[música] เฮ [música] เฮ Um, dois. Ej, oj, Eu sou um sonho. que nasceu há 40 anos em um lugar com potencial infinito. Vivo entre a serra e os campos, entre rios e mares, navegando em uma economia tão diversa quanto as pessoas que aqui Vivem. Vou do agronegócio [música] ao turismo, da indústria aos serviços. Eu sou a tecnologia, a força invisível que une tudo isso e leva esse lugar chamado Santa Catarina para o mundo. >> Nos meus primeiros passos, eu era [música] apenas a ousadia de alguns poucos, com ambição de ir além e de pensar grande.
[música] Mas logo percebi que a minha verdadeira força não estava em um único Empreendedor [música] e sim na colabor a força invisível [música] e leva esse lugar chamado Santa Catarina para o bondad de alguns Eu sou um sonho Eu sou um sonho que nasceu há 40 anos em um lugar com potencial infinito. Vivo entre a serra e os campos, entre rios e mares, navegando em uma economia Tão diversa quanto as pessoas que aqui vivem. Vou do agronegócio ao turismo, da indústria aos serviços. Eu sou a [música] tecnologia, a força invisível que une tudo isso e
leva esse lugar chamado Santa Catarina para o mundo. Nos meus primeiros passos, [música] eu era apenas a ousadia de alguns poucos, com ambição de ir além e de pensar grande. [música] Mas logo percebi que a minha verdadeira força não estava em um único Empreendedor, e sim na colaboração entre muita gente. Me tornei [música] um eco que foi chamando uma pessoa, outra e logo éramos muitos. Nos tornamos mentores para quem chegava logo depois. Um porto seguro para quem precisava de apoio [música] para transformar uma ideia em um negócio. Aprendemos que o sucesso de um é o
sucesso de todos. Por isso, nos tornamos um ecossistema vibrante, [música] um lugar onde quem abriu Você sabia que a Eletrobrasa agora é axeia e energia? A gente gera 100% de energia limpa que está presente em todos os momentos da sua vida. Uma energia que não é só medida em megaws, energia que move cidades inteiras. Uma energia que cria oportunidades, [música] que desenvolve negócios e pessoas. Axia energia no vem com energia a gente gera [música] 100% O governo de Santa Catarina estão fazendo o maior investimento da história. Não é só medida que energia que move cidades
E me ouvem? Perfeito. Bom, satisfação estar aqui com vocês. Sou Geovani Rosa, estou diretor da Vertical de Energia e da Associação Catarinense de Tecnologia. Prazerão estar aqui com vocês em mais um dia de evento. Na verdade, a gente teve Abertura ontem e hoje a gente segue aqui com os nossos painéis, muita coisa boa. E nessa fala de abertura, eu faço aqui o agradecimento a todos que estão aqui presencialmente, mas também a as pessoas que estão no online eh nos acompanhando. Bom, acontece, né? Então, quem puder também mutar o o seu celular aí também ajuda, que
a gente tá num num ambiente de silencioso. Eh, Essa experiência de estar à frente da da vertical de energia tem me proporcionado muitas alegrias e uma delas é poder trazer para vocês hoje eh em pré-estreia a gente fazer os pits da vertical de energia. E mas antes disso, né, também faço o agradecimento aqui aos nossos patrocinadores, que sem eles a gente não conseguiria eh estar aqui com essa infra e toda. Eu costumo falar que não precisa muito pra gente fazer o N Show, eh mas Com esse conforto e toda essa infraestrutura precisa sim. Então, nossos
agradecimentos aos patrocinadores de amante, Axia, Celesc, patrocinador plátino, eh, EDP, patrocinador ouro, PRDE, CREIA, Santa Catarina, ONS, Passeio Primavera e Statraft. Eh, também é bem legal a gente fazer o registro e o agradecimento às empresas que dedicaram, né, seus profissionais, seus diretores, equipe para realizar e Correalizar esse evento. Então, nossos agradecimentos a Aketec, Atlantec, Blue Rock, Briscon, Floripa Bit, Gás Orgânico, não posso deixar de me emocionar, Cartado, Norus, Paradigma, EVPV Power, WX e o Way. Esse essa essa esse evento ele também, né, tem um um apoio eh sustentável com a Diamante Energia e tem o
apoio eh em patrocínio da SCG. pelo agradecemos também, né, a Carbon Free, que nos apoia com a neutralização de carbono nesse evento, que conta com diversas ações eh de minimização de impacto em carbono. E e vocês vão perceber ao longo do evento que a gente tem um cuidado aqui eh de ter o mínimo impacto. com utilização de copos retornáveis, uma pegada de de carbono menor pela utilização eh de painéis. A gente tem feito um trabalho também para reciclar o com os nossos fornecedores eh todo e qualquer material Eh que deva ser desescartado da forma correta.
esse evento. Então, para quem tá aqui, eh, ele é silencioso, então peça que a gente utilize os fones. A gente tem disponível uma sala de network, eh, e Celesc, Celesc e Áxia, que fica ao fundo, onde tem um telão também, que se quiserem ter uma reunião e poder acompanhar o evento eh na sala ao lado, fica fica à disposição. Eh, visitem a feira de negócios aqui ao lado Com empresas eh da vertical de energia expondo suas soluções e façam negócios, né? até final do evento a gente já decora quase todas as falas, mas a primeira
sempre é um pouquinho mais difícil. [risadas] Então, a ideia é a gente realmente, né, ter algumas eh a gente a cada ano a gente agrega eh ações que complementam o nosso evento. Então, a gente hoje teve já side evento, dois Side eventos importantes e e dentro dessas ações a gente pretende estar sempre eh comunicando com vocês e e vamos dizer assim, ampliando o network. Então, amanhã a gente vai ter uma sessão de pit reverso eh dos patrocinadores, que além do pit reverso, a gente vai ter um espaço de networking para trocar informações. Então, conto com
todos aqui, estão convidados para no período da manhã participar desse evento. Então, eh, para dar início aqui na, como eu Chamo, chamei aí de pré eh, pré-how, né? Quando você tem uma banda famosa, você tem algumas outras bandas que vão ser famosas em algum momento. Então, para esse ano, né, a gente optou por trazer pits das empresas da vertical, eh, que desenvolvem suas suas tecnologias e vão ter aqui 5 minutos de fama para mostrar, né, para todos nós aqui o que que a gente tem como eh contribuição. Então eu eu convido ao palco, eu mesmo,
né, para fazer a primeira a o primeiro Pit, eh, com o desafio aqui de em 5 minutos mostrar um pouquinho para vocês da gás orgânico. Não conta o tempo ainda, gente. Então, agora eu saio do papel de diretor da vertical de energia e assumo aqui a posição de CEO da Gás Orgânico, eh, trazendo os valores em família e da prática de esporte eh, pros negócios, né? Então, a gente tem uma sólida eh carreira no setor de gás e energia que Foi eh transferida quando optamos por iniciar um novo negócio, empreender com a gás orgânico, trabalhando
na área de biocombustíveis e transição energética. [limpando a garganta] Agradecimento à minha família, minha esposa e filhos que me permitem estar aqui com vocês nessa semana toda aí de atividades. Eh, como toda startup, a gente precisa solucionar alguma dor e trabalhar num ambiente que que seja desafiador. E não Falta desafio para gás orgânico. A gente entende que existe um espaço muito forte aí em gestão de resíduos. a população, qualquer ser humano que habitante do plan do do Brasil hoje eh gera 380 kg em média de resíduos sólidos urbanos. Tem muita atividade econômica gerando resíduos a
partir de proteína animal, eh produção de biocombustíveis com sucético, a própria agricultura. E todo esse resíduo, ele ocasiona algumas maléficas, algumas coisas muito ruins, Entre elas o emissão de gás de efeito estufa, que vai trazendo, né, efeitos em cadeia. E e toda essa parte de gás de efeito estufa, ela tem uma parcela vinda de desmatamentos e tem uma outra parcela vinda de combustíveis fósseis, principalmente em relação à mobilidade. E isso afeta diretamente no clima, né? questões e fatalidades, como que ocorreu no Rio Grande do Sul em 2024, nos mostraram muito da força da natureza. E
Esses desastres naturais, eles têm aumentar se a gente não tomar providências paraas próximas gerações e para pra geração atual, como se não fosse fácil, né? a gente ainda vive o risco em conflitos, em eh instabilidades geopolíticas que nos, né, nos pressionam em termos de preço, abastecimento e buscar um combustível alternativo faz todo sentido. E nesse ambiente vive a gás orgânico. Opa. desenvolvendo soluções em plataforma que permitem se inventariar a pegada de carbono de gás de efeito estufa, conectando a uma das nossas soluções que é o MAP Bill, [roncando] gestão, fazer a gestão de regulações de
ativos e como a regulação ela seja aplicável, tá correlacionada com legisla legislabil, que é uma plataforma de IA, aproveitamento energético eh de resíduos Como um todo, onde a gente consegue com o Forgás ter informações eh do setor e fazer programações desse consumo e ações de educação eh para a descarbonização que a gente projeto que a gente designa aqui em parceria, que é o descarbonizatom. Então, todas essas ferramentas, elas são aplicáveis e desenvolvidas e estruturadas com base numa equipe muito experiente, eh, e em que nesses últimos 4 anos tem desenvolvido trabalhos também Para outras empresas, conectando
eh o mercado de gás, conectando o mercado de energia e provendo eh soluções aí envolvimento em projetos com mais com monta de mais de R 2 bilhões de reais investimento. Isso nos habilita a trazer e projetar o futuro nos próximos 5 anos. Uma empresa que desenvolve essas plataformas, opera essa carteira de investimento de mais de R$ 10 milhões de reais pros próximos 5 anos, usando as Ferramentas, atende um público de 13 eh usuários conectados nessa nesse horizonte de 5 anos e envolve um raio, um um impacto e numa população de 10 milhões de pessoas. Chamo
vocês, chamo vocês [roncando] a tornar o mundo mais renovável, mais sustentável, com segurança energética através das ferramentas da Gás Orgânico. Buscamos aí parceiros estratégicos Para investir nas soluções e juntos tornarmos o mundo melhor. Segu nossos contatos. A gente tá com stand aqui. Conheça a nossa equipe. Vai ser um prazer. Tanto eu quanto Helena, nosso gerente de contratos que tá aqui e o Elson que está aqui conosco também, nosso eh comercial e marketing, para atendê-los e demonstrar o potencial da gás orgânica. Obrigado a todos. Sobrou 7 5 4 3 2 1. Vou chamar agora o próximo,
Pela ordem aqui, a dirit para fazer a apresentação. Obrigado. Tá. OK. Beleza. Boa tarde, pessoal. Estão me ouvindo bem? Prazer tá podendo apresentar aqui eh para vocês a nossa empresa. Agradeço pelo pela oportunidade, pelo convite da Vertical. Nós iniciamos a empresa há menos de um ano. Já estamos participando Aqui da Cátia. é um orgulho muito grande. Parabéns também pelo grande evento. Trazer para vocês um pouquinho sobre a Derrite, que é a nossa startup de consultoria em sistemas térmicos, ah, onde a gente tenta buscar eh descarbonizar com viabilidade técnica e financeira de uma forma mais descomplicada,
mais rápida e menos custosa num mercado que ele não é tão simples assim. Ah, aqui eu tô numa plateia com gente que conhece muito bem sobre o assunto de energia e descarbonização. A gente sabe muito bem de energia renovável, sabe muito bem de biocombustíveis, mas pouca gente fala sobre eletrificação, sobre outras formas de reduzir consumo de energia em sistemas térmicos que consomem muito e emitem muito na indústria, em vários outros ah clientes. Então, ah, muito disso, em inúmeros Estudos que já são apontados, eficiência energética e a eletrificação formas muito viáveis da gente descarbonizar. E aqui
eu trago um pouco dessa visão, eu trago um pouco dessa visão fazendo esse paralelo com vocês, onde o Brasil ele é muito feliz em poder ter mais de 90% de sua matriz energética renovável em energia elétrica. E quando a gente compara uma solução de uma usina fotovoltaica para gerar 100 MWh em energia elétrica, o a o potencial de Descarbonização e a viabilidade econômica desse tipo de sistema, ele é muito inferior a um projeto de eletrificação para energia térmica. Então, a gente consegue ver uma ordem de quatro vezes mais e paybacks muito atrativos. Pessoal, desculpa, não
tá bom. dentro da jornada, dentro da jornada de descarbonização, que vocês também já conhecem, a nossa empresa, ela se posiciona no na segunda Etapa de redução de emissões, onde a gente ajuda realmente a trazer tecnologias e aplicar essas tecnologias de forma viável para os nossos clientes, sempre buscando uma transição energética em queima de combustíveis fósseis, retirando eles ou reduzindo ao máximo, reduzindo vazamento de fluidos refrigerantes, que são as emissões fugitivas de escopo um, e também escopo dois, a redução no consumo de energia elétrica, que a gente já tá muito muito Bem neutralizado aqui no Brasil.
>> Ah, bom, quem eu sou? Heitor Tremesso, co-fundador da Derrite, junto com o meu sócio Fernando Castilho, que tá aqui presente também. Ah, não somos uma empresa nova, mas já atendemos aí grandes clientes, com orgulho a Veg também aqui de Santa Catarina. E já temos uma trajetória de mais de 12 anos no mercado de ar condicionado, refrigeração, aquecimento, então que são as áreas térmicas onde a gente realmente Atua dentro, principalmente da indústria, mas atendendo hospitais, hotéis e outros condomínios residenciais. Ah, centrais térmicas, quando a gente fala, envolvem inúmeros tipos de sistema, inúmeras tecnologias que às
vezes nem são aplicadas ainda aqui no Brasil e oferecemos diferentes serviços para essas soluções. A nossa base tecnológica trabalha em cima de gêmeos digitais. Então, criamos modelos Digitais para desenvolver essa consultoria de uma forma mais assertiva e mais viável. Ah, nosso processo, nossa metodologia vai desde captação de dados, criação de um modelo digital e com esse modelo digital calibrado, nós podemos fazer análises e as medidas de eficiência energética com de uma forma mais assertiva para conseguir implementar e garantir após a implementação que ela Realmente foi efetiva. E dentro de toda a jornada do cliente, a
gente trabalha com diferentes tipos de serviço para cada momento, buscando assegurar todos esses benefícios de ponta a ponta, desde a clareza na priorização dos resultados, a assertividade até a comprovação desses resultados. Então, atendemos diferentes níveis, né, e tipos de clientes no mercado. A nossa aplicação vai principalmente para Sistemas de aquecimento, onde consomem ainda muitos combustíveis fósseis para aquecer ambientes ou processos industriais, mas também encontramos desde hospital, resort ou até na na no próprio condomínio residencial de muitos de vocês, onde possui uma central que aquece água com gás, né? gás natural ou GLP, a gente possui
soluções onde a gente consegue entregar a máxima performance desses ativos. É isso, fica aqui o nosso contato. Ah, e Ficamos à total disposição de vocês para qualquer dúvida. Obrigado. >> Bom, vamos chamar agora Atlantec Rodrigo, por favor. Aí na sequência para otimizar depois, Nilton, você já pode pular para cá, já se se apresentar. Obrigado. >> Passa. >> A gente vai trocar para não ter trocar o >> agora. >> Uhum. >> É nessa aqui, né? >> Boa tarde, pessoal. Sou Rodrigo, sou o diretor e fundador da Atlantec. Nós somos um centro de serviços para equipamentos oceanográficos.
Ainda não tá valendo. >> Não tá valendo ainda. >> É >> para voltar. >> Tá de novo. >> Boa tarde pessoal. Sou Rodrigo, sou diretor e fundador da Atlantec. Nós Somos um centro de serviços para equipamentos aqui em Florianópolis desde 2003. 80% do nosso trabalho é relacionado ao setor de energia, hidroelétricas e óleo e gás principalmente. Gostaria de falar para vocês um pouco sobre como a Atlantec vai contribuir para a integridade de dados oceanográficos em projetos de CCS. eh captura e armazenamento de Carbono. O CCU especificamente já é uma realidade. No Brasil, a Petrobras injeta
anualmente 14 milhões de toneladas de CO2 no pressal. Eles estão iniciando agora um projeto piloto como a contribuição da Atlantec no litoral do Rio de Janeiro, onde CO2 é separado do gás natural transportado via adulto 70 km injetado em águas rasas. Então esse tipo de projeto vai requerer Um monitoramento rigoroso, né? A lei 14993 já estabelece que o parador da estocagem tem que realizar o monitoramento eh por motivos óbvios, né, pela eh para evitar riscos ambientais, mas na última consequência também para viabilizar um sistema de comércio de créditos créditos de carbono, porque sem dados auditáveis
sobre eh eventuais vazamentos, dificilmente vai haver créditos de carbono. E nós na Atlantec nós temos um sistema integrado de segurança de dados e isso já começa com aques e saudos equipamentos que pode ser feito a partir da nossa filial nos Estados Unidos, descomplicando importação. E uma vez que o equipamento chega no Brasil, nosso time de campo vai realizar instalação, comionamento e em plataformas, embarcações desses equipamentos. Em seguida, nós vamos entrar num ciclo de manutenção eh periódica e em caso de Necessidade de desembarcar o equipamento para realizar manutenção corretiva ou calibração, equipamento vai ser desembarcado para
Atlantec e ao mesmo tempo o Atlantec já disponibiliza um equipamento de substituição para o cliente não ficar descoberto no seu monitoramento. Para isso, nós temos uma estrutura de mais que 250 m² de área de oficinas, laboratórios, eh fabricação de cabos submarinos, Testes citrostáticos. Nosso laboratório de calibração é acreditado pela ISO 17025. Mais uma vez aqui o foco é auditabilidade de dados e nós calibramos lá um total de oito parâmetros oceanográficos. Nosso time de campo, ele eles realizam as instalações, comissionamentos, manutenção preventiva e eles também instalam equipamento acústico de grande porte em casco de navio. Um
trabalho Realizado em docasca. Nosso roadmap para o monitoramento do CC é a seguinte. Nós estamos integrando um pacote de sensores com telemetria, especificamente voltado para o CCS. parâmetros como CO2, pH, CH4, eh oxigênio também e perfiladores doop para determinar o campo hidrodinâmico do local. Esse pacote vai ser um pacote fixo para montagem no fundo do mar e um pacote móvel para implementar ou instalar em eh veículos remotos. Ainda vamos implementar dentro do nosso laboratório de calibração os parâmetros CO2 e CH4. Pessoal, um destaque aqui só para dois equipamentos que aqui, por exemplo, temos o medidor
de CO2 disolvido no passeiro 4H na engineering equipamento estado de ar para o monitoramento de CO2 disolvido. Ele é citado em diversos artigos sobre esse assunto especificamente no m do norte. E nós temos do nosso parceiro Teledine EDI, nós utilizamos perfiladores doop para determinar o campo hidrodinâmico do local de monitoramento. Só um uma seleção aqui dos de alguns dos nossos clientes. Do lado esquerdo para direito, nós temos a área offshore, nós temos a Petrobras, operadores de FPSO, nós temos a área de survei ambiental, infraestrutura, portos, tragagens e aqui nós temos a área de hidrologia. E
por fim, no lado direito, nós temos instituições públicas como, por exemplo, A Marinha do Brasil. Pessoal, obrigado pela atenção. Em caso de qualquer dúvida, por favor, entrem em contato conosco. [aplausos] >> Boa tarde a todos. [roncando] Só colocar a apresentação. Obrigado aí pela presença de todos, pela oportunidade da da vertical disponibilizar esse espaço que para nós é muito importante. Bom, eh, meu nome é Nilton Benjamim Hitner, eu sou diretor de negócios da SENSAP. Imagine uma plataforma de geração de energia offshore ou mesmo uma usina hidrelétrica ou até uma plataforma de petróleo toda sensorizada, sendo captados
os dados e de repente algum daqueles sensores chega com uma anomalia no pins, mas não chega no CMMS, não chega na monitoramento no EAN. Aí o técnico vai a campo tentar identificar o problema e resolver. Chega lá, ele vê que é um problema de conexão, de integração, que não tem nada a ver com equipamento. Por que que eu trouxe esse detalhe? Porque a as integrações elas são feitas do método tradicional como ponte pênil, sem monitoramento, nada. Então você simplesmente desenvolve para um engenheiro, para um desenvolvedor, ele faz toda a construção dessa integração entre os equipamentos
e o softwares e entre vários softwares e Vida que segue. De repente a coisa falha. Com SensAP é diferente. Você tem múltiplas pistas monitoradas 24 horas, como se tivesse uma ponte monitorada. A ponte aqui Colombo Sales, Pedro Ivio monitorada 24 horas. E caso ocorra um, você tá passando fúria e um pneu, o que que vai acontecer? Vai ter um engarrafamento logo atrás num fluxo contínuo. Com SensAP fica monitorado e você então toma uma ação Imediata para resolver esse problema. O Sensap ele conecta escada, pins, IoTs, EANs, RPS, eh sistemas de de nuvem, qualquer sistema que
você precise conectar. Com o monitoramento 24x7, ele garante que ao menor sinal de problema você seja avisado para identificar esse problema. Isso faz com que a TI tenha tranquilidade, a área de operação, né, fique eh tenha toda a rastreabilidade E o Silvel tenha todo um controle, toda uma garantia de governabilidade e compliance. O nosso caso mais emblemático que é a Vale, Mineradora Vale, onde tudo começou há um pouco mais de 5 anos, onde através de um programa de inovação aberta a gente foi selecionado e desenvolveu toda a estrutura conectando uma série de sensores com a
central de monitoramento de ativos. Então uma dezena ou mais de uma dezena de fornecedores de sensores Integrado com a central de monitoramento de ativos. Então lá hoje cerca de 1 milhão, mais de 1 milhão de de bate 1.600 dia de alertas. Nós temos um quase 900.000 ativos sensores em ativos, tá? E disponibilidade quase de 100%. E no primeiro ano a gente reduziu cerca de 90% dos incidentes, 60% de redução nos custos de com novas novos players, novos entrantes, novas integrações, metade do tempo de desenvolvimento em Média e chegava um novo fornecedor com novos sensores, 30%
mais rápido essa integração, ou seja, entrava em operação mais rápido. Temos também a Unific, que é o nosso cliente mais recente, porque a gente não se limita à área de sensor. A Unific estamos implantando um projeto MVNex Telecom integrada, onde a integração da Unificá pelo Sensap. O setor de energia é um dos mais Exigentes, né, com a continuidade operacional. se parar, né, o dado não chegar informação, você pode ter problema de de um ativo parado, uma decisão errada ou mesmo uma não conformidade regulatória. Então, com o Sensap, você tem uma continuidade operacional, você tem uma
governança, estamos implantando ISO 27.000 e uma proatividade em tempo real. Nossa forma de negociação é flexível, Né? Você tem o ambiente pode ser tanto na sua nuvem quanto na nossa nuvem, quanto no ambiente ones. E o modelo de negócio também, ele é adaptável a qualquer empresa, tornando viável técnica e e financeiramente. E aí o último é bom. Se você aqui identificou qualquer um desses situações que eu relatei na sua empresa, então você me procure através do QRcode, tem o meu contato Direto, porque as operações não podem parar. Você sim, você pode descansar e ter o
seu momento de lazer. Muito obrigado, Jonathan da North Space, por favor. >> Olá, pessoal. Boa tarde. Boa tarde a todos. Eh, meu nome é Jonathan Oliveira, eu sou geólogo, fundador da Norspace, quanto não aparece os slides aqui. Nós somos uma empresa de inteligência espacial, principalmente para ativos Críticos. O que que são ativos críticos, né? São todos aqueles ativos que fundamentam a base da nossa sociedade moderna. Aqui tem alguns deles. Então temos ativos de mineração, transmissão, rodovias, ferrovias, pipelines de gasodultos, áreas militares de defesa, todos esses ativos críticos que não podem parar, não podem ter a
sua integridade comprometida de forma alguma. E para isso nós temos eh eh uma solução, uma plataforma que faz todo o Monitoramento desses ativos via satélite. Hoje nós atendemos principalmente o setor de energia, mineração, eh gasodutos e óleodutos, no setor de óleás, a parte de defesa nacional, carbono e florestas. e a parte também de cidades inteligentes. Como clientes nós temos a Vale, nós atendemos hoje mais de 300.000 haar que a gente monitora paraa Vale, divididos em mais aí mais de 100 ativos fundiários. Nós temos a Repsol com projeto para carbono E eh azul e e o
mercado de NBS. E também nós eh monitoramos todo o portfólio de linha de transmissão da Taa, Alexandre da Taía, acho que tá por aí. e um projeto fantástico que a gente entregou em tempo record. Cerca de 4 meses nós entregamos uma solução pronta para utilizar a mercado e nós monitoramos aí mais de e 10.000 km de linha de transmissão e mais de 1 milhão de hectares aí de faixa de domínio e faixa de servidão. A gente vai falar um Pouquinho mais desse case, porque é um case bem bacana. Nós somos uma empresa recente, nós somos
fundados em 22, mas nós tivemos uma reestruturação e uma expansão gigantesca no último ano. Então isso aqui é o nosso time, alguns consultores e aqui alguns resultados que a gente tem. Então, desse caso da Taís, eu vou expandir um pouco mais à frente, como eu já falei aqui também da da Vale, só no ano passado a gente detectou mais de 265 incêndios pra Vale, uma empresa Que gasta por ano em média 25 milhões só de helicóptero para pagar incêndio. E nós conseguimos reduzir aí mais de 40% esse gasto com helicóptero, conseguindo detectar incêndio e eh
em até 10 minutos da a partir do foco de incêndio, tá? H, tá passando aqui. Então, essa é a nossa principal solução pro setor de energia. é uma solução para gestão e manutenção automatizada de faixa de servidão. Ela é uma ela é uma ferramenta fantástica, porque ela pega toda a parte de ocupação Irregular, identificação de de invasões, construções não autorizadas na faixa de servidão, toda a parte de rosto de vão. Então, nós temos um um conjunto extenso de diferentes satélites e a gente consegue imagar todo dia todas as campanhas de rosto. Então, essa é o
nosso segue dia a dia em até 7 dias pegar até 95% das detecções de rosto. Então, a plataforma ativa eh de monitoramento e gestão e também um dos maiores gargalos do setor de transmissão Hoje, que é a parte de gestão de ã vegetação. Essa aqui é a nossa a carinha da nossa solução. Então, você tem aqui, ã, voltando aqui, você tem aqui toda a central de imagem dos algoritmos que a gente desenvolve aqui. Basicamente ela é uma a mágica acontece por trás, mas na plataforma em si ela é um um tem módulos de visualização de
dados, imagens, mapas, coleta e captura de dado de satélite, como eu vou mostrar mais à frente, e Também toda a parte de filtro e geração de relatório, tá? A gente tem o aplicativo mobile também para as equipes de campo não ficarem desatendidas. Então, eh, eh, toda a detecção, ela tem um fluxo contínuo que vai desde a, eh, captura da imagem de satélite, o tratamento, processamento, aquisição, detecção automatizada, geração de tickets de ocorrência e depois encaminhamento para as equipes de campo ou equipes de laboratório. Ou seja, não É só um sistema de visualização ou detecção de
dados de satélites, mas é uma solução completa pra gestão desses ativos, tá? A gente tem aqui, ã, a geração automática de relatórios. Aqui é um exemplo do acompanhamento do rosto. Então, como eu disse, diferente de muitas empresas que trabalham com com a parte de satélite ou eh eh inteligência geoespacial e na maioria dos casos utilizam imagens pagas de alta resolução, a gente tem alguns algoritmos Proprietários aqui que a gente consegue melhorar em muito a qualidade das das imagens e a qualidade das detecções e a gente consegue cortar o preço da nossa solução e muitas vezes
até 10 vezes dos nossos concorrentes. O que que isso é importante? viabilidade. A maioria das empresas não desenvolvem essas soluções porque é muito caro acaba não cabendo na conta da empresa. Aqui alguns cases que a gente tem toda a parte de gestão de rosto, a gente Consegue analisar o antes e o depois, aonde foi, quanto que foi, você consegue fiscalizar os seus terceiros ali diretamente do do escritório. Aqui a gente mostra também, nós trabalhamos com diferentes imagens de satélites. Nós temos provedores de imagem de satélite no Brasil, Singapura, China, Rússia e Canadá e o mercado
europeu também. H, nós atendemos a imagem que você precisa pra sua necessidade. Então, a gente não vai tentar te vender uma imagem boa só Porque ela é bonita, mas sim aquilo que ã fita melhor a tua necessidade. E aqui é a carinha dos nossos algoritmos e um dos exemplos que a gente consegue reduzir uma imagem gratuita de baixa resolução do Sent2 para um dado de 2 m aí com uma granularidade muito maior e o enriquecimento dessa informação e um aprove um aproveitamento muito maior também dessa informação, tá? Eh, a gente consegue também fazer uma coisa
muito legal, que é você programar uma captura De uma imagem de satélite direto da plataforma, comunicando direto com satélite. E é isso, pessoal. Muito obrigado a todos. Quem tiver alguma dúvida, venha conhecer o nosso stand aqui. A gente vai ter o maior prazer em mostrar para todos vocês aqui. Uma boa tarde. 1 do 1 do >> Então, obrigado, Giovani. Olá, pessoal. Boa tarde. Sou o Marcos Vilela, sou da Ambientária Jotec, né? Também atuamos Com inteligência geoespacial. Primeiramente quero agradecer a oportunidade de estar aqui, agradecer ao Giovani, o convite, a vertical de energia da CAT, né?
