Saudações. Para todos aqueles que sentem a urgência do buscar incessante, o que você procura não está em um destino distante, mas no limear da sua própria percepção. Pois de tanto buscar, você encontrará não uma resposta, mas um poder inimaginável ao nosso entendimento humano.
Neste canal não nos pretendemos donos de nenhuma verdade, mas temos a determinação de gerar alguma clareza mental e plantar sementes para reflexão, mas atuamos apenas nos protocolos de ordenação do caos, pois já é tempo de planejarmos aquilo que nós, humanos, viremos a ser. Sejam bem-vindos. Neste vídeo apresentamos um resumo da palestra O agente humano Jesus e os arcontes, expressada por John Wall Allen em São Paulo, o agente humano Jesus e os arcontes, em uma análise profunda desafiando a narrativa sagrada e a premissa de uma história inacabada.
A análise que se segue propõe uma hermenêutica revisionista do drama crístico, desconstruindo a sua história convencional para apresentá-la não como um conto finalizado, mas como um conflito cósmico ainda em andamento. A compreensão desta narrativa exige uma maturidade teológica capaz de desafiar percepções soteriológicas profundamente arraigadas. Esta abordagem busca penetrar além das versões canonizadas, explorando as agendas veladas e os fatos ocultos que culminaram na emergência do agente humano Jesus.
Um evento que, longe de encerrar um ciclo escatológico, inaugurou um impasse que se estende até os nossos dias. A delicadeza do tema. Deconstruindo o roteiro romântico.
Abordar a vida de Jesus a partir desta perspectiva é imiscuir-se em um dos assuntos mais delicados da história da humanidade. As versões adotadas ao longo dos séculos criaram uma percepção que se tornou sagrada, um roteiro romântico que, embora catequeticamente eficaz, obscurece os vastos intervalos e as complexas motivações por trás da narrativa. Familiaridade com esta história gera uma ilusão de conhecimento, preenchendo as lacunas com fé e tradição, o que impede uma análise crítica dos eventos e de suas verdadeiras implicações cosmológicas, a ilusão do conhecimento e as versões ocultas.
A premissa central desta análise é que, apesar de nossa convicção, talvez não saibamos a verdade sobre a missão de Jesus. Existem falsas versões ocultas por detrás dos fatos e até mesmo os eventos que estão à vista podem estar camuflados por camadas de interpretação e intenção demiúrgica. O que consideramos como história registrada pode ser apenas a superfície de um conflito muito mais antigo e profundo, cujos verdadeiros atores e objetivos permanecem velados.
A realidade da Matrix e o eu maior. Nossa realidade percebida é nesta concepção, uma forma de camuflagem ou matrix. O nosso eu maior, a essência de nossa consciência, reside fora dessa faixa de realidade, conectando-se ao nosso corpo físico para executar uma agenda pré-definida.
Este eu externo se liga ao cérebro, nos impulsiona à ação e cria a ilusão de autonomia, fazendo com que nós pensemos que pensamos. A sensação de túnel, frequentemente relatada em experiências de quase morte, é descrita como a viagem desses eus externos se conectando aos seus avatares físicos. Foi a partir dessa dinâmica de eus maiores e suas agendas cósmicas que um plano milenar foi elaborado, culminando no evento central a ser explorado, o surgimento do agente humano Jesus, a agenda cósmica e o roteiro milenar para o homem Jesus.
Para compreender a trajetória do homem Jesus, é imperativo reconhecer que seu nascimento não foi um evento espontâneo, mas o clímax de uma agenda estratégica estabelecida por milênios. Entidades de poder superior projetaram sua vinda como a peça central de um plano grandioso, tecendo uma rede de eventos genéticos e proféticos para garantir que sua missão fosse cumprida conforme o roteiro pré-definido. A inseminação divina e a origem genética de Jesus a partir de Sofia.
