[Música] [Música] Fala pessoal, tudo bem? Sejam todos bem-vindos a mais uma aula do treinamento mestre automotivo promovido pelo cinco, tá? Então essa aula vai ser imperdível, pessoal. Muitas coisas importantes, muitos detalhes. Um assunto hoje muito avançado, tá? a gente vai trabalhar realmente detalhes de diagnóstico de motores. Já já a gente Vai falar um pouquinho como é que vai ser aí a dinâmica aqui dessa aula, como é que nós vamos fazer, porque realmente nós vamos trabalhar aqui um assunto que está agora fazendo parte das oficinas, as oficinas que querem evoluir, as oficinas que estão fazendo a
diferença aí relação ao diagnóstico automotivo. Mandar um abraço aqui pro meu amigo Gilberto. Começou aqui desde às 6 horas, às 18 horas, já estava aqui esperando o início da aula, tá? Cléberton, Márcio Teixeira, Jaques André Rosa, Genilson dos Santos, Paulo José Paulo, pessoal aí todo mundo comparecendo, não esqueçam, tá pessoal? Papel e caneta na mão, porque hoje vamos ter muitas dicas, tá pessoal? Muitas dicas, casos de estudos, muito mais. Lembrando que o certificado você recebe se tiver inscrito no treinamento, tá? Tem que fazer a inscrição do treinamento para que você consiga rece o certificado por
e-mail. Então no e-mail você vai Receber lá, tá, um link para você acessar o seu certificado. Olha na caixa de expansão, se não tiver no e-mail principal, na caixa, na caixa de entrada, tá? Mas sempre a equipe envia para os e-mails cadastrados, tudo bem? Então, pessoal, coloquem aí o estado de vocês, tá? Onde é que vocês, onde é que vocês moram ou onde é a oficina de vocês, tá? Então aqui reparadores de norte a sul do país que estão fazendo hoje aqui o aprendizado, tá? José Roberto tá aí lá de Uberaba, sempre presente com a
gente aqui, sempre se fazendo presente. O Silvestre também lá de São Paulo, Santo André, São Paulo, seja bem-vindo todos, sejam muito bem-vindos aqui, tá? Para esse esse novo aprendizado, tá? essa festa do conhecimento automotivo, tá? Conhecimento técnico, realmente não é não é entretenimento, pessoal. Isso aqui é pra gente evoluir, pra gente fazer a diferença aí no dia a dia da oficina Para que você realmente consiga fazer um diagnóstico assertivo. Cris tá por aqui lá de aqui de Guaraciaba do Norte, cara que evoluiu bastante assistindo as lives, fazendo os treinamentos. Então, muitos aqui que eu conheço
pessoalmente, Fabiano, Kesley, Moisés, a galera realmente tá chegando junto, pessoal do Amapá também estão por aí. Então, pessoal, muito obrigado pela presença de vocês, tá? Tá prestigiando o nosso trabalho, é a Simplo, querendo aumentar O nível, mostrando que além de informação técnica nos seus manuais, nós estamos aqui dando esse suporte, esse conhecimento a mais, esse plus, para que você aplique esse conhecimento na sua oficina. Nós queremos mostrar o seguinte, que o mercado de reparação brasileiro é um mercado de alto nível. Nós temos veículos de diversas montadoras. É um mercado complexo, é um mercado que você
já pega veículo aí de ponta de na sua oficina, não precisa uma Oficina de grande porte, você já está recebendo, tá? Então vamos lá se atualizar e nós vamos mostrar muitos detalhes em relação a ferramentas, né? Vamos falar muito de osciloscópio hoje. Vou mostrar alguns aqui que nós temos a nossa equipe de pesquisa e desenvolvimento, tá? Uma equipe bastante focada, capacitada, né, constantemente estudando para mostrar, para mandar para você, para enviar paraa sua oficina o melhor do conhecimento, conhecimento de Ponta e de qualidade, tá? Kir tá por aqui, Adriano. Pessoal, hoje nós temos um convidado,
já vou chamar ele, tá? Convidado que vai realmente aqui vai bater um papo como sempre. Cada aula a gente traz um convidado, um professor capacitado, um instrutor de renomecional para realmente ensinar, para passar um pouquinho do conhecimento dele pra gente aqui. Vamos contribuir, vamos conversar com quem entende e aí vocês que estão aí no chat podem Participar fazendo perguntas. Tem uma equipe aqui de olho nas perguntas, nós vamos respondendo na medida do possível, tá? E essas perguntas serão selecionadas, né, para serem respondidas posteriormente. Então, qualquer dúvida em relação ao tema, vocês vão aí perguntando. Lembrando
que o certificado é para quem fica até o final, para quem participa, né? Você tem que fazer por merecer, tá? Beleza? Naldo sendo automotivo tá aí junto aqui também da Nossa região. Gabriel, turma boa que sempre tá acompanhando o nosso trabalho e diga-se de passagem desenvolvendo, porque eu realmente acompanho alguns, né, alguns alunos, alguns parceiros que realmente eh estão aí desenvolvendo. Lembrando que assim, nós aqui, nós temos muitos parceiros no mercado, né, que a gente troca experiências, fala, conversa bastante, sempre tentando melhorar mais e mais o produto, né? Porque aí nós somos parceiros, nós somos
Transparentes, nós estamos sempre aí junto do reparador há muitos anos. Beleza? Então, pessoal, seguinte, o tema de nossa aula de hoje, tá, o tema de nossa aula de hoje é o seguinte, nós vamos trabalhar sobre diagnóstico de falhas mecânicas do motor com osciloscópio. Olha que interessante, diagnóstico de falhas mecânicas do motor com osciloscópio. Não são falhas elétricas, eletrônicas. Nós vamos trabalhar com falhas mecânicas. Então os Fãs aí, a galera que curte os transdutores, tá? Vamos ter hoje um espaço especial aqui, vamos ter esse momento especial pra gente conversar sobre transdutores também, tá? Então, sem mais
delongas, vou chamar aqui meu amigo, né, o instrutor que já ministrou treinamento online comigo, um cara bacana que sempre, né, tá aí crescendo, desenvolvendo e nesse final de semana foi lá para Belo Horizonte, mestrando treinamento. E também é professor da Escola do Mecânico, um técnico excelente, um cara que realmente faz diferença, ele realmente desenvolve o conhecimento e a gente vai conversar comigo hoje, tá? inclusive casos de estudo utilizando um osciloscópio que realmente muita gente gosta, tá? Então muita gente tá aqui no chat vai gostar muito de ouvir o que ele vai falar, beleza? Então vem
comigo aqui, Lucas Oliveira, seja bem-vindo, meu amigo. Olá, boa noite, tudo bem? Boa noite a Todos aí. E aí, Lucas, tudo tranquilo? Tudo na paz, meu querido. Graças a Deus. Vamos logo adiantar um negócio aqui, que o negócio aqui é quente. O pessoal sabe aqui a gente não perde tempo não. Me diga uma coisa, qual é o osciloscópio que você utiliza? Hoje eu utilizo o MT Pro, né, 4.1 e também o New Tecnoscópio. Opa, pode aqui no, coloca aqui no chat, pessoal, quem que já tem o seu, quem é Que já tem aqui o MT
Pro, quem é que gosta do MT do MT Pro, quem que já ouviu falar, coloque aqui no chat pra gente ver, porque eu particularmente, Lucas, ó, sinceramente, né, eu sou uma pessoa transparente, a Simple é transparente em tudo que faz. Então, nossa equipe de pesquisa e desenvolvimento, né, vocês vão entender o seguinte, a gente já utiliza o quê? Nós utilizamos o pico scoop, tá? Para realizar as capturas, para realizar, para fazer os nossosogramas de referência, tá? Então, tanto o Pico Scoop, esse aqui é top, show de bola, né? Maravilha, hein? Como também nós utilizamos logicamente
o de entrada que realmente nós gostamos muito, ó. Rante canais, tá? Rantecão, hein? Rantecão aqui, ó. Olha só, rapaz, 6074. Show de bola. Por quê? Porque as muitas Vezes o reparador está realmente habituado a utilizar o rantec, né, na sua oficina. E muitos que a gente tem lá no manual, que nós vamos mostrar no decorrer da live, eles são oriundos da são montados a partir da captura com o Hanteekc, tá? E outros são oriundos da captura utilizando o pico, porque existe algumas funções que a galera vai ver aí, tá? Que eu tenho as réguas no
pico, né? Eu tenho os valores de pressão a eh dedicados, porque também junto com o Pico a gente trabalha com o seu acessório aqui, o transdutor de pressão tá dedicado a ele. Olha só. Eita! Isso é chique, hein? Ah, por nós temos que passar uma informação bem clara, uma informação fidedigna pro reparador, para ele ter uma imagem de referência, onde realmente ele consiga eh, como posso dizer? ele tem que viabilizar o diagnóstico, tem que agilizar o diagnóstico. Então ele precisa de uma imagem de referência, Valores de sincronismo lá com réguas. Ele precisa também em relação
a sincronismo real, né? A gente vê pressão e CP, né? E logicamente também nós temos uma situação que nós precisamos também trabalhar com a galera que tem quem que tem o PDL, ó. Eita! Beleza? Então, muitas vezes os reparadores eles trabalham, eles têm vários eh osciloscópios. Então a gente também tem esse tipo de comportamento. A Gente tem que trabalhar com o quê? Com vários equipamentos para est bem de acordo com a realidade do dia a dia da oficina. Beleza, Lucas? me conte um pouquinho aí da sua história, meu querido, pra galera l conhecer melhor. Então,
Lai, eu há há mais ou menos aí uns 18 anos aí já me aventurando aí como eletricista e agora especializado aí no diagnóstico automotivo, né? Ah, aproximadamente dentro desses 18 anos, há 10 anos, aí eu venho estudando Tecnologia automotiva, né? Venho sempre buscando informações aí para oferecer, né, algumas estratégias aí bacana para diagnóstico, né? E atualmente eu, nem você já mencionou, né, dou aula na Escola do Mecânico e ministro aí treinamentos aí ah sobre o osciloscópio, né? Então, a gente tem um pouquinho de conhecimento aí para partilhar com a galera hoje, né? E e a
gente também teve ali em Belo Horizonte esse final de semana uma turma Muito top, né? Ah, pelo qual a gente eh partilhou um pouco ali do nosso conhecimento no treinamento ali. Foi muito bacana mesmo. A questão de você ministrar aula é muito interessante, cara. É porque você tá vendo como é que tá a evolução, como é que tá a vontade de aprender e também eh onde você vai trabalhar com aluno. Então assim, eu ministro treinamento e também lost no na Simple, fazendo aqui os manuais de Referência, principalmente osciloscópio, mas também injeção. E eu vejo justamente
o que é que estão precisando de informação, o que é que tá fazendo a diferença na oficina. É por isso que a gente faz questão de ter o ferramental dedicado à realidade do dia a dia da oficina. Lembrando pessoal, só deixar bem claro, assimplo não vende ferramental, não vende osciloscópio. Isso aqui são os nossos materiais que a gente utiliza, nossos equipamentos aqui Para fazer o quê? Para fazer a questão de injeção. Por exemplo, a gente trabalha com quê? a gente trabalha com o também com junto com o PDL, a gente também tem a gente trabalha
também com o com o nosso grande aqui equipamento, o o Alel, tá? AT 908 Pro, tá? Que a gente trabalha aqui fazendo as fazendo aqui as verificações de gestão, os testes para confirmar todos os valores que a gente trabalha Nos manuais. Beleza? Então, para fazer diagnóstico de qualidade, nós precisamos ter ferramentas, equipamentos, instrumentos de medição. Legal. Então, pessoal, lembrando que eu tava vendo aqui no chat, ah, eu tenho um Rantex 674, não sei o quê. Ótimo, você tá apto a fazer diagnóstico por imagem e à medida é o que você vai o quê? evoluindo. Nunca
desanime, porque tô, a maioria de nós aqui, comecei com um HTEC 108 de oito canais, não tinha Acoplamento a seco, teve, tivemos que criar um filtro, tivemos que fazer várias peripécias técnicas aqui para ver se ele conseguia fazer uma compressão relativa, né, até chegar onde chegou, né? Então você vai evoluindo e o equipamento também você vai junto com ele. Beleza? Olha aí, Sérgio já tem o hotel. Galera também aí tá fazendo a diferença. O Tialta aí tá perguntando aqui pro Lucas. Aí Lucas, ó, grande Thaago. Aí, Ó. Aí, Lucas, para você aí, ó. Lucas, a
escola do mecânico são aulas presenciais ou online? Ô, Thagão, eh, a Escola do Mecânico, né, ela são são cursos ali presenciais, né? Ah, mas né, é uma possibilidade aí já que eu vejo também, né, de de obter treinamentos aí no caso online, né, que hoje, né, é uma coisa que que ajuda muito, né, às vezes a o profissional tem que se deslocar às vezes de muito longe, Né, para fazer o treinamento, né, mas é por enquanto é presencial mesmo. Show de bola, cara. É muito interessante. Agora, Lucas, já que eu lhe convidei para esse tema,
que eu sei que você é fera, tá? Você é muito fera nisso, vamos conversar um pouquinho sobre, vamos conversar sobre o diagnóstico. Bora, de falhas mecânicas com osciloscópio. Por quê? Porque no Início da, quando começou esse negócio de osciloscópio era muito ligado a quê? era ligado à questão do falhas mecânicas ou falhas eletroeletrônicas, sistema de ignição, bicetor, não sei o quê, nunca era voltado diretamente à questão do da parte mecânica. E aí, meus amigos, a coisa começou a mudar, né, com a chegada dos transdutores e tal. chegou aqui, na verdade, não é que chegada, né?
