o Olá tudo bem Eu sou a Lucimar delaroli e nesse canal você vai ouvir hoje sobre as cinco feridas existenciais que marcam a nossa criança interior como é que é é e o que que isso tem a ver comigo hoje é muitas vezes nós levamos para nossa dinâmica de adulto nas relações interpessoais e sobretudo no trabalho o comportamento que foi o marcado lá na nossa infância na criança que a gente foi com a relação que nós tivemos com os nossos pais ou cuidadores de viagem é essa é para destrinchar esse tema aí aproveita se inscreve
aqui no meu canal e acione o Sininho para você ficar sabendo toda vez que a gente postar um conteúdo novo é e se você ainda não me conhece sou Lucimar delaroli Sou psicóloga coaching mentora de profissionais de RH atuando como Business Partner né e líderes Bora conversar sobre as cinco feridas da criança interior é o que que isso tem a ver com você como eu te disse a partir dessa vivência que nós tivemos lá na infância que pode ter sido com dinâmicas reais de pais e mães ou cuidadores que realmente não foram o melhor possível
para nós ou pode ser apenas a partir do jeito como nós interpretamos essas dinâmicas Então pensa se a sua mãe por exemplo ficou muito doente quando você era bem pequeno e precisou deixar você com aos cuidados de alguém para que ela pudesse se tratar por exemplo você pode internalizar isso como um abandono se o seu pai por exemplo viajaram Ficava muito tempo longe ou se seus pais divorciaram a criança pode entender que foi Ah e eu tô falando tudo isso baseado no livro que vai ficar por aqui da Alice Turbo as cinco feridas emocionais Tá
ok e daí Lucimar E daí que a partir dessas feridas como elas nos machucam uma loja dois dói Nós criamos uma proteção uma máscara e a partir de cada ferida eu desenvolvo uma máscara e se você não consegue com facilidade identificar sua ferida talvez você consiga identificar com mais facilidade a sua máscara para que então você possa a partir daí tomar tornar-se autoconsciente e começar a trabalhar o adulto que existem você que dá Aconchego Acalanto proteção e vai desfazendo Essa Máscara Bora lá conhecer primeira ferida a ferida da rejeição é essa é uma ferida muito
profunda sentida por quase todo mundo mas muitas pessoas vivem essa di hoje vivem essa experiência lá na infância e atravessa um de uma forma saudável vamos aí OK algumas pessoas ficam adormecidas A partir dessa rejeição a rejeição ela pode ter sido o real ou como eu já disse ela pode ter sido as penas um jeito como você vivenciou a ferida da rejeição é sempre numa dinâmica com o genitor do mesmo sexo meninas sem ter rejeição em relação a mãe aliás acham que a mãe EA rejeita meninos é com quatro Então já começa por aí se
você tem muitas dificuldades críticas mágoas desilusões em relação ao seu genitor do mesmo sexo Provavelmente você tá vivendo uma ferida de rejeição na rejeição Nós criamos então um sentimento de que nós não fomos aceito desejados queridos e validadas as pessoas nossa mãe ou nosso pai não nos quis e com isso a gente O que é uma máscara que bom que a autora chama de escapismo que que é o escapismo de escape é aquela criança Ou aquele a pessoa que vive um pouco no mundo da lua um pouco distante um pouco no pedestal um pouco frio
né então você olha parece que ela é desapegada é de boa ela não se entrega ruim não batalha profundamente pelas coisas é pode ser muito até generoso com seu dinheiro com seus bens materiais pode aparecer uma pessoa sem ambições mais concretas mas na verdade é uma forma dessa pessoa não se apegar a nada Para quê Para não viver a rejeição pode até acontecer se uma dinâmica tá muito legal faz muito bem no trabalho ou um líder ou com o crush essa pessoa começa achar que tá chato que tá morno e quer ir para o mundo
da lua encontrar uma outra Aventura Uma Outra experiência outro lugar escapismo cuidado isso daí pode ser é um forte sentimento interior de rejeição a segunda ferida infantil É o abandono no qual é a diferença da rejeição pelo abandono São muito parecidos mas o abandono está relacionado ao genitor do sexo oposto então uma menina sem se rejeitada pela mãe mais abandonada pelo pai não necessariamente seja as duas coisas então se você tem muitas questões em relação ao seu genitor do sexo oposto mulheres com o pai homens com a mãe Provavelmente você viveu uma ferida de abandono
e esse abandono pode mesmo tecido o real ou como já dissemos uma vivência na infância por exemplo se a sua mãe trabalhava viajava ficou Adormecida tinha um irmão que estava doente e precisava muito dela ela ficava ausente Você pode ter entendido isso como o abandona E aí você cria uma proteção para combater o abandono que é a TPM a máscara da dependência e você vai desenvolver características de pessoas que se apegam que pedem sempre ajuda que entra um pouco no vitimismo dependem do outro as entrega de mais se apaixona muito rapidamente e aí com isso
