Olá, pessoal, tudo bem? Esse é o programa Entrevista Ideal e hoje eu estou aqui com um grande sócio. Esse sim tem história para contar, viu?
Saber se vai dar tempo, né? Tanta história, tanta história. Cláudio Albuquerque.
Tudo bem, Cláudio? Tudo ótimo, Cláudio. A gente tá tentando entrevistá-lo há uns do anos mais ou menos.
Nunca tem tempo na agenda. A não, esse mês eu não posso. Vou vou vou pr pra França, vou pra Alemanha, vando.
Cláudio, você para Maracanaú. Maracanaú. Iguap.
Cláudio, você me mostrou agora a pouco uma foto bebezinho, né? Ah, você bebê de 4 anos. já tinha 4 anos naquela foto.
Mas você o Roberto tinha três com o Roberto ali do piso vermelho, ali da da Você nasceu no Ideal praticamente, não é isso? Eu posso dizer que eu me conheci no ideal. Ah, entendeu?
Nasceu na maternidade, é, né? É, o ideal é uma assim, sempre foi uma extensão da minha casa, da casa dos meus pais. né?
Os pais eram sócios e nós vivíamos aqui aproveitando a piscina, o mar, né? E e você eh estudou no no Cristos, não é isso? Foi.
Eu fui aluno fundador do Cristos, né? E os amigos aqui do Ideal eram também colegas do Cristos e de outros colégios que depois eu passei a estudar também, né? E são amigos pra vida toda.
São amigos que eu acho que as amizades que ficam são essas as amizades que você faz quando jovem, né? [Música] Eh, sem outros interesses, a não ser a pura amizade mesmo, né? A identidade de de esporte que você pratica e tudo mais, né?
Então é uma amizade que fica. E quando você falou esporte, você praticou esporte aqui no Ideal para valer? Eu tenho fotografias aqui bem jovem aqui com os colegas daqui, né?
Jogando futebol que eu nem sabia que jogava futebol. Depois foi ver. Você não lembrava que jogava.
É, não lembrava. Aliás, o Sérgio Líber, que tem na boa memória, disse que o nosso time foi campeão no última, na última rodada aqui e que eu fiz um gol e você não lembra? Eu disse: "Olha só, se alguém chutou e bateu em mim".
Então não vou nem perguntar se você era bom de bola. Você nem lembra, né? Nem adianta, né?
Alguém chutou, bateu e entrou no gol. O Roberto, meu irmão, diz ele que era goleiro. Cláudio, e e você falou que a sua turma de amigos era tanto do colégio como da da quebra ideal.
Aí depois você vai para a a Nova Nova Friburgo, Nova Friburgo. O pessoal chama de Friburgo, mas Nova Freburg, Nova Friburgo. É porque Friburgo é uma cidade da Alemanha que tem o nome de Friburgo e aqui é uma cidade brasileira que foi fundada por Alemanha.
Então o nome ficou Nova Friburgo. Aí você vai estudar no Rio de Janeiro na Serra Frio da E vai um monte de amigo junto, né? Foi uma uma corriola, como se diz aqui, bem grande, né?
Qual era o colégio? Era o colégio Novo Friburgo da Fundação Júlio Vargas, né? E foi tanto cearense nessa, Pois é, rapaz.
nesse nessa migração que no colégio passava filme toda semana e a gente tinha um jornal em que se fazia uma blague, um meme com o filme, os artistas, essas coisas e tava passando a invasão dos bárbaros na cidade, os cinemas da cidade. Aí putaram C Nova colégio Nova Friburgo, invasão dos bárbaros nordestinos e CNF, porque era aquela aquela disputa, né, entre sulista e nordestina. E aí como é que era?
Você e eh ia e voltava nas férias para Fort. A gente passava, era o colégio interno, a gente passava o semestre lá e passava as férias aqui, né? Eu passei uns dois anos nesse desse vai e vem chegou, só que no último ano eu tava muito ambientado lá no Rio, queria o Rio não passar mais as férias aqui em Fortaleza.
Você era namoradinho, tenho certeza. Aí o meu pai disse: "Olha, vamos acabar com essa brincadeira de você ficar por lá e tá muito adaptado. Cláudia, aí quando você volta, ah, aí você vai pro colégio Castelo Branco, não é isso?
