[Música] Olá boa noite a todos do canal Eu me chamo Eveline e tenho 33 anos sou de Minas Gerais da Serra da saudade que contém menos de 9.000 habitantes atualmente esse causo não é muito antigo quando aconteceu eu estava prestes a me mudar para mais perto do povoado pois antes eu morava em uma pequena roça com minha família mas devido a algumas questões financeiras ainda não tínhamos conseguido nos mudar então eu vivia cinco pessoas em uma pequena roça bem afastada da cidade Tinha alguns sítios e fazendas ao redor mas parecia não ter ninguém na maioria
das vezes isso ocorreu no ano de sempre achamos que essas criaturas não aparecem mais Pois eram mais comuns antigamente mas só quem anda por roçado Mat gás e coisas assim sabem que essas criaturas ainda existem então eu morava com meu avô minha mãe meu pai e irmão éramos cinco pessoas na roça tínhamos poucos cavalos algumas galinhas e duas cabeças de boi como eu tinha os meus 28 anos na época eu trabalhava como garçonete na cidadezinha meu pai ia sempre me deixar e me buscar mas vamos ao que interessa pois fomos atormentados por essa criatura durante
vários dias certa noite meu avô chegou em casa montada em um de nossos cavalos ele tinha acabado de voltar de uma caçada trouxe bastante bicho até mais do que necessário todos nós ficamos agradecidos mas minha mãe disse que ele não precisava fazer isso até porque já estava com uma idade bem avançada meu avô apenas riu e disse que sim o tempo dele passava mais rápido pois era tedioso ficar em uma cadeira assistindo televisão Depois de muita conversa foi dando a hora de eu ir trabalhar meu pai pegou a mobilete dele e foi me deixar lá
o dia de serviço foi normal sem muitas pessoas para atender quando terminei tudo era por volta de umas 22 horas e meu pai já estava na pracinha me esperando pegamos o caminho de casa e como eu havia dito ficava afastada do povoado eu estava tão cansada que nem tomei banho logo me deitei e peguei no sono no meio meio da madrugada eu acordei com assobios bem pertos e altos eu me levantei e vi que todos estavam dormindo fui até a rede do meu avô e só ele estava acordado eu perguntei se ele estava escutando o
mesmo respondeu que sim nós dois verificamos se tudo estava trancado masis eu pensava ser ladrão já ele estava um pouco sério parecendo saber do que se tratava eu me lembro que ele disse assim eu só espero que ela não nos ache o aobo quando está alto é porque está longe se o assobio ficar baixo é porque ela te encontrou ela faz isso para enganar os caçadores no meio da floresta quando ele disse isso eu confesso que fiquei confusa mas logo lembrei da Cumade florzinha ou caipora como vocês quiserem chamar eu olhei bem para ele e
perguntei o por que ela viria atrás da gente sendo que a floresta ficava um pouco mais à frente ele me disse que trouxe mais bicho do que o necessário e que a dona das matas não iria deixar esp passar batido quando ele me falou isso deu para sentir o medo em seu seu olhar e em sua voz eu voltei para o meu quarto e me deitei na cama com medo daqueles aios mas com o tempo e o cansaço logo adormeci no dia seguinte fui direto ao meu avô e ele já estava em Alerta Minha mãe
estava achando aquilo tudo estranho quando disse a ela o que havia acontecido na noite anterior ela apenas riu e disse que deveria ser um sonho eu fiquei sem reação e fui fazer as tarefas na roça botei comida pros animais e depois fui fazendo mais coisas até chegar a hora de trabalhar naquela noite eu trabalhei muito tinha bastante gente por lá então terminei mais tarde do que o normal já ia dar uma meia-noite Subimos na moto e e pegamos caminho de casa durante o trajeto na parte onde a gente saía da cidade e entra na zona
rural a moto do nada desliga com isso tivemos que ir até a casa a pé empurrando a moto quando chegamos minha mãe já estava preocupada eu jantei e fui me deitar mas antes eu passei pelo meu avô e vi ele se balançando na cadeira do Alpendre da casa com uma espingarda velha parecendo esperar por algo Eu estava tão cansada que nem dei atenção e adormeci mais tarde fui acordada pela minha mãe pensei que estava de dia mas ainda eram umas 3:30 da madrugada me levantei assustada e comecei a prestar atenção o assobio estava longe baixo
então a criatura havia nos encontrado todos na casa estavam acordados e com medo até que começamos a escutar barulhos de pedras sendo arremessadas no telhado parecia vir de todos os lados o meu avô estava olhando pelas brechas da janela minha mãe se ajoelhou e começou a rezar naquela noite ninguém conseguiu fomos todos atormentados por aquela criatura além de rebolar as pedras bati em portas janelas e paredes fazendo um barulho muito alto ela também soltava um tipo de uivo grunido era algo bem bizarro no dia seguinte saímos para ver o estrago e na verdade não havia
nada estragado além das coisas da casa por causa das Pedras eu achei que iria ter bem mais coisas meu avô foi na feira da Cidade comprar algumas coisas para acalmar aquela criatura o dia foi se passando e logo chegou a noite o meu avô disse que ia fazer oferenda para acalmar a criatura de manhã no começo da madrugada todos nós ficamos apreensivos e com medo de algo acontecer mas por in pareça não escutamos nenhum barulho durante toda a noite Lógico os relinchos dos Cavalos estavam meio estranhos mas todos nós não pensávamos que era por causa
disso e sim por um outro motivo algumas galinhas também estavam vadas mas minha mãe disse que era porque elas estavam pondo ovos com esses mistérios resolv demos por certo que cada um foi pro seu canto dormir eu acordei bem cedo e fui lá fora ver o sol quando me deparei com uma cena terrível eu chamei todos da casa e eles vieram ver as crinas dos Cavalos estavam amarradas feito tranças e as do rabo estavam amarradas uma na outra e também na cerca quando cheguei perto do galinheiro percebi meia dúzia de Galinhas falecidas meu avô vendo
todo aquele estrago e se sentido culpado pegou as galinhas o mel e fumo Preto as galinhas ele deu de comer aos cachorros o mel junto com fumo ele botou perto de uma árvore quase na entrada da floresta Eu fui junto com ele para ajudá-lo ele pediu desculpa e disse que isso não ia mais se repetir pediu perdão e pediu também para que a caipora deixasse a família dele em paz depois disso Voltamos para casa e fomos nos ajeitar para dormir jantamos e cada um foi pro seu canto esperando que algo acontecesse eu e meu avô
Ficamos bisbilhotando pela janela e escutamos um assobio ao longe que ao passar do tempo foi ficando mais perto meu avô disse que ela havia ido embora fiquei mais tranquila pois já havia escutado sobre essas lendas mas vivenciar é totalmente diferente quem cometeu o erro foi meu avô mas ele acabou trazendo a caipora para a roça onde a gente vive mesmo com tudo resolvido sobre aquela criatura não queríamos arriscar vendemos algumas coisas dentro de casa Conseguimos o dinheiro para sair dali e alugamos uma casa pequena porém agora tínhamos vizinhos vendemos nossas criações deu tudo certo vocês
que duvidam e não escutam os mais velhos deixo para vocês um recado acredit não só em mim mas em cada um que vem contar essas histórias pois só nós sabemos foco que passamos Obrigada Robert pela oportunidade e Tenham todos uma boa noite