eu V gravar e depois eu decido que faço com com essa gravação contudo como eu disse a gravação não vai disponibilizada a não ser unicamente que todos participem ao vi né então não tem como não no momento enviar essa gração disponibiliza então unicamente a possibilidade de participar do minicurso é ao vivo tô gravando porque eu já perdi um bocado de coisa que eu que eu fiz online aberto e a discussão foi muito boa e eu acabei perdendo então eu não vou cometer mais esse erro então o minicurso Caminhos da análise eh ele surge justamente dessa
dessa tentativa de acenderem em vocês essa luz a crítica que gente crítica é diferente de gente chata né né existe essa grande diferença ser crítico não é ser chato ser chato não é ser crítico Então isso é um ponto assim pelo qual nós já partimos eu subdividiu em quatro aulas eh a primeira delas nós vamos falar sobre entrevistas preliminares e ou as demais sobre os passos da análise então começando já esse nosso encontro de hoje eu vou usar algumas citações da dos livros que eu já lhes enviei né que está no grupo então vocês podem
ter acesso lá eh eu quero começar com a citação de Freud que está na página 122 no texto sobre o início do tratamento é uma página depois do do início do texto e Freud diz assim o início do tratamento como esse período probatório estipulado em algumas semanas aliás também tem uma motivação diagnóstica muitas vezes quando estamos diante de uma neurose com sintomas estéricos ou obsessivos sem manifestação excessiva e de curta duração ou seja justamente aquelas formas que seriam vistas como adequadas ao tratamento precisamos dar espaço para nos questionarmos se o caso não corresponde a um
estágio prévio de uma chamada esqu frenia ou parafrenia e que depois de um período breve ou mais longo evidenciará um quadro ainda mais claro Então essa é a famosa citação do Freud em que pela primeira e única vez ele fala sobre as entrevistas preliminares e a utilidade das entrevistas preliminares no tratamento psicanalítico tem um outro livro também eh que eu L indiquei enviei o pdf dele lá que é esse muito famoso do Antônio quinet as quatro mais uma condições da análise que é uma medicação que eu costumo fazer aos supervisionados eh porque aqui o Antônio
quin fala sobre as condições da análise contudo com a prática Clínica eu percebi que eh se acho que não sei se o Antônio kinei pudesse retratar sobre esse livro eh tem algo do mito nessas condições da análise que ele coloca porque não dá para fazer um checklist das condições da análise para manejar o paciente ou indicar o Divan ou uma possível entrada em análise então não tem como você fazer o checklist da condição sintom da condição diagnóstica da condição de retificação subjetiva para que o paciente seja eh entre em análise Então me parece que que
essas condições que o Antônio quin coloca eh é uma resposta à ânsia do campo psicanalítico de um uma ideia a respeito das entrevistas preliminares porque Freud fala sobre indevidos preliminares uma única vez nesse texto sobre o início do tratamento Lacan né que é aonde nós vamos pensar o contexto das entrevistas preliminares pensa também uma única vez na verdade ele fala uma única vez sobre entrevistas preliminares na segunda lição do seminário sobre o saber do psicanalista é um seminário que não está traduzido em em português não há edição ainda pela Editora zará só você só consegue
encontrar pela pelo site da estafar eh mas para quem tem interesse de ver lacam falando uma única vez sobre entrevistas preliminares é nesse momento do seminário sobre o saber do psicanalista que é na segunda lição de de Janeiro de 71 uma coisa assim eh a primeira e única vez Então ambos os autores aqui nós tanto temos uma relevância no campo psicanalítico tanto Freud como quanto aquele que nós estamos interessados e e em torno disso Que Nós nos reunimos hoje não se preocupam em falar sobre entrevistas preliminares então fica assim uma responsabilidade para nós pensar Quais
são as condições para uma entrada em análise e o Antônio quin Responde essa provocação com esse livro mas não só ele como também o Bruce fink nesse famoso livro aqui de introdução Clínica psicanálise lacaniana quando também ele fala da utilidade das entrevistas preliminares para o trabalho de análise eh mas Humberto O que é que seria as entrevistas preliminares né o Antônio quele Coloca nesse livro eh as quatro condições da análise dizendo que a condição ele parafraseia o Lacan no seminário sobre o saber do psicanalista a condição para uma entrada em análise é as entrevistas preliminares
mas o que são as entrevistas preliminares né e eu acho que quem vai responder isso é a colet Solé em um livro que eu não enviei para vocês porque eu só lembrei dele depois mas eu acho que qu já compartilhou no projeto lacat e esse livro aqui a querela dos diagnósticos eh tem ele em PDF eu vi alguém compartilhando um tempo desse no lacate eh se alguém tiver e quiser compartilhar comigo compartilho com os demais a resposta do que é uma entrevista preliminar para a meu ver quem dá é a colet Solé porque nesse livro
no primeiro é um seminário que ela dá em Paris em 2004 2003 2004 e ela começa por dizer que a demanda que chega para análise e a demanda que chega para a psicoterapia não tem diferença é a mesma o mesmo transtorno de ansiedade que chega para o terapeuta é o mesmo transtorno de ansiedade que chega para o analista não tem diferença então divulgar que você é psicanalista não vai fazer com que a demanda que chegue a você seja específica para para análise já ouvi muitos analistas dizendo Humberto mas ele não tem demanda de análise e