A gênese física de Jesus foi um ato de engenharia cósmica. A entidade Sofia, cumprindo ordens diretas da aristocracia trimurtiana, utilizou seu próprio código genético para inseminar a Jovem Maria. Este não foi um ato de amor divino no sentido tradicional, mas o ponto de partida para a criação de um avatar projetado, um ser geneticamente programado para executar uma missão específica no planeta Terra, um produto fora da curva.
Apesar de sua origem programada, o resultado foi inesperado. Enquanto Sofia era uma executora leal que cumpria ordens dos trimurtianos, Jesus emergiu como um produto fora da curva. Ele não se conformou com a agenda para a qual foi criado, desenvolvendo uma consciência e uma vontade próprias que o levariam a desafiar seus criadores e o plano que eles haviam traçado para ele.
Profecias e avisos no caminho pré-definido do Messias. O caminho de Jesus foi meticulosamente delineado por milênios através de avisos e vaticínios. Essas profecias, particularmente as deixadas por Jahres, não eram meras previsões, mas um manual de instruções.
Elas foram deixadas para que Jesus, ao atingir a maturidade e estudar as Escrituras, pudesse se reconhecer como o Messias e seguir o roteiro estabelecido para sua vida e seu ministério. Esta combinação de programação genética e condicionamento profético formou a base sobre a qual se desenvolveria uma das personalidades mais complexas e conflitantes da história, preparando o palco para uma inevitável colisão entre o mandato e o homem. A arquitetura da personalidade do homem programado versus o homem livre.
O conceito de personalidade se torna um campo de batalha fundamental nesta narrativa. A análise da formação da personalidade de Jesus, em contraste com a de um ser humano comum, revela a natureza de sua prisão missionária e a origem de sua subsequente rebelião, a personalidade como um arquivo de memórias emocionais. A teoria apresentada postula que a personalidade humana é, em sua essência, o produto de memórias emocionais arquivadas.
Quando tentamos nos lembrar de algo, não estamos acessando um dado frio, mas realizando um ato de rememoração que reativa um arquivo emocional vivo. Para a vasta maioria da humanidade, a identidade é simplesmente o resultado acumulado dessas memórias moldadas pelas circunstâncias da vida. o ser humano como gestor versus colecionador.
Nesse contexto, a maioria dos indivíduos atua como um eu colecionador que passivamente acumula memórias, incluindo as negativas, memórias merda. No entanto, o potencial humano reside na capacidade de transcender essa condição e se tornar um gestor de sua própria cota genômica. Um gestor é aquele que consegue organizar ativamente esses arquivos em vez de ser governado por eles.
Este potencial de gestão genômica atinge sua expressão máxima na figura de Jesus, que como veremos não apenas gerenciou, mas construiu um epigenoma soberano capaz de subverter sua programação original. O mandato missionário de Jesus, um álbum com todas as figurinhas, aqui reside a diferença crucial de Jesus. Ele, segundo a análise, já veio com tudo colecionado, como um álbum com todas as figurinhas.
Ao contrário dos humanos, que possuem um certo grau de liberdade para gerenciar suas memórias e construir sua identidade, Jesus veio aprisionado por um mandato missionário. Ele foi geneticamente programado para ser um cumpridor, um executor de uma agenda pré-estabelecida, até o ponto em que sua própria consciência soberana emergiu e decidiu se rebelar contra seu destino programado. Essa programação interna se manifestaria em um cenário externo igualmente complexo, cujos primeiros sinais surgiram nos eventos de seu nascimento e infância, nascimento e formação dos sinais de uma missão extraordinária.
A natividade e a infância de Jesus, longe de serem os eventos pacíficos e sagrados retratados na tradição, marcam o início de um drama cósmico, repleto de manipulação, ultrage e a lenta emergência de uma consciência predestinada, mas não submissa. A reinterpretação da concepção, o ultrage santificado. A história da concepção de Maria é reexaminada de forma crítica e direta.
