para contextualizar a dinâmica do produto que funciona hoje, eh, quais são as formas do potássio que a gente vê no sol? São várias, mas eu vou citar as três mais importantes, beleza? O que a gente tá acostumado a ver na análise de solo é nos extratores mélic ou resina, né?
Eles dizem, dizem essa essa forma de potássio que a gente visualiza, ela abrange dois tipos de potássio. Na solução do solo, que é o potássio solúvel, e o potássio trocável, né, que ele vai participar dessa dinâmica entre CTC e solução de solo. Essa caixa é a caixa que a gente vê na análise de solo.
E aqui ela tá representada por esse por essa caixa menor aqui. Percebe por que que é representado por essa caixa menor? Porque a maior parte do potássio presente no solo, ela tá numa caixa imensamente maior que a reserva mineralógica do solo.
OK? Só que essa foto a gente não vê na análise de sol. E aqui que começo a explicar para vocês o sentido de como tudo funciona.
Esse solo aqui, que é a representatividade de mais de 80% dos solos agricultáveis do serrado é o famoso latossolo. E o latossolo, ele tem esse nome porque do latinho lato significa velho. Eh, o Brasil é um clima, é um país de clima tropical.
emperismo aqui, atividade aqui biológica, ela é imensamente maior. Então, o Brasil é um país rico em latossolos e como a gente não tem atividades eh tectônicas que fazem o surgimento de novos solos, isso representa basicamente o nosso país. E o que que isso tem de característica?
É o que eu quero dizer. Quando esse solo se formou, ele era fértil, mas ele não era um latossolo ainda. Ele levou em torno, para chegar nesse estilo aqui, com uma profundidade razoável, algo em torno de 5 milhões de anos para se formar.
E no seu começo, como que funcionava? A rocha ela era intemperizada e essa fração mineral, vamos falar de potássio aqui, ela liberava o potássio para solução. Então o solo era suprimento de nutriente pra solução do solo.
Então acontecia isso aqui, ó. Eu tinha um sistema fechado, certo? onde o solo ele entrava em equilíbrio com a solução.
Se eu tenho muito suprimento na reserva mineralógica do solo, os teores naturais do meu solo, eles vão ser elevados. Se a reserva mineralógica for baixa no meu solo, os teores naturais da CTC eles vão ser baixos e isso tende a um equilíbrio. Esse equilíbrio é mediado pelo tipo de solo.
E eu já falo, latossolos tem baixa reserva mineralógica, beleza? Só que essa caixa, ela é muito maior do que aquela caixa. Por exemplo, aqui, ó, tendeu ao equilíbrio.
Perfeito. Hoje, se a gente entender quanto que isso tudo representa, vamos supor que é em torno de 1200 a 1500 mg/ dl c. Poxa, mas isso é muito pouco.
Isso, isso é muita coisa. Dá para juntir o sistema. Só que essa reposição tá muito distante de acontecer pela complexidade estrutural das partículas que esse potássio tá associado.
Então, quanto mais velho o solo, mais difícil vai ser de retirar esse potássio da minha composição mineralógica do solo. Perfeito? E isso também tende ao equilíbrio.
Eu preciso ativar o sistema para isso acontecer. Quando que ativa o sistema? Naturalmente, quando a dinâmica de absorção, a cinética de absorção do meu sistema radicular, ela identifica que tá faltando nutriente.
Ela, a planta, ela que ativa o sistema, ela que liga o interruptor. Como? Ela aumenta a exudação radicular, ela recruta biota para trabalhar para ela e ela também tem a capacidade de aumentar, se o solo permitir o sistema radicular.
Essas são as três estratégias que a planta tem de ativar o sistema de suprimento pra solução do solo. Então aí ela ativa, a solução passa a tirar da reserva mineralgica e passar pro potássio em solução, que é o potássio, o potássio de solução e o potássio trocável, que é o potássio da CTC, beleza? Só que ao longo de milhares e milhares de anos, milhões de anos, né, o fluxo foi se perdendo.
Para onde que foi esse fluxo do potássio que a gente vê na CTC? Numa condição natural e ao longo da evolução, ainda não tô falando de agricultura, tá? Falando num sistema em equilíbrio, como é a mata.
ao longo de milhares e milhares de anos, isso foi se exaurindo, se exaurindo, se exaurindo e chegou um ponto onde a reserva mineralógica esgotou, que é que é o que eu tô falando para vocês, os atossolos. E essa reserva mineralógica parou de suprir o sistema do potássio em solução. Então, tá vendo que o fluxo tá diminuindo, diminuindo, diminuindo, o nível tá baixando e vai parar de de ser um sistema de suprimento, que é o que acontece com os nossos latossolos.