de fato nenhuma demanda é demanda de análise quando não é demanda de amor é demanda de reconhecimento nos casos de neurose então Eh em nenhum momento você vai encontrar de um paciente ainda que ele venha de uma análise anterior Uma demanda de análise a demanda vai chegar em estado bruto eu eu gosto de de fazer uma analogia a como a demanda chega em emem até você como uma pedra um uma grande um grande recorte de mármore e esse mármore ele vai servir para você talhar uma uma escultura Como é feita na Roma antiga na Grécia
eh em toda a Itália eh todas as imagens por exemplo imagem belíssima Pietá Ela não é uma imagem esculpida em uma única peça de mármore mas antes de ser aquela imagem ela chega em um um grande pedaço de mármore né em estado bruto então não não acreditem ou não achem ou não Me esperem que a demanda que vai chegar para você no consultório vai ser essa demanda bonita de análise porque parece que o psicanalista ele não trabalha quando nós acreditamos nisso que o paciente ele vai chegar e ele vai falar do que lhe interessa né
E ali já vai haver uma demanda analítica e não vai haver né me permita desiludi mas não existe uma demanda pronta para análise a demanda é um pedido que não é feito formulado em parceria com o analista Então isso é importante de ter em vista né de ter em mente que a demanda analítica ela não chega pron ela chega à disposição para uma formulação em parceria com o analista nas variantes do tratamento padrão que é um texo do lac ele di ele chama o analista de de parceiro e ele ainda diz que o analista completa
o sintoma do do analisante né O que que ele quer dizer com isso não é que o sintoma ele seja seja não é que ele seja eh incompleto não é que o sintoma é incompleto o sintoma ele tem a sua estrutura né e na ordem daquilo que falta para análise porque o sintoma na vida não falta mas no que tange a análise é preciso que esse esse sintoma ele esteja lascado né e lascado nos termos de tirado lascas porque é nesse buraco que falta o sintoma que o analista entra completando e Há uma possibilidade de
uma entrada em análise então uma entrevista preliminar ela está longe de ser eh uma entrevista de emprego onde você vai interrogar o seu analisante Ou aquele que se candidata à análise eh ele vai falar sobretudo sobre todos e vocês faz uma escuta desordenada e aqui nós chegamos eh na lógica lacaniana que em Lacan nem se sustenta a ideia de associação livre nem muito menos de atenção flutuante né para quem não sabe eh essa esse são conceitos freudianos e isso fica muito mais claro para quem tem dúvida e precisa de uma referência para estudar mais sobre
isso no seminário CCO que é quando Lacan inaugura né anteriormente na carta roubada a a ideia e o conceito né A Introdução ao significante e no seminário C ele aprofunda isso dizendo que na verdade nenhuma Associação livre nenhuma Associação é tão livre assim e que na verdade nenhuma atenção ela é flutuante porque se você flutua no discurso do paciente você não consegue se deter sobre aquilo que é importante né O que é que quer a atenção flutuante do Freud que você fique ali espreita escute tudo considere tudo e Em algum momento reconsidere alguma coisa que
foi dita no lacam no seminário cin mais precisamente quando ele parafraseia a psicopatologia da vida cotidiana do Freud ele deixa bem claro que o jogo dos significantes ele não está lá na fala do paciente quem aponta Quem marca o significante no discurso é o analista então uma entrevista preliminar em Lacan de um analista que apenas escuta é uma uma um um tratamento que não vai se destinar a um trabalho de análise isso é muito claro o analista precisa operar nas entrevistas preliminares porque só por essa operação é que o sujeito ele vai conseguir formular Uma
demanda de análise Então esse ponto né do qual nós precisamos partir hoje A partir dessa destituição da atenção flutuante em Face da associação livre né em Freud enquanto no Lacan isso Qual é a utilidade da da da atenção flutuante ou da associação livre e por que isso não existe primeiro que nenhuma Associação como eu L disse ainda H pouco é de fato livre toda fala ela está encadeada Lacan deixa muito claro quando ele idealiza o seu aforisma o inconsciente se estrutura com uma linguagem então toda fala Nenhuma fala na verdade é livre toda fala ela
é devidamente estruturada né ainda que imperceptivelmente então é essa estruturação e É sob a qual o analista opera nas entrevistas preliminares então a posição do analista nessa nesse momento inicial em que o paciente chega se queixando sobre crises de ansiedade por exemplo a Humberto ele não fala da vida mas você pergunta sobre a vida né é muito importante de nos casos que chegam no início tratamento eh você enquanto analista se pergunte o que você tá escutando porque o paciente na maioria das vezes principalmente para quem tem uma clínica plenamente de leigos muitos deles não sabem
