Sempre tem as pessoas que elas são achadas de estudadas, que elas vêm da física básica de Newton e quer olhar para isso aqui e quer berrar. Ah, pá, que não é isso, que não sei o quê. Vamos ver até onde até onde vai isso, só para continuar explodindo a sua cabeça um pouquinho.
Retardamento quântico. Esse é um dos experimentos mais perturbadores que existe na física moderna. Por quê?
Ele se chama experimentos da escolha adiada de Willer. Só foca no conceito, tá? Vai ser uns nomes meio estranho aqui, mas foca no conceito.
Que que ele faz? Ele leva o mesmo experimento da dupla fenda a um nível totalmente completamente novo. Ele sugere que o que fazemos no presente altera a forma como o passado se manifestou.
Vou repetir. O experimento mostra que o que você faz no presente altera a forma como o passado se manifesta. O conceito de decidindo o passado parte daqui, de uma decisão no presente alterar o passado.
O experimento clássico da dupla fenda, o elétron ele se comporta como uma onda, certo? E se não for observado, se ele não tiver observação, ele vai continuar sendo onda. Se houver observação, ele será uma partícula.
Já no experimento da escolha adiada, o retardamento quântico, ele mostra o seguinte aqui, ó. Agora é um elétron, certo? Eles deixam o elétron passar.
Se fizer infinitas vezes isso aqui, o elétron sempre vai passar como onda, tá gente? Infinitos testes. Empir empiricamente foi feito.
O elétron passou. Após esse esse esse elétron passar como onda, eles colocam o observador para olhar. Depois de ter passado.
Aí ele só vai mostrar dois resultados aqui, ó. Mas calma aí, ele já passou como onda. Não era para ele ter as infinitas possibilidades, porque ele já passou como onda.
O observador ele olhou depois, ele olhou depois e só teve dois únicos resultados como partícula. Ou seja, a decisão que aconteceu depois de olhar, mesmo que o elétron já tenha passado, fez com que ele alterasse o passado. O observador, olhando depois e observando depois, alterou a decisão do passado do elétron e fez com que ele passasse e atravessasse a fenda como partícula.
Esse mesmo pessoa pegou agora, tá sendo atirado, passa pelas duas fendas, aí fecha uma no meio do caminho, só vai ter um único resultado. Mas calma aí, o elétron já passou pelas duas fendas, ele fecha depois um único resultado. Ou seja, a decisão que nós temos hoje no presente altera o comportamento a níveis de partícula do passado.
E se altera a partícula, altera tudo, entende? Se altera a partícula, altera todas as coisas. O elétron sai, passa pelas duas fendas, antes de bater na parede, fecha uma fenda, ele retorna e passa de novo por uma só.
É como se o elétron estivesse voltando do tempo. Essa é a sua luz que você estava buscando. Essa é a luz.
A justiça que existe dentro de todas as coisas é da forma que cria, recria, aprende, desaprende e reaprende, entende? Quebra o que você quiser chamar aí, quebra. A partir do momento que você conseguir ser o quê?
um observador, uma pessoa que observa e tem dentro de si mesmo suas próprias decisões no presente para alterar o passado. Vários, vários, vários, vários, vários testes. Inclusive, tem outro que eles fizeram, tá?
Ó, o outro que eles fizeram não foi o suficiente, né? Tá com dúvida ainda. Ó o outro que eles fizeram.
O observador quando tá olhando aqui, certo? O observador é um é um material que tá olhando. Perfeito.
Quando ele coloca o foco, tem que gravar aqui. Tem que gravar dentro de um HD. Eles gravaram a informação aqui, ó.
Gravou, gravou, certo? Ele passou, ele observou, passou como partícula. Aí, antes do elétron bater, eles apaga a informação e descarta.
E aí, por descartar a informação, o elétron bate como onda. Vários locais, vários resultados ao mesmo tempo. Agora, se ele decidir captar a informação e manter os dados gravados, o elétron terá só os dois resultados, partícula.
Ou seja, isso aqui prova por A + B, por número certo. Experimento mais experimento, seja elétron, seja átomo que esteja sendo jogado, ou seja, uma molécula que esteja sendo jogada aqui, que tem vários átomos dentro. O resultado sempre é esse, sempre é o mesmo.
Uma molécula tem infinitos átomos aqui, tem muitos átomos. Só para você entender um pouco. Dentro disso, entenda.
Você é o observador que colapsa a matéria do lado de fora. Basicamente o que eu estou te dizendo aqui é por isso que você tem que parar de relativizar as coisas. Tem mais de 5.
000 anos que é dito isso. Se você manter um padrão mental por tempo suficiente, mais de 5. 000 anos, isso tá muito antigo.
Todos os mestres antigos, eles falavam: "Mude a sua mente, você mudará quem você é". [música] Mude a sua mente. Se você conseguir mudar sua intenção, que é aquilo que colapsa todas as coisas e todos os resultados, você irá mudar e alterar tudo.
Passado, presente ou futuro. Então, também é possível definir o futuro? Claro, o futuro ele é probabilístico.
Ou seja, por definição você decide o futuro. Exemplo, tá? Você pode olhar, você observador, você pode olhar e decidir qual fenda vai ter, qual não vai ter e decidir onde que o elétron vai passar, porque você está agindo anteriormente ao resultado.
Ou seja, ao invés de ter 10 fendas, que geralmente tem milhares aqui, você em sua indefinição, fica só com uma, que daí você está por probabilidade definindo seu futuro. Definição de futuro. Agora, quem tem olhos beija, quem tem ouvidos ouça.
É o que nós estamos fazendo exatamente agora. Aqui agora. M Funes, ó.
Desliga a mente aí, ó.