Beleza? Mas como que o sistema sustenta uma mata natural em cima de um latossolo com árvores de 20 m de altura, com árvore de 30 m de altura? O equilíbrio do sistema.
Então, a reserva mineralógica, ela parou de suprir pra solução de solo. Só que como não sai nada do sistema, a planta cresce, nasce, cresce. e morre para outra planta nascer, crescer e morrer.
Isso vira um ciclo e vira uma reposição. Então o suplemento ele não tá mais da reserva mineralógica, né? Lembrando isso aqui para lato ele tá do meu sistema.
Então a planta nasce, cresce e morre para outras plantas nascerem, crescerem e morrerem. É isso que acontece quando a planta morre. Volta para essa caixa aqui, não volta para aquela caixa lá, volta para essa caixa aqui.
E aí vira um ciclo, cai aqui, sai daqui, volta para cá. É como se essa torneira tivesse voltada para cá. E esse é o equilíbrio.
Naturalmente isso acontece e a gente fala sistema fechado, mas na verdade o solo é um sistema aberto. Eu só quis dizer fechado porque entrou em equilíbrio o ciclo, mas não pela reposição da reserva na lógica, mas sim pela imobilização momentânea do nutriente quando morre e volta para cá. O que é curioso que quando o potássio morre, a planta morre, o potássio dentro da planta, ele não tá ligado a nenhuma fonte de carbono.
Então ele não precisa desse negócio de mineralização e também dificilmente eh vai ser imobilizado pela matéria orgânica. Então a célula morta choveu, lavou, tá no solo. Potássio é muito fácil essa dinâmica.
Então esse ciclo é mais intenso para potássio, mas é o equilíbrio. Bom, os latossolos são os melhores solos paraa agricultura, não pela sua riqueza química, pela sua fertilidade, ele não é fértil, OK? Mas sim pela sua riqueza estrutural, física.
Eles são solos profundos, bem drenados e planos, né? Isso permite uma agricultura mecanizável. Então eu acho que isso que contribuiu, acho, não tenho certeza, que isso que contribuiu pro desenvolvimento da agricultura.
Quando a agricultura chegou e tirou essa ecologia, esse equilíbrio, ela implantou um sistema produtivo, a conta não fecha. Por que que a conta passou a não fechar? Vulgarmente, né?
Um termo que a gente usa, não é técnico, mas a gente vai falar chama a tal da erosão de porteira, né? Não mais a planta nasce, cresce e morre para outras plantas nascerem, crescer, morrer. A planta nasce, cresce e morre para desenvolver, para alimentar o mundo.
Não é assim que funciona? Então há essa exportação de nutrientes, muito bem colocado. E aí, e aí que até então eh a gente entendia que era que é desse jeito a ecologia.
E como culturalmente o Brasil se desenvolveu, foi colonizado por europeus, né? Eh, tudo que veio de agricultura para cá foi uma cópia adaptada até desde o século X até o século XIX. Aí no século XX, mais especificamente na década de 70, houve uma revolução verde brasileira aí que todo mundo já conhece a história.
E essa revolução verde transformou a ciência, né? H, onde a gente, o, o governo, ministro da agricultura, né, na época de São Paulo Nelli, mandou centenas de universitários para estudar nos Estados Unidos, fazer sua pós-graduação lá, com o intuito financiado pelo governo, com o intuito de voltarem e aplicar a ciência, né, aprendida lá no Brasil. adaptação continuou, a referência de um clima temperado continuou, mas essa mudança dessa integração científica fez com que o Brasil se tornasse capaz de fazer ciência, que a gente chegasse nos altos patamares produtivos que tá hoje.
Então, tudo que se vem até hoje não é errado. E a gente tem altos patamares produtivos. E o que que é que a gente vê hoje?
é aquilo que o equilíbrio ecológico fazia. Só que em vez a gente deixar o sistema ciclando, a gente busca essas fontes solúveis e coloca direto nessa caixa da CTC, que é a adubação com sais, certo? Tá claro até aqui?
Bom, eh, o que que muda daqui para frente? A gente entendeu que a agricultura tropical é diferente da agricultura temperada, que isso aqui funciona até certo ponto, mas não é sustentável no longo prazo por questões de salenidade, por questões conservacionistas. E a gente tem uma grande ferramenta na mão que é o clima tropical.