Foi pro colégio Castelo Branco. Só um curto, né? Ótimos amigos também, mas muitos amigos também levando as conolas, né?
Porque naquela época o Cristo não tinha científico. É. Ah, e aí eu no outro ano foi que eu fui fazer o científico no Cristos, aí voltei pro Cristo com todo mundo que tinha sido disperso.
As religiões grupou as legiões bárbaras que que Dr Cláudio ia levando para tudo que era cantando. Mas aí imagino que você tenha levado um monte de amigo também. Você vai pra UFC fazer estudar economia.
A você não tinha amigo não, não. Fo vestibular. Foram muitos amigos, né?
Muita gente fez. E se não foi para o curso de economia, era da mesma é. É, eu fui contemporâneo do pessoal que tava fazendo engenharia, medicina, né, direito.
E a gente naquela época a universidade era bem menor do que é hoje, né? e a gente convivia muito e todos os estudantes de de dos diversos cursos tinham o o CEL, clube estudante universitário, né? E a gente frequentava muito aquilo lá e se convivia muito dessa turma dessa época aí, eh, alguém assim que que que foram seus são seus amigos, foram seus amigos?
Eh, eu sei que teve teve governador, muita gente aí que se torna governador. É, a nossa turma da faculdade era uma turma muito pessoal hoje acha que a política tá muito polarizada, né? Mas é porque o pessoal não conheceu aqui 63, 64, então não é de hoje porque lá o pessoal tá naquela época turma da esquerda sentava do lado esquerdo da da sala e a turma da direita do lado direito, né?
Isso não é privilégio dessa, mas existia uma convivência muito salutar, entendeu? que a gente conversava, se discutia, não era a coisa visceral, personalizada, vamos dizer assim, né? Mas o a a turma mesmo era uma turma muito politizada, entendeu?
Até que nós tivemos o governador Gonzaga Moto. Gonzaga Mota era foi meu colega de turba, nós sentá do lado. o Homero Castelo Branco, que era presidente do DCE, o Gonzaga era presidente do diretório centro acadêmico Tira de Paula, da faculdade e outros colegas que foram prefeito emelô, prefeito em Crato, entendeu?
O Hombero foi deputado federal pelo Piauí. O firmo de Caixo era o firmo era duas turmas acima da minha, né? Filme foi deputado federal.
Foi deputado também, secretário de fazenda aqui, né? Mas era do mesmo, era era do mesmo grupo, né? A gente a gente convivia muito.
Contemporâneos ali contemporâneo. E o Firma, uma pessoa especial, ele além de ter sido colega, foi também no último ano meu professor, porque ele fez a monitoria e tudo mais e dava aula no lugar do professor. Ele sempre foi uma pessoa excepcional.
Legal. Ele onde foi saiu ou formando uma nova turma de amigos ou levando os que já conhecia para tudo que era canto. Mas vamos lá, vamos agora para um para uma área da sua vida que ela também durante esse período de colégio aí você começou a trabalhar com 15 anos, aproximadamente até 15, 16 anos eu já acompanhava meu pai e tudo filme.
E quem era o seu pai? Anqu não sabe Antônio Albuquer. Antônio Albuquer.
Que queele tinha uma marca aí que aba filme era o nome fantasia da empresa. A aba filme é empresa da família desse porque aba eram as iniciais do meu avô Ademá Bezerra Albuquer. Então ele botou o nome daquela época estúdio fotográfico Aba Film.
Então quer dizer que a aba filme conhecidíssima, o o aba é de Ademá, Bezerra ou Bezerra Buque. Eu acho que ninguém sabia disso. Eu não sabia disso.
Eu conheço a aba filme bastante, mas eu não sabia que tinha essa essa ligação. Então fala para mim um pouco, e o que que foi a aba filme na tua vida? O que que representa?
Olha, foi uma escola, né? O meu pai, ele na verdade ele fez odontologia, né? mas sempre era um apaixonado pela fotografia.
