a letra C? Quem acha que é a letra C? Letra C. A saúde é resultado das condições de alimentação, moradia, trabalho, meio ambiente e acesso a serviço de saúde. Eu posso te provar, voltando a este slide. Então, a saúde é resultante destas condições. Então, a saúde está Diretamente relacionada às condições de alimentação, habitação, renda, moradia. Tudo bem?
Então, a saúde é um resultado de todas ess de todos esses fatores, tá? Então, letra D, por que que não é a letra D? Eh, não é a letra D é porque tá escrito assim, né? Então, a saúde está inversamente relacionada à herança genética de cada indivíduo. Então, significa que a genética não tem influência sobre ninguém. E a gente não Falou que no começo da aula que a genética ela pode influenciar, pode, né? É um fator. Então, eh, letra e inversamente relacionada ao fornecimento de medicamentos gratuitos. Então, eh, não é a medicação, né? Quando a
gente pensa em medicação, a gente tá falando sobre uma condição, né, que é inversa, é contrária, né? Então, inversamente relacionado ao fornecimento não Significa que se não fornecer medicamento, né, para quem precisa, significa que a pessoa ela pode ficar a eh doente ou piorar o estado de saúde dela dela, né? Então, pessoal, a ideia aqui, né, é levar vocês a um exercício, né, a usar o raciocínio de vocês aplicado ao conteúdo, né? Então, a gente sabe aqui que a resposta correta, portanto, é a letra C, tá? Então, a letra C é a resposta correta. Para
quem acertou, parabéns. Parabéns aí para quem, né, compartilhou aqui a resposta na no chat. Muito legal a participação de vocês. Muito bom. Então, vamos lá. Eh, posso passar? Tudo bem? Uhu! Parabéns, né? Então, eh, lembrando, né, que a resposta ela está aqui, então, para, né, comprovar para você a sua resposta que é a letra C. E agora eu vou falar então um pouco, né, do contrário. Então, quando tudo falhar, né, quando os os fatores de risco serem Superiores à minha saúde, ao meu estado de saúde. Então, quando a gente, né, tá ali num quadro de
doença, significa que eu fui exposta a uma condição que eu mesma provoquei. Não me alimentei corretamente, não faço exercício físico, eu só estudo, eu só trabalho, eu não tenho atividade de lazer, eu não faço nada, eu sou sedentário, né? Então assim, se juntar tudo isso, eu mesma tô me fazendo ficar propensa a desenvolver alguma doença. Eh, e aí quando a gente vai falar então sobre a doença, que é o estado oposto, né, a gente divide a história natural da doença. O que é a história natural da doença? É a forma com que a doença ela
acontece. É a forma natural que as doenças elas existem, como elas simplesmente surgem. Tá? Então, a história natural da doença, ela acontece de duas formas, né? Ou em dois momentos. A gente então entende que essa história Ela envolve dois períodos, o período pré-patogênese, o período pré-patogênico e o período patogênese. Quando a gente fala período pré pré-anterior, ou seja, é um período anterior a alguma coisa acontecer. Vocês estão me entendendo? Hum. O período pré-patogênese é o período anterior a ao adoecimento. A doença é uma fase antes, uma fase anterior. Já o período Patogênese ou período patogênico
é o período da instalação da doença até a gente ter sinais e sintomas, né? Então é o período que tem mudanças celulares, né? para quem é da Bioméd vai fazer, né, lá agora são tantas habilitações da biomedicina, né? Eu sou da fisioterapia, mas eu eu dou aula para biomedicina, fisioterapia, medicina, terapia ocupacional, farmácia, enfermagem, psicologia. Então eu sei um pouquinho do que vocês fazem, né? E aí Então esse período patogênese significa o quê? mudar as células, mudar os mecanismos, os mecanismos eh bioquímicos, alterar a função, a pessoa começa a ter algum sintoma, a ter febre,
ter limitação de movimento. Então, é aqui onde acontece os sinais e os sintomas, tá? Então, o período patogênese e o período patogênico é o período de instalação, né, da doença, tá? que tem a ver, né? Acho que alguém colocou ali com Patologia. Patologia é o estudo das doenças. Patogênese. Patogênese, o que que é gênese? Formação. Gênese é a ocorrência da doença, tá? Eh, e aqui tem um quadro resumido do seu eh eh do seu livro, tá, de saúde coletiva. Então, essa figura, ela vem do livro, tá, de saúde coletiva. E aqui eu coloquei para vocês