E a gente chegou num ponto que o adventício da essa essa alavancagem da agricultura tropical, essa fomentação de sistemas sustentáveis de agricultura regenerativa fez a gente startar uma nova evolução do agro brasileiro. E o Brasil ele é líder líder mundial na ciência referência mundial em agricultura tropical. Não tem nenhum país de agricultura tropical que desenvolve tecnologia como o Brasil desenvolve.
Então, pro nosso país, pros latossolos, pra agricultura tropical, a gente pode fazer de uma forma diferente e ter uma holística diferente. Não que isso aqui não funciona, mas às vezes uma nova relação, uma nova interpretação vai fazer a gente subir de patamar. O que eu quero dizer?
Vou explicar mais à frente. Quando eu coloco o meu potássio solúvel, esse fluxo volta pro equilíbrio do solo? Não volta.
O que tá aqui na no na CTC não volta pra reserva mineral, tá certo? Aí eu coloquei potássio em solução e eu vou e tiro, mando o a minha análise para pro laboratório. Me dá um laudo.
O que que o laudo é? É uma foto disso aqui, ó. Tá claro?
É uma foto da CTC que tem potássio solúvel e potássio trocável. Não é uma foto do sistema completo de todo o potássio que tem. Para eu tirar uma foto de todo o sistema, o que que eu preciso fazer?
Preciso fazer uma extração total do meu solo, uma digestão total para identificar tudo que tem lá. Só que isso custa caro, os agentes são caros. Beleza?
Enfim, depois eu vou falar outra alternativa aqui que a gente pode fazer. Tirei essa foto aqui. Quando eu tiro essa foto, o o potássio na solução sol tá alto, tá bom?
Tá baixo? >> Tá beleza, né? Vamos pegar uma referência desse negocinho que aqui é o nível crítico.
Então ele tá 5% da CTC, sei lá, 4% da CTC. Se isso aqui é CTC, 5% é aqui. Vamos supor que tá 4% da CTC, tá bom, né?
Tirei a foto, potassio. Tá bom. Só que o que eu quero que vocês entendam, o sistema que tá todo fechado, ele não tá aberto.
E na natureza, nisso aqui, o sistema é fechado ou é aberto? Ele é estático, não, né? Há um fluxo.
Que que é esse fluxo? É dinâmico, muda o tempo todo. Então, a foto que eu tirei serve só para aquele momento.
Depois o que que acontece? O fluxo ele acontece. E o que que é esse fluxo aqui?
da torneirinha aberta é as perdas, né, do pro sistema que no potássio a gente vai considerar duas: perda pela absorção, que é o que a gente quer, que a planta absorva isso, e a perda por liviação. Perfeito. Tá vendo que o fluxo aqui é grande, ó?
Tá saindo muita água. A planta parou de absorver. Por quê?
Não tem. A planta pode ativar, fazer o que for. Se não tiver suplemento, dá pau, né?
E é esse é o grande medo que a gente tem. Por isso que a gente estabeleceu níveis empíricos de relação de base, de nível crítico, no só, que é para quê? que é pra gente dormir tranquilo quando se trabalha com sites.
Mas quando a gente encontra uma ferramenta para sistemas sustentáveis, pra agricultura tropical, não precisa disso. Agora vamos pra dinâmica de como que o IBA incrementado aqui nessa lavour, como que o CAP, que são os produtos da Vegetitec, eh funcionam. OK?
Então eu vou só exemplificar aqui para eu fechar o sistema. Então, vamos supor que o meu sistema não tá em equilíbrio. A reserva mineralógica, ela parou de fornecer.
E vamos fazer uma dinâmica aqui, onde o nível do meu potássio aqui ele tá baixo, beleza? O potássio que entra nessa caixa aqui da CTC é o potássio do KCL. Vocês entenderam isso, né?
E o potássio do CAP do IBA entra onde? Em qual caixa? Por >> quê?
Eles entram na Caixa da Reserva Mineralógica, certo? Porque é uma pedrotecnologia e ele vai passar por um processo mais acelerado de eh liberação. E essa liberação a gente chama de liberação gradual, certo?
Então eu coloquei aqui na caixa. O que que é legal? A fonte mineralógica que a gente tá colocando no sistema para ter fibração gradual, ela já vem preparada, vem fácil, tá exemplificado aqui no fluxo, ó, nesse pozinho aqui.
