Abra a sua Bíblia lá em João, capítulo 14, diz assim, verso 8, diz Felipe: "Senhor, mostra-nos o Pai e isso nos basta". Jesus respondeu: "Você não me conhece, Felipe? Mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo, quem vê a mim vê o pai.
Como você pode dizer, mostra-nos o pai? Você tá vendo como é que a gente tem uma ideia de ver Deus a partir do poder e não de conhecer o pai a partir da relação? Jesus tá dizendo: "Olha, você me conhece, então se me conhece, você conhece meu pai.
O que que Felipe tá pedindo para Jesus? Faça alguma coisa que prove para nós que você veio da parte de Deus. Então, o que que Felipo tá pedindo?
Um escravo qualificado e não um filho. Quem que vai transformar o mundo? Aquele que carrega seus valores ou aquele que você capacitou?
E muitas vezes tentando capacitar seus filhos, você perdeu o seu tempo de comunicar para ele o quê? Seus valores. Aí ele ficou longe dos seus valores, buscando capacidade.
Bem devagar. Ele ficou longe dos seus valores, buscando capacidade para, enfim, ter o direito. Depois, quando ele volta, ele quer ardar a empresa, mas não quer ardar a família.
E a primeira coisa que ele vai fazer a hora que ele ardar a empresa é cortar todos da família que dá um trabalho para ele, inclusive você entregando você para um cuidador. [risadas] Eu não tô te apavorando não, amado. Fica tranquilo.
Eu tenho 66. Eu tô do lado de cá. Posso falar uma coisa quando eu falava isso com menos de 50 há 20 anos atrás, agora eu tô falando isso com mais de 60.
Você acha que existe ambiente isento disso? Você acha que a religião protege gente disso? Então vou te falar, quem tá fazendo os cortes mais rápidos?
As igrejas. As igrejas hoje são um ambiente onde os velhos são descartados de forma mais rápida, cruel e passiva. Entrega para um velho que deu a vida pras famílias um apartamentinho de 60 m², que não consegue receber um casal.
Se ele não for milp, ele não consegue ver a televisão que ele senta na sala para ver. Entendeu ou não, irmão? O rol desse apartamento não consegue manter uma conversa de 15 minutos em pé e o povo acha que tá tudo certo.
Quais são as primeiras pessoas que a gente tira do culto, Alexandre? o velho e a criança, porque os dois incomoda pela mesma coisa. Eles falam um trem que ninguém entende.
Agora é curioso quando você coloca um velho que fala um trem que ninguém entende junto com a criança que fala um trem que ninguém entende, os dois se entendem. Então quem será que não tá entendendo? O que o velho e a criança entenderam não é o que se fala, é quem fala.
Ser treinado no que se fala é vez. Ser quem fala é voz. E nós precisamos parar de treinar aquele que tem vez pelo que fala para ser aquele que tem voz por ser quem fala.
Amém, irmãos. Jesus amado. Aí Jesus continua, ele diz assim: "Tô aqui, ué, você não crê que eu estou no Pai, que o Pai está em mim?
As palavras que eu tenho dito não são apenas minhas. Ao contrário, o Pai que vive em mim está realizando a sua obra. Creio em mim quando digo que estou no Pai, que o Pai está em mim, ou pelo menos creio por causa das obras.
Digo a verdade. Agora, presta atenção. Aquele que crê em mim fará as obras que eu tenho realizado, mas fará ainda maiores do que essas, porque eu estou indo pro Pai e eu farei a o que vocês pedirem em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho.
O que vocês pedirem meu nome, eu farei. Presta atenção. Jesus não garantiu que nós vamos fazer as mesmas coisas que ele fez.
Isso é uma obrigação. Jesus garantiu que nós vamos fazer coisas ainda maiores. Isso é uma inspiração.
Quando você toca sua vida do jeito que você tá tocando, qualificando mão de obra, você tá deixando pros seus filhos uma obrigação de fazer bem feito o que você já fez ou uma inspiração para partir de você fazer o que ele ainda não fez. Então, você tá qualificando alguém para manter bem, você já fez ou você tá sendo na vida dele uma inspiração para através do seu testemunho fazer o que você ainda não fez. Então, Jesus é a obrigação da igreja ou a inspiração do mundo?