a proposta de Ly Clark, do modelo da história natural da doença, tá? Então aqui quando a gente Vê, né, esse modelo, a gente eh e consegue visualizar o que eu estou falando, tá? Fala de novo. O que que será que é o Fala aí de novo? O período então eh a história natural da doença, né? Ela acontece então de através de dois períodos. Um período que é anterior à doença, que é gênesis, início, começo, né? Então, gênese é formação, é aquele processo inicial, né? E como a gente fala pré, pré anterior, então é antes da
formação da doença, tudo bem? Então, a Pessoa não está doente. E aí, então, a gente tem aqui o período pré-patogênese ou o período pré-patogênico, que é um período que antecede a doença, tá? Esse período anterior à doença é quando você está exposto a fatores de risco, tudo bem? Então, é quando tem a interação entre o agente e o hospedeiro, entre o a pessoa, o indivíduo e os fatores de risco. O fator de risco pode ser um vírus, um bicho, né? Pode ser um Mosquito. Então, eh esse período pré-patogênese domina o quê? você ser exposto a
fatores de risco. Só que nesse período, quem que atua aqui? Quem que controla a promoção da saúde e a proteção específica? O que é uma ação de promoção de saúde? É você ter uma aula, perdão, uma palestra, uma aula educativa, né? É você ter uma conscientização sobre o que você precisa fazer para ser saudável, alimentação correta, né? é você ter uma alimentação, É você fazer exercício físico, escovar os dentes, tomar banho, né? E a proteção específica, vacinação, exames periódicos, tá? Imunização, a vacina entra aqui, tá bom? E aí eu tenho o período patogênese. O período
patogênese aqui a gente vai dividir em precoce e avançado. Aqui a gente tem, por exemplo, alterações celulares, mudanças bioquímicas, né? Já na patogênese avançada a gente tem doença com manifestações clínicas, né? Ultrapassagem do horizonte clínico, né? E é quando já vai avançando a doença, ela já vai causando limitações, vai causando algum tipo de disfunção, perda de movimento, alguma comorbidade, tá? E aqui a gente tem a prevenção secundária. O que que é a prevenção secundária? É o diagnóstico precoce, né? é aquele diagnóstico que a gente faz dentro de cada área de atuação para atender, para tentar
atender e diagnosticar esse paciente rapidamente, Né? Usar os exames de imagem, os exames, os exames clínicos, fazer testes específicos, né? Testes laboratoriais, né? Pensando aí na fisioterapia, tentar fazer exames, né? por exemplo, dentro da área de força muscular, avaliação do movimento, né, pensando na terapia ocupacional também, né, pensando na nutrição, eh, fazer as dosagens, né, fazer aquele, né, aquela avaliação do estado nutricional do paciente. Então, são todas as áreas que entram Aqui, que é para atuar de maneira a realmente identificar eh rapidamente o que que a pessoa tem, tá? Eh, já na além da do
diagnóstico precoce, a gente tem a limitação do dano. O que que é a limitação do dano? Eu vou falar de uma forma bem simples, tá? Quem já virou o pé e teve um entorce, sabe quando vira o pé, torce o pé? Todo mundo já talvez tenha passado por isso, né? alguns que talvez não tenham tido nenhum comprometimento, Eh, talvez, eh, tenham tido alguma limitação, né, ali, eh, momentânea, mas o que que acontece? Se você tem uma um uma entorce, né, uma torção do pé, se você não tratar, não procurar um pronto atendimento, aquilo que pode
ser só uma dor, sabe, ali um inchaçozinho, uma inflamação rapidinha que vai resolver rápida, o que que pode acontecer com você? Você pode ter uma ruptura até Levar um quadro de ter uma fratura. Por quê? Porque você continua andando, você não não se tratou. E aí o que que acontece? Aquilo que era só uma inflamação, começa a ter uma inflamação que pode se tornar crônica, pode ter uma lesão de tecido, pode até ter uma lesão de tendão, pode ter uma lesão de músculo e aí tudo começa a ficar frouxo e aí o que que acontece?