É uma granulometria muito pequena, capaz de quando o sistema ativa, né, e também pela pela pelo material de origem dos nossos produtos, ele oferece um potássio mais fácil de ser quebrável. Por mais que a reserva mineralógica que parou de suprir pro sistema naturalmente ainda tem potássio da reserva mineralógica. Só que como eu falei no começo, ele tá numa estrutura muito complexa, estrutural muito forte e esse suprimento cada vez vai ser mais difícil.
Quando eu coloco algo na reserva mineral mais fácil da ativação do sistema tirar, acontece isso aqui que vocês estão vendo na lavoura, produtividade, estabelecimento de produtividade. Entenderam? Então, o que que vai acontecer?
O sistema vai ter que ser ativado. O que que ativa o sistema? A risosfera, a planta que eu expliquei mais atrás.
A planta vai ativar o sistema quando ela precisar. Olha que legal. Olha que legal.
Então, eu fiz a fertilização aqui no sistema onde meu potássio tava baixo. Beleza? Aí eu pego minha análise de solo e mando pro laboratório.
Aí que que o laboratório vai fazer? Vai tirar uma foto da onde? Dessa caixa aqui, não é verdade?
E essa foto, que que vocês vão interpretar? Que o potássio tá baixo. Justo.
Por quê? Porque é o que a gente aprendeu até hoje. E eu tô e a gente vai tá entendendo que isso funciona, mas que a gente precisa evoluir no processo.
É o que a gente tá fazendo. A foto ela mede o quê? Um negócio parado, um sistema fechado.
Certo? Quando eu abro o meu sistema, vocês vão entender que o sistema produtivo não é um sistema fechado, é um fluxo. Perfeito.
Tinha um pouquinho de potássio aqui, ó. Tá vendo que o fluxo aqui diminuiu? Por quê?
Porque tá equilibrado. Por que que diminuiu? O fluxo diminuiu porque as perdas diminuíram.
Eu não tô tendo perda por litifiação. O que tá vindo do fluxo tá sendo de suprimento da planta, porque quem que ativou o sistema foi ela, certo? E o sistema é risosfera ativa.
Eu posso ir lá no laboratório tirar foto, mas eu não tô medindo isso aqui, ó. Tá baixo, mas a planta tá deixando de absorver. Por que que ela não tá deixando absorver?
Porque sistema é um fluxo e não é estático. E pra gente compreender as tecnologias da verde, a gente precisa ter clareza disso, que aonde eu tô colocando tá sendo disponibilizado à medida que a planta ativa o sistema e aí o fluxo acontece e se eu for lá tirar uma foto não vai aparecer. Percebe?
Aí eu tenho uma triste notícia e um choque de realidade para vocês. No que é feito hoje, vocês não vão ver no curto espaço de tempo o potássio subir na na análise de sol. Não vão ver.
Isso é um fato. É padrão identificado nas nossas pesquisas de cinco de mais de 5 anos que a gente já tem assim acumulados trabalhos consecutivos. O fato aqui é ainda bem que a planta não tem olho, né?
que ela não enxerga isso para ela. Não interessa se é estático, não interessa essa foto. O que interessa é o quê?
O fluxo, ela é a atividade daquele nutriente que vai fazer com que ela absorva até essa reserva mineral se exaurir. Só que eu não vou deixar essa reserva mineralica exaurir porque eu vou fazer isso todo ano e aí eu não vou desequilibrar meu sistema e eu não vou perder. E o mais legal de tudo, o produtor tem que preocupar com retorno sobre investimento.
Isso aqui a gente não adubou para produzir mais, adubou para produzir igual e vai produzir igual. Já vimos isso na safrinha. Agora e se produzir a mais?
Porque a condição desse fluxo que eu tô oferecendo pro sistema vai mudar totalmente a pressão osmótica. pode regular na microrregião pH e aí fica mais gostosinho. E esse fluxo da planta ele é contínuo.
O que que é legal é que eh é a gente entender que tudo que foi ver até agora foi fundamental pra gente, pra gente chegar onde a gente chegou e que não é errado. É só um outro viés e uma outra interpretação que a gente precisa evoluir cientificamente, mas que isso já é um fato. É um fato.
E vocês estão vendo isso aqui. E quando eu mudo isso, quando eu entendo que o sistema é aberto, isso aqui é um fluxo. Quando eu entendo que quando eu mudo a a salinidade, eu mudo a cinética de absorção.
