Fala pessoal, sejam muito bem-vindos a mais um conteúdo aqui no canal #partiuvenem. E hoje a gente vai falar sobre um assunto que tá muito no hype, todo mundo tá querendo saber um pouquinho mais e toda semana a gente tem algo diferente surgindo, que é sobre a inteligência artificial. Eu pedi para que as pessoas mandassem sugestões para mim a partir do último vídeo sobre conteúdos que vocês gostariam de ver.
Inclusive lá no Instagram a gente fez enquete, pediu pro pessoal responder e vocês colaborarem. Eu peço que colaborem cada vez mais. Então, o assunto que predominou foi inteligência artificial.
É um assunto que a gente tem ouvido falar na mídia toda hora. A gente tem uma infinidade de ferramentas de inteligência artificial. Isso muda com uma velocidade muito grande.
Então, o que que eu notei da grande maioria do pessoal que estava me pedindo? Que são pessoas que estão acostumadas a trabalhar um pouco mais com infraestrutura, um pouquinho de arquitetura, um pouco de network e que ainda estão se sentindo um pouco perdidas na questão da IA. Então, o que eu mais recebi de relatos eram pessoas de infra dizendo: "Rafa, eu quero entender um pouco mais de a para saber onde que eu posso encaixar, como que eu posso usar a IA no meu dia a dia de infraestrutura.
E já que eu tô trabalhando só com infra, eu acho que a IA não se encaixa e é aí que você se engana. A IA pode ajudar em qualquer nível, em qualquer área que você esteja trabalhando. E hoje então decidi fazer um conteúdo que é de a voltado para quem trabalha com de forma geral, como administrador, como uma pessoa de infraestrutura.
E nesse conteúdo a gente vai tá falando sobre o Azure Copilot. Já imaginou você poder ter um assistente, como o nome diz, um copiloto que ajudasse você a entender cada vez mais do seu ambiente, ajudasse você a enxergar algumas coisas que às vezes um pouco mais complexas de você visualizar, principalmente quando você tem ambientes muito grandes que trouxessem sugestões para você em relação a custo, em relação à segurança, em relação a alertas, performance. Pois é, é tudo isso que o Copilot vai nos ajudar a fazer.
O copilot, ele é um copiloto, como o nome diz. Então, para começar, eu gosto de deixar bem claro que você precisa entender um ponto importante. Ele não vai executar por você, ele vai trazer para você eh insites, melhores práticas, sugestões, gerar scripts e analisar logs, analisar problemas, realizar turbooing.
Então, ele vai ser o seu copiloto, ele vai ser o seu assistente, mas ele não vai estar substituindo o seu trabalho. As execuções precisam ser realizadas por você. O que ele faz é encurtar o caminho, fazer com que você enxergue coisas com uma velocidade maior, que talvez de uma forma mais prática você levaria muito mais tempo para conseguir visualizar isso.
Então, tenha isso em mente. O agente, né, ou melhor, o agente não, o copiloto, copilot, ele vai nos ajudar dessa forma. Ele trabalha num formato de ll, que seria um modelo de linguagem grande ou um modelo de linguagem larga.
na tradução ele não fica muito bom com e a generativa. O que que isso quer dizer? Que você consegue interagir nele, né, com uma linguagem natural, ou seja, você eh consegue conversar com ele como se você tivesse conversando como uma pessoa qualquer.
Você consegue pedir coisas para ele usando um formato como se você tivesse pedido para outro humano e ele vai conseguir entregar itens para você. O copilot ele tá em franca evolução, em franca expansão. Então, para esse momento, eu quero mostrar itens que a gente pode utilizar com o copilot.
Muita gente já foi um pouco além, já me perguntou: "Rafa, eh, como que funciona os agentes, né? Agentes é algo que tá muito em alta. E quero até aproveitar para fazer um parâmetro, né?
Quando a gente tá falando do copiloto, né, do copilot aqui do eur propriamente dito, ele é algo que vai auxiliar você, né, no qual você vai conseguir passar uma informação, pedir uma atividade, pedir uma demanda, é um trouble shooting, ele vai conseguir devolver uma resposta para você, tá? Bem, nesse formato, o agente ele já é um pouco diferente, ele já é basicamente uma unidade que tem uma capacidade maior, eh, principalmente para executar ações. Então, o a gente, ele vai ter um contexto muito maior.
A gente vai falar um pouco de contexto, o que que é importante você saber sobre contexto, mas o agente ele vai ter uma capacidade de ter um um contexto muito maior, de armazenar informações específicas suas, né? Você consegue treinar esse agente, você consegue criar o agente com características exclusivas daquilo que você precisa e ele vai ter essa capacidade de estar gerando itens para você, de rodando ações para você. Então são itens um pouco diferentes.
Então quero que vocês inicialmente já consigam diferenciar muito bem o que que o copiloto consegue fazer e o que que um agente conseguiria fazer. Hoje o nosso foco é copilot. O agente fica para uma outra aula.
Se vocês quiserem esse conteúdo, comenta aqui no vídeo já se você quer entender um pouquinho mais sobre como que funcionam os agentes e como que os agentes podem estar nos ajudando aqui nas execuções de tarefa. Ok, pessoal? Então vamos pro portal pra gente começar a falar um pouquinho mais sobre o copilot e entender como que ele pode estar nos ajudando.