Jesus entregou a igreja como uma coisa ser mantida como obrigação para nos atender ou um ambiente favorável para que a partir desse ambiente a gente faça o que ainda não fez. Então, nós estamos arrastando nossos filhos paraa igreja para manter o que já foi feito, como se fosse uma empresa herdada, ou dentro desse ambiente eles vão poder assumir o risco com segurança de fazer o que ainda não fez. Você tá deixando como legado pra sua família.
É para que as próximas gerações a partir de você sejam inspiradas com você, louco da cabeça. Adormeceu pensando em fazer uma coisa e amanheceu querendo plantar laranja. E isso era uma insanidade.
Então, as próximas gerações vão inspirar em você a fazer o que elas nunca fizeram ou vão ser obrigadas a manter o seu pomar de laranjas? Tudo aquilo lá é um patrimônio a ser mantido ou é um legado de cultura para inspirar transgressores como você, gente que não se conformou. O que que nós recebemos como legado?
a inspiração para fazer o que ainda não foi feito ou obrigação de manter o que já tá feito. Você quer manter o que você já fez? Contrata um escravo, mas não corrompa seu filho.
Quer inspirar alguém para fazer o que ainda não foi feito? Então, comunica seus valores pros seus filhos e invista tudo que você conseguiu até agora em formar uma cultura e não em aprimorar uma prática. Não adianta ter os melhores produtos do mundo se nós não estamos transformando as pessoas do mundo?
Não adianta. Você é frustrante você lá na escola ficar ensinando técnica se você não forma pessoa. Não é não, professor.
É de torar, não é? Nós nós começamos a nossa conversa aqui falando de Lausane e um momento histórico na nossa história, um momento histórico na nossa história em que as nossas lideranças entenderam que o evangelho precisava ajudar as pessoas, usando a expressão que você usou aí agora, a aterrar a vida, né? E aí me chama muita atenção nesse texto que você leu, trouxe pra gente aqui.
Eu vou voltar no mesmo texto, vou voltar no mesmo lugar e voltar um pouquinho acima. Eu eu pergunto muito para algumas pessoas próximas quando foi que Jesus nos prometeu que nos levaria pro céu? E é uma pergunta que eu sempre faço.
Qual foi o momento em que Jesus prometeu pra gente que nos levaria pro céu? É uma pergunta tão simples essa, né? E quase sempre a resposta das pessoas é esse texto que Jesus fala: "Olha, na casa do meu pai há muitos aposentos".
É o início do capítulo aí. Então eu vou preparar lugar para vocês na casa do meu pai. E aí, assim, eu eu vou aparentemente dar uma volta, mas eu vou retornar eh no ponto de onde nós começamos e na mensagem que tá sendo trazida aqui.
Parece que eu vou viajar, mas segura um pouquinho aí, você vai ver onde nós vamos voltar. Quando um judeu dos dias de Jesus usa a expressão casa de meu pai, ele não tá falando do céu, ele não tá falando invisível. Quando Jesus foi encontrado aos 12 anos pelos pais que o haviam esquecido, ele disse: "Por que que vocês estavam preocupados?
Vocês não deviam me encontrar aonde? Na casa do meu pai. " Ele tava falando do quê?
do céu. Quando Jesus pega um chicote, derruba mesas e mexe com todo mundo que tá ali, ele diz: "Vocês estão fazendo da casa do meu pai um lugar de câmbio, um lugar de comércio, aonde ladrões têm se escondido. " De novo, ele tava falando do céu, não.
E aí, nesse texto aqui, Jesus usa uma expressão muito forte. Quando o pessoal pergunta para onde que você tá indo? Ele diz: "Vocês sabem para onde eu vou?
Ele usa a expressão: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". A expressão literal aí é muito interessante. Erê, Derê, Shaim.
São nomes de três portas que estavam no templo. Porque Jesus tá falando do templo o tempo todo. Jesus tá falando: "Eu sou a porta que se chama caminho, a porta que se chama verdade, a porta que se chama vida.
as três portas do templo, quando a pessoa entrava e terminava de frente da arca da aliança. Então, perceba que o evangelho que Jesus apresenta para nós é um evangelho aonde nós estamos inseridos no aqui e agora. Nós somos conectados com o eterno.
Nós somos conectados com o céu. Nós somos conectados com o invisível, como nós começamos essa reunião aqui. Todos nós aqui somos seres que atingem com as nossas mãos o céu.