A Metal Jotec é uma empresa catarinense, né? e que hoje nós temos em quase dois anos aí de fundação e quando a gente resolveu fazer essa spinoff, né, do grupo ambientar e fundar Ambientário Jotec, a gente decidiu que a gente queria fundar essa empresa em Santa Catarina, em Floripa e também um Dos grandes motivos era participar aqui da CAT, né, da vertical e tudo que a esse ecossistema de inovação proporciona pra gente. É o do meio aqui. É. Qual que é o esse aqui? >> Tá. Então o nosso foco é o principalmente setor de energia,
setor elétrico, né? Hoje daqui a pouco você vão ver tod quase todos os nossos clientes são do setor elétrico, mas a Gente também atua aí com agrofloresta, sustentabilidade, recursos naturais. A gente tem um núcleo de inovação PD ativo também. Hoje somos parceiros da ESBR, né, que é líder mundial em tecnologia de giz de processamento, mas também desenvolvemos nossa tecnologia, desenvolvemos nossos openur também. Eh, somos o spinof do grupo Ambientari, né? Ambientar é uma consultoria aí que já tem mais de 20 anos de estrada, atua em todo o Brasil e nós fundamos em 2024 Esse braço
de tecnologia que é ambiental e geotec, né, aqui em Santa Catarina. E onde estamos, né? Hoje a gente tem quatro soluções, né, que são nossos principais eh soluções de negócio. Eh, a gente tem um portal Geotec, que é onde a nossa plataforma, né, de integração de dados. Eu falo que é um denominador comum, onde a gente consegue trabalhar dados de engenharia, de fundiário, de meio ambiente, né? A gente tá atendendo esses clientes aqui dentro dessa dessa Visão do portal Geotec. A gente criou uma uma linha de serviço que a gente chamou de célula GIS, que
é onde a gente cria realmente um núcleo de geloprocessamento, né? uma equipe especializada, orientada ao negócio do cliente, onde a gente hoje faz o núcleo de gel com a, com a Xia própria ambientária, né, onde a gente nasceu e realmente atende todas as demandas de dias ali da nossa empresa mãe. Nosso núcleo de inovação hoje a gente tá com PID ativo na Taa, que é um PID bem interessante de planejamento de traçados de linha de transmissão, onde a gente tá desenvolvendo um copiloto, né, de planejamento de traçados, uma automatização de uma solução para bidar leilões,
para realmente ter um ganho realmente de quebrar um pouco das barreiras, né, de engenharia, meio ambiente fundiário, que cada um realmente trabalha num canto, a gente tá integrando isso a partir de uma Inteligência. A gente trabalha também com soluções personalizadas. A gente tem alguns projetos nessa linha, né? Quando o cliente chega com escopo fechado também, a gente atende nessa forma. Aqui um pouco do nosso portal, né? Então, eh, aqui a gente tá falando de integração, né? Então, a gente entende que para ganho de performance, ganho de eficiência, a gente precisa trabalhar dentro de uma mesma
de uma unidade, né? Então o portal Jotec ele faz justamente Isso, ele entende os processos de negócio, entende a estruturação de dados, né, de cada um dos nossos clientes. E a gente consegue realmente criar um uma única visão, né, onde a gente traz desde dados de central de manutenção, estoque de de ações, ordens de serviço de campo, eh planejamento, engenharia, enfim, né, a gente consegue trazer tudo aqui. É um modelo de assinatura, é um SAS, né, que a gente desenvolve nesse formato. É, a célula GIS já é algo que a gente depende muito do entendimento,
né, da nossa equipe sobre o problema de negócio do nosso cliente. E aqui a gente trabalha diretamente dentro de grandes empresas. A gente se nos tornamos, né, o núcleo de gis desses dessas empresas, né, que a gente trabalha com integrações de SAP, com giz, eh, integridade de ativos, monitoramentos, soluções que o nosso colega da Nora apresentou, que é muito legal também. a gente visualiza Isso muito como sistemas de gestão de vegetação, integração de margens satélite com drones, tudo isso dentro desses portais, né, que a gente consegue trabalhar dentro da da nossa plataforma. Eh, aqui um
pouco das soluções personalizadas, né, que monitoramento queimadas, descargas atmosféricas, né, tudo realmente eh dentro desse ambiente GIS, né, trabalhando com ciência de dados avançada e a nossa, nosso núcleo de inovação em PID, né, aqui esse projeto que a gente tá desenvolvendo é realmente o foco em planejamento de traçados, né? Eh, inclusive o Equata também que a gente tá desenvolvendo esse projeto, ele traz, né, realmente uma são mais de 300 camadas que a gente consegue trabalhar numa visão territorial onde a partir de um ponto A tem um ponto B, né? Aquele problema geométrico de como é
que eu vou ligar a substação na unidade na substação da geração com a subestação da Da de consumo da distribuidora, né? Ele cria vários caminhos ótimos ali para esse traçado com capex, com orçamentário de, né, de engenharia, de fundiário, tudo para realmente ajudar a tomada de decisão do melhor traçado. E é basicamente isso, né? 5 minutos é difícil a gente conseguir falar tudo, mas aqui a gente tá disponível para durante o evento, né? Tem algumas pessoas da equipe da JTEC aqui. Levanta a mão aí, pessoal. [risadas][suspirando] E é isso, pessoal. Obrigado pela oportunidade, né? A
gente tá aqui os meus contatos aqui e é isso. Muito obrigado. >> Tá difícil aqui. >> Tá difícil. Pontar para onde para vocês aqui. >> Boa tarde a todos. Alto e claro. Eh, primeiramente obrigado a Vertical de Energia por permitir essa oportunidade que nós possamos compartilhar com vocês de casa cheia a algumas das tecnologias que estão desenvolvidas aqui pelo nosso ecossistema. Bom, ah, o IX tecnologia, mas assim, tá assim, tá bom? Uma startup tem que, como ela é pouco conhecida, geralmente o relacionamento baseado na pessoa quem fundou, quem tá à frente dela. Eh, então contando
um pouquinho só da por trás da da X William da >> eh uns 5 kg mais magro naquela foto. Eh, 20 anos de experiência em desenvolvimento de produto para utilits, ou seja, desde o estágio em faculdade já tava com essa com essa prédestinação. desses 20 anos, 15 anos no setor elétrico e desses 15 anos, né, alguns desenvolvimentos aí que de produtos que foram desenvolvidos com recursos e fomentos de inovação da NEL que sempre foram para mercado mesmo antes da do novo manual ser eh atualizado com esse viés. E também participo, né, como um Dos líderes
aqui da vertical de energia, presido do comitê de gestão, fui antes do do Giovani também o diretor da vertical e participo também do comitê da Blue Rock de de Inovação. Bom, a o IX nós pegamos a experiência de toda a equipe para tentar criar um portfólio de produtos, eh, para ter nicho, para ter aplicação de valor agregado. Então, hoje nós temos e no técnicos, né, produtos de de arquitetura de linha de IoT, de sensoreamento, eh, Sensores de ondas milimétricas, tecnologias de precisão satelitais como RTK, eh, desenvolvimento disso tudo transformado em hardware e aplicação. Então, nós
desenvolvemos a temos a habilidade end to end desde o desenvolvimento do sensor até a aplicação mobile de interface com o cliente. Ah, um dos projetos que nós estamos em campo e vocês vão poder ver um pouco mais, é sobre segurança. A gente tá Sofrendo bastante no setor elétrico com segurança, invasão, principalmente em ativos remotos. Então, nós desenvolvemos soluções com inteligência. Nesse caso, nós não desenvolvemos todos os hardware porque não fazia sentido. Então, nós integramos com com produtos de mercado, com fit técnico e preço e embarcamos tecnologia e interface para atender cliente. Ah, projeto de inteligência
artificial para substação de energia, integrando os dados existente, Desenvolvendo sensores para equipamentos que não têm dados para todos conseguirem se comunicar. Aí nisso a gente fazer uma arquitetura, uma plataforma que a substação seja eh vista, interpretada e com dados de forma integrada entre os os ativos críticos. Eh, sensores de ondas milimétricas, então são projetos que nós estamos trabalhando para para detecções eh de vibração de pessoas de forma remota, né? Esse esses últimos mais em estágios Iniciais de projetos. H, monitoramento de torres. Nós estamos com um projeto que é justamente para dar uma visibilidade pra transmissora
de todas as torres que estão em situação crítica aqui hoje, por eventos climáticos, por acidentes com máquinas agrícolas e o pior de todos, vandalismo. As torres estão sendo atacadas e geralmente essa informação chega quando a linha já tem um corte ou a o vandalismo já se concretizou e a gente Quer gerar em real time alarmes para um centro de monitoramento que a transmissora consiga detectar esse tipo de anomalia. Esse é um projeto que a gente desenvolveu em parceria com os Institutos de Ciência e Tecnologia, inclusive de Santa Catarina, ganhou prêmio na estadual de inovação e
a gente tá digitalizando toda a operação de aterro de resíduo hoje numa coisa que é completamente manual e baseado na Experiência do piloto. Então, hardware e aplicativo, né? Tudo isso tem mostra o nosso h em sistemas embarcados. Então, a gente tá fazendo hardware, deptec, inteligência artificial embarcada, tudo isso de maneira nacional e junto com aplicações e web para essas integração de interface. Aqui o nosso ecossistema de inovação que a gente usa que é parceiro, tanto projetos de fundação de amparo local, São Paulo, Universidade Federal, Parcerias com unidade em BRAPI, consultorias na área de gestão de
de financiamento também no em PD e Anel como falei, desde há 20 anos trabalhando desenvolvimento 15 num projeto de PID já virando produto de mercado. Então a ideia é que todo qualquer produto que a gente trabalhe comece pelo business case e não pelo recurso de fomento. Então, mais de 20 profissionais hoje trabalhando na UEX, experiência com mais de 20 anos, ecossistema integrado para Unificar empresas locais, internacionais, criação de joint inventors com empresas que já tão penetração na Europa, sempre vendo como comercialmente a gente explorar melhor os mercados dos produtos que a gente tá desenvolvendo. Muito
obrigado, [aplausos] [ __ ] Deixa eu fazer aqui [ __ ] >> Quer foto? >> É, quero [risadas] foto fora. Eh, fale o registro, né? O Willam foi meu antecessor aqui na na vertical de energia e é muito importante essa, né? Agora voltando a carapuça aqui de de diretor da vertical de energia, é o quanto a gente encontra nesses empreendedores eh uma um gás adicional. Aí a gente sofre também, né, Willam? Isso aqui a parte boa, mas a gente também passa pelos perrengues. E o e o quanto estarem eh Em comunidade, né, ele nos fortalece.
Então, faço aqui o convite. Sei se já tem o QRC, acho que tá na hora do QRCode já para venha você também fazer parte da CAT, né? Você tem uma ideia inovadora, o CNPJ em Santa Catarina e uma atuação eh nesse setor, mesmo que seja ainda uma stage, uma empresa que tá iniciando, sendo uma startup, literalmente, eh, seram muito bem-vindos. Então, a primeira conexão é Através da instituição da CAT e sequencialmente na vertical de energia, mas contem com todo o nosso apoio para recebê-los na vertical, entendendo que a gente eh tem eh muito a ganhar
eh com o crescimento do da da CAT, da associação, da vertical de energia. Então o William comentou ali em spinoffs, né? A gente tem vários cases aqui de duas startups que juntaram a mesma solução e estão desenvolvendo e estão aplicando a mercado. E isso é muito importante, é Muito relevante. Eh, vou fazer aqui também um um chamado para pro pit reverso de amanhã às 9 horas. Então, amanhã os patrocinadores eh Diamante e Platinum vão estar trazendo eh desafios. Fico feliz aí que tá casa cheia, né? Dá gosto de ver. Espero aqui que amanhã a gente,
a parte da amanhã a gente também tenha casa cheia para prestigiar os patrocinadores e mais que isso, identificar negócios, oportunidades de negócio, porque é assim que a gente Agrega valor pro associado e pra sociedade. Vou chamar o próximo o próximo painel. Eh, com muito, muita satisfação, eu convido Helena Zanela a fazer a moderação do próximo painel e também a condição de painelista. Helena que trabalha comigo, a gente eh trabalha na Gás Orgânico. Vocês viram a fotinha há pouco dela, ela sempre pega no pé com as fotos que eu posto, mas eh super bem-vinda, Helena. Ten
um excelente painel e tenhamos todos aí um um bom Sequencial de de N Show. Muito obrigada, gente. >> Bom, pessoal, boa tarde a todos. Espero que estejam todos bem e que possam aproveitar essa tarde que foi preparada com muito carinho para todos vocês. Vou convidar ao palco os painelistas e depois eu vou fazer uma introdução, apresentação deles. Por favor, professor Elton, para de vir. A gente já vai se apresentar aqui também. Fica à vontade, só não peguem muito embaixo. >> Bem-vindo, >> como sempre. Bem-vindo. >> Obrigado. >> Pode prar. Bom, por favor, vamos ficar à
vontade. Quero fazer a apresentação. Como Giovan já passou, eu me chamo Helena Zanela, sou gerente de contratos e Biocombustíveis pela Gás Orgânico. Hoje eu também conto aqui com a presença do Rafael Nicolasi, gerente comercial, industrial e veicular pela SC Gás. Bem-vindo, Rafael. >> Obrigado, Helena, prazer estar aqui. >> Muito obrigada. Também conto com a presença da Mariane Muracam, é a nossa diretora de clima, energia e transição energética pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde. Muito, muito Bem-vinda. >> Obrigada. Conto com a presença de do professor Elton Alves, docente da UFPR e também
diretor técnico e científico da Associação Brasileira de Hidrogênio. Muito bem-vindo. >> Olá, pessoal. Boa tarde, um prazer estar aqui. >> Pessoal, a gente não escuta o nosso retorno aqui, então espero que esteja Tudo certinho aí com vocês. Nós vamos falar de um painel, uma temática que a gente tem percebido essa necessidade cada vez maior de trazer essa implementação de combustíveis renováveis. muito pelo que o Giovan já tinha comentado anteriormente das questões geopolíticas, as mudanças que vêm acontecendo a nível planeta e também pela necessidade, Principalmente pela necessidade de descarbonização das frotas pesadas. A gente sabe que
a nossa matriz energética brasileira, ela tem um potencial significativo a ser explorado ainda. E a nossa matriz elétrica, ela já aí contempla mais de 80% da energia renovável. A matriz energética a gente ainda tem 50% de de energia renovável. Temos muito a explorar. Dito isso, dito essa Importância da transição energética, da descarbonização dos setores, a gente olha hoje para um uma temática importante que é as frotas pesadas. As frotas pesadas, em geral utilizam diesel e outros combustíveis, mas são extremamente maléficos a nosso meio ambiente e a nossa sociedade. Então, a gente trouxe hoje essa palestra
para falar com vocês sobre descarbonização, Mobilidade de frotas pesadas, olhando para os combustíveis de gás natural, biometano e hidrogênio de baixo carbono. Tendo essa contextualização sobre este tema, a gente já percebe algumas eh situações benéficas acontecendo em nosso país, algumas ações. Primeiro, pelo fomento de de políticas públicas, segundo por cada estado está fomentando de certa forma essa temática. Olhando pro estado de Minas Gerais, a gente tem Uma importante situação acontecendo em que o estado ele já manifestou que até 2033 mais de 5.8 bilhões serão eh investidos na parte de infraestrutura da rede. Quando a gente
tem a infraestrutura eh sendo fomentada, nós temos mais possibilidades de injeção de biometano. Então, a gente tem esse fomento pelo estado de Minas Gerais, especificamente pelo Triângulo Mineiro. O estado de São Paulo, a ncta concessionária de de gás, em parceria com a Scânia, já definiu que eles pretendem incrementar mais de 2.000 caminhões rodando na parte eh noroeste do estado de São Paulo, onde é a concessão da ncta, para que esses caminhões estejam movidos a gás natural e biometano. Lembrando que quando a gente sai de um diesel para um combustível renovável, nós estamos fomentando Eh um
ambiente mais saudável até para a respiração da população em volta. Olhando ainda pro estado do Paraná, estado do Paraná ele incrementou através do corredor sustentável entre Londrina e Paranaguá, mais de 400 km, em que temos uma infraestrutura de postos para atender eh o abastecimento através de GNV e através de biometano. O estado de Santa Catarina, nós temos esse time maravilhoso de especialistas que vai trazer também essa realidade Para nós. E pulando o estado do Rio Grande do Sul, nós temos uma empresa chamada Raterlog, que faz a parte de logística rodoviária, ou seja, cargas. E essa
empresa, ela já utiliza mais de 124 caminhões da sua frota para eh que utiliza eh GNV e utiliza biometano para esse para essa finalidade. Então a gente olha infraestrutura, fomento de novas frotas, frotas em grande escala já acontecendo e também a disponibilidade eh de abastecimento. Então, olhando toda esta parte de temos a disponibilidade, temos a demanda, a Gás Orgânico pensou e está em fase de desenvolvimento de um software que Giovani já apresentou pra gente, o Bilds Carbon. Ele é um software voltado para frotas pesadas, para controle e inventário das emissões dessa frota. Então ele faz
o controle operacional, ou seja, quanto eu estou consumindo deste combustível. E também ele faz o inventário do das emissões de gás de Efeito estufa. Para além disso, também controla a parte dos combustíveis, ou seja, se eu utilizar diesel ou se eu utilizar gás natural ou se eu utilizar biometano, quanto eu estou deixando de emitir ou quanto eu estou emitindo de gás de efeito estufa. Então, pensando nessa solução, a gente também entende que esse mercado ele está cada vez mais voltado a acontecer e de uma forma muito célere. E para falar de transição, olhando para o
que o estado De Santa Catarina tem fomentado, a gente bateu um papinho antes, né, Mari, e várias vezes. E isso é importante porque a gente já percebe o estado de Santa Catarina se destacando junto com os outros estados. Então, eu gostaria de ouvir um pouco mais o que que Santa Catarina tem preparado, fomentado aí para nós. Por favor. Bom, boa tarde a todos. Permaneço sentado. Posso ficar de pé? >> Fica à vontade. >> Eu vou ficar de pé ensinar até um pouco de de respeito, né? Eh, agradeço o convite da Kati em poder estar aqui,
em especial o convite da Helena e do Geovani, em poder trazer a Secretaria do Meio Ambiente e da Economia Verde para estar aqui. Aí vocês me perguntam o que é que vocês estão fazendo aí, né, ambientalistas? Lá veio o pessoal chato do meu ambiente, né? E não é nada disso. Então, a gente veio trazer algumas eh nós temos várias ações acontecendo no Estado, vários programas de governo e em 10 minutos eu não vou conseguir falar todos, mas eu trouxe o principal hoje que é o destaque e é que a nossa preocupação hoje que é a
da transição energética justa. Então o estado de Santa Catarina é um dos pioneiros, né, em no plano de transição energética justa. é o único que leva esse nome, a única que tem na legislação justa em que o que consiste? Eh, vamos lá. Eu trouxe alguns slides, na verdade, Aí eh um contexto eh estratégico do governo do estado, né? Então, muito se fala em descarbonização, em alternativas de fornecimento de energia elétrica, em hã em economia estável do do governo do estado. E é isso que nós temos essa preocupação, né? Então, Santa Catarina tem esse potencial de
indústria, potencial energético e nós temos ainda o problema de frotas pesadas e com tudo isso preocupação com o meio ambiente. Nós temos metas globais, nós Assumimos contratos, nós assumimos pactos de redução de emissões eh de gases de emissões de eh de gases de efeito estufa, ah, gases poluentes. tem todos esses tratados a serem cumpridos até 2050. A meta de Santa Catarina é descarbonizar Santa Catarina, uma meta arrojada, mas eu tenho quase certeza que a gente vai conseguir, né? Então, Santa Catarina, ela não tá inventando nada. O nosso programa ele trata de realmente Mapear todo tudo
isso que vocês estão falando. E esse evento ele vem muito ao encontro do que nós estamos propondo, que são as conexões, mapeamento de tudo que tá sendo feito nessas áreas, concentrar na nossa secretaria e a gente fazer essas conexões entre público, privado, inclusive entre secretarias que estão fazendo normalmente as mesmas coisas e a gente não se fala e não se conversa. e ao fim disso chegar num plano, numa estratégia de ação. Então, H, o, a nossa transição energética, ela já começou começou ano passado com uma contratação de R$ 3 milhões deais da da Fundação de
Etúlio Vargas para nos auxiliar em todo esse mapeamento, na discussão econômica e principalmente social desse todo esse contexto de transição energética para que a gente seja muito assertivo nas decisões e tomada de decisão e políticas públicas, né? Então, de nada adianta a gente fazer política pública Para nada. Então, tudo isso que vocês falaram hoje aqui, estão falando e ainda não terminou, será levado em consideração nesse plano de transição energética justa para que a gente saia com um modelo para Santa Catarina. Então, nós temos uma lei estadual que prevê o descomissionamento das da termelétrica, a o
não uso do carvão mineral. Ah, então 2040 não ser eh terá que haver esse descomissionamento. E aí começa Todo o nosso trabalho, né? 2040 tá aí, 2050 também. Então, a o estado decidiu agir nesse sentido, fazendo algumas eh algumas estratégias e plano de governo. Então, nós já iniciamos uma série de workshops eh para ouvir todos esses atores. Teve alguns que a gente fez uma conversa eh informal, já uma uma tratativa informal de potencialidades do estado. é uma excelente de uma oportunidade de a gente ter a diversidade do fornecimento de Energia elétrica, ter diversidade de toda
a nossa economia do estado. E aí que vem a atuação do governo do estado. Éonde que o governo pode ajudar com as políticas públicas, nos incentivos fiscais, ah, do que, né? Aonde que a gente pode, onde que estão as as fragilidades desse processo, aonde que o governo pode estar atuando? [roncando] Então, ouvido todos esses atores, a gente já tem um mapeamento do que que a gente pode fazer e ajudar e Principalmente mobilizar fontes de financiamento que vejo que são as maiores dores, né? Então, tudo que a gente vai mudar hoje de procedimento, de tudo, vai
requerer financiamentos, vão querer dispêndios financeiros e estaremos preparados para isso. Então, todos os eventos que eu fui eh nesses últimos meses falam de transição energética, de sustentabilidade, de diversidade econômica. Eles falam, estão preocupados com o financiamento e Asseguro os senhores, existem fontes de financiamento, existe dinheiro, só não existem bons projetos. Isso foram foi o que eu ouvi. Então, uma das prerrogativas da secretaria é essa, da gente incentivar, a gente auxiliar ness nessa produção desses projetos. Inclusive, a secretaria tem um fundo estadual de mudanças climáticas, que nós financiamos também toda essa parte de novas inovações, tecnologia,
eh projetos, processos e vem também de um Fundo de de iniciativas privadas do estado e principalmente de taxas da fiscalização eh ambiental. Então existe eh fontes de financiamento, não é não é o problema. Só precisamos realmente dessas eh iniciativas e projetos. Então vamos lá. Especificamente paraa parte de frotas pesadas, nós não temos uma linha de atuação, né? Nós não temos dentro do governo do estado, eh, dentro da SEMAI esse projeto. Dentro do governo do estado, eh, nós temos então algumas Iniciativas que é um projeto de lei que isenta a o IPVA, né, de de veículos
pequenos. desde que 100% elétrico, 100% etanol, 100% eh elétrico. Então, existem algumas iniciativas acontecendo, né? A gente tem parcerias, a gente tem lei do biometano, lei estadual eh do biogás, nós temos lei estadual da [roncando] transição energética, nós temos eh eh outras políticas públicas também. Em 10 minutos a gente corre e a gente Começa a esquecer das coisas, né, que que enfim, mas enfim, ah, nós temos também a política estadual do hidrogênio verde, então muita coisa já está sendo pensada dentro do estado de Santa Catarina, então sejamos o primeiro na que a transição energética justa
dê certo, né? Nós temos aqui o seu Fernando que nos acompanha sempre nesse processo e a preocupação principalmente social, né? Então, de toda essa discussão, não esqueçamos que existe uma parte Ambiental e uma parte social. E existe também outras alternativas de produção de energia que muitas vezes nós não estamos levando em consideração. Santa Catarina existe uma uma cadeia muito forte da parte florestal, né? produção de biomassa, isso também tem que ser levado em consideração. Então, todo esse mapeamento dessa cadeia, dessa matriz energética do estado já tá 50% concluída. Nós vamos apresentar em Junho, inclusive em
Criciuma, os dados preliminares, né, de estratégicos do plano de transição energética. Convido a todos, inclusive depois eu disparo para CAT o convite oficial. Então, dados preliminares e até outubro nós temos as estratégias. Vamos apresentar três estratégias pro governo e para tomada de decisão. Então, vai ter uma comissão sendo formada para essa tomada de decisão. Espero trazer para dentro da CAT algumas Alguns encaminhamentos para que a gente possa conversar com todos. Afinal, é um plano estadual, ele tem que contemplar todos, né? Então são várias várias ações acontecendo no estado de biogás, biometano, de uso de resíduos
e para essa descarbonização. Então era isso, gente. Muito obrigado para vocês. Ficam à disposição. O nosso plano de transição energética, ele está no nosso site. Dúvidas, reclamação, eh Nos procurem. A Eliana depois deixou com o contato, então muito obrigada. >> Obrigada, Mari. Obrigada. [aplausos] Bom, falando então de fomento, políticas públicas e esse fomento do Estado que a gente percebe que já está acontecendo eh as ações, vamos olhar pra parte da infraestrutura, o que que nós temos de infraestrutura no nosso estado para atender essa parte do gás natural. E sabemos que química fisicamente o Biometano e
o gás natural eles têm essa mesma composição química e física. Então, Nicolás, por favor, fique à vontade para trazer para nós o que que nós temos de infraestrutura. >> Beleza? Uma boa tarde a todos. Eh, muito prazer estar aqui de novo. Eh, cumprimentar aí o Geovani e parabenizar aí a Vertical da Energia pelo brilhante evento, né? Tá muito legal de de reunir toda essa gente aí. Falando aqui do da infraestrutura, né? Como a Infraestrutura da rede de gás canalizado pode servir de vetor para transição energética justa e que a Mariane trouxe para nós, que é
um projeto de governo e que a gente tem toda uma infra que tá aí para isso, né? Eh, a gente acredita que a melhor forma de e de transformar, de transportar, de movimentar o biometano, a melhor forma, a mais eficiente, a mais barata e a a efetivamente é mais eficaz é via gasodutos, né? É muito mais eficiente. Eh, como a Helena colocou, o biometano e o biogás e o gás natural, eles são intercambiáveis, né? composição molecular deles é a mesma, é praticamente CH4 puro, é um metano, então a gente pode misturar eles e ter eles
misturados na rede. Então por isso que o gás aqui ele, a rede de gás ela entra como esse vetor de de transição, né? O, hoje a gente tem uma rede de gás concentrada no litoral, muito por conta Do gasolporte que que veio lá da Bolívia, interligou com o Pressal e desceu pelo litoral do país, chegando até a região de Porto Alegre. E aqui no estado ele cortou a região litorânia, que é onde a SCA pega o gás, a rede para fazer as distribuições, as redes de distribuição. E e aí muito por conta disso, as redes
se concentraram muito no litoral. E bom, a SCAS, ela ela é a segunda do país em números de municípios atendidos E a segunda do país em número de indústrias atendidas. Então, embora tenha essa concentração na região litorânia, SCAIS, ela se desponta no país como uma das que mais vem investindo em expansão de rede historicamente. Eh, é que realmente a rede de distribuição eh é exige muitos investimentos para que a gente consiga atender todo o estado, né? E e aí a gente olhando, a gente tem um Potencial de biometano no nosso estado muito rico, né? Nós
temos uma agroindústria eh muito rica no nosso estado e a gente tem um potencial de geração enorme. Se for falar de potencial teórico, tem mais de 1 milhão de mos cúbicos dia por conta de todos os dejetos e plantas que agora assim de plantas que existem já projetos que já foram apresentados para SCG com o fornecimento, a gente tem quase 230.000 1000 m³ dia para ofertar pro mercado de Produtores. Eh, isso dá 15% do volume distribuído pela SCG diariamente. Eh, hoje nós temos aqui uma concentração representativa aqui na região de Campos Novos. Ali tem duas
plantas que recentemente conseguiram a autorização da NP, estão aptas a comercializar o biometano. Elas estão em condições de já entregar pro consumo esse biometano. Então a SC Gás lançou em abril uma chamada pública para comprar esse gás, Pra gente receber a oferta desse gás, pra gente injetar isso em lajes, que é o ponto mais próximo que a gente tem de Campos Novos, né? Então, a gente tá construindo ali um projeto para ter a injeção de biometano em Lajes e a gente tá no momento estudando as propostas, as ofertas que a gente recebeu desses produtores para
ter isso na rede. E aí, o que que significa isso? que um consumidor que tá ligado na nossa rede, por exemplo, lá em Criciuma ou lá em Joinville, ele pode comprar esse biometano de Campos Novos e a gente injeta na rede e entrega para ele via gasoduto. Eh, lá em Chapecó também tem uma produção representativa de biometano e a grande vantagem é que Chapecó tem uma demanda industrial muito relevante. Então lá e só que lá tá mais longe da rede. Então eh lá pra Chapecó, a SC está estudando uma projeto de rede local. Então a
gente vai fazer uma rede interligando esses essa produção que tem em Chapecó, fazendo uma rede para atender a indústria da da região de Chapecó. E ops aqui. E além disso, nós temos também a questão das frotas pesadas, né? Então, como já foi mencionado tanto pela Helena quanto pela Mariane, eh 33% de de toda a energia do país foi em Diesel pro sistema de transporte. E isso é muito, é muitos litros de diesel que poderiam ser gás ou biometano e e emitir muito menos carbono pra atmosfera, não só o carbono, mas também particulados. E esses particulados
estão associados à qualidade do ar que a gente respira. e fora outros benefícios, emissão de ruídos, um motor de um caminhão, a gasa natural emite muito menos ruído, muito menos vibração. Eh, e aí aqui, olhando no frota pesada, nós Temos aqui a transportador, todo o corredor de alto fluxo que é a BR101, já tá coberto. A SC Gás, ela é a quarta distribuidora do país em número de postos de combustíveis. Nós temos 128 postos. Esses marcados em azuis são postos de rodovia que atendem caminhão, que elas podem atender frota pesada. Então, quem tem uma frota,
uma transportadora e quiser rodar pelo estado, nesses pontos em azul, ele já tem atendimento. Então, hoje a Hiterlog, Que já foi citada aqui, ela roda no eixo de Porto Alegre até São Paulo, ela abastece nos nossos postos, né? E e aí a gente tem uma infraestrutura muito rica, né? a gente podia aproveitar muito essa infraestrutura do estado. Hoje quem quiser rodar no eixo norte sul sul norte tá plenamente atendido. E aí gás agora como desenvolvimento de infraestrutura, que que nós estamos olhando? Aqueles e pontos laranja que é são os para fechar os corredores, porque abastecendo
nesses Pontos de laranja a gente consegue cobrir esses corredores e também atender quem roda no sentido leste, oeste, né? Então a gente pode observar aqui que coincidentemente onde tá o potencial de biometano é onde a gente precisa fechar os corredores. Então aqui o desafio da distribuidora é como aproveitar esse biometano que tá pulverizado pelo estado, longe da nossa rede, da melhor forma possível. É, então a gente vai aproveitar como em fazendo Redes locais onde tá bem distante para atender demanda, fechando corredores de abastecimento paraa frota pesada e o excedente a gente compra e injeta na
nossa rede para que qualquer cliente conectado na nossa malha possa acessar também o biometano. Basicamente esse é o pilar da infraestrutura e o e os projetos estratégicos que a SCH está focada aí pra gente contribuir pro desenvolvimento. >> Obada. Obrigada. Rafa, então isso é Muito, não é? Obrigada. Então isso é muito importante a gente perceber que a infraestrutura ela tá bem consolidada. Temos muito trabalho ainda a ser feito e que bom que temos muito trabalho a ser feito. Temos especialistas para atender este trabalho que precisa ser desenvolvido, é, no nosso estado e também em outros
estados que tem esse conhecimento, essa expertise para poder entregar uma solução, uma ação prática bem elaborada. E não só falando também de gás natural, e biometano, a gente também tem uma outra parte dentro da do hidrogênio. Professor Elton, a gente sabe que existem várias cores dos hidrogênios, mas também temos um hidrogênio específico que ele entra para essa pegada de baixo carbono. gostaria de entender um pouquinho e passar essas suas percepções desses anos seus de pesquisa, como que o hidrogênio ele impacta positivamente para essa temática De frotas de baixo carbono, frotas pesadas de baixo carbono. Obrigada.