o que é um trabalho de análise e parece que nós nos furtamos de muitas vezes dar nomes aos bois e nós mesmos sofremos e nos queixamos porque o paciente não entra em análise e aí é quando eu vou ao segundo capítulo de introdução Clínica a psicanálise lacaniana do BRF Ou melhor o primeiro capítulo é o segundo onde ele vai falar sobre engajando o paciente no processo terapeutico e ele fala sobre a função pedagógica das entrevistas preliminares para mim essa é a sacada do Bruce fink em algumas cagadas que Ele comete ao longo do ensino dele
eh mas essa é uma sacada assim que é muito útil paraa Nossa Clínica que muitas vezes se nós não nós não formos pedagógicos com os pacientes que chegam para tratamento nós não vamos conseguir colher deles um uma empreitada de um trabalho de análise Tá mas o que que é ser pedagógico ser pedagógico não é fazer por né Eu ouvi ouvi de um de uma paciente esses dias um sonho que que ela para mim ela definiu muito bem o que é a análise eh ela dizia assim Humberto eu tive um sonho no sonho eu estava dentro
de um espaço tinha uma tela entre nós eu tava resolvendo algum problema ali eh e eu tava com medo de me atrasar pra sessão e você estava do outro lado e eu tava apressada tentava fazer tudo a tempo e aí eu saía e quando eu saía você me apontava qual era o caminho mais curto até o consultório e você não ia comigo você apenas dizia ó por aqui é mais rápido porque se eu fosse pela cidade pelo Centro talvez eu não chegasse a tempo paraa sessão E aí você me apontou o caminho e eu consegui
chegar a tempo n essa figura desse sonho ela representa muito bem o que é um trabalho de análise em lacam o analista não é aquele que aponta o caminho da vida não é aquele que deseja o bem do paciente não é aquele que quer que o paciente se Cure o analista é aquele que aponta o caminho da análise e o que é que nós queremos com os pacientes que estão entrevistas preliminares que eles entrem em análise porque só em análise ou a partir da análise é que o sujeito ele vai conseguir perceber o que realmente
na vida ele paga enquanto preço da doença e da estupidez como diz o Freud então a entrevista as entrevistas preliminares elas operam né nos termos do Freud como um tratamento de ensaio que antecipa o trabalho de análise e uma coisa é fato sem as entrevistas preliminares não há uma em análise né para quem ainda não leu o o livro do Antônio quinet eu acho que vale citar as funções que ele coloca as condições da análise para poder comentar um pouco sobre Em que em que momento eu não concordo ele elenca quatro funções n quatro funções
que é a função transferencial a função sintom a função diagnóstica e a retificação subjetiva né para quem ainda não leu esse livro ele coloca essas quatro condições da análise e o que é que ele quer dizer com isso que para que o o paciente o sujeito entrasse em análise o analista precisaria Identificar qual era a estrutura né em que estrutura Ele está ele ele está estruturado o sujeito se há a transferência qual é o sintoma ou significante do sintoma eh se há função sintoma diagnóstica é deixa eu só confirmar aqui porque eu acabei embananado se
há transferencial Obrigado eh Mateus a função transferencial né que é a o significante da transferência em operação e a ideia aí nós Já começamos a descer um pouquinho a questão do buraco né Eu acho que o grande problema das condições da análise que nos coloca o Antônio quin está na na nomenclatura retificação subjetiva né Por quê É como se se o paciente ele precisa retificar subjetivamente o que que seria uma retificação subjetiva seria um uma mudança de posição quase sempre que o paciente consiga se deslocar daquilo que ele está se queixando e seria uma retificação
subjetiva eu gosto de reler esse livro do antono qu a custa de duas condições e eu acho que é essa são essas as condições das entrevistas preliminares da entrada em análise que é o significante da transferência e uma questão acerca do próprio sintoma né Eu acho que que enquanto condição para análise eh nessa construção acerca do ensino de Lacan Lacan não estava preocupado se se havia um diagnóstico porque o que era que o que é que nós entendemos por uma entrada em análise Aída pro Divan nós somos muito afobados nãoé porque é bonito manejar um
paciente pro Divan é chique usar o o Divan pela primeira vez né É É interessante fechar a câmera mas a entrada em análise muitas vezes ela não se dá na Ida pro Divan ou como condição para ida pro Divan muitas vezes nós indicamos o Divan ao paciente para que haja uma movimentação discursiva e uma entrada em análise e e esse é o ponto né A forma como o Antônio Kele vem trazendo que as revistas preliminares elas se pautam em dois tempos o instante de ver e o momento de concluir e o tempo de compreender fica
pro tempo da análise aqui há um grande equívoco porque os tempos do inconsciente de Lacan eles não operam no sentido cronológico Então não é possível marcar que a entrevistas as entrevistas preliminares seriam o instante de ver e o o o tempo de concluir o momento de concluir e a análise seria o momento de compreender né o tempo de compreender não tem como porque esses tempos eles operam no sentido lógico Então são síncronos então é é importante ler por isso que eu dizia para vocês no início fazer uma leitura dos autores contemporâneos com uma certa crítica
porque muitas vezes nós levamos em conta que ah Humberto eu ainda não sei Qual é o diagnóstico desse paciente mas você só vai saber depois você não precisa saber agora o mínimo que você precisa ter em mente é se trata de uma neurose de uma Psicose ou de uma perversão a pergunta de milhões que cabe a qualquer caso Clínico há ou não a afirmação da castração simbólica então a condição da entrevista preliminar é para que você saiba principalmente se H ou não afirmação da castração simbólica é você investigar o caso ao ponto de saber se