Aquilo que era simplesmente um processo que poderia ser inflamatório. E aí o que que a pessoa Pode adquirir? ela pode adquirir uma fratura, né? Então isso, pessoal, é uma forma de trazer a a memória sua, né, eh, para o seu conhecimento, a importância da atuação de maneira preventiva, de maneira precoce, tá bom? E a prevenção terciária é a reabilitação, uma luxação, né? Olha só, para você ver, a luxação é vem proveniente de muitas vezes, né, ali de uma de uma de uma lesão, né, que a pessoa às vezes não cuidou ou então foi por conta
de um mecanismo traumático, Tá? Eh, então aqui a gente tem a reabilitação, né, que é quando a gente tem atuação multidisciplinar, pensando, por exemplo, né, nos aspectos de saúde mental pela psicologia, né, o aspecto ali do da nutrição, né, para realmente fazer, né, o controle da alimentação, pensando, né, na biomedicina, paraas áreas que vocês querem atuar muitas vezes, né, de estética, enfim, é para todo profissional de saúde que atua Dentro da equipe multidisciplinar. E aí a gente tem então a prevenção terciária, né? E aí o resultado disso tudo é muitas vezes a pessoa ser levada
a uma recuperação completa ou então ficar com algum grau de incapacidade, né? Ou até mesmo levar à morte, tá? Então aqui só para passar para vocês, essa aula ela fica gravada, então eh vocês não precisam se preocupar com relação aos conteúdos. Essa aula, ela vai ficar gravada e ela vai ser disponibilizada Para todos os alunos, tá bom? Então vocês vão ter a a oportunidade de assisti-la novamente, tá bom? Então, para quem de repente talvez, né, queira revisar, queira eh ter um acesso novamente, então fiquem tranquilos, tá? Então, se vocês não estão acompanhando aqui no chat,
fiquem bastante tranquilos que vocês vão poder ter a aula eh acesso a ela novamente. Então, aqui eu fiz uma ilustração numa linha do tempo sobre o que eu estou Falando para você, tá? Então, aqui eu tenho a população, todo mundo aqui e a gente tem a população exposta e eu tenho os fatores de risco. E aqui eu tenho estímulo. O que que pode ser um estímulo? Pode ser um vírus. né? Pode ser uma postura errada, pode ser um ambiente eh inadequado, pode ser um transporte ruim, pode ser um a falta de um saneamento, né? Pode
ser vários fatores. E aí aqui eu tenho os indivíduos acometidos e aí eu tenho o Diagnóstico, tratamento e o desfecho. O que que é o desfecho? Pode ser uma morte, né? Se o paciente não conseguiu reverter, por exemplo, na pandemia, né? e ele teve COVID e aí ele teve uma complicação. Ou então pode ser a recuperação completa, né, do paciente, pode ser porque ele vai ficar com uma sequela. Então, muitas pessoas que, por exemplo, tiveram ou infarto agudo do meiocárdio, então a pessoa ela tem uma teve uma Lesão pulmonar, né, ela teve uma fratura, ela
teve um acidente automobilístico, tá bom? E aí o desfecho pode ser a recuperação, pode ser, né, ficar com alguma complicação, tá? Eh, e aqui a gente tem um exemplo que eu usei da pandemia do COVID-19 para exemplificar isso para vocês. As lesões por esforços repetitivos, um AVC, muito bom. E aqui eu tenho no período pré pré-patogênico, né, o pré-patogênese, O domínio das condições preexistentes. Então, é o que a gente tem que tá exposto, tá? Aqui eu tenho o período de incubação, que é quando a gente adquire uma determinada doença, né? A gente adquire uma um