é apresentada como um ultrage perpetrado por seres e condicionados, que posteriormente foi transformado em algo santificado e belo. A análise destaca a vulnerabilidade de uma jovem de aproximadamente 15 anos, que ao anunciar sua gravidez corria o risco real de ser apedrejada. A moralidade de tal ato é questionada.
Engravidar alguém com 15, 16 anos é obra de um Deus maravilhoso. O problema, aponta-se, não reside em Maria, mas nas criaturas que se utilizam dos seres humanos para suas agendas. A infância oculta e a busca por Hoshma.
Um episódio marcante da infância de Jesus ocorre por volta dos 11 ou 12 anos. Após uma viagem a Jerusalém, ele é encontrado no templo discutindo com os senhores da lei. Ali ele declara com convicção que veio ao mundo para cumprir as ordens de seu pai.
Uma certeza que não provinha de uma fé infantil, mas que estava estabelecido em sua genética, o cumprimento do roteiro com o qual já viera programado. Durante essas discussões, ele faz uma pergunta recorrente sobre uma entidade enigmática chamada Hoshma, a quem Salomão creditava as instruções para a construção do templo. O papel de José de Arimateia e a educação do jovem Messias José, seu pai, ao tomar conhecimento do questionamento do filho, busca a ajuda de José de Arimateia.
Reconhecendo a natureza extraordinária do menino, Arimateia assume a responsabilidade de auxiliar em sua educação. Ele organiza para que o jovem Jesus viaja em caravanas para os lugares de onde vieram os magos que visitaram seu nascimento, em uma busca dedicada por respostas sobre a identidade e a natureza de Hman. Essa formação intelectual e espiritual, combinada com os questionamentos inatos de sua alma, o conduziria ao momento de crise existencial, que definiria o curso de sua vida e o destino de seu mandato.
A crise de consciência e o conflito entre a agenda e o eu emergente. Este período na vida de Jesus representa o ponto de virada fundamental, o momento em que a programação genética e as profecias milenares colidem frontalmente com uma consciência humana emergente e soberana. O conflito interno que se seguiu gerou um impasse irreconciliável, forçando uma escolha que alteraria o curso da história cósmica, o peso das escrituras e a percepção da impossibilidade.
Por volta dos 19 ou 20 anos, Jesus mergulha no estudo do que estava escrito a seu respeito e tem uma percepção devastadora. Ele não conseguirá cumprir a agenda. O roteiro estabelecido previa que ele deveria dominar toda a terra e trazer toda a humanidade de volta ao julgo de Jah.
Era um plano de conquista e submissão, similar ao cumprido por figuras como Moisés, mas que sua consciência nascente já não podia aceitar. O DNA do inconformismo, a herança da tribo de Benjamim. Uma teoria fascinante é apresentada para explicar a origem dessa dissidência.
Maria, sua mãe, era Galileia, descendente da tribo de Benjamim. O contexto histórico mítico é crucial. Após ataques, 10 das 12 tribos de Israel foram levadas como prisioneiras e se missigenaram.
Contudo, a tribo de Benjamim migrou para o sul e fundou a Galileia, a pequena Gália, mantendo uma identidade distinta e um caráter meio inconformado. Este traço genético herdado de sua mãe teria se manifestado em Jesus, tornando-se um fator crucial no desenvolvimento de sua personalidade questionadora e, por fim, rebelde contra a autoridade de Javé, a indecisão do Messias. Jesus se viu em um profundo conflito interno.
Por um lado, ele compreendia perfeitamente sua identidade. Era o enviado do Deus de seu povo, o Messias anunciado e aguardado. Os anjos haviam lhe confirmado essa missão.
Por outro lado, um sentimento avaçalador lhe dizia que havia algo errado com o que estava escrito e com aquele Deus. Esta dualidade o paralisou, mergulhando-o em um estado de indecisão sobre como proceder diante de um mandato que sua alma não podia ratificar. Essa crise interna, no entanto, não duraria para sempre.