Então pessoal, chegando aqui no portal do ponto importante de falar, o copilot tá habilitado para quem? Para qualquer assinatura, hoje em dia, o Copilot já vem habilitado. Seja ela uma assinatura PSU Go, uma assinatura de MSDN, de partner ou até mesmo uma conta trial, você já vai encontrar o Copilot.
Dependendo do seu ambiente, o Copilot ele pode estar e disponível, mas não habilitado. Você sempre vai encontrar o Copilot aqui através desse ícone, mas pro seu ambiente é importante você validar se você habilitou o copilot. Então, a gente pode procurar aqui por Copilot na guia e acessar o Azure Copilot Admin Center.
Dentro do adminha permissão administrativa para que você possa liberar isso. A gente tem o access management. Dentro do access management, o que que ele vai dizer para mim?
Ó, nessa assinatura aqui, por exemplo, eu não tô com o privilégio eh master para que eu possa liberar. Então aqui eu vou ter um um botãozinho aonde eu vou conseguir liberar essa permissão e eu posso inclusive dizer quem vai acessar dentro do meu recurso. E aqui eu também tenho os agentes, que é o tema que eu acabei de falar, mas os agentes ainda estão em preview, então não vou entrar no assunto para essa aula.
E a gente tem também um conversation storage. Que que seria o conversation storage? a possibilidade de todos os chats que forem gerados com o Copilot serem armazenados dentro de uma storage, de modo que você consiga daqui um pouco é ter uma auditoria, conseguir e até alimentar, né, até alimentar um agente ou um outro tipo de modelo de de inteligência artificial com as conversas que estão sendo geradas.
Isso é muito útil, né? Para que a gente entregue insumos, aumente o contexto do das nossas inteligências artificiais, dependendo de como a gente tá treinando, você conseguir manter o histórico do que toda sua equipe tá digitando ali, vai ajudar a você treinar cada vez mais a suiar. Nessa assinatura aqui, eu não tô com permissionamento, eu vou pegar uma outra assinatura para que eu possa mostrar para vocês onde eu tô como global admin.
Peguei uma outra assinatura aqui. E nessa assinatura, sim, aqui eu tô eh com a configuração que me permite, tá, pessoal? Então eu posso deixar ele disponível para todos os usuários aqui ou não.
Aqui eu posso gerenciar quem vai ter acesso. No meu caso, essa assinatura é uma assinatura de testes, então ela tá disponível para todo mundo. A mesma coisa vale para o requisitar o acesso pro agent.
Como a gente tá em preview, você pode ler aqui a documentação, você tem que e solicitar o acesso. Não vou falar sobre isso porque não é objetivo. E aqui no conversation storage a gente pode escolher um storage account onde a gente quer armazenar todo o histórico de conversas.
Isso é muito interessante se você for reutilizá-lo no futuro, ok? Então aqui é o primeiro ponto, a gente liberar o acesso dentro do nosso ambiente. Agora um item super importante, muita gente fala: "É seguro eu utilizar o copilot?
" É seguro, pessoal, tá? É óbvio que você eh é recomendado que você não coloque itens, como por exemplo, uma chave de acesso, uma senha, algo nesse sentido. Isso não é recomendado você colocar em nenhum tipo de chat, né?
Então, independente se é um chat só interno, seja lá o que for, não é recomendado por padrão, não somente no Copilot, só vai ter acesso ao copilot quem tem o privilégio. E outro ponto, o copilot ele só executa aquilo que você tem permissão. Então, se você pedir para que ele leia a informação é sobre como que está a configuração de um yamel de um cluster de cubernits, OK?
você pediu para ele ler isso. Ele só vai enxergar os clusters de cabernits, no qual aqueles você tem acesso. Se você não tem privilégio sobre um determinado tipo de recurso, por exemplo, ah, o meu usuário só tem privilégio em desenvolvimento, em homologação, eu não tenho privilégio em produção, o Copilot não vai chegar até aquele ambiente.
Então, ele usa o seu RBC para que ele consiga fazer as consultas que forem necessárias, OK? Então esse é o primeiro ponto. Agora acessando o copilot, a gente tem aqui o nosso botãozinho de copilot, aonde a gente pode fazer as requisições, as solicitações exclusivas para o nosso copiloto.
O que o pessoal também gosta de perguntar é relativo a custo. Rafa, copilot tem custo? Não, pessoal, esse tipo de copilot, esse tipo de de copiloto que tá sendo utilizado aqui dentro do portal do Azure, né, integrado aqui, que a gente tá visualizando e que a gente vai utilizar agora, ele não tem custo, certo?
Ele é gratuito para você utilizar. Agora, você tem que ter um um pouco de eh cuidado, né? Ele não tem o custo, mas pode ser que ele gereptar uma máquina virtual.
É óbvio que essa máquina virtual, ela vai passar a gerar um custo, né? Então ele por si só, eh, respondendo todas as perguntas que você tá mandando, gerando o script que você tá pedindo, eh, você vai ver que ele vai gerar muito comando para que a gente gere do graph, né, que é basicamente a IPI da Microsoft, onde a gente conecta para pegar, consultar recursos de uma forma mais simples, né? Então, ele vai usar um queries KQL.
você vai ver que na maioria das vezes, sempre que possível, ele vai gerar essa quer KQL, vai nos dar opção se a gente quer rodar a querer ou simplesmente aguardar pelo resultado dele. Mas nada disso tem custo. Ah, ele tem tokens, ele usa tokens, sim.
