Mas o que que para você, quais são os elementos de uma pessoa fora da curva? >> Quando eu vejo alguém colocando alguma coisa na cabeça, indo atrás daquilo com todas as energias possíveis, eu identifico essa pessoa uma outlier. >> Ela não faz algo só porque enfitar dinheiro, ela faz algo porque desafia, ela faz algo porque aquilo é exatamente o que ela deveria estar fazendo, pelas responsabilidades que ela não deveria se Abedicar. Ela quebra padrões. >> Uhum. >> Ela sai do óbvio. Isso é ser fora da média. Isso é ser outro lá. é colocar na sua
cabeça algo e entender que você vai se descobrir no meio do caminho. Pessoas vão duvidar, você vai cair, você vai falhar, mas você vai conseguir. >> A mudança começa quando a mediocridade passa a incomodar. Foi isso que moveu ele, o incômodo de viver abaixo do Próprio potencial, do interior ao mundo, dos estudos solitários a lançamentos estrondosos no digital. Ele provou que disciplina supera destino. Hoje ensina como reprogramar hábitos, ambição e mentalidade para romper de vez o ciclo da mediocridade. O convidado de hoje é Thago Fin. Como que você foi chacoalhado? >> Quando era jovem, eu
percebia que as pessoas que realmente me faziam parar para pensar em algo me chacalhavam, Criticavam, falavam alguma coisa que eu deveria ouvir e talvez não quisesse. >> Uhum. >> E elas não tinham dedinho, por assim dizer. chegavam e dizia: "Você sabe qual foi a última vez que você realmente sentiu crescimento quando alguém te elogiou?" Turmar, você quer ter a possibilidade de acompanhar um episódio do como você fez isso aqui nos nossos estúdios? Vocês perceberam que já faz alguns episódios Que a gente recebe uma plateia aqui nos nossos estúdios e é muito legal a experiência. A
gente vai recebendo muitas mensagens de vocês querendo participar. Como é que eu faço para tá aí? Então, funciona o seguinte. Se você preencher esse formulário constantemente, o time tá selecionando algumas pessoas, porque são milhares de pessoas. Não tem como, a gente saber todo mundo, a gente amaria fazer isso, mas não tem como, porque a comunidade do Como você fez isso é gigantesca e a gente fica muito feliz por isso, mas você pode ter uma chance. Então, se você quer ter essa chance, clica aqui no formulário, preencha com todas as informações pro time te conhecer mais,
selecionar às vezes qual episódio tem mais a tua cara seja selecionado. E obviamente cruza os dedos e eu torço para que um dia você esteja aqui, mas eu torço mesmo porque a gente fique sempre conectado por aqui. Então, recado dado, Clique no link abaixo, preenche o formulário e agora vamos voltar ao nosso episódio. Fala galera, sejam todos muito bem-vindos a mais um super episódio do Como você fez isso. Você sabe que aquele episódio que sempre começa a partir de um como e como vocês viram na nossa introdução, na nossa apresentação, que já trouxe o spo
do nosso convidado aqui a ao vivo em Acores, eu quero que a nossa plateia me ajude a receber ele, o Fint, que veio aqui dar um show no Podcast falar para ele, Thiago Fint. Pessoal, plateia, hein? Você viu? Primeira vez que eu faço um podcast assim com plateia. >> É legal, né, cara? >> Legal. Legal. >> Foi, sabe onde a gente teve ideia? Vou te contar, F, a gente teve ideia da plateia quando eu fui participar do programa, né, produção da Patrícia Bravé, o programa Silvio Santos, cara, e assim plateia do SBT do Silvio ali,
uma Plateia inacreditável, energia da turma, >> engajados, né, >> cara, da época do Silvio ali do aviãozinho, quem quer dinheiro, né? uma plateia super participativa. Aí eu levei a a produção porque eu fui participar lá do do programa e aí o meu time do podcast tava junto, cara, e se a gente tivesse também uma plateia, a nossa comunidade que é super engajada também participando com a gente, então de novo, ó, palmas da plateia, ó, aqui, ó. >> Aí, ó, viu? >> Aí, >> bem inovador, bem inovador. Ah, fin, vamos lá. Primeiro, eh, tô bem animado
por esse papo, porque você tem um estilo bem provocador. >> É, eu diria que sim, >> né? Então, você tem um estilo e eu acho que isso faz parte da sua personalidade. >> Sim, >> né? Então, do do seu jeito de falar, provocar aquela coisa, de dar aquela Chacoalhada mesmo que não for, cara, não vai ser confortável que eu vou te falar, mas se ninguém vai te falar, eu vou. >> Uhum. >> E você vai lá e chinela, né? você sempre tá fazendo um um botando sempre a tua comunidade para pensar, para questionar, para aumentar
a referência >> para sair um pouco do da caixa, né? E você usa dos métodos que e eu acredito que quando você dá uma chacoalhada, homens e mulheres são que nem tapete às Vezes, né? Você d uma boa chacoalhada. >> Primeira pergunta que eu quero te fazer é: como que você foi chacoalhado? >> Hum, boa pergunta. Excelente. Então, acho que em diversas ocasiões na vida eu não só tenho essa personalidade porque eu a criei, mas porque me moldaram assim. >> Hum. >> Quando eu já era jovem, nós participamos também de uma, temos algo em comum
na Nossa trajetória, né? >> Quando eu era jovem, eu percebia que os elogios que eu tava recebendo sempre não traziam nenhum tipo de efeito, >> nem dopaminérgico. >> Uhum. As pessoas que realmente me faziam parar para pensar em algo, me chacalhavam, criticavam, falavam alguma coisa que eu deveria ouvir e talvez não quisesse. >> Uhum. >> E elas não tinham dedinho, por assim Dizer, chegavam e diziam. Então adquiria essa personalidade com tempo, porque eu sei que elogio, você sabe qual foi a última vez que você realmente sentiu crescimento quando alguém te elogiou? É verdade. >> As
pessoas têm que te criticar, fazer uma crítica construtiva. Eu senti isso quando tava começando minha trajetória no digital e eu falei com uma pessoa que Queria fazer aquilo e eu fui reclamar. Sabe quando a gente tá conversando? Mas na verdade a gente tá reclamando. >> Sim. >> Caramba, cara. Os meus amigos não estão acreditando em mim. Os meus pais também disseram para eu voltar pra escola. Eu tinha largado o primeiro ano do ensino médio. >> E você tinha uns 16 anos. >> 16, 17 anos. E aí ele diz o seguinte: "Tiao, Como você pode pedir
algo para as pessoas que elas nunca viram na vida? Se você quer que elas acreditem em você, mostre resultado primeiro. Para de chorar, para de mimimi." Você já participou de um projeto onde as pessoas só acreditarem em você depois dos primeiros resultados? Porque você acredita que com seus pais, com as pessoas mais próximas, nessa nova empreitada vai ser diferente. Então foi aquela chacoalhada, sabe? Eu Percebi, caramba, cara, eu evolu tanto com pessoas que não tm dedinho, medo de falar. E essas são inclusive até hoje as pessoas que eu mantenho mais próximas, quem tem coragem de
falar aquilo que eu supostamente não quero ouvir. Então essa foi a primeira chacoalhada que eu recebi na vida. Eu lembro disso até hoje. >> Nosso podcast vai ser ele, ele acontece em cima de um como como você fez isso. >> Uhum. >> E você foi um cara que Extrapolou completamente a realidade de onde você foi inserido, a mobilidade social. >> Sim, >> né? Você nasceu dentro do contexto, você não veio de família rica, você não é herdeiro, eh, >> rica financeiramente, mas como você fala muito da da tua família, tenho certeza que recebeu outros valores.