Impulsionado pelos acontecimentos, ele seria forçado a iniciar seu Ministério Público, marcando o início de uma rebelião silenciosa que se tornaria cada vez mais explícita, o ministério relutante e a assunção forçada da missão. O início do ministério de Jesus não pode ser caracterizado como um chamado divino aceito com alegria e prontidão. Pelo contrário, foi uma consequência absolutamente forçada pelos fatos.
Pressionado pelas circunstâncias e pela sua própria identidade messiânica, ele foi obrigado a assumir seu papel, mas decidiu fazê-lo em seus próprios termos, redefinindo a missão de dentro para fora. O encontro com João Batista e o ponto de inflexão. O encontro com João Batista foi o catalisador que o lançou na vida pública.
João, sentindo que Jesus era a figura que ele vinha anunciando, travou com ele um diálogo sobre quem deveria batizar quem. O evento culminou com João, instruindo seus próprios discípulos a seguirem Jesus, marcando um ponto de virada decisivo e transferindo o manto da expectativa profética para os ombros de Jesus. Um ministério à sua forma, em parábolas e autoridade.
Mesmo aceitando a missão, Jesus a executou de maneira radicalmente diferente da esperada. A lei mosaica continha mais de 4. 000 prescrições com 613 consideradas principais, gerando confusão e debate.
Em vez de reforçar essa complexidade, Jesus usou parábolas para simplificar os ensinamentos, focando em seus princípios essenciais. Ele falava com uma autoridade encantadora que cativava o povo, não pela imposição da lei, mas pela ressonância de sua verdade interior. O foco nos vulneráveis.
Desafiando a lei do mais forte, Jesus começou a usar seus poderes inatos para ajudar os mais vulneráveis, cegos, leprosos e marginalizados. Essa atitude representava um desafio direto à lei que vem no código do bicho humano, uma lei de sobrevivência que não está nem aí com o mais fraco. Ao demonstrar compaixão e cuidar dos desamparados, ele já sinalizava um profundo conflito com a agenda de Javé, para quem tal comportamento era um sinal de que tinha algo errado.
As ações de Jesus, embora populares entre o povo, o colocaram em um curso de colisão inevitável, com a ordem religiosa e cósmica estabelecida pela velha aliança, preparando o terreno para uma ruptura definitiva, a ruptura com a velha aliança e a afirmação da soberania humana. Esta fase da vida de Jesus marca o ponto de ruptura definitiva. Suas ações evoluíram de reformas sutis para uma confrontação direta com a estrutura de poder milenar de Javé e seus representantes na Terra.
O clímax desse confronto foi uma afirmação radical da dignidade e da soberania do eu humano sobre a programação genética e o mandato cósmico, a decisão e a mutação epigenômica em Sofia. No momento crucial em que Jesus decide conscientemente não cumprir o roteiro, um fenômeno extraordinário ocorre. O DNA de Sofia, sua progenitora cósmica, sofre uma mutação.
Isso é explicado pelo princípio da não localidade quântica. Utilizando a analogia de um experimento com células de soldados que reagem às emoções do doador mesmo à distância, a palestra afirma que a continuidade holográfica entre Jesus e Sofia permitiu que a decisão soberana dele alterasse a estrutura genética dela instantaneamente. A transfiguração, uma confrontação cósmica.
O evento da transfiguração é reinterpretado não como uma revelação divina para os apóstolos, mas como uma confrontação direta com a aristocracia cósmica. Os anjos de Sofia, acreditando que Jesus tinha pirado e abandonado a missão, convocaram um encontro. Em resposta, Jesus se transfigura, revelando sua natureza e poder para demonstrar que sabia exatamente o que estava fazendo e para ordenar que não interferissem em sua decisão.
O eu que governa o DNA. A mutação em Sofia não ocorreu porque o DNA de Maria superou dela. O agente da mudança foi o eu de Jesus.