determinado vírus e aí tem um período de incubação. No período de incubação, não necessariamente você vai apresentar os sinais e sintomas, um aneurisma, né? Então eu estou acompanhando aqui o chat, tá? sempre que dá eu consigo, eu dou uma olhadinha aqui Para ver o que vocês estão colocando. Então, eh, o período de incubação é um período muito crítico, porque muitas vezes você tá assintomático, você não tá sentindo nada, mas você já é portador de um vírus, né? E aí a gente precisa ter esse cuidado muitas vezes, né? Por quê? Porque se você foi exposto a
algum ambiente ou alguma condição ou uma pessoa que estava contaminada, é bem importante você acompanhar, né, ao longo dos dias, ao longo do tempo, para ver se Você não não desenvolve, né, ali os sintomas e as as manifestações clínicas que vão aparecer posteriormente, tá? Eh, no caso da nutrição, como limitação dos danos. na nutrição, por exemplo, uma pessoa ela está com sobrepeso, é bastante importante que ela não adquira uma obesidade, tá? Então o sobrepeso é controlável, muito mais fácil de você controlar do que a pessoa adquirir níveis de obesidade, né? Então a pessoa, pensando aqui
na na nutrição, né, que me Pediram um exemplo, é basicamente isso, né? uma pessoa que tá acima do peso, você passando, né, uma dieta nutricional, né, uma condição assim, é muito mais fácil do que essa pessoa continuar exposta ali aos fatores e acabar, né, eh, envolvendo ali uma situação pior, tá? O que que é incubação? É quando você tem um um vírus ou uma doença onde ainda não está apresentando sinais e sintomas, tá bom? paraa farmácia, né? uma aplicação ali, Por exemplo, você eh você vai atuar dentro da farmácia, principalmente no controle, né, ali do
uso abusivo dentro, principalmente da da prevenção quaternária, que é as pessoas hoje fazerem uso abusivo de medicações, né, nas prescrições, né, ali nas análises. Então, muitas pessoas hoje elas tomam remédios de maneira descontrolada e isso é uma prevenção quaternária que foi implantada até recentemente por volta ali do de 2018, mais ou menos, que não é Algo muito antigo, que é quando você começa a ter um uso abusivo de medicação, né? Então, tem várias, né, ali atuações que a gente pode, eh, né, eh, pensar ali para cada área, tá? E aqui tem as condições de saúde,
a ventilação, baixo nível educacional, a concentração populacional, né? Então a gente entende que a pandemia de COVID-19, né, as medidas que forem plantadas, né, em relação aos ambientes, né, a circulação eficiente, Né, as condições de saúde mesmo dos lugares, né, a higiene das mãos, o uso das máscaras. Então isso tudo contribuiu para tentar, né, controlar as condições pré-existentes. Tá bom? Eh, aqui eu eu usei, né, esse exemplo, então como podemos atuar na prevenção da doença através da prevenção primária, da prevenção secundária e da prevenção terciária, tá? Então aqui a gente entende que nos níveis de
prevenção, né, a gente tem, a gente estudou, né, ali a Primária, né, e o nível o dois a gente tem a proteção específica. Então, a proteção específica envolve o quê? Imunização, saúde ocupacional, né, controles de fatores de risco, tá? Eh, além disso, né, a gente então entende que a gente precisa muitas vezes, né, ter esse esse olhar, né, pensando da importância que se a gente não se cuidar, muitas vezes a gente pode afetar outra pessoa, né? Então, gente, se eu for dar um exemplo Para cada um aqui, eu vou depois, né, eh, se der tempo,