>> Olá, boa tarde novamente a todos. É um grande prazer participar aqui com vocês desse painel. saudar aqui os painelistas, Giovani, pelo convite, tá, pela organização do evento. Eh, bom, pessoal, esse é um tema bastante discutido, bastante debatido nos últimos anos no Brasil, o hidrogênio, principalmente o hidrogênio de baixa emissão de carbono, como já foi falado. E eu, meu desafio aqui é tentar linkar esse tema com os demais que já foram muito bem colocados aqui. E para isso eu começo dizendo que o hidrogênio de fato é uma molécula eh que ela pode revolucionar diversos setores
da nossa economia. Eh, a começar pelo setor de transportes, né, transporte pesado, mas também eu posso falar aqui de siderurgia, de agroindústria, de alimentos e assim por diante. É um tema transversal. E se nós observarmos esse Gráfico da da que está aqui nesse slide, nós vamos perceber que ao longo do tempo eh os combustíveis que nós usamos no, né, mundialmente, eles vêm se modificando principalmente em relação a esse esse teoreta entre carbono e hidrogênio, onde nós chegamos, partimos desde da madeira, do carvão, né, do óleo, do petróleo, chegamos até o gás natural, que já foi
muito bem colocado aqui, que é uma molécula que tem um átomo de carbono e Quatro hidrogênios. A partir disso, o próximo passo é o hidrogênio puro, o hidrogênio molecular, eh, que é uma molécula sem carbonos, porém nós precisamos cada vez mais produzir um hidrogênio que não use fontes fósseis de preferência ou que nesse período de transição energética possa ser, né, um período que onde nós possamos migrar de matriz energética para uma matriz renovável. Hoje o hidrogênio ele 50% dele é produzido a partir do gás natural E nós temos quase 98% da matriz do hidrogênio, mundialmente
falando, sendo produzido por fontes não renováveis. Então, quando nós observamos isso e olhamos pro cenário brasileiro, nós temos aquelas duas grandes oportunidades. Primeiro que o nosso sistema elétrico, ele é integrado e renovável, como já foi dito. Então, em alguns momentos, nós temos ah uma característica de renovabilidade maior do que 90%. E aí nós temos uma Possibilidade chave de produção de hidrogênio a partir da eletrólise da água, onde nós utilizamos energia elétrica renovável para extrair o hidrogênio da água. E a outra parte que eu queria destacar também, a outra possibilidade é utilizando a biomassa residual. O
Brasil produz hoje milhões de toneladas de biomassa e 95% dessa biomassa que tem potencial, por exemplo, para produzir biogás e biometano, ela não é aproveitada. Então esse é um ponto Crucial que a partir do momento que nós aproveitarmos essa biomassa, produzirmos biogás e biometano, nós também podemos produzir hidrogênio, que é o que eu vou falar para vocês daqui a pouco. E um trabalho feito pela Associação Brasileira do Hidrogênio, eh, em conjunto com demais associações, eh nós chegamos nesses mapas do Brasil que vocês estão vendo, eh onde nós destacamos o potencial, é a capacidade instalada eólica
solar e o poten e Também a produção de biogás. E no mapa da direita, nós temos uma sobreposição desses potenciais eh para a produção de hidrogênio. Conforme vocês podem ver, não é só um estado da federação ou outro, mas nós temos aí um potencial distribuído no Brasil inteiro, o que tem chamado a atenção do mundo inteiro para o hidrogênio brasileiro. E nesse sentido, quando nós eh trazemos, né, esse tema das frotas e da logística e principalmente envolvendo o setor de Transportes, nós temos que pensar que o hidrogênio, nesse cenário, ele ele precisa de uma característica
muito importante, que é a descentralização da sua produção. Para vocês terem ideia, hoje nós o custo do hidrogênio, tá 40 de 40 a 50% desse custo é associado a armazenamento e ao transporte do hidrogênio. Então se nós pensamos em descarbonizar frotas e usar o hidrogênio na mobilidade, de fato, nós vamos precisar eh de um hidrogênio barato, Sendo produzido de forma descentralizada no Brasil. E essa, como eu acabei de dizer agora a pouco, esse é o nosso DNA, porque nós temos essa biomassa descentralizada, temos gás natural, que é importantíssimo nesse processo de transição energética também para
o hidrogênio. E temos também a biomassa, né, e o setor elétrico mesmo com essa energia elétrica distribuída com caráter renovável. Aqui só duas demonstrações para vocês, né? Falando um pouquinho de Química, não muito, só um pouquinho, mas mostrando para vocês que é possível obter o hidrogênio e ou o gás de síntese, que é uma mistura de hidrogênio e monóxido de carbono, a partir da composição do biogás ou do biometano. Então, nesse momento, quer dizer, onde nós tenhamos biomassa, nós podemos produzir hidrogênio a partir dessa rota do biogás. Isso pode ser observado nesse mapa. Quando nós
eh notamos as plantas de produção de biogás distribuídas no Brasil. Então, ou seja, se nós já temos uma produção descentralizada de biogás e de biometano, nós podemos também ter uma produção descentralizada de hidrogênio com algumas ressalvas, né, como a escalabilidade e alguns pontos que ainda têm que ser trabalhados. E esse tema não é novo, né? Eu coloquei ali de propósito a fotografia lá da Olimpíada de Tóquio, onde mais de 500 veículos a hidrogênio Já foram utilizados durante a Olimpíada, o que demonstra que a tecnologia já existe, né? sejam veículos de pequeno porte, médio, grande porte,
ela está disponível e o que vocês vão ver daqui paraa frente é um processo de fato que vai revolucionar a nossa indústria automotiva também com a entrada do hidrogênio. Eh, e para finalizar, dizer que aqui no Brasil também nós temos alguns exemplos, como é o caso desse ônibus, que é um ônibus híbrido elétrico A hidrogênio também, que é um ônibus desenvolvido pela COP lá na UFRJ. Nós temos outros exemplos também em São Paulo, né, em alguns outros estados. Eh, e também temos empresas que estão entrando no Brasil, como a GWM, que é uma empresa que
tem trazido caminhões a hidrogênio também já em fase de demonstração, já com milhares e milhares de quilômetros rodados, né, mostrando que a tecnologia existe, ela é disponível e pode ser utilizada. Então, Só finalizando com a pergunta que a Elena fez, né? Então, independente das cores, o que nós temos que mirar no no tema do hidrogênio é produzir um hidrogênio de baixa emissão de carbono. E a nossa legislação brasileira, pelo marco legal, ela já estabelece um valor de 7 kg de CO2 por kg de hidrogênio produzido. E nós só vamos conseguir estabelecer, atingir esse nível se
nós utilizarmos essas estratégias que eu comentei com vocês, seja pela rota da Biomassa, seja com energia elétrica renovável, ou seja, por exemplo, com o gás natural, com captura de CO2, né, que seria aí o que nós chamamos de hidrogênio azul. Então é isso, agradeço muito pela atenção, estou disponível também para dúvidas em breve. Obrigado. >> Então [roncando] vocês perceberam que o nosso país, né, reforçando quão abundante nós nós somos. Temos a disponibilidade do recurso, temos tecnologia e conhecimento em casa para Processar esse recurso, seja ele numa linha mais de biometano, biogás, também na linha do
hidrogênio pelas pesquisas e projetos que são eh sustentados. Eu gostaria, a gente tá aí encaminhando pro final. Eu gostaria de abrir para perguntas. Gostaria de saber se eh tem alguém na plateia com dúvidas sobre essas temáticas, especialmente para frotas pesadas. Não se acanhem, pessoal. Fiquem agora é a hora de tirar a dúvida. Deixa eu ver se tem alguém lá em cima. Não, não consigo ver. Bom, vou deixar os contatos aqui de todos. para que posteriormente eventual eventuais dúvidas que vocês tenham, estamos todos à disposição de vocês para esclarecer, para conectar, desenvolver projetos juntos. Esse é
o maior objetivo aqui, é essa troca de conhecimento para gerar algo muito maior num futuro. E eu encerro fazendo uma pergunta para vocês e já pedindo eh as considerações finais. Rafael, me conta da tua percepção, o maior desafio para essa conexão, não só ao estado, mas essa conexão a nível Brasil, qual é o nosso maior desafio hoje para fazer essa descarbonização das frotas pesadas na sua opinião? Eu acho que pegando aqui, olhando o ano, ano passado retrasado, a gente falava muito em ideia, em estudos. Eu acho que do ano passado para cá, até quem teve
acompanhando os últimos Fóruns, né, o fórum de biometano, o que a gente tá vendo é que os projetos, os estudos estão virando, eh, estão sendo executados. A gente vê caminhão de fato rodando. Quem pega a estrada vai ver caminhão a gás circulando. As montadoras estão apostando no caminhão a gás. Eh, o elétrico, claro, tem seu valor, mas hoje pra frota pesada a gente vê que o que o gás natural eh tá sendo apostado pelas montadoras, né? Então, além da Scania, da Iveco, agora tá entrando aqui no Brasil a Jack Motors também. E quem testou tá
comprando mais. Então assim, não é aquela coisa que o cara testou unzinho e não. A a Heiter começou com cento e poucos, tá com 350 caminhões. A CRIC lá no em Chapecó ela começou com 15 caminhões. Agora comprou mais mais 15. Mais 15 tá com 40, não, 40 61 caminhões a gás natural. Então a gente vê que tá assim, todo o mercado, né, tanto as montadoras estão entrando com boas Ofertas, então o preço de investimento tá aparelho com o caminão a diesel, o diesel tá mais caro, então tem o retorno econômico também. E a infraestrutura
de postos do nosso estado é sensacional. A gente, poucos estados têm essa oferta de postos e essa rede de distribuição que nós temos. E agora como desafio especificamente para SCA é continuar trabalhando para fechar aqueles corredores ali. Seria isso. >> Obrigada, Rafa. É extremamente Interessante a gente ver essa percepção também, porque a gente entende os valores que são aplicados para de fato ter essa infraestrutura e não são valores baixos. Então ele depende de uma mobilização e uma necessidade muito local. Então, certamente num futuro muito brevíssimo a gente já vai ter aqueles pontos ligados. Mari, conta
pra gente da tua percepção e já com as tuas considerações finais, quais são esses desafios que você entende? >> Incentivos fiscais, a gente consiga muita coisa, né? Eh, esses desafios eles não são mais tendências, eles estão acontecendo. Existe um despêndio muito grande de recursos, né, das empresas vai ter que haver e se a gente tem realmente essa infraestrutura para atender todos esses eh esses veículos, então, né, eh movido a outro tipo de combustível. Mas falando de governo do estado, é isso, os incentivos fiscais, o o apoio, o auxílio Nessa nessa transição, né? Eu acho que
esse é o grande papel nosso hoje do governo do estado. E esse diálogo também, né? A conexão dessas informações é muito importante. Então esse é o nosso papel hoje. >> Maravilha. Isso vocês percebem como como estamos conectados aqui. Temos a academia, temos o governo, temos a infraestrutura, a empresa também que atende. Então quanto mais conexões a gente tiver, mais longe a gente Certamente irá. Professor Elton, as suas considerações sobre esses desafios agora do mercado de hidrogênio no nosso país. >> Perfeito. Olha, ah, nós temos acho que dois grandes desafios, né? O primeiro é essa questão
do custo do hidrogênio, porque eh isso é crucial, né? Quando a gente pensa numa numa no uso do hidrogênio no Brasil todo, em várias regiões. A gente viu que, dependendo da região, nós temos algumas características que diferem Muito de outras. Então nós termos esse, né, essa questão do custo trabalhada no país todo é o que vai ser decisivo para que a gente consiga desenvolver uma frota de veículos, por exemplo, hidrogênio. Por outro lado, nós temos um grande desafio que é o marco legal, a regulamentação da nossa lei do marco legal, que é o que vai
eh estabelecer os critérios, né, básicos para que nós possamos ter os devidos investimentos, porque hoje eh nós temos isso meio Nebuloso, uma vez que a lei existe, o marco legal existe, mas ela essa lei não foi regulamentada. Então eu acredito que com essa questão sendo trabalhada, o Brasil tem todo o potencial, tem a tecnologia, tem, né, a capacidade de fazer parcerias, né, para poder desenvolver toda a rota, as rotas tecnológicas do hidrogênio no país todo. Então essa é a minha opinião. >> Maravilha, gente. Muito obrigada pela presença de vocês, por passarem todas Essas informações. Agradeço
a todos os presentes. Desejo que os próximos painéis também sejam enriquecedores para vocês. Obrigada a todos, a equipe também. Obrigada, gente. Faz a fotinha agora oficial. Obrigada. Obrigada pela E eu acho que todos aqui, né, tão eh ansiosos aí pra gente começar logo. Então eu vou chamar o palco a Talita da Biogaz, o [roncando] Thago Olinda e o José Tigre para ocupar aqui. Fiquem à vontade. O nosso próximo painel, ele tá dedicado à inovação, novas tecnologias nos gases de baixa emissão. E eu vou fazer o papel aqui de mediador e vou me apresentar novamente, né?
Sou Geovani Rosa, CEO da Gás Orgânico, eh, e diretor da Vertical de Energia. né? A gente tem vários desafios aí e esses desafios eles vão seguir um desencadeamento aí até até quinta-feira. E aí, ouvindo aqui um pouco a o nosso bate-papo anterior, a o painel anterior, eh me remeteu o quanto o quanto conecta com o nosso nossa temática de agora, né? Então, eh, a gente tem algumas perguntas combinadas aqui, mas eu vou eu vou tomar a liberdade de fazer um freestyle aqui para, para contextualizar, porque, né, as coisas vão tomando forma e a gente ouviu
bastante agora de de biogás, de biometano, de hidrogênio, mobilidade e muito forte isso na na descarbonização. E com a trilha toda de descarbonização integrada, né, eu vou fazer a primeira pergunta pra Talita, eh, e aí você se apresente também, quiser falar um pouquinho da da ABS, fique super à vontade. E e a pergunta é, né, qual a sua percepção é em relação a ao momento que a gente vive hoje eh considerando os potenciais do bioga para além da mobilidade, que a gente já falou aqui bastante e e como a Associação ela tá enxergando esse novo
momento, né, a gente, para quem acompanha as mídias, aí teve lei do combustível do futuro, uma série de ações vinculadas a ao estímulo, né, do da cadeia do biogás e do biometano que refletem na nas nossas vidas e possivelmente a gente vai ainda vai ouvir falar muito disso. Então vou deixar a palavra para você, Talita, o palco é seu, se quiser ficar em pé, tá à vontade. >> Obrigada, Giovan. Eh, se me permitem, eu vou ficar sentadinho aqui pra gente manter nosso clima aqui agradável. Bom, eu sou Talita Viana, estou atualmente como coordenadora técnica e
regulatória da Biogas. Para quem não conhece, a Biogás é a Associação Brasileira do Biogase Biometano. Então, temos hoje cerca de 120 associados, representando aí todos os elos da cadeia do setor. E a nossa função como associação é fazer essa Representação institucional, não só desses associados, mas de toda a cadeia do biogasetano. Então, acho que esses grandes marcos eh que o Geovani acabou de citar e que foram falados também anteriormente no nosso painel, no painel anterior, perdão, eh eles têm influência direta também por esse trabalho institucional que juntamente também com os governos dos estados e o
governo federal tem feito em prol desse setor. E do ponto de vista de crescimento, né, o Há dois anos atrás eu tive aqui no Energy Show pela primeira vez e a gente teve um painel para falar sobre biogás. E é muito legal poder ver que a gente não tem mais só um painel, né, mas grande parte aqui dos nossos das nossas discussões e aqui também atrás no pessoal que tá expondo, tem muita gente engajada nessa nessa temática e isso demonstra justamente essa movimentação que o setor tá tendo, né? Então, há 2 anos atrás, a gente
tinha cerca de seis Plantas de biometana aprovadas pela NP. E hoje a gente já tem 19 plantas e mais 51 em processo de autorização. Isso só quando a gente fala em biometano regulado, né? Quando a gente fala do setor de biogás como um todo, a gente já superou aí 1800 plantas que foi divulgado pelo panorama do se biogás do ano passado. Então é um volume muito considerável, porque quando a gente fala também de potencial, essa perspectiva de crescimento, ela tá apoiada na Formulação dessas políticas públicas, porque a gente sabe que tem, claro, os aventureiros do
mercado. >> Deixa eu ver. Foi, agora resolveu. >> Obrigada. Eh, então o primeiros aventureiros aí que iniciaram esse mercado. A gente ainda tá nesse início, né, mas antes mesmo de qualquer tipo de regulamentação. E agora a gente teve o grande marco aprovado que foi o combustível do futuro, que trouxe ali uma série de programas voltados Paraa descarbonização do setor de eh de mobilidade em percentual de biodiesel, no diesel paraa SAF, que é combustível sustentável de aviação. E um deles que eu destaco assim com grande amor até é o Programa Nacional de Descarbonização do Produtor Importador
de Gás Natural. Então nossa perspectiva é que com esse programa que traz uma obrigação de descarbonização do setor de gás, a gente abra portas e aí entram também os desafios e grandes oportunidades que eu Posso falar um pouco mais depois, tá, Giovani? eh paraa atuação nesse mercado. Então, vários players estão inclusive se movendo eh do setor elétrico e entrando de cabeça aí no mercado de biometano, dado essa maior segurança jurídica dos projetos, relacionando também os programas que foram citados aqui, programas estaduais. O Thiago pode comentar bem aqui também sobre, foi colocado em Santa Catarina, tem
o Paraná, mas também ao longo do Brasil Todo, não só na temática de mobilidade, Giovânia, mas também eh voltado ali pro uso industrial, pro mercado voluntário, principalmente também para biofertilizantes, eh porque a gente tem uma dependência grande externa de, né, de de diesel, quando a gente olha também a questão de conflitos externos relacionados ao gás natural. E aí que a gente abre essa possibilidade para todas essas possibilidades. E aí quando a gente olha na no longo prazo, não longo, No médio prazo ali até o final da década, a gente tem uma perspectiva de mais de
30 milhões de m cbicos, só considerando esse potencial eh de fontes ali que estariam já prontamente disponíveis. Claro que isso vai variar dependendo do estado. Quando a gente fala da região sul do país, a gente tem muita eh resíduo a partir também do setor sucroenergético, mas também de proteína, resíduos de proteína animal, o que abre um leque e também novas Possibilidades da gente gerar esse biogás e consequentemente o biometo. >> Excelente. Tit tem mais pergunta aí? segura aí que a gente tem tem muito assunto aqui e o desafio é cumprir isso dentro da nossa agenda.
E você mencionou já adiantando, né, a pauta do Thago, que eu vou deixar ele se se apresentar também. Eh, mas um acho que um dever aí da nossa sociedade é eh estabelecer políticas públicas e ambiente regulatório que permita, né, Que essas novas fontes, que essas novas tecnologias elas ganhem eh ganhem aderência, possam tracionar e efetivamente sair da oportunidade e e ir para para a prática. Então, a minha pergunta, o Thaago vai nessa linha, eh, pensando nessa forma mais ampla, né? A gente tá com muito viés hoje no no combustível, né, para para uso veicular, mas
eu vou puxar ainda um passo antes, porque a gente tem já uma matriz eh e uma oportunidade Muito grande em gerar energia elétrica também, né, a partir do biogás, né? A gente brinca aí que o biogás ele é o é o Coringa, né? né? Ele vai poder fazer várias coisas, né? a gente pode gerar energia elétrica, pode gerar energia térmica, pode gerar mobilidade e e essa importância e relevância do do biogás eh para gerar energia elétrica também é muito importante num momento em que a gente precisa eh atuar aí eh como sistemas inteligentes de balanceamento
Energético. Isso ao longo do evento a gente vai discutir muito isso. programação tá tá repleta aí de de novidades aí sobre curtainment e uma série de coisas. Eh, mas a pergunta, eh, Thaago, para você é na experiência do Paraná, eh, e que você vive hoje no dia a dia, eh, como é percebida, né, pela pela pelo governo, eh, essa necessidade de criar um ambiente regulatório e o que que motivou o estado do Paraná a dar esses passos importantes eh na história Recente aqui do do estado? Bom, maravilha. Primeiro quero cumprimentar a todos, agradecer a você,
Giovani, em nome da Vertical de Energia aqui na na ACAT, pelo convite, por estar aqui. Cumprimentar o João Carlos também aqui, a Talita, por estarmos juntos aqui nesse painel. Grande satisfação. E primeiro me apresentar, né, falar que eu atuo na Superintendência de Gestão Energética do Estado do Paraná. Aproveitar para cumprimentar também meu Superintendente Sandro Vieira, que tá conosco aqui acompanhando eh o evento e a superintendência, né? Em primeiro lugar falar que a superintendência é um órgão técnico dentro de uma estrutura eh de governo do poder executivo, mas com um viés técnico do ponto de vista
de eh gestão e segurança energética. Eh, dentro da superintendência eh existem algumas eh áreas ou umas verticais de coordenação. temos uma coordenação voltada para eh infraestrutura, seja e Inovação, seja ela infraestrutura de carregamento elétrico, seja ela armazenamento eh químico, no caso de BE ou usinas reversíveis, seja infraestrutura para eh data center, tem uma vertical de energia elétrica e tem uma vertical de gás natural e biocombustíveis, a qual eu faço parte. E eu já faço essa explicação para começar a responder tua pergunta, né, Giovan? Você pergunta como que o estado do Paraná olha, né, para políticas
públicas E paraa energia. Então, a partir e de um momento que você tem um estado que monta, prepara uma estrutura para olhar para eh segurança energética, já mostra que o tema é importante, já mostra que o tema é necessário para suportar o crescimento do estado. O Paraná, trazer um dado aqui nos últimos eh vai completar agora ao final desse ano, tende a dobrar o seu PIB, né? Então, crescimento econômico eh requer diretamente infraestrutura de energia Para suportar esse crescimento. Então, eh do ponto de vista de segurança energética, nós temos essa perspectiva. Eh, uma outra perspectiva,
indo pro caso do biogás, eh, como a Talita também comentou aqui, sobre o panorama de de biogás do do país, eh, no Brasil hoje nós temos 1800 plantas, né, das quais 30% estão no Paraná. Ou seja, o Paraná ele eh tem a posição, né, tem um ranking, ocupa a primeira posição no ranking do número de Plantas de biogais, o que mostra que já tem um trabalho que vem sendo feito aí há muitos anos. Eh, vale lembrar também que a Superintendência de Energia é uma estrutura nova, muito recente, tem um ano e meio. Então, eh, nós
já pegamos muita coisa feita, né? Eh, mas também enxergamos que tem eh uma necessidade de trazer uma um senso de gestão, um senso de organização para isso tá sendo feito, em que dessas cerca de 525 plantas que já existem hoje no estado do Paraná, eh Boa parte dessas plantas estão no setor de na cadeia de proteína animal, especialmente na suino cultura, eh, e muitas delas com a geração de energia elétrica, muito motivado pela política pública de incentivo à geração e distribuída, começando lá com a 482, 1087, eh em que a gente tinha um cenário econômico
mais favorável. Eh, por outro lado, ainda tem um grande potencial quando a gente olha para Alguns setores com potencial adormecido, como é o caso do setor sucreenergético no estado do Paraná. Paraná tem 25 usinas de etanol e apenas uma produz biometana. Então, tem um universo grande pela frente. Agora, um outro aspecto que eu quero trazer ainda na política pública, que hoje, né, não só hoje, mas desde o início, o Paraná sempre olhou pro biogás, pro biometano como eh antes de ser uma política de eh aproveitamento energético, como uma política de Saneamento, como uma política para
que a gente pudesse tratar os dejetos da produção agrícola e com isso continuar produzindo ou até mesmo eh eh aumentar a sua produção. Então, quando falamos de de política pública, eh, tem muita coisa entrelaçada, tem muita coisa associada. Então, a gente tá quando fala de bioga, quando fala de gases, quando fala de biometo, a gente tá falando do setor agro, de crescimento, de saneamento, eh de suportar a infraestrutura e também de Descarbonização da economia. Eh, e tentando não me alongar muito, só citar aqui um pouco sobre planos, né? Então, o Paraná hoje nós temos, além
da própria Superintendência de Energia, eh nós temos o próprio plano de segurança energética que tá olhando para horizonte 2050, né? Então, considerando o o crescimento do PIB até aqui que dobrou eh ou vai completar o o o quando completar o ciclo, terá dobrado o seu PIB. Mas olhando para 2050, o que quais São as projeções de crescimento e quanto que o estado precisa de energia? Eh, nós temos um plano de descarbonização da economia que também olha pros compromissos assumidos pelo estado, que aponta que o Paraná tem que ser eh net zero até 2050. eh, junto
com e utilizando o o vetor do biogás e o biometano como um dos vetores para essa descarbonização, assim como também o hidrogênio, que foi falado no painel anterior, eh, com com que com o Professor Elton, que tem alguns projetos de produção de de hidrogênio, seja por rota de eletrólis ou seja por rota da reforma e eh do biogás. Então, existe um mix de ações, mas não há dúvida de que para o Paraná biogás, biometano, hidrogênio de baixa emissão de carbono fazem parte da estratégia de crescimento, segurança energética e descarbonização. >> Perfeito. Obrigado, Thaago. Mari, a
gente tem tem estimulando uma competição Saudável aí, né? Bom, >> a gente a gente comenta muito essa questão da vizinhança aí. Eu acho que é o tipo de competição eh que todo mundo ganha, né? Então, quando quando o Paraná quer se aproximar eh de Santa Catarina na questão de inovação e tecnologia, que a gente tá sempre ali, né, no segundo para terceiro, então a gente tá tá competindo forte aí para chegar perto de São Paulo. Eh, mas também, né, na área de de biogás, de biometano, a gente Também tem uma competição importante aí e particularmente
eu considero que o Paraná tá um pouco à frente da gente, viu, Mário? a gente eh tem temos uma jornada boa aí para para pelo menos aproximar e diminuir a diferença. Eh, então, obrigado. E assim, o desencadeamento aqui do nosso painel, né? A gente tá falando de associação de classe, tá falando da minha parte das startups, do governo estadual, da esfera estadual. Agora a gente passa a a Levantar a régua aqui, né? trazer a Agência Nacional do Petróleo para petróleo e Biocombustíveis paraa mesa, né, paraa gente eh [roncando] poder discutir aqui com José Carlos Tigre
a perspectiva da NP eh, para essa eh nova fronteira, que é o aproveitamento, né, desse desses n resíduos, dessa nova jornada aí, eh, que não é tão nova, mas que ganhou com muita relevância eh recentemente eh dentro dos programas da NP, né? Então a NP tem um case de Sucesso aí que eu eu tenho um pouquinho de dor de cotovela, porque eu submeti um projeto pro nave e a gente não foi aceito, mas eh uma próxima, mais uma próxima, mais uma próxima e a gente pelo menos o projeto já tá já tá todo desenhado já.
Eh, e aí eu gostaria de de ouvir um pouco a a visão da NP para esse para essa nova fronteira, né, dos gases de baixa emissão. Eh, boa parte, pelo que eu percebi, a maior parte dos projetos, eh, eles tinham muita Aderência a essa temática, principalmente a emissão de carbono, de de metano, gás de efeito estufa, eh, produção de hidrogênio, aplicação de hidrogênio. Então, é uma são linhas temáticas identificadas pela indústria do petróleo que chegou a NP dentro de um programa eh que para mim já é vitorioso, né? Já é já tem frutos. A gente
tem eh no nosso ecossistema duas empresas que participaram, que estão atuando eh junto a a grandes majorses do do petróleo eh Na nossa na nossa vertical de energia e nos dá muito orgulho eh essa participação também. E aí a pergunta é como eh o ente regulador ele pode estimular eh a inovação, eh novas tecnologias e o desenvolvimento desse setor tão importante pro país? Bom, bom, em primeiro lugar, queria agradecer eh em nome do NP o convite para estar aqui nesse evento importante, agradecer saudar meus colegas de palco. Eh, eu sou O José Carlos Tigre, sou
assessor da Superintendência de Tecnologia Meio Ambiente, que é uma já é uma iniciativa da agência nesse no sentido de mostrar a importância, a estratégia de eh focar na transição energética, na descarbonização da indústria do petróleo. Eh, a agência atua em relação a isso em duas maneiras, né? na área de pesquisa, desenvolvimento, inovação, PID, que não Sei até que ponto vocês estão eh cientes desse processo, mas todos os contratos de exploração e produção de petróleo e gás no Brasil tem uma cláusula de investimento obrigatório de em PID no Brasil de 1% da receita bruta do campo.
e a agência regula o mercado de biocombustíveis. Eh, e recebeu agora incumbência também deor regular e hidrogênio, questão de emissões de metano, capturas e CCS, Cos, tudo agora tá dentro da do Escopo de regulação da ANP. Então, a gente entende que o o dentro dessa eh cesta de de possibilidade de de descarbonização do setor de energia e que boa parte tá dentro do âmbito da NP, a questão dos biocombustíveis é onde o Brasil tem um um papel, uma vocação estratégica muito grande em relação ao resto do mundo, né? a gente tem vantagens eh competitivas Claras
em função de clima, de potencial eh agrícola, agropecuário. E nesse contexto de biocombustíveis, o biogás tem um papel importante, né? Então, a gente eh atua dentro do mercado regulado, atua eh através dos programas do governo federal do do Renova Bio e tudo mais é o nosso papel regulatório. E dentro da, já meio que respondendo a pergunta do Giovani, dentro da questão da promover a tecnologia e Inovação, a agência faz isso através do do do sistema de pesquisa e desenvolvimento regulado pela desses dos contratos, né, da de de exploração e produção. Então, as empresas já, apesar
de ser uma agência de petróleo, recursos no petróleo, desde sempre a regulação da da cláusula do PID permite eh que os projetos de PID desenvolvidos com esse recurso abarquem todos os temas da Cadeia de valor da indústria de petróleo, gás natural, biocombustíveis. Então, já desde sempre a gente tem na carteira de projetos financiados com recurso da cláusula projetos de hidrogênio, de mais diferentes aspectos de bioenergia, desde variedades agrícolas mais ou menos propensas até questões industriais e por aí vai. Então, sempre houve dentro da da linha de PID com recurso da regulado pela NP, sempre houve
um uma Atuação forte em eh resolver gargalos tecnológicos e promover inovação e novas tecnologias que aumentabilizem ou aumentem a a viabilidade ou a atratividade econômica de da bioenergia, né? pra gente ficar dentro do do desculpa aqui do nosso do nosso painel. Eh, e, eh, mais recentemente, até o pegando um gancho também no que o João Van falou, a Agência é através dos seus programas, que é um uma categoria específica de projetos PID, que são são eh eh são [roncando] eh projetos setoriais, né, que na realidade, em vez de ser que a lógica normal dentro da
da da estrutura eh vigente para o projeto de PD com recurso da cláusula é que o recurso é das empresas de petróleo, não é um fundo, não é um government stake, esse dinheiro Não é da NP, não é do ministério, não é do CNPq, é de cada uma das empresas de petróleo, mas elas têm uma obrigação contratual de investir em PD. Então elas escolhem o tema, escolhem o parceiro que vai desenvolver a o projeto de PID e eh acompanham isso, depois prestam contas à agência de que efetivamente com foi um projeto de PID e que
as despesas eh incorridas ao longo do projeto são despesas elegíveis. Eh, a gente criou uma categoria Específica de projetos que na realidade são projetos que não são deixam de ser responsabilidade direta da empresa. A NP cria o programa, as empresas INP seleciona um gestor para esse programa e as empresas colocam o recurso dentro de da desse gestor e o gestor faz as junto com a NP faz a chamada pública para o o que vai o que vai ser desenvolvido. Então, a gente tem em curso o programa de recursos humanos, o PRH, Eh, que é um
programa de que for que, eh, oferece bolsas de mestrado, doutorado, graduação nas universidades selecionadas, né, pelo edital. E o outro que foi o que o Giovan falou que é o Nave, que é um programa de fomento ao empreendedorismo, startups, inovação e que é um programa de de open innovation, eh, e de que atende a desafios tecnológicos setoriais. assim, eh, a gente construiu esse programa junto com a as empresas petrolíferas, as Indústrias que têm obrigação. Então, foi identificado através de work, uma sucessão de workshops com todas elas, uma série de desafios que seriam desafios comuns do
setor, não da empresa A ou da empresa B, mas que fossem desafios comuns. E eh as empresas alocaram recurso, né, né, nesse nesse projeto, nesse programa e foram selecionados algumas startups dentro do para desenvolver, para Resolver os desafios tecnológicos propostos pelo conjunto das empresas setoriais. Eh, e dentre esses desafios propostos, uma boa parte deles, como o Giovani falou, se referem a bioenergia, biogás, eh questões de de de fugas de metano, eh hidrogênio, essa parte de de gases, eh, de baixa emissão e bioenergia terminou sendo um uma um dos temas mais eh que mais receberam propostas.
E também é Interessante que esse é um tema que tá na agenda do setor de de petróleo e gás, como você vê falei inicialmente, o a definição dos temas que seriam eh colocados como desafios tecnológicos para as startups fazerem as propostas e serem selecionadas, eram temas de interesse, tinham que ser os temas de interesse do setor, de consenso de todas as empresas. não era por votação de ter mais votos ou não, tinha que ser os temas principais que todas as empresas Concordassem. E eh essa questão de bioenergia, biogás, eh gases de de baixa emissão é
um ficou claramente como um um uma questão que tá na agenda das empresas de de olás que hoje se colocam como empresas de energia, como dos temas prioritários. E a gente tá, essa primeira fase do NAVE que acaba agora em agosto, a gente tem visto resultados já bem interessantes de algumas das startups e vai ter na Sequência o edital do segundo edital nave 2. Giovan apresentar o projeto dele, tá? tá próximo. E eh a gente entende assim que o o papel da NP de promover eh desenvolvimento tecnológico no setor, que é uma das eh obrigações
da agência na na lei que criou a agência, na lei do petróleo lá de 97, que acabou com o monopólio e criou a NP, diz que entre as atribuições da NP está a de promover o desenvolvimento tecnológico e inovação no setor de óleo e gás. lá na Época era só gás, depois a gente incorporou biocombustíveis, mas a gente tem isso no na nossa obrigação. E a maneira como a gente faz isso é através de fomentos ao desenvolvimento tecnológico e agora a ao empreendedorismo e inovação através dos programas como nave. >> Sensacional. Eu sou, eu sou
testemunha aqui que eh do quão sério é, né? para um projeto que que ele Ele acompanha as startups, você tem eh designação do de das empresas que fazem a gestão do recurso. É, verificando se existe a startup mesmo, a gente recebeu aqui eh conselheiros do do IBP para fazer a avaliação, eh, para saber realmente não, as pessoas estão aí fazendo, desenvolvendo, tem laboratório, tão tão tão em escala eh real mesmo fazendo as coisas. Essa seriedade é muito importante. Então, obrigado, Tigre, que a gente a gente vai voltar a Falar um pouco mais desses desafios e
aí eu já vou começar na parte de desafio. Agora a gente tá, infelizmente, perto do do horário. É, e aí eu vou, não tava combinada essa pergunta não, mas aí eu vou endereçar aí pr pra Talita, primeiramente, depois a gente vai sequenciando, que é eh para esse público que tá aqui de empreendedores, né, startupeiros, quem tem uma ideia eh fascinante ou mesmo quem é intraendedor, que tá numa corporate e e consegue Identificar dentro da da estrutura uma dor bem clara aí que pode ser desenvolvida. Eh, como a associação, isso conte comigo já, eh como a
associação, como a Biogaz, ela pode, implementar aí modelos e e estruturas para gerar essa nova eh leva de tecnologias, de empresas, de startups, eh que venham com conceitos aí disruptivos, né? porque o mercado tá Começando, então a gente tá a gente tá a gente tá iniciando. Então eh o biometano por si só, ele já é inovação. Então a gente eh tem esse desafio. E aí eu gostaria que na sua percepção, eh como a associação ela tá olhando esse esse novo momento e e como atender esses desafios e estimular essas empresas a desenvolverem soluções pro mercado.