ali houve ou não a castração simbólica enquanto operação não não interessa vamos fazer bonitinho né vamos montar um roteiro porque se fala tanto em roteiro mas se monta o roteiro nesse livro aqui eh ah vamos lá tem tem transferência tem é um checklist né Tem transferência tem tem diagnóstico tem tem sintoma tem tem retificação subjetiva tem mas a análise em lacam ela é feita de retificação e o que seria uma retificação né E aí seria mais interessante em vez de nós lermos retificação subjetiva é é mais interessante numa proposta do seminário C do Lacan lermos
retificação discursiva e o que é que seria isso né seria a lógica lacaniana que nós mais temos dificuldades de de entender que é justamente o ponto de eh a presença de uma ausência para o paciente sair de casa ele não precisa sair de casa pro paciente sair do casamento ele não precisa terminar o casamento existe uma saída que é simbólica e é a isso que nós damos o nome de retificação discursiva retificação objetiva teria muito mais a ver com uma mudança de comportamento Ah o paciente ele tem visto em pornografia né Eu já ouvi Muita
gente me procurando Porque tem uma clínica com pacientes homens que lidam muito com a pornografia com a masturbação enfim é um assunto para um outro momento Ah o que que seria uma retificação subjetiva paciente não pratica mais a masturbação né então a custa de uma retificação subjetiva seria uma comportamento só que uma análise ela não se presta a querer uma mudança de comportamento porque uma mudança de comportamento uma terapia cognitivo comportamental opera muito bem se nós seguirmos nos termos de E você já pode levantar a mão pode a esqueci de dizer isso pode sim se
nós levarmos essa coisa do de que o paciente ele precisa mudar de comportamento para entrar em análise nós vamos estar praticando terapia e não psicanálise o que o paciente precisa para uma entrada em análise na verdade é uma questão sobre a vida que ele leva é igual o texto que eu escrevi e publiquei no Instagram é como receber o analista num dia em casa em que tudo tá bagunçado o analista vai aos cômodos que você deixa e a final Ele olha para você e pergunta é aqui que você mor e em vez doente só escutar
o eco dess vai eun que eu Mor não que eu morso ais come mudar então o que tá noio de uma anise não é retificação subjetiva não é uma mudança de comportamento é uma questão sobre o próprio sintoma porque a coisa mais difícil do neurótico é questionar a própria vida que leva isso é o mais difícil de formular né e por isso que leva-se tempo vamos ouvir a questão do Augusto fica à vontade Augusto Humberto e assim né um bocado de coisa do que tu falou até agora e me parece de fato ter assim um
bocado de coisa porque tá em torno de uma questão de milhões pra gente agora que falar de entrevistas preliminares e falar desses termos que que tu tá trazendo aponta pra questão de O que é uma análise O que é análise de Fato né a gente separar de que há esse momento de entrevistas preliminares é a gente distinguir o que é um começo algo que não é uma análise ainda para o que é uma análise de fato eh e aí eu não consigo desconsiderar o fato de que quando a gente fala de Freud e de Lacan
a gente tá falando de dois médicos que aprenderam a fazer Clínica seguindo um protocolo de anamnese de diagnóstico e de prognóstico por mais que Lacan de certa forma subverta né quando ele ele elabora e enfim ele desenvolve toda a clínica um tanto mais distante da Medicina do que o que Freud fez porque talvez Freud Insistiu muito mais em se tornar em tornar psicanálise uma especialização médica né um campo da da área médica do que do que lac eh entre tantas coisas né que que que me dá vontade aqui de questionar de falar e de perguntar
um pouco mais quando tu falou agora no finalzinho de retificação subjetiva e fez esse trocadilho que seria mais adequado chamar de retificação eh discursiva o aquele teu amigo querido náo ele bate o tempo todo bate o tempo todo no no começo daquele livro lá né como trabalha um psicanalista em torno das entrevistas preliminares e em torno desse termo de retificação subjetiva e aí ele coloca em certa medida da minha compreensão esse conceito como a ação daquela primeira demanda que chega de uma demanda eh de amor por uma outra demanda que vai ser uma demanda possível
de empreender uma análise né Eh aí a minha questão ficou né quando tu colocou distanciou-se disso da minha compressão do que tu colocou como retificação subjetiva eu fico na na dúvida claro que o termo subjetivo para mim ele ele né Depois da explicação ficou bem consigo distinguir que não não cabe necessariamente que como que a gente vai rificar a subjetividade de uma pessoa a gente reedificar o discurso Talvez seja possível mas retificar a subjetividade em si não mas nesse termo dessa aproximação que eu compreendi ginásio faz sentido dizer que essa retificação subjetiva seria transformar essa