Muitos reparadores experientes aqui do Brasil, Eles começaram a realmente desenvolver transdutores até de forma eh artesanal, caseira, né? E aí foram começando a ajudar a galera e por fim tá aí, então, tá chegando aqui, já tem o transdutor, no caso do pico aqui já dedicado, mas muitos, muitos reparadores do Brasil utilizam fabricados no Brasil que eu também utilizei muito, ainda utilizo, eu tenho ainda maletas aqui de kit de transdutores e aí abri um novo leque no diagnóstico, abri uma nova Possibilidade, porque agora eu posso fazer o quê? Observar o motor sem precisar desmontar, sem precisar
desmontar e saber and de seguimento, cabeçote, válvulas, comando que tá com camislocado, cara, milhares de opções aí. E por fim, né, agora, atualmente, né, Lucas, os scripts com os analisadores de motor. Então, a coisa realmente tá andando, tá? Não para. E você, reparador que tá aqui no chat, fique ligado porque todo dia Tem novidade e nós temos que sempre estar se atualizando. Lembrando, claro e evidente que isso tem que se transformar em resultados. Essa arte do diagnóstico tem que se transformar em resultados. A oficina é um é um é um negócio, é um soluciona problemas
e essa solução de problemas vai trazer teu financeiro, vai trazer retorno financeiro. Então não é só não é hobby, isso é uma isso é uma profissão e que faz realmente você ter um retorno. Então vamos aprender a Trabalhar isso também, né? Porque tem muita gente que é viciada em comprar ferramentas, que eu conheço, né? Que quase um hobby, né? Isso é bacana. Eu acho interessante porque realmente dá um prazer ser igual um brinquedo novo, né? a criança pega. Mas não esqueça que o nosso foco aqui no nosso mestre automotivo é fazer com que você na
oficina consiga maiores retornos, maior maior eh no caso maior produtividade, menores retornos por um Serviço mal feito, quebras desnecessárias. Quando quebras necessárias? Quando você vai desmontar para saber eh fazer um diagnóstico de compressão, por exemplo, e aquela vela já tá lá com água, já tá enferrujada, você vai tirar a vela e quebra lá. Entendeu? Já começa por aí. Vai soltar uma mangueira, um mangote, já tá ressecado, já rasga lá, já quebra. A gente conhece isso. Se você puder evitar, vai fazer uma compressão Relativa, vai fazer lá um transdutor na admissão, no escape, no cárter, onde
que for. Show de bola. Beleza. Então é isso aí. Olha só, Lucas, nossa brincadeira hoje. Bom, que que você acha disso aqui, Lucas? Olha que eu sempre gosto de fazer essa analogia aqui. Sempre gosto de fazer isso. Olha que bacana. Galera já conhece aí, tá? Já tá ligado como é que é isso aí, cara? Eh, a evolução do automóvel, a evolução da tecnologia no automóvel, tá? Tinha uma galera, né? tinha um turma que fazia manutenção dos veículos até até a década de 90 e aí chegou a injeção eletrônica, chegou no ano 2000 e aí começou
a ter um avanço tecnológico com implantação de rede de comunicação, sistema multiplexado, né? E aí deslanchou o negócio, tá? Então, pessoal, e a coisa vai evoluindo mais e mais, tá? Sei que tá chegando aí os híbridos, os Elétricos, mas nós ainda temos algum tempo de mercado a veículos a combustão. E uma coisa interessante, eh, a inclusão de itens tecnológicos vai ser cada vez mais rápido, porque esse tempo tá ficando curto. Então, o que é que vai acontecer? Como nós já vemos, né, Lucas, rede eh redecente lá na borboleta, né? Nós já vemos essa essa questão
até eu já comentamos sobre isso, a gente já conversou muito, como é que nós vamos fazer um diagnóstico se lá não Tem mais potenciômetro um e potenciômetro dois, né? E aí daí a gente vai aprendendo a fazer algumas interpretações. Mas me diga o que que você acha, Lucas, aí dessa dessa tecnologia embarcada hoje nos carros. Qual é o seu desafio hoje na oficina, já que você trabalha diretamente com isso, Laete? Que avanço, né? Vamos se dizer assim, né, cara? Porque eh esses dias aí eu tava até até na oficina lá, né? E e Chegou uma
Mercedes C180 para mim, 2019 modelo 20. Falei: "Caramba, né? Um carro já desse ano, né? Tendo aí problemas aí a eletrônicos, né, meu". Mas aí que tá, né? Se a gente não tiver preparado para isso. E aí, que que a gente vai fazer? A gente vai deixar o carro embora? A gente vai pegar para fazer, né? Então eu vejo que o avanço da tecnologia, né, ela vem crescendo de forma muito significativa. Se a gente deixar de estudar ali um período de tempo, quando Você for analisar e parar para ver, você fala: "Poxa, já foi, tô
atrasado para caramba, cara. Então eu vou ter que correr atrás do prejuízo". Então eu vejo assim que a grande dificuldade hoje na na oficina em relação ao avanço da tecnologia, né? é a gente conseguir acompanhar ela, né? Então, vejo assim que às vezes eh já sai sistemas novos, que nem você já mesmo falou aí, né, que sai nos ônix de motorização 1.4 a partir de 2019, já Com um corpo de borboleta com o sistema sente, né? Ou seja, a gente já deixa de ter apenas um corpo e sim uma unidade, né, ali no próprio corpo
de borboletas, né? Então a tecnologia não para, não veio para brincar, né? Eu até fiz um um videozinho rápido lá, né, da Mercedes, né, que o sistema de acionamento do vidro é tudo por redim, né, sistema de comando de subida e descida de vidro, sistema ali de de comandos ali do painel de bordo, né, Fantástico. E sem contar a tecnologia que a gente tem também, que é a inteligência artificial, né? Eu brinquei um pouquinho com ela de falar, ela vai obedecendo os comandos e executa, né? Olha, olha que legal isso aqui, cara. Olha que bacana.
O Moac trabalho com com os produtos simples há mais de 20 anos, cara. Professor Renê, vendi os CDs, tem vários deles, cara. Que legal, cara. Isso é muito bom. E é eh a galera que tá lá desde o início e tá sempre se Atualizando, acompanhando as lives, aprendendo, anotando, tá? Então é uma turma que realmente quer aprender, que se você for ver a oficina tá cheia de carro, tá tendo resultado, porque quem faz o sucesso é o reparador que se esforça, que tá sempre na frente aí. Beleza, Moci? Tranquilo. Vamos lá, então, Lucas. Vamos começar
aqui a festa aqui, tá? Vamos começar esse negócio. Beleza. Bora. Vamos lá. Bom, vamos lá. Bom, equipamentos para a realização do diagnóstico por imagem. Então, ó, essa live, essa aula é para você que tem um HTEC, é para você que tem um Raven Scop 3, é para você que tem um livro tecnoscópio, é para você que tem um PDL 5500, é para você que tem um pico de quatro canais, de um pico de oito canais e também para você que tem um MT Pro de oito canais, cara. Então você tá aqui para aprender justamente a
trabalhar com Esses equipamentos. Então ninguém, praticamente ninguém ficou de fora, né, Lucas? Ninguém tá de fora, não. Não ficou não, hein, galera. E no caso, ó, se você observar, se for observar aqui no chat, eh, pelo menos um aí vai ter um equipamento desse, ó. Tá? O Alex da da RB Treinamentos. O Alex tem o quê? O Alex tem, o Alex tem o tecnoscópico, tá na área, né? Aí, bora. Tu tem qual? Vamos. Tem o o New Tecnoscópio. Que mais? O Rantec. Conte aí para mim. Tem mais. Ele tem mais. É porque ele não quer
falar, né? Então, obrigado, Alex, pela presença, meu querido. Show de bola. Alex, pessoal, lembra-se dele, participou da nossa terceira aula, se não me engano, que foi sobre sistemas de airberg. Tem mais uma, vamos fazer mais uma, viu, Alex? Sobre direção elétrica, freio ABS, al temc também. Então, a galera aqui, ó, Tem três canais, tem o Raven, tem tecnoscópio, Rantec. Deixa eu ver mais aqui. Ravem. Ah, galera aqui. Pronto para pessoal. Então, essa essa hotel também tem. É, o Alest tem um hotel também. Então, show de bola. Comprou, né? 5600 Speed Car, seja bem-vindo aí. PDL
5600 New de quatro canais. Galera tá aqui equipada, viu, meu amigo? Velho. Então, vamos lá pessoal, agora que que nós vamos ver aqui? Vamos trabalhar um pouquinho em relação à análise da parte Mecânica do motor com o osciloscópio. Bom, seguinte, pra gente trabalhar com análise do motor, a parte mecânica, nós temos que ter um acessório indispensável, indispensável pra gente realmente fazer a diferença e conseguir fazer essa análise, tá? E aí nós temos transdutores, tá? que são comercializados no Brasil aqui pela galera também. Tem vários tem vários amigos aqui, vários colegas que vendem, né, comercializam. Então,
transdutor de Vácuo, né, transutor de que vai colocar na admissão, no escape, no coletor ou eh no lugar da da da vareta de óleo. E também eu tenho o nosso aqui da do P Scoop, tá? onde ele já tem ele tem um software dedicado para fazer a verificação de pressão, né, a questão das regras incorporadas também. Então, uma série de coisas, então para todos os gostos e bolsos, né, também. Então, é tudo isso. Então, não é porque você tá começando agora que você não vai Conseguir fazer esse diagnóstico, essas estratégias que nós vamos apresentar aqui.
Eh, Lucas, me diga uma coisa. Eh, o MT Pro ele vem com ele tem um ele tem um transdutor próprio, ele vem com algum acessório? Me conta aí. Sim, Laert, com certeza. o MT Pro ele já tem já, né, os transdutores, as pinças de capturas de ignição, né, tudo dedicado já para ele, né, mas também, né, ah, você consegue utilizar nele os outros transdutores, né, né, que nem nesse caso Aí a gente tem o nosso amigo Jovino, depois tem os transutores também aí do do Joab, né, eu consigo usar outros transdutores nele, pô, Porém, é
interessante, né? Ah, às vezes a gente ter o próprio transdutor do equipamento. Um exemplo, pico scope, ele aceita outro transdutor? Aceita, né? Porém, ah, os transdutores do próprio equipamento, ele já vai ser calibrado para ele, né? Então, essa é a diferença aí, não é? É interessante Que realmente assim facilita muito você ter o transdutor específico do seu equipamento, cara. É muito legal porque todo o software já é dedicado para ele, então fica muito mais fácil, você faz as operações mais rápidas. E o mais importante que eu acho que é as informações ali de pressão, elas
são fiéis, elas são fiéis, elas são fidedignas. Aí você consegue, ainda mais pra gente que faz a questão da do oscilograma de referência, nós temos que Ter a maior exatidão possível para que quando o reparador receba essa informação, ele tenha certeza que realmente é aquela pressão, né? E aí ele consiga fazer essa análise. Beleza? Precisão, né? Show de bola. Exato. Porque o segredo tá onde, Lucas? O segredo está nos nos detalhes, né? Sempre, cara. Sempre. Vamos repetir essa frase aqui direto, hein? Vamos lá. Show. Noções básicas para a interpretação dos sinais dos transdutores. Olha, nós
temos que entender o seguinte. Pra gente compreender a questão dos transdutores e saber fazer a interpretação dos gráficos lá dos oscilogramas, nós temos que entender o funcionamento do motor, a dinâmica gasosa do motor totalmente. Temos que dominar esse conhecimento, tá? Sem isso, você não vai conseguir realmente interpretar o que está nas Entrelinhas, literalmente ali dos oscilogramas dos transdutores, tá gente? Então eu tenho que conhecer aí os quatro tempos do motor, mas não só a questão de por assim que ele faz a geração de força, aquela o torque potência, não é isso? Eu tenho que saber
o quê? Eu tenho que dominar a questão a questão da variação de pressão nos diferentes tempos, tá? Então aí eu tenho admissão, compressão, combustão e escape, né? Todo mundo conhece e a Galera que já tá na oficina aí muito tempo já dominicei muito bem, mas nós temos que saber, tem que ter um bom vácuo, tem que ter uma boa compressão, será que o que importa é só compressão? Será que o que importa é só vácuo? Será que eu tenho que ter os dois? Em que momento vai ter a vai ter o vácuo do motor, em
que momento vai ter a compressão? Então é essa essa questão que eu tenho que dominar, que eu tenho Que sempre saber, porque quando eu for analisar os transdutores, os oscilogramas, eu vou enxergar internamente, eu vou saber o que tá acontecendo no motor ali de forma precisa. É por isso que o pessoal fala, muita gente fala essa frase, quando você usa ocópio com transdutor, você faz um verdadeiro raio X no motor do veículo. É ou não é, Lucas? Com certeza, né? Com certeza. A gente consegue ver todos os eventos ali, né? Praticamente ali em Tempo real
que está ocorrendo, né? Muito bacana, cara. É incrível a precisão. É incrível a precisão que tem um transdutor, né? Porque você vai chegar a ver abertura e fechamento de válvula de escape, admissão, cruzamento de válvula. Cara, quando você começa a entender que você começa a aplicar isso na prática, você pega cada diagnóstico que é incrível. E você falou uma coisa muito Interessante aí, né, Laert? A prática, né? Se você não praticar na utilização ali, ou melhor dizendo, se você não utilizar o ciloscópio, infelizmente, né, você não vai conseguir a chegar num nível bacana ali de
diagnóstico. Por que eu tô falando isso, né? Porque às vezes, ah, a pessoa ela quer, né, conhecer a coisa, mas às vezes ele não quer pagar o preço, né, Lert? Porque não é fácil, mas hoje a gente tem Bastante informações aí que agiliza muito, cara, né? A gente tem bastante informações aí, então eu vejo assim, ajuda muito, auxilia muito no diagnóstico, mas eu tenho que estudar, né? Não tem para onde correr. E existe uma coisa muito importante, Lucas, que você falando isso, ó, no eh na internet tem muita coisa. Show de bola. no YouTube ajuda
