Fala meus amigos. Ã, como vocês estão? Mais um vídeo aí para vocês.
Ã, agora são 8 da noite, esse vídeo vaiar amanhã um almoço para vocês poder almoçar, beleza? Então, vamos trocar uma ideia sobre o tal do baixo volume. Eu tenho algumas coisas muito interessantes e importantes para pontuar sobre esse assunto, porque eu estou vendo muitas desinformações sendo propagadas na internet e muita gente fazendo cagada em cima aí do ã em cima da da retórica de baixo volume.
Beleza? Vamos pontuar isso daí. Deixa eu falar uma coisa para vocês.
Link pra consultoria tá na descrição do vídeo. Lá eu pego você pela sua mãozinha, te levo pro seu resultado o mais rápido possível. Não vou te vender uma porcaria de um contrtrol C, conttrol V, literalmente vou pegar na sua mãozinha.
Seu único trabalho é seguir o que foi passado e evoluir. Só isso. Também tem o plano a partir de R$ 100 e as vagas para consultoria estão quase fechadas.
Os planos de R$ 100 eventualmente também eles vão deixar de existir. Então aproveita, beleza? Me segue no Instagram, se inscreve no canal.
Lá no Instagram quase toda semana, quer dizer, toda semana tem caixinha de pergunta, só não é todo dia. Beleza? Bom, tô com dois vídeos aqui que vocês me me pediram para reagir desse musculação hardcore.
Então, vou reagir esses dois vídeos e pontuar algumas coisas. Mas antes de entrar no vídeo, eu preciso falar algumas coisas para vocês sobre o baixo volume. Rapaziada, vocês precisam entender aqui que eu não defendo baixo volume, eu defendo a alta intensidade.
Vocês estão levando ã o baixo volume como se ele fosse o rei. O baixo volume não é o rei. A intensidade é o rei.
O que acontece, que eu já expliquei em diversas aulas aqui, é conforme a intensidade sobe, o volume cai automaticamente. Não é que você escolhe manipular isso e você fala: "Não, eu vou abaixar o meu volume". Não é.
É quando você sobe a intensidade, o volume ele é invariável, ele precisa cair. Não dá para pôr os dois no máximo, senão você não se recupera. Você não se recupera dentro da sessão e quem dirá ainda entre sessões.
É só você testar, é só você botar uma série aí de cinco a nove. Qualquer qualquer qualquer carga que você quiser usar, faça uma série e tem a proximidade com a falha ou atinge a falha. Espera quantos minutos você quiser, tenta fazer a próxima série e manter o mesmo range de repetição.
Não vai dar. Ou seja, a medida que você vai aumentando a sua intensidade, o volume vai caindo. Intensidade, já expliquei, é carga, só isso.
É a carga que está na barra. Isso é intensidade. Ponto final.
Alta intensidade é a partir de 80% do seu RM, 75% na literatura, mas a literatura, como a gente sabe, artigo científico, uma porcaria serve para nada. Beleza? Então, na prática, alta intensidade é acima de 80%, 85, 80, 85%.
Então vocês ficam ainda usando baixo volume, mas vocês nem sabem o que é baixo volume. O que que é baixo volume? [ __ ] se você tá fazendo 20 séries por semana e você começou a fazer 10, você já tá fazendo um baixo volume.
Se você tava fazendo 10 séries e começou a fazer cinco, você tá fazendo um baixo volume. O baixo volume, ele é individual, velho. Não existe baixo volume.
Na literatura você vai encontrar aí alguns estudos, eu não sou fã de estudo, mas é só para dar um norte. Você vai encontrar alguns estudos falando que uma série por semana já é o suficiente para você induzir alguma hipertrofia. Não otimizar, mas induzir, entendeu?
Mas vocês estão endeusando baixo o volume. Deixa eu chegar, deixa eu, deixa eu pontuar uma coisa aqui, velho. Cair o volume, você não tá fazendo 20 séries e abaixa para 10 da noite pro dia e acha que isso vai mudar o seu físico.
O seu físico vai mudar porque você está aplicando mais intensidade, mas não porque o seu volume caiu. Você precisa primeiro aprender a treinar, velho. Para você chegar no nível da seu do seu volume e começar a cair, você precisa saber treinar, você precisa mover grandes cargas e você precisa ter um domínio daquele movimento específico.