E por baixo ele vai utilizar tokens, mas a gente não tem uma cobrança de tokens porque basicamente ele tá no modo gratuito. Então o o token que ele vai utilizar para gerar cada uma das respostas, ele não é cobrado. Assim como a gente tem eh custo, preço de token, ferramentas de A que a gente utiliza, que a gente paga pela ferramenta de A, ela geralmente vai ter ali um nível de consumo de tokens, mas aqui a gente não vai ter esse tipo de custo.
carregado, o nosso agente, o nosso copiloto, ele já vai trazer algumas perguntas aqui por padrão pra gente. Notem que ele já tá perguntando aqui, né, se é o que que o Eure Monitor tá tá monitorando aqui, métricas que estão disponíveis pros meus recursos, como eu posso otimizar o código pro meu app service, como eu posso otimizar o, tá repetido o código pro meu app service, mostrar como que tá a utilização de CPU nas minhas VMs. Então, já são alguns itens que ele vai estar trazendo pra gente.
Por padrão, cada menu que você for navegar, ele vai trazer algumas opções, né, pra grande maioria dos menus. Por exemplo, vou clicar aqui em research group. Notem que sempre na guia superior ele vai me trazer algumas opções, como, por exemplo, exportar os research groups usando BP ou terraform, como que eu posso e gerenciar as mudanças com deployment tools e sumarizar os custos por serviço.
Alguns itens ele já vai trazer uma resposta pronta para você. alguns itens, ele vai mostrar para você como que ele vai fazer, né? Então ele vai dizer, por exemplo, uma documentação ou vai dar um passo a passo para que você possa estar executando.
Qual o tipo de ajuda que o Copilot pode trazer pra gente? Pessoal, ele ele é muito vasto, tá? Ele é muito vasto e ele pode trazer n opções de gerenciamento.
Eu posso trabalhar com gerenciamento voltado para custo, para ele me ajudar a otimizar, paraa segurança, para ele fazer uma validação em cima de um determinado item e me trazer como que eu posso melhorar a segurança para listar recursos, né? Eu quero listar eh quantos recursos eu tenho numa região X, quantos research groups eu tenho. Pensa num ambiente, aqui eu tô num ambiente de teste, mas pensa num ambiente gigante lá com mais de 2, 3, 4, 5.
000 recursos. Quantas VMs eu tenho? Quais VMs estão rodando, eh, quais regiões eu tô utilizando os meus recursos, qual recurso tem tag, que recurso que não tem tag, eh qual que é a minha previsão de custo para esse mês, quais recursos estão gastando mais dentro do das minhas assinaturas.
Ou seja, eu tenho uma infinidade de possibilidades de pergunta que eu tenho além dos itens que eu tô mostrando aqui para vocês e também a parte de trouble shooting. A parte de turbo shooting ela ajuda muito quando você tem um determinado problema, quando você, por exemplo, quer conectar numa máquina virtual e a máquina virtual, por algum motivo, ela não conecta. Você vai ter a possibilidade dentro da máquina virtual, muitas vezes de validar, fazer uma verificação, né, o que que tá acontecendo com a máquina, né?
Então, no nosso caso aqui, a gente não tem nenhum problema, né? Mas ele sempre vai est trazendo algumas opções já pré-programadas. E como que a gente pode eh falar com o copilot?
É, é muito recomendado que você fale no modelo inglês. Até algumas documentações colocam que ele tá sendo suportado no modelo apenas com inglês. Eu fiz vários testes nele, né, utilizando português, ele me respondeu muito bem, tá?
Então, o que que eu recomendo você? Você pode trabalhar no modelo português, se ele ficar mais ágil para você. Mas se você começar a entender que daqui um pouco as respostas, algum termo pode não ficar tão bom, né?
Termos técnicos, não traduza, eu recomendo que não traduze. Eh, mas se em algum momento você começar a olhar que a resposta dele não tá tão boa, valide e tente colocar o termo inglês, porque a facilidade que ele vai ter ali pode ser um pouco maior, mas em português, com alguns testes que eu fiz, ele funcionou é basicamente sem problemas. Eu vou momentaneamente tirar minha câmera aqui porque a câmera tá exatamente em cima do do nosso chat.
Então, vou deixar ele aqui sem câmera e vou fazer algumas perguntas para que a gente possa validar e entender como que ele tá trabalhando. Então, vou colocar com algumas coisas simples, por exemplo, quais VMs eu tenho ã no meu ambiente, pá, ambiente. Vamos ver o que ele vai trazer.
Até deixei ali com erro de digitação. Vamos ver se ele vai conseguir listar para mim essas VMs. O que que ele vai tá trazendo.
Geralmente vocês vão ver que ele vai tá usando sempre, né, na na grande maioria das vezes o Azure Research Graph, fazendo queries. Ele vai trazer a querer para nós até com um botãozinho ali de de run. Olha só, com o botão de run para que a gente possa executar.
Posso clicar aqui que ele não vai sair daquele contexto. E esse botãozinho de run, ele o que que ele fez? Ele me trouxe aqui quais VMs eu tenho dentro do meu ambiente, tá?