muito, nós todos pesquisamos diariamente, só que existem eh existem momentos que você Tem que direcionar, você tem que selecionar esse conhecimento. Exatamente. Porque senão você vai ficar sobrecarregado de informações e muitas vezes essas informações não são verídicas, não são tão verdadeiras e aí você começa a bagunçar muita coisa, tá? Examente. Então você ao estudar, muita gente estuda com a gente, acompanhando as lives, acompanhando as videoaulas, os Vídeos no Instagram, no YouTube, aí é uma confiabilidade, sabe? Ó, o cara só vai se dispor a fazer um vídeo se realmente for uma coisa que vai fazer a
diferença, tá? Então, eh, o recado que eu deixo, né? A dica que eu deixo é se você realmente tá disposto a aprender e tem muita coisa mesmo na internet, comece a selecionar, comece a ver se realmente esse cara tá na oficina, tá no chão de fábrica, né? para realmente fazer na prática aquilo, tá? Então, um Exemplo aqui só pra gente, já que nós estamos aqui, o Lucas, Lucas diariamente tá na oficina, diariamente tá na oficina, então ele tá vendo na prática o que ele tá falando nas aulas dele, nos cursos, nos vídeos que ele faz,
ele faz no Instagram, que ele joga nos grupos do WhatsApp. Eu tô fazendo consultoria praticamente todo dia na oficina e os meus alunos não deixam eu negar isso, porque eu vou lá ajudá-los, né? aprendo muita coisa com Eles e a gente vai aprendendo junto, mas sempre eu faço questão de estar na oficina para ver ali a dificuldade, principalmente, meu amigo Lucas, no planejamento do diagnóstico, tá entendendo? Planejamento não é pegar um carro, abraçar o motor e pronto. E tu vai na tentativa e erro, não dá mais. Você vai ter que fazer o quê? o seu
roteiro, o seu passo a passo para você achar o defeito. Ô, ô Laert, a gente tá sendo Vista aí de forma internacionalmente, né? Olha, porque temos aí o nosso amigo Juan, né? Aí da Argentina e o dito de Moçambique também. Nossa live é internacional desde a primeira aula, viu, Lucas? Olha que bacana. Tô curtindo aula de Moçambique, África. Aula top. Muito bem, meu amigo, show de bola. Não tem o pessoal aqui da Argentina, tem a galera, tem a galera do Chile, do Paraguai, é internacional e Vou dizer para você, viu? E e ligam e manda
mensagem, estão aprendendo e estão aplicando lá no país deles. É a galera que realmente se esforça para caramba, viu? E fazem a diferença e estão virando referência lá em sua região. Isso é que legal. Beleza? Então vamos lá. Então, continuando aqui a brincadeira, nós vamos trabalhar um pouquinho agora, começar com o transdutor Instalado aonde? Na admissão. Olha só que legal, Lucas. Eu tô mostrando essa imagem aí. Não é para assustar o povo não, viu? Vou deixar bem claro. Não é para assustar o povo. Pessoal, quem já me acompanha há um bom tempo, né? Essa esse
esboço aí, né? Eu tava aprendendo a a interpretar o transdutor de na admissão, tá? Isso há muito tempo atrás. Ah, coisa tempo que eu tava usando 108. Essa tela é do é do 108. Eu Só fiz mudar as cores. Eu inverti as cores para ficar mais bem vista na tela, tá? Mas eu peguei na época eu tinha um Meriva, tá? 1.8, tá? Graças a Deus, eu já me livrei dele lá e me deu muito prejuízo, mas tudo bem. Aprendi muito. Tem que ter, né? Tem que ver o lado bom. Aprendi muito. É, tem que ver
o lado bom. E então, então eu peguei o transdutor, né? Na época um transutor ainda era feito artesanalmente. E aí eu fiz o o eu Fiz o mapeamento aí do sistema, né, da da admissão, fechamento de de admissão, cilindro três, fechamento de escape, cilindro quatro, início de admissão, cilindro 4. Então, fiz um mapeamento aí, tá? Isso aí foi um final de semana pesado de estudo, mas enfim, realmente eu cheguei num num aprendizado bem interessante, tá? Mas é como você disse, eu tive que pagar um preço, né? E graças a Deus trouxe muitos frutos. Mas o
que acontece hoje, Lucas? Tá muito facilitado, meu amigo. Deixa eu te contar aqui uma história. Vamos lá. No manual ó Simplo, tem lá os manuais de tem lá oscilogramas de referência, sabe? Olha que legal, rapaz. Pois é. E aí lá o que acontece, né? Professor Laert, né? Coração bom, né? Com aval, logicamente, né? Autorizado pela diretoria. Nós colocamos as referências lá dos cilindros no no sinal de referência do do transdutor na Admissão. Então o reparador ele tem acesso lá no simples manual os pontos de análise de cada cilindro já com trigo no ponto. Rapaz, rapaz
do céu. Aí agilizou uí agilizou a vida do reparador, né, cara? Não, e assim você recebe os retornos, você recebe, né, os e-mails, as mensagens, tá? Então vou mostrar para vocês aqui como é que ficou. Isso aqui foi a Isso aqui foi o tempo difícil, isso aqui foi o tempo de luta, né? Aí o Que acontece? Tudo na raça, né? Tudo na raça, tá? Aí você vai lá no manual, tá ali, ó. Esse aqui é o Simplo Online, tá, pessoal? Simplo online. Tem ainda o offline, tá? Que você recebe o pen drive, tal. Esse aqui
é o online, modelo online. Você vai lá no manual os manual de osciloscópio, beleza? E aí você vai em montadoras. Aí são várias montadoras. Olha o tanto de montadora que tem aí. Tem mais, é Porque já ficou aqui a tela. E escolhi Citroën C3 1.4 8 válvulas flex multiplexado, 82 cavalos de 2008 a 2012, tá? E aí eu escolhi o transdutor de pressão lá na admissão. Olha só, ol aí, Lucas. Olha só, rapaz. Meu querido. Aí, aí, meu amigo, aí é bom demais. Aí facilitou. Foi ou não foi? Nossa, rapaz. Aí já tem informação bastante
invaliosa, né? Olha isso, meu querido. Para começar, ó, o que é que você identifica aí. Primeira coisa, olha só. Vamos lá. Eu tenho aí a letra A. Isso tudo tem a legenda, viu, Lucas? Lá lá lá embaixo lá continuação da imagem tem uma legenda onde tá informindo que é o C, o que é o B, o que é o A, tá? O valor de pressão máxima e o valor de pressão mínima, que no caso é o C e o B, ainda tá dizendo, Ó, foi feito, foi realizado um o trig, né, no a ignição no
primeiro cilindro, que é o A. Beleza? Olha só. E aí te dá o quê? a sequência de verificação aqui, ó. Olha que bacana. Então, nesse caso aí, só para você ter uma ideia, você tá no chat aí, eu sei que eu tenho uma variação de pressão nesse ponto aqui, ó. A contribuição, essa variação De pressão aqui é correspondente de quem? Cilindro 4. A próxima variação de pressão aqui, ó, é do cilindro dois. Depois, passando dele, já tem uma variação de pressão correspondente ao cilindro um. E finalmente, não menos importante, eu tenho a variação de pressão
do cilindro três. Então, olha só, Lucas, que é uma dificuldade que alguns reparadores têm de fazer essa interpretação, tá Entendendo? De, ah, eu faço eu tô fazendo, eu tô usando como referência a ignição, eh, cilindro um, né? Sim. Tá aí, será que eu vai ser o cilindro 1 3 4 2? Não, tá aí a interpretação, tá aí a identificação. E aí você já consegue identificar, por exemplo, aí, Lucas, a variação de vácuo gerada por cada cilindro, né, cara? Sabendo qual é o cilindro. Exatamente. Ajudou, não ajudou, Lucas? Aí me conta, pelo amor de Deus. E
como ajuda, né, Laer? Porque eu vejo assim que nos treinamentos quando a gente chega no transdutor de vácuo, eu vou falar para você, né? É o verdadeiro Deus nos acuda. Porque você vai vai pensar assim, né? Poxa, ignição do primeiro cilindro. Então, lógico, a primeira onda que está ali, né, no referente ao ponto da ignição, o cara já pensa já é o do cilindro um. Mas Aí a gente está falando sobre vácuo, né? Esse transutor ele pega apenas vácuo. Se o cilindro tá em funcionamento real ali, tá ocorrendo a combustão, como é que você vai
ter um processo de vácuo ali para analisar, né? Então aí é a grande dificuldade e o manual já informando tudo. Meu Deus do céu, até para estudar serve, né? Com certeza. Pra questão eh do gráfico de referência, né? Você tem aí o posicionamento, você tem a identificação De cada cilindro aí, cara. Então, realmente, para quem não sabia, pessoal, tem isso no Simple, tá? Tem essa informação, tá? De muitos, muitos e muitos veículos. Sempre atualizando, sempre a gente colocando mais e mais modelos aí, tá? que estão presentes na oficina. E aí, galera, não para por aí,
tá? Isso aqui é só o começo. Nesse caso aqui, Lucas, o que é que eu posso enxergar aqui em relação a falhas mecânicas? Dá uma dica pra galera aí. Que que eu posso agilizar aí? Rapaz, tem muita coisa, né? A gente pode analisar aí uma falha de de válvula, tanto admissão e escapamento, né? Consigo, né? fazer ali uma comparação até em termos de sincronismo, confrontando o outro transistor, que eu acho que a gente vai falar um pouquinho também, consigo avaliar aí perda de pressão daquele cilindro determinado, né? Comando torcido, ah, carro com válvula desajustadas ali,
desregulada, Consigo verificar por aí também. E uma infinidade de coisas, né? Quem faz retífica no motor, olha, olha só brincadeira. Não, vou até aumentar aqui a tela. Pera aí. Ah, pera aí, pera aí. Eu vou mexer, eu vou mexer um pouquinho nisso, não tem jeito. Olha, quem não gosta muito disso, é porque depois que faz a retífica do motor, né, a gente vai fazer uma conferênciazinha de base ali, pega o transdutor, Vai fazer uma conferência e vê que não ficou um negócio muito bom, sabe? Aí volta a retífica, ó, essa válvula não tá travada aberta
ainda, ó. Não tá fazendo essa vedação, não. Dá uma melhoradinha na série de válvulas aqui que não tá legal não. O pessoal da retífica fica doido com a gente, né? E até até eles compreenderem que isso realmente é verdade. Meu amigo, eu digo, eu não posso montar esse eu não posso Montar esse cabeçote porque vai dar problema, entendeu? Exatamente. Aí volta, entendeu? Mas aí a gente já para o reparador é fantástico. Por quê? Porque vai evitar retrabalho você pegar, né, e fazer uma verificação. É muito importante. Você sabendo logo que é o cabeçote, você sabendo
que é uma válvula que não tá vedando, você sabendo que é uma válvula presa, se é, na verdade, se vai ser eh se é uma válvula Que não tá vedando bem, aí o carro tem regulagem de válvula, faça logo a regulagem de válvula, né, para depois fazer outra coisa. Ah, se o comando é tubular, né? Os câmbios são prensados, verifica logo o comando, tá? E existem técnicas para você usar réguas, né? N transutor de vácuo na admissão, lá no transutor na admissão que você identifica se é comando, né, cara? Então, muita coisa, isso aqui não
dá pra gente falar tudo, Infelizmente o tempo ele é limitado, mas num treinamento de transdutores, cara, você vê muito, mas muita coisa mesmo, tá muito legal. Tem muita coisa, bastante coisa. Vamos lá. Bom, esse é que tu gosta, hein, Lucas? Transmutor de pressão do cilindro. Cara, o Lucas é fã disso aí, viu? Vou logo avisando. Faz mágico. Bom, primeira coisa, tá? Olha só, transdutor de pressão no cilindro, você tem que primeiro, é o seguinte, você vai Ter que remover a vela, né, e colocar o transdutor no local da vela daquele cilindro. Beleza? E aí você
vai ver toda graficamente, né, a dinâmica gasosa daquele cilindro. Então você vai ver em detalhes os quatro tempos, né, admissão, compressão, combustão, escape e conseguir enxergar alguma irregularidade, tá? Então aí eu tenho a imagem, no caso aí do transdutor WPS 500X da PIC, né, do PIC Scoop, tá? que ele Realmente faz a diferença. É todo e sabe, você tem a função de zoom, você tem as escalas, cara, é muito diferenciado. Mas repito, se você tem os transdutores produzidos aqui no Brasil, vai fazer também muita festa, vai fazer a diferença. Você vai conseguir fazer bons diagnósticos,
até porque, Lucas, existem aí, no caso, as réguas que o meu amigo Mauro Servo, né, ele ele disponibiliza pra galera gratuitamente aí, né, pessoa? Pode baixar Que é a Exatamente. O gabarit top, né? Hã, gabaritóp, cara. que eu comecei, ah, usei muito cabaretópico. A primeira vez que eu consegui usar um gabarito tópico que eu consegui deixar transparente, meu amigo, foi uma festa. É bom demais, né? Meu Deus do céu, cara, que coisa. E aí você consegue fazer o quê? Você Consegue ver lá 0º e 180, 360, 540, vai embora, cara. Vai embora. 720. Então você
consegue identificar cada uma, beleza? E aí você instalou o transdutor, show de bola e pegou aqui. Olha, ó que beleza, Lucas, ó. Eita. Eita imagem bonita, viu? Menia nos cara, que imagem bonita, hein? Nossa, pelo amor de Deus, né? E quanta informação a gente consegue extrair daí. Não, Cara, olha só que interessante. Olha só. Então, aqui eu consigo pegar muita coisa, pessoal, muita, muita, muita coisa mesmo, tá? Eh, onde o que acontece? Eu tenho aqui, pessoal, as réguas, tá? Tanto as réguas principais como as réguas eh auxiliares. Beleza? Eu tenho a escala de pressão aqui,
tá? A escala de pressão real. E eu tenho aqui, no caso, a minha a minha tabelinha com valores de tempo, né? Ou com valores de Gráfico em graus aqui. Por quê? Existem, vocês sabem muito bem, galera, que conhece, que eu tenho a régua de 180, tenho uma régua de 360 e aí quando eu deixo o carro no sincronismo, eu consigo ver se, tipo, a minha a minha rampa aqui, no caso, essa especificamente 374º está na na meia rampa de escape em contrapartida, na meia rampa de de meia rampa de admissão e na minha rampa de
escape, eu tenho 176 aproximadamente. Então, cada veículo ele Vai ter um um grau diferenciado, tanto na meia rampa que vai começar o escape, como na meia rampa que vai começar a admissão. Lembrando que você tem que saber identificar cada tempo aqui do motor. Então, nós temos aqui no final das contas, né, eh você deixa eh no caso aqui 0º, 180, 360, 540, 720. E aí o que acontece? Você consegue identificar quem é combustão, quem é escape, quem é admissão, quem é compressão e assim Sucessivamente. Beleza? Então isso aí que você vai realmente trabalhar na oficina.