Ele já fotografava muito cedo. Meu avô abriu a o estúdio fotográfico para o meu tio Chico e ele, o tio Chico era mais velho do que ele, certo? Mas ele entrou com o tio Chico tinha 16 anos, meu pai devia ter 15 anos, né?
Começaram a trabalhar no estúdio fotografando. Seu tio Chico Albuquer. Chico Albuquer é considerado um dos melhores fotógrafos.
É. E ele foi quem fez as primeiras fotografias publicitárias do Brasil e formou toda essa esses fotógrafos que passaram a trabalhar com publicidade. Em São Paulo, todo mundo passou pela mão dele, trabalhou na abril, entendeu?
e formou um uma turma muito boa na fotografia profissional, né? E e você não vendedor por esse lado não da fotografia? Ou senhor era mais de b?
Não, eu como fiz economia. Pois é. Eu depois do curso de economia ganhei uma bolsa para fazer pós-graduação na Europa.
Fui paraa Bélgica, pra Universidade de Luvan, e lá fiz o meu pós-graduação em administração de empresas, entendeu? Tinha um monte de amigo lá também na B. Foi, foi um grupozinho daqui também da faculdade, tudo.
O Walter Red foi comigo, tinha o Zé Carlos Azizari, encontrei com ele lá também, era da turma aqui do Ideal, irmão do Cezinho, César, do Cesarin, certo? Ele tava fazendo o mestrado [Música] em se cas urbanismo, qualquer coisa assim, ele é engenheiro, né? E você ficou quanto tempo lá?
E eu fiquei dois anos lá. O Zé Carlos passou bem mais tempo porque ele fez depois um um doutorado. Doutorado, certo?
O Walter também ficou um pouco mais tempo porque trabalhava aqui nas tocas e fez depois uns cursos pra área de administração portuária, né? Eu voltei logo, terminou o curso e pra gente finalizar em 68, voltei do finalzinho 69. Ah, um garoto.
Então, tava com meus 25 anos. menino, menino. E pra gente só encerrar o capítulo aba Filme.
Eh, eh, é uma marca que eh representou o o o segmento como acho que no Brasil todo. É, nós tínhamos uma penetração muito grande aqui do Nordeste. Nós tínhamos lojas em Salvador, em Recife também, aqui Fortaleza, no interior, em Juazeiro e Sobral, né?
E pelo meu pai nós fotografamos toda a história do Ceará, né? Porque a filme tinha um grupo de fotógrafos que se dedicava, chamava de serviços externos, que fotografava eventos, casamento, aniversário, festas, essas coisas. Fotografou, revelou e imprimiu a história do Ceará durante um bom tempo.
Tudo passa, como dizia o meu pai, mas a fotografia fica, né? Então é isso, tudo passa, a fotografia fica, fica. E falar em seu pai.
Ah. Lincando aqui com o Ideal Clube que você desde garoto e eh você me conhecer se conhecer do ideal, se entender por gente, mas o seu pai ele vai mais além ainda, ele já ele já convivia com o pessoal dos fundadores do Ideal Clube lá na sede damas ainda, não é isso? Ou seja, de 1931, 32, a filmada em 34.
É, o ideal é de 31. É. lá no camas.
Eu tinha uma tia, avó, tia do meu pai, era casada com o Antônio Gentil, um dos fundadores, um dos fundadores do clube. Então meu pai frequentava cunhada de de outro fundador que são dois, né? Ex.
Zé Gentil e o Antô Gentil. E ele era muito amigo dos primos, né? Filho da tia Dagma.
Luciano Gentil era o companheiro dele de tênis, jogava tênis, tomava a dupla. Eu mesmo da época de Jor viajei muito com o papai e o Luciano Gentil, disputando campeonato em Belém, C de dupla, eles sempre formavam a dupla porque eles se davam muito, jogavam muito junto, tá? Então ele tinha tudo isso, né?
Foi quase um fundador, né? Ah, não digo o fundador. Ele era, ele era garoto.
Quando, quando ele foi, você falou que foi aluno fundador do Cristos, do colégio. Foi isso. Eu fui.
Pois é. Então, seu pai foi quase o fundador do Ideal Clube. Mas e de lá para cá, seu pai sempre aguentou o clube.