>> Perfeito. É, como você já colocou, realmente é um mercado que vem crescendo E junto com ele, como eu citei, vem também os desafios e grandes oportunidades. Então, a própria Gás Orgânico, que é associada da Biogás, né, a gente tem algumas empresas também que estão trabalhando eh com esse foco. E eu gostaria de dar um destaque, Giovani, principalmente aqui falando do que eu do que eu trouxe, que foi a política do combustível do futuro. E esse destravamento de projetos acendeu pra gente os pontos que merecem atenção. Por Exemplo, olhando aqui na região de Santa Catarina,
eh, o quanto a gente, por exemplo, ah, você tem uma um potencial de geração de biometano a partir de resíduos de proteína animal, da suinocultura, como que você vai operacionalizar e atender as regras da NP em termos de qualidade, você considerando condições específicas, porque por mais que a gente tenha essa equivalência energética com o gás natural, são condições diferentes, né? Inclusive a NP tá trabalhando ali paraa revisão dessas regras. Então são momentos em que a gente precisa dessa inovação e casar justamente essas outras possibilidades que não sejam aquelas convencionais, por exemplo, para analisar a qualidade
do gás. Outro ponto também muito importante, eh, pensando na certificação de origem, então junto não só com o combustível do futuro que criou o certificado de garantia de origem, então você tem todo um sistema para Operacionalizar e fazer com que ele rode eh eh perfeitamente entre o agente certificador, entre o sistema informatizado, entre a entidade que vai ser vai ser registradora. Então, tudo isso tá no momento de construção e eu acho que toda a inovação, ela é muito bem-vinda. E para não estourar o tempo e também dar oportunidade aqui pros meus colegas, eh, esses espaços,
assim como o Energy Show, assim como os fóruns, inclusive da Biogás, a gente consegue Debater muito e casar, porque é um tema muito central juntar academia com as empresas, com a associação, com o governo. a gente precisa falar de forma integrada com esses planos que estão acontecendo pra gente conseguir chegar em resultados concretos e trazer o que a gente mais almeja, que é o aumento da participação do biometano no e do biogás no país. E aí por fim, eh, considerando todos esses desafios que a gente tem, também aproveito para convidar para a Gente estender essa
conversa aqui o nosso fórum do Biogás, que vai ser dia 11 e 12 de agosto em São Paulo. estão todos convidados que a gente debate bastante também sobre os desafios e oportunidades, tá? Obrigada, Geovani. >> Muito bom. Obrigado. Na mesma linha, eh, estado do Paraná, política pública, eh, incentivos aí inovação, eh, disputa pelo segundo lugar, né? Eh, como na na sua visão, Thago, assim, eh, finalizando o painel, eh a tua Percepção sobre como estimular realmente que a gente tenha eh mais players no setor e que efetivamente a gente consiga eh oportunizar toda essa nossa discussão
do N Show eh transformada em negócios e ir a mercado. >> Bom, acho que a melhor forma de estimular é a competição. [risadas] Então, a competição é boa nesse sentido, né? Inclusive o estado de Santa Catarina é o número um em produção de proteína da Suicultura, então substrato não falta. E olhar os números sempre eh nos ajuda a entender um um lado eh da bússola, né, em relação para onde avançar. Então, [roncando] o que é que eu recomendaria, né, eu traria de minha perspectiva sobre oportunidades de negócios. Eh, falar de biogás e biometano hoje não
é uma não é mais uma somente uma questão ambiental nem energética. é uma questão de estratégia de negócio. Eh, toda vez que Se que surge um um conflito, né, e uma crise geopolítica, eh apesar dos pesares, eh, eh, tirando toda toda eh o transtorno que isso causa, né, em termos de sociedade e população, mas olhando com o olhar pragmático sobre o tema de energia, toda vez que a gente tem uma crise geopolítica, apse oportunidade para os biocombustíveis. de hoje, o que se discute no Brasil é como eh qual o papel dos biocombustíveis na soberania e
na Segurança energética. Como utilizar os biocombustíveis de forma que a gente possa ter um um rédio, um escudo ali, uma proteção contra o cenário internacional. Então, hoje eh eh antes da pandemia, pouco se era pouco eh eh viável, né? Existia dificuldade de viabilizar um projeto de biometana. A gente tava falando de uma molécula de gás natural ali num preço mais baixo, abaixo de R$ 3, R$ 2. Após pandemia, esse preço subiu, surgiu uma Oportunidade. Hoje a gente tá falando de quantos projetos de biometano já tem mais de 1000 caminões da ZNV rodando no país como
todo, corredores sustentáveis e e por aí vai. Eh, e para fechar a minha fala, eh, novamente voltando pro estado do Paraná, embora, embora eh, a gente goste de falar da de ser número um em quantidade de plantas, nós somos apenas o terceiro em volume. Terceiro em volume significa dizer que os dois primeiros são São Paulo e Rio. Por por Qual fator? Especialmente o setor sucroenergético e o setor de resíduos sólidos urbanos. Sucro energético, eu já comentei aqui, o Paraná tem 25 de etanol, apenas um produz biometano e no setor de aterros sanitários, eu falo isso
de forma provocativa, tá? Nenhum aterro sanitário no estado do Paraná produz biometâno, produz, tem refinaria de biometo. E por que que eu faço isso? que é uma oportunidade, se tem um problema, aparece uma oportunidade. >> E fico por aqui. >> Obrigado, Thago. >> Muito obrigado. >> Bom, agora vou também, né, ele já comentamos isso, né, na sua fala ficou muito forte esse estímulo enquanto a a NP ela ela tem eh pensado nesse empreendedorismo, né, em como conectar a as grandes corporates com eh soluções inovadoras das startups. Acredito muito nisso, né? Tanto tem a ideia do
do comprometimento, né? E antes de eu de eu Passar a sua fala, eu vou até pedir para você fazer um link agora pro pro próximo painel, porque as coisas acabam são muito interligadas, né? Quando a gente fala de energia e quando fala descarbonização e integrada, que é o nome da da trilha, ela foi pensada com esse com esse viés, né? Então, a gente tem uma série de de ações vinculadas à descarbonização, a biocombustíveis, a a captura de carbono e que é o objeto do Nosso próximo painel. E aí eu vou deixar um pouquinho com você
essa sua percepção em relação às oportunidades que a gente tem, eh, como a NP enxerga e quais as principais trilhas aí para para que, né, as empresas desenvolvam eh soluções pro pro mercado. Bom, eh, em relação à promoção da inovação, acho que, como o falou, o principal eixo, principal ação da da NP, exatamente Através desse programa de de fomento ao empreendedorismo, que é o nave, né, o nome fantasia desse nosso programa, que esse primeiro que tá rodando há um ano, a gente entende ele como um piloto para ter aprendizados. A gente não tinha ilusão que
ia acertar tudo e nem vamos acertar tudo no segundo. A gente tem uma curva de aprendizado. Uma série de coisas que foram observadas nessa primeira edição do navio, que a gente entende que pode ser aprimorada, vai ser Aprimorada no vai ser alterado pro edital do segundo nave que já tá quase na rua, tá na em fase de finalização. E é um programa que que tem esse objetivo de de de trazer startups pro setor de olha. eh promover open innovation no setor, eh resolver desafios tecnológicos, setoriais e para as startups a gente entende que tem um
um mais do que o o desenvolver a solução e ter uma solução patenteada, alguma coisa em si, o o Grande ganho é que você vai colocar essas as startups que participam do programa tão em contato direto com as grandes empresas de Olga gás que não sobrevivem sem desenvolver tecnologia. Todas elas entendem que desde sempre todas no no setor de de óleo e gás atualmente de energia, há um um um consenso, entendimento permanente de todas elas, que é é uma indústria que não sobrevive, não existe se não tiver avanço tecnológico, Inovação. Basta você ver no passado
para se tirar petróleo era dar uma picaretada no deserto e o óleo jorrava. Hoje você tem que ir para pressar ou água ultra profunda, tem que ter muita tecnologia, senão é inviável. Então, eh, se você ter a a as startups, os empreendedores, os inovadores dentro do do de um ambiente, eh, convivendo com essas empresas e o programa NAV não é só as empresas de petróleo não colocam só o recurso e as startups resolvem. eh tem uma mentoria, Todas as empresas, todas as startups tem um acompanhamento de mentores das empresas de petróleo que se identificam mais
com o tema que tá sendo desenvolvido naquela naquela startup. Então isso é desenvolvendo conjunto. Então e essa proximidade traz benefícios que passado nave e a gente já tem exemplos práticos disso com nave em algumas empresas de petróleo já identificaram que as startups que elas estão mentorando dentro do nave tem Muita condição de resolver outros problemas dessa empresa. Então, já são contratad jáão, estão sendo contratadas diretamente, não através do NAVE, mas como uma empresa eh fornecedora capacitada a resolver desafios tecnológicos da empresa de petróleo. Então eu acho que para quem tá como empreendedor, como inovador, estudente
startup, é ficar atento aos editais do nave, essas oportunidades do nave 2 e apresentar seu projetos, que é Não só, como eu falei, não só o o resolver o projeto, resolver o desafio específico, é um um um uma vitória, um ganho paraa startup, mas o fato de estar nesse ecossistema com grandes investidores de desenvolvimento tecnológico, que são as empresas de petróleo, é um super benefício. Eh, e pegando esse o aquele o gancho que o Giovan falou sobre a questão de descarbonização CCS, CCOS, isso é, esse tema é um, É, é uma avenida de oportunidade para
quem tem eh vontade de resolver desafios tecnológicos que vão ter aplicação e vão ter interesse do mercado, porque eh a indústria de petróleo existe e vai continuar existindo por muito tempo. por muito, muito tempo. Agora, há uma necessidade efetiva de diminuir eh as emissões de carbono. Então, a descarbonização das operações da indústria de olgais e a Descarbonização da utilização do produto, dos produtos eh oriundos da indúria de gás é uma necessidade premente em função das mudanças climáticas, em função, enfim, tudo que a gente sabe. Eh, e então há um esforço de de uma demanda por
soluções tecnológicas que eh promovam a a descarbonização, a diminuição de emissões tanto na na nas operações da indústria, né, para produzir petróleo com cada vez menos emissão, quanto no uso dos nivados do Petróleo para que a a vamos dizer a a cadeia de valor de produção da indústria de de óleo e gás eh reduza sempre, esteja sempre minimizando e reduzindo cada vez mais as emissões. Nesse sentido, CCS e CCOS hoje é um meio que uma bola da vez e a gente tem uma série de de projetos relacionados a isso dentro da carteira de projeto NP.
Excelente, gente. A gente vou ficar devendo de abrir a a o painel para Perguntas do do público, porque a gente já estourou aqui e bastante. Eh, agradeço aos aos painelistas que compartilharam comigo esse momento pra gente encerrar uma salva de palmas aqui pro painel. Posso fazer aqui? Obrigado, gente. A gente ainda vai conversar aqui, né? Obrigado aí por sem mais delongas, eh vamos chamar o próximo Moderador aqui para fazer as devidas apresentações. Então, Gustavo, que também eh faz parte de uma das empresas da vertical de energia, por favor, o palco é seu. Obrigadão. >> Boa
tarde. Boa tarde, gente. Então, o José da NP tava falando agora sobre CCUS, como isso é a bola da vez e aí que vem o nosso painel. Eu me sinto orgulhoso de poder estar aqui na frente como associada da CAT e trazer a Isabela Morbac da CCS Brasil, O Cláudio Zílio da Petrobras, o professor Klein, Antônio Klein da UFSK e também o Fernando Zancan da Associação Brasileira do Carbono Sustentável, né, a BCS. Independente posição. >> [música] >> Então, na na ordem de apresentação, a Isabela Morbac da CCS Brasil, ela é advogada de formação e ajuda,
digamos, na regulamentação, questões jurídicas, realmente ele tá ajudando a construir o Mercado de CCS, descarbanização no Brasil. Por favor, Isabela. Dá para saber? Bom, ótimo. Boa tarde a todos. Primeiro, muito obrigada pelo convite. Ser convidada para falar de CCS. É sempre um prazer. Eu tenho aqui 5 minutos e a gente combinou que a gente vai cumprir os 5 minutos. Eu tô olhando o cronômetro. Eh, acho que para dar o tom e para começar essa apresentação, eh, acho que vale, acho que foi um bom Gatilho, né, terem comentado sobre o CCS, CCOSC estar no momento no
Brasil. E eu vim aqui contar um pouquinho a primeiro do porque o Brasil tem um potencial tão grande para CCS e CCOS e contar um pouco de como estão os projetos pra gente começar então a nossa discussão. O Brasil ele é talvez seja um dos três países no mundo com mais potencial completo da cadeia de CCS, porque a gente é afortunado de ter fontes de Captura de CO2, que eu chamo de positivas ou negativas, ou de reduções e remoções. Então, a gente não tem só fonte de indústria hard to abate, a gente tem fontes de
remoção de CO2 tecnológica, o que nos permitirá compensar atividades, não só brasileiras como internacionais. Mas nada disso eh seria válido se a gente não tivesse onde armazenar o CO2 que a gente vai ser capaz de capturar. O Brasil novamente foi muito afortunado, Porque a gente tem um MET entre a origem das fontes de CO2, sempre lembrando que não é Wi-Fi, não é ficto. A gente vai ter que armazenar fisicamente o CO2. Então, nós precisamos ser capazes de pegar esse CO2 e transportar até o local de armazenamento. E o que a gente vê no Brasil quando
a gente cruza as informações de fontes de CO2 e locais de armazenamento é de que a gente tem muita proximidade entre essas fontes e as bacias que serão Capazes de fazer esse armazenamento. Então esse é um MET e é uma rigidez locacional que realmente no fim do dia sorte, porque ninguém planejou a indústria há 100 anos atrás ou há 50 anos atrás pensando, bom, será que aqui tem uma bacia que se num dia eu precisar armazenar o CO2, eu vou capturar e armazenar? Não, as indústrias, a as produtoras de etanol, a as fontes inclusive de
produção de petróleo e gás, elas foram organizadas e desenvolvidas Por conta de outros fatores que nada tem a ver com o que com a bacia que tá embaixo. Então essa é uma essa é uma informação importante. O Brasil tem muito potencial e só de bioenergia com CCS nós temos aproximadamente 40 milhões de toneladas de CO2 eh por ano de capacidade de captura, considerando dados de 2022, onde o cenário de produção ah de biocombustíveis ainda era muito menor do que atualmente. Pr isso a gente teve que avançar muito Na regulação, que eu não vou usar meus
5 minutos ainda para tratar disso, mas a boa notícia é que empresas eh e a própria ANP enxergaram o potencial de CCS eh ainda cedo, por assim dizer, no Brasil, se a gente comparar com o nosso momento regulatório. E esse quadro que tá aqui para vocês é um quadro de projetos brasileiros de CCS. Vocês podem ver que tem bastante Projeto. E aqui vale registrar uma coisa muito importante. Muitos desses projetos são projetos de pesquisa e desenvolvimento, eh, que tão ali enquadrados na cláusula de PID, PDI da NP. E isso é muito, muito valioso no Brasil.
Então são projetos com muito potencial de serem escaladas e se tornarem mais paraa frente ou darem origem mais paraa frente a projetos comerciais. Não são Projetos de PID que a gente tá pesquisando uma membrana específica, a gente tá falando aqui de projeto piloto e o número já é bastante grande. O que isso nos indica? Todos esses projetos vão dar certo? Claro que não, mas indica que boa parte do Brasil, boa parte das empresas e do potencial no Brasil já enxergaram a importância dessas rotas de descarbonização, seja numa mistura ali na bioenergia da produção de de
biocombustíveis, Etanol, de milho e de cana, seja nas nossas indústrias, seja nas origens de produção de petróleo e gás. Então esse é um número muito significativo. Não foi fácil chegar nesse número. A gente tem feito um esforço muito grande nos últimos anos. E já que eu tô sendo assim, eu vou encerrar pra gente poder conversar sobre regulação. >> OK. Ah, bem, para dar sequência, pelo menos na apresentação, vou pedir pro Fernando Zancan falar um pouco sobre o trabalho dele. Ele está na Associação Brasileira de Carbono Sustentável. ele também tem algum projeto para apresentar pra gente
que é de interesse, digamos, da letra U da sigla CCUS, né? A utilização ou reutilização, reciclagem para dar valor agregado, digamos assim, ou para dar valor ao que era para ser resíduo, né? >> Bem, boa tarde a todos. Meu nome é Fernando Zanc, sou engenheiro de Minas, Eu sou fóssil, eu tenho 50 anos de atividade no Carvão Mineral. Então eu represento hoje a Associação Brasileira do Carbono Sustentável e também sou diretor há 35 anos de uma entidade educacional que tem um centro de tecnologia que é a SATIC de Cris Filma. E aí tem um projeto
de CCS na SATC, mas eu vou falar um pouquinho de algumas coisas. Deixa eu voltar aqui. Isso aqui tem que voltar. Vamos voltar para cá. Eh, algumas coisas importante colocar. Se carbono não é palavrão, senão a gente não estaria aqui. Segundo, CO2 é algo que a gente tem que tratar. E aí eu trago para vocês aqui um exemplo de como é que o Japão tá trabalhando a questão do carbono. Então, descarbonizar, eu não gosto dessa palavra. Eu acho que nós temos é que reciclar o carbono e nós temos que, quando se fala em acordo de
Paris, não é acabar com o fóssil, é Acabar com a emissão do fóssil. Então, portanto, nós estamos focados em tecnologia e inovação. E aí onde entra toda a cadeia de tecnologia e inovação, startups e por aí vai. Então, eh, esse aqui é um exemplo de como é que o Japão trata. O Japão criou um fundo privado que chama-se Carbon Recycle Fund Institute. É um instituto que põe sobre um guarda-chuva tudo que se fala de reciclagem de Carbono, inclusive lá embaixo o storage, que aí depois o meu caro amigo Zílio vai falar de storage. Eu sei
que a Petrobras trabalha também no U, né, da utilização do carbono há muitos anos. E eu mexo com CCS desde 2007, que a gente começou o projeto de criar um centro de tecnologia em Criciuma. A Petrobras mexia com CCS na estocagem lá em Porto Alegre no no na PUC. Então esse aqui é um exemplo de como se coloca tudo embaixo de um guarda-chuva, Tem dinheiro. E desse desse sistema que o Japão adotou, saiu um prêmio Nobel de química o ano passado e saiu desse prêmio Nobel saiu uma startup chamada Atones. Então é tudo uma sequência,
é muita química, gente, aqui eh geologia química, mas é a história de você reciclar o carbono. A outra coisa é China. Nessa mesma viagem que eu fui pro Japão em março, eu fui pra China e a gente tem acompanhado que a China tá fazendo a Mesma, só que são modelos diferentes lá estatal. Então, a China tá aqui, esse é o projeto de long que são 10 GB, 8 GB de renovável e dois de carvão. São duas máquinas de 1000 MW de carvão, capturando já uma delas 15 milhão de tonelad CO2 por ano. O chinês tá
aí com um projeto enorme desenvolvimento de CCS e é impressionante o que eles estão fazendo em termos de ciência e tecnologia. Tem mais de 122 projetos em várias escalas e o próximo projeto são 4 Milhões de tonador estocado. Petrobras estoca aqui muita coisa, mas de carvão é a China. E aqui no Brasil que quei passo voltou. Que que a gente tá fazendo em Crisilma? A gente tá desenvolvendo projetos já piloto de fases de captura de CO2. primeiro começou em 2014 com tecnologia americana, a gente escalonou aqui no Brasil, a gente começou a pegar cinza de
termelétrica, transformar em zeita para Capturar o CO2. Daí tem outra planta piloto com a com a diamante energia, a gente tem trabalho, são tudo peidel, os dois de cima, tá? E os e o e o projeto da Repsol que tá indo para um segundo segundo projeto agora é de DAC de capturar CO2 do ar. E nós estamos desenvolvendo embaixo um projeto que é gerar emissões negativas, ou seja, misturar carvão com biomassa, capturar CO2 e aí você ter emissões negativas. E se a gente tiver um mercado real de Crédito carbono no planeta, que até agora não
apareceu, né? Porque o acordo 6.4, o item 6.4 do coro de Paris não tá devidamente regulamentado. Se isso acontecer, a gente pode ter projetos e vender créditos negativos pro planeta. Então, rapidamente é isso que eu queria começar a conversar com vocês. >> Ah, perfeito. Obrigado. Obrigado, Zancan. Então vou pedir pro Zílio, que é pesquisa pesquisa, trabalhou como pesquisador lá na na Petrobras, tem uma Gerência importante relacionadas aos aos assuntos de descarbonização e ele vai apresentar pra gente e vai dar uma sequência a um trabalho importante sendo realizado aí piloto, né, o projeto piloto sendo realizado,
inclusive o o do os do SAC apareceram aqui no no mapa da da Isabela e e esse também é coberto. Deixa eu só voltar um pouquinho. É, vou levantar, tá? Gustavo? Obrigado pela introdução. Obrigado a Cát pelo pelo convite. É um prazer estar aqui, dividir Esse painel com ilustres colegas. Eh, eu vou falar um pouquinho então do do que a Petrobras tá fazendo, né? Qual que é o o a nossa estratégia em relação ao CCS? Como disse o nosso colega da NP, o Tigre, é a bola da vez, né? Então, tem muita coisa sendo feita.
a gente tá estudando esse tema intensamente lá, mas o que que a gente conhece, os desafios e quais as perspectivas pro para CCS na Petrobras? Eu gosto de começar com slide um pouco Mais conceitual para colocar todo mundo na mesma página sobre o que é CCS. CCS CCU ele tem duas funções principais, tá? Uma delas que a gente chama de redução de emissão é eu pegar a o CO2 que tá saindo uma chaminé de uma de uma indústria, numa térmica termelétrica e não deixar ele ir pra atmosfera. Eu vou preparar, colocar uma facilidade ali para
pegar esse O2, separar esse CO2 e armazenar esse O2 geologicamente no no reservatório geológico. Então, CCU, CCS Sempre vai ter essa vertente. Vou sempre levar isso para um armazenamento geológico seguro, permanente, eh, muito bem cuidado, que a indústria do petró muito acostumada com esse tipo de de injeção, de armazenamento, de até buscar esse tipo de reservatório geológico. Então aqui do lado esquerdo eu tô reduzindo, ô não tô deixando a o CO2 sair paraa atmosfera, mas tem uma outra função de CCS que a gente chama de remoção. O Fernando Zanc comentou do DAX, mas também tem
outras formas em você fazer isso, que é você pegar o CO2 diretamente na atmosfera. Ele já tá na atmosfera, eu vou lá, vou separar esse O2 que tá na atmosfera e vou fazer a mesma coisa que armazenar geologicamente. Uma forma é você ter uma facilidade para captar o ar da atmosfera, outra usar o que a gente chama de be, você deixar a planta ao que cresce e ela captar esse CO2, ela usar o CO2 durante o Crescimento dela. Quando você processa essa planta, seja através da queima para gerar energia, ou seja processando mesmo, por exemplo,
para gerar produzir etanol através da cana ou do milío, esse CO2 que vai sair desse processo, se você capturar, separar e injetar, eu vou ter uma remoção indireta do ar. Então, CCS serve para essas duas coisas, essas duas funções. Tendo isso, tentando correr com meus 5 minutos, eh o que que a Petrobras já faz? Petrobras, ela tem um projeto Desde 2010 que a gente começou na produção do pressal. Pressal brasileiro, uma grande província de petróleo, o gás associado ao óleo, são campos de de óleo de petróleo, mas com muito gás associado. O gás tem muito
CO2 e já no início da produção do Pressal, por até o acordo com o próprio IBAMA, com a NP, a gente não podia liberar esse CO2 pra atmosfera. A decisão foi implantar o projeto para separar as plataformas flutuantes do CO2 e reinjetar o Reservatório. Isso é o projeto de CCOS. Você tá separando CO2, injetando geologicamente, armazenando geologicamente. Quando a gente considera a quantidade de CO2 armazenado nas 23 plataformas do Pressal hoje, isso chega a quase 20 milhões tonelados por ano. Então, eh, dentro das estatísticas globais, é o maior projeto em termos de injeção de CO2
no mundo. Eh, a Isabela falou de como as bacias sedimentares estão espalhadas no Brasil. Isso aqui são as indústrias, principais indústrias brasileiras que emitem CO2. E onde estão as bacias? As bacias são essas sombras que tá bem situadas. Alguns estados, algumas indústrias estão mais distantes da bacias, mas temos vários próximos ou em cima de bacias sedimentares, o que facilita a implantação de projeto CCS. Santa Catarina, por exemplo, fica toda sobre a bacia do Paraná. Então, a gente poderia usar a bacia do Paraná para armazenar o CO2. Aqui pessoal, tô correndo um pouquinho, mas eu tô
aberto para as perguntas depois, tá? Só para não estourar demais meus 5 minutos. Petrob está olhando eh cinco projetos CCS. Hoje tem quatro rams comerciais em fase inicial de desenvolvimento. O estado de São Paulo, estado do Rio de Janeiro, do Espírito Santo e Bahia. Cada um tem um um modelo um pouco diferente. A gente tá olhando tanto a descarbonização própria, Principalmente no Rio de Janeiro e São Paulo, que é descarbonizar, capturar o CO2 da própria Petrobras, mas também como provedor de serviço de CCS, que é o que tá acontecendo no Espírito Santo em Bahia. Tem
os dois modelos, mas no fundo o que a gente quer é criar essa infraestrutura, esse novo, essa nova indústria de CCS no Brasil. Mas eh o primeiro projeto que tá já foi aprovado, que a gente vai andar com ele agora, é o nosso piloto, piloto CCS de Cabi São Tomé, que o professor Kin também vai comentar um pouquinho depois. A ideia desse piloto é começar isso no Brasil, né? Já testar essa tecnologia, mostrar a segurança do armazenamento geológico desse escopo aqui. E nós, para isso, a gente vai pegar o CO2 ali de Cabiuras, que é
uma estação de processamento de gás lá no Rio de Janeiro, são em torno de 100.000 1000 tonelad por ano, CO2, transportar até uma estação chamada Barra do Furado que Fica a 70 km da de Cabiúnas e lá acessar o grande reservatório salino para o armazenamento geológico. Então é um piloto, é um piloto PD, tem várias tecnologias de PD que a gente vai testar aqui, mas é um piloto completo, onde a gente olha toda a cadeia de CCS e um piloto de grande escala. Isso vai ser feito durante 3 anos e mas testando e validando várias
tecnologias. eh, principalmente tecnologias de monitoramento, que é a principal Vertente desse piloto. Vai ter uma redundância de técnicas de monitoramento, sensores, fibra óticas, monitoramento no mar, que é o escopo aí que o professor vai falar. Então, a gente pretende validar tudo isso através de piloto, antes de escalar isso pros grandes hubies, que é o nossa estratégia. Gustavo, obrigado. >> Obrigado. Obrigado, Zílio. Bem, eh, parece que a sopa de letrinhas pode Confundir um pouco, mas o Zílio acho que passou uma um panorama geral. Ah, elas costumam ser siglas e palavras em inglês, mas a base de
tudo é relacionada à captura, o a utilização e o armazenamento do carbono, como podem existir fontes para captura. que seja captura, como os o o Zancan falou, captura direto na planta, captura a partir do ar direto ou direct air. Então, nesse nesse sentido, eu espero que se alguém tiver dúvida, vai ter que Consultar o material. O pessoal da CCS Brasil tem bastante material que dá uma ajuda boa pra gente entender o que significa cada coisa, facilita bastante. Mas eh eu gostaria de perguntar para pra Isabela, assim como mais no mais na no questão de regulamentação
jurídico. Oi. Ahim. Desculpa, eu já esquecendo do professor. Bom >> isso. Que ruim, professor. >> Que bom. >> Professor não gostaria de falar hoje Não? Não gostaria sim. >> Bom, que bom. Aí eu fico todo mundo entendeu já, né, o que eu tinha que falar, né? [risadas] >> Ah, desculpa, eu a gente não sentou na ordem e eu mesmo me confundi. Foi indo assim. O professor Klein, ele trabalha, ele participa do projeto CCS Santomé, esse projeto que o Zil apresentou há pouco. Então o professor Kin junto com o professor Artur Machado da UFBA, Professor Klein
aqui da UFSK, tem esse projeto, eles são, digamos, a parte executora do do da parte de monitoramento e tudo mais. Então, se pudermos apresentação, apresentação tá já apresentação já está livre. Professor, >> vou pedir permissão e vou levantar, >> desculpa. Tranquilo. Eh, eu vou dar boa tarde, mas vocês não podem responder, hein? Nós temos um ambiente de silêncio. Então, boa tarde a todos e a todas. É Um, é um prazer eh participar e deste evento, né? Eh, eu confesso que é a primeira vez que eu participo num evento eh com essa forma, né, onde a
gente tem que respeitar o silêncio, né? Então, é a minha primeira vez, né? Eh, é a primeira vez também que eu tô trabalhando com eh eh começando a trabalhar com eh CO2, né, e com com a com CUS, no caso, né? Eh, eu fiz alguns projetos eh entre 2017 e 2021, 22, eh, na parte de aquisição de Dados eh em offshore. Então, no final de 2022, a Petrobras entrou em contato para nós, eh, propormos um projeto, né, de PID eh nessa área. Então, o projeto foi construído a três mãos, né, eu, eh, e mais dois
colegas, um deles é o Artur, que é o atual coordenador do projeto. E na época então nós nos reunimos e achamos que era pertinente que uma pessoa mais jovem, né, um pesquisador jovem assumisse a Coordenação do projeto e que nós ficássemos apenas dando suporte eh para ele, né, porque é um projeto de longo prazo para Petrobras, para o Brasil, né, não é só 2, 3, 4 anos. A gente imagina que isso é, sei lá, 8, 12, 20 anos ou mais. e precisava de alguém eh que acompanhasse todo esse processo a longo prazo, né? Então, por
isso o Artur é o é o é o responsável pelo projeto e coordena o projeto, né? Ele, infelizmente, eh, não pode estar aqui e Fazer essa apresentação, né? Então, agradeço no meu nome e no nome dele, né, essa disponibilidade de tempo para isso. Nós demos esse nome, esse acrônimo pro projeto, né, chama Marco, tem a ver com ambiente marinho, né, e captura de CO2. E eh embaixo nós temos aí as principais vertentes do projeto, que é monitoramento remoto, né, de CO2 em ambiente marinho, eh integração de multissensores, eh detecção de anomalias, né, alerta Automático e
eh se e acompanhamento no caso de vazamentos, né? Então essa é a proposta. A ideia não é só fazer monitoramento ambiental, é transformar o monitoramento ambiental em algo eh que seja utilizado, né, pela indústria, né? Então, eh, gerando protocolos de monitoramento, integração com sensores físicos, né, químicos e biológicos, a aplicação de eh aprendizado de máquina profundo, por exemplo, né, para definição e Desenvolvimento de eh algoritmos para detecção de vazamento, eh gerar sistema de visualização, né? Então, ter aí servidores, banco de dados e algoritmos e disponibilizar isso de alguma forma, de forma rápida, né, e que
decisões sejam tomadas com eh base em dados, né, dados que vão ser gerados. E como eu falei antes, o projeto ele é um consórcio, né, entre a Universidade da Bahia, a Universidade Federal de Santa Catarina, o Observatório Nacional e a USP, né? Eh, a arquitetura operacional é essa, né? Então, tem uma entrada de uma série de dados que nós vamos eh coletar. Esses dados então provém de equipamentos que serão lançados no ambiente marinho, né? Lá lá na na parte esquerda lá tem a estrutura que contém esses equipamentos internos eh na parte interna eh para monitorar
essas variáveis aqui que vai do CO2, que é o principal, né? eh de forma passiva, É quando a água passa por eles ou de forma ativa quando a gente emite eh som e tem o algum tipo de retorno, né, de de doopler, né, para para correntes, né, ou do de própria identificação de bolhas, no caso de CO2. Eh, aqui um outro equipamento também, o lander. Esse é o que é fundeado também, é colocado no mar para detecção de bolhas de forma com acústica. E nós temos um sismômetro também, né, de fundo marinho, que é para
Detectar se tem tremores, né, quando a gente injeta alguma coisa no solo marinho, isso pode gerar a aumento da poropressão, elas sofrer difusão, né? E eh isso pode eh fazer com que haja movimento, no caso do solo marinho, né? Então nós temos que detectar isso também. Isso pode reativar falhas e facilitar o vazamento. Eh, na parte ambiental, na parte e biológica, a gente pode dizer assim, né? Nós vamos coletar alguns organismos, né? Mas a maior parte será com o que a gente chama de DNA ambiental, onde a gente coleta a água. ali tem eh eh
vestígios de DNA dos organismos e a gente consegue detectar as espécies, né? Eh, então tem um monitoramento prévio e eh depois um acompanhamento assim que a injeção é feita para ver se existe variação nesse DNA ambiental. E alguns organismos servirão de eh monitores também para que tem eh carapaças de carbonato, né, para eh Variação, no caso, do PH pH em função de eh do CO2 CO2 dissolvido na água. Então, eh, só que a gente, né, sinceramente, eu espero que não haja vazamento. Todos nós torcemos por isso, que não haja nenhum acidente ou incidente. Então, nós
precisamos saber se esses equipamentos realmente funcionam no ambiente marinho, né, em ambiente de laboratório, a gente já sabe isso, já existe alguns experimentos a nível mundial. Então, nós vamos fazer um Experimento em ambiente marinho com eh eh vazamento artificial, né? Eh, esse vazamento então vai permitir que a gente coloque uma série de equipamentos e eh verifique então se esses equipamentos realmente tem eh capacidade de medir, né, esse CO2 e que está vazando, que poderia vazar, né? Então, a ideia é que a gente faça um vazamento real, simulado 19 dias com gradiente de vazão, né, coletando
diferentes áreas de forma estratégic de com estratégia Radial, né? Então, a ideia é calibrar os sensores, fazer validação dos dos algoritmos desenvolvidos, eh, né, para reduzir incertezas [roncando] na vista do tempo. A segunda parte do da arquitetura é o desenvolvimento dos organismos dos algoritmos para detecção de de pluma, né, das anomalias e junto com a parte de modelagem numérica, porque nós estamos no ambiente marinho, né, onde eu tenho Correntes e se eu tenho vazamento, essas correntes transportam o vazamento, né, e a gente tem difusão desse CO2, né? Eh, bom, então aqui é uma figura geral,
né, que mostra o produto final, que é a parte de sistema de visualização. Então, a ideia é coletar as informações. A universidade vai fazer isso, né, algumas universidades brasileiras. Vamos nos integrar com a universidade eh norueguesa e inglesa para a parte de Modelagem, né, eh numérica. Eh, el já tem um protocolo estabelecido em função de experimentos que já foram feitos no Mar do Norte. E a ideia é que esse se gere cenários e esses cenários então sejam aproveitados pela indústria, que no caso a a Petrobras, né? Então, para nós termos aí a uma visualização, integração,
alerta automático, eh, e suporte de decisão baseado em dados, né? E as funcionalidades são essas aí, Monitoramento, detecção, integração e acompanhamento. Aonde tá a inovação, né, que envolve os os senhores aqui, as senhoras, né? Então, e os principais desafios é detectar detecção precoce de vazamento, o monitoramento contínuo, né, numa grande área, já que é um ambiente marinho, difícil de trabalhar, né, a gente não enxerga. eh integração dos múltiplos sensores, né, resposta operacional e e redução das Incertezas, né? Ess são os principais desafios. Os limites atuais são a sistema, é, os sistemas são fragmentados, tem baixa
automação, né? Ah, ausência de integração em tempo real, a gente vai conseguir fazer algumas coisas em tempo quase real. Ah, isso dificulta a interpretação, então, né? e não existe ainda, pelo menos do meu conhecimento, protocolos de monitoramento, medição e de verificação, Né? A ideia do projeto é auxiliar nisso também. Então, na aplicação na indústria seria a a parte de suporte de dos marcos regulatórios ou protocolos, né? Eh, diminuir aí os perigos, né? Eh, operacionais, conectar aí com a parte compance, né? eh de a parte ambiental, social e de governança, né? E o diferencial seria eh
ele vai ser modulado, a gente pode reproduzir para outras áreas. Eh, então É replicável, né? E ele é compatível então com esse programa de monitoramento eh contínuo que a Petrobras tem dos reservatórios. Então, eu passei do tempo aqui, mas eh agradeço a oportunidade, né? E tá aqui o contato, no caso, para para vocês. Obrigado. >> Perfeito. Obrigado, professor. Desculpa, novamente, descuido aqui, me perdendo na ordem, né? Painelista, painelista novo, De vez em quando faz alguma dessas, acho, né? Enfim, eu tenho quatro perguntas. Ah, eu acho que um pouco delas já foi dado um spoiler. Bem,
vou perguntar primeiro pra Isabela sobre se ela poderia citar um ou algum alguns gargalos específicos com relação à parte regulação ou parte jurídica, parte política, para que não só os projetos saiam do papel, né, mas que eles possam ser comercialmente viáveis, né, digamos, gerem créditos e Realmente vire parte de um negócio. Eu acho que tem sempre muito gargalo. Advogado acha, acha que falta e tem risco em tudo. Então, para facilitar a nossa conversa, eu vou dividir em, acho que em dois grandes temas. CCS, CCUS, BEX, DAX, eh, é um processo que na sua natureza tem
como finalidade reduzir ou remover emissões. É o que todo mundo falou aqui. E isso é um serviço. Isso, o objetivo final relacionada a à mudanças Climáticas, a mitigação de emissões, é um serviço por si só. a gente não tem um outro produto alinhado ou que vai sair desses processos. Claro, a gente pode falar de CCU US para produção de combustíveis e outras e outros usos, mas essencialmente o objetivo é reduzir emissões. Isso nos dá um desafio eh extra, porque a gente precisa de um sinal de preço de CO2 para que tudo que a gente tá
falando aqui de fato saia do papel. Quem é que vai colocar essas Atividades? quem vai implementar projetos que geram muita inovação, que dependem muito de inovação, mas que também tem um um capex muito alto, se a gente não souber de que forma eh esse custo e esse preço são incorporados no projeto. Então, acho que o primeiro grande gargalo e é um gargalo comum, não só a CCS, CCOS, mas a muitas das soluções de transição energética que a gente discute, eh, afinal, qual é o preço do carbono? Afinal, teremos uma Meta de emissões. Afinal, o o
artigo sexto do acordo de Paris vai ser implementado na sua completude, teremos metas ou não? Então, acho que esse é um desafio regulatório que não é só brasileiro, embora ele possa ser eh mitigado pelo Brasil regulando o mercado nacional, mas esse é um desafio global. Afinal, a que meta nós estamos nos propondo e se essas metas vão eh empurrar de fato projetos. É, essa é a grande expectativa do ponto de vista Técnico. A NP e aqui técnico regulatório, a NP andou muito bem, eh, definindo lá atrás, há há mais ou menos 2 anos, 1 ano
e meio atrás, um uma forma de regulamentação que que torna o processo vivo. O que que eu quero dizer com isso? ANP optou por fazer o que a gente chama de regulação por projeto piloto. Os projetos, e por isso eu disse que são projetos piloto e não eh atividades específicas de PID. Porque enquanto esses projetos estão Sendo desenvolvidos, o projeto da Petrobras, o projeto da SAT estão sendo desenvolvidos, eh a gente a a NP vai aprender com esses processos e desenvolver as normas. Então, não dá para dizer que agora eu tenho um desafio ou algo
na regulação que esteja errado ou apertando, porque essa regulação está sendo desenvolvida. Mas eu vou fazer aqui uma referência à apresentação anterior. MRV ou MMV, dependendo do lugar de como a gente trate, é um grande Desafio por conta do custo. Então a gente tem que ter de um lado segurança e monitoramento eficientes e suficientes para passar credibilidade para para que os projetos sejam de fato seguros em termos de de monitoramento, de vazamento de CO2. Ninguém quer um projeto que não seja seguro, mas a gente precisa encontrar a medida ideal de dar segurança efetiva sem jogar
os projetos pela janela por conta do custo econômico. Então, uma das Grandes frentes de inovação é sim as técnicas de MRV, sejam elas as técnicas em si, seja no desenvolvimento regulatório para dizer o que será necessário para garantir a integridade eh e o não vazamento. Então eu dividiria em dois grandes desafios. O desafio do preço, precisamos saber qual vai ser o preço e se vai ter um preço. E aí naturalmente tudo vem depois porque a gente vai ter que correr para implementar e eu espero que no curto Prazo. >> Ótimo. Ótimo. Obrigado. Faz todo sentido.