Sua consciência tomou uma decisão soberana de não ceder às inclinações genéticas, construindo seu próprio epigenoma. Este foi o ato pivotal de transição de uma existência governada por programação externa, genética, emoção, pensamento, para uma regida por princípios soberanos internos. Ele passou a agir a partir do mundo do ser, um plano ancorado em propósito, ativando um modo superior de consciência que se tornou a verdadeira fonte de seu poder para alterar a realidade.
A proposição da nova aliança. No dia seguinte à transfiguração, Jesus anuncia aos apóstolos seu plano final. Ele iria morrer e depois ressuscitar.
Com essa declaração, ele assume explicitamente que seu objetivo era propor uma nova aliança, um novo pacto entre o divino e o humano, em confronto direto com a velha aliança estabelecida por Javé h milênios. A decisão de forjar uma nova aliança o levou a aceitar conscientemente o martírio como o único e mais poderoso meio de selar esse novo pacto com a humanidade. O caminho para o sacrifício e a dignidade acima do poder.
A decisão de Jesus de caminhar para a morte não foi um ato de submissão passiva, mas a expressão máxima de um princípio ético radical, a recusa em usar o poder para agredir. Ele escolheu a morte não por fraqueza, mas como a única resposta digna diante de uma agenda que exigia violência e dominação, o princípio da não agressão. Prefiro morrer a ter que matar.
Em uma conversa crucial com Judas, João e Pedro, que o pressionavam para assumir sua posição de poder, Jesus explicou sua filosofia. Ele diferenciou entre aqueles que matam para se defender e aqueles que matam por prazer, mas se posicionou em um terceiro e raro grupo, o daqueles que preferem morrer a ter que matar. Esta declaração selou seu destino e revelou a profundidade de seu rompimento com a lógica de poder de Jah.
A precipitação dos acontecimentos. A partir dessa decisão, Jesus começou a precipitar deliberadamente os eventos que levariam à sua execução. Sua entrada em Jerusalém, montado em uma jumenta e um burrico, foi um ato calculado para cumprir uma profecia específica.
A última ceia e a traição orquestrada com Judas foram os passos seguintes de seu plano para se entregar às autoridades sem que uma rebelião popular pudesse impedi-lo. A crucificação como ato deliberado. Sua prisão e crucificação foram a culminação desse plano.
Ao curar a orelha do servo do sumo sacerdote, seu último milagre, ele demonstrou seu poder e sua recusa em usá-lo para violência. Sua submissão voluntária foi um ato final de dignidade diante da estupidez de uma agenda criminosa. Ele não foi uma vítima passiva, ele foi o arquiteto de seu próprio sacrifício.
Ressurreição e a promessa inacabada. A ressurreição teve um propósito funcional e cósmico, devolver os elétrons, seu DNA modificado pela decisão soberana para Sofia, completando a mutação. No entanto, sua missão permanece inacabada.
Ele prometeu que, embora a terra e os céus passassem, suas palavras não passariam e que seu retorno em forma gloriosa ainda não foi cumprido, deixando a história em suspenso. Ações de Jesus, guiadas por um princípio incompreensível para a maioria, foram observadas por múltiplas entidades cósmicas e terrenas, cada uma interpretando os eventos a partir de sua própria perspectiva limitada e conflituosa. múltiplas perspectivas de como Jesus foi visto por entidades cósmicas e terrenas.
Para compreender a magnitude da ruptura provocada por Jesus, é essencial analisar as múltiplas e conflitantes perspectivas das entidades que testemunharam suas ações. Seu desafio à agenda cósmica gerou um espectro de reações que foram da traição sentida por Javé à mais absoluta confusão entre seus próprios seguidores e aliados. A visão dos arcontes e de Jahinando no traidor que quebrou o pacto.