Isso aqui é uma imagem que nós usamos como o quê? como referência para fazer a imagem lá do OSE. E lá no manual OSE eu já deixo para vocês eh a equipe de desenho, a equipe que faz a produção, a equipe que faz o desenvolvimento, a gente se reúne para dizer assim, ó, vamos deixar a informação aqui redondinha para o reparador, já deixa a Interpretação pronta para ele não perder tempo. Olha só como é que fica aí, Lucas. Olha a brincadeira. Olha que bacana, né, Laerte? E olha só, Lucas. Olha só, cara. Olha aí, cara.
Meu amigo, tudo mastigado, hein, rapaz. Brincadeira não, Lucas, rapaz. Olha só, tem a identificação do tempo de combustão, início de escape, final de escape, início de admissão, final, Início de combustão ou compressão, no caso ali. Então o reparador ele tem realmente acesso à informação de primeira, a informação de ponta, que aí ele consegue desenrolar o diagnóstico. Olha que bacana. E isso aí, essas informações são muito importantes, né, Laert? Por quê? Ah, hoje a gente tem ali, né, para conferência às vezes até mesmo do sincronismo, né, a as rampas ali do processo de exaustão, né, tanto
no início da abertura ali da válvula de Escape e tanto depois na parte ali, né, do final da rampa ali no processo que começa a fase de admissão, né, na descida, que geralmente o pessoal tinha como uma regra que hoje já a gente não pode adotar como regra, né, que é às vezes sempre ali no meio da rampa do início ali da de escape e no meio da rampa de descida ali, né, no processo de admissão. Então hoje já isso já muda muito, né? Já muda muito. Lembrando que isso muda muito, inclusive Quando eu tenho
eh veículos com variador de fase, né, cara? Vixe, muda muito mais ainda, né? Entendeu? Agora, uma coisa seja dita, não é só questão de sincronismo, né, cara? A gente vê o quê? Ah, escapamento, escapa entupido, né? Você vê problemas mecânicos lá de de chaveta quebrada. Sim. Do próprio do próprio eixo quebrado, o eixo árvore de manivelas, Sabe? Tem muita coisa. Anel de seguimento que já tá gasto. Aí você vai ver um pouquinho aí, no caso, na diferença da rampa. No caso tem que ser o mesmo tempo. Se não for, é porque tem alguma coisa errada.
Cara, tem muita coisa para ver aí. Tem muita coisa, muito, muito, muito. Inclusive até você fazer verificações na aceleração, você fazer verificações na marcha lenta, né? Então são muitas coisas, só que olha só, você já tem a Interpretação, você já tem identificação dos tempos aí e detalhe, já tem aí já um norteador para você identificar se tá sincronizado ou não, tá, pessoal? Para quem realmente aí já viu muitas novidades que nós mostramos aqui no manual, que hoje é o nosso foco aqui em mostrar, falar de osciloscópio, falar um pouquinho do manual também, que tem esses
gráficos de referência. Acesse o QRcode que tá aí na sua tela, tá? Tem o QRcode aqui na parte superior Aqui da tela. Você vai ser direcionado para uma página bem interessante que você vai conhecer os modelos, os manuais, tá? muita coisa para você conhecer melhor os manuais simples aí que já estão há muitos anos no Brasil, como o nosso amigo Mir já falou, há mais de 20 anos ele tem até na época do CD que era instalado e tal. Hoje nós estamos aí, nós estamos aqui, ó, com esse o QR code ou você também para
ter justamente aqui Acesso a uma a esse site, tá? Eh, eh, oficina.simpos simples eh simplesbr.com/liberdade e comece a trabalhar com nossos manuais. Pessoal, acesse o site, vocês não vão se arrepender. Muita novidade, muita coisa boa. Se eu fosse vocês, eu não perderia essa oportunidade, tá? Então, vejam aí o link, como também vocês podem acessar aí pelo QR Code, beleza? Então nós temos aqui, tá, essa novidade e espero que Vocês vejam lá a proposta e analisem com carinho, porque são muitos modelos, pessoal. Mais de 50 montadoras, mais de 21.000 modelos, tem muita coisa aí bacana para
vocês trabalharem. Olha só nosso amigo aqui, ó. Ó, ó o que ele diz, ó. Começamos a usar no início do ano. Beleza? E aí, o que aconteceu? Será que ajudou? Será que não ajudou? Será que realmente era o que ele pensava? Olha aqui. Olha só. E ajuda muito mesmo. Sem informação técnica, Lucas. Dá para fazer alguma coisa? Me diga aí, meu amigo. Difícil, né, Lart? Não tem jeito. Vai ter momentos que a gente vai precisar de informação, né? Por mais que a gente já tenha ali um conhecimento às vezes apurado, né? Mas às vezes a
gente vai precisar de uma informação técnica. Não tem para onde correr, pessoal, né? Então, às vezes não, a gente não adianta às vezes saber alguns detalhes ali, né, De cabo a rabo, como é que funciona, aonde abre, onde fecha, onde eu enxergo um catalisador obstruído, aonde eu enxergo um fechamento, abertura de válvula, né? Então assim, eu vou precisar de uma informação técnica, não tem para onde correr, né? Olha quem tá por aqui. Seja bem-vindo, meu amigo Caetano Mecânico, cara. Sempre acompanha nossas lives, tá? tem oficina modelo, oficina de referência e é um profissional de mão
cheia e um amigo, Cara que dispensa comentários. Então, seja bem-vindo, meu querido. Esse cara aí conhece, viu? Transmutou é com ele mesmo. Beleza, pessoal. Acesse o site e acesse o blog da Simpl. Tem coisa boa lá para vocês. Ignição, injetores, transdutores, sincronismo, cara, muita coisa boa. Aproveita, aproveita, aproveita. Não perde a informação de qualidade. Não é para ficar lá passando tempo não, Pessoal. Coisa boa mesmo. Pesquisa pesada, tem estudo de caso. Tem estudo de caso, você já ganhou. Botec na cabeça de vocês. Se tem estudo de caso, tu já ganhou. Verdade. Porque tu não vai
mais passar por aquilo. É por isso que eu gosto, tá? Eu gosto de estudo de casa, eu gosto de apresentar porque não perde nada, porque aquilo ali você não passa mais. Beleza? Com Certeza. Bom, vamos continuar agora. Olha só, determinação do sincronismo real do motor utilizando transdutor de pressão. Olha só que interessante. Bom, olha aí, Lucas. Beleza, rapaz. Lá vai mais informação. Lá vai, lá vai. Lucas, me diga uma coisa, já que você tá por aí, eu vou tomar aguinhar aqui agora. Seguinte, sincronismo real, aquele sincronismo que Você vai ver lá com transdutor e o
CKP, por exemplo, tu já faz muito isso, tu gosta de fazer isso, consegue analisar, tira algumas dúvidas com isso. Conta um pouquinho aí como é que tu faz essa prática aí. Aí é interessante, né, Lert, que através do sensor de de rotação, a gente consegue enxergar todas as fases do eixo vira brequim, né, mas a gente consegue enxergar isso até em graus, né, porque como nós sabemos, né, tudo é feito em Relação de graus, né? Então, fazendo ali a esse cruzamento de informações entre o transdutor de pressão e o sensor de rotação, né? a gente
consegue enxergar isso também. Porém, né, o que que a gente consegue ver aí, porque às vezes o carro não tem sensor de fase, né? Ah, então a gente consegue também fazer uma conferência, né, cruzando alguns pontos do do transdutor e do sensor, né? Um exemplo, às vezes se a gente tem ali uma diferença, né, entre a fixação, o ponto De fixação da roda fônica em relação ao sensor, né, a linha GM mesmo é fatal, né, ele estoura a chaveta lá da parte de baixo e acaba eh deslocando, né, a roda fônica em relação ao PMS
real de referência ali do cilindro, né? Então eu vejo que a gente consegue fazer muita análise cruzando essas informações aí, né, pessoal? Muito bacana mesmo, né? E sem contar aí que a gente consegue pegar bastante informações aí cruzando os dados aí, né? Muito bacana. O show de bola, rapaz. É porque pareceu aqui um forrozeiro aqui, mas deu certo já. Beleza. Né? Então, o que acontece? Vamos lá. Seguinte, então, meus amigos. Olha só que interessante, nós temos aqui o sincronismo real, tá? CP, pressão do cilindro. E no caso nós temos, pegando is como referência, nós temos
aqui no manual, no manual os nós usamos também referências de menor tempo, porque ali Nós estávamos em quê? Em 50 msundos por divisão. Aí você consegue ver duas voltas da árvore de manivelas, né? Então você consegue ver o posicionamento. Nesse caso aqui você já consegue fazer o quê? 5 msundos. Já vê a quantidade de dentes aqui entre a falha da roda fônica e o pico de pressão aqui lá no cilindro, tá? PMS do cilindro. Então com essa informação, você consegue determinar o sincronismo real, aquele sincronismo realmente que acontece no veículo. Para Quê? para você fazer
lá também uma conferência em relação ao sincronismo virtual, beleza? Então, às vezes você faz esse tipo de análise para quê? Para identificar que tem um uma chaveta quebrada, que tem algum desgaste mecânico, né, lá na eh uma foga da roda fônica, dentre outros. Então, essa informação aí é bem interessante. Por quê? Porque você vai ter na em sua oficina a referência de dentes aí, a referência da quantidade de Dentes em relação a falha da rodafônica, como no exemplo a seguir aqui, ó. Pronto. Nesse caso, eu tenho a indicação é aqui, ó, letra A e B,
é, já diz a quantidade de dentes que é entre o pico de pressão e justamente a questão aqui do do da falha dos dois dentes, né? E detalhe, lá embaixo tem a legenda, tá? a legenda mostrando onde você liga os canais do oscilóscopa, tá? Para você realmente fazer essa análise, né? Ah, vai ter lá um esquema elétrico, conector B, pino 23, é o sinal do CP, transdutor de pressão, lógico, tem que remover a vela e assim vai. Beleza? Então, existe uma legenda que vai te ajudar aí. É bacana não, Lucas? Aí, poxa vida, né? Agiliza
bastante, né? E e essa informação é é bem interessante, né? Que eu lembrei de um caso aqui de um do motor EA 111, né? Que fica a flange lá, às vezes o pessoal monta fora, confere o sincronismo mecânico lá e tá dentro, né? Mas a roda fônica tá fora. Consegue ver através? Imagina o acesso, imagina essa conferência, Lucas, o acesso que não é um negócio desse. Tu não precisar de tirar a caixa de marcha, cara, para fazer isso. Então você já garantir que, tipo assim, ah, realmente tá fora, beleza, eu vou arrancar aquilo tudo, mas
já sabendo que é isso, tá? Essa é a diferença, cara, né? Certeza. Com certeza. Imagina o tanto que isso agiliza na oficina. Esse é o grande propósito do Diagnóstico com osciloscópio, né, cara? É ganhar tempo, né? Tempo na oficina, como a gente sabe, é dinheiro, né? Ah, isso é verdade, hein? Beleza. É dinheiro. Vamos lá agora. A importância do sensor MAP. Sei, tu vai falar agora, viu? A importância do sensor MAP para o diagnóstico do motor. Lucas, vou passar aqui e você vai soltar o verbo aí, porque você é especialista, pessoal. Esse cara gosta de
um sensor Mapa, viu? Quero nem saber. Conversa sobre ele aí. Fala, fala, solta o verbo. Te chamei para isso aqui, viu? Bora lá. Vamos lá. Ah, pessoal, sensor map, né? Hoje, como, né? Ah, eu realizo muitos diagnósticos que ner falou sobre sensor MAP, né? Por que eu gosto de realizar diagnósticos em cima do sensor MAP? Porque o sensor MAP é onde ele tá na linha de frente, meu amigo. Ele tá na linha de frente ali na parte ali de uma análise do que está ocorrendo no Processo de aspiração do motor, né? Então eu vejo que
o sensor MAP hoje eh é um dos sensores que vale a pena dar uma atenção especial, viu, pessoal? Olha que interessante aí também, ó, algumas informações aí, né, nessa imagem aí a gente tá fazendo cruzamento aí de informações, né, entre o sensor de posição da borboleta e o sensor MAP, né? A gente tá fazendo ali, olha só que bacana, né? Calculando o tempo de resposta desse sensor MAP. É uma das Análises a serem feitas, né? Por, pessoal, para vocês terem uma ideia, o sensor MAP a gente consegue enxergar através da imagem dele, né? Falhas mecânicas,
né? Um exemplo, problema de de válvula, eu consigo enxergar aí às vezes um um sistema ali de escapamento obstruído, eu consigo enxergar aí, né? Um motor fora de ponto eu consigo enxergar aí também, né? Então assim, o sensor MAP ele é muito rico em informações, Né, ah, do estado de funcionamento do motor, né, do estado de funcionamento do motor. Por quê, pessoal? Ele ele é um sensor que mede, no caso aí, né, pressão absoluta, no caso do MAP, né? Então, todas as variações ali em termos ali de pressão dentro do coletor de admissão a gente
consegue enxergar através do sensor MAP, né? É um, eu sou o L falou, sou apaixonado aí em realizar diagnóstico ah pelo sensor MAP, né? Eu faço várias sequências aí de Teste com sensor MAP e é bem conclusivo, né, Laert? Meu amigo, vou lhe contar uma coisa. Inclusive, B, rapaz, esse cara faz mágico com sensor MAP. É sério, ele faz mágico por ele consegue enxergar, por exemplo, tá aqui essa imagem do sensor map, beleza, pessoal? Show de bola. Tal, tal, tal. ele consegue, ele faz uma análise, ele faz a a a coleta dele, ele sabe que
essa, se essa tensão tiver maior do que essa valor aqui de Referência, ele sabe que realmente eh tem alguma tem alguma obstrução lá no no coletor, tem uma obstrução no escape, ele verifica essa desaceleração, na hora da desaceleração se realmente caiu a pressão aqui ou se manteve devido a alguma obstrução, algum problema de entrada de ar, né? Isso é muito importante. Nessa imagem aqui que tem no manual, pessoal, ela é estratégica. Por quê? Porque você tá vendo aqui o seguinte, que esse aqui é o TPS, né? Esse aqui é porção de borboleta. Sim. Eh, esse
canalzinho verde aqui e o superior ele é o MAP, tá? Essas oscilações aqui são oriundas de abertura e fechamento de válvula. Então é uma oscilação, tem um turbilhão lá, né? Não é uma pressão constante, né? Isso aqui é comum, isso aqui existe, tá? E aí o que acontece? Existe uma relação entre o MAP e o TPS. E essa relação é Que faz a diferença. Com certeza, né? Com certeza. E eu vejo assim que o MAP é pouco explorado, né, Laert? Eu vejo assim às vezes pelo reparador, né? E aonde a gente consegue saber muita coisa,
né? muita informação e às vezes o pessoal faz a captura aí do do sinal do sensor map, fala: "Nossa, esse sinal aqui tá ruim demais, tá uma chiadeira do caramba aí, né?" Mas na verdade isso tem um propósito, né? Ali é eh são os eventos ali, como o MAP tá no Coletor de admissão, então ali a gente consegue entender e enxergar, né, os eventos ali de abertura e fechamento de das válvulas de admissão escape, né? Então a gente consegue pegar muito detalhe eh através do sensor MAP, né? De bola, cara. Muita informação. Vamos paraa frente.