Ah, nesse nessa direção ainda desses gargalos, eu tenho uma pergunta pro Zancan. Eh, se, né, nesses gargalos que a Isabela citou, você vê que algum deles ou o principal deles poderia potencializar a poderia aumentar ou melhorar o potencial competitivo pra indústria, digamos, no geral assim, provavelmente sim, mas eu Imagino que algum deles específico diz assim: "Isso, isso vai melhorar o potencial pra nossa indústria com relação a o U de utilização Bem, a gente viu na China, por exemplo, eh, o desenvolvimento de tecnologias de você capturar o CO2 e transformar em fertilizante. Então, você pega, reage
com amônia e produz bicarbonato de amônia, plantas já em escala de demonstração. Então, é, é uma ponta de você reduz o Custo na medida que você usa. Então, se eu puder, se eu puder evitar de estocar, e a gente não vai evitar de estocar porque a quantidade é muito grande, vai ter que estocar, mas o que eu puder usar, isso pode transformar num negócio, num business e aí você inviabilizar os os ranging fruits o que tem de na mão para você criar. O crédito carbono é um ponto de interrogação. Eh, estocar Tem que ser feito,
porque a quantidade de CO2 que nós temos que tratar e o que nós temos que remover da atmosfera é muito grande. Então, vai ter que fazer. Agora o eu acho que o grande ponto que a gente tem que trabalhar é no uso. O que que eu posso usar? Que que posso, que produtos eu posso tirar do CO2? misturo com hidrogênio, faz um combustível sintético, faço um enfim, tem várias alternativas, muita química e o desafio é como você Faz isso. Agora, eh, é importante colocar que os grandes projetos que estão acontecendo no planeta nesse momento, vamos
lá para Estados Unidos, que tem uma uma legislação, um subsídio de 85 por tonelador capturado, que é o 45 kg, que é a legislação americana tá realmente pilhando. E nós estamos hoje com mundo com quase 730 projetos em diversas tamanhos, vamos dizer assim, em fases que estão andando. E os americanos estão Estão com esse modelo de ter um subsídio e pagar pelo CO1 e isso desenvolve a indústria. O lado chinês é outro modelo, mas de novo, o que tá na mão mesmo é você gerar um produto com CO2 e aí viabiliza a tua captura e
armazena o CO2 na realidade. >> Ah, ok. Bem, eu eu tenho uma pergunta dupla. Temos 4 minutos ainda. É isso. Isso. 4ro minutinhos. uma pergunta dupla para a para mais especificamente sobre esse Projeto CCE Santomé para o Zílio e o e o professor Klein, eh sobre como, né, imagino que as dificuldades que o professor já listou ali esperadas para o projeto e tal, mas superando elas, implementando e tendo sucesso no projeto, como é visto o caminho futuro, digamos, a pavimentação para que esse projeto faça com que Petrobras e outras petroleiras, e provavelmente isso vai chegar
na NP também, diga: "Agora nós podemos Implementar, construir grandes hubs de descarbonização, né, ou de de recolhimento de para reutilização, para reinjeção, etc. Obrigado, Gustavo. Eh, como a Isabela falou, em geral, no projeto de CCS, em termos de tecnologia, a gente tem um conhecimento, a gente domina algum, por exemplo, como encontrar o reservatório para armazenar, como injetar o CO2, como até como transportar o CO2. O o que a gente precisa é adaptar, né, Adaptar essa tecnologia que a gente usa pro pro óleo e gás pro pr pra área de CCS. essa adaptação, eh, a gente
precisa obviamente colocar investimento nisso para essa adaptação, mas mostrar pra sociedade que isso é possível fazer, mostrar pra sociedade que, olha, trazendo esse conhecimento da área de petróleo, com conhecimento industrial, a gente consegue reduzir um problema grave que é a presença CO2 na atmosfera, reduzir os impactos climáticos disso. O Projeto piloto, ele vai ajudar nisso, ele vai ajudar a gente mostrar pra sociedade, né, e e juntos que a gente consegue fazer tudo isso com muita segurança, tá? Então a gente vai pegar o CO2 lá de Caviunas, transportar o dulto, vou ter todas técnicas, por isso
que o investimento maior, o desenvolvimento maior são nessas técnicas de monitoramento. Então como monitorar, como mostrar que o CO2 saiu de ponto, tá chegando totalmente no outro, que isso Não tá ficando pelo caminho, que a gente transporta de forma segura, que a gente vai monitorar o comportamento do CO2 no meio poroso, no reservatório, na rocha. Eh, tá injetando, mas eu tenho que mostrar que ele ele tá ficando lá embaixo, né? que não tá subindo por fraturas, não tá voltando pelo poço. Então são técnicas, são técnicas que a gente usa para outras coisas, mas a gente
precisa adaptar e mostrar que elas servem para esse propósito. Então a Gente vai testar várias técnicas de monitoramento e também mostrar que no caso de um vazamento, aí eu vou deixar pro pro professor, a gente consegue saber se tá vazando, tem técnicas, os nossos sensores conseguem captar tanto em terra quanto também quando a gente for para uma injeção no mar. tem sensores para mostrar, olha aqui não tá saindo CO2, se sair a gente consegue parar o projeto. Então esse tipo de demonstração é necessário pro projeto CCS. Isso vai permitir que a gente escale e vá
projeto de grande escala. que o professor pode contribuir nesse sentido, especificamente, quem sabe na questão do vazamento. Pergunta difícil essa. Eh, vamos lá, então. Eh, nessa parte, na parte marinha, né, que é nós estamos mais envolvido, esse projeto, ele tem três grupos, né? Eh, e um deles é o grupo da área marinha, né, que é o qual estou envolvido. Eh, a gente começa eh por um utilizando dados, né, ou fazendo um levantamento geofísico da área, né, para detectar então aí os possíveis locais que eh esse vazamento poderia ocorrer, né? Vamos, sei lá, detectar, por exemplo,
uma falha, né, se a gente tem uma falha na região ou não. Bom, detectado essa falha, né, eh, nós temos aí uns levantamentos iniciais para entender, principalmente como é a hidrodinâmica na região. E eh esses dados então eles servem é para nós rodarmos alguns modelos, né? Eh, junto com a a parte de de CO2 dissolvido na água e eh e simular vazamentos de forma numérica que poderia ocorrer ou não nessas nessas e locais mais frágeis. Eh, feito isso, né, a gente tem uma ideia eh para onde esse material poderia ir, né, para onde o CO2
poderia se deslocar. Então, a gente pode fazer o nosso posicionamento dos e dos Equipamentos, né? Então, essa é a estratégia que vai ser vai ser adotada. Eh, é óbvio que eh nós vamos estar medindo de forma pontual, né? Então, eh, existe, né, uma retroalimentação nesse processo que é uma contínua modelagem, né, e já com o dado sendo eh aquisitado. Eh, num primeiro momento com esse eh vazamento, eh, eh, faltou a palavra, vazamento, eh, que nós Vamos realizar, né, >> simulado. >> Simulado, obrigado. o vazamento simulado e vai servir para isso, né, pra gente a melhorar
a metodologia e ter esse feedback aí, né, entre a detecção do local provável, a simulação numérica, a instalação dos equipamentos e e ver se esses equipamentos realmente estão posicionados de forma correta para detectar aquele vazamento, né? Mas é óbvio que eh o ambiente, como eu Coloquei ali antes, é um ambiente marinho, nós não conseguimos de forma fácil acesso. Eh, ele tem uma dimensão eh grande, né? Ah, é um ambiente que não é estático, ele é dinâmico, né? Então, o CO2 ele pode ser transportado, sofrer difusão, né? Ah, eh, com isso a gente tem, né, eh,
os perigos associados, né? não vou chamar de risco, porque risco tá associado com a infraestrutura, com pessoas, né? Então, por isso uso eh o Termo de perigo, né? Então, eh bom, com isso, então, é essa esse é o método, né, para tentar minimizar, né, o essa questão de qualquer eh possível impacto, né? >> OK. Bem, eu quero agradecer a todos. Ah, o tempo já acabou, acho que não vai ter, não tem como a gente ficar fazendo perguntas. Pessoal deve tá aguardando também pro cof break, né? Muito importante. Eu convido vocês pra gente tirar uma foto
aqui também agora na na Saída. E é isso, gente. Muito obrigado. [música] Pessoal, só para antes que vocês tirem o fone aí, a gente tem 20 minutos de intervalo, então convido a participar da feira de negócios e no espaço network também. 20 minutos podendo ficar um pouquinho. เฮ [música] [música] เฮ [música] >> [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] >> เฮ [música] [música] H [música] เฮ He. >> [música] [música] [música] [música] [música] [música] >> الله [música] [música] [música] >> [música] [música] [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] Ei, ei,
obrigado. [música] Ei, ei, 1 2 1 do Ei, um, dois. Teste. Ei, ei, e e [música] dois. เฮ [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] [música] [música] >> [música] >> He. >> [música] [música] [música] >> He. เฮ [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] >> [música] [música] [música] [música] [música] >> Ah. [música] เฮ [música] [música] >> [música] [música] [música] >> Yeah. >> [música] [música] [música] [música] [música] >> Yeah. >> [música] [música]
[música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] >> [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] เฮ [música] >> [música] [música] [música] [música] >> เฮ [música] เฮ [música] [música] เฮ [música] [música] เฮ [música] เฮ >> [música] [música] [música] >> W เฮ [música] [música] [música] >> [música] [música] >> minha amigo. Alô, alô, alô, alô, senhoras e senhores. Eh, um minuto da atenção de vocês. >> Oi, oi, oi, oi. Alô, alô. Não, alô, alô, alô. Muito boa tarde
a todos. Quem está no cof? Acabou o cofe. Vamos se posicionar. O shop não atrasa. [risadas] >> Gente, vamos se posicionar agora no palco. Vamos começar o próximo painel. >> Vamos pegar um cinco. >> Pode ser >> pras próximas. A gente isso no nosso evento funciona bastante assim, mas poderos >> vamos voltar pessoal fala com que tá falando, mas fala com voz Conhecem eletronicamente conselho. >> É rosa. >> Leva, leva tua. Vamos lá. Uma energia que cria oportunidades que desenvolvu há 40 anos >> em um lugar com potencial infinito. >> Vivo entre a serra e
os campos, entre rios e mares, navegando em uma economia tão diversa quanto as pessoas que aqui Vivem. Eu sou um sonho que nasceu há 40 anos em um lugar com potencial infinito. Vivo entre a serra e os campos, entre rios e mares, navegando em uma economia tão diversa quanto as pessoas que aqui vivem. Vou do agronegócio ao turismo, da indústria aos serviços. Eu sou a tecnologia, a força invisível que une tudo isso [música] e leva esse lugar chamado Santa Catarina para o mundo. Nos Meus primeiros passos, eu era apenas a ousadia de alguns [música] poucos,
com ambição de ir além e de pensar grande. Mas logo percebi que a minha [música] verdadeira força não estava em um único empreendedor, e sim na colaboração entre muita gente. [música] Eu me tornei um eco que foi chamando uma pessoa, outra e logo éramos muitos. Nos tornamos mentores para quem chegava [música] logo depois. Um porto seguro para quem precisava de apoio para transformar uma Ideia em um negócio. Aprendemos [música] que o sucesso de um é o sucesso de todos. Por isso, nos tornamos um ecossistema vibrante, um lugar onde quem abriu as portas hoje compartilha seu
tempo, seu conhecimento e seus recursos. E onde quem [música] está chegando sabe que tem com quem contar. A cada novo empreendedor que chega, [música] a cada novo talento que se junta a nós, mostramos ao mundo o que uma comunidade Que se [música] apoia é capaz de fazer. Aqui, cada empreendedor é um colaborador da inovação. É preciso um [música] ecossistema inteiro para um negócio prosperar. E cada negócio que prospera com apoio da ACAT [música] leva a tecnologia catarinense para mais longe. Nós somos a [música] Acati há 40 anos juntos construindo o improvável. Você sabia que a
Eletrobrasa agora é axeia e energia? A gente gera 100% de energia Limpa que está presente em todos os momentos da sua vida. [música] Uma energia que não é só medida em megawatt, energia que move cidades inteiras. Uma energia que cria oportunidades, [música] que desenvolve negócios e pessoas. >> [música] >> Axia Energia. O novo vem com energia. >> A Celesque e o governo de Santa Catarina estão fazendo o maior [música] investimento da história. São R 4 Bilhões e meio deais para levar mais energia para as indústrias, as cidades, as estradas e a sua casa. Em mais
energia trifásica até o campo, este investimento [música] vai inaugurar um novo ciclo de crescimento em todo o nosso estado e assim teremos uma nova energia para Santa Catarina. Celeste, governo de Santa Catarina. >> Eu sou a EDT. Sou a energia que ilumina, movimenta e transforma a vida de milhões de Brasileiros. Estou a 50 anos no mundo e 30 no Brasil. E sabe por quê? Porque eu acredito na energia das pessoas e em novas soluções de energia que geram desenvolvimento sustentável. Isso porque a gente acredita na sua energia. Olá, pessoal. Boa tarde novamente. Todos me ouvem
bem? Fone funcionando perfeito. Vamos lá. Eh, no nosso primeiro dia de painel, vamos pro segundo bloco agora no tema Comum a todo o evento inovação. Mas antes de começar, a gente tem que fazer questão de mencionar aqui, agradecer para que um evento desse tamanho possa ser realizado com a qualidade e o conforto que todos vocês merecem. E a gente tem empresas parceiras que participam aí nos apoiando ano após ano. Então, aos patrocinadores Diamante Axia e Celesque, nosso muito obrigado. ao patrocinador Platinum EDP, ao patrocinador ouro PRDE, CREIA, Santa Catarina, ONS, Passeio Primavera, Stat Craft, e
as empresas correalizadoras que fazem o do voluntariado um resultado de qualidade quando a gente vê esse resultado desse evento. A empresa e os colaboradores da Aketec, Atlantec, Blue Rock, Briscon, Floripabit, Gás Orgânico, Cartado, Noros, Paradigma, EVPV Power, o EX e Way e também nossos apoiadores Diamante Energia, SC Gás e o selo Carbon Free. Obrigado pela parceria e por Acreditar nesse evento. Se a sua empresa não foi citada, pro ano que vem estão aberta as possibilidades de patrocínio. Então ajude a tornar esse evento continuamente maior. Passa, depois a gente passa o Pix aqui para quem tiver
interesse em aparecer e apoiar o ano que vem o evento que já tem data também, mas isso fica pra quinta. Bom, começando o nosso pera aí, começando agora o nosso painel, eu gostaria de chamar ao palco eh grandes Profissionais da área de inovação e também agência reguladora para que a gente possa discutir aí os desafios e as oportunidades na inserção de inovação no setor regulado. Esse é um tema que a gente não cansa de falar. Ele ano após anos tem novidades, tem atualizações, tem novas trocas. Então esse nunca vai ser um evento que a gente
vai um tema que nós vamos dizer que tá saturado, porque a inovação ela é constante. Então, primeiramente eu gostaria de Chamar ao palco Caroline Dutra da Eng Brasil Energia. Salva de palma, pessoal. Caral Aline Souza da Evolts transmissão. Alexandre Pompeu Taesa foi citada duas vezes sem patrocínio hoje, né? [risadas] Willam Siqueira da EDP. Obrigado, Willam, pelo patrocínio plátino. E para fechar da Agência Nacional de Energia Elétrica, Carmen Sanchez, Superintendência de Inovação, Por gentileza. Bom, pessoal, como vocês podem notar, é um painel com um pouco mais de pessoas do que a gente estava tendo anteriormente. Então,
já pedi para tirar o o tempo aqui para mim não ficar nervoso. E um combinado que nós fizemos antes do do evento foi se eu ia deixar os painelistas falar, né? [risadas] Então, tentei treinar. quando assim quando começa a ter tempo assim, a gente fica nervoso, mas a gente vai fazer o Nosso melhor aqui, porque esse é um tema que desperta sentimentos até como eh eh brasileiro, pelo potencial que a gente tem de desenvolvimento de uma sociedade de base tecnológica, de valor agregado. Antes da nós começarmos, eu vou convidar a Carmen San para ela trazer
alguns números da ANEL sobre essa questão da inovação do PID regulado da ANEL pro setor elétrico. Quem não conhece sobre esse tema, quem tá aqui na empresa de base tecnológica, Vocês precisam prestar muito atenção no que vai ser discutido aqui, no que vai ser falado, porque como mesmo o Pompeu nós estava conversando antes, tirando a subvenção econômica, não existe melhor dinheiro para investir em Energy Tex Brasil hoje do que o dinheiro regulado para ID anel. E vocês vão entender por no debate desse painel hoje. Então, Carmen, por gentileza, a palavra é sua. >> Olá. >>
Olá, boa tarde. Deixa levantar. Boa Tarde a todos. Obrigada aí, William. Obrigada aí pelos parceiros aqui do painel. Agradecer a organização do evento pela participação, pelo convite, pela participação da Nel. é sempre uma oportunidade de eh disseminarmos o programa de PDI ANEL, de trazer novos parceiros bastante relevantes, né, Willam, eh para pro programa, né, e também eh apresentar realmente as características hoje do programa que está bastante voltado à busca da Inovação de resultados concretos. Então, vou fazer um uma visão bem rápida do status do programa hoje, como ele funciona e alguns resultados e depois a
gente pode conversar, tá bom? Então, vamos lá. Eh, o programa PDI ANEL, ele é um programa instituído eh pela lei 991 de 2000. Então, eh, ele estabelece uma obrigação legal das empresas do setor elétrico investirem em PID inovação sob eh o regulamento da AEL, né? Já foi mencionado também pelo colega aqui da NP Sobre também o programa da área de petróleo. Existe algumas similaridades, mas existe também algumas diferenças entre os programas. Eh, mas são programas instituídos como uma política pública para promover inovação no setor de energia e no nosso caso, particularmente, setor de energia elétrica.
Eh, então sobre a a regulamentação da ANEL, eh, da ela, essa regulamentação passa constantemente por aperfeiçoamentos, como é natural, né, Com a evolução do setor, a evolução também dos segmentos de pesquisa e desenvolvimento. nós estamos eh constantemente fazendo aperfeiçoamentos e atualmente a base sobre essa base legal, né, o regulamento vigente chama-se PROPDI, que é são os procedimentos de pesquisa, desenvolvimento e inovação. E ele estabelece então uma estrutura regulatória eh dos procedimentos de como eh investir regras, critérios, Elegibilidades e reconhecimento e comprovação dos investimentos eh das empresas. Tá? E o ProPDI ele trouxe também um elemento
novo que não havia dentro do programa de PDI, que é um plano quinquenal de inovação, que nós chamamos de PEQI. O PEQI, o primeiro PEQI, ele tem validade de 2024 a 2028. Ele tem eh ele estabelece algumas diretrizes eh estratégicas mais amplas para investimentos, mas também para resultados, né? O PEQI ele traz então eh Esse foco em resultados e impactos das ações e dos investimentos. E a gente vai ver aqui algumas características, tá? Eh, basicamente o programa de PDI, ele realmente promove toda uma ação no ecossistema de inovação. Então, temos aqui a ANEL como uma
entidade regulatória. Ela, basicamente ela traz uma perspectiva regulatória, traz a governança geral do programa e nós também fazemos um controle institucional dos regulamentos, né, do regulamento, da Aplicação e dos investimentos. Eh, um elemento importante também é a sociedade assim em última instância é o benefici o o segmento que vai ter os benefícios dos investimentos, mas a sociedade também participa no momento em geral quando a gente faz o desenvolvimento do regulamento, né? Os regulamentos eles são levados em consulta pública, então tem ampla participação e também aí é um momento importante também de participar eh a sociedade
em aperfeiçoar o Regulamento e de também de oferir os benefícios, enfim, e sociedade a gente pensa dentro do setor elétrico, muitos consumidores, mas também eh o setor eh produtivo, a sociedade como um todo, o país, né, como eh promoção do crescimento. Um outro eh elemento importante, né, do programa de PD e Anel são as empresas, que são os agentes regulados. Então, o programa ele tem a característica de que não é eh um fundo, ele é um programa que no qual as Empresas eh elas têm que investir uma parte da sua receita operacional em PDI. Então,
as empresas ficam com os investimentos, elas definem quem são os seus parceiros, né, e elas definem então quais são os projetos e ações que vão investir. Então, elas vão fazer, são medidas pelo seu desempenho e vão fazer a governança e eh dos do dos investimentos, dos eh recursos. E um quarto eh elemento que são as recolutoras, que enfim são os grandes Parceiros das empresas do setor elétrico. O programa promove bastante a inovação aberta, então as executoras são aí um parceiro importante, elas vão eh eh acrescentar uma maior maturidade tecnológica e promover a capacidade de inovação
eh do setor. E aí quando fala executoras é um uma amplo espectro, né? Inclui universidades, centro de pesquisas, mas inclui também consultoras e startups. Então, eh, fabricantes são elementos bastante importantes e Principalmente nessa nova fase do PDI, do PEQI, que temos aí o foco na inovação. Eh, o modelo hoje então do PEQI, ele é baseado numa concepção chamada E3P. Então, temos a base do do E3P, eh, que é a estratégia, eh, são dadas pelas diretrizes que foram levadas em consulta públicas e foram transformadas em regulamento. Essas diretrizes, elas estabelecem os investimentos, mas elas são fundamentadas
principalmente em dois Eh dois focos, né? são, primeiro, são os temas mais relevantes e estratégicos pro setor para esse período e também são os o desempenho na forma de KRs, que são métricas, indicadores, pra gente acompanhar os resultados dos investimentos. E o PEQ tem os KRs, mas também tem metas para esses Ks. Então é isso que o William falou, que também é muito importante quando conversar com as empresas já chegar e conversar com base nos KRs, né, o que que os os Investimentos, os projetos podem agregar e trazer em termos de KRS para as empresas
e pro setor. Então, sobre essa estratégia, temos então os portfólios. as empresas estabelecem então suas prioridades sobre temas e as suas próprias estratégias e montam portfólios de projetos e sobre esses portfólios então fazem uma gestão integrada. É uma diferença muito grande em relação à fase anterior que a gente olhava projeto a projeto. Eh, eh, Basicamente a visão era o projeto, né? o investimento era focado em projetos individualizados e o PEQI não, ele olha como um portfólio. Então, as empresas realmente elas têm que ter uma mudança estratégica em usar esse recurso como um investimento mais eh
eh pluri eh eh outros projetos, uma realmente uma visão mais integrada. Então, a partir dos portfólios, as empresas montam os seus programas de de PDI e sim, e aí então eh estabele estabelecem os projetos que Forem aderentes à aqueles programas e portfólios, tá? eh alguns indicadores KRS que eh o programa define. Hoje nós temos definidos 20 KRS no programa, sendo 10 com metas obrigatórias para esse período 2024 e 2028 e outros 10 são meros acompanhamentos porque a gente não tem ainda história, estamos trazendo novos elementos e estamos então aí acompanhando, mas aqui são alguns indicadores
mais relevantes que t uma Uma ligação mais direta com a inovação em termos de é obtenção de resultados. o programa não abandonou outros resultados que ele já vinha perseguindo e era bastante eh muito bem-sucedido, que eram eh produções acadêmicas e também a capacitação, mas também trouxe novos resultados que tem eh que buscamos como realmente eh resultados de inovação. Então, o primeiro eh K4. CR4 é um percentual financeiro retornado. Então, eh esse esse é um Elemento novo. Eh todos os projetos no passado sempre tinham alguma indicação, né, de benefício, mas agora concretamente nós estamos monetizando esses
benefícios na forma de um KR. Então, o percentual financeiro eh dos projetos e do portfólio é um elemento bastante importante e tem sido, parece uma luta árdua, né? porque também é um foco bastante diferente do que a gente vinha sendo trabalhado, mas já várias empresas já tinham demonstrado que era Possível trazer eh não só, né, fazer projetos, mas realmente levá-los ao mercado e faz mais sentido, né, eh todos esses gastos feitos que que nós vamos fazer com esses produtos. Olha, outros se são produtos que realmente eh tem fazem algum benefício, fazem alguma diferença, diminuem custo,
eh aumentam produtividade, promovem novos negócios, por que não disseminá-los, né? Um outro K importante que é o K5, é o percentual de de aproveitamento do produto. Então Nós queremos que os produtos não fiquem nas gavetas, não sejam somente os projetos, mas eles sejam aproveitados. Então, eh, nós temos acompanhado agora como que esses produtos, né, vão sendo utilizados dentro da empresa. Então, eh, um aspecto é a comercialização, é, é o financeiro, mas é o outro, é o aproveitamento dentro da empresa ou outras empresas do setor elétrico ou outros setores também, porque também há produtos que podem
ser também utilizados Por outros segmentos. E aí também, né, eh, acho que aí é um espaço muito grande aí para outros parceiros startups trazerem também outras soluções de outros setores que são válidos. Eh, K12 dispende com startups. Hoje nós fazemos apenas um acompanhamento eh desse K12. nós não temos em histórico, mas achamos que é super importante. Então, nós queremos que as startups sejam realmente uma executora de de peso no programa. Eh, KR15 é o percentual de recursos Investidos em projetos TRLs maiores que seis. Então, estamos buscando uma maior maturidade tecnológica dos resultados. Então, estamos com
esse olhar específico com TRL maior que se significa que são eh produtos já testar com testes, né, além dos laboratórios. O K16, que é o percentual de recursos de terceiros, buscando parceiros, outros parceiros além do programa, além do recurso do programa, né, eh, parceiros, outros que invistam. E aí pensamos Particularmente setor industrial, a indústria e outros eh outros programas também que possam agregar e potencializar esse recurso do PDI regulado pela ANEL. E um último indicador bastante relevante que é o K18, que são as patentes e registros de propriedade intelectual. a gente já tinha um número
significativo e mas agora a gente eh persegue a a busca de patentes, não só como ela também ela é um um Eh um caminho importante paraa obtenção de um recurso financeiro, mas ela também é um sinalizador de fato de uma inovação, né? aqui alguns números a gente fez, eh, fizemos o primeiro levantamento do do primeiro ano de Pequi que foi no período eh de outubro de 2023 a dezembro de 2024. Então, praticamente 20% eh do PEQI e do primeiro PEQ. E temos aqui alguns alguns resultados, então com base naqueles KS que eu mencionei, o K4,
que é o percentual financeiro retornado, no a meta desse eh K é 1%. Eu trouxe aqui dois números. Um primeiro número é a média, tá? A média então das empresas eh nesse primeiro ano foi 0,1%. Mas como média, já dizia já um professor meu, média é uma medida burra, porque ela inclui também, né, pode incluir extremos. Então eu trouxe um outro número que são eh é o percentual alcançado pelas empresas que não zeraram, que realmente tiveram algum Percentual financeiro eh nesse primeiro ano de PEQi e aí já é um percentual de 7%, tá? já tem
uma medida assim cativa. Tem um espaço ainda muito grande e de fato porque eh como eu já mencionei, isso é muito novo, a busca pelo retorno financeiro. A gente acompanhava, mas não era uma meta eh instituída, né, no programa. Então, tem sido realmente um elemento novo para as empresas e e buscar as oportunidades de tirar projetos da gaveta e de e de transformar Alguns projetos que às vezes usava internamente em produtos no mercado. E aí acho que o papel da das startups é bastante grande em dar uma acelerada, né, nessa inserção do produto no mercado.