>> Uhum. >> Que não foi o financeiro, mas você conseguiu romper um ciclo de que às vezes pessoas ali estão numa numa corrida dos lados. >> Ah, você se consideram ambicioso? Sim. >> Da onde veio essa missão? >> Nossa, cara, já começou bem o podcast, hein? É difícil dizer sinceramente da onde vem essa ambição, porque quando a gente acha Que veio num lugar, se eu me perguntar o porquê, eu vou chegar em outro lugar. >> Uhum. >> Por que eu vou chegar em outro lugar? Ah, eu acho que eu sempre soube que aquilo que os
meus olhos podem ver, eu posso conseguir. Basicamente isso. >> Muito bom. >> Então, tá, eu posso estar vendo um filme na sessão da tarde, como eu assistia, e Pode passar um carro bonito, pode ter um lugar bonito, pode ter uma casa bonita. Se tá lá, por que que eu não posso ter isso um dia? Por que não? Porque a minha volta tem que me dizer, com todos os sinais do planeta, piscando que não, por que não? Então assim, eu sempre fiz esse questionamento na escola com os meus próprios pais e eu acredito que essa ambição
veio de querer sempre me superar. Você já viu aquela história do custo do viés perdido? Não, qualquer >> é um é algo muito bem estudado, inclusive me esqueci o nome da pessoa que trouxe sua tona. Ela diz o seguinte: "Quando você começa alguma coisa, é como se a sua vida já estivesse predeterminada aquilo. Você não vai conseguir sair daquilo nunca mais." >> Uhum. >> Determinadas coisas. Quando você começa Um projeto, eu sempre pensei comigo, se eu começo academia, se eu começo um projeto, se eu começo qualquer coisa, a cada dia que passa, ao pensar em
não avançar pro próximo, eu penso, eu vou deixar para trás os anteriores? Certo? >> Então, quando eu comecei no digital, foi com o mesmo pensamento. Quando eu comecei na a criar um outro projeto diferente, tecnologia, mesmo pensamento, Eu tô avançando tanto, isso de certo modo demonstra uma ambição, porque todos os dias eu falo desse negócio, todos os dias eu viajo, eu deliro nesses tipo de negócios. Toda iniciativa que eu toco, eu prefiro tocá-la do jeito mais ambicioso possível, sem medo de sonhar demais. Então, ah, isso pode ser um pouco assustador. Eu lembro que eu tava,
eu estava na casa dos meus pais ainda e ali eu formei um pequeno grupinho de Duas ou três pessoas num mastermind. >> Uhum. >> Né? aquele conceito Napoleão Rio e eu disse para aquelas pessoas: "Um dia eu vou ser tão reconhecido quanto esse norte-americano aqui no Brasil". E cara, olhei pra cara das pessoas, apesar delas acreditarem em mim, deu para ver aquele espanto porque, nossa, é demais, né? Hoje essa realidade condiz um pouco E acabou acontecendo com o tempo. Quando eu entro numa empresa de tecnologia, eu quero fazer com que ela não compita, mas que
ela monopolize o mercado. Então essa ambição, ela vem muito do custo de do viés do custo perdido. Eu tô olhando sempre para aquilo que eu construí e pensando, não vou deixar isso para trás, eu vou levar até o máximo possível. Essa ambição foi incentivada por alguém, você Acredita ou foi o contrário? Você acha que o que te motivou mais foi os reconhecimentos ou os descréditos das pessoas? Descrédito. Descrédito é ou você age correndo da dor ou indo atrás do prazer. No meu caso, correndo da dor, descrédito. Então, era muito massa ver quantas pessoas desacreditavam em
algo olhando pra cara delas quando eu dizia, Sabe? Teve uma vez que uma pessoa disse algo para mim, >> OK? E eu falei, "Por favor, repete, tô gravando, eu quero ouvir isso todo dia." Ah, isso te dá motivação. Quer motivação melhor? >> Mas da onde vem esse shift de de utilizar? Porque para muitas pessoas uma uma crítica, uma condenação é algo que paralisa para você. Você colocou >> paraliza, toma como ofensa, né? >> Como despertador do seu celular. Exato. Essa é uma pergunta tão profunda que eu vou te dizer, tô sem palavras. Eu não sei
de onde veio. Eu não sei de onde vem isso. Eu acredito, Caio. >> Tem uma parada interna assim, né? Tem, >> tem uma parada muito interna. É interna. H, é uma questão de você olhar para dentro de si mesmo e questionar a seguinte coisa: será que eu vou deixar essa pessoa Acreditando que isso sobre mim é verdade? Ou melhor, será que eu acredito nisso? Eu não acredito nisso e eu vou provar para mim mesmo, não é para ela, que eu não sou o que ela disse e que eu posso ser o que eu quiser. Provar
para você mesmo é algo muito forte, inclusive essa história de você, óbvio, se motivar com o descrédito de outras pessoas. É importante se você canalizar isso do jeito correto. >> Uhum. E o canalizar do jeito correto não é procurar nenhum tipo de vingança, não é procurar trabalhar em prol de ver aquela pessoa te olhando um dia numa posição que um dia ela duvidou você estar, mas é muito mais importante você identificar, será que é isso mesmo que eu quero? Quem eu vou me tornar? >> Sim. >> Você vai ter que deixar alguma coisa para trás.
Você vai deixar os seus hábitos. Tá disposto? Quem você vai identificar no espelho quando olhar para si mesmo nessa nova versão ou conquistar isso? Isso é muito importante. Eu observei que ao imaginar os meus sonhos lá atrás e idealizá-los, usando muito a lei da atração, >> Uhum. >> quando eu os conquistei, a dopamínia que eu senti foi muito diferente da dopamínia que eu imaginei que ia sentir. >> Sim, >> ela veio com muito mais maturidade, sabe? Sim, >> ela não veio com uau, aquele negócio que eu sentia é excepcional. Eu senti o eu conseguir, mas
não veio com a mesma energia imatura. Você amadurece muito no processo. Isso é muito bom. Então o maior benefício não é de você provar o contrário para as pessoas que desacreditaram em você. é provar para si mesmo que você é capaz e aguentar no processo uma mudança drástica de personalidade. Sua maturidade evolui, teus hábitos se tornam outros e isso vai elevando a sua versão a 2.0, a 3.0. Eu acredito, por exemplo, que sim, bens materiais não trazem felicidade, Mas que que o processo vai trazer por você? Mas é por isso que eu vou deixar de
ter bem bens materiais? Não. Essa evolução psicológica eu sempre achei muito [ __ ] Então, Caio, eu acredito que vem tanto de de dentro quanto de uma vontade de provar para si mesmo que você é capaz. Eu penso muito, tá? E se eu não fizer? >> É, >> eu vou fazer o quê? Não tenho resposta não. Então é isso que eu deveria fazer. >> Você fala muito sobre outlire, que eu adoro esse termo também, o fora da média, o fora da curva. Ah, para você, quais são os elementos que eu acredito que quando alguém vê
um conceito de outlier, todo mundo quer estar fora da curva. >> Uhum. >> Ninguém quer estar na média. Fazer uma Pergunta parar para as pessoas é: você quer estar na média? As pessoas não querem estar na média. As pessoas querem estar acima da média. Acho que Mas o que que para você quais são os elementos de uma pessoa fora da curva? Olha, dá para perceber em um minuto de conversa a pessoa fora da curva quando ela literalmente é uma outlier. H, uma pessoa fora da curva tá conseguindo tapar os ouvidos porque as outras Pessoas estão
dizendo, por mais clichê que pareça, ah, mas simples assim, é muito difícil fazer isso. Você já conseguiu fazer isso de fato ao pé da letra? >> Uhum. tapar literalmente os seus ouvidos para tudo que as outras pessoas estão dizendo sobre você, quem você deveria se tornar, o que você deveria fazer, o que você não deveria fazer. Esse é um ponto crucial, porque o mundo é cheio de barulho. Tem barulho para Todos os lados. Quando eu vejo alguém colocando alguma coisa na cabeça, indo atrás daquilo, com todas as energias possíveis, eu identifico essa pessoa uma outl.