Vamos paraa frente. Bora. Bom, estudo de caso, pessoal, pra gente já mostrar na prática o que a gente tá falando, tá? Para não teorizar muito, Tá? Nesse caso aqui e eh foi esse caso foi na época bem antigo mesmo da do começo, mas o técnico Os do São Xavier, o cara fera também diagnóstico por imagem, um dos precursores, ele realmente identificou o quê? O cliente reclamava que o veículo consumia muita água e ele fez a confirmação da falha sem desmontagem. Isso aí é um TVA, né, pessoal, que a gente chama comumente transdutor na admissão. Primeira
coisa, ele identificou aqui, ó, aqui é o aqui a Ignição cilindro um, sombra indutiva. Ele sabia que aqui era o vácuo gerado pelo cilindro quatro, esse vácuo é pelo cilindro dois, esse vácuo é pelo cilindro um e esse vácuo pelo cilindro três. Então ele viu que tinha uma anomalia aqui no quarto. Beleza, fato. Então, sem medo, né? Show de bola. Vamos lá. O que foi que aconteceu? Ele identificou isso aí e aí ele tirou a vela de ignição já sabendo que ia encontrar alguma coisa lá, tá? Então a Gente fala isso aqui, pessoal, mas não
é para você deixar de fazer seu diagnóstico convencional que você sabe desmontar, tirar uma vela para verificar o aspecto da vela, para ver os diferentes eh diferentes marcas que ela fica com falhas distintas. Beleza? O que foi que ele fez? Olha só que legal. Ele pegou e já soltou a vela do quarto cilindro, né? Soltou as velas e já tinha uma marca de presença de quê? De água, né? Já tinha contaminação aí. E é devido A quem? Devido devido à junta danificada. Beleza? Então tem uma junta do cabeçote que já tava danificada e ele não
precisou desmontar nada, cara. Que bacana. Gostou aí, Lucas? Agiliza ou não o diagnóstico? Quanto tempo ele demorou para para saber que tinha algo errado aí no motor? Cara, que bacana, hein? Não desmontou desnecessariamente. El já tirou a vela sabendo que tinha que fazer isso, né? Então, show de bola. Vamos pro Próximo aqui. Vamos lá. Vamos lá. Vamos lá. Já tá o quê, pessoal? Seguinte, só tem um detalhe. Cadê o povo aqui, pessoal? Não esqueçam, tá, que no final da no final da live você vai depois vai receber um vai receber o seu certificado por e-mail.
Confira se o e-mail que você realmente cadastrou, ele existe, é verdadeiro, para você receber um seu certificado de participação aí e você fazer sua coleção. Já estamos aqui na Nossa quinta aula, não é isso? Vamos lá. Beleza. Opa, essa aqui, esse diagnostico foi bacana. Deixa eu passar para vocês aqui. Olha só. Esse aqui foi um ônix, viu? Viu, Lucas? Um um ônix. Ô, foi recente. Esse aqui foi recente. Onde a reclamação era o quê? Cóo de falha P03. 117, cara. Novo carro chegando novo foi agora. E aí eu peguei o quê? Ignição, primeiro cilindro, tá?
E aqui é pressão aonde? na admissão. Beleza? Pressão na admissão. Show de bola. Pessoal que tá aí no chat agora, vamos interagir um pouquinho. Vocês estão muito calado, tá? Seguinte, olha só, eu vou deixar essa imagem aqui na tela e vocês vão colocar aí no chat qual é o cilindro que está com menor vácuo. Olha o desafio. Qual o cilindro que está com menor vácuo? Coloca aqui no chat. Tô esperando, hein. Olha só. Será que vão acertar, hein, Lucas? Vamos ver, né? Vamos ver. Tem uma turma boa aí, viu? Avisando. Repete para eles aí que
análise que você tá fazendo aí. Transdutor na admissão. Ó lá. E aqui em ignição, cilindro um. Tá gente? Cilindro um. Isso aí pessoal. E aí? Opa, Erivelta já falou aqui. Eita, cara. Será que ele acertou, cara? Será que é verdade mesmo? Vamos deixar aqui no ponto. E agora, hein? Signe também foi na onda aqui, ó. Falou que é o terceiro, hein? Terceiro, quarto. Apareceu o quarto aí. Opa, vamos ver. Eita nós, hein? Terceiro. Terceiro. Cris não erra não. Terceiro cilindro do Cris, ó. Olha só. Show de bola. Quarto cilindro de novo. Terceiro. Terceiro de Edney.
Galera tá acertando aqui, viu? Beleza. Vamos lá, rapaziada. É o seguinte, ó. Se esse aqui é o é o primeiro é o é o primeiro cilindro de ignição. 4 2 1 3 4 2 1 3. Show de bola, cara. terceiro cilindro que estava com quê? Com o menor Vácuo, viu, galera? Atenção, hein? Isso aí mesmo. Se esse é o primeiro cilindro, tá? Você vai contando o quê, ó? Tem aquela contagem própria que vocês viram lá no manual os que já tá dizendo, já te fala. Então, 4 2 1 3. Lembrando que o P0300 é o
quê? Falha de falha de combustão. Terceiro cilindro. Terceiro cilindro. Beleza. Show de bola. E para mim Confirmar, já que eu estava com tecnologia de ponta comigo, o que foi que eu fiz? Olha só. Eita nós, hein? Ô rapaz, meu pessoal, olha só que brincadeira essa aí, cara. Usei um script lá, né? Tem um software específico para diagnóstico, pico, né? Certo? tem um software específico para diagnóstico. E aí me trouxe essa maravilha aqui de relatório, ó. Beleza? Terceiro cilindro, ó, realmente estava o quê, ó? Com menor rendimento. Legal. Ele tava com problema. Acabou, cara. Que legal,
né? Isso aí eu boto transdutor. Eu boto o transdutor no primeiro cilindro, tá? E com uma medição ele já pega os demais, viu? Beleza. Uma medição de 5 segundos, viu? 6 segundos. Olha só, rapaz, que coisa, não? E aí o Que acontece? Aí você tá aí você tá pegando também, Laert a queda de tensão pela bateria também, né? Isso. Um canal fica na bateria e um e o outro canal fica no transdutor lá no primeiro cilindro, viu? Show de bola. Show de bola. Aí o que acontece, ó a interpretação, pessoal, vou até chamar o Lucas
aqui. Beleza? Eu tava diante dessa situação. Beleza. Carro 2017, tá? Apresentava P0300, P03, F de combustão cilindro 3 e é um ônix. Pessoal, coloca no chat aí o que é que o ônix tem, que todo mundo sabe que tem, que pode ocasionar isso aí. Lucas, não fala. Táando a língua. Não fala rapaz, não fala, não fala, rapaz. Eita nós. Coloca aí, pessoal, no chat. Pessoal, olhe, rapaz, O que é queix tem que todo mundo sabe que ele tem que ocasionar isso aí. Eita nó componente especial. Vamos esperar aí a turma tá, rapaz. A turma acertou
mesmo a falha ali, hein, rapaz. Qual o cilindro que era, né? Opa, o Sidne já começou, ó. Eita nós. Quem mais? Comando torcido. É isso aí. Cara, fera aí. Aí sabe, viu? Conhece também. Vamos Lá. Boa noite, meu querido. Comando de Val, né, Cris? O Cris não pode falar não, que o Cris passou muito tempo na Chevrolé, nem pode isso. O que é que tem esse comando aí? O que é? E aí, hein? O que é que tem esse comando, pessoal? Olha só o que nosso amigo Cláudio falou enquanto o pessoal vai respondendo aí, ó.
Rapaz, veja o que é Uma live dessa. Estou conhecendo melhor agora o que é a CM. Duas vezes quase fechei negócio elétrico. Agora eu estou conhecendo melhor. Vou comprar. Conheça, meu amigo, conheça. Tá lá, entre no site, tá? Nós estamos mostrando aqui por dentro do manual os realmente detalhes no que acontece lá dentro, do que tem de material, do que serve para você realmente na oficina. Então não perca tempo, dá uma olhada no site lá, acessa o QRcode que tá aqui na parte Superior, tá? E veja lá que tem novidade imperdível para você. Beleza? Então
vamos lá. Seguinte, comando de válvulas, comando de válvulas, comando de válvulas, deslocamento do camis, galera. Tá, mas a turma aqui é boa. Tá fiada, hein? Tá fiada, hein? Bom, é, pessoal, comando tubular, os camis são prensados e pode ocorrer isso. Mas você acha que eu você acha, Lucas, eu não fiz a entrevista de consultivo? Quem assiste? Quem, quem, ó, quem sabe quando escreve minhas matérias lá no jornal, a primeira coisa que eu falo lá quando tô fazendo aqui é entrevista consultivo e você faz isso também. E os melhores reparadores do Brasil, a primeira coisa é
o quê? Conversar com quem? Com o cliente. Cara, não pode perder essa grande oportunidade. E aí eu fui conversar com o cliente. O que foi que ele me falou? Olha só que interessante. Ele disse que a bateria do carro eh de ter eh ficou ruim para caramba. muito e ele passou muitos dias eh fazendo o carro pegar no empurrão. E aí reza a lenda, né, pessoal? Reza a lenda que alguns reparadores já pegaram eh histórico de veículos que realmente empurrando lá, né, no tranco. Esse tranco ele tava ocasionando e esse esse problema no comando, tá
beleza? Então, o que foi que eu raciocinei? Eu fui lá dis o seguinte, vamos num passo a Passo que é melhor, tá? Nós pegamos, removemos o camis, tá? Removemos o comando, perdão, removemos o comando e comparamos com o comando lá em perfeito estado, né? deu para fazer uma comparação e rapidamente, cara, deu para identificar que tinha um realmente terceiro cilindro que estava deslocado, um câmbios daquele, trocou o comando, ó, resolveu. Então, é usar ferramenta, saber fazer interpretação e também conhecer o Veículo, as particularidades. Isso é muito importante, né, Laerte? Entendeu, pessoal? E detalhe, tô falando
aqui do Ônix, mas vários veículos têm comando que é que é tubular, então essa é uma realidade. Redução de peso, é aumento de eficiência, isso faz parte da tecnologia automotiva. Nós reparadores cabe a gente a o quê? A identificar essa tecnologia, estudar sobre o veículo e tirar o melhor proveito desse conhecimento. É ou não é, Lucas? Com certeza, né? E e esse detalhe que você mencionou aí é muito importante. A entrevista ao cliente às vezes no conversar com o cliente, né, você ser um investigador de verdade ali, né, vamos se dizer assim, às vezes você
já consegue ter um raciocínio lógico para dar o pontapé inicial no diagnóstico, né, Lucas? Manda um abraço para esse rapaz aqui. Eita nós. O Bzo chegou na área aí. Ui, Boso da Pressing Race. A gente ministrou um treinamento junto, né, lá na oficina do Boso, eu e ele tá organizando os treinamentos lá em Belo Horizonte, turma, um abraço Belo Horizonte. Parabéns, pessoal, pela iniciativa. Parabéns, Bos Lucas, cara, oficina top. Gostei as fotos, viu? Qualquer dia vou por lá pra gente conversar um pouquinho, bater aquele papo, trocar a ideia. Gente finíssima. Seja bem-vindo, meu Querido. Vamos
para cima. Vamos lá. Vamos lá. Bom, então continuando, vamos embora. Bom, imagina aí também tem outra estratégia, pessoal aí que adoro Raven, de você fazer identificação, você fazendo identificação da de problemas mecânicos é utilizando o quê? Teste de compressão relativa, cara. Beleza? Então, você vai analisar o quê? a queda de tensão da bateria no momento da partida e Observando a parte inferior do gráfico, você vai já saber se tem lá um problema de junto de cabeçote, dentre outros. Fala um pouquinho aí, Lucas, pra gente. Teste de compressão relativa. Você gosta de fazer ou não? Me
conta aí. Gosto. Aí tudo que vai trazer um benefício ali no diagnóstico, a gente gosta, né? A compressão relativa, eh, é um dos testes aí, né, que a gente tem que iniciar, né, no num veículo a começar da Bateria, né, Lard, porque assim, eu vejo que às vezes é um grande perigo esse teste aí também, viu? Porque às vezes a gente tem às vezes um motor de partida comprometido, uma cabeamento comprometido, né? Então, pode influenciar um pouquinho. Mas vamos falar em função da compressão relativa, pessoal. A compressão relativa é uma análise realizada, né, pelo esforço
gerado do motor de partida para vencer a compreensão do motor, né? Então a gente Faz ali essa captura, né, ao polo positivo da bateria, que a gente vai analisar aí, né, as quedas de tensões e no instante que o motor de partida está vencendo a compressão, né, daquele cilindro em específico. Então, a gente consegue analisar a eficiência de cada cilindro aí, né? Essa é a compressão relativa. Show de bola, viu, Lucas? Perfeito, cara. Muito bom. Aí é detalhe, viu? Seguinte, vamos lá. Vamos lá. E aí, o Que acontece? Vamos lá. Olha só, Lucas, que bacana
isso aqui, cara. Rapaz, esse aí é o teste de compressão relativa raiz mesmo, né, cara? Compressão relativa mesmo forte, né? Que você realmente aprende a fazer a interpretação, tá? Exato. Então, como o Lucas falou, pessoal, tá aqui, ó. Quanto menor a pressão no cilindro, a pressão de compressão, menos Esforço, né? Menor a queda de tensão no momento da partida, cara. E aí, se eu tenho a maior queda de tensão aqui, é porque teve o maior esforço. Então, nesse caso, tinha uma compressão aí de 190 PSI. Uma menor ceda de tensão já foi 170 PSI, menor
do que a 190. Tá exato. Aí eu tenho a menor car de tensão aqui, 120 psi. E por fim, quase aqui eu não tinha compressão no cilindro, menor queda de tensão na bateria, tá? Lembrando pessoal que bateria em perfeito estado, né? Motor de partida também. Então a revisão no sistema para que você realmente consiga validar o teste de compressão relativa, tá? Então isso aí é muito importante, tem os pré-requisitos. Lembrando pessoal que o Clá tá perguntando aqui, ó, essa aula vai ficar disponível no canal do CL? Vai ficar lá pessoal no Simplo, tá? Vai ficar
lá no YouTube. No canal do Simplo no YouTube Você pode acessar, tá? A aula é importante você participar para você tirar suas dúvidas, mas não se preocupem, viu, pessoal? Nós vamos ter lá, vamos deixar disponível para você acessar e revisar alguns conhecimentos que é muita coisa. Beleza? Show de bola. Show de bola. Vamos lá. Então, existe também para facilitar a vida do reparador, existe no caso lá no Pcup também no new tecnoscópio também, se não liga no MTP, né? Se você observar Também, eu vou ter aqui, pessoal, o gráfico de barras, tá? que ele vai
te dar o resultado eh do teste de compressão relativa, já interpretando esse gráfico que nós já mostramos para vocês. Então aqui eu já vi que tinha um cilindro já com deficiência. Nesse caso realmente tinham feito o cabeçote desse carro, tá? E eu fui professando fazer uma consultoria e antes de fazer qualquer coisa, vamos fazer um teste de Compressão relativa, tal. E aí já identificou, já aí não tá bom, parou, volta lá pra retífica porque tem alguma coisa errada. Beleza? Então é rápido, 5 segundos aí você já começa sempre. É como eu falo, né, Lucas? A
gente sempre conversa sobre isso com os alunos. Sim. Começa analisando a parte mecânica, começa analisando as possíveis falhas mecânicas para depois ir pra eletroeletrônica, porque não compensa, Não vale a pena eu trocar cabo, vela, bobina, p injetor e o problema ser lá na junta do cabeçote, ser válvula, ser qualquer coisa que seja, né? Exato. Procedimento, né? Começar pelo teste da teste de compressão relativa, usando transdutores na partida para verificar o estado mecânico do motor. E diga-se de passagem, não se limite porque o veículo é um 2016, é um 2017. Não faça isso. Não se limite.