demanda que chega que chega para qualquer tipo de terapeuta e vai ser elaborada Uma demanda de análise junto com com o analista né o paciente e o analista vão elaborar essa demanda e seria isso a retificação discursiva ol uma questão Augusto Obrigado por ela e essa sua pergunta respeito do que é uma análise é a pergunta que que lac tenta responder nos 27 seminários né ele faz o seminário um e e sustenta e arracha essa questão pelos 27 seminários O que é que nós fazemos quando fazemos análise é a pergunta de lac né que ele
Interroga a ele mesmo né ao próprio ensino mas que ele não chega a uma conclusão porque uma análise como ele bem coloca ainda no seminário um é experiência do um Então o que é uma análise para você é diferente do que é uma análise para mim e aqui está ilidade de existir enquanto sujeito de linguagem enquanto fala ser que uma análise vai ser o que é para cada um de nós é por isso que essas condições colocadas como eh eh condição para uma entrada em análise ela não funciona ela fracassa porque não funciona para todo
mundo tem tem casos de pacientes que você vai indicar o Divan para ali apostar numa entrada em análise tem outros pacientes que vão entrar em análise precisar ir pro Divan e quando eu digo pro Divan é a indicação mesmo do desligue da câmera ou de deitar no no móvel então eh a a proposta de lacam é justamente relativizar essa proposta da medicina incidida pelo Freud né e acerca da sua questão a respeito do násio eh né de dessa mudança O que que é uma demanda de análise é uma questão acerca da vida que se leva
eu vou abrir aqui o o quadro e eu vou pedir para vocês deixarem o o o mouse estabilizado no canto da tela certo Por gentileza só para mim poder utilizar esse dispositivo só para construir em grafo o que é que eu tô tentando dizer para vocês eh para quem não teve na aula sobre o gráfico do desejo eues indico essa aula que está no YouTube para entender melhor o que eu vou construir agora mas eu vou tentar construir a lógica das entrevistas preliminares dentro da do gráfico do desejo Claro Mateus Pode sim eh deixa só
terminar ess explicação caso você queira usar o microfone eu vi também que tem uma questão da Sara e eu já respondo eh aqui é o grafo do desejo em lac que é construído ao longo do semin 6 e concluo no texto a subversão do sujeito aqui la coloca o m de de mo inicialmente depois ele muda toda essa logística tá porque isso aqui é célula fundamental coloca o s aqui que é o significante do outro mas o Inter o interesse agora não é no nos elementos do grafo mas principalmente aqui nesse segundo andar onde está
a famosa e mais tatuada pergunta do campo psicanalítico que é o que voio o que voio é aquela famosa pergunta traduzida do italiano para nós que é o que queres as entrevistas preliminares se nós pudéssemos localizar no grafo do desejo ela está nesse momento inicial do grafo nesse primeiro patamar do grafo do desejo por quê aqui no primeiro patamar do grafo Você sabe quem é o pai quem é a mãe quem é o irmão quem é a irmã você sabe qual é o contexto de vida desse paciente Quais são os o eu Qual é o
Eu ideal desse paciente Qual é o ideal de eu que ele tem a respeito dele quais são as construções da infância né então nas entrevistas preliminares convém saber dessa história do paciente porque onde você vai saber ou poder hipotetizar uma possível afirmação ou negação da castração simbólica então sem sem escutar o paciente você não consegue fazer nada então o que que tá em jogo nas entrevistas preliminares E aí eu acho que que esse elemento é muito bom para pensar eu acho que as entrevistas preliminares é o primeiro andar do grafo do desejo que é esse
momento em que você constrói a história do paciente né e inclusive Analisa investiga se há ou não uma disposição para uma entrada em análise né se o paciente tem disposição de entar um trabalho analítico que é que ele busca ele tem pressa ele não tem que é que ele faz né Então nesse momento das entrevistas preliminares é o momento em que a contação de Histórica de história tem seu lugar contudo a escuta das entrevistas preliminares não é uma escuta passiva onde você senta e escuta o paciente por isso que eu não concebo uma análise onde
o analista ele vai permanecer em silêncio toda a sessão todo o tratamento né aqui numa construção mais mais elaborada do grafo do desejo Lacan coloca o objeto voz que ele vai chamar de pulsão invocante e a pulsão invocante como necessária a construção do grafo do desjo então sem a operação vocal do analista não há uma entrada em análise porque não existe autoanálise então esse momento como o momento das entrevistas preliminares e aqui é chegar a resposta a a elaboração paraa sua pergunta Augusto nós teríamos a entrada em análise né que seria justamente o momento em
que o analista tendo questionado da primeira até a 30ª sessão de entrevista preliminar que que o paciente quer da vida ele ele chega pra análise diz Humberto eu fiquei me perguntando o que que eu quero da minha vida né eu tô eu venho aqui reclamo tanto faço tanto isso mas eu não tô fazendo nada né A vida tá a mesma nada mudou e aí É nesse momento onde você marca vamos ficar por aqui semana que vem esse é o momento adequado para um aivan é perceber um momento em que o sujeito ele faz uma questão
acerca da vida que ele leva e essa formulação dessa questão não é feita sem o analista você não vai conseguir que o paciente sonhe se você não opera os sonhos produzidos em análise são efeitos da da operação analítica isso é muito sério né os atos o próprio sintoma em análise é efeito da operação analista então o paciente sonhou troue PR sessão você precisa escutar o que da sua operação ali enquanto material fo produzido à toa mesmo sabendo que o sonho é só um sonho que ooto é só um charuto efeito analítico no discurso dos nossos