Você evidentemente como dependente, né, do seu pai? Pretentei como dependente e na gestão do Gustavo Silva que eles lançaram umas ações para regularizar a situação dos filhos de sócio que estavam frequentando já adultos maior de idade e não maior de idade e não tinha se associado ainda. Então ele deu uma ação, outra pro Roberto, outra pro Jorge.
Ele ficou com a dele, as três, os três mais velhos. Daí eu fui sócio proprietário aqui do Ideal. Não me lembro exatamente qualquer, mas foi na época que passou dos 250 para 1000 que eles lançaram 750 ações.
Ele falou que não lembra o ano da gestão do presidente Gustavo quando teve essa, mas é fácil, essa questão da da quando ele adquiriu, ganhou a ação dele, né, de sócio proprietário e ele falou que ele não é muito bom de número, de memória, de datas específicas e me contou uma história de quando ele era professor no Fên Cachiral, na escola de comércio Fênix Cacheiral, que era curso secundário, né? né? Era do centro.
Eu fui, eu fui um professor meu que ensinava lá e pegou uma turma à noite na faculdade de economia e perguntou se eu queria substituí-lo à noite na escola da Pênis, eh, que ele dava batéria de história econômica do Brasil, né? E eu sempre gostei muito de história e geografia, essas coisas. E ele sabendo do interesse que eu tinha e eu passei dois anos lá.
Eh, e a data, as datas, as datas eram complicadas porque eu não podia cobrar as datas nem nome, porque eu não me lembrava. Então eu dava o fato econômico, né, a as causas e as consequências e situava isso dentro do contexto maior. E as quando eu ia cobrar, eu eu pedia uma redação e exigindo exatamente que o aluno me explicasse o que que tinha gerado aquele ciclo e quais eram as consequências naquilo pra economia.
né? Então o pessoal morava porque não tinha da Coreba, né? Isso era o o o Cláudio professor professor.
Mas aíndando com o Ideal Clube, tem uma história dele, sabe? Eu vi falar, não sei se é verdade. Você teve um professor que implicou com a nota, com a prova sua lá e você foi ah, você foi reclamar.
Aí conte essa história. História que aconteceu ao clube eu acho que não casou que já uma certa idade era solteiro ainda. Eu acho que não possoar porque não tem perderão.
Ninguém assiste isso não. Não, eu nunca fui, eu nunca fui de ir atrás de nota assim. Eu estudava, passava, pronto, tava satisfeito.
Mas às vezes, eh, eu ficava um pouco magoado quando eu fazia uma prova muito boa e o professor não dava nota que eu achava que merecia. Que seria 10, né? Ah, no mínimo, no mínimo.
Mas eu fiz uma prova e o professor era uma prova de matemática boba, eh, matemática comercial e ele exigia que você explicasse, redigisse como tinha chegado, o que tinha levado a fazer aquele conceito, né, na equação, né? E eu fiz a prova toda perfeita e ele me deu nove. Absurdo.
Eu olhei o nove, eu digo: "Pô, beleza, maravilha". Quando eu fui ver, a prova tava toda certa, né? Eu digo, "Ué, por que que ele não me deu 10?
" Aí fui falar com ele, né? Professor, por que que eu não tirei 10? Aí ele disse, eu não gostei do seu português.
Olha só, né? Aí eu fui reclamar o diretor da faculdade que era o Dr Ar Cavalcante e fui enredar, né, como diz aqui medindo enredar o professor o professor. E ele disse Cláudio, o professor é dono da cadeira dele, soberano na decisão dele, é a cátedra dele e eu não posso fazer nada.
Ele tudo bem, tem problema. Ele vinha pro pro baile de revegon aqui e eu e mais um outro colega tinha também levado uma bota que ele também achou que não merecia. E nós ficamos de jogar ele na piscina.
Vocês prepararam emboscada para o professor e ficamos, ele descobriu isso, não sei como ele ficou rodando aqui, gente seguia aqui, ele rodava, passava pro outro lado. Até que nós resolvemos ir um pro lado, outro pro outro e nos encontramos e de um empurrão nele, ele caiu, jogaram o professor na piscina, tudo dentro da piscina, mas e era piscina retangular, fundo ainda, né? E foi aqui na área do fundo.