Os arcontes, aqui descritos como regentes planetários ou guardiões das esferas de um universo vizinho governado pela força mental, viam Jesus como nada. Ao rasgar todos os pactos estabelecidos, ele se tornou uma anomalia irrelevante para o sistema deles. Para Javé, a perspectiva era muito mais pessoal e amarga.
Jesus foi um traidor. Ele frustrou o plano de Jaho, negando-lhe a vitória final que ele tanto almejava. A visão de Sofia e de Lúcifer na decepção e a incompreensão.
A reação inicial de Sofia ao ato de rebelião de seu avatar foi um pensamento frio e funcional. Nada. Posteriormente, essa neutralidade deu lugar à constatação de que ele não cumpriria a agenda para a qual foi criado.
Luúcifer e Satã, por sua vez, ficaram perplexos. Eles não conseguiam entender como um ser dotado de tantos poderes poôde se submeter voluntariamente à humilhação e à morte na cruz, uma atitude que desafiava toda a lógica do poder. A visão terrena entre judeus, apóstolos eos.
No plano terreno, a incompreensão foi igualmente profunda, embora manifestada de formas diferentes. Família e judeus próximos esperavam que ele se tornasse um imperador, rei dos judeus. A placa na cruz foi vista como a humilhação final desse sonho.
Maria, sua mãe, só compreendeu a verdadeira natureza de sua missão durante a crucificação. Apóstolos só compreenderam a verdade, que ele tinha poderes, mas escolheu não usá-los após a ressurreição. Durante o ministério, eles permaneceram confusos sobre seus reais objetivos.
Esenios e João Batista. Nunca o aceitaram plenamente como o Messias. Eles criticavam seu comportamento, andar com publicanos, comer carne.
E até o fim, João Batista enviou discípulos para perguntar se ele era mesmo o esperado. A visão das cidades espirituais e a confusão absoluta. Nas cidades espirituais, os planos astrais e outras dimensões, o estado era de perplexidade total.
Ninguém tinha a menor ideia do que estava acontecendo. E quando Jesus desfez o plano que todos esperavam que ele cumprisse, aí que não se entendeu mais nada mesmo. A confusão foi tamanha que houveram muitas reuniões para tentar entender Jesus e ninguém entendeu nada até hoje.
A partir desse vácuo de compreensão e da ausência de uma liderança clara, surgiu uma nova força que assumiria a tarefa de organizar e interpretar o legado de Jesus de uma forma completamente nova e inesperada, a igreja de Paulo, o legado e a distorção com a ascensão do cristianismo paulío e a supressão da gnose. O legado complexo e amplamente incompreendido de Jesus foi rapidamente cooptado e reformatado após sua morte. Em meio ao vácuo de poder e à confusão geral, uma figura improvável emergiu para estruturar uma nova religião, marcando a transição de um movimento gnóstico e revolucionário para uma instituição organizada baseada em conveniência, poder e uma teologia simplificada.
A intervenção de Saulo, Paulo Saulo de Tarso, um ferrenho perseguidor dos primeiros seguidores de Jesus, teve um encontro transformador no caminho de Damasco e se tornou Paulo. Ao contrário dos apóstolos originais que permaneceram em Jerusalém, Paulo tomou a iniciativa de viajar pelo mundo, fundando dezenas de igrejas e se tornando o principal arquiteto do cristianismo como religião mundial. A criação de uma nova teologia e a salvação pela fé.
O cerne da teologia paulina foi uma inovação radical. Paulo criou a salvação da alma e da justificação pela fé. Esta doutrina, onde bastava crer para ser salvo, representou um desvio fundamental da mensagem original e mais complexa de Jesus, que era baseada em autoconhecimento, transformação interior e confronto com as estruturas de poder cósmicas.
Agnose suprimida versus ous paulínio. Enquanto Paulo espalhava sua versão da fé, o Jesus ressuscitado começou a transmitir a gnose, o conhecimento direto e esotérico através de Maria Madalena e outros discípulos. Esta abordagem baseada na episteme, conhecimento direto, contrastava frontalmente com a pistolina.