Quando eu entendo que eu tô fornecendo outros nutrientes que às vezes não são essenciais, mas são benéficos como silício, eu posso estar oferecendo uma condição da minha planta ter mais caixa produtiva. Pode ser que não seja no mesmo ano, mas ao longo do tempo eu vou melhorar isso. A conversa muda, a gente passa de patamar.
Entenderam até aqui? A Islã, então você tá me dizendo que não sobe potasio na CTC, uso das tecnologias no curto espaço de tempo. Por quê?
Se eu fechar o meu sistema, vamos pegar um período de entressra ou uma mono, tipo assim, um plano só, depois eu faço uma braquiária, por exemplo, só para pro sistema e adubo essa braquiária, eu tô colocando aqui na exéralica. Mas tá tendo saída, mas o que tá saindo não vai voltar, não vai? Aí o que que vai acontecer?
O meu sistema ele vai tender o equilíbrio. Olha que legal. Você tá vendo que aqui tá subindo?
Então sim, no longo tempo, não vou nem ser muito drástico falar no longo, né? No médio espaço de tempo, o potássio sobe sim, principalmente em culturas perenes, que extrai mais, eu tenho que jogar uma dose maior. Que que eu tô fazendo, ó?
O sistema ele tá retornando e e o meu potássio tá subindo. Concorda? Esse espaço de templo onde o potássio vai subir, depende de quais fatores?
Da dose que eu jogo, se eu ponho gordura ou não, certo? Eh, às vezes nem precisa colocar gordura, porque como eu tô eliminando perdas do sistema, a planta ou ela vai absorver mais e melhor, ou ela vai e vai sobrar. Então, a tendência é eu subir no espaço de tempo.
Pode levar 1 ano, 2 anos, 3 anos, 4, 5 anos, mas sobe. Esse é o ponto. Beleza?
Entenderam isso? Por que que sobe? Fizemos um trabalho na UFO e no ano retrasado e a gente falou: "Será que esse trem sobe ou não sobe na CTC?
" Foi avaliar isso aqui. Aí não era para avaliar a produtividade. Pegamos um, fizemos um trabalho lá de embraquiário e colocamos nada.
10 tonelad por hectare foi gradativo. Teve mais uma dose nesse intermédio. Mas foi f assim, ó.
0 10 50 tonelad por hectar, coisas que vi eh não tem viabilidade agronom para gente fazer, mas não era desse objetivo. A ideia é ver sobe ou não sobe? Aí no primeiro ano fizer uma aplicação e coletamos análise de solo.
Que que aconteceu? Não subiu. Por que que não subiu?
Não ativou o sistema. Certo? A gente tirou uma foto daqui, aqui tava baixo.
Só que no ano passado, no final do ano passado, tiramos a análise de sol, como que tava? Exponencial. Aonde foi nada tava X.
Aonde foi 10 tava 2x. Aonde foi 50 tava sei lá quanto X. E aonde foi 500 um número imensamente maior de potássio.
Aqui o que que a gente fez? Fechou o fluxo do sistema. O sistema foi ativado e entrou em equilíbrio.
Só que como tava facinho de ativar essa libração nesse potássio, os teores subiram na CTC, entende? Agora a gente tem que interpretar para sistema como esse só Jamila, a gente trabalha nesse caso aqui trabalhou 240 kg de K2O, mas normalmente quando é área sequeira a gente trabalha 150 kg de K2O, certo? numa cultura perene como café, a gente trabalha aí em torno de 350 até 500 kg de cada 2, então a proporção muda.
Então é mais fácil subir numa cultura perene do que num sistema de produção. A não ser que eu pegue essa sacada e fala: "Eu vou trabalhar doses maiores". Por quê?
O Roy entrega porque às vezes produz mais, mas não é para produzir a conta que a gente faz é para produzir igual, mas é mais barato. Economicamente é viável e é isso que vocês querem. Os produtores querem ter segurança de produtividade e quer produzir.
E qual que é o medo de complexar? E é natural entender por quê? Vocês entenderam a lógica do negócio, só que agora vocês entenderam que é o fluxo.
E olha que legal, olha que legal. Quando eu abro o sistema, o fluxo ele ele abaixa, mas a reserva ela demora mais para fornecer e a partir do momento que o meu fluxo ele entra em equilíbrio, a reserva tem aqui muito tempo ainda para disponibilizar. Então, quando você tira uma foto, vai tá baixo, mas quando você olha isso aqui como um todo, não vai tá baixo, o sistema tá em fluxo, certo?