Com o caminho completo do provider. Então, tá aqui lá a máquina virtual, provavelmente aqui o nome de cada uma das máquinas virtuais. E aqui também no chat, no chat, né, em cima do chat, ele vai est trazendo para mim quais foram as VMs do meu ambiente.
Então, tá colocando aqui a DS HML, tenho duas VMs com o mesmo nome, DB e Win OPR. Vamos conferir se é isso mesmo que a gente tem. exatamente esses elementos aqui que a gente tem, certo?
Então ele entrega a a querer e tá trazendo aqui o recurso para mim conseguir consultar. Eh, vamos ver o que que ele pode trazer aqui mais pra gente. Eh, me lists.
Vamos ver se ele vai conseguir trazer para mim se a VM tá eh disponível ou não disponível, tá? Tá? Confesso que eu não testei algumas dessas queres aqui eu não testei.
Tô fazendo aqui na hora. Vamos ver se elas vão vão funcionar. Outro ponto importante, tá pessoal?
Tem um ponto que é extremamente importante. Em alguns momentos ele vai errar. Você não pode.
A documentação do do Copallot ela fala isso para você. A gente tá trabalhando com um copiloto, então ele é um ajudante. Então você vai ver que em alguns momentos ele vai errar o modelo de resposta que ele tá dando.
Ele pode não dar uma resposta assertiva como eu pedi agora quais as máquinas que estão ligadas. Talvez ele possa me dizer todas as máquinas estão disponíveis. né?
Talvez ele não possa ter entendido muito bem o contexto, né? O contexto é aquilo que ele vai conseguir fazer para entender cada vez mais o seu cenário. Então o que que acontece?
Quanto melhor for o contexto que você vai entregar, melhor vai ser a resposta que ele vai dar para você. Quando a gente trabalha com outras ferramentas de inteligência artificial, a gente bate muito na questão do contexto, que é justamente para ele armazenar esse contexto, ele aprender cada vez mais. Aqui no Copilot ele não tem um armazenamento de contexto tão grande, então você vai ver que as respostas podem ser que um determinado momento não vão ser as melhores que ele vai tá entregando pra gente.
Que que ele trouxe aqui para mim, ó? Ele me trouxe uma média de VCPU. Por quê?
Porque se o VCPU tá zerado, para ele, a VM tá desligada. Então, o que que ele tá dizendo, ó? Para eu verificar o status das VMs, utilizei a métrica de percentuador abaixo.
O gráfico mostra paraa VM e tal, né? Então o que que ele tá dizendo, ó, para eu obter que ele tá dizendo antes, né, que o gráfico mostra que 0% de uso, então período AVM tá ocioso. Então para obter o status das outras, você pode acessar o Matrix e explorar.
Isso também é algo que vai acontecer, né? ele não consegue trazer uma resposta muitas vezes tão grande diretamente aqui. Então, às vezes ele vai gerar um comando que você pode rodar o comando no graph vai ficar melhor.
Ele monta o comando para você, mas às vezes ele vai dizer assim, ó: "Olha, eu consultei isso dessa forma você pode consultar de uma forma melhor, indo em tal item". Então, a gente tem que eh ter esse tipo de cuidado. Vou pedir alguma coisa relacionado a a custo, por exemplo, tá?
Eh, qual a estimativa de custo dos meus recursos? Pessoal, para custo é um item que a gente usa bastante, tá? A gente utiliza bastante eh a possibilidade de ferramentas de inteligência artificial para trazer custo, analisar custo, muitas vezes analisar por que a gente tava com assinatura com um custo X diário, né?
Tô com custo de R$ 1. 000 diário e passou de um dia pro outro, ele foi para R$ 1. 500, R$ 2.
000. Olha o que ele colocou. Com base nos resultados, né, nos dados, a estimativa de custo para os seus recursos de primeiro de março de 26 a 4 de março, ou seja, 4 dias, é de R$ 206, R$ 202.
Aí eu vou pedir para ele montar aqui algo diferente. Eu vou pedir para ele quais foram os meus custos no último ciclo. Vamos ver se ele vai entender o que que é o último ciclo que eu coloco aqui, tá?
O último ciclo é o último período, né, de fechamento do do de digamos de bilhetagem. Ah, do dia 15 ao dia 15. Cada assinatura tem o seu o seu ciclo.
Então, pedir pelo ciclo. Vamos ver se ele vai entender que esse ciclo que eu tô colocando é um ciclo de bilhetagem. Olha lá.
Perfeito. Perfeito. Olha o que ele colocou aqui pra gente, ó.
Que no último ciclo de faturamento de fevereiro, tô gravando esse vídeo agora no dia 4 de março, ele tá dizendo o que que os meus custos foram 1625. E olha o que ele colocou, o custo de cada item, quanto eu gastei com cada categoria e o percentual que cada um desses itens representou. Então, onde eu tive mais custo foi em App Services, que eu gastei R$ 678.
Aonde eu tive o segundo maior custo foi num numa num, né, no IPI management, SQL, Virtual Network e storage. Então, basicamente as minhas VMs elas estavam todas paradas, por isso estopadas. Por isso que o custo que ele apareceu aqui foi esse custo geral.