eh, a gente faz um levantamento, tá, das questões aqui da das perguntas para eu conseguir tentar, né, eh, abranger o maior número, mas vocês têm acesso depois, tá, através do mediador, né, eh, também de ter o contato com os professores segentes para vocês sanarem as suas dúvidas. Não fiquem desesperados. Eu tô dando um exemplo basiquinho e eu não vou conseguir completar assim de todas as Formações porque são muitos alunos, são muitas áreas, tá joia? Eh, aqui nós temos o terceiro nível e o quarto nível que envolve a prevenção secundária, tá? É só mesmo exemplos assim
que para vocês terem uma ideia, tá bom? Assim que eu estou dando para não ficar muito abstrato a área, tá bom? assim, a aula, na verdade, né? Eh, o diagnóstico e tratamento precoce envolve o inquérito para descoberta de casos na comunidade. Não foi feito isso. Então, Foi feito os testes rápidos, né? Eu usei aqui um exemplo da COVID, então os exames para detecção precoce das doenças, né, dos casos já ali que poderiam ser eh possíveis, né, de estarem com eh com caso positivo. E o tratamento aqui também, né, pra gente começar a atuar de maneira
rápida, tá? E aí a gente tem a prevenção terciária, que é a reabilitação. Quando a gente fala reabilitação, pessoal, é educação e Intervenção de todas as áreas. Reabilitação. Eu não tô falando só que é reabilitação, fisioterapia, fonodiologia, prevenção terciária, é tratamento, pode ser medicamentoso, pode ser tratamento médico, pode ser tratamento da FONO, pode ser tratamento da nutrição, pode ser tratamento de que as pessoas elas vão precisar literalmente, né, ali de uma hospitalização, pode ser da enfermagem, são todos os cuidados, tá? É, aqui é a Atuação, ela é multidisciplinar, tá? Então, todo mundo no hospital tem
todas as profissões, desde a equipe lá da farmácia, né, farmacovigilância, atua em tudo, tá? Então, todas as áreas. Eh, aqui a gente tem, né, o modelo de promoção da saúde, tá? Aqui nós temos eh a conferência uma ata que foi feita em 78. E o que que ela propõe sobre as condições de risco em todas eh essas abordagens que eu falei para vocês, né, Que é que a nossa saúde a gente deve pensar de uma maneira atualizada, né, no modelo biopsicossocial, que são as necessidades e que a gente é um ser biopsicossocial. Então envolve, né,
os aspectos sociais, a nossa saúde mental, os nossos aspectos físicos, as os determinantes e condicionantes de saúde que vocês já aprenderam hoje, né? E além disso, as estratégias, né? Então, ali pensando na ação política, né? Os nos espaços, nos Departamentos, nas políticas, nas ações de saúde que podem ser realizadas. E aqui a gente tem então a carta de Almaata, que a carta de alma, a conferência de Almaata e a carta de Otaua, que é essa primeira conferência internacional de promoção de saúde, onde a gente tira o foco da do tratamento e a gente redireciona para
onde? A gente redireciona para a prevenção, para o cuidado da saúde de maneira integral, tá? Então, a ideia é justamente tentar Eh promover ações, né, que sejam direcionadas para o cuidado em saúde e evitar que as pessoas adoeçam. Então, o redirecionamento do modelo é a além de atuar na prevenção, que o foco é, a gente sabe como as pessoas adoecem, então eu vou atender, né, de forma que a prevenir, eu vou atender agora a promover saúde e evitar até que tenha necessidade muitas vezes de prevenção, porque a a promoção de saúde ela evita Que tenha
essa necessidade. Tudo bem? E aqui nós temos, né, a transição epidemiológica. Então, a transição epidemiológica, ela foi um acontecimento, né, que mudou o perfil de adoecimento, principalmente, né, assim, no Brasil, né, que eu vou falar aqui do Brasil, mas de uma maneira geral também, tá? Assim, pensando na saúde mundial. O que que aconteceu com a transição epidemiológica? No passado, as pessoas adoeciam muito mais por doenças Infectocontagiosas, doenças transmissíveis, como, por exemplo, HIV, eh doenças virais, né, doenças infectocontagiosas. E elas morriam ou ficavam com algum tipo de comorbidade, eh, por conta dessa incidência elevada de doenças