Quando eu vejo alguém colocando na cabeça que também não deveria usar todas as suas energias possíveis para alguma coisa, porque aquilo de fato não é o que ela deveria fazer, esse também é um outlier. >> Muito bom. O outlier ele acelera e para quando Quiser. N aquela pessoa que tá muito empoderada de si mesma, ela não tem tantos fatores externos. Eles existem, eles influenciam, mas ela mantém a essência dela, o core dela. >> Ela não faz algo só porque vai dar dinheiro, ela faz algo porque desafia, ela faz algo porque aquilo é exatamente o que
ela deveria estar fazendo, pelas responsabilidades que ela não deveria se abdicar. Ela quebra padrões. >> Uhum. >> Ela sai do óbvio. >> Uhum. >> Como eu já fiz inúmeras vezes, >> ao crescer uma empresa de tecnologia, eu não peguei um playbook pronto de como crescer uma empresa de tecnologia. Eu estudei e entendi o seguinte: OK, com menos dinheiro, o que que eu posso fazer? >> Uhum. >> Quebrando esses padrões, >> como eu mantenho a qualidade? Isso é ser um outlier, é pensar fora da caixa, não é só ser fora da caixa, sabe? é pensar literalmente
fora da caixa o tempo em o todo, desafiar as regras, entender o timing de mercado, ajustar de acordo com o playbook que você pegou, ouviu. Isso é ser fora da média, isso é ser outl, é colocar na sua cabeça algo e entender que você vai se descobrir no meio do caminho, pessoas vão duvidar, você vai cair, você vai Falhar, mas você vai conseguir. E e esse gancho que você falou do ao longo do caminho, você lembra que ano foi o o ano que você publicou o seu primeiro vídeo na internet? >> Nossa, acredito que tenha
sido em 2000 e 12, é 2012, talvez 2011. Acredito que sim. 2011 lembro. Tem algo que o fim, então, 2012 de 3 anos atrás, ou seja, você começou com 17, 18 anos ali a a criar conteúdo. >> Uhum. >> Hoje você tá com 30. >> Tô. >> Ah, mudou muito de opinião ao longo do caminho? >> Mudei, >> sabe? Uma recentemente falou assim: "Hum, isso aqui que eu que eu acreditava não acredito mais". Aquilo que eu falava, mudei ideia. e que não era bem assim ou era mais do que isso. Trabalho duro não é o
suficiente. >> Lá no comecinho era do do time trabalho duro. >> Uhum. Eu acredito em trabalho duro. >> Sim. Eu acredito em 14, 18 horas por dia de trabalho. Olha o Willan, ele faz isso. Mas tá somado ao quê? A um trabalho inteligente. >> Boa. >> Produtividade. Essa é uma outra produtividade. Para mim tá atrelado ao output final que você tem no menores espaço de tempo possível. Isso é Produtividade. >> Como assim? Eu posso passar o dia inteiro trabalhando, eu posso passar a semana toda varado, mas se com os mesmos recursos outra pessoa passou dois
dias no mesmo período trabalhando e consegui o dobro de resultado, eu tô fazendo algo errado >> de novo, com os mesmos recursos. >> Uhum. Então, o que que eu identifiquei? Que eu passava ainda muito tempo me dispersando em diversas coisas ao mesmo tempo, imaginando ser produtivo, aplicando técnicas e mais técnicas do meu dia a dia de produtividade, que muitas pessoas aqui, imaginam, já viram no YouTube. >> Uhum. >> E no fim das contas tinha aquele outro molequinho do lado de lá. >> Uhum. >> Com menos recursos, com a mesma ideia. Me atropelando. >> Sim. >>
Por quê? Produtividade, ela tá atrelada ao output final, a linha final no último dia, no fim do dia. O que que você conseguiu fazer com o teu tempo? O que que tá visível? Então, a gente tem que pensar, claro, no médio e longo prazo, mas é uma habilidade Caio que, meu Deus, ela, Ah, eu já procurei estudar isso, inclusive com todas as minhas forças. Como você identifica? Não é o 8020, é a lei de pareto ao cubo. >> O os >> o pareto do pareto. >> Pareto do pareto. O que que eu deveria não estar
fazendo agora? Que que eu deveria estar fazendo agora? O que que vai mover isso, isso, isso? Mais isso uma habilidade. O Steve Jobs, ele olhava para uma pilha de coisas, cortava, Cortava, cortava, cortava, cortava, olhava a única coisa que ele tinha que fazer naquele dia ou naquelas próximas duas, tr horas. Mas aí é que tá. Como você sabe que é aquilo? Olha a quantidade de ramificações que você tem que criar na cabeça para isso, tá ligado a isso, tá ligado a isso, tá ligado a isso, >> sabe? É como se >> quase tivesse aquele super
poder de tomar uma pírula do NZ. >> É isso que eu tenho que fazer. Então venho calibrando até hoje vão morrer aprendendo esse negócio. Como é que eu aproveito o máximo possível meu tempo trabalhando duro e de forma inteligente ao mesmo tempo. Então essa foi uma coisa assim que ao longo dos últimos anos eu percebi que fez muita diferença e eu tenho certeza poderia ter ainda ido mais longe, claro, mas eu também não sou um homem do e si, né? O I já passou. se eu tivesse feito Aquilo, aquilo outro. Tô sempre evoluindo nessa, nesse
ponto de entender mais o que que eu deveria estar fazendo hoje, o que que eu deveria estar fazendo amanhã. Mas essa é uma verdade brutal. Pegando um pouco antes toda essa questão, olhando para trás, eu vejo quanto tempo despedicei com coisas desnecessárias e ainda assim tive muito resultado. Você se compara? >> Sim. Como você usa comparação? >> De uma forma bem positiva. Eu não me comparo com aquela dor, sabe, de caramba, por que eu não sou assim? Eu me comparo com uma dor de caramba, pera aí. Ah, vou te dar um exemplo. Vou falar do
Willan. Ilan de novo. Eu não vou me comparar com o Ilan hoje. Ninguém pode se comparar com o cara hoje. Mas e quando ele tinha a idade que você tem? O que que ele tava fazendo? E o que que você tá fazendo? >> Uhum. >> Vamos fazer uma comparação justa. >> Uhum. >> Né? Ah, mas ele vem. É tudo bem. Será que você não tinha os mesmos recursos? Olha o que era a internet lá atrás. Olha o que é a internet hoje. Você acha que Tá mais abundante ou mais escassa? o que que você poderia
estar fazendo? Então, quando eu olho para diversas pessoas que estão no no mesmo mercado que eu tô ali com competidor, a empresas concorrentes, etc., eu tô sempre olhando, claro, onde elas estão, o que elas estão fazendo e não fazendo uma comparação burra. Eu tô entendendo as falhas, tô entendendo o processo ao qual eles passaram. Quando eu vou fazer o Benchmarking de uma empresa, >> hum, >> eu vasculho tudo sobre aquela empresa, como começou. Você tá se comparando às vezes com uma empresa que já teve uma aporte de 5 milhões de dólares no comecinho. Então, calma.
Aí quando eu vou observar, por exemplo, que fiz um projeto agora recentemente e vi o processo de crescimento de uma empresa, hoje eles estão com uma receita Mensal de 15 milhão e meio de dólares, mas quando eles começaram nos primeiros seis meses, que é onde eu estava fazendo a comparação, eles estavam com um faturamento de $2.000. Eu já tinha passado >> Uhum. >> esse faturamento em se meses. >> Uhum. Olha que comparação justa. >> Uhum. >> Com uma estratégia de vendas. Então, pera aí. Se na linha do tempo agora nós Estamos assim, que que vai
acontecer aqui na frente? Eu vou passar se eu continuar com esse ritmo, mas eu tenho que entender quais são as falhas na mesma linha do tempo. Eu tenho que me comparar na mesma linha para conseguir fazer uma comparação justa. Então sim, sempre me comparo com os meus projetos, pessoas de modo bem positivo. E o positivo às vezes vem com um gosto amargo. >> Uhum. >> Porque eu observo, caramba, se você devia estar fazendo e não tá, você pode. >> Uhum. >> Então dá o seu jeito. Eu tenho um Thaago que se cobra, sabe, o tempo
todo. Sempre tive. como que você porque quando você entrou no digital, você entrou para jogar o jogo, >> crescer, fazer dar certo. >> Como que você enxerga hoje? Porque pro por mais hoje você tem 30 Anos, você começou faz muito tempo, >> né? Se você pega dentro do dentro da do digital, um cara que começou em 2012, é alguém que já, pô, já é novo, mas com bagagem de cara experiente. >> Uhum. >> Como que você enxerga hoje o jogo da tensão? Porque quando você entra no mundo online, você tá, você entrou na avenida mais
populosa do mundo, democrática, e tá todo mundo ali na disputa de atenção. >> Uhum. para vender um produto, um serviço. Como que você vê esse jogo hoje? É um jogo complexo para inúmeras pessoas e por ser complexo, eu vejo que elas se perdem. Então eu vejo que a internet tem muita, há muita, não só distração na internet, como pessoas até passando vergonha para jogar o jogo da atenção. >> Uhum. Eu vejo que eu tenho o que aprender ainda, mas sem Querer passar nenhum tipo de arrogância. É um jogo que eu já zerei de certo modo.