OK? Então aqui tá os itens e a o percentual de quanto eu gastei com cada um desses itens. Muito legal.
aqui ele foi muito bem. Eh, vamos ver o que mais eu posso perguntar aqui para ele relacionado a isso. Um item que é muito interessante a gente trabalhar e quem tá acostumado com a administração no dia a dia pode ajudar.
Por exemplo, qual foi a data de criação das minhas VMs? Vamos ver se ele vai conseguir trazer aqui para nós a data de criação de cada uma das minhas VMs, se ele vai conseguir nos mostrar o dia que essas VMs foram criadas. Eu tô tirando a câmera aqui para não atrapalhar o chat aqui para vocês, tá, pessoal?
Então, por isso que eu tô deixando, tô tirando a câmera. Depois que ele larga a resposta, eu coloco a câmera novamente para que a gente possa est aí interagindo, visualizando, né? Então vamos aguardar agora ver como é que ele vai fazer.
Olha a consulta, né? Eu vou clicar aqui no run e ele vai gerar a consulta. O que que ele tá dizendo, ó?
Olha a data de criação, né? Então, ele tá colocando que uma VM foi criada aqui em 2025, 26, 1 e 26 que eu criei hoje de teste. Aqui ele colocou a data certinho.
Olha, uma VMADS foi criada em 16 de outubro de 2025. A outra VM foi criada em 4 de março. Eu criei hoje essa VM e as outras duas, uma em 29 de setembro e outra em 6 de setembro.
Então, olha que legal. Muita gente quer saber qual a data de criação de um recurso específico. Isso é é um pouco mais difícil da gente conseguir buscar, né?
É um pouco mais difícil da gente achar essa informação. Vou pedir um outro prompt aqui para ele. Vou pedir para ele, por exemplo, eh, quais foram os recursos criados nos últimos s dias?
Vamos ver se ele nos lista aqui quais foram os recursos que ele criou nos últimos 7 dias pra gente pegar uma visão sobre esse ponto. Vamos ver o que ele vai gerar aqui pra gente. Provavelmente ele vai jorar vai gerar também aqui um uma query dentro do do research graph, que é onde ele trabalha na grande maioria das vezes.
Olha lá, gerou a querer no research graph. Vamos executar aqui pra gente ver. Olha os recursos que ele colocou aqui como criados nos últimos 7 dias, tá?
Então aqui ele tá colocando cada um dos itens. Se a gente clicar no detalhe, ele vai mostrar qual que é o tipo do recurso, né? Então aqui, ó, Venet, por exemplo.
Vamos pegar a resposta dele aqui. O que que ele trouxe para nós, ó? Virtual network que foi criado, eu criei hoje.
Eu mandei ele criar uma máquina do zero, sem selecionar basicamente nada. Então o que ele disse, o virtual network criado no 4 de março, um network security group, tudo para essa VM, tá pessoal? Tudo relacionado a VM.
a máquina virtual, o disco da máquina, né? Criou dois discos aqui paraa máquina, tá? Então ele tá colocando aqui, ó, eu estou mostrando apenas os cinco primeiros dos nove recursos totais.
Se você quiser ver todos, roda aqui, tá? Então aqui eu tenho os nove, ó. 1 2 3 4 5 6 7 8 9.
Então aqui eu conseguiria pegar de forma geral qual que são esses recursos que foram criados. Então tá o nome aqui, disco de os eh a máquina em si, né? um storage que ele utilizou, tudo que ele precisou para conseguir trabalhar.
Vamos pegar mais um item aqui. Deixa eu ver o que que a gente pode colocar. Vamos colocar algo relacionado a tag, tá?
Vamos ver aqui quais eh tags estão sendo utilizadas no meu ambiente. Vamos ver aqui o que que ele vai trazer pra gente de tags que estão sendo utilizados no nosso ambiente. Eh, aqui também bate exatamente com o recurso que a gente rodou agora.
Ele vai trazer uma lista maior, provavelmente ele não liste todas as tags, né? Mas ele vai trazer o quê? vai trazer a querer ali dentro do research graph.
Para caso eu queira pegar a lista completa, eu posso listar. Inclusive aqui no Research Graph, eu posso fazer o download do CSV. Então, se você pedir pro copilot aqui, ó, gera uma lista específica e exporta pro Excel, ele não tem ainda a capacidade ainda, tá gente?
E a gente tem que falar tudo ainda. Pode ser que daqui um pouco em dias ele já tem essa capacidade, mas ainda ele não vai conseguir. Mas aqui diretamente pelo research graph eu posso fazer o download e pegar essa informação.
Então ele colocou o que para mim? Olha só aqui estão algumas tags que estão sendo utilizadas no seu ambiente. Então projeto aplicada nesse recurso, hoy aplicada nesse recurso, TI área, hoy ti área.
Então meio que repetiu, tá? Mas o mais importante é que ele traz para mim aqui o research graph para que eu possa validar. Então ele vai trazer aqui todas as tags que estão sendo utilizadas.
O que que ele disse para mim? Que ele trouxe a cinco primeiras de 68 tags que estão sendo utilizadas. Então ele tá trazendo completo todas as tags.
E se eu pegar aqui, provavelmente ele vai me associar qual que é o ID do research que tá usando isso, né? Então vamos ver aqui se ele coloca exatamente isso. Olha.
Então, tá pegando ali placa de rede, tá pegando eh a venet, né? Por que que repete? Porque tem várias tags.