infecciosas e transmissíveis. Só que aí o que que aconteceu quando a gente propõe essa reforma sanitária, que antes a gente só atendia pessoas que estavam doente, né? Tratava pessoas, Elas procuravam serviço de saúde quando elas adoeciam e aí mudou, né? Então, qual que era a ideia? prevenção. Aí quando a gente começou com medidas preventivas, começou a ter uma um controle com as vacinações, né, com a educação e saúde e aí diminuiu as doenças infectocontagiosas, né, que são as doenças transmissíveis. Só que aí o que que aconteceu? Começou a ter mais doenças crônicas. Então hoje o
que tem de pessoas com artrose, pessoas com Obesidade, né? pessoas com doenças neurológicas, né? E aí tinha me pedido da fono, né, algum exemplo, né? Então, por exemplo, eh, a gente tem pacientes com acidente vascular cerebral que tiveram lesões neurológicas, né? Então, aí na fonudiologia ele vai ter muitas vezes, quando ter uma lesão neurológica, afeta a área da fala, que a área da fala é chamada de área de broca. A área de broca é a área da produção da fala. E aí Quando a pessoa tem uma lesão neurológica, que pode ser por conta do quê?
Um infarto agudo do miocárdio, por conta de uma hipertensão arterial descompensada, por conta de um diabetes mélitus, né? A pessoa tem um diabetes e uma uma, como fala? Eh, uma hipertensão. Aí o que que acontece com ela? Ela pode ter um acidente vascular cerebral. E aí essa pessoa ela vai ter a área da fala afetada. Então, a fonodiologia ela vai Atuar de uma de uma forma, né, a prevenir ou então modificar ou minimizar os efeitos dessa lesão neurológica, pensando, né, nessa atuação. E aqui, pessoal, né, eu propus para esse momento aqui como uma atividade um
para vocês estudarem, né, como uma complementação do meu conteúdo, a pra gente falar um pouco sobre eh nesta aula, né, assim, para fechar eh esses esses slides, esse conteúdo de aula, ele vai ficar disponível, tá bom? Eh, a gente já está Indo pro término da aula. A gente tem alguns minutinhos, né, finais aqui que eu vou ler algumas perguntas, vou interagir com vocês, vou me despedir, né? Mas eh o que que eu gostaria de apresentar para vocês, tá? Os o que são ODSs, tá? Então, os ODS são os objetivos de de desenvolvimento sustentáveis propostos pela
agenda da ONU que vai até 2030, tá? Então, a ideia, né, dessa atividade prática, né, seria eh Importante para vocês desenvolverem, né, ali um uma correlação, né, para vocês entenderem, né, que a os pilares envolvem a economia, né, a sociedade, a bioesfera. E o que que eu queria que vocês fizessem? Que vocês, eh, junto comigo aqui, né, que vocês fizessem uma, né, uma atividade, né, agora nesses minutos finais de vocês irem lá. Então, vamos lá pesquisar agora, né? Vocês vão colocar aqui no Chat, tá? Eh, e vamos relacionar então o que que pode afetar ou
o que que está envolvido, né, pensando nesses três pilares, então na biosfera, na sociedade. Então, vamos lá rapidinho, né, pra gente fazer essa atividade conjunta aqui, né? Então, vamos lá colocando aqui no chat pra gente poder responder, tá? Então, eh, a ONU, né, ela propôs, olha lá, que legal, né? Então, vamos lá, pessoal. Então os o que são os ODSs? Então vamos lá pra gente Pesquisar, né? Então os os objetivos de desenvolvimento sustentável, tá? Então os quais são os objetivos de desenvolvimento sustentável? Vamos lá pesquisar. Ótimo. Erradicação da da pobreza. Isso. Os aspectos ambientais. Crescimento