E o professor pensa para que não chegou a se afogar não, porque nós pegamos ele. Por que que eu não dei o 10 para esse para esse rapaz? Olha eu aqui todo molhado agora.
Ai ai ai. Ó grande história, viu? Ideal.
É as histórias aqui no Ideal tem muitas, né? Imagina. Nem todas eh podem ser publicadas.
Possem ser divulgadas e publicadas, né? Mas podem ser contadas. A gente, como eu te disse, a gente isso aqui era o prolongamento da casa dos pais, né?
Só amigos aqui, a gente das férias e tudo tomava café, vinha para cá e eu ficava aqui na piscina jogava vôlei, ia pegar carretilha, pegar uma onda aqui da praia e depois ia em casa almoçar e a gente voltava aqui, se reunia aqui para ir pro cinema. Hum. Depois voltavam para discutir qual era a festa que tinha noite.
Sim, de São Luís, sim de São Luís. É, sei lá. Ah, já foi depois de 58, já tinha o C São Luís aqui, mas antes era do Diogo.
É. Ah, primeiro é o Diogo, né? Ah, é.
Tá certo. O C de São Luiz foi inaugurado em 58. Aí, falando que não lembra data aí, Ian.
Olha só. Não, porque até essa época eu tava no Rio. Ah, tá certo.
E vamos lá. Como é que é o o Cláudio em família? Olha, eu sou uma pessoa muito feliz, tenho dois filhos maravilhosos, filho, uma filha, né?
Tive agora nasceu o quarto neto, né? Eles moram fora. Todos os dois moram dos Estados Unidos.
Minha filha mora na Califórnia, em São Francisco, e o meu filho mora em Chicago, né? E eu acho que a felicidade dos pais é quando vê os filhos superando. Ah, sim.
Não é? E eu acho que todos dois em pessoas assim, não é por ser meu filho, mas que eu queria ter tido um desempenho que eles têm, não é? Isso me dá muito orgulho, uma alegria muito grande.
Todos os dois são maravilhosos, entendeu? E foram muito bem criados. A minha mulher missão cumprida, né?
Assção queão comprida e nos aducou muito bem. eh ela que era mais assim, era professora, né, e muito dedicada nessa área do do ensino e sempre eh cobrou o suficiente deles. Eu acho que não cobrou mais, nem menos, cobrou o suficiente.
Graças a Deus eles tiveram sucesso pra vida, né? Lógico, filho dá trabalho, mas quem não quer trabalho, né? Que cria, que cria um peixinho, né?
Máxima do Vinícius de Morais, né? Filhos, ter ou não tê-los, mas se não tiver, como saber? Como saber?
Como saberei? Então é isso aí. E a alegria da gente é exatamente ver essa superação legal.
Bacana. E você falou aí na dona Sofia. Tem uma história diferente, eu diria.
Como é que é a sua relação no atualmente, já faz um tempo, com a dona Sofia? Ela hoje é minha melhor amiga. Diga de olhando pra câmera.
Essa história é minha melhor amiga. É. Como assim?
Eu admiro muito. É uma pessoa maravilhosa, fantástica, certo? E nós temos uma história, nós temos uma família.
Não, não, só interromper para fazer aquilo. Quando alguém me comprometo, não tem amigo seu, nem sabia que você tinha. Ah, tem, tem, porque eu dou umas aí já, né?
Aí você chega e fala: "Me separei já faz um bocado de tempo". E tem gente hoje que acha que quando quando faz 15 anos, 18 anos, 20 anos, sei lá. Não.
E aí se interrompir isso. Mas aí, olha, nós convivemos muito bem. Eu, como eu disse, é uma amiga que eu tenho realmente do coração, certo?
Eu divido inclusive até a secretária com ela. Um dia vai lá para casa, outro dia vai pra casa dela. Jentam juntos.
É, a gente sa qualquer coisa, olha, vamos sair, né? E tem às vezes às vezes tem as mulheres de alguns amigos meus acham que eu sou mau exemplo. A nossa situação não é bom exemplo, porque pode influenciar.
Não, não, isso, isso. Mas isso, isso é cada um, cada qual. Acho que exatamente, tem nada a ver, né?