O segundo K 5 percentual de aproveitamento do produto na empresa ou alguma empresa do setor elétrico. A meta é de 50%, nós temos ainda percentuais muito baixos, mais ou menos de 2% a média de todas as empresas e aquelas que t algum tipo de aproveito está em quase 9%. Eh, aí é então um sinal de atenção, né, de exatamente de tirar o produto da gaveta, né? ou de olhar olhar de como eh esse os produtos que são desenvolvidos sejam eh de fato produtos que tenham necessidade de pelo setor e não usar, né, o recurso sair
fazendo projeto sem sem de fato ver a necessidade. O dispend com startups. Nós não temos meta, né, no programa, mas temos no PDI agora e no PEQI temos quase 8 milhões investidos. São sete empresas que têm investimentos em startups que foram relatadas. Mas considerando ainda resultados do programa anterior de projetos que estão em andamento, que não estão contando pro PEQ, mas estão projetos em andamento, temos 70 milhões de reais investidos em startups e 105 projetos. Então, temos aí muitos projetos para fazer agora nesse novo modelo de PDI. eh e sinal de que realmente tem um
espaço eh para fazer o percentual de recursos de terceiros, que Seria um eh busca de um parceiro 10%. É a nossa meta. Eh, temos hoje 2,7% no PEQI para todas as empresas e aquelas que realmente tem parceiros, 11%. As chamadas estratégicas normalmente são chaves, que as chamadas estratégicas a gente eh obriga a trazer um parceiro. Então trazem um fabricante em geral, né, um grande parceiro que também tem interesse em comercializar e aporta um recurso adicional. Então precisamos potencializar esse recurso de PDI e aí Trazer também um dinheiro novo, né, pro programa. O pedido de patentes
e registros. Eh, a meta é ao menos um pedido por empresa. No em todo já temos 36 pedidos em um ano. E por final, o percentual de recursos investidos em projetos TRL maior que seis, ou seja, com maior maturidade tecnológica. A meta é de 30%, temos 3,7% na média de todas as empresas e 17 para aquelas que já conseguiram eh fazer eh fazer algum eh investimento em projeto, tá? É isso. Então, essa uma primeira provocação e aí aí agora é o espaço para vocês. Obrigado. >> Perfeito. Obrigado, Carmen. Eh, apesar de ter alguns números ali
que estão abaixo, é o primeiro ano desse novo manual. é um primeiro resultado. Eh, digo até, muitos projetos começaram, não terminaram ainda, que vão atingir. Eh, e por isso que é importante ver a visão de portfólio, não projeto a projeto, né? Porque quando a gente fala de um projeto Acima de TRL 6, o resultado, uma primeira etapa não necessariamente vai ter retorno de investimento, porque é ainda um protótipo para depois a escala, né? Então, por isso que essa visão importante. Antes de passar pros demais, só queria compartilhar o número assim, ó. Vocês viram que existe
um indicador que a Nel coloca pros agentes que é investimento dispêndio em startup. Então, quem é startup aqui que tem algum negócio tecnológico e vamos esquecer o Core business da energia? Eu canso de falar isso. A gente tem no setor elétrico oportunidade para diversas verticais de negócio, construção, varejo com a comercializadora fintec, até o o biogás hoje entra na questão do da biomassa, do energia do agronegócio. Então, eh gestão de pessoas tem oportunidade para todos os perfis de empresas de tecnologia. Não só eu faço um produto para tecnologia de geração, transmissão, distribuição, tá? A Primeira
coisa, abram a mente com relação a essa visão da oportunidade do setor. Bom, vindo para cá para pra bancada, eu queria começar com a Carol, eh, porque o que que a gente tem hoje também além da da anel tá mudando o manual, favorecendo investimento em empresa que quer ganhar dinheiro em escala comercial, né? Eh, ou seja, a gente que tá querendo ser levado dos cracudos da inovação, né? Eu sempre falo, não é minha essa frase, é do Paulo Da Fnep. É importante e dar a originalidade dela, né? que é o cara que tá viciado em
dinheiro, mas cara, já tem que fazer uma contrapartida. Então, se você realmente quer transformar aquilo em negócio, tem que provar que o que o tá realmente investindo junto e não o dinheiro que é só para virar papel. Mas tem um outro ponto importante que a gente trabalha num setor que é muito regulado quando a gente vai trabalhar com os ativos críticos, né, aí no core Business mesmo, né? Eu sei que a In é uma empresa que tem uma visão de investimento já de longo prazo, com relacionamento startup, participa do ecossistema aqui desde sempre do Linklab
também, do programa de inovação aberta. Então tem já uma uma maturidade, um histórico, mas tem alguns projetos que vão enfrentar um desafio que a gente fala do regulatório perante a operação, não regulatório da do PID anel, que a gente tem, por exemplo, na na no setor Elétrico, para alguns ativos críticos, você tem que atender um manual que anel determina valor, especificação, que é o manual de patrimônio. Então, se a tua inovação ela vai trazer redução de custo, mas se ela não é reconhecida dentro do manual, a empresa não consegue comprovar paraa neuredução de custo. De
fato, ela vai preferir comprar o que tá lá, porque é um ativo reconhecido. E acho tá num caso muito interessante no produto de Inserção de mercado que pega bem nesse ponto. É uma tecnologia de de investimento de longo prazo, disruptiva e tem o desafio do regulatório dessa inserção, inclusive com as oportunidades. se pudesse contar um pouco pra gente dessa oportunidade. Eh, Carol, >> tá certo? Tão me ouvindo? >> Boa tarde. Adorei a tua apresentação, Carmen, que foi bem direto ao ponto do que a gente Precisa aqui no setor, né? Então, acho que fica a mensagem
bem clara pro público aqui, né, de startups, de empresas, de base tecnológica, que eh existe muita oportunidade, a gente tá procurando projeto já maduro que precisa de investimento para ir para mercado. Eh, TRL, para quem não conhece esse termo, acho que aqui quase todo mundo deve conhecer, mas é uma é uma faixa de inovação tecnológica que vai de 1 a, então quando a gente tá falando de TRL 6, a gente tá querendo seis a, então é o fim da cadeia ir pro mercado, né? Então a gente tem essa oportunidade, bato na porta daqui das empresas
aqui dos da dos colegas aqui, mas já com uma proposta madura, né? Eu queria fazer esse parênteses, William, pedir aqui a licença, porque o clichê que tem no mercado é muito assim: "Ah, Ange, me diz as suas dores, eu quero fazer um projeto para você". Então, assim, eu convido vocês para trazer uma outra abordagem, Né? Eu já tenho um produto aqui testado. Eh, preciso de um investimento para para virar, né, algo comercial na indústria. Vamos junto. Então, assim, mudem, mudem a forma de vir e trazer a oportunidade que vai dar met. Então, falando aqui do
nosso projeto, né, e fazendo também o link com regulatório, a antes do PEQI, antes desse novo manual, já tinha uma visão de fazer parceria com startup e a gente tem um projeto de sucesso com a Aktec e a Power Optics, que é o transformador óptico de corrente. É um produto que a gente já tem instalado nas nossas subtações, tá funcionando muito legal, é um produto ecológico, não usa mais óleo isolador, é mais compacto, eh mais preciso, etc. Então a gente tá com ele pronto, só que agora a gente se encontra nesse estágio de rever a
regulação. E daí a gente não tá nem falando da regulação de PID anel, mas estamos falando de regulação da da do setor Elétrico, né? Então, como que a gente eh formaliza ele dentro eh dos manuais da ANEL para investimento e equipamentos? Eh, então assim, eh, acho que a mensagem também é muito assim, primeiro que as empresas que estão na vertical de energia e as demais que também possam contribuir para para pro segmento energético, eh, se especializar e até pensar em projetos que tenham especialistas em regulação, sabe? Porque a gente tá nesse momento realmente tendo Que
se hiperespecializar em regulação para ir pra anel, para negociar mudanças, né, que eh façam essa essa essas inovações disruptivas serem entendidas como o futuro do setor elétrico, né? porque o setor elétrico é muito conservador. Então a gente precisa agora convencer o agente regulador a mudar esse cenário para viabilizar de forma mais facilitada, né, essa inserção. Então acho que resumidamente estamos nesse cenário. >> Eh, o o que que eu queria trazer o ponto aqui pra atenção de vocês eh vocês vê que o complexo que é botar um produto disruptivo. A gente tá falando de um ativo
de missão crítica dentro de uma substação de ato atenção, mas você vê a oportunidade que a empresa startup tem de trabalhar com projeto junto, por exemplo, com grande agente do setor e trabalhar de uma maneira técnica, cooperada, para que atualize um documento regulatório para que essa Tecnologia seja aceita no mercado. Vocês estão entendendo o tamanho da oportunidade de inserção de mercado, alavancagem, qualificação técnica e uma coisa importante, a deve já ser o primeiro cliente nos novos projetos a considerar esse projeto. Então você tem um investidor cliente que vai certificar a escala desse produto a mercado.
Então, eh, a tendo essa essa esses desafios, vocês fazerem um trabalho de desenvolvimento junto com o setor, com a Gente, vocês têm uma construção a quatro mãos. Então tava conversando antes ali que o o a validação do projeto de inovação é até uma coisa importante, TRL acima de seis o resultado, tá gente? Não começar acima de seis também. Tem projetos que a gente tá trabalhando no três e vai terminar em sete. E essa construção junto com o setor você sai daquela coisa de enfiar a cabeça. É, tá pronto. Não troca validação técnica porque para que
o investidor veja, não, Agora vou vou comprar. queria falar com >> não não tava não tínhamos combinado, mas eu eu queria comentar uma coisa. Eh, esse problema da Carol super válido, mas também reflete um dizer uma diferença de concepção e de atuação que a gente quer no programa. Agora, antes a gente tinha uma série de produtos que eram apresentados com eh com os benefícios teoricamente calculados. Então nós fizemos ela uma compilação, a gente ia ter, por exemplo, como aumento do PIB do Só com os produtos aqui comercializados, acho que dava 10 vezes o PIB mundial,
né, em termos com termos de produtos, a redução de custo ia acabar a pobreza energética do planeta inteiro. Então, o que que nós estamos buscando mais hoje? É, são benefícios eh que sejam e comprovados, monetizados. E é muito importante essa parceria com as empresas, porque a oportunidade de realmente de testar o produto, né, de trazer e de aplicar, de adaptá-lo às Necessidades de fato. e aí verificar eh na prática qual é o benefício, verificar, calcular e depois levar pro regulador, né? Comprovar que aquele produto ou ele é mais barato ou ele tem benefícios maiores, ele
vai ter, ou seja, um custo menor ou maiores benefícios, um custo benefício, vão ter benefícios, mas eles têm que ser eh demonstrados, né, de forma eh se realmente resultados factíveis e comprovados, tá? Então isso que você Também é uma nova é uma nova visão, uma nova prática e que é importante vocês já chegarem exatamente desde a concepção do produto com o desenvolvimento com a parceria já saberem como que vão medir esses benefícios e como que vão e realmente comprovar os resultados. >> Aqui não tem combinado, tá? A gente começou e agora a gente se briga
junto. Acho que todos me escutam bem. Ah, sou Willam, de fato, não tinha combinado isso, mas as palavras da Caroline e da Carmen agora complementando, trouxe um assunto bastante interessante que o nosso CEO de inovação global da EDP, ele sempre relata: "A quantidade é qualidade", mas tem que saber matar essa quantidade. E me permitam usar o termo matar no sentido de que você testa, aquilo que não dá certo sai, aquilo que dá certo continua. Mas você tem que ser rápido. A Carmen muito bem comentou de que os resultados teóricos antes feitos nos projetos de PID
davam outros números Que a gente sequer de fato conseguir absorver na economia mundial. Mas o fato da gente ter essa quantidade que testa rápido, elimina aquilo que não dá certo e aproxima o resultado positivo, é isso que a gente busca com startups, né? É isso que a gente espera, que o ecossistema como um todo eh, de inovação tenha essa maturidade, essa maturidade de que o produto ele nunca é fixo, ele é adaptável ao negócio. A Caroline trouxe muito bem um exemplo de um ativo crítico Paraa substação. A gente sabe da complexidade que se falhar ali
a substação desliga alguns vários milhões ou milhares de clientes. mas que precisa ter essa capacidade de adaptar a todo momento, porque a inovação é exatamente isso. O conceito do produto, ele não é fixo enquanto ele não tiver em mercado. E o e o programa de PID, aquele E3P que a Carmen comentou, uma das três bases é o programa e que o programa ele seja um Alicece, um benefício para que esse teste seja rápido e o resultado mais ainda. >> Bom, eh, obrigado, Willam, quase xará, né? [risadas] Eh, é é importante esse ponto de de vista.
E a gente trazendo essa visão do da dos números do Excel, né, que tu faz um markup, puxa para cima, dá trilhões em alguns anos, eh, muda agora a maturidade como se apresenta projeto. A Carol falou: "Traga suas dores, cara, Eles não são, a gente não é médico e a gente tem que, como diz, apresentar propostas reais". Se eles querem expor alguma coisa, já existe uma análise interna da inovação pré-amercado. Ó, outro outro outro eh frase que vocês precisam entender. Eh, a gente faz o que vocês precisam, cara. Isso na cara é sumir com dinheiro.
É um dinheiro que vocês tm que entender como investimento, cliente, investimento, o client ventor, como diz a gente, a cultura, né? E tem Que entender esse cenário agora como se fosse um vent capital de um dinheiro regulado, que ele ele é muito bom, ele é como diz assim barato perante ao mercado com o potencial já de de aquisição, mas vocês tem preciso entender nisso e isso faz com que esse valor aqui multiplique o que antes vai fazer um projeto vai fazer 10 porque não tem mais aquela valoração de R$ 600 a hora de um especialista,
né? E essa visão de de investimento, ela é muito importante. E Eu queria convidar aí o o Alexandre para trazer essa visão de como é que a Taa, né, em pouco tempo tem mudado lá a visão também. Eh, vem do mercado de investimento e e e o micro painel que a gente fez ali já abriu até a mente para outros colegas que estavam do lado, né? >> Obrigado. Obrigado, William. Primeiro, é uma honra participar desse painel, eh, conhecer a Cátia, primeira vez que eu venho conhecer esse espaço e ficou, já estou impressionado, né? um lugar
Pujante de inovação. Um pouco tempo que a gente teve ali no café, já surgiram várias ideias, várias trocas entre os corporates e também com os empreendedores. Então, parabéns aqui por esse espaço. É uma honra estar aqui novamente. A Thaísa vem eh numa estratégia de inovação eh bastante interessante e começa na nossa diretoria. A inovação tá plugada direto na estratégia da companhia. Acho que um grande diferencial que a gente tem hoje É que a diretoria tem meta de inovação. Então acho que isso faz totalmente a diferença, né, no compromisso de toda a empresa, eh, junto com
a construção do nosso portfólio. A gente construiu uma tese de investimento, a gente construiu e quais são os territórios de atuação que a gente pretende atuar. Isso traz foco pro nosso portfólio e também pra conversa com o ecossistema. A gente construiu uma marca, eh, a Taía Ventores. O objetivo da Taía Ventoris Também é se aproximar do ecossistema empreendedor com o conceito de ventories e não só com capital. A gente falou aqui de vários K estratégicos. Então, o nosso trabalho é alocar profissional especializado em conjunto com empreendedor para coconstruir o produto. Nosso objetivo aqui, eh, junto
com o empreendedor é levar esse produto ao mercado. Então, a gente ajuda em toda a construção do modelo de negócio, em toda a precificação, como é que esse produto Vai ganhar mercado. Então, a curva de rampup desse produto, a gente vem eh para aprovar um projeto investindo tempo em conjunto com vocês empreendedores para construir o cronograma, para construir o diferencial do produto, para construir eh toda a concepção de como que a gente vai de fato atender aí o objetivo de trazer o retorno financeiro e também estratégias pra companhia. Então, como o William falou, a gente
traz esse conceito de ventores para Apoiar, não só com dinheiro, mas com o famoso smart money para alavancar aí o resultado do nosso portfólio. E vemos com muito bons olhos eh o PEQ, eh há uma oportunidade única pro empreendedor acessar um capital eh com um custo bastante interessante. É, profissionais especializados, a gente também vem com um contrato de longo prazo, ou seja, o olhar aí de receita recorrente, não só mês mais ano, mas também para vocês conversarem com fundos na sequência Bastante estratégico e a gente apoia também nesse processo de conversa. Eu inclusive, William, nem
comentei contigo, boa parte da minha agenda hoje também é conversar com fundo de investimento, porque a gente, se a gente entrar junto com os fundos de investimento na rodada, digamos assim, a gente diminui o capital investido deles, dilui o risco e a gente adiciona essa receita recorrente. Então, que é super estratégico aí com o olhar dos fundos Para depois rampar aí o investimento das startups. Então, acho que é um pouquinho disso como a Taí tá se preparando. A gente, só para concluir, aqui nos territórios, olhamos pra implantação, né? A boa parte do nosso trabalho é
olhar novos produtos, novos materiais, novos formatos de construção. Outro território que a gente olha é sensoreamento e confiabilidade com o sistema. Olhamos paraa robotização, automação e novos negócios. Também Deixamos uma tese mais ampla pra gente conseguir trazer inovações aí pro mercado. Então, um pouquinho disso que a gente vai se posicionar. >> Vocês também estão olhando agora, pelo menos a gente teve oportunidade de conversar. Eh, e uma coisa muito importante que a Nel trouxe aqui também é de indicadores, e isso também fica de um recado para todos, porque a gente tá falando de 25 anos, né,
de investimento em pesquisa, desenvolvimento, de muitas Coisas que foram e tinha um grau, para quem não sabe, um grau de originalidade alto para se desenvolver projetos. Essa originalidade agora reduziu para justamente fomentar tecnologia, inovação incremental paraa escala. E dentro dessas empresas, a gente tá falando de 26 anos de investimento em PD. Eu brinco, deve ter alguns unicórnios lá arquivado nos documentos da ANEL de todos esses investimentos, porque geralmente as empresas eh Tentavam fazer algo para poder alguma coisa interna ser resolvida para otimizar o recurso, certo? Então, como é que eu eu vi a eu vi
no programa de vocês uma ação de tentar realmente agora promover a continuidade ou a inserção de mercado de alguns projetos que estavam até num grau de maturidade? como é que vocês estão promovendo, como é que vocês estão fazendo. Até uma coisa difícil de ser feita hoje, você fazer esse assessment, né, de oportunidade, valorar Aquela propriedade que tem ali junto. Então, eu vi, já vi diversas empresas tentando fazer, mas eu não vi ainda nenhuma ação que esteja publicamente de sucesso acontecendo. >> Eu acho que é com certeza um desafio aqui que da mesa da mesa eh
que a gente se propõe. O que a gente vem é conversando com os players de mercado para entender qual é a capacidade que eles conseguem adicionar nesse viés de comercialização de fato, né? Então a Gente conversou aí com a X, inclusive, eh, não sei se é assim que se fala, tá correto? Eh, >> é do jeito que você quiser falar, >> mas com o objetivo de pegar muitos projetos muito positivos, com grande potencial de mercado que existem no portfólio das corporações e ajudar a gente a fazer essa inserção a mercado. Então, como eu falei, a
gente vem eh a gente montou um time muito forte lá na área de inovação. Eh, nosso diretor vem Aí da SEMIG, também fez um um grande trabalho lá, o Maurício Dalanese. que nos ajuda também a conversar com o ecossistema, sendo muito pró e sistema. Então acho que o nosso viés aqui é de fato trazer valor pra Taa, trazer valor para o sistema e apoiar o empreendedor, não só olhando pro nosso portfólio atual e como você consegue agregar valor, mas também como que a gente consegue agregar valor pro produto de vocês. Então eu falo muito eh
que o nosso sweet spot, Né, falar um pouquinho dos termos aí de CVC, né, é quando o empreendedor já possui um produto, já possui uma carteira de clientes e o roadmap dele tá muito alinhado com o que a gente tem de dor ou de oportunidade de desenvolvimento dentro da nossa estratégia. Então, quando a gente vincula uma visão de negócio do empreendedor que quer ganhar o mercado, quer ganhar um novo setor, por exemplo, eu vi hoje de manhã aqui eh Apresentações relacionadas a digital twins, sensoreamento, satélite, tudo isso para outras verticais ou outros setores. Esses empreendedores,
eu tenho bastante interesse de conversar se eles querem trazer essa tecnologia pro setor de transmissão. E no nosso caso, a mesma coisa. Será que o nosso produto tem espaço para outros mercados? Então, foi um prazer aqui ouvir o nome da Taía de Banhã duas vezes, né? Dois projetos nossos já sendo comunicados a mercado, Que são produtos que não tm um olhar apenas no setor elétrico, eles têm potencial, inclusive de agregar valor para outros setores da nossa economia. Então é esse olhar completo que a gente traz, seja pro portfólio atual, buscando parceiros que conseguem a gente
alavancar, seja para empreendedores que têm uma solução e que agregue valor pro nosso portfólio. >> Carol, vocês tiveram também uma uma experiência recente, né? E eu achei Muito legal quando vocês chamaram a vertical para atrair empresas interessadas em lançar um o inserção do produto que era o o Aratak, eu acho que era esse o nome, né? E como é que ficou essa jornada de inserção? Teve já um um desfecho? teve essa esse essa essa avanço paraa industrialização de escala. >> Estamos agora então negociando a fase dois, justamente conversando com uma indústria do mercado, eh acertando
aí a Proposta. Por enquanto a gente não vai liberar o nome da indústria, mas assim o inclusive essa semana saiu no mercado aí várias reportagens sobre isso, né? que porque foi um projeto ali eh em parceria com a Fundação CERT e com o investimento da Embrapi. E a gente eh nesse projeto de PID a gente já desenvolveu então o lote pioneiro, 20 maletas que foram distribuídas nos nossos ativos, já estão em uso, né, nossos ativos. Então a gente já também validou, né? Então a gente Agora quer lançar pro mercado. Então estamos neste momento, né? E
acho que também aproveitando para falar pro público assim como o olhar agora tanto da ANEL como do próprio setor é muito mão na massa, vamos vender e tal, pro pros parceiros não se intimidarem com as negociações de propriedade intelectual, de hech, isso faz parte, né? Porque é parceria, a Engine não vai virar uma indústria que vai vender componente, né? a gente quer que vocês vendam, voem, Cresçam, né? Mas faz parte inclusive de K o royalty, né? Que é o retorno sobre o investimento ali, uma uma um ganha ganha. Então, então para para trazer isso para
vocês que ah todos nós aqui precisamos negociar isso com vocês, porque a anel também tá de olho e é indicador de resultado, né? Então é isso, >> é no final do dia a gente tem que enxergar esse recurso como investimento, apesar de ser uma fonte de fomento, a Inovação, eh, ela tem essa essa esse regulatório empurrando, mas a gente tem que dar respeito ao recurso, né? Falei, não é para desovar dinheiro, é para transformar inovação de fato, né? Então isso é é importante e assim como a Eng também convido aos outros que nós temos na
vertical de energia praticamente 7080 startups tecnologia e digo algumas não mais startups já inclusive já foram feito total exit aqui inclusive sediadas na dentro do espaço para que a gente Consiga abrir rodadas de quem tem interesse em em comercializar quando quem tá desenvolvendo não tem, né? Eh, vocês podem contar conosco para fazer parcerias, para fazer jo eventos, para fazer a combinação de negócio que seja ganha ganha para para todos. Quer falar, Car? >> Bem, aproveitando também dois do dois e insites aí que vocês me deram. Um primeiro assim falando do não queimar esse dinheiro, né?