As nossas orações, segundo nós aprendemos em Apocalipse, elas chegam ao céu conforme um incenso e voltam pra terra como se fosse um trovão. Então, as nossas orações acessam o céu e trazem consequências paraa terra, porque nós estamos aqui e nós fomos chamados para interferir aqui como filhos que percebem a responsabilidade do Pai. Então, quando Jesus diz, vocês sabem para onde eu vou, vou construir uma morada pro Pai, que são vocês mesmos aqui, todos nós.
Eu sou essa referência para vocês de uma pessoa habitada. >> Eu sou essa habitação. >> Eu eu sou essa referência para vocês de uma habitação do qual vocês também vão ser.
E esses os aposentos que eu estou preparando pro meu pai. O diabo fez a gente pensar que o homem vai morar com Deus, >> sendo que Apocalipse diz que nós somos a habitação de Deus com os homens. Então, a gente tá achando que Jesus foi preparar uma habitação no céu.
Não, ele está preparando a habitação de Deus na terra com os homens. e a nossa ingenuidade de levar as pessoas pro céu, ao invés de trazer o céu para as pessoas que estão aqui na terra, o céu do invisível, o céu do eterno, o céu do que não é efêmero, o céu aonde nós guardamos as coisas que de fato tem valor. >> E aí as pessoas acham que quando a gente tá falando isso é porque o nosso empenho de transformar a terra é porque nós vamos salvar, porque finalmente a gente vai ter um lugar aqui, uma casa que presta, uma rua que presta.
Não, M, eu não tenho essa ilusão não, porque a Bíblia diz que isso tá tudo reservado para fogo. Quando a gente tá falando isso é o empenho, o compromisso de transformar a Goiânia numa cidade justa vai formar um povo pleno. Mas enquanto a gente vier fazendo uma cidade que presta só para mim, o povo não presta porque é egoísta.
Mas quando eu tiver fazendo uma cidade que presta para todo mundo, o povo passou a ser o povo habitável. Aí Deus quer morar com esse povo. Mas Deus não vai vir morar com um povo que resolveu o problema de quem?
Dele, aquele pedacinho de trem que resolveu o problema dele, achando que Deus agora vai baixar no poleiro que eu arrumei para ele no meu altar. Não, man. Deus não tá escolhendo o altar que ele vai descer.
Explicar uma coisa para você. Se Deus fosse só Deus, ele ia no melhor culto. Quem é pai aqui?
Se você tiver um filho com problema e um filho sem problema, qual o quarto que você visita primeiro? É mesmo? Então Deus como Deus escolhe o melhor culto, mas como pai ele ia no pior.
Então talvez nesse Deus nesse momento agora como pai esteja indo pro pior culto, que é onde o filho dele tá precisando. Amém, irmão. >> Amém.
>> Glória a Deus. Então, nós estamos fazendo um culto para receber Deus ou nós estamos provendo um ambiente para encontrar o Pai. Amém.
Então, esse esforço é para formar a pessoa. E aí, Cláudio, o nosso esforço aqui é de inspirar e não de gerar um padrão. Nós não estamos aqui para gerar um padrão de comportamento.
Então, eu quero que você entenda, vou fazer uma linguagem pedagógica aqui agora. Então, a igreja é um ambiente conta família, a mesa onde todas as gerações se encontram e os recursos são compartilhados de uma forma inspiradora. Então, não é um rito onde todo mundo senta e come apressadamente seu próprio pão.
Então, o elemento mais essencial da vida da igreja é sua pedagogia e não a sua liturgia. Amém? Então, vou pegar meu amigo Fábio aqui.
Vem cá. Eu tô tendo essa liberdade com o Fábio, que a gente é amigo há muito tempo e já compartilhamos nossas dois intimidades e eu sei muito bem que que vai no coração dele. Então, só dois amigos que se conhecem, t segurança da relação, podem se expor publicamente, com todo constrangimento, sem nenhum comprometimento.
Então, como eu conheço a história, o compromisso dele, o empenho e também dou testemunho de como o Fábio, no seu ímpeto de ver a coisa resolvida, já enfrentou muita bagaceira, sendo às vezes até mal interpretado porque era seu esforço intuitivo de fazer diferença. E aí fica de boa, porque quando a gente tem essa intuição de fazer a revolução, a gente é mal interpretado, bem interpretado, mas graças a Deus a gente pode pertencer ao grupo daqueles que nem todo mundo fala bem da gente, porque a hora que todo mundo começar a falar bem da gente é porque a gente tá perto de virar um capeta. Então, amém.