Eu sei quais botões eu tenho que apertar para ser falado aqui, ali e etc. E por saber isso, eu tomo muito cuidado. >> Em que sentido? no sentido de Caio, eu tenho, eu eu observei desde a época que nós, né, tivemos aquele aquele ponto em comum ao olhar pessoas palestrando e tudo mais, o como e o porqu Estar ali. Elas sabem chamar atenção, >> elas sabem invocar sentimentos. >> Uhum. E eu fui percebendo que com o tempo eu também fui adquirindo essas habilidades na marra. >> Uhum. Então, se o Thiago hoje, por exemplo, fosse all
sem pudor para apertar os botões que ele sabe, eu poderia passar uma impressão pro público de algo que o meu core não ficaria >> satisfeito. >> Entendi. Eu sei jogar muito esse jogo e eu vejo que as pessoas elas, o principal problema delas no jogo da atenção é não entenderem que dentro delas, literalmente, eu não falo isso para ser clichê, dentro delas a autenticidade que levaria elas muito mais longe do que o copia e cola. Então tem muita gente no copia e cola hoje. Caio, a minha fase onde eu tive mais engajamento e mais reconhecimento
foi uma que eu não obedeci e continuo não obedecendo até hoje. Qualquer tipo de trend, qualquer tipo de linha editorial, foi aí que eu tive mais resultado nesse jogo da atenção. Eu quero fazer algo porque, caramba, é bonito. E é um vídeo de 15 segundos enquanto as pessoas estão tendo um resultado num vídeo de 5 segundos gravado de frente pra câmera. Mas eu Quero fazer aquilo. Isso se conectou com um filme que eu vi com uma questão e eu quero que seja bonito. Bom, bombava. Não é aquele negócio, sabe? Eu vi uma pessoa fazendo, agora
eu vou fazer igual, vou pegar essa narrativa aqui, eu vou conciliar com a minha. Não é um negócio que vem de dentro, sabe? Você quer porque quer fazer? E aí as pessoas vêm a sua pura e mais cristalina autenticidade. Isso é muito [ __ ] cara. >> Você sempre você sempre teve um estilo muito único mesmo. >> Muito sim. Isso é muito [ __ ] E as pessoas têm, elas não sabem. >> Sim, todo mundo tem isso, né? Todo mundo tem isso. Uma coisa que sempre incitou muito a minha criatividade é filmes. Filmes, vídeos muito
bem elaborados, storytelling. E aí você não tá percebendo, mas a sua mente tá conectando o tempo todo uma coisa a outra. Olha isso aqui que eu Poderia falar nesse assunto que eu gosto com esse tipo de edição que tá nem é tão complexa assim que eu posso fazer. Vou ver se isso aqui vai dar certo. Mas as pessoas estão num jogo de, tá, deixa eu pegar o feed aqui de dessa pessoa, dessa pessoa, deixa eu pegar os conteúdos, casar um com o outro. O que que eu falo agora? Beleza, vou gravar 15 vídeos para ver
se um bomba. Não é uma estratégia ruim, mas e a sua autenticidade onde ela tá? >> Sim, >> né? Então, é assim que eu vejo o jogo da atenção hoje sendo jogado com as pessoas muito no muito na trend. Eu não tenho nada contra, claro. Mas tem uma outra coisa também que eu sempre usei para me diferenciar, que é a seguinte: se eu estou no mercado, tem duas, três, quatro pessoas muito reconhecidas fazendo, não é porque eu não gosto das pessoas, Mas é porque se você quer diferenciação, se você quer mostrar sua autenticidade, se for
fazer a mesma coisa, participar da mesma trend, inove de alguma forma. Traz, traga uma coisinha mais. >> Muito bom. >> Porque senão as pessoas vão fazer o quê, Caio? Te colocar sempre no mesmo balde. Quando eu entrei no digital, ponto número um, eu percebi que todas as pessoas deixavam muito claro na bio o que que elas Faziam. Marketing digital. >> Uhum. >> Faturamento X, Y, Z. Cara, eu fiquei 4, 5, 6 anos sem deixar as pessoas entenderem pela minha bia, o que que eu faço. Já começa aí, que que esse cara faz? Como assim? Por
que que tá viajando? >> Sempre foi intencional isso. >> Sempre foi intencional. Por quê? Porque se eu coloco marketing digital, por exemplo, que era o o que mais borbulhava A época quando eu comecei. Se você abre 10 Instagrams e vê marketing digital, não gosta de cinco, metade do que você viu, onde é que você vai colocar o 11º? >> Na mesma sacola. >> Logo, as pessoas estão com exemplo, né? Ah, elas elas colocam sempre o nome do nicho ali. Eu faço isso, isso, isso, mas aqui eu não quero que você desvalorize a sua profissão. Mas
inove um pouquinho. Inve Um pouquinho porque as pessoas na internet julgam dentro e fora o tempo todo. Agora eu nem ia fazer essa pergunta, mas eu fiquei curioso para ver a sua a sua função. Que que você acha que ti te diferenciou? Porque eu sabia quando eu pulava um vídeo, falei assim: "Isso aqui é do Thaago". >> Uhum. >> Sabia? O você sempre teve um olhar estético. >> Uhum. >> Quando você falou de filme, matou já essa charada aqui na minha cabeça. Você tinha essa referência. >> Finado com filmes. >> Trazia filmes James Bond já
trazia algumas referências, né? >> Sim. >> Que que você acha que te te diferenciou? Foi um estilo único de vídeos em Em um mercado onde eu só via e aprendia pelos mentores, quebra de padrão. >> Sim. >> Que o convencimento deve ser mais atacado com palavras. Então, já viu aquela frase? Uma imagem fala mais que 1000 palavras. >> Uhum. >> Um vídeo fala mais que 1000 imagens. É isso que eu tinha sacado. A COP, a Pexuasão, ela também é visual. Filmes de novo. Qual o nome daquele filme? Um lugar silencioso. As pessoas falam muito naquele
filme. Uhum. >> Não, mas você entende, né? >> Uhum. >> Porque é visual. Então, como é que eu não vou ter esse efeito no marketing? Ao invés de para convencer uma pessoa a investir em algo meu, Eu de modo padrão, aplicar um vídeo ali de 40 minutos cheio de palavras, palavras, palavras. Meu primeiro lançamento, ele teve um vídeo de 3 minutos e meio para algo que no padrão deveria ter utilizado de pelo menos 30 minutos em estratégias de convencimento. >> Fala, fala, fala, >> fala, fala. Então, o que diferenciou foi essa visão somada a um
estilo de edição que o digital não conhecia ainda. Caio, nós subimos muito a régua. Paraa profissão do audiovisual no Brasil. Eu posso dizer isso hoje, sem eh nenhum tom de arrogância, sem querer roubar os créditos dos profissionais, mas hoje as pessoas, quando eu entrei no digital, um videomaker, ele era assim a última pessoa que alguém no digital eu preferi contratar e o que eles recebiam ali era coisa de R$ 2, R$ 3.000, senão menos. Hoje um videomaker recebe R$ 20, R$ 30.000 R$ 1.000 para estar com uma pessoa, >> se não mais, >> porque eu
vim subindo a régua com um estilo de edição que eu não abri a mão e eu sempre fiquei ali no negócio olhando, >> cara, eu gosto dessa música, essa trilha, eu tenho, obviamente, profissionais excepcionais do meu lado e diversos deles, inclusive que eu nem conheço, chegam para mim em eventos e falam: "Cara, obrigado porque eu Acompanhava o teu trabalho, acompanhava os teus vídeos, resolvi pegar numa cama Câmara e hoje eu tô trabalhando nisso, tô no evento aqui cobrindo o evento. Sempre adorei o seu tipo de edição e hoje eu recebo bem porque você subiu essa
régua no Brasil. Legal. >> Isso é [ __ ] né? >> Demais. >> Então, ah, e o legal é que Olha que [ __ ] As pessoas acham que a criatividade ela vem de inovação. É sinônimo de inovação. Até que é, mas de certo modo não como a maioria das pessoas imaginam. >> Como que você imagina inovação? O mesmo modelo de vídeo já existia, o mesmo modelo de edição. No mercado é diferente, só que não no digital. Eu vi o gap, falei: "Caramba, como é que isso aqui no digital vai chamar tanta atenção? Isso fala
tanto e eu gosto, tá Vendo que não é só para forçar a barra? Eu gosto, cara. Para você ter ideia, eu peguei em câmera para poder gravar e eu gostava também no começo. E aí, cara, deslanchou, explodiu. Essa dentre diversas outras coisas, né, como você gravar um conteúdo mais bonito, né, o as pessoas passaram também depois de um, ah, entenderem ali o modelo de eu lembro que um mentor, inclusive brasileiro, quando eu fiz um lançamento, ele mandou uma mensagem dizendo o Seguinte: "Ih, caramba, vou ter que regravar o meu curso de novo". Subiu a régua,
cara. as as gravações das aulas estão muito bonitas e tal. Então, eh, é tudo benchmarking. Quando você casa algo com uma coisa nova, vira o inovador. Mas já existia. >> Você olha para o seu jeito de criar é olhando para fora da caixa, outros mercados. >> Isso >> você vai, cara, eh, você, por exemplo, Dentro do marketing digital você olha para tudo menos pro marketing digital. >> Exato. >> Você olha para fora. >> Exato. Por quê? Porque no marketing digital, assim como fora, só que na bolha desses outros foras, as pessoas estão olhando para o
quê? Só porque tá dentro. Então elas estão sempre copiando, copiando, copiando, fazendo control C, contra um V. >> Uhum. A estratégia é você olhar literalmente para fora, casar com algo seu e criar algo absolutamente novo do zero. Essa essa é a estratégia que eu sempre utilizei e para mim é intuitivo e para qualquer pessoa pode ser intuitivo. Desde que ela só faz o seguinte, ó, deixa eu virar a chave e sair daqui. Deixa eu eu tô vendo aqui no feed agora que nossa, todo mundo tá fazendo. Desliga, desliga, desliga para A pergunta é como você
vai fazer diferente? Porque senão as pessoas, o que que você o que que você mesmo pensa de quem tá fazendo igual? A quem você deu mais crédito? É difícil, fica uma briga na sua cabeça. >> Sim. você vai dar mais crédito a pessoa que mais inova, a que mais chama sua atenção com algo que você não viu, porque o seu cérebro julga muito rápido aquilo que é repetitivo, >> entra no monótono. >> Ou você participa de trend ou você é criador delas. >> Não dá para jogar o dois jogos, né? >> Exato. Exatamente isso. >>
Pausa rápida no episódio. Olha isso daqui. 78% de vocês que estão assistindo esse episódio, vocês não estão inscritos no canal e vocês vão perder muita coisa. Às vezes aquele episódio que você não viu tinha o que você precisava. Então para agora só se inscreva no canal para Você não perder nada. Eu tenho certeza que você vai ser o maior beneficiário disso, tá bom? Então clica agora, se inscreva e você vai garantir que tudo chegue até você, beleza? Então volta no episódio, se inscreva e continue assistindo. A gente começou falando de como sair da média, né?