Independente do range de repetições, você precisa conseguir ter proximidade com a falha ou atingir a falha naquele movimento X, independente da carga, sem falhar outra coisa junto. Então, por exemplo, vamos supor que você fazer um supino, você precisa falhar esse supino, você precisa falhar o peito antes de falhar o tríceps, o que não é o caso que acontece com iniciantes. Então, 70% dos meus alunos, eles são iniciantes.
Eles não fazem baixo volume, eles têm um dia com o volume reduzido para eles irem de passo em passo de caminhadinha de bebê em patinha de bebê até eles irem melhorando o nível de treino. Conforme o nível de treino vai melhorando. a proximidade com a falha melhora e o nível de treino daquele exercício específico melhora, automaticamente o volume começa a cair.
Não que eu, claro, eu faço manipulação, mas é uma manipulação meio que automática. Então vocês não precisam ficar se preocupando, nossa, vou treinar em baixo volume. Você precisa treinar no volume que você se recupera.
Quanto mais iniciante você, mais você se recupera. Não porque a sua capacidade de recuperar é alta, mas porque você não se destrói o suficiente em cada sessão de treino. É simples.
Conforme seu nível de treino vai aumentando, você vai tendo mais massa e você vai ficando mais forte, você começa a se destruir cada vez mais em uma só. Já expliquei isso mil vezes. O iniciante, ele não tem músculo, ele não sabe treinar, ele não tem nem músculo para contrair naquela série.
Então, para que ele tenha um estímulo OK, ele precisa de três, quatro séries naquele exercício. Enquanto um cara avançado, uma só, ele já faz o que o cara faria em quatro. É por isso você precisa parar de endeusar o baixo volume.
Chega mensagem para mim todo dia, olha, estou trabalhando com volume baixo. O que que você acha? Eu acho um lixo, cara.
O volume baixo não é você que escolhe. É a partir do momento que você vai evoluindo e o seu volume vai caindo, no final das contas você vai estar treinando em volume baixo, mas não que o volume baixa é o rei, é porque você está trabalhando em alta intensidade e por isso você não consegue colocar um volume alto junto. Então vocês estão olhando pela pela perspectiva errada, certo?
Para com isso, velho. Só vai treinar, cara. Olha, mano, é como o Jordan Peters disse naquele post, velho, essas perguntas de volume, essas perguntas de range, de repetição, não existia 20 anos atrás porque elas não precisavam existir.
Eu sabia que se eu se eu conseguisse fazer uma [ __ ] no desenvolvimento com cinco placas, meu Deid seria maior que o de todo mundo. Funcionou. Eu sabia que se eu fizesse stif com oito placas, meus diretores seria maior que de todo mundo.
Funcionou. É isso, velho. [ __ ] o range de repetição.
[ __ ] a a o volume. Só saiba de uma coisa, se você trabalhar em altíssima intensidade, o seu volume vai ser mais baixo. Simples.
Para de falar, [ __ ] baixa o volume. [ __ ] o baixo volume, cara. [ __ ] o volume de treino.
Você tem que trabalhar um volume de treino que você consegue se recuperar e é individual, mas eu já deixei aqui os guidelines mais ou menos de quantas séries um ser humano normal consegue se recuperar trabalhando em alta intensidade. O que você precisa focar é alta barra altíssima intensidade. Simples.
Esse é o foco. Vocês estão invertendo o foco. Vocês estão querendo transformar o baixo volume em rei.
O baixo volume não é rei. O baixo volume ele é uma consequência do rei que é a alta intensidade. Fechou?
Matamos esse assunto. Então vamos reagir a esses vídeos aqui porque os títulos me parecem muito tendenciosos. Riscos e modinha e riscos sérios.
Vamos ver esses dois vídeos. Beleza? Família RC.
Como é que vocês estão? Pessoal, esse daqui é o grande Jordan Peterson, né? O Petters, acho que é Petterson.
Ele é um cara que tem trazido à tona novamente, olha só as imagens dele, o treino de baixo volume. Olha só, presta atenção aqui, ó. Ó lá.
Jordan Peters não fala de treino de baixo volume, ele sequer fala de volume de treino, velho. Eu não sei, também não sei. Eu entendo a raiva dele que ele anexaram ele a alguma coisa, sei lá, velho, sobre o baixo volume.