Lembrar que eh o Recurso vem da conta de energia elétrica de cada um de nós. Então, cada um de nós somos aqui coinvestidores desse programa. Então, eh, existe uma responsabilidade muito grande, né, de que esse recurso seja de fato transformado em benefícios paraa sociedade, que última instância nós vamos ser alguns beneficiados ou direto com serviços de melhor qualidade, eh, com um custo mais acessível, então buscando ainda modicidade tarifária, né? Ou seja, também com desenvolvimento da do país, com a cadeia de inovação, com fornecedores eh eh outros negócios. Então, assim, é uma responsabilidade grande de fato
de eh transformarmos esse recurso em benefícios palpáveis. A outra coisa que então foi mencionado eh eh resultados bastante interessantes desse programa, né? o impacto que ele tem nos no setor elétrico. Muita gente quis, estuda engenharia e faz engenharia. Engenharia elétrica fala que foi um Bolsista [risadas] com recurso do PID Anel. Praticamente CAP CNPq diz que eles não tem tem muito pouco do do necessidade de investir em laboratórios e equipamentos, porque o PID ANEL eh ele entra eh eh muito na universidade, né? eh aportando eh um suporte, uma infraestrutura importante no pros nossos profissionais e também
eh no programa de PDI, eu não mencionei aqui, mas um instrumento de inovação que a NEL usa de tempos em tempos como Identifica algum tipo de tecnologia que precisa de algum suporte, eh precisa de um esforço mais forte que é muito relevante para isso, são as chamadas estratégias. As empresas continuam investindo, elas fazem escolha pelos seus projetos, seus parceiros, mas nas chamadas estratégicas, nós, ANEL, fazemos uma definição dos parâmetros do investimento. Então, eu queria destacar duas chamadas que pra gente são muito orgulho, que teve a chamada eh de Ehólica, que deu eh eh como um
dos produtos o primeiro aerogenador nacional, né, que hoje é comercializado pela VEG, que ela compete com chineses, ela compete em mercado internacional, em nível eh realmente igual a outros outros concorrentes. E foi do PDI anel, né? e um outro que é mais recente, que é a mobilidade elétrica, que nós tivemos a chamada em 2018. E nos primeiros três, 4 anos, praticamente 90% dos eletropostos nosso país eram eh implantados com Programa de PDI anel. E isso deu oportunidade para chegar, porque era aquela coisa, quem vem primeiro, o carro elétrico ou a infraestrutura, né? Então nós montamos
a base da infraestrutura. hoje já é um negócio e já tá mais seminado com outros, mas o PDI ANEL montou a infraestrutura de mobilidade desse país e tá permitindo que BID e outros, né, eh, realmente outros carros elétricos, enfim, eh, os carros elétricos eh sejam disseminados eh de Uma com uma rapidez eh de antes que a gente não imaginava. Então essa realmente são os espaços, né, que o PD anel permite pro desenvolvimento realmente do país. >> Ah, muito bom. Eh, Carmen, eu reforço esse teu ponto porque se eu pegar as empresas verticais de energia que
cresceram, foram negociadas, estão exportando, estão trabalhando, mais da metade se alavancou, se alavanca com PI anel. Só eu o ano passado tinha feito a questão de levantar o número de cinco empresas que já são as maiores, que começaram pequeninha, cresceram cinco empresas que eu levantei, conversei com os os fundadores e os empreendedores. A a soma dos produtos beneficiados direta indiretamente chegou a R$ 100 milhões deais. Mais de R0 engenheiros contratados diretos para desenvolver, trabalhar nessas cinco empresas. Então, olha a Injeção de recurso pro país. Por isso que eu digo, é um programa que deveria est
linkcado à Nova Indústria Brasil pra gente desenvolver tecnologia de hegemonia nacional. É, é estratégico. É, é o, a combinação dos fatores, ela é perfeita. Realmente, a gente precisa despertar mais a visão e abertura porque as pessoas possam, os empreendedores possam. Ah, eu gostaria de empreender, cara. Se você gostaria de empreender, se tem, vamos dizer assim, conhecimento Técnico, boas pessoas, começa olhando, participando, dá o primeiro passo, cara, porque se você tem uma boa ideia, um produto bom, eles não vão olhar muito o teu histórico do que era para trás ali, que nem um banco, é dali
pra frente. É o melhor momento de começar a empreender. Usa esse fonte e o relacionamento e o ecossistema para ajudar. Eh, eu eu queria conversar, fazer a pergunta pra Aline, porque a Aline fala assim: "Ó, a gente é uma empresa menor". Só que a empresa menor, cara, é seis dígitos para cima de investimento PID, tá? a menor, [risadas] não que seja a menor, mas o do do dos players aqui. Mas eu queria eh trazer paraa Line assim que a gente alguns comentários, colegas comentaram sobre os sucessos eh dentro da do da EVTS, Aline, eh por
vocês, né, tem uma uma gestão compartilhada eh de do de ações regulatórias algum enquanto algumas empresas têm, né, o recurso disponível para ter equipes Independentes, vocês lá fazem o euipe para diversas ações, né? Conhecemos bem esse ritmo. Eu eu queria ver com perguntar para vocês eh como é que tá o desafio dessa mudança, desse manual, que ações que vocês já fizeram nesse termo, né? E parabenizar pelo último contrato assinado também. >> Muito bom. Parabéns do último contrato que foi com Willan, né? Eh, bom, eu sou o primo pobre aqui da da mesa, né? Eh, enquanto
os colegas têm grande empresa, Trabalham em grandes empresas, tem uma grande estrutura de inovação, eh, na EVOLts, eh, eu sou gerente regulatório de inovação, então eu tenho o time de uma pessoa no regulatório e de uma pessoa na inovação. E mesmo assim a gente precisa investir o recurso da mesma forma com os colegas. Então, assim, eh, tudo que eles precisam cumprir, a gente precisa cumprir, seja com uma pessoa com com as 10 ou 15 ou 20 que eles têm também. Então, é um Desafio, né? pra gente assim, mas a gente tem conseguido eh ir atrás
de bons projetos. A gente teve dois projetos concluídos que foram inclusive premiados pelo pela ANEL, tiveram boa pontuação, então a gente acha que a gente tá no bom caminho. A gente tem tentado se estruturar internamente melhorando os processos, então tem escrito como que as coisas têm que acontecer. que a gente criou uma comissão de inovação, então a gente tá Dando os passos necessários para se fazer um programa de uma forma mais estrutur estruturada e trocando muito com os colegas aqui. Eh, a gente tem como foco lá fazer os bons projetos que atendam as necessidades da
empresa. Então, o que a gente tem feito hoje até o projeto que o Willam citou é um projeto na área de saúde e segurança também que não é algo tão tão trivial. eh as pessoas acabam fazendo produtos que são como TC, algo nesse sentido, né? E a gente tá com com essa possibilidade também de gerar produto, mesmo numa área que não seja tão eh relacionada à operação ou algo nesse sentido. Então, eh a gente tá nesse caminho, né? tá tentando eh investir, a gente também tem essa possibilidade. A gente precisa que quando chega uma empresa
pra gente, a Carol falou que a empresa não pode vir perguntar das dores, a gente quer, ainda que a empresa vai mais além, né? Pega essa sopa de letrinha que a Carmen Trouxe aqui, que são os KRs, tudo aí, já entenda um pouco desse negócio que facilita também a nossa vida, né? Então, se a empresa eh discute com a gente um projeto e ela traz já pra gente um formato que seriam atendimento e aos KRS, que pra gente é uma necessidade, porque a gente tem poucos projetos, então se a gente não conseguir atingir os KRS
em algum projeto, a gente já cai com a nossa nota lá junto com ANA. Então os poucos projetos que a gente faz tem Que ser bons projetos. Então isso também acho que é um um ponto de atenção aqui paraas empresas, paraas startups que querem investir, que elas já tenham pelo menos um conhecimento básico e quando fizerem essas proposta já já tragam daquele sentido assim, ah, atendo esse KR, esse, esse, aquele, que também vai facilitar fazer esse MET com o programa, >> né? E até um ponto, portanto, esse projeto, o Pompeu falou, né, outros mercados, a
gente tá fazendo cooperado Com uma empresa eh de Recife eh que tem conhecimento em inteligência artificial e aplicações. Quando nós estávamos discutindo a proposta, o próprio Carlos lá, que é o senhor da da Norintec, falou: "Willam, já estão demandando esse tipo de tecnologia pra gente na petroquímica". Porque como falou, é um termo que todas as grand muito setorial e isso tem uma amplitude de escala de n aplicações. >> Então falei assim, segura pessoal lá que Tá começando agora, né? Então >> vamos fazer esse projeto rápido, Will vai vender. >> Calma, calma, calma. tem que desenvolver
primeiro. Eh, gente, eu queria ver uma coisa com vocês. As empresas hoje que estão presente conosco assistindo online, fisicamente, eh, a gente sempre fala que dentro da vertical de energia, né, a gente tem uma oportunidade que a gente tem esse relacionamento, né? Eh, tava falando ali, já conectei ali o Pedro com com o Alexandre da Taa, são coisas simples, né, que a gente faz e gera um valor agregado. É uma dica ali, uma dica lá. como é que hoje eh as empresas podem se conectar com vocês, sabe, para não ficar mandando WhatsApp todo dia e
aí qual a tua dor vai sentir uma dor se mandar essa mensagem, [risadas] mas como é que [roncando] hoje seria assim o o meio, né, de as empresas cessarem, identificarem esse esse termo Assim, se vocês já têm visões específicas, estratégica, tem uma questão regulatória de investimento também que precisa ser atendido para desenvolvimento de outras regiões. Como é que tá essa esse meio de caminho que não seja privilégio de relacionamento, né? Que seja uma isonomia de contato? Eu até brinco que quem manda WhatsApp para mim é o SLA de três dias, então tem que no mínimo
esperar três dias porque não dá. Tem momentos que de fato não dá Ali dada a demanda, mas eh brincadeiras à partes. H o tema do painel e já chego já na sua resposta, William, é desafios e oportunidades. E quando Ael aqui em pessoa da Carmen e da Lei ah, soltou o Pequim, a EDP disse: "Pô, eu que tenho desafio". E qual é o desafio que nós tínhamos? Nós temos o acionista controlador que fica lá do outro lado do Atlântico e a gente tem um regulador que diz: "Você tem que olhar para cá". Então a gente
sentiu o seguinte desafio, temos Que olhar e agradar os gregos e os troianos aqui ao mesmo momento. Então a gente sentou e fizemos junto com o time de inovação global a estratégia de PDI e inovação DDP. Aí foi aí que a gente chegou num consenso de dizer qual a sobreposição que o acionista tá pedindo e o que o regulador tá pedindo. Porque aí a gente cumpria o desafio, porque a oportunidade são vocês, a oportunidade é o mercado, o desafio quem tem que cumprir é a gente. O desafio quem tinha Que cumprir era a gente, porque
no final eu que respondia pro acionista e eu que respondia pro regulador. Então o desafio era meu, a oportunidade, eu que tinha que buscar no mercado, eu que tinha que entender como é que o mercado cumpria junto comigo os desafios sobrepostos. E foi nessa nesse momento que a gente separou na EDP, a já chegando na resposta a nossa organização, porque nesse enquanto a gente andava nesse Desenvolvimento desse roadmap, a EDP também passou por uma estruturação, isso se tornou global. Há pouco, durante essas conexões que o William fez, a gente citou que a EDP, ela deixou
de ter um programa de ventory capital ah no Brasil e se tornou global. Já aí o primeiro ponto de você ter um acesso não só em real, mas em euro, se você quiser, já começa por aí. [risadas] Ah, em seguida, quando a gente começou a se organizar e se dividir, a gente disse Programa de intraempreendedorismo, ou seja, aqueles programas que a nós lançamos internamente e procuramos desenvolver aquela dor, né? que a gente tinha aquela dor, a gente vai fazer o desenvolvimento daquela ideia internamente. É o intraendedorismo, mas sempre o intra se torna um negócio exógeno,
porque a gente vai no mercado para amadurecer aquela ideia que aquele time ali, sei lá, de logística, o time de RH, o time de contratos, teve a Ideia, ó, vamos resolver esse problema aqui. Aí eles fazem uma solução, mas aí o time de inovação precisa conectar, precisa desenvolver aquela tecnologia, aquela ideia. Aí que entra as oportunidades, aí que entra as startups e a gente tem como EDP hã algum recurso destinado como OPEX, para quem conhece aqui o sentido, é de é de fato um gastar dinheiro, né, na no sentido de não me entendam mal, mas
é que existe o Capex, que no final se torna retorno, e o OPEX, Que no final não é retorno ah reconhecido na tarifa. É só para entender isso que não estamos gastando dinheiro, tá gente? Ah, ã, e que a gente destina parte desse OPEX nessas provas de conceito, que é o primeiro entendimento que vocês podem absorver da EDP esse recurso. Deu certo, a gente tem na esteira para entrar em PID, alavancar, por a gente testou com a startup, testou com a empresa, viu que tinha uma oportunidade, opa, vamos Deixar isso aqui maduro pro negócio. E
aqui eu posso trazer exemplos de seis projetos que a gente tem licenciado, outros 12 que a gente tem utilização ao momento e pela grata surpresa ficamos em primeiro no índice ampé na vertical de distribuição, então estamos um pouco mais confortáveis. E por fim, tem de fato ainda, como eu citei anteriormente, o programa de Ventory Capital, ou seja, que é um programa de investimento, né, de aportes Aqui. A gente tem de algumas tem uma empresa inclusive daqui de Santa Catarina que a DP investiu, que já prestou o serviço inclusive lá para Portugal, né? Começou aqui, começou
com as nossas >> e participa da vertical é a Volt Bras, né? É a Voltos. Exato. Exato. Então, que já prestou serviços para Portugal, pra Espanha. Então, existe essa oportunidade, mas existe também esse roap que nós nos Organizamos para estruturar melhor essa chegada, essa demanda de ideias, de investimento e de conexões. Não sei se eu gastei muito tempo. >> Não, foi perfeito, Willam. E isso aqui, uma coisa que eu esqueci de comentar com vocês. Ah, tem empresas que são globais. Ah, e uma coisa, outra coisa, coisa importante também que dá para fazer projeto cooperados, ou
seja, já tem dois clientes esperando o projeto junto. E essas ou mais, Exato. É, e essas Empresas eh internacionais, é como o Willam me falou, eh, como a também que tem penetração internacional ou os acionistas das outras empresas, você tem a oportunidade de fazer parcerias e exportar o produto. Você entende, você tá já tá acessando o mercado global, você sai só do local. Isso é outro ponto muito importante. Inclusive os projetos que a gente teve a oportunidade de fazer lá em 2010 transformou já a exportação quando ficou pronto, que era na linha de Substração digital,
que é o tema do próximo painel aqui que eu não vou me estender. Mas o uma coisa, uma um ponto importante da preocupação de vocês que a gente sempre eh tenta compartilhar é sobre a propriedade intelectual, os investimentos, mas como eu falou, é um aporte financeiro, de alguma maneira você reconhece o anterior, existe algumas empresas que fazem metodologia e outra pelo aporte. Mas a gente tem que entender que a startup e e o o Alexandre Até também vou pedir para ele falar como é que foi esse exemplo lá da propriedade intelectual. Quando eu vou fazer
um ex, vou vou vender a empresa e tem essa propriedade pendente a a um agente, como que isso pode ser feito? Mas pensem no direito de comercialização. Uma patente sem direito de comercialização para nós não vale nada, porque nós somos empresa de tecnologia que estamos indo ao mercado ganhar dinheiro, vendendo tecnologia e oferecendo serviço pro Cliente, né? Nós não somos um instituto de desenvolvimento de tecnologia para vender patente. Então isso é uma coisa que eles estão cientes e eles querem isso, colocar que nós vamos ao mercado vender, tá? Então, a propriedade intelectual ela na negociação,
ela tem esse acordo de exploração comercial. Esse é o pulo do gato. Ah, mas o meu produto eu vou fazer um módulo. Produtiza só o módulo. Um colega nosso tava com essa dúvida. conversou na Reunião da vertical, deu a dica, deu certo, foi lá, salvou 60% de operação com com aplicativo offline em campo de um agente. Então, gente, eh quem tiver interesse conversar, outra coisa, né, burocracia, né, que é importante, nós temos na vertical parceiros, empresas que são especializadas, consultores especializados para ajudar do lado de cá também, entende? Então, quem tiver vontade e tiver ideia,
tem um caminho, uma uma duplicação para poder fazer Esses investimentos. Mas Pombeu, se puder trazer o ponto, além depois de compartilhar se adendo de como é que vocês estão negociando essa questão da propriedade intelectual no possível venda da empresa como um todo, né? >> Eu acho que você na sua pergunta meio que já respondeu o que que eu ia falar, mas acho que de voltando aqui, né? Eh, a a o o executor ele ganha o direito de comercializar eh o ativo eh que vai ser desenvolvido dentro do programa, né? Então essa é a ferramenta chave
que você tem para ganhar o mercado e também para negociar aí em rodadas futuras de investimento eh essa esse direito adquirido que você tem aí no acordo que você faz com a com a corporação, né? E a propriedade intelectual, ela trabalha muito na proporcionalidade do investimento. Então, eh a Thaí, ela vem posicionando o seu portfólio para tentar sinergizar com investimentos que a startup já iria fazer. Então, se ela Fosse seguir no seu bootstrap, no seu capital próprio ou capital que ela adquiriu aí via fundos de investimento e ela investir 100, por que que ela em
vez de investir 100, ela não investe 50? E e e esses outros 50 vem do programa do PDI ANL, né? Com isso, você já nasce com 50% da propriedade intelectual como empreendedor, startup ou eistema. Eh, e como é que você regula uma possível, um possível exit, né, da startup? você regulando no contrato, então que você Valora esse ativo numa oportunidade futura, assim como quem negocia aí equity eh da sua organização dentro do investimento. Então, acho que é um pouco dessa discussão que a gente quer ter eh com o ecossistema. Eh, e a gente falando aqui
de cooperada me chama muita atenção como esse programa, acho que talvez é um dos programas mais lindos que reúne as cinco hélices, né, que o MIT fala tanto, né, que é a corporação, que é o governo, que é o capital de investimento, que é a Universidade, né, e o nosso nosso intelectual e o setorial, né, os fundos setoriais. esse programa ele consegue reunir as cinco hélices. Então, essa é a beleza de se conectar eh ao programa de PDN e as corporações para desenvolver soluções pro mercado e até extrapolar para outros setores. E aí, só voltando
à tua pergunta também inicial, William, hoje, eh, se vocês entrarem em nosso site, entrar na área de inovação, a Thaís ela publicou desafios que a gente, Eh, convoca o mercado, eh, para nos ajudar aí a a resolver, né? Então, nossos desafios são públicos. Eh, então, convido as universidades aqui presentes, os ICTs, as startups a proporem soluções paraa gente resolver. Então, o nosso portfólio tá bem distribuído até, tem startup, tem ICT, tem universidade. E essa que é a linda beleza dessa construção. Mas eu meu LinkedIn é meu nome também, o nosso time aí tá super preparado
para est recebendo, tirando Dúvidas e a gente tem também um time muito especializado na regulação para ajudar o empreendedor a entender que não tem bicho de sete cabeças, é muito mais simples, acessível e há um capital aí. Hoje tá difícil eh receber aporte. a gente tá num país com juros elevados, então o investimento em inventory capital, por exemplo, tá cada vez mais difícil acessar e existe eh corporações aqui com bastante interesse de colocar produto no mercado, resolvedoras Internas e trazer esse retorno aí pra sociedade. Acho que é isso. >> Obrigado, Alexandre. Eh, Alen, como é
que hoje vocês estão receb Não, esse aqui esquece, né? Isso aqui tá deu pânico. Como é que vocês estão hoje e recebendo proposta? Como é que tá essa questão desse trabalho de vocês de atrair, né, a novas empresas executoras em projetos? Vocês têm olhando alguma alguma ação, algum caminho? >> A gente tem um banco de ideias interno que a gente tá tentando eh chegar em soluções. A gente tem tentado olhar também pro que os colegas têm feito aqui, estão fazendo essa questão de colocar ideias chamadas, né? A gente ainda não estruturou, a gente tá estruturando
o site para fazer isso, mas por enquanto acho que pode me contactar também pelo LinkedIn, é meu nome também, então acho que é o primeiro canal. >> Perfeito, obrigado, Carol. >> Eu, ó, a gente vai lançar três desafios aí pelo Linklab esse mês. Fiquem de olho aí. Então, é o primeiro canal, mas é mais pra inovação aberta. PID, a gente tem site, a gente tem YouTube, tem Instagram ali da Brasil, tá? Existe o @eng ebrasil, então vão no Brasil, tá? E LinkedIn. E para quem tá aqui presente, não tem só eu aqui da Eng, tem
meus colegas aqui, Juliano Mazuti, Marcos Santana, levanta aí a mãozinha aí, ó. Esses são os caras também para falar aí No fim do dia aí. Tá bom, valeu. >> Obrigado, Carol. Bom, eh, Carmen, eh, agradecer a >> Tá todo mundo fazendo propaganda, fazer [risadas] propaganda. Não, nós não temos nenhum canal para receber projetos porque não existe o fundo anel de inovação. Não adianta bater na porta da anel e pedir dinheiro. Dinheiro estão com as empresas, tá? Eh, o que nós temos assim, de tempos em tempos a gente abre algumas chamadas, Logo logo nós vamos estar
com a chamada do eh da PINC, plataforma de inovação. Eu acho que vai ser um espaço muito bom para realmente entrarem startups. Essa plataforma, a gente tá pensando uma plataforma em várias eh módulos. Eh, então a perspectiva ter vários anos para me desenvolver. Então, inicialmente, a nossa, o setor elétrico, eh, forma, constrói uma base de dados muito grande e a gente precisa aproveitar melhor esses dados e dentro do PDI não é Diferente. e as empresas, outras instituições sempre nos pedem informações sobre os projetos, resultados, seja para aproveitar os resultados, seja para não repetir, né, sejam
os executores para entender, conseguir entender quais são os tipos de projetos e pensar em outros e tudo mais. Então essa a PINC ela pretende eh trazer ser também um um espaço, né, para buscar informação eh disseminar, as empresas acompanharem os seus desempenhos, Encontrar pessoas. Então vai ser super importante. Então nós estamos preparando uma chamada, um edital para PINE. Primeiro nós vamos levar em consulta pública o edital para que todos possam, né, contribuir aí a participação da sociedade, das empresas e outros executores pra gente melhorar esse edital e depois fazer a chamada. A ideia é ter
uma única empresa, um grupo econômico, que podem depois buscar outros parceiros, mas e e os e vão Buscar os executores para para essa plataforma, tá? Então essa a nossa demanda mais imediata que nós também precisamos e e é para não é para uma solução para anel, mas é uma solução pro programa e pro ecossistema de inovação do setor elétrico. Então, esperamos que seja realmente um uma solução que seja prática, né, e seja eh plausível aí para e trazer, né, as novas tecnologias, inteligência artificial, todos os temas que a gente tá promovendo, Principalmente eh como temas
estratégicos no PDI, né, que possa também ser aplicado já nessa própria plataforma. Então, fiquem de olho, acompanhem aí os as páginas da internet e se aparecer pins, aí já tem um um espaço aí para principalmente paraas novas tecnologias, para novos negócios, tá bom? >> Bom, eh nosso tempo aqui eh infelizmente acabou. Eu queria agradecer a cada um de vocês pelo tempo, pela contribuição. Eh, Eu particularmente eh eu eu bato bastante nessa tecla. é um tema que me e empolga, emociona, porque ele é realmente o formador de empresa tecnologia. A gente fala tanto sobre hmonia nacional
de tecnologia, a gente tem o o Alexandre bem colocou a perfeita hélice de todo esse combinado. Então, antes de se assustar com a burocracia, tenta entender. A vertical de energia tá de porta aberta. Quem quiser participar, conversar, é uma conversa no almoço que Vocês vão começar a abrir esse horizonte. Aproveite as conexões, aproveitem as oportunidades. O Willam me foi muito feliz quando dizer o desafio tá com setor oportunidade tá conosco. Então gente, é o famoso TBC, né? Tira a bunda da cadeira e vamos fazer acontecer. Muito obrigado a todos. [música] >> [música] [música] [música] [música]
[música] >> Alô. Agora vocês pararam de olhar o celular, né? Bom, pessoal, como passou das 6 horas pela casa aqui tem uma questão de respeito ao silêncio, a gente pode agora não usar mais os fones, não vão ali entregar, por favor, deixam terminar primeiro o painel e depois vocês entregam, tá? Pro próximo pal, pro Próximo painel, eu tenho a honra de chamar pessoa que eh o pessoal brinca, né? os eletrossauros. Mas o próximo painelista, ele desse nosso painel, ele tem história e real aqui no nosso ecossistema de criação de empresas e tecnologia e para mim
também um grande mentor, né, da minha vida profissional no setor que é o Jurandir Oliveira. >> Salva de palmas bem forte, pessoal. >> [aplausos] >> Obrigado pelo que esse fone >> Boa tarde, pessoal. Boa noite. Eh, grande painel tivemos aqui. Muito bom. Parabéns aí pelas discussões e é uma satisfação ter a plenária cheia, né? Eu que eu eh vi esse evento nascer bem pequenininho e tá a cada ano tomando musculatura. ganhando eh projeção, né? E isso é fruto do trabalho aqui da nossa associação da ACAT e em especial a ao aos meninos da Vertical Energia
e das meninas também tem gente, né, envolvida aí. E e é muito com muita satisfação que a gente eh vê essa interação acontecendo aqui no nosso ambiente de inovação e tecnologia. Bom, eh, eu queria, primeiramente vou chamar para compor aqui a o painel de substações digitais, eu vou inicialmente chamá-los e depois eu vou falar um pouquinho mais sobre eles. Ah, A Denise Borges de Oliveira do NS, uma sala de fomos, por favor. [aplausos] Tá lá naquelas é ali. O Pablo Meres Flores da Áxia Energia [aplausos] e o Bruno Oleskovski da VEG, por favor. Pode sentar.
Bom, eu queria [limpando a garganta] primeiramente eh fazer uma introdução aqui ao ao tema e reconhecer, e todos reconhecem isso, que A tecnologia tem atravessado e invadido as nossas vidas nas últimos três, quatro décadas de uma forma impressionante, né? Eu lembro que eu fiz o meu relatório de estágio da escola técnica numa máquina de escrever que não era elétrica. E hoje a gente interage com inteligência artificial no nosso celular e isso tem tido impactos muito fortes em toda a sociedade e em todos os setores da sociedade, né? Seja saúde, educação, Finanças, etc., né? Não por
outro motivo. A nossa associação que se organiza eh como verticais, né? tem a vertical saúde, a vertical educação, a vertical energia, que são conjunto de empresas de tecnologia que desenvolvem produtos e soluções para uma área específica, né? Então, a tecnologia tá permeando toda a sociedade. E não poderia deixar de ser que a tecnologia foi bater a porta do setor Elétrico, né? E é um setor que naturalmente ele é conservador ou mais conservador. E isso tem um motivo e é bem plausível. A energia elétrica hoje é um ativo completamente fundamental na vida do ser humano. Não
se imagina você ficar sem energia elétrica por muito tempo. Lembro que lá em 2001, 2002, nós tivemos um acidente aqui em Florianópolis, na ponte Colombo Sales, Que tinha um alimentador paraa ilha vindo da parte continental. Numa manutenção tava sendo feita lá por uma equipe da Celesc, houve um acidente e rompeu-se esse alimentador. A parte eh da ilha de Florianópolis ficou quase 3 dias sem energia elétrica e foi um caos. A parte continental tinha, mas a parte daí até que teve se fazer uma linha de transmissão eh improvisada ao lado da ponte para retomar o fornecimento
de energia Elétrica paraa parte eh da ilha de Florianópolis. Então, eh evidentemente eh o setor elétrico ele tem que ser muito cuidadoso na recepção de novos produtos, novas tecnologias. Não há muito espaço para experimentações. A gente precisa ter algum grau de confiança no que está eh no que está se colocando, mas a tecnologia pede pressa, né? Então isso é um dos desafios que nós Que atuamos no setor de de energia elétrica brasileiro, seja do lado das empresas, dos agentes, das concessionárias, dos fornecedores e dos agentes reguladores e e controladores, muita discussão. Eh, tradicionalmente as substações,
as usinas sempre usaram alguns tipos de equipamentos, eh, foram evoluindo na eletrônica, mas ainda usavam fios de cobre Tradicionalmente isso. Há uns 25 anos, a IEC lançou uma norma chamada IEC 61850, que preconizava e preconiza que as subestações, que as eh as instalações do setor elétrico de operação, usinas também, passassem a usar equipamentos em rede, se comunicando por fibra ótica e trocando informações. eh para fazer o seu papel. Isso é uma revolução completa na forma como tradicionalmente Se operava as substações e as usinas, mais as substações do setor elétrico. É exatamente este o tema desse
desse painel, a digitalização de ativos, né? o atual cenário, novos investimentos e desafios da substação full digital no Brasil. Aí a subtação digital ou completamente digital são detalhes e nuances que a gente pode até esclarecer aqui durante o nosso debate. Para esse debate nós convidamos Eh o Pablo que representa a Áxia, que foi Eletrobras por muitos anos, né? Uma grande empresa estatal brasileira desde a década de 60, início de 60. Em 2002, ela foi privatizada e mudou o seu nome para Axia Energia. Ainda assim, a Axia, quero crer que é a maior empresa de de
energia elétrica da América Latina. Eh, nós também temos a presença de que então Ela é uma consumidora de tecnologia, nós temos os fornecedores de tecnologia, temos um gigante da indústria catarinense, um exemplo de empreendedorismo de Jaraguá do Sul, que iniciou produzindo motores elétricos e hoje está no mundo todo fabricando e fornecendo um portfólio enorme de produtos que a nossa velha representada pelo Bruno e a Denise, que representa o operador nacional do sistema, é uma entidade de direito privado, não tem Fins lucrativos, é o que se costuma chamar uma paraestatal, né? Ela não é do governo,
mas ela não tem um dono, né? SENAI também, assim, SESI, são situações só para comparar, né? e foi instituído através de uma lei federal. E o e a função do S é controlar eh eh operar o sistema elétrico brasileiro, que é uma tarefa ercúlia, porque o sistema elétrico brasileiro ele é interligado. Significa, resumindo aqui, né, que se Nós podemos, o NS pode, eh, operar e comandar o, dando orientações e ordens para o sistema em que se faça eh transferência de blocos de energia, né? Se se tem excesso de energia no Norte, nordeste, falta no Sul,
a gente traz energia de lá ou vice-versa. Isso é um grande ganho para paraa confiabilidade do sistema, mas torna o sistema, a operação de sistema extremamente complexo. Então é em cima deste desse cenário que a gente vai Debater aqui e convidamos os três com muita honra para recebê-los aqui na nossa na nossa casa. A dinâmica vai ser, eles vão fazer umas apresentação, uma breve apresentação, cada um deles e depois a gente propõe alguns temas para debate, combinado? Tudo certo, Pablo? Pode ser o primeiro. >> Pode ser. >> Eh, eu vou ficar em pé porque o
pessoal vai colocar, acho que a apresentação e aí senão vou ficar de cabeça torta aí. Desculpe aí se eu ficar de costas um pouquinho para vocês. Eh, um aspecto interessante que o Jurandi levantou e que às vezes quando a gente tá em algum evento na Europa, por exemplo, é que a gente não se dá conta do porte do nosso sistema elétrico. Então, às vezes eu faço a brincadeira de pegar o mapa do, digamos, nosso sistema e jogar em cima da Europa e você cobre a Europa inteira. Então, a gente tem, Digamos, no Brasil uma infraestrutura
elétrica realmente muito muito importante, né? Eh, o Jadri já situou, digamos, do que a gente vai falar, que é a questão da substração digital, já comentou da norma IEC50, que é a norma da IEC, que modelou como fazer uma digitalização. Na verdade, já já existiam tecnologias de digitalização, né? Os reléis digitais já já estavam no mercado com outros protocolos, com outros conceitos, mas a Norma 50 é uma norma que eu diria que tem três características super importantes. A primeira, ela é, na verdade, uma norma de modelo de dado. Esse é o foco mais importante da
norma, apesar de que não é o que sempre se fala dela, né? Então aqui acho que mudou, tá? [risadas] Mas enfim. E então assim, você modela a função de proteção, você modela a função de proteção de distância, então você faz o modelo de dados do que é um sistema de Proteção e controle de uma substação. O segundo aspecto são os protocolos de comunicação padronizados e focados em diferentes aplicações. Então, tu tem protocolos que substituem o fio, eh, o fio com sinal, eh, zero e um e você substitui os sinais que são analógicos de medição e
você faz também comunicações. Então, todos esses protocolos necessários estão também dentro eh do que a norma eh fala. Eh, o que eu quero eh assim, então a gente teve um processo muito forte de desenvolvimento disso aqui. Eu destaquei só rapidamente eh um pouco assim dessa jornada, né? Eh, em 94 eh eh na época ainda Eletrosul, eh ela ela fez a teleassistência da subestação Anastasia em Mato Grosso do Sul. Foi a primeira subestação do sistema de transmissão teleassistida. Ela já nasceu tele assistida, uma substitação em 230 KV. Eh, então foi um um dos marcos aí, não
Ainda comção de 50, né? Eh, a na na solução dela você tinha uma o que a gente chamava de uma remota, né? Então, uma UTR, então era uma única interface eletrônica onde você levava todo o cabeamento até ela e ela fazia as comunicações com sistemas escada, né? Nós tivemos então a evolução de ter o que a gente das UTRs para o que a gente chama hoje das IEDs. IED vend vem do inglês, né? Mas seria dispositivos eletrônicos inteligentes. Então relé Digital, uma unidade de controle, um multimedidor, uma merging Unit, tudo isso são IEDs. E isso
levou à publicação da norma, como o Jurani lembrou aqui, já faz vai fazer 25 anos, né, praticamente já. Eh, e a norma trouxe então esses novos conceitos de como digitalizar. E aí o o grande mote, né, da norma 50 é buscar a interoperabilidade. Então, substação digital de fabricante e já existia, mas era uma solução Proprietária daquele fabricante. No mundo da transmissão, é muito comum você ir ampliando a substação com fornecedores diferentes. Então, se eu tinha uma substção digital, que era uma tecnologia da ABB e agora era uma contratação da SIMEs, você não conseguia integrar a
solução, você tinha que reconstruir a solução. É, e a norma, ela criou essa possibilidade que os dispositivos, mesmo de fabricantes diferentes, de versões Diferentes, consigam se comunicar e com isso eu consigo, por exemplo, ampliar uma substação, mantendo a infraestrutura que eu já tenho. Eh, então, a partir de 2005, a gente começou a ter as primeiras substações e no nível que a gente chama do station bus. Significa o quê? significa na sala de controle os dispositivos na sala de controle se falando, aplicando os conceitos da norma. Eh, a partir deles a gente começou a ter Projetos
pilotos para implementar o segundo passo, que é o que a gente chama do process, que significa a digitalização dos sinais no pátio. Então, eh, você, digamos, do pátio pra sala de controle, você vai trocar o cabeamento elétrico por fibras óticas que vão se comunicar na sala de controle. Eh, a primeira substação que a gente teve no sistema de transmissão, né, foi a substão de Lorena, da ISA, né, em uma Substação de 500 KV que já tá já está operando desde 2021, tá certo? Eh, eh, agora também um um digamos uma um os desafios que se
impõe agora com essa nova realidade é o processo de engenharia. Quer dizer, não vou falar porque depois o o, né, o Bruno vai falar bem disso. Eh, a questão de testes, como é que eu testo, né, porque eu testava com uma mala de testes fiação elétrica que entrava nele e agora não posso mais fazer isso. Agora tem que simular sinais Eh numa rede internet para poder fazer testes. Eh, e a questão também de monitoramento, que também foi uma realidade trazida aqui pela pela, digamos, pela tecnologia, inclusive foi incorporada no procedimento de rede, né, obrigatoriedade. E