Como quebrar o padrão, como romper, mas como que é o fim quando perde? Como que é tua cabeça Quando perde? Você lida bem com a derrota quando algo não dá certo? eh sabe, investe o dinheiro em algum projeto e e falha. Como que é a tua cabeça? A minha cabeça é de hum para algumas pessoas seria algo bem, como é que eu posso colocar em palavras? É como se eu me colocasse um pouco de castigo. O Thago, ele se coloca um pouco De castigo. Por quê? Porque o resultado que você interessante >> deveria ter tido
não veio porque você deixou de fazer alguma coisa. O que você não viu para perder? E como você vai virar o jogo? O que que você uma coisa é o que você sabe que não sabe, outra coisa é o que você não sabe que não sabe, Entende? Então, o que que é que eu não sei, que eu não sei por ter deixado isso escapar para perder o jogo? É isso que me intriga mais. >> Não o fato de ter perdido e nem o que perdeu, mas é o lance. O que que eu não vi? >>
Não, o que que eu não vi. Isso é autorresponsabilidade, porque na maioria dos casos eu perdi. Nossa, é muito fácil para as outras pessoas pensarem assim, não é porque a Minha equipe não é boa, não é porque eu deixei de fazer isso. Sim, tá certo, deixou mesmo. Não é o problema da equipe, não é o problema disso, não é o problema daquilo. Tudo isso aqui é externo. Tem outras pessoas conseguindo. Você vai olhar para cá, onde você não controla, ou aqui onde você controla. Tudo é problema seu. Teu sócio te deu uma punhelada, problema seu.
Como é que você vai resolver? A seleção foi boa? Já Não tinha te dado indícios disso? Tá reclamando por quê? Que que você vai fazer agora? Você tá mais forte, né? Que bom. Tá mais próximo. Então, então vou para esses momentos de reclusão. Fico mais sozinho. Adoro ficar sozinho. Aliás. >> Curte ficar sozinho? >> Curto, cara. Adoro ficar sozinho, porque é ali que a minha mente aflora, ali que as ideias vêm, ali que os insightes Saem, ali que eu busco por conteúdo, sabe? Hã, no dia a dia, na correria, como é que você separa uma
hora para estudar, duas horas para ver um podcast [ __ ] na correria não dá, principalmente para empresários como eu. >> Então eu vou para uns alguns momentos de reclusão e começo a pensar em qual vai ser o próximo passo para eu consertar isso. E cara, aparecem 10 soluções, no Mínimo 10 soluções e com 10 apontamentos para mim mesmo do que eu poderia ter feito. >> Esse é o objetivo do castigo. Então, >> esse é o objetivo do castigo. Você tá de castigo, você não vai fazer nada, não vai chorar. Inclusive, a sua única missão
é ter um plano A e um plano B. Como é que eu vou resolver isso? É o plano A, o plano B é, como é que eu vou resolver Isso? Só tem essas duas, acabou. É a mesma coisa. Eu vou resolver e sair dessa situação. Se outras pessoas conseguem, eu consigo também. Eu não vou parar aqui. >> Agora pergunta de curiosidade. Você é bom de celebrar? Comemora bem >> cai vitória? >> Não vou mentir, cara. Não >> comemora mal, >> mal. A mente é muito rápida. Então eu até, nossa, falei pro pessoal do, falei para
uma pessoa do meu time, olha, eu sei que você tá trabalhando para caramba aqui, dia e noite e tal, e é um erro meu, tá? >> Uhum. >> Dizer isso até. Hã, e você pode perceber que eu poderia estar dando mais reconhecimento aqui, reconhecimento, mas entenda, Eu quero ir para aqui, ó. Eu quero que a gente vá para lá juntos. Então eu tô no campo de batalha, cara, como se fosse ali na Normandia, sabe? Atravessar. Eu sou o primeiro que desembarcou. Eu tô limpando o caminho, cara. E quando tem uma bomba que explode, eu vejo
que você caiu e tá levantando. Eu tô gritando, vem, vem, vem, vem. Você pode andar mais rápido, vem, anda logo. Eu sou esse cara, entende? >> Sim. >> Eu imagino que um dia eu vá parar para falar: "Beleza, todo mundo pode abrir uma cerveja". Mas a gente não chegou lá ainda, cara. Você acha que vai chegar um dia? Esse lugar existe? >> Ah, existe. Existe a terra prometida existe. Mas sim, é muito bom nós pararmos de vez em quando para comemorar e tudo mais. Em momentos mais descontraídos, eu eu acabo fazendo isso. Mas no modo
automático do Finch ali, o o Dia inteiro, eu tô sempre incentivando as pessoas, passando algo melhor. Cara, eu abro os meus softwares para analisar ali o que que tá acontecendo e tal. E aí a pessoa, eu sei que muita gente tem esse negócio de, caramba, agora que eu vou mostrar para ele >> Uhum. >> né? Ah, as páginas, como é que tá o layout e tudo mais. Eu eu tô olhando a borda, eu tô abrindo outro site, vendo qual que É o formato da borda de acordo com a experiência do usuário, tô falando assim: "Não,
tá bom, vamos melhorar isso aqui." Olha esse benchmark aqui, eles já gastaram 1 bilhão nesse negócio. Dólar, tá achando que tá igual? Então eu tô sempre lapidando, lapidando, lapidando, dizendo: "Bora, bora melhorar o tempo todo". Então é o é um erro, um erro meu às vezes não falar: "Parabéns, parabéns, parabéns, tá muito [ __ ] tá muito foda." E eu sei que esses momentos de celebração eles trazem ah um certo reconhecimento ali, não só paraas demais pessoas que estão à minha volta, mas até para mim mesmo, tá? Parei sim em raras ocasiões, mas são bem
raras para respirar. E uau, olha isso aqui, cara, que eu consegui fazer. >> Olha onde eu cheguei, sabe? >> Hum. >> E aí vem algo muito interessante. Ah, falei diversas vezes sobre a lei da atração. Não quero passar também impressão nenhuma de que é algo místico e etc. É científico. >> Sim. Sim. pensou de um jeito, agiu de um jeito, teve os resultados dos quais você almejou. Matemática. H, e quando eu anotei pela primeira vez o pano que eu tinha ali, ah, foi Incrível. Eu notei, eu lembro de um momento em que eu anotei isso
até hoje e eu tava na casa dos meus pais, era uma noite e fim de ano e eu anotei o objetivo no próximo ano. Anotei pelos próximos 10 anos >> quem eu vou ser >> e o que eu vou fazer até os próximos 10 anos. >> Uhum. >> E eu coloquei aquilo numa carteira. Quando eu abri, Caio, eram 7, 8 anos depois, 80% tava concluído há dois anos atrás. Tá vendo a velocidade? >> Uhum. >> A velocidade não me deixa parar para olhar. Caramba, hoje eu fiz tirar o papel do bolso. Será que que que
tá faltando? Não, será que o final do ano agora eu abro de novo para ver? Não, Será que no final do mês eu dá para ver no final? Não tenho tempo. Eu setei. Gol. Eu vou ir, vou entrar no modo automático. Por isso eu sempre disse para as pessoas, cuidado com aquilo que você almeja. Tome tanto cuidado quanto a qual outra parte da moeda, né? Porque >> você já desistiu de alguma coisa? >> Como é que é desistência na sua cabeça? Já, já. Sim. >> Que momento que você fala pro cara, cara? Vou jogar fora
esse projeto. Tá louco, chega. Não vou mais. Parei. >> Quando eu percebo que a teimosia e as outras as outras pessoas estão indo, não as outras pessoas, o mercado a indícios de que aquilo eh após ficar pronto já tá tarde demais, porque no meio do caminho entre o começo promissor e o desenvolvimento, houve uma mudança de mercado. Então eu Preciso ou pivotar isso agora para um novo modelo ou encerrar. Então já aconteceu em um projeto meu, um grande projeto e o que eu fiz foi pivotar. Eu desisti do modelo anterior e passei a fazer um
novo modelo. E eu admito que é um pouco difícil fazer isso, porque quando você começa algo, principalmente quando você tem obsessão por alguma coisa, Você vai passar a ignorar de forma irracional todos os indícios que te mostram que aquilo pode não funcionar. Então você tem que ser bem frio consigo mesmo e parar para analisar o seguinte. Pera aí, se eu parar agora, eu vou mais rápido ou devagar? Em alguns casos, se a resposta for, eh, você deve pivotar o projeto. >> Como você enxerga? Você é um cara que curte estudar. Geralmente quem gosta de Ficar
sozinho curte estudar, >> ler de uma certa maneira, buscar insightes, provocações. Como você tá enxergando Iá isso tudo? Que que você vem estudando sobre ar? Como que você tá enxergando? >> Eu tô enxergando um futuro assustador, né? Porque sim, >> porque há 2 anos, onde eu já estava há 10 anos no digital, se você me dissesse que hoje as pessoas Estariam sendo capazes de fazer o que estão fazendo do zero, ah, nesse espaço curto de tempo, ao começar um projeto no digital, ao fazer um barking, criar com inteligência artificial, eu diri, sempre é impossível, sempre
possível, porque eu ensino esse negócio, eu sei do processo. Eu sei como se faz, eu sei o caminho exato. Você vai dizer que uma pessoa vai conseguir encurtar o tempo dela criando Um produto, fazendo ben marketing com inteligência artificial, que vai conseguir fazer as aulas, vai conseguir fazer um um audiobook, >> um site sozinho, né? >> Um site sozinho. Não, não é possível fazer isso. Eu tô vendo de uma forma bem assustadora para diversas pessoas. sem também acabar entrando no mundo de Hollywood, né? Hã, eu tô vendo que a IA ela literalmente vai comandar tudo.