pacientes Ah o paciente chega e não basta não sonho mas tem que sonhar e depois essa pergunta o paciente começa a sonhar não é mágica é operação na cadeia simbólica né e Enfim então assim nesse esse momento aqui estaria a entrada em análise que é o momento em que de tanto você fazer enquanto analista o que voio que que você quer faz para você tá aí me fala mais que é que você ganha estando aí né me explica melhor como é para você estar aí como é para você está onde você tanto se queixa mesmo
estando aí o você faz questão E aí o paciente às vezes ignora tua pergunta né já via na lista dizendo Ah o paciente Inclusive eu já citei um exemplo aqui para vocês Em outro momento eh de um caso de um paciente que antigo já ele chegava pra sessão falava falava falava falava e aí eu perguntava alguma coisa interrompia ele me ignorava e eu disse tá bom aí ligava a sessão terminava ligava terminava eu em silêncio entrava em silêncio voltava eh e ali eu estava enquanto presença analítica e aí até o momento que em algum instante
do tratamento ele disse mas eu tô incomodado com quê é não porque você está entrando não tá falando e não tem me interrompido eh não tem perguntado não tem me dado o conselho você só escuta aí eu disse é Fulano já faz um tempo que você só fala você só fala e na na ausência da da resposta para aquela pergunta foi o marco da entrada em análise né então eh a subversão disso que que col Augusto nessa coisa do do n da da entrada em análise é uma questão que se coloca justamente por as entrevistas
preliminares elas entram como condição para entrar em análise Mas quais são as condições para as entrevistas preliminares são essas que an coloca Será que não se entra em análise antes de de se saber se é anarosa histérica ou anarosa obsessiva Será que não entra-se em análise antes de uma retificação subjetiva antes de mudar de casa terminar o casamento ou só entra em análise depois de terminar o casamento percebe o quanto é sério a ideia de retificação subjetiva que é que você acha Augusto eu compreendo eu eu o o que me passa assim né tentando o
aquele ponto que tu trouxe no começo de Freud e de Lacan a gente vê pouco a respeito desse dessa etapa do do tratamento e todos os outros autores que se propõem a comentar sobre psicanálise sobre os fundamentos da técnica psicanalítica debruçam metade do começo dos livros dele sobre entrevistas preliminares o Bruce fink mesmo ele vai falar né que a entrevista preliminar el pode durar TRS sessões há 1 ano e meio de de terapia de acompanhamento né eh e e e enfim o que a gente muito ouve no O que por exemplo né Eu percebo da
obra de Freud a respeito desse momento vai se falar muito no sentido de recomendação ou não e talvez isso se perca um pouco depois de de lacam porque em Freud era muito marcado de que a psicanálise era um um tratamento a ser empreendido aos neuróticos e não aos psicóticos e Lacan ele faz uma outra formulação a respeito disso e pós Lacan a gente tem uma outra possibilidade onde a recomendação eh já não passa necessariamente a ser uma medida de segurança ou não para o o paciente quanto a gente vê muito isso em Freud né de
de ser um perigo empreender em certas pessoas ent as primeiras entrevistas precisam que a gente perceba a estrutura para ver se vai colocar ou não e talvez após essa annese já se empreenda um um um um um tratamento de análise ali no no conceito de Freud do que seria né estam paciente análise eu eu por exemplo nunca tinha não tinha lido o caso do pequeno rans e agora tô concluindo a a leitura e assim dá um pouco de choque né que a gente debate tanto como proceder entrevistas como proceder uma análise como fazer o acompanhamento
Quantas vezes o dia pagamento etc e a análise do pequeno Hans foram eram cartas trocadas do Freud com o pai do Hans e o pai do Hans perguntando fazendo perguntas e conjecturas sobre Hans o dia todo 24 horas por dia e aí a concepção de Freud também do que é análise emum situação como essa né enfim eu acho que que tá um um fazer igual o vídeo que tu colocou né eu tô lendo aqui agora para compreendê depois não na outra leitura eu volto para sedimentar um pouquinho melhor o que o que tá borbulhando aqui
a respeito disso mas que bom a intenção é provocar isso deixar um bocado de ponta solta para vocês saírem desse dessa Essa venda né de que a entrevista preliminar é isso que a gente aprend em Freud não é e Freud no caso de hã no caso da do pequeno rans é a Super Nani né ali é muito claro a Super Nani em Ação né que acompanha 24 horas por dia e dá o checklist do dia a dia do menino enfim mas seguindo tem uma questão aqui da da Sara Humberto essa retificação discursiva seria a mudança
o afrouxamento no sentido dos significantes da cadeia e como se lida com o sintoma e alienação do outro eh não eh Sara eu não diria que que a retificação porque que no início da análise os significantes ainda estão por aparecer né Por eleição do analista eh então a retificação discursiva seria na verdade uma questão sobre a vida que se leva para partir daí conseguir operar no sentido simbólico da cadeia então não há afrouxamento ainda porque eles não estão amarrados embora haja um encadeamento simbólico por causa da castração na neurose eh ainda não há uma cadeia