Em que momento ele fala de volume, velho? Inclusive o George, ele treina com mais volume do que todo mundo que eu conheço, velho. Por quê?
Porque a capacidade de recuperação dele é acima da média. Um, vamos ver. Dois.
Lá estilo Dorates, né? Lá esmaga três devagar meio. Vamos ver quatro.
Ó lá, tuchando peso. Cinco. Meio happy dut, né?
Blá blá. P seis. Ó o rapazinho do lado olhando.
Ó lá, pessoal. É tudo baseado em seis, sete. Negativo, cara.
O Jordan Peters fala, ele trabalha em todos os rangos de repetições. Se você pegar vídeo dele de 8 anos atrás, ele vai falar isso. Se você pegar outros vídeos dele de 2 anos atrás, ele vai falar a mesma coisa.
Eu trabalho em todos os rinos de repetições. Eu acredito em ser forte em todos. 5 a uma rep só.
4 a se 10 a 12 15 a 20. 20 a 25. O foco não é a quantidade, mas a qualidade do estímulo que você tá dando.
E para você otimizar esse estímulo, é trabalhar em alta intensidade. Você vai construir músculo mais mais denso, você vai construir mais músculo e você ainda de quebra ainda fica mais forte. Então é o melhor dos, você tá no melhor dos dois mundos, você tá os três cenários, você tá eh contribuindo, você tá batendo nos três cenários, mas ele não trabalha só com baixas repetições.
Claro que majoritariamente eu trabalho em umas repetições mais baixas, focando quê? Intensidade. Já acabei de falar, não é a quantidade, é a intensidade.
A quantidade é só uma uma consequência. Oito repetições, tá? Ahã.
Qual que é o problema disso daqui, pessoal? Isso daqui. Lá primeiro, ã, você já ouviu falar de fisculturistas que tomam muito pouco?
O cara é grande, o cara é enorme, o cara é veterano e ele toma muito pouco. Todo mundo não acredita, mas o que acontece? Antes ele tomou muito.
Isso é fato. Eu já falei isso nos vídeos aí de um ano atrás. O cara, quando você vê esses caras que são enorme, enorme, gorila, o próprio Jordan Peters a gente pode usar como exemplo.
Quando vocês vem esses caras e tem muitos deles são hipócritas. O Jordan Printas não é o caso, ele já relatou muita coisa que ele usa e já usou, mas tem muito vagabundo, mentiroso, safado, que vem aqui falar para vocês que tá usando 200, 400 mg. Na verdade, o cara tá com 2, 3 g e mesmo que naquele pequeno momento da vida dele, ele esteja com 200 mg, não foi isso que construiu o físico.
Isso é fato. Isso que ele tá falando aqui é verdade, mano. Físico de mamute não se constrói com 200, 400 mg.
Eu sinto muito. Eu adoraria que fosse. Eu adoraria que fosse só o trabalho, cara.
Nossa, eu ia gostar muito que fosse única e exclusivamente trabalho dependente, não é? é genética dependente. Em primeiro lugar é a genética, em segundo lugar é o trabalho.
E em terceiro lugar que fecha essa conta é hormônio vezes quantidade que você tá usando. Claro, o cara que tem uma genética absurda, ele não vai precisar fazer um suicídio, que é o que a gente vê hoje em dia, muita gente se morrendo por morrendo porque está cometendo suicídio, assim como eu já abordei esse tópico n vezes. O que que é um suicídio?
4, 5, 6 g de hormônio? Isso só falando de hormônio, aí tem estimulante, tem diurético, tem toda o contexto de preparação que é de não é saudável nem pro natural. Então você coloca tudo isso aí na conta, você já tem aí um suicídio.
Então, mas construir um físico desse tamanho, você não vai fazer com 200 mg, nem que você seja o Kevin Levrone, você não vai, mano. É no mínimo 1 g com cara que tem a melhor genética de todas. 1 graminha.
Ah, mas agora o cara tá usando 300, 500. Sim, mas não foi isso que construiu. A diferença é é mais difícil construir do que manter.
Isso é fato. Então você consegue manter e continuar gerando progresso com menos a partir do momento que você já está naquele nível. Chegar naquele nível é outra história.
São outros 500. O que que é mais fácil? Ir para um lugar que você nunca foi ou ir para um lugar que você já foi?
É muito mais fácil, né? Você ironde você sabe o caminho. Pois então, quando você já construiu, manter é muito mais fácil.
