Eu penso que tem assim, além da dessa questão do emocional, eh eu penso que na comunicação você tem que eh buscar a de verdade chegar no coração das pessoas, sabe? Com o com a tua palavra, com a tua imagem, com a tua cor, com a tua com logo. >> Sim.
tá no lugar certo, no momento certo, não ser intrusivo, uma série de coisas que é como ser amigo. >> Você falou uma coisa antes que só queria voltar e sublinhar assim que eu concordo 100%, que acho que o princípio da comunicação, tem um pessoal que tem até uma aula que eu dou que é sobre isso, pessoal assim, ah, como ser interessante e no campo da comunicação é isso, né? A gente põe uma marca na praça, um produto na praça, põe o cara tem que ser interessante, né?
Tem que querer, o pessoal tem que querer prestar atenção naquilo, verquilo, né? E aí tem uma coisa que eu falo que é o seguinte: olha, para ser interessante você tem que ser interessado. Você tem que estar interessado de verdade no outro, né?
Isso na nossa comunicação do dia a dia, né? Com a nossa esposa, com, né, marido, filho, amigo, [ __ ] né? Mas só, a gente tá aqui conversando.
Se eu não tiver interessado em você, daqui a pouco a coisa começa a ficar desinteressante, né? E se você não tá interessado em mim, vai ficar desinteressante também. E a gente vê um monte de relações humanas que são assim, né?
Quer dizer, eh, o pessoal com espelho na cara, eu tô falando contigo, mas na verdade eu tô falando de mim só. Você tá falando de comigo, mas tá falando de você só, >> o vínculo não se forma. Isso serve, minha visão, serve tanto para relações humanas pessoais, né, um a um, quanto para relações mesmo de marca, por exemplo, né?
Você fala, se a marca não tá interessada no >> no teu consumidor, consumidor, exatamente, é isso aí. >> É, na audiência, eu eu tenho uma divisão que eu acho que ela não é correta, né? você que é da área, mas assim, >> trata como audiência, >> eu trato assim audiência, a pr audiência, se ele vai virar meu cliente ou não, de verdade, cara, >> consequência é consequência de um trabalho que, né, já veremos se vai ser bem feito ou não, de do tempo dele, se ele tá com dinheiro ou não, se é o momento dele ou não, se ele quer consumir um produto ou não.
Aí a gente tem uma métrica >> e aí uma coisa que isso é mais recente, hein, J? há um ano e meio, dois, a gente consegui metrificar tudo aqui. >> A gente bom os engenheiros, tem um pessoal aqui bom, né?
Então a gente consigo saber eh taxa de conversão, né? A partir de engajamento, a partir de Então assim, é tudo metrificadinho mesmo. Isso é um relógio suíço, a gente conseguiu criar.
É bem legal de ver. Tá >> vendo aquele montão de novo. >> A gente tem métrica, então não é uma roleta aqui para mim pelo menos, né?
Foi um negócio que eu quis criar também. Tem alguns amigos meus de digital que fazem de outro modo, né? O meu jeito de fazer é outro.
Então a gente sabe quanto vai vender, não é? Pra gente não é uma roleta, como eu disse, né? Então se eu botar X e fizer o que a gente sabe fazer, né?
Do jeito que a gente tem feito há 7 anos, vai dar tantos dinheiros no final da no final de uns de um delta tempo, né? De um delta t, o que dá uma previsibilidade enorme pro negócio, né? Então a gente tem de fato eh segurança para investir.
A gente sabe a taxa de crescimento que a gente consegue suportar com o time que a gente tem, né? né, com o dinheiro que a gente tem para investir também. Foi um negócio que eu quis montar no fundo.
Eu acho que o nosso negócio aqui, o que eu montei é uma faculdade, claro, né? Mas ele tá dentro dessa grande território digital. Ele é um é um negócio que ele eu preciso de audiência, entende?
Quer dizer, eh, eu não sou uma escola escondida, vamos chamar assim, né? Uma escola de bairro, né? Eu sou uma escola que precisa tá gerando valor pra audiência o tempo todo.
Então, na minha visão, parte do meu negócio é, entre aspas, publicidade, né? Mas não é uma publicidade >> totalmente publicidade, >> né? É, é uma publicidade conteudista, eu diria.
Ontem, por exemplo, ontem eu vendi um, ontem à noite eu vendi um uma mentoria, uma imersão, né? Uma imersão, R$ 12. 000, pá, pá, pá.
Então, levei um pessoal lá para dentro de uma de um da comunicação, né, do pit de venda. E por princípio, então foram foi 1 hora e meia, né, Pedrão? Eu acho de de tempo, 1 hora e meia a pessoa entrou, né?
Ah, tô interessado. Então entra aí, né? Pá, a gente tem uma campanha que a gente faz, jogou a gente para dentro desse Zoom, beleza?
E 1 hora e meia ali conversando com eles. Mas dessa 1 hora meia, a J foi dando aula mesmo pros caras, né? Uma aula com valor, coisa nova, é prática, porque na minha cabeça assim, beleza, é 12.
000 o produto, nem todo mundo tem para comprar. Eu sei que o pessoal quer, mas não, né? Não tem para comprar.
Então, dei aula, depois fiz um anúncio do produto, né? disse o preço. E aí que eu acho bonito de ver, não é?