Você às vezes não caminha sozinho Depende muito da avaliação do outro se alguém ou em algum ambiente você não recebe todo afeto todo o reconhecimento do jeito que você imagina que deveria ser você se sente desprezada de tô percebe aí se você se sente muito dependente de alguém ou de alguma circunstância muito medo de ficar sem trabalho de ficar sem amor de ser abandonado Provavelmente você tem uma máscara da dependência e é provável que você tenha vivido essa dinâmica lá na sua infância a terceira mágica é uma máscara também bastante complexa e ela a forma
lá mais ou menos quando você tá passando pelo que Freud chamava do complexo de Édipo né é a máscara da humilhação você percebe que você não foi validado foi muito criticado muito exigido Às vezes as mães ou cuidadoras fazem higiene demais então você tá comendo tá aqui limpando o falando do seu número 2 eu falo do jeito que você é você se sente invalidado você sente o que você é não é o suficiente então com isso você desenvolve uma máscara que nós vamos chamar de masoquismo nessa máscara você é Acaba entendendo que sofrer é o
preço que você paga por não corresponder às expectativas e isso gente é muito sério sobretudo crianças que foram muitos sofreram muito bullying ou por exemplo no racismo estrutural a pessoa forma uma personalidade uma autoestima tão baixa e ela acha mesmo que ela é merecedora de polpa né que ela não é digna de receber muita coisa então essa máscara do masoquismo faz com que você busque inconscientemente situações onde você vai sofrer duas vezes você arranja um emprego que não vai te dar o valor não vai te pagar o suficiente ou você passa a se relacionar com
pessoas que não são Ok e acabam tirando é se aproveitando de você se passam onde você é explorado de várias formas então cuidado se a sua vida tá com muito sofrimento se você tá trazendo para perto de você sempre coisas que são pouco né você vive às vezes com migalhas você pode estar usando a máscara do masoquismo porque você teve lá na sua infância vivências que fizeram com que você se sentisse humilhado a quarta ferida é a ferida da traição a traição também é vivida como genitor o oposto é quando uma menina percebe por exemplo
que o pai não é capaz de lidar a proteção o cuidado a segurança que ela necessita ou o menino percebe que a mãe não é capaz de fazê-lo elas vezes por causa de uma doença ou por causa de muitas viagens ou até mesmo porque era um pai ou uma mãe com dificuldades e nós não estamos aqui criticando nenhum pai nenhuma mãe né o pai e a mãe pode ter feito o seu melhor mas a criança viveu essa dinâmica na traição a pessoa tende a achar que ninguém vai dar a ela o que ela precisa Então
ela tem que ir à luta ela se torna então com uma máscara do controlador aquela pessoa que passa a uma Independência uma auto-suficiência e ela por si mesmo vai buscar tudo que ela precisa daí ela começa a controlar todas as situações e ela pode ser então uma pessoa autoritária ela pode tornar-se uma pessoa arrogante uma pessoa de alta dominância que e o que quer do jeito que quer e assim se mantém protegida dessa traição não vou mais confiar em ninguém porque ninguém é capaz de me dar o que eu preciso e ela então pode se
tornar muitas vezes não reconhecida não grata não valorizando aquelas pessoas que ajudam né então isso a gente vê muitas vezes na liderança Ele acha que eu eu fica egocêntrico então a gente atende achar que essa pessoa é má mas quando você vai ver ela tá vivendo uma dinâmica de traição com uma máscara de controle ela pensa que se ela cuidar de tudo e tiver todas as variáveis sobre sua mão nunca mais ela será vulnerável nunca mais Ela ficará à mercê de alguém que promete que irá cuidar dela e não o facho a quinta ferida faz
falar da Injustiça é aquela criança que acha que era boa demais ajudava demais se doou demais e e foi reconhecida não teve o seu mérito por mais que se esforçasse não recebi a elogio validação é carinho a o suficiente Então ela julga que o mundo é injusto EA partir dessa injustiça ela desenvolve uma máscara chamada rigidez Então essa pessoa ela começa a construir Em volta dela regras padrões chão para que ela não seja mais injustiçado então ela tem muitos critérios de certo dê errado de pode não pode às vezes se apega muito a questões religiosas
moral e ela se torna então muito julgadora ela não se permite certas situações é se pune muito quando está errado é muito perfeccionista é muito exigente para consigo para com os outros então Toda vez que você vê aquela pessoa do tipo certinha quadradinho é dentro da caixinha que não pode não deve não vai não é permitido assim não tá certo pode escrever que ali tem uma dinâmica de Infância onde viveu uma injustiça esse conteúdo fez sentido para você se fez sentido para você pega que é seu e eu te peço então por favor curte aqui
compartilha comenta e deixa saber como é que essas dinâmicas tem interferido na sua vida hoje e se você achar que é bacana manda para cá sua dúvida sua questão sua sugestão para gente conversar um pouco mais sobre isso e Aproveitando que estamos em época de carnaval já que aqui é fevereiro de 2021 vamos tirar essas máscaras vamos assumir a nossa vulnerabilidade vamos olhar para nós como adultos e a partir de nós né dessa visão desconstruir essas crianças e perceber que o que foi foi te trouxe até aqui mas agora você tem espaço de se tornar
a sua melhor versão 1 a praça a gente se vê lá