Por quê? Porque a gente pega, tem o caso do do do João lá da de Manaus, bem novinho, cara, menino desenrolado, que ele pegou um Cobalt 2017, esse carro tinha passado em cinco oficinas e a galera não não tinha coragem, se não conseguiu compreender que era problema mecânico no cabeçote. E ele fez uma compressão relativa ali, ó, se enrolou na hora. Ó, doutor, é cabeçote o problema, né? confirmou depois com o teste de compressão, mas já tinha problema lá, tinha uma válvula Trincada, uma válvula trincada, olha só, viu? Olha só, beleza? Suação, né, cara? Show
de bola. Então, esse aqui é o teste de compressão relativa, no caso, com gráfico de barras, muita gente já conhece e sempre é bom utilizar. Utilize utilizando os critérios, mas não deixe de fazê-lo, beleza? Com certeza. Vamos lá. Show de bola. Eh, vamos aqui. Bom, esse aqui acho que esse vai ser o meu último caso aqui para passar os casos do Lucas. Ô, coisa boa. Vamos lá. Eita. Seguinte, casos do Lucas são bizarros. Casos car são bons. Proprietário de Gol G5 2009, alto consumo, né? Alto consumo e perda de potência. E aí vocês vai vão
ver o passo a passo. Aqui foi um construir que eu fiz há um bom tempo Atrás lá na oficina do Rubinho no conjunto do Ceará aqui em Fortaleza. Foi um caso bacana, muita repercussão no jornal e agora tô passando para vocês aqui. Alguns já viram e outros vão vão conhecer agora. Olha que caso bacana. Vamos lá. Seguinte, eu fiz o quê? Análise do sincronismo virtual, sensor de fase e sensor de rotação. Beleza? E nesse caso lá, pessoal, era praticamente eh o 14º dente da roda fônica tinha que tá Praticamente alinhado com esse segundo dentinho aí
do sensor de fase, tá? Início do 14º dente da roda fônica. Então, virtualmente falando entre sensor de fase e rotação, não tinha muito o que se ver, tá? Aí você já tira algumas conclusões. Vixe, não tá tá tá sincronizado esse motor, não sei o quê. Calma, isso é uma primeira análise, vamos continuar, tá certo? Aí, o que foi que eu fiz? Vamos trabalhar com o scanner. Então, pegamos lá na oficina do Rubinho e verificamos o quê? Pressão do coletor, dentre outras coisas, mas vamos segurar aqui, ó. Pressão do coletor estava alterada, beleza? 544 mB. Olha
só. Então, tava muito, tinha a pressão excessiva aonde? No coletor, fiz alguns cálculos matemáticos e eu sabia que ou poderia ser problema no map ou poderia ser realmente que tava com um baixo vácuo naquele naquele cilindro. Peguei o vácuômetro e medi, bateu 350 mm de mercúrio. Esse valor de vácuo aqui é baixo, gente. 450, 480, 500 mm de mercúrio, tá? Nesse caso ele tava muito baixo esse vácuo. Então não era o sensor porque Ah, professor, mas pera aí, deixa eu entender. Quer dizer que o sensor map ele não vai ler o vácuo não. O sensor
MAP ele lê o quê? Pressão, pressão absoluta. Pressão absoluta é a pressão atmosférica menos o vácuo. Ora, se eu tenho um pouco vácuo no meu motor, a minha pressão absoluta vai est alta. E aí eu sabia que tinha algum problema, podia ser entrada de ar, podia ser outra coisa e tal e tal e tal. Aí eu digo: "Rapaz, quer saber de uma coisa? Vou colocar agora o transdutor de pressão, aquele primeiro artesanal. E se você demorasse muito ele soltava a mangueira. Eu tinha que usar também o valor máximo Dele de pico não aguentava muito, por
isso que tá cortado, vocês vão ver. Mas era o que eu tinha na época e eu tinha que dar o meu melhor com o que eu tinha. Eu não esperar uma situação excelente para mim fazer um bom diagnóstico. Trabalhe com o que você tem hoje, o melhor que você pode fazer até você ter uma situação melhor. Beleza? Então tá aqui, ó. Olha só, olha, olha aqui, Lucas, ó. Cortadinho aqui, ó. Ultrapassou A ultrapassou que o o transutor conseguia, né, suportar, mas isso não impediu de eu fazer o quê? Um bom diagnóstico. O que foi que
eu observei aqui, pessoal? Olha que interessante. Deixa eu ver aqui para vocês. Opa, opa. Pronto. Olha só, cortou aqui em cima. Por quê? A pressão no cilindro superou. O a a a o que o transutor aguenta. O do Pico, por exemplo, 35 bar. Agora não corta mais não, Rapaz. Não corta mais não. Aí nessa é cortar, mas mesmo assim não atrapalhou, não atrapalhou o diagnóstico. Beleza? Sim. E aí o que foi que eu observei aqui? Olha a brincadeira que o vácuo gerado aqui na rampa, no final aqui da combustão, esse vácuo é diferente desse vácuo
do tempo de admissão. Tem que ser bem próximo, pessoal. Bem próximo. Exato. E aí eu sabia, opa, tem problema mecânico aí, cara. Tem problema mecânico. Lembrando, pessoal, aqui, esse copiar esse aqui, 108. É o 108. Eu mudei só a tela aqui, as cores para ficar fácil para vocês enxergarem, viu? ficou com cara de pico scope aí, né? L eu já tava pré, ó, já tava com a previsão, ó. Já, cara, vidente, já tava, ô, rapaz, fi, desculpe na área. E aí o que acontece? Olha só o que era o problema. Aí não, eu perguntei, deixa
eu contar uma história. Pera aí, deixa eu contar a história. Eu cheguei, eu cheguei pro, pro, pro mecânico lá, pro nosso amigo e disse: "Meu querido, é o seguinte. Quando você verificou o sincronismo, né, você viu alguma coisa estranha? em relação lá na montagem da correia, lá na árvore de manivelas, alguma foguinha que seja. Aí ele ele disse: "É, professor, realmente tinha um negocinho Lá, tinha uma foguinha lá, mas será que faz diferença?" Eu digo, "Ô rapaz, me mostra aí essa folga. Já que eu vi que tem isso aqui, vamos observar bem direitinho a pequena
folga. Vamos ver aqui. Nada, né? É pequena, coisa foca. Rapaz, pouquinha, pô, eu não tinha quase nada, não fazia diferença. Olha, pessoal, olha aqui a brincadeira. O que foi que eu observei com aquela diferença de vácuo no gráfico que tinha Um desgaste mecânico na ponta de quem? Da árvore de manivelas. Então, o que acontecia, pessoal? A engrenagem ela não ela jogava, ela não estava justa. Então tinha perda de sincronismo, tinha perda de sincronismo rápido ali em aceleração, desaceleração. Em algum momento a engrenagem que pega a correia, ela movimentava e aí já era. Identifiquei como com
transdutor, observando o vácuo lá do final de combustão e o vácuo no início De admissão. Se tiver muito diferente, gente, tem algum problema. Tem algo errado. Tem coisa errada aí. Tá certo. Foi resolvido porque o que foi que ocasionou pneumática na outra oficina que foi feito um serviço, o cara montou com a pneumática, colocou, olha só que cruel, cara. Terrível, né? Tá certo, pessoal? Deu para entender, pessoal? Aí esse diagnóstico? Esse aí Foi bem bacana. Utilizando 108, diga de passagem, né? Ó, utilizando o HTEC 108. oito canais, não tinha acoplamento AC e transdutor lá o
inicial. Se você demorasse 10 segundos lá com isso aí, ele estourava a mangueira, aí botava de novo, cortava a mangueira e continuava o diagnóstico. Susto, né? Mas esse aí é outra assunto. Então, foi isso aí. Show de bola. Bacana. O Boso tá ficando, tá vendendo transutor Aí, viu, no chat. Para com isso, Boso. Tá lá o Bzão. Não é fácil não, meu amigo Lucas Oliveira. É com você, meu nobre. Olha só que bacana aí, né, pessoal? A gente vai fazer alguns estudos aí, né? Interessante. Olha só, a gente falando de map aí, né, Lert? A
gente não poderia de de não trazer aí uma análise aí sobre o MAP, né? Olha que bacana. Então, a gente vai iniciar aí, pessoal, com uma análise do sensor MAP, quando o sujeito A o quê? Uma obstrução de escape, né? Logo após a gente vai fazer também ali uma análise do transutor de pressão de cilindro com obstrução de escape. Porém, pessoal, olha só que interessante aí, né? A gente vai estudar também o comportamento dos gases dentro do cilindro com o escape obstruído, né? Por que que tudo isso ocorre? Por que que altera isso e altera
aquilo, né? Então, né, a gente vai contar aí com o auxílio aí de Um analisador de motor pra gente entender o que ocorre dentro desses processos aí, né? Análise de variações do comando, tanto admissão, escape. Meu Deus, hein, Lert? Que interessante isso daí, não, meu amigo. Pessoal, ó, se preparem que o negócio agora o bicho vai pegar. Agora a segunda parte da live aqui. Nós temos 1:35. Então prepara aí o o papel caneta na mão, que esse cara aqui não brinca não. Ele sabe brincar não. Eu eu eu vou direitinho, né, ensinando esse cara não
para. Vamos ver aqui. Vou passar, hein, Lucas. Bora lá. Passa aí. Opa. Eita nós, né? Olha que bacana aí, né, pessoal? Temos aí, pessoal, nesse carro é uma Saveiro, tá? 2007, né? A gente fez aí a captura, né? Da imagem do sensor MAP. Tá? Olha só que interessante, pessoal. Geralmente as pessoas têm o hábito que eu geralmente eu costumo ver de capturar apenas o sensor MAP, né, em plena carga, né? Lógico, já vai conseguir saber se tem ou não o defeito do sensor MAP, com certeza, tá? Mas eu já gosto de fazer uma análise um
pouco mais completa, né? Que eu gosto já de estudar o comportamento, né? ah, do sensor MAP aí no processo de funcionamento do carro, né, tanto na marcha lenta, tanto em momento de plena carga que a gente Acelera, né, o motor e na desaceleração. E também gosto de fazer análise aí no momento da partida, tá joia, pessoal? Porém, olha só que interessante, de forma rápida, vou passar alguns detalhes aqui, né, para vocês entenderem o contexto da coisa, né, como Laerte já mencionou, o sensor mapa, ele vai medir o quê? Pressão absoluta, né? Ou seja, pessoal, apenas
com a chave ligada do veículo, o sensor mapa, então ele tem que registrar para nós aí a pressão Atmosférica para que o sensor a partir dessa referência ele possa trabalhar, certo? Então o que que acontece? Então, se no momento em que a gente tá com a chave ligada, a gente encontra a pressão atmosférica, no momento de aceleração, a gente tem que encontrar praticamente os mesmos valores, tá? Porém, a há um pequeno paralelo aí, né? Ah, a pressão atmosférica aqui no estado de São Paulo, em Limeira, Na minha cidade, é a mesma pressão atmosférica aí na
sua região, LT. Não, né? Depende muito se se é a nível do mar, se tem um se tem altitude, né? Então tem que ser a pressão atmosférica local, não pode generar exato. Exatamente. Exatamente. Então, pessoal, olha só que interessante. Então, quer dizer que a gente, né, para iniciar um diagnóstico no sensor map, a gente tem que primeiro saber o quê? a nossa pressão atmosférica local da nossa Região, tá joia? Mas para que a gente possa já partir para cima aí, pessoal, olha que interessante que que eu fiz aí, ó. O veículo ele já está na
marcha lenta, se a gente for analisar, né, no começo da imagem que ele tá a no início ali, ele já tá com aproximadamente, ó, 1,8, 1,9 a tensão, né, praticamente aí em marcha lenta. Só aí eu já sabia que tinha Alguma coisa errada com esse motor. ou o motor ele estava fora de ponto, alguma coisa estranha já estava acontecendo aí. Tá um pouquinho elevado, né? Então, no momento de aceleração que a rampa sobe, né, que a gente acelera, da plena carga, né, acelerador até até embaixo lá no açoalho, né, a gente percebe também, né, que
a gente tem uma turbulência fora do comum no momento de plena carga. E no processo de desaceleração desse motor, a gente tem o Processo de recuperação desse motor um pouco estranha. né? A gente não tem uma recuperação do motor bacana aí na desaceleração, no momento que a gente tira o pé, que começa a descida do MAP, né, até o momento dele de recuperação, né, para que ele possa estabilizar novamente em marcha lenta, a gente não tem uma recuperação interessante, né? Então aí caracterizando algo de errado, tá? E nesse caso aí, pessoal, a gente tinha um
Escapamento obstruído. Olha só que interessante. Na próxima imagem aí teve diferença, Laert. E aí, olha só, hein? Olha o antes e o depois. Que que eu fiz aí nesse caso aí, pessoal? Eu removi a som da lâmbada do local ali, né? Só para um efeitos de análise. Olha que diferença a gente teve, né, na imagem do sensor map. Percebam aí agora que no momento de aceleração lá em cima, no momento de plena carga, como já diminuiu um pouco a Turbulência, né, a gente tem que ter essa turbulência ali, tá? Mas não de forma excessiva, igual
a gente viu aí, né? Agora, olha que interessante na desaceleração, olha a recuperação do motor. Que forma que forma interessante aí agora que a gente teve a recuperação desse motor aí para que ele viesse a se recompor aí a marcha lenta. Olha só que interessante isso daí, né? E aí, Laert? Foi lá embaixo, né, cara? Realmente a tensão caiu, né? Patamares aí abaixo 0.5. C e depois você recuperou em relação a marcha lento, né? Começou realmente a encher o coletor de novo, né? Exatamente. Cara, que diferença. Deixa eu voltar aqui só pra gente. Olha só,
ó. Aqui no aqui chegou em 1 V, né, cara? Olha. Exato. Ó, abaixo 05. Muito bom, viu, Lucas? Cara, ou seja, Laert, o motor aliviou, né? O motor aliviou. Por que, pessoal? Ah, eu eu analiso assim, né, uma analogia ah bem interessante. Tudo que entra tem que sair, né? Então, ou seja, se entra oxigênio, ocorre os processos, isso tem que ser, né, expulso, né? Então, a gente precisa ter tudo isso em mente, né? Então, ou seja, o escape obstruído a gente não Tinha uma linha de descarga livre, então a gente tinha um acúmulo de pressão
fora do comum, retornando para dentro ali, né, do processo ali dos cilindros em si. Olha só que interessante. Na próxima análise aí, vamos lá. Opa, olha só, o transdutor de pressão de cilindro, né? Aí já também comprovou o que a gente acabou de enxergar no Sensor MAP, né? Olha só, a gente tem aí a rampa aí de exaustão sendo superior à linha de pressão atmosférica. Essa linha que tá traçada aí na nossa no nosso processo aí horizontal, ó, né? Era o limite que a rampa de exaustão teria que atingir. Ela ultrapassou aí o limite, né?