É muito comum a gente pegar situações onde o potássio tá razoavelmente bom, acima da do nível crítico do solo. Perfeito. E o cara, o produtor, ele quer fazer uma transição de sistema.
Ele quer sair dessa agricultura convencional e ele quer passar por uma agricultura regenerativa. Só que não é qualquer produtinho que eu jogo que vai funcionar. Vocês t que entender a física, a mineralogia da base, da onde que vem para ver se faz sentido ou não.
Certo? Quando eu faço isso e uso os nossos produtos, por exemplo, CAP, o que que acontece? Ó, ó, ó.
legal. O meu solo tá razoavelmente legal. E aí quando eu ativo o meu sistema do meu do meu potássio que tava alto e eu adubei aqui, quando eu ativo o sistema, o que que vai acontecer?
A planta não ativou aqui ainda. Ela tá consumindo aqui. Por que que ela tá consumindo aqui?
Porque aqui tá livre. Se ela não consumir, vai perder. Aí a gente vai ver o quê?
A gente vai ver o potássio baixar numa situação dessa. O produtor não vai gostar, certo? É natural a quando eu tenho um potássio alto e transfiro a tecnologia até entender esse equilíbrio, o potássio vai baixar até chegar no equilíbrio.
E o que que é legal nesse sistema aberto? O equilíbrio não tem a ver com o nível crítico do solo, tem a ver com a cinética de absorção da planta, OK? Tem a ver com a complexidade do meu sistema em em cinética de absorção e a capacidade que eu sustento esse sistema.
Beleza? Então fiquem claro que o que vocês vem na análise de solo às vezes não faz diferença. Tá bom?
Mas aí eu quero ver isso aí, como que eu faço? A gente está encontrando os porquês, mas hoje a gente já tem o norte. Quando eu vou pro laboratório e mando fazer uma análise num extrator não convencional como um ácido tartárico mais floreto de sódio, não é por acaso, não é chute, não é achismo, é fundamentação científica.
Teve um trabalho que a UFG fez em 2020, onde ela tentou encontrar extratores para quantificar essa reserva lógica do solo, comparando com a extração total desse solo. E o testou vários extratores. E o extrator que não teve diferença significativa, que entregou a mesma coisa que o extrator eh que faz a extração total do solo, foi a metodologia do ácido tartárico mais florido de sódio.
E ela é imensamente mais barata. Então, quando eu mando pro laboratório e mando fazer essa tecnologia, eu tiro uma foto. Mas é uma foto disso aqui.
É foto do quê? Disso aqui. Tudo disso mais isso é tudo isso.
OK? Se o meu sistema ele tá em equilíbrio, eu vou saber que no ácido tartárico o meu teor é, sei lá, 1000 mg/m c e o meu solo ele tá em equilíbrio e tá no equilíbrio de 40 mg/ dm c, você já tem uma correlação, você entender o equilíbrio. O problema é, às vezes eu faço isso aqui, ó.
Vou fechar aqui de novo e vou fechar isso aqui. Às vezes eu já tenho um potássio que tá fora do equilíbrio porque o sistema parou de suprir, que é a situação anterior que eu mostrei para vocês. E eu vou e também faço a fertilização.
Eu faço a transição igualzinho o exemplo anterior e eu vou e coloco nessa caixa aqui do meu produto. Mas eu já tenho potássio álcool. Só que como o sistema não tava suprindo, o equilíbrio não tava.
Aí eu faço aqui uma uma análise de aço de tartar com fluoret sódico e vejo lá 1000 mg por cubo e aqui tá 100 ppm, sei lá, 100 120 mg/m³, só que não tá em equilíbrio, entende? Então vocês t que entender que que pode acontecer num cenário assim, a hora que eu tirar a foto, eu vou quantificar isso tudo aqui. Aí, só que a planta ela vai absorver o que já tá livre primeiro para depois começar o fluxo, ok?
Aí no ano seguinte, no ano seguinte você vai e faz análise de a startar com mais floret de sódio, aí você fala: "Nossa, mas o meu teor não subiu, tá a mesma coisa. E o potássio na CTC abaixou". Que que aconteceu?
O sistema ele tá tentando o equilíbrio do fluxo. A foto não interessa pra planta. O que interessa pra planta é o dinamismo.
Aí no segundo ano você já vai perceber que manteve. E aqui manteve. A partir do terceiro ano isso aqui começa a subir.
Essa é a dinâmica dos nossos produtos.