Não É uma questão de, por exemplo, na sua empresa você otimizar os processos com IA para fazer marketing. É questão de até 2030, sem dúvidas, você tem um agente que faz tudo. Eu tô dizendo que você vai ter um robô sentado na frente do seu computador. Você não tem um N8N ali, você não tem um um eh um um agente que te ajuda a construir a página. Você tem um agente que literalmente senta no seu computador e faz todo o processo de tudo. Você tem uma inteligência artificial de marketing, você tem uma inteligência artificial de
viralização, você tem tudo em uma só. fazendo tudo, as pessoas não vão fazer nada, principalmente com ascensão da ADI, se eu não me engano, esse é o nome, onde eles estão de uma forma não só especulativa, mas muito racional, traçando quais vão ser os avanços e evoluções da ADI, né, do dos saltos que ela vai acabar dando. Aí Quando você vai entendendo aquele negócio, você pensa: "Puta, faz muito sentido, cara". para vocês que oportunidades que aparecem, porque tem ameaças e oportunidades. >> Sim. >> Ah, >> você acredita que eh negócios mais relacionais vão se destacar
mais? Por exemplo, quando você pensa em educação, em época de chat PT, Conhecimento ali teórico vira uma commodity com os chat. >> Uhum. Você não precisa às vezes comprar um curso ali se é só um checklist e você pergunta pro chatt. >> Exato. >> Agora, agora uma educação mais relacional de proximidade de contato vai ser super valorizada. >> Como que você enxerga as oportunidades que vão aparecer? >> Não fique na frente de nenhuma Inteligência artificial. Não fique na frente de nada que pode ser controlado por inteligência artificial. >> Nada. Nada. Sai da frente, ela vai
te atropelar. E a >> direta e reta assim, >> né? Em velocidade supersônica, você não vai nem ver o que aconteceu, tá rápido assim. Então, como eu enxergo? Eu enxergo que, vamos lá, eu tenho Eu tenho um software que ensina a pessoa a fazer uma coisa específica. Nas linhas de programação desse software, eu tenho muito conhecimento em dados. Eu não tenho esse conhecimento disponibilizado para para as LLMs no mundo aberto. >> Uhum. >> Então, eu posso simplesmente dentro do meu software criar um banco de dados exclusivo, onde ali eu facilito a vida Das pessoas. >>
Uhum. onde ali eu não preciso mais para educá-las à utilização. Gravaram uma série de aulas, um curso completo. Tá vendo que eu não tô na frente? >> Uhum. >> E ao mesmo tempo tô utilizando. >> Uhum. >> São coisas assim que eu estou pensando o tempo todo. A inteligência artificial, ela vai sim facilitar muito a vida das Pessoas com ensino, com diversas Mas pera aí, o ensino ele tá onde? Ele tá disponibilizado na internet, porque se tiver sim sai da frente. H, a inteligência artificial vai facilitar a produção de vídeos. Tá até brincando com pessoa
esses dias, pô, cara, eu tô há 10 anos ah falando com videomakers, atuando com videomakers, contratando videomakers. E eu vi um cara, tá ali inclusive sendo engenheiro De vídeo. Eu falei: "Cara, não sabia que o mundo ia chegar nesse negócio. Ele tá conectando uma ponta a outra que já faz edição aqui. É, é, o cara é engenheiro de vídeo. Acabou o editor de vídeo, mas tá vendo que ele tá utilizando? Será que ele tá ameaçado? Não, não tá mais. Ele já virou o jogo, já tá dançando conforme a música, né? >> Uhum. Então eu eu
vejo que sim, ela ameaça, mas você Tem que identificar os pontos, como eu posso dizer, fracos, porque eles existem ainda, né? Ela não tá por enquanto pintando quadro, ela não tá por enquanto tirando um conteúdo ah de uma forma tão assertiva para determinados assuntos que você detém dos teus negócios. Como que você pode, digamos assim, eu tô no mercado de advogacia, tá? Eu sei que as pessoas daqui a pouco estão consultando o que elas deveriam estar consultando com o Meu serviço com inteligência artificial. Tudo bem? Como é que eu crio uma inteligência artificial para isso?
Então, com os dados que eu tenho. >> Uhum. >> Né? Foi o que, se eu não me engano, dois moleques fizeram agora ou quatro, se eu não me engano. Eh, saiu uma reportagem. >> Ah, eu vi recentemente, sim. >> Cada um pegou ali. Nossa, valor absurdo. Então, é dançar conforme a música. Nunca houve Na história da humanidade, nem na corrida do ouro em 1845, nem nos anos 2000, nem no bom do rádio, no bom da internet. Um cenário atual onde pessoas de todas as faixas etárias estão vendo riqueza de um modo tão rápido e tão
disseminado. Nós estamos vivendo um momento mais do que histórico. Isso nunca aconteceu. Aconteceu aqui numa bolha específica, você tinha que pegar Uma viagem ir para lá. >> Aconteceu aqui em outra bolha do petróleo, você tinha que ter investimento. Aconteceu na no boom da internet, claro, vai aprender a programar. aconteceu eh em 2000 e não sei quanto, beleza, vai ter que aprender a ter servidor, não sei o quê, a construir site. Agora, cara, pô, que isso? A pessoa tá criando ali um aplicativo, tá criando um negócio com inteligência artificial dentro de casa e Fazendo meio milhão
de dólares no mês com uma coisa que a própria inteligência artificial já faz, só que ela tá pegando pro nicho dela, empacotando do jeito dela, que é mais visual e digestivo pro nicho dela, da mesma tecnologia que ela nem criou. Você tá entendendo? Onde sera possível antes, cara? É absurdo. É absurdo. Então, é isso que eu tô observando. Você tem Que analisar com muita cautela aquilo que tá ameaçado, não fica na frente e procurar entender como você pode fazer parte disso. Porque você pode, qualquer pessoa pode, qualquer pessoa pode. alguma coisa pelo menos para mim,
eu peguei que eu eu gosto até de marcar o marca-texto aqui, passar o marca-texto, não fica na frente. Se você tem alguma suspeita que algo que Você tá fazendo maiá, vai atropelar, é pequeo. >> Exato. >> É, ou seja, não fica na frente. >> Uhum. E falando em pessoas, Finch, a gente tem uma plateia aqui, ó, que tem perguntas, >> tá? E primeiro temos perguntas das da plateia aqui, né, produção? >> Quem vai fazer a primeira pergunta, produção? >> A Ana Clara. Ana, venha pro pro Microfone mais roxo do Brasil, tá? Quer ver? Vamos até
dar uma quebrada no palmas para Ana Clara. Plateia. Eh, Aninha, com você a pergunta. Pergunte o que você quiser, >> tá? Tinha duas perguntas, mas vou escolher uma das duas. Eh, mas em tudo o que você falou, o que que você acha que não vai mudar no mercado dentro de 10 anos? >> 10 anos. O que eu acredito que não vai mudar e A força que as pessoas ainda têm que colocar de mão de obra, por assim dizer. em construir novas tecnologias relacionadas a IA. A IA não vai o tempo todo construir isso por conta
própria. Todas as novas ideias sozinhas. Então, que que eu tô dizendo? Eh, nós precisamos de um tempo um pouquinho maior para as inteligências artificiais começarem a criar mais outros tipos de inteligências com ideias Que fazem coisas diferentes. Então, isso eu acredito que não vai mudar ainda nos próximos anos. E se tem uma coisa que vai se manter ativa e tão firme como Rocha, são os engenheiros que estão sempre por trás das IAS dando os comandos para diversas coisas. Então, se a sua profissão tá ameaçada, por exemplo, OK, já entenda que você deve sair da frente,
mas você pode se tornar a pessoa que tá por Detrás dos comandos, dos prompts. Então isso eu acredito que não vai mudar. Agora no período que você disse, não respondendo a sua pergunta, mas colocando ela de um outro modo, o que eu acredito que vai mudar drasticamente, as pessoas irão parar de fazer um marketing por conta própria, no que tente a todas as estratégias de vendas, então fluxos de vendas, funis de vendas, eh anúncios. Nós sabemos que a IA hoje ela faz o anúncio. Nós sabemos que a IA hoje ela Faz um áudio. Nós sabemos
que ela faz uma página. Nós sabemos que ela tá, mas ela tá juntando tudo isso. Eu preciso juntar para compor uma estratégia. Ela não pode ser solta. Eu acredito que em 10 anos ela vai juntar tudo isso e vai fazer vai ser uma agência. Tá >> respondido. >> Faz sentido que você falou a verdade, né? Isso faz bem sentido, né? Você tem ferramenta para A, ferramenta para B, ferramenta para C. É como fosse uma casa, né? Você tem uma uma I que faz telhado, uma I que faz porta, uma I que faz piso. >> Mas
já você vai ter uma I que faz casa. >> Exato. >> Que junta todos os elementos. >> Exato. E de uma forma muito mais personalizada, né? Porque se se você vai fazer um um marketing inteiro de uma Empresa X, você tem peças diferentes que vão compor uma casa diferente. Então, e ela vai ter que ter o discernimento para entender qual é a melhor, o melhor conjunto de estratégias unificadas e personalizadas para esse negócio, para essa marca, para esse indivíduo. >> É dispensar mesmo. Produção, quem? >> Lucão. Cadê o Lucão? Lucão, palmas para Lucão. Quer aproveite