Amém, irmã. É isso. A hora que todo mundo falar bem do você, fica esperto que em algum lugar você se desviou do seu propósito.
Então, quando alguém falar mal de você, você, uh, tô acertando. Então, é o seguinte aí, eu vou chamar aqui o Tino. Vem cá.
Pode trazer seu filho bem junto. Eu esqueci seu nome, Henrico. Beleza.
Eu sei que ele já se conhece, mas eu queria aproveitar hoje esse ambiente pedagógico para fazer as devidas apresentações. Esse é o ambiente. Tininho, esse aqui é o Fábio.
Fre, você aqui é o Tininho. >> É. Você conhece a família dele, o pai dele?
Fala de quem que você é filho, que que seu pai tá lá. >> Ah, [risadas] guerreiro essa história do >> Tá vendo >> que história? >> Tá vendo?
E às vezes na relação direta, o Altino lá com as suas ansiedades de pai não conseguiria ajudar o filho dele. Como o irmão pode ajudar? O Tinho é um transgressor, é um cara que não quer se contentar em simplesmente fazer bem feito o que já foi feito.
Então esse encontro aqui é para que vocês se adotem legal >> e contem suas histórias. Eu posso contar para ele que eu tô tomando uma surra aqui hoje. Eu posso falar para ele que eu tô tomando uma surra aqui hoje?
Estamos >> senão tá sozinho. E tudo que não falta na sua história é sinceridade. Mas encontros como esse podem devolver o quê?
Sensibilidade. Isso aqui é uma escola. Sabe quem vai conseguir pagar pro Tinim o que esse encontro aqui pode promover?
Quem vai pagar essa escola pro Fábio para ele devolver para ele mesmo a virtude de comunicar virtude? Porque se não houver esse encontro, sabe quem vai desfrutar de toda a virtude do Fábio? As laranja, >> só e nós vamos chupar ela sem o menor pudor.
E pra desgraça ainda, ainda vai achar alguém lá que no saco da laranja fala assim: "Essa tá ruim". >> Para quem não sabe, o Fábio planta laranja. Vou explicar.
Ele é o plantador de laranja de Rais. Então eu queria trazer isso assim de forma tomando a liberdade que a gente tem de amigos. E sabe quem vai ser o maior beneficiário dessa cultura de valores?
Ele vai herdar a terra. Ele vai ter >> porque isso aqui vai ser uma relação o quê? Que inspira.
Mas se a gente não quebrar, isso aqui vai ser padrão de obrigação. E isso aqui vai ser o medo da obrigação. E aí o medo da obrigação pode transformar um transgressor em delinquente e pode transformar uma fonte em velho.
Aí ele já não dá mais fruto porque ele virou um cuidador de relíquias. E esse aqui não gera fruto porque ele virou um delinquente. Mas quando você faz esse pacto de vida, então você pode dizer pro Tin: "Tudo que eu vou te contar fará com que você faça coisas ainda maiores.
Eu tô te contando isso porque você vai poder fazer o que eu fiz. Mas não se contente, se inspire, porque você fará ainda e aí quem vai fazer ainda maiores? Acabou.
>> Acabou, gente. Meu irmão, isso tá feito. Isso tá prometido.
Você tá perdendo o seu tempo, tentando fazer o que não tá feito, em vez de aproveitar de forma sobrenatural o que tá feito. Isso aqui é uma promessa. Você quer ter a participação do Espírito Santo?
É isso aqui. Sabe qual o compromisso que Deus tem com o que você tá fazendo? Zero.
Sabe qual o compromisso que Deus tem com esse processo? 100%. Isso aqui já nasceu bem-sucedido.
Acabou. Você não vai perder um minuto da sua vida tentando salvar o que já tá salvo. Glória a Deus, irmãos.
>> Esse foi o caminho que Deus escolheu para gerar seus filhos. Não é treiná-los, porque senão eles vão ficar cada dia mais ansiosos, pensando que eles têm que fazer bem feito o que já foi >> feito e não ter coragem de ousar, ainda que um pouquinho mal feita, a fazer o que ainda não foi feito. Por isso que muita gente não entende porque eu insisto no Mateus vim aqui interromper um tocador de bateria que toca melhor do que ele para ele ter coragem.
Nós estamos querendo resolver um baterista, mano. Nós estamos pensando em estimular o Mateus para nós ter um tocador de bateria melhor do que o que tá tocando hoje. Sabe quem vai tocar uma bateria melhor do que que o Mateus toca ou do cara que tá tocando hoje?