Mas tomou muito. Então ele ganhou vários anos de de desenvolvimento em um mês, por exemplo. Aí o que acontece?
Ele percebe que não tá dando resultado, ele percebe que tá assim indo para o cemitério, ele percebe que tá tendo muito mais colateral. Então ele começa a reduzir, né, a sua quantidade de suco para ficar só com o que ele absorve. Então é uma é uma metodologia que a gente alcança ao longo dos anos.
É a mesma coisa. Volume baixo para esse cara. Concordo.
Acabei de falar, velho. Isso aqui que ele falou, vocês me mandaram mil vezes car falando grosella, até o momento não tá, cara. É verdade.
Acabei de falar. O baixo volume. Você não chega assim na academia e fala: "Nossa, vi lá na internet que é da hora o baixo volume que funciona, então eu vou trabalhar assim".
Você é um iniciante, você for fazer volume baixo, ó, no seu rabo aqui, ó, você não vai evoluir bosta nenhuma. Porque eu já falei, você não sabe treinar, você sequer tem músculo, [ __ ] para você contrair. Você quer contrair o qu?
Com baixo volume? Aí vocês acham que o baixo volume é: "Nossa, não vou passar de 10 séries por semana não, [ __ ] O baixo volume é individual, velho. É em cima do quanto você se recupera e mais.
Não é ele que manda. Primeiro você tem que olhar pra intensidade. O volume é só uma consequência da intensidade aplicada.
Para de Vocês estão sendo ficando tendo louco, velho. Vocês estão ficando maluco, cara. Absorver esse volume baixo com tanta intensidade.
Antes ele passou por muita coisa. Antes você já experimentou volume alto, então o volume baixo que dá resultado, olha só, é um status que a gente alcança, não é porque a gente de repente ah preferiu fazer o volume baixo. Beleza, pessoal?
Então, cara, tem muito chão antes de você assumir um volume baixo que realmente funciona para você. E olha só, a a um item perigoso aqui do volume baixo é começar a fazer isso para movimentos tipo músculo pequeno, né? Bícipes, trpes.
Olha só como ele não vai até o fim, né? Concordo novamente. Já falei sobre isso, inclusive.
Tríceps dá, já expliquei o por que o tríceps dá. O tríceps é um grupo muscular maior do que o bíceps e ele consegue mover muita carga. Bíceps aguenta mover muita carga.
99% das pessoas que for tentar aplicar o baixo volume no bíceps vai se lascar pelo fator recuperação. O bíceps ele já é muito requisitado em todos os outros exercícios de puxada que você faz até o, né? Então você já deu um estímulo querendo ou não, pro bíceps.
Aí você vai lá e me coloca uma série para quatro a seis no seu bíceps, que já foi requisitado nos outros treinos. Ó aqui, ó, você se lascando. Baixa o volume.
Baixa o volume. Tentar trabalhar com intensidade muito, muito alta pro bíceps não é uma boa escolha. Já expliquei isso.
O tríceps aguenta especialmente porque o tríceps tem movimentos que permitem mover muita carga. Paralela com carga de m press, close gripment b press. Exercios permitem você mover muita carga.
são feitos para isso, é por uma questão de segurança. Lá, pessoal, isso não é bom, né, pessoal? A gente para falar de treinamento sempre prioriza movimentos quase perto da ADM normal, que é a amplitude de movimento normal, né?
É melhor, tá? Mas aqui por uma questão de segurança, né? Jogar volume baixo e alta intensidade para músculos pequenos é perigoso.
Concordo. Outra coisa também não quer dizer que é lesivo, quer dizer que é perigoso falar que o movimento elesivo é burrice. Não foi isso que ele falou.
também me mandaram esse eh eh esse adendo. Não, ele ele falou um fato, é perigoso, não é lesivo, é perigoso, hein? Olha só, você pode perceber que em termos de dorsal ele usa quase só aparelhos, que é mais seguro para baixo volume e alta intensidade, tá?
Não é que é mais seguro, é porque os aparelhos permitem você ter uma real, um real controle e uma real proximidade com a falha, diferente do que eu já expliquei também de várias vezes depois uma remada curvada. Como é que você tem um ponto de falha preciso numa arremada curvada? Como que você vai logar isso no seu treino?