global, fome zero e agricultura. Muito bom isso daí. Muito bem. As metas globais. Perfeito. Ótimo. Acabar com a pobreza, fome zero. Muito bem. Sustentabilidade. Condições trabalhistas melhores para evitar o burnout. Fome zero, água potável, educação de qualidade. Muito bom. crescimento global, proteger o ambiente, excelente a vida saudável que a gente hoje poôde, né, discutir um pouquinho aqui juntos. Saneamento básico, educação, proteção ambiental, cidade, né, energia limpa, Água potável, saneamento básico, muito bom. Energia limpa, igualdade de gênero, né? As mesmas oportunidades, independente do gênero. Muito bom. As tecnologias. Muito bem. Quem mais? a infraestrutura, conservação dos
nossos recursos naturais, redução da desigualdade. Muito bom, pessoal. Reciclagem, consumo e produções responsáveis. Excelente. Nota 10. Muito bom. Pilar ambiental. A paz apareceu aqui. Enfim, a paz. Muito bom. Redução das desigualdades. Muito bem. Qualidade da educação, muito bom. A dignidade, preservação da natureza. Muito bem. a fome zero, as cidades e as comunidades sustentáveis, as indústrias, né, mais sustentáveis, educação de qualidade, crescimento dos empregos, respeito, muito bom, Excelente. Excelente. Muito bom. Qualidade de vida, parcerias e meios de implementação. Excelente. Instituições eficazes, erradicação da pobreza, mais reciclagem. Muito bom. Cidade limpa, qualidade da saúde. Muito bem. A
vida terrestre, conservação. Muito bom. Muito bom. Futuro melhor. Ética nos negócios. Excelente. Excelente. E agora pra última perguntinha aqui minha. Eu queria que você fizesse o mapa mental, tá? pra gente correlacionar os tipos de prevenção com a história natural da doença e os níveis segundo o nível e clark, tá? Então, nessa Atividade aqui, você vai fazer na sua casa, mas eu vou mostrar para você a resposta dela aqui junto com você, tá? Desses minutinhos finais. Então aqui faça um mapa mental correlacionando os tipos de prevenção com a história natural da doença e os níveis segundo
Lível e Clark. Então vamos lá pra gente ver que resposta que é essa exatamente aqui. Então quais são os níveis de prevenção em relação à história natural da doença? Então, a gente viu que a História natural da doença tá aqui, olha só, tá? Então, a última pergunta minha, né, pra gente discutir nesses minutinhos finais, a gente vê aqui a história natural da doença é dividida em duas fases. Então, a gente tem aqui o período pré-patogênico e o período patogênico. Então, vamos lá colocar aqui no chat, pessoal, não precisa enviar, é para vocês fazerem para consolidação
do conteúdo, tá bom pessoal? Então vamos Responder aqui comigo o período pré-patogênico. Quem tá lá no período pré-patogênico, gente? Que prevenção que é período pré-patogênico? Coloca aqui para mim. Prevenção, período pré-patogênico. Prevenção, qual delas? Primária, secundária ou terciária? Prevenção primária. Prevenção primária. Muito bem. Prevenção primária. Muito bom. E no período patogênico, agora no período patogênico, vamos estudar a a parte aqui, né, do período eh patogênico, a gente tem a prevenção secundária e a prevenção terciária, prevenção primária, né? Aqui a gente tem a prevenção secundária. Na prevenção secundária, né, aqui a gente tem o primeiro nível,