simbólica para se afrouxar essa cadeia simbólica ela é construída em parceria com o analista Mateus fique à vontade boa noite pessoal boa noite Humberto bo noite então eu acredito que minha dúvida já foi meio que sanada de acordo com a sua explicação e também com algumas respostas que você terminou por passar para o rapaz anterior minha dúvida principal seria que uma das questões para para análise né se é que existem essas questões específicas seria o fato de que se o paciente não reflete sobre algumas questões da sua da sua dinâmica do dia a dia se
ele não chega a racionalizar se ele não pensa sabe sobre sua vivência se ele vive no automático tanto que só é um pouco de uma demanda que eu sinto na clínica sabe pessoas que não param para pensar cheguei aqui não sei Mateus eu só Vivi nessa semana eu Só trabalhei sabe pessoas que não pensam sobre sua existência em algum momento não pensam sobre seus sintomas suas angústias ou suas dores até que ponto essas pessoas conseguem caminhar para essa análise sabe se elas não refletem nisso e vivem nesse automático Inclusive eu acredito que isso seja um
sintoma da vida moderna tudo muito corrido muito rápido torna-se esse paciente né esse analisante como al algo robotizado sabe então ele chega naquele momento da sessão em si ele não sabe o que falar porque ele não pensou ele não não reflete não pensa o que falar então em resumo dessa pergunta meio enorme seria o quê a pessoa que não reflete como ela chega para como é que ela dentra análise ela passa das entrevistas preliminares como é que funciona esse essa passagem sabe isso ótima questão Mateus acho que um dos sintomas contemporâneos é a idioti né
é a vida idiota que se leva isso é muito sério né assim o fato de não pensar sobre si não é uma questão de quem faz análise é um ser humano você não pensar Acerca das das próprias questões à quais você está inserido é um um como Freud Diz cada um pague o preço da da sua doença e estupidez é estupidez né então assim nesse nessa sua questão se aplica em primeiro plano caso a caso mas no sentido geral né da massa que é muito isso que chega hoje no consultório eh primeiro que o tempo
como eu disse né eu digo sempre as pessoas que me procuram para análise a primeira uma das primeiras perguntas que eu faço é você tem tempo e tempo cronológico mesmo tempo de relógio meses anos se você não tem tempo para entar um trabalho de análise é melhor que você não faça né ou se a sua demanda for essa que te leva a um trabalho de análise Que bom vá por causa disso porque não tem tempo então o que tá em jogo nessa nessa pobreza simbólica que chega hoje na clínica sobre esse viés de eh não
pensei sobre a semana não pensei sobre o que você disse não não tô conseguindo produzir nada eu tô vindo aqui somente fazer um checklist né tem muito a ver com com a utilidade o lugar que o sujeito dá a esse trabalho analítico né então muitas vezes Mateus cabe fazer como fez o Freud no em análise terminável e interminável com o paciente que tava enrolando e aí ele chega né por isso que lac era tão radical porque essas demandas chegavam para Lacan também né Eh ele chega pro paciente e diz ó você tem 11 meses para
entrar em análise Se não entrar a gente interrompe o tratamento né e o paciente se analisou em 11 meses eh é muito específica a sua pergunta porque justamente toca nessa demanda atual da Clínica mas esses pacientes eles também têm como entrar em análise é difícil porque muitas vezes em alguns casos são neuróticos obsessivos né que ficam presos na racionalização da própria vida não questionam acerca acerca de como vivem e se vivem porque às vezes minha gente a pessoa não faz uma pergunta se realmente ela tá vivendo se ela tá comendo o que tá comendo Tem
pessoas que não fazem essa questão e muitas vezes a análise no no termo da da função pedagógica que coloca o bruf é se dar conta de que a pessoa tá viva e por is isso que ela pode entrar em análise né é fato que uma análise se trata de obviedades e nós atualmente nós não temos condições de pensar no óbvio né enfim e deixa seguir aqui perí que eu já passo a palavra para você Clara Clara o que seria castração simbólica tenho dúvidas porque sabemos que não é a lei regra ó uma questão Fernanda a
ideia da castração simbólica ela tá muito ligada a a ponte com a norma fálica né em termos bem grossos o paciente ele está conectado ou não a realidade dele isso é muito claro e decisivo nos casos de neurose e Psicose na Psicose existe um muro entre o sujeito e a norma fálica na neurose existe uma ponte ainda que eu fantasie sobre a realidade eu consigo ir e vir sem perder na Psicose O que há é o Delírio da realidade então há um muro entre o sujeito e a realidade né mas isso é importantíssimo de se
estudar e nós podemos aprofundar isso no seminário cinco eh deixa eu seguir aqui as questões são bem complexas então eu vou só pincelando porque o tempo nosso também já tá acabando a minha eu pensei em uma hora apenas de encontro né para temas complexos eh Quais são as particularidades das entrevistas preliminares anális com crianças Essa é a minha preferida Carla eh primeiro que é na análise com crianças Isso muda um pouco porque os pais entram em jogo né então a criança também tem condições de fazer uma questão acerca da própria vida né é é muito