Como que você vai colocar lá, pô, remada curvada, 200 kg, aí saiu seis reps, foi falha total. Como que foi falha total? Você pode ter falhado a sua lombar, você pode ter falhado seu glúteo, você pode ter falado seu posterior.
Se a execução tiver nojenta, você não falhou nada. Então é por isso priorizar máquinas não é no baixo volume, é porque a máquina te dá um ponto real de falha, diferente de exercício livre, que não te dá esse ponto real de falha em sua grande maioria. É simples, pessoal.
Quero agradecer a presença de todo mundo aqui, tá? Muito obrigado por est se inscrevendo, comentando, eh, engajando com o canal e, principalmente, utilizando o cupom hardcore de desconto que tá aqui para vocês. Eh, seguinte, eu acho que ele não vai falar mais nada, né?
Ã, beleza. Certo. Vamos ver o outro vídeo.
Como é que vocês estão, pessoal? Esse cara aqui é o Jordan Pteron, né? Ele tá trazendo de novo a moda, não é moda, é bacana, do volume baixo.
Ele não está trazendo moda nenhuma. E o baixo volume, ele está virando moda porque as pessoas são burras. Igual eu acabei de falar no começo do vídeo, você não tem que se atentar no volume e sim na intensidade.
Vou repetir isso de novo. O que manda a intensidade, o volume, ele é só uma consequência. Quanto mais alto você põe a sua intensidade, mais o seu volume fica baixo.
Não é que o baixo volume é o rei, a intensidade é o rei. Qual que é o problema disso daqui para determinados grupos musculares? Por exemplo, ó, bancot.
Ele tá no banco scot. Bacana, mas olha a amplitude dele. Tá vendo?
É uma amplitude reduzida, ó. Não é uma amplitude reduzida. Essa máquina tem amplitude reduzida.
Você como é que já tá alongando quase tudo. Tá com 90 95% de amplitude. Vai esticar alongar mais o que aqui?
A máquina que o vetor de força é paraa frente, não é para baixo igual uma rosca scot normal que é para baixo, permite você esticar o braço inteiro. Ó, parei, ó. Ele para mais ou menos aqui, tá vendo, ó?
Pois é. 90%, você tem mais uns 10% ali. Se ele te alongar mais do que isso, não tem benefício nenhum.
Só malefício. Vai aumentar talvez o risco de lesão, porque você tá alongando a musculatura ali numa porção que ela não tem um trabalho devido. Então, nessa porção da musculatura, ela pode ser mais fraca.
E hora que acontece com o bíceps, como eu já expliquei agora a pouco, e você tem que levar isso em consideração. Você tá alongando, colocando um stress acima do necessário, não vai te trazer nenhum benefício nesse exercício. E ainda tem que levar em consideração o tipo de máquina que tá sendo a usada.
Olha só, pessoal, é, tá quase 90º aqui, muito reduzido, mas é seguro se você for aumentar a carga, né, para fazer seis repetições com volume baixo, essa história toda, tá? Mas o que que acontece? O que que é o perigo aqui?
Cara, tá praticamente 100% de amplitude, falta pouquíssimo coiso que eu acabei de explicar, não é necessário nessa máquina lá, velho. Que qual que é o perigo aqui, pessoal? O músculo, ele se acostuma ao padrão de movimento que você impõe nele, tá?
Tanto em força como em talvez um certo ajuste de comprimento muscular. Não existe modificar a a inserção do músculo. Mas se você mantém um padrão de recrutamento muito encurtado por causa dessa estratégia de volume baixa e alta intensidade para proteger a articulação, que por um momento é bacana, mas se você mantém isso prolongadamente, existe um reajuste do ventre muscular, velho.
É o que a gente chama de sarcômeros em série, não sarcômeros em paralelo, mas sarcômeros em série. Pode haver um reajuste. Então você se adapta o ventre muscular, ao padrão encurtado de movimento, até no nível de força.
Aí o que que acontece? Em alguma situação, quando você você for alongar tudo, ele vai romper. precisar de amplitude completa na sua casa para arrastar um sofá, não sei.
Renato Cariani estourando o bíceps numa cadeira extensora ou leg press, sei lá o que que foi. Se você precisar da amplitude completa do do do da movimentação de cotovelo, aí é que pode acontecer uma lesão. Isso é a coisa mais comum de acontecer com fisicoturistas que na sua casa eh precisa de uma uma amplitude completa de movimentos que ele não tá acostumado na musculação, aí rompe.