Olha só que interessante. Então, cara, comprovou, né, Lucas? Comprovando. Então, tem como você fazer a primeira análise bem rapidinho lá no sensor map, Isso. E você fazer uma comprovação com o transdutor e aí você fecha o diagnóstico. Agora, detalhe, você só removeu naquela situação a sonda lâmbida, não foi? Só a sonda lâmbida, cara. Então, e você já chegou à conclusão, pronto, não precisava desmontar escapamento, não precisava, sabe? Pessoal, tem que agilizar, tem que tem Que usar a cabeça, cara. Tem que usar a cabeça. Por quê? Você não vai, ah, agora vou soltar o escapamento para
ver isso. Não, pera aí. Vai soltar o coletor todinho. Solta a sonda. Se tiver a se tiver diferença no sinal, fechou. Aí o Lucas foi lá, ó, comprovou com o transdutor, mas ele sabia onde colocar a linha zero, que é a pressão atmosférica. E se ficasse superior à pressão de Escape, superior à pressão atmosférica, com certeza tinha obstrução no escape. Continua aí, meu amigo. Show de bola. Então, sabendo disso, ó, olha o próximo slide aí, que bacana. Vamos lá. Isso não. Epa, parou. Que é isso aí, rapaz? Pera aí. Deixa eu Não, is não é
isso não. Não vai exagerar também, cara. O Lucas agora exagerou. Vai, vai. Já começou. Vai. Olha só que interessante, pessoal. Ah, aí com o MT Pro, né, com o transdutor de pressão no cilindro, ele consegue fazer também menção para nós, né, do que está ocorrendo com os gases dentro do cilindro. Olha só que interessante, né? Então, aí ele tá fazendo menção para nós aí, ó, dos gases do processo de admissão dentro do cilindro. Se a gente parar bem para analisar essa imagem, a gente tem aí, ó, uma faixa vermelha aí, certo? Correndo Aí no quase
no meio da tela, né? Ou seja, Laert, por que que a gente teve uma alteração lá no sensor MAP? Olha só que interessante, porque não tinha para onde sair os gases, né, resultantes ali da combustão, porque o escape estava obstruído. Então, por que que a gente teve, né, uma desaceleração desse motor lá no sensor MAP bem curtinho ali e ele já retomava muito rápido e não descia, né, o motor não aliviava devido à obstrução da linha de Escapamento. Então tudo isso retornava para quem? Pro coletor de admissão. Show de bola. Então, olha só ali para
vocês verem, né? Então, a gente tem uma turbulência muito grande aí, né? No sistema de admissão. Olha a próxima imagem agora. Vamos ver. Olha só. Olha aí. Agora, através dessa informação, a gente tá analisando os gases de escapamento. Essa linha Vermelha traçada aí pelo próprio software do equipamento já está caguetando aí para nós que a gente tem uma obstrução gravíssima na linha de escapamento. Olha só para vocês verem aí a turbulência que ocorreu aí no processo aí de escapamento, né, pessoal? Olha só aí os níveis de pressão que chegou isso daí, né? E de acordo
aí com os graus de rotação aí também, né? Na parte de baixo ele tem aí os graus de rotação desse motor, até que ponto ele atingiu aí, né? Então, olha só que interessante. Então, pessoal, ah, nesse caso aí é por esse motivo que a gente tem uma turbulência, uma variação interessante ali no ponto de map, né? É por esse motivo que eu peguei essas informações para mostrar para vocês que o MAP é um sensor, né, muito importante para o diagnóstico também, né? A gente consegue localizar muitos detalhes. Olha só que interessante aí para vocês verem
o próximo slide, ó. Não vou mostrar agora não. Tem que ver isso aqui, ó. Ó, vamos lá. Ol, ó. Esse cara é o maluco do map. Com certeza. Isso aí eu nunca tive dúvida, viu? Isso aí eu nunca tive dúvida, viu? Tranquilo. Vamos pro próximo slide. Show de bola. Eu gosto, eu gosto de estudar bastante, né? Ou sensorizar. Ah, tá aí, ó. Opa, cara. Olha aí que bacana, né? Após aí a a desestrução aí, a correção, né? Olha aí para vocês verem agora a rampa aí no caso, né? De exaustão, ela não ultrapassou o quê?
A pressão atmosférica, né? Deixa aumentar aqui pra galera. Show. Olha aí, pessoal. Essa aqui é a linha, né, Lucas? Ó, isso, né? A gente tem a linha ainda. Ela não ultrapassou essa linha na horizontal, né? E não ultrapassou a Linha. Agora olha para vocês verem que interessante o comportamento agora dos gases dentro do cilindro. No próximo slide. Hum. Opa. Olha só. Olha o sistema de admissão agora, pessoal. O comportamento dos gases dentro do cilindro, né? Agora a gente vê que a linha vermelha lá, aquela faixa vermelha, né, tá bem em cima, né? Ou seja, agora
o motor tá, né, Respirando de forma correta e está aliviando também toda a pressão acumulada na linha de escape, que não saía, né? Então agora a gente não tem essa turbulência refletindo lá no sensor map, igual a gente viu lá no início, né, no sensor MAP. Olha agora os gases do processo de escape, pessoal. Que interessante que é o próximo calí porque tem tem uns elogios que a gente não pode deixar de receber, né, Lucas? Ó, ó lá. Esses caras são sinistros. Obrigado. Obrigado. Ô, meu amigo, tamos junto, né? Tem hora, tem hora, tem hora
que o bicho pega, tem hora que a gente realmente dá uma puxada no conhecimento e a coisa acontece, né, Lucas? Com certeza, né? Com certeza. Vamos lá. Olha aí. Agora tem diferença ou não? Totalmente, cara. Totalmente. Nossa, incrível. Olha, olha como Is é um script. É, Lucas, me conta aí, cara. Isso, isso daí é um script dentro mesmo ali do da análise, né, com o transdutor de pressão. Aí ele vai te dar todas as faixas, né, e registros ali que o próprio transdutor, né, ah, informou o o software, ele faz ali o cálculo em cima
dessas variações também de pressão, né, dos gases e informa para nós lá também. Show, pessoal. Olha só, começamos por Ali, mostrando um pouquinho a admissão, compressão de cilindro, eh com eh eh sincronismo real, sincronismo virtual. Aí vem o Lucas, não sabe brincar, chuta tudo e vem com o negócio de script. Como eu coloquei no roteiro da live que tinha script, então tudo bem, faz sentido, né? Mas não é para tanto, né? Mas é literalmente soltou os gastos, né? Bom, pessoal, é uma nova tendência, tá? A gente, eu sempre gosto de trabalhar dentro disso, Né? Dentro
dessa questão de que está aí no mercado, que está por vir, tá? Então, nós temos aí sincronismo virtual, sincronismo real, transdutores eh de pressão lá na admissão, no escape e chegando aí já fazendo parte do dia a dia da da de algumas oficinas a questão do script, tá? Mas você tem que dominar toda a parte teórica do motor, a dinâmica gasosa, como eu já falei, né, para você conseguir interpretar os scripts, tá? São as rotinas que o que a Máquina faz para te dar um resultado, mas você tem que saber o que é aquela linha,
se entendeu, se ultrapassou a pressão atmosfória, se não ultrapassou, qual é o valor de pressão máximo. Então o principal não é o equipamento, tá? Isso vou repetir sempre. O principal é o reparador, é o técnico automotivo. Você que tem que táar fazendo treinamento, tem que tá sempre estudando, lendo livros, assistindo vídeos selecionados. E a partir daí é que você vai adquirindo novos equipamentos. Então o equipamento ele tem que tá no nível do proprietário, do técnico, porque muitos técnicos fazem o seguinte, eles pegam, né, com uma condição financeira bacana, show de bola, começa a pegar equipamento
top, só que o nível de complexidade desse equipamento é alto. Você vai ter que correr para ficar aqui, para você conseguir trabalhar com ele. Então, faça o seguinte, faça um favor para você, paraa sua oficina, pro seu bolso, para todo mundo. estude, se desenvolva e aí você vai adquirindo e fazendo o quê? puxando o máximo daquele equipamento. Hoje eu eu digo para vocês, hoje eu digo para vocês, eu puxo do new do eu puxo do pico scoop, eu consigo puxar aqui uns 90% dele aqui, porque realmente eu uso os recursos que ele tem, as configurações,
vocês nem imaginam, mas isso é em cima direto, Virando noite, estudando, aplicando na prática, tá? E muita coisa aind para aprender desse desse equipamento, né? Eu particularmente gosto muito dele, como o Lucas gosta muito do MT Pro e tem muita coisa para aprender. Não, Lucas, nossa, Deus do céu, tem bastante coisa para aprender ainda, né? Eh, vamos lá. Eu vejo assim, só pegando esse gancho do Laert aí, pessoal. Valeu. Ah, A questão do analisador de motor, pessoal, é algo totalmente diferente de tudo, né, que a gente está acostumado, né? Porque eu vejo assim, que nem
o L falou, ele exige muito do reparador, do conhecimento técnico, né? Porque até mesmo na forma que você vai preparar o equipamento para poder para que ele possa fazer executar a análise para você, você precisa, né, conhecer, porque você precisa colocar informações técnicas ali, dependendo da situação, Para que ele possa analisar para você, né? Então, não tem para onde correr, né? O profissional ele precisa ter o conhecimento, não tem para onde correr. Beleza? Olha só que coisa. Você tem que alimentar o equipamento, né, com informações, mas você tem que saber quais são as informações. Você
tem que saber o que que você vai vai alimentar o equipamento. Beleza? Show de bola. Bom, seguinte, estamos chegando ao final, mas tem umas coisinhas aqui para nós ainda. Vamos lá. Vamos lá. Que é isso aqui, Lucas? Olha só que que apareceu aí. Negócio sensor de rotação. Um um sistema de ignição como um trigger aí, né? com a pista indutiva. Olha que interessante. O que que a gente consegue ver através disso aí, hein, Lerd? Olha só, olha só. Equilíbrio de cilindros através do sensor de rotação, ignição. Caramba, é equilíbrio de Cilindro. Olha, olha só que
legal, né? Galera aí, Lucas. Olha só que interessante, pessoal. através do sensor de rotação e uma referência de ignição do primeiro cilindro, eu consigo, né, o software vai calcular para mim aí a velocidade angular de cada cilindro, rapaz. Como é que é isso aí, ó? Como é que é? Como é que é? A velocidade mesmo, a velocidade angular de cada cilindro. Nossa. Então, a contribuição que cada cilindro dá para girar lá o motor. É isso. Exatamente. Nossa. Exatamente. Agora, olha só que interessante, né, essa análise. Só utilizando ali, né, vamos se dizer assim, dois sinais,
duas informações. Olha o que que eu consigo, né, enxergar depois com o analisador de motor com essa informação aí. Próximo slide. La Fazendo grande favor. Opa. Eita, meu Deus do céu. Agora pronto, né? Parou. Vamos encerrar por aqui. Encerrar por aqui. Vamos encerrar por aqui porque já passou do limite, né? Olha só. Falha no bico dos terceiros cilindros, tempo de abertura real menor. Nossa, cara, explica isso aí. Vamos lá. Vamos lá, pessoal. Tá chegando. Olha só que interessante, né, pessoal? Ah, através do sensor de rotação e o trigger de referência do primeiro cilindro, né? Ah,
a gente faz ali a calibração do software, do equipamento, né, informando para eles, pro software a sequência de explosão desse carro, nesse caso aí, né, era um pálio, então é a sequência de explosão 1 3 4 2, tá? É uma das informações que eu tenho que informar o software. Eu preciso informar o software, o meu trigger de referência, se é do primeiro cilindro, segundo, Terceiro ou quarto. Nesse caso era no um. E eu tenho que informar as especificações da roda fônica, se é 60 dentes men 2, se é 36 - 2 e assim sucessivamente. Com
essas informações, eu consigo analisar daí no caso, né, a velocidade de cada cilindro. Nesse caso aí, olha que interessante, a gente percebe que, né, os o a linha verde aí do gráfico, ela está abaixo dos outros cilindros. Ou seja, a velocidade, né, desse cilindro, A eficiência desse cilindro estava menor do que a dos demais cilindros, né? Porém, olha só que interessante, aí começa a interpretação, né, do script em si. Porém, nesse momento em que tá no início da esquerda pra direita, antes dele subir esse primeiro pico de aceleração, a gente percebe que, né, esse motor
está em marcha lenta, tá? Então, olha só, ele tem uma perda de rendimento na marcha lenta. Porém, na hora que a gente Acelerou esse carro, que é nos picos aí de acelerações, a gente percebe que o cilindro ele, o terceiro cilindro, ele tem uma resposta interessante. Olha só que que negócio bacana, né, pessoal? e depois ele retoma na marcha lenta de novo. A gente percebe que ele não tem uma boa eficiência, porém nos processos de aceleração, olha só, o cilindro ele consegue até acompanhar, né, em termos da velocidade. Olha só que negócio interessante, né, Laert?