É uma situação que é até até interessante até interessante, bacana olhar pra frente. Eu acho que essas coisas são depois eu vou eh dar vida, né? Depois eu vou saber se existe algumas histórias como essa.
Contei uma parecida também. Não pode contar não, né, Cláudio? Eh, eu não sei mais que eu tenho para perguntar na sua conversa aqui já foi.
Tem as histórias que você não pode contar. Tô dando para contar a história do eu tenho alguns amigos hoje que aqui no Ceará é é um estado muito pródigo em escritores, né? Todo mundo acha que pode escrever um livro, né?
Aqui no ideal toda semana lançamenta semana tem um lançamento, né? E já vários amigos meus escreveram suas histórias de vida, né? E eu digo, não me coloque, não me sinte nesse seu, nesse seu quando a história tiver o cl me deixa ao largo um amigo vai me comprometer necessito o amigo Cláudio, o o como é que é hoje a tua relação aqui do Ideal Clube, teu convívio, teus amigos?
Eu sempre tive uma relação muito próxima do Ideal Clube, né? No começo mais do IAT, porque eu sempre pratiquei vela, sempre gostei de vela, mas do tênis que eu comecei do tênis era aqui do ideal, passava o dia todinho aqui, férias jogando tênis e tudo. Os meus professores eram daqui real, mas depois que eu entrei da vela, eu fiquei muito ligado no IAT, como a maioria do pessoal aqui do do Ideal foi pro IAT e faz esse.
Você foi diretor do Ig? Fui diretor, sei lá, 20 anos, qualquer coisa assim na área de vela e tudo. Fizemos campeonato brasileiro aqui, até campeonato mundial, né?
Tínhamos uma escolinha lá que a gente dava e instrução para lutar para se se iniciar na vela. Isso foi uma experiência muito boa e formamos muita gente boa que disputou aí desse Brasil todo e na na vela. Você tem uma história do do IAT também, né?
E eu depois que saí lá da diretoria do IAT, porque eu achei, tava numa área assim muito que tinha um grupo jovem com muita garra e com muita vontade de trabalhar. Sim. Certo.
Aí eu disse lá pro Chico, que era o comandor na época, eu disse: "Olha, Chico, essa garota dá uma chance para esse pessoal novo aí que eles estão com gás, muito gás, né? E eu acho que a gente já fez o que tinha que fazer. Então é a hora da turma nova.
Foi na época que o o Alcimô tava aqui na presidência, na presidência e me convidou para fazer parte do conselho, compor o conselho. Você tá até hoje? E eu tô até hoje aqui.
Não sei nem quanto foi Cub foi presidente. Posso foi presidente três vezes. Três vezes.
É. Já dois. É de 10 a 14, depois 18 a 20.
É, pois é. Desde a primeira vez dele aqui eu fui do conselho. Ou seja, uma ideia no raiz que teve um pai, é, a gente continua com frequentando.
Eu tenho a turma que veio aqui do, quer dizer, não tenho uma turma. Eu frequento uma turma do sábado aqui que é o pessoal que diz o a turma da cachaça, né? Turma da cachaça.
Turma da cachaça é uma turma muito gostosa aqui. O pessoal mais ideal as nós estamos gravando hoje uma terça-feira e ele tá aqui doido para acabar essa entrevista porque tem uma turma dele ali, a turma aqui do IAT que se reú aqui. Turma do IAT.
Quem são? Quem são? É o Maurício Medeiros que você já entrevistou.
Tivério Bulamar. Também já entrevistei. O Teixeira?
Não, não. E eu te dizendo, eu frequento essa turma aqui da terça-feira, que era o dia que a gente se reunia lá no IAT. Como o IAT hoje não abre terça-feira, nós marcamos a reunião para cá.
Já faz algum tempo que a gente faz a nossa reunião aqui dos últimos moicanos lá da antiga diretoria. Então, e tem a sexta-feira, que é um grupo maior, são amigos meus hoje, mas que eu conheci quando eu tava fazendo o serviço militar, que eu passei 2 anos no CPR, depois fiz o estágio no 10GO, certo? Então essa turma tava chegando aqui em Fortaleza como tenente, aspirante, né?