Então é bacana você fazer uma amplitude mais curta. Quando você vai aumentar a carga para se acostumar a ter mais segurança, é bacana. De repente você tem um ganho de força aí.
Mas depois, olha só o que a gente tem que fazer. Tem que priorizar uma amplitude maior. Olha só que bacana, cara.
Essa máquina é diferente, velho. A amplitude ali não tá reduzida coisa nenhuma, mano. Tá quase 100%.
Enfim, eu acho que é esse que ele vai falar, esse risco aí. Então, é o seguinte, velho. Deu pra gente cobrir tudo?
Eu vou reforçar aqui, velho. Vocês precisam parar de ficar endeusando [ __ ] de baixo volume. Baixo volume ele nem existe, mano.
Não é uma metodologia. Não existe isso. Vocês estão tratando baixo como se ele fosse uma metodologia de treino.
Não é isso, velho. Não é isso. O volume baixo, ele é só uma consequência da intensidade aplicada, velho.
[ __ ] o volume. [ __ ] quantas séries você tá fazendo. Quem se importa se você tá tendo real proximidade com a falha, está progrindo sua carga, você vai evoluir, mano.
Aí, se você quer otimizar os seus ganhos, você vai aplicar mais intensidade. Então, o range de repetições vai ficar mais baixo. entre 5 e 9 é o ideal, é o range de de repetição mais ideal possível, mais otimizável possível, 5 a gente sabe que as repetições mais efetivas elas costumam acontecer a partir ali da terceira, quarta, quinta repetição, longe da falha, próximo da falha, perdão.
Então, se você escolher uma carga para cinco, lá na terceira repetição, você já está se aproximando da falha, então você otimizou isso. Então, você otimiza sua fadiga, melhora sua progressão de carga, ainda trabalha em alta intensidade. três juntos é simples.
E conforme você coloca mais intensidade, mais proximidade com a falha, a sua capacidade de tolerar volume cai. Isso é o baixo volume. Acabei de definir baixo volume para vocês.
Só que você não pode olhar unilateralmente falando baixo volume, tá errado. É intensidade. A o volume ele é só uma consequência da intensidade que você aplica.
Se você aplicar menos intensidade, você precisa compensar esta falta de intensidade com outra coisa. Ou seja, você aumenta o volume. Se você, ã, coloca um volume muito baixo, eu já expliquei isso nos vídeos do Dorin, porque que não pode fazer uma série só por exercício.
O que que você precisa fazer se o volume tá baixo? Você precisa compensar essa falta de volume com outra coisa, intensidade e proximidade com a falha. Simples, é só isso.
Beleza? Bom, acho que deu para cobrir bastante. Ã, o link pra consultoria tá na descrição do vídeo.
Aproveita, as vagas ainda estão abertas. Não vai durar muito tempo. Os planos a partir de R$ 100 não vão durar tanto tempo assim, tá?
Então só clicar, me chamar, você já vai falar direto comigo. Não tem robô, não tem nada, é tudo eu. Certo?
Me segue lá no Instagram. Instagram, toda semana tem caixinha de perguntas. Se inscreve no canal.
Estamos quase chegando nos 5. 000. Vamos incomodar muita gente ainda.
Beleza? E sobre o vídeo aí que a gente assistiu, ele tá certo, tá? Ele tá certo.
E para finalizar, já falei, velho, se você é iniciante, você não tem que se preocupar com volume de treino. Você tem que se preocupar em treinar, filho. Vai treinar, [ __ ] Os alunos que são iniciantes na minha consultoria, como que eu abordo eles como iniciante?
Eu ensino eles, eu pego pela mãozinha, ensino e adequo isso ao perfil dele. Se ele iniciante intermediário, avançado, força que ele tem, tudo é adequado. Não adianta, se você é iniciante, você vê um vídeo, fala: "Ô, baixa o volume, vou começar treinando em baixo volume", você vai se lascar, você vai deixar todos os ganhos na mesa, porque você não tem músculo, você não tem força, você não sabe fazer o exercício, você não sabe ter proximidade com a falha.
Ou seja, qual o único caminho que sobra para você aprender? mais volume. Quanto mais você faz, melhor você fica.
Beleza? Tamos juntos. Se inscreve aí no canal.