bom muito interessante de ver isso nas crianças que estão na fase de questionar tudo né uma vez eu atendi uma uma menininha que ela perguntava ela vinha a mim perguntar porque era que a lua era Redonda eu não sabia responder por que que a lua Redonda né E aí ela desenhava a lua enfim ela desejava uma lua quadrada né ela perguntava porque a lua era redonda mas a lua era quadrada e aquilo aludia muito a demanda que ela trazia né que era uma questão com o sono de pesadelos e tudo mais então a entrada em
análise com análise com crianças Ela é bem ela é bem particular porque as entrevistas preliminares elas também incluem os pais e E aí é o grande ponto quando a criança entra em análise e ela começa a produzir retificação discursiva Geralmente os pais tiram ela elas porque acaba sendo uma ameaça ao sintoma do pai né então na análise com crianças o que tá em jogo é o sintoma do pai parental Então até que o analista consiga peneirar Qual é a demanda dos pais e a demanda da criança isso leva um tempo né mas é muito comum
de analistas com crianças dizerem Ah uma análise não vai dar resultado uma análise provoca efeitos e na clínica com crianças a psicanálise lacaniana é muito poderosa para provocar efeitos permanentes na construção do psiquismo dessa criança então é muito particular porque entra em jogo os pais Então os pais também fazem parte dessas entrevistas dessas entrevistas preliminares e as Crianças elas também têm condição de fazer essa questão acerca do próprio sintoma isso é muito claro Mateus inclusive foi uma intervenção que já utilizei perguntei o que ele diria além do checklist da semana a pessoa parou e gaguejou
eh às vezes eh o checklist da semana é como a pessoa consegue dizer da própria vida né então assim eu eu sou muito da galera que escuta o checklist Então esse checklist tem algo de para ser escutado e aí cabe muito ao analista não bancar o miliano e suportar esse checklist até que o paciente chega e diga ó Humberto eu tô vindo aqui só falar da semana né ah é Fulano você fala só da semana você gostaria Tem mais alguma coisa além da semana às vezes isso é o ponto para entrar em análise é quando
a coisa se esvazia e a pessoa se questiona se tem outra coisa para ser dita né acho uma questão bem importante perguntar sobre o tempo porque muitos procuram queal já de início ou seja não tem tempo e nem desejo talvez talvez Fernanda essa questão do do tratamento quinzenal é um problema né porque não funciona em análise Clara fique vontade boa noite pess fez um questionamento referente a se uma pessoa ela ela chega a uma retificação discursiva eh antes de um diagnóstico você colocou isso aí só que assim eh Geralmente quem marca o discurso Quem marca
o significante você falou agora que é o analista não é isso que faz com que esse significante ele ele surja apareça né vamos dizer se destaque ali na no na análise só que aí eh essa intervenção vai tá muito baseada no diagnóstico também então como é que seria isso como é que eu poderia fazer com que surgisse uma reificação discursiva né do sujeito eh sem antes eu ter esse diagnóstico eh sabendo que isso isso eh interfere na nossa intervenção como analista não é regra essa cronologia de primeiro diagnóstico depois a questão porque a questão é
efeito a questão é acontecimento não é evento Então a questão de análise não se dá nos termos de um evento se dá nos termos de um acontecimento é isso que lacam vai chamar de a intervenção do analista tem efeito de um xiste não é de uma brincadeirinha k vamos rir não é de uma surpresa então enquanto acontecimento E isso se aplica apenas aos neuróticos tá não tô falando da Clínica das psicoses que as entrevistas preliminares na clínica das psicoses ela nem existe então é um apenas pra Clínica das neuroses e e no que tan o
diagnóstico o que mais importa não é saber se é neurose histérica ou obsessiva Isso é isso é isso pode ser visto a posterior o que importa é a afirmação da castração simbólica H Então se h a possibilidade de entrada em análise todo neurótico tem condições de entrar em análise contudo vai muito do um a um se vai ter disposição de entrar em análise é diferente entende então não há uma uma lateralidade cronológica primeiro uma coisa depois outra isso é algo síncrono certo uhum eh Então esse é um ponto assim que é importante para para se
pensar para poder escandir melhor toda essa essa construção né do eu já enviei no grupo o deixa eu ver se não ficou nenhuma nenhuma pergunta aqui enviei no grupo o o livro e generosamente a naara e a o Mateus conseguiu compartilhar comigo da querela dos diagnósticos essa ISO que eu citei da colet Solé tá no primeiro capítulo desse Liv aí Eu lhes indicaria né para vocês aprofundarem melhor essas questões da das entrevistas preliminares os três Capítulos do seminário 5 eh e o texto variantes do tratamento padrão do lacam que está nos escritos variantes do tratamento
padrão é um texto muito bom eh e pouco citado por nós semana que vem nós vamos seguir trabalhando que eu não lembro agora qual é o tema mas eu compartilho com vocês no grupo mas nós vamos seguir trabalhando essa mesma perspectiva também é o suficiente para vocês produzirem questões e trazerem para enriquecer o nosso encontro queria que vocês me disseram o que me dissessem o que acharam se funcionou para vocês se vocês estão saindo mais confusos né foi esse o objetivo do encontro como é que foi para vocês esse primeiro encontro do do minicurso me
contem