Os mais de 4. 000 manuscritos gnósticos resultantes que continam problemas na criação, foram sistematicamente cancelados e suprimidos pela Igreja Católica Nascente, que adotou o Jesus Paulínio, como sua figura central. A organização de Roma e a mania de colecionar verdade séculos depois, o imperador Constantino e a igreja de Roma organizaram a nova religião sobre uma base toda destruída de informações.
Eles selecionaram, editaram e canonizaram textos de acordo com suas conveniências políticas e doutrinárias, moldando a personalidade ocidental por milênios. A palestra critica essa abordagem como uma mania de colecionar verdades, um impulso de fixar e dogmatizar o conhecimento que, em última análise, nos ferrou. As consequências desse drama cósmico e de sua subsequente distorão histórica projetam-se até o cenário atual, onde a luta pelo domínio da Terra continua, embora de formas mais sutis, o cenário atual e o futuro da invasão silenciosa e a esperança humana.
O conflito cósmico iniciado milênios atrás não terminou na cruz. Embora a agenda original dos arcontes tenha sido frustrada pela rebelião de Jesus, a luta pelo domínio da terra continua por outros meios. O destino de todos os seres envolvidos, de Sofia aos Arcontes e à própria humanidade, agora depende criticamente das escolhas feitas no plano humano.
O domínio frustrado dos arcontes. Uma invasão em grande escala da Terra pelos arcontes foi até agora impedida por dois fatores principais. Primeiro, o fechamento dos portais dimensionais naturais, que tornou as passagens entre universos dependentes de meios puramente tecnológicos.
Segundo, e mais importante, a promessa de Jesus assumida por Sofia, que atua como uma espécie de salvaguarda cósmica, impedindo uma tomada de poder direta e ostensiva. A natureza dos arcontes e a vinda de Sofia, os arcontes, não são caracterizados como seres intrinsecamente maldosos. mas como dementes.
Sua natureza caótica se reflete em suas naves, que não seguem um padrão, variando em todas as formas. A profecia aponta para a vinda de Sofia, que chegará para estabelecer um poder único. No entanto, seu tipo de ser não é humano e ela não pode cuidar dos humanos, o que deixa o futuro da humanidade em aberto.
O potencial único da humanidade, a tese central é que os seres humanos são a chave para a resolução deste impasse cósmico. Embora sejamos capazes de agir pior que qualquer desses arcontes, também somos a única raça que demonstrou a capacidade de romper com o padrão de submissão e programação. Porque podemos ser diferentes.
Todos esses seres cósmicos são, em última análise, reféns do que nós humanos fizermos. Nossa capacidade de escolha soberana detém o poder de definir o resultado final. O exemplo, não o conselho, mas o preço da dignidade.
A análise se conclui com as lições finais extraídas do legado de Jesus, que não ofereceu um caminho fácil, mas um exemplo radical de dignidade. Ação inusitada. Jesus produziu algo inusitado, um ato de soberania que alterou o campo mórfico, o campo de informação coletivo.
Nós, como humanos, podemos seguir essa mesma trilha, acessando o mesmo potencial. O exemplo, não o conselho. Jesus nunca deu conselhos ou fórmulas prontas.
Ele ofereceu apenas seu exemplo de vida e morte como um caminho a ser compreendido e se escolhido, seguido. O preço a ser pago. Seguir esse exemplo tem um custo.
A frase cada um que pegue a sua cruz significa que há um preço a ser pago pela dignidade, pela liberdade e pela recusa em se submeter a agendas que violam os princípios mais profundos do ser. Bem pessoal, gratidão a todos humanos encarnados e desencarnados, mas também as demais estirpes deste e de outros universos ligados nestes assuntos importantes à sobrevivência desta espécie que por hora, ainda ocupa este pequeno mundo azul. O link do vídeo completo e original está na descrição deste vídeo.
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