Sabe que dia que isso aqui vai atravessar? Sabe que dia que isso aqui vai entrar fora do tom? Sabe que dia que isso aqui vai errar um compasso?
Sabe que dia que isso aqui vai errar uma harmonia? Sabe o que que nós estamos fazendo? Nós estamos ensinando isso aqui a pensar como isso aqui.
Alguém aqui tá entendendo o que eu tô falando ou não? >> Pensar, porque ele vai pensar que ele vai ter que assumir um padrão comportamental que ele não erra para ser o quê? aceito.
Sabe que dia que ele vai ser isso aqui? Nunca. Então, o que que eu garanti pro futuro dele?
A realização ou a frustração? >> Então, pronto. Então, investe no que o capeta tá querendo ensinar o povo a pensar, a ser repetidor de missa, porque o que que você tá garantindo pro futuro?
Pessoas o quê? Frustradas. A América campeão de depressão e o Brasil campeão de ansiedade.
Ó o caminho que nós estamos seguindo. Ó para onde nós estamos exportando nossos filhos. Pro matadouro vendidos como gado de elite, porque nisso nós são bom.
Meu Deus do céu, meu Deus do céu. Inspiração, ausência de culpa. Sabe como é que você pode libertar esse menino da culpa?
Responsabilidade. E você segura a onda. Amém.
Amém. Tô aqui, meu filho, para você poder errar. Você me dá 5 minutos?
>> Claro. Se tempo se quiser, meu irmão. >> Eu quero 5 minutos só.
Essa, esse momento foi feito para mim em dois sentidos. A minha mãe ficou viúva com 28 anos, com quatro filhos. Naquele momento, a cidade a chamou de louca.
O meu irmão mais o o caçula tinha 15 anos. Ela emancipou ele com 16 e ela tinha uma pequena propriedade, pequena propriedade mesmo, mas a gente achava que a gente era filho de fazendeiro. E aí a gente foi conhecer isso, meu irmão com 16, o gerente do banco chama de louca, a sociedade inteira falou: "Essa viúva vai jogar tudo fora".
E ela entregou essa pequena propriedade, foi no gerente, abriu uma conta para cada um e falou para eles: "Olha, todo mundo vai trabalhar, não interessa como e que o que vocês têm é isso aí". E ela foi pro balcão. Eu quero dizer para vocês que ela fez o contrário que eu fiz até hoje.
Ela não protegeu ninguém. Dessa oportunidade, desse risco total, todo mundo se virou, todo mundo se esfolou, se arrebentou. Um saiu de um lado, outro saiu do outro, todo mundo se salvou.
E nós estamos aqui protegendo os nossos filhos, treinando os nossos filhos. Muito obrigado, Paulo. Muito obrigado.
Eu precisava de ouvir isso. Eu tenho dois filhos. Graças a Deus, eu não posso queixar dos dos meus dois filhos.
do Paulo Sad. São dois príncipes, mas eu preciso imediatamente de resolver uma questão na minha vida que tem me amolado muito, muito mesmo, que é o que mais amola, que mais amola as pessoas, que é a questão da sucessão. A sucessão.
E essa sucessão a gente quer fazer ela bem feita. Não tem que fazer bem feita, tem é que atirar, né, os seus os seus filhos para dentro dela para errar também, para coer enquanto é tempo, né? É o que é bem feito, né?
E o Paulo colocou muito bem aqui que a gente quer treinar esses filhos. A gente quer colocar eles lá no PhD do máximo para que eles venham fazer tudo errado, enquanto eles podem iniciar fazendo tudo errado para dar certo. Para dar certo.
Muito obrigado, Paulo. Isso aqui foi fantástico hoje. >> Amém, irmãos.
Amém. Então, nós não estamos formando a coisa, nós estamos formando a pessoa. Você acha que Deus deu esse trabalhão todo para nós, pensando que a coisa ia ficar bem feita?
Deus tinha certeza que ele ia entregar uma coisa para nós que não ia ficar tão bem feito como se ele mesmo tivesse fazendo. E Deus, mesmo sabendo que a gente não ia fazer tão bem feito como ele mesmo faria, ele nos ensinou a assumir o quê? Responsabilidade.
Responsabilidade. Amém. Amém.
>> Pra gente poder entregar pro Henrique um mundo quê? Justo e não um mundo cheio de direitos, de gente injusta. Porque quanto mais direitos o mundo tem, mais injusto ele se torna, porque cada um se apropria do seu direito.