né, que é o domínio das condições pré-existentes, envolve a promoção da saúde. Aqui no nível secundário, o que que a gente tem? Proteção específica. E na prevenção secundária, diagnóstico e tratamento prece. Muito bom. Diagnóstico e tratamento precoce. Que nível que é esse, pessoal? Prevenção secundária, terceiro e quarto níveis. Qual que é diagnóstico e tratamento precoces? Vamos colocando aí no chat. Então, vamos lá. Prevenção secundária. Quais são os níveis? Isso. Muito bom. Vamos lá colocando secundária, níveis terceiro e quarto. Qual é, quais o que significa isso? Diagnóstico e tratamento precoces. Muito bem. Vocês estão muito bem,
hein? Parabéns. Muito bom. Isso. Então, primária, primeiro nível, promoção da saúde. Segundo nível, proteção específica, secundária, né? Terceiro e quarto nível, diagnóstico e tratamentos precoces. Isso. Vai colocando aí no chat, vão ajudando os amigos. [risadas] Muito bem, muito bem. Vamos lá, galera. Muito bom. Muito bom. E para finalizar, a gente tem a prevenção terária. A terciária é o quinto nível. educação e intervenções. Aqui é a atuação multidisciplinar. Aqui é a atuação multidisciplinar é o tratamento, né? Então, prevenção terciária nível cinco. Cinco. E o que que envolve ela, né? Então, a morte, a cura ou a
reabilitação, né? a sequela e a educação E as intervenções, pessoal. Eh, então, pra gente, né, já indo aqui pro nosso finalzinho da aula, eu não sei se a se a professora Denise está presente, se ela puder escrever aqui para mim. Eh, então a gente já vai caminhando aqui pro fim, tá? Se vocês tiverem alguma dúvida, talvez que que eu consiga ainda responder, tá bom? Ótima, Denise está aqui. Então, a prevenção terciária é o quinto nível, tá? E aí envolve a atuação multidisciplinar, tá bom? Educação e as intervenções específicas. Eu quero agradecer a presença de todos.
Muito obrigada pela participação eh de todos vocês. Se vocês tiverem qualquer dúvida, vocês vão depois ter acesso, tá? A gente vai estar junto nesse semestre. Eu espero que vocês Estejam na próxima aula. Vou esperar todos vocês. Quero agradecer a participação. Foi muito bom estar com vocês. Muito obrigada e eu espero que eu tenha contribuído um pouco mais com a formação e o ensino de vocês com a aula de hoje. Então, na próxima semana estaremos juntos novamente. Quero desejar a todos uma excelente noite e eu vou abrir aqui pra professora eh Denise fazer os os as
informações, Passar para vocês, né, os avisos, as informações finais. E muito, muito obrigada. Espero que vocês tenham eh tido um bom aproveitamento e uma ótima noite. Muito obrigada, pessoal, pelo feedback. Não deixem de participar das avaliações, tá bom? Isso significa muito paraa instituição, muito para o curso, muito para o professor também. Tá bom? Muito, muito obrigada. Agradeço muito aí o carinho. Muito Obrigada, pessoal. Muito obrigada, viu? Uma ótima noite. Muito obrigada. Não sei se a Denise vai acessar e eu que agradeço, viu? Muito obrigada pela presença. Gostei muito de ter todos vocês aqui comigo hoje.
Obrigada pessoal, tudo vai ficar disponível, tá bom? Para vocês? Muito obrigada, pessoal. [risadas] Vou beber água. Obrigada, gente. Obrigada. Obrigada. Muito obrigada. Boa noite, pessoal. Eh, a professora Denise teve um probleminha na na conexão, eh, e eu vou estar aqui encerrando a aula para vocês, tá bem? Até a próxima. Espero que vocês tenham gostado. Agradeço a professora Corina. >> Obrigada. Qualquer dúvida podem estar entrando em contato eh pelo Fale com o mediador, tá bom? Até mais. >> Até. Obrigada. Boa noite a todos. [música]