o senão tá vindo. >> Lucão, pergunte o que você quiser, Lucão. >> Como que um outlier contrata, ele escolhe um júnior, mesmo que mais barato, e o treina, ou então um senior, mesmo que ele seja mais caro, mas que ele já chega pronto? >> Então, veio decidido na pergunta, né? Ele já veio que ele já veio ali na contratação. >> Um outli contrata com depende. Ele contrata com o poder atual Que ele tem nas mãos. >> Muito bom. >> Então se eu tô numa fase onde a minha empresa não tem caixa suficiente para contratar um
snior, eu vou contratar uma pessoa que eu sei que atinge certas características, OK? Caráter, como todo mundo fala. Isso é essencial. Ah, e vou treinar a habilidade, mas depois, tendo caixa, deixa isso morrer, pelo amor de Deus. Você vai ter muita vontade de contratar pessoas que têm muita garra, zero habilidade para poder treinar como você fazia antes. Só que isso de certo modo vai te atrasar. A verdade é essa, porque você já tá num jogo de mais velocidade, velocidade, velocidade o tempo todo. E de ambas as formas, eu vou te dar a maior sacada que
eu peguei nos últimos anos com relação à contratação. Todo mundo fala, por favor, vá com isso para casa, é importante. Todo mundo fala Sobre cultura. E o outli tá no começo da trajetória contratando pessoas na fase onde ele não pode contratar o sior, ele tá pouco se lixando pra cultura. Só que a cultura é um negócio que pode ser colocado como oxigênio. Quer você conheça, quer você queira que exista, existe. Cultura é aquilo que acontece na sua empresa quando você não tá lá. cultura é a cultura que não existe. Isso de certo modo já vai,
já passa a se ser o padrão da sua empresa. Então fique de olho nisso. Cultura, você já deve começar se preocupando desde a primeira pessoa que você vai puxar para dentro, porque a primeira puxa a segunda, que puxa a terceira, que puxa a quarta. E como eu faço isso? cultura para mim, ela deve ser baseada nas características do founder. Então, eu, por exemplo, sou uma pessoa que, Exemplo, tá, comigo não tem muito negócio de eu vou deixar de fazer porque eu tenho quem faça. Não, se alguém tá com dificuldade para fazer, não é porque eu
tô numa posição assim mesmo que eu vou deixar de meter a mão. Isso evita fazer com que pessoas, em cargos maiores na sua empresa daqui a pouco, olha como é importante, cheguem, sentem numa cadeira e digam a seguinte coisa: "Não, o fulano não fez porque a Responsabilidade dele não é minha, eu só monitório, mas, pô, você devia ter ido lá e ajudado. Não tô te pedindo para carregar ninguém, tô te pedindo para ser líder". Então, há várias coisas que eu mapei de como eu funciono e você deve mapear agora. E para isso vou te pedir
para responder só duas perguntas. Vão sair todas as características que você por através delas vai procurar identificar em qualquer entrevista inicial. A primeira vez que eu entrei numa reunião na vida e não tive que falar nada, só observei as pessoas falarem, falarem, falarem e acabei saindo ali com uma sensação de missão cumprida. Quem falou mais? Quem resolveu a situação enquanto eu poderia ter resolvido? Anota as características dessa pessoa. Segunda pergunta: quando eu tenho algo urgente que precisa ser feito, para quem É que eu imediatamente penso que eu deveria levar e ignoro, não levo porque eu
sei que ela não vai conseguir fazer e ao mesmo tempo, para quem é que eu levo? Quais são as características dessa pessoa? As que eu levo e as que eu não levo. >> Muito bom. E aí você vai construir duas listas de características: building traites, traços que constróem confiança, e a breaking traites, traços que destróem Confiança. Você vai pegar todos esses itens e criar três perguntas para eles. Bem estratégica. Outro ponto meu, por exemplo, para te entregar uma pergunta importante a ser feita para ambas as situações. Tô começando e já tô aqui com dinheiro para
para contratar o sior. Isso é importante até pro sênior, porque se um senior vir, porque veio de outra empresa e tudo mais e tá com portfólio magnífico, mas não se conecta com a sua empresa, vai dar um choque gigantesco, Vai dar problema. Você tem que fazer perguntas estratégicas, tais como uma crença que eu possuo para mim mesmo, ela é: eu não gosto de pessoas que o tempo todo na minha empresa estão precisando de crédito, crédito, crédito, crédito, crédito pelas coisas que estão fazendo. Por quê? Porque isso de certo modo, em algum ponto, pode acabar não
ficando tão Evidente. Eu posso acabar não criando ritos e ritos e ritos para isso. E alguém que tá ali com um super ego vai se sentir menosprezado porque deixou de ter aquele negócio. Então o código de cultura meu num breaking trait, ele é num building trade, ele é todo outl aqui dentro tem que ter combustão própria. Você sabe do que você é capaz e não precisa de tapinha nas costas. Se quer aplausos, vai procurar um circo. E a pergunta que eu faço é: teve algum momento na sua trajetória em alguma empresa onde você fez muito
bem um trabalho e não foi reconhecido? É chato, né? Olha a última pergunta. É chato, né? Para onde eu tô tendenciando a pessoa? Um dos dois lados. Pode responder que sim. Se ela responder que sim, quer me impressionar. Se quer me impressionar, perdeu. Se ela responder que não, melhor ainda. Eu sei que ela não quer me pressionar e desse tipo de pessoas que eu preciso. E é que vai me dizer: "Não, eu não senti em momento algum necessidade disso. Eu vou lá e faço. Meto a mão na massa." Se reconhecer, tudo bem. É legal, mas
não é isso que me move. Então essa é a dica que eu te dou. Obrigado. >> Muito bom. Juliana, para fechar a nossa série de perguntas. Ju, veio para fechar, hein, Ju. >> Boa tarde, Carlo. Boa tarde, Thaago. Thiago, se você tivesse muito resultado no mercado tradicional e entrado recentemente no mundo digital, planejando dar um grande salto nessa área, qual seria aquela única coisa que você faria para estar sentado nessa cadeira que você tá sentado hoje daqui a um ano? coisa que eu faria e talvez seria a única. Primeiro ponto, no meu mercado, qual é
a maior empresa Que faz o que eu faço no tradicional e também foi para o digital? Eu vou olhar isso não só no Brasil, mas fora dele. Eu vou identificar o que ela construiu, como construiu, vou traçar um, vou entender toda a trajetória e vou construir um plano para fazer aquilo. E nesse plano eu vou ver que ela utilizou de um passo um, exemplo, ela foi primeiramente pra rede social do Instagram, OK? O que que ela fez lá? Como ela publicou os conteúdos? Como eu Vou fazer diferente? Mesmo começando observando a trajetória dela, tá? O
segundo passo foi montar um montar um super e-commerce. Quem são os fornecedores dela, como ela chegou até eles, quanto ela paga. Isso não é tão difícil de ver. Você consegue com boas ferramentas identificar, principalmente com inteligência artificial. Então o que eu iria fazer é primeiro ponto, identificar que sim existe outra empresa como a Minha no mercado tradicional. Qual delas está tendo maior resultado na internet? Então faria o benchmark dessa empresa. Mas que bom, direto e reto. Pegou, né? Você pegou, >> acha os campeões aqui no mundo inteiro. >> Em outras palavras, benchmark é só uma
palavrinha bonita para espionagem, tá? >> Mas eu acredito muito que o sucesso deixa rastro, né, cara? >> Sim. É isso. >> Só que o teu elemento, você traz aquele elemento que diferencia tudo, mas coloca o teu teu DNA de diferenciação. >> Uhum. >> Porque aí no final das contas assim vai ser inovar. Uhum. >> Você pega um rastro e coloca o seu tempero. >> Sim, exatamente. É o que as pessoas à vezes, muitas vezes não entendem, né? Né? Não é copiar aí, modelar para sair algo novo. >> Indo pra parte final. Ah, qual é o
Thago que as pessoas não conhecem? Nunca apareceu no qual lado do Thiago? Nunca apareceu nas redes sociais, no vídeo. Hum. Complicado falar de mim desse jeito, mas vamos lá. Eu vou utilizar aqui a percepção que eu vejo que as pessoas têm. >> Uhum. >> É o Thiago humilde. É o que elas imaginam que não conhecem. Hum. Ou melhor, não imagina o que não conhecem. É o que elas sempre estão me falando ao me conhecerem pessoalmente, que caramba, cara, eu não sabia que você era desse jeito. Você achei que você ia me dar um latido, ia
morder meu braço, né? Não, cara, por quê? Não, na internet, óbvio, não é um personagem, mas eu vou falar com pessoas na internet De modo que elas estão me pedindo para reagir de acordo a com a personalidade que eu tenho, um ponto específico de acordo com as perguntas que elas me fazem. Tô me pedindo para ser leuinho, >> bonitinho. >> E eu acredito que também, Caio, seja, eu tenho um ponto bem positivo ali de querer estar próximo, cara, com pessoas que estão Genuinamente empenhadas a não só me ajudar, mas a construir juntos. aquilo que eu