Mas quanto menos direito o mundo tem, mais justo ele se torna, porque a gente compartilha os direitos. Então nós não estamos precisando de gente que sabe defender o direito, mas que assume a responsabilidade de compartilhar para que haja o quê? Justiça.
Amém, irmãos. >> Glória a Deus. Privilégio.
Privilégio. Tudo que a gente conversa aqui, todas as áreas. Se a gente fala aqui de dinheiro, nós não estamos precisando fechar um orçamento.
Quando a gente fala aqui de dinheiro é responsabilidade, responsabilidade. Nós pegamos quatro jovens nossos aqui para dar uma volta no mundo. Sabe quanto que nós tínhamos de garantia de dinheiro?
zero, porque a gente foi lá e empenhou todo o recurso que tinha, a conta ainda não fechou. E tem gente que tem hora que me pergunta assim: "Alguém deu oferta? " Não é isso?
Não faz essa pergunta. Pergunta: Como é que eu posso compartilhar essa responsabilidade? Que isso aqui não é filantropia, isso aqui não é favor, nem é taxa.
É um ambiente para gerar o quê? responsabilidade. Você tem um recurso lá parado, você não tá sabendo o que que vai fazer com ele.
Vamos conversar, ué. Vamos transformar esse recurso da parada em gerador de renda. Vamos montar empresa com ele.
Vamos montar um negócio para esse menino. Amém. Vamos ser um investidor na vida dele, porque a última coisa que vai precisar é de oferta ou de aprender a pagar tributo.
Ou nós vamos ensinar esse menino a pagar dízimo. Ou nós vamos ensinar ele a fazer donativo, ou nós vamos ensinar para ele que nasceu numa família onde o recurso que a gente tem é para gerar. formar pessoas, encorajar elas assumir responsabilidade.
E se deu ruim, a gente paga a conta até dar certo. Até dar certo. Pelo amor de Deus, pelo amor de Deus.
Nesse ambiente aqui não pergunta quando que é a taxa, nem se contente a fazer uma oferta que é bem-vindo, tá tudo bem-vindo. Mas vamos além disso. Vamos bem além disso, para formar um povo que juntos assume o quê?
a responsabilidade, cortando a carne se for preciso, porque se não esse recurso que você não sabe para quê, vai ser exatamente para aquilo que você imaginou que podia para pagar uma doença, uma UTI, um divórcio, uma encrenca trabalhista, vai guardar Vai guardando para tudo quanto é desgraceira que você imaginou. Vai guardando e Deus vai honrar sua fé. Tô amaldiçoando não.
Eu tô só confirmando que você creu. Não fui eu que crio isso, mas são algumas pessoas que estão crendo nisso. Aí vai aparecer um plano de saúde para falar amém.
Vai aparecer uma companhia de seguro para garantir sua fé. E nada contra isso. Todas essas coisas têm que ser feitas, mas não com propósito de vida.
Não com propósito de vida. Porque garantir futuro não é propósito de vida. Transformar o dia de hoje com aquilo que eu tenho sou, isso é propósito de vida.
Porque não adianta garantir o futuro de Mateus com melhor plano de saúde. Se lá no futuro o hospital que vai receber ele só tem vampiro. Só tem gente corrupta que se valeu daquilo para explorar o dinheiro que ele acumulou com tanto esforço.
Depois não reclama. Depois não reclama de você ficar num mês, sendo que às vezes você não precisava ter ficado três horas até você gastar lá tudo o que você acreditou. Alguém tá entendendo o que tô falando aqui ou não?
Então, o que que nós temos que garantir pro futuro Mateus? A UTI, não, o homem de honra que vai receber ele lá [música] e não vai ver na necessidade dele a oportunidade de explorar ele até a última gota de sangue. Certo ou não?
Pronto. Simples assim. Nós estamos forçando uma barra aqui porque tá dolorido.
E não tá dolorido por causa de nós, tá dolorido por causa deles. Ou gente acorda ou não estão perdendo o tempo nós não. Nós estamos perdendo o tempo dele que foi entregue a nossa responsabilidade.
Amém. Que o amor de Deus, o Pai, a graça bendita do seu filho, o testemunho, a revelação, a unção do Espírito Santo de Deus seja em nós, conosco e através de nós. Amém.
[música] Vamos em paz. Yeah.