Cara, engraçado, no na aceleração ele tem um ele consegue alcançar os demais. Exatamente, né? Só que na marcha dele ele já não consegue, né, cara? Exatamente, né? É um defeito clássico aí de injetor, né, Lert, quando ele tá com com o tempo de abertura real dele ali, diferente dos demais, né, cara? Que bacana. E assim, um problema um problema só acontece no regime específico De de do motor, um regime de funcionamento do motor. É isso que pega muitos reparadores. Ah, ele ele só falha na alta, ele só falha na baixa, né? Então, exatamente, cara, muita
coisa, muita coisa, cara. Que como é o nome desse, como é o nome desse script aqui? É o script, é script equilíbrio de cilindro. Cara, que legal. Vamos ver aqui. Vamos lá. Vamos lá. Vamos ver o próximo aí, ó. Olha aí, após a correção aí, a troca do injetor. Teve diferença ou não? Pronto. Aí ele conseguiu estar ficar ficou homogêneo tanto em marcha lenta. Isso. Como em aceleração. Fechou. Aceleração, né? Porque com script consegue comprovar a eficiência do diagnóstico, não é isso? Exatamente. E e agiliza muito, Lert, para você ter uma ideia aí, só de
forma Breve, a gente consegue identificar falhas aí, né, de ignição nesse script, falhas que nem nesse caso de injetor, né? a gente consegue avaliar aí a eficiência do motor em si, né, também e até mesmo se a gente tem uma perda de compressão de algum cilindro, né, aí também nesse script aí, se a gente tem um problema de motor também. Perfeito, meu amigo, vamos seguindo. Show. Bora lá. Eita nós, hein? Meu Deus. Vamos não. Vamos acabar com esse negócio, rapaz. Ó, já estão chamando a gente de monstro. Cadê? Não, pera aí, deixa eu voltar. N,
pera aí, só um momento. Os car, ó, ó, tá aqui, ó. Só os elogios. Esses caras são os monstros, né? Eu não vou conseguir dormir. É isso mesmo. Ah, pessoal, tá aí, ó. Demorei um pouquinho para fazer essa aula, mas agora fiz primeira mesmo, cara. Show de bola. Olha só, pessoal. Olha, Lucas, para cima agora, pessoal. Olha só que interessante. Esse é um dos scripts aí que eu acredito que daqui uns anos a gente já tá usando muito, né? Mas daqui uns anos a gente vai usufruir e muito dele, né? Que é um script que
o MT Pro tem, que ele consegue saber e informar para nós de uma forma gráfica se a a se a gente teve ou não variação dos comandos. Olha só que interessante. A gente apenas precisa fazer a menção aí do sensor de rotação, né? sensor de fase e uma informação de ignição, né? Através desse dessas informações, desses sensores, a gente vai executar ali processos de acelerações, né? Ã, tem veículos que ele vai ter a variação do comando ali parado, você solicita a plena carga e tem veículos que você só vai enxergar os comandos variando com o
carro em movimento, tá, pessoal? Olha só Que interessante aí no próximo slide, né, desse carro aí. Então, a alimentação da informação da máquina no analisador é sensores de fase, rotação e ignição. Isso. Nesse caso aí eu tenho rotação em azul aí, né, que ele tá na forma senoidal, é um sensor de rotação indutivo. E a gente tem aí na imagem de cima verde a o comando de admissão e em vermelho o comando de escape. Show, né? Então aí a gente consegue saber, para Você ter uma ideia, o software a gente consegue saber quantos graus o
comando variou, né? Então é muito bacana, muito bacana mesmo. Não, aí não dá para interpretar não. Isso aí não. Isso aí não dá para interpretar não. Isso aí eu já fiquei foi tonto aqui. Pera aí. Olha que interessante, cara. Cara, Laert, isso é o que eu acabei de mencionar, né? A gente enxergou aí a variação do comando. A primeira imagem é O comando de admissão. A segunda imagem aí na parte de baixo é a variação do comando de escape. Mas olha que detalhe interessante desse carro aí, Lert. Esse carro aí é um HB20, né? Aquele
é 2020 esse carro, tá? É aquele GDI turbo 3 cilindros. Nossa, tá analisando aí as variações do comando, né? Mas olha que detalhe interessante. Na primeira na primeira imagem aí nos regimes de aceleração, que é essa linha Branca que tá cortando a parte azul e vermelha, é os regimes aí de aceleração. Olha só para você ver que interessante, Laert, que o comando de admissão no momento da aceleração ele adiantou. Você viu que a que o vermelhinho no momento da aceleração ele desceu, certo? Tá vendo, ó? Então quando ele desce é um informativo para nós que
o comando ele adiantou, né? Tanto os graus ali, os graus Específicos aí, né? Nesse caso, nesse carro ele chegou a adiantar ali parado, tá? Até 32º ele adiantou. Olha que bacana, né? Já contrapartida, na imagem de baixo, a gente percebe que o vermelhinho ele tem uma resposta para cima, né? Invadindo ali, no caso a linha azul. O comando de escape nessa situação da aceleração, ele atrasou em relação ali, né, ao comando de admissão que adiantou. Olha que bacana isso daí, Lerdão, então você sabe que ele vai teve a variação, ocorreu a variação do comando. É
isso. Exatamente. Então aí, né, um exemplo, tá, Lert, um exemplo. Esse carro aí era um um HB20, né, no qual ele tinha apenas 1000 km eh 1000 eh é 1000 km ali rodado, né, no caso ali, né? Não, não tinha rodado quase nada. É um carro zero que eu peguei essa informação aí. Por quê? Eh, ele levou para nós pra Gente fazer uma instalação de um sistema ali para deficiente, né? Ah, já aproveitei logo e peguei essa informação. Você não perde tempo, né, rapaz? é extrema, extremamente bom para mim saber futuramente, né, ah, os graus
de variação desse comando aí, se, né, surgir alguma falha aí, né? Olha só quanta coisa legal. Isso aí não é nem Nem 2% do que esse equipamento faz, viu, Laert? Cara, olha, eu apertei até com medo aqui o último slide aqui. Se tivesse mais alguma coisa, eu caí dessa cadeira aqui, certo? Que eu vou dizer, viu? O aí ó, pessoal aqui do chat já tá tudo aqui tonto. Tão dizendo que a gente é maluco, é bruxo, né? Mas enfim, né? Meu amigo Lucas Oliveira, 2:05, tá? Muito conhecimento, indo e voltando, Tá? Quero saber para você,
pergunta que vocês no chat, gostaram da live ou não gostaram? Voltamos em grande estilo ou não? Prestem atenção o que foi passado para vocês, cara. coisa, informação de alto nível, tá? Que realmente deixou a galera hipnotizada, mas foi só hipnotizado por causa desse dessa imagem aí, viu? Não tinha aqui, né? E pessoal, ó, script, transdutores, tá? Tanto de admissão, pressão, sincronismo virtual, Sincronismo real, muita coisa boa para vocês aqui, tá certificado que vai sair para vocês depois de terminar aqui a live. Mas primeiramente eu quero aqui pra gente não esticar muita baladeira, tá? Chegando aqui
já às 10 horas aqui. Pessoal que tá na porta já querendo derrubar a porta. Eh, Lucas, muito obrigado, meu querido. Show de bola. Certo, tamos junto, pessoal. Só lembrando, tá programado Paraa próxima live acontecer dia 19 de agosto, tá? Vamos falar aí, tá tudo previsto. Motor EA 211 e motor THP, um especialista nosso amigo aqui, que eu já divulgo, depois eu vou divulgar. Mais, hein? Tecnologia embarcada, só que não falta. Particularidade desses modelos de motores, cara, muita coisa boa. Top, top. Mas essa aqui, vamos só deixar aqui um ponto bem claro, foi top. Pense numa
live bacana. Agora, Lucas, te agradeço a Presença e a oportunidade de você nessa sua correria aí, que esse cara é muita coisa para fazer ao mesmo tempo, mas pela amizade aí nosso, né, a gente sempre faz treinamento junto online aí paraa galera, isso aí. E é um potencial, o cara realmente faz a diferença, sempre tirando dúvidas, sempre aprendendo mais com a gente aí, todo mundo aprendendo junto. Lucas, palavras finais aí, cara. Te agradeço Demais. Deixa um recado aí paraos meus amigos do chat aqui que querem aprender diagnóstico avançado, diagnóstico por imagem, que querem ter o
primeiro contato com analizador. Abraço, meu querido. Fala aí pra galera. Um abração aí, Lert. Ol, primeiro eu quero agradecer aí, né, pela oportunidade de estar mais uma vez aí contigo, né, participando aí desse bate-papo, né, dessa live aí, né, e o que eu tenho para falar aí pro pros Amigos do chat, né, pessoal, não tem para onde correr, né? Ah, às vezes a gente tem o hábito ali de querer prolongar e prorrogar algumas coisas, né? Então, tem hora que a gente tem que partir para cima mesmo e fazer as coisas acontecerem, né? Se a gente
esperar, a gente é engolido, rapaziada, de tanta tecnologia. Lá, né? Ah, e também queria agradecer aí também ao pessoal aí da Simplo aí pela oportunidade de estar participando aí, né? Ah, a Simplo aí Também eu eu utilizo aqui na oficina, né? já tenha um bom tempo. Tem muitas informações bacana aí, pessoal. Agora com essa nova tendência aí do osciloscópio, o pessoal também já tá ah eh vamos se dizer assim, atualizando muitas informações aí, né, que a gente precisa de de quanto mais informações, né, a gente tiver, melhor vai nos auxiliar aí no diagnóstico, né? Então,
eu só tenho agradecer a vocês aí. Pois é, pessoal, lembrando, tá? Acesse o Blog, acesse o site que tá aí, pessoal. Coloquei o site novamente. Não perca a oportunidade, muita coisa boa, tá? Vai ter tem um vai ter uma novidade nesse site aí. Acesse o QRcode ou acesse aqui o site com o blog da CPO com matérias técnicas. Mas desde já quero agradecer a presença de cada um de vocês que sempre acompanham o nosso trabalho, tá? que sempre ficam até o final anotando, perguntando, sempre melhorando na oficina e nós estamos aí. Beleza, Magn? Show de
bola. Agradecendo pessoalmente aí vocês, Magnum, grande amigo nosso do Simplo, cara fera aí, sempre incentivando a educação, sempre incentivando o desenvolvimento. Renê Gob aí, nosso grande diretor, nosso grande mestre aí também sempre na frente aí dizendo: "Ó, ensina, faça o conhecimento, esse é o nosso dever, né? nosso nós temos que ajudar o mercado, nós temos que fazer a nossa parte, não só a informação técnica, que já é um, já Faz a diferença totalmente na oficina, mas também passar como utilizar, fazer acontecer, realmente mudar o dia a dia do reparador, facilitar a vida dele. Então, pessoal,
novamente agradeço. Provavelmente a gente vai conversando com vocês nas redes, nas redes sociais. Dia 19 teremos outra aula do treinamento mestre automotivo promovido pelo Simplo. Pessoal do Simple aí, novamente agradeço essa oportunidade, esse espaço, novamente o Lucas aí e daqui a pouco Estaremos juntos novamente. Boa noite galera, fi com Deus, até a próxima. Valeu. Valeu, pessoal. Boa noite a todos. Até a próxima aí. Valeu, um abraço, valeu, garoto.