acredito. >> Uhum. Porque quando você vai trazendo essas pessoas para cá, quando você dá ouvidos, elas mudam um pouco a sua percepção e logo acoplam novas ideias àquilo que você tá fazendo. Então, aquela sua ideia não é só sua Mais, é dela. Então eu dou muito valor a essas pessoas que estão comigo no dia a dia, hã, que sacrificaram diversas horas, dias para est num projeto investindo ali. Não sou o tipo de empresário que ao mesmo tempo eu sei que existem muitos hã que tá ali com o o a folha no final do mês para
para ser paga e ao mesmo tempo Pensa consigo mesmo. Caramba, tá bom, se virem, não é comigo aqui, eu já passei a missão. Eu tô lá no dia a dia e tô reconhecendo muito o que pessoas estão fazendo em balém daquilo que elas >> Uhum. estão sendo pagas para poder fazer. Então, uma coisa que eu acredito que as pessoas também do lado de fora não vem. Tô sou muito conectado com o meu time. E família, cara, família não era tanto. Agora eu tô procurando tá mais próximo a eles. >> Legal. >> Sempre fui muito obsecado
pelas coisas. Acho que você poôde ver aqui. Eh, para algumas horas da vida sem desequilíbrio, né? >> Sim. >> É normal. >> Uhum. Então, lembro ali que a minha mãe sempre procurava me ligar quando eu fazia as minhas primeiras viagens, etc. Eu não tinha tempo. Hoje eu tô procurando o Máximo possível, se eu tiver no meio de uma reunião importante, cara, eu desligo, o desligo da reunião e vou procurar atender ela num ambiente mais reservado e tal. uma coisa que ah as pessoas também não vê e não compartilho tanto a minha família online, mas eu
diria que é mais a questão da humildade. Eu tô usando essa palavra não para que as pessoas se simpatizem comigo. Quem me conhece me conhece sabe que eu não não corro atrás desse tipo de coisa, mas é porque o que as pessoas falam quando me conhecem. >> Uhum. >> Cara, eu não sabia que você era tão humilde. É a principal coisa. Para fechar, qual o sonho que você tem que não dá pro dinheiro comprar? Calma aí que tá passando ainda uns bens materiais na cabeça. Eu tô chegando. >> Não, esse aqui dá. Esse aqui também
dá. Esse dá >> também >> é >> Caio. >> Hum. >> Eu diria pergunta mais difícil que me fizeram. Meia hora depois coloca no corte. A pergunta é: a coisa mais preciosa que eu poderia ter e o dinheiro não pode comprar? >> Pode ser também. É um sonho, né? Qual um sonho que você tem que o dinheiro não pode comprar? Hum. >> Qual sonho você ainda tem para realizar que você sabe, [ __ ] isso aqui não não dá para comprar. Atuar, ser muito bom em atuação. Filmes, Hollywood. >> Legal, cara. >> O dinheiro pode
obviamente me ajudar a chegar até lá. pode, mas ele nunca vai Conseguir comprar o pódio, comprar uma atuação que não seja proveniente a um mínimo de 10.000 horas, certo? >> Né? Como Den Washington e essas esses caras que eu sempre vi assim atuando muito bem, possuíram em suas carreiras. Atuação, uma coisa que tá aí, cara, direção e atuação, eu diria, que é uma coisa que eu adoro, sabe? H, tem alguns script, vocês nem sabem disso, inclusive tem uns scripts de filmes que eu comecei a fazer e tal, vem Na cabeça assim às vezes de um
sonho. Eu penso, cara, mas como massa não vai ser atuando e dirigindo isso aqui como se eu fosse o Tarantino aí, muito massa. É uma coisa que é treino, eh, habilidade, é o que o dinheiro não compra, não adianta. Eu tenho, já vi muito idiota em Hollywood. Ah, como eu vi, é o que mais tem. >> Sim. >> Idiota com dinheiro no bolso. >> Sim. >> Achando que compra tudo, não compra. Não é a habilidade que você tem que ter. Assim como você tem eh ir pra academia, você não pode comprar o sixpack >> do
dia pra noite. Diria que é isso, Caio. Um sonho que ainda vai se realizar. >> Fint. Primeiro palmas para Thiago Fint. Senhoras e senhores, cara, se você se você fosse fazer um criativo, um vídeo, um anúncio, ou seja, uma Mensagem, cara, o algoritmo vai liberar para todo mundo. Qual seria >> um criativo? >> É, ou uma mensagem. Você tem, cara, você vai, você passar ali no timeline de todo mundo, você passaria falando o quê? Ó, você vai passar na timeline de todo mundo. Você passaria falando o quê? Para, para, para, para, por favor, por favor.
Ou quer saber? Continua fazendo o que você tá fazendo. Vou te passar uma Mensagem muito importante. Talvez vai entrar no ouvido e sair no outro, mas grave. A mágica que você espera tá no trabalho que você tá evitando. [Aplausos] Acredito muito nisso, acredito muito nisso. E e primeiro que ah, eu acho que a gente começou o nosso papo falando de como sair da caixa, como sair da média. E Eu acho que o estilo do desse papo acho que representou muito do como primeiro esse questionamento, se questionando, né? Você sair de um piloto automático, você sair
de um modo automático. >> E acho que a gente conseguiu fazer bem esse papel hoje aqui >> de ajudar a turma. Sim. >> Ah, você tem esse estilo, é de você. Dá para ver que primeira vez que eu te vejo pessoalmente, a gente não tinha se Conhecido ainda. >> Uhum. Mas dá para ver que isso é seu. Você carrega esse lance de de sabe dessa dessa chacoalhada, dessa parar para pensar quando você joga as palavras às vezes como se fosse um acorda aí do outro lado. >> Uhum. >> É porque realmente você teve um despertar
em algum momento da sua vida, você teve uma chacoalhada e você não quer que para alguém não dê tempo. >> Uhum. Né? Exato. >> Você você não quer que para alguém que não dê tempo. >> Exato. Fal assim, cara, eu prefiro e eh eh uma vez eu vi isso de uma pessoa que eu lembro eu tava na sala, cara, e ele deu uma chacoalhada no cara do lado e eu tava junto. E sabe quando você vê alguém tomando esporro e você tá perto, você fica meio sem jeito porque e e depois o cara viu, era
novo, o cara viu que eu fiquei encabulado. Ele virou Para mim e falou o seguinte: "Caião, eu prefiro eh eh eu tenho mais preocupação com o bem dela do que com a amizade que eu posso ter com ela. Eu não faço questão de ser amigo dessa pessoa, mas vou ficar muito feliz se essa pessoa vence na vida". >> Uhum. >> Aí eu achei legal. Eu falei assim, tem hora que a gente não fala uma verdade para alguém achando que essa pessoa vai Ficar chateada com a gente, que essa pessoa de uma certa maneira, putza, vai
que ela não gosta de mim. Uhum. >> E às vezes você evita de falar uma verdade que dói, mas uma verdade pode até doer, mas geralmente não traumatiza. >> Uhum. >> Do que você preservar o relacionamento e deixar a pessoa ir de direção ao muro. >> Uhum. >> Então, dá para ver que você faz questão de tirar as pessoas do muro. Não importa Se gostou do jeito que eu falei, aí o problema ela é teu, você se resolva com seus pensamentos. Exato. Exato. >> Então, mantenha sempre esse estilo, porque eu tenho certeza você tá acordando
muita gente na caminhada, que você tá seja alguém que trabalha com você, seja alguém que recebe um conteúdo seu, seja nos projetos que você tem, seja um colaborador, ten certeza você acaba formando aliados porque gente que acordou e quer construir também. >> Então, continua sempre com essa vibe. >> Obrigado, car. >> Tá bom, gente. Palmas para tiar confiante, senhoras e senhores. Valeu. >> Fala pra galera como faz para cara tá mais próximo de você. E eh sabe, [ __ ] gostei da da visão dele de, ah, cara, onde é que eu posso pegar mais conteúdo
dele, como é que faz as pessoas est mais próximo de você? >> Pô, o Instagram tá disponível aí para todo mundo, Thiago Finch, >> tá? Tem outras redes sociais também, Thiago Finch. Por lá eu compartilho quando eu posso >> os conteúdos que podem sim te ajudar a você entender mais sobre as ferramentas que não serão engolidas pelo digital, mas impulsionarão muito sua trajetória aí no digital, seja lá o que você tiver tocando para realizar em vendas online. Então segue lá, você vai conseguir muita informação valiosa, seja lá com o que você literalmente tiver tocando hoje,
eu Tenho certeza vai te ajudar. Gente, você que chegou nesse episódio, neste momento, primeiro curta o vídeo, compartilha, primeiro dá sua curtida se você tá no nosso canal, se você está em alguma das nossas plataforma de streaming, acompanha o canal do Como você fez isso. Siga o nosso perfil. Primeiro a gente feliz para caramba, né? Um crescimento avaçalador do como você fez isso. A gente configurou entre os maiores podcasts do Brasil pela tua Audiência. Então, obrigado pela tua audiência, pela tua companhia. Compartilha também grupo de WhatsApp do seu amigo, da família, do trabalho, que eu
tenho certeza, ó, você vai trazer boas provocações no papo de hoje e te vejo na semana que vem. Plateia de novo. Obrigado, palma para vocês. Vocês foram maravilhosos, perguntas incríveis. Vejo vocês na semana que vem. Tchau. [Música]