E eu conheci o pessoal mais ou menos dessa época. É do almoço da sexta, né? É o almoço da sexta-feira, né?
Então, eh, é uma turma que a gente se reúne aqui, eles já estão todos reformados, os que são militares, os outros, como o Gonzaga Mota foi governador, que também frequenta pessoal, Dr Nelson, o Walter Cabral que era também companheiro e foi companheiro também de CPUR, né? Então, foi o pessoal que me acompanhou durante a vida toda e que a gente mantém uma uma relação muito saudável. E então são três turmas aqui no Ideal.
É sexta-feira do almoço. Essa turma sexta-feira aqui no as terças a turma da é que a gente chama aqui é é a távula redonda aqui turma da cachaça. A a turma da cachaça do Ia e a turma do I.
São três curvas. três turmas aqui, conselheiro do clube, sócio desde que se conheceu. Eu não sei, rapaz.
Desde quando eu sou sócio, eu acho que eu tinha Não, uma frase que se conheceu aqui como é a Não, eu me conheci aqui. Ele se conheceu aqui. O pai dele se banhou no poço lá das damas, certamente que tinha um poço, tinha uma água ideal.
Era que era o vosira que escreveu sobre o ideal, né? Que o nome foi porque o pessoal dizia isso aqui é o ideal. É, né?
O o Cláudio faltou perguntar alguma coisa? Você acha? Rapaz, falta.
Não faltou, porque se você perguntasse muito talvez não pudesse responder. Não pergunte não, vai que eu respondo. Melhor não.
Cláudio, foi um prazer. Olha, uma satisfação. E eu acho que esse clube é um clube que tem história e que vai perdurar durante muito tempo, porque eu acho que todo mundo que vive o ideal tem esse espírito, sim.
né? Viveu, passou pros filhos, hoje são os nossos filhos que frequenta, né? E o espírito é o mesmo, né?
Eu ia eu ia lhe perguntar, como eu faço sempre nas entrevistas, você deixava uma mensagem pro pro sócio de Alina, nova geração de Alina, mas já acabou de deixar, né? se quiser com eu acho que só vivendo isso aqui para eu quando você me pediu para fazer essa entrevista eu fiquei assim meio porque eu não sou muito de pidiático, como é que eu poderia dizer, de discurso, não sabe, mas eu aprendi com um amigo meu, quando a gente fala o que sente, o que tem do coração, é natural, né? é natural e as pessoas entendem, né?
Então eu acho que isso aqui é o que eu procuro dizer é o seguinte, a pessoa precisa entender e viver esse ambiente, né? Eu acho que a vida é o dia de hoje. Passado é o passado, o futuro ninguém sabe o que que vai acontecer.
Viver o que há para viver, né? É, eu acho que a gente tem que viver é o dia. Exatamente.
O dia que a gente, a melhor maneira, é que a gente vive todo dia. Todo dia a gente vive o dia. E a gente falar em dia, a gente começou essa entrevista ainda com a luz do dia e agora já tá escurecendo.
É, a l a luz deve ter já deve ter se alterado. Já tá baldeado aqui. Isso só mostra o quanto foi bacana essa entrevista.
Começ hoje de dia tá doido. E eu tô segurando esse whisky aqui até o final pra gente brindar aqui no final da meu. Já tá acabando.
Se foi uma alegria muito grande poder contribuir aqui com Eu não disse que ia ser um bate-papo. É, foi tranquilo. Eu quero saber como é que você vai editar isso aí.
Será que vai ter que editar alguma coisa? Eu acho que não. Vamos ver.
Obrigado. Obrigado. Obrigado mesmo.
Uma figura incrível. Bacana mesmo. As histórias muito bacana.
A gente conversou muito mais já vem dessa entrevista gravada. Ah, como quase e e quase todo mundo, as histórias que são contadas aqui no vão são bem mais interessantes. É, mas aí aí fica fica de fora.
Fica de fora, né? Foi um prazer, Cláudio. Prazer.
Até a próxima. Esse foi o programa Entrevista Ideal de hoje com Cláudio Buquer, esse grande sócio idealino. Até uma próxima, pessoal.
Brind de novo.