de olho no aumento do poder de consumo das classes C e D a seguradora se preparam para oferecer um novo produto o micro Seguro A novidade é que ele será vendido em lotéricas farmácias e até bancas de jornal é o que você vai ver na última reportagem da série sobre Seguros quase 130 milhões de brasileiros pertencem as classes C e D é esse público com renda de até três salários mínimos que o micro seguro pretende atingir nós fizemos foi estimular a contratação por vias mais fáceis diminuir o grau de regulação o custo regulatório dessas operações
e visualizar formas de proteção do consumidor para esse para esse público específico entrar no supermercado para fazer as compras do mês é normal mas para comprar um seguro e ainda por cima pagando pouco é uma situação nova para os brasileiros Isso vai ser possível com o micro seguro que já foi regulamentado e começa a ser oferecido em no máximo três meses o novo produto tem autorização para ser vendido no comércio Por meios eletrônicos ou por corretores especializados que vão atuar direto com a comunidade a burocracia Vai ser menor e os preços mais baixos um micro
seguro vai contar com mais de 20 categorias e os preços vão variar de 3 a 25 reais por mês o valor da indenização dependerá da categoria escolhida pelo segurado para o seguro bagagem por exemplo a indenização será de r$ 1000 para ouvida de 24 mil reais e para o seguro funeral de r$ 4.000 no morro Dona Marta no Rio de Janeiro um projeto piloto promovido pela Confederação Nacional de seguros está mostrando que o produto Pode sim ser popular aos 65 anos estado Nilo Ferreira que nasceu na comunidade acaba de contratar o primeiro seguro da vida
dele sei que isso aconteceu alguma coisa tem como recorrer e foi muito bom a experiência mudou a vida de Ricardo Pires que tem 31 anos ele mora no Santa Marta desde que nasceu e em 2010 teve a chance de fazer um curso de corretor para trabalhar no morro vendendo Seguros populares uma categoria semelhante ao microsseguro Hoje ele tem seu próprio escritório e já vendeu 260 apólices para a comunidade é questão de Cultura a humanidade na verdade não tem essa cultura de ser corretor e também de ter de ter um seguro de vida porque hoje você
fala seguro de vida para comunidade elas são uma comunidade tem um lado pessimista né fala de seguros já pensa em morte