Por exemplo, aqui na venet tem custom center, environment, project, ti, área, owner e assim custom center. E aí finalizou daquele objeto. Então ele trouxe todos os itens que a gente pediu para ele.
Que mais a gente pode utilizar? Vamos fazer o contrário, então. Vamos perguntar assim, ó.
Quais recursos estão sem tag? Vamos ver se ele mostra para nós aqui quais recursos podem estar sem nenhum tipo de tag. Então ele vai fazer o mesmo formato, né?
Notem que sempre que eu peço uma assim uma consulta voltada exclusivamente para recursos, para itens de recurso, ele geralmente vai fazer o quê? Vai consultar a IPI do Azure, que é o Eure Research Graph, que é a forma mais simples dele encontrar. Por quê?
Porque todas essas informações vão estar disponíveis lá, desde que a gente saiba montar essa query, que é uma das grandes dificuldades que aqui o copilot nos ajuda, né? Dificilmente, se a gente, vou dar um exemplo, tá? Se eu tivesse que buscar buscar eh um script para exportar todos os recursos que não estão utilizando tag, o que que eu faria?
Eu ia ter que eh catar na internet, né, um script, né, uma query que conseguisse listar tudo isso para mim, OK? Sem a IA. Tô falando em A de forma geral.
Aqui a gente tem esse trabalho basicamente reduzido rapidamente, sem custo adicional. Então ele colocou aqui alguns recursos que estão sem tag e listou. E ele tá dizendo, ó, tô mostrando apenas o cinco de 24.
Se a gente rodar a nossa query aqui, ele vai trazer todos os itens pra gente. E aí, mais uma vez, tá, pessoal? Aí eu posso vir aqui e fazer o download, tá?
Então, tem aqui uma venetage, tem um disco e aqui ele vai colocar todos os itens que não tem query e que não tem query não, que não tem a tag. Eh, o que mais a gente pode fazer de testes aqui, pessoal? Ã, deixa eu ver.
A gente testou tag, a gente pediu para ele listar e os recursos que foram criados no ambiente. Vamos tentar fazer. A gente viu recursos criados.
Vamos ver se ele consegue mostrar se tem alguma coisa aqui. Eh, me liste os recursos deletados nos últimos 30 dias. Vamos ver se ele vai ter alguma coisa de recurso aqui.
Eu não, sinceramente não sei se eu cheguei a deletar algum algum recurso para que ele possa me listar, né? Então, talvez eu não tenha eh recursos que eu possa ter deletado. Vamos aguardar enquanto ele faz a validação.
Vamos ver aqui. Ele tá gerando de novo, né, o nosso o nosso script aqui do graph. Então, isso esse é um ponto muito interessante porque ele nos entrega esse tipo de script e ele também executa e traz aqui a análise mais simples dele.
Vou pedir para ele rodar já. Olha ali, tenho dois itens que foram deletados nos últimos 30 dias. dois web apps.
Eu deletei hoje mesmo, tá? Agora eu lembrei, agora que eu olhei aqui, eu lembrei que eu tinha deletado para tentar popular alguma coisa de criação, de deleção. Olha que legal, a gente tem ambientes que são suportados e e administrados por várias pessoas, vários administradores.
A gente sempre tem essa questão, ah, quem que mudou uma configuração? Quando que mudou uma configuração? Que dia foi criado o recurso?
Quando que criaram a VM tal que tá lá e ninguém sabe do que que é. Então, esse tipo de informação a gente vai conseguir ser muito auxiliado pelo copilot. Então, a capacidade que ele vai ter de estar nos ajudando com essas informações, ela é gigantesca.
Então, o que mais a gente tem aqui que a gente poderia eh testar? Vou pegar algumas coisas simples. Por exemplo, quantos research groups eu tenho no meu ambiente?
Vamos ver o que ele vai trazer aqui pra gente, de quantos research groups a gente tem dentro deste ambiente. Vamos ver aqui o que que ele traz de informação para nós. Essa, teoricamente é para ser uma informação bem simples.
Ele já trouxe coisas eh muito mais difíceis aí em relação à questão de validação de de itens. Já trouxe aqui a querer? Vamos rodar a querery.
Olha lá, 12. Tá dizendo que eu tenho 12 research groups. Será que confere mesmo?
Olha lá, são 12 mesmo, né? tá mostrando aqui no display pra gente dois. Então essa foi eh super super simples.
Vamos pegar uma de storage que eu gosto de utilizar, tá? Eh de para validar o que que a gente pode ter em relacionado à segurança. Então colocar assim: como posso melhorar a segurança do meu storage account?
Pô, Rafa, mas como assim do meu storage account? Você não nem passou nada? Exatamente.
Eu não quis passar o nome de um storage account, eu quis deixar ele dessa forma. Porque o que que acontece? Muitas vezes quando você não coloca, ele vai abrir essa tela.
E o que que ele vai dizer para você aqui, ó? Selecione o storage account no menu da esquerda para continuar. Então, vou escolher um storage account aqui.
Vou pegar esse ã da master e vou dar um select. Então, ele tá dizendo qual que é o storage account. Ele tá dizendo aqui para mim, ó.
Ah, você gostaria de rodar um cheque de segurança para o storage account. Tararã. Sim, esse cara que eu quero rodar o cheque de segurança.
E aí ele vai rodar um cheque de segurança, né, geralmente em cima e do que que tá habilitado, né, tanto pra VM quanto para storage, vai olhar muito o que que tá público, o que que não tem proteção e vai trazer para mim aqui as informações. Então, olha, para melhorar a segurança do seu storage account, o nome do storage account, aqui estão algumas recomendações. Configuração do Fel.
Atualmente o Fel permite acesso à rede público, ou seja, meu storage account não tem private point. Pontos de extremidade privado, private points, né? Esse storage não possui eh o private point.
Considere habilitar. Autorização de chave compartilhada. Storage account permite autorização de chave pré-compartilhada.
Criptografia de dados. Os dados nesse storage são criptografados usando chaves gerenciadas pela Microsoft. Considere usar chaves gerenciadas pelo cliente.
Então, olha que legal a quantidade de informações que ele tá trazendo sobre o meu storage. Então, posso listar qual storage que eu quero que ele valide. Isso vale para vários recursos, não somente para o storage account.
OK? O que mais a gente pode digitar aqui? Vamos pegar de regiões.
Eu gosto muito de usar eh regiões. Quais regiões doure eu estou utilizando hoje? Tá, eu gosto bastante de fazer essas queries por região, que é pra gente ter uma ideia exata de onde os nossos recursos estão espalhados.
Isso aqui geralmente quando a gente chega em ambientes que ainda não tem uma pollice aplicada, aplique polólice para restringir as regiões que você quer trabalhar, para não deixar o ambiente muito descoberto. Então, olha lá, ele já tá criando um uma query aqui para nós. Vamos ver o que que ele vai rodar.
Tá trazendo aqui as regiões que eu tô trabalhando, ó. Brasil South, STS, Steest Global, recursos que não tem uma região exclusiva, UK South e West Europe, né? Então ele trouxe aqui, essas são as regiões, né?
1 2 3 4 5 e um recurso global. Aqui ele listou para mim as cinco regiões, né? Ficou faltando a Europe.
Então sempre confira, porque já deu pra gente perceber que quando ele traz a informação e é uma informação que é um pouco maior em cima do dos itens listados, ele não vai colocar no chat eh por completo. Por isso que vale a pena você rodar aqui a querer para facilitar. Vamos ver mais alguma questão aqui eh sobre região ainda, tá?
Vou pegar sobre região aqui. Qual a região mais utilizada no meu ambiente? Vamos ver aqui se ele vai trazer pra gente qual que é a região mais utilizada no nosso ambiente.
Eu particularmente de cabeça, eu eu não sei não sei dizer qual que é a região mais utilizada. Eu sei que esse ambiente tem alguns recursos aqui, é da TEFTech Master, mas não sei exatamente qual região que a gente utilizou mais, já que pros laboratórios a gente avariando bastante a quantidade de regiões. Já entregou pra gente aqui um uma queryzinha.
Vamos validar a querer olha lá. E o KF com 47 recursos. Olha que legal, né?
Ele tá entregando no bit pra gente. Então, a região do eurer mais utilizada no seu ambiente é UK South. Com um total de 47 recursos.
você pode explorar mais detalhes utilizando o graph. Então, top. Eu acho muito legal esse tipo de de utilização.
Mais alguma coisa aqui pra gente já chegar perto do final? Acho que a gente já testou aí quase uns 15 comandos para ele trazer um item que vale muito a pena é a gente olhar, tá? Então, vou pedir aqui, ó.
Me liste os discos e quem os gerencia. Qual que é a ideia aqui? ele listar pra gente os discos eh exclusivos para máquinas virtuais.
E por que que eu tô pedindo quem gerencia? Porque ele tem um atributo dentro do disco que é o manager buy, que diz quem tá gerenciando aquele grupo. Então, se você tem e um disco que tá sem o manager buy, significa que esse disco não tá sendo gerenciado por ninguém e esse disco está orfan.
Ou seja, é ou você tá deixando aquele disco ali para guardar alguma informação, ou você deletou um recurso e aquele disco acabou ficando ali, é, perdido e você tá pagando por ele. Lembrando que discos a gente sempre vai ter o custo. Então aqui ele tá trazendo, olha só que interessante, ó, aqui no no na no KQL, ele já tá me dizendo quem são os IDs dos discos e o ID do managed by.
Então, notem que esse primeiro disco aqui, ele tá sem managed by, né? Então, esse primeiro disco, se eu colocar lá no finalzinho ali, ó, disc, ele ninguém tá gerenciando ele. Se eu pegar um outro disco aqui e eu der um end aqui na linha para ele ir lá no lá no final, é o disco da VMDS, que é a máquina que tá gerenciando VMDS, certo?
Então, o que que ele tá dizendo? Olha, discado por nenhum recurso específico, tá? Então ele tá pegando aqui, aqui ele tá dizendo, ó, que esse disco tá gerenciado por essa máquina, esse disco gerenciado por essa máquina e assim sucessivamente.
Então, olha que informação importante para que eh eu consiga entender recursos que eu posso ter órfã no meu ambiente e que eu posso deletar. Aqui eu tô colocando disco, poderia ser placa de rede, poderia ser IP público. Então são itens que a gente pode validar numa questão de fine, tá?