Comentários já começaram a aparecer, né, que é sempre assim, pá, pessoal comentando no chat, pá, pá, pá. Ninguém falou assim, [ __ ] que absurdo, tá caro para caceta, ninguém falou isso. O pessoal falou assim: "Cara, que pena, né?
Não é meu momento, puxa vida, tô triste porque não vou pod ninguém reclamou do valor, cara. " >> Valor. >> Eu fal, era isso que eu queria >> assim, beleza, nem todo mundo pode comprar, né?
Esse produto, nem todo mundo pode comprar. R$ 12. 000, pô.
Nego não tem R$ 12. 000 R assim para, né? >> Você fazia no paradinho essas paradinhas assim, quando você vê um cara muito interessado com brilho no olho.
É, pô, >> eu fazia, mas eu não faço mais. Agora eu faço uma outra coisa. Eu ten Pronto, vamos lá.
Essa é outra coisa. Tem que organizar, eu também entendi isso porque eu me ferrei já. >> É, >> é, tem que organizar a caridade.
É uma coisa que eu acredito. Institu, a caridade do meu bolso Pessoa Física. Problema meu, eu faço do meu jeito, mas a caridade institucional, ou seja, a empresa é uma empresa, o papel social da minha empresa é gerar lucro e dar emprego e fazer bons produtos.
Isso para mim tá muito claro, hein, AJ? Assim, eu não me confundo com esse negócio. Minha responsável social primeira aqui é com meus funcionários.
Então, a empresa ela tem que ser saudável financeiramente. Eu tenho que ter todas as margens, eu tenho que saber tudo bonitinho, beleza? Porque no final das contas tão os empregos aqui, né?
E esse pessoal acorda, vem trabalhar. Eu também acordo, vem trabalhar. >> Todo mundo amarrador.
Entrei aqui. Uma coisa que >> uma coisa que eu falo e pô tem a gente tem rela se relaciona com gente que tem empresa, né, cara? E >> você entra numa empresa e você vê o cara, o porteiro com [ __ ] de um sorrisão na boca assim, com uma uma feição de satisfeita.
Tá você entra na companhia, vê que tá todo mundo. Foi o que a mesma coisa que eu senti aqui com esse teu time. >> Bacana.
Bom isso. >> Então, quando o cara tá, >> eles são muito bons, >> quando você tá nessa nessa pega de criar essa atmosfera de de um ambiente bom para trabalhar, né? Porque é muito ruim pra pessoa sair de casa e trabalhar no ambiente ruim.
>> Eu acho. É claro. A gente já trabalhou em lugares ruins, sabe como é que é.
vai trabalhar num lugar que ele vai amarradão, feliz, o sorriso, recebe as pessoas como a gente foi recebido aqui, eu e Mateus, >> eu acho o seguinte, aqui a empresa, eu não acho uma empresa tranquila. Acho pelo meu jeito também eu acabo eh não acho um problema. Eu tenho, eu acho que não sou mais sua.
Quando eu me vê, é, >> eu não tenho muito auto insight sobre isso. Acho que eu sou tranquilaço. Quando eu vejo às vezes vídeo meu, a câmera aberta, eu agindo, falei: "Caralho, será?
" Se eu fico pensando, pô, se eu sou assim o tempo todo, [ __ ] deve ser duro, né? Então eu acabo, né? Eu não é o que eu acho sobre mim, mas quando eu pego, paro para ver objetivamente falar que eu acho que eu sou duro, né?
Então isso que eu te digo, não, aqui não é uma empresa tranquila, hein? O pessoal tá sempre sobensão, porque eu sou exigente, beleza? E aí acaba que, né, as lideranças acabam sendo exigentes também, ou pelo menos deveriam ser exigentes.
Só que eu acho isso um valor. Eu acho um valor. Eu acho que essa coisa do trabalho também, trabalho gostoso, eu não acredito nessa [ __ ] Acho que eu sou filho de português, né?
Filho de português de aldeia que, né, tem que fazer o que tem que fazer, entende? Sei lá, acho que é por pela minha formação também. É como eu aprendi em casa e acha um valor, não acha um problema.
Eu acho que é o seguinte, também cada empresa tem sua cultura, né? também quem não gosta desse tipo de de, né, de rotina, pronto, >> é livre, [ __ ] graças a Deus, né? Eh, vai para outro canto assim, aqui a gente exige, eu não pago os melhores salários, mas porque esse mercado que eu tô é o mercado que a margem, a, apesar de tudo, beleza, a margem apertada, o mercado digital não, o mercado digital, [ __ ] J era uma, né, a farra do boi, né, margem alta para caramba, né, pá, isso já foi época, né, já foi tempo.
Eu fui, eu montei uma empresa, né? A empresa que eu tenho hoje, que eu eu quis fazer isso, é uma empresa que ela é se parece muito mais com uma estrutura tradicional do que do mercado digital. Eu tenho uma faculdade mesmo.
Então, as margens que eu trabalho são as margens de mercado eh normais, né? Merragens altas ainda, não se compara com [ __ ] né? Margem de sei lá, né?
Uma loja do shopping, são margens muito mais curtas, né? Mas eu não consigo pagar aqueles salários que eu já paguei um dia na vida. Eu já paguei salários muito bons, assim, não tinha plano nenhum em pagar, só que hoje não cabe na folha.
Muito simples, né? Eu tenho que pagar mais ou menos o que o mercado tradicional paga, não que o mercado digital paga, entende? Então tem uma diferença e o pessoal que entra aqui bem sabe disso no fundo, né?
Yeah.