o que a gente vê é uma tendência de que a subração digital se torne o padrão de solução eh no mercado. Então, hoje a gente fala em Lorena em 21, mas hoje a Gente já deve ter uma dezena de substações, talvez mais, já em operação. A gente tem andamento projetos que vão implantar em pouco tempo mais 10, 20 substações. E eu posso dar o exemplo da Axia, por exemplo, de que a gente tem um programa de digitalização de substação digital que nos próximos 10 anos a gente vai digitalizar em torno de 150 instalações como substração
digital. Então, claro que o porte da Ax é muito grande. A gente tem um um parque de mais Ou menos 400 instalações no Brasil, mas isso é não é uma tendência da Ax. Taía também, enfim, a a Taa, todas as empresas Neoenergia, todas elas trabalham nessa direção. E o que eu queria destacar também é assim, e aqui é a um pouco acomodar a questão das oportunidades, a tendência, digamos, da solução do sistema de proteção e controle é que a gente tinha uma solução muito baseada em hardware, [limpando a garganta] né, Fiação até um até os
relés, depois os relés se comunicavam lá com escada, mas havia muito muita muita questão física envolvida. A gente tem o segundo passo que é digitalização no pátio, botando uma eletrônica no pátio que digitaliza os sinais. que seriam as margin units. E na verdade isso já é uma realidade implementada e a gente já tá andando na direção de trocar aquela montoeira de caixas de relé por computadores com as soluções de proteção E controle em virtualizadas. E isso não é PowerPoint também, isso já existe substação no Brasil, piloto que aplicou isso, né, Jaguariuna, né, que é um
exemplo, né, de acho que é da da CETEP, né, da CETEP, da ISA SETEP também. Então isso isso é a realidade. E aqui não tá na figura, mas o que vai acontecer em seguida, depois o o Bruno vai nos contar se a Veg tá fazendo isso, eu de vez em quando brinco contigo disso, né? é que esse dispositivo Eletrônica que hoje a gente coloca no pátio não será mais um uma eletrônica a mais, ele virá será um um dispositivo do equipamento primário. Então, no armário do transformador, eu já vou ter o ID dele, pelo qual
eu faço o controle e a e a aquisição de sinais. O disjuntor vai ter, a seccionadora vai ter, então a gente não e no horizonte final seria será algo mais assim. E uma coisa interessante nisso é a oportunidade que isso cria. Porque para Eu criar uma solução dentro desse ambiente virtualizado, eu não preciso de uma infraestrutura gigantesca. Eu não preciso ser a IBM, eu não preciso ser a Siemens. Eu posso ser uma pequena empresa que enxerga soluções e provoca soluções inovadoras para atender este ambiente novo, tá certo? o valor da, digamos, das empresas que hoje
entregam sistemas de proteção e controle não será o hardware, isso vai acabar. O que vai ser o valor é o algoritmo que Roda dentro do hardware, porque o algoritmo vai continuar tendo que rodar em algum lugar. Eh, então assim, a nossa expectativa como como empresa, como empresas de de transmissão e geração, no caso da Áxia, né, é assim, é que como comentava o Jurandir, a questão da tecnologia para nós não é um objetivo. Nosso objetivo não é a tecnologia. Nosso objetivo é que a tecnologia nos melhore a condição de segurança do sistema. Então, no final
Aquele, não vou me ater para não me alongar, mas assim, a interoperabilidade, a capacidade de substruir elementos ao longo da vida útil, eh ter uma documentação padrão, conhecimento tecnológico padrão, ter facilidade de testar, facilidade de fazer intervenção. Eh, tudo isso o que a gente quer é que nos leve à segurança operacional. Então, por exemplo, quando você imagina, hoje na sala de controle você tem circuitos De corrente que vem do pátio. Então, se alguém vai mexer num painel, esse circuito de corrente pode matar ele, vai matar ele e vai desligar a substação. Se esse circuito, em
vez de ser um circuito fiado de corrente, é uma fibra ótica, eu aumentei a segurança pessoal e aumentei a segurança pro sistema. Eh, quando eu for fazer um teste com uma mala de teste, onde eu me conecto numa rede internet e simulo sinais, eu tô diminuindo o risco de de erro e tô Melhorando o desempenho daquela equipe também. E aqui para finalizar, né, o oo mesmo tempo a a substação digital ela nos traz muitos desafios. A gente tem que eh digamos assim aprofundar as questões da das redes de comunicação, das redes internet. Felizmente, hoje a
gente já tem uma geração jovem que chega já com muito conhecimento disso, né? Eh, o sincronismo de tempo de uma subestação, né, também é é um vai vai se integrar Como parte do processo de engenharia, a evolução da virtualização. E aí vai entrar dois aspectos. Um primeiro é segurança em relação a esse tipo de solução e vai entrar uma questão ribulatória porque hoje pelo procedimento de rede ele não é não é possível. Mas eu não tenho nenhuma dúvida que a medida que que isso se aparecer como viável, assim como teve a revisão a agora, provavelmente
teremos uma nova revisão para discutir isso, né? O processo de engenharia também, porque agora o projetista não é mais alguém que pega fiação para conectar. Ele vai ter uma ferramenta para configurar a substação, ele vai descrever a substação, ele vai descrever as funções daquela substação e aquilo vai gerar um arquivo padronizado que descreve tudo que ele quer. Então o processo de engenharia muda muito e tem um desafio dessa evolução contínua. Então, a gente fala da norma, Mas existe a adição dois, aí tem a edição 2.1 e assim vai. Então, a gente tem que saber conviver
e com essas questões aí também, né? Dos equipamentos primários, eu já comentei das ferramentas aqui, reforço novamente que eu entendo isso como uma grande oportunidade. E eu vou destacar aqui também a questão dos instrumentos óticos. até na apresentação anterior chegou a ser comentado aí da da parceria da Da Power Optics com a com a Enge, né? Mas assim, esse esse é uma evolução que ela tem que ganhar entrada dentro do setor elétrico, porque o o UTCótico significa melhor qualidade de controle do sistema de potência. Não é apenas uma questão que eu troco um TC convencional
por uma fibra ótica. A fibra ótica não tem saturação. A fibra ótica não tem risco elétrico. Então quando a gente conseguir escalar essa solução também, eu até imagino que o custo disso talvez Seja até menor do que a gente tem hoje com os TCs convencionais, que são monstros, né, de digamos de pr pra gente cuidar. OK. Era isso pessoal. Por favor, >> aqui é paraa frente, >> tá? Vou ficar aqui nesse cantinho que fica mais fácil, eu acho, pra gente ver. Bom, enquanto eles estão colocando aqui a apresentação, eu queria aproveitar para agradecer o convite,
que eu acho Que o NS se sente honrado de participar de discussão desse tipo e é bastante importante pro operador a gente sempre estar inserido nessas discussões que t impacto direto no setor elétrico, né? Então queria agradecer aí a organização do evento pelo convite. Já tá no fim. tá no último slide. Não é esse aqui grandinho, não é esse. Esse aqui de cima. >> Tá ok. Bem, então com relação à Modernização e a digitalização das subestações, o Pablo já falou bastante aqui, né? Eh, eu vou procurar falar alguns tópicos de preocupação eh sobre a ótica
do operador do sistema com relação à digitalização, né, e com foco nos sistemas de proteção das substações digital, que é a minha área de especialidade lá no operador. Bom, a gente já sabe, já foi falado que a digitalização das substações, ela impacta na migração dos sistemas Analógicos para arquiteturas digitais, também na integração dos diversos dispositivos da subestação em rede, mas o mais importante, pelo menos do nosso ponto de vista de eh sistemas de proteção, é que a digitalização altera radicalmente o transporte sinais, né? E a gente enxerga na digitalização eh imensos desafios, né, lógico, não
só benefícios. E eu aqui alguns que eu acho bastante importante, que é com relação primeiro à gestão de dados. Quando a Gente fala em substração digital, a gente tem mensagens trafegando numa rede, eh, onde o céu é o limite, né? Você pode extrair daquela rede todo tipo de mensagem. E se você não souber como gerenciar e como tratar essas mensagens, se torna um grande problema. Então, para você ter os benefícios da digitalização, você precisa monitorar e gerenciar e analisar os dados obtidos na supestação digital. Esse é um grande desafio. Um outro desafio, o Pablo já
citou, é você Ter que integrar todos os equipamentos da sua subistação digital, porque agora eles conversam entre si. E essa conversa exige uma interação entre sistemas diferentes. Outro ponto que sempre em qualquer discussão, digitalização a gente ouve falar é a dificuldade em treinamento e capacitação do pessoal que vai trabalhar na substração digital. Eh, a subção digital, ela requer conhecimentos específicos que antes não eram exigidos Para aquele pessoal que vai trabalhar na subestação. Hoje, além dos conhecimentos normais, ele tem que entender de rede, segura, de cyb security, de análise de dados e uma série de outros
fatores. E por fim, a própria segurança cibernética, né? Se a substração digital, ela depende de tráfego de redes, os dados circulando numa rede, a segurança desses dados passa a ser fundamental. Pensando em todos esses desafios, o Operador ele é responsável por criar os requisitos que devem ser seguidos pelas novas substações que entram no nosso sistema elétrico. Então, na área de proteção, nós temos os requisitos concentrados no documento chamado submódulo, né, onde ali estão todos os requisitos, sistemas de proteção para aquele tipo de substação. No caso de substração digital, nós sentimos necessidade de revisar e criar
um novo procedimento, porque novos elementos Passam a a aparecer naquela subestação que não existiam antes, como já foi citada pelo Pablo, Merding Units, LPITs e etc. Hoje, para vocês terem uma ideia, em 2025 nós já temos 34 substações digitais no nosso sistema, umas totalmente digitais, que full digital, e outras parcialmente digitais, que foram frutos de modernizações e foram sendo modernizadas e digitalizadas em partes, né? E lá no nós também analisamos e Aprovamos os projetos básicos das novas substações. Então hoje nós temos em andamento 12 projetos substrações digitais que devem entrar em operação até 2017. Para
vocês verem então como o crescimento está sendo vertiginoso desse tipo de tecnologia no nosso sistema. Eh, eu peguei só alguns pontos rápidos, eh, que são novos requisitos colocados nessa revisão do procedimento de rede, que são importantes pra gente entender que o que o S qu é facilitar a entrada Das novas tecnologias no sistema, mas que elas sejam feitas de forma confiável e segura, né? Então, dessa forma, nós mantivemos sempre a premissa de proteções, sistemas de proteção duplicadas independentes, que vai se refletir nos novos requisitos. por exemplo, eh, no uso de transformadores de instrumento de baixa
potência, LPITs, que são os transformadores óticos, né, por exemplo, eh, a é exigido que esses instrumentos tenham uma duplicidade da Fonte geradora de sinal para que sejam alimentadas as proteções principais e alternadas de forma distintas. Isso é um requisito. Com relação aos mering units, a mesma coisa. As Mits vão vão traduzir aqueles sinais obtidos os equipamentos convencionais, TPS e TPS para o digital, para o sistema digital, para dados digitais. E da mesma forma é necessário que esses equipamentos sejam duplicados atendendo as cadeias de proteções de forma independente, né? E ainda nessa Mesma premissa, o sincronismo
das cadeias de proteção devem ser também redundante, sempre o operador pensando no foco da duplicidade independência paraa garantia da segurança. E um requisito novo que eu acho que foi o mais disruptivo, porque ele foi pioneiro, né? Ele não existia em nenhum sistema do mundo. Isso era requisito. Nós somos pioneiros aqui no Brasil, é de eh obrigatoriamente a substração digital, ela deve ter um Sistema que monitore a rede que atende o sistema de proteção. Isso é fundamental porque numa subestação digital a rede faz parte do sistema de proteção. E como para você garantir a total observabilidade
o seu sistema de proteção, agora você tem que monitorar também a rede, que é uma parte do sistema. E com esse monitoramento você obtém dados que podem servir para você fazer uma manutenção preditiva, por exemplo, eh podem servir para você Treinar o seu pessoal de campo e até para você interagir com sistemas supervisórios, levando os alarmes a com níveis de crescidade distintos, facilitando então a vida do seu operador, né? Bom, nesse sistema de monitoramento, então o requisito principal é que ele identifique qualquer perda de integridade daquelas mensagens que circulam naquela rede que alimentam o sistema
de proteção da substração Digital, que ele identifique falhas no sincronismo, que o sincronismo é um fator principal agora paraa substração digital, que ele identifique que há alguma perda na um aumento na latência das mensagens que circulam na rede, principalmente um GU que envia TRIP, né? E ainda se existe uma mensagem que não foi previamente eh prevista nos arquivos de arquitetura e configuração daquela substação. Bom, os benefícios que o NS enxerga da Digitalização é um aumento de confiabilidade do sistema, como o Pablo já colocou. Se você tem uma substração digital, ela está sendo bem monitorada, você
tem dados eh corretamente gerenciados e analisados que possam te permitir manutenções preditivas, eh então você tem uma resposta mais assertiva pros problemas da substação. Isso se reflete uma segurança e uma confiabilidade maior na subestação, por consequência no seu sistema elétrico, Né? as tendências futuras também o Pablo já pontuou a maioria deles. Eh, um que eu acho que é destaque que virá, que já está vindo, né, como consequência da digitalização, é o uso de a não só na operação local, como na operação a nível de operador. Nós já estamos trabalhando com com ideias nesse nesse nessa
linha. Novos esquemas de proteção, por exemplo, esquemas de proteção que não fiquem mais dedicados apenas ao local. mas que elas se concentr numa ampla área, uma vez que Você tem dados circulando em redes digitalizados por uma grande abrangência. Então você pode criar lógicas novas de proteção como retaguarda daquelas proteções locais de subestação, que são os onax as proteções concentradas e virtualizadas. As concentradas, você concentra todas as proteções da subestação em um único hardware e a virtualizada já não é mais um hardware, é a concentração Em software. Então isso já é um fruto de estudo atual
do operador, que vai ser o caminho natural eh paraa digitalização das substações. E por fim, a integração do sistema de transmissão com a distribuição através de redes inteligentes, smart grades. E a conclusão final aqui que eu queria deixar para todos é que do ponto de vista do operador, a digitalização ela aumenta a eficiência, segurança e a Confiabilidade, desde que todos os requisitos sejam atendidos e tenha tenha-se pleno monitoramento e análise dos dados monitorados, mas por outro lado vai exigir cada vez mais investimentos em capacitação das pessoas que trabalham na subestação. Então, o novo perfil do
engenheiro que trabalha em substrações digitalizadas requer não só os conhecimentos tradicionais, mas também ele deve dominar redes cyburity e mais um ponto Que eu acrescentaria aí que é a análise de dados que é fundamental. E novamente do ponto de vista do operador, o aumento da confiabilidade, ele virá, desde que sejam mantidas as premissas de confiabilidade e redundância que nós temos hoje no nosso sistema e não pretendemos perder essa premissa de vida independente da tecnologia e sempre contando com o monitoramento contínuo das substrações digitais e com A análise de dados para que sejam perfeitamente gerenciados e
adivinos os benefícios de agitalização. E o, por final, não é nem uma conclusão, mas uma constatação, é que a gente tem eh divulgado bastante esses requisitos pelo em fóruns aí mundiais e a gente percebe que o Brasil está totalmente alinhado com todos que se pratica hoje a nível mundial, inclusive somos pioneiros em alguns requisitos que colocamos no nosso sistema. Então, eh, eu acho que em Termos digitalização, nós estamos bem preparados para enfrentar esse boom que nós já estamos vendo no sistema hoje, tá? Então é isso. Obrigado pela atenção. Obrigado, Bruno. >> Boa tarde. Boa tarde
a todos. Obrigado pela disponibilidade do tempo. Eh, eu trabalho há 14 anos já na Veg, na área de sistemas de produção e controle Telecom e também desenvolvimentos de produtos da SPCS. E vou falar para vocês não só da parte técnica de substações digitais, o Pablo e a Denise me ajudaram bastante já resumindo essa parte, mas também como que a gente supera esses desafios técnicos, né, com inovação, porque o produto ou a solução entrega ao cliente, ela não precisa só atender os requisitos técnicos, mas também comercialmente, financeiramente ter vantagens. Então tem que ser com valor igual
ou inferior ao Que é praticado no mercado. Então começar falando um pouco aqui do nosso portfólio, começar falando pela transmissão para mostrar que realmente é viável e que ele traz vantagens não só técnicas como também comerciais. Então aqui são substações conectadas ao sistema nacional, né, sistema do INS aí, eh, substações na sua grande maria 230 e 500 KV, onde eu vou dar destaque primeiro, acho que não tinha um destaque ali na Apresentação e não compartilhou, mas primeira subscitação em Itajaí, então da Axia Sul, eh, foi o primeiro sistema de monitoramento de redes energizado no mundo,
foi desenvolvido pela VEG, com a equipe que trabalha comigo, né? E foi o primeiro Brasil tando na vanguarda, atendendo todos os requisitos do NS, desenvolvido a quatro mãos, né, com a própria NS, com a Axia, quando a gente tá falando de questões de testes e atendimento aos requisitos. Outro Destaque é a subcitação Maceió, como o próprio Pablo disse, né? Eh, tem um processo de digitalização na Áxia Norte, que é o Pedig, né? vai se expandir para toda a Áxia, mas ele iniciou pela áxia norte. Subestação Maceió é a primeira substação que nós concluímos há duas
semanas a energização full digital dela, né, quando a gente tá falando de sistema de produção e controle, a modernização da substação, trazendo a vantagem de antecipação de cinco semanas do contrato E também a substação de Três Marias da SEMIG, onde a digitalização, né, nós estamos instalando mergem unes nos próprios equipamentos. Então lá tá sendo feita a substituição de dois transformadores trifásicos para dois bancos de transformadores trifásicos. Nós colocamos merging units porque somos equipamento, eh, fabricantes de equipamentos também de transformadores nos próprios armários das máquinas. E quando tem uma falha nos Transformadores, a troca da fase
reserva, ela é feita de maneira automática através dos relés de proteção, por meio de eh captação dos sinais através da das merge units. E a gente virtualizou o armário de transferência, ou seja, você ganha tempo na parte de operação e substituição dessa fase defeituosa. Já aqui para industriais, a gente traz a primeira substação que a gente fez industrial com concentração de funções De proteção da Cargil. Mas eu trago trago em destaque aqui o Parque da Veg em Jaraguá do Sul. Para quem não conhece, mais de 20.000 funcionários eh produz cerca de 7.000 motores industriais por
dia. E a gente confia tanto na tecnologia que a gente vem aplicando, vocês vão ver que eu vou falar sobre confiabilidade, que talvez se tivesse um problema nessa planta eu nem estaria dando essa palestra aqui para vocês, né? Eh, já na Energiza Rondônia, a gente fez a primeira substação móvel digital do mundo e aí foi por requisitos de redução de peso, então vocês vão ver aqui falando de redução de cabos, né? E também a parte de geração renovável. Eh, geração renovável tem um potencial muito grande de economia, não só de cabos, como também de infraestrutura.
E a maioria desses projetos que eu mostrei para vocês, talvez mais da metade deles, não foi vendido como substação digital, mas Depois a gente convenceu o cliente, sem custos adicionais pro cliente a transformar em tecnologia digital. Então, falando rapidamente, ilustrando o que eles falaram, o que que é uma substação convencional? Ela é composta por um sistema de proteção e controle que tem EDs que fazem o comando e controle da substação e aquisitam esses sinais dos equipamentos primários através de centenas de metros de cabo de cobre. Bem resumido. Observem a Quantidade de painéis e eds para
ter sequência na apresentação, porque eu vou falar para vocês aqui das fases da digitalização. Então, quando a gente tá falando de uma substação digital, a gente tem aquele tracejado no meio. A gente tá falando de equipamentos denominados merging units, que são instalados próximos aos equipamentos primários, né? Fazem aquisição desses sinais, tanto aquisição quanto distribuição de comando, né? Digitalizam esses sinais e através de protocolo de comunicação 61850 eles fazem a distribuição dessas informações pros relis de proteção através de protocolo simple velhos que foi falado ou a parte de cima que onde conversa com escada que tá
em azul ali, ela continua utilizando a norma, porém é GU e MMS, é como é feito hoje ou convencionalmente aí há 25 anos, desde a do surgimento da norma. Na prática, o que que a gente tá falando Da instalação de um painel com equipamento no plátio próximo aos equipamentos primários e que leva todas essas informações paraa casa de comando através de fibra ótica. Então vocês vejam que a já teve uma redução da quantidade de painéis e foi proposital nesse nessa imagem. Por quê? Porque parte desse painel está no pátio e com isso eu consigo reduzir
a quantidade de painéis na casa de comando, porque eu consigo alocar mais equipamentos dentro Do mesmo painel ou fazer a concentração das funções de proteção. Então eu diminuí infraestrutura. Aí quando a gente olha essa imagem, a gente acha que o impacto é pequeno, mas na prática a gente tá falando da substituição de toda essa quantidade de cabos, a maioria desses painéis e toda a infraestrutura necessária ali de canaleta que pode ser substituído por eletrodutos em função da diminuição de cabos e colocar a fibra ótica por um Painel instalado no pátio. E quando a gente vai
paraas substitações existentes, modernizações, o desafio ainda maior, é comum, né? todas essas modernizações que a gente falou ali, Itajaí, Maceió, a gente se deparar com esse tipo de situação onde tem risco de desligamento e se eu tenho qualquer problema nesse cabo, eu só vou saber dele da pior maneira quando eu precisar de alguma atuação. Como que eu acho esse defeito aqui? Então, quando a gente tá Falando de digitalização monitorada, que esse que é o diferencial, a gente traz essas vantagens para as empresas. Então eu trouxe um exemplo aqui da substação Itajaí, que foi uma das
pioneiras aí, a primeira que teve o sistema de monitoramento de redes. E aqui eu chamo atenção, né, pras metas de CO2 das empresas, né, isso aqui é um potencial que vocês podem explorar ainda também, mas veja, foram 18 módulos full digitais, tanto no 138 quanto 230 KV, Seis módulos de acessantes, outras transmissoras, seja distribuição ou transmissão, com proteção de barras e serviços auxiliares. primeiro sistema de monitoramento de redes para dar confiabilidade para esse sistema. Foram retirados mais de 15 toneladas de painel. Como a gente tinha que levar até a subestação Blumenal, que era o destaque,
o descarte, a gente pesava todo esse material na vegumenal e fazia o descarte, né? Então a gente tem isso Bem mapeado e a redução de 50 painéis. Então a gente brinca que da virou de uma sala de comando, virou um uma quadra de futebol de salão. Veja um espaço sobrando que tem, né? Então teve 51 melhorias de pequeno porte. entadas 11 meses de cronograma para conclusão e foi muito rápido. Você investe mais tempo no TAF, que é o teste de aceitação e fábrica para você garantir que o teu sistema tá se comunicando, que a tua
rede tá de acordo. Então você tem que Ter um projeto bem estruturado de rede e zero acidentes ou incidentes durante a execução. Agora vamos pra fase dois da substração digital, que é o que também comentaram de colocar mergiuntes nos equipamentos. Então nós desenvolvemos, como somos fabricantes, o transformador digital. A Merge Unit já vem incorporada no equipamento e diminui ainda mais essas interferências. Os investidores ou as transmissoras distribuidoras precisam Entender que quando você coloca uma mergem Unit num transformador, é um ativo de 30 anos. Você tá preparando ela paraa substação do futuro. Mesmo que a sua
substação não seja digital, você tenha relés eletromecânicos, falando em me 850, o nosso transformador sai preparado para atender todos esses cenários. E além das funções de digitalização do transformador, a Merge Unit consegue absorver a questão de paralelismo, monitoramento do Transformador, a parte de temperatura 26, 49 H, 90 para quem é da área e você passa a ter redundância disso. Então, traz uma confiabilidade muito maior pro ativo mais caro da substação. Então, aqui alguns exemplos, né, dos das mergits instaladas nos painéis dos transformadores. E aqui alguns benefícios da substração digital. Ali tem o painel de Unit
destacado no meio. Vocês podem ver que que no pátio da subestação você não vê Canaletas, então ele é troduto enterrado. Eh, a isso reduz até o risco de acidente a longo prazo, que tem muito acidente com canaletas, né, de concreto. A única canaleta que a gente vê é da média tensão e a substação já preparada pro próximo transformador. Então aqui foi transformador digital, concentração das funções de proteção, painel de margem unit e com a redução da área da casa de comando, a gente desenvolveu uma casa de comando plugin play. É uma casa Metálica, módulo metálico
engenheirado, onde todos os painéis de proteção e controle são instalados e testados dentro da fábrica e se conectam a um painel de interface. O que que eu ganho com isso? Eu já testo todo esse sistema em fábrica. Quando chega em campo, é só eu ligar o CA, CC e fibra ótica. eu reduzo demais o tempo de energização. Aqui também a gente ganhou em dois meses de serviço fazendo esse tipo de solução. Então a fase três que foi falada é todos os equipamentos de pátio já contendo a sua mergem unit diminui ainda mais a questão de
serviços, né? E a questão de interferência no pátio, a gente tá trazendo problema para dentro de casa, para dentro dos fabricantes. E a fase quatro é a virtualização das proteções. Então, são eh todos os IDs virtualizados, os cilógrafos virtualizados, rodando em computadores. Lá na Casa de Comando eu destaquei Destaquei isso. Então, essas são as quatro fases. A quinta fase que falam que é a nuvem. Eu acho que a gente ainda tá longe, mas eu não duvido. E aí, como que a gente dá segurança pro sistema, né? como que a gente fornece segurança e disponibilidade pro
sistema fazendo essas digitalizações. Então, a gente desenvolveu o Vag Substation Network Monitor, foi o a vanguarda mundial aí de desse produto de sistema de monitoramento de redes. E ele pega Perda de integridade de das mensagens, ausência de mensagens previstas, ausência de sinais de sincronismo, presença de mensagens não previstas, intervalos anormais entre mensagens previstas e tempo anormal de propagação. Isso é o que o NS exige. a parte de status de equipamentos que a norma prevê e a parte de suitches, onde a gente vê tanto a capacidade de processamento, quanto que tá sendo ocupada, quanto temperatura, o
best of clock pro Sincronismo, todo esse monitoramento vão além da norma e a gente já consegue fazer no nosso sistema. E a principal vantagem da substação digital, vou colocar agora, é a quantidade de amostras que a gente consegue captar desses equipamentos sem a necessidade de sensoreamento. Então nós estamos falando de no mínimo 4800 amostras por ciclo, por segundo. Agora você imagina uma substação do tamanho de Itajaí, a gente tá falando de 700 MB que podem ser Processados ou dados aquisitados para monitoramento de ativos por segundo. tem alguns requisitos no NS que a gente não pode
conectar essas redes à internet, né, por questões de cybersegurança, mas a gente tem já as soluções online pra indústria e onde você tem e a estrutura necessária pra questão de cybersegurança ou offline, onde você pode processar na sub na própria na própria substação localmente. Então, com essas amostras por ciclo, a gente consegue dar Eh para operação e manutenção mais de 380 diagnósticos para transformadores e 70 diagnósticos para subtações. E lembro que eu falei economicamente, financeiramente viável, senão a gente não tinha toda aquela quantidade no portfólio. Agradeço a todos. Obrigado. Eh, deu. Alô. Não fica. Pode
ficar. Bom, eh, quero agradecer demais aí a apresentação eh dos painelistas. Eh, informar que a gente já tá se Encaminhando aí pro final do nosso painel e do dia do Energy Soul. Mas eu gostaria aí de lançar, né, um debate, né, porque cada um fez a sua apresentação, pelo menos um tema pra gente debater. E eu quero trazer para debate um tema que já foi citado no painel anterior, tá? que foi também mencionado por vocês, que é um tema chamado regulatório. E eu gostaria, me permitam, citar um fato Eh que aconteceu no passado. Muitos sabem,
eu participei de uma empresa de tecnologia que forneceu alguns produtos eh de solução tecnológica para as transmissoras, um pouco para usina também, mas eh mais para as transmissoras. E nós tínhamos alguns produtos e o principal dele era um produto chamado RDP ou registrador digital de perturbações. É um equipamento eletrônico que ele era instalado numa substação e era ele era Usado quando acontecia uma perturbação que significa eh simplificando qualquer situação anômola de que que acontecia no sistema. Caiu uma linha de transmissão, perda de carga. Então, ia-se nos registros desse equipamento para se tentar identificar o que
que aconteceu, aonde foi o erro, certo? Bom, esse RDP, ele era discricionário de das empresas, do projeto de engenharia de algumas empresas. Até que em 2002, mais ou menos, o NS, com seus procedimentos de rede, que tem a responsabilidade, como eu citei aqui, imensa, de operar o sistema elétrico e com com confiabilidade. E nós temos aqui no Brasil uma coisa chamada rede básica, que é um conjunto de de transmissoras e geradoras, eh, que fornecem basicamente a a a grande parte da energia que circula na nosso sistema interligado. Então, o IS é responsável Por fazer a
gestão dessa rede básica. O INS decide e colocar na procedimento de rede que qualquer agente que quisesse se conectar à rede básica, a partir daquele momento, teria que obrigatoriamente ter um RDP instalado nas suas instalações, porque o resultado dessa informação era valioso para o NS na análise de uma ocorrência. Obviamente isso teve impacto no mercado e impulsionou muito a o uso dessa tecnologia. Então, dito esta história, Eu queria trazer aqui pra subestação digital. Vocês acham que a aplicação da substração digital, mais e mais, o futuro da substração digital, vai ser demandado por uma questão de
mercado ou há espaço para que se tenha o regulatório mais forte, não de obrigação, mas de impulsionamento, de facilitação, de orientação em busca da digitalização ou vai ser uma questão financeira de mercado. O que é que vocês eh, por favor E podem comentar a respeito disso, Denise? >> Bom, eh rapidamente, >> tá bem rápido. É como o NS foi bastante citado, né? Eh, eu, o que a gente faz no NS com novas tecnologias é sempre buscar um incentivo do uso da nova tecnologia. No caso das subestações digitais, eh, o NS enxerga que haverá um aumento
de confiabilidade e segurança no sistema como um todo. Então, é o nosso papel incentivar as substrações digitais. Eh, Mas eh nós temos que ver o lado da segurança, daí os requisitos novos que foram eh implementados para que as substações possam entrar no nosso sistema. Mas eu não tenho dúvida se os requisitos todos foram seguidos. E esses requisitos foram amplamente discutidos com todo o setor, né? Eh, não foi exclusivo eh uma ideia do operador, teve muita discussão em cima, né? Eh, e eu não tenho dúvida que um, se todos forem atendidos, inclusive monitoramento, que Eu acho
que é o mais importante hoje, é da mesma forma que o RDP foi há um tempo atrás, hoje ninguém vive sem o RDP. Da mesma forma vai ser a substração digital que não vai ter vida sem o monitoramento. A gente enxerga dessa forma. Então eu acho que os requisitos do operador estão aí para incentivar, desde que sejam usados com segurança e aumentar confiabilidade, né? Eu acho que é por aí. >> Obrigado. >> Eh, como empresa transmissora, mas hoje eu tô, digamos, à frente da da parte de proteção e automação na Áxia. digamos operação e manutenção,
mas também já passei pelas áreas de engenharia também em outros momentos. E na verdade o regulatório do NS é que nos defende das más soluções, porque o nosso mercado hoje na transmissão ele é pressionado pelos leilões e os leilões significa desáilo. Então quanto menos eu Gastar, mais chance eu tenho de ganhar. Isso assim faz com que se não precisar de um parafuso, não vai ter o parafuso. Então, se não tivesse o procedimento de rede, talvez não teríamos proteção principal e alternada, não teria talvez cadeias separadas, porque é o que acontece em outras áreas, a própria
distribuição tem mais liberdade nisso, né? Mas na transmissão não. Então o regulatório ele é um alhado para que a gente eh para que o mercado tenha uma Regra básica comum que garanta o mínimo de segurança do sistema de operação, do sistema elétrico. O próprio monitoramento, por exemplo, que foi muito debatido e muito controverso, porque para muitos até fabricantes eram contrários ao monitoramento. É, e até acho que foi num workshop que a gente participou junto com Denise e que o pessoal tava assim mais duro com com o regulador. Eu até falei assim: "Olha, na verdade eu
como operação em manutenção, Esse é o diferencial. Senão não tô fazendo nada. Eu tô trocando de tecnologia, mas não tô agregando nada. Quando eu monitoro, agora eu sei, o Bruno deu o exemplo, agora eu sei que tem um cabo caído. Eh, e eu não, eu não tenho isso numa proteção convencional fiada. Eu só vou descobrir o dia que tinha que abrir e não abriu aquela proteção. No caso de uma tecnologia monitorada, eh, inclusive tem eh literaturas que falam disso, ou Seja, se você não monitora tua redundância ao longo do tempo, como se você não tivesse
redundância, porque você não sabe a condição e o dia que você precisa pode não estar lá. Então, só só queria apontar isso. Se eu eu enxergo o regulatório do NS como um grande parceiro para que a gente na área de operação, que aí eu agora tô mais já algum tempo nesse lado, receba soluções seguras para o sistema e para as pessoas também, né? Eh, minha opinião, mas falando também em nome da empresa, sempre há espaço para inovação, sempre dá para fazer mais e melhor. Então, uma curiosidade para vocês, quando veio a exigência do sistema de
monitoramento de redes, ele veio para nós através de um edital da própria Axia, que mostra também essa frente em inovação, onde não fazia parte das exigências do procedimento de rede, o sistema de monitoramento, mas a gente para poder ganhar aquela concorrência Não existia no mercado, tomou risco e desenvolveu. E foi um sucesso, porque acho que a energizado talvez seja o único até hoje, né? E atendendo integralmente aos requisitos, sempre tem melhorias a serem feitas, então sempre com responsabilidade, respeitando o regulatório. E assim, a gente vai muito com a assinatura da empresa, com o propósito da
empresa, né, que é o mundo, o mundo pede, a veg faz. Então é olhar com esse olhar a necessidade do mercado, Inovar, fazer mais e com menos, porque precisa sempre olhar o lado comercial e não só regulatório também. >> Com isso, a gente fecha o nosso painel. Quero agradecer e pedir a todos aí uma salva de palmas os painelistas. Eh, Giovan, queres encaminhar aqui o a foto oficial ali? >> Ah, tá bom. Bom, pessoal, encerrando então, Então não esqueçam de entregar os fones de Ouvido. Foi um dia bem intenso, muito conteúdo. Agradeço a todos que
ficaram até o final. Agora a gente tem aí o espaço network, ainda funcionando os stands. Eh, amanhã às 9:30 tem um evento muito importante que é o Pit Reverso, oportunidade para conectar aí com os patrocinadores e com a comunidade com o ecossistema de inovação. Então, conto com vocês. Eh, e a programação da tarde também tá tá na página do evento www.nshow.com.br. Br. Então, vejo todos amanhã. Um grande abraço para quem tá online também e até o próximo dia. >> [música] [música]