O Copilot nos ajuda muito na questão de FOPS, então tirem o melhor proveito dele para isso. Vamos pegar alguma coisa assim pra gente chegar eh próximo do final aqui já. Eh, às vezes é um item que é legal a gente entender o que que esse ambiente tem.
Eh, é um ambiente muito de VM, é um ambiente muito de objetos de rede, é um ambiente muito de contêiner. A gente pode pedir para ele listar a quantidade de recursos. Então vou pegar aqui, por exemplo, quantos recursos, sei lá, vou pegar aqui de rede eu tenho no meu ambiente, tá?
Vamos pedir para ele listar aqui quantos recursos a gente tem dentro do nosso ambiente e o que que a quantidade que ele vai ter. Então, poderia pedir de rede, poderia pedir computacional, poderia pedir de database, de armazenamento. Então, assim, eu consigo ter uma ideia o que que é mais utilizado dentro desse ambiente.
Às vezes tem um ambiente lá que é todo IAS, às vez a gente tem um ambiente que não tem nada de, né? Um ambiente que é 100% para. Então aqui ele consegue nos ajudar um pouquinho.
Olha, eu tenho 37 recursos de rede, tá? Eu pedi só para ele contar, não pedi para ele listar para mim quem são os recursos. Se eu pedisse para ele listar todos os recursos de rede, com certeza ele traria uma query aqui para mim.
Outros itens que são interessantes aqui paraa gente finalizar é o advisor. Eu acredito que o meu advisor ele tá zerado, né? Eu acho que ele não tem nenhuma eh recomendação, mas é sempre interessante você pedir para que o olha lá o meu advisor, ele tá basicamente aqui zerado, mas eu gosto muito de pedir recomendações pro copilot, ah, tem alguma recomendação do advisor pra parte de custo, pra parte de segurança, né, para que ele traga essas informações.
E aqui no custom management também ele vai trazer eh itens que você pode utilizar, assim como os outros recursos que a gente acabou de falar. Então, quando você quer chegar em algum item, olha lá, pergunte ao copilot por e customides, qual o meu custo e corrente mensal, qual o meu forecast, né? Que que eu posso ter aqui de mudança de custo?
Então, cada um desses itens aqui, se você simplesmente clicar em cima do do item, já é para ele ir lá e disparar a pergunta para o copilot, tá? O meu aqui tá tá meio travado aqui, não tá? Deixa eu ver se eu Ah, cliquei no outro.
Foi, foi só aquele dali do do Insightes. Mas se eu perguntar meu custo mensal, é algo que eu já perguntei, né? Já havia até perguntado.
Vamos ver aqui o que que ele vai trazer. Mas o meu custo mensal, ele já tinha me dado uma uma validação. Itens que são muito interessantes, tá?
Também perguntar agora tá vindo muita coisa ali na cabeça, eu já tinha algumas, mas dá pra gente ficar aqui, sei lá, algumas horas testando itens. Eh, você olhar, né? Tô com algum problema no ambiente, tem algum comportamento que não tá muito legal.
Olha lá o que que ele tá trazendo, ó. O meu custo do dia primeiro, né, nesse ciclo. Então, tá fechando basicamente aqueles R$ 200 lá que ele que ele tinha falado.
Mas eh vou até colocar aqui, vou até digitar e um item que é importante à vezes quando a gente tá vendo assim, ó, o ambiente tá se comportando meio estranho, será que tem algum problema? Eh, pedir para ele, por exemplo, assim, ó, valide existe algum alerta. para serviços que utilizo no meu ambiente.
Isso aqui, pessoal, sabe quando a gente tem aquele tipo de problema que é uma falha massiva, né? Quer dizer, a gente acha que pode ser um problema no meio ambiente e aí daqui um pouquinho vai olhar, não, né? É um problema que é massivo, é de uma região, é um serviço específico.
Então aqui a gente pode perguntar para ele já para ter uma garantia. Que que ele tá dizendo aqui, ó? there are no active alerts, ou seja, você não tem nenhum tipo de alerta ativo no momento.
Então são vários itens que a gente pode estar trabalhando aqui para estarem basicamente nos ajudando, certo pessoal? Então com isso a gente tá chegando no final desse vídeo falando sobre copilot. Eu vou pedir para você comenta aqui embaixo se você quer mais conteúdo de inteligência artificial, se você quer algum tipo de conteúdo diferente.
Eu sempre falo, é a comunidade quem vai fazer com que eu busque pautas referente a um determinado tipo de assunto. Pode ser que um assunto eu não domine, não esteja na minha eh no meu conhecimento, vou procurar estudar, vou procurar aprofundar. Se for alguma coisa que tá muito distante, eu vou responder pra pessoa que aquele conteúdo não faz parte do meu nohal.
vão existir várias coisas que eu não vou conseguir trazer, mas se é algo que eu tô no dia a dia, se é algo que daqui um pouco eu tô trabalhando mais superficialmente, até para isso eu vou estudar um pouco mais para poder compartilhar esse conhecimento com você. E comenta aí se você já tá usando o cilot, no que que você tá utilizando, o que mais de inteligência artificial você tá usando no seu dia a dia, certo pessoal? Então curte aí, compartilha, comenta para que eu possa saber que esse tipo de conteúdo você tá curtindo e eu vejo você no nosso próximo vídeo aqui no canal #parti nuuvem.
Até mais, galera. Um grande